Carregando ...
Desculpe, ocorreu um erro ao carregar o conteúdo.

Re: [ciencialist] Re: ORIGEM DA VIDA

Expandir mensagens
  • Alvaro Augusto (L)
    Caro Dídimo, Não por isso. A confusão foi minha desde o início! [ ]s Alvaro Augusto ... From: Dídimo Matos To: ciencialist@yahoogrupos.com.br Sent:
    Mensagem 1 de 336 , 31 de out de 2008
    Exibir fonte
    • 0 Anexo
      Caro Dídimo,
       
      Não por isso. A confusão foi minha desde o início!
       
      [ ]s
       
      Alvaro Augusto
       
      ----- Original Message -----
      Sent: Friday, October 31, 2008 11:51 AM
      Subject: Re: [ciencialist] Re: ORIGEM DA VIDA

      Álvaro,
       
      Desculpe se o interpretei mal.
       
      Abraços,
      Dídimo Matos
      http://didimomatos.zip.net
       
      _______________________
      As explicações científicas são reais e completas,
      tal como as explicações da vida quotidiana e das religiões
      tradicionais. Diferem destas últimas unicamente por serem mais
      precisas e mais facilmente refutadas pela observação dos factos.

      Sent: Friday, October 31, 2008 9:59 AM
      Subject: Re: [ciencialist] Re: ORIGEM DA VIDA

      Dídimo,
       
      Não confundi refutação e verificação, mas eu certamente não havia entendido a hipótese do Takata. Agora entendi.
       
      [ ]s
       
      Alvaro Augusto
       
      ----- Original Message -----
      Sent: Friday, October 31, 2008 1:34 AM
      Subject: Re: [ciencialist] Re: ORIGEM DA VIDA

      Olá Álvaro,
       
      Vc está confundindo refutação e verificação?
       
      Basta que uma única ocorrência de vida seja percebida para que seja refutado,  se há a possibilidade é científica.
       
      Abraços,
      Dídimo Matos
      http://didimomatos. zip.net
       
      ____________ _________ __
      As explicações científicas são reais e completas,
      tal como as explicações da vida quotidiana e das religiões
      tradicionais. Diferem destas últimas unicamente por serem mais
      precisas e mais facilmente refutadas pela observação dos factos.

      Sent: Thursday, October 30, 2008 10:08 AM
      Subject: [ciencialist] Re: ORIGEM DA VIDA

      Mas como você pode refutar essa hipótese? Só mesmo verificando a
      ocorrência de vida em todos os lugares do universo, o que é
      impossível. Logo, a hipótese não é científica do ponto de vista de
      Popper.

      [ ]s

      Alvaro Augusto

      --- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, "rmtakata"
      <roberto.takata@ ...> escreveu
      >
      > --- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, "Alvaro Augusto \(U\)"
      > > As especulações são válidas, não há dúvida, mas não sei se são
      > > mesmo ciência. Refiro-me, é claro, à busca por civilizações
      > > inteligentes fora da Terra, não à busca por micróbios marcianos.
      >
      > Popperianamente é ciência. Trata-se de um teste da hipótese "não há
      > vida inteligente no universo fora dos arredores do planeta Terra".
      >
      > []s,
      >
      > Roberto Takata
      >

    • Ivan José Varzinczak
      Note-se que na abordagem em lógica modal não se tem P e ~P, não havendo portanto a necessidade de se descartar qualquer sentença. Outro ponto: descartar
      Mensagem 336 de 336 , 13 de jan de 2009
      Exibir fonte
      • 0 Anexo

          Note-se que na abordagem em lógica modal não se tem P e ~P, não havendo portanto a necessidade de se descartar qualquer sentença. Outro ponto: descartar uma (ou mais) proposições (para se evitar uma contradição potencial) é conhecido como revisão (belief revision). Se houver interesse, dê uma olhada em meus artigos

          - Varzinczak, I. Action Theory Contraction and Minimal Change. Proceedings of KR'2008. pp 651-661, Sydney, 2008.

          - Varzinczak, I. Action Theory Revision in Dynamic Logic. Workshop on Non-monotonic Reasoning, Sydney, 2008.

        e nas referências lá citadas.

          Sobre a confusão entre lógica modal T e lógica aristotélica, é falso dizer que com [ ] p -> p caímos no mesmo caso da lógica aristotélica. Isso é corroborado pelo livro do Chellas que citei e outros. Cuidado para não confundir [ ] p -> p  com [ ] p <-> p !

