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Vida

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  • Ana Emilia
    Mas a última palavra sobre criatividade cabe a uma mulher que foi cega e muda. Hellen Keller conversava certa vez com uma amiga que acabara de voltar de um
    Mensagem 1 de 18 , 26 de set de 2006
      Mas a última palavra sobre criatividade cabe a uma mulher que foi cega e muda.
       
      Hellen Keller conversava certa vez com uma amiga que acabara de voltar de um longo passeio pelo bosque. Quando lhe perguntou o que vira, a amiga respondeu: "Nada de especial".
       
      "Perguntei-me como era possível", lembrava-se ela, "caminhar durante uma hora pelo bosque e não ver nada digno de nota. Eu, que sou cega, descubro centenas de coisas: a delicada simetria de uma folha, a casca suave de uma bétula, a cortiça áspera de um pinheiro. Eu, que não posso ver, aconselho aos que podem: usem seus olhos como se amanhã fossem perdê-los.
       
      Ouçam a música das vozes, a canção do passarinho e os sons poderosos da orquestra como se amanhã fossem ficar surdos.
       
      Toquem cada objeto como se amanhã fossem perder o tato.
       
      Aspirem o perfume das flores e degustem cada bocado de alimento como se nunca mais pudessem degustar ou aspirar novamente.
       
      Extraiam o máximo possível de cada sentido.
       
      Glória a todos os aspectos, a todos os prazeres, a toda a beleza que o mundo nos revela!"
       
      (extraído do livro O espírito criativo, Daniel Goleman, Paul Kaufman, Michael Ray - Editora Cultrix)
       
       
    • Ana Emilia Cavalcanti
      Tive o privilégio de passar algum tempo com Madre Teresa de Calcutá alguns meses antes de sua morte. Ela me disse que o seu trabalho mais importante era com
      Mensagem 2 de 18 , 5 de dez de 2007
        "Tive o privilégio de passar algum tempo com Madre Teresa de Calcutá alguns meses antes de sua morte. Ela me disse que o seu trabalho mais importante era com os que estavam para morrer, porque ela considerava a vida extremamente preciosa. 'A vida é uma realização", disse ela, "e morrer, o final dessa realização. No turbilhão em que vivemos não conseguimos muitas vezes encarar a vida como uma realização, muito menos a morte. Mas é isso que ambas são'."
         
        do livro Os segredos da vida, de Elisabeth Kübler-Ross e David Kessler
      • Ana Emilia Cavalcanti
        Nossa vida tem tanto valor quanto o que atribuímos à vida dos outros, por meio do amor, da amizade, da indignação e da solidariedade. Simone de Beauvoir
        Mensagem 3 de 18 , 31 de mar de 2008
          "Nossa vida tem tanto valor quanto o que atribuímos à vida dos outros, por meio do amor, da amizade, da indignação e da solidariedade."
           
          Simone de Beauvoir
           
          extraído do Livro da Felicidade - Publi Folha
        • Ana Emilia Baracuhy
          Na vida, mais aprende quem mais for capaz de escutar. Pe. Airton Freire
          Mensagem 4 de 18 , 14 de jul de 2009
            Na vida, mais aprende quem mais for capaz de escutar.
             
            Pe. Airton Freire

          • Ana Emilia Baracuhy
            Acho a vida uma coisa interessante, e mais interessante ainda quando vivida para os outros. Helen Keller do livro Orações para todos os dias - Lynne
            Mensagem 5 de 18 , 8 de mar de 2010
              "Acho a vida uma coisa interessante, e mais interessante ainda quando vivida para os outros."
               
              Helen Keller
               
              do livro Orações para todos os dias - Lynne Bundesen
            • Ana Emilia Baracuhy
              Nosso corpo, nossa postura, nosso estilo, nosso modo de ver o mundo e de viver são como palavras, frases e parágrafos que dão ao texto a coesão e a
              Mensagem 6 de 18 , 14 de mar de 2010
                "Nosso corpo, nossa postura, nosso estilo, nosso modo de ver o mundo e de viver são como palavras, frases e parágrafos que dão ao texto a coesão e a coerência necessárias para que possams compreendê-lo na íntegra. Se não redigimos o texto de nossas vidas com competência e elegância, estamos condenando nossa história ao desprezo de todos os leitores, ao total esquecimento. O resultado é que nada restará de nós senão rabiscos, garatujas, esboços da grande obra que poderíamos ter sido, que não fomos e que jamais seremos."
                 
                Gabriel Chalita, do livro A pedagogia do amor
              • Ana Emilia Baracuhy Cavalcanti
                Há períodos de nossa vida que são cheios de complicações e confusões. Parece que tudo dá errado, nada se encaixa com coisa alguma. Por dentro, a gente
                Mensagem 7 de 18 , 6 de set de 2013
                  "Há períodos de nossa vida que são cheios de complicações e confusões. Parece que tudo dá errado, nada se encaixa com coisa alguma. Por dentro, a gente fica confuso, com esse monte de pedacinhos de um quebra-cabeça gigante espalhado pelo chão. A gente se sente perdido, desorientado, sem conseguir entender o que está acontecendo. Podemos até pensar: "Preciso arrumar a minha cabeça e a minha vida, mas nem sei por onde começar." Como se arma um quebra-cabeça? Primeiro, é preciso olhar com atenção; é preciso também ter vontade de descobrir a figura inteira; podemos começar por um cantinho que nos pareça mais fácil. Vamos encaixar algumas peças em lugares errados. Vamos ter que tentar de novo, muitas vezes. Vamos ter vontade de desistir e de jogar tudo para o alto. Haverá ocasiões em que será preciso pedir a alguém que nos ajude nos pedaços mais complicados. Às vezes, podemos montar o quebra-cabeça em colaboração com outras pessoas. Com persistência, conseguimos progredir. E a figura vai surgindo, pouco a pouco..." 

                  (Maria Tereza Maldonado, Histórias da Vida Inteira, Ed. Saraiva).
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