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Acerca do feriado do 2 de dezembro

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  • Jorge Quinta-Nova
    *Cidadãos* O feriado do 2 de dezembro, conhecido como o dia da Constituição, refere-se à aprovação da Real Constituição peças II Cortes Constituintes,
    Mensagem 1 de 2 , 29 de nov de 2017
      Cidadãos

      O feriado do 2 de dezembro, conhecido como o dia da Constituição, refere-se à aprovação da Real Constituição peças II Cortes Constituintes, a 2 de Dezembro de 2003. Esta aprovação significou que após 18 meses após a fundação do Reino Unido, finalmente o povo reunido em Cortes aprovou um texto político que emancipou a monarquia num microEstado constitucional e democrático, em acordo com a antiga liberdade lusitana, conforme os próprios desejos do fundador e regente D. Felipe IV, e consagrados nos princípios da Revolução Filosófica: Ordem, Justiça e Liberdade.

      A escolha do dia 2 não foi inocente, pois poderia muito bem ter sido o dia 3, quando o regente proclamou o texto e o tornou lei da terra. A escolha recaiu precisamente sobre o dia em que o povo decidiu o seu futuro, livremente e sem qualquer amarra. 

      Hoje em dia, 14 anos que passam sobre estes memoráveis acontecimentos, a que se seguiu a 14 de Fevereiro de 2004 a aclamação do nosso primeiro rei, Dom Felipe IV (possível apenas por causa do dia 2 de dezembro), mais importante se torna relembrar a razão de ser de Portugal e Algarves. 

      Na nossa atual inatividade e sempre eminente ameaça de desaparecimento do projeto, é importante lembrar quem somos e de onde vimos. Uma micronação especialmente teimosa na sua liberdade e na sua soberania, inimiga do obscurantismo e do privilégio, um farol de luz e liberdade para a prática livre do micronacionalismo, sem juízos paternalistas de valor ou mérito. Uma micronação que nunca vacilou no combate ao autoritarismo e fascismo que tantas vezes dominou a lusofonia. Lutámos e sangrámos, mas triunfámos sempre, certos da justiça da nossa causa.

      Na verdade o dia da Constituição é o dia em que a Liberdade foi plenamente obtida pelos cidadãos e cidadãs portugueses-algarvios. Celebramos, pois, o dia da nossa Liberdade.

      Tenho dito.

      Jorge de Bragança e Feitos
      Ministro de Estado do Reino, Negócios Estrangeiros e da Guerra
    • Augusto Junior
      Certamente o meu maior orgulho micronacional é fazer parte e ter deixado meu nome gravado, de uma maneira ou de outra, na história de RUPA. Ter tido a honra
      Mensagem 2 de 2 , 29 de nov de 2017
        Certamente o meu maior orgulho micronacional é fazer parte e ter deixado meu nome gravado, de uma maneira ou de outra, na história de RUPA. Ter tido a honra de defender a Constituição, instrumento máximo de sociedade, cidadania e democracia, enquanto Primeiro-Ministro, Ministro e Parlamentar sempre foi um enorme prazer. Admito que a grandeza da Nação e de sua instituições traz medo e nos faz parecer insignificantes. Até por isso as pessoas sempre estarão abaixo do bem comum e projetos personalistas, como a invasão reuniã aqui, nunca prosperaram frente ao povo português.

        Que continuemos abençoados, firmes e livres, como este dia apregoa.

        Att,

        Augusto Júnior

        Em 29 de novembro de 2017 09:22, Jorge Quinta-Nova filipe5rex@... [expresso_lusitano] <expresso_lusitano@...> escreveu:
         

        Cidadãos

        O feriado do 2 de dezembro, conhecido como o dia da Constituição, refere-se à aprovação da Real Constituição peças II Cortes Constituintes, a 2 de Dezembro de 2003. Esta aprovação significou que após 18 meses após a fundação do Reino Unido, finalmente o povo reunido em Cortes aprovou um texto político que emancipou a monarquia num microEstado constitucional e democrático, em acordo com a antiga liberdade lusitana, conforme os próprios desejos do fundador e regente D. Felipe IV, e consagrados nos princípios da Revolução Filosófica: Ordem, Justiça e Liberdade.

        A escolha do dia 2 não foi inocente, pois poderia muito bem ter sido o dia 3, quando o regente proclamou o texto e o tornou lei da terra. A escolha recaiu precisamente sobre o dia em que o povo decidiu o seu futuro, livremente e sem qualquer amarra. 

        Hoje em dia, 14 anos que passam sobre estes memoráveis acontecimentos, a que se seguiu a 14 de Fevereiro de 2004 a aclamação do nosso primeiro rei, Dom Felipe IV (possível apenas por causa do dia 2 de dezembro), mais importante se torna relembrar a razão de ser de Portugal e Algarves. 

        Na nossa atual inatividade e sempre eminente ameaça de desaparecimento do projeto, é importante lembrar quem somos e de onde vimos. Uma micronação especialmente teimosa na sua liberdade e na sua soberania, inimiga do obscurantismo e do privilégio, um farol de luz e liberdade para a prática livre do micronacionalismo, sem juízos paternalistas de valor ou mérito. Uma micronação que nunca vacilou no combate ao autoritarismo e fascismo que tantas vezes dominou a lusofonia. Lutámos e sangrámos, mas triunfámos sempre, certos da justiça da nossa causa.

        Na verdade o dia da Constituição é o dia em que a Liberdade foi plenamente obtida pelos cidadãos e cidadãs portugueses-algarvios. Celebramos, pois, o dia da nossa Liberdade.

        Tenho dito.

        Jorge de Bragança e Feitos
        Ministro de Estado do Reino, Negócios Estrangeiros e da Guerra


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