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Spacca adapta obra de Jorge Amado para quadrinhos

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  • urs_bira
    Spacca adapta obra de Jorge Amado para quadrinhos e diz que charge depende da notícia para sobreviver Por Ana Luiza Moulatlet/Redação Portal IMPRENSA A
    Mensagem 1 de 2 , 22 de ago de 2009
      Spacca adapta obra de Jorge Amado para quadrinhos e diz que charge depende da notícia para sobreviver


      Por Ana Luiza Moulatlet/Redação Portal IMPRENSA

      A adaptação do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, para os quadrinhos, não poderia contar com outro nome além de João Spacca de Oliveira. Afinal, o cartunista e ilustrador já é autor de um livro no mesmo formato sobre a história de Santos Dumont e de outro sobre a chegada de Dom João VI e a Corte Portuguesa ao Brasil.

      Formado em Comunicação Visual pela FAAP, Spacca começou sua carreira na agência de publicidade Young & Rubicam. Começou a trabalhar com histórias em quadrinhos de cinco anos para cá, depois de ter passado quase dez anos na Folha de S.Paulo, fazendo charges editoriais.

      Com autoridade de quem tem experiência na área, ele afirma que a charge é o tipo de arte mais próximo do jornalismo. "A charge é um trabalho jornalístico, não tem como não ser. Ela até teria vida separada, pode não estar no jornal, mas para existir depende da notícia, e envelhece com ela também".

      Spacca tem um currículo diverso; já trabalhou com publicidade, animação, jornalismo, quadrinhos, livro didático, livro infantil, criação de personagens. E acredita que as novas tecnologias, como o Photoshop, podem ser benéficas para os artistas.

      "Eu faço o meu trabalho de maneira tradicional, e a finalização pode ser ou não com o Photoshop. No entanto, o gesto é o mesmo de desenhar, e é ótimo pra facilitar as correções. Se bobear, ficou mais artesanal, porque o programa amplia os detalhes".

      Segundo ele, nunca foi tão fácil publicar quadrinho no Brasil como hoje. E um dos fatores que fomenta a produção são as compras governamentais. "As condições estão começando a existir cada vez mais. O nicho está quente agora, porque o governo tem se interessado por clássicos de literatura e temas históricos contados de uma maneira diferente. O quadrinho está renascendo. Mas não dá para encará-lo como hobby, porque senão, não evolui".

      Editado pela Companhia das Letras, "Jubiabá" já foi lançado em São Paulo e na Bahia.

      Fonte: http://portalimprensa.uol.com.br/portal/traco/2009/08/21/imprensa30281.shtml
    • urs_bira
      Spacca adapta obra de Jorge Amado para quadrinhos e diz que charge depende da notícia para sobreviver Por Ana Luiza Moulatlet/Redação Portal IMPRENSA A
      Mensagem 2 de 2 , 22 de ago de 2009
        Spacca adapta obra de Jorge Amado para quadrinhos e diz que charge depende da notícia para sobreviver


        Por Ana Luiza Moulatlet/Redação Portal IMPRENSA

        A adaptação do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, para os quadrinhos, não poderia contar com outro nome além de João Spacca de Oliveira. Afinal, o cartunista e ilustrador já é autor de um livro no mesmo formato sobre a história de Santos Dumont e de outro sobre a chegada de Dom João VI e a Corte Portuguesa ao Brasil.

        Formado em Comunicação Visual pela FAAP, Spacca começou sua carreira na agência de publicidade Young & Rubicam. Começou a trabalhar com histórias em quadrinhos de cinco anos para cá, depois de ter passado quase dez anos na Folha de S.Paulo, fazendo charges editoriais.

        Com autoridade de quem tem experiência na área, ele afirma que a charge é o tipo de arte mais próximo do jornalismo. "A charge é um trabalho jornalístico, não tem como não ser. Ela até teria vida separada, pode não estar no jornal, mas para existir depende da notícia, e envelhece com ela também".

        Spacca tem um currículo diverso; já trabalhou com publicidade, animação, jornalismo, quadrinhos, livro didático, livro infantil, criação de personagens. E acredita que as novas tecnologias, como o Photoshop, podem ser benéficas para os artistas.

        "Eu faço o meu trabalho de maneira tradicional, e a finalização pode ser ou não com o Photoshop. No entanto, o gesto é o mesmo de desenhar, e é ótimo pra facilitar as correções. Se bobear, ficou mais artesanal, porque o programa amplia os detalhes".

        Segundo ele, nunca foi tão fácil publicar quadrinho no Brasil como hoje. E um dos fatores que fomenta a produção são as compras governamentais. "As condições estão começando a existir cada vez mais. O nicho está quente agora, porque o governo tem se interessado por clássicos de literatura e temas históricos contados de uma maneira diferente. O quadrinho está renascendo. Mas não dá para encará-lo como hobby, porque senão, não evolui".

        Editado pela Companhia das Letras, "Jubiabá" já foi lançado em São Paulo e na Bahia.

        Fonte: http://portalimprensa.uol.com.br/portal/traco/2009/08/21/imprensa30281.shtml
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