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o que é ser ...

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  • Artur Ventura dos Santos
    Tobias escreveu: Artur ... Me ajude se eu tiver falado algo que tenha sido complicado de entender. Abraço, Tobias
    Mensagem 1 de 6 , 3 de jul
      Tobias escreveu:

      Artur ...

      Me ajude se eu tiver falado algo que tenha sido complicado de entender. 

      Abraço, Tobias

      =======================================================

      Olá, Tobias:

      Eu utilizei a palavra "entidade" para significar algo qu'é supostamente existente; seja natural, ou artificial ...

      Um abraço
    • nipusaibot0
      Pois entidade é aquilo que é, em contraposição àquilo que está ou que não é. Algo artificial não é nada, está em algum estado dando o efeito de
      Mensagem 2 de 6 , 3 de jul
        Pois "entidade" é aquilo que é, em contraposição àquilo que está ou que não é.

        Algo artificial não é nada, está em algum estado dando o efeito de ser perceptível àqueles que são. 

        Natural, se é ou não é, se possui característica de ser, depende muito do significado que damos para ele, a concepção que esteja corrente e natureza por exemplo.. 
      • Artur Ventura dos Santos
        nipusaibot0bias - *escreveu:* ... Olá, Tobias ... Você dirá, que os computadores qu estão a ser usados para nos correspondermos não são formas de ser ???
        Mensagem 3 de 6 , 4 de jul

          nipusaibot0bias - escreveu:
           

          Pois "entidade" é aquilo que é, em contraposição àquilo que está ou que não é.

          Algo artificial não é nada, está em algum estado dando o efeito de ser perceptível àqueles que são. 

          Natural, se é ou não é, se possui característica de ser, depende muito do significado que damos para ele, a concepção que esteja corrente e natureza por exemplo.. 


          Enviado por: nipusaibot0@...







          t

          ==========================================================================================

          Olá, Tobias ...

          Você dirá, que os computadores qu'estão a ser usados para nos correspondermos não são formas de ser ???

          Eu consultei um dicionário de língua portuguesa ao meu alcance e averiguei - que o conceito d"entidade" - é de que se trata duma palavra polissémica; suficientemente ambígua, para ser entendida de variadíssimas maneiras como você diz !!!

          Portanto usei essa interessante palavra, para expressar algo que determinadas pessoas afirmam como existente !!!

          Ademais - segundo a maior parte dos espiritualistas - o universo natural é um artificio "divino" !!!

          Um abraço

          Especulativamente - artur


        • nipusaibot0
          Olha, existem entidades por trás do computador sim, assim como existem entidades por trás de todo artifício divino, como por exemplo a natureza. Por
          Mensagem 4 de 6 , 15 de jul
            Olha, existem entidades por trás do computador sim, assim como existem entidades por trás de todo artifício divino, como por exemplo a natureza.

            Por coinscidência, hoje em meditação... meditando sobre uma axioma que diz que as máquinas dão vida à matéria, pois contribuem para que ela tenha um propósito cima do que ela possui por si só. Coisas mortas ganham vida, por assim dizer, ao participar de uma vida maior. O computador por exemplo é uma máquina que participa intensamente da vida do operador, do internauta, do programador, pois ganha um propósito muito acima do de conduzir cargas elétricas através de circuitos elétricos.

            A meditação é era sobre a morte. Como compreender a realidade de um anjo caído, ou de um Deus que vive na escuridão, dormindo e exercendo seu poder em meio à ilusão? Isso é a morte do espírito.

            Aí veio em minha mente a figura de um navio, que é feito para navegar. Quando por algum motivo o navio naufraga, lá embaixo do mar, qualquer um que o veja e sabe o que é um navio, saberá que seu propósito de existir é de navegar, viajar carregando tripulantes, mesmo estando no fundo do mar, ele não perde seu propósito imaterial dado por quem o construiu.

            Assim são os animais, que morrem na carne, mas mesmo mortos, não muda o fato de que forma feitos para viver. A existência é uma representação da realidade; se olhamos para algo que existe, é porque reconhecemos algo que é ali por trás e que não deixa de ser independente de como sua existência nos parece ser.

            Bem, por hora é só, vou ver se explico melhor, pra mim mesmo e pra ti, e pros demais que seguem lendo.


