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Desvendando o paradoxo do trem jocaxiano

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  • Belmiro Wolski
    Seguindo a mesma linha de raciocínio do meu post anterior,digo que o espaço percorrido pela luz dentro do vagão do ponto de vista dopróprio, não pode ser
    Mensagem 1 de 19 , 28 de abr


      Seguindo a mesma linha de raciocínio do meu post anterior, digo que o espaço percorrido pela luz dentro do vagão do ponto de vista do próprio, não pode ser maior do que o observado pela estação, sem ferir a máxima da velocidade da luz. Da mesma forma que, dentro de um trem normal, a luz do ponto de vista da estação, é direcionada para trás, tanto mais quanto maior for a velocidade do trem, afim de que este observador não testemunhe uma velocidade para a luz maior do que c, no caso do trem jocaxiano, a luz deverá se direcionar para a frente, a fim de que o observador do vagão não testemunhe o mesmo. Assim, como a luz penetra pelo casco furado do trem com velocidade vertical c, independente do observador, temos que, dentro do trem a velocidade total da luz seria a composição vetorial de c + v, onde v é a velocidade do trem. Assim, para se adequar à bizarrice de ser sempre c em qualquer referencial, do ponto de vista do vagão, a luz deve acompanhar o mesmo. Assim, aquele passageiro corajoso que está sentado ao lado da fenda no casco, que presenciou a entrada do feixe de luz, verá ele à sua frente o tempo todo. Verá ele subindo até o teto e regressando pelo mesmo caminho até escapar pela fenda de novo. Logo, o espaço percorrido é o mesmo que o observado na estação. Isto é, os tempos transcorrem por igual nos dois referenciais. A mesma conclusão que se pode tirar do trem normal, pois, aquela teimosia de o observador da estação dizer que seu tempo flui mais rápido e o do vagão afirmar o mesmo de seu ponto de vista, quando os dois se encontram, o efeito é cancelado. Desculpem-me por essa heresia, mas nunca engoli aquele negócio de quem acelera perde a razão em suas afirmações. Ainda bem que sou leigo e estou liberado para dizer bobagens, kkkk. (Desculpem-me pelo kkk, aprendi no Facebook).

      Belmiro
    • João Carlos Holland de Barcellos
      Ola Belmiro, voce disse a luz deverá se direcionar para a frente, Nao, vc esta enganado. veja : Do ponto de vista do observador do vagao: A Luz entra pelo
      Mensagem 2 de 19 , 28 de abr
      Ola Belmiro,
      voce disse " a luz deverá se direcionar para a frente,"

      Nao, vc esta enganado. veja :
      Do ponto de vista do observador do vagao:
      A Luz entra pelo buraco e volta DESLOCADA PRA TRAS em relacao ao ponte de entra pelo buraco.

      Entao a luz nao pode estar direcionada pra frente e sim pra tras do ponto de vista do observador do vagao.
      Vou ANEXAR o pdf do artigo que ennviei , mas em portugues para vc observar.
      Abs
      Jocax


      Em 28 de abril de 2017 08:33, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@...> escreveu:




      Seguindo a mesma linha de raciocínio do meu post anterior, digo que o espaço percorrido pela luz dentro do vagão do ponto de vista do próprio, não pode ser maior do que o observado pela estação, sem ferir a máxima da velocidade da luz. Da mesma forma que, dentro de um trem normal, a luz do ponto de vista da estação, é direcionada para trás, tanto mais quanto maior for a velocidade do trem, afim de que este observador não testemunhe uma velocidade para a luz maior do que c, no caso do trem jocaxiano, a luz deverá se direcionar para a frente, a fim de que o observador do vagão não testemunhe o mesmo. Assim, como a luz penetra pelo casco furado do trem com velocidade vertical c, independente do observador, temos que, dentro do trem a velocidade total da luz seria a composição vetorial de c + v, onde v é a velocidade do trem. Assim, para se adequar à bizarrice de ser sempre c em qualquer referencial, do ponto de vista do vagão, a luz deve acompanhar o mesmo. Assim, aquele passageiro corajoso que está sentado ao lado da fenda no casco, que presenciou a entrada do feixe de luz, verá ele à sua frente o tempo todo. Verá ele subindo até o teto e regressando pelo mesmo caminho até escapar pela fenda de novo. Logo, o espaço percorrido é o mesmo que o observado na estação. Isto é, os tempos transcorrem por igual nos dois referenciais. A mesma conclusão que se pode tirar do trem normal, pois, aquela teimosia de o observador da estação dizer que seu tempo flui mais rápido e o do vagão afirmar o mesmo de seu ponto de vista, quando os dois se encontram, o efeito é cancelado. Desculpem-me por essa heresia, mas nunca engoli aquele negócio de quem acelera perde a razão em suas afirmações. Ainda bem que sou leigo e estou liberado para dizer bobagens, kkkk. (Desculpem-me pelo kkk, aprendi no Facebook).

      Belmiro



    • Belmiro Wolski
      Você leu meu outro post? Se sim, deve concordar com a bizarrice que a luz faz no trem de Einstein ao ser emitida pela lanterna do ponto de vista da estação.
      Mensagem 3 de 19 , 28 de abr
        Você leu meu outro post? Se sim, deve concordar com a bizarrice que a luz faz no trem de Einstein ao ser emitida pela lanterna do ponto de vista da estação. Ao contrário de um projétil disparado que iria se deslocar com velocidade vetorial igual a soma de sua velocidade com a do trem no referencial da estação, a luz, para seguir o mandamento de não andar a mais que c sob hipótese alguma, inclina seu feixe para trás a fim de que sua velocidade final seja c. No caso do seu trem, a luz deveria inclinar para frente, para acompanhar o trem, caso contrário sua velocidade total será maior que c. É bizarro? Sim, mas é o que tem que acontecer para preservar o princípio fundamental da luz.

        Belmiro 


        Em 9:09 Sex, 28 de abr de AM, João Carlos Holland de Barcellos jocax@... [ciencialist]
        <ciencialist@...> escreveu:
         
        [Anexos de =?UTF-8?Q?Jo=C3=A3o_Carlos_Holland_de_Barcellos?= incluídos abaixo]

        Ola Belmiro,
        voce disse " a luz deverá se direcionar para a frente,"

        Nao, vc esta enganado. veja :
        Do ponto de vista do observador do vagao:
        A Luz entra pelo buraco e volta DESLOCADA PRA TRAS em relacao ao ponte de entra pelo buraco.

        Entao a luz nao pode estar direcionada pra frente e sim pra tras do ponto de vista do observador do vagao.
        Vou ANEXAR o pdf do artigo que ennviei , mas em portugues para vc observar.
        Abs
        Jocax


        Em 28 de abril de 2017 08:33, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@...> escreveu:




        Seguindo a mesma linha de raciocínio do meu post anterior, digo que o espaço percorrido pela luz dentro do vagão do ponto de vista do próprio, não pode ser maior do que o observado pela estação, sem ferir a máxima da velocidade da luz. Da mesma forma que, dentro de um trem normal, a luz do ponto de vista da estação, é direcionada para trás, tanto mais quanto maior for a velocidade do trem, afim de que este observador não testemunhe uma velocidade para a luz maior do que c, no caso do trem jocaxiano, a luz deverá se direcionar para a frente, a fim de que o observador do vagão não testemunhe o mesmo. Assim, como a luz penetra pelo casco furado do trem com velocidade vertical c, independente do observador, temos que, dentro do trem a velocidade total da luz seria a composição vetorial de c + v, onde v é a velocidade do trem. Assim, para se adequar à bizarrice de ser sempre c em qualquer referencial, do ponto de vista do vagão, a luz deve acompanhar o mesmo. Assim, aquele passageiro corajoso que está sentado ao lado da fenda no casco, que presenciou a entrada do feixe de luz, verá ele à sua frente o tempo todo. Verá ele subindo até o teto e regressando pelo mesmo caminho até escapar pela fenda de novo. Logo, o espaço percorrido é o mesmo que o observado na estação. Isto é, os tempos transcorrem por igual nos dois referenciais. A mesma conclusão que se pode tirar do trem normal, pois, aquela teimosia de o observador da estação dizer que seu tempo flui mais rápido e o do vagão afirmar o mesmo de seu ponto de vista, quando os dois se encontram, o efeito é cancelado. Desculpem-me por essa heresia, mas nunca engoli aquele negócio de quem acelera perde a razão em suas afirmações. Ainda bem que sou leigo e estou liberado para dizer bobagens, kkkk. (Desculpem-me pelo kkk, aprendi no Facebook).

        Belmiro



      • João Carlos Holland de Barcellos
        Belmiro duas coisas : 1- Se a teoria eh inconsistente, se ha paradoxos, entao vc prova uma contradicao. E quando vc prova uma contradicao vc chega a conclusao
        Mensagem 4 de 19 , 28 de abr
          Belmiro duas coisas :

          1- Se a teoria eh inconsistente, se ha paradoxos,  entao vc prova uma contradicao.
          E quando vc prova uma contradicao vc chega a conclusao que FALSO é uma premissa da teoria !
          como F=>V   entao QUALQUER  proposicao no ambito desta teoria
          contraditoria torna-se verdadeiro  !!

          Veja este apendice tirado da Ciencia expandida
          http://stoa.usp.br/jocax/files/1206/6895/ciencia-expandida.html  ) :
          ====================

          Prova de que premissas contraditórias implicam que qualquer conclusão seja verdadeira, até mesmo que “o universo não existe” :

          1) Premissa 1 : “A” ( ‘A’ é verdade )
          2) Premissa 2 : “~A” ( ‘Não A’ é verdade )
           Mas: “A^(~A) => FALSO“ ( ‘A e não A implica Falso’, Tautologia Lógica *)
           Então, podemos concluir de 1 e 2 (por modus ponens) :
          3) “Falso” ( Concluímos ‘falso’ )
           Mas: “Falso => Qualquer Coisa” (‘Falso implica X’, X é qualquer proposição, é uma Tautologia Lógica)
           Atribuindo a ‘X’ (ou a ‘Qualquer coisa’ ) a proposição ”O Universo não existe”, Teremos:
          4) “Falso => O Universo não existe”
           De 3 e 4 podemos por modus ponens concluir finalmente:
          5) “O Universo não existe”

          O que é um absurdo.
          Esse exemplo mostra que de premissas contraditórias podemos provar qualquer absurdo.

          (*Tautologia é uma verdade lógica absoluta isto é, uma verdade que independe do valor das variáveis.)

          =======================

          Ou seja numa teoria contraditoria TODA BIZARRICE EH VERDADEIRA !


          2- Segundo Ponto:

          Se nao considerarmos as decorrencias Bizarras PRESTA ATENCAO: 

          Do pnto de vista do observador da estação:
          A luz que entra pelo buraco VOLTA para a mesma lanterna ( CERTO ?)

          Ou seja EH FATO que a luz volta para o ponto de onde partiu CERTO?

          Do ponto de vista do viajante do vagao que anda pra direita a luz PRA VOLTAR PRA LANTERNA

          TEM QUE TER UM ANGULO PRA ESQUERDA POIS A LANTERNA DA ESTACAO ESTA

          CAMINHANDO PRA ESQUERDA  e ele precisa ver o mesmo fato de a luz

          voltar pra lanterna , NAO EH VERDADE?


          Abs

          Jocax





          2017-04-28 12:10 GMT-03:00 Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@...>:


          Você leu meu outro post? Se sim, deve concordar com a bizarrice que a luz faz no trem de Einstein ao ser emitida pela lanterna do ponto de vista da estação. Ao contrário de um projétil disparado que iria se deslocar com velocidade vetorial igual a soma de sua velocidade com a do trem no referencial da estação, a luz, para seguir o mandamento de não andar a mais que c sob hipótese alguma, inclina seu feixe para trás a fim de que sua velocidade final seja c. No caso do seu trem, a luz deveria inclinar para frente, para acompanhar o trem, caso contrário sua velocidade total será maior que c. É bizarro? Sim, mas é o que tem que acontecer para preservar o princípio fundamental da luz.

          Belmiro 


          Em 9:09 Sex, 28 de abr de AM, João Carlos Holland de Barcellos jocax@... [ciencialist]
           
          [Anexos de =?UTF-8?Q?Jo=C3=A3o_Carlos_ Holland_de_Barcellos?= incluídos abaixo]

          Ola Belmiro,
          voce disse " a luz deverá se direcionar para a frente,"

          Nao, vc esta enganado. veja :
          Do ponto de vista do observador do vagao:
          A Luz entra pelo buraco e volta DESLOCADA PRA TRAS em relacao ao ponte de entra pelo buraco.

          Entao a luz nao pode estar direcionada pra frente e sim pra tras do ponto de vista do observador do vagao.
          Vou ANEXAR o pdf do artigo que ennviei , mas em portugues para vc observar.
          Abs
          Jocax


          Em 28 de abril de 2017 08:33, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@.... br> escreveu:




          Seguindo a mesma linha de raciocínio do meu post anterior, digo que o espaço percorrido pela luz dentro do vagão do ponto de vista do próprio, não pode ser maior do que o observado pela estação, sem ferir a máxima da velocidade da luz. Da mesma forma que, dentro de um trem normal, a luz do ponto de vista da estação, é direcionada para trás, tanto mais quanto maior for a velocidade do trem, afim de que este observador não testemunhe uma velocidade para a luz maior do que c, no caso do trem jocaxiano, a luz deverá se direcionar para a frente, a fim de que o observador do vagão não testemunhe o mesmo. Assim, como a luz penetra pelo casco furado do trem com velocidade vertical c, independente do observador, temos que, dentro do trem a velocidade total da luz seria a composição vetorial de c + v, onde v é a velocidade do trem. Assim, para se adequar à bizarrice de ser sempre c em qualquer referencial, do ponto de vista do vagão, a luz deve acompanhar o mesmo. Assim, aquele passageiro corajoso que está sentado ao lado da fenda no casco, que presenciou a entrada do feixe de luz, verá ele à sua frente o tempo todo. Verá ele subindo até o teto e regressando pelo mesmo caminho até escapar pela fenda de novo. Logo, o espaço percorrido é o mesmo que o observado na estação. Isto é, os tempos transcorrem por igual nos dois referenciais. A mesma conclusão que se pode tirar do trem normal, pois, aquela teimosia de o observador da estação dizer que seu tempo flui mais rápido e o do vagão afirmar o mesmo de seu ponto de vista, quando os dois se encontram, o efeito é cancelado. Desculpem-me por essa heresia, mas nunca engoli aquele negócio de quem acelera perde a razão em suas afirmações. Ainda bem que sou leigo e estou liberado para dizer bobagens, kkkk. (Desculpem-me pelo kkk, aprendi no Facebook).

          Belmiro






        • Belmiro Wolski
          João Ou seja EH FATO que a luz volta para o ponto de onde partiu CERTO? Não! No trem de Einstein isso não acontece. Por que no seu tem que acontecer? O
          Mensagem 5 de 19 , 28 de abr
            João >>Ou seja EH FATO que a luz volta para o ponto de onde partiu CERTO?

            Não! No trem de Einstein isso não acontece. Por que no seu tem que acontecer? O observador da estação não vê o feixe voltando para a lanterna. Essa bizarrice você aceita, mas a outra que estou defendendo para preservar o princípio da constância da velocidade da luz,  você não aceita? O fato é que já estamos acostumados a ver nos esquemas do trem de Einstein a luz inclinando para trás como se fosse algo trivial. Não é. É bizarro ao extremo. Qualquer projétil no lugar da luz não faria isso!!
            Agora, para entender por que o seu paradoxo não se configura como tal, vamos por partes:

            1 - Com o trem jocaxiano parado sobre o feixe de luz. Você aceita o fato de que a velocidade da luz para dentro do vagão ocorre na vertical e com velocidade c? Se sim, vamos adiante.
            2 - Agora vamos por o trem em movimento. Em velocidades cotidianas, podemos apostar que o observador no vagão vai vendo o feixe de luz ficar para trás. Porém, em velocidades relativísticas, as coisas complicam. No entanto, mesmo nessas velocidades, espera-se que o feixe de luz continue tendo uma componente vertical com velocidade c, pois afinal, a fonte continua lá, parada em seu referencial.  E se isto é verdade, adicione-se vetorialmente a velocidade do trem e temos que no referencial do vagão a luz está trafegando acima do limite permitido e vai ser multada pelo God todo poderoso. Simples assim, como diria o amigo Victor. 

            Opção 2 para o entendimento:
            Afaste-se lateralmente do trem para apreciar melhor o que acontece, mas mantenha-se vinculado ao seu referencial. Agora, ao invés de por o trem em movimento, vamos optar por algo mais extravagante (e dispendioso). Vamos colocar o universo (que contém a lanterna acesa embaixo do trem) em movimento. Só que com movimento em sentido oposto ao que teria o trem, para que as coisas fiquem equivalentes. Assim, fica claro que, dado o movimento do universo e consequentemente da lanterna, o seu feixe de luz incline para trás, como uma maria-fumaça. Isto está tão caricato no trem de Einstein que até as crianças do Jardim I já estão aceitando numa boa, kkk. Pois bem, então o gran finale: Acontece que para trás no movimento do universo, significa para frente no movimento do trem. Ou seja, o feixe de luz tende a acompanhar o trem e não o contrário. Isto é, componente de velocidade vertical igual a c e componente de velocidade horizontal igual a zero (acompanhando o trem).  Isto é obvio se aceitamos o absolutismo da velocidade da luz. Qualquer coisa diferente disto e implica em desrespeito ao limite de velocidade c e aí God multa. E multa pesado, com mão de ferro!

            Abs

            Belmiro

            P,S.

            Ué, nesta briga, ninguém vai meter a colher?



            Em Sexta-feira, 28 de Abril de 2017 13:09, "João Carlos Holland de Barcellos jocax@... [ciencialist]" <ciencialist@...> escreveu:


             
            Belmiro duas coisas :

            1- Se a teoria eh inconsistente, se ha paradoxos,  entao vc prova uma contradicao.
            E quando vc prova uma contradicao vc chega a conclusao que FALSO é uma premissa da teoria !
            como F=>V   entao QUALQUER  proposicao no ambito desta teoria
            contraditoria torna-se verdadeiro  !!

            Veja este apendice tirado da Ciencia expandida
            http://stoa.usp.br/jocax/files/1206/6895/ciencia-expandida.html  ) :
            ====================
            Prova de que premissas contraditórias implicam que qualquer conclusão seja verdadeira, até mesmo que “o universo não existe” :
            1) Premissa 1 : “A” ( ‘A’ é verdade )
            2) Premissa 2 : “~A” ( ‘Não A’ é verdade )
             Mas: “A^(~A) => FALSO“ ( ‘A e não A implica Falso’, Tautologia Lógica *)
             Então, podemos concluir de 1 e 2 (por modus ponens) :
            3) “Falso” ( Concluímos ‘falso’ )
             Mas: “Falso => Qualquer Coisa” (‘Falso implica X’, X é qualquer proposição, é uma Tautologia Lógica)
             Atribuindo a ‘X’ (ou a ‘Qualquer coisa’ ) a proposição ”O Universo não existe”, Teremos:
            4) “Falso => O Universo não existe”
             De 3 e 4 podemos por modus ponens concluir finalmente:
            5) “O Universo não existe”
            O que é um absurdo.
            Esse exemplo mostra que de premissas contraditórias podemos provar qualquer absurdo.
            (*Tautologia é uma verdade lógica absoluta isto é, uma verdade que independe do valor das variáveis.)
            =======================
            Ou seja numa teoria contraditoria TODA BIZARRICE EH VERDADEIRA !

            2- Segundo Ponto:
            Se nao considerarmos as decorrencias Bizarras PRESTA ATENCAO: 
            Do pnto de vista do observador da estação:
            A luz que entra pelo buraco VOLTA para a mesma lanterna ( CERTO ?)
            Ou seja EH FATO que a luz volta para o ponto de onde partiu CERTO?
            Do ponto de vista do viajante do vagao que anda pra direita a luz PRA VOLTAR PRA LANTERNA
            TEM QUE TER UM ANGULO PRA ESQUERDA POIS A LANTERNA DA ESTACAO ESTA
            CAMINHANDO PRA ESQUERDA  e ele precisa ver o mesmo fato de a luz
            voltar pra lanterna , NAO EH VERDADE?

            Abs
            Jocax




            2017-04-28 12:10 GMT-03:00 Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@...>:




            Você leu meu outro post? Se sim, deve concordar com a bizarrice que a luz faz no trem de Einstein ao ser emitida pela lanterna do ponto de vista da estação. Ao contrário de um projétil disparado que iria se deslocar com velocidade vetorial igual a soma de sua velocidade com a do trem no referencial da estação, a luz, para seguir o mandamento de não andar a mais que c sob hipótese alguma, inclina seu feixe para trás a fim de que sua velocidade final seja c. No caso do seu trem, a luz deveria inclinar para frente, para acompanhar o trem, caso contrário sua velocidade total será maior que c. É bizarro? Sim, mas é o que tem que acontecer para preservar o princípio fundamental da luz.

            Belmiro 


             
            [Anexos de =?UTF-8?Q?Jo=C3=A3o_Carlos_ Holland_de_Barcellos?= incluídos abaixo]
            Ola Belmiro,
            voce disse " a luz deverá se direcionar para a frente,"

            Nao, vc esta enganado. veja :
            Do ponto de vista do observador do vagao:
            A Luz entra pelo buraco e volta DESLOCADA PRA TRAS em relacao ao ponte de entra pelo buraco.

            Entao a luz nao pode estar direcionada pra frente e sim pra tras do ponto de vista do observador do vagao.
            Vou ANEXAR o pdf do artigo que ennviei , mas em portugues para vc observar.
            Abs
            Jocax


            Em 28 de abril de 2017 08:33, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@.... br> escreveu:




            Seguindo a mesma linha de raciocínio do meu post anterior, digo que o espaço percorrido pela luz dentro do vagão do ponto de vista do próprio, não pode ser maior do que o observado pela estação, sem ferir a máxima da velocidade da luz. Da mesma forma que, dentro de um trem normal, a luz do ponto de vista da estação, é direcionada para trás, tanto mais quanto maior for a velocidade do trem, afim de que este observador não testemunhe uma velocidade para a luz maior do que c, no caso do trem jocaxiano, a luz deverá se direcionar para a frente, a fim de que o observador do vagão não testemunhe o mesmo. Assim, como a luz penetra pelo casco furado do trem com velocidade vertical c, independente do observador, temos que, dentro do trem a velocidade total da luz seria a composição vetorial de c + v, onde v é a velocidade do trem. Assim, para se adequar à bizarrice de ser sempre c em qualquer referencial, do ponto de vista do vagão, a luz deve acompanhar o mesmo. Assim, aquele passageiro corajoso que está sentado ao lado da fenda no casco, que presenciou a entrada do feixe de luz, verá ele à sua frente o tempo todo. Verá ele subindo até o teto e regressando pelo mesmo caminho até escapar pela fenda de novo. Logo, o espaço percorrido é o mesmo que o observado na estação. Isto é, os tempos transcorrem por igual nos dois referenciais. A mesma conclusão que se pode tirar do trem normal, pois, aquela teimosia de o observador da estação dizer que seu tempo flui mais rápido e o do vagão afirmar o mesmo de seu ponto de vista, quando os dois se encontram, o efeito é cancelado. Desculpem-me por essa heresia, mas nunca engoli aquele negócio de quem acelera perde a razão em suas afirmações. Ainda bem que sou leigo e estou liberado para dizer bobagens, kkkk. (Desculpem-me pelo kkk, aprendi no Facebook).

