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Luiz Paulo Horta, Jornalista é o novo imortal da Academia Brasileira de Letras

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  • Ubiratan Rocha da Silva
    Jornalista é o novo imortal da Academia Brasileira de Letras É uma coisa que só acontece uma vez na vida, quando acontece , brinca o jornalista e crítico
    Mensagem 1 de 1 , 29 de ago de 2008
      Jornalista é o novo imortal da Academia Brasileira de Letras


      "É uma coisa que só acontece uma vez na vida, quando acontece",
      brinca o jornalista e crítico de música Luiz Paulo Horta, eleito na
      última quinta-feira (21) o mais novo integrante da Academia
      Brasileira de Letras (ABL). "É uma emoção enorme, é uma honra e uma
      responsabilidade", diz.


      Ele vai ocupar a cadeira 23 da Academia, cuja última ocupante foi a
      escritora Zélia Gattai e que um dia pertenceu a ninguém menos que
      Machado de Assis. "Isso me deixa quase esmagado de responsabilidade;
      espero não fazer feio", afirma o jornalista.


      Logo após receber a notícia por telefone do acadêmico Arnaldo
      Niskier, Horta seguiu para seu apartamento, em Copacabana, na Zona
      Sul do Rio. Ao chegar à casa, Luiz Paulo Horta foi recebido com
      abraços e aplausos de vários acadêmicos, que foram direto da votação
      para a casa do jornalista cumprimentá-lo pessoalmente. "Essa é a
      tradição. É uma felicidade ter a oportunidade de participar da
      Academia", diz sorridente o mais novo imortal.


      Horta recebeu 23 votos (de um total de 39 integrantes da ABL) e
      venceu Ziraldo, que recebeu 11 votos no terceiro escrutínio. O
      acadêmico eleito liderou a votação também nos dois primeiros
      escrutínios, em que disputou a vaga com 18 outros candidatos. "Não
      sabia o que esperar, até vir o resultado você vai constantemente ao
      céu e ao inferno", afirma o crítico de música.


      Luiz Paulo Horta, é carioca, tem 65 anos e possui diversos títulos
      escritos sobre música erudita. É colunista e editor de opinião do
      jornal O Globo e trabalhou também no Jornal do Brasil. Entre os
      títulos com sua assinatura estão Dicionário de música Zahar, A música
      das esferas, Sete noites com os clássicos, Guia de música clássica em
      CD e Villa-Lobos - Uma introdução.


      Ele também é membro da Academia Brasileira de Música. Entre 1985 e
      1990 foi o responsável pela seção musical do Museu de Arte Moderna do
      Rio de Janeiro.

      Fonte: http://www.vermelho.org.br/base.asp?texto=42365

      urs.bira
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