            Olavo, obrigado pela poesia, e pela força dela. Abração
          • Artur Ventura dos Santos
            Olá, Tobias ... O importante, é que para mim, você parece ter mostrado que no seu entender, uma entidade é uma consciência ... Um abraço
            Mensagem 5 de 6 , 15 de jul

              Olá, Tobias ...

              O importante, é que para mim, você parece ter mostrado que no seu entender, uma"entidade" é uma
              consciência ...

              Um abraço


              ________________________________________________


              Assunto: o que é ser ...
               

              Olha, existem entidades por trás do computador sim, assim como existem entidades por trás de todo artifício divino, como por exemplo a natureza.

              Por coincidência, hoje em meditação... meditando sobre uma axioma que diz que as máquinas dão vida à matéria, pois contribuem para que ela tenha um propósito cima do que ela possui por si só. Coisas mortas ganham vida, por assim dizer, ao participar de uma vida maior. O computador por exemplo é uma máquina que participa intensamente da vida do operador, do internauta, do programador, pois ganha um propósito muito acima do de conduzir cargas elétricas através de circuitos elétricos.

              A meditação é era sobre a morte. Como compreender a realidade de um anjo caído, ou de um Deus que vive na escuridão, dormindo e exercendo seu poder em meio à ilusão? Isso é a morte do espírito.

              Aí veio em minha mente a figura de um navio, que é feito para navegar. Quando por algum motivo o navio naufraga, lá embaixo do mar, qualquer um que o veja e sabe o que é um navio, saberá que seu propósito de existir é de navegar, viajar carregando tripulantes, mesmo estando no fundo do mar, ele não perde seu propósito imaterial dado por quem o construiu.

              Assim são os animais, que morrem na carne, mas mesmo mortos, não muda o fato de que forma feitos para viver. A existência é uma representação da realidade; se olhamos para algo que existe, é porque reconhecemos algo que é ali por trás e que não deixa de ser independente de como sua existência nos parece ser.


              Bem, por hora é só, vou ver se explico melhor, pra mim mesmo e pra ti, e pros demais que seguem lendo.


              Olavo, obrigado pela poesia, e pela força dela. Abração


              Enviado por: nipusaibot0@...
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            • nipusaibot0
              Arthur, e voadores, e internautas, e extrafísicos andei pensando sobre minhas atitudes. Desculpe por dizer que é tudo ilusão nessa vida. Dessa consciência
              Mensagem 6 de 6 , 16 de jul

                Arthur, e voadores, e internautas, e extrafísicos


                andei pensando sobre minhas atitudes. Desculpe por dizer que é tudo ilusão nessa vida. Dessa consciência nasce uma baita dor. Principalmente sobre o porquê da verdade. Sinto que você me ajudou a externalizar essas minhas concepções, pois ficou provocativo até na época que o Yahoo deixava os textos ilegíveis com caracteres mirabolantes.


                Em não tenho problema com a verdade em si. Mas a verdade não é a sensação da nossa pele, ou nossas profissões, nossos compromissos sociais; isso tudo é um teatro vivido dentro de uma maquete. Mas querendo ou não isso é sagrado. A grande ilusão do mundo repousa sobre a matéria para acordá-la. Isso é o pecado fundamental, a consciência no "estado" de prana não aceitou a escolha consciencial das entidades que se colocaram em estado de éter, daí simular uma materialidade para seduzir à matéria ao estado vivo.




                O estado de éter nada mais é do que o prana sobre regência de uma resolução absurdamente absoluta. Ou seja, uma forma de vida que deixa de ser dinâmica; que viveu, decidiu o que queria da vida pra eternidade, e se absteu de participar de toda a vida à sua volta. É injusto dizer que o mundo está morto a rigor, mas é como se a vida da matéria sem ilusão nem sensibilidade estivesse congelada, lacrada dos sensos superiores que a comunicariam com o todo parauniversal (a gente tem que inventar palavrinha nessas horas), ou seja, para além do universo que ela concebe, se fecha de toda interferência externa à ela que poderia mudar a programação que à mantém em seu estado eterno e resolvida consigo mesma (e em briga com o que à impele à mudar). Assim, muitos seres com vibração alta de éter e nenhum "prana", se mantém cumprindo propósitos esteriores, mas que fazem total sentido e não oferecem nenhum risco de mudança na sua constituição.


