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RES: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza. + admini stração cientifica da sociedade

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  • Calil Terra
    Depois desta acalorada recepção peskyzófila (acima de 40º. Fahrenheit ou 4,44º. Celsius) me atreverei a retornar a este
    Mensagem 1 de 17 , 28 de nov de 2017

      Depois desta acalorada recepção peskyzófila (acima de 40º. Fahrenheit ou 4,44º. Celsius) me atreverei a retornar a este notável grupo cientificista para tratar do tema “administração cientifica da sociedade humana” que é uma utopia não regressiva. As utopias regressivas são reedições de idéias transformadoras já condenadas pelas história, a exemplo do comunismo marxista (não confundir com o novo comunismo que inventaram na China capitalista, que é um exemplo pós-moderno da esquizofrenia politica). Alguns camaradas  da pós-modernidade, resignados com a incompetência dos humanos em resolver seus problemas, dividiram as utopias em duas categorias – as  regressivas,  cuja chance de realização é igual a zero e as realistas cuja chance de realização é infinitesimal, ou seja, algo maior que zero).

       

      Com relação à linguagem matemático-musical da natureza (ou do universo), permita-me acrescentar que existe um processo matemático inconsciente que se manifesta por exemplo,  no cérebro do meu gato Felix, quando ele faz um cálculo perfeito para pular numa banqueta e em seguida pular no tanque onde bebe a água corrente.

      Não sei porém, se foi a mãe dele que o ensinou a beber água corrente ou se ele já nasceu com essa programação musical, já que ele ouve o som agradável da água.

       

      A agradabilidade dos sons não se nota apenas na linguagem humana, quando por exemplo uma mãe fala emitindo um som suave e sorrindo para seu bebê. O canto das aves e o som das águas da chuva, do mar e dos rios são agradáveis e relaxantes. Se existe entre os humanos e os outros animais uma linguagem sem palavras, porque a natureza não seria dotada da mesma competência? Às vezes os humanos se esquecem que são produtos da própria natureza contra a qual resolveram lutar de uma forma suicida.

      Fala-se que os homens estão destruindo o planeta.  Mas antes que eles consigam realizar essa monstruosidade, vão destruir a si mesmos. Talvez prefiram fazer as pazes com a Natureza. Mas para isso será necessário que o poder não seja mais ocupado por psicopatas ou malucos dotados de outras enfermidades, além dos transtornos ideológicos da esquerda e da direita.

       

      Cabe lembrar que a administração cientifica da sociedade exige o sepultamento de todas as ideologias políticas. As ideologias não políticas podem continuar vivas, desde que não se instalem no poder. O novo Estado seria ideologicamente laico. E como não parece possivel acabar com a pior das invenções humanas, o dinheiro, talvez seja possivel acabar com a financeirização do capitalismo cuja psicopatia provoca a morte de milhões de pessoas e a fome em cerca de um bilhão.

       

      Finalizando, permita-me lembrar que o “cientificismo” é uma ideologia que venera as ciências que não têm o próprio homem como objeto e ignora por completo a necessidade de se criar verdadeiras ciências humanas, e não o simulacro das ditas “ciências sociais” que não passam de disciplinas filosóficas, que como todas as filosofias, só  contemplam o mundo ao invés de se ocuparem da sua transformação. Como os humanos adoram banalizar as coisas – e as palavras – os termos ciência e cientista foram banalizados e são frequentemente utilizados no lugar de técnica e técnicos.

       

      Abraços e obrigado pela recepção acalorada que exigiu que eu ligasse o ventilador na posição anti-narcísica.

       

      Mtnos Calil

       

       

       

       

       

       

       

       

      De: ciencialist@... [mailto:ciencialist@...]
      Enviada em: terça-feira, 28 de novembro de 2017 17:39
      Para: Calil Terra; ciencialist@...
      Assunto: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

       

       

      Calilzófilo, há quanto tempo não vejo mensagens tuas!

      Que saudades, meu véio! Que legal!

       

      E vejo que tu também já esteve lá na privada adicionando

      alguns teoremas naquela teoria. Continue com a produção!

       

      Eu por aqui, só para variar, fico apenas falando bobajaiadas

      catastroficamente escatológicas e estranhafúrdias. Quem

      quiser conhecer mais de perto minhas ultimas vociferações

      desgraçadamente despudoradas poderá me ver lá na facebokéia,

      meu nomezinho lá é "Pesky Souza Bee".

       

      *PB*

       

       

      Sent: Tuesday, November 28, 2017 5:09 PM

      Subject: RES: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

       

      O universo é musical e a nova disciplina que estuda os significados da música natural é a SONIFICAÇÃO

      A música é essencialmente matemática.

      Logo a linguagem da natureza é musical e matemática.

       

      Mtnos Calil 

       

      De: ciencialist@... [mailto:ciencialist@...]
      Enviada em: terça-feira, 28 de novembro de 2017 16:14
      Para: ciencialist@...
      Assunto: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

       

       

      É bem capaz que o Penrose tenha fundado uma nova

      disciplina: a Bostemática, hahahahahahaha

       

      E agora com licença que vou ao banheiro produzir

      um novo teorema da bostemática, hahahahahahaha

       

      *PB*

       

       

       

      Sent: Tuesday, November 28, 2017 2:33 PM

      Subject: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

       





      Cada vez que leio esta *#@¢£ do tal de Penrose, quase vomito.

       

      Como um ser pensante pode falar tanta asnice!!

       

      Helio.

       


      De: "José Victor jvoneto1@... [ciencialist]" <ciencialist@...>
      Para: ciencialist@...
      Enviadas: Sexta-feira, 24 de Novembro de 2017 22:02
      Assunto: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

       

       

       

      Olá,

       

      Deu no InovaçãoTecnológica:

       

       

      Parece que a avaliação de Roger Penrose, sobre matemática, que já postei aquí, mostra-se mais como ele diz, e menos como pensa uma maioria, intelectuais, curiosos, e, inclusive... matemáticos.

       

      É como se a matemática ganhasse pernas próprias...Uau!

       

      "Uma das coisas mais notáveis acerca do comportamento do Universo é que ele parece fundamentar-se na matemática. Quanto mais profundamente entramos nas leis da Natureza, mais parece que o mundo físico quase se se evapora e ficamos com a matemática. Quanto mais profundamente entendemos a Natureza, mais somos conduzidos para dentro desse mundo da matemática e dos conceitos matemáticos."  Roger Penrose.

       

      Particularmente, acho que faço parte dos 5% de animais pensantes que você encontra em todo lugar que vai...

       

      Sds,

      Victor.

       

       

       

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    • Neville Martins
      Bemvindo Caro Calil É muito bom a diversidade de ter uma posição racionalista e coerente, mas já te pergunto: O como seria do marxismo se o Freud tivesse
      Mensagem 2 de 17 , 28 de nov de 2017
        Bemvindo Caro Calil

        É muito bom a diversidade de ter uma posição racionalista e coerente, mas já te pergunto: O como seria do marxismo se o Freud tivesse vindo antes do Marx ?

        Um abraço
        Nv

        Em 28 de novembro de 2017 18:39, 'Calil Terra' mtnoscalil@... [ciencialist] <ciencialist@...> escreveu:


        Depois desta acalorada recepção peskyzófila (acima de 40º. Fahrenheit ou 4,44º. Celsius) me atreverei a retornar a este notável grupo cientificista para tratar do tema “administração cientifica da sociedade humana” que é uma utopia não regressiva. As utopias regressivas são reedições de idéias transformadoras já condenadas pelas história, a exemplo do comunismo marxista (não confundir com o novo comunismo que inventaram na China capitalista, que é um exemplo pós-moderno da esquizofrenia politica). Alguns camaradas  da pós-modernidade, resignados com a incompetência dos humanos em resolver seus problemas, dividiram as utopias em duas categorias – as  regressivas,  cuja chance de realização é igual a zero e as realistas cuja chance de realização é infinitesimal, ou seja, algo maior que zero).

         

        Com relação à linguagem matemático-musical da natureza (ou do universo), permita-me acrescentar que existe um processo matemático inconsciente que se manifesta por exemplo,  no cérebro do meu gato Felix, quando ele faz um cálculo perfeito para pular numa banqueta e em seguida pular no tanque onde bebe a água corrente.

        Não sei porém, se foi a mãe dele que o ensinou a beber água corrente ou se ele já nasceu com essa programação musical, já que ele ouve o som agradável da água.

         

        A agradabilidade dos sons não se nota apenas na linguagem humana, quando por exemplo uma mãe fala emitindo um som suave e sorrindo para seu bebê. O canto das aves e o som das águas da chuva, do mar e dos rios são agradáveis e relaxantes. Se existe entre os humanos e os outros animais uma linguagem sem palavras, porque a natureza não seria dotada da mesma competência? Às vezes os humanos se esquecem que são produtos da própria natureza contra a qual resolveram lutar de uma forma suicida.

        Fala-se que os homens estão destruindo o planeta.  Mas antes que eles consigam realizar essa monstruosidade, vão destruir a si mesmos. Talvez prefiram fazer as pazes com a Natureza. Mas para isso será necessário que o poder não seja mais ocupado por psicopatas ou malucos dotados de outras enfermidades, além dos transtornos ideológicos da esquerda e da direita.

         

        Cabe lembrar que a administração cientifica da sociedade exige o sepultamento de todas as ideologias políticas. As ideologias não políticas podem continuar vivas, desde que não se instalem no poder. O novo Estado seria ideologicamente laico. E como não parece possivel acabar com a pior das invenções humanas, o dinheiro, talvez seja possivel acabar com a financeirização do capitalismo cuja psicopatia provoca a morte de milhões de pessoas e a fome em cerca de um bilhão.

         

        Finalizando, permita-me lembrar que o “cientificismo” é uma ideologia que venera as ciências que não têm o próprio homem como objeto e ignora por completo a necessidade de se criar verdadeiras ciências humanas, e não o simulacro das ditas “ciências sociais” que não passam de disciplinas filosóficas, que como todas as filosofias, só  contemplam o mundo ao invés de se ocuparem da sua transformação. Como os humanos adoram banalizar as coisas – e as palavras – os termos ciência e cientista foram banalizados e são frequentemente utilizados no lugar de técnica e técnicos.

         

        Abraços e obrigado pela recepção acalorada que exigiu que eu ligasse o ventilador na posição anti-narcísica.

         

        Mtnos Calil

         

         

         

         

         

         

         

         

        De: ciencialist@... [mailto:ciencialist@ yahoogrupos.com.br]
        Enviada em: terça-feira, 28 de novembro de 2017 17:39
        Para: Calil Terra; ciencialist@...
        Assunto: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

         

         

        Calilzófilo, há quanto tempo não vejo mensagens tuas!

        Que saudades, meu véio! Que legal!

         

        E vejo que tu também já esteve lá na privada adicionando

        alguns teoremas naquela teoria. Continue com a produção!

         

        Eu por aqui, só para variar, fico apenas falando bobajaiadas

        catastroficamente escatológicas e estranhafúrdias. Quem

        quiser conhecer mais de perto minhas ultimas vociferações

        desgraçadamente despudoradas poderá me ver lá na facebokéia,

        meu nomezinho lá é "Pesky Souza Bee".

         

        *PB*

         

         

        Sent: Tuesday, November 28, 2017 5:09 PM

        Subject: RES: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

         

        O universo é musical e a nova disciplina que estuda os significados da música natural é a SONIFICAÇÃO

        A música é essencialmente matemática.

        Logo a linguagem da natureza é musical e matemática.

         

        Mtnos Calil 

         

        De: ciencialist@... [mailto:ciencialist@ yahoogrupos.com.br]
        Enviada em: terça-feira, 28 de novembro de 2017 16:14
        Para: ciencialist@...
        Assunto: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

         

         

        É bem capaz que o Penrose tenha fundado uma nova

        disciplina: a Bostemática, hahahahahahaha

         

        E agora com licença que vou ao banheiro produzir

        um novo teorema da bostemática, hahahahahahaha

         

        *PB*

         

         

         

        Sent: Tuesday, November 28, 2017 2:33 PM

        Subject: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

         





        Cada vez que leio esta *#@¢£ do tal de Penrose, quase vomito.

         

        Como um ser pensante pode falar tanta asnice!!

         

        Helio.

         


        De: "José Victor jvoneto1@... [ciencialist]" <ciencialist@.... br>
        Para: ciencialist@...
        Enviadas: Sexta-feira, 24 de Novembro de 2017 22:02
        Assunto: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

         

         

         

        Olá,

         

        Deu no InovaçãoTecnológica:

         

         

        Parece que a avaliação de Roger Penrose, sobre matemática, que já postei aquí, mostra-se mais como ele diz, e menos como pensa uma maioria, intelectuais, curiosos, e, inclusive... matemáticos.

         

        É como se a matemática ganhasse pernas próprias...Uau!

         

        "Uma das coisas mais notáveis acerca do comportamento do Universo é que ele parece fundamentar-se na matemática. Quanto mais profundamente entramos nas leis da Natureza, mais parece que o mundo físico quase se se evapora e ficamos com a matemática. Quanto mais profundamente entendemos a Natureza, mais somos conduzidos para dentro desse mundo da matemática e dos conceitos matemáticos."  Roger Penrose.

         

        Particularmente, acho que faço parte dos 5% de animais pensantes que você encontra em todo lugar que vai...

         

        Sds,

        Victor.

         

         

         

        Imagem removida pelo remetente.

        Livre de vírus. www.avast.com.




      • Pesky Bee
        Krái, Calilzófilo, se eu ganhasse 1 real por cada parágrafo que tu digitas, hoje eu estaria riiiiiico! hahahahahaha Óia, sobre essas assuntelhações
        Mensagem 3 de 17 , 29 de nov de 2017
          Krái, Calilzófilo, se eu ganhasse 1 real por cada parágrafo
          que tu digitas, hoje eu estaria riiiiiico! hahahahahaha
           
          Óia, sobre essas assuntelhações diversificadas que vossa
          sapiência deixou escorrer pelo teclado, digo apenas que tudo
          o que nós achamos que existe é apenas fruto de nossa imaginação
          e concepção. Tudo mesmo. E jogando gasolina na fogueira,
          vocês já ouviram falar em Biocentrismo, do Robert Lanza?
          É de revirar a cachola até ela dar de cara com o cúrrugado
          orifício traseiro, hahahahahahaha
           
          *PB*
           
           
           
           
          Sent: Tuesday, November 28, 2017 6:39 PM
          Subject: RES: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza. + administração cientifica da sociedade
           

          Depois desta acalorada recepção peskyzófila (acima de 40º. Fahrenheit ou 4,44º. Celsius) me atreverei a retornar a este notável grupo cientificista para tratar do tema “administração cientifica da sociedade humana” que é uma utopia não regressiva. As utopias regressivas são reedições de idéias transformadoras já condenadas pelas história, a exemplo do comunismo marxista (não confundir com o novo comunismo que inventaram na China capitalista, que é um exemplo pós-moderno da esquizofrenia politica). Alguns camaradas  da pós-modernidade, resignados com a incompetência dos humanos em resolver seus problemas, dividiram as utopias em duas categorias – as  regressivas,  cuja chance de realização é igual a zero e as realistas cuja chance de realização é infinitesimal, ou seja, algo maior que zero).

           

          Com relação à linguagem matemático-musical da natureza (ou do universo), permita-me acrescentar que existe um processo matemático inconsciente que se manifesta por exemplo,  no cérebro do meu gato Felix, quando ele faz um cálculo perfeito para pular numa banqueta e em seguida pular no tanque onde bebe a água corrente.

          Não sei porém, se foi a mãe dele que o ensinou a beber água corrente ou se ele já nasceu com essa programação musical, já que ele ouve o som agradável da água.

           

          A agradabilidade dos sons não se nota apenas na linguagem humana, quando por exemplo uma mãe fala emitindo um som suave e sorrindo para seu bebê. O canto das aves e o som das águas da chuva, do mar e dos rios são agradáveis e relaxantes. Se existe entre os humanos e os outros animais uma linguagem sem palavras, porque a natureza não seria dotada da mesma competência? Às vezes os humanos se esquecem que são produtos da própria natureza contra a qual resolveram lutar de uma forma suicida.

          Fala-se que os homens estão destruindo o planeta.  Mas antes que eles consigam realizar essa monstruosidade, vão destruir a si mesmos. Talvez prefiram fazer as pazes com a Natureza. Mas para isso será necessário que o poder não seja mais ocupado por psicopatas ou malucos dotados de outras enfermidades, além dos transtornos ideológicos da esquerda e da direita.

           

          Cabe lembrar que a administração cientifica da sociedade exige o sepultamento de todas as ideologias políticas. As ideologias não políticas podem continuar vivas, desde que não se instalem no poder. O novo Estado seria ideologicamente laico. E como não parece possivel acabar com a pior das invenções humanas, o dinheiro, talvez seja possivel acabar com a financeirização do capitalismo cuja psicopatia provoca a morte de milhões de pessoas e a fome em cerca de um bilhão.

           

          Finalizando, permita-me lembrar que o “cientificismo” é uma ideologia que venera as ciências que não têm o próprio homem como objeto e ignora por completo a necessidade de se criar verdadeiras ciências humanas, e não o simulacro das ditas “ciências sociais” que não passam de disciplinas filosóficas, que como todas as filosofias, só  contemplam o mundo ao invés de se ocuparem da sua transformação. Como os humanos adoram banalizar as coisas – e as palavras – os termos ciência e cientista foram banalizados e são frequentemente utilizados no lugar de técnica e técnicos.

           

          Abraços e obrigado pela recepção acalorada que exigiu que eu ligasse o ventilador na posição anti-narcísica.

           

          Mtnos Calil

           

           

           

           

           

           

           

           

          De: ciencialist@... [mailto:ciencialist@...]
          Enviada em: terça-feira, 28 de novembro de 2017 17:39
          Para: Calil Terra; ciencialist@...
          Assunto: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

           

           

          Calilzófilo, há quanto tempo não vejo mensagens tuas!

          Que saudades, meu véio! Que legal!

           

          E vejo que tu também já esteve lá na privada adicionando

          alguns teoremas naquela teoria. Continue com a produção!

           

          Eu por aqui, só para variar, fico apenas falando bobajaiadas

          catastroficamente escatológicas e estranhafúrdias. Quem

          quiser conhecer mais de perto minhas ultimas vociferações

          desgraçadamente despudoradas poderá me ver lá na facebokéia,

          meu nomezinho lá é "Pesky Souza Bee".

           

          *PB*

           

           

          Sent: Tuesday, November 28, 2017 5:09 PM

          Subject: RES: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

           

          O universo é musical e a nova disciplina que estuda os significados da música natural é a SONIFICAÇÃO

          A música é essencialmente matemática.

          Logo a linguagem da natureza é musical e matemática.

           

          Mtnos Calil 

           

          De: ciencialist@... [mailto:ciencialist@...]
          Enviada em: terça-feira, 28 de novembro de 2017 16:14
          Para: ciencialist@...
          Assunto: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

           

           

          É bem capaz que o Penrose tenha fundado uma nova

          disciplina: a Bostemática, hahahahahahaha

           

          E agora com licença que vou ao banheiro produzir

          um novo teorema da bostemática, hahahahahahaha

           

          *PB*

           

           

           

          Sent: Tuesday, November 28, 2017 2:33 PM

          Subject: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

           





          Cada vez que leio esta *#@¢£ do tal de Penrose, quase vomito.

           

          Como um ser pensante pode falar tanta asnice!!

           

          Helio.

           


          De: "José Victor jvoneto1@... [ciencialist]" <ciencialist@...>
          Para: ciencialist@...
          Enviadas: Sexta-feira, 24 de Novembro de 2017 22:02
          Assunto: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

           

           

           

          Olá,

           

          Deu no InovaçãoTecnológica:

           

           

          Parece que a avaliação de Roger Penrose, sobre matemática, que já postei aquí, mostra-se mais como ele diz, e menos como pensa uma maioria, intelectuais, curiosos, e, inclusive... matemáticos.

           

          É como se a matemática ganhasse pernas próprias...Uau!

           

          "Uma das coisas mais notáveis acerca do comportamento do Universo é que ele parece fundamentar-se na matemática. Quanto mais profundamente entramos nas leis da Natureza, mais parece que o mundo físico quase se se evapora e ficamos com a matemática. Quanto mais profundamente entendemos a Natureza, mais somos conduzidos para dentro desse mundo da matemática e dos conceitos matemáticos."  Roger Penrose.

           

          Particularmente, acho que faço parte dos 5% de animais pensantes que você encontra em todo lugar que vai...

           

          Sds,

          Victor.

           

           

           

          Imagem removida pelo remetente.

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        • Calil Terra
          Obrigado, Neville. Me parece que Erich Fromm seria a pessoa mais indicada para responder a sua instigante pergunta de história virtual: “O como seria do
          Mensagem 4 de 17 , 29 de nov de 2017

            Obrigado, Neville.

            Me parece que Erich Fromm seria a pessoa mais indicada para responder a sua instigante pergunta de história virtual:

            “O como seria do marxismo se o Freud tivesse vindo antes do Marx ?”

             

            História virtual no sentido cientifico do termo e não no sentido meramente literário.

             

            Fromm escreveu “Meu encontro com Marx e Freud”.

             

            Certamente havia semelhança entre algumas idéias de Marx e Freud.

            Mas uma diferença fundamental separava os dois – Freud não sofria dos mesmos transtornos transformacionais de Marx.

             

            O máximo que Freud aspirava era criar uma ciência para tratar dos neuróticos – a psicanálise – embora ele tenha dado alguns mergulhos importantes no mundo social.

             

            Eu imagino que a psicanálise não teria tido nenhuma influência significativa no pensamento de Marx e de seus principais seguidores, simplesmente porque ele tinha convicções inabaláveis, sendo uma delas a destruição do capitalismo que ele profetizava. Um profeta fundamentalista que falava em socialismo cientifico???

             

            Não consigo imaginar Marx sentado num divã, de costas para Freud tratando desta megalomania da transformação.

             

            Corrobora essa visão o fato de a psicanálise ter fracassado no que diz respeito ao seu maior legado, que é o auto-conhecimento.

             

            Qualquer cidadão/ã , para se conhecer, tem que obrigatoriamente fazer um mergulho em seu mundo inconsciente.

            Mas hoje, como ontem, as pessoas só procuram a psicanálise – e outras formas de psicoterapia – para resolver problemas emocionais, como a depressão, a ansiedade, fobias, conflitos de relacionamento, etc.

             

            Ninguém vai pagar um psicanalista para “conhecer a si mesmo”.  Este mandamento da Grécia antiga já havia sido sepultado há mais de 2 mil anos junto com Sócrates.

            Tudo que o homem não quer é conhecer a si mesmo. A razão desta “síndrome de pânico do auto-conhecimento” são os horrores que habitam o porão das nossas mentes. Seria exigir muito dos humanos que se confrontassem com estes horrores. Eles não estão preparados para um choque desta dimensão.

            Será que vamos precisar de mais 2 mil anos para que os humanos tentem conhecer a si mesmos?  

             

            Mas se o homem é o lobo do homem, para que então perder tempo com esse auto-conhecimento?

            De que vale conhecer a si mesmo e continuar sendo o que é, ou seja, o que a natureza impôs ao homem?

             

            Para fazer do auto-conhecimento um instrumento de sua transformação evolutiva,  o homem teria que transformar a sua própria natureza, o que seria, convenhamos, uma

            empreitada extremamente arriscada. É mais seguro deixar que a evolução genética continue se processando a passos de tartaruga. A civilização dos lobos  não tem data marcada para ocorrer, se é que em algum dia vai ocorrer.

             

            Abraços

            Mtnos Calil  

             

            Ps1. Hoje fiquei chocado ao ver uma mulher sentada no chão, no bairro de Santo Amaro ( que Santo cruel é esse???), com duas crianças, sendo uma de colo. Fiquei chocado mas continuei caminhando... sinto agora novamente o mesmo choque... mas ele vai passar logo né? Não é apenas o Santo Amaro que é cruel. Como disse certa vez Saramago numa entrevista para o Jô Soares, a espécie humana é a mais cruel das espécies. E aqueles humanos que não são cruéis, são pelo menos coniventes com essa perversão da natureza humana.

             

            Ps2. A administração cientifica da sociedade requer o tratamento das enfermidades biopsicossociais dos humanos, assunto ignorado pelos políticos, pelo nosso mundo acadêmico, pelos nossos ideólogos da esquerda e da direita, pelos cientificistas, pelos filósofos, artistas, padres, economistas e quem mais quisermos considerar. Freud seria uma das figuras desta fantasia multidisciplinar.

             

            De: Neville Martins [mailto:villem99@...]
            Enviada em: quarta-feira, 29 de novembro de 2017 00:17
            Para: ciencialist@...; Calil Terra
            Assunto: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza. + administração cientifica da sociedade

             

            Bemvindo Caro Calil

             

            É muito bom a diversidade de ter uma posição racionalista e coerente, mas já te pergunto: O como seria do marxismo se o Freud tivesse vindo antes do Marx ?

             

            Um abraço

            Nv

             

            Em 28 de novembro de 2017 18:39, 'Calil Terra' mtnoscalil@... [ciencialist] <ciencialist@...> escreveu:

             

            Depois desta acalorada recepção peskyzófila (acima de 40º. Fahrenheit ou 4,44º. Celsius) me atreverei a retornar a este notável grupo cientificista para tratar do tema “administração cientifica da sociedade humana” que é uma utopia não regressiva. As utopias regressivas são reedições de idéias transformadoras já condenadas pelas história, a exemplo do comunismo marxista (não confundir com o novo comunismo que inventaram na China capitalista, que é um exemplo pós-moderno da esquizofrenia politica). Alguns camaradas  da pós-modernidade, resignados com a incompetência dos humanos em resolver seus problemas, dividiram as utopias em duas categorias – as  regressivas,  cuja chance de realização é igual a zero e as realistas cuja chance de realização é infinitesimal, ou seja, algo maior que zero).

             

            Com relação à linguagem matemático-musical da natureza (ou do universo), permita-me acrescentar que existe um processo matemático inconsciente que se manifesta por exemplo,  no cérebro do meu gato Felix, quando ele faz um cálculo perfeito para pular numa banqueta e em seguida pular no tanque onde bebe a água corrente.

            Não sei porém, se foi a mãe dele que o ensinou a beber água corrente ou se ele já nasceu com essa programação musical, já que ele ouve o som agradável da água.

             

            A agradabilidade dos sons não se nota apenas na linguagem humana, quando por exemplo uma mãe fala emitindo um som suave e sorrindo para seu bebê. O canto das aves e o som das águas da chuva, do mar e dos rios são agradáveis e relaxantes. Se existe entre os humanos e os outros animais uma linguagem sem palavras, porque a natureza não seria dotada da mesma competência? Às vezes os humanos se esquecem que são produtos da própria natureza contra a qual resolveram lutar de uma forma suicida.

            Fala-se que os homens estão destruindo o planeta.  Mas antes que eles consigam realizar essa monstruosidade, vão destruir a si mesmos. Talvez prefiram fazer as pazes com a Natureza. Mas para isso será necessário que o poder não seja mais ocupado por psicopatas ou malucos dotados de outras enfermidades, além dos transtornos ideológicos da esquerda e da direita.

             

            Cabe lembrar que a administração cientifica da sociedade exige o sepultamento de todas as ideologias políticas. As ideologias não políticas podem continuar vivas, desde que não se instalem no poder. O novo Estado seria ideologicamente laico. E como não parece possivel acabar com a pior das invenções humanas, o dinheiro, talvez seja possivel acabar com a financeirização do capitalismo cuja psicopatia provoca a morte de milhões de pessoas e a fome em cerca de um bilhão.

             

            Finalizando, permita-me lembrar que o “cientificismo” é uma ideologia que venera as ciências que não têm o próprio homem como objeto e ignora por completo a necessidade de se criar verdadeiras ciências humanas, e não o simulacro das ditas “ciências sociais” que não passam de disciplinas filosóficas, que como todas as filosofias, só  contemplam o mundo ao invés de se ocuparem da sua transformação. Como os humanos adoram banalizar as coisas – e as palavras – os termos ciência e cientista foram banalizados e são frequentemente utilizados no lugar de técnica e técnicos.

             

            Abraços e obrigado pela recepção acalorada que exigiu que eu ligasse o ventilador na posição anti-narcísica.

             

            Mtnos Calil

             

             

             

             

             

             

             

             

            De: ciencialist@... [mailto:ciencialist@...]
            Enviada em: terça-feira, 28 de novembro de 2017 17:39
            Para: Calil Terra; ciencialist@...
            Assunto: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

             

             

            Calilzófilo, há quanto tempo não vejo mensagens tuas!

            Que saudades, meu véio! Que legal!

             

            E vejo que tu também já esteve lá na privada adicionando

            alguns teoremas naquela teoria. Continue com a produção!

             

            Eu por aqui, só para variar, fico apenas falando bobajaiadas

            catastroficamente escatológicas e estranhafúrdias. Quem

            quiser conhecer mais de perto minhas ultimas vociferações

            desgraçadamente despudoradas poderá me ver lá na facebokéia,

            meu nomezinho lá é "Pesky Souza Bee".

