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Prêmio Brasileiro Imortal

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  • Ubiratan Rocha da Silva
    Idéias (3/9/2008) Brasileiro imortal Com o sugestivo título de Prêmio Brasileiro Imortal, a Companhia Vale, nome de fantasia da Companhia Vale do Rio Doce,
    Mensagem 1 de 1 , 5 de set de 2008
      Idéias (3/9/2008)

      Brasileiro imortal

      Com o sugestivo título de Prêmio Brasileiro Imortal, a Companhia
      Vale, nome de fantasia da Companhia Vale do Rio Doce, maior empresa
      brasileira do ramo de mineração, pretende imortalizar o nome de seis
      brasileiros, escolhidos por voto popular, a ser auferido
      exclusivamente pela internet, no site www.brasileiroimortal.com.br,
      até o dia 30 de setembro.

      O prêmio foi lançado na Academia Brasileira de Letras (ABL), no Rio,
      com a presença do presidente da Vale e do ministro do Meio Ambiente.

      Esses nomes batizarão seis plantas, distribuídas pelas cinco regiões
      brasileiras e uma em caráter nacional. Para cada planta, concorrem
      três candidatos, ligados à causa ecológica, escolhidos por uma
      comissão de especialistas. As espécies foram descobertas na Reserva
      Natural Vale, localizada em Linhares, no norte do Espírito Santo.

      A herbácea aracae, da família anthurium, foi destinada ao Nordeste.
      Ela possui várias flores juntas que formam um prolongamento
      semelhante a um caule. Três candidatos concorrem para denominá-la,
      entre eles, uma muito cara ao Ceará, a escritora Rachel de Queiroz.
      Rachel devotou profundo amor à ecologia, desde seu primeiro livro, ´O
      Quinze´, até a transformação da área de 300 hectares de sua fazenda
      ´Não Me Deixes´, situada em Quixadá, em reserva particular do
      Patrimônio Natural, de interesse público e em caráter de
      perpetuidade, pela Portaria nº 148/98-N, de 5 de novembro de 1998, do
      Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais
      Renováveis - Ibama. A escritora costumava trocar as baladeiras dos
      filhos dos moradores de sua região por brinquedos, ou até mesmo as
      comprava, para evitar que eles matassem os pássaros. Graças à
      empreitada dela, existe o Parque dos Serrotes, em Quixadá, que, por
      sugestão nossa ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico
      Nacional – Iphan, responsável pelo tombamento, leva o nome de Rachel
      de Queiroz que, certamente, após ser a primeira imortal feminina
      brasileira, será imortalizada nessa planta.

      JOSÉ LUÍS LIRA
      Advogado e escritor

      Fonte: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=568975
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