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37904RE: Res: R e: [mormon s-br] os p rofetas já ressuscit aram

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  • Luiz Polito
    19 de jan 14h26min
      Irmãos,

      Talvez seja esse o relato a que o irmão Wilson se refira.
      Deve ser encarado como uma experiência pessoal, embora no final tenha uma declaração do Elder Pall Dunn, dizendo que "foi aceito pela Igreja".
      Enfim, isso deve ser encarado como experiência pessoal e não como doutrina oficial da Igreja, porque não faz parte das Escrituras nem foi aprovado por apoio unânime da Igreja toda (o que caracteriza "Doutrina Ofiaial")

      abraços
      --------------------------

      UMA MANIFESTAÇÃO CELESTIAL

       

      Por HEBER Q. DALE, Presidente da Estaca de Boise, Idaho de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.

       

      É com um espírito bem humilde e grato que vou relatar nesta ocasião a pedido, uma experiência pessoal, a qual é muito sagrada para mim. Eu necessito ser breve. Além disso, há alguns assuntos que me foram dados a conhecer, que não me sinto com liberdade de relatar aqui.

      Deixem-me dizer, por meio de prefácio, que entre as 24:00 h e 7:30h da manhã do dia 20 de  janeiro de 1920, enquanto eu estava sozinho num quarto da casa de meu amigo W.F.Rawson, em Carey, Idaho, esta gloriosa manifestação foi concedida a mim.

      Eu não estava consciente de nada do que me ocorreu durante as horas mencionadas, exceto o que experimentei. Eu não me virei na cama e nem fui perturbado por nenhum barulho. Se foi um sonho, uma aparição, uma visão ou uma peregrinação de meu espírito ao mundo dos espíritos eu não sei... e não me importa. Eu sei que realmente vi e experimentei as coisas relatadas nessa manifestação celestial e são reais para mim, tanto quanto qualquer experiência de minha vida. Para  mim, pelo menos é suficiente.

      De todas as Doutrinas e prática da Igreja, o trabalho vicário pelos mortos tem sido o mais difícil para eu compreender e aceitar totalmente. Eu considero esta visão, como uma resposta do Senhor ‘a oração de minha alma, nisso e outras dúvidas que eu tinha.

      Eu passei por um curto espaço de tempo, de meu corpo, por uma membrana ao mundo dos espíritos. Isto foi a minha primeira experiência depois de dormir. Eu parecia reconhecer, que tinha passado pela mudança chamada Morte e referia-me a ela em minha conversação com os seres imortais com quem eu imediatamente fiz contato. Eu também observei o desprazer deles com o nosso uso da palavra MORTE e o medo que temos dela. Eles usam ali uma outra palavra pra referir-se a transição da mortalidade para o mundo dos espíritos, palavra esta, que não me recordo, mas que eu posso aproximar do significado, conforme a impressão que deixou em minha mente sendo chamado “O NOVO NASCIMENTO”.

      Minha primeira impressão visual foi a proximidade do mundo dos espíritos ao nosso mundo da mortalidade. A grandeza dessa esfera celestial foi desconcertante aos olhos deste espírito noviço. Muitos gozavam visão irrestrita e ação desimpedida. A vegetação e paisagem eram belas, além de qualquer descrição. Não era tudo verde lá como aqui, mas áureo, com tonalidades variadas de cor-de-roda, cor-de-laranja e cor-de-alfazema, como o arco-íris. Uma doce calma permanecia em todo o lugar. As pessoas que eu encontrei, eu não os vi como espíritos, mas como homens e mulheres, indivíduos pensativos e ativos, tratando de negócios importantes de uma maneira muito eficiente. Havia  perfeita ordem ali e todo o mundo tinha alguma coisa pra fazer e pareciam estar tratando de seus negócios importantes de uma maneira muito eficiente.