             

            *PB*

             

             

            Sent: Tuesday, November 28, 2017 5:09 PM

            Subject: RES: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

             

            O universo é musical e a nova disciplina que estuda os significados da música natural é a SONIFICAÇÃO

            A música é essencialmente matemática.

            Logo a linguagem da natureza é musical e matemática.

             

            Mtnos Calil 

             

            De: ciencialist@... [mailto:ciencialist@...]
            Enviada em: terça-feira, 28 de novembro de 2017 16:14
            Para: ciencialist@...
            Assunto: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

             

             

            É bem capaz que o Penrose tenha fundado uma nova

            disciplina: a Bostemática, hahahahahahaha

             

            E agora com licença que vou ao banheiro produzir

            um novo teorema da bostemática, hahahahahahaha

             

            *PB*

             

             

             

            Sent: Tuesday, November 28, 2017 2:33 PM

            Subject: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

             




            Cada vez que leio esta *#@¢£ do tal de Penrose, quase vomito.

             

            Como um ser pensante pode falar tanta asnice!!

             

            Helio.

             


            De: "José Victor jvoneto1@... [ciencialist]" <ciencialist@...>
            Para: ciencialist@...
            Enviadas: Sexta-feira, 24 de Novembro de 2017 22:02
            Assunto: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

             

             

             

            Olá,

             

            Deu no InovaçãoTecnológica:

             

             

            Parece que a avaliação de Roger Penrose, sobre matemática, que já postei aquí, mostra-se mais como ele diz, e menos como pensa uma maioria, intelectuais, curiosos, e, inclusive... matemáticos.

             

            É como se a matemática ganhasse pernas próprias...Uau!

             

            "Uma das coisas mais notáveis acerca do comportamento do Universo é que ele parece fundamentar-se na matemática. Quanto mais profundamente entramos nas leis da Natureza, mais parece que o mundo físico quase se se evapora e ficamos com a matemática. Quanto mais profundamente entendemos a Natureza, mais somos conduzidos para dentro desse mundo da matemática e dos conceitos matemáticos."  Roger Penrose.

             

            Particularmente, acho que faço parte dos 5% de animais pensantes que você encontra em todo lugar que vai...

             

            Sds,

            Victor.

             

             

             

            Imagem removida pelo remetente.

            Livre de vírus. www.avast.com.

             

             

          • José Victor
            Olá, ...digo apenas que tudo o que nós achamos que existe é apenas fruto de nossa imaginação e concepção. Tudo mesmo. Tá certo, tá certo... Mas
            Mensagem 5 de 17 , 30 de nov de 2017
              Olá,

              "...digo apenas que tudo
              o que nós achamos que existe é apenas fruto de nossa imaginação
              e concepção. Tudo mesmo."

              Tá certo, tá certo... Mas deixa uma massa de cobre de 2kg  cair em teu pé descalço para ver se isso é apenas imaginação.

              Sds,
              Victor.


              Em 29 de novembro de 2017 09:51, 'Pesky Bee' peskybee2@... [ciencialist] <ciencialist@...> escreveu:
               

              Krái, Calilzófilo, se eu ganhasse 1 real por cada parágrafo
              que tu digitas, hoje eu estaria riiiiiico! hahahahahaha
               
              Óia, sobre essas assuntelhações diversificadas que vossa
              sapiência deixou escorrer pelo teclado, digo apenas que tudo
              o que nós achamos que existe é apenas fruto de nossa imaginação
              e concepção. Tudo mesmo. E jogando gasolina na fogueira,
              vocês já ouviram falar em Biocentrismo, do Robert Lanza?
              É de revirar a cachola até ela dar de cara com o cúrrugado
              orifício traseiro, hahahahahahaha
               
              *PB*
               
               
               
               
              Sent: Tuesday, November 28, 2017 6:39 PM
              Subject: RES: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza. + administração cientifica da sociedade
               

              Depois desta acalorada recepção peskyzófila (acima de 40º. Fahrenheit ou 4,44º. Celsius) me atreverei a retornar a este notável grupo cientificista para tratar do tema “administração cientifica da sociedade humana” que é uma utopia não regressiva. As utopias regressivas são reedições de idéias transformadoras já condenadas pelas história, a exemplo do comunismo marxista (não confundir com o novo comunismo que inventaram na China capitalista, que é um exemplo pós-moderno da esquizofrenia politica). Alguns camaradas  da pós-modernidade, resignados com a incompetência dos humanos em resolver seus problemas, dividiram as utopias em duas categorias – as  regressivas,  cuja chance de realização é igual a zero e as realistas cuja chance de realização é infinitesimal, ou seja, algo maior que zero).

               

              Com relação à linguagem matemático-musical da natureza (ou do universo), permita-me acrescentar que existe um processo matemático inconsciente que se manifesta por exemplo,  no cérebro do meu gato Felix, quando ele faz um cálculo perfeito para pular numa banqueta e em seguida pular no tanque onde bebe a água corrente.

              Não sei porém, se foi a mãe dele que o ensinou a beber água corrente ou se ele já nasceu com essa programação musical, já que ele ouve o som agradável da água.

               

              A agradabilidade dos sons não se nota apenas na linguagem humana, quando por exemplo uma mãe fala emitindo um som suave e sorrindo para seu bebê. O canto das aves e o som das águas da chuva, do mar e dos rios são agradáveis e relaxantes. Se existe entre os humanos e os outros animais uma linguagem sem palavras, porque a natureza não seria dotada da mesma competência? Às vezes os humanos se esquecem que são produtos da própria natureza contra a qual resolveram lutar de uma forma suicida.

              Fala-se que os homens estão destruindo o planeta.  Mas antes que eles consigam realizar essa monstruosidade, vão destruir a si mesmos. Talvez prefiram fazer as pazes com a Natureza. Mas para isso será necessário que o poder não seja mais ocupado por psicopatas ou malucos dotados de outras enfermidades, além dos transtornos ideológicos da esquerda e da direita.

               

              Cabe lembrar que a administração cientifica da sociedade exige o sepultamento de todas as ideologias políticas. As ideologias não políticas podem continuar vivas, desde que não se instalem no poder. O novo Estado seria ideologicamente laico. E como não parece possivel acabar com a pior das invenções humanas, o dinheiro, talvez seja possivel acabar com a financeirização do capitalismo cuja psicopatia provoca a morte de milhões de pessoas e a fome em cerca de um bilhão.

               

              Finalizando, permita-me lembrar que o “cientificismo” é uma ideologia que venera as ciências que não têm o próprio homem como objeto e ignora por completo a necessidade de se criar verdadeiras ciências humanas, e não o simulacro das ditas “ciências sociais” que não passam de disciplinas filosóficas, que como todas as filosofias, só  contemplam o mundo ao invés de se ocuparem da sua transformação. Como os humanos adoram banalizar as coisas – e as palavras – os termos ciência e cientista foram banalizados e são frequentemente utilizados no lugar de técnica e técnicos.

               

              Abraços e obrigado pela recepção acalorada que exigiu que eu ligasse o ventilador na posição anti-narcísica.

               

              Mtnos Calil

               

               

               

               

               

               

               

               

              De: ciencialist@... [mailto:ciencialist@ yahoogrupos.com.br]
              Enviada em: terça-feira, 28 de novembro de 2017 17:39
              Para: Calil Terra; ciencialist@...
              Assunto: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

               

               

              Calilzófilo, há quanto tempo não vejo mensagens tuas!

              Que saudades, meu véio! Que legal!

               

              E vejo que tu também já esteve lá na privada adicionando

              alguns teoremas naquela teoria. Continue com a produção!

               

              Eu por aqui, só para variar, fico apenas falando bobajaiadas

              catastroficamente escatológicas e estranhafúrdias. Quem

              quiser conhecer mais de perto minhas ultimas vociferações

              desgraçadamente despudoradas poderá me ver lá na facebokéia,

              meu nomezinho lá é "Pesky Souza Bee".

               

              *PB*

               

               

              Sent: Tuesday, November 28, 2017 5:09 PM

              Subject: RES: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

               

              O universo é musical e a nova disciplina que estuda os significados da música natural é a SONIFICAÇÃO

              A música é essencialmente matemática.

              Logo a linguagem da natureza é musical e matemática.

               

              Mtnos Calil 

               

              De: ciencialist@... [mailto:ciencialist@ yahoogrupos.com.br]
              Enviada em: terça-feira, 28 de novembro de 2017 16:14
              Para: ciencialist@...
              Assunto: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

               

               

              É bem capaz que o Penrose tenha fundado uma nova

              disciplina: a Bostemática, hahahahahahaha

               

              E agora com licença que vou ao banheiro produzir

              um novo teorema da bostemática, hahahahahahaha

               

              *PB*

               

               

               

              Sent: Tuesday, November 28, 2017 2:33 PM

              Subject: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

               





              Cada vez que leio esta *#@¢£ do tal de Penrose, quase vomito.

               

              Como um ser pensante pode falar tanta asnice!!

               

              Helio.

               


              De: "José Victor jvoneto1@... [ciencialist]" <ciencialist@.... br>
              Para: ciencialist@...
              Enviadas: Sexta-feira, 24 de Novembro de 2017 22:02
              Assunto: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

               

               

               

              Olá,

               

              Deu no InovaçãoTecnológica:

               

               

              Parece que a avaliação de Roger Penrose, sobre matemática, que já postei aquí, mostra-se mais como ele diz, e menos como pensa uma maioria, intelectuais, curiosos, e, inclusive... matemáticos.

               

              É como se a matemática ganhasse pernas próprias...Uau!

               

              "Uma das coisas mais notáveis acerca do comportamento do Universo é que ele parece fundamentar-se na matemática. Quanto mais profundamente entramos nas leis da Natureza, mais parece que o mundo físico quase se se evapora e ficamos com a matemática. Quanto mais profundamente entendemos a Natureza, mais somos conduzidos para dentro desse mundo da matemática e dos conceitos matemáticos."  Roger Penrose.

               

              Particularmente, acho que faço parte dos 5% de animais pensantes que você encontra em todo lugar que vai...

               

              Sds,

              Victor.

               

               

               

              Imagem removida pelo remetente.

              Livre de vírus. www.avast.com.


            • Pesky Bee
              Zé Victão, não entendi porque massa de cobre. Não poderia ser 2kg de chumbo? Ou então 2kg de bósta de cavalo? De qualquer forma, se essa massa cair no
              Mensagem 6 de 17 , 30 de nov de 2017
                Zé Victão, não entendi porque massa de cobre. Não
                poderia ser 2kg de chumbo? Ou então 2kg de bósta de cavalo?
                 
                De qualquer forma, se essa massa cair no pé de um
                manoel que não tem conexões nervosas entre o pé e
                a cachola, ele não vai nem estar aí para essa queda.
                 
                E tem aquele outro caso dos sujeitos que tem uma
                disfunção neural capaz de provocar imensas dores
                realistas, similares à queda da cagada de cavalo no pé,
                só que é tudo imaginação, nada provoca fisicamente essas
                dores (só os safados impulsozinhos neurais randômicos,
                claro).
                 
                Então a coisa é bem essa: a nossa consciência (aquilo
                que nos faz achar que "somos algo" e que estamos em
                um universo físico) é algo inacreditavelmente misterioso
                (e eu diria inexpugnável).
                 
                Afinal, tudo isso (a nossa consciência, o cachorro da vizinha,
                a bunda da Anitta, a galáxia de Andrômeda, tudo, tudo) "poderia"
                ser apenas uma big, imensa, magistralmente colossal simulação
                em um hiper-mega-blaster computadorzáço de um alien fora do
                universo, e que ele deixou esse big computadorzão rodando o
                programa (que criou o big-bang, as galáxias, e a porrilhada
                toda) durante o tempo em que esse alien foi dar uma solene
                de uma cagada que vai demorar 29,5 bilhões de anos. Quando ele
                voltar ele desliga tudo, enquanto isso nós vamos vivendo.
                Poderia ser isso ou não poderia? É claro que foderia (digo,
                poderia, hahahahahaha)
                 
                *PB*
                 
                 
                 
                 
                Sent: Thursday, November 30, 2017 10:51 AM
                Subject: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza. + administração cientifica da sociedade
                 
                Olá,
                 
                "...digo apenas que tudo
                o que nós achamos que existe é apenas fruto de nossa imaginação
                e concepção. Tudo mesmo."
                 
                Tá certo, tá certo... Mas deixa uma massa de cobre de 2kg  cair em teu pé descalço para ver se isso é apenas imaginação.
                 
                Sds,
                Victor.
                 
                 
                Em 29 de novembro de 2017 09:51, 'Pesky Bee' peskybee2@... [ciencialist] <ciencialist@...> escreveu:
                 
                Krái, Calilzófilo, se eu ganhasse 1 real por cada parágrafo
                que tu digitas, hoje eu estaria riiiiiico! hahahahahaha
                 
                Óia, sobre essas assuntelhações diversificadas que vossa
                sapiência deixou escorrer pelo teclado, digo apenas que tudo
                o que nós achamos que existe é apenas fruto de nossa imaginação
                e concepção. Tudo mesmo. E jogando gasolina na fogueira,
                vocês já ouviram falar em Biocentrismo, do Robert Lanza?
                É de revirar a cachola até ela dar de cara com o cúrrugado
                orifício traseiro, hahahahahahaha
                 
                *PB*
                 
                 
                 
                 
                Sent: Tuesday, November 28, 2017 6:39 PM
                Subject: RES: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza. + administração cientifica da sociedade
                 

                Depois desta acalorada recepção peskyzófila (acima de 40º. Fahrenheit ou 4,44º. Celsius) me atreverei a retornar a este notável grupo cientificista para tratar do tema “administração cientifica da sociedade humana” que é uma utopia não regressiva. As utopias regressivas são reedições de idéias transformadoras já condenadas pelas história, a exemplo do comunismo marxista (não confundir com o novo comunismo que inventaram na China capitalista, que é um exemplo pós-moderno da esquizofrenia politica). Alguns camaradas  da pós-modernidade, resignados com a incompetência dos humanos em resolver seus problemas, dividiram as utopias em duas categorias – as  regressivas,  cuja chance de realização é igual a zero e as realistas cuja chance de realização é infinitesimal, ou seja, algo maior que zero).

                 

                Com relação à linguagem matemático-musical da natureza (ou do universo), permita-me acrescentar que existe um processo matemático inconsciente que se manifesta por exemplo,  no cérebro do meu gato Felix, quando ele faz um cálculo perfeito para pular numa banqueta e em seguida pular no tanque onde bebe a água corrente.

                Não sei porém, se foi a mãe dele que o ensinou a beber água corrente ou se ele já nasceu com essa programação musical, já que ele ouve o som agradável da água.

                 

                A agradabilidade dos sons não se nota apenas na linguagem humana, quando por exemplo uma mãe fala emitindo um som suave e sorrindo para seu bebê. O canto das aves e o som das águas da chuva, do mar e dos rios são agradáveis e relaxantes. Se existe entre os humanos e os outros animais uma linguagem sem palavras, porque a natureza não seria dotada da mesma competência? Às vezes os humanos se esquecem que são produtos da própria natureza contra a qual resolveram lutar de uma forma suicida.

                Fala-se que os homens estão destruindo o planeta.  Mas antes que eles consigam realizar essa monstruosidade, vão destruir a si mesmos. Talvez prefiram fazer as pazes com a Natureza. Mas para isso será necessário que o poder não seja mais ocupado por psicopatas ou malucos dotados de outras enfermidades, além dos transtornos ideológicos da esquerda e da direita.

                 

                Cabe lembrar que a administração cientifica da sociedade exige o sepultamento de todas as ideologias políticas. As ideologias não políticas podem continuar vivas, desde que não se instalem no poder. O novo Estado seria ideologicamente laico. E como não parece possivel acabar com a pior das invenções humanas, o dinheiro, talvez seja possivel acabar com a financeirização do capitalismo cuja psicopatia provoca a morte de milhões de pessoas e a fome em cerca de um bilhão.

                 

                Finalizando, permita-me lembrar que o “cientificismo” é uma ideologia que venera as ciências que não têm o próprio homem como objeto e ignora por completo a necessidade de se criar verdadeiras ciências humanas, e não o simulacro das ditas “ciências sociais” que não passam de disciplinas filosóficas, que como todas as filosofias, só  contemplam o mundo ao invés de se ocuparem da sua transformação. Como os humanos adoram banalizar as coisas – e as palavras – os termos ciência e cientista foram banalizados e são frequentemente utilizados no lugar de técnica e técnicos.

                 

                Abraços e obrigado pela recepção acalorada que exigiu que eu ligasse o ventilador na posição anti-narcísica.

                 

                Mtnos Calil

                 

                 

                 

                 

                 

                 

                 

                 

                De: ciencialist@... [mailto:ciencialist@ yahoogrupos.com.br]
                Enviada em: terça-feira, 28 de novembro de 2017 17:39
                Para: Calil Terra; ciencialist@...
                Assunto: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                 

                 

                Calilzófilo, há quanto tempo não vejo mensagens tuas!

                Que saudades, meu véio! Que legal!

                 

                E vejo que tu também já esteve lá na privada adicionando

                alguns teoremas naquela teoria. Continue com a produção!

                 

                Eu por aqui, só para variar, fico apenas falando bobajaiadas

                catastroficamente escatológicas e estranhafúrdias. Quem

                quiser conhecer mais de perto minhas ultimas vociferações

                desgraçadamente despudoradas poderá me ver lá na facebokéia,

                meu nomezinho lá é "Pesky Souza Bee".

                 

                *PB*

                 

                 

                Sent: Tuesday, November 28, 2017 5:09 PM

                Subject: RES: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                 

                O universo é musical e a nova disciplina que estuda os significados da música natural é a SONIFICAÇÃO

                A música é essencialmente matemática.

                Logo a linguagem da natureza é musical e matemática.

                 

                Mtnos Calil 

                 

                De: ciencialist@... [mailto:ciencialist@ yahoogrupos.com.br]
                Enviada em: terça-feira, 28 de novembro de 2017 16:14
                Para: ciencialist@...
                Assunto: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                 

                 

                É bem capaz que o Penrose tenha fundado uma nova

                disciplina: a Bostemática, hahahahahahaha

                 

                E agora com licença que vou ao banheiro produzir

                um novo teorema da bostemática, hahahahahahaha

                 

                *PB*

                 

                 

                 

                Sent: Tuesday, November 28, 2017 2:33 PM

                Subject: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                 





                Cada vez que leio esta *#@¢£ do tal de Penrose, quase vomito.

                 

                Como um ser pensante pode falar tanta asnice!!

                 

                Helio.

                 


                De: "José Victor jvoneto1@... [ciencialist]" <ciencialist@.... br>
                Para: ciencialist@...
                Enviadas: Sexta-feira, 24 de Novembro de 2017 22:02
                Assunto: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                 

                 

                 

                Olá,

                 

                Deu no InovaçãoTecnológica:

                 

                 

                Parece que a avaliação de Roger Penrose, sobre matemática, que já postei aquí, mostra-se mais como ele diz, e menos como pensa uma maioria, intelectuais, curiosos, e, inclusive... matemáticos.

                 

                É como se a matemática ganhasse pernas próprias...Uau!

                 

                "Uma das coisas mais notáveis acerca do comportamento do Universo é que ele parece fundamentar-se na matemática. Quanto mais profundamente entramos nas leis da Natureza, mais parece que o mundo físico quase se se evapora e ficamos com a matemática. Quanto mais profundamente entendemos a Natureza, mais somos conduzidos para dentro desse mundo da matemática e dos conceitos matemáticos."  Roger Penrose.

                 

                Particularmente, acho que faço parte dos 5% de animais pensantes que você encontra em todo lugar que vai...

                 

                Sds,

                Victor.

                 

                 

                 

                Imagem removida pelo remetente.

                Livre de vírus. www.avast.com.

                 
              • José Victor
                Olá, Zé Victão, não entendi porque massa de cobre. Não poderia ser 2kg de chumbo? Ou então 2kg de bósta de cavalo? Os dois primeiros, por serem
                Mensagem 7 de 17 , 30 de nov de 2017
                  Olá,

                  "Zé Victão, não entendi porque massa de cobre. Não
                  poderia ser 2kg de chumbo? Ou então 2kg de bósta de cavalo?'

                  Os dois primeiros,  por serem sólidos, lembrarão que você é chorão, não imune à dor;contudo,  o último, mesmo pastoso, também serve... ao invés de dor, sentirá o pézinho envolto em algo mole e quentinho, sobretudo se o produto acabou de ser produzido..
                  Então, a ilusão se reduzirá um ops!, ou ai, ai, oi, oi!

                  Sds,
                  Victor



                  Em 30 de novembro de 2017 12:09, 'Pesky Bee' peskybee2@... [ciencialist] <ciencialist@...> escreveu:
                   

                  Zé Victão, não entendi porque massa de cobre. Não
                  poderia ser 2kg de chumbo? Ou então 2kg de bósta de cavalo?
                   
                  De qualquer forma, se essa massa cair no pé de um
                  manoel que não tem conexões nervosas entre o pé e
                  a cachola, ele não vai nem estar aí para essa queda.
                   
                  E tem aquele outro caso dos sujeitos que tem uma
                  disfunção neural capaz de provocar imensas dores
                  realistas, similares à queda da cagada de cavalo no pé,
                  só que é tudo imaginação, nada provoca fisicamente essas
                  dores (só os safados impulsozinhos neurais randômicos,
                  claro).
                   
                  Então a coisa é bem essa: a nossa consciência (aquilo
                  que nos faz achar que "somos algo" e que estamos em
                  um universo físico) é algo inacreditavelmente misterioso
                  (e eu diria inexpugnável).
                   
                  Afinal, tudo isso (a nossa consciência, o cachorro da vizinha,
                  a bunda da Anitta, a galáxia de Andrômeda, tudo, tudo) "poderia"
                  ser apenas uma big, imensa, magistralmente colossal simulação
                  em um hiper-mega-blaster computadorzáço de um alien fora do
                  universo, e que ele deixou esse big computadorzão rodando o
                  programa (que criou o big-bang, as galáxias, e a porrilhada
                  toda) durante o tempo em que esse alien foi dar uma solene
                  de uma cagada que vai demorar 29,5 bilhões de anos. Quando ele
                  voltar ele desliga tudo, enquanto isso nós vamos vivendo.
                  Poderia ser isso ou não poderia? É claro que foderia (digo,
                  poderia, hahahahahaha)
                   
                  *PB*
                   
                   
                   
                   
                  Sent: Thursday, November 30, 2017 10:51 AM
                  Subject: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza. + administração cientifica da sociedade
                   
                  Olá,
                   
                  "...digo apenas que tudo
                  o que nós achamos que existe é apenas fruto de nossa imaginação
                  e concepção. Tudo mesmo."
                   
                  Tá certo, tá certo... Mas deixa uma massa de cobre de 2kg  cair em teu pé descalço para ver se isso é apenas imaginação.
                   
                  Sds,
                  Victor.
                   
                   
                  Em 29 de novembro de 2017 09:51, 'Pesky Bee' peskybee2@... [ciencialist] <ciencialist@.... br> escreveu:
                   
                  Krái, Calilzófilo, se eu ganhasse 1 real por cada parágrafo
                  que tu digitas, hoje eu estaria riiiiiico! hahahahahaha
                   
                  Óia, sobre essas assuntelhações diversificadas que vossa
                  sapiência deixou escorrer pelo teclado, digo apenas que tudo
                  o que nós achamos que existe é apenas fruto de nossa imaginação
                  e concepção. Tudo mesmo. E jogando gasolina na fogueira,
                  vocês já ouviram falar em Biocentrismo, do Robert Lanza?
                  É de revirar a cachola até ela dar de cara com o cúrrugado
                  orifício traseiro, hahahahahahaha
                   
                  *PB*
                   
                   
                   
                   
                  Sent: Tuesday, November 28, 2017 6:39 PM
                  Subject: RES: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza. + administração cientifica da sociedade
                   

                  Depois desta acalorada recepção peskyzófila (acima de 40º. Fahrenheit ou 4,44º. Celsius) me atreverei a retornar a este notável grupo cientificista para tratar do tema “administração cientifica da sociedade humana” que é uma utopia não regressiva. As utopias regressivas são reedições de idéias transformadoras já condenadas pelas história, a exemplo do comunismo marxista (não confundir com o novo comunismo que inventaram na China capitalista, que é um exemplo pós-moderno da esquizofrenia politica). Alguns camaradas  da pós-modernidade, resignados com a incompetência dos humanos em resolver seus problemas, dividiram as utopias em duas categorias – as  regressivas,  cuja chance de realização é igual a zero e as realistas cuja chance de realização é infinitesimal, ou seja, algo maior que zero).

                   

                  Com relação à linguagem matemático-musical da natureza (ou do universo), permita-me acrescentar que existe um processo matemático inconsciente que se manifesta por exemplo,  no cérebro do meu gato Felix, quando ele faz um cálculo perfeito para pular numa banqueta e em seguida pular no tanque onde bebe a água corrente.

                  Não sei porém, se foi a mãe dele que o ensinou a beber água corrente ou se ele já nasceu com essa programação musical, já que ele ouve o som agradável da água.

                   

                  A agradabilidade dos sons não se nota apenas na linguagem humana, quando por exemplo uma mãe fala emitindo um som suave e sorrindo para seu bebê. O canto das aves e o som das águas da chuva, do mar e dos rios são agradáveis e relaxantes. Se existe entre os humanos e os outros animais uma linguagem sem palavras, porque a natureza não seria dotada da mesma competência? Às vezes os humanos se esquecem que são produtos da própria natureza contra a qual resolveram lutar de uma forma suicida.

                  Fala-se que os homens estão destruindo o planeta.  Mas antes que eles consigam realizar essa monstruosidade, vão destruir a si mesmos. Talvez prefiram fazer as pazes com a Natureza. Mas para isso será necessário que o poder não seja mais ocupado por psicopatas ou malucos dotados de outras enfermidades, além dos transtornos ideológicos da esquerda e da direita.

                   

                  Cabe lembrar que a administração cientifica da sociedade exige o sepultamento de todas as ideologias políticas. As ideologias não políticas podem continuar vivas, desde que não se instalem no poder. O novo Estado seria ideologicamente laico. E como não parece possivel acabar com a pior das invenções humanas, o dinheiro, talvez seja possivel acabar com a financeirização do capitalismo cuja psicopatia provoca a morte de milhões de pessoas e a fome em cerca de um bilhão.

                   

                  Finalizando, permita-me lembrar que o “cientificismo” é uma ideologia que venera as ciências que não têm o próprio homem como objeto e ignora por completo a necessidade de se criar verdadeiras ciências humanas, e não o simulacro das ditas “ciências sociais” que não passam de disciplinas filosóficas, que como todas as filosofias, só  contemplam o mundo ao invés de se ocuparem da sua transformação. Como os humanos adoram banalizar as coisas – e as palavras – os termos ciência e cientista foram banalizados e são frequentemente utilizados no lugar de técnica e técnicos.

                   

                  Abraços e obrigado pela recepção acalorada que exigiu que eu ligasse o ventilador na posição anti-narcísica.

                   

                  Mtnos Calil

                   

                   

                   

                   

                   

                   

                   

                   

                  De: ciencialist@... [mailto:ciencialist@yahoogrupo s.com.br]
                  Enviada em: terça-feira, 28 de novembro de 2017 17:39
                  Para: Calil Terra; ciencialist@...
                  Assunto: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                   

                   

                  Calilzófilo, há quanto tempo não vejo mensagens tuas!

                  Que saudades, meu véio! Que legal!

                   

                  E vejo que tu também já esteve lá na privada adicionando

                  alguns teoremas naquela teoria. Continue com a produção!

                   

                  Eu por aqui, só para variar, fico apenas falando bobajaiadas

                  catastroficamente escatológicas e estranhafúrdias. Quem

                  quiser conhecer mais de perto minhas ultimas vociferações

                  desgraçadamente despudoradas poderá me ver lá na facebokéia,

                  meu nomezinho lá é "Pesky Souza Bee".

                   

                  *PB*

                   

                   

                  Sent: Tuesday, November 28, 2017 5:09 PM

                  Subject: RES: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                   

                  O universo é musical e a nova disciplina que estuda os significados da música natural é a SONIFICAÇÃO

                  A música é essencialmente matemática.

                  Logo a linguagem da natureza é musical e matemática.

                   

                  Mtnos Calil 

                   

                  De: ciencialist@... [mailto:ciencialist@yahoogrupo s.com.br]
                  Enviada em: terça-feira, 28 de novembro de 2017 16:14
                  Para: ciencialist@...
                  Assunto: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                   

                   

                  É bem capaz que o Penrose tenha fundado uma nova

                  disciplina: a Bostemática, hahahahahahaha

                   

                  E agora com licença que vou ao banheiro produzir

                  um novo teorema da bostemática, hahahahahahaha

                   

                  *PB*

                   

                   

                   

                  Sent: Tuesday, November 28, 2017 2:33 PM

                  Subject: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                   





                  Cada vez que leio esta *#@¢£ do tal de Penrose, quase vomito.

                   

                  Como um ser pensante pode falar tanta asnice!!

                   

                  Helio.

