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BICORPOREIDADE - DESDOBRAMENTO

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  • A Era do Espirito
    BICORPOREIDADE (de bi + corporeidade). É o mesmo que DESDOBRAMENTO(*). Fenômeno pelo qual o Espírito de pessoa mediunizada, ou em estado de sonolência ou
    Mensagem 1 de 1 , 27 de dez de 2009
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      BICORPOREIDADE (de bi + corporeidade). � o mesmo que DESDOBRAMENTO(*). Fen�meno pelo qual o Esp�rito de pessoa mediunizada, ou em estado de sonol�ncia ou mesmo no sono, se transporta, com apar�ncia de realidade ou com tangibilidade real, de um lugar para outro.

      Pode dividir-se em:

      1. Desdobramento consciente
      2. Desdobramento semiconsciente
      3. Desdobramento inconsciente

      DESDOBRAMENTO CONSCIENTE � aquele em que o agente faz o desdobramento de maneira consciente, isto �, com plena consci�ncia das suas volita��es ou viagens astrais, tendo total consci�ncia, ao voltar ao corpo, de tudo aquilo que viu ou ouviu.

      DESDOBRAMENTO SEMICONSCIENTE � aquele em que o agente faz semelhante ao consciente, s� que ao voltar ao corpo, tem uma semiconsci�ncia de tudo aquilo que ouviu ou viu.

      DESDOBRAMENTO INCONSCIENTE � aquele em que o agente faz semelhante ao consciente e o semiconsciente, s� que ao voltar ao corpo n�o tem nenhuma consci�ncia do que viu ou ouviu.

      (*) A palavra desdobramento � uma express�o usada por A. Aksakoff n�o sendo uma express�o usada no Espiritismo codificado por Allan Kardec.


      TRANSFIGURA��O [Do lat. transfiguratione.] Fen�meno medi�nico em que o m�dium torna as apar�ncias corporais e as qualidades morais do Esp�rito comunicante.

      A Transfigura��o � um dos fen�menos mais raros do Psquismo Experimental e n�s a dividimos em:
      1. Parcial
      2. Total
      � parcial quando o m�dium, n�o aparentando mudan�a de sexo, toma caracter�sticas d�spares como aquela jovem, cujo caso Allan Kardec exp�e: tomou ela n�o s� as fei��es do irm�o falecido, mas tamb�m o porte e a corpul�ncia dele.

      � total (fen�meno rar�ssimo, que se conta a dedo) quando o m�dium perde as pr�prias conforma��es, tomando as do Esp�rito comunicante, como naquele caso relatado por B. B. Martins, testemunha pessoal, com uma m�dium, cujos olhos n�o eram da mesma cor dos do Esp�rito comunicante, os p�-de-galinha haviam desaparecido, as faces e a testa n�o apresentavam rugas (a m�dium era muito rugosa) e a pele tornara-se clara e quase brilhante, parecendo que irradiava vida, for�a nova. Houvera enfim um rejuvenescimento impressionante com apar�ncia varonil (o Esp�rito era de um homem e dera o seu nome): estavam ali as caracter�sticas corporais e morais do Esp�rito comunicante.

      Jo�o Teixeira de Paula em seu DICION�RIO ENCICLOP�DICO ILUSTRADO DE ESPIRITISMO, METAPS�QUICA E PARAPSICOLOGIA � 3a edi��o � 1976 � Editora BELS S/A.

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