Carregando ...
Desculpe, ocorreu um erro ao carregar o conteúdo.

Argila

Expandir mensagens
  • Luiz Meira
    As argilas medicinais são usadas até internamente. Eu mesmo uso periodicamente tanto a argila verde brasileira quanto algumas argilas americanas junto
    Mensagem 1 de 2 , 22 de jun de 2000
    Exibir fonte
    • 0 Anexo
      As argilas medicinais são usadas até internamente.
      Eu mesmo uso periodicamente tanto a argila verde
      brasileira quanto algumas argilas americanas junto Psyllium
      para promover uma limpesa intestinal. As argilas tem cargas
      negativas na sua superficie e conseguem atrair alguns metais
      pesados indesejaveis. A sua grande area de contacto ( uma colher de
      chá de argila tem area equivalente a um campo de futebol) permite que
      ela realmente se conecte com muita coisa indesejavel.
      Na India, até os 5 anos de idade, é comum dar-se as crianças
      terra misturada com agua. Nesse caso é argila mas é tambem
      os microorganismos de solo tipo bacillus subtilis e outros que irão
      beneficiar a pessoa.
      Eu tentaria primeiro as argilas medicinais externamente
      para ver se persiste a alergia. A argila é na verdade derivada
      de rochas ou é de fato rocha sedimentar. Cada tipo tem uma composição
      diferente mas com os minerais que prevalecem na crosta terrestre tipo
      silica, aluminio, ferro, calcio, magnesio, etc... é dificil a gente
      imaginar
      alergia a esses
      tipos de minerais ( que são essenciais ao organismo). Deve ser mesmo
      contaminação ambiental.
      Valeu a dica do Dr Meira e de agora em diante vou praticar sempre que
      posso.

      Jose Luiz
      -----Mensagem Original-----
      De: Luiz Meira <luizmeira@...>
      Para: <ALT_HEP_C@egroups.com>
      Cc: <luizmeira@egroups.com>
      Enviada em: Terça-feira, 20 de Junho de 2000 06:23
      Assunto: [ALT_HEP_C] Re: Compressas de Argila


      > Micky wrote:
      > >
      > > Há dois anos eu comecei um curso de torno com argila e percebi que
      > > cada vez que eu mexia com argila, eu tinha uma coceira muito grande
      > > nas mãos e cheguei à conclusão que talvez eu tivesse uma
      > > alergia à
      > > argila. Comecei a usar luvas cirurgicas, mas era horrível e não
      > > dava
      > > certo. Minhas peças literalmente "voavam"!!
      > >
      > > Mudei de argila, comecei a utilizar outro tipo, mas a mesma coisa
      > > aconteceu.
      > > Resolvi parar.
      > > Neste caso, a compressa de argila ainda assim, é recomendada?
      >
      > Micky,
      >
      > Estou subentendendo que a argila era oriunda de cursos de água muitopoluídos,
      > ou que acrescentavam algum produto nela.
      >
      > Normalmente uso argila dita medicinal, vendida em farmácia homeopatica,
      > pulverizada etc e tal.
      > Tenho usado também argila de floriculturas e após muitos anos nunca havia
      visto
      > este tipo de reação.
      >
      > TRabalhar com argila ajuda mobilizar energias de forma que considero
      > construtiva.
      >
      > Experimente a argila medicinal e nos diga o resultado.
      >
      >
      > GRande abraço e boa sorte!
      ><>< <>< <>< <>< <>< <><
      Luiz Roberto Salvatori Meira
      Equilibrio Alimentar ><> http://luizmeira.cjb.net
      <><
      ><> ><> ><> ><> ><> ><>



      __________________________________________________
      Do You Yahoo!?
      Talk to your friends online with Yahoo! Messenger.
      http://im.yahoo.com
    • Luiz Meira
      Olá pessoal, Tenho utilizado argila nas mais diversas aplicações clínicas, ficando fascinado com os resultados. A primeira vez foi quando vi crescer um
      Mensagem 2 de 2 , 11 de nov de 2003
      Exibir fonte
      • 0 Anexo
         Olá pessoal,
         
            Tenho utilizado argila nas mais diversas aplicações clínicas, ficando fascinado com os resultados. A primeira vez foi quando vi crescer um dedo que estada necrosado (situação usualmente abordada com amputação) em diabético insulino-dependente há 9 anos atrás, o detalhe é que a unha ficou virada para cima, no entanto a regeneração foi plena.
         