                   


                  De: "José Victor jvoneto1@... [ciencialist]" <ciencialist@....b r>
                  Para: ciencialist@...
                  Enviadas: Sexta-feira, 24 de Novembro de 2017 22:02
                  Assunto: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                   

                   

                   

                  Olá,

                   

                  Deu no InovaçãoTecnológica:

                   

                   

                  Parece que a avaliação de Roger Penrose, sobre matemática, que já postei aquí, mostra-se mais como ele diz, e menos como pensa uma maioria, intelectuais, curiosos, e, inclusive... matemáticos.

                   

                  É como se a matemática ganhasse pernas próprias...Uau!

                   

                  "Uma das coisas mais notáveis acerca do comportamento do Universo é que ele parece fundamentar-se na matemática. Quanto mais profundamente entramos nas leis da Natureza, mais parece que o mundo físico quase se se evapora e ficamos com a matemática. Quanto mais profundamente entendemos a Natureza, mais somos conduzidos para dentro desse mundo da matemática e dos conceitos matemáticos."  Roger Penrose.

                   

                  Particularmente, acho que faço parte dos 5% de animais pensantes que você encontra em todo lugar que vai...

                   

                  Sds,

                  Victor.

                   

                   

                   

                  Imagem removida pelo remetente.

                  Livre de vírus. www.avast.com.

                   


                • Pesky Bee
                  Prefiro os 2kg de cobre. Já pensou se o saco de bósta estourar? E espalhar cocolatria para todo lado? E aí eu vou agitar o meu pezinho, jogando bósta até
                  Mensagem 8 de 17 , 1 de dez de 2017
                    Prefiro os 2kg de cobre. Já pensou se o saco de bósta
                    estourar? E espalhar cocolatria para todo lado? E aí
                    eu vou agitar o meu pezinho, jogando bósta até no lustre
                    da sala? Porra, como é duro ser cientista, hahahahahahaha
                     
                    *PB*
                     
                     
                     
                    Sent: Thursday, November 30, 2017 7:52 PM
                    Subject: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza. + administração cientifica da sociedade
                     
                    Olá,
                     
                    "Zé Victão, não entendi porque massa de cobre. Não
                    poderia ser 2kg de chumbo? Ou então 2kg de bósta de cavalo?'
                     
                    Os dois primeiros,  por serem sólidos, lembrarão que você é chorão, não imune à dor;contudo,  o último, mesmo pastoso, também serve... ao invés de dor, sentirá o pézinho envolto em algo mole e quentinho, sobretudo se o produto acabou de ser produzido..
                    Então, a ilusão se reduzirá um ops!, ou ai, ai, oi, oi!
                     
                    Sds,
                    Victor
                     
                     
                     
                    Em 30 de novembro de 2017 12:09, 'Pesky Bee' peskybee2@... [ciencialist] <ciencialist@...> escreveu:
                     
                    Zé Victão, não entendi porque massa de cobre. Não
                    poderia ser 2kg de chumbo? Ou então 2kg de bósta de cavalo?
                     
                    De qualquer forma, se essa massa cair no pé de um
                    manoel que não tem conexões nervosas entre o pé e
                    a cachola, ele não vai nem estar aí para essa queda.
                     
                    E tem aquele outro caso dos sujeitos que tem uma
                    disfunção neural capaz de provocar imensas dores
                    realistas, similares à queda da cagada de cavalo no pé,
                    só que é tudo imaginação, nada provoca fisicamente essas
                    dores (só os safados impulsozinhos neurais randômicos,
                    claro).
                     
                    Então a coisa é bem essa: a nossa consciência (aquilo
                    que nos faz achar que "somos algo" e que estamos em
                    um universo físico) é algo inacreditavelmente misterioso
                    (e eu diria inexpugnável).
                     
                    Afinal, tudo isso (a nossa consciência, o cachorro da vizinha,
                    a bunda da Anitta, a galáxia de Andrômeda, tudo, tudo) "poderia"
                    ser apenas uma big, imensa, magistralmente colossal simulação
                    em um hiper-mega-blaster computadorzáço de um alien fora do
                    universo, e que ele deixou esse big computadorzão rodando o
                    programa (que criou o big-bang, as galáxias, e a porrilhada
                    toda) durante o tempo em que esse alien foi dar uma solene
                    de uma cagada que vai demorar 29,5 bilhões de anos. Quando ele
                    voltar ele desliga tudo, enquanto isso nós vamos vivendo.
                    Poderia ser isso ou não poderia? É claro que foderia (digo,
                    poderia, hahahahahaha)
                     
                    *PB*
                     
                     
                     
                     
                    Sent: Thursday, November 30, 2017 10:51 AM
                    Subject: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza. + administração cientifica da sociedade
                     
                    Olá,
                     
                    "...digo apenas que tudo
                    o que nós achamos que existe é apenas fruto de nossa imaginação
                    e concepção. Tudo mesmo."
                     
                    Tá certo, tá certo... Mas deixa uma massa de cobre de 2kg  cair em teu pé descalço para ver se isso é apenas imaginação.
                     
                    Sds,
                    Victor.
                     
                     
                    Em 29 de novembro de 2017 09:51, 'Pesky Bee' peskybee2@... [ciencialist] <ciencialist@.... br> escreveu:
                     
                    Krái, Calilzófilo, se eu ganhasse 1 real por cada parágrafo
                    que tu digitas, hoje eu estaria riiiiiico! hahahahahaha
                     
                    Óia, sobre essas assuntelhações diversificadas que vossa
                    sapiência deixou escorrer pelo teclado, digo apenas que tudo
                    o que nós achamos que existe é apenas fruto de nossa imaginação
                    e concepção. Tudo mesmo. E jogando gasolina na fogueira,
                    vocês já ouviram falar em Biocentrismo, do Robert Lanza?
                    É de revirar a cachola até ela dar de cara com o cúrrugado
                    orifício traseiro, hahahahahahaha
                     
                    *PB*
                     
                     
                     
                     
                    Sent: Tuesday, November 28, 2017 6:39 PM
                    Subject: RES: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza. + administração cientifica da sociedade
                     

                    Depois desta acalorada recepção peskyzófila (acima de 40º. Fahrenheit ou 4,44º. Celsius) me atreverei a retornar a este notável grupo cientificista para tratar do tema “administração cientifica da sociedade humana” que é uma utopia não regressiva. As utopias regressivas são reedições de idéias transformadoras já condenadas pelas história, a exemplo do comunismo marxista (não confundir com o novo comunismo que inventaram na China capitalista, que é um exemplo pós-moderno da esquizofrenia politica). Alguns camaradas  da pós-modernidade, resignados com a incompetência dos humanos em resolver seus problemas, dividiram as utopias em duas categorias – as  regressivas,  cuja chance de realização é igual a zero e as realistas cuja chance de realização é infinitesimal, ou seja, algo maior que zero).

                     

                    Com relação à linguagem matemático-musical da natureza (ou do universo), permita-me acrescentar que existe um processo matemático inconsciente que se manifesta por exemplo,  no cérebro do meu gato Felix, quando ele faz um cálculo perfeito para pular numa banqueta e em seguida pular no tanque onde bebe a água corrente.

                    Não sei porém, se foi a mãe dele que o ensinou a beber água corrente ou se ele já nasceu com essa programação musical, já que ele ouve o som agradável da água.

                     

                    A agradabilidade dos sons não se nota apenas na linguagem humana, quando por exemplo uma mãe fala emitindo um som suave e sorrindo para seu bebê. O canto das aves e o som das águas da chuva, do mar e dos rios são agradáveis e relaxantes. Se existe entre os humanos e os outros animais uma linguagem sem palavras, porque a natureza não seria dotada da mesma competência? Às vezes os humanos se esquecem que são produtos da própria natureza contra a qual resolveram lutar de uma forma suicida.

                    Fala-se que os homens estão destruindo o planeta.  Mas antes que eles consigam realizar essa monstruosidade, vão destruir a si mesmos. Talvez prefiram fazer as pazes com a Natureza. Mas para isso será necessário que o poder não seja mais ocupado por psicopatas ou malucos dotados de outras enfermidades, além dos transtornos ideológicos da esquerda e da direita.

                     

                    Cabe lembrar que a administração cientifica da sociedade exige o sepultamento de todas as ideologias políticas. As ideologias não políticas podem continuar vivas, desde que não se instalem no poder. O novo Estado seria ideologicamente laico. E como não parece possivel acabar com a pior das invenções humanas, o dinheiro, talvez seja possivel acabar com a financeirização do capitalismo cuja psicopatia provoca a morte de milhões de pessoas e a fome em cerca de um bilhão.

                     

                    Finalizando, permita-me lembrar que o “cientificismo” é uma ideologia que venera as ciências que não têm o próprio homem como objeto e ignora por completo a necessidade de se criar verdadeiras ciências humanas, e não o simulacro das ditas “ciências sociais” que não passam de disciplinas filosóficas, que como todas as filosofias, só  contemplam o mundo ao invés de se ocuparem da sua transformação. Como os humanos adoram banalizar as coisas – e as palavras – os termos ciência e cientista foram banalizados e são frequentemente utilizados no lugar de técnica e técnicos.

                     

                    Abraços e obrigado pela recepção acalorada que exigiu que eu ligasse o ventilador na posição anti-narcísica.

                     

                    Mtnos Calil

                     

                     

                     

                     

                     

                     

                     

                     

                    De: ciencialist@... [mailto:ciencialist@yahoogrupo s.com.br]
                    Enviada em: terça-feira, 28 de novembro de 2017 17:39
                    Para: Calil Terra; ciencialist@...
                    Assunto: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                     

                     

                    Calilzófilo, há quanto tempo não vejo mensagens tuas!

                    Que saudades, meu véio! Que legal!

                     

                    E vejo que tu também já esteve lá na privada adicionando

                    alguns teoremas naquela teoria. Continue com a produção!

                     

                    Eu por aqui, só para variar, fico apenas falando bobajaiadas

                    catastroficamente escatológicas e estranhafúrdias. Quem

                    quiser conhecer mais de perto minhas ultimas vociferações

                    desgraçadamente despudoradas poderá me ver lá na facebokéia,

                    meu nomezinho lá é "Pesky Souza Bee".

                     

                    *PB*

                     

                     

                    Sent: Tuesday, November 28, 2017 5:09 PM

                    Subject: RES: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                     

                    O universo é musical e a nova disciplina que estuda os significados da música natural é a SONIFICAÇÃO

                    A música é essencialmente matemática.

                    Logo a linguagem da natureza é musical e matemática.

                     

                    Mtnos Calil 

                     

                    De: ciencialist@... [mailto:ciencialist@yahoogrupo s.com.br]
                    Enviada em: terça-feira, 28 de novembro de 2017 16:14
                    Para: ciencialist@...
                    Assunto: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                     

                     

                    É bem capaz que o Penrose tenha fundado uma nova

                    disciplina: a Bostemática, hahahahahahaha

                     

                    E agora com licença que vou ao banheiro produzir

                    um novo teorema da bostemática, hahahahahahaha

                     

                    *PB*

                     

                     

                     

                    Sent: Tuesday, November 28, 2017 2:33 PM

                    Subject: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                     





                    Cada vez que leio esta *#@¢£ do tal de Penrose, quase vomito.

                     

                    Como um ser pensante pode falar tanta asnice!!

                     

                    Helio.

                     


                    De: "José Victor jvoneto1@... [ciencialist]" <ciencialist@....b r>
                    Para: ciencialist@...
                    Enviadas: Sexta-feira, 24 de Novembro de 2017 22:02
                    Assunto: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                     

                     

                     

                    Olá,

                     

                    Deu no InovaçãoTecnológica:

                     

                     

                    Parece que a avaliação de Roger Penrose, sobre matemática, que já postei aquí, mostra-se mais como ele diz, e menos como pensa uma maioria, intelectuais, curiosos, e, inclusive... matemáticos.

                     

                    É como se a matemática ganhasse pernas próprias...Uau!

                     

                    "Uma das coisas mais notáveis acerca do comportamento do Universo é que ele parece fundamentar-se na matemática. Quanto mais profundamente entramos nas leis da Natureza, mais parece que o mundo físico quase se se evapora e ficamos com a matemática. Quanto mais profundamente entendemos a Natureza, mais somos conduzidos para dentro desse mundo da matemática e dos conceitos matemáticos."  Roger Penrose.

                     

                    Particularmente, acho que faço parte dos 5% de animais pensantes que você encontra em todo lugar que vai...

                     

                    Sds,

                    Victor.

                     

                     

                     

                    Imagem removida pelo remetente.

                    Livre de vírus. www.avast.com.

                     
                     
                  • Tipoalgo
                    Algo a ver com o assunto? Atualizando a elucubração: Por definição, SE Deus é o todo, também inclui a parte REAL do número complexo, que pode ser
                    Mensagem 9 de 17 , 15 de dez de 2017
                      Algo a ver com o assunto?

                      Atualizando a elucubração: Por definição, SE Deus é o todo, também inclui a parte REAL do número complexo, que pode ser representado por tudo que percebemos com os nossos sentidos ou instrumentos de medição, ENTÃO, tal qual um número complexo, Deus é REALIDADE e IMAGINAÇÃO. Na parte da imaginação cabe tudo aquilo que ainda não percebemos. Lembrando que a parte da imaginação tem um coeficiente que é REAL.

                      Em 1 de dezembro de 2017 12:19, 'Pesky Bee' peskybee2@... [ciencialist] <ciencialist@...> escreveu:
                       

                      Prefiro os 2kg de cobre. Já pensou se o saco de bósta
                      estourar? E espalhar cocolatria para todo lado? E aí
                      eu vou agitar o meu pezinho, jogando bósta até no lustre
                      da sala? Porra, como é duro ser cientista, hahahahahahaha
                       
                      *PB*
                       
                       
                       
                      Sent: Thursday, November 30, 2017 7:52 PM
                      Subject: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza. + administração cientifica da sociedade
                       
                      Olá,
                       
                      "Zé Victão, não entendi porque massa de cobre. Não
                      poderia ser 2kg de chumbo? Ou então 2kg de bósta de cavalo?'
                       
                      Os dois primeiros,  por serem sólidos, lembrarão que você é chorão, não imune à dor;contudo,  o último, mesmo pastoso, também serve... ao invés de dor, sentirá o pézinho envolto em algo mole e quentinho, sobretudo se o produto acabou de ser produzido..
                      Então, a ilusão se reduzirá um ops!, ou ai, ai, oi, oi!
                       
                      Sds,
                      Victor
                       
                       
                       
                      Em 30 de novembro de 2017 12:09, 'Pesky Bee' peskybee2@... [ciencialist] <ciencialist@.... br> escreveu:
                       
                      Zé Victão, não entendi porque massa de cobre. Não
                      poderia ser 2kg de chumbo? Ou então 2kg de bósta de cavalo?
                       
                      De qualquer forma, se essa massa cair no pé de um
                      manoel que não tem conexões nervosas entre o pé e
                      a cachola, ele não vai nem estar aí para essa queda.
                       
                      E tem aquele outro caso dos sujeitos que tem uma
                      disfunção neural capaz de provocar imensas dores
                      realistas, similares à queda da cagada de cavalo no pé,
                      só que é tudo imaginação, nada provoca fisicamente essas
                      dores (só os safados impulsozinhos neurais randômicos,
                      claro).
                       
                      Então a coisa é bem essa: a nossa consciência (aquilo
                      que nos faz achar que "somos algo" e que estamos em
                      um universo físico) é algo inacreditavelmente misterioso
                      (e eu diria inexpugnável).
                       
                      Afinal, tudo isso (a nossa consciência, o cachorro da vizinha,
                      a bunda da Anitta, a galáxia de Andrômeda, tudo, tudo) "poderia"
                      ser apenas uma big, imensa, magistralmente colossal simulação
                      em um hiper-mega-blaster computadorzáço de um alien fora do
                      universo, e que ele deixou esse big computadorzão rodando o
                      programa (que criou o big-bang, as galáxias, e a porrilhada
                      toda) durante o tempo em que esse alien foi dar uma solene
                      de uma cagada que vai demorar 29,5 bilhões de anos. Quando ele
                      voltar ele desliga tudo, enquanto isso nós vamos vivendo.
                      Poderia ser isso ou não poderia? É claro que foderia (digo,
                      poderia, hahahahahaha)
                       
                      *PB*
                       
                       
                       
                       
                      Sent: Thursday, November 30, 2017 10:51 AM
                      Subject: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza. + administração cientifica da sociedade
                       
                      Olá,
                       
                      "...digo apenas que tudo
                      o que nós achamos que existe é apenas fruto de nossa imaginação
                      e concepção. Tudo mesmo."
                       
                      Tá certo, tá certo... Mas deixa uma massa de cobre de 2kg  cair em teu pé descalço para ver se isso é apenas imaginação.
                       
                      Sds,
                      Victor.
                       
                       
                      Em 29 de novembro de 2017 09:51, 'Pesky Bee' peskybee2@... [ciencialist] <ciencialist@....b r> escreveu:
                       
                      Krái, Calilzófilo, se eu ganhasse 1 real por cada parágrafo
                      que tu digitas, hoje eu estaria riiiiiico! hahahahahaha
                       
                      Óia, sobre essas assuntelhações diversificadas que vossa
                      sapiência deixou escorrer pelo teclado, digo apenas que tudo
                      o que nós achamos que existe é apenas fruto de nossa imaginação
                      e concepção. Tudo mesmo. E jogando gasolina na fogueira,
                      vocês já ouviram falar em Biocentrismo, do Robert Lanza?
                      É de revirar a cachola até ela dar de cara com o cúrrugado
                      orifício traseiro, hahahahahahaha
                       
                      *PB*
                       
                       
                       
                       
                      Sent: Tuesday, November 28, 2017 6:39 PM
                      Subject: RES: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza. + administração cientifica da sociedade
                       

                      Depois desta acalorada recepção peskyzófila (acima de 40º. Fahrenheit ou 4,44º. Celsius) me atreverei a retornar a este notável grupo cientificista para tratar do tema “administração cientifica da sociedade humana” que é uma utopia não regressiva. As utopias regressivas são reedições de idéias transformadoras já condenadas pelas história, a exemplo do comunismo marxista (não confundir com o novo comunismo que inventaram na China capitalista, que é um exemplo pós-moderno da esquizofrenia politica). Alguns camaradas  da pós-modernidade, resignados com a incompetência dos humanos em resolver seus problemas, dividiram as utopias em duas categorias – as  regressivas,  cuja chance de realização é igual a zero e as realistas cuja chance de realização é infinitesimal, ou seja, algo maior que zero).

                       

                      Com relação à linguagem matemático-musical da natureza (ou do universo), permita-me acrescentar que existe um processo matemático inconsciente que se manifesta por exemplo,  no cérebro do meu gato Felix, quando ele faz um cálculo perfeito para pular numa banqueta e em seguida pular no tanque onde bebe a água corrente.

                      Não sei porém, se foi a mãe dele que o ensinou a beber água corrente ou se ele já nasceu com essa programação musical, já que ele ouve o som agradável da água.

                       

                      A agradabilidade dos sons não se nota apenas na linguagem humana, quando por exemplo uma mãe fala emitindo um som suave e sorrindo para seu bebê. O canto das aves e o som das águas da chuva, do mar e dos rios são agradáveis e relaxantes. Se existe entre os humanos e os outros animais uma linguagem sem palavras, porque a natureza não seria dotada da mesma competência? Às vezes os humanos se esquecem que são produtos da própria natureza contra a qual resolveram lutar de uma forma suicida.

                      Fala-se que os homens estão destruindo o planeta.  Mas antes que eles consigam realizar essa monstruosidade, vão destruir a si mesmos. Talvez prefiram fazer as pazes com a Natureza. Mas para isso será necessário que o poder não seja mais ocupado por psicopatas ou malucos dotados de outras enfermidades, além dos transtornos ideológicos da esquerda e da direita.

                       

                      Cabe lembrar que a administração cientifica da sociedade exige o sepultamento de todas as ideologias políticas. As ideologias não políticas podem continuar vivas, desde que não se instalem no poder. O novo Estado seria ideologicamente laico. E como não parece possivel acabar com a pior das invenções humanas, o dinheiro, talvez seja possivel acabar com a financeirização do capitalismo cuja psicopatia provoca a morte de milhões de pessoas e a fome em cerca de um bilhão.

                       

                      Finalizando, permita-me lembrar que o “cientificismo” é uma ideologia que venera as ciências que não têm o próprio homem como objeto e ignora por completo a necessidade de se criar verdadeiras ciências humanas, e não o simulacro das ditas “ciências sociais” que não passam de disciplinas filosóficas, que como todas as filosofias, só  contemplam o mundo ao invés de se ocuparem da sua transformação. Como os humanos adoram banalizar as coisas – e as palavras – os termos ciência e cientista foram banalizados e são frequentemente utilizados no lugar de técnica e técnicos.

                       

                      Abraços e obrigado pela recepção acalorada que exigiu que eu ligasse o ventilador na posição anti-narcísica.

                       

                      Mtnos Calil

                       

                       

                       

                       

                       

                       

                       

                       

                      De: ciencialist@... [mailto:ciencialist@yahoogrupo s.com.br]
                      Enviada em: terça-feira, 28 de novembro de 2017 17:39
                      Para: Calil Terra; ciencialist@...
                      Assunto: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                       

                       

                      Calilzófilo, há quanto tempo não vejo mensagens tuas!

                      Que saudades, meu véio! Que legal!

                       

                      E vejo que tu também já esteve lá na privada adicionando

                      alguns teoremas naquela teoria. Continue com a produção!

                       

                      Eu por aqui, só para variar, fico apenas falando bobajaiadas

                      catastroficamente escatológicas e estranhafúrdias. Quem

                      quiser conhecer mais de perto minhas ultimas vociferações

                      desgraçadamente despudoradas poderá me ver lá na facebokéia,

                      meu nomezinho lá é "Pesky Souza Bee".

                       

                      *PB*

                       

                       

                      Sent: Tuesday, November 28, 2017 5:09 PM

                      Subject: RES: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                       

                      O universo é musical e a nova disciplina que estuda os significados da música natural é a SONIFICAÇÃO

                      A música é essencialmente matemática.

                      Logo a linguagem da natureza é musical e matemática.

                       

                      Mtnos Calil 

                       

                      De: ciencialist@... [mailto:ciencialist@yahoogrupo s.com.br]
                      Enviada em: terça-feira, 28 de novembro de 2017 16:14
                      Para: ciencialist@...
                      Assunto: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                       

                       

                      É bem capaz que o Penrose tenha fundado uma nova

                      disciplina: a Bostemática, hahahahahahaha

                       

                      E agora com licença que vou ao banheiro produzir

                      um novo teorema da bostemática, hahahahahahaha

                       

                      *PB*

                       

                       

                       

                      Sent: Tuesday, November 28, 2017 2:33 PM

                      Subject: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                       





                      Cada vez que leio esta *#@¢£ do tal de Penrose, quase vomito.

                       

                      Como um ser pensante pode falar tanta asnice!!

                       

                      Helio.

                       


                      De: "José Victor jvoneto1@... [ciencialist]" <ciencialist@....b r>
                      Para: ciencialist@...
                      Enviadas: Sexta-feira, 24 de Novembro de 2017 22:02
                      Assunto: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                       

                       

                       

                      Olá,

                       

                      Deu no InovaçãoTecnológica:

                       

                       

                      Parece que a avaliação de Roger Penrose, sobre matemática, que já postei aquí, mostra-se mais como ele diz, e menos como pensa uma maioria, intelectuais, curiosos, e, inclusive... matemáticos.

                       

                      É como se a matemática ganhasse pernas próprias...Uau!

                       

                      "Uma das coisas mais notáveis acerca do comportamento do Universo é que ele parece fundamentar-se na matemática. Quanto mais profundamente entramos nas leis da Natureza, mais parece que o mundo físico quase se se evapora e ficamos com a matemática. Quanto mais profundamente entendemos a Natureza, mais somos conduzidos para dentro desse mundo da matemática e dos conceitos matemáticos."  Roger Penrose.

                       

                      Particularmente, acho que faço parte dos 5% de animais pensantes que você encontra em todo lugar que vai...

                       

                      Sds,

                      Victor.

                       

                       

                       

                      Imagem removida pelo remetente.

                      Livre de vírus. www.avast.com.

                       
                       


                    • Calil Terra
                      A administração cientifica da sociedade – ACS - não opera com os conceitos de Deus e religião. Nem opera nem nega, dando, obviamente todo o direito aos
                      Mensagem 10 de 17 , 15 de dez de 2017

                        A administração cientifica da sociedade – ACS -  não opera com os conceitos de Deus e religião. Nem opera nem nega, dando, obviamente todo o direito aos membros da sociedade cultivarem as crenças e desejos que quiserem. Por outro lado deve repudiar crenças segundo as quais os pobres e miseráveis serão contemplados no reino de Deus. Um dos objetivos básicos da ACS é promover o bem estar e a felicidade do homem aqui na terra.

                         

                        Abraços

                        Mtnos Calil

                        Sistma LPC – Lógica e precisão na comunicação

                         

                        Ps. Para demonstrar como a ciência está a mil anos luz da administração da sociedade, basta citar o fato de os países serem governados, ou seja, administrados,  por políticos.

                         

                        De: ciencialist@... [mailto:ciencialist@...]
                        Enviada em: sexta-feira, 15 de dezembro de 2017 06:32
                        Para: ciencialist@...; Pesky Bee
                        Assunto: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza. + administração cientifica da sociedade

                         

                         

                        Algo a ver com o assunto?

                         

                        Atualizando a elucubração: Por definição, SE Deus é o todo, também inclui a parte REAL do número complexo, que pode ser representado por tudo que percebemos com os nossos sentidos ou instrumentos de medição, ENTÃO, tal qual um número complexo, Deus é REALIDADE e IMAGINAÇÃO. Na parte da imaginação cabe tudo aquilo que ainda não percebemos. Lembrando que a parte da imaginação tem um coeficiente que é REAL.

                         

                        Em 1 de dezembro de 2017 12:19, 'Pesky Bee' peskybee2@... [ciencialist] <ciencialist@...> escreveu:

                         

                        Prefiro os 2kg de cobre. Já pensou se o saco de bósta

                        estourar? E espalhar cocolatria para todo lado? E aí

                        eu vou agitar o meu pezinho, jogando bósta até no lustre

                        da sala? Porra, como é duro ser cientista, hahahahahahaha

                         

                        *PB*

                         

                         

                         

                        Sent: Thursday, November 30, 2017 7:52 PM

                        Subject: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza. + administração cientifica da sociedade

                         

                        Olá,

                         

                        "Zé Victão, não entendi porque massa de cobre. Não

                        poderia ser 2kg de chumbo? Ou então 2kg de bósta de cavalo?'

                         

                        Os dois primeiros,  por serem sólidos, lembrarão que você é chorão, não imune à dor;contudo,  o último, mesmo pastoso, também serve... ao invés de dor, sentirá o pézinho envolto em algo mole e quentinho, sobretudo se o produto acabou de ser produzido..

                        Então, a ilusão se reduzirá um ops!, ou ai, ai, oi, oi!

                         

                        Sds,

                        Victor

                         

                         

                         

                        Em 30 de novembro de 2017 12:09, 'Pesky Bee' peskybee2@... [ciencialist] <ciencialist@...> escreveu:

                         

                        Zé Victão, não entendi porque massa de cobre. Não

                        poderia ser 2kg de chumbo? Ou então 2kg de bósta de cavalo?

                         

                        De qualquer forma, se essa massa cair no pé de um

                        manoel que não tem conexões nervosas entre o pé e

                        a cachola, ele não vai nem estar aí para essa queda.

                         

                        E tem aquele outro caso dos sujeitos que tem uma

                        disfunção neural capaz de provocar imensas dores

                        realistas, similares à queda da cagada de cavalo no pé,

                        só que é tudo imaginação, nada provoca fisicamente essas

                        dores (só os safados impulsozinhos neurais randômicos,

                        claro).

                         

                        Então a coisa é bem essa: a nossa consciência (aquilo

                        que nos faz achar que "somos algo" e que estamos em

                        um universo físico) é algo inacreditavelmente misterioso

                        (e eu diria inexpugnável).

                         

                        Afinal, tudo isso (a nossa consciência, o cachorro da vizinha,

                        a bunda da Anitta, a galáxia de Andrômeda, tudo, tudo) "poderia"

                        ser apenas uma big, imensa, magistralmente colossal simulação

                        em um hiper-mega-blaster computadorzáço de um alien fora do

                        universo, e que ele deixou esse big computadorzão rodando o

                        programa (que criou o big-bang, as galáxias, e a porrilhada

                        toda) durante o tempo em que esse alien foi dar uma solene

                        de uma cagada que vai demorar 29,5 bilhões de anos. Quando ele

                        voltar ele desliga tudo, enquanto isso nós vamos vivendo.

                        Poderia ser isso ou não poderia? É claro que foderia (digo,

                        poderia, hahahahahaha)

                         

                        *PB*

                         

                         

                         

                         

                        Sent: Thursday, November 30, 2017 10:51 AM

                        Subject: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza. + administração cientifica da sociedade

                         

                        Olá,

                         

                        "...digo apenas que tudo

                        o que nós achamos que existe é apenas fruto de nossa imaginação

                        e concepção. Tudo mesmo."

