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Hábito da Solidariedade (Joanna de Ângelis)

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    HÁBITO DA SOLIDARIEDADE Por mais te encontres cansado não te eximas de ser solidário com alguém. Talvez o problema do outro, aquele que te procura, seja
    Mensagem 1 de 1 , 2 de jun de 2002

       

      HÁBITO DA SOLIDARIEDADE


      Por mais te encontres cansado não te eximas de ser solidário com alguém.
      Talvez o problema do outro, aquele que te procura, seja menor do que o teu.
      Para ele, no entanto, por que se afigura muito grave, assim se faz.
       
      As tuas experiências de fé dão-te real dimensão de inúmeras ocorrências, e por isto podes ajudar mais com menos desgaste de forças e emoções.
       
      Quem percorre um trecho de estrada tem condições de apresentar notícias daquele caminho.
      Experiência é rota que cada qual deverá vencer mesmo que a grande esforço.
       
      A solidariedade, por isso mesmo, é pão de empréstimo, de que sempre o doador necessitará.
      Ninguém a pode prescindir, por mais que se pretenda isolar do convívio com o seu próximo.
       
      Na vida de todas as criaturas um momento surge em que a solidariedade se faz imperiosa, como socorro salvador.
       
      Fazer ou deixar de fazer o bem é efeito natural da fé que se mantém, definindo-lhe a qualidade, cuja ação se transforma em hábito, que se incorpora à natureza, à personalidade de cada um.
       
      Quem se acostuma a doar, nunca dispõe de oportunidade para auxiliar, encontrando motivos injustificáveis para recusar-se.
      Aquele que se aclimata ao trabalho solidário, sempre dispõe de tempo e recursos para fazê-lo.
       
      Os desocupados e indiferentes estão sempre muito cheios de horas vazias para tentar preencher algum espaço, por isso não dispõem de tempo para nada.
      Vivem extenuados pela inutilidade e pessimismo.
       
      Apura a tua percepção e verificarás que os lamentos demasiados nem sempre decorrem da enfermidade ou do problema que se tem, mas da necessidade de chamar a atenção, requerendo apoio e amizade.
       
      Há muita carência, no mundo, sendo, entretanto, a mais grave e urgente, a de afeto, de interesse humano...
       
      A questão assume tão grave proporção que, não raro, quando alguém se preocupa com outrem e dá-lhe assistência, os sentimentos de um ou de ambos perturbam-se, dando origem a desvios da fraternidade, tombando-se em delíquios morais, que mais agravam as circunstâncias e as dificuldades.
       
      Mantém o hábito da solidariedade sem exigência ou solicitação alguma.
       
      Ajuda, portanto, sem vinculação servil, a fim de permaneceres livre, no amor e na ação solidária, crescendo para Deus ao lado do teu próximo necessitado, necessitados que somos quase todos, da divina solidariedade.
       
      [Joanna de Ângelis]
      [Divaldo P. Franco]
      [Alerta]
      [Editora LEAL]
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