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Morreu o poeta colombiano Mario Rivero (13/04/2009)

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  • Ubiratan Rocha da Silva
    Morreu o poeta colombiano Mario Rivero (13/04/2009) O poeta, crítico de arte e editor colombiano Mario Rivero, reconhecido como o precursor da poesia urbana
    Mensagem 1 de 1 , 13 de abr de 2009
      Morreu o poeta colombiano Mario Rivero (13/04/2009)

      O poeta, crítico de arte e editor colombiano Mario Rivero, reconhecido como o precursor da poesia urbana no país, morreu no domingo em Bogotá, informaram fontes próximas do autor.

      Rivero, de 74 anos, nascido em Envigado, localidade próxima de Medellín (noroeste), sucumbiu a uma crise cardíaca na sua residência na capital colombiana, onde vivia há cerca de 40 anos.

      O autor estreou-se nas letras em 1966 com "Poemas urbanos", livro que abriu caminho na Colômbia a uma corrente poética urbana.

      A "Poemas urbanos" seguiram-se mais 13 obras, entre as quais duas antologias e uma longa entrevista. O último título da bibliografia de Rivero foi "Balada de la gran señora", de 2004.

      Entre o livro de estreia e o último publicou "Noticiario 67" (1967), "Y vivo todavía" (1972), "Baladas sobre ciertas cosas que no se deben nombrar" (1973) "Los poemas del invierno" (1984 e 1996), "Mis asuntos" (1986), "Vuelvo a las calles" (1989), "Del amor y su huella" (1992) e "Flor de pensa" (1998), a par das antologías "Baladas" (1980) e "Mis asuntos" (1995) e a entrevista "Porque soy poeta" (2000).

      Como editor, Rivero fundou em 1972 a revista Golpe de Dados, por ele dirigida até à sua morte.

      Participaram com Rivero na criação da revista os também poetas Aurelio Arturo, Fernando Charry Lara, Giovanni Quessep e Jaime García, todos eles de uma geração a que a crítica deu o nome da publicação.

      No ano em que se estreou com editor, Rivero recebeu o Prémio Nacional de Poesia "Eduardo Cote Lamus".

      A Casa de Poesia Silva, centro cultural de Bogotá de que Rivero foi um assíduo colaborador, lembrou que o poeta, "antes de dedicar-se a escrever e de a sua obra o consagrar como um dos mais importantes poetas das últimas gerações do século na Colômbia, teve múltiplas experiências".

      Rivero, refere a nota do centro, foi "voluntário na guerra da Coreia, cantor de tangos, actor de teatro, vendedor de livros e de arte, viveu a sua juventude em constante movimento, deambulando pela América do Centro e do Sul, com incursões na Europa, na qualidade de expositor e guia de seminários e excursões artísticas".

      Fonte: http://dn.sapo.pt/Inicio/interior.aspx?content_id=1200147
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