                         

                        Tá certo, tá certo... Mas deixa uma massa de cobre de 2kg  cair em teu pé descalço para ver se isso é apenas imaginação.

                         

                        Sds,

                        Victor.

                         

                         

                        Em 29 de novembro de 2017 09:51, 'Pesky Bee' peskybee2@... [ciencialist] <ciencialist@...> escreveu:

                         

                        Krái, Calilzófilo, se eu ganhasse 1 real por cada parágrafo

                        que tu digitas, hoje eu estaria riiiiiico! hahahahahaha

                         

                        Óia, sobre essas assuntelhações diversificadas que vossa

                        sapiência deixou escorrer pelo teclado, digo apenas que tudo

                        o que nós achamos que existe é apenas fruto de nossa imaginação

                        e concepção. Tudo mesmo. E jogando gasolina na fogueira,

                        vocês já ouviram falar em Biocentrismo, do Robert Lanza?

                        É de revirar a cachola até ela dar de cara com o cúrrugado

                        orifício traseiro, hahahahahahaha

                         

                        *PB*

                         

                         

                         

                         

                        Sent: Tuesday, November 28, 2017 6:39 PM

                        Subject: RES: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza. + administração cientifica da sociedade

                         

                        Depois desta acalorada recepção peskyzófila (acima de 40º. Fahrenheit ou 4,44º. Celsius) me atreverei a retornar a este notável grupo cientificista para tratar do tema “administração cientifica da sociedade humana” que é uma utopia não regressiva. As utopias regressivas são reedições de idéias transformadoras já condenadas pelas história, a exemplo do comunismo marxista (não confundir com o novo comunismo que inventaram na China capitalista, que é um exemplo pós-moderno da esquizofrenia politica). Alguns camaradas  da pós-modernidade, resignados com a incompetência dos humanos em resolver seus problemas, dividiram as utopias em duas categorias – as  regressivas,  cuja chance de realização é igual a zero e as realistas cuja chance de realização é infinitesimal, ou seja, algo maior que zero).

                         

                        Com relação à linguagem matemático-musical da natureza (ou do universo), permita-me acrescentar que existe um processo matemático inconsciente que se manifesta por exemplo,  no cérebro do meu gato Felix, quando ele faz um cálculo perfeito para pular numa banqueta e em seguida pular no tanque onde bebe a água corrente.

                        Não sei porém, se foi a mãe dele que o ensinou a beber água corrente ou se ele já nasceu com essa programação musical, já que ele ouve o som agradável da água.

                         

                        A agradabilidade dos sons não se nota apenas na linguagem humana, quando por exemplo uma mãe fala emitindo um som suave e sorrindo para seu bebê. O canto das aves e o som das águas da chuva, do mar e dos rios são agradáveis e relaxantes. Se existe entre os humanos e os outros animais uma linguagem sem palavras, porque a natureza não seria dotada da mesma competência? Às vezes os humanos se esquecem que são produtos da própria natureza contra a qual resolveram lutar de uma forma suicida.

                        Fala-se que os homens estão destruindo o planeta.  Mas antes que eles consigam realizar essa monstruosidade, vão destruir a si mesmos. Talvez prefiram fazer as pazes com a Natureza. Mas para isso será necessário que o poder não seja mais ocupado por psicopatas ou malucos dotados de outras enfermidades, além dos transtornos ideológicos da esquerda e da direita.

                         

                        Cabe lembrar que a administração cientifica da sociedade exige o sepultamento de todas as ideologias políticas. As ideologias não políticas podem continuar vivas, desde que não se instalem no poder. O novo Estado seria ideologicamente laico. E como não parece possivel acabar com a pior das invenções humanas, o dinheiro, talvez seja possivel acabar com a financeirização do capitalismo cuja psicopatia provoca a morte de milhões de pessoas e a fome em cerca de um bilhão.

                         

                        Finalizando, permita-me lembrar que o “cientificismo” é uma ideologia que venera as ciências que não têm o próprio homem como objeto e ignora por completo a necessidade de se criar verdadeiras ciências humanas, e não o simulacro das ditas “ciências sociais” que não passam de disciplinas filosóficas, que como todas as filosofias, só  contemplam o mundo ao invés de se ocuparem da sua transformação. Como os humanos adoram banalizar as coisas – e as palavras – os termos ciência e cientista foram banalizados e são frequentemente utilizados no lugar de técnica e técnicos.

                         

                        Abraços e obrigado pela recepção acalorada que exigiu que eu ligasse o ventilador na posição anti-narcísica.

                         

                        Mtnos Calil

                         

                         

                         

                         

                         

                         

                         

                         

                        De: ciencialist@... [mailto:ciencialist@...]
                        Enviada em: terça-feira, 28 de novembro de 2017 17:39
                        Para: Calil Terra; ciencialist@...
                        Assunto: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                         

                         

                        Calilzófilo, há quanto tempo não vejo mensagens tuas!

                        Que saudades, meu véio! Que legal!

                         

                        E vejo que tu também já esteve lá na privada adicionando

                        alguns teoremas naquela teoria. Continue com a produção!

                         

                        Eu por aqui, só para variar, fico apenas falando bobajaiadas

                        catastroficamente escatológicas e estranhafúrdias. Quem

                        quiser conhecer mais de perto minhas ultimas vociferações

                        desgraçadamente despudoradas poderá me ver lá na facebokéia,

                        meu nomezinho lá é "Pesky Souza Bee".

                         

                        *PB*

                         

                         

                        Sent: Tuesday, November 28, 2017 5:09 PM

                        Subject: RES: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                         

                        O universo é musical e a nova disciplina que estuda os significados da música natural é a SONIFICAÇÃO

                        A música é essencialmente matemática.

                        Logo a linguagem da natureza é musical e matemática.

                         

                        Mtnos Calil 

                         

                        De: ciencialist@... [mailto:ciencialist@...]
                        Enviada em: terça-feira, 28 de novembro de 2017 16:14
                        Para: ciencialist@...
                        Assunto: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                         

                         

                        É bem capaz que o Penrose tenha fundado uma nova

                        disciplina: a Bostemática, hahahahahahaha

                         

                        E agora com licença que vou ao banheiro produzir

                        um novo teorema da bostemática, hahahahahahaha

                         

                        *PB*

                         

                         

                         

                        Sent: Tuesday, November 28, 2017 2:33 PM

                        Subject: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                         




                        Cada vez que leio esta *#@¢£ do tal de Penrose, quase vomito.

                         

                        Como um ser pensante pode falar tanta asnice!!

                         

                        Helio.

                         


                        De: "José Victor jvoneto1@... [ciencialist]" <ciencialist@...>
                        Para: ciencialist@...
                        Enviadas: Sexta-feira, 24 de Novembro de 2017 22:02
                        Assunto: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                         

                         

                         

                        Olá,

                         

                        Deu no InovaçãoTecnológica:

                         

                         

                        Parece que a avaliação de Roger Penrose, sobre matemática, que já postei aquí, mostra-se mais como ele diz, e menos como pensa uma maioria, intelectuais, curiosos, e, inclusive... matemáticos.

                         

                        É como se a matemática ganhasse pernas próprias...Uau!

                         

                        "Uma das coisas mais notáveis acerca do comportamento do Universo é que ele parece fundamentar-se na matemática. Quanto mais profundamente entramos nas leis da Natureza, mais parece que o mundo físico quase se se evapora e ficamos com a matemática. Quanto mais profundamente entendemos a Natureza, mais somos conduzidos para dentro desse mundo da matemática e dos conceitos matemáticos."  Roger Penrose.

                         

                        Particularmente, acho que faço parte dos 5% de animais pensantes que você encontra em todo lugar que vai...

                         

                        Sds,

                        Victor.

                         

                         

                         

                      • Belmiro Wolski
                        Caro Tipoalgo! Os números imaginários não são imaginários, ao contrário, eles são bem reais. Não reais, aqueles reais dos números reais, mas reais por
                        Mensagem 11 de 17 , 15 de dez de 2017

                          Caro Tipoalgo!

                          Os números imaginários não são imaginários, ao contrário, eles são bem reais. Não reais, aqueles reais dos números reais, mas reais por existirem! Kkkkk! E os instrumentos de medição não medem a parte real dos números complexos, mas sim seu módulo. E, do meu ponto de vista, o Deus onipotente, onipresente e onisciente, independentemente de existir ou não, apenas conceitualmente falando, envolve tudo que percebemos e não percebemos e também o nada. Logo, esse Deus nada tem a ver com o Deus da Bíblia, que é, segundo as narrações ali contidas, bastante limitado.

                          Um abraço,

                          Belmiro
                          Em sexta-feira, 15 de dezembro de 2017 06:32:00 BRST, Tipoalgo tipoalgo@... [ciencialist] <ciencialist@...> escreveu:


                           

                          Algo a ver com o assunto?

                          Atualizando a elucubração: Por definição, SE Deus é o todo, também inclui a parte REAL do número complexo, que pode ser representado por tudo que percebemos com os nossos sentidos ou instrumentos de medição, ENTÃO, tal qual um número complexo, Deus é REALIDADE e IMAGINAÇÃO. Na parte da imaginação cabe tudo aquilo que ainda não percebemos. Lembrando que a parte da imaginação tem um coeficiente que é REAL.

                          Em 1 de dezembro de 2017 12:19, 'Pesky Bee' peskybee2@... [ciencialist] <ciencialist@...> escreveu:
                           

                          Prefiro os 2kg de cobre. Já pensou se o saco de bósta
                          estourar? E espalhar cocolatria para todo lado? E aí
                          eu vou agitar o meu pezinho, jogando bósta até no lustre
                          da sala? Porra, como é duro ser cientista, hahahahahahaha
                           
                          *PB*
                           
                           
                           
                          Sent: Thursday, November 30, 2017 7:52 PM
                          Subject: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza. + administração cientifica da sociedade
                           
                          Olá,
                           
                          "Zé Victão, não entendi porque massa de cobre. Não
                          poderia ser 2kg de chumbo? Ou então 2kg de bósta de cavalo?'
                           
                          Os dois primeiros,  por serem sólidos, lembrarão que você é chorão, não imune à dor;contudo,  o último, mesmo pastoso, também serve... ao invés de dor, sentirá o pézinho envolto em algo mole e quentinho, sobretudo se o produto acabou de ser produzido..
                          Então, a ilusão se reduzirá um ops!, ou ai, ai, oi, oi!
                           
                          Sds,
                          Victor
                           
                           
                           
                          Em 30 de novembro de 2017 12:09, 'Pesky Bee' peskybee2@... [ciencialist] <ciencialist@.... br> escreveu:
                           
                          Zé Victão, não entendi porque massa de cobre. Não
                          poderia ser 2kg de chumbo? Ou então 2kg de bósta de cavalo?
                           
                          De qualquer forma, se essa massa cair no pé de um
                          manoel que não tem conexões nervosas entre o pé e
                          a cachola, ele não vai nem estar aí para essa queda.
                           
                          E tem aquele outro caso dos sujeitos que tem uma
                          disfunção neural capaz de provocar imensas dores
                          realistas, similares à queda da cagada de cavalo no pé,
                          só que é tudo imaginação, nada provoca fisicamente essas
                          dores (só os safados impulsozinhos neurais randômicos,
                          claro).
                           
                          Então a coisa é bem essa: a nossa consciência (aquilo
                          que nos faz achar que "somos algo" e que estamos em
                          um universo físico) é algo inacreditavelmente misterioso
                          (e eu diria inexpugnável).
                           
                          Afinal, tudo isso (a nossa consciência, o cachorro da vizinha,
                          a bunda da Anitta, a galáxia de Andrômeda, tudo, tudo) "poderia"
                          ser apenas uma big, imensa, magistralmente colossal simulação
                          em um hiper-mega-blaster computadorzáço de um alien fora do
                          universo, e que ele deixou esse big computadorzão rodando o
                          programa (que criou o big-bang, as galáxias, e a porrilhada
                          toda) durante o tempo em que esse alien foi dar uma solene
                          de uma cagada que vai demorar 29,5 bilhões de anos. Quando ele
                          voltar ele desliga tudo, enquanto isso nós vamos vivendo.
                          Poderia ser isso ou não poderia? É claro que foderia (digo,
                          poderia, hahahahahaha)
                           
                          *PB*
                           
                           
                           
                           
                          Sent: Thursday, November 30, 2017 10:51 AM
                          Subject: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza. + administração cientifica da sociedade
                           
                          Olá,
                           
                          "...digo apenas que tudo
                          o que nós achamos que existe é apenas fruto de nossa imaginação
                          e concepção. Tudo mesmo."
                           
                          Tá certo, tá certo... Mas deixa uma massa de cobre de 2kg  cair em teu pé descalço para ver se isso é apenas imaginação.
                           
                          Sds,
                          Victor.
                           
                           
                          Em 29 de novembro de 2017 09:51, 'Pesky Bee' peskybee2@... [ciencialist] <ciencialist@....b r> escreveu:
                           
                          Krái, Calilzófilo, se eu ganhasse 1 real por cada parágrafo
                          que tu digitas, hoje eu estaria riiiiiico! hahahahahaha
                           
                          Óia, sobre essas assuntelhações diversificadas que vossa
                          sapiência deixou escorrer pelo teclado, digo apenas que tudo
                          o que nós achamos que existe é apenas fruto de nossa imaginação
                          e concepção. Tudo mesmo. E jogando gasolina na fogueira,
                          vocês já ouviram falar em Biocentrismo, do Robert Lanza?
                          É de revirar a cachola até ela dar de cara com o cúrrugado
                          orifício traseiro, hahahahahahaha
                           
                          *PB*
                           
                           
                           
                           
                          Sent: Tuesday, November 28, 2017 6:39 PM
                          Subject: RES: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza. + administração cientifica da sociedade
                           

                          Depois desta acalorada recepção peskyzófila (acima de 40º. Fahrenheit ou 4,44º. Celsius) me atreverei a retornar a este notável grupo cientificista para tratar do tema “administração cientifica da sociedade humana” que é uma utopia não regressiva. As utopias regressivas são reedições de idéias transformadoras já condenadas pelas história, a exemplo do comunismo marxista (não confundir com o novo comunismo que inventaram na China capitalista, que é um exemplo pós-moderno da esquizofrenia politica). Alguns camaradas  da pós-modernidade, resignados com a incompetência dos humanos em resolver seus problemas, dividiram as utopias em duas categorias – as  regressivas,  cuja chance de realização é igual a zero e as realistas cuja chance de realização é infinitesimal, ou seja, algo maior que zero).

                           

                          Com relação à linguagem matemático-musical da natureza (ou do universo), permita-me acrescentar que existe um processo matemático inconsciente que se manifesta por exemplo,  no cérebro do meu gato Felix, quando ele faz um cálculo perfeito para pular numa banqueta e em seguida pular no tanque onde bebe a água corrente.

                          Não sei porém, se foi a mãe dele que o ensinou a beber água corrente ou se ele já nasceu com essa programação musical, já que ele ouve o som agradável da água.

                           

                          A agradabilidade dos sons não se nota apenas na linguagem humana, quando por exemplo uma mãe fala emitindo um som suave e sorrindo para seu bebê. O canto das aves e o som das águas da chuva, do mar e dos rios são agradáveis e relaxantes. Se existe entre os humanos e os outros animais uma linguagem sem palavras, porque a natureza não seria dotada da mesma competência? Às vezes os humanos se esquecem que são produtos da própria natureza contra a qual resolveram lutar de uma forma suicida.

                          Fala-se que os homens estão destruindo o planeta.  Mas antes que eles consigam realizar essa monstruosidade, vão destruir a si mesmos. Talvez prefiram fazer as pazes com a Natureza. Mas para isso será necessário que o poder não seja mais ocupado por psicopatas ou malucos dotados de outras enfermidades, além dos transtornos ideológicos da esquerda e da direita.

                           

                          Cabe lembrar que a administração cientifica da sociedade exige o sepultamento de todas as ideologias políticas. As ideologias não políticas podem continuar vivas, desde que não se instalem no poder. O novo Estado seria ideologicamente laico. E como não parece possivel acabar com a pior das invenções humanas, o dinheiro, talvez seja possivel acabar com a financeirização do capitalismo cuja psicopatia provoca a morte de milhões de pessoas e a fome em cerca de um bilhão.

                           

                          Finalizando, permita-me lembrar que o “cientificismo” é uma ideologia que venera as ciências que não têm o próprio homem como objeto e ignora por completo a necessidade de se criar verdadeiras ciências humanas, e não o simulacro das ditas “ciências sociais” que não passam de disciplinas filosóficas, que como todas as filosofias, só  contemplam o mundo ao invés de se ocuparem da sua transformação. Como os humanos adoram banalizar as coisas – e as palavras – os termos ciência e cientista foram banalizados e são frequentemente utilizados no lugar de técnica e técnicos.

                           

                          Abraços e obrigado pela recepção acalorada que exigiu que eu ligasse o ventilador na posição anti-narcísica.

                           

                          Mtnos Calil

                           

                           

                           

                           

                           

                           

                           

                           

                          De: ciencialist@... [mailto:ciencialist@yahoogrupo s.com.br]
                          Enviada em: terça-feira, 28 de novembro de 2017 17:39
                          Para: Calil Terra; ciencialist@...
                          Assunto: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                           

                           

                          Calilzófilo, há quanto tempo não vejo mensagens tuas!

                          Que saudades, meu véio! Que legal!

                           

                          E vejo que tu também já esteve lá na privada adicionando

                          alguns teoremas naquela teoria. Continue com a produção!

                           

                          Eu por aqui, só para variar, fico apenas falando bobajaiadas

                          catastroficamente escatológicas e estranhafúrdias. Quem

                          quiser conhecer mais de perto minhas ultimas vociferações

                          desgraçadamente despudoradas poderá me ver lá na facebokéia,

                          meu nomezinho lá é "Pesky Souza Bee".

                           

                          *PB*

                           

                           

                          Sent: Tuesday, November 28, 2017 5:09 PM

                          Subject: RES: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                           

                          O universo é musical e a nova disciplina que estuda os significados da música natural é a SONIFICAÇÃO

                          A música é essencialmente matemática.

                          Logo a linguagem da natureza é musical e matemática.

                           

                          Mtnos Calil 

                           

                          De: ciencialist@... [mailto:ciencialist@yahoogrupo s.com.br]
                          Enviada em: terça-feira, 28 de novembro de 2017 16:14
                          Para: ciencialist@...
                          Assunto: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                           

                           

                          É bem capaz que o Penrose tenha fundado uma nova

                          disciplina: a Bostemática, hahahahahahaha

                           

                          E agora com licença que vou ao banheiro produzir

                          um novo teorema da bostemática, hahahahahahaha

                           

                          *PB*

                           

                           

                           

                          Sent: Tuesday, November 28, 2017 2:33 PM

                          Subject: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                           





                          Cada vez que leio esta *#@¢£ do tal de Penrose, quase vomito.

                           

                          Como um ser pensante pode falar tanta asnice!!

                           

                          Helio.

                           


                          De: "José Victor jvoneto1@... [ciencialist]" <ciencialist@....b r>
                          Para: ciencialist@...
                          Enviadas: Sexta-feira, 24 de Novembro de 2017 22:02
                          Assunto: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                           

                           

                           

                          Olá,

                           

                          Deu no InovaçãoTecnológica:

                           

                           

                          Parece que a avaliação de Roger Penrose, sobre matemática, que já postei aquí, mostra-se mais como ele diz, e menos como pensa uma maioria, intelectuais, curiosos, e, inclusive... matemáticos.

                           

                          É como se a matemática ganhasse pernas próprias...Uau!

                           

                          "Uma das coisas mais notáveis acerca do comportamento do Universo é que ele parece fundamentar-se na matemática. Quanto mais profundamente entramos nas leis da Natureza, mais parece que o mundo físico quase se se evapora e ficamos com a matemática. Quanto mais profundamente entendemos a Natureza, mais somos conduzidos para dentro desse mundo da matemática e dos conceitos matemáticos."  Roger Penrose.

                           

                          Particularmente, acho que faço parte dos 5% de animais pensantes que você encontra em todo lugar que vai...

                           

                          Sds,

                          Victor.

                           

                           

                           

                          Imagem removida pelo remetente.

                          Livre de vírus. www.avast.com.

                           
                           


                        • Tipoalgo
                          Olá Mestre Belmiro. Na elucubração, a ideia é uma tentativa rasteira em harmonizar Ciência e Religião, tarefa difícil, senão impossível, bem sabemos.
                          Mensagem 12 de 17 , 15 de dez de 2017
                            Olá Mestre Belmiro.

                            Na elucubração, a ideia é uma tentativa rasteira em harmonizar Ciência e Religião, tarefa difícil, senão impossível, bem sabemos.
                            O que eu quis dizer é exatamente isso: um número complexo tem uma parte imaginária (raiz quadrada de número negativo, -1) e existe, é real.
                            A comparação é apenas quanto a natureza divina, o fato dEle ser também real e imaginário.
                            Quanto à Biblia, tem muita sabedoria, mas também tem muito "mistério".
                            Digamos então que Deus é um número complexo na forma DEUS = Ciência + Religião i

                            Abraço Tipoalgo.
                             
                             



                            Em 15 de dezembro de 2017 17:30, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@...> escreveu:
                             


                            Caro Tipoalgo!

                            Os números imaginários não são imaginários, ao contrário, eles são bem reais. Não reais, aqueles reais dos números reais, mas reais por existirem! Kkkkk! E os instrumentos de medição não medem a parte real dos números complexos, mas sim seu módulo. E, do meu ponto de vista, o Deus onipotente, onipresente e onisciente, independentemente de existir ou não, apenas conceitualmente falando, envolve tudo que percebemos e não percebemos e também o nada. Logo, esse Deus nada tem a ver com o Deus da Bíblia, que é, segundo as narrações ali contidas, bastante limitado.

                            Um abraço,

                            Belmiro
                            Em sexta-feira, 15 de dezembro de 2017 06:32:00 BRST, Tipoalgo tipoalgo@... [ciencialist] <ciencialist@.... br> escreveu:


                             

                            Algo a ver com o assunto?

                            Atualizando a elucubração: Por definição, SE Deus é o todo, também inclui a parte REAL do número complexo, que pode ser representado por tudo que percebemos com os nossos sentidos ou instrumentos de medição, ENTÃO, tal qual um número complexo, Deus é REALIDADE e IMAGINAÇÃO. Na parte da imaginação cabe tudo aquilo que ainda não percebemos. Lembrando que a parte da imaginação tem um coeficiente que é REAL.

                            Em 1 de dezembro de 2017 12:19, 'Pesky Bee' peskybee2@... [ciencialist] <ciencialist@.... br> escreveu:
                             

                            Prefiro os 2kg de cobre. Já pensou se o saco de bósta
                            estourar? E espalhar cocolatria para todo lado? E aí
                            eu vou agitar o meu pezinho, jogando bósta até no lustre
                            da sala? Porra, como é duro ser cientista, hahahahahahaha
                             
                            *PB*
                             
                             
                             
                            Sent: Thursday, November 30, 2017 7:52 PM
                            Subject: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza. + administração cientifica da sociedade
                             
                            Olá,
                             
                            "Zé Victão, não entendi porque massa de cobre. Não
                            poderia ser 2kg de chumbo? Ou então 2kg de bósta de cavalo?'
                             
                            Os dois primeiros,  por serem sólidos, lembrarão que você é chorão, não imune à dor;contudo,  o último, mesmo pastoso, também serve... ao invés de dor, sentirá o pézinho envolto em algo mole e quentinho, sobretudo se o produto acabou de ser produzido..
                            Então, a ilusão se reduzirá um ops!, ou ai, ai, oi, oi!
                             
                            Sds,
                            Victor
                             
                             
                             
                            Em 30 de novembro de 2017 12:09, 'Pesky Bee' peskybee2@... [ciencialist] <ciencialist@.... br> escreveu:
                             
                            Zé Victão, não entendi porque massa de cobre. Não
                            poderia ser 2kg de chumbo? Ou então 2kg de bósta de cavalo?
                             
                            De qualquer forma, se essa massa cair no pé de um
                            manoel que não tem conexões nervosas entre o pé e
                            a cachola, ele não vai nem estar aí para essa queda.
                             
                            E tem aquele outro caso dos sujeitos que tem uma
                            disfunção neural capaz de provocar imensas dores
                            realistas, similares à queda da cagada de cavalo no pé,
                            só que é tudo imaginação, nada provoca fisicamente essas
                            dores (só os safados impulsozinhos neurais randômicos,
                            claro).
                             
                            Então a coisa é bem essa: a nossa consciência (aquilo
                            que nos faz achar que "somos algo" e que estamos em
                            um universo físico) é algo inacreditavelmente misterioso
                            (e eu diria inexpugnável).
                             
                            Afinal, tudo isso (a nossa consciência, o cachorro da vizinha,
                            a bunda da Anitta, a galáxia de Andrômeda, tudo, tudo) "poderia"
                            ser apenas uma big, imensa, magistralmente colossal simulação
                            em um hiper-mega-blaster computadorzáço de um alien fora do
                            universo, e que ele deixou esse big computadorzão rodando o
                            programa (que criou o big-bang, as galáxias, e a porrilhada
                            toda) durante o tempo em que esse alien foi dar uma solene
                            de uma cagada que vai demorar 29,5 bilhões de anos. Quando ele
                            voltar ele desliga tudo, enquanto isso nós vamos vivendo.
                            Poderia ser isso ou não poderia? É claro que foderia (digo,
                            poderia, hahahahahaha)
                             
                            *PB*
                             
                             
                             
                             
                            Sent: Thursday, November 30, 2017 10:51 AM
                            Subject: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza. + administração cientifica da sociedade
                             
                            Olá,
                             
                            "...digo apenas que tudo
                            o que nós achamos que existe é apenas fruto de nossa imaginação
                            e concepção. Tudo mesmo."
                             
                            Tá certo, tá certo... Mas deixa uma massa de cobre de 2kg  cair em teu pé descalço para ver se isso é apenas imaginação.
                             
                            Sds,
                            Victor.
                             
                             
                            Em 29 de novembro de 2017 09:51, 'Pesky Bee' peskybee2@... [ciencialist] <ciencialist@....b r> escreveu:
                             
                            Krái, Calilzófilo, se eu ganhasse 1 real por cada parágrafo
                            que tu digitas, hoje eu estaria riiiiiico! hahahahahaha
                             
                            Óia, sobre essas assuntelhações diversificadas que vossa
                            sapiência deixou escorrer pelo teclado, digo apenas que tudo
                            o que nós achamos que existe é apenas fruto de nossa imaginação
                            e concepção. Tudo mesmo. E jogando gasolina na fogueira,
                            vocês já ouviram falar em Biocentrismo, do Robert Lanza?
                            É de revirar a cachola até ela dar de cara com o cúrrugado
                            orifício traseiro, hahahahahahaha
                             
                            *PB*
                             
                             
                             
                             
                            Sent: Tuesday, November 28, 2017 6:39 PM
                            Subject: RES: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza. + administração cientifica da sociedade
                             

                            Depois desta acalorada recepção peskyzófila (acima de 40º. Fahrenheit ou 4,44º. Celsius) me atreverei a retornar a este notável grupo cientificista para tratar do tema “administração cientifica da sociedade humana” que é uma utopia não regressiva. As utopias regressivas são reedições de idéias transformadoras já condenadas pelas história, a exemplo do comunismo marxista (não confundir com o novo comunismo que inventaram na China capitalista, que é um exemplo pós-moderno da esquizofrenia politica). Alguns camaradas  da pós-modernidade, resignados com a incompetência dos humanos em resolver seus problemas, dividiram as utopias em duas categorias – as  regressivas,  cuja chance de realização é igual a zero e as realistas cuja chance de realização é infinitesimal, ou seja, algo maior que zero).

                             

                            Com relação à linguagem matemático-musical da natureza (ou do universo), permita-me acrescentar que existe um processo matemático inconsciente que se manifesta por exemplo,  no cérebro do meu gato Felix, quando ele faz um cálculo perfeito para pular numa banqueta e em seguida pular no tanque onde bebe a água corrente.

                            Não sei porém, se foi a mãe dele que o ensinou a beber água corrente ou se ele já nasceu com essa programação musical, já que ele ouve o som agradável da água.

                             

                            A agradabilidade dos sons não se nota apenas na linguagem humana, quando por exemplo uma mãe fala emitindo um som suave e sorrindo para seu bebê. O canto das aves e o som das águas da chuva, do mar e dos rios são agradáveis e relaxantes. Se existe entre os humanos e os outros animais uma linguagem sem palavras, porque a natureza não seria dotada da mesma competência? Às vezes os humanos se esquecem que são produtos da própria natureza contra a qual resolveram lutar de uma forma suicida.

                            Fala-se que os homens estão destruindo o planeta.  Mas antes que eles consigam realizar essa monstruosidade, vão destruir a si mesmos. Talvez prefiram fazer as pazes com a Natureza. Mas para isso será necessário que o poder não seja mais ocupado por psicopatas ou malucos dotados de outras enfermidades, além dos transtornos ideológicos da esquerda e da direita.