            Belmiro








          • João Carlos Holland de Barcellos
            Vc disse: Não! No trem de Einstein isso não acontece. CLARO QUE ACONTECE !!!!! *A fonte de luz se move junto com o trem !! a luz bate no teto espelhado e
            Mensagem 6 de 19 , 28 de abr
              Vc disse:
              "Não! No trem de Einstein isso não acontece."


              CLARO QUE ACONTECE !!!!!
              A fonte de luz se move junto com o trem !!  a luz bate no teto espelhado e volta pra lanterna !!
              PutzGrila !!!
              abs
              jocax

              Em 28 de abril de 2017 14:59, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@...> escreveu:


              João >>Ou seja EH FATO que a luz volta para o ponto de onde partiu CERTO?

              Não! No trem de Einstein isso não acontece. Por que no seu tem que acontecer? O observador da estação não vê o feixe voltando para a lanterna. Essa bizarrice você aceita, mas a outra que estou defendendo para preservar o princípio da constância da velocidade da luz,  você não aceita? O fato é que já estamos acostumados a ver nos esquemas do trem de Einstein a luz inclinando para trás como se fosse algo trivial. Não é. É bizarro ao extremo. Qualquer projétil no lugar da luz não faria isso!!
              Agora, para entender por que o seu paradoxo não se configura como tal, vamos por partes:

              1 - Com o trem jocaxiano parado sobre o feixe de luz. Você aceita o fato de que a velocidade da luz para dentro do vagão ocorre na vertical e com velocidade c? Se sim, vamos adiante.
              2 - Agora vamos por o trem em movimento. Em velocidades cotidianas, podemos apostar que o observador no vagão vai vendo o feixe de luz ficar para trás. Porém, em velocidades relativísticas, as coisas complicam. No entanto, mesmo nessas velocidades, espera-se que o feixe de luz continue tendo uma componente vertical com velocidade c, pois afinal, a fonte continua lá, parada em seu referencial.  E se isto é verdade, adicione-se vetorialmente a velocidade do trem e temos que no referencial do vagão a luz está trafegando acima do limite permitido e vai ser multada pelo God todo poderoso. Simples assim, como diria o amigo Victor. 

              Opção 2 para o entendimento:
              Afaste-se lateralmente do trem para apreciar melhor o que acontece, mas mantenha-se vinculado ao seu referencial. Agora, ao invés de por o trem em movimento, vamos optar por algo mais extravagante (e dispendioso). Vamos colocar o universo (que contém a lanterna acesa embaixo do trem) em movimento. Só que com movimento em sentido oposto ao que teria o trem, para que as coisas fiquem equivalentes. Assim, fica claro que, dado o movimento do universo e consequentemente da lanterna, o seu feixe de luz incline para trás, como uma maria-fumaça. Isto está tão caricato no trem de Einstein que até as crianças do Jardim I já estão aceitando numa boa, kkk. Pois bem, então o gran finale: Acontece que para trás no movimento do universo, significa para frente no movimento do trem. Ou seja, o feixe de luz tende a acompanhar o trem e não o contrário. Isto é, componente de velocidade vertical igual a c e componente de velocidade horizontal igual a zero (acompanhando o trem).  Isto é obvio se aceitamos o absolutismo da velocidade da luz. Qualquer coisa diferente disto e implica em desrespeito ao limite de velocidade c e aí God multa. E multa pesado, com mão de ferro!

              Abs

              Belmiro

              P,S.

              Ué, nesta briga, ninguém vai meter a colher?



              Em Sexta-feira, 28 de Abril de 2017 13:09, "João Carlos Holland de Barcellos jocax@... [ciencialist]" <ciencialist@.... br> escreveu:


               
              Belmiro duas coisas :

              1- Se a teoria eh inconsistente, se ha paradoxos,  entao vc prova uma contradicao.
              E quando vc prova uma contradicao vc chega a conclusao que FALSO é uma premissa da teoria !
              como F=>V   entao QUALQUER  proposicao no ambito desta teoria
              contraditoria torna-se verdadeiro  !!

              Veja este apendice tirado da Ciencia expandida
              http://stoa.usp.br/jocax/ files/1206/6895/ciencia- expandida.html  ) :
              ====================
              Prova de que premissas contraditórias implicam que qualquer conclusão seja verdadeira, até mesmo que “o universo não existe” :
              1) Premissa 1 : “A” ( ‘A’ é verdade )
              2) Premissa 2 : “~A” ( ‘Não A’ é verdade )
               Mas: “A^(~A) => FALSO“ ( ‘A e não A implica Falso’, Tautologia Lógica *)
               Então, podemos concluir de 1 e 2 (por modus ponens) :
              3) “Falso” ( Concluímos ‘falso’ )
               Mas: “Falso => Qualquer Coisa” (‘Falso implica X’, X é qualquer proposição, é uma Tautologia Lógica)
               Atribuindo a ‘X’ (ou a ‘Qualquer coisa’ ) a proposição ”O Universo não existe”, Teremos:
              4) “Falso => O Universo não existe”
               De 3 e 4 podemos por modus ponens concluir finalmente:
              5) “O Universo não existe”
              O que é um absurdo.
              Esse exemplo mostra que de premissas contraditórias podemos provar qualquer absurdo.
              (*Tautologia é uma verdade lógica absoluta isto é, uma verdade que independe do valor das variáveis.)
              =======================
              Ou seja numa teoria contraditoria TODA BIZARRICE EH VERDADEIRA !

              2- Segundo Ponto:
              Se nao considerarmos as decorrencias Bizarras PRESTA ATENCAO: 
              Do pnto de vista do observador da estação:
              A luz que entra pelo buraco VOLTA para a mesma lanterna ( CERTO ?)
              Ou seja EH FATO que a luz volta para o ponto de onde partiu CERTO?
              Do ponto de vista do viajante do vagao que anda pra direita a luz PRA VOLTAR PRA LANTERNA
              TEM QUE TER UM ANGULO PRA ESQUERDA POIS A LANTERNA DA ESTACAO ESTA
              CAMINHANDO PRA ESQUERDA  e ele precisa ver o mesmo fato de a luz
              voltar pra lanterna , NAO EH VERDADE?

              Abs
              Jocax




              2017-04-28 12:10 GMT-03:00 Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@.... br>:




              Você leu meu outro post? Se sim, deve concordar com a bizarrice que a luz faz no trem de Einstein ao ser emitida pela lanterna do ponto de vista da estação. Ao contrário de um projétil disparado que iria se deslocar com velocidade vetorial igual a soma de sua velocidade com a do trem no referencial da estação, a luz, para seguir o mandamento de não andar a mais que c sob hipótese alguma, inclina seu feixe para trás a fim de que sua velocidade final seja c. No caso do seu trem, a luz deveria inclinar para frente, para acompanhar o trem, caso contrário sua velocidade total será maior que c. É bizarro? Sim, mas é o que tem que acontecer para preservar o princípio fundamental da luz.

               
              [Anexos de =?UTF-8?Q?Jo=C3=A3o_Carlos_ Holland_de_Barcellos?= incluídos abaixo]
              Ola Belmiro,
              voce disse " a luz deverá se direcionar para a frente,"

              Nao, vc esta enganado. veja :
              Do ponto de vista do observador do vagao:
              A Luz entra pelo buraco e volta DESLOCADA PRA TRAS em relacao ao ponte de entra pelo buraco.

              Entao a luz nao pode estar direcionada pra frente e sim pra tras do ponto de vista do observador do vagao.
              Vou ANEXAR o pdf do artigo que ennviei , mas em portugues para vc observar.
              Abs
              Jocax


              Em 28 de abril de 2017 08:33, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@.... br> escreveu:




              Seguindo a mesma linha de raciocínio do meu post anterior, digo que o espaço percorrido pela luz dentro do vagão do ponto de vista do próprio, não pode ser maior do que o observado pela estação, sem ferir a máxima da velocidade da luz. Da mesma forma que, dentro de um trem normal, a luz do ponto de vista da estação, é direcionada para trás, tanto mais quanto maior for a velocidade do trem, afim de que este observador não testemunhe uma velocidade para a luz maior do que c, no caso do trem jocaxiano, a luz deverá se direcionar para a frente, a fim de que o observador do vagão não testemunhe o mesmo. Assim, como a luz penetra pelo casco furado do trem com velocidade vertical c, independente do observador, temos que, dentro do trem a velocidade total da luz seria a composição vetorial de c + v, onde v é a velocidade do trem. Assim, para se adequar à bizarrice de ser sempre c em qualquer referencial, do ponto de vista do vagão, a luz deve acompanhar o mesmo. Assim, aquele passageiro corajoso que está sentado ao lado da fenda no casco, que presenciou a entrada do feixe de luz, verá ele à sua frente o tempo todo. Verá ele subindo até o teto e regressando pelo mesmo caminho até escapar pela fenda de novo. Logo, o espaço percorrido é o mesmo que o observado na estação. Isto é, os tempos transcorrem por igual nos dois referenciais. A mesma conclusão que se pode tirar do trem normal, pois, aquela teimosia de o observador da estação dizer que seu tempo flui mais rápido e o do vagão afirmar o mesmo de seu ponto de vista, quando os dois se encontram, o efeito é cancelado. Desculpem-me por essa heresia, mas nunca engoli aquele negócio de quem acelera perde a razão em suas afirmações. Ainda bem que sou leigo e estou liberado para dizer bobagens, kkkk. (Desculpem-me pelo kkk, aprendi no Facebook).

              Belmiro











            • Pesky Bee
              Chamem um médium para contactar o Chico Xavier e façam o Chico contactar o Einstein para esclarecer essas questiúnculas todas! *PB* From:
              Mensagem 7 de 19 , 28 de abr
                Chamem um médium para contactar o Chico Xavier e
                façam o Chico contactar o Einstein para esclarecer essas
                questiúnculas todas!
                 
                *PB*
                 
                 
                Sent: Friday, April 28, 2017 3:04 PM
                Subject: Re: Assunto: Re: [ciencialist] Desvendando o paradoxo do trem jocaxiano
                 


                Vc disse:
                "Não! No trem de Einstein isso não acontece."


                CLARO QUE ACONTECE !!!!!
                A fonte de luz se move junto com o trem !!  a luz bate no teto espelhado e volta pra lanterna !!
                PutzGrila !!!
                abs
                jocax
                 
                Em 28 de abril de 2017 14:59, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@...> escreveu:


                João >>Ou seja EH FATO que a luz volta para o ponto de onde partiu CERTO?

                Não! No trem de Einstein isso não acontece. Por que no seu tem que acontecer? O observador da estação não vê o feixe voltando para a lanterna. Essa bizarrice você aceita, mas a outra que estou defendendo para preservar o princípio da constância da velocidade da luz,  você não aceita? O fato é que já estamos acostumados a ver nos esquemas do trem de Einstein a luz inclinando para trás como se fosse algo trivial. Não é. É bizarro ao extremo. Qualquer projétil no lugar da luz não faria isso!!
                Agora, para entender por que o seu paradoxo não se configura como tal, vamos por partes:

                1 - Com o trem jocaxiano parado sobre o feixe de luz. Você aceita o fato de que a velocidade da luz para dentro do vagão ocorre na vertical e com velocidade c? Se sim, vamos adiante.
                2 - Agora vamos por o trem em movimento. Em velocidades cotidianas, podemos apostar que o observador no vagão vai vendo o feixe de luz ficar para trás. Porém, em velocidades relativísticas, as coisas complicam. No entanto, mesmo nessas velocidades, espera-se que o feixe de luz continue tendo uma componente vertical com velocidade c, pois afinal, a fonte continua lá, parada em seu referencial.  E se isto é verdade, adicione-se vetorialmente a velocidade do trem e temos que no referencial do vagão a luz está trafegando acima do limite permitido e vai ser multada pelo God todo poderoso. Simples assim, como diria o amigo Victor.

                Opção 2 para o entendimento:
                Afaste-se lateralmente do trem para apreciar melhor o que acontece, mas mantenha-se vinculado ao seu referencial. Agora, ao invés de por o trem em movimento, vamos optar por algo mais extravagante (e dispendioso). Vamos colocar o universo (que contém a lanterna acesa embaixo do trem) em movimento. Só que com movimento em sentido oposto ao que teria o trem, para que as coisas fiquem equivalentes. Assim, fica claro que, dado o movimento do universo e consequentemente da lanterna, o seu feixe de luz incline para trás, como uma maria-fumaça. Isto está tão caricato no trem de Einstein que até as crianças do Jardim I já estão aceitando numa boa, kkk. Pois bem, então o gran finale: Acontece que para trás no movimento do universo, significa para frente no movimento do trem. Ou seja, o feixe de luz tende a acompanhar o trem e não o contrário. Isto é, componente de velocidade vertical igual a c e componente de velocidade horizontal igual a zero (acompanhando o trem).  Isto é obvio se aceitamos o absolutismo da velocidade da luz. Qualquer coisa diferente disto e implica em desrespeito ao limite de velocidade c e aí God multa. E multa pesado, com mão de ferro!

                Abs

                Belmiro

                P,S.

                Ué, nesta briga, ninguém vai meter a colher?



                Em Sexta-feira, 28 de Abril de 2017 13:09, "João Carlos Holland de Barcellos jocax@... [ciencialist]" <ciencialist@.... br> escreveu:


                 
                Belmiro duas coisas :

                1- Se a teoria eh inconsistente, se ha paradoxos,  entao vc prova uma contradicao.
                E quando vc prova uma contradicao vc chega a conclusao que FALSO é uma premissa da teoria !
                como F=>V   entao QUALQUER  proposicao no ambito desta teoria
                contraditoria torna-se verdadeiro  !!

                Veja este apendice tirado da Ciencia expandida
                http://stoa.usp.br/jocax/ files/1206/6895/ciencia- expandida.html  ) :
                ====================
                Prova de que premissas contraditórias implicam que qualquer conclusão seja verdadeira, até mesmo que “o universo não existe” :
                1) Premissa 1 : “A” ( ‘A’ é verdade )
                2) Premissa 2 : “~A” ( ‘Não A’ é verdade )
                Mas: “A^(~A) => FALSO“ ( ‘A e não A implica Falso’, Tautologia Lógica *)
                Então, podemos concluir de 1 e 2 (por modus ponens) :
                3) “Falso” ( Concluímos ‘falso’ )
                Mas: “Falso => Qualquer Coisa” (‘Falso implica X’, X é qualquer proposição, é uma Tautologia Lógica)
                Atribuindo a ‘X’ (ou a ‘Qualquer coisa’ ) a proposição ”O Universo não existe”, Teremos:
                4) “Falso => O Universo não existe”
                De 3 e 4 podemos por modus ponens concluir finalmente:
                5) “O Universo não existe”
                O que é um absurdo.
                Esse exemplo mostra que de premissas contraditórias podemos provar qualquer absurdo.
                (*Tautologia é uma verdade lógica absoluta isto é, uma verdade que independe do valor das variáveis.)
                =======================
                Ou seja numa teoria contraditoria TODA BIZARRICE EH VERDADEIRA !
                 
                2- Segundo Ponto:
                Se nao considerarmos as decorrencias Bizarras PRESTA ATENCAO:
                Do pnto de vista do observador da estação:
                A luz que entra pelo buraco VOLTA para a mesma lanterna ( CERTO ?)
                Ou seja EH FATO que a luz volta para o ponto de onde partiu CERTO?
                Do ponto de vista do viajante do vagao que anda pra direita a luz PRA VOLTAR PRA LANTERNA
                TEM QUE TER UM ANGULO PRA ESQUERDA POIS A LANTERNA DA ESTACAO ESTA
                CAMINHANDO PRA ESQUERDA  e ele precisa ver o mesmo fato de a luz
                voltar pra lanterna , NAO EH VERDADE?
                 
                Abs
                Jocax
                 
                 
                 
                 
                2017-04-28 12:10 GMT-03:00 Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@.... br>:




                Você leu meu outro post? Se sim, deve concordar com a bizarrice que a luz faz no trem de Einstein ao ser emitida pela lanterna do ponto de vista da estação. Ao contrário de um projétil disparado que iria se deslocar com velocidade vetorial igual a soma de sua velocidade com a do trem no referencial da estação, a luz, para seguir o mandamento de não andar a mais que c sob hipótese alguma, inclina seu feixe para trás a fim de que sua velocidade final seja c. No caso do seu trem, a luz deveria inclinar para frente, para acompanhar o trem, caso contrário sua velocidade total será maior que c. É bizarro? Sim, mas é o que tem que acontecer para preservar o princípio fundamental da luz.
                 
                 
                [Anexos de =?UTF-8?Q?Jo=C3=A3o_Carlos_ Holland_de_Barcellos?= incluídos abaixo]
                Ola Belmiro,
                voce disse " a luz deverá se direcionar para a frente,"

                Nao, vc esta enganado. veja :
                Do ponto de vista do observador do vagao:
                A Luz entra pelo buraco e volta DESLOCADA PRA TRAS em relacao ao ponte de entra pelo buraco.

                Entao a luz nao pode estar direcionada pra frente e sim pra tras do ponto de vista do observador do vagao.
                Vou ANEXAR o pdf do artigo que ennviei , mas em portugues para vc observar.
                Abs
                Jocax

                 
                Em 28 de abril de 2017 08:33, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <mailto:ciencialist@...> escreveu:


                 
                 
                Seguindo a mesma linha de raciocínio do meu post anterior, digo que o espaço percorrido pela luz dentro do vagão do ponto de vista do próprio, não pode ser maior do que o observado pela estação, sem ferir a máxima da velocidade da luz. Da mesma forma que, dentro de um trem normal, a luz do ponto de vista da estação, é direcionada para trás, tanto mais quanto maior for a velocidade do trem, afim de que este observador não testemunhe uma velocidade para a luz maior do que c, no caso do trem jocaxiano, a luz deverá se direcionar para a frente, a fim de que o observador do vagão não testemunhe o mesmo. Assim, como a luz penetra pelo casco furado do trem com velocidade vertical c, independente do observador, temos que, dentro do trem a velocidade total da luz seria a composição vetorial de c + v, onde v é a velocidade do trem. Assim, para se adequar à bizarrice de ser sempre c em qualquer referencial, do ponto de vista do vagão, a luz deve acompanhar o mesmo. Assim, aquele passageiro corajoso que está sentado ao lado da fenda no casco, que presenciou a entrada do feixe de luz, verá ele à sua frente o tempo todo. Verá ele subindo até o teto e regressando pelo mesmo caminho até escapar pela fenda de novo. Logo, o espaço percorrido é o mesmo que o observado na estação. Isto é, os tempos transcorrem por igual nos dois referenciais. A mesma conclusão que se pode tirar do trem normal, pois, aquela teimosia de o observador da estação dizer que seu tempo flui mais rápido e o do vagão afirmar o mesmo de seu ponto de vista, quando os dois se encontram, o efeito é cancelado. Desculpem-me por essa heresia, mas nunca engoli aquele negócio de quem acelera perde a razão em suas afirmações. Ainda bem que sou leigo e estou liberado para dizer bobagens, kkkk. (Desculpem-me pelo kkk, aprendi no Facebook).
                 
                Belmiro


                 


                 




                 
              • José Victor
                Olá, Belmiro, Ué, nesta briga, ninguém vai meter a colher? Vai, sim. Mas mais à frente. Estava, aliás, reescrevendo um texto antigo, daqueles outros
                Mensagem 8 de 19 , 28 de abr
                  Olá, Belmiro,

                  "Ué, nesta briga, ninguém vai meter a colher?"

                  Vai, sim. Mas mais à frente. Estava, aliás, reescrevendo um texto antigo, daqueles outros tempos nessas discussões, mas que não enviei. E que pretendo postá-lo e esperar que leiam e comentem, como outros que recentemente postei, que ningúem comentou.  Estou  estudando o seu primeiro texto objetivando comentá-lo adequadamente, dentro do que acho que conheço, para diminuir a possibilidade de dizer besteiras). 

                  Estou achando interessante suas posturas a respeito dessas coisas. Mas teria umas observações a fazer, que farei oportunamente. Por ora, não vou estragar  o que está sendo divertido. 
                   
                  É  que estou esperando juntar mais uma caneca e meia de sangue...kkk (o kkk aprendi com você, que aprendeu no facebook, que não é um ambiente que me atraia. É mimimi demais, segundo, como casca grossa, penso. 
                  Agora, se o facebook se voltar para prestar um serviço ao pais, como arrancar essa classe de políticos e juizes ladrões, como reverter ´para a previdência os dinheiros desviados em fraudes, impostos milionários não pagos por grandes empresas, aí sim, farei um curso, pós-graduação nisso, e facebookarei as 25 horas do dia. E com um porrete na mão!...
                   O foco dessa greve de hoje está errado. deveria ser direcionado para a ações defenestradoras acima referidas. Pois são as causas do problemas atuais, que de maneira alguma  estão na  previdência e seus sistemas, em si. Dentro de no máximo 10 anos aposentados que não têm outro meio de vida irão comer capim, pois o dinheiro da previdência simplesmente  inexistirá. Com reforma ou sem reforma. Pois os políticos atuais ainda estarão ativos, a todo vapor, com as caras mais cínicas, e com os peitões moles dizendo: sou moça, virginho da silva, neném...).
                  Saindo...
                  Sds,
                  Victor.

                  Em 28 de abril de 2017 14:59, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@...> escreveu:
                   

                  João >>Ou seja EH FATO que a luz volta para o ponto de onde partiu CERTO?

                  Não! No trem de Einstein isso não acontece. Por que no seu tem que acontecer? O observador da estação não vê o feixe voltando para a lanterna. Essa bizarrice você aceita, mas a outra que estou defendendo para preservar o princípio da constância da velocidade da luz,  você não aceita? O fato é que já estamos acostumados a ver nos esquemas do trem de Einstein a luz inclinando para trás como se fosse algo trivial. Não é. É bizarro ao extremo. Qualquer projétil no lugar da luz não faria isso!!
                  Agora, para entender por que o seu paradoxo não se configura como tal, vamos por partes:

                  1 - Com o trem jocaxiano parado sobre o feixe de luz. Você aceita o fato de que a velocidade da luz para dentro do vagão ocorre na vertical e com velocidade c? Se sim, vamos adiante.
                  2 - Agora vamos por o trem em movimento. Em velocidades cotidianas, podemos apostar que o observador no vagão vai vendo o feixe de luz ficar para trás. Porém, em velocidades relativísticas, as coisas complicam. No entanto, mesmo nessas velocidades, espera-se que o feixe de luz continue tendo uma componente vertical com velocidade c, pois afinal, a fonte continua lá, parada em seu referencial.  E se isto é verdade, adicione-se vetorialmente a velocidade do trem e temos que no referencial do vagão a luz está trafegando acima do limite permitido e vai ser multada pelo God todo poderoso. Simples assim, como diria o amigo Victor. 

