Carregando ...
Desculpe, ocorreu um erro ao carregar o conteúdo.

11680A Masculinidade e Feminilidade Bíblicas. - CBMF

Expandir mensagens
  • Hélio de Menezes Silva
    11 de set 11h24min

      A Masculinidade e Feminilidade Bíblicas

      Declaração do Conselho sobre a Masculinidade e Feminilidade Bíblicas no dia 29 de agosto de 2017 na cidade de Nashville, EUA.


      (Hélio não concorda com algumas posições doutrinárias, feitas noutros locais, de alguns signatários desta declaração (principalmente aquelas sobre a Bíblia, quando negam a absolutamente perfeita inspiração verbal e inerrante, e a preservação, da Bíblia, por Deus) , mas aprecia a linha principal desta declaração)


      Preâmbulo

      Sabei que o Senhor é Deus; foi ele que nos fez, e não nós a nós mesmos; somos povo seu e ovelhas do seu pasto“ – Salmos 100:3. ACF.

      Cristãos Evangélicos, na aurora do século XXI, encontram-se em um momento de transição histórica. Como a cultura ocidental tem se tornado cada vez mais pós-Cristã, ela tem embarcado em uma revisão massiva do significado do que é ser humano. De um modo geral, o espírito de nossa época, não percebe ou se deleita mais com a beleza do projeto de Deus para a vida humana. Muitos negam que Deus criou o ser humano para a sua glória, e que os seus bons propósitos para conosco incluem o nosso modelo físico e pessoal como masculino e feminino. É comum pensar que a identidade humana como masculina e feminina não seja uma parte do maravilhoso plano de Deus, mas é, e é mais do que um expressão individual de suas preferências autônomas. O caminho para a alegria completa e duradoura através do bom projeto de Deus para suas criaturas é então substituído pelo caminho de alternativas míopes que, mais cedo ou mais tarde, arruinam com a vida humana e desonram a Deus.

      Este espírito secular de nossa época apresenta um grande desafio para a igreja Cristã. A igreja do Senhor Jesus Cristo perderá sua convicção, clareza e coragem bíblica, e se misturará ao espírito da época? Ou ela se manterá firme à palavra da vida, suscitará coragem através de Jesus, e despudoradamente proclamará o seu modo como o caminho da vida? Ela preservará o seu testemunho transparente, contracultural para um mundo que parece caído em ruína?

      Estamos convencidos de que a fidelidade em nossa geração significa declarar mais uma vez, a verdadeira história do mundo e de nosso lugar nele – particularmente como masculino e feminino. As Escrituras Cristãs ensinam que existe apenas um Deus, e que é o Criador e Senhor de tudo. Somente a ele, uma pessoa deve agradecimento alegre, adoração sincera e total lealdade. Este é o caminho não só para glorificar a Deus, mas também para conhecer a si mesmo. Esquecer do nosso Criador é esquecermo-nos de nós mesmos, pois ele nos fez para ele mesmo. E nós não podemos nos conhecer verdadeiramente sem conhecemo-Lo verdadeiramente. Nós não nos fizemos. Nós não somos de nós mesmos. Nossa verdadeira identidade, como pessoas masculinas e femininas, é dada por Deus. Não é apenas tolo, como também inútil, tentarmos fazer de nós mesmos o que Deus não nos criou para ser.

      Nós acreditamos que o projeto de Deus para a criação e o seu caminho de salvação servem para levar a ele a glória maior e trazer a nós o bem maior. O plano bom de Deus nos fornece a liberdade maior. Jesus disse que ele veio para que nós possamos ter uma vida abundante. Ele é por nós e não contra nós. Portanto, na esperança de servir à igreja de Cristo e testemunhar publicamente para os propósitos bons de Deus para a sexualidade humana revelada nas Escrituras Cristãs, nós oferecemos as seguintes afirmações e negações.

      Artigo I

      NÓS AFIRMAMOS que Deus designou o casamento para ser uma união pactual, sexual, procriativa, vitalícia entre um homem e uma mulher.