                             

                            Cabe lembrar que a administração cientifica da sociedade exige o sepultamento de todas as ideologias políticas. As ideologias não políticas podem continuar vivas, desde que não se instalem no poder. O novo Estado seria ideologicamente laico. E como não parece possivel acabar com a pior das invenções humanas, o dinheiro, talvez seja possivel acabar com a financeirização do capitalismo cuja psicopatia provoca a morte de milhões de pessoas e a fome em cerca de um bilhão.

                             

                            Finalizando, permita-me lembrar que o “cientificismo” é uma ideologia que venera as ciências que não têm o próprio homem como objeto e ignora por completo a necessidade de se criar verdadeiras ciências humanas, e não o simulacro das ditas “ciências sociais” que não passam de disciplinas filosóficas, que como todas as filosofias, só  contemplam o mundo ao invés de se ocuparem da sua transformação. Como os humanos adoram banalizar as coisas – e as palavras – os termos ciência e cientista foram banalizados e são frequentemente utilizados no lugar de técnica e técnicos.

                             

                            Abraços e obrigado pela recepção acalorada que exigiu que eu ligasse o ventilador na posição anti-narcísica.

                             

                            Mtnos Calil

                             

                             

                             

                             

                             

                             

                             

                             

                            De: ciencialist@... [mailto:ciencialist@yahoogrupo s.com.br]
                            Enviada em: terça-feira, 28 de novembro de 2017 17:39
                            Para: Calil Terra; ciencialist@...
                            Assunto: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                             

                             

                            Calilzófilo, há quanto tempo não vejo mensagens tuas!

                            Que saudades, meu véio! Que legal!

                             

                            E vejo que tu também já esteve lá na privada adicionando

                            alguns teoremas naquela teoria. Continue com a produção!

                             

                            Eu por aqui, só para variar, fico apenas falando bobajaiadas

                            catastroficamente escatológicas e estranhafúrdias. Quem

                            quiser conhecer mais de perto minhas ultimas vociferações

                            desgraçadamente despudoradas poderá me ver lá na facebokéia,

                            meu nomezinho lá é "Pesky Souza Bee".

                             

                            *PB*

                             

                             

                            Sent: Tuesday, November 28, 2017 5:09 PM

                            Subject: RES: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                             

                            O universo é musical e a nova disciplina que estuda os significados da música natural é a SONIFICAÇÃO

                            A música é essencialmente matemática.

                            Logo a linguagem da natureza é musical e matemática.

                             

                            Mtnos Calil 

                             

                            De: ciencialist@... [mailto:ciencialist@yahoogrupo s.com.br]
                            Enviada em: terça-feira, 28 de novembro de 2017 16:14
                            Para: ciencialist@...
                            Assunto: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                             

                             

                            É bem capaz que o Penrose tenha fundado uma nova

                            disciplina: a Bostemática, hahahahahahaha

                             

                            E agora com licença que vou ao banheiro produzir

                            um novo teorema da bostemática, hahahahahahaha

                             

                            *PB*

                             

                             

                             

                            Sent: Tuesday, November 28, 2017 2:33 PM

                            Subject: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                             





                            Cada vez que leio esta *#@¢£ do tal de Penrose, quase vomito.

                             

                            Como um ser pensante pode falar tanta asnice!!

                             

                            Helio.

                             


                            De: "José Victor jvoneto1@... [ciencialist]" <ciencialist@....b r>
                            Para: ciencialist@...
                            Enviadas: Sexta-feira, 24 de Novembro de 2017 22:02
                            Assunto: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                             

                             

                             

                            Olá,

                             

                            Deu no InovaçãoTecnológica:

                             

                             

                            Parece que a avaliação de Roger Penrose, sobre matemática, que já postei aquí, mostra-se mais como ele diz, e menos como pensa uma maioria, intelectuais, curiosos, e, inclusive... matemáticos.

                             

                            É como se a matemática ganhasse pernas próprias...Uau!

                             

                            "Uma das coisas mais notáveis acerca do comportamento do Universo é que ele parece fundamentar-se na matemática. Quanto mais profundamente entramos nas leis da Natureza, mais parece que o mundo físico quase se se evapora e ficamos com a matemática. Quanto mais profundamente entendemos a Natureza, mais somos conduzidos para dentro desse mundo da matemática e dos conceitos matemáticos."  Roger Penrose.

                             

                            Particularmente, acho que faço parte dos 5% de animais pensantes que você encontra em todo lugar que vai...

                             

                            Sds,

                            Victor.

                             

                             

                             

                            Imagem removida pelo remetente.

                            Livre de vírus. www.avast.com.

                             
                             



                          • José Victor
                            Olá, Sobre a última frase de meu post,que deu causa a estes, Particularmente, acho que faço parte dos 5% de animais pensantes que você encontra em todo
                            Mensagem 13 de 17 , 17 de dez de 2017

                              Olá,

                              Sobre a última frase de meu post,que deu causa a estes, "Particularmente, acho que faço parte dos 5% de animais pensantes que você encontra em todo lugar que vai...", quero corrigir para a seguinte:

                              Particularmente, acho que faço parte dos 5% de animais pensantes, que concordam com o pensamento de Penrose, esses 5% que você encontra em todo lugar que vai...quando tal lugar é dominado por pessoas que, ou são matemáticos ou não matemáticos estudiosos e admiradores dessa ciência.

                              Bem, mas proveito o ensejo para expor algum conhecimento útil a respeito de números “imaginários”, tentando desmistificar este seu apelido depreciativo.

                              Antes, e para os mais interessados, recomendo a leitura do Capítulo 5 do livro 17 Equações que mudaram o mundo, de Ian Stewart, que inicia na página 90, com o pomposo título "Prodígio do mundo ideal". Lá, em linguagem simples, com maestria didática, Ian trata desse fundamental número e sua poderosa capacidade de conferir à matemática mais poder descritivo e operacional, sendo hoje, com uma maior compreensão de suas propriedades, indispensável em diversos ramos da ciência, e cujo quadrado é -1, e que matemáticamente se escreve assim:  i2=-1. Verão que o nome imaginário nada tem a ver com sobrenatural, misticismo, ou o que o valha.

                              Há muita história a respeito de sua gênese. Foi introduzido na primeira metade do século 14, por Girolamo Cardano, cuja biografia titio Google encontra.

                              Vamos direto ao que interessa.  Os números imaginários deram causa aos números complexos, que são sistemas numéricos bi-dimensionais do tipo x + yi, onde x e y são números naturais e i é “imaginário”, ou seja , tal que i2= -1 que todos já vimos por aí, em alguma fase de seus cursos de formação. Muito que bem, bem, bem...Mas raiz quadrada -1 existe mesmo? Ou é apenas um artifício matemático que empresta alguma quantidade útil à matemática?

                              Tentarei explicar isso com exemplos numéricos que todos conhecem.

                              Como podemos representar um número real? Simples, graficamente podemos representa-lo numa reta, chamada reta real, que é um objeto unidimensional-uma só dimensão – de comprimento infinito, onde cada ponto associamos um número, em relação a uma dada origem.  Então o número 5 está representado por um ponto situado a 5 unidades da origem 0 marcada sobre uma reta horizontal, vertical ou não.  Exemplo, os números marcados sobre a reta dos X ou dos Y,  que conhecemos.

                              Então, um número real corresponde a um ponto na reta real. E operacionalmente, como isto funciona, considerado os aspectos geométricos?

                              Assim:

                              1-Somar 5 a 2(ponto 2) significa deslocar esse ponto para a direita de 5 unidades; se subtrairmos 5, isto significa deslocar o ponta para a esquerda de 5 unidades;

                              2-multiplicar por 5 significa esticar a reta real de 5 unidades; dividir por 5implica em “encolher” a reta real de 5 unidades.

                              And so on.

                               Por volta aí do século 17 os matemáticos já haviam “inventado” uma novo sistema numérico, bi-dimensional, que consistiu em adicionar a um número real, x, um número “imaginário”, y i, onde y é um número real não pertencente à reta real designada por x , ficando assim:

                              Z=x + yi, com a seguinte interpretação: para obter o número z você anda x unidades para esquerda ou para a direita sobre a reta real X e Y unidades para cima ou para baixo, sobre a reta real Y.

                              Ou seja, onde z representa um ponto no plano! E isto foi tudo que se precisava saber para a explosão matemática que se seguiu.

                              Assim, o sistema numérico bi-dimensional representa algo mais genérico que um número real sobre uma reta real X, que é um sistema uni-dimensional!

                              Z=2,5 – 4i significa que, para obter o número z você anda sobre os X 2,5 unidades virando ortogonalmente para baixo e andando nessa direção 4 unidades.

                              Bem, um sistema bi-dimensional, dado por uma representação como  Z=2,5 – 4i é uma nova classe de números,  chamada de números complexos.

                              Vê-se claramente que um número complexo é mais geral que um número real, este sendo apenas um caso particular daquele e tem a propriedade de representar pontos no plano, o que lhe confere maior importância e poder de generalização que um reles número real, que tem alcance bastante limitado!

                              Os números complexos permitem análise complexa de sistemas diversos, com aplicações poderosas em inúmeros ramos da matemática e da ciência.  A compreensão da essência dos sistemas matemático que descrevem o comportamento da eletricidade, calor, ondas, magnetismo bem como a estruturação matemática da própria mecânica quântica é feita magistralmente através da análise complexa.

                              Um exemplo mais à mão é encontrado no estudo da eletricidade;  a análise de circuitos é feita de maneira mais simples usando números complexos,  como conceito de fasores(para quem futucar nesses domínios recomendo  o famoso Circuitos Elétricos, de Joseph A.Edminister-Coleção Schaum, que me salvou inúmeras vezes e de onde tirei o pouco  do que, ainda, sei hoje. Para uma leitura mais light e extremamente didática você encontrará na obra Eletromagnetismo para Estudantres de Engenharia-Belmiro Wolski, sobretudo no que tange ao conceito e aplicação de Fasores, página 342 e seguintes. Trocentos posts desses não dariam conta de explicar a extrema capacidade de simplificar e analisar coisas da matemática e da ciência, usando essa varinha de condão.

                              Bem, uma vez dito o milagre, é preciso saber como ele opera. Pois bem, todas as operações do corpo dos números reais, soma, multiplicação, divisão, cafunés na cabecinha,  são aplicáveis aos números complexos! Numa boa. Claro, já que eles são mais fundamentais que os números reais... Foi o matemático  Argand, quem, em 1806, olhou o que havia sido desenvolvido até então e descobriu o poder generalizador desse sistema bi-dimensional, pelo que deu-lhe a estruturação operacional que há hoje.

                              Quanto ao alcance das aplicações, ficou claro que o céu seria o limite.

                              Então, um número como raiz de -1 nada mais é que um ente matemático usado como elemento estruturador e generalizador no seio da matemática, sem nenhuma outra conotação mais que esta. Simples assim.

                              O termo “número imaginário” foi atribuído à raiz quadrada de -1 por ninguém menos que o matemático René Descartes, por certamente não haver compreendido a essência matemática desse poderoso ente. Só isso.

                              Mas Argand e os que lhe seguiram viram a luz no fim do túnel e restabeleceram a verdade dos fatos. Não era possível inserir raiz quadrada  de -1 no conjunto dos números reais. Mas não haveria outros sistemas numéricos capaz de acomodar esses números “imaginários”. Sim, foi o que disseram Argand e os outros. E o resultado foi o que esboçamos de maneira bem simples mais acima. Daí por diante, apenas sombra e água fresca. Bem, nem tão fresca...

                              Os números complexos também deram causa a pesquisas de outros sistemas 4-dimensionais como os quartênios e os sistemas 8-dimensionais como os octônios.  Maxwuell estruturou toda sua teoria eletromagnética no formalismo dos quartênios, bastante difícil(quem estudou o eletromagnetismo pelos livros de Maxwell teve de ralar para aprender toda aquela matemática e mais seus pre-requesitos. Uma tarefa hercúlea. Não tive capacidade ou paciência para tal empreendimento.  Estes dois últimos sistemas numéricos constituem as ferramentas de análise estruturação da Teoria das Cordas, na qual há muitos teóricos ciscando...) Só muito depois é que a TEM foi vertida para o formalismo vetorial pelo gênio abusado, Heaviside. E, depois, para o formalismo 4-tensorial, o que permitiu a descoberta de aspectos não imediatos no formalismo 3-dimensioanal.

                              E aqui aproveito para fazer um comentário sobre um dos últimos posts meus, sobre matemática, objetivando a atenção de estranhou ou discordou. Lá, eu conjecturei que o uso de matemática em dimensões superiores, como a 4ª, 5ª, 10ª, ou mais, poderiam descortinar aspectos não imediatos em dimensões menores. Como aconteceu com a teoria der Kalusa -Klein(penta-dimensional), a TEM no formalismo covariante 4-dimensional, no formalismo de sistemas numéricos bi-dimensionais, que fazem coisas que os unidimensionais não podem e que são mais fundamentais, entre outros.  Independentemente de se o formalismo pode representar, em si, o comportamento da Natureza, parece-me que o essencial é que, tratando-se de matemática, esses formalismos podem embutir estruturas não presentes naqueles de mais baixas dimensões, como nos exemplos ora destacados. Certamente ninguém compreende as razões para isso. Isto basta? Não sei.  A verdade é que, como diz Penrose, em palavras distorcidas por mim, tudo acontece como se assim fosse.  Por ora é só.

                              Sds,

                              Victor.

                               


                               



                              Em 15 de dezembro de 2017 22:32, Tipoalgo tipoalgo@... [ciencialist] <ciencialist@...> escreveu:
                               

                              Olá Mestre Belmiro.

                              Na elucubração, a ideia é uma tentativa rasteira em harmonizar Ciência e Religião, tarefa difícil, senão impossível, bem sabemos.
                              O que eu quis dizer é exatamente isso: um número complexo tem uma parte imaginária (raiz quadrada de número negativo, -1) e existe, é real.
                              A comparação é apenas quanto a natureza divina, o fato dEle ser também real e imaginário.
                              Quanto à Biblia, tem muita sabedoria, mas também tem muito "mistério".
                              Digamos então que Deus é um número complexo na forma DEUS = Ciência + Religião i

                              Abraço Tipoalgo.
                               
                               



                              Em 15 de dezembro de 2017 17:30, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@.... br> escreveu:
                               


                              Caro Tipoalgo!

                              Os números imaginários não são imaginários, ao contrário, eles são bem reais. Não reais, aqueles reais dos números reais, mas reais por existirem! Kkkkk! E os instrumentos de medição não medem a parte real dos números complexos, mas sim seu módulo. E, do meu ponto de vista, o Deus onipotente, onipresente e onisciente, independentemente de existir ou não, apenas conceitualmente falando, envolve tudo que percebemos e não percebemos e também o nada. Logo, esse Deus nada tem a ver com o Deus da Bíblia, que é, segundo as narrações ali contidas, bastante limitado.

                              Um abraço,

                              Belmiro
                              Em sexta-feira, 15 de dezembro de 2017 06:32:00 BRST, Tipoalgo tipoalgo@... [ciencialist] <ciencialist@....b r> escreveu:


                               

                              Algo a ver com o assunto?

                              Atualizando a elucubração: Por definição, SE Deus é o todo, também inclui a parte REAL do número complexo, que pode ser representado por tudo que percebemos com os nossos sentidos ou instrumentos de medição, ENTÃO, tal qual um número complexo, Deus é REALIDADE e IMAGINAÇÃO. Na parte da imaginação cabe tudo aquilo que ainda não percebemos. Lembrando que a parte da imaginação tem um coeficiente que é REAL.

                              Em 1 de dezembro de 2017 12:19, 'Pesky Bee' peskybee2@... [ciencialist] <ciencialist@....b r> escreveu:
                               

                              Prefiro os 2kg de cobre. Já pensou se o saco de bósta
                              estourar? E espalhar cocolatria para todo lado? E aí
                              eu vou agitar o meu pezinho, jogando bósta até no lustre
                              da sala? Porra, como é duro ser cientista, hahahahahahaha
                               
                              *PB*
                               
                               
                               
                              Sent: Thursday, November 30, 2017 7:52 PM
                              Subject: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza. + administração cientifica da sociedade
                               
                              Olá,
                               
                              "Zé Victão, não entendi porque massa de cobre. Não
                              poderia ser 2kg de chumbo? Ou então 2kg de bósta de cavalo?'
                               
                              Os dois primeiros,  por serem sólidos, lembrarão que você é chorão, não imune à dor;contudo,  o último, mesmo pastoso, também serve... ao invés de dor, sentirá o pézinho envolto em algo mole e quentinho, sobretudo se o produto acabou de ser produzido..
                              Então, a ilusão se reduzirá um ops!, ou ai, ai, oi, oi!
                               
                              Sds,
                              Victor
                               
                               
                               
                              Em 30 de novembro de 2017 12:09, 'Pesky Bee' peskybee2@... [ciencialist] <ciencialist@.... br> escreveu:
                               
                              Zé Victão, não entendi porque massa de cobre. Não
                              poderia ser 2kg de chumbo? Ou então 2kg de bósta de cavalo?
                               
                              De qualquer forma, se essa massa cair no pé de um
                              manoel que não tem conexões nervosas entre o pé e
                              a cachola, ele não vai nem estar aí para essa queda.
                               
                              E tem aquele outro caso dos sujeitos que tem uma
                              disfunção neural capaz de provocar imensas dores
                              realistas, similares à queda da cagada de cavalo no pé,
                              só que é tudo imaginação, nada provoca fisicamente essas
                              dores (só os safados impulsozinhos neurais randômicos,
                              claro).
                               
                              Então a coisa é bem essa: a nossa consciência (aquilo
                              que nos faz achar que "somos algo" e que estamos em
                              um universo físico) é algo inacreditavelmente misterioso
                              (e eu diria inexpugnável).
                               
                              Afinal, tudo isso (a nossa consciência, o cachorro da vizinha,
                              a bunda da Anitta, a galáxia de Andrômeda, tudo, tudo) "poderia"
                              ser apenas uma big, imensa, magistralmente colossal simulação
                              em um hiper-mega-blaster computadorzáço de um alien fora do
                              universo, e que ele deixou esse big computadorzão rodando o
                              programa (que criou o big-bang, as galáxias, e a porrilhada
                              toda) durante o tempo em que esse alien foi dar uma solene
                              de uma cagada que vai demorar 29,5 bilhões de anos. Quando ele
                              voltar ele desliga tudo, enquanto isso nós vamos vivendo.
                              Poderia ser isso ou não poderia? É claro que foderia (digo,
                              poderia, hahahahahaha)
                               
                              *PB*
                               
                               
                               
                               
                              Sent: Thursday, November 30, 2017 10:51 AM
                              Subject: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza. + administração cientifica da sociedade
                               
                              Olá,
                               
                              "...digo apenas que tudo
                              o que nós achamos que existe é apenas fruto de nossa imaginação
                              e concepção. Tudo mesmo."
                               
                              Tá certo, tá certo... Mas deixa uma massa de cobre de 2kg  cair em teu pé descalço para ver se isso é apenas imaginação.
                               
                              Sds,
                              Victor.
                               
                               
                              Em 29 de novembro de 2017 09:51, 'Pesky Bee' peskybee2@... [ciencialist] <ciencialist@....b r> escreveu:
                               
                              Krái, Calilzófilo, se eu ganhasse 1 real por cada parágrafo
                              que tu digitas, hoje eu estaria riiiiiico! hahahahahaha
                               
                              Óia, sobre essas assuntelhações diversificadas que vossa
                              sapiência deixou escorrer pelo teclado, digo apenas que tudo
                              o que nós achamos que existe é apenas fruto de nossa imaginação
                              e concepção. Tudo mesmo. E jogando gasolina na fogueira,
                              vocês já ouviram falar em Biocentrismo, do Robert Lanza?
                              É de revirar a cachola até ela dar de cara com o cúrrugado
                              orifício traseiro, hahahahahahaha
                               
                              *PB*
                               
                               
                               
                               
                              Sent: Tuesday, November 28, 2017 6:39 PM
                              Subject: RES: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza. + administração cientifica da sociedade
                               

                              Depois desta acalorada recepção peskyzófila (acima de 40º. Fahrenheit ou 4,44º. Celsius) me atreverei a retornar a este notável grupo cientificista para tratar do tema “administração cientifica da sociedade humana” que é uma utopia não regressiva. As utopias regressivas são reedições de idéias transformadoras já condenadas pelas história, a exemplo do comunismo marxista (não confundir com o novo comunismo que inventaram na China capitalista, que é um exemplo pós-moderno da esquizofrenia politica). Alguns camaradas  da pós-modernidade, resignados com a incompetência dos humanos em resolver seus problemas, dividiram as utopias em duas categorias – as  regressivas,  cuja chance de realização é igual a zero e as realistas cuja chance de realização é infinitesimal, ou seja, algo maior que zero).

                               

                              Com relação à linguagem matemático-musical da natureza (ou do universo), permita-me acrescentar que existe um processo matemático inconsciente que se manifesta por exemplo,  no cérebro do meu gato Felix, quando ele faz um cálculo perfeito para pular numa banqueta e em seguida pular no tanque onde bebe a água corrente.

                              Não sei porém, se foi a mãe dele que o ensinou a beber água corrente ou se ele já nasceu com essa programação musical, já que ele ouve o som agradável da água.

                               

                              A agradabilidade dos sons não se nota apenas na linguagem humana, quando por exemplo uma mãe fala emitindo um som suave e sorrindo para seu bebê. O canto das aves e o som das águas da chuva, do mar e dos rios são agradáveis e relaxantes. Se existe entre os humanos e os outros animais uma linguagem sem palavras, porque a natureza não seria dotada da mesma competência? Às vezes os humanos se esquecem que são produtos da própria natureza contra a qual resolveram lutar de uma forma suicida.

                              Fala-se que os homens estão destruindo o planeta.  Mas antes que eles consigam realizar essa monstruosidade, vão destruir a si mesmos. Talvez prefiram fazer as pazes com a Natureza. Mas para isso será necessário que o poder não seja mais ocupado por psicopatas ou malucos dotados de outras enfermidades, além dos transtornos ideológicos da esquerda e da direita.

                               

                              Cabe lembrar que a administração cientifica da sociedade exige o sepultamento de todas as ideologias políticas. As ideologias não políticas podem continuar vivas, desde que não se instalem no poder. O novo Estado seria ideologicamente laico. E como não parece possivel acabar com a pior das invenções humanas, o dinheiro, talvez seja possivel acabar com a financeirização do capitalismo cuja psicopatia provoca a morte de milhões de pessoas e a fome em cerca de um bilhão.

                               

                              Finalizando, permita-me lembrar que o “cientificismo” é uma ideologia que venera as ciências que não têm o próprio homem como objeto e ignora por completo a necessidade de se criar verdadeiras ciências humanas, e não o simulacro das ditas “ciências sociais” que não passam de disciplinas filosóficas, que como todas as filosofias, só  contemplam o mundo ao invés de se ocuparem da sua transformação. Como os humanos adoram banalizar as coisas – e as palavras – os termos ciência e cientista foram banalizados e são frequentemente utilizados no lugar de técnica e técnicos.

                               

                              Abraços e obrigado pela recepção acalorada que exigiu que eu ligasse o ventilador na posição anti-narcísica.

                               

                              Mtnos Calil

                               

                               

                               

                               

                               

                               

                               

                               

                              De: ciencialist@... [mailto:ciencialist@yahoogrupo s.com.br]
                              Enviada em: terça-feira, 28 de novembro de 2017 17:39
                              Para: Calil Terra; ciencialist@...
                              Assunto: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                               

                               

                              Calilzófilo, há quanto tempo não vejo mensagens tuas!

                              Que saudades, meu véio! Que legal!

                               

                              E vejo que tu também já esteve lá na privada adicionando

                              alguns teoremas naquela teoria. Continue com a produção!

                               

                              Eu por aqui, só para variar, fico apenas falando bobajaiadas

                              catastroficamente escatológicas e estranhafúrdias. Quem

                              quiser conhecer mais de perto minhas ultimas vociferações

                              desgraçadamente despudoradas poderá me ver lá na facebokéia,

                              meu nomezinho lá é "Pesky Souza Bee".

                               

                              *PB*

                               

                               

                              Sent: Tuesday, November 28, 2017 5:09 PM

                              Subject: RES: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                               

                              O universo é musical e a nova disciplina que estuda os significados da música natural é a SONIFICAÇÃO

                              A música é essencialmente matemática.

                              Logo a linguagem da natureza é musical e matemática.

                               

                              Mtnos Calil 

                               

                              De: ciencialist@... [mailto:ciencialist@yahoogrupo s.com.br]
                              Enviada em: terça-feira, 28 de novembro de 2017 16:14
                              Para: ciencialist@...
                              Assunto: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                               

                               

                              É bem capaz que o Penrose tenha fundado uma nova

                              disciplina: a Bostemática, hahahahahahaha

                               

                              E agora com licença que vou ao banheiro produzir

                              um novo teorema da bostemática, hahahahahahaha

                               

                              *PB*

                               

                               

                               

                              Sent: Tuesday, November 28, 2017 2:33 PM

                              Subject: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                               





                              Cada vez que leio esta *#@¢£ do tal de Penrose, quase vomito.

                               

                              Como um ser pensante pode falar tanta asnice!!

                               

                              Helio.

                               


                              De: "José Victor jvoneto1@... [ciencialist]" <ciencialist@....b r>
                              Para: ciencialist@...
                              Enviadas: Sexta-feira, 24 de Novembro de 2017 22:02
                              Assunto: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                               

                               

                               

                              Olá,

                               

                              Deu no InovaçãoTecnológica:

                               

                               

                              Parece que a avaliação de Roger Penrose, sobre matemática, que já postei aquí, mostra-se mais como ele diz, e menos como pensa uma maioria, intelectuais, curiosos, e, inclusive... matemáticos.

                               

                              É como se a matemática ganhasse pernas próprias...Uau!

                               

                              "Uma das coisas mais notáveis acerca do comportamento do Universo é que ele parece fundamentar-se na matemática. Quanto mais profundamente entramos nas leis da Natureza, mais parece que o mundo físico quase se se evapora e ficamos com a matemática. Quanto mais profundamente entendemos a Natureza, mais somos conduzidos para dentro desse mundo da matemática e dos conceitos matemáticos."  Roger Penrose.

                               

                              Particularmente, acho que faço parte dos 5% de animais pensantes que você encontra em todo lugar que vai...

                               

                              Sds,


                              (Message over 64 KB, truncated)

                            • Tipoalgo
                              Olá Mestre Victor, que beleza de explicação sobre os Números Complexos, parabéns e obrigado, as coisas ficaram mais claras na minha cabeça. O bom é que
                              Mensagem 14 de 17 , 17 de dez de 2017
                                Olá Mestre Victor, que beleza de explicação sobre os Números Complexos, parabéns e obrigado, as coisas ficaram mais claras na minha cabeça.
                                O bom é que em nada prejudica usar a "metáfora" da notação dos números complexos para a elucubração apresentada.
                                Não prejudica porque a ideia da elucubração é apenas separar a abordagem científica da abordagem religiosa.
                                Acredito que até facilitou esta comparação, é como se a Ciência fosse representada no eixo X e a Religião no eixo Y.
                                Insisto nesse assunto porque para mim se a Religião não fosse importante para o ser humano, não veríamos hoje qualquer sinal de religiosidade.
                                Também acredito que certas práticas religiosas ajudam o ser humano no seu entendimento científico.
                                Acredito ainda que a Ciência pode ajudar a desvendar muitos dos "mistérios religiosos".
                                E aqui vai outra: DEUS = Ateus + Crentes i

                                Abraços Tipoalgo.


                                Em 17 de dezembro de 2017 10:56, José Victor <j.victor.neto@...> escreveu:

                                Olá,

                                Sobre a última frase de meu post,que deu causa a estes, "Particularmente, acho que faço parte dos 5% de animais pensantes que você encontra em todo lugar que vai...", quero corrigir para a seguinte:

                                Particularmente, acho que faço parte dos 5% de animais pensantes, que concordam com o pensamento de Penrose, esses 5% que você encontra em todo lugar que vai...quando tal lugar é dominado por pessoas que, ou são matemáticos ou não matemáticos estudiosos e admiradores dessa ciência.

                                Bem, mas proveito o ensejo para expor algum conhecimento útil a respeito de números “imaginários”, tentando desmistificar este seu apelido depreciativo.

                                Antes, e para os mais interessados, recomendo a leitura do Capítulo 5 do livro 17 Equações que mudaram o mundo, de Ian Stewart, que inicia na página 90, com o pomposo título "Prodígio do mundo ideal". Lá, em linguagem simples, com maestria didática, Ian trata desse fundamental número e sua poderosa capacidade de conferir à matemática mais poder descritivo e operacional, sendo hoje, com uma maior compreensão de suas propriedades, indispensável em diversos ramos da ciência, e cujo quadrado é -1, e que matemáticamente se escreve assim:  i2=-1. Verão que o nome imaginário nada tem a ver com sobrenatural, misticismo, ou o que o valha.

                                Há muita história a respeito de sua gênese. Foi introduzido na primeira metade do século 14, por Girolamo Cardano, cuja biografia titio Google encontra.