                  Opção 2 para o entendimento:
                  Afaste-se lateralmente do trem para apreciar melhor o que acontece, mas mantenha-se vinculado ao seu referencial. Agora, ao invés de por o trem em movimento, vamos optar por algo mais extravagante (e dispendioso). Vamos colocar o universo (que contém a lanterna acesa embaixo do trem) em movimento. Só que com movimento em sentido oposto ao que teria o trem, para que as coisas fiquem equivalentes. Assim, fica claro que, dado o movimento do universo e consequentemente da lanterna, o seu feixe de luz incline para trás, como uma maria-fumaça. Isto está tão caricato no trem de Einstein que até as crianças do Jardim I já estão aceitando numa boa, kkk. Pois bem, então o gran finale: Acontece que para trás no movimento do universo, significa para frente no movimento do trem. Ou seja, o feixe de luz tende a acompanhar o trem e não o contrário. Isto é, componente de velocidade vertical igual a c e componente de velocidade horizontal igual a zero (acompanhando o trem).  Isto é obvio se aceitamos o absolutismo da velocidade da luz. Qualquer coisa diferente disto e implica em desrespeito ao limite de velocidade c e aí God multa. E multa pesado, com mão de ferro!

                  Abs

                  Belmiro

                  P,S.

                  Ué, nesta briga, ninguém vai meter a colher?



                  Em Sexta-feira, 28 de Abril de 2017 13:09, "João Carlos Holland de Barcellos jocax@... [ciencialist]" <ciencialist@.... br> escreveu:


                   
                  Belmiro duas coisas :

                  1- Se a teoria eh inconsistente, se ha paradoxos,  entao vc prova uma contradicao.
                  E quando vc prova uma contradicao vc chega a conclusao que FALSO é uma premissa da teoria !
                  como F=>V   entao QUALQUER  proposicao no ambito desta teoria
                  contraditoria torna-se verdadeiro  !!

                  Veja este apendice tirado da Ciencia expandida
                  http://stoa.usp.br/jocax/ files/1206/6895/ciencia- expandida.html  ) :
                  ====================
                  Prova de que premissas contraditórias implicam que qualquer conclusão seja verdadeira, até mesmo que “o universo não existe” :
                  1) Premissa 1 : “A” ( ‘A’ é verdade )
                  2) Premissa 2 : “~A” ( ‘Não A’ é verdade )
                   Mas: “A^(~A) => FALSO“ ( ‘A e não A implica Falso’, Tautologia Lógica *)
                   Então, podemos concluir de 1 e 2 (por modus ponens) :
                  3) “Falso” ( Concluímos ‘falso’ )
                   Mas: “Falso => Qualquer Coisa” (‘Falso implica X’, X é qualquer proposição, é uma Tautologia Lógica)
                   Atribuindo a ‘X’ (ou a ‘Qualquer coisa’ ) a proposição ”O Universo não existe”, Teremos:
                  4) “Falso => O Universo não existe”
                   De 3 e 4 podemos por modus ponens concluir finalmente:
                  5) “O Universo não existe”
                  O que é um absurdo.
                  Esse exemplo mostra que de premissas contraditórias podemos provar qualquer absurdo.
                  (*Tautologia é uma verdade lógica absoluta isto é, uma verdade que independe do valor das variáveis.)
                  =======================
                  Ou seja numa teoria contraditoria TODA BIZARRICE EH VERDADEIRA !

                  2- Segundo Ponto:
                  Se nao considerarmos as decorrencias Bizarras PRESTA ATENCAO: 
                  Do pnto de vista do observador da estação:
                  A luz que entra pelo buraco VOLTA para a mesma lanterna ( CERTO ?)
                  Ou seja EH FATO que a luz volta para o ponto de onde partiu CERTO?
                  Do ponto de vista do viajante do vagao que anda pra direita a luz PRA VOLTAR PRA LANTERNA
                  TEM QUE TER UM ANGULO PRA ESQUERDA POIS A LANTERNA DA ESTACAO ESTA
                  CAMINHANDO PRA ESQUERDA  e ele precisa ver o mesmo fato de a luz
                  voltar pra lanterna , NAO EH VERDADE?

                  Abs
                  Jocax




                  2017-04-28 12:10 GMT-03:00 Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@.... br>:




                  Você leu meu outro post? Se sim, deve concordar com a bizarrice que a luz faz no trem de Einstein ao ser emitida pela lanterna do ponto de vista da estação. Ao contrário de um projétil disparado que iria se deslocar com velocidade vetorial igual a soma de sua velocidade com a do trem no referencial da estação, a luz, para seguir o mandamento de não andar a mais que c sob hipótese alguma, inclina seu feixe para trás a fim de que sua velocidade final seja c. No caso do seu trem, a luz deveria inclinar para frente, para acompanhar o trem, caso contrário sua velocidade total será maior que c. É bizarro? Sim, mas é o que tem que acontecer para preservar o princípio fundamental da luz.

                  Belmiro 


                   
                  [Anexos de =?UTF-8?Q?Jo=C3=A3o_Carlos_ Holland_de_Barcellos?= incluídos abaixo]
                  Ola Belmiro,
                  voce disse " a luz deverá se direcionar para a frente,"

                  Nao, vc esta enganado. veja :
                  Do ponto de vista do observador do vagao:
                  A Luz entra pelo buraco e volta DESLOCADA PRA TRAS em relacao ao ponte de entra pelo buraco.

                  Entao a luz nao pode estar direcionada pra frente e sim pra tras do ponto de vista do observador do vagao.
                  Vou ANEXAR o pdf do artigo que ennviei , mas em portugues para vc observar.
                  Abs
                  Jocax


                  Em 28 de abril de 2017 08:33, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@.... br> escreveu:




                  Seguindo a mesma linha de raciocínio do meu post anterior, digo que o espaço percorrido pela luz dentro do vagão do ponto de vista do próprio, não pode ser maior do que o observado pela estação, sem ferir a máxima da velocidade da luz. Da mesma forma que, dentro de um trem normal, a luz do ponto de vista da estação, é direcionada para trás, tanto mais quanto maior for a velocidade do trem, afim de que este observador não testemunhe uma velocidade para a luz maior do que c, no caso do trem jocaxiano, a luz deverá se direcionar para a frente, a fim de que o observador do vagão não testemunhe o mesmo. Assim, como a luz penetra pelo casco furado do trem com velocidade vertical c, independente do observador, temos que, dentro do trem a velocidade total da luz seria a composição vetorial de c + v, onde v é a velocidade do trem. Assim, para se adequar à bizarrice de ser sempre c em qualquer referencial, do ponto de vista do vagão, a luz deve acompanhar o mesmo. Assim, aquele passageiro corajoso que está sentado ao lado da fenda no casco, que presenciou a entrada do feixe de luz, verá ele à sua frente o tempo todo. Verá ele subindo até o teto e regressando pelo mesmo caminho até escapar pela fenda de novo. Logo, o espaço percorrido é o mesmo que o observado na estação. Isto é, os tempos transcorrem por igual nos dois referenciais. A mesma conclusão que se pode tirar do trem normal, pois, aquela teimosia de o observador da estação dizer que seu tempo flui mais rápido e o do vagão afirmar o mesmo de seu ponto de vista, quando os dois se encontram, o efeito é cancelado. Desculpem-me por essa heresia, mas nunca engoli aquele negócio de quem acelera perde a razão em suas afirmações. Ainda bem que sou leigo e estou liberado para dizer bobagens, kkkk. (Desculpem-me pelo kkk, aprendi no Facebook).

                  Belmiro









                • Pesky Bee
                  ... Se tivéssemos mulheres neste grupo e se fosse aquele período delas, tu já estarias com um balde cheio, hahahahahaha Mas por outro lado, como eu estou
                  Mensagem 9 de 19 , 28 de abr
                    >
                    É  que estou esperando juntar mais uma caneca e meia de sangue...kkk
                     
                    Se tivéssemos mulheres neste grupo e se fosse "aquele período"
                    delas, tu já estarias com um balde cheio, hahahahahaha
                     
                    Mas por outro lado, como eu estou ativamente escrevendo
                    coisaradas por aqui, pelo menos um balde de bósta tu já
                    poderás recolher,  hahahahahahaha
                     
                    *PB*
                     
                     
                     
                    Sent: Friday, April 28, 2017 3:39 PM
                    Subject: Re: Assunto: Re: [ciencialist] Desvendando o paradoxo do trem jocaxiano
                     


                    Olá, Belmiro,
                     
                    "Ué, nesta briga, ninguém vai meter a colher?"

                    Vai, sim. Mas mais à frente. Estava, aliás, reescrevendo um texto antigo, daqueles outros tempos nessas discussões, mas que não enviei. E que pretendo postá-lo e esperar que leiam e comentem, como outros que recentemente postei, que ningúem comentou.  Estou  estudando o seu primeiro texto objetivando comentá-lo adequadamente, dentro do que acho que conheço, para diminuir a possibilidade de dizer besteiras).

                    Estou achando interessante suas posturas a respeito dessas coisas. Mas teria umas observações a fazer, que farei oportunamente. Por ora, não vou estragar  o que está sendo divertido.
                     
                    É  que estou esperando juntar mais uma caneca e meia de sangue...kkk (o kkk aprendi com você, que aprendeu no facebook, que não é um ambiente que me atraia. É mimimi demais, segundo, como casca grossa, penso.
                    Agora, se o facebook se voltar para prestar um serviço ao pais, como arrancar essa classe de políticos e juizes ladrões, como reverter ´para a previdência os dinheiros desviados em fraudes, impostos milionários não pagos por grandes empresas, aí sim, farei um curso, pós-graduação nisso, e facebookarei as 25 horas do dia. E com um porrete na mão!...
                    O foco dessa greve de hoje está errado. deveria ser direcionado para a ações defenestradoras acima referidas. Pois são as causas do problemas atuais, que de maneira alguma  estão na  previdência e seus sistemas, em si. Dentro de no máximo 10 anos aposentados que não têm outro meio de vida irão comer capim, pois o dinheiro da previdência simplesmente  inexistirá. Com reforma ou sem reforma. Pois os políticos atuais ainda estarão ativos, a todo vapor, com as caras mais cínicas, e com os peitões moles dizendo: sou moça, virginho da silva, neném...).
                    Saindo...
                    Sds,
                    Victor.
                     
                    Em 28 de abril de 2017 14:59, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@...> escreveu:
                     
                    João >>Ou seja EH FATO que a luz volta para o ponto de onde partiu CERTO?

                    Não! No trem de Einstein isso não acontece. Por que no seu tem que acontecer? O observador da estação não vê o feixe voltando para a lanterna. Essa bizarrice você aceita, mas a outra que estou defendendo para preservar o princípio da constância da velocidade da luz,  você não aceita? O fato é que já estamos acostumados a ver nos esquemas do trem de Einstein a luz inclinando para trás como se fosse algo trivial. Não é. É bizarro ao extremo. Qualquer projétil no lugar da luz não faria isso!!
                    Agora, para entender por que o seu paradoxo não se configura como tal, vamos por partes:

                    1 - Com o trem jocaxiano parado sobre o feixe de luz. Você aceita o fato de que a velocidade da luz para dentro do vagão ocorre na vertical e com velocidade c? Se sim, vamos adiante.
                    2 - Agora vamos por o trem em movimento. Em velocidades cotidianas, podemos apostar que o observador no vagão vai vendo o feixe de luz ficar para trás. Porém, em velocidades relativísticas, as coisas complicam. No entanto, mesmo nessas velocidades, espera-se que o feixe de luz continue tendo uma componente vertical com velocidade c, pois afinal, a fonte continua lá, parada em seu referencial.  E se isto é verdade, adicione-se vetorialmente a velocidade do trem e temos que no referencial do vagão a luz está trafegando acima do limite permitido e vai ser multada pelo God todo poderoso. Simples assim, como diria o amigo Victor.

                    Opção 2 para o entendimento:
                    Afaste-se lateralmente do trem para apreciar melhor o que acontece, mas mantenha-se vinculado ao seu referencial. Agora, ao invés de por o trem em movimento, vamos optar por algo mais extravagante (e dispendioso). Vamos colocar o universo (que contém a lanterna acesa embaixo do trem) em movimento. Só que com movimento em sentido oposto ao que teria o trem, para que as coisas fiquem equivalentes. Assim, fica claro que, dado o movimento do universo e consequentemente da lanterna, o seu feixe de luz incline para trás, como uma maria-fumaça. Isto está tão caricato no trem de Einstein que até as crianças do Jardim I já estão aceitando numa boa, kkk. Pois bem, então o gran finale: Acontece que para trás no movimento do universo, significa para frente no movimento do trem. Ou seja, o feixe de luz tende a acompanhar o trem e não o contrário. Isto é, componente de velocidade vertical igual a c e componente de velocidade horizontal igual a zero (acompanhando o trem).  Isto é obvio se aceitamos o absolutismo da velocidade da luz. Qualquer coisa diferente disto e implica em desrespeito ao limite de velocidade c e aí God multa. E multa pesado, com mão de ferro!

                    Abs

                    Belmiro

                    P,S.

                    Ué, nesta briga, ninguém vai meter a colher?



                    Em Sexta-feira, 28 de Abril de 2017 13:09, "João Carlos Holland de Barcellos jocax@... [ciencialist]" <ciencialist@.... br> escreveu:


                     
                    Belmiro duas coisas :

                    1- Se a teoria eh inconsistente, se ha paradoxos,  entao vc prova uma contradicao.
                    E quando vc prova uma contradicao vc chega a conclusao que FALSO é uma premissa da teoria !
                    como F=>V   entao QUALQUER  proposicao no ambito desta teoria
                    contraditoria torna-se verdadeiro  !!

                    Veja este apendice tirado da Ciencia expandida
                    http://stoa.usp.br/jocax/ files/1206/6895/ciencia- expandida.html  ) :
                    ====================
                    Prova de que premissas contraditórias implicam que qualquer conclusão seja verdadeira, até mesmo que “o universo não existe” :
                    1) Premissa 1 : “A” ( ‘A’ é verdade )
                    2) Premissa 2 : “~A” ( ‘Não A’ é verdade )
                    Mas: “A^(~A) => FALSO“ ( ‘A e não A implica Falso’, Tautologia Lógica *)
                    Então, podemos concluir de 1 e 2 (por modus ponens) :
                    3) “Falso” ( Concluímos ‘falso’ )
                    Mas: “Falso => Qualquer Coisa” (‘Falso implica X’, X é qualquer proposição, é uma Tautologia Lógica)
                    Atribuindo a ‘X’ (ou a ‘Qualquer coisa’ ) a proposição ”O Universo não existe”, Teremos:
                    4) “Falso => O Universo não existe”
                    De 3 e 4 podemos por modus ponens concluir finalmente:
                    5) “O Universo não existe”
                    O que é um absurdo.
                    Esse exemplo mostra que de premissas contraditórias podemos provar qualquer absurdo.
                    (*Tautologia é uma verdade lógica absoluta isto é, uma verdade que independe do valor das variáveis.)
                    =======================
                    Ou seja numa teoria contraditoria TODA BIZARRICE EH VERDADEIRA !
                     
                    2- Segundo Ponto:
                    Se nao considerarmos as decorrencias Bizarras PRESTA ATENCAO:
                    Do pnto de vista do observador da estação:
                    A luz que entra pelo buraco VOLTA para a mesma lanterna ( CERTO ?)
                    Ou seja EH FATO que a luz volta para o ponto de onde partiu CERTO?
                    Do ponto de vista do viajante do vagao que anda pra direita a luz PRA VOLTAR PRA LANTERNA
                    TEM QUE TER UM ANGULO PRA ESQUERDA POIS A LANTERNA DA ESTACAO ESTA
                    CAMINHANDO PRA ESQUERDA  e ele precisa ver o mesmo fato de a luz
                    voltar pra lanterna , NAO EH VERDADE?
                     
                    Abs
                    Jocax
                     
                     
                     
                     
                    2017-04-28 12:10 GMT-03:00 Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@.... br>:




                    Você leu meu outro post? Se sim, deve concordar com a bizarrice que a luz faz no trem de Einstein ao ser emitida pela lanterna do ponto de vista da estação. Ao contrário de um projétil disparado que iria se deslocar com velocidade vetorial igual a soma de sua velocidade com a do trem no referencial da estação, a luz, para seguir o mandamento de não andar a mais que c sob hipótese alguma, inclina seu feixe para trás a fim de que sua velocidade final seja c. No caso do seu trem, a luz deveria inclinar para frente, para acompanhar o trem, caso contrário sua velocidade total será maior que c. É bizarro? Sim, mas é o que tem que acontecer para preservar o princípio fundamental da luz.
                     
                    Belmiro


                     
                    [Anexos de =?UTF-8?Q?Jo=C3=A3o_Carlos_ Holland_de_Barcellos?= incluídos abaixo]
                    Ola Belmiro,
                    voce disse " a luz deverá se direcionar para a frente,"

                    Nao, vc esta enganado. veja :
                    Do ponto de vista do observador do vagao:
                    A Luz entra pelo buraco e volta DESLOCADA PRA TRAS em relacao ao ponte de entra pelo buraco.

                    Entao a luz nao pode estar direcionada pra frente e sim pra tras do ponto de vista do observador do vagao.
                    Vou ANEXAR o pdf do artigo que ennviei , mas em portugues para vc observar.
                    Abs
                    Jocax

                     
                    Em 28 de abril de 2017 08:33, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <mailto:ciencialist@...> escreveu:


                     
                     
                    Seguindo a mesma linha de raciocínio do meu post anterior, digo que o espaço percorrido pela luz dentro do vagão do ponto de vista do próprio, não pode ser maior do que o observado pela estação, sem ferir a máxima da velocidade da luz. Da mesma forma que, dentro de um trem normal, a luz do ponto de vista da estação, é direcionada para trás, tanto mais quanto maior for a velocidade do trem, afim de que este observador não testemunhe uma velocidade para a luz maior do que c, no caso do trem jocaxiano, a luz deverá se direcionar para a frente, a fim de que o observador do vagão não testemunhe o mesmo. Assim, como a luz penetra pelo casco furado do trem com velocidade vertical c, independente do observador, temos que, dentro do trem a velocidade total da luz seria a composição vetorial de c + v, onde v é a velocidade do trem. Assim, para se adequar à bizarrice de ser sempre c em qualquer referencial, do ponto de vista do vagão, a luz deve acompanhar o mesmo. Assim, aquele passageiro corajoso que está sentado ao lado da fenda no casco, que presenciou a entrada do feixe de luz, verá ele à sua frente o tempo todo. Verá ele subindo até o teto e regressando pelo mesmo caminho até escapar pela fenda de novo. Logo, o espaço percorrido é o mesmo que o observado na estação. Isto é, os tempos transcorrem por igual nos dois referenciais. A mesma conclusão que se pode tirar do trem normal, pois, aquela teimosia de o observador da estação dizer que seu tempo flui mais rápido e o do vagão afirmar o mesmo de seu ponto de vista, quando os dois se encontram, o efeito é cancelado. Desculpem-me por essa heresia, mas nunca engoli aquele negócio de quem acelera perde a razão em suas afirmações. Ainda bem que sou leigo e estou liberado para dizer bobagens, kkkk. (Desculpem-me pelo kkk, aprendi no Facebook).
                     
                    Belmiro


                     


                     


                     
                  • José Victor
                    Olá, Pesky, Chamem um médium para contactar o Chico Xavier e façam o Chico contactar o Einstein para esclarecer essas questiúnculas todas! Sei que você
                    Mensagem 10 de 19 , 28 de abr
                      Olá, Pesky,

                      "Chamem um médium para contactar o Chico Xavier e
                      façam o Chico contactar o Einstein para esclarecer essas
                      questiúnculas todas!"

                      Sei que você diz isso em tom de brincadeira. Mas eu estou achando interessante essa discussão entre um dos milhares de autores que uma vez engendraram um experimento mental para defenestrar a TR e o Belomiro que, apesar de dizer que é leigo, certamente é bem consciente, e tem escrito coisas aprumadas sobre as "estranhezas" relacionadas ao tempo, conforme revelou a TR.

                      Gostaria, sinceramente, que mais pessoas escrevessem suas opiniões a respeito desse assunto que, hoje, faz parte do dia a dia da ciência, embora possamos viver sem saber o que diabos é isso. Como acontece com a maioria das pessoas deste combalido planeta terra. Inclusive você poderia dar sua opinião como um simples mortal...garanto que lerei  com muito gosto,como diria um amigo português. 

                      É isso.

                      Sds,
                      Victor.



                      Em 28 de abril de 2017 15:16, 'Pesky Bee' peskybee2@... [ciencialist] <ciencialist@...> escreveu:
                       

                      Chamem um médium para contactar o Chico Xavier e
                      façam o Chico contactar o Einstein para esclarecer essas
                      questiúnculas todas!
                       
                      *PB*
                       
                       
                      Sent: Friday, April 28, 2017 3:04 PM
                      Subject: Re: Assunto: Re: [ciencialist] Desvendando o paradoxo do trem jocaxiano
                       


                      Vc disse:
                      "Não! No trem de Einstein isso não acontece."


                      CLARO QUE ACONTECE !!!!!
                      A fonte de luz se move junto com o trem !!  a luz bate no teto espelhado e volta pra lanterna !!
                      PutzGrila !!!
                      abs
                      jocax
                       
                      Em 28 de abril de 2017 14:59, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@.... br> escreveu:


                      João >>Ou seja EH FATO que a luz volta para o ponto de onde partiu CERTO?

                      Não! No trem de Einstein isso não acontece. Por que no seu tem que acontecer? O observador da estação não vê o feixe voltando para a lanterna. Essa bizarrice você aceita, mas a outra que estou defendendo para preservar o princípio da constância da velocidade da luz,  você não aceita? O fato é que já estamos acostumados a ver nos esquemas do trem de Einstein a luz inclinando para trás como se fosse algo trivial. Não é. É bizarro ao extremo. Qualquer projétil no lugar da luz não faria isso!!
                      Agora, para entender por que o seu paradoxo não se configura como tal, vamos por partes:

                      1 - Com o trem jocaxiano parado sobre o feixe de luz. Você aceita o fato de que a velocidade da luz para dentro do vagão ocorre na vertical e com velocidade c? Se sim, vamos adiante.
                      2 - Agora vamos por o trem em movimento. Em velocidades cotidianas, podemos apostar que o observador no vagão vai vendo o feixe de luz ficar para trás. Porém, em velocidades relativísticas, as coisas complicam. No entanto, mesmo nessas velocidades, espera-se que o feixe de luz continue tendo uma componente vertical com velocidade c, pois afinal, a fonte continua lá, parada em seu referencial.  E se isto é verdade, adicione-se vetorialmente a velocidade do trem e temos que no referencial do vagão a luz está trafegando acima do limite permitido e vai ser multada pelo God todo poderoso. Simples assim, como diria o amigo Victor.

                      Opção 2 para o entendimento:
                      Afaste-se lateralmente do trem para apreciar melhor o que acontece, mas mantenha-se vinculado ao seu referencial. Agora, ao invés de por o trem em movimento, vamos optar por algo mais extravagante (e dispendioso). Vamos colocar o universo (que contém a lanterna acesa embaixo do trem) em movimento. Só que com movimento em sentido oposto ao que teria o trem, para que as coisas fiquem equivalentes. Assim, fica claro que, dado o movimento do universo e consequentemente da lanterna, o seu feixe de luz incline para trás, como uma maria-fumaça. Isto está tão caricato no trem de Einstein que até as crianças do Jardim I já estão aceitando numa boa, kkk. Pois bem, então o gran finale: Acontece que para trás no movimento do universo, significa para frente no movimento do trem. Ou seja, o feixe de luz tende a acompanhar o trem e não o contrário. Isto é, componente de velocidade vertical igual a c e componente de velocidade horizontal igual a zero (acompanhando o trem).  Isto é obvio se aceitamos o absolutismo da velocidade da luz. Qualquer coisa diferente disto e implica em desrespeito ao limite de velocidade c e aí God multa. E multa pesado, com mão de ferro!