      NÓS NEGAMOS que Deus designou o casamento para ser uma relação homossexual, poligâmica ou poliamorosa. Nós também negamos que o casamento seja uma mero contrato humano, e não um pacto feito diante de Deus.

      Artigo II

      NÓS AFIRMAMOS que a vontade de Deus revelada para todas as pessoas é a castidade fora do casamento e a fidelidade dentro do casamento.

      NÓS NEGAMOS que qualquer afeição, desejo ou compromisso justifiquem o ato sexual, seja antes ou fora do casamento; ou que justifiquem qualquer forma de imoralidade sexual.

      Artigo III

      NÓS AFIRMAMOS que Deus criou Adão e Eva, os primeiros seres humanos, à sua imagem, iguais, perante Deus, como pessoas, e distintos como masculino e feminino.

      NÓS NEGAMOS que as diferenças ordenadas divinamente entre homem e mulher façam com que os mesmos sejam desiguais em dignidade e valor.

      Artigo IV

      NÓS AFIRMAMOS que as diferenças ordenadas divinamente entre homem e mulher refletem o projeto de criação original de Deus e foram feitas para o bem e para a prosperidade do homem.

      NÓS NEGAMOS que essas diferenças são resultado da Queda ou que devem ser superadas.

      Artigo V

      NÓS AFIRMAMOS que as diferenças entre as estruturas reprodutivas do homem e da mulher são integrantes do projeto de Deus para a auto concepção como masculino ou feminino.

      NÓS NEGAMOS que anomalias físicas ou condições psicológicas anulam a ligação designada por Deus entre o sexo biológico e a auto concepção como masculino ou feminino.

      Artigo VI

      NÓS AFIRMAMOS que aqueles nascidos com desordem física de desenvolvimento sexual são criados à imagem de Deus e têm dignidade e valor assim como todos os outros portadores da imagem. Eles são reconhecidos pelo Nosso Senhor Jesus em suas próprias palavras sobre “eunucos que assim nasceram do ventre da mãe”. Juntamente com outros, eles são bem-vindos como seguidores da fé de Jesus Cristo e deveriam abraçar seu sexo biológico até o ponto que o mesmo seja conhecido.

      NÓS NEGAMOS que ambiguidades relacionadas ao sexo biológico de uma pessoa a torne incapaz de viver uma vida fértil em obediência alegre a Cristo.

      Artigo VII

      NÓS AFIRMAMOS que a auto concepção de masculino e feminino deve ser definida pelos propósitos sagrados de Deus na criação e redenção, como revelado pelas Escrituras.

      NÓS NEGAMOS que adotar uma auto concepção homossexual ou transgênero consista dos propósitos sagrados de Deus na criação e redenção.

      Artigo VIII

      NÓS AFIRMAMOS que as pessoas que possuem atração sexual pelo mesmo sexo podem viver uma vida rica e próspera, agradando a Deus através da fé em Jesus Cristo, pois eles, assim como todo Cristão, caminham na pureza da vida.

      NÓS NEGAMOS que a atração pelo mesmo sexo seja parte da bondade natural da criação original de Deus, ou que isso ponha alguém fora da esperança do Evangelho.

      Artigo IX

      NÓS AFIRMAMOS que o pecado distorce os desejos sexuais por direcioná-los para longe do pacto matrimonial e por aproximá-los da imoralidade sexual – uma distorção que inclui tanto a imoralidade heterossexual como a homossexual.

      NÓS NEGAMOS que um padrão persistente de imoralidade sexual justique o comportamento sexualmente imoral.

      Artigo X

      NÓS AFIRMAMOS que é pecaminoso aprovar a imoralidade homossexual ou o transgênerismo e que tal aprovação constitui um desvio essencial da fé e do testemunho de Jesus Cristo.

      NÓS NEGAMOS que a aprovação de imoralidade homossexual ou de transgênerismo seja questão de indiferença moral sobre a qual Cristãos fiéis deveriam concondar para descordar.

      Artigo XI

      NÓS AFIRMAMOS a nossa obrigação de sempre falar a verdade em amor, incluindo quando falamos com ou sobre outra pessoa como masculino ou feminino.

      NÓS NEGAMOS qualquer obrigação de falar em desonra ao projeto de Deus de seus portadores da imagem como masculino e feminino.

