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A POLÍTICA IMPERIALISTA DOS EUA

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  • Amauri Jr
    00:30 2003-04-29 A POLÍTICA IMPERIALISTA DOS EUA A política infantil do Presidente Americano George Bush de achar que os EUA é a América, que seja todo um
    Mensagem 1 de 1 , 29 de jul de 2005
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      00:30 2003-04-29
      A POLÍTICA IMPERIALISTA DOS EUA
      A política infantil do Presidente Americano George Bush de achar que os EUA é a América, que seja todo um continente(!?) ou um mundo como um todo é inequívoco. Na verdade o que incomoda os norte americanos é que "outros países englobem o mundo", e aí os norte americanos descobrem que não são os donos do mundo, e não podem conseguir tudo sozinhos. Para muitos americanos o conceito de que "existam outros países" e "outros povos" é consideravelmente desprezível.

      Esse conceito de que a América é para os americanos e consequentemente "o mundo" também, sempre fez parte da política externa de Washington.

      Os Estados Unidos desde que conquistaram sua independência usa de uma política imperialista para criar uma dependência econômica nos países subdesenvolvidos, e a política capitalista de Washington a serem modelos seguidos pelos países desenvolvidos.

      As primeiras vítimas foram os países da América Latina, temendo uma aliança com a URSS de um regime socialista totalmente oposto do capitalismo, os EUA patrocinaram "golpes no governo" implantando ditaduras opressoras, na qual milhares de pessoas foram perseguidas, presas, torturadas e mortas com alegação de que eram anarquistas, socialistas e traidoras da pátria. A imprensa foi censurada.

      Em toda a América Latina houve um nacionalismo exagerado para cultuar os ditadores e o capitalismo dos EUA.

      Uma forte propaganda para combater o regime socialista e a URSS era a grande marca desses "fantoches" do governo de Washington.

      A repressão, a liberdade e a democracia, foram praticadas até mesmo nos EUA que se diziam "símbolos de uma política liberal".

      As pessoas suspeitas de serem socialistas foram presas pelo governo de Washington. A maior vítima era a classe artística.

      O governo norte-americano apoiava os países que resistiam a expansão do bloco comunista, fornecendo ajuda financeira, cooperação econômica e comprometendo-se a intervir contra revoluções de carácter socialista, das quais considerava a URSS como instigadora.

      A única ameaça aos EUA e sua política imperialista era a superpotência URSS com orientação socialista. Temendo que os ideais socialistas se espalhassem por uma Europa destruída e vulnerável depois da segunda guerra mundial, em 1947 o secretário de estado norte-americano George Marshall elaborou um plano de "ajuda" para reconstruir a Europa.

      Entre 1948 e 1952, os EUA enviaram ajuda financeira e matérias primas aos países europeus ocidentais, 85% dessa ajuda era gratuita e 15% era empréstimo a ser devolvido a longo prazo.

      Embora Churchill tenha afirmado que o Plano Marshall era o "ato menos egoísta da história" na verdade satisfazia e muito os interesses dos americanos, pois obrigava esses países a se inserir na esfera de influência econômica norte americana e consequentemente a aceitar as directrizes políticas ditadas por Washington.

      A URSS reagiu e criou o COMECON, bloco econômico de ajuda mútua aos países do Leste Europeu.

      Depois entraria no cenário mundial a OTAN "Criada para obedecer as ordens de Washington".

      Com a extinção da URSS em 1991, os Estados Unidos se consolidaram como a única super- potência mundial.

      O inimigo número um dos americanos e seu temível regime socialista não existia mais, mas faltava ainda combater os países com retaliações e intimidações que fossem contra sua política exterior.

      Isso aconteceu com a intervenção americana na guerra do Iraque contra o Kuwait, o presidente americano George Bush "Pai" impôs sanções econômicas ao Iraque, deixando o país miserável. Mais tarde na Guerra da Jugoslávia Bill Clinton mandou Slobodan Milosevic presidente da Jugoslávia e seus seguidores ao tribunal Penal Internacional na Haia.

      Na América Latina Bill Clinton, continuava a explorar os países com subsídios agrícolas e pressionando os governos a aderir a "ALCA" o ambicioso bloco econômico para dominar toda a América Latina.

      Na atual administração do Baby Bush os Estados Unidos fracassaram como única super-potência e boicotaram acordos diplomáticos de extrema importância ao nível mundial.

      O descaso da administração de Bush com os sérios conflitos no Oriente Médio entre palestinos e israelenses, e a política externa agressiva e unilateral de Washington resultou no maior ataque terrorista da história.

      No dia 11 de setembro de 2001, terroristas sauditas islâmicos derrubaram as duas Torres Gêmeas do World Trade Center, um outro avião atingiu o Pentágono, e um outro atingiria a Casa Branca, mas caiu em Pittsburg.

      A imagem que os norte-americanos tinham de seu país foi abalada. Afinal, símbolos do poder econômico e da segurança americana foram atingidos. O presidente americano e seu país despertaram e inventaram a política arrogante e imperialista que sempre pairava sobre Washington.

      A primeira medida do Presidente George Bush, foi invadir o Afeganistão; o plano de capturar o autor dos atentados terroristas de 11 de setembro, Osama Bin Laden tendo fracassado por completo.

      Até hoje a CIA e agentes do Pentágono procuram Osama Bin Laden nas cavernas do Afeganistão.

      A segunda medida foi uma imbecilidade da política externa de Washington, o Presidente americano George Bush e os membros do seu governo na incompetência de agir com diplomacia, encontram uma eficaz saída: "Guerrear contra o Iraque.

      Com a ideia concretizada, o Vice Presidente Dick Cheney e o secretário de estado Colin Powell se empenham a convencer o mundo que o Iraque possui armas de destruição em massa.

      Apresentaram “provas" (Relatórios falsificados da inteligência americana e inglesa) para a ONU.

      A ONU não aprova a invasão ao Iraque, contrariando a ONU, os EUA em março de 2003 invadem o Iraque.

      A guerra é um massacre da população civil, chacinam idosos, mulheres e crianças, destoem e arrasam cidades, saqueiam museus, incendeiam bibliotecas, e roubam dinheiro.

      As razões para essa guerra contra o Iraque são simples de enunciar:

      1- Os Estados Unidos não conseguem conter o avanço da UE que este ano, adota mais10 países do leste europeu como membros.

      2- Saddam Hussein estava querendo adotar o Euro para negociar o petróleo, essa decisão poderia ser seguida por todo o Oriente Médio o que provocaria uma desvalorização do dólar.

      3- O Brasil, Argentina, os dois mais importantes países do Mercosul, relutam em aderir a ALCA, e consequentemente influenciam os outros países.

      4- Os Estados Unidos são incompetentes nas questões entre palestinos e israelenses. O desprezo pelo mundo árabe enfurece os fundamentalistas islâmicos que ameaçam Israel e EUA com ataques terroristas.

      5- Para evitar o fracasso da administração Bush e o descontentamento dos americanos nos assuntos de terrorismo, e os EUA enfrentam o maior déficit da sua história.

      6- George Bush optou pela guerra para aumentar sua popularidade entre os americanos e se reeleger em 2004.

      Os Estados Unidos sempre usaram da política imperialista para atingir seus objetivos, mas a administração do Presidente americano George Bush, mostra o quão baixa e sem escrúpulos essa política pode ser.

      Michelle MATOS
      PRAVDA.Ru
      BRASIL



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