                      Abs

                      Belmiro

                      P,S.

                      Ué, nesta briga, ninguém vai meter a colher?



                      Em Sexta-feira, 28 de Abril de 2017 13:09, "João Carlos Holland de Barcellos jocax@... [ciencialist]" <ciencialist@....b r> escreveu:


                       
                      Belmiro duas coisas :

                      1- Se a teoria eh inconsistente, se ha paradoxos,  entao vc prova uma contradicao.
                      E quando vc prova uma contradicao vc chega a conclusao que FALSO é uma premissa da teoria !
                      como F=>V   entao QUALQUER  proposicao no ambito desta teoria
                      contraditoria torna-se verdadeiro  !!

                      Veja este apendice tirado da Ciencia expandida
                      http://stoa.usp.br/jocax/files /1206/6895/ciencia-expandida. html  ) :
                      ====================
                      Prova de que premissas contraditórias implicam que qualquer conclusão seja verdadeira, até mesmo que “o universo não existe” :
                      1) Premissa 1 : “A” ( ‘A’ é verdade )
                      2) Premissa 2 : “~A” ( ‘Não A’ é verdade )
                      Mas: “A^(~A) => FALSO“ ( ‘A e não A implica Falso’, Tautologia Lógica *)
                      Então, podemos concluir de 1 e 2 (por modus ponens) :
                      3) “Falso” ( Concluímos ‘falso’ )
                      Mas: “Falso => Qualquer Coisa” (‘Falso implica X’, X é qualquer proposição, é uma Tautologia Lógica)
                      Atribuindo a ‘X’ (ou a ‘Qualquer coisa’ ) a proposição ”O Universo não existe”, Teremos:
                      4) “Falso => O Universo não existe”
                      De 3 e 4 podemos por modus ponens concluir finalmente:
                      5) “O Universo não existe”
                      O que é um absurdo.
                      Esse exemplo mostra que de premissas contraditórias podemos provar qualquer absurdo.
                      (*Tautologia é uma verdade lógica absoluta isto é, uma verdade que independe do valor das variáveis.)
                      =======================
                      Ou seja numa teoria contraditoria TODA BIZARRICE EH VERDADEIRA !
                       
                      2- Segundo Ponto:
                      Se nao considerarmos as decorrencias Bizarras PRESTA ATENCAO:
                      Do pnto de vista do observador da estação:
                      A luz que entra pelo buraco VOLTA para a mesma lanterna ( CERTO ?)
                      Ou seja EH FATO que a luz volta para o ponto de onde partiu CERTO?
                      Do ponto de vista do viajante do vagao que anda pra direita a luz PRA VOLTAR PRA LANTERNA
                      TEM QUE TER UM ANGULO PRA ESQUERDA POIS A LANTERNA DA ESTACAO ESTA
                      CAMINHANDO PRA ESQUERDA  e ele precisa ver o mesmo fato de a luz
                      voltar pra lanterna , NAO EH VERDADE?
                       
                      Abs
                      Jocax
                       
                       
                       
                       
                      2017-04-28 12:10 GMT-03:00 Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@....b r>:




                      Você leu meu outro post? Se sim, deve concordar com a bizarrice que a luz faz no trem de Einstein ao ser emitida pela lanterna do ponto de vista da estação. Ao contrário de um projétil disparado que iria se deslocar com velocidade vetorial igual a soma de sua velocidade com a do trem no referencial da estação, a luz, para seguir o mandamento de não andar a mais que c sob hipótese alguma, inclina seu feixe para trás a fim de que sua velocidade final seja c. No caso do seu trem, a luz deveria inclinar para frente, para acompanhar o trem, caso contrário sua velocidade total será maior que c. É bizarro? Sim, mas é o que tem que acontecer para preservar o princípio fundamental da luz.
                       
                       
                      [Anexos de =?UTF-8?Q?Jo=C3=A3o_Carlos_ Holland_de_Barcellos?= incluídos abaixo]
                      Ola Belmiro,
                      voce disse " a luz deverá se direcionar para a frente,"

                      Nao, vc esta enganado. veja :
                      Do ponto de vista do observador do vagao:
                      A Luz entra pelo buraco e volta DESLOCADA PRA TRAS em relacao ao ponte de entra pelo buraco.

                      Entao a luz nao pode estar direcionada pra frente e sim pra tras do ponto de vista do observador do vagao.
                      Vou ANEXAR o pdf do artigo que ennviei , mas em portugues para vc observar.
                      Abs
                      Jocax

                       
                      Em 28 de abril de 2017 08:33, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <mailto:ciencialist@ yahoogrupos.com.br> escreveu:


                       
                       
                      Seguindo a mesma linha de raciocínio do meu post anterior, digo que o espaço percorrido pela luz dentro do vagão do ponto de vista do próprio, não pode ser maior do que o observado pela estação, sem ferir a máxima da velocidade da luz. Da mesma forma que, dentro de um trem normal, a luz do ponto de vista da estação, é direcionada para trás, tanto mais quanto maior for a velocidade do trem, afim de que este observador não testemunhe uma velocidade para a luz maior do que c, no caso do trem jocaxiano, a luz deverá se direcionar para a frente, a fim de que o observador do vagão não testemunhe o mesmo. Assim, como a luz penetra pelo casco furado do trem com velocidade vertical c, independente do observador, temos que, dentro do trem a velocidade total da luz seria a composição vetorial de c + v, onde v é a velocidade do trem. Assim, para se adequar à bizarrice de ser sempre c em qualquer referencial, do ponto de vista do vagão, a luz deve acompanhar o mesmo. Assim, aquele passageiro corajoso que está sentado ao lado da fenda no casco, que presenciou a entrada do feixe de luz, verá ele à sua frente o tempo todo. Verá ele subindo até o teto e regressando pelo mesmo caminho até escapar pela fenda de novo. Logo, o espaço percorrido é o mesmo que o observado na estação. Isto é, os tempos transcorrem por igual nos dois referenciais. A mesma conclusão que se pode tirar do trem normal, pois, aquela teimosia de o observador da estação dizer que seu tempo flui mais rápido e o do vagão afirmar o mesmo de seu ponto de vista, quando os dois se encontram, o efeito é cancelado. Desculpem-me por essa heresia, mas nunca engoli aquele negócio de quem acelera perde a razão em suas afirmações. Ainda bem que sou leigo e estou liberado para dizer bobagens, kkkk. (Desculpem-me pelo kkk, aprendi no Facebook).
                       
                      Belmiro


                       


                       




                       


                    • Belmiro Wolski
                      Putz grila mesmo! Isto do ponto de vista do vagão.  No referencial da estação, o sujeito vê o feixe de luz sair da lanterna e bater em outro ponto no
                      Mensagem 11 de 19 , 28 de abr
                        Putz grila mesmo! Isto do ponto de vista do vagão.  No referencial da estação, o sujeito vê o feixe de luz sair da lanterna e bater em outro ponto no chão após refletir no teto!




                        Em 15:04 Sex, 28 de abr de PM, João Carlos Holland de Barcellos jocax@... [ciencialist]
                        <ciencialist@...> escreveu:
                         

                        Vc disse:
                        "Não! No trem de Einstein isso não acontece."


                        CLARO QUE ACONTECE !!!!!
                        A fonte de luz se move junto com o trem !!  a luz bate no teto espelhado e volta pra lanterna !!
                        PutzGrila !!!
                        abs
                        jocax

                        Em 28 de abril de 2017 14:59, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@...> escreveu:


                        João >>Ou seja EH FATO que a luz volta para o ponto de onde partiu CERTO?

                        Não! No trem de Einstein isso não acontece. Por que no seu tem que acontecer? O observador da estação não vê o feixe voltando para a lanterna. Essa bizarrice você aceita, mas a outra que estou defendendo para preservar o princípio da constância da velocidade da luz,  você não aceita? O fato é que já estamos acostumados a ver nos esquemas do trem de Einstein a luz inclinando para trás como se fosse algo trivial. Não é. É bizarro ao extremo. Qualquer projétil no lugar da luz não faria isso!!
                        Agora, para entender por que o seu paradoxo não se configura como tal, vamos por partes:

                        1 - Com o trem jocaxiano parado sobre o feixe de luz. Você aceita o fato de que a velocidade da luz para dentro do vagão ocorre na vertical e com velocidade c? Se sim, vamos adiante.
                        2 - Agora vamos por o trem em movimento. Em velocidades cotidianas, podemos apostar que o observador no vagão vai vendo o feixe de luz ficar para trás. Porém, em velocidades relativísticas, as coisas complicam. No entanto, mesmo nessas velocidades, espera-se que o feixe de luz continue tendo uma componente vertical com velocidade c, pois afinal, a fonte continua lá, parada em seu referencial.  E se isto é verdade, adicione-se vetorialmente a velocidade do trem e temos que no referencial do vagão a luz está trafegando acima do limite permitido e vai ser multada pelo God todo poderoso. Simples assim, como diria o amigo Victor. 

                        Opção 2 para o entendimento:
                        Afaste-se lateralmente do trem para apreciar melhor o que acontece, mas mantenha-se vinculado ao seu referencial. Agora, ao invés de por o trem em movimento, vamos optar por algo mais extravagante (e dispendioso). Vamos colocar o universo (que contém a lanterna acesa embaixo do trem) em movimento. Só que com movimento em sentido oposto ao que teria o trem, para que as coisas fiquem equivalentes. Assim, fica claro que, dado o movimento do universo e consequentemente da lanterna, o seu feixe de luz incline para trás, como uma maria-fumaça. Isto está tão caricato no trem de Einstein que até as crianças do Jardim I já estão aceitando numa boa, kkk. Pois bem, então o gran finale: Acontece que para trás no movimento do universo, significa para frente no movimento do trem. Ou seja, o feixe de luz tende a acompanhar o trem e não o contrário. Isto é, componente de velocidade vertical igual a c e componente de velocidade horizontal igual a zero (acompanhando o trem).  Isto é obvio se aceitamos o absolutismo da velocidade da luz. Qualquer coisa diferente disto e implica em desrespeito ao limite de velocidade c e aí God multa. E multa pesado, com mão de ferro!

                        Abs

                        Belmiro

                        P,S.

                        Ué, nesta briga, ninguém vai meter a colher?



                        Em Sexta-feira, 28 de Abril de 2017 13:09, "João Carlos Holland de Barcellos jocax@... [ciencialist]" <ciencialist@.... br> escreveu:


                         
                        Belmiro duas coisas :

                        1- Se a teoria eh inconsistente, se ha paradoxos,  entao vc prova uma contradicao.
                        E quando vc prova uma contradicao vc chega a conclusao que FALSO é uma premissa da teoria !
                        como F=>V   entao QUALQUER  proposicao no ambito desta teoria
                        contraditoria torna-se verdadeiro  !!

                        Veja este apendice tirado da Ciencia expandida
                        http://stoa.usp.br/jocax/ files/1206/6895/ciencia- expandida.html  ) :
                        ====================
                        Prova de que premissas contraditórias implicam que qualquer conclusão seja verdadeira, até mesmo que “o universo não existe” :
                        1) Premissa 1 : “A” ( ‘A’ é verdade )
                        2) Premissa 2 : “~A” ( ‘Não A’ é verdade )
                         Mas: “A^(~A) => FALSO“ ( ‘A e não A implica Falso’, Tautologia Lógica *)
                         Então, podemos concluir de 1 e 2 (por modus ponens) :
                        3) “Falso” ( Concluímos ‘falso’ )
                         Mas: “Falso => Qualquer Coisa” (‘Falso implica X’, X é qualquer proposição, é uma Tautologia Lógica)
                         Atribuindo a ‘X’ (ou a ‘Qualquer coisa’ ) a proposição ”O Universo não existe”, Teremos:
                        4) “Falso => O Universo não existe”
                         De 3 e 4 podemos por modus ponens concluir finalmente:
                        5) “O Universo não existe”
                        O que é um absurdo.
                        Esse exemplo mostra que de premissas contraditórias podemos provar qualquer absurdo.
                        (*Tautologia é uma verdade lógica absoluta isto é, uma verdade que independe do valor das variáveis.)
                        =======================
                        Ou seja numa teoria contraditoria TODA BIZARRICE EH VERDADEIRA !

                        2- Segundo Ponto:
                        Se nao considerarmos as decorrencias Bizarras PRESTA ATENCAO: 
                        Do pnto de vista do observador da estação:
                        A luz que entra pelo buraco VOLTA para a mesma lanterna ( CERTO ?)
                        Ou seja EH FATO que a luz volta para o ponto de onde partiu CERTO?
                        Do ponto de vista do viajante do vagao que anda pra direita a luz PRA VOLTAR PRA LANTERNA
                        TEM QUE TER UM ANGULO PRA ESQUERDA POIS A LANTERNA DA ESTACAO ESTA
                        CAMINHANDO PRA ESQUERDA  e ele precisa ver o mesmo fato de a luz
                        voltar pra lanterna , NAO EH VERDADE?

                        Abs
                        Jocax




                        2017-04-28 12:10 GMT-03:00 Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@.... br>:




                        Você leu meu outro post? Se sim, deve concordar com a bizarrice que a luz faz no trem de Einstein ao ser emitida pela lanterna do ponto de vista da estação. Ao contrário de um projétil disparado que iria se deslocar com velocidade vetorial igual a soma de sua velocidade com a do trem no referencial da estação, a luz, para seguir o mandamento de não andar a mais que c sob hipótese alguma, inclina seu feixe para trás a fim de que sua velocidade final seja c. No caso do seu trem, a luz deveria inclinar para frente, para acompanhar o trem, caso contrário sua velocidade total será maior que c. É bizarro? Sim, mas é o que tem que acontecer para preservar o princípio fundamental da luz.

                         
                        [Anexos de =?UTF-8?Q?Jo=C3=A3o_Carlos_ Holland_de_Barcellos?= incluídos abaixo]
                        Ola Belmiro,
                        voce disse " a luz deverá se direcionar para a frente,"

                        Nao, vc esta enganado. veja :
                        Do ponto de vista do observador do vagao:
                        A Luz entra pelo buraco e volta DESLOCADA PRA TRAS em relacao ao ponte de entra pelo buraco.

                        Entao a luz nao pode estar direcionada pra frente e sim pra tras do ponto de vista do observador do vagao.
                        Vou ANEXAR o pdf do artigo que ennviei , mas em portugues para vc observar.
                        Abs
                        Jocax


                        Em 28 de abril de 2017 08:33, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@.... br> escreveu:




                        Seguindo a mesma linha de raciocínio do meu post anterior, digo que o espaço percorrido pela luz dentro do vagão do ponto de vista do próprio, não pode ser maior do que o observado pela estação, sem ferir a máxima da velocidade da luz. Da mesma forma que, dentro de um trem normal, a luz do ponto de vista da estação, é direcionada para trás, tanto mais quanto maior for a velocidade do trem, afim de que este observador não testemunhe uma velocidade para a luz maior do que c, no caso do trem jocaxiano, a luz deverá se direcionar para a frente, a fim de que o observador do vagão não testemunhe o mesmo. Assim, como a luz penetra pelo casco furado do trem com velocidade vertical c, independente do observador, temos que, dentro do trem a velocidade total da luz seria a composição vetorial de c + v, onde v é a velocidade do trem. Assim, para se adequar à bizarrice de ser sempre c em qualquer referencial, do ponto de vista do vagão, a luz deve acompanhar o mesmo. Assim, aquele passageiro corajoso que está sentado ao lado da fenda no casco, que presenciou a entrada do feixe de luz, verá ele à sua frente o tempo todo. Verá ele subindo até o teto e regressando pelo mesmo caminho até escapar pela fenda de novo. Logo, o espaço percorrido é o mesmo que o observado na estação. Isto é, os tempos transcorrem por igual nos dois referenciais. A mesma conclusão que se pode tirar do trem normal, pois, aquela teimosia de o observador da estação dizer que seu tempo flui mais rápido e o do vagão afirmar o mesmo de seu ponto de vista, quando os dois se encontram, o efeito é cancelado. Desculpem-me por essa heresia, mas nunca engoli aquele negócio de quem acelera perde a razão em suas afirmações. Ainda bem que sou leigo e estou liberado para dizer bobagens, kkkk. (Desculpem-me pelo kkk, aprendi no Facebook).

                        Belmiro











                      • João Carlos Holland de Barcellos
                        CLARO QUE NAOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO Se acontecesse isso teriamos fenomenos fisicos diferentes !!!! Ou seja EM AMBOS OS CASOS A LUZ DEVE VOLTAR
                        Mensagem 12 de 19 , 28 de abr
                          CLARO QUE NAOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

                          Se acontecesse isso teriamos fenomenos fisicos diferentes !!!!
                           
                          Ou seja EM AMBOS OS CASOS A LUZ DEVE VOLTAR PRA LANTERNA

                          Tenho certeza !!
                          abs
                          Jocax



                          Em 28 de abril de 2017 16:15, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@...> escreveu:


                          Putz grila mesmo! Isto do ponto de vista do vagão.  No referencial da estação, o sujeito vê o feixe de luz sair da lanterna e bater em outro ponto no chão após refletir no teto!




                          Em 15:04 Sex, 28 de abr de PM, João Carlos Holland de Barcellos jocax@... [ciencialist]
                           

                          Vc disse:
                          "Não! No trem de Einstein isso não acontece."


                          CLARO QUE ACONTECE !!!!!
                          A fonte de luz se move junto com o trem !!  a luz bate no teto espelhado e volta pra lanterna !!
                          PutzGrila !!!
                          abs
                          jocax

                          Em 28 de abril de 2017 14:59, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@.... br> escreveu:


                          João >>Ou seja EH FATO que a luz volta para o ponto de onde partiu CERTO?

                          Não! No trem de Einstein isso não acontece. Por que no seu tem que acontecer? O observador da estação não vê o feixe voltando para a lanterna. Essa bizarrice você aceita, mas a outra que estou defendendo para preservar o princípio da constância da velocidade da luz,  você não aceita? O fato é que já estamos acostumados a ver nos esquemas do trem de Einstein a luz inclinando para trás como se fosse algo trivial. Não é. É bizarro ao extremo. Qualquer projétil no lugar da luz não faria isso!!
                          Agora, para entender por que o seu paradoxo não se configura como tal, vamos por partes:

                          1 - Com o trem jocaxiano parado sobre o feixe de luz. Você aceita o fato de que a velocidade da luz para dentro do vagão ocorre na vertical e com velocidade c? Se sim, vamos adiante.
                          2 - Agora vamos por o trem em movimento. Em velocidades cotidianas, podemos apostar que o observador no vagão vai vendo o feixe de luz ficar para trás. Porém, em velocidades relativísticas, as coisas complicam. No entanto, mesmo nessas velocidades, espera-se que o feixe de luz continue tendo uma componente vertical com velocidade c, pois afinal, a fonte continua lá, parada em seu referencial.  E se isto é verdade, adicione-se vetorialmente a velocidade do trem e temos que no referencial do vagão a luz está trafegando acima do limite permitido e vai ser multada pelo God todo poderoso. Simples assim, como diria o amigo Victor. 

                          Opção 2 para o entendimento:
                          Afaste-se lateralmente do trem para apreciar melhor o que acontece, mas mantenha-se vinculado ao seu referencial. Agora, ao invés de por o trem em movimento, vamos optar por algo mais extravagante (e dispendioso). Vamos colocar o universo (que contém a lanterna acesa embaixo do trem) em movimento. Só que com movimento em sentido oposto ao que teria o trem, para que as coisas fiquem equivalentes. Assim, fica claro que, dado o movimento do universo e consequentemente da lanterna, o seu feixe de luz incline para trás, como uma maria-fumaça. Isto está tão caricato no trem de Einstein que até as crianças do Jardim I já estão aceitando numa boa, kkk. Pois bem, então o gran finale: Acontece que para trás no movimento do universo, significa para frente no movimento do trem. Ou seja, o feixe de luz tende a acompanhar o trem e não o contrário. Isto é, componente de velocidade vertical igual a c e componente de velocidade horizontal igual a zero (acompanhando o trem).  Isto é obvio se aceitamos o absolutismo da velocidade da luz. Qualquer coisa diferente disto e implica em desrespeito ao limite de velocidade c e aí God multa. E multa pesado, com mão de ferro!

                          Abs

                          Belmiro

                          P,S.

                          Ué, nesta briga, ninguém vai meter a colher?



                          Em Sexta-feira, 28 de Abril de 2017 13:09, "João Carlos Holland de Barcellos jocax@... [ciencialist]" <ciencialist@.... br> escreveu:


                           
                          Belmiro duas coisas :

                          1- Se a teoria eh inconsistente, se ha paradoxos,  entao vc prova uma contradicao.
                          E quando vc prova uma contradicao vc chega a conclusao que FALSO é uma premissa da teoria !
                          como F=>V   entao QUALQUER  proposicao no ambito desta teoria
                          contraditoria torna-se verdadeiro  !!

                          Veja este apendice tirado da Ciencia expandida
                          http://stoa.usp.br/jocax/ files/1206/6895/ciencia- expandida.html  ) :
                          ====================
                          Prova de que premissas contraditórias implicam que qualquer conclusão seja verdadeira, até mesmo que “o universo não existe” :
                          1) Premissa 1 : “A” ( ‘A’ é verdade )
                          2) Premissa 2 : “~A” ( ‘Não A’ é verdade )
                           Mas: “A^(~A) => FALSO“ ( ‘A e não A implica Falso’, Tautologia Lógica *)
                           Então, podemos concluir de 1 e 2 (por modus ponens) :
                          3) “Falso” ( Concluímos ‘falso’ )
                           Mas: “Falso => Qualquer Coisa” (‘Falso implica X’, X é qualquer proposição, é uma Tautologia Lógica)
                           Atribuindo a ‘X’ (ou a ‘Qualquer coisa’ ) a proposição ”O Universo não existe”, Teremos:
                          4) “Falso => O Universo não existe”
                           De 3 e 4 podemos por modus ponens concluir finalmente:
                          5) “O Universo não existe”
                          O que é um absurdo.
                          Esse exemplo mostra que de premissas contraditórias podemos provar qualquer absurdo.
                          (*Tautologia é uma verdade lógica absoluta isto é, uma verdade que independe do valor das variáveis.)
                          =======================
                          Ou seja numa teoria contraditoria TODA BIZARRICE EH VERDADEIRA !

                          2- Segundo Ponto:
                          Se nao considerarmos as decorrencias Bizarras PRESTA ATENCAO: 
                          Do pnto de vista do observador da estação:
                          A luz que entra pelo buraco VOLTA para a mesma lanterna ( CERTO ?)
                          Ou seja EH FATO que a luz volta para o ponto de onde partiu CERTO?
                          Do ponto de vista do viajante do vagao que anda pra direita a luz PRA VOLTAR PRA LANTERNA
                          TEM QUE TER UM ANGULO PRA ESQUERDA POIS A LANTERNA DA ESTACAO ESTA
                          CAMINHANDO PRA ESQUERDA  e ele precisa ver o mesmo fato de a luz
                          voltar pra lanterna , NAO EH VERDADE?

