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Dinheiro como o seu último objetivo na vida

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  • Boanerges Saes de Oliveira
    Dinheiro como o seu último objetivo na vida Um jovem de nível acadêmico excelente, candidatou-se à posição de gerente de uma grande empresa. Passou a
    Mensagem 1 de 37 , 25 de mai de 2012
      Dinheiro como o seu último objetivo na vida

      Um jovem de nível acadêmico excelente,
      candidatou-se à posição de gerente de uma grande empresa.

      Passou a primeira entrevista e o diretor fez a última, tomando a última decisão.

      O diretor descobriu, através do currículo,
      que as suas realizações acadêmicas eram excelentes em todo o percurso,
      desde o secundário até à pesquisa da pós-graduação e não havia um ano em que não
      tivesse pontuado com nota máxima.

      O diretor perguntou, "Tiveste alguma bolsa na escola?"

      O jovem respondeu, "nenhuma".

      O diretor perguntou, "Foi seu pai quem pagou as suas mensalidades ?"
      o jovem respondeu,
      "O meu pai faleceu quando eu tinha apenas um ano,
      foi a minha mãe quem pagou as minhas mensalidades."

      O diretor perguntou,
      "Onde trabalha a sua mãe?" - e o jovem respondeu:
      "A minha mãe lava roupa."

      O diretor pediu que o jovem lhe mostrasse as suas mãos.
      O jovem mostrou um par de mãos macias e perfeitas.

      O diretor perguntou, "Alguma vez ajudou sua mãe lavar as roupas?"
      - o jovem respondeu: "Nunca,
      a minha mãe sempre quis que eu estudasse e lesse mais livros.
      Além disso, a minha mãe lava a roupa mais depressa do que eu."

      O diretor disse, "Eu tenho um pedido.
      Hoje, quando voltar, vá e limpe as mãos da sua mãe
      e depois venha ver-me amanhã de manhã."

      O jovem sentiu que a hipótese de obter o emprego era alta.
      Quando chegou em casa, pediu, feliz,
      à mãe que o deixasse limpar as suas mãos.
      A mãe achou estranho, estava feliz, mas com um misto
      de sentimentos e mostrou as suas mãos ao filho.

      O jovem limpou lentamente as mãos da mãe.
      Uma lágrima escorreu-lhe enquanto o fazia.
      Era a primeira vez que reparava que as mãos da mãe estavam muito enrugadas
      e havia demasiadas contusões nas suas mãos.
      Algumas eram tão dolorosas que a mãe se queixava
      quando limpava com água.

      Esta era a primeira vez que o jovem percebia que este par de mãos
      que lavavam roupa todo o dia tinham-lhe pago as mensalidades.
      As contusões nas mãos da mãe eram o preço a pagar pela sua graduação,
      excelência acadêmica e o seu futuro.
      Após acabar de limpar as mãos da mãe,
      o jovem silenciosamente lavou as restantes roupas pela sua mãe.

      Nessa noite, mãe e filho falaram por um longo tempo.
      Na manhã seguinte, o jovem foi ao gabinete do diretor.

      O diretor percebeu as lágrimas nos olhos do jovem e perguntou,
      "Diz-me, o que fez e que aprendeu ontem em sua casa?"

      O jovem respondeu,
      "Eu limpei as mãos da minha mãe
      e ainda acabei de lavar as roupas que sobraram."

      O diretor pediu, "Por favor, diz-me o que sentiu."

      O jovem disse

      "Primeiro, agora sei o que é dar valor.
      Sem a minha mãe, não haveria um eu com sucesso hoje.


      Segundo, ao trabalhar e ajudar a minha mãe,só agora percebi a dificuldade e dureza que é ter algo pronto.


      Em terceiro, agora aprecio a importância e valor de uma relação familiar."

      O diretor disse, "Isto é o que eu procuro para um gerente.
      Eu quero recrutar alguém que saiba apreciar a ajuda dos outros,
      uma pessoa que conheça o sofrimento dos outros para terem as coisas feitas
      e uma pessoa que não coloque o dinheiro como o seu único objetivo na vida.
      Está contratado."

