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PAZ X AME

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  • Luciana Noleto
    gente.. to passando uma repostagem sobre a briga q tah rolando em sp entre a parada da paz e a AME.. to tbm passando o link do rraurl onde a gaía fala sobre o
    Mensagem 1 de 2 , 3 de set de 2003
      gente.. to passando uma repostagem sobre a briga q tah rolando em sp entre a
      parada da paz e a AME..

      to tbm passando o link do rraurl onde a gaía fala sobre o boicote q tao
      querendo fazer..
      http://www.rraurl.com/cena/coluna.php?rr_coluna=8

      acho q mesmo morando em bh isso eh de interesse de todos nos...
      tah mais do q na hora de nos termos uma posiçao e uma opiniao sobre
      isso...nos estamso aqui..ralamndop fazedo acontecer..mas os fodoes q racham
      de ganhar $$ as nossas custas naum estao nem ae..

      vamos discutir isso! questionar o q tah errado nessa cena nossa, enviar
      mails com a reportagem para outras pessoas q naum estao na bh vibe mas q
      querem continuar dançando muito nas festas ae..naum temos q depender de skol
      beats para opdermos firmar uma cena..alias..ele soh exite por NOSSA causa
      pq nos pagamos!


      eh o mesmo direito q queremos qdo naum somos bem tratados em um club.. qdo
      um dj naum vai a festa... temos o direito de consumidor e de formadores de
      opiniao q somos.
      nos aqui tbm temos q fazer a nossa parte...

      senaum quem vai fazer isso por nos? a skol? a erika palomino? um gringo?

      []s Luzinha
      ---------------------------------------


      Racha" afasta DJs de parada de SP

      A parada oficial de música eletrônica de São Paulo, que está no calendário
      da prefeitura, não poderá contar com alguns dos melhores DJs do país. É o
      reflexo de uma cisão ocorrida entre alguns dos personagens-chave do meio.
      Essa espécie de racha começou em julho, quando a AME (Associação dos Amigos
      da Música Eletrônica, ONG recém-criada por DJs, produtores, jornalistas e
      representantes de núcleos de raves e clubes da cidade) anunciou a realização
      de um evento, com o apoio do governo municipal. A Parada AME São Paulo
      acontece em 26 de outubro, nas imediações do parque Ibirapuera e encerra a
      Semana Jovem da prefeitura.
      O grupo responsável pela organização das seis edições da Parada da Paz -os
      empresários Luiz Eurico Klotz (Sponge Produções) e Edo Vanduym (agência de
      DJs Bulldozer) e a Mercatto, empresa que realiza o Mercado Mundo Mix- chama
      o novo empreendimento de "concorrência" e, por isso, está "orientando" os
      DJs da Bulldozer (entre eles Marky, Patife, Renato Cohen e Anderson Noise) a
      não participarem do evento. E promete realizar a Parada da Paz em 23 de
      novembro, perto do parque Villa-Lobos.
      A AME afirma que decidiu criar sua parada para democratizá-la e barateá-la.
      "Muita gente que já participou da Parada da Paz não estava satisfeita. Era
      muito caro, custava quase R$ 8.000 para colocar um trio", argumenta Gaía
      Passarelli, presidente da associação. A Parada AME SP, cujas inscrições
      terminaram na semana passada, terá de 12 a 18 trios, bancados totalmente por
      patrocinadores -ou seja, os participantes receberão os carros gratuitamente.
      A prefeitura resolveu transferir seu apoio à Parada AME porque esta "não tem
      fins lucrativos e há uma função social, de cidadania", diz Alexandre
      Youssef, 28, da Coordenadoria da Juventude.
      "A prefeitura quer se apoderar da parada, estatizá-la. Não queremos que os
      nossos DJs toquem ali porque não compactuamos com esse tipo de coisa. Não
      acredito nessa história de "função social'", responde Klotz, 40.
      A briga respinga para outros eventos já tradicionais da cidade, como o Lov.e
      por São Paulo, que organiza workshops e apresentações de DJs renomados na
      periferia. "Eles [o clube Lov.e e a prefeitura] ganham com imagem, têm
      patrocinadores. Por que teríamos que ceder de graça os nossos artistas?",
      diz Klotz. "Não temos patrocinadores, temos viabilizadores", responde Flávia
      Ceccato, 31, proprietária do Lov.e. "Eles [Bulldozer] não têm sensibilidade
      social. É uma pena que os jovens da periferia, que não têm muito dinheiro,
      não poderão ver esses DJs", afirma Youssef.

      _________________________________________________________________
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    • djgustavolage
      Lu, não acha que podemos nos unir (nós da lista , nucleos de projetos) e fazer uma coisa similar aki em BH, não? Acho que se nos unirmos conseguimos.
      Mensagem 2 de 2 , 4 de set de 2003
        Lu, não acha que podemos nos unir (nós da lista , nucleos de
        projetos) e fazer uma coisa similar aki em BH, não?