                          Abs
                          Jocax




                          2017-04-28 12:10 GMT-03:00 Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@.... br>:




                          Você leu meu outro post? Se sim, deve concordar com a bizarrice que a luz faz no trem de Einstein ao ser emitida pela lanterna do ponto de vista da estação. Ao contrário de um projétil disparado que iria se deslocar com velocidade vetorial igual a soma de sua velocidade com a do trem no referencial da estação, a luz, para seguir o mandamento de não andar a mais que c sob hipótese alguma, inclina seu feixe para trás a fim de que sua velocidade final seja c. No caso do seu trem, a luz deveria inclinar para frente, para acompanhar o trem, caso contrário sua velocidade total será maior que c. É bizarro? Sim, mas é o que tem que acontecer para preservar o princípio fundamental da luz.

                           
                          [Anexos de =?UTF-8?Q?Jo=C3=A3o_Carlos_ Holland_de_Barcellos?= incluídos abaixo]
                          Ola Belmiro,
                          voce disse " a luz deverá se direcionar para a frente,"

                          Nao, vc esta enganado. veja :
                          Do ponto de vista do observador do vagao:
                          A Luz entra pelo buraco e volta DESLOCADA PRA TRAS em relacao ao ponte de entra pelo buraco.

                          Entao a luz nao pode estar direcionada pra frente e sim pra tras do ponto de vista do observador do vagao.
                          Vou ANEXAR o pdf do artigo que ennviei , mas em portugues para vc observar.
                          Abs
                          Jocax


                          Em 28 de abril de 2017 08:33, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@.... br> escreveu:




                          Seguindo a mesma linha de raciocínio do meu post anterior, digo que o espaço percorrido pela luz dentro do vagão do ponto de vista do próprio, não pode ser maior do que o observado pela estação, sem ferir a máxima da velocidade da luz. Da mesma forma que, dentro de um trem normal, a luz do ponto de vista da estação, é direcionada para trás, tanto mais quanto maior for a velocidade do trem, afim de que este observador não testemunhe uma velocidade para a luz maior do que c, no caso do trem jocaxiano, a luz deverá se direcionar para a frente, a fim de que o observador do vagão não testemunhe o mesmo. Assim, como a luz penetra pelo casco furado do trem com velocidade vertical c, independente do observador, temos que, dentro do trem a velocidade total da luz seria a composição vetorial de c + v, onde v é a velocidade do trem. Assim, para se adequar à bizarrice de ser sempre c em qualquer referencial, do ponto de vista do vagão, a luz deve acompanhar o mesmo. Assim, aquele passageiro corajoso que está sentado ao lado da fenda no casco, que presenciou a entrada do feixe de luz, verá ele à sua frente o tempo todo. Verá ele subindo até o teto e regressando pelo mesmo caminho até escapar pela fenda de novo. Logo, o espaço percorrido é o mesmo que o observado na estação. Isto é, os tempos transcorrem por igual nos dois referenciais. A mesma conclusão que se pode tirar do trem normal, pois, aquela teimosia de o observador da estação dizer que seu tempo flui mais rápido e o do vagão afirmar o mesmo de seu ponto de vista, quando os dois se encontram, o efeito é cancelado. Desculpem-me por essa heresia, mas nunca engoli aquele negócio de quem acelera perde a razão em suas afirmações. Ainda bem que sou leigo e estou liberado para dizer bobagens, kkkk. (Desculpem-me pelo kkk, aprendi no Facebook).

                          Belmiro














                        • Pesky Bee
                          Zé Victão, especificamente sobre as estranhezas do tempo não tenho muito a comentar. Mas nos últimos anos nasceram algumas minhocas peludas dentro de minha
                          Mensagem 13 de 19 , 28 de abr
                            Zé Victão, especificamente sobre as estranhezas do tempo não
                            tenho muito a comentar. Mas nos últimos anos nasceram algumas
                            minhocas peludas dentro de minha cachola que tem alterado alguns
                            circuitóides cerebrais.
                             
                            Eu sei que tanto a relatividade einsteniana quanto a mecânica
                            quântica ainda tem muitos mistérios para serem esclarecidos.
                            É paradoxo prá cá, bizarrices prá lá, safadezas conceituais
                            acolá. Mas digo que a coisarada toda parece ser muito mais
                            estranhafúrdia ainda!
                             
                            E tu queres ver um pedaço da bunda de uma daquelas minhocas na
                            minha cachola? Óia só esta elaboração:
                             
                            Biocentrism (Robert Lanza)
                             
                            É ou não é de fazer cair os cabelinhos do c.., digo, do suváco?!
                            O que é mais arrepiante é que essa teoria do Lanza (que
                            tem um cheirinho de ser semi-malucóide) tem TUDO para ser a
                            verdadeira teoria de todas as coisaradas. A influência do
                            observador em aspectos quânticos que o diga!
                             
                            Como dizem as véias carcomidas, Gizuis MariaSantíssima!
                             
                            *PB*
                             
                             
                             
                             
                            Sent: Friday, April 28, 2017 3:57 PM
                            Subject: Re: Assunto: Re: [ciencialist] Desvendando o paradoxo do trem jocaxiano
                             


                            Olá, Pesky,
                             
                            "Chamem um médium para contactar o Chico Xavier e
                            façam o Chico contactar o Einstein para esclarecer essas
                            questiúnculas todas!"
                             
                            Sei que você diz isso em tom de brincadeira. Mas eu estou achando interessante essa discussão entre um dos milhares de autores que uma vez engendraram um experimento mental para defenestrar a TR e o Belomiro que, apesar de dizer que é leigo, certamente é bem consciente, e tem escrito coisas aprumadas sobre as "estranhezas" relacionadas ao tempo, conforme revelou a TR.
                             
                            Gostaria, sinceramente, que mais pessoas escrevessem suas opiniões a respeito desse assunto que, hoje, faz parte do dia a dia da ciência, embora possamos viver sem saber o que diabos é isso. Como acontece com a maioria das pessoas deste combalido planeta terra. Inclusive você poderia dar sua opinião como um simples mortal...garanto que lerei  com muito gosto,como diria um amigo português.
                             
                            É isso.
                             
                            Sds,
                            Victor.
                             
                             
                             
                            Em 28 de abril de 2017 15:16, 'Pesky Bee' peskybee2@... [ciencialist] <ciencialist@...> escreveu:
                             
                            Chamem um médium para contactar o Chico Xavier e
                            façam o Chico contactar o Einstein para esclarecer essas
                            questiúnculas todas!
                             
                            *PB*
                             
                             
                            Sent: Friday, April 28, 2017 3:04 PM
                            Subject: Re: Assunto: Re: [ciencialist] Desvendando o paradoxo do trem jocaxiano
                             


                            Vc disse:
                            "Não! No trem de Einstein isso não acontece."


                            CLARO QUE ACONTECE !!!!!
                            A fonte de luz se move junto com o trem !!  a luz bate no teto espelhado e volta pra lanterna !!
                            PutzGrila !!!
                            abs
                            jocax
                             
                            Em 28 de abril de 2017 14:59, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@.... br> escreveu:


                            João >>Ou seja EH FATO que a luz volta para o ponto de onde partiu CERTO?

                            Não! No trem de Einstein isso não acontece. Por que no seu tem que acontecer? O observador da estação não vê o feixe voltando para a lanterna. Essa bizarrice você aceita, mas a outra que estou defendendo para preservar o princípio da constância da velocidade da luz,  você não aceita? O fato é que já estamos acostumados a ver nos esquemas do trem de Einstein a luz inclinando para trás como se fosse algo trivial. Não é. É bizarro ao extremo. Qualquer projétil no lugar da luz não faria isso!!
                            Agora, para entender por que o seu paradoxo não se configura como tal, vamos por partes:

                            1 - Com o trem jocaxiano parado sobre o feixe de luz. Você aceita o fato de que a velocidade da luz para dentro do vagão ocorre na vertical e com velocidade c? Se sim, vamos adiante.
                            2 - Agora vamos por o trem em movimento. Em velocidades cotidianas, podemos apostar que o observador no vagão vai vendo o feixe de luz ficar para trás. Porém, em velocidades relativísticas, as coisas complicam. No entanto, mesmo nessas velocidades, espera-se que o feixe de luz continue tendo uma componente vertical com velocidade c, pois afinal, a fonte continua lá, parada em seu referencial.  E se isto é verdade, adicione-se vetorialmente a velocidade do trem e temos que no referencial do vagão a luz está trafegando acima do limite permitido e vai ser multada pelo God todo poderoso. Simples assim, como diria o amigo Victor.

                            Opção 2 para o entendimento:
                            Afaste-se lateralmente do trem para apreciar melhor o que acontece, mas mantenha-se vinculado ao seu referencial. Agora, ao invés de por o trem em movimento, vamos optar por algo mais extravagante (e dispendioso). Vamos colocar o universo (que contém a lanterna acesa embaixo do trem) em movimento. Só que com movimento em sentido oposto ao que teria o trem, para que as coisas fiquem equivalentes. Assim, fica claro que, dado o movimento do universo e consequentemente da lanterna, o seu feixe de luz incline para trás, como uma maria-fumaça. Isto está tão caricato no trem de Einstein que até as crianças do Jardim I já estão aceitando numa boa, kkk. Pois bem, então o gran finale: Acontece que para trás no movimento do universo, significa para frente no movimento do trem. Ou seja, o feixe de luz tende a acompanhar o trem e não o contrário. Isto é, componente de velocidade vertical igual a c e componente de velocidade horizontal igual a zero (acompanhando o trem).  Isto é obvio se aceitamos o absolutismo da velocidade da luz. Qualquer coisa diferente disto e implica em desrespeito ao limite de velocidade c e aí God multa. E multa pesado, com mão de ferro!

                            Abs

                            Belmiro

                            P,S.

                            Ué, nesta briga, ninguém vai meter a colher?



                            Em Sexta-feira, 28 de Abril de 2017 13:09, "João Carlos Holland de Barcellos jocax@... [ciencialist]" <ciencialist@....b r> escreveu:


                             
                            Belmiro duas coisas :

                            1- Se a teoria eh inconsistente, se ha paradoxos,  entao vc prova uma contradicao.
                            E quando vc prova uma contradicao vc chega a conclusao que FALSO é uma premissa da teoria !
                            como F=>V   entao QUALQUER  proposicao no ambito desta teoria
                            contraditoria torna-se verdadeiro  !!

                            Veja este apendice tirado da Ciencia expandida
                            http://stoa.usp.br/jocax/files /1206/6895/ciencia-expandida. html  ) :
                            ====================
                            Prova de que premissas contraditórias implicam que qualquer conclusão seja verdadeira, até mesmo que “o universo não existe” :
                            1) Premissa 1 : “A” ( ‘A’ é verdade )
                            2) Premissa 2 : “~A” ( ‘Não A’ é verdade )
                            Mas: “A^(~A) => FALSO“ ( ‘A e não A implica Falso’, Tautologia Lógica *)
                            Então, podemos concluir de 1 e 2 (por modus ponens) :
                            3) “Falso” ( Concluímos ‘falso’ )
                            Mas: “Falso => Qualquer Coisa” (‘Falso implica X’, X é qualquer proposição, é uma Tautologia Lógica)
                            Atribuindo a ‘X’ (ou a ‘Qualquer coisa’ ) a proposição ”O Universo não existe”, Teremos:
                            4) “Falso => O Universo não existe”
                            De 3 e 4 podemos por modus ponens concluir finalmente:
                            5) “O Universo não existe”
                            O que é um absurdo.
                            Esse exemplo mostra que de premissas contraditórias podemos provar qualquer absurdo.
                            (*Tautologia é uma verdade lógica absoluta isto é, uma verdade que independe do valor das variáveis.)
                            =======================
                            Ou seja numa teoria contraditoria TODA BIZARRICE EH VERDADEIRA !
                             
                            2- Segundo Ponto:
                            Se nao considerarmos as decorrencias Bizarras PRESTA ATENCAO:
                            Do pnto de vista do observador da estação:
                            A luz que entra pelo buraco VOLTA para a mesma lanterna ( CERTO ?)
                            Ou seja EH FATO que a luz volta para o ponto de onde partiu CERTO?
                            Do ponto de vista do viajante do vagao que anda pra direita a luz PRA VOLTAR PRA LANTERNA
                            TEM QUE TER UM ANGULO PRA ESQUERDA POIS A LANTERNA DA ESTACAO ESTA
                            CAMINHANDO PRA ESQUERDA  e ele precisa ver o mesmo fato de a luz
                            voltar pra lanterna , NAO EH VERDADE?
                             
                            Abs
                            Jocax
                             
                             
                             
                             
                            2017-04-28 12:10 GMT-03:00 Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@....b r>:




                            Você leu meu outro post? Se sim, deve concordar com a bizarrice que a luz faz no trem de Einstein ao ser emitida pela lanterna do ponto de vista da estação. Ao contrário de um projétil disparado que iria se deslocar com velocidade vetorial igual a soma de sua velocidade com a do trem no referencial da estação, a luz, para seguir o mandamento de não andar a mais que c sob hipótese alguma, inclina seu feixe para trás a fim de que sua velocidade final seja c. No caso do seu trem, a luz deveria inclinar para frente, para acompanhar o trem, caso contrário sua velocidade total será maior que c. É bizarro? Sim, mas é o que tem que acontecer para preservar o princípio fundamental da luz.
                             
                             
                            [Anexos de =?UTF-8?Q?Jo=C3=A3o_Carlos_ Holland_de_Barcellos?= incluídos abaixo]
                            Ola Belmiro,
                            voce disse " a luz deverá se direcionar para a frente,"

                            Nao, vc esta enganado. veja :
                            Do ponto de vista do observador do vagao:
                            A Luz entra pelo buraco e volta DESLOCADA PRA TRAS em relacao ao ponte de entra pelo buraco.

                            Entao a luz nao pode estar direcionada pra frente e sim pra tras do ponto de vista do observador do vagao.
                            Vou ANEXAR o pdf do artigo que ennviei , mas em portugues para vc observar.
                            Abs
                            Jocax

                             
                            Em 28 de abril de 2017 08:33, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <mailto:ciencialist@ yahoogrupos.com.br> escreveu:


                             
                             
                            Seguindo a mesma linha de raciocínio do meu post anterior, digo que o espaço percorrido pela luz dentro do vagão do ponto de vista do próprio, não pode ser maior do que o observado pela estação, sem ferir a máxima da velocidade da luz. Da mesma forma que, dentro de um trem normal, a luz do ponto de vista da estação, é direcionada para trás, tanto mais quanto maior for a velocidade do trem, afim de que este observador não testemunhe uma velocidade para a luz maior do que c, no caso do trem jocaxiano, a luz deverá se direcionar para a frente, a fim de que o observador do vagão não testemunhe o mesmo. Assim, como a luz penetra pelo casco furado do trem com velocidade vertical c, independente do observador, temos que, dentro do trem a velocidade total da luz seria a composição vetorial de c + v, onde v é a velocidade do trem. Assim, para se adequar à bizarrice de ser sempre c em qualquer referencial, do ponto de vista do vagão, a luz deve acompanhar o mesmo. Assim, aquele passageiro corajoso que está sentado ao lado da fenda no casco, que presenciou a entrada do feixe de luz, verá ele à sua frente o tempo todo. Verá ele subindo até o teto e regressando pelo mesmo caminho até escapar pela fenda de novo. Logo, o espaço percorrido é o mesmo que o observado na estação. Isto é, os tempos transcorrem por igual nos dois referenciais. A mesma conclusão que se pode tirar do trem normal, pois, aquela teimosia de o observador da estação dizer que seu tempo flui mais rápido e o do vagão afirmar o mesmo de seu ponto de vista, quando os dois se encontram, o efeito é cancelado. Desculpem-me por essa heresia, mas nunca engoli aquele negócio de quem acelera perde a razão em suas afirmações. Ainda bem que sou leigo e estou liberado para dizer bobagens, kkkk. (Desculpem-me pelo kkk, aprendi no Facebook).
                             
                            Belmiro


                             


                             


                             
                          • Simon Viegas
                            Olá. Vou tentar expor, na minha linguagem de leigo, o que estou entendendo sobre a discussão. Por favor, me corrijam onde estiver errado: Em ambos os
                            Mensagem 14 de 19 , 29 de abr
                              Olá. Vou tentar expor, na minha linguagem de leigo, o que estou entendendo sobre a discussão. Por favor, me corrijam onde estiver errado:

                              Em ambos os experimentos, a luz sempre volta para a lanterna, correto?... o que muda é a trajetória da luz... Jocax está tentando demonstrar que APENAS ao inverter o local da lanterna (de "lanterna em movimento", para "lanterna parada" em relação a Terra), as trajetórias inverteriam!!!

                              "Portanto este experimento mental mostra que temos um paradoxo na relatividade restrita, o mesmo trem físico, os mesmos observadores, tem uma dilatação temporal que depende de onde parte a luz, se de dentro do trem ou de fora dele !!"

                              O que eu entendi:



                              Para ambos experimentos, a luz simplesmente segue a trajetória como um objeto qualquer!!!... Se fosse uma bola de tênis, cada espectador calcularia uma velocidade, correto???   Mas como "foi determinado a invariância na luz", e ao mesmo tempo que "foi verificado que essa trajetória é a real", logo deveria existir a tal dilatação para "manter a regra da invariância da velocidade".

                              Logo, ou a demonstração do "O trem de Einstein" está incompleta ou errada... ou a luz não é invariável.


                              ADENDO
                              - Para mim a luz é sim invariável, pelo pouco que li e assistir... custo a acreditar que a humanidade erraria feio assim por tanto tempo assim! Mas vá saber...(a história discorda de mim)
                              - Ainda como leigo, e empiricamente falando, acho que de fato falta alguma coisa nesse experimento do Trem de Einstein.. como um possível efeitos da aceleração e desaceleração ou outra coisa... ou talvez que a luz NÃO SE MOVIMENTA SIMPLESMENTE ASSIM (como uma bola de tênis)... Eu lembro que li uma vez que não é possível alcançar a luz, algo como "se um cara em baixo de um poste, e alguém acender a luz, ao tentar correr lateralmente tentando fugir no raio de luz inicial, a luz teria um efeito que se afastaria na mesma direção ao movimento dele... mantendo, se não me engano, a mesma distância do cara caso ele tivesse parado... como se, como ele tava no centro ao disparar, o movimento da luz fará que ele continue no centro. (obs.: como a luz continua sendo emitida, o círculo vai contando voltando para o destino original, já que o cara vai tá mais pro lado)















                              --
                              Simon Viegas

                              Técnico em Informática e Manutenção de Computadores
                              Graduando em Sistemas de Informações - Analista de Sistemas

                              Cel: 71 98898-7219 (Tim)


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                              DICA: Para denunciar um site falso:
                              http://www.google.com/safebrowsing/report_phish/

                              Em 28 de abril de 2017 16:26, João Carlos Holland de Barcellos jocax@... [ciencialist] <ciencialist@...> escreveu:


                              CLARO QUE NAOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOO

                              Se acontecesse isso teriamos fenomenos fisicos diferentes !!!!
                               
                              Ou seja EM AMBOS OS CASOS A LUZ DEVE VOLTAR PRA LANTERNA

                              Tenho certeza !!
                              abs
                              Jocax



                              Em 28 de abril de 2017 16:15, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@.... br> escreveu:


                              Putz grila mesmo! Isto do ponto de vista do vagão.  No referencial da estação, o sujeito vê o feixe de luz sair da lanterna e bater em outro ponto no chão após refletir no teto!




                              Em 15:04 Sex, 28 de abr de PM, João Carlos Holland de Barcellos jocax@... [ciencialist]
                               

                              Vc disse:
                              "Não! No trem de Einstein isso não acontece."


                              CLARO QUE ACONTECE !!!!!
                              A fonte de luz se move junto com o trem !!  a luz bate no teto espelhado e volta pra lanterna !!
                              PutzGrila !!!
                              abs
                              jocax

                              Em 28 de abril de 2017 14:59, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@....b r> escreveu:


                              João >>Ou seja EH FATO que a luz volta para o ponto de onde partiu CERTO?

                              Não! No trem de Einstein isso não acontece. Por que no seu tem que acontecer? O observador da estação não vê o feixe voltando para a lanterna. Essa bizarrice você aceita, mas a outra que estou defendendo para preservar o princípio da constância da velocidade da luz,  você não aceita? O fato é que já estamos acostumados a ver nos esquemas do trem de Einstein a luz inclinando para trás como se fosse algo trivial. Não é. É bizarro ao extremo. Qualquer projétil no lugar da luz não faria isso!!
                              Agora, para entender por que o seu paradoxo não se configura como tal, vamos por partes:

                              1 - Com o trem jocaxiano parado sobre o feixe de luz. Você aceita o fato de que a velocidade da luz para dentro do vagão ocorre na vertical e com velocidade c? Se sim, vamos adiante.
                              2 - Agora vamos por o trem em movimento. Em velocidades cotidianas, podemos apostar que o observador no vagão vai vendo o feixe de luz ficar para trás. Porém, em velocidades relativísticas, as coisas complicam. No entanto, mesmo nessas velocidades, espera-se que o feixe de luz continue tendo uma componente vertical com velocidade c, pois afinal, a fonte continua lá, parada em seu referencial.  E se isto é verdade, adicione-se vetorialmente a velocidade do trem e temos que no referencial do vagão a luz está trafegando acima do limite permitido e vai ser multada pelo God todo poderoso. Simples assim, como diria o amigo Victor. 

                              Opção 2 para o entendimento:
                              Afaste-se lateralmente do trem para apreciar melhor o que acontece, mas mantenha-se vinculado ao seu referencial. Agora, ao invés de por o trem em movimento, vamos optar por algo mais extravagante (e dispendioso). Vamos colocar o universo (que contém a lanterna acesa embaixo do trem) em movimento. Só que com movimento em sentido oposto ao que teria o trem, para que as coisas fiquem equivalentes. Assim, fica claro que, dado o movimento do universo e consequentemente da lanterna, o seu feixe de luz incline para trás, como uma maria-fumaça. Isto está tão caricato no trem de Einstein que até as crianças do Jardim I já estão aceitando numa boa, kkk. Pois bem, então o gran finale: Acontece que para trás no movimento do universo, significa para frente no movimento do trem. Ou seja, o feixe de luz tende a acompanhar o trem e não o contrário. Isto é, componente de velocidade vertical igual a c e componente de velocidade horizontal igual a zero (acompanhando o trem).  Isto é obvio se aceitamos o absolutismo da velocidade da luz. Qualquer coisa diferente disto e implica em desrespeito ao limite de velocidade c e aí God multa. E multa pesado, com mão de ferro!

                              Abs

                              Belmiro

                              P,S.

                              Ué, nesta briga, ninguém vai meter a colher?



                              Em Sexta-feira, 28 de Abril de 2017 13:09, "João Carlos Holland de Barcellos jocax@... [ciencialist]" <ciencialist@.... br> escreveu:


                               
                              Belmiro duas coisas :

                              1- Se a teoria eh inconsistente, se ha paradoxos,  entao vc prova uma contradicao.
                              E quando vc prova uma contradicao vc chega a conclusao que FALSO é uma premissa da teoria !
                              como F=>V   entao QUALQUER  proposicao no ambito desta teoria
                              contraditoria torna-se verdadeiro  !!