                O "prana" entre aspas porquê, no fundo éter é originalmente prana. E o que chamamos de prana enquanto algo enxergável, por assim dizer, de forma a concebermos na mente como parte de um mundo virtual, tem de ser no mínimo, em seus estado mais sutil, cheiro, luz, cores do arcoíres. Acontece que para assim ser, o prana já está sendo regido por alguma resolução bem afirmativa, que o impõem sobre a matéria de forma permanente, por isso ele já começou a caminhar no espectro que vai do estado de prana até o de éter. A luz tem um bocado de éter para mantê-la fóton.

                As palavras ocidentais que mais me parecem sábias para se aproximar do que se diz esotericamente sobre prana e éter são carga e constituição. A palavra substância também me veio à cabeça, mas a idéia de constituição é mais exata. Se fôssemos tomar a parte da vida que é abstrata, que não precisa da ilusão de existir, pois sabe de si e da realidade do todo, sua constituição se resume apenasmente na continuidade da consciência de ser o que é e parte do todo, no qual lhe é esperado que cumpra um certo papel. Se tomamos a parte da vida que permanecesse na ilusão infinitamente, ou que se esquece de ser para apenas estar em estado como que petrificado, o sentido de sua vida e de onde se dá a sua conscituição é o de permanência, independente do resto. Continuar é sinônimo de fazer parte da imensa vida do todo global-celestial-profano; permanecer é fruto da eminência da morte, da insegurança que faz a consciência se fortificar em excesso sem esperar amparo no todo, se transfigurando em substância para permanecer com a carga consciêncial que carrega de modo flúido e prático, éterico, e não abstrato nem pranático.


                Que bom que Laz xereta pouco o grupo que ele criou, senão viria contar aos demais que virei esquisotérico. Mas a questão que me bateu de forma forte foi: não dá pra esperar o sucesso da ciência e o senso comum para ter um senso real de como as coisas são. E o que sei agora sobre o mundo é isso, que as coisas são esquecidas por si mesmas, e povoadas por consciências superiores que fingem que são as coisas em estado vivo, para que ao se ausentarem (desencarnar, virar buraco negro) elas desejem estar vivas e façam isso por si mesmas. Isso me remete ao conhecimento em si e a forma errado que sinto ele ser considerado pela humanidade. O que tenho por real é que cada um conhece todo o resto por si mesmo; e o que vemos é a afirmativa de que só se pode admitir que conheceu algo se aquilo for aceito em algum nível pelos demais. Isso é um medo absurdo de conhecer, de entrar em contato com o mundo e com a realidade. E no fundo, entendo, perdoo, e quase finjo que concordo, pois no processo de conhecer caímos a ficha de que tudo o que praticamos é na maior parte encenação, historinhas para nos fazer acessar nosso interior equilibrado, ou para equilibra-lo sem nem tomar consciência dele; e quando temos noção disso, entendemos que todos estão dormindo para a realidade como nós estávamos, e nos sentimos de certa forma sozinhos, e tomamos consciência de infinitas dores que querem nos convencer que melhor é permanecer como estamos eternamente, e que a vida não vale a pena de ser enxergada como é, mas sim vivida no automático, sem reflexão do cérebro nem apreciação do espírito.


                Aqui neste momento, não estou escrevendo para o senso comum. Caso fosse, não teria como eu ser real sobre o que digo, falar a verdade como ela me aparece, ser sincero. Teria como ser honesto, ser leal ao teatro que vivo, pois é desonesto contar pra alguém algo que poderia fazer mal a ele, e assim pode ser a verdade nua e crua, que aparece sob o filtro da minha percepção e não é absoluta, mas mutável.

                 

                Enfim, não sei se vou me ausentar do grupo por assim dizer, mas pretendo me ausentar de falsear alguns assuntos por aqui, que é um local onde as pessoas buscam conhecimento em si, abstrações... quando eu ver que a procura de alguém no íntimo ainda é feita para reforçar seu centro pessoal de ação na terra, sua ética, seus compromissos, acho que o jeito é eu me abster. Desculpaí eu me abrir demais (tenho feito a mesma coisa com meus alunos tem uns dois anos, prometi pra mim mesmo que pararia de mentir pra eles, em coisas como esperar que eles aprendam aquilo que não querem e me mostrem na prova ou no trabalho de casa o que não aconteceu de aprendizagem).


                Segue o barco, em cima ou embaixo dágua. Bons vôos pra quem é de voar!
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