      Mais tarde, este jovem trabalhou arduamente
      e recebeu o respeito dos seus subordinados.
      Todos os empregados trabalhavam diligentemente e como equipe.
      O desempenho da empresa melhorou tremendamente.

      Uma criança que foi protegida e teve habitualmente tudo o que quis
      se desenvolverá mentalmente e sempre se colocará em primeiro.
      Ignorará os esforços dos seus pais
      e quando começar a trabalhar, assumirá que todas as pessoas o devem ouvir
      e quando se tornar gerente,
      nunca saberá o sofrimento dos seus empregados e sempre culpará os outros.
      Para este tipo de pessoas, que podem ser boas academicamente,
      podem ser bem sucedidas por um tempo,
      mas eventualmente não sentirão a sensação de objetivo atingido.
      Irão resmungar, estar cheios de ódio e lutar por mais.

      Se somos esse tipo de pais,
      estamos realmente a mostrar amor ou
      estamos a destruir o nosso filho?

      Pode-se deixar seu filho viver numa grande casa,
      comer boas refeições, aprender piano e ver televisão num grande TV em plasma.
      Mas quando cortar a grama, por favor, deixe-o experienciar isso.
      Depois da refeição, deixe-o lavar o seu prato juntamente com os seus irmãos e irmãs.
      Deixe-o guardar seus brinquedos e arrumar sua própria cama.
      Isto não é porque não tem dinheiro para contratar uma empregada,
      mas porque o quer é amar
      e ensinar como deve de ser.
      Quer que ele entenda que não interessa o quão ricos os seus pais são,
      pois um dia ele irá envelhecer, tal como a mãe daquele jovem.
      A coisa mais importante que os seus filhos devem entender
      é a apreciar o esforço e experiência da dificuldade e aprendizagem
      da habilidade de trabalhar com os outros para fazer as coisas.

      Quais são as pessoas que ficaram com mãos enrugadas por mim?

      O valor de nossos pais ...

      Um dos mais bonitos textos sobre educação familiar que já li.
      Leitura obrigatória para nós pais e,
      principalmente, para os filhos.




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    • Boanerges Saes de Oliveira
      Dinheiro como o seu último objetivo na vida Um jovem de nível acadêmico excelente, candidatou-se à posição de gerente de uma grande empresa. Passou a
      Mensagem 37 de 37 , 25 de mai de 2012
        Dinheiro como o seu último objetivo na vida

        Um jovem de nível acadêmico excelente,
        candidatou-se à posição de gerente de uma grande empresa.

        Passou a primeira entrevista e o diretor fez a última, tomando a última decisão.

        O diretor descobriu, através do currículo,
        que as suas realizações acadêmicas eram excelentes em todo o percurso,
        desde o secundário até à pesquisa da pós-graduação e não havia um ano em que não
        tivesse pontuado com nota máxima.

        O diretor perguntou, "Tiveste alguma bolsa na escola?"

        O jovem respondeu, "nenhuma".

        O diretor perguntou, "Foi seu pai quem pagou as suas mensalidades ?"
        o jovem respondeu,
        "O meu pai faleceu quando eu tinha apenas um ano,
        foi a minha mãe quem pagou as minhas mensalidades."

        O diretor perguntou,
        "Onde trabalha a sua mãe?" - e o jovem respondeu:
        "A minha mãe lava roupa."

        O diretor pediu que o jovem lhe mostrasse as suas mãos.
        O jovem mostrou um par de mãos macias e perfeitas.

        O diretor perguntou, "Alguma vez ajudou sua mãe lavar as roupas?"
        - o jovem respondeu: "Nunca,
        a minha mãe sempre quis que eu estudasse e lesse mais livros.
        Além disso, a minha mãe lava a roupa mais depressa do que eu."

        O diretor disse, "Eu tenho um pedido.
        Hoje, quando voltar, vá e limpe as mãos da sua mãe
        e depois venha ver-me amanhã de manhã."

        O jovem sentiu que a hipótese de obter o emprego era alta.
        Quando chegou em casa, pediu, feliz,
        à mãe que o deixasse limpar as suas mãos.
        A mãe achou estranho, estava feliz, mas com um misto
        de sentimentos e mostrou as suas mãos ao filho.