                              Veja este apendice tirado da Ciencia expandida
                              http://stoa.usp.br/jocax/ files/1206/6895/ciencia- expandida.html  ) :
                              ====================
                              Prova de que premissas contraditórias implicam que qualquer conclusão seja verdadeira, até mesmo que “o universo não existe” :
                              1) Premissa 1 : “A” ( ‘A’ é verdade )
                              2) Premissa 2 : “~A” ( ‘Não A’ é verdade )
                               Mas: “A^(~A) => FALSO“ ( ‘A e não A implica Falso’, Tautologia Lógica *)
                               Então, podemos concluir de 1 e 2 (por modus ponens) :
                              3) “Falso” ( Concluímos ‘falso’ )
                               Mas: “Falso => Qualquer Coisa” (‘Falso implica X’, X é qualquer proposição, é uma Tautologia Lógica)
                               Atribuindo a ‘X’ (ou a ‘Qualquer coisa’ ) a proposição ”O Universo não existe”, Teremos:
                              4) “Falso => O Universo não existe”
                               De 3 e 4 podemos por modus ponens concluir finalmente:
                              5) “O Universo não existe”
                              O que é um absurdo.
                              Esse exemplo mostra que de premissas contraditórias podemos provar qualquer absurdo.
                              (*Tautologia é uma verdade lógica absoluta isto é, uma verdade que independe do valor das variáveis.)
                              =======================
                              Ou seja numa teoria contraditoria TODA BIZARRICE EH VERDADEIRA !

                              2- Segundo Ponto:
                              Se nao considerarmos as decorrencias Bizarras PRESTA ATENCAO: 
                              Do pnto de vista do observador da estação:
                              A luz que entra pelo buraco VOLTA para a mesma lanterna ( CERTO ?)
                              Ou seja EH FATO que a luz volta para o ponto de onde partiu CERTO?
                              Do ponto de vista do viajante do vagao que anda pra direita a luz PRA VOLTAR PRA LANTERNA
                              TEM QUE TER UM ANGULO PRA ESQUERDA POIS A LANTERNA DA ESTACAO ESTA
                              CAMINHANDO PRA ESQUERDA  e ele precisa ver o mesmo fato de a luz
                              voltar pra lanterna , NAO EH VERDADE?

                              Abs
                              Jocax




                              2017-04-28 12:10 GMT-03:00 Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@.... br>:




                              Você leu meu outro post? Se sim, deve concordar com a bizarrice que a luz faz no trem de Einstein ao ser emitida pela lanterna do ponto de vista da estação. Ao contrário de um projétil disparado que iria se deslocar com velocidade vetorial igual a soma de sua velocidade com a do trem no referencial da estação, a luz, para seguir o mandamento de não andar a mais que c sob hipótese alguma, inclina seu feixe para trás a fim de que sua velocidade final seja c. No caso do seu trem, a luz deveria inclinar para frente, para acompanhar o trem, caso contrário sua velocidade total será maior que c. É bizarro? Sim, mas é o que tem que acontecer para preservar o princípio fundamental da luz.

                               
                              [Anexos de =?UTF-8?Q?Jo=C3=A3o_Carlos_ Holland_de_Barcellos?= incluídos abaixo]
                              Ola Belmiro,
                              voce disse " a luz deverá se direcionar para a frente,"

                              Nao, vc esta enganado. veja :
                              Do ponto de vista do observador do vagao:
                              A Luz entra pelo buraco e volta DESLOCADA PRA TRAS em relacao ao ponte de entra pelo buraco.

                              Entao a luz nao pode estar direcionada pra frente e sim pra tras do ponto de vista do observador do vagao.
                              Vou ANEXAR o pdf do artigo que ennviei , mas em portugues para vc observar.
                              Abs
                              Jocax


                              Em 28 de abril de 2017 08:33, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@.... br> escreveu:




                              Seguindo a mesma linha de raciocínio do meu post anterior, digo que o espaço percorrido pela luz dentro do vagão do ponto de vista do próprio, não pode ser maior do que o observado pela estação, sem ferir a máxima da velocidade da luz. Da mesma forma que, dentro de um trem normal, a luz do ponto de vista da estação, é direcionada para trás, tanto mais quanto maior for a velocidade do trem, afim de que este observador não testemunhe uma velocidade para a luz maior do que c, no caso do trem jocaxiano, a luz deverá se direcionar para a frente, a fim de que o observador do vagão não testemunhe o mesmo. Assim, como a luz penetra pelo casco furado do trem com velocidade vertical c, independente do observador, temos que, dentro do trem a velocidade total da luz seria a composição vetorial de c + v, onde v é a velocidade do trem. Assim, para se adequar à bizarrice de ser sempre c em qualquer referencial, do ponto de vista do vagão, a luz deve acompanhar o mesmo. Assim, aquele passageiro corajoso que está sentado ao lado da fenda no casco, que presenciou a entrada do feixe de luz, verá ele à sua frente o tempo todo. Verá ele subindo até o teto e regressando pelo mesmo caminho até escapar pela fenda de novo. Logo, o espaço percorrido é o mesmo que o observado na estação. Isto é, os tempos transcorrem por igual nos dois referenciais. A mesma conclusão que se pode tirar do trem normal, pois, aquela teimosia de o observador da estação dizer que seu tempo flui mais rápido e o do vagão afirmar o mesmo de seu ponto de vista, quando os dois se encontram, o efeito é cancelado. Desculpem-me por essa heresia, mas nunca engoli aquele negócio de quem acelera perde a razão em suas afirmações. Ainda bem que sou leigo e estou liberado para dizer bobagens, kkkk. (Desculpem-me pelo kkk, aprendi no Facebook).

                              Belmiro

















                            • Belmiro Wolski
                               Caro João,       É impressão minha, ou você está berrando? Se sim, melhor encerrarmos a discussão. Ok, os fótons retornam à lanterna em ambos os
                              Mensagem 15 de 19 , 30 de abr
                                 Caro João,

                                      É impressão minha, ou você está berrando? Se sim, melhor encerrarmos a discussão. Ok, os fótons retornam à lanterna em ambos os casos. Eu estava me referindo à minha análise alternativa, que achei que você tinha lido. Nesta análise, eu supunha que, do referencial da estação, o observador vê os fótons sendo lançados para trás, com velocidade horizontal igual e oposta à do trem e velocidade vertical c. Isto eliminaria o problema da dilatação temporal, respeitando o absolutismo da velocidade da luz. Em compensação cria novos problemas que só agora vejo, como o que você alertou, de o feixe não retornando à lanterna gera incompatibilidades físicas inerentes. Sendo assim e retornando à análise tradicional para a relatividade especial, na qual os fótons, do ponto de vista do observador da estação são lançados inclinados para o sentido do deslocamento do trem, temos que o paradoxo do trem jocaxiano continua um paradoxo. Mostra que podemos obter qualquer resultado para a dilatação temporal, dependendo de como o problema é formulado. Já quebramos muito o pau aqui com a questão do paradoxo dos gêmeos e aquela simetria da dilatação temporal ser resolvida por quem acelerou. Há muita coisa não explicada nesse negócio. Ainda, devido ao meu parco entendimento sobre o assunto, não consegui assimilar até agora, o porquê da lanterna do trem de Einstein estar direcionada na vertical. Existe alguma razão específica para isso? Qualquer posicionamento diferente disso, inclusive os extremos horizontais nos levariam à resultados diferentes para a dilatação temporal nos referenciais. A despeito da não simultaneidade de eventos extraídos da análise com a lanterna na horizontal, vejo mais relação com o tempo que a luz leva para chegar ao observador do que com dilatação temporal. Tudo isso ligando o achômetro do leigo aqui.

                                     Abs

                                     Belmiro


                                Em Sexta-feira, 28 de Abril de 2017 16:54, "João Carlos Holland de Barcellos jocax@... [ciencialist]" <ciencialist@...> escreveu:


                                 
                                CLARO QUE NAOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

                                Se acontecesse isso teriamos fenomenos fisicos diferentes !!!!
                                 
                                Ou seja EM AMBOS OS CASOS A LUZ DEVE VOLTAR PRA LANTERNA

                                Tenho certeza !!
                                abs
                                Jocax



                                Em 28 de abril de 2017 16:15, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@...> escreveu:


                                Putz grila mesmo! Isto do ponto de vista do vagão.  No referencial da estação, o sujeito vê o feixe de luz sair da lanterna e bater em outro ponto no chão após refletir no teto!




                                 
                                Vc disse:
                                "Não! No trem de Einstein isso não acontece."


                                CLARO QUE ACONTECE !!!!!
                                A fonte de luz se move junto com o trem !!  a luz bate no teto espelhado e volta pra lanterna !!
                                PutzGrila !!!
                                abs
                                jocax

                                Em 28 de abril de 2017 14:59, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@.... br> escreveu:


                                João >>Ou seja EH FATO que a luz volta para o ponto de onde partiu CERTO?

                                Não! No trem de Einstein isso não acontece. Por que no seu tem que acontecer? O observador da estação não vê o feixe voltando para a lanterna. Essa bizarrice você aceita, mas a outra que estou defendendo para preservar o princípio da constância da velocidade da luz,  você não aceita? O fato é que já estamos acostumados a ver nos esquemas do trem de Einstein a luz inclinando para trás como se fosse algo trivial. Não é. É bizarro ao extremo. Qualquer projétil no lugar da luz não faria isso!!
                                Agora, para entender por que o seu paradoxo não se configura como tal, vamos por partes:

                                1 - Com o trem jocaxiano parado sobre o feixe de luz. Você aceita o fato de que a velocidade da luz para dentro do vagão ocorre na vertical e com velocidade c? Se sim, vamos adiante.
                                2 - Agora vamos por o trem em movimento. Em velocidades cotidianas, podemos apostar que o observador no vagão vai vendo o feixe de luz ficar para trás. Porém, em velocidades relativísticas, as coisas complicam. No entanto, mesmo nessas velocidades, espera-se que o feixe de luz continue tendo uma componente vertical com velocidade c, pois afinal, a fonte continua lá, parada em seu referencial.  E se isto é verdade, adicione-se vetorialmente a velocidade do trem e temos que no referencial do vagão a luz está trafegando acima do limite permitido e vai ser multada pelo God todo poderoso. Simples assim, como diria o amigo Victor. 

                                Opção 2 para o entendimento:
                                Afaste-se lateralmente do trem para apreciar melhor o que acontece, mas mantenha-se vinculado ao seu referencial. Agora, ao invés de por o trem em movimento, vamos optar por algo mais extravagante (e dispendioso). Vamos colocar o universo (que contém a lanterna acesa embaixo do trem) em movimento. Só que com movimento em sentido oposto ao que teria o trem, para que as coisas fiquem equivalentes. Assim, fica claro que, dado o movimento do universo e consequentemente da lanterna, o seu feixe de luz incline para trás, como uma maria-fumaça. Isto está tão caricato no trem de Einstein que até as crianças do Jardim I já estão aceitando numa boa, kkk. Pois bem, então o gran finale: Acontece que para trás no movimento do universo, significa para frente no movimento do trem. Ou seja, o feixe de luz tende a acompanhar o trem e não o contrário. Isto é, componente de velocidade vertical igual a c e componente de velocidade horizontal igual a zero (acompanhando o trem).  Isto é obvio se aceitamos o absolutismo da velocidade da luz. Qualquer coisa diferente disto e implica em desrespeito ao limite de velocidade c e aí God multa. E multa pesado, com mão de ferro!

                                Abs

                                Belmiro

                                P,S.

                                Ué, nesta briga, ninguém vai meter a colher?



                                Em Sexta-feira, 28 de Abril de 2017 13:09, "João Carlos Holland de Barcellos jocax@... [ciencialist]" <ciencialist@.... br> escreveu:


                                 
                                Belmiro duas coisas :

                                1- Se a teoria eh inconsistente, se ha paradoxos,  entao vc prova uma contradicao.
                                E quando vc prova uma contradicao vc chega a conclusao que FALSO é uma premissa da teoria !
                                como F=>V   entao QUALQUER  proposicao no ambito desta teoria
                                contraditoria torna-se verdadeiro  !!

                                Veja este apendice tirado da Ciencia expandida
                                http://stoa.usp.br/jocax/ files/1206/6895/ciencia- expandida.html  ) :
                                ====================
                                Prova de que premissas contraditórias implicam que qualquer conclusão seja verdadeira, até mesmo que “o universo não existe” :
                                1) Premissa 1 : “A” ( ‘A’ é verdade )
                                2) Premissa 2 : “~A” ( ‘Não A’ é verdade )
                                 Mas: “A^(~A) => FALSO“ ( ‘A e não A implica Falso’, Tautologia Lógica *)
                                 Então, podemos concluir de 1 e 2 (por modus ponens) :
                                3) “Falso” ( Concluímos ‘falso’ )
                                 Mas: “Falso => Qualquer Coisa” (‘Falso implica X’, X é qualquer proposição, é uma Tautologia Lógica)
                                 Atribuindo a ‘X’ (ou a ‘Qualquer coisa’ ) a proposição ”O Universo não existe”, Teremos:
                                4) “Falso => O Universo não existe”
                                 De 3 e 4 podemos por modus ponens concluir finalmente:
                                5) “O Universo não existe”
                                O que é um absurdo.
                                Esse exemplo mostra que de premissas contraditórias podemos provar qualquer absurdo.
                                (*Tautologia é uma verdade lógica absoluta isto é, uma verdade que independe do valor das variáveis.)
                                =======================
                                Ou seja numa teoria contraditoria TODA BIZARRICE EH VERDADEIRA !

                                2- Segundo Ponto:
                                Se nao considerarmos as decorrencias Bizarras PRESTA ATENCAO: 
                                Do pnto de vista do observador da estação:
                                A luz que entra pelo buraco VOLTA para a mesma lanterna ( CERTO ?)
                                Ou seja EH FATO que a luz volta para o ponto de onde partiu CERTO?
                                Do ponto de vista do viajante do vagao que anda pra direita a luz PRA VOLTAR PRA LANTERNA
                                TEM QUE TER UM ANGULO PRA ESQUERDA POIS A LANTERNA DA ESTACAO ESTA
                                CAMINHANDO PRA ESQUERDA  e ele precisa ver o mesmo fato de a luz
                                voltar pra lanterna , NAO EH VERDADE?

                                Abs
                                Jocax




                                2017-04-28 12:10 GMT-03:00 Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@.... br>:




                                Você leu meu outro post? Se sim, deve concordar com a bizarrice que a luz faz no trem de Einstein ao ser emitida pela lanterna do ponto de vista da estação. Ao contrário de um projétil disparado que iria se deslocar com velocidade vetorial igual a soma de sua velocidade com a do trem no referencial da estação, a luz, para seguir o mandamento de não andar a mais que c sob hipótese alguma, inclina seu feixe para trás a fim de que sua velocidade final seja c. No caso do seu trem, a luz deveria inclinar para frente, para acompanhar o trem, caso contrário sua velocidade total será maior que c. É bizarro? Sim, mas é o que tem que acontecer para preservar o princípio fundamental da luz.

                                 
                                [Anexos de =?UTF-8?Q?Jo=C3=A3o_Carlos_ Holland_de_Barcellos?= incluídos abaixo]
                                Ola Belmiro,
                                voce disse " a luz deverá se direcionar para a frente,"

                                Nao, vc esta enganado. veja :
                                Do ponto de vista do observador do vagao:
                                A Luz entra pelo buraco e volta DESLOCADA PRA TRAS em relacao ao ponte de entra pelo buraco.

                                Entao a luz nao pode estar direcionada pra frente e sim pra tras do ponto de vista do observador do vagao.
                                Vou ANEXAR o pdf do artigo que ennviei , mas em portugues para vc observar.
                                Abs
                                Jocax


                                Em 28 de abril de 2017 08:33, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@.... br> escreveu:




                                Seguindo a mesma linha de raciocínio do meu post anterior, digo que o espaço percorrido pela luz dentro do vagão do ponto de vista do próprio, não pode ser maior do que o observado pela estação, sem ferir a máxima da velocidade da luz. Da mesma forma que, dentro de um trem normal, a luz do ponto de vista da estação, é direcionada para trás, tanto mais quanto maior for a velocidade do trem, afim de que este observador não testemunhe uma velocidade para a luz maior do que c, no caso do trem jocaxiano, a luz deverá se direcionar para a frente, a fim de que o observador do vagão não testemunhe o mesmo. Assim, como a luz penetra pelo casco furado do trem com velocidade vertical c, independente do observador, temos que, dentro do trem a velocidade total da luz seria a composição vetorial de c + v, onde v é a velocidade do trem. Assim, para se adequar à bizarrice de ser sempre c em qualquer referencial, do ponto de vista do vagão, a luz deve acompanhar o mesmo. Assim, aquele passageiro corajoso que está sentado ao lado da fenda no casco, que presenciou a entrada do feixe de luz, verá ele à sua frente o tempo todo. Verá ele subindo até o teto e regressando pelo mesmo caminho até escapar pela fenda de novo. Logo, o espaço percorrido é o mesmo que o observado na estação. Isto é, os tempos transcorrem por igual nos dois referenciais. A mesma conclusão que se pode tirar do trem normal, pois, aquela teimosia de o observador da estação dizer que seu tempo flui mais rápido e o do vagão afirmar o mesmo de seu ponto de vista, quando os dois se encontram, o efeito é cancelado. Desculpem-me por essa heresia, mas nunca engoli aquele negócio de quem acelera perde a razão em suas afirmações. Ainda bem que sou leigo e estou liberado para dizer bobagens, kkkk. (Desculpem-me pelo kkk, aprendi no Facebook).

                                Belmiro
















                              • José Victor
                                Caro Belmiro, Eu comentei seus dois textos sobre esse assunto. E, a reboque preparei um arrozoado sobre o paradoxo dos gêmeos, expondo o que se faz
                                Mensagem 16 de 19 , 30 de abr
                                  Caro Belmiro, 

                                  Eu comentei seus dois textos sobre esse assunto. E, a reboque preparei um arrozoado sobre o paradoxo dos gêmeos, expondo o que se faz necessário para o exame dos experimentos com muons, que elimina de vez, porque experimental, eventuais dúvidas. Nada do que disse é definitivo, nem  tenho a pretensão de você outro concordarem na íntegra. Tá danado que não haja sequer um pinguinho de concordância....
                                  Só espero que, pela importância do assunto, que, embora não tenha de  científico, como já decretaram por aquí, que leiam e comentem. Furos encontrados, procurarei fechá-los. 
                                  Mas o bom disso tudo é q



                                  Em 30 de abril de 2017 18:34, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@...> escreveu:
                                   

                                   Caro João,

                                        É impressão minha, ou você está berrando? Se sim, melhor encerrarmos a discussão. Ok, os fótons retornam à lanterna em ambos os casos. Eu estava me referindo à minha análise alternativa, que achei que você tinha lido. Nesta análise, eu supunha que, do referencial da estação, o observador vê os fótons sendo lançados para trás, com velocidade horizontal igual e oposta à do trem e velocidade vertical c. Isto eliminaria o problema da dilatação temporal, respeitando o absolutismo da velocidade da luz. Em compensação cria novos problemas que só agora vejo, como o que você alertou, de o feixe não retornando à lanterna gera incompatibilidades físicas inerentes. Sendo assim e retornando à análise tradicional para a relatividade especial, na qual os fótons, do ponto de vista do observador da estação são lançados inclinados para o sentido do deslocamento do trem, temos que o paradoxo do trem jocaxiano continua um paradoxo. Mostra que podemos obter qualquer resultado para a dilatação temporal, dependendo de como o problema é formulado. Já quebramos muito o pau aqui com a questão do paradoxo dos gêmeos e aquela simetria da dilatação temporal ser resolvida por quem acelerou. Há muita coisa não explicada nesse negócio. Ainda, devido ao meu parco entendimento sobre o assunto, não consegui assimilar até agora, o porquê da lanterna do trem de Einstein estar direcionada na vertical. Existe alguma razão específica para isso? Qualquer posicionamento diferente disso, inclusive os extremos horizontais nos levariam à resultados diferentes para a dilatação temporal nos referenciais. A despeito da não simultaneidade de eventos extraídos da análise com a lanterna na horizontal, vejo mais relação com o tempo que a luz leva para chegar ao observador do que com dilatação temporal. Tudo isso ligando o achômetro do leigo aqui.

                                       Abs

                                       Belmiro


                                  Em Sexta-feira, 28 de Abril de 2017 16:54, "João Carlos Holland de Barcellos jocax@... [ciencialist]" <ciencialist@.... br> escreveu:


                                   
                                  CLARO QUE NAOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOO

                                  Se acontecesse isso teriamos fenomenos fisicos diferentes !!!!
                                   
                                  Ou seja EM AMBOS OS CASOS A LUZ DEVE VOLTAR PRA LANTERNA

                                  Tenho certeza !!
                                  abs
                                  Jocax



                                  Em 28 de abril de 2017 16:15, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@.... br> escreveu:


                                  Putz grila mesmo! Isto do ponto de vista do vagão.  No referencial da estação, o sujeito vê o feixe de luz sair da lanterna e bater em outro ponto no chão após refletir no teto!




                                   
                                  Vc disse:
                                  "Não! No trem de Einstein isso não acontece."


                                  CLARO QUE ACONTECE !!!!!
                                  A fonte de luz se move junto com o trem !!  a luz bate no teto espelhado e volta pra lanterna !!
                                  PutzGrila !!!
                                  abs
                                  jocax

                                  Em 28 de abril de 2017 14:59, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@.... br> escreveu:


                                  João >>Ou seja EH FATO que a luz volta para o ponto de onde partiu CERTO?

                                  Não! No trem de Einstein isso não acontece. Por que no seu tem que acontecer? O observador da estação não vê o feixe voltando para a lanterna. Essa bizarrice você aceita, mas a outra que estou defendendo para preservar o princípio da constância da velocidade da luz,  você não aceita? O fato é que já estamos acostumados a ver nos esquemas do trem de Einstein a luz inclinando para trás como se fosse algo trivial. Não é. É bizarro ao extremo. Qualquer projétil no lugar da luz não faria isso!!
                                  Agora, para entender por que o seu paradoxo não se configura como tal, vamos por partes:

                                  1 - Com o trem jocaxiano parado sobre o feixe de luz. Você aceita o fato de que a velocidade da luz para dentro do vagão ocorre na vertical e com velocidade c? Se sim, vamos adiante.
                                  2 - Agora vamos por o trem em movimento. Em velocidades cotidianas, podemos apostar que o observador no vagão vai vendo o feixe de luz ficar para trás. Porém, em velocidades relativísticas, as coisas complicam. No entanto, mesmo nessas velocidades, espera-se que o feixe de luz continue tendo uma componente vertical com velocidade c, pois afinal, a fonte continua lá, parada em seu referencial.  E se isto é verdade, adicione-se vetorialmente a velocidade do trem e temos que no referencial do vagão a luz está trafegando acima do limite permitido e vai ser multada pelo God todo poderoso. Simples assim, como diria o amigo Victor. 