      A crença de que os habitantes do mundo espiritual são classificados de acordo com suas vidas de pureza e a sua observância à vontade do Pai, foi subseqüentemente sentida por mim. Particularmente observei que os iníquos e os impenitentes são confinados a um certo distrito isolado, com marcações definidas entre um e outro (iníquos e justos) definitivamente determinadas e intransponíveis tanto como a linha de divisão que existe entre o nosso mundo físico e o mundo espiritual, apenas uma membrana, mas intransponível, até que a própria pessoa por si mesma tiver mudado. Este mundo dos espíritos, é o grande lar temporário de todos os espíritos aguardado a ressurreição dos mortos e o julgamento. Havia  muita atividade dentro e entre as diferentes esferas. Vi professores designados, indo de esferas mais altas, para esferas mais baixas, a fim de cumprir com seus compromissos missionários. Eu tive grande desejo de encontrar certos parentes meus já falecidos e certos amigos também, mas fiquei imediatamente impressionado com o fato de que tinha estado num mundo tremendamente grande e extenso, maior mesmo do que a nossa terra e mais numerosamente habitado. Eu só podia estar em um só lugar ao mesmo tempo, não podia fazer mais do que uma coisa ao mesmo tempo, assim como só podia ver em uma direção ao mesmo tempo. Portanto, requereria muitos e muitos anos para achar e conversar com todo o mundo que conhecia e aqueles com quem eu desejava encontrar, já que não foram chamados para me receber. Todos os homens e mulheres dignos foram designados para fazerem serviços especiais e bem organizado, dirigido principalmente para pregar o Evangelho do Pai aos não convertidos, ensinando aqueles que procuram conhecimento, assim, estabelecendo relacionamentos familiares, juntando genealogias familiares pra o uso e benefício dos sobreviventes mortais de suas respectivas famílias, para que o trabalho de batismos e ordenanças seladoras possam ser realizados para os falecidos, nos templos de DEUS na terra. Os representantes autorizados das famílias  no mundo espiritual, tem acesso aos nossos registros no templo e são avisados totalmente do trabalho feito ali, porém o trabalho vicário feito no templo, não se torna automaticamente válido no mundo espiritual, pois o recebedor deste trabalho, deve primeiro: crer; arrepender-se; aceitar o batismo e receber a confirmação. Daí, certas ordenanças são realizadas, efetivando essas ordenanças salvadoras nas vidas desses seres regenerados. Então, a grande obra está se fazendo – eles fazendo um trabalho lá que não podemos fazer aqui, e nós fazendo um trabalho aqui que não podem fazer lá – ambos necessários, sendo um o complemento do outro e assim proporcionado a salvação de todos os filhos de Deus que serão exaltados.

      Fiquei surpreso ao notar que não haviam bebês nos braços das mães. Eu encontrei o filho infantil de Orson W. Rawlins, meu primeiro conselheiro e imediatamente reconheci-o como o bebê que morreu uns anos atrás, mas ele parecia possuir inteligência e em certos aspectos, aparência de um adulto e estava empenhado em fazer negócios de sua família e com sua genealogia. Fiquei muito contente em saber que as mães novamente receberão em seus braços, os filhos que morreram em sua infância e estarão completamente satisfeitos, mas os fatos permanecem, que ao entrar no mundo os espíritos eles são adultos, porem, há maior oportunidade de desenvolvimento. Os bebes, são espíritos adultos em corpos infantis.

      Vi também, uma grande multidão de homens, a maior que já vi juntos em um só lugar, que imediatamente reconheci-os como soldados, os milhões que foram massacrados e lançados tão rapidamente ao mundo dos espíritos durante a primeira guerra mundial. Entre eles andava calma e majestosamente um grande general como comandante supremo daqueles soldados. Quando me aproximei, recebi um sorriso bondoso e uma generosa saudação daquele grande e amoroso homem chamado Richard D. Young. Daí veio uma convicção absoluta em minha alma, que de todos os homens vivos ou mortos, não houve nenhum que fosse tão perfeitamente escolhido para a grande missão que ele exercia ali. Ele recebia a atenção e respeito de todos os soldados. É um grande general e um grande sumo-sacerdote de Deus. Nenhum outro trabalho, para o qual ele poderia ter sido chamado pode ser comparado com o atual em importância e extensão.

      Andando mais a frente, por uma considerável distancia de tempo, vi pessoas, algumas que eu já conhecia e muitos milhões que não conhecia. Eu aproximei-me de um pequeno grupo de homens, em pé em um caminho cercado de prados espaçosos e flores, gramados e matagal  ornamental, tudo com uma tonalidade áurea cercando o caminho, que ia para um lindo edifício. O grupo estava empenhado em uma intensa conversação. Um daqueles homens deixou-os e veio caminhando em minha direção pelo caminho. Reconheci-os imediatamente, o meu estimado presidente Joseph F. Smith. Ele me abraçou, como um pai abraçaria o próprio filho e depois de algumas palavras de saudações, rapidamente declarou: -“Você não veio para ficar”, declaração esta que compreendi ser mais como uma afirmação do que uma interrogação. Pela primeira vez conscientizei-me de  minha missão incompleta na terra e apesar de sentir que eu gostaria de ter ficado lá, imediatamente perguntei ao presidente Smith se eu poderia voltar  a terra, ele disse-me: -“você expressou um desejo reto”, então ele replicou: -“Eu apresentarei o assunto  ‘as autoridades e informo-lhe mais tarde”.