      Artigo XII

      NÓS AFIRMAMOS que a graça de Deus em Cristo fornece tanto perdão misericordioso como poder transformador, e que este perdão e poder permitem ao seguidor de Jesus aniquilar desejos pecaminosos e caminhar de uma forma louvável ao Senhor.

      NÓS NEGAMOS que a graça de Deus em Cristo seja insuficiente para perdoar qualquer pecado sexual e para dar poder de santidade para qualquer crente que se sinta afogado no pecado sexual.

      Artigo XIII

      NÓS AFIRMAMOS que a graça de Deus em Cristo permite pecadores a abandonar auto concepções de transgeneridade e através de paciência divina, de aceitar a ligação designada por Deus entre o sexo biológico e a auto concepção de alguém como masculino ou feminino.

      NÓS NEGAMOS que a graça de Deus em Cristo sancione auto concepções que são estranhas à vontade de Deus revelada.

      Artigo XIV

      NÓS AFIRMAMOS que Jesus Cristo veio ao mundo para salvar os pecadores e que através da morte e ressurreição de Cristo, o perdão e a vida eterna estão disponíveis para qualquer pessoa que se arrependa de seus pecados e confie em Cristo como seu único Salvador, Senhor e tesouro supremo.

      NÓS NEGAMOS que o braço do Senhor seja curto demais para salvar ou que qualquer pecador esteja além do seu alcance.

       

      (Declaração do Conselho sobre a Masculinidade e Feminilidade Bíblica no dia 29 de agosto de 2017 na cidade de Nashville, EUA)

       

      Signatários Iniciais


      Denny Burk

      John Piper

      James Dobson

      Russell Moore

      J. I. Packer

      Wayne Grudem

      R. Albert Mohler, Jr.

      Tony Perkins

      D. A. Carson

      John MacArthur

      Sam Allberry

      R. C. Sproul

      Rosaria Butterfield

      Francis Chan

      Marvin Olasky

      Ligon Dunca

      Steve Gaines

      Andrew T. Walker

      H.B. Charles, Jr.

      Christopher Yuan

      Dennis Rainey

      Frank Page

      Nancy DeMoss Wolgemuth

      Daniel L. Akin

      Kevin DeYoung

      Alistair Begg

      Heath Lambert

      Jerry A. Johnson

      Mark Dever

      Randy Alcorn

      Karen Swallow Prior

      Matt Chandler

      Fred Luter

      James MacDonald

      James Merritt

      Jack Graham

      J. D. Greear

      Darryl Delhousaye

      Thomas White

      Bryant Wright

      Don Sweeting

      Jeff Purswell

      Johnny Hunt

      Jason K. Allen

      Erick-Woods Erickson

      Mark L. Bailey

      K. Erik Thoennes

      Vaughan Roberts

      David French

      Paige Patterson

      R. Kent Hughes

      Jeff Iorg

      Sam Storms

      Richard Land

      Robert A. J. Gagnon

      Samuel W. “Dub” Oliver

      Ronnie Floyd

      C. J. Mahaney

      Jason G. Duesing

      Matt Carter

      Chuck Kelley

      Burk Parsons

      Eric Teetsel

      Alastair Roberts

      Kevin Ezell

      Ray Ortlund

      O. S. Hawkins

      Thom S. Rainer

      Michael Reeves

      Todd Wagner

      John M. Frame

      Randy Stinson

      Mac Brunson

      Paul Nyquist

      Thomas Schreiner

      H. Wayne House

      J. P. Moreland

      Bruce Ware

      Michael Goeke

      Joel Belz

      Michael Horton

      Jackie Hill Perry

      Dick Lucas

      Afshin Ziafat

      Stephen Strang

      Christiana Holcomb

      Jimmy Draper

      Owen Strachan

      Anthony Kidd

      James M. Hamilton, Jr.

      Bryan Carter

      Chris Larson

      Bruce Riley Ashford

      Candi Finch

      Curtis Woods

      Nathan Finn

      James Robison

      C. Ben Mitchell

      Darrell Bock

      William Philip

      David Mathis