                                  Opção 2 para o entendimento:
                                  Afaste-se lateralmente do trem para apreciar melhor o que acontece, mas mantenha-se vinculado ao seu referencial. Agora, ao invés de por o trem em movimento, vamos optar por algo mais extravagante (e dispendioso). Vamos colocar o universo (que contém a lanterna acesa embaixo do trem) em movimento. Só que com movimento em sentido oposto ao que teria o trem, para que as coisas fiquem equivalentes. Assim, fica claro que, dado o movimento do universo e consequentemente da lanterna, o seu feixe de luz incline para trás, como uma maria-fumaça. Isto está tão caricato no trem de Einstein que até as crianças do Jardim I já estão aceitando numa boa, kkk. Pois bem, então o gran finale: Acontece que para trás no movimento do universo, significa para frente no movimento do trem. Ou seja, o feixe de luz tende a acompanhar o trem e não o contrário. Isto é, componente de velocidade vertical igual a c e componente de velocidade horizontal igual a zero (acompanhando o trem).  Isto é obvio se aceitamos o absolutismo da velocidade da luz. Qualquer coisa diferente disto e implica em desrespeito ao limite de velocidade c e aí God multa. E multa pesado, com mão de ferro!

                                  Abs

                                  Belmiro

                                  P,S.

                                  Ué, nesta briga, ninguém vai meter a colher?



                                  Em Sexta-feira, 28 de Abril de 2017 13:09, "João Carlos Holland de Barcellos jocax@... [ciencialist]" <ciencialist@.... br> escreveu:


                                   
                                  Belmiro duas coisas :

                                  1- Se a teoria eh inconsistente, se ha paradoxos,  entao vc prova uma contradicao.
                                  E quando vc prova uma contradicao vc chega a conclusao que FALSO é uma premissa da teoria !
                                  como F=>V   entao QUALQUER  proposicao no ambito desta teoria
                                  contraditoria torna-se verdadeiro  !!

                                  Veja este apendice tirado da Ciencia expandida
                                  http://stoa.usp.br/jocax/ files/1206/6895/ciencia- expandida.html  ) :
                                  ====================
                                  Prova de que premissas contraditórias implicam que qualquer conclusão seja verdadeira, até mesmo que “o universo não existe” :
                                  1) Premissa 1 : “A” ( ‘A’ é verdade )
                                  2) Premissa 2 : “~A” ( ‘Não A’ é verdade )
                                   Mas: “A^(~A) => FALSO“ ( ‘A e não A implica Falso’, Tautologia Lógica *)
                                   Então, podemos concluir de 1 e 2 (por modus ponens) :
                                  3) “Falso” ( Concluímos ‘falso’ )
                                   Mas: “Falso => Qualquer Coisa” (‘Falso implica X’, X é qualquer proposição, é uma Tautologia Lógica)
                                   Atribuindo a ‘X’ (ou a ‘Qualquer coisa’ ) a proposição ”O Universo não existe”, Teremos:
                                  4) “Falso => O Universo não existe”
                                   De 3 e 4 podemos por modus ponens concluir finalmente:
                                  5) “O Universo não existe”
                                  O que é um absurdo.
                                  Esse exemplo mostra que de premissas contraditórias podemos provar qualquer absurdo.
                                  (*Tautologia é uma verdade lógica absoluta isto é, uma verdade que independe do valor das variáveis.)
                                  =======================
                                  Ou seja numa teoria contraditoria TODA BIZARRICE EH VERDADEIRA !

                                  2- Segundo Ponto:
                                  Se nao considerarmos as decorrencias Bizarras PRESTA ATENCAO: 
                                  Do pnto de vista do observador da estação:
                                  A luz que entra pelo buraco VOLTA para a mesma lanterna ( CERTO ?)
                                  Ou seja EH FATO que a luz volta para o ponto de onde partiu CERTO?
                                  Do ponto de vista do viajante do vagao que anda pra direita a luz PRA VOLTAR PRA LANTERNA
                                  TEM QUE TER UM ANGULO PRA ESQUERDA POIS A LANTERNA DA ESTACAO ESTA
                                  CAMINHANDO PRA ESQUERDA  e ele precisa ver o mesmo fato de a luz
                                  voltar pra lanterna , NAO EH VERDADE?

                                  Abs
                                  Jocax




                                  2017-04-28 12:10 GMT-03:00 Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@.... br>:




                                  Você leu meu outro post? Se sim, deve concordar com a bizarrice que a luz faz no trem de Einstein ao ser emitida pela lanterna do ponto de vista da estação. Ao contrário de um projétil disparado que iria se deslocar com velocidade vetorial igual a soma de sua velocidade com a do trem no referencial da estação, a luz, para seguir o mandamento de não andar a mais que c sob hipótese alguma, inclina seu feixe para trás a fim de que sua velocidade final seja c. No caso do seu trem, a luz deveria inclinar para frente, para acompanhar o trem, caso contrário sua velocidade total será maior que c. É bizarro? Sim, mas é o que tem que acontecer para preservar o princípio fundamental da luz.

                                   
                                  [Anexos de =?UTF-8?Q?Jo=C3=A3o_Carlos_ Holland_de_Barcellos?= incluídos abaixo]
                                  Ola Belmiro,
                                  voce disse " a luz deverá se direcionar para a frente,"

                                  Nao, vc esta enganado. veja :
                                  Do ponto de vista do observador do vagao:
                                  A Luz entra pelo buraco e volta DESLOCADA PRA TRAS em relacao ao ponte de entra pelo buraco.

                                  Entao a luz nao pode estar direcionada pra frente e sim pra tras do ponto de vista do observador do vagao.
                                  Vou ANEXAR o pdf do artigo que ennviei , mas em portugues para vc observar.
                                  Abs
                                  Jocax


                                  Em 28 de abril de 2017 08:33, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@.... br> escreveu:




                                  Seguindo a mesma linha de raciocínio do meu post anterior, digo que o espaço percorrido pela luz dentro do vagão do ponto de vista do próprio, não pode ser maior do que o observado pela estação, sem ferir a máxima da velocidade da luz. Da mesma forma que, dentro de um trem normal, a luz do ponto de vista da estação, é direcionada para trás, tanto mais quanto maior for a velocidade do trem, afim de que este observador não testemunhe uma velocidade para a luz maior do que c, no caso do trem jocaxiano, a luz deverá se direcionar para a frente, a fim de que o observador do vagão não testemunhe o mesmo. Assim, como a luz penetra pelo casco furado do trem com velocidade vertical c, independente do observador, temos que, dentro do trem a velocidade total da luz seria a composição vetorial de c + v, onde v é a velocidade do trem. Assim, para se adequar à bizarrice de ser sempre c em qualquer referencial, do ponto de vista do vagão, a luz deve acompanhar o mesmo. Assim, aquele passageiro corajoso que está sentado ao lado da fenda no casco, que presenciou a entrada do feixe de luz, verá ele à sua frente o tempo todo. Verá ele subindo até o teto e regressando pelo mesmo caminho até escapar pela fenda de novo. Logo, o espaço percorrido é o mesmo que o observado na estação. Isto é, os tempos transcorrem por igual nos dois referenciais. A mesma conclusão que se pode tirar do trem normal, pois, aquela teimosia de o observador da estação dizer que seu tempo flui mais rápido e o do vagão afirmar o mesmo de seu ponto de vista, quando os dois se encontram, o efeito é cancelado. Desculpem-me por essa heresia, mas nunca engoli aquele negócio de quem acelera perde a razão em suas afirmações. Ainda bem que sou leigo e estou liberado para dizer bobagens, kkkk. (Desculpem-me pelo kkk, aprendi no Facebook).

                                  Belmiro

















                                • José Victor
                                  Caro Belmiro, Eu comentei seus dois textos sobre esse assunto. E, a reboque, preparei um arrozoado sobre o paradoxo dos gêmeos, expondo o que se faz
                                  Mensagem 17 de 19 , 30 de abr
                                    Caro Belmiro, 

                                    Eu comentei seus dois textos sobre esse assunto. E, a reboque, preparei um arrozoado sobre o paradoxo dos gêmeos, expondo o que se faz necessário para o exame dos experimentos com muons, que elimina de vez, porque experimental, eventuais dúvidas. Nada do que disse é definitivo, nem  tenho a pretensão de você ou outro concordarem na íntegra. Tá danado que não haja sequer um pinguinho de concordância....
                                    Só espero que, pela importância do assunto, que, embora não tenha de  científico, como já decretaram por aquí, que leiam e comentem. Furos encontrados, procurarei fechá-los. 

                                    Obs. o texto acima, truncado foi enviado por uma zevitada. Este agora vai completo e com os anexos mencionados.l
                                    Sds,
                                    Victor.

                                    Em 30 de abril de 2017 18:34, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@...> escreveu:
                                     

                                     Caro João,

                                          É impressão minha, ou você está berrando? Se sim, melhor encerrarmos a discussão. Ok, os fótons retornam à lanterna em ambos os casos. Eu estava me referindo à minha análise alternativa, que achei que você tinha lido. Nesta análise, eu supunha que, do referencial da estação, o observador vê os fótons sendo lançados para trás, com velocidade horizontal igual e oposta à do trem e velocidade vertical c. Isto eliminaria o problema da dilatação temporal, respeitando o absolutismo da velocidade da luz. Em compensação cria novos problemas que só agora vejo, como o que você alertou, de o feixe não retornando à lanterna gera incompatibilidades físicas inerentes. Sendo assim e retornando à análise tradicional para a relatividade especial, na qual os fótons, do ponto de vista do observador da estação são lançados inclinados para o sentido do deslocamento do trem, temos que o paradoxo do trem jocaxiano continua um paradoxo. Mostra que podemos obter qualquer resultado para a dilatação temporal, dependendo de como o problema é formulado. Já quebramos muito o pau aqui com a questão do paradoxo dos gêmeos e aquela simetria da dilatação temporal ser resolvida por quem acelerou. Há muita coisa não explicada nesse negócio. Ainda, devido ao meu parco entendimento sobre o assunto, não consegui assimilar até agora, o porquê da lanterna do trem de Einstein estar direcionada na vertical. Existe alguma razão específica para isso? Qualquer posicionamento diferente disso, inclusive os extremos horizontais nos levariam à resultados diferentes para a dilatação temporal nos referenciais. A despeito da não simultaneidade de eventos extraídos da análise com a lanterna na horizontal, vejo mais relação com o tempo que a luz leva para chegar ao observador do que com dilatação temporal. Tudo isso ligando o achômetro do leigo aqui.

                                         Abs

                                         Belmiro


                                    Em Sexta-feira, 28 de Abril de 2017 16:54, "João Carlos Holland de Barcellos jocax@... [ciencialist]" <ciencialist@.... br> escreveu:


                                     
                                    CLARO QUE NAOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOO

                                    Se acontecesse isso teriamos fenomenos fisicos diferentes !!!!
                                     
                                    Ou seja EM AMBOS OS CASOS A LUZ DEVE VOLTAR PRA LANTERNA

                                    Tenho certeza !!
                                    abs
                                    Jocax



                                    Em 28 de abril de 2017 16:15, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@.... br> escreveu:


                                    Putz grila mesmo! Isto do ponto de vista do vagão.  No referencial da estação, o sujeito vê o feixe de luz sair da lanterna e bater em outro ponto no chão após refletir no teto!




                                     
                                    Vc disse:
                                    "Não! No trem de Einstein isso não acontece."


                                    CLARO QUE ACONTECE !!!!!
                                    A fonte de luz se move junto com o trem !!  a luz bate no teto espelhado e volta pra lanterna !!
                                    PutzGrila !!!
                                    abs
                                    jocax

                                    Em 28 de abril de 2017 14:59, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@.... br> escreveu:


                                    João >>Ou seja EH FATO que a luz volta para o ponto de onde partiu CERTO?

                                    Não! No trem de Einstein isso não acontece. Por que no seu tem que acontecer? O observador da estação não vê o feixe voltando para a lanterna. Essa bizarrice você aceita, mas a outra que estou defendendo para preservar o princípio da constância da velocidade da luz,  você não aceita? O fato é que já estamos acostumados a ver nos esquemas do trem de Einstein a luz inclinando para trás como se fosse algo trivial. Não é. É bizarro ao extremo. Qualquer projétil no lugar da luz não faria isso!!
                                    Agora, para entender por que o seu paradoxo não se configura como tal, vamos por partes:

                                    1 - Com o trem jocaxiano parado sobre o feixe de luz. Você aceita o fato de que a velocidade da luz para dentro do vagão ocorre na vertical e com velocidade c? Se sim, vamos adiante.
                                    2 - Agora vamos por o trem em movimento. Em velocidades cotidianas, podemos apostar que o observador no vagão vai vendo o feixe de luz ficar para trás. Porém, em velocidades relativísticas, as coisas complicam. No entanto, mesmo nessas velocidades, espera-se que o feixe de luz continue tendo uma componente vertical com velocidade c, pois afinal, a fonte continua lá, parada em seu referencial.  E se isto é verdade, adicione-se vetorialmente a velocidade do trem e temos que no referencial do vagão a luz está trafegando acima do limite permitido e vai ser multada pelo God todo poderoso. Simples assim, como diria o amigo Victor. 

                                    Opção 2 para o entendimento:
                                    Afaste-se lateralmente do trem para apreciar melhor o que acontece, mas mantenha-se vinculado ao seu referencial. Agora, ao invés de por o trem em movimento, vamos optar por algo mais extravagante (e dispendioso). Vamos colocar o universo (que contém a lanterna acesa embaixo do trem) em movimento. Só que com movimento em sentido oposto ao que teria o trem, para que as coisas fiquem equivalentes. Assim, fica claro que, dado o movimento do universo e consequentemente da lanterna, o seu feixe de luz incline para trás, como uma maria-fumaça. Isto está tão caricato no trem de Einstein que até as crianças do Jardim I já estão aceitando numa boa, kkk. Pois bem, então o gran finale: Acontece que para trás no movimento do universo, significa para frente no movimento do trem. Ou seja, o feixe de luz tende a acompanhar o trem e não o contrário. Isto é, componente de velocidade vertical igual a c e componente de velocidade horizontal igual a zero (acompanhando o trem).  Isto é obvio se aceitamos o absolutismo da velocidade da luz. Qualquer coisa diferente disto e implica em desrespeito ao limite de velocidade c e aí God multa. E multa pesado, com mão de ferro!

                                    Abs

                                    Belmiro

                                    P,S.

                                    Ué, nesta briga, ninguém vai meter a colher?



                                    Em Sexta-feira, 28 de Abril de 2017 13:09, "João Carlos Holland de Barcellos jocax@... [ciencialist]" <ciencialist@.... br> escreveu:


                                     
                                    Belmiro duas coisas :

                                    1- Se a teoria eh inconsistente, se ha paradoxos,  entao vc prova uma contradicao.
                                    E quando vc prova uma contradicao vc chega a conclusao que FALSO é uma premissa da teoria !
                                    como F=>V   entao QUALQUER  proposicao no ambito desta teoria
                                    contraditoria torna-se verdadeiro  !!

                                    Veja este apendice tirado da Ciencia expandida
                                    http://stoa.usp.br/jocax/ files/1206/6895/ciencia- expandida.html  ) :
                                    ====================
                                    Prova de que premissas contraditórias implicam que qualquer conclusão seja verdadeira, até mesmo que “o universo não existe” :
                                    1) Premissa 1 : “A” ( ‘A’ é verdade )
                                    2) Premissa 2 : “~A” ( ‘Não A’ é verdade )
                                     Mas: “A^(~A) => FALSO“ ( ‘A e não A implica Falso’, Tautologia Lógica *)
                                     Então, podemos concluir de 1 e 2 (por modus ponens) :
                                    3) “Falso” ( Concluímos ‘falso’ )
                                     Mas: “Falso => Qualquer Coisa” (‘Falso implica X’, X é qualquer proposição, é uma Tautologia Lógica)
                                     Atribuindo a ‘X’ (ou a ‘Qualquer coisa’ ) a proposição ”O Universo não existe”, Teremos:
                                    4) “Falso => O Universo não existe”
                                     De 3 e 4 podemos por modus ponens concluir finalmente:
                                    5) “O Universo não existe”
                                    O que é um absurdo.
                                    Esse exemplo mostra que de premissas contraditórias podemos provar qualquer absurdo.
                                    (*Tautologia é uma verdade lógica absoluta isto é, uma verdade que independe do valor das variáveis.)
                                    =======================
                                    Ou seja numa teoria contraditoria TODA BIZARRICE EH VERDADEIRA !

                                    2- Segundo Ponto:
                                    Se nao considerarmos as decorrencias Bizarras PRESTA ATENCAO: 
                                    Do pnto de vista do observador da estação:
                                    A luz que entra pelo buraco VOLTA para a mesma lanterna ( CERTO ?)
                                    Ou seja EH FATO que a luz volta para o ponto de onde partiu CERTO?
                                    Do ponto de vista do viajante do vagao que anda pra direita a luz PRA VOLTAR PRA LANTERNA
                                    TEM QUE TER UM ANGULO PRA ESQUERDA POIS A LANTERNA DA ESTACAO ESTA
                                    CAMINHANDO PRA ESQUERDA  e ele precisa ver o mesmo fato de a luz
                                    voltar pra lanterna , NAO EH VERDADE?

                                    Abs
                                    Jocax




                                    2017-04-28 12:10 GMT-03:00 Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@.... br>:




                                    Você leu meu outro post? Se sim, deve concordar com a bizarrice que a luz faz no trem de Einstein ao ser emitida pela lanterna do ponto de vista da estação. Ao contrário de um projétil disparado que iria se deslocar com velocidade vetorial igual a soma de sua velocidade com a do trem no referencial da estação, a luz, para seguir o mandamento de não andar a mais que c sob hipótese alguma, inclina seu feixe para trás a fim de que sua velocidade final seja c. No caso do seu trem, a luz deveria inclinar para frente, para acompanhar o trem, caso contrário sua velocidade total será maior que c. É bizarro? Sim, mas é o que tem que acontecer para preservar o princípio fundamental da luz.

                                     
                                    [Anexos de =?UTF-8?Q?Jo=C3=A3o_Carlos_ Holland_de_Barcellos?= incluídos abaixo]
                                    Ola Belmiro,
                                    voce disse " a luz deverá se direcionar para a frente,"

                                    Nao, vc esta enganado. veja :
                                    Do ponto de vista do observador do vagao:
                                    A Luz entra pelo buraco e volta DESLOCADA PRA TRAS em relacao ao ponte de entra pelo buraco.

                                    Entao a luz nao pode estar direcionada pra frente e sim pra tras do ponto de vista do observador do vagao.
                                    Vou ANEXAR o pdf do artigo que ennviei , mas em portugues para vc observar.
                                    Abs
                                    Jocax


                                    Em 28 de abril de 2017 08:33, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@.... br> escreveu:




                                    Seguindo a mesma linha de raciocínio do meu post anterior, digo que o espaço percorrido pela luz dentro do vagão do ponto de vista do próprio, não pode ser maior do que o observado pela estação, sem ferir a máxima da velocidade da luz. Da mesma forma que, dentro de um trem normal, a luz do ponto de vista da estação, é direcionada para trás, tanto mais quanto maior for a velocidade do trem, afim de que este observador não testemunhe uma velocidade para a luz maior do que c, no caso do trem jocaxiano, a luz deverá se direcionar para a frente, a fim de que o observador do vagão não testemunhe o mesmo. Assim, como a luz penetra pelo casco furado do trem com velocidade vertical c, independente do observador, temos que, dentro do trem a velocidade total da luz seria a composição vetorial de c + v, onde v é a velocidade do trem. Assim, para se adequar à bizarrice de ser sempre c em qualquer referencial, do ponto de vista do vagão, a luz deve acompanhar o mesmo. Assim, aquele passageiro corajoso que está sentado ao lado da fenda no casco, que presenciou a entrada do feixe de luz, verá ele à sua frente o tempo todo. Verá ele subindo até o teto e regressando pelo mesmo caminho até escapar pela fenda de novo. Logo, o espaço percorrido é o mesmo que o observado na estação. Isto é, os tempos transcorrem por igual nos dois referenciais. A mesma conclusão que se pode tirar do trem normal, pois, aquela teimosia de o observador da estação dizer que seu tempo flui mais rápido e o do vagão afirmar o mesmo de seu ponto de vista, quando os dois se encontram, o efeito é cancelado. Desculpem-me por essa heresia, mas nunca engoli aquele negócio de quem acelera perde a razão em suas afirmações. Ainda bem que sou leigo e estou liberado para dizer bobagens, kkkk. (Desculpem-me pelo kkk, aprendi no Facebook).

                                    Belmiro

















                                  • José Victor
                                    Desconsiderem este post. está incompleto, foi truncado, enviado indevidamente, e sem os dois anexos, que inserir no que foi logo após. Grato Sds, Vcitor Em
                                    Mensagem 18 de 19 , 1 de mai 04h54min
                                      Desconsiderem este post. está incompleto, foi truncado, enviado indevidamente, e sem os dois anexos, que inserir no que foi logo após.
                                      Grato

                                      Sds,
                                      Vcitor

                                      Em 30 de abril de 2017 23:08, José Victor <j.victor.neto@...> escreveu:
                                      Caro Belmiro, 

                                      Eu comentei seus dois textos sobre esse assunto. E, a reboque preparei um arrozoado sobre o paradoxo dos gêmeos, expondo o que se faz necessário para o exame dos experimentos com muons, que elimina de vez, porque experimental, eventuais dúvidas. Nada do que disse é definitivo, nem  tenho a pretensão de você outro concordarem na íntegra. Tá danado que não haja sequer um pinguinho de concordância....
                                      Só espero que, pela importância do assunto, que, embora não tenha de  científico, como já decretaram por aquí, que leiam e comentem. Furos encontrados, procurarei fechá-los. 
                                      Mas o bom disso tudo é q



                                      Em 30 de abril de 2017 18:34, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@.... br> escreveu:
                                       

                                       Caro João,

                                            É impressão minha, ou você está berrando? Se sim, melhor encerrarmos a discussão. Ok, os fótons retornam à lanterna em ambos os casos. Eu estava me referindo à minha análise alternativa, que achei que você tinha lido. Nesta análise, eu supunha que, do referencial da estação, o observador vê os fótons sendo lançados para trás, com velocidade horizontal igual e oposta à do trem e velocidade vertical c. Isto eliminaria o problema da dilatação temporal, respeitando o absolutismo da velocidade da luz. Em compensação cria novos problemas que só agora vejo, como o que você alertou, de o feixe não retornando à lanterna gera incompatibilidades físicas inerentes. Sendo assim e retornando à análise tradicional para a relatividade especial, na qual os fótons, do ponto de vista do observador da estação são lançados inclinados para o sentido do deslocamento do trem, temos que o paradoxo do trem jocaxiano continua um paradoxo. Mostra que podemos obter qualquer resultado para a dilatação temporal, dependendo de como o problema é formulado. Já quebramos muito o pau aqui com a questão do paradoxo dos gêmeos e aquela simetria da dilatação temporal ser resolvida por quem acelerou. Há muita coisa não explicada nesse negócio. Ainda, devido ao meu parco entendimento sobre o assunto, não consegui assimilar até agora, o porquê da lanterna do trem de Einstein estar direcionada na vertical. Existe alguma razão específica para isso? Qualquer posicionamento diferente disso, inclusive os extremos horizontais nos levariam à resultados diferentes para a dilatação temporal nos referenciais. A despeito da não simultaneidade de eventos extraídos da análise com a lanterna na horizontal, vejo mais relação com o tempo que a luz leva para chegar ao observador do que com dilatação temporal. Tudo isso ligando o achômetro do leigo aqui.