      Em seguida, nos viramos e ele conduziu-me para aquele pequeno grupo de homens, de onde ele tinha saído. Imediatamente, reconheci o presidente Brigham Young e o profeta Joseph Smith. Fiquei surpreso em achar o presidente Young um homem mais baixo e forte do que eu tinha imaginado em minha mente. Do outro lado, vi o profeta Joseph Smith mais alto do que eu esperava. Ambos possuíam uma calma e uma majestade santa. Eles foram  bondosos e cavalheiros para comigo. O presidente Smith apresentou-me a outras pessoas e daí ele partiu dizendo-me que me veria novamente.

      Foi-me permitido avistar esta terra e tudo o que estava acontecendo sobre ela. Não houve limites em minha visão e fiquei espantado com isto. Vi  minha esposa e meus filhos em casa. Vi o presidente Hebert J. Grant como o cabeça desta grande Igreja e do Reino de Deus, recebendo luz  verdade e guiando o seu destino. E eu contemplei esta nação “EUA”, que foi fundada sobre princípios corretos e designada a permanecer, porém, ela estava cercada de iniqüidades e forças sinistras, que procuravam conduzir os homens a destruição.  Eu vi vilas e cidades, os pecados e iniqüidades de homens e mulheres. Vi navios velejando sobre os mares e os vastos campos marcados e feridos pela guerra na França e na Bélgica.  Em uma só palavra, eu contemplei o mundo inteiro, como ele era, passando como um panorama diante de meus olhos. Daí, senti aquela inesquecível impressão  de que esta terra, as cenas e pessoas sobre ela estão abertas a visão dos espíritos, mas, somente quando é dada uma permissão especial, ou quando eles precisam fazer um serviço especial aqui. Isto é verdadeiro para aqueles espíritos dignos,  que estão ativamente empenhados no serviço do Senhor e para aqueles que não podem estar empenhados em dois campos de atividades ao mesmo tempo. Os espíritos iníquos e impenitentes, tendo ainda, como todo mundo o seu livre arbítrio, não se aplicam a nenhuma incumbência útil ou salubre. Eles procuram prazeres nos velhos fantasmas e exultam-se no pecado e na miséria da humanidade degenerada. Neste sentido, eles ainda são ferramentas de satanás. São esses espíritos preguiçosos, danosos e enganosos que aparecem como miseráveis e fraudulentos em sessões espíritas, chamadas de mesas brancas e outras operações enganosas e semelhantes. Os espíritos nobres e grandes não atendem ao chamado médium e de outro grupos intrometidos inquiridores que aparecem. Eles não faziam isto na mortalidade e certamente não irão fazer agora em seu estado mais avançado de conhecimento no mundo da imortalidade. Esses espíritos iníquos que não se arrependem, são espíritos aliados de satanás e seu exército , operando através de seus médiuns na carne; essas três forças, constituem o perverso triangulo ou trindade sobre a terra e são responsáveis por todo o pecado, iniqüidade, aflição e miséria entre os homens e as nações.

      Avancei mais para a frente, banqueteando os olhos nas belezas que cercavam e glorificando-me na desejável e paz e felicidade que habitavam em todo o mundo e em todas as coisas. Quanto mais distante ia,  as mais gloriosas cenas tornavam a aparecer. Enquanto eu estava em pé, de um certo  ponto, vi um templo maravilhosamente belo, com cúpulas de ouro, de onde saiu um pequeno grupo de homens vestido com túnicas brancas, que pararam para uma conversa.  Eles foram os primeiros que vi vestidos desta forma. Os milhões que tinha visto anteriormente, estavam logicamente vestidos, porém eram vestimentas variadas e os soldados, por exemplo, vestidos com uniformes.  Nesse pequeno grupo de homens, meus olhos se centralizaram em um deles, mais resplandecente e santo do que todos os outros.  Enquanto eu estava assim contemplando-o, o presidente Joseph F. Smith  saiu do meio deles e veio para o meu lado. “você sabe quem é ele?” ele perguntou. E eu imediatamente respondi: “sim, eu o conheço, meus olhos contemplam o nosso Senhor e Salvador”. “É verdade”, replicou o presidente Smith. E Oh, como a minha alma estremeceu de êxtase e uma inexplicável alegria encheu o meu coração! O presidente Smith informou-me, que eu tinha permissão para voltar e completar a minha missão na terra da forma como o Senhor tinha designado a cumprir e aí, com a mão dele sobre o meu ombro, proferiu estas memoráveis palavras:  “Irmão Heber, você tem uma grande obra a realizar: ande com o coração devoto e serás abençoado em seu ministério. Deste momento em diante, nunca duvide que Deus vive, que Jesus é Seu filho, o Salvador do mundo, e que o Espírito Santo é um Deus de espírito e o mensageiro do Pai e do Filho, jamais duvide da ressurreição dos mortos e da imortalidade da alma; que a missão dos santos dos últimos dias é pregar o evangelho para toda a humanidade, os vivos e os mortos e que o grande trabalho nos templos santos para a salvação dos mortos só está no começo e saiba disso, que Joseph Smith foi um enviado de Deus para introduzir o evangelho na dispensação da plenitude dos tempos, que é a ultima oportunidade para os mortais da terra, que seus sucessores foram todos chamados e aprovados por Deus. O presidente Hebert J.Grant é, neste momento o reconhecido e ordenado cabeça da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias sobre a terra. Dê a ele a sua confiança e também o seu  apoio. Muito do que você tem visto e ouvido aqui não te será permitido repetir quando você voltar”. Assim dizendo, ele despediu-se e disse-me: “ Deus te abençoe”.

