Carregando ...
Desculpe, ocorreu um erro ao carregar o conteúdo.
 

Inseticida pode dobrar risco de leucemia

Expandir mensagens
  • Luiz Meira
    Heheheh Cláudio, Assim temos que replicar..., falar do mal: Relembrando as classes de tóxicos presentes nos alimentos da feira e do mercado: herbicidas;
    Mensagem 1 de 1 , 2 de jan de 1999
      Heheheh Cláudio,
       
          Assim temos que replicar..., falar do mal:
       
      Relembrando as classes de tóxicos presentes nos alimentos da feira e do mercado:
       
      herbicidas; inseticidas; fungicidas; mata-rato; hormônios
      Diversos destes produtos proibidos em território nacional são encontrados rotineiramente no mercado paulistano.
      Relembrando que os produtos químicos sanitários possuem em média 15 itens, e que a somatória dos utilizados diariamente chega a centenas.
       
       
      Agora sou obrigado a falar dos venenos de jardim, justamente aqueles que a querida tia Palmira usava...
       
      Melhor interagir com os seres vivos ao nosso redor como indicadores do nosso relacionamento ambiental.
          Por ex.: Uma parede manchada sugere infiltração de umidade e crescimento de bolor.
          Um olhar humanista poderia compreender que a casa está construída sobre um riacho aterrado, e canalizar os esforços para ocupação de outro tipo de terreno para moradia.
          Um olhar materialista procuraria um bom fungicida, usaria-o durante anos, e teria que vender o imóvel para arcar com os custos de acompanhar uma leucemia.
       
      Esta perspectiva de indicadores é a mesma que proponho para com as doenças, ou seja: Compreender as causas da situação, mudar de postura e deixar de construir sintomas seria a perspectiva humana enquanto que utilizar analgésicos e antibióticos camufla os sinais consecutivamente, até que a situação fique mais difícil.
       
      http://luizmeira.com
      019      9612 6029
      ----- Original Message -----
      To: dieta
      Sent: Thursday, May 31, 2007 9:03 AM
      Subject: Inseticida 'pode até dobrar risco de leucemia'

      Inseticida 'pode até dobrar risco de leucemia'
       
      A aplicação de xampus à base de piretrina para tratar piolho ou o uso de inseticidas em casa podem dobrar as chances de uma criança desenvolver leucemia, de acordo com um estudo do Inserm, o Instituto Francês para Pesquisa Médica.
       
      O trabalho, publicado nesta terça-feira(29/5/2007) pela revista médica Occupational and Environmental Medicine Journal e liderado por Florence Menegaux, descobriu que o uso de inseticidas é perigoso durante a gravidez ou a infância das crianças.
      "As descobertas desse estudo reforçam a hipótese já indicada pela literatura especializada de que a exposição a pesticidas de uso caseiro pode ter um papel na leucemia aguda infantil", afirmou Menegaux.
      (Lembrando que aqui no Brasil existe a famosa dedetização para combater a alta incidência da dengue e com o ataque do Aedes aegypti ...imagine o que se usa!!!)
      As conclusões foram baseadas no estudo de 568 crianças, das quais 280 tinham leucemia aguda e outras 288, do mesmo sexo e mesma faixa etária, eram saudáveis.
      Os pais das crianças responderam questionários sobre a sua ocupação e sobre o uso de pesticidas no jardim e dentro de casa.
       
      Polêmica
      Os médicos relacionaram o uso prolongado de inseticidas de jardim a um aumento de 2,4 vezes nos riscos, enquanto os de uso caseiro provocaram um aumento de 2,5 vezes nos riscos.
      "A consistência dos nossos resultados e dos resultados de estudos anteriores indica que pode ser oportuno considerar medidas preventivas", afirmou a chefe da equipe de cientistas, que, no entanto, não considera o estudo prova definitiva da relação entre câncer e inseticidas.
      Ken Campbell, um representante do Fundo Britânico de Pesquisa sobre Leucemia, ressaltou que a relação entre o uso de inseticidas e a leucemia é "contenciosa".
      "Há relatos conflitantes. O problema é que normalmente quem faz essa relação ganha publicidade", disse o representante da ONG.
      Ele aponta dois principais problemas na pesquisa francesa: o primeiro é que o número de casos estudado é "pequeno"; além disso, Campbell diz que a pesquisa depende da memória dos pais, que "é notoriamente imprecisa".
      Para ele, a pesquisa não é prova de que haja a relação entre pesticidas e leucemia em crianças.
       
      Mais informações:
    Sua mensagem foi enviada com êxito e será entregue aos destinatários em breve.