                                           Abs

                                           Belmiro


                                      Em Sexta-feira, 28 de Abril de 2017 16:54, "João Carlos Holland de Barcellos jocax@... [ciencialist]" <ciencialist@....b r> escreveu:


                                       
                                      CLARO QUE NAOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOO

                                      Se acontecesse isso teriamos fenomenos fisicos diferentes !!!!
                                       
                                      Ou seja EM AMBOS OS CASOS A LUZ DEVE VOLTAR PRA LANTERNA

                                      Tenho certeza !!
                                      abs
                                      Jocax



                                      Em 28 de abril de 2017 16:15, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@....b r> escreveu:


                                      Putz grila mesmo! Isto do ponto de vista do vagão.  No referencial da estação, o sujeito vê o feixe de luz sair da lanterna e bater em outro ponto no chão após refletir no teto!




                                       
                                      Vc disse:
                                      "Não! No trem de Einstein isso não acontece."


                                      CLARO QUE ACONTECE !!!!!
                                      A fonte de luz se move junto com o trem !!  a luz bate no teto espelhado e volta pra lanterna !!
                                      PutzGrila !!!
                                      abs
                                      jocax

                                      Em 28 de abril de 2017 14:59, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@.... br> escreveu:


                                      João >>Ou seja EH FATO que a luz volta para o ponto de onde partiu CERTO?

                                      Não! No trem de Einstein isso não acontece. Por que no seu tem que acontecer? O observador da estação não vê o feixe voltando para a lanterna. Essa bizarrice você aceita, mas a outra que estou defendendo para preservar o princípio da constância da velocidade da luz,  você não aceita? O fato é que já estamos acostumados a ver nos esquemas do trem de Einstein a luz inclinando para trás como se fosse algo trivial. Não é. É bizarro ao extremo. Qualquer projétil no lugar da luz não faria isso!!
                                      Agora, para entender por que o seu paradoxo não se configura como tal, vamos por partes:

                                      1 - Com o trem jocaxiano parado sobre o feixe de luz. Você aceita o fato de que a velocidade da luz para dentro do vagão ocorre na vertical e com velocidade c? Se sim, vamos adiante.
                                      2 - Agora vamos por o trem em movimento. Em velocidades cotidianas, podemos apostar que o observador no vagão vai vendo o feixe de luz ficar para trás. Porém, em velocidades relativísticas, as coisas complicam. No entanto, mesmo nessas velocidades, espera-se que o feixe de luz continue tendo uma componente vertical com velocidade c, pois afinal, a fonte continua lá, parada em seu referencial.  E se isto é verdade, adicione-se vetorialmente a velocidade do trem e temos que no referencial do vagão a luz está trafegando acima do limite permitido e vai ser multada pelo God todo poderoso. Simples assim, como diria o amigo Victor. 

                                      Opção 2 para o entendimento:
                                      Afaste-se lateralmente do trem para apreciar melhor o que acontece, mas mantenha-se vinculado ao seu referencial. Agora, ao invés de por o trem em movimento, vamos optar por algo mais extravagante (e dispendioso). Vamos colocar o universo (que contém a lanterna acesa embaixo do trem) em movimento. Só que com movimento em sentido oposto ao que teria o trem, para que as coisas fiquem equivalentes. Assim, fica claro que, dado o movimento do universo e consequentemente da lanterna, o seu feixe de luz incline para trás, como uma maria-fumaça. Isto está tão caricato no trem de Einstein que até as crianças do Jardim I já estão aceitando numa boa, kkk. Pois bem, então o gran finale: Acontece que para trás no movimento do universo, significa para frente no movimento do trem. Ou seja, o feixe de luz tende a acompanhar o trem e não o contrário. Isto é, componente de velocidade vertical igual a c e componente de velocidade horizontal igual a zero (acompanhando o trem).  Isto é obvio se aceitamos o absolutismo da velocidade da luz. Qualquer coisa diferente disto e implica em desrespeito ao limite de velocidade c e aí God multa. E multa pesado, com mão de ferro!

                                      Abs

                                      Belmiro

                                      P,S.

                                      Ué, nesta briga, ninguém vai meter a colher?



                                      Em Sexta-feira, 28 de Abril de 2017 13:09, "João Carlos Holland de Barcellos jocax@... [ciencialist]" <ciencialist@.... br> escreveu:


                                       
                                      Belmiro duas coisas :

                                      1- Se a teoria eh inconsistente, se ha paradoxos,  entao vc prova uma contradicao.
                                      E quando vc prova uma contradicao vc chega a conclusao que FALSO é uma premissa da teoria !
                                      como F=>V   entao QUALQUER  proposicao no ambito desta teoria
                                      contraditoria torna-se verdadeiro  !!

                                      Veja este apendice tirado da Ciencia expandida
                                      http://stoa.usp.br/jocax/ files/1206/6895/ciencia- expandida.html  ) :
                                      ====================
                                      Prova de que premissas contraditórias implicam que qualquer conclusão seja verdadeira, até mesmo que “o universo não existe” :
                                      1) Premissa 1 : “A” ( ‘A’ é verdade )
                                      2) Premissa 2 : “~A” ( ‘Não A’ é verdade )
                                       Mas: “A^(~A) => FALSO“ ( ‘A e não A implica Falso’, Tautologia Lógica *)
                                       Então, podemos concluir de 1 e 2 (por modus ponens) :
                                      3) “Falso” ( Concluímos ‘falso’ )
                                       Mas: “Falso => Qualquer Coisa” (‘Falso implica X’, X é qualquer proposição, é uma Tautologia Lógica)
                                       Atribuindo a ‘X’ (ou a ‘Qualquer coisa’ ) a proposição ”O Universo não existe”, Teremos:
                                      4) “Falso => O Universo não existe”
                                       De 3 e 4 podemos por modus ponens concluir finalmente:
                                      5) “O Universo não existe”
                                      O que é um absurdo.
                                      Esse exemplo mostra que de premissas contraditórias podemos provar qualquer absurdo.
                                      (*Tautologia é uma verdade lógica absoluta isto é, uma verdade que independe do valor das variáveis.)
                                      =======================
                                      Ou seja numa teoria contraditoria TODA BIZARRICE EH VERDADEIRA !

                                      2- Segundo Ponto:
                                      Se nao considerarmos as decorrencias Bizarras PRESTA ATENCAO: 
                                      Do pnto de vista do observador da estação:
                                      A luz que entra pelo buraco VOLTA para a mesma lanterna ( CERTO ?)
                                      Ou seja EH FATO que a luz volta para o ponto de onde partiu CERTO?
                                      Do ponto de vista do viajante do vagao que anda pra direita a luz PRA VOLTAR PRA LANTERNA
                                      TEM QUE TER UM ANGULO PRA ESQUERDA POIS A LANTERNA DA ESTACAO ESTA
                                      CAMINHANDO PRA ESQUERDA  e ele precisa ver o mesmo fato de a luz
                                      voltar pra lanterna , NAO EH VERDADE?

                                      Abs
                                      Jocax




                                      2017-04-28 12:10 GMT-03:00 Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@.... br>:




                                      Você leu meu outro post? Se sim, deve concordar com a bizarrice que a luz faz no trem de Einstein ao ser emitida pela lanterna do ponto de vista da estação. Ao contrário de um projétil disparado que iria se deslocar com velocidade vetorial igual a soma de sua velocidade com a do trem no referencial da estação, a luz, para seguir o mandamento de não andar a mais que c sob hipótese alguma, inclina seu feixe para trás a fim de que sua velocidade final seja c. No caso do seu trem, a luz deveria inclinar para frente, para acompanhar o trem, caso contrário sua velocidade total será maior que c. É bizarro? Sim, mas é o que tem que acontecer para preservar o princípio fundamental da luz.

                                       
                                      [Anexos de =?UTF-8?Q?Jo=C3=A3o_Carlos_ Holland_de_Barcellos?= incluídos abaixo]
                                      Ola Belmiro,
                                      voce disse " a luz deverá se direcionar para a frente,"

                                      Nao, vc esta enganado. veja :
                                      Do ponto de vista do observador do vagao:
                                      A Luz entra pelo buraco e volta DESLOCADA PRA TRAS em relacao ao ponte de entra pelo buraco.

                                      Entao a luz nao pode estar direcionada pra frente e sim pra tras do ponto de vista do observador do vagao.
                                      Vou ANEXAR o pdf do artigo que ennviei , mas em portugues para vc observar.
                                      Abs
                                      Jocax


                                      Em 28 de abril de 2017 08:33, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@.... br> escreveu:




                                      Seguindo a mesma linha de raciocínio do meu post anterior, digo que o espaço percorrido pela luz dentro do vagão do ponto de vista do próprio, não pode ser maior do que o observado pela estação, sem ferir a máxima da velocidade da luz. Da mesma forma que, dentro de um trem normal, a luz do ponto de vista da estação, é direcionada para trás, tanto mais quanto maior for a velocidade do trem, afim de que este observador não testemunhe uma velocidade para a luz maior do que c, no caso do trem jocaxiano, a luz deverá se direcionar para a frente, a fim de que o observador do vagão não testemunhe o mesmo. Assim, como a luz penetra pelo casco furado do trem com velocidade vertical c, independente do observador, temos que, dentro do trem a velocidade total da luz seria a composição vetorial de c + v, onde v é a velocidade do trem. Assim, para se adequar à bizarrice de ser sempre c em qualquer referencial, do ponto de vista do vagão, a luz deve acompanhar o mesmo. Assim, aquele passageiro corajoso que está sentado ao lado da fenda no casco, que presenciou a entrada do feixe de luz, verá ele à sua frente o tempo todo. Verá ele subindo até o teto e regressando pelo mesmo caminho até escapar pela fenda de novo. Logo, o espaço percorrido é o mesmo que o observado na estação. Isto é, os tempos transcorrem por igual nos dois referenciais. A mesma conclusão que se pode tirar do trem normal, pois, aquela teimosia de o observador da estação dizer que seu tempo flui mais rápido e o do vagão afirmar o mesmo de seu ponto de vista, quando os dois se encontram, o efeito é cancelado. Desculpem-me por essa heresia, mas nunca engoli aquele negócio de quem acelera perde a razão em suas afirmações. Ainda bem que sou leigo e estou liberado para dizer bobagens, kkkk. (Desculpem-me pelo kkk, aprendi no Facebook).

                                      Belmiro


















                                    • João Carlos Holland de Barcellos
                                      Belmiro , Letras maiusculas sao uma forma de REALCAR a importancia do que se escreve. Nao significa GRITAR !!! kkkkk :-) Com relacao a enviar o feixe de luz na
                                      Mensagem 19 de 19 , 2 de mai 04h07min
                                        Belmiro ,
                                        Letras maiusculas sao uma forma de REALCAR a importancia do que se escreve.
                                        Nao significa GRITAR !!! kkkkk :-)

                                        Com relacao a enviar o feixe de luz na vertical eh um modo de poder fazer comparacoes em ambos os referenciais pois
                                        nao ha movimento na direcao vertical e portanto a distancia e a velocidade da luz em ambos os referenciais se passa
                                        *nesta direção vertical* se passa como se ambos estivessem parados de forma a poder comparar os tempos dos dois referenciais.


                                        Pois eh o paradoxo segue ....

                                        Quando o artigo for publicado eu posto o link aqui,
                                        abs
                                        Jocax



                                        Em 30 de abril de 2017 18:34, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@...> escreveu:


                                         Caro João,

                                              É impressão minha, ou você está berrando? Se sim, melhor encerrarmos a discussão. Ok, os fótons retornam à lanterna em ambos os casos. Eu estava me referindo à minha análise alternativa, que achei que você tinha lido. Nesta análise, eu supunha que, do referencial da estação, o observador vê os fótons sendo lançados para trás, com velocidade horizontal igual e oposta à do trem e velocidade vertical c. Isto eliminaria o problema da dilatação temporal, respeitando o absolutismo da velocidade da luz. Em compensação cria novos problemas que só agora vejo, como o que você alertou, de o feixe não retornando à lanterna gera incompatibilidades físicas inerentes. Sendo assim e retornando à análise tradicional para a relatividade especial, na qual os fótons, do ponto de vista do observador da estação são lançados inclinados para o sentido do deslocamento do trem, temos que o paradoxo do trem jocaxiano continua um paradoxo. Mostra que podemos obter qualquer resultado para a dilatação temporal, dependendo de como o problema é formulado. Já quebramos muito o pau aqui com a questão do paradoxo dos gêmeos e aquela simetria da dilatação temporal ser resolvida por quem acelerou. Há muita coisa não explicada nesse negócio. Ainda, devido ao meu parco entendimento sobre o assunto, não consegui assimilar até agora, o porquê da lanterna do trem de Einstein estar direcionada na vertical. Existe alguma razão específica para isso? Qualquer posicionamento diferente disso, inclusive os extremos horizontais nos levariam à resultados diferentes para a dilatação temporal nos referenciais. A despeito da não simultaneidade de eventos extraídos da análise com a lanterna na horizontal, vejo mais relação com o tempo que a luz leva para chegar ao observador do que com dilatação temporal. Tudo isso ligando o achômetro do leigo aqui.

                                             Abs

                                             Belmiro


                                        Em Sexta-feira, 28 de Abril de 2017 16:54, "João Carlos Holland de Barcellos jocax@... [ciencialist]" <ciencialist@.... br> escreveu:


                                         
                                        CLARO QUE NAOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOO

                                        Se acontecesse isso teriamos fenomenos fisicos diferentes !!!!
                                         
                                        Ou seja EM AMBOS OS CASOS A LUZ DEVE VOLTAR PRA LANTERNA

                                        Tenho certeza !!
                                        abs
                                        Jocax



                                        Em 28 de abril de 2017 16:15, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@.... br> escreveu:


                                        Putz grila mesmo! Isto do ponto de vista do vagão.  No referencial da estação, o sujeito vê o feixe de luz sair da lanterna e bater em outro ponto no chão após refletir no teto!




                                         
                                        Vc disse:
                                        "Não! No trem de Einstein isso não acontece."


                                        CLARO QUE ACONTECE !!!!!
                                        A fonte de luz se move junto com o trem !!  a luz bate no teto espelhado e volta pra lanterna !!
                                        PutzGrila !!!
                                        abs
                                        jocax

                                        Em 28 de abril de 2017 14:59, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@.... br> escreveu:


                                        João >>Ou seja EH FATO que a luz volta para o ponto de onde partiu CERTO?

                                        Não! No trem de Einstein isso não acontece. Por que no seu tem que acontecer? O observador da estação não vê o feixe voltando para a lanterna. Essa bizarrice você aceita, mas a outra que estou defendendo para preservar o princípio da constância da velocidade da luz,  você não aceita? O fato é que já estamos acostumados a ver nos esquemas do trem de Einstein a luz inclinando para trás como se fosse algo trivial. Não é. É bizarro ao extremo. Qualquer projétil no lugar da luz não faria isso!!
                                        Agora, para entender por que o seu paradoxo não se configura como tal, vamos por partes:

                                        1 - Com o trem jocaxiano parado sobre o feixe de luz. Você aceita o fato de que a velocidade da luz para dentro do vagão ocorre na vertical e com velocidade c? Se sim, vamos adiante.
                                        2 - Agora vamos por o trem em movimento. Em velocidades cotidianas, podemos apostar que o observador no vagão vai vendo o feixe de luz ficar para trás. Porém, em velocidades relativísticas, as coisas complicam. No entanto, mesmo nessas velocidades, espera-se que o feixe de luz continue tendo uma componente vertical com velocidade c, pois afinal, a fonte continua lá, parada em seu referencial.  E se isto é verdade, adicione-se vetorialmente a velocidade do trem e temos que no referencial do vagão a luz está trafegando acima do limite permitido e vai ser multada pelo God todo poderoso. Simples assim, como diria o amigo Victor. 

                                        Opção 2 para o entendimento:
                                        Afaste-se lateralmente do trem para apreciar melhor o que acontece, mas mantenha-se vinculado ao seu referencial. Agora, ao invés de por o trem em movimento, vamos optar por algo mais extravagante (e dispendioso). Vamos colocar o universo (que contém a lanterna acesa embaixo do trem) em movimento. Só que com movimento em sentido oposto ao que teria o trem, para que as coisas fiquem equivalentes. Assim, fica claro que, dado o movimento do universo e consequentemente da lanterna, o seu feixe de luz incline para trás, como uma maria-fumaça. Isto está tão caricato no trem de Einstein que até as crianças do Jardim I já estão aceitando numa boa, kkk. Pois bem, então o gran finale: Acontece que para trás no movimento do universo, significa para frente no movimento do trem. Ou seja, o feixe de luz tende a acompanhar o trem e não o contrário. Isto é, componente de velocidade vertical igual a c e componente de velocidade horizontal igual a zero (acompanhando o trem).  Isto é obvio se aceitamos o absolutismo da velocidade da luz. Qualquer coisa diferente disto e implica em desrespeito ao limite de velocidade c e aí God multa. E multa pesado, com mão de ferro!

                                        Abs

                                        Belmiro

                                        P,S.

                                        Ué, nesta briga, ninguém vai meter a colher?



                                        Em Sexta-feira, 28 de Abril de 2017 13:09, "João Carlos Holland de Barcellos jocax@... [ciencialist]" <ciencialist@.... br> escreveu:


                                         
                                        Belmiro duas coisas :

                                        1- Se a teoria eh inconsistente, se ha paradoxos,  entao vc prova uma contradicao.
                                        E quando vc prova uma contradicao vc chega a conclusao que FALSO é uma premissa da teoria !
                                        como F=>V   entao QUALQUER  proposicao no ambito desta teoria
                                        contraditoria torna-se verdadeiro  !!

                                        Veja este apendice tirado da Ciencia expandida
                                        http://stoa.usp.br/jocax/ files/1206/6895/ciencia- expandida.html  ) :
                                        ====================
                                        Prova de que premissas contraditórias implicam que qualquer conclusão seja verdadeira, até mesmo que “o universo não existe” :
                                        1) Premissa 1 : “A” ( ‘A’ é verdade )
                                        2) Premissa 2 : “~A” ( ‘Não A’ é verdade )
                                         Mas: “A^(~A) => FALSO“ ( ‘A e não A implica Falso’, Tautologia Lógica *)
                                         Então, podemos concluir de 1 e 2 (por modus ponens) :
                                        3) “Falso” ( Concluímos ‘falso’ )
                                         Mas: “Falso => Qualquer Coisa” (‘Falso implica X’, X é qualquer proposição, é uma Tautologia Lógica)
                                         Atribuindo a ‘X’ (ou a ‘Qualquer coisa’ ) a proposição ”O Universo não existe”, Teremos:
                                        4) “Falso => O Universo não existe”
                                         De 3 e 4 podemos por modus ponens concluir finalmente:
                                        5) “O Universo não existe”
                                        O que é um absurdo.
                                        Esse exemplo mostra que de premissas contraditórias podemos provar qualquer absurdo.
                                        (*Tautologia é uma verdade lógica absoluta isto é, uma verdade que independe do valor das variáveis.)
                                        =======================
                                        Ou seja numa teoria contraditoria TODA BIZARRICE EH VERDADEIRA !

                                        2- Segundo Ponto:
                                        Se nao considerarmos as decorrencias Bizarras PRESTA ATENCAO: 
                                        Do pnto de vista do observador da estação:
                                        A luz que entra pelo buraco VOLTA para a mesma lanterna ( CERTO ?)
                                        Ou seja EH FATO que a luz volta para o ponto de onde partiu CERTO?
                                        Do ponto de vista do viajante do vagao que anda pra direita a luz PRA VOLTAR PRA LANTERNA
                                        TEM QUE TER UM ANGULO PRA ESQUERDA POIS A LANTERNA DA ESTACAO ESTA
                                        CAMINHANDO PRA ESQUERDA  e ele precisa ver o mesmo fato de a luz
                                        voltar pra lanterna , NAO EH VERDADE?

                                        Abs
                                        Jocax




                                        2017-04-28 12:10 GMT-03:00 Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@.... br>:




                                        Você leu meu outro post? Se sim, deve concordar com a bizarrice que a luz faz no trem de Einstein ao ser emitida pela lanterna do ponto de vista da estação. Ao contrário de um projétil disparado que iria se deslocar com velocidade vetorial igual a soma de sua velocidade com a do trem no referencial da estação, a luz, para seguir o mandamento de não andar a mais que c sob hipótese alguma, inclina seu feixe para trás a fim de que sua velocidade final seja c. No caso do seu trem, a luz deveria inclinar para frente, para acompanhar o trem, caso contrário sua velocidade total será maior que c. É bizarro? Sim, mas é o que tem que acontecer para preservar o princípio fundamental da luz.

                                         
                                        [Anexos de =?UTF-8?Q?Jo=C3=A3o_Carlos_ Holland_de_Barcellos?= incluídos abaixo]
                                        Ola Belmiro,
                                        voce disse " a luz deverá se direcionar para a frente,"

                                        Nao, vc esta enganado. veja :
                                        Do ponto de vista do observador do vagao:
                                        A Luz entra pelo buraco e volta DESLOCADA PRA TRAS em relacao ao ponte de entra pelo buraco.

                                        Entao a luz nao pode estar direcionada pra frente e sim pra tras do ponto de vista do observador do vagao.
                                        Vou ANEXAR o pdf do artigo que ennviei , mas em portugues para vc observar.
                                        Abs
                                        Jocax


                                        Em 28 de abril de 2017 08:33, Belmiro Wolski belmirow@... [ciencialist] <ciencialist@.... br> escreveu:




                                        Seguindo a mesma linha de raciocínio do meu post anterior, digo que o espaço percorrido pela luz dentro do vagão do ponto de vista do próprio, não pode ser maior do que o observado pela estação, sem ferir a máxima da velocidade da luz. Da mesma forma que, dentro de um trem normal, a luz do ponto de vista da estação, é direcionada para trás, tanto mais quanto maior for a velocidade do trem, afim de que este observador não testemunhe uma velocidade para a luz maior do que c, no caso do trem jocaxiano, a luz deverá se direcionar para a frente, a fim de que o observador do vagão não testemunhe o mesmo. Assim, como a luz penetra pelo casco furado do trem com velocidade vertical c, independente do observador, temos que, dentro do trem a velocidade total da luz seria a composição vetorial de c + v, onde v é a velocidade do trem. Assim, para se adequar à bizarrice de ser sempre c em qualquer referencial, do ponto de vista do vagão, a luz deve acompanhar o mesmo. Assim, aquele passageiro corajoso que está sentado ao lado da fenda no casco, que presenciou a entrada do feixe de luz, verá ele à sua frente o tempo todo. Verá ele subindo até o teto e regressando pelo mesmo caminho até escapar pela fenda de novo. Logo, o espaço percorrido é o mesmo que o observado na estação. Isto é, os tempos transcorrem por igual nos dois referenciais. A mesma conclusão que se pode tirar do trem normal, pois, aquela teimosia de o observador da estação dizer que seu tempo flui mais rápido e o do vagão afirmar o mesmo de seu ponto de vista, quando os dois se encontram, o efeito é cancelado. Desculpem-me por essa heresia, mas nunca engoli aquele negócio de quem acelera perde a razão em suas afirmações. Ainda bem que sou leigo e estou liberado para dizer bobagens, kkkk. (Desculpem-me pelo kkk, aprendi no Facebook).

                                        Belmiro



















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