      Daí em diante, andei por uma considerável distancia, passando por varias cenas e inumeráveis pessoas antes que eu chegasse na esfera, de onde eu tinha entrado no inicio. No caminho de volta, despedi-me de muitos amigos e parentes, sendo que alguns deles enviaram palavras de saudações e conselhos aos seus entes queridos aqui, sendo que minha mãe era uma delas.  Encontrei o irmão John Adamson, sua esposa, seus filhos James e Isabell, que foram assassinados pela mão de um assassino na casa deles em Carey, Idaho, na tarde do dia 29 de outubro de 1915.  Eles pareciam radiantes quando souberam que eu estava voltando para a mortalidade e imediatamente o irmão Adamson disse: “Diga aos nossos filhos que somos felizes e estamos muito ocupados e que eles não devem lamentar a nossa partida e também, não devem preocupar suas mentes a respeito da maneira pela qual partimos. Há um propósito e nós temos muito trabalho a realizar aqui,  que requer nossos esforços coletivos que não poderíamos faze-los individualmente”. Eu imediatamente  entendi que o trabalho que estavam realizando era a genealogia e eles estavam trabalhavam na Inglaterra e Escócia. Uma das mais sagradas no céu, é o relacionamento familiar. O estabelecimento de correntes completas, sem elos incompletos, traz alegria total. Elos totalmente estragados serão tirados e provavelmente novos elos  serão colocados nas vagas, ou dois elos contínuos serão ligados juntos. Homens e mulheres em todo o lugar do mundo, estão sendo motivados pelos seus antepassados falecidos para juntar genealogia. Esses são os elos das correntes, as ordenanças de batismo, endowments e selamentos realizados nos templos de Deus pelos vivos para os mortos. São as ligações dos elos. As ordenanças são realizadas no mundo espiritual confirmando os recebedores individuais e os princípios salvadores do evangelho realizados aqui.

      Quando aproximei-me do lugar onde eu tinha entrado, minha atenção foi atraída para um pequeno grupo de mulheres preparando o que parecia ser vestimentas: “Nós estamos preparando a recepção para o irmão Fellipe Wortington brevemente”. ( Fellipe Wortington faleceu no dia 22 de janeiro de 1920 e o presidente Haly foi notificado por telegrama e ele voltou para Boise e pregou no enterro dele dia 25 de janeiro).

      Quando admirado repeti o nome dele surpreso pela sua vinda fui admoestado: “Se você soubesse da alegria e missão gloriosa que está sendo reservada para ele, você não pediria que ele ficasse por mais tempo na terra”. E aí veio inundando em minha consciência essa terrível verdade, que a vontade do Senhor pode ser feita tanto na terra como no mundo espiritual por nós e através de nós. Por causa do egoísmo do homem e a vontade pessoal contra a vontade de Deus, muitas pessoas que talvez teriam partido em inocência e paz, tem continuado a viver e passar por uma vida de sofrimentos e misérias ou deboches e crimes, vivendo para seu próprio perigo. Homens e mulheres e também crianças, são muitas vezes chamados para missões de grande importância para o outro lado e respondem alegremente, enquanto outros recusam-se a ir e seus entes queridos não os deixam partir. Também, muitos morrem porque eles não tem fé  para serem curados. Ainda outros, vivem anos e passam deste mundo de mortais, sem qualquer manifestação especial ou ação da vontade divina. Quando um homem estiver aflito e doente a pergunta de capital importância não é.... “ Será que ele vai viver ou morrer?” Que diferença faz se viveremos ou morreremos, desde que a vontade do Pai seja feita?. Certamente nós podemos confiar em Deus. É aí que entra o dever especial e privilégio de administração pelo santo sacerdócio que é dado aos élderes da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, para efetuar a vontade do Pai, concernentes aqueles sobre quem suas mãos estão colocadas. Se por qualquer razão, eles não conseguem identificar a vontade do Pai, devem continuar orando com fé pela aflição daquela pessoa humildemente concedendo supremacia  para vontade de Deus, para que a vontade Dele possa ser feita tanto na terra como nos céus.