            Agora este artigo replicado da Folha de São Paulo especifica alguns aspectos interessantes, e coerente com a descrição de Gênesis 2.5-7:
         
        5,6  Não existia nenhuma planta. Nenhuma semente havia brotado na terra, pois o Senhor Deus ainda não tinha feito cair chuva. E também não havia ninguém para fazer lavoura. Mas um vapor subia da terra e molhava o solo em toda a parte.
        7 Então Deus formou o corpo humano usando para isso o pó da terra. Depois soprou nele o sopro de vida. E ele veio a ser alma vivente.
         
         
        Argila pode estar na origem das células
         
        REINALDO JOSÉ LOPES
        FREE-LANCE PARA A FOLHA

        O ingrediente que faltava para reunir as moléculas orgânicas da Terra primordial numa membrana, formando um esboço de célula, pode ter sido uma simples fôrma de argila -um pó ou pasta acinzentada comum em diversos lugares do planeta.
        É isso o que sugerem experimentos feitos por cientistas norte-americanos, nos quais a mera adição desse condimento mineral multiplicou em cem vezes a tendência de ácidos graxos (as moléculas que compõem os lipídios ou gorduras) de formar uma membrana de camada dupla, parecida com a que todas as células bacterianas, animais ou vegetais ostentam até hoje.
        Esse projeto de célula, no entanto, vai muito além da mera formação: ele também consegue "crescer", incorporando mais partículas de ácido graxo espalhadas nas proximidades, e até se "dividir" -embora precise de um certo grau de estímulo dos pesquisadores para conseguir realizar essa última proeza.
        "Não estamos querendo dizer que foi exatamente assim que aconteceu durante a formação da vida", declarou à Folha o bioquímico Jack Szostak, 50, da Universidade Harvard (EUA). "O que o nosso experimento faz é demonstrar que precursores celulares poderiam aparecer sem a necessidade de mecanismos bioquímicos complexos", afirma o pesquisador, cujo trabalho sai hoje na revista norte-americana "Science" (www.sciencemag.org).
        O experimento de Szostak (pronuncia-se "chôstak") e seus colegas marca mais um ponto em favor da humilde argila, que já tinha demonstrado outra propriedade suspeitamente pró-vida. Ela é capaz de induzir a formação de cadeias de RNA, a molécula-irmã do DNA que também armazena instruções genéticas e, ao contrário dele, consegue induzir reações químicas sozinha. Para muitos cientistas, o RNA é o candidato ideal para primeiro material genético da história da vida.

        Do barro à vida
        "Nós nos inspiramos nessa capacidade conhecida da montmorillonita [o tipo de argila mais utilizado no experimento] para ver se ela conseguia induzir o mesmo processo com os ácidos graxos", conta Szostak. As membranas celulares verdadeiras são formadas por moléculas bem mais complicadas, embora aparentadas: os fosfolipídios, que incluem também átomos do elemento fósforo.
        A tendência desses ácidos é se juntar em pequenos aglomerados. Os pesquisadores, no entanto, viram que a adição de um pouco de montmorillonita à mistura aumentou em cem vezes essa tendência. As vesículas de dupla camada que surgiram da reação englobavam as partículas de argila.
        Como tanto o mineral quanto as camadas de ácido têm carga elétrica negativa (e portanto deveriam se repelir), a hipótese dos pesquisadores é que uma camada de partículas positivas adjacente à argila atraia as vesículas.
        Os pesquisadores misturaram ainda RNA, marcado com uma tinta fluorescente vermelha, à argila. Ele também foi englobado -mais um passo em direção a uma "célula", com membrana e material genético. Na presença de mais matéria-prima, as vesículas cresceram, absorvendo-a, e os pesquisadores causaram sua "divisão celular" (que ocorreu sem perda do material interno) fazendo-as atravessar uma rede de microporos.
        "Se pudéssemos fazer com que o RNA iniciasse algum tipo de síntese dentro dessas vesículas, seria um grande passo. Mas esse é um grande projeto, ao qual ainda temos de dar prosseguimento", afirma Szostak. "Temos de ter a mente aberta e tentar simular um caminho completo, da formação das moléculas orgânicas à das células." Uma coisa, no entanto, é certa: matéria-prima não faltava.
      Sua mensagem foi enviada com êxito e será entregue aos destinatários em breve.