                                Vamos direto ao que interessa.  Os números imaginários deram causa aos números complexos, que são sistemas numéricos bi-dimensionais do tipo x + yi, onde x e y são números naturais e i é “imaginário”, ou seja , tal que i2= -1 que todos já vimos por aí, em alguma fase de seus cursos de formação. Muito que bem, bem, bem...Mas raiz quadrada -1 existe mesmo? Ou é apenas um artifício matemático que empresta alguma quantidade útil à matemática?

                                Tentarei explicar isso com exemplos numéricos que todos conhecem.

                                Como podemos representar um número real? Simples, graficamente podemos representa-lo numa reta, chamada reta real, que é um objeto unidimensional-uma só dimensão – de comprimento infinito, onde cada ponto associamos um número, em relação a uma dada origem.  Então o número 5 está representado por um ponto situado a 5 unidades da origem 0 marcada sobre uma reta horizontal, vertical ou não.  Exemplo, os números marcados sobre a reta dos X ou dos Y,  que conhecemos.

                                Então, um número real corresponde a um ponto na reta real. E operacionalmente, como isto funciona, considerado os aspectos geométricos?

                                Assim:

                                1-Somar 5 a 2(ponto 2) significa deslocar esse ponto para a direita de 5 unidades; se subtrairmos 5, isto significa deslocar o ponta para a esquerda de 5 unidades;

                                2-multiplicar por 5 significa esticar a reta real de 5 unidades; dividir por 5implica em “encolher” a reta real de 5 unidades.

                                And so on.

                                 Por volta aí do século 17 os matemáticos já haviam “inventado” uma novo sistema numérico, bi-dimensional, que consistiu em adicionar a um número real, x, um número “imaginário”, y i, onde y é um número real não pertencente à reta real designada por x , ficando assim:

                                Z=x + yi, com a seguinte interpretação: para obter o número z você anda x unidades para esquerda ou para a direita sobre a reta real X e Y unidades para cima ou para baixo, sobre a reta real Y.

                                Ou seja, onde z representa um ponto no plano! E isto foi tudo que se precisava saber para a explosão matemática que se seguiu.

                                Assim, o sistema numérico bi-dimensional representa algo mais genérico que um número real sobre uma reta real X, que é um sistema uni-dimensional!

                                Z=2,5 – 4i significa que, para obter o número z você anda sobre os X 2,5 unidades virando ortogonalmente para baixo e andando nessa direção 4 unidades.

                                Bem, um sistema bi-dimensional, dado por uma representação como  Z=2,5 – 4i é uma nova classe de números,  chamada de números complexos.

                                Vê-se claramente que um número complexo é mais geral que um número real, este sendo apenas um caso particular daquele e tem a propriedade de representar pontos no plano, o que lhe confere maior importância e poder de generalização que um reles número real, que tem alcance bastante limitado!

                                Os números complexos permitem análise complexa de sistemas diversos, com aplicações poderosas em inúmeros ramos da matemática e da ciência.  A compreensão da essência dos sistemas matemático que descrevem o comportamento da eletricidade, calor, ondas, magnetismo bem como a estruturação matemática da própria mecânica quântica é feita magistralmente através da análise complexa.

                                Um exemplo mais à mão é encontrado no estudo da eletricidade;  a análise de circuitos é feita de maneira mais simples usando números complexos,  como conceito de fasores(para quem futucar nesses domínios recomendo  o famoso Circuitos Elétricos, de Joseph A.Edminister-Coleção Schaum, que me salvou inúmeras vezes e de onde tirei o pouco  do que, ainda, sei hoje. Para uma leitura mais light e extremamente didática você encontrará na obra Eletromagnetismo para Estudantres de Engenharia-Belmiro Wolski, sobretudo no que tange ao conceito e aplicação de Fasores, página 342 e seguintes. Trocentos posts desses não dariam conta de explicar a extrema capacidade de simplificar e analisar coisas da matemática e da ciência, usando essa varinha de condão.

                                Bem, uma vez dito o milagre, é preciso saber como ele opera. Pois bem, todas as operações do corpo dos números reais, soma, multiplicação, divisão, cafunés na cabecinha,  são aplicáveis aos números complexos! Numa boa. Claro, já que eles são mais fundamentais que os números reais... Foi o matemático  Argand, quem, em 1806, olhou o que havia sido desenvolvido até então e descobriu o poder generalizador desse sistema bi-dimensional, pelo que deu-lhe a estruturação operacional que há hoje.

                                Quanto ao alcance das aplicações, ficou claro que o céu seria o limite.

                                Então, um número como raiz de -1 nada mais é que um ente matemático usado como elemento estruturador e generalizador no seio da matemática, sem nenhuma outra conotação mais que esta. Simples assim.

                                O termo “número imaginário” foi atribuído à raiz quadrada de -1 por ninguém menos que o matemático René Descartes, por certamente não haver compreendido a essência matemática desse poderoso ente. Só isso.

                                Mas Argand e os que lhe seguiram viram a luz no fim do túnel e restabeleceram a verdade dos fatos. Não era possível inserir raiz quadrada  de -1 no conjunto dos números reais. Mas não haveria outros sistemas numéricos capaz de acomodar esses números “imaginários”. Sim, foi o que disseram Argand e os outros. E o resultado foi o que esboçamos de maneira bem simples mais acima. Daí por diante, apenas sombra e água fresca. Bem, nem tão fresca...

                                Os números complexos também deram causa a pesquisas de outros sistemas 4-dimensionais como os quartênios e os sistemas 8-dimensionais como os octônios.  Maxwuell estruturou toda sua teoria eletromagnética no formalismo dos quartênios, bastante difícil(quem estudou o eletromagnetismo pelos livros de Maxwell teve de ralar para aprender toda aquela matemática e mais seus pre-requesitos. Uma tarefa hercúlea. Não tive capacidade ou paciência para tal empreendimento.  Estes dois últimos sistemas numéricos constituem as ferramentas de análise estruturação da Teoria das Cordas, na qual há muitos teóricos ciscando...) Só muito depois é que a TEM foi vertida para o formalismo vetorial pelo gênio abusado, Heaviside. E, depois, para o formalismo 4-tensorial, o que permitiu a descoberta de aspectos não imediatos no formalismo 3-dimensioanal.

                                E aqui aproveito para fazer um comentário sobre um dos últimos posts meus, sobre matemática, objetivando a atenção de estranhou ou discordou. Lá, eu conjecturei que o uso de matemática em dimensões superiores, como a 4ª, 5ª, 10ª, ou mais, poderiam descortinar aspectos não imediatos em dimensões menores. Como aconteceu com a teoria der Kalusa -Klein(penta-dimensional), a TEM no formalismo covariante 4-dimensional, no formalismo de sistemas numéricos bi-dimensionais, que fazem coisas que os unidimensionais não podem e que são mais fundamentais, entre outros.  Independentemente de se o formalismo pode representar, em si, o comportamento da Natureza, parece-me que o essencial é que, tratando-se de matemática, esses formalismos podem embutir estruturas não presentes naqueles de mais baixas dimensões, como nos exemplos ora destacados. Certamente ninguém compreende as razões para isso. Isto basta? Não sei.  A verdade é que, como diz Penrose, em palavras distorcidas por mim, tudo acontece como se assim fosse.  Por ora é só.

                                Sds,

                                Victor.

                                 


                                 



                                Em 15 de dezembro de 2017 22:32, Tipoalgo tipoalgo@... [ciencialist] <ciencialist@....b r> escreveu:
                                 

                                Olá Mestre Belmiro.

                                Na elucubração, a ideia é uma tentativa rasteira em harmonizar Ciência e Religião, tarefa difícil, senão impossível, bem sabemos.
                                O que eu quis dizer é exatamente isso: um número complexo tem uma parte imaginária (raiz quadrada de número negativo, -1) e existe, é real.
                                A comparação é apenas quanto a natureza divina, o fato dEle ser também real e imaginário.
                                Quanto à Biblia, tem muita sabedoria, mas também tem muito "mistério".
                                Digamos então que Deus é um número complexo na forma DEUS = Ciência + Religião i

                                Abraço Tipoalgo.
                                 
                                 



                                Em 15 de dezembro de 2017 17:30, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@....b r> escreveu:
                                 


                                Caro Tipoalgo!

                                Os números imaginários não são imaginários, ao contrário, eles são bem reais. Não reais, aqueles reais dos números reais, mas reais por existirem! Kkkkk! E os instrumentos de medição não medem a parte real dos números complexos, mas sim seu módulo. E, do meu ponto de vista, o Deus onipotente, onipresente e onisciente, independentemente de existir ou não, apenas conceitualmente falando, envolve tudo que percebemos e não percebemos e também o nada. Logo, esse Deus nada tem a ver com o Deus da Bíblia, que é, segundo as narrações ali contidas, bastante limitado.

                                Um abraço,

                                Belmiro
                                Em sexta-feira, 15 de dezembro de 2017 06:32:00 BRST, Tipoalgo tipoalgo@... [ciencialist] <ciencialist@....b r> escreveu:


                                 

                                Algo a ver com o assunto?

                                Atualizando a elucubração: Por definição, SE Deus é o todo, também inclui a parte REAL do número complexo, que pode ser representado por tudo que percebemos com os nossos sentidos ou instrumentos de medição, ENTÃO, tal qual um número complexo, Deus é REALIDADE e IMAGINAÇÃO. Na parte da imaginação cabe tudo aquilo que ainda não percebemos. Lembrando que a parte da imaginação tem um coeficiente que é REAL.

                                Em 1 de dezembro de 2017 12:19, 'Pesky Bee' peskybee2@... [ciencialist] <ciencialist@....b r> escreveu:
                                 

                                Prefiro os 2kg de cobre. Já pensou se o saco de bósta
                                estourar? E espalhar cocolatria para todo lado? E aí
                                eu vou agitar o meu pezinho, jogando bósta até no lustre
                                da sala? Porra, como é duro ser cientista, hahahahahahaha
                                 
                                *PB*
                                 
                                 
                                 
                                Sent: Thursday, November 30, 2017 7:52 PM
                                Subject: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza. + administração cientifica da sociedade
                                 
                                Olá,
                                 
                                "Zé Victão, não entendi porque massa de cobre. Não
                                poderia ser 2kg de chumbo? Ou então 2kg de bósta de cavalo?'
                                 
                                Os dois primeiros,  por serem sólidos, lembrarão que você é chorão, não imune à dor;contudo,  o último, mesmo pastoso, também serve... ao invés de dor, sentirá o pézinho envolto em algo mole e quentinho, sobretudo se o produto acabou de ser produzido..
                                Então, a ilusão se reduzirá um ops!, ou ai, ai, oi, oi!
                                 
                                Sds,
                                Victor
                                 
                                 
                                 
                                Em 30 de novembro de 2017 12:09, 'Pesky Bee' peskybee2@... [ciencialist] <ciencialist@.... br> escreveu:
                                 
                                Zé Victão, não entendi porque massa de cobre. Não
                                poderia ser 2kg de chumbo? Ou então 2kg de bósta de cavalo?
                                 
                                De qualquer forma, se essa massa cair no pé de um
                                manoel que não tem conexões nervosas entre o pé e
                                a cachola, ele não vai nem estar aí para essa queda.
                                 
                                E tem aquele outro caso dos sujeitos que tem uma
                                disfunção neural capaz de provocar imensas dores
                                realistas, similares à queda da cagada de cavalo no pé,
                                só que é tudo imaginação, nada provoca fisicamente essas
                                dores (só os safados impulsozinhos neurais randômicos,
                                claro).
                                 
                                Então a coisa é bem essa: a nossa consciência (aquilo
                                que nos faz achar que "somos algo" e que estamos em
                                um universo físico) é algo inacreditavelmente misterioso
                                (e eu diria inexpugnável).
                                 
                                Afinal, tudo isso (a nossa consciência, o cachorro da vizinha,
                                a bunda da Anitta, a galáxia de Andrômeda, tudo, tudo) "poderia"
                                ser apenas uma big, imensa, magistralmente colossal simulação
                                em um hiper-mega-blaster computadorzáço de um alien fora do
                                universo, e que ele deixou esse big computadorzão rodando o
                                programa (que criou o big-bang, as galáxias, e a porrilhada
                                toda) durante o tempo em que esse alien foi dar uma solene
                                de uma cagada que vai demorar 29,5 bilhões de anos. Quando ele
                                voltar ele desliga tudo, enquanto isso nós vamos vivendo.
                                Poderia ser isso ou não poderia? É claro que foderia (digo,
                                poderia, hahahahahaha)
                                 
                                *PB*
                                 
                                 
                                 
                                 
                                Sent: Thursday, November 30, 2017 10:51 AM
                                Subject: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza. + administração cientifica da sociedade
                                 
                                Olá,
                                 
                                "...digo apenas que tudo
                                o que nós achamos que existe é apenas fruto de nossa imaginação
                                e concepção. Tudo mesmo."
                                 
                                Tá certo, tá certo... Mas deixa uma massa de cobre de 2kg  cair em teu pé descalço para ver se isso é apenas imaginação.
                                 
                                Sds,
                                Victor.
                                 
                                 
                                Em 29 de novembro de 2017 09:51, 'Pesky Bee' peskybee2@... [ciencialist] <ciencialist@....b r> escreveu:
                                 
                                Krái, Calilzófilo, se eu ganhasse 1 real por cada parágrafo
                                que tu digitas, hoje eu estaria riiiiiico! hahahahahaha
                                 
                                Óia, sobre essas assuntelhações diversificadas que vossa
                                sapiência deixou escorrer pelo teclado, digo apenas que tudo
                                o que nós achamos que existe é apenas fruto de nossa imaginação
                                e concepção. Tudo mesmo. E jogando gasolina na fogueira,
                                vocês já ouviram falar em Biocentrismo, do Robert Lanza?
                                É de revirar a cachola até ela dar de cara com o cúrrugado
                                orifício traseiro, hahahahahahaha
                                 
                                *PB*
                                 
                                 
                                 
                                 
                                Sent: Tuesday, November 28, 2017 6:39 PM
                                Subject: RES: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza. + administração cientifica da sociedade
                                 

                                Depois desta acalorada recepção peskyzófila (acima de 40º. Fahrenheit ou 4,44º. Celsius) me atreverei a retornar a este notável grupo cientificista para tratar do tema “administração cientifica da sociedade humana” que é uma utopia não regressiva. As utopias regressivas são reedições de idéias transformadoras já condenadas pelas história, a exemplo do comunismo marxista (não confundir com o novo comunismo que inventaram na China capitalista, que é um exemplo pós-moderno da esquizofrenia politica). Alguns camaradas  da pós-modernidade, resignados com a incompetência dos humanos em resolver seus problemas, dividiram as utopias em duas categorias – as  regressivas,  cuja chance de realização é igual a zero e as realistas cuja chance de realização é infinitesimal, ou seja, algo maior que zero).

                                 

                                Com relação à linguagem matemático-musical da natureza (ou do universo), permita-me acrescentar que existe um processo matemático inconsciente que se manifesta por exemplo,  no cérebro do meu gato Felix, quando ele faz um cálculo perfeito para pular numa banqueta e em seguida pular no tanque onde bebe a água corrente.

                                Não sei porém, se foi a mãe dele que o ensinou a beber água corrente ou se ele já nasceu com essa programação musical, já que ele ouve o som agradável da água.

                                 

                                A agradabilidade dos sons não se nota apenas na linguagem humana, quando por exemplo uma mãe fala emitindo um som suave e sorrindo para seu bebê. O canto das aves e o som das águas da chuva, do mar e dos rios são agradáveis e relaxantes. Se existe entre os humanos e os outros animais uma linguagem sem palavras, porque a natureza não seria dotada da mesma competência? Às vezes os humanos se esquecem que são produtos da própria natureza contra a qual resolveram lutar de uma forma suicida.

                                Fala-se que os homens estão destruindo o planeta.  Mas antes que eles consigam realizar essa monstruosidade, vão destruir a si mesmos. Talvez prefiram fazer as pazes com a Natureza. Mas para isso será necessário que o poder não seja mais ocupado por psicopatas ou malucos dotados de outras enfermidades, além dos transtornos ideológicos da esquerda e da direita.

                                 

                                Cabe lembrar que a administração cientifica da sociedade exige o sepultamento de todas as ideologias políticas. As ideologias não políticas podem continuar vivas, desde que não se instalem no poder. O novo Estado seria ideologicamente laico. E como não parece possivel acabar com a pior das invenções humanas, o dinheiro, talvez seja possivel acabar com a financeirização do capitalismo cuja psicopatia provoca a morte de milhões de pessoas e a fome em cerca de um bilhão.

                                 

                                Finalizando, permita-me lembrar que o “cientificismo” é uma ideologia que venera as ciências que não têm o próprio homem como objeto e ignora por completo a necessidade de se criar verdadeiras ciências humanas, e não o simulacro das ditas “ciências sociais” que não passam de disciplinas filosóficas, que como todas as filosofias, só  contemplam o mundo ao invés de se ocuparem da sua transformação. Como os humanos adoram banalizar as coisas – e as palavras – os termos ciência e cientista foram banalizados e são frequentemente utilizados no lugar de técnica e técnicos.

                                 

                                Abraços e obrigado pela recepção acalorada que exigiu que eu ligasse o ventilador na posição anti-narcísica.

                                 

                                Mtnos Calil

                                 

                                 

                                 

                                 

                                 

                                 

                                 

                                 

                                De: ciencialist@... [mailto:ciencialist@yahoogrupo s.com.br]
                                Enviada em: terça-feira, 28 de novembro de 2017 17:39
                                Para: Calil Terra; ciencialist@...
                                Assunto: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                                 

                                 

                                Calilzófilo, há quanto tempo não vejo mensagens tuas!

                                Que saudades, meu véio! Que legal!

                                 

                                E vejo que tu também já esteve lá na privada adicionando

                                alguns teoremas naquela teoria. Continue com a produção!

                                 

                                Eu por aqui, só para variar, fico apenas falando bobajaiadas

                                catastroficamente escatológicas e estranhafúrdias. Quem

                                quiser conhecer mais de perto minhas ultimas vociferações

                                desgraçadamente despudoradas poderá me ver lá na facebokéia,

                                meu nomezinho lá é "Pesky Souza Bee".

                                 

                                *PB*

                                 

                                 

                                Sent: Tuesday, November 28, 2017 5:09 PM

                                Subject: RES: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                                 

                                O universo é musical e a nova disciplina que estuda os significados da música natural é a SONIFICAÇÃO

                                A música é essencialmente matemática.

                                Logo a linguagem da natureza é musical e matemática.

                                 

                                Mtnos Calil 

                                 

                                De: ciencialist@... [mailto:ciencialist@yahoogrupo s.com.br]
                                Enviada em: terça-feira, 28 de novembro de 2017 16:14
                                Para: ciencialist@...
                                Assunto: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                                 

                                 

                                É bem capaz que o Penrose tenha fundado uma nova

                                disciplina: a Bostemática, hahahahahahaha

                                 

                                E agora com licença que vou ao banheiro produzir

                                um novo teorema da bostemática, hahahahahahaha

                                 

                                *PB*

                                 

                                 

                                 

                                Sent: Tuesday, November 28, 2017 2:33 PM

                                Subject: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                                 





                                Cada vez que leio esta *#@¢£ do tal de Penrose, quase vomito.

                                 

                              • Belmiro Wolski
                                Nobre relativista!  Obrigado pela citação do meu livro. Quanto aos  números complexos,  sempre gostava de brincar com meus alunos, dizendo que o camarada
                                Mensagem 15 de 17 , 17 de dez de 2017
                                  Nobre relativista! 


                                  Obrigado pela citação do meu livro. Quanto aos  números complexos,  sempre gostava de brincar com meus alunos, dizendo que o camarada que deu esse nome foi infeliz.  De tanto que eles facilitam a análise de circuitos elétricos, deveriam ser chamados de números simplexos!!

                                  Um abraço relativamente forte,

                                  Belmiro 



                                  Em 9:57 Dom, 17 de dez de AM, José Victor jvoneto1@... [ciencialist]
                                  <ciencialist@...> escreveu:
                                   

                                  Olá,

                                  Sobre a última frase de meu post,que deu causa a estes, "Particularmente, acho que faço parte dos 5% de animais pensantes que você encontra em todo lugar que vai...", quero corrigir para a seguinte:

                                  Particularmente, acho que faço parte dos 5% de animais pensantes, que concordam com o pensamento de Penrose, esses 5% que você encontra em todo lugar que vai...quando tal lugar é dominado por pessoas que, ou são matemáticos ou não matemáticos estudiosos e admiradores dessa ciência.

                                  Bem, mas proveito o ensejo para expor algum conhecimento útil a respeito de números “imaginários”, tentando desmistificar este seu apelido depreciativo.

                                  Antes, e para os mais interessados, recomendo a leitura do Capítulo 5 do livro 17 Equações que mudaram o mundo, de Ian Stewart, que inicia na página 90, com o pomposo título "Prodígio do mundo ideal". Lá, em linguagem simples, com maestria didática, Ian trata desse fundamental número e sua poderosa capacidade de conferir à matemática mais poder descritivo e operacional, sendo hoje, com uma maior compreensão de suas propriedades, indispensável em diversos ramos da ciência, e cujo quadrado é -1, e que matemáticamente se escreve assim:  i2=-1. Verão que o nome imaginário nada tem a ver com sobrenatural, misticismo, ou o que o valha.

                                  Há muita história a respeito de sua gênese. Foi introduzido na primeira metade do século 14, por Girolamo Cardano, cuja biografia titio Google encontra.

                                  Vamos direto ao que interessa.  Os números imaginários deram causa aos números complexos, que são sistemas numéricos bi-dimensionais do tipo x + yi, onde x e y são números naturais e i é “imaginário”, ou seja , tal que i2= -1 que todos já vimos por aí, em alguma fase de seus cursos de formação. Muito que bem, bem, bem...Mas raiz quadrada -1 existe mesmo? Ou é apenas um artifício matemático que empresta alguma quantidade útil à matemática?

                                  Tentarei explicar isso com exemplos numéricos que todos conhecem.

                                  Como podemos representar um número real? Simples, graficamente podemos representa-lo numa reta, chamada reta real, que é um objeto unidimensional-uma só dimensão – de comprimento infinito, onde cada ponto associamos um número, em relação a uma dada origem.  Então o número 5 está representado por um ponto situado a 5 unidades da origem 0 marcada sobre uma reta horizontal, vertical ou não.  Exemplo, os números marcados sobre a reta dos X ou dos Y,  que conhecemos.

                                  Então, um número real corresponde a um ponto na reta real. E operacionalmente, como isto funciona, considerado os aspectos geométricos?

                                  Assim:

                                  1-Somar 5 a 2(ponto 2) significa deslocar esse ponto para a direita de 5 unidades; se subtrairmos 5, isto significa deslocar o ponta para a esquerda de 5 unidades;

                                  2-multiplicar por 5 significa esticar a reta real de 5 unidades; dividir por 5implica em “encolher” a reta real de 5 unidades.

                                  And so on.

                                   Por volta aí do século 17 os matemáticos já haviam “inventado” uma novo sistema numérico, bi-dimensional, que consistiu em adicionar a um número real, x, um número “imaginário”, y i, onde y é um número real não pertencente à reta real designada por x , ficando assim:

                                  Z=x + yi, com a seguinte interpretação: para obter o número z você anda x unidades para esquerda ou para a direita sobre a reta real X e Y unidades para cima ou para baixo, sobre a reta real Y.

                                  Ou seja, onde z representa um ponto no plano! E isto foi tudo que se precisava saber para a explosão matemática que se seguiu.

                                  Assim, o sistema numérico bi-dimensional representa algo mais genérico que um número real sobre uma reta real X, que é um sistema uni-dimensional!

                                  Z=2,5 – 4i significa que, para obter o número z você anda sobre os X 2,5 unidades virando ortogonalmente para baixo e andando nessa direção 4 unidades.

                                  Bem, um sistema bi-dimensional, dado por uma representação como  Z=2,5 – 4i é uma nova classe de números,  chamada de números complexos.

                                  Vê-se claramente que um número complexo é mais geral que um número real, este sendo apenas um caso particular daquele e tem a propriedade de representar pontos no plano, o que lhe confere maior importância e poder de generalização que um reles número real, que tem alcance bastante limitado!

                                  Os números complexos permitem análise complexa de sistemas diversos, com aplicações poderosas em inúmeros ramos da matemática e da ciência.  A compreensão da essência dos sistemas matemático que descrevem o comportamento da eletricidade, calor, ondas, magnetismo bem como a estruturação matemática da própria mecânica quântica é feita magistralmente através da análise complexa.

                                  Um exemplo mais à mão é encontrado no estudo da eletricidade;  a análise de circuitos é feita de maneira mais simples usando números complexos,  como conceito de fasores(para quem futucar nesses domínios recomendo  o famoso Circuitos Elétricos, de Joseph A.Edminister-Coleção Schaum, que me salvou inúmeras vezes e de onde tirei o pouco  do que, ainda, sei hoje. Para uma leitura mais light e extremamente didática você encontrará na obra Eletromagnetismo para Estudantres de Engenharia-Belmiro Wolski, sobretudo no que tange ao conceito e aplicação de Fasores, página 342 e seguintes. Trocentos posts desses não dariam conta de explicar a extrema capacidade de simplificar e analisar coisas da matemática e da ciência, usando essa varinha de condão.

                                  Bem, uma vez dito o milagre, é preciso saber como ele opera. Pois bem, todas as operações do corpo dos números reais, soma, multiplicação, divisão, cafunés na cabecinha,  são aplicáveis aos números complexos! Numa boa. Claro, já que eles são mais fundamentais que os números reais... Foi o matemático  Argand, quem, em 1806, olhou o que havia sido desenvolvido até então e descobriu o poder generalizador desse sistema bi-dimensional, pelo que deu-lhe a estruturação operacional que há hoje.

                                  Quanto ao alcance das aplicações, ficou claro que o céu seria o limite.

                                  Então, um número como raiz de -1 nada mais é que um ente matemático usado como elemento estruturador e generalizador no seio da matemática, sem nenhuma outra conotação mais que esta. Simples assim.

                                  O termo “número imaginário” foi atribuído à raiz quadrada de -1 por ninguém menos que o matemático René Descartes, por certamente não haver compreendido a essência matemática desse poderoso ente. Só isso.

                                  Mas Argand e os que lhe seguiram viram a luz no fim do túnel e restabeleceram a verdade dos fatos. Não era possível inserir raiz quadrada  de -1 no conjunto dos números reais. Mas não haveria outros sistemas numéricos capaz de acomodar esses números “imaginários”. Sim, foi o que disseram Argand e os outros. E o resultado foi o que esboçamos de maneira bem simples mais acima. Daí por diante, apenas sombra e água fresca. Bem, nem tão fresca...

                                  Os números complexos também deram causa a pesquisas de outros sistemas 4-dimensionais como os quartênios e os sistemas 8-dimensionais como os octônios.  Maxwuell estruturou toda sua teoria eletromagnética no formalismo dos quartênios, bastante difícil(quem estudou o eletromagnetismo pelos livros de Maxwell teve de ralar para aprender toda aquela matemática e mais seus pre-requesitos. Uma tarefa hercúlea. Não tive capacidade ou paciência para tal empreendimento.  Estes dois últimos sistemas numéricos constituem as ferramentas de análise estruturação da Teoria das Cordas, na qual há muitos teóricos ciscando...) Só muito depois é que a TEM foi vertida para o formalismo vetorial pelo gênio abusado, Heaviside. E, depois, para o formalismo 4-tensorial, o que permitiu a descoberta de aspectos não imediatos no formalismo 3-dimensioanal.

                                  E aqui aproveito para fazer um comentário sobre um dos últimos posts meus, sobre matemática, objetivando a atenção de estranhou ou discordou. Lá, eu conjecturei que o uso de matemática em dimensões superiores, como a 4ª, 5ª, 10ª, ou mais, poderiam descortinar aspectos não imediatos em dimensões menores. Como aconteceu com a teoria der Kalusa -Klein(penta-dimensional), a TEM no formalismo covariante 4-dimensional, no formalismo de sistemas numéricos bi-dimensionais, que fazem coisas que os unidimensionais não podem e que são mais fundamentais, entre outros.  Independentemente de se o formalismo pode representar, em si, o comportamento da Natureza, parece-me que o essencial é que, tratando-se de matemática, esses formalismos podem embutir estruturas não presentes naqueles de mais baixas dimensões, como nos exemplos ora destacados. Certamente ninguém compreende as razões para isso. Isto basta? Não sei.  A verdade é que, como diz Penrose, em palavras distorcidas por mim, tudo acontece como se assim fosse.  Por ora é só.

                                  Sds,

                                  Victor.

                                   


                                   



                                  Em 15 de dezembro de 2017 22:32, Tipoalgo tipoalgo@... [ciencialist] <ciencialist@...> escreveu:
                                   

                                  Olá Mestre Belmiro.