      Para uma pessoa justa, o nascimento no mundo espiritual  é um privilégio glorioso e uma bênção.  Os maiores espíritos da família do Pai Celestial, usualmente não permanecem muito tempo na carne. Eles são chamados ao mundo dos espíritos para realizarem uma certa  missão onde o campo é maior e os trabalhadores são poucos. Essa missão terrena, pode portanto ser longa ou curta, dependendo de como o Pai quer que seja.

      Silenciosamente passei por onde eu tinha entrado ao mundo dos espíritos e imediatamente o meu corpo foi estimulado levantei-me para ponderar sobre isso e para registrar as muitas coisas maravilhosas que eu tinha visto lá.

      Permitam-me aqui e agora, declarar ao mundo que, sem preocupação do que os outros possam pensar ou dizer, que eu sei através de meu próprio conhecimento e de minha própria experiência, que Deus é o Pai dos espíritos de todo o homem e que Ele vive! E que Jesus é o Seu Filho e o Salvador do Mundo, que o espírito do homem não morre! Mas, sobrevive à mudança chamada “morte” e vai ao mundo dos espíritos. Que o mundo dos espíritos fica sobre ou perto da terra; que espíritos tomarão seus corpos novamente na ressurreição e que os princípios de salvação estão agora ensinados aos espíritos e que o grande trabalho de salvar a família do Pai entre os vivos e os mortos, está em processo e que enfim, comparativamente poucos serão perdidos; que o evangelho de Jesus tem sido novamente estabelecido na terra com todas as suas chaves, poderes, autoridades e Bênçãos através do chamado de Joseph Smith; e que isto é o poder que salvará e exaltará todos aqueles que se rendem a obediência aos seus princípios e que enfim, salvará o mundo; que o fardo de nossa missão é salvar almas para Deus e que o trabalho para salvação dos mortos é tão importante quanto o trabalho para os vivos.

       

      (NA DEDICAÇÃO DA CAPELA EM NEW CASTLE, AUSTRÁLIA, O ÉLDER PAUL H. DUNN DO PRIMEIRO CONSELHO DOS SETENTAS CONFIRMOU QUE ESTA MANIFESTAÇAO FOI AUTÊNTICA E ACEITA PELA IGREJA).




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      To: mormons-br@...
      From: fabipow@...
      Date: Sun, 19 Jan 2014 20:02:57 -0200
      Subject: Res: Re: [mormons-br] os profetas já ressuscitaram

       
      Concordo, senão daqui a pouco vai aparecer um monte de gente dizendo que teve revelações de doutrinas por ai!  
       
       
       
       
      -------Mensagem original-------
       
      Data: 01/18/14 23:47:00
      Assunto: Re: [mormons-br] os profetas já ressuscitaram
       
       


      Bem, então não podemos assumir isso como sendo verdade para todo mundo. Não veio pelos canais do sacerdócio e não é ensinamento da Igreja. Se esse irmão realmente teve essa experiência, ela serve apenas e tão somente para ele. O que serve para todo mundo vem da Primeira Presidência e é anunciado em conferência geral.

      Portanto, não podemos aceitar como verdade que os profetas já ressuscitaram enquanto nosso profeta vivo assim não anunciar para a Igreja.

      Um abraço,

      Marcelo


      Em 18 de janeiro de 2014 22:08, <wilson.prado@...> escreveu:
       
      caros irmãos, na década de 70 fiz missão na "São Paulo Norte"
      conheci diversos irmãos americanos e fizemos algumas traduções
      um irmão fez um relato de sua experiência quando esteve no
      mundo espiritual e contou esse relato numa reunião de estaca
      os membros procuraram o presidente da estaca e questionaram
      se era verdade tudo o que aquele irmão relatou. O presidente
      da estaca respondeu citando uma escritura que diz sobre quem
      ensina e quem aprende pelo mesmo espírito. Não me lembro os
      nomes, não consegui até hoje (40 anos na Igreja) acesso a
      esse relato. No relato esse irmão americano conta que viu
      profetas e Jesus (todos ressurrectos) reunidos no mundo
      espiritual . . . algumas coisas das quais tenho convicção
      não me lembro a fonte . . . isso não é importante.




       


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