        O jovem limpou lentamente as mãos da mãe.
        Uma lágrima escorreu-lhe enquanto o fazia.
        Era a primeira vez que reparava que as mãos da mãe estavam muito enrugadas
        e havia demasiadas contusões nas suas mãos.
        Algumas eram tão dolorosas que a mãe se queixava
        quando limpava com água.

        Esta era a primeira vez que o jovem percebia que este par de mãos
        que lavavam roupa todo o dia tinham-lhe pago as mensalidades.
        As contusões nas mãos da mãe eram o preço a pagar pela sua graduação,
        excelência acadêmica e o seu futuro.
        Após acabar de limpar as mãos da mãe,
        o jovem silenciosamente lavou as restantes roupas pela sua mãe.

        Nessa noite, mãe e filho falaram por um longo tempo.
        Na manhã seguinte, o jovem foi ao gabinete do diretor.

        O diretor percebeu as lágrimas nos olhos do jovem e perguntou,
        "Diz-me, o que fez e que aprendeu ontem em sua casa?"

        O jovem respondeu,
        "Eu limpei as mãos da minha mãe
        e ainda acabei de lavar as roupas que sobraram."

        O diretor pediu, "Por favor, diz-me o que sentiu."

        O jovem disse

        "Primeiro, agora sei o que é dar valor.
        Sem a minha mãe, não haveria um eu com sucesso hoje.


        Segundo, ao trabalhar e ajudar a minha mãe,só agora percebi a dificuldade e dureza que é ter algo pronto.


        Em terceiro, agora aprecio a importância e valor de uma relação familiar."

        O diretor disse, "Isto é o que eu procuro para um gerente.
        Eu quero recrutar alguém que saiba apreciar a ajuda dos outros,
        uma pessoa que conheça o sofrimento dos outros para terem as coisas feitas
        e uma pessoa que não coloque o dinheiro como o seu único objetivo na vida.
        Está contratado."

        Mais tarde, este jovem trabalhou arduamente
        e recebeu o respeito dos seus subordinados.
        Todos os empregados trabalhavam diligentemente e como equipe.
        O desempenho da empresa melhorou tremendamente.

        Uma criança que foi protegida e teve habitualmente tudo o que quis
        se desenvolverá mentalmente e sempre se colocará em primeiro.
        Ignorará os esforços dos seus pais
        e quando começar a trabalhar, assumirá que todas as pessoas o devem ouvir
        e quando se tornar gerente,
        nunca saberá o sofrimento dos seus empregados e sempre culpará os outros.
        Para este tipo de pessoas, que podem ser boas academicamente,
        podem ser bem sucedidas por um tempo,
        mas eventualmente não sentirão a sensação de objetivo atingido.
        Irão resmungar, estar cheios de ódio e lutar por mais.

        Se somos esse tipo de pais,
        estamos realmente a mostrar amor ou
        estamos a destruir o nosso filho?

        Pode-se deixar seu filho viver numa grande casa,
        comer boas refeições, aprender piano e ver televisão num grande TV em plasma.
        Mas quando cortar a grama, por favor, deixe-o experienciar isso.
        Depois da refeição, deixe-o lavar o seu prato juntamente com os seus irmãos e irmãs.
        Deixe-o guardar seus brinquedos e arrumar sua própria cama.
        Isto não é porque não tem dinheiro para contratar uma empregada,
        mas porque o quer é amar
        e ensinar como deve de ser.
        Quer que ele entenda que não interessa o quão ricos os seus pais são,
        pois um dia ele irá envelhecer, tal como a mãe daquele jovem.
        A coisa mais importante que os seus filhos devem entender
        é a apreciar o esforço e experiência da dificuldade e aprendizagem
        da habilidade de trabalhar com os outros para fazer as coisas.

        Quais são as pessoas que ficaram com mãos enrugadas por mim?

        O valor de nossos pais ...

        Um dos mais bonitos textos sobre educação familiar que já li.
        Leitura obrigatória para nós pais e,
        principalmente, para os filhos.




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