                                  Na elucubração, a ideia é uma tentativa rasteira em harmonizar Ciência e Religião, tarefa difícil, senão impossível, bem sabemos.
                                  O que eu quis dizer é exatamente isso: um número complexo tem uma parte imaginária (raiz quadrada de número negativo, -1) e existe, é real.
                                  A comparação é apenas quanto a natureza divina, o fato dEle ser também real e imaginário.
                                  Quanto à Biblia, tem muita sabedoria, mas também tem muito "mistério".
                                  Digamos então que Deus é um número complexo na forma DEUS = Ciência + Religião i

                                  Abraço Tipoalgo.
                                   
                                   



                                  Em 15 de dezembro de 2017 17:30, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@.... br> escreveu:
                                   


                                  Caro Tipoalgo!

                                  Os números imaginários não são imaginários, ao contrário, eles são bem reais. Não reais, aqueles reais dos números reais, mas reais por existirem! Kkkkk! E os instrumentos de medição não medem a parte real dos números complexos, mas sim seu módulo. E, do meu ponto de vista, o Deus onipotente, onipresente e onisciente, independentemente de existir ou não, apenas conceitualmente falando, envolve tudo que percebemos e não percebemos e também o nada. Logo, esse Deus nada tem a ver com o Deus da Bíblia, que é, segundo as narrações ali contidas, bastante limitado.

                                  Um abraço,

                                  Belmiro
                                  Em sexta-feira, 15 de dezembro de 2017 06:32:00 BRST, Tipoalgo tipoalgo@... [ciencialist] <ciencialist@....b r> escreveu:


                                   

                                  Algo a ver com o assunto?

                                  Atualizando a elucubração: Por definição, SE Deus é o todo, também inclui a parte REAL do número complexo, que pode ser representado por tudo que percebemos com os nossos sentidos ou instrumentos de medição, ENTÃO, tal qual um número complexo, Deus é REALIDADE e IMAGINAÇÃO. Na parte da imaginação cabe tudo aquilo que ainda não percebemos. Lembrando que a parte da imaginação tem um coeficiente que é REAL.

                                  Em 1 de dezembro de 2017 12:19, 'Pesky Bee' peskybee2@... [ciencialist] <ciencialist@....b r> escreveu:
                                   

                                  Prefiro os 2kg de cobre. Já pensou se o saco de bósta
                                  estourar? E espalhar cocolatria para todo lado? E aí
                                  eu vou agitar o meu pezinho, jogando bósta até no lustre
                                  da sala? Porra, como é duro ser cientista, hahahahahahaha
                                   
                                  *PB*
                                   
                                   
                                   
                                  Sent: Thursday, November 30, 2017 7:52 PM
                                  Subject: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza. + administração cientifica da sociedade
                                   
                                  Olá,
                                   
                                  "Zé Victão, não entendi porque massa de cobre. Não
                                  poderia ser 2kg de chumbo? Ou então 2kg de bósta de cavalo?'
                                   
                                  Os dois primeiros,  por serem sólidos, lembrarão que você é chorão, não imune à dor;contudo,  o último, mesmo pastoso, também serve... ao invés de dor, sentirá o pézinho envolto em algo mole e quentinho, sobretudo se o produto acabou de ser produzido..
                                  Então, a ilusão se reduzirá um ops!, ou ai, ai, oi, oi!
                                   
                                  Sds,
                                  Victor
                                   
                                   
                                   
                                  Em 30 de novembro de 2017 12:09, 'Pesky Bee' peskybee2@... [ciencialist] <ciencialist@.... br> escreveu:
                                   
                                  Zé Victão, não entendi porque massa de cobre. Não
                                  poderia ser 2kg de chumbo? Ou então 2kg de bósta de cavalo?
                                   
                                  De qualquer forma, se essa massa cair no pé de um
                                  manoel que não tem conexões nervosas entre o pé e
                                  a cachola, ele não vai nem estar aí para essa queda.
                                   
                                  E tem aquele outro caso dos sujeitos que tem uma
                                  disfunção neural capaz de provocar imensas dores
                                  realistas, similares à queda da cagada de cavalo no pé,
                                  só que é tudo imaginação, nada provoca fisicamente essas
                                  dores (só os safados impulsozinhos neurais randômicos,
                                  claro).
                                   
                                  Então a coisa é bem essa: a nossa consciência (aquilo
                                  que nos faz achar que "somos algo" e que estamos em
                                  um universo físico) é algo inacreditavelmente misterioso
                                  (e eu diria inexpugnável).
                                   
                                  Afinal, tudo isso (a nossa consciência, o cachorro da vizinha,
                                  a bunda da Anitta, a galáxia de Andrômeda, tudo, tudo) "poderia"
                                  ser apenas uma big, imensa, magistralmente colossal simulação
                                  em um hiper-mega-blaster computadorzáço de um alien fora do
                                  universo, e que ele deixou esse big computadorzão rodando o
                                  programa (que criou o big-bang, as galáxias, e a porrilhada
                                  toda) durante o tempo em que esse alien foi dar uma solene
                                  de uma cagada que vai demorar 29,5 bilhões de anos. Quando ele
                                  voltar ele desliga tudo, enquanto isso nós vamos vivendo.
                                  Poderia ser isso ou não poderia? É claro que foderia (digo,
                                  poderia, hahahahahaha)
                                   
                                  *PB*
                                   
                                   
                                   
                                   
                                  Sent: Thursday, November 30, 2017 10:51 AM
                                  Subject: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza. + administração cientifica da sociedade
                                   
                                  Olá,
                                   
                                  "...digo apenas que tudo
                                  o que nós achamos que existe é apenas fruto de nossa imaginação
                                  e concepção. Tudo mesmo."
                                   
                                  Tá certo, tá certo... Mas deixa uma massa de cobre de 2kg  cair em teu pé descalço para ver se isso é apenas imaginação.
                                   
                                  Sds,
                                  Victor.
                                   
                                   
                                  Em 29 de novembro de 2017 09:51, 'Pesky Bee' peskybee2@... [ciencialist] <ciencialist@....b r> escreveu:
                                   
                                  Krái, Calilzófilo, se eu ganhasse 1 real por cada parágrafo
                                  que tu digitas, hoje eu estaria riiiiiico! hahahahahaha
                                   
                                  Óia, sobre essas assuntelhações diversificadas que vossa
                                  sapiência deixou escorrer pelo teclado, digo apenas que tudo
                                  o que nós achamos que existe é apenas fruto de nossa imaginação
                                  e concepção. Tudo mesmo. E jogando gasolina na fogueira,
                                  vocês já ouviram falar em Biocentrismo, do Robert Lanza?
                                  É de revirar a cachola até ela dar de cara com o cúrrugado
                                  orifício traseiro, hahahahahahaha
                                   
                                  *PB*
                                   
                                   
                                   
                                   
                                  Sent: Tuesday, November 28, 2017 6:39 PM
                                  Subject: RES: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza. + administração cientifica da sociedade
                                   

                                  Depois desta acalorada recepção peskyzófila (acima de 40º. Fahrenheit ou 4,44º. Celsius) me atreverei a retornar a este notável grupo cientificista para tratar do tema “administração cientifica da sociedade humana” que é uma utopia não regressiva. As utopias regressivas são reedições de idéias transformadoras já condenadas pelas história, a exemplo do comunismo marxista (não confundir com o novo comunismo que inventaram na China capitalista, que é um exemplo pós-moderno da esquizofrenia politica). Alguns camaradas  da pós-modernidade, resignados com a incompetência dos humanos em resolver seus problemas, dividiram as utopias em duas categorias – as  regressivas,  cuja chance de realização é igual a zero e as realistas cuja chance de realização é infinitesimal, ou seja, algo maior que zero).

                                   

                                  Com relação à linguagem matemático-musical da natureza (ou do universo), permita-me acrescentar que existe um processo matemático inconsciente que se manifesta por exemplo,  no cérebro do meu gato Felix, quando ele faz um cálculo perfeito para pular numa banqueta e em seguida pular no tanque onde bebe a água corrente.

                                  Não sei porém, se foi a mãe dele que o ensinou a beber água corrente ou se ele já nasceu com essa programação musical, já que ele ouve o som agradável da água.

                                   

                                  A agradabilidade dos sons não se nota apenas na linguagem humana, quando por exemplo uma mãe fala emitindo um som suave e sorrindo para seu bebê. O canto das aves e o som das águas da chuva, do mar e dos rios são agradáveis e relaxantes. Se existe entre os humanos e os outros animais uma linguagem sem palavras, porque a natureza não seria dotada da mesma competência? Às vezes os humanos se esquecem que são produtos da própria natureza contra a qual resolveram lutar de uma forma suicida.

                                  Fala-se que os homens estão destruindo o planeta.  Mas antes que eles consigam realizar essa monstruosidade, vão destruir a si mesmos. Talvez prefiram fazer as pazes com a Natureza. Mas para isso será necessário que o poder não seja mais ocupado por psicopatas ou malucos dotados de outras enfermidades, além dos transtornos ideológicos da esquerda e da direita.

                                   

                                  Cabe lembrar que a administração cientifica da sociedade exige o sepultamento de todas as ideologias políticas. As ideologias não políticas podem continuar vivas, desde que não se instalem no poder. O novo Estado seria ideologicamente laico. E como não parece possivel acabar com a pior das invenções humanas, o dinheiro, talvez seja possivel acabar com a financeirização do capitalismo cuja psicopatia provoca a morte de milhões de pessoas e a fome em cerca de um bilhão.

                                   

                                  Finalizando, permita-me lembrar que o “cientificismo” é uma ideologia que venera as ciências que não têm o próprio homem como objeto e ignora por completo a necessidade de se criar verdadeiras ciências humanas, e não o simulacro das ditas “ciências sociais” que não passam de disciplinas filosóficas, que como todas as filosofias, só  contemplam o mundo ao invés de se ocuparem da sua transformação. Como os humanos adoram banalizar as coisas – e as palavras – os termos ciência e cientista foram banalizados e são frequentemente utilizados no lugar de técnica e técnicos.

                                   

                                  Abraços e obrigado pela recepção acalorada que exigiu que eu ligasse o ventilador na posição anti-narcísica.

                                   

                                  Mtnos Calil

                                   

                                   

                                   

                                   

                                   

                                   

                                   

                                   

                                  De: ciencialist@... [mailto:ciencialist@yahoogrupo s.com.br]
                                  Enviada em: terça-feira, 28 de novembro de 2017 17:39
                                  Para: Calil Terra; ciencialist@...
                                  Assunto: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                                   

                                   

                                  Calilzófilo, há quanto tempo não vejo mensagens tuas!

                                  Que saudades, meu véio! Que legal!

                                   

                                  E vejo que tu também já esteve lá na privada adicionando

                                  alguns teoremas naquela teoria. Continue com a produção!

                                   

                                  Eu por aqui, só para variar, fico apenas falando bobajaiadas

                                  catastroficamente escatológicas e estranhafúrdias. Quem

                                  quiser conhecer mais de perto minhas ultimas vociferações

                                  desgraçadamente despudoradas poderá me ver lá na facebokéia,

                                  meu nomezinho lá é "Pesky Souza Bee".

                                   

                                  *PB*

                                   

                                   

                                  Sent: Tuesday, November 28, 2017 5:09 PM

                                  Subject: RES: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                                   

                                  O universo é musical e a nova disciplina que estuda os significados da música natural é a SONIFICAÇÃO

                                  A música é essencialmente matemática.

                                  Logo a linguagem da natureza é musical e matemática.

                                   

                                  Mtnos Calil 

                                   

                                  De: ciencialist@... [mailto:ciencialist@yahoogrupo s.com.br]
                                  Enviada em: terça-feira, 28 de novembro de 2017 16:14
                                  Para: ciencialist@...
                                  Assunto: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                                   

                                   

                                  É bem capaz que o Penrose tenha fundado uma nova

                                  disciplina: a Bostemática, hahahahahahaha

                                   

                                  E agora com licença que vou ao banheiro produzir

                                  um novo teorema da bostemática, hahahahahahaha

                                   

                                  *PB*

                                   

                                   

                                   

                                  Sent: Tuesday, November 28, 2017 2:33 PM

                                  Subject: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                                   





                                  Cada vez que leio esta *#@¢£ do tal de Penrose, quase vomito.

                                   

                                  Como um ser pensante pode falar tanta asnice!!

                                   

                                  Helio.

                                   


                                  De: "José Victor jvoneto1@... [ciencialist]" <ciencialist@....b r>
                                  Para: ciencialist@...
                                  Enviadas: Sexta-feira, 24 de Novembro de 2017 22:02
                                  Assunto: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.

                                • Hélio Carvalho
                                  Victor, Você escreveu: Então, um número como raiz de -1nada mais é que um ente matemático usado como elemento estruturador egeneralizador no seio da
                                  Mensagem 16 de 17 , 20 de dez de 2017
                                    Victor,

                                    Você escreveu:
                                    "Então, um número como raiz de -1 nada mais é que um ente matemático usado como elemento estruturador e generalizador no seio da matemática, sem nenhuma outra conotação mais que esta. Simples assim. "

                                    É isto aí. Simples assim.
                                    Números imaginários não existem. São só frutos de sua imaginação!!!

                                    Helio



                                    De: "José Victor jvoneto1@... [ciencialist]" <ciencialist@...>
                                    Para: ciencialist@...; Tipoalgo <tipoalgo@...>
                                    Enviadas: Domingo, 17 de Dezembro de 2017 10:56
                                    Assunto: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza. + administração cientifica da sociedade

                                     
                                    Olá,
                                    Sobre a última frase de meu post,que deu causa a estes, "Particularmente, acho que faço parte dos 5% de animais pensantes que você encontra em todo lugar que vai...", quero corrigir para a seguinte:
                                    Particularmente, acho que faço parte dos 5% de animais pensantes, que concordam com o pensamento de Penrose, esses 5% que você encontra em todo lugar que vai...quando tal lugar é dominado por pessoas que, ou são matemáticos ou não matemáticos estudiosos e admiradores dessa ciência.
                                    Bem, mas proveito o ensejo para expor algum conhecimento útil a respeito de números “imaginários”, tentando desmistificar este seu apelido depreciativo.
                                    Antes, e para os mais interessados, recomendo a leitura do Capítulo 5 do livro 17 Equações que mudaram o mundo, de Ian Stewart, que inicia na página 90, com o pomposo título "Prodígio do mundo ideal". Lá, em linguagem simples, com maestria didática, Ian trata desse fundamental número e sua poderosa capacidade de conferir à matemática mais poder descritivo e operacional, sendo hoje, com uma maior compreensão de suas propriedades, indispensável em diversos ramos da ciência, e cujo quadrado é -1, e que matemáticamente se escreve assim:  i2=-1. Verão que o nome imaginário nada tem a ver com sobrenatural, misticismo, ou o que o valha.
                                    Há muita história a respeito de sua gênese. Foi introduzido na primeira metade do século 14, por Girolamo Cardano, cuja biografia titio Google encontra.
                                    Vamos direto ao que interessa.  Os números imaginários deram causa aos números complexos, que são sistemas numéricos bi-dimensionais do tipo x + yi, onde x e y são números naturais e i é “imaginário”, ou seja , tal que i2= -1 que todos já vimos por aí, em alguma fase de seus cursos de formação. Muito que bem, bem, bem...Mas raiz quadrada -1 existe mesmo? Ou é apenas um artifício matemático que empresta alguma quantidade útil à matemática?
                                    Tentarei explicar isso com exemplos numéricos que todos conhecem.
                                    Como podemos representar um número real? Simples, graficamente podemos representa-lo numa reta, chamada reta real, que é um objeto unidimensional-uma só dimensão – de comprimento infinito, onde cada ponto associamos um número, em relação a uma dada origem.  Então o número 5 está representado por um ponto situado a 5 unidades da origem 0 marcada sobre uma reta horizontal, vertical ou não.  Exemplo, os números marcados sobre a reta dos X ou dos Y,  que conhecemos.
                                    Então, um número real corresponde a um ponto na reta real. E operacionalmente, como isto funciona, considerado os aspectos geométricos?
                                    Assim:
                                    1-Somar 5 a 2(ponto 2) significa deslocar esse ponto para a direita de 5 unidades; se subtrairmos 5, isto significa deslocar o ponta para a esquerda de 5 unidades;
                                    2-multiplicar por 5 significa esticar a reta real de 5 unidades; dividir por 5implica em “encolher” a reta real de 5 unidades.
                                    And so on.
                                     Por volta aí do século 17 os matemáticos já haviam “inventado” uma novo sistema numérico, bi-dimensional, que consistiu em adicionar a um número real, x, um número “imaginário”, y i, onde y é um número real não pertencente à reta real designada por x , ficando assim:
                                    Z=x + yi, com a seguinte interpretação: para obter o número z você anda x unidades para esquerda ou para a direita sobre a reta real X e Y unidades para cima ou para baixo, sobre a reta real Y.
                                    Ou seja, onde z representa um ponto no plano! E isto foi tudo que se precisava saber para a explosão matemática que se seguiu.
                                    Assim, o sistema numérico bi-dimensional representa algo mais genérico que um número real sobre uma reta real X, que é um sistema uni-dimensional!
                                    Z=2,5 – 4i significa que, para obter o número z você anda sobre os X 2,5 unidades virando ortogonalmente para baixo e andando nessa direção 4 unidades.
                                    Bem, um sistema bi-dimensional, dado por uma representação como  Z=2,5 – 4i é uma nova classe de números,  chamada de números complexos.
                                    Vê-se claramente que um número complexo é mais geral que um número real, este sendo apenas um caso particular daquele e tem a propriedade de representar pontos no plano, o que lhe confere maior importância e poder de generalização que um reles número real, que tem alcance bastante limitado!
                                    Os números complexos permitem análise complexa de sistemas diversos, com aplicações poderosas em inúmeros ramos da matemática e da ciência.  A compreensão da essência dos sistemas matemático que descrevem o comportamento da eletricidade, calor, ondas, magnetismo bem como a estruturação matemática da própria mecânica quântica é feita magistralmente através da análise complexa.
                                    Um exemplo mais à mão é encontrado no estudo da eletricidade;  a análise de circuitos é feita de maneira mais simples usando números complexos,  como conceito de fasores(para quem futucar nesses domínios recomendo  o famoso Circuitos Elétricos, de Joseph A.Edminister-Coleção Schaum, que me salvou inúmeras vezes e de onde tirei o pouco  do que, ainda, sei hoje. Para uma leitura mais light e extremamente didática você encontrará na obra Eletromagnetismo para Estudantres de Engenharia-Belmiro Wolski, sobretudo no que tange ao conceito e aplicação de Fasores, página 342 e seguintes. Trocentos posts desses não dariam conta de explicar a extrema capacidade de simplificar e analisar coisas da matemática e da ciência, usando essa varinha de condão.
                                    Bem, uma vez dito o milagre, é preciso saber como ele opera. Pois bem, todas as operações do corpo dos números reais, soma, multiplicação, divisão, cafunés na cabecinha,  são aplicáveis aos números complexos! Numa boa. Claro, já que eles são mais fundamentais que os números reais... Foi o matemático  Argand, quem, em 1806, olhou o que havia sido desenvolvido até então e descobriu o poder generalizador desse sistema bi-dimensional, pelo que deu-lhe a estruturação operacional que há hoje.
                                    Quanto ao alcance das aplicações, ficou claro que o céu seria o limite.
                                    Então, um número como raiz de -1 nada mais é que um ente matemático usado como elemento estruturador e generalizador no seio da matemática, sem nenhuma outra conotação mais que esta. Simples assim.
                                    O termo “número imaginário” foi atribuído à raiz quadrada de -1 por ninguém menos que o matemático René Descartes, por certamente não haver compreendido a essência matemática desse poderoso ente. Só isso.
                                    Mas Argand e os que lhe seguiram viram a luz no fim do túnel e restabeleceram a verdade dos fatos. Não era possível inserir raiz quadrada  de -1 no conjunto dos números reais. Mas não haveria outros sistemas numéricos capaz de acomodar esses números “imaginários”. Sim, foi o que disseram Argand e os outros. E o resultado foi o que esboçamos de maneira bem simples mais acima. Daí por diante, apenas sombra e água fresca. Bem, nem tão fresca...
                                    Os números complexos também deram causa a pesquisas de outros sistemas 4-dimensionais como os quartênios e os sistemas 8-dimensionais como os octônios.  Maxwuell estruturou toda sua teoria eletromagnética no formalismo dos quartênios, bastante difícil(quem estudou o eletromagnetismo pelos livros de Maxwell teve de ralar para aprender toda aquela matemática e mais seus pre-requesitos. Uma tarefa hercúlea. Não tive capacidade ou paciência para tal empreendimento.  Estes dois últimos sistemas numéricos constituem as ferramentas de análise estruturação da Teoria das Cordas, na qual há muitos teóricos ciscando...) Só muito depois é que a TEM foi vertida para o formalismo vetorial pelo gênio abusado, Heaviside. E, depois, para o formalismo 4-tensorial, o que permitiu a descoberta de aspectos não imediatos no formalismo 3-dimensioanal.
                                    E aqui aproveito para fazer um comentário sobre um dos últimos posts meus, sobre matemática, objetivando a atenção de estranhou ou discordou. Lá, eu conjecturei que o uso de matemática em dimensões superiores, como a 4ª, 5ª, 10ª, ou mais, poderiam descortinar aspectos não imediatos em dimensões menores. Como aconteceu com a teoria der Kalusa -Klein(penta-dimensional), a TEM no formalismo covariante 4-dimensional, no formalismo de sistemas numéricos bi-dimensionais, que fazem coisas que os unidimensionais não podem e que são mais fundamentais, entre outros.  Independentemente de se o formalismo pode representar, em si, o comportamento da Natureza, parece-me que o essencial é que, tratando-se de matemática, esses formalismos podem embutir estruturas não presentes naqueles de mais baixas dimensões, como nos exemplos ora destacados. Certamente ninguém compreende as razões para isso. Isto basta? Não sei.  A verdade é que, como diz Penrose, em palavras distorcidas por mim, tudo acontece como se assim fosse.  Por ora é só.
                                    Sds,
                                    Victor.
                                     

                                     


                                    Em 15 de dezembro de 2017 22:32, Tipoalgo tipoalgo@... [ciencialist] <ciencialist@...> escreveu:
                                     
                                    Olá Mestre Belmiro.

                                    Na elucubração, a ideia é uma tentativa rasteira em harmonizar Ciência e Religião, tarefa difícil, senão impossível, bem sabemos.
                                    O que eu quis dizer é exatamente isso: um número complexo tem uma parte imaginária (raiz quadrada de número negativo, -1) e existe, é real.
                                    A comparação é apenas quanto a natureza divina, o fato dEle ser também real e imaginário.
                                    Quanto à Biblia, tem muita sabedoria, mas também tem muito "mistério".
                                    Digamos então que Deus é um número complexo na forma DEUS = Ciência + Religião i

                                    Abraço Tipoalgo.
                                     
                                     



                                    Em 15 de dezembro de 2017 17:30, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@.... br> escreveu:
                                     

                                    Caro Tipoalgo!

                                    Os números imaginários não são imaginários, ao contrário, eles são bem reais. Não reais, aqueles reais dos números reais, mas reais por existirem! Kkkkk! E os instrumentos de medição não medem a parte real dos números complexos, mas sim seu módulo. E, do meu ponto de vista, o Deus onipotente, onipresente e onisciente, independentemente de existir ou não, apenas conceitualmente falando, envolve tudo que percebemos e não percebemos e também o nada. Logo, esse Deus nada tem a ver com o Deus da Bíblia, que é, segundo as narrações ali contidas, bastante limitado.

                                    Um abraço,

                                    Belmiro
                                    Em sexta-feira, 15 de dezembro de 2017 06:32:00 BRST, Tipoalgo tipoalgo@... [ciencialist] <ciencialist@....b r> escreveu:


                                     
                                    Algo a ver com o assunto?

                                    Atualizando a elucubração: Por definição, SE Deus é o todo, também inclui a parte REAL do número complexo, que pode ser representado por tudo que percebemos com os nossos sentidos ou instrumentos de medição, ENTÃO, tal qual um número complexo, Deus é REALIDADE e IMAGINAÇÃO. Na parte da imaginação cabe tudo aquilo que ainda não percebemos. Lembrando que a parte da imaginação tem um coeficiente que é REAL.

                                    Em 1 de dezembro de 2017 12:19, 'Pesky Bee' peskybee2@... [ciencialist] <ciencialist@....b r> escreveu:
                                     
                                    Prefiro os 2kg de cobre. Já pensou se o saco de bósta
                                    estourar? E espalhar cocolatria para todo lado? E aí
                                    eu vou agitar o meu pezinho, jogando bósta até no lustre
                                    da sala? Porra, como é duro ser cientista, hahahahahahaha
                                     
                                    *PB*
                                     
                                     
                                     
                                    Sent: Thursday, November 30, 2017 7:52 PM
                                    Subject: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza. + administração cientifica da sociedade
                                     
                                    Olá,
                                     
                                    "Zé Victão, não entendi porque massa de cobre. Não
                                    poderia ser 2kg de chumbo? Ou então 2kg de bósta de cavalo?'
                                     
                                    Os dois primeiros,  por serem sólidos, lembrarão que você é chorão, não imune à dor;contudo,  o último, mesmo pastoso, também serve... ao invés de dor, sentirá o pézinho envolto em algo mole e quentinho, sobretudo se o produto acabou de ser produzido..
                                    Então, a ilusão se reduzirá um ops!, ou ai, ai, oi, oi!
                                     
                                    Sds,
                                    Victor
                                     
                                     
                                     
                                    Em 30 de novembro de 2017 12:09, 'Pesky Bee' peskybee2@... [ciencialist] <ciencialist@.... br> escreveu:
                                     
                                    Zé Victão, não entendi porque massa de cobre. Não
                                    poderia ser 2kg de chumbo? Ou então 2kg de bósta de cavalo?
                                     
                                    De qualquer forma, se essa massa cair no pé de um
                                    manoel que não tem conexões nervosas entre o pé e
                                    a cachola, ele não vai nem estar aí para essa queda.
                                     
                                    E tem aquele outro caso dos sujeitos que tem uma
                                    disfunção neural capaz de provocar imensas dores
                                    realistas, similares à queda da cagada de cavalo no pé,
                                    só que é tudo imaginação, nada provoca fisicamente essas
                                    dores (só os safados impulsozinhos neurais randômicos,
                                    claro).
                                     
                                    Então a coisa é bem essa: a nossa consciência (aquilo
                                    que nos faz achar que "somos algo" e que estamos em
                                    um universo físico) é algo inacreditavelmente misterioso
                                    (e eu diria inexpugnável).
                                     
                                    Afinal, tudo isso (a nossa consciência, o cachorro da vizinha,
                                    a bunda da Anitta, a galáxia de Andrômeda, tudo, tudo) "poderia"
                                    ser apenas uma big, imensa, magistralmente colossal simulação
                                    em um hiper-mega-blaster computadorzáço de um alien fora do
                                    universo, e que ele deixou esse big computadorzão rodando o
                                    programa (que criou o big-bang, as galáxias, e a porrilhada
                                    toda) durante o tempo em que esse alien foi dar uma solene
                                    de uma cagada que vai demorar 29,5 bilhões de anos. Quando ele
                                    voltar ele desliga tudo, enquanto isso nós vamos vivendo.
                                    Poderia ser isso ou não poderia? É claro que foderia (digo,
                                    poderia, hahahahahaha)
                                     
                                    *PB*
                                     
                                     
                                     
                                     
                                    Sent: Thursday, November 30, 2017 10:51 AM
                                    Subject: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza. + administração cientifica da sociedade
                                     
                                    Olá,
                                     
                                    "...digo apenas que tudo
                                    o que nós achamos que existe é apenas fruto de nossa imaginação
                                    e concepção. Tudo mesmo."
                                     
                                    Tá certo, tá certo... Mas deixa uma massa de cobre de 2kg  cair em teu pé descalço para ver se isso é apenas imaginação.
                                     
                                    Sds,
                                    Victor.
                                     
                                     
                                    Em 29 de novembro de 2017 09:51, 'Pesky Bee' peskybee2@... [ciencialist] <ciencialist@....b r> escreveu:
                                     
                                    Krái, Calilzófilo, se eu ganhasse 1 real por cada parágrafo
                                    que tu digitas, hoje eu estaria riiiiiico! hahahahahaha
                                     
                                    Óia, sobre essas assuntelhações diversificadas que vossa
                                    sapiência deixou escorrer pelo teclado, digo apenas que tudo
                                    o que nós achamos que existe é apenas fruto de nossa imaginação
                                    e concepção. Tudo mesmo. E jogando gasolina na fogueira,
                                    vocês já ouviram falar em Biocentrismo, do Robert Lanza?
                                    É de revirar a cachola até ela dar de cara com o cúrrugado
                                    orifício traseiro, hahahahahahaha
                                     
                                    *PB*
                                     
                                     
                                     
                                     
                                    Sent: Tuesday, November 28, 2017 6:39 PM
                                    Subject: RES: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza. + administração cientifica da sociedade
                                     
                                    Depois desta acalorada recepção peskyzófila (acima de 40º. Fahrenheit ou 4,44º. Celsius) me atreverei a retornar a este notável grupo cientificista para tratar do tema “administração cientifica da sociedade humana” que é uma utopia não regressiva. As utopias regressivas são reedições de idéias transformadoras já condenadas pelas história, a exemplo do comunismo marxista (não confundir com o novo comunismo que inventaram na China capitalista, que é um exemplo pós-moderno da esquizofrenia politica). Alguns camaradas  da pós-modernidade, resignados com a incompetência dos humanos em resolver seus problemas, dividiram as utopias em duas categorias – as  regressivas,  cuja chance de realização é igual a zero e as realistas cuja chance de realização é infinitesimal, ou seja, algo maior que zero).
                                     