        Acho que se nos unirmos conseguimos.

        Gustavo Lage

        --- Em bh-vibe@..., "Luciana Noleto" <lunoleto@h...>
        escreveu
        >
        > gente.. to passando uma repostagem sobre a briga q tah rolando em
        sp entre a
        > parada da paz e a AME..
        >
        > to tbm passando o link do rraurl onde a gaía fala sobre o boicote q
        tao
        > querendo fazer..
        > http://www.rraurl.com/cena/coluna.php?rr_coluna=8
        >
        > acho q mesmo morando em bh isso eh de interesse de todos nos...
        > tah mais do q na hora de nos termos uma posiçao e uma opiniao sobre
        > isso...nos estamso aqui..ralamndop fazedo acontecer..mas os fodoes
        q racham
        > de ganhar $$ as nossas custas naum estao nem ae..
        >
        > vamos discutir isso! questionar o q tah errado nessa cena nossa,
        enviar
        > mails com a reportagem para outras pessoas q naum estao na bh vibe
        mas q
        > querem continuar dançando muito nas festas ae..naum temos q
        depender de skol
        > beats para opdermos firmar uma cena..alias..ele soh exite por NOSSA
        causa
        > pq nos pagamos!
        >
        >
        > eh o mesmo direito q queremos qdo naum somos bem tratados em um
        club.. qdo
        > um dj naum vai a festa... temos o direito de consumidor e de
        formadores de
        > opiniao q somos.
        > nos aqui tbm temos q fazer a nossa parte...
        >
        > senaum quem vai fazer isso por nos? a skol? a erika palomino? um
        gringo?
        >
        > []s Luzinha
        > ---------------------------------------
        >
        >
        > Racha" afasta DJs de parada de SP
        >
        > A parada oficial de música eletrônica de São Paulo, que está no
        calendário
        > da prefeitura, não poderá contar com alguns dos melhores DJs do
        país. É o
        > reflexo de uma cisão ocorrida entre alguns dos personagens-chave do
        meio.
        > Essa espécie de racha começou em julho, quando a AME (Associação
        dos Amigos
        > da Música Eletrônica, ONG recém-criada por DJs, produtores,
        jornalistas e
        > representantes de núcleos de raves e clubes da cidade) anunciou a
        realização
        > de um evento, com o apoio do governo municipal. A Parada AME São
        Paulo
        > acontece em 26 de outubro, nas imediações do parque Ibirapuera e
        encerra a
        > Semana Jovem da prefeitura.
        > O grupo responsável pela organização das seis edições da Parada da
        Paz -os
        > empresários Luiz Eurico Klotz (Sponge Produções) e Edo Vanduym
        (agência de
        > DJs Bulldozer) e a Mercatto, empresa que realiza o Mercado Mundo
        Mix- chama
        > o novo empreendimento de "concorrência" e, por isso,
        está "orientando" os
        > DJs da Bulldozer (entre eles Marky, Patife, Renato Cohen e Anderson
        Noise) a
        > não participarem do evento. E promete realizar a Parada da Paz em
        23 de
        > novembro, perto do parque Villa-Lobos.
        > A AME afirma que decidiu criar sua parada para democratizá-la e
        barateá-la.
        > "Muita gente que já participou da Parada da Paz não estava
        satisfeita. Era
        > muito caro, custava quase R$ 8.000 para colocar um trio", argumenta
        Gaía
        > Passarelli, presidente da associação. A Parada AME SP, cujas
        inscrições
        > terminaram na semana passada, terá de 12 a 18 trios, bancados
        totalmente por
        > patrocinadores -ou seja, os participantes receberão os carros
        gratuitamente.
        > A prefeitura resolveu transferir seu apoio à Parada AME porque
        esta "não tem
        > fins lucrativos e há uma função social, de cidadania", diz
        Alexandre
        > Youssef, 28, da Coordenadoria da Juventude.
        > "A prefeitura quer se apoderar da parada, estatizá-la. Não queremos
        que os
        > nossos DJs toquem ali porque não compactuamos com esse tipo de
        coisa. Não
        > acredito nessa história de "função social'", responde Klotz, 40.
        > A briga respinga para outros eventos já tradicionais da cidade,
        como o Lov.e
        > por São Paulo, que organiza workshops e apresentações de DJs
        renomados na
        > periferia. "Eles [o clube Lov.e e a prefeitura] ganham com imagem,
        têm
        > patrocinadores. Por que teríamos que ceder de graça os nossos
        artistas?",
        > diz Klotz. "Não temos patrocinadores, temos viabilizadores",
        responde Flávia
        > Ceccato, 31, proprietária do Lov.e. "Eles [Bulldozer] não têm
        sensibilidade
        > social. É uma pena que os jovens da periferia, que não têm muito
        dinheiro,
        > não poderão ver esses DJs", afirma Youssef.
        >
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