Carregando ...
Desculpe, ocorreu um erro ao carregar o conteúdo.

33233Falemos de Deus a nossos filhos

Expandir mensagens
  • Antonio Neto
    15 de jun
      A infância é o período ideal para o aprendizado de todos nós.

      Nessa fase, como uma esponja, a mente infantil melhor absorve o que lhe
      é apresentado. Nossos pequenos respondem, de forma positiva, aos
      estímulos a que os expomos.

      Esse é o motivo pelo qual os aprendizados da infância parecem marcados
      de maneira profunda, e se refletem em nossos valores, conceitos e hábitos.

      Assim, aqueles que na infância aprendemos a afetividade, o valor de um
      abraço, de um carinho, ao nos tornarmos adultos teremos tais expressões
      como naturais.

      Seremos pessoas afetuosas, que conquistam e alimentam amizades, que se
      fazem gentis e simpáticas onde quer que se encontrem.

      Porém, se formos expostos a estímulos de uma sensualidade precoce, com
      músicas, coreografias e comportamentos não condizentes com a ingenuidade
      infantil, logo nos primeiros passos da adolescência começaremos a
      enfrentar dificuldades emocionais.

      O poder das palavras mas, principalmente, dos exemplos de mães e pais
      calam fundo na mente infantil.

      Por isso, é necessário que reflitamos sobre o que estamos depositando na
      mente de nossas crianças.

      Para isso, é importante que avaliemos de que maneira usamos o tempo que
      passamos com elas.

      Os momentos da intimidade familiar são preciosos no processo da educação.

      Será nessas horas que deveremos semear os valores e princípios que
      queremos lhes deixar, valores que marcarão sua vida adulta.

      Fundamental, não esqueçamos, que falemos de Deus e das Suas obras aos
      nossos filhos.

      Falemos naturalmente, sem exageros ou conceitos sem lógica, pois esses
      se desmantelarão à medida que eles forem desenvolvendo sua razão.

      Falemos de Deus, mostrando a grandiosidade do céu, a beleza das flores,
      a providência da chuva, os benefícios dos raios solares, a carícia dos
      ventos brandos.

      E lhes ensinemos a serem gratos a esse Criador extraordinário, Pai de
      amor e bondade.

      Também os convidemos ao respeito à natureza, a todos os seres vivos, ao
      meio ambiente.

      E, ensinando-os a orar, na intimidade do lar, iremos lhes oferecendo
      subsídios para melhor enfrentarem seus desafios, logo mais ou em anos
      ainda distantes.

      Oração como recurso de reflexão, amparo, tranquilidade e fé. Oração como
      fortalecimento das próprias forças. Oração de quem se sabe filho de um
      Pai generoso e bom.

      Envolvidos por esses conceitos nobres, nossos filhos crescerão no
      respeito a si mesmos, ao seu próximo, tornando-se bons cidadãos,
      generosos e solidários.

      E, entendendo, desde cedo, a importância do respeito aos recursos que a
      natureza oferece, ao planeta em que vivemos, atuarão em todos os seus
      dias, de forma coerente e exemplar.

      Falemos, portanto, de Deus aos nossos pequenos.

      Que eles saibam que poderão enfrentar adversidades, que poderão sofrer
      revezes, mas jamais estarão sós. Porque a Providência Divina por eles
      vela, de forma constante.

      Ofereçamos a eles o melhor legado, aquele da confiança em Deus, da
      dignidade, da honra, do respeito a si mesmo, a tudo e a todos.

      Redação do Momento Espírita, com base no cap. 53,
      do livro Ações corajosas para viver em paz,
      pelo Espírito Benedita Maria, psicografia de
      Raul Teixeira, ed. Fráter.

      Em 15.6.2017.