                                    Com relação à linguagem matemático-musical da natureza (ou do universo), permita-me acrescentar que existe um processo matemático inconsciente que se manifesta por exemplo,  no cérebro do meu gato Felix, quando ele faz um cálculo perfeito para pular numa banqueta e em seguida pular no tanque onde bebe a água corrente.
                                    Não sei porém, se foi a mãe dele que o ensinou a beber água corrente ou se ele já nasceu com essa programação musical, já que ele ouve o som agradável da água.
                                     
                                    A agradabilidade dos sons não se nota apenas na linguagem humana, quando por exemplo uma mãe fala emitindo um som suave e sorrindo para seu bebê. O canto das aves e o som das águas da chuva, do mar e dos rios são agradáveis e relaxantes. Se existe entre os humanos e os outros animais uma linguagem sem palavras, porque a natureza não seria dotada da mesma competência? Às vezes os humanos se esquecem que são produtos da própria natureza contra a qual resolveram lutar de uma forma suicida.
                                    Fala-se que os homens estão destruindo o planeta.  Mas antes que eles consigam realizar essa monstruosidade, vão destruir a si mesmos. Talvez prefiram fazer as pazes com a Natureza. Mas para isso será necessário que o poder não seja mais ocupado por psicopatas ou malucos dotados de outras enfermidades, além dos transtornos ideológicos da esquerda e da direita.
                                     
                                    Cabe lembrar que a administração cientifica da sociedade exige o sepultamento de todas as ideologias políticas. As ideologias não políticas podem continuar vivas, desde que não se instalem no poder. O novo Estado seria ideologicamente laico. E como não parece possivel acabar com a pior das invenções humanas, o dinheiro, talvez seja possivel acabar com a financeirização do capitalismo cuja psicopatia provoca a morte de milhões de pessoas e a fome em cerca de um bilhão.
                                     
                                    Finalizando, permita-me lembrar que o “cientificismo” é uma ideologia que venera as ciências que não têm o próprio homem como objeto e ignora por completo a necessidade de se criar verdadeiras ciências humanas, e não o simulacro das ditas “ciências sociais” que não passam de disciplinas filosóficas, que como todas as filosofias, só  contemplam o mundo ao invés de se ocuparem da sua transformação. Como os humanos adoram banalizar as coisas – e as palavras – os termos ciência e cientista foram banalizados e são frequentemente utilizados no lugar de técnica e técnicos.
                                     
                                    Abraços e obrigado pela recepção acalorada que exigiu que eu ligasse o ventilador na posição anti-narcísica.
                                     
                                    Mtnos Calil
                                     
                                     
                                     
                                     
                                     
                                     
                                     
                                     
                                    De: ciencialist@... [mailto:ciencialist@yahoogrupo s.com.br]
                                    Enviada em: terça-feira, 28 de novembro de 2017 17:39
                                    Para: Calil Terra; ciencialist@...
                                    Assunto: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.
                                     
                                     
                                    Calilzófilo, há quanto tempo não vejo mensagens tuas!
                                    Que saudades, meu véio! Que legal!
                                     
                                    E vejo que tu também já esteve lá na privada adicionando
                                    alguns teoremas naquela teoria. Continue com a produção!
                                     
                                    Eu por aqui, só para variar, fico apenas falando bobajaiadas
                                    catastroficamente escatológicas e estranhafúrdias. Quem
                                    quiser conhecer mais de perto minhas ultimas vociferações
                                    desgraçadamente despudoradas poderá me ver lá na facebokéia,
                                    meu nomezinho lá é "Pesky Souza Bee".
                                     
                                    *PB*
                                     
                                     
                                    Sent: Tuesday, November 28, 2017 5:09 PM
                                    Subject: RES: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.
                                     
                                    O universo é musical e a nova disciplina que estuda os significados da música natural é a SONIFICAÇÃO
                                    A música é essencialmente matemática.
                                    Logo a linguagem da natureza é musical e matemática.
                                     
                                    Mtnos Calil 
                                     
                                    De: ciencialist@... [mailto:ciencialist@yahoogrupo s.com.br]
                                    Enviada em: terça-feira, 28 de novembro de 2017 16:14
                                    Para: ciencialist@...
                                    Assunto: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.
                                     
                                     
                                    É bem capaz que o Penrose tenha fundado uma nova
                                    disciplina: a Bostemática, hahahahahahaha
                                     
                                    E agora com licença que vou ao banheiro produzir
                                    um novo teorema da bostemática, hahahahahahaha
                                     
                                    *PB*
                                     
                                     
                                     
                                    Sent: Tuesday, November 28, 2017 2:33 PM
                                    Subject: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.
                                     




                                    Cada vez que leio esta *#@¢£ do tal de Penrose, quase vomito.
                                     
                                    Como um ser pensante pode falar tanta asnice!!
                                     
                                    Helio.
                                     

                                    De: "José Victor jvoneto1@... [ciencialist]" <ciencialist@....b r>
                                    Para: ciencialist@...
                                    Enviadas: Sexta-feira, 24 de Novembro de 2017 22:02
                                    Assunto: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.
                                     
                                     
                                     
                                  • José Victor
                                    Você escreveu: Então, um número como raiz de -1 nada mais é que um ente matemático usado como elemento estruturador e generalizador no seio da
                                    Mensagem 17 de 17 , 22 de dez de 2017


                                      Você escreveu:
                                      "Então, um número como raiz de -1 nada mais é que um ente matemático usado como elemento estruturador e generalizador no seio da matemática, sem nenhuma outra conotação mais que esta. Simples assim. "

                                      É isto aí. Simples assim.
                                      Números imaginários não existem. São só frutos de sua imaginação!!!

                                      Sinceramente, Hélio, não entendi sua motivação nem o objetivo desse sua crítica. É só isso, e dessa maneira, que você é capaz de tecer comentário lúcido sobre um post que pretende motivar e informar?  Sem nada mais q
                                      Sua resposta simplesmente indica que não entendeu absolutamente nada do que eu escrevi, o que leva à conclusão de que o assunto lhe inteiramente estranho.

                                      Mas, mesmo assim, vou acrescentar mais ingrediente para reforça a informação "...ente matemático usado como elemento estruturador no seio da matemática", e quero dizer que tudo isso não é fruto de minha imaginação. É conhecimento de causa, sabe o que é isso, não é?

                                      Pois, resumirei essa minha imaginação:
                                       1) Raiz de -1 simplesmente enseja a estruturação de um sistema numérico muito mais geral que um um número real, apenas. este sendo apenas um componente desse sistema numérico, chamado número complexo(o nome complexo sendo mantido por razões históricas...); e, além disso,

                                      2) Raiz de -1, como estruturador e generalizador, tem, ainda, outra propriedade: pode ser considerador, também, como operador matemático! Um operador que faz o seguinte: roda o sistema de eixo de uma ângulo de 90°! E isto é importante? Só estudando um pouco mais de matemática você saberá. Como exercício elementar, você poderá tomar o número z = a + b.i, multiplicar ambos os membros por i e verificar o que acontece! Faça, se quiser saber.

                                      Bem, encerro por aqui. E acho que definitivamente. 








                                      Em 20 de dezembro de 2017 21:49, Hélio Carvalho helicar_br@... [ciencialist] <ciencialist@...> escreveu:
                                       

                                      Victor,

                                      Você escreveu:
                                      "Então, um número como raiz de -1 nada mais é que um ente matemático usado como elemento estruturador e generalizador no seio da matemática, sem nenhuma outra conotação mais que esta. Simples assim. "

                                      É isto aí. Simples assim.
                                      Números imaginários não existem. São só frutos de sua imaginação!!!

                                      Helio



                                      De: "José Victor jvoneto1@... [ciencialist]" <ciencialist@.... br>
                                      Para: ciencialist@... ; Tipoalgo <tipoalgo@...>
                                      Enviadas: Domingo, 17 de Dezembro de 2017 10:56
                                      Assunto: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza. + administração cientifica da sociedade

                                       
                                      Olá,
                                      Sobre a última frase de meu post,que deu causa a estes, "Particularmente, acho que faço parte dos 5% de animais pensantes que você encontra em todo lugar que vai...", quero corrigir para a seguinte:
                                      Particularmente, acho que faço parte dos 5% de animais pensantes, que concordam com o pensamento de Penrose, esses 5% que você encontra em todo lugar que vai...quando tal lugar é dominado por pessoas que, ou são matemáticos ou não matemáticos estudiosos e admiradores dessa ciência.
                                      Bem, mas proveito o ensejo para expor algum conhecimento útil a respeito de números “imaginários”, tentando desmistificar este seu apelido depreciativo.
                                      Antes, e para os mais interessados, recomendo a leitura do Capítulo 5 do livro 17 Equações que mudaram o mundo, de Ian Stewart, que inicia na página 90, com o pomposo título "Prodígio do mundo ideal". Lá, em linguagem simples, com maestria didática, Ian trata desse fundamental número e sua poderosa capacidade de conferir à matemática mais poder descritivo e operacional, sendo hoje, com uma maior compreensão de suas propriedades, indispensável em diversos ramos da ciência, e cujo quadrado é -1, e que matemáticamente se escreve assim:  i2=-1. Verão que o nome imaginário nada tem a ver com sobrenatural, misticismo, ou o que o valha.
                                      Há muita história a respeito de sua gênese. Foi introduzido na primeira metade do século 14, por Girolamo Cardano, cuja biografia titio Google encontra.
                                      Vamos direto ao que interessa.  Os números imaginários deram causa aos números complexos, que são sistemas numéricos bi-dimensionais do tipo x + yi, onde x e y são números naturais e i é “imaginário”, ou seja , tal que i2= -1 que todos já vimos por aí, em alguma fase de seus cursos de formação. Muito que bem, bem, bem...Mas raiz quadrada -1 existe mesmo? Ou é apenas um artifício matemático que empresta alguma quantidade útil à matemática?
                                      Tentarei explicar isso com exemplos numéricos que todos conhecem.
                                      Como podemos representar um número real? Simples, graficamente podemos representa-lo numa reta, chamada reta real, que é um objeto unidimensional-uma só dimensão – de comprimento infinito, onde cada ponto associamos um número, em relação a uma dada origem.  Então o número 5 está representado por um ponto situado a 5 unidades da origem 0 marcada sobre uma reta horizontal, vertical ou não.  Exemplo, os números marcados sobre a reta dos X ou dos Y,  que conhecemos.
                                      Então, um número real corresponde a um ponto na reta real. E operacionalmente, como isto funciona, considerado os aspectos geométricos?
                                      Assim:
                                      1-Somar 5 a 2(ponto 2) significa deslocar esse ponto para a direita de 5 unidades; se subtrairmos 5, isto significa deslocar o ponta para a esquerda de 5 unidades;
                                      2-multiplicar por 5 significa esticar a reta real de 5 unidades; dividir por 5implica em “encolher” a reta real de 5 unidades.
                                      And so on.
                                       Por volta aí do século 17 os matemáticos já haviam “inventado” uma novo sistema numérico, bi-dimensional, que consistiu em adicionar a um número real, x, um número “imaginário”, y i, onde y é um número real não pertencente à reta real designada por x , ficando assim:
                                      Z=x + yi, com a seguinte interpretação: para obter o número z você anda x unidades para esquerda ou para a direita sobre a reta real X e Y unidades para cima ou para baixo, sobre a reta real Y.
                                      Ou seja, onde z representa um ponto no plano! E isto foi tudo que se precisava saber para a explosão matemática que se seguiu.
                                      Assim, o sistema numérico bi-dimensional representa algo mais genérico que um número real sobre uma reta real X, que é um sistema uni-dimensional!
                                      Z=2,5 – 4i significa que, para obter o número z você anda sobre os X 2,5 unidades virando ortogonalmente para baixo e andando nessa direção 4 unidades.
                                      Bem, um sistema bi-dimensional, dado por uma representação como  Z=2,5 – 4i é uma nova classe de números,  chamada de números complexos.
                                      Vê-se claramente que um número complexo é mais geral que um número real, este sendo apenas um caso particular daquele e tem a propriedade de representar pontos no plano, o que lhe confere maior importância e poder de generalização que um reles número real, que tem alcance bastante limitado!
                                      Os números complexos permitem análise complexa de sistemas diversos, com aplicações poderosas em inúmeros ramos da matemática e da ciência.  A compreensão da essência dos sistemas matemático que descrevem o comportamento da eletricidade, calor, ondas, magnetismo bem como a estruturação matemática da própria mecânica quântica é feita magistralmente através da análise complexa.
                                      Um exemplo mais à mão é encontrado no estudo da eletricidade;  a análise de circuitos é feita de maneira mais simples usando números complexos,  como conceito de fasores(para quem futucar nesses domínios recomendo  o famoso Circuitos Elétricos, de Joseph A.Edminister-Coleção Schaum, que me salvou inúmeras vezes e de onde tirei o pouco  do que, ainda, sei hoje. Para uma leitura mais light e extremamente didática você encontrará na obra Eletromagnetismo para Estudantres de Engenharia-Belmiro Wolski, sobretudo no que tange ao conceito e aplicação de Fasores, página 342 e seguintes. Trocentos posts desses não dariam conta de explicar a extrema capacidade de simplificar e analisar coisas da matemática e da ciência, usando essa varinha de condão.
                                      Bem, uma vez dito o milagre, é preciso saber como ele opera. Pois bem, todas as operações do corpo dos números reais, soma, multiplicação, divisão, cafunés na cabecinha,  são aplicáveis aos números complexos! Numa boa. Claro, já que eles são mais fundamentais que os números reais... Foi o matemático  Argand, quem, em 1806, olhou o que havia sido desenvolvido até então e descobriu o poder generalizador desse sistema bi-dimensional, pelo que deu-lhe a estruturação operacional que há hoje.
                                      Quanto ao alcance das aplicações, ficou claro que o céu seria o limite.
                                      Então, um número como raiz de -1 nada mais é que um ente matemático usado como elemento estruturador e generalizador no seio da matemática, sem nenhuma outra conotação mais que esta. Simples assim.
                                      O termo “número imaginário” foi atribuído à raiz quadrada de -1 por ninguém menos que o matemático René Descartes, por certamente não haver compreendido a essência matemática desse poderoso ente. Só isso.
                                      Mas Argand e os que lhe seguiram viram a luz no fim do túnel e restabeleceram a verdade dos fatos. Não era possível inserir raiz quadrada  de -1 no conjunto dos números reais. Mas não haveria outros sistemas numéricos capaz de acomodar esses números “imaginários”. Sim, foi o que disseram Argand e os outros. E o resultado foi o que esboçamos de maneira bem simples mais acima. Daí por diante, apenas sombra e água fresca. Bem, nem tão fresca...
                                      Os números complexos também deram causa a pesquisas de outros sistemas 4-dimensionais como os quartênios e os sistemas 8-dimensionais como os octônios.  Maxwuell estruturou toda sua teoria eletromagnética no formalismo dos quartênios, bastante difícil(quem estudou o eletromagnetismo pelos livros de Maxwell teve de ralar para aprender toda aquela matemática e mais seus pre-requesitos. Uma tarefa hercúlea. Não tive capacidade ou paciência para tal empreendimento.  Estes dois últimos sistemas numéricos constituem as ferramentas de análise estruturação da Teoria das Cordas, na qual há muitos teóricos ciscando...) Só muito depois é que a TEM foi vertida para o formalismo vetorial pelo gênio abusado, Heaviside. E, depois, para o formalismo 4-tensorial, o que permitiu a descoberta de aspectos não imediatos no formalismo 3-dimensioanal.
                                      E aqui aproveito para fazer um comentário sobre um dos últimos posts meus, sobre matemática, objetivando a atenção de estranhou ou discordou. Lá, eu conjecturei que o uso de matemática em dimensões superiores, como a 4ª, 5ª, 10ª, ou mais, poderiam descortinar aspectos não imediatos em dimensões menores. Como aconteceu com a teoria der Kalusa -Klein(penta-dimensional), a TEM no formalismo covariante 4-dimensional, no formalismo de sistemas numéricos bi-dimensionais, que fazem coisas que os unidimensionais não podem e que são mais fundamentais, entre outros.  Independentemente de se o formalismo pode representar, em si, o comportamento da Natureza, parece-me que o essencial é que, tratando-se de matemática, esses formalismos podem embutir estruturas não presentes naqueles de mais baixas dimensões, como nos exemplos ora destacados. Certamente ninguém compreende as razões para isso. Isto basta? Não sei.  A verdade é que, como diz Penrose, em palavras distorcidas por mim, tudo acontece como se assim fosse.  Por ora é só.
                                      Sds,
                                      Victor.
                                       

                                       


                                      Em 15 de dezembro de 2017 22:32, Tipoalgo tipoalgo@... [ciencialist] <ciencialist@.... br> escreveu:
                                       
                                      Olá Mestre Belmiro.

                                      Na elucubração, a ideia é uma tentativa rasteira em harmonizar Ciência e Religião, tarefa difícil, senão impossível, bem sabemos.
                                      O que eu quis dizer é exatamente isso: um número complexo tem uma parte imaginária (raiz quadrada de número negativo, -1) e existe, é real.
                                      A comparação é apenas quanto a natureza divina, o fato dEle ser também real e imaginário.
                                      Quanto à Biblia, tem muita sabedoria, mas também tem muito "mistério".
                                      Digamos então que Deus é um número complexo na forma DEUS = Ciência + Religião i

                                      Abraço Tipoalgo.
                                       
                                       



                                      Em 15 de dezembro de 2017 17:30, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@.... br> escreveu:
                                       

                                      Caro Tipoalgo!

                                      Os números imaginários não são imaginários, ao contrário, eles são bem reais. Não reais, aqueles reais dos números reais, mas reais por existirem! Kkkkk! E os instrumentos de medição não medem a parte real dos números complexos, mas sim seu módulo. E, do meu ponto de vista, o Deus onipotente, onipresente e onisciente, independentemente de existir ou não, apenas conceitualmente falando, envolve tudo que percebemos e não percebemos e também o nada. Logo, esse Deus nada tem a ver com o Deus da Bíblia, que é, segundo as narrações ali contidas, bastante limitado.

                                      Um abraço,

                                      Belmiro
                                      Em sexta-feira, 15 de dezembro de 2017 06:32:00 BRST, Tipoalgo tipoalgo@... [ciencialist] <ciencialist@....b r> escreveu:


                                       
                                      Algo a ver com o assunto?

                                      Atualizando a elucubração: Por definição, SE Deus é o todo, também inclui a parte REAL do número complexo, que pode ser representado por tudo que percebemos com os nossos sentidos ou instrumentos de medição, ENTÃO, tal qual um número complexo, Deus é REALIDADE e IMAGINAÇÃO. Na parte da imaginação cabe tudo aquilo que ainda não percebemos. Lembrando que a parte da imaginação tem um coeficiente que é REAL.

                                      Em 1 de dezembro de 2017 12:19, 'Pesky Bee' peskybee2@... [ciencialist] <ciencialist@....b r> escreveu:
                                       
                                      Prefiro os 2kg de cobre. Já pensou se o saco de bósta
                                      estourar? E espalhar cocolatria para todo lado? E aí
                                      eu vou agitar o meu pezinho, jogando bósta até no lustre
                                      da sala? Porra, como é duro ser cientista, hahahahahahaha
                                       
                                      *PB*
                                       
                                       
                                       
                                      Sent: Thursday, November 30, 2017 7:52 PM
                                      Subject: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza. + administração cientifica da sociedade
                                       
                                      Olá,
                                       
                                      "Zé Victão, não entendi porque massa de cobre. Não
                                      poderia ser 2kg de chumbo? Ou então 2kg de bósta de cavalo?'
                                       
                                      Os dois primeiros,  por serem sólidos, lembrarão que você é chorão, não imune à dor;contudo,  o último, mesmo pastoso, também serve.... ao invés de dor, sentirá o pézinho envolto em algo mole e quentinho, sobretudo se o produto acabou de ser produzido..
                                      Então, a ilusão se reduzirá um ops!, ou ai, ai, oi, oi!
                                       
                                      Sds,
                                      Victor
                                       
                                       
                                       
                                      Em 30 de novembro de 2017 12:09, 'Pesky Bee' peskybee2@... [ciencialist] <ciencialist@.... br> escreveu:
                                       
                                      Zé Victão, não entendi porque massa de cobre. Não
                                      poderia ser 2kg de chumbo? Ou então 2kg de bósta de cavalo?
                                       
                                      De qualquer forma, se essa massa cair no pé de um
                                      manoel que não tem conexões nervosas entre o pé e
                                      a cachola, ele não vai nem estar aí para essa queda.
                                       
                                      E tem aquele outro caso dos sujeitos que tem uma
                                      disfunção neural capaz de provocar imensas dores
                                      realistas, similares à queda da cagada de cavalo no pé,
                                      só que é tudo imaginação, nada provoca fisicamente essas
                                      dores (só os safados impulsozinhos neurais randômicos,
                                      claro).
                                       
                                      Então a coisa é bem essa: a nossa consciência (aquilo
                                      que nos faz achar que "somos algo" e que estamos em
                                      um universo físico) é algo inacreditavelmente misterioso
                                      (e eu diria inexpugnável).
                                       
                                      Afinal, tudo isso (a nossa consciência, o cachorro da vizinha,
                                      a bunda da Anitta, a galáxia de Andrômeda, tudo, tudo) "poderia"
                                      ser apenas uma big, imensa, magistralmente colossal simulação
                                      em um hiper-mega-blaster computadorzáço de um alien fora do
                                      universo, e que ele deixou esse big computadorzão rodando o
                                      programa (que criou o big-bang, as galáxias, e a porrilhada
                                      toda) durante o tempo em que esse alien foi dar uma solene
                                      de uma cagada que vai demorar 29,5 bilhões de anos. Quando ele
                                      voltar ele desliga tudo, enquanto isso nós vamos vivendo.
                                      Poderia ser isso ou não poderia? É claro que foderia (digo,
                                      poderia, hahahahahaha)
                                       
                                      *PB*
                                       
                                       
                                       
                                       
                                      Sent: Thursday, November 30, 2017 10:51 AM
                                      Subject: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza. + administração cientifica da sociedade
                                       
                                      Olá,
                                       
                                      "...digo apenas que tudo
                                      o que nós achamos que existe é apenas fruto de nossa imaginação
                                      e concepção. Tudo mesmo."
                                       
                                      Tá certo, tá certo... Mas deixa uma massa de cobre de 2kg  cair em teu pé descalço para ver se isso é apenas imaginação.
                                       
                                      Sds,
                                      Victor.
                                       
                                       
                                      Em 29 de novembro de 2017 09:51, 'Pesky Bee' peskybee2@... [ciencialist] <ciencialist@....b r> escreveu:
                                       
                                      Krái, Calilzófilo, se eu ganhasse 1 real por cada parágrafo
                                      que tu digitas, hoje eu estaria riiiiiico! hahahahahaha
                                       
                                      Óia, sobre essas assuntelhações diversificadas que vossa
                                      sapiência deixou escorrer pelo teclado, digo apenas que tudo
                                      o que nós achamos que existe é apenas fruto de nossa imaginação
                                      e concepção. Tudo mesmo. E jogando gasolina na fogueira,
                                      vocês já ouviram falar em Biocentrismo, do Robert Lanza?
                                      É de revirar a cachola até ela dar de cara com o cúrrugado
                                      orifício traseiro, hahahahahahaha
                                       
                                      *PB*
                                       
                                       
                                       
                                       
                                      Sent: Tuesday, November 28, 2017 6:39 PM
                                      Subject: RES: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza. + administração cientifica da sociedade
                                       
                                      Depois desta acalorada recepção peskyzófila (acima de 40º. Fahrenheit ou 4,44º. Celsius) me atreverei a retornar a este notável grupo cientificista para tratar do tema “administração cientifica da sociedade humana” que é uma utopia não regressiva. As utopias regressivas são reedições de idéias transformadoras já condenadas pelas história, a exemplo do comunismo marxista (não confundir com o novo comunismo que inventaram na China capitalista, que é um exemplo pós-moderno da esquizofrenia politica). Alguns camaradas  da pós-modernidade, resignados com a incompetência dos humanos em resolver seus problemas, dividiram as utopias em duas categorias – as  regressivas,  cuja chance de realização é igual a zero e as realistas cuja chance de realização é infinitesimal, ou seja, algo maior que zero).
                                       
                                      Com relação à linguagem matemático-musical da natureza (ou do universo), permita-me acrescentar que existe um processo matemático inconsciente que se manifesta por exemplo,  no cérebro do meu gato Felix, quando ele faz um cálculo perfeito para pular numa banqueta e em seguida pular no tanque onde bebe a água corrente.
                                      Não sei porém, se foi a mãe dele que o ensinou a beber água corrente ou se ele já nasceu com essa programação musical, já que ele ouve o som agradável da água.
                                       
                                      A agradabilidade dos sons não se nota apenas na linguagem humana, quando por exemplo uma mãe fala emitindo um som suave e sorrindo para seu bebê. O canto das aves e o som das águas da chuva, do mar e dos rios são agradáveis e relaxantes. Se existe entre os humanos e os outros animais uma linguagem sem palavras, porque a natureza não seria dotada da mesma competência? Às vezes os humanos se esquecem que são produtos da própria natureza contra a qual resolveram lutar de uma forma suicida.
                                      Fala-se que os homens estão destruindo o planeta.  Mas antes que eles consigam realizar essa monstruosidade, vão destruir a si mesmos. Talvez prefiram fazer as pazes com a Natureza. Mas para isso será necessário que o poder não seja mais ocupado por psicopatas ou malucos dotados de outras enfermidades, além dos transtornos ideológicos da esquerda e da direita.
                                       
                                      Cabe lembrar que a administração cientifica da sociedade exige o sepultamento de todas as ideologias políticas. As ideologias não políticas podem continuar vivas, desde que não se instalem no poder. O novo Estado seria ideologicamente laico. E como não parece possivel acabar com a pior das invenções humanas, o dinheiro, talvez seja possivel acabar com a financeirização do capitalismo cuja psicopatia provoca a morte de milhões de pessoas e a fome em cerca de um bilhão.
                                       
                                      Finalizando, permita-me lembrar que o “cientificismo” é uma ideologia que venera as ciências que não têm o próprio homem como objeto e ignora por completo a necessidade de se criar verdadeiras ciências humanas, e não o simulacro das ditas “ciências sociais” que não passam de disciplinas filosóficas, que como todas as filosofias, só  contemplam o mundo ao invés de se ocuparem da sua transformação. Como os humanos adoram banalizar as coisas – e as palavras – os termos ciência e cientista foram banalizados e são frequentemente utilizados no lugar de técnica e técnicos.
                                       
                                      Abraços e obrigado pela recepção acalorada que exigiu que eu ligasse o ventilador na posição anti-narcísica.
                                       
                                      Mtnos Calil
                                       
                                       
                                       
                                       
                                       
                                       
                                       
                                       
                                      De: ciencialist@... [mailto:ciencialist@yahoogrupo s.com.br]
                                      Enviada em: terça-feira, 28 de novembro de 2017 17:39
                                      Para: Calil Terra; ciencialist@...
                                      Assunto: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.
                                       
                                       
                                      Calilzófilo, há quanto tempo não vejo mensagens tuas!
                                      Que saudades, meu véio! Que legal!
                                       
                                      E vejo que tu também já esteve lá na privada adicionando
                                      alguns teoremas naquela teoria. Continue com a produção!
                                       
                                      Eu por aqui, só para variar, fico apenas falando bobajaiadas
                                      catastroficamente escatológicas e estranhafúrdias. Quem
                                      quiser conhecer mais de perto minhas ultimas vociferações
                                      desgraçadamente despudoradas poderá me ver lá na facebokéia,
                                      meu nomezinho lá é "Pesky Souza Bee".
                                       
                                      *PB*
                                       
                                       
                                      Sent: Tuesday, November 28, 2017 5:09 PM
                                      Subject: RES: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.
                                       
                                      O universo é musical e a nova disciplina que estuda os significados da música natural é a SONIFICAÇÃO
                                      A música é essencialmente matemática.
                                      Logo a linguagem da natureza é musical e matemática.
                                       
                                      Mtnos Calil 
                                       
                                      De: ciencialist@... [mailto:ciencialist@yahoogrupo s.com.br]
                                      Enviada em: terça-feira, 28 de novembro de 2017 16:14
                                      Para: ciencialist@...
                                      Assunto: Re: [ciencialist] Matemática, a linguagem da Natureza.
                                       
                                       
                                      É bem capaz que o Penrose tenha fundado uma nova
                                      disciplina: a Bostemática, hahahahahahaha
                                       
                                      E agora com licença que vou ao banheiro produzir
                                      um novo te

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