          Sobre o uso de lógica fuzzy para se representar noções modais e probabilidades, outro cientista com quem troquei umas figurinhas sobre o assunto e que corrobora minha posição é o professor Lluis Godo. Abaixo segue o e-mail que ele me mandou. Ele recomenda ainda o artigo sugerido por Dubois (cf. mensagem 71619). As referências citadas nas mensagens 71494, 71623 e 71619 ajudarão a entender os aspectos técnicos envolvidos na questão.

          Saudações,

          Ivan


        Begin forwarded message:
        From: Lluis Godo
        Date: January 8, 2009 11:06:17 AM GMT+02:00
        To: Ivan José Varzinczak
        Subject: Re: Article request

        Dear Ivan,

        Indeed, it is very important to make clear the differences between uncertainty and truth degrees because this has been a source of many confusions and misunderstandings in the past, specially regarding the scope of fuzzy logic as a logic of graded truth in contrast with e.g. probabilistic or possibilistic logics which are logics of graded uncertainty

        I enclose a copy of the requested paper, which I had almost fortgotten it :).
        I may also recommend Dubois D., Prade H. Possibility theory, probability theory and multiple-valued logics: A clarification . Annals of Mathematics and Artificial Intelligence. 32, 35-66, 2001.

        However, the field of fuzzy logic, specially in the sense of "mathematical fuzzy logic", has been grown a lot during the last decade. A very influential book is the one by Petr Hajek, "Metamathematics of Fuzzy Logic" (Kluwer, 1998), where the difference between graded truth and uncertainty is also stressed.

        Hope this may be of some help and tell me if you need something else.

        Best regards,
        Lluis.



        On Jan 12, 2009, at 9:49 PM, rmtakata wrote:

        --- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, Ivan José Varzinczak 
        > A teoria resultante da formalização das sentenças abaixo é ou não 
        > consistente em função do formalismo usado. Se as premissas são 
        > inconsistentes, no caso clássico e extensões deste, há explosão. 

        Há explosão se você mantém como verdadeiros P *e* ~P. Mas o princípio
        da não-contradição nos diz que uma delas é falsa. É isso que evita a
        explosão, você descarta uma das duas proposições.

        > É falso dizer que com [ ] p -> p caímos no mesmo caso da lógica 
        > aristotélica! O que obtemos é a lógica modal T (cf. "Modal Logic, 
        > an Introduction" , Brian Chellas, Cambridge University Press).

        Não é falso. Sim, é uma forma de lógica modal, mas do mesmo caso da
        lógica aristotélica (no que se refere ao aspecto abordado).

        No caso da lógica aristotélica vamos de:
        []p = c->p, c

        > Com inadequação aqui eu não quero dizer totalmente errada, mas sim 
        > que há pelo menos um aspecto do cenário que não é representado 
        > conforme o esperado.

        Se for esse o sentido, então não tenho nenhuma objeção quanto a dizer
        que as abordagens feitas por mim não são totalmente adequadas.

        > No caso proposicional, a modalidade 'dilui-se' na proposição; no 
        > caso fuzzy, a modalidade (qualitativa) é representada como "degree 
        > of truth" (quantitativo) , o que é incorreto, como mostrado nos 
        > trabalhos de Dubois, Hajek e outros que citei

        Concordo no que se refere a "diluição", mas discordo no que se refere
        à incorreção. Essa "diluição", essa simplificação, elimina detalhes.
        Mas os detalhes eliminados não são cruciais para os pontos mais
        importantes a serem analisados na pergunta de Fermi (e seu caráter
        supostamente paradoxal).

        É possível transformar certas variáveis/fatores qualitativos em
        quantitaviso. Especialmente quanto há uma certa hierarquia ou ordem
        nessas variáveis ou fatores. Isso é feito em pesquisa de opinião como
        com as opções: ótimo, bom, regular, ruim, péssimo. Com "dever",
        "poder" e "dever não" temos a mesma situação.

        (Além disso, no caso em questão há toda uma mistura complexa entre
        probabilidades e imprecisões. Há imprecisão entre o que é vida ou não,
        há imprecisão entre o que é inteligente ou não, há imprecisão a
        respeito do que é um planeta similar à Terra ou não, há até mesmo
        imprecisão a respeito do que é ou não um planeta; no entanto, tudo
        isso é colocado em termos de probabilidades. )

        []s,

        Roberto Takata




        --
        Ivan José Varzinczak - http://ksg.meraka.org.za/~ivarzinczak
        Researcher in Logic-based Knowledge Representation and Reasoning
        Knowledge Systems Group - Meraka Institute - CSIR - Pretoria SA
      Sua mensagem foi enviada com êxito e será entregue aos destinatários em breve.