Carregando ...
Desculpe, ocorreu um erro ao carregar o conteúdo.
 

Achei esse texto lúcido

Expandir mensagens
  • Kowalsky
    Censura é uma lata na boca Livio Tragtenberg 28/04/2005 Fonte: Folha de São Paulo   O recente episódio envolvendo certas recomendações contratuais que
    Mensagem 1 de 5 , 29 de abr de 2005
      Censura é uma lata na boca
      Livio Tragtenberg
      28/04/2005
      Fonte: Folha de São Paulo
       
      O recente episódio envolvendo certas "recomendações" contratuais que
      vetavam o uso de certos tipos de imagens pelos VJs num grande festival
      de música eletrônica em São Paulo expõe a situação real da atividade
      artística em nossos tempos.

      Finalmente, chegamos à "música eletrônica de pista no mundo da Xuxa".
      Não pode ter imagem de drogas, violência, política, mas é para a
      rapaziada encher a cara...

      De uma forma geral, os criadores são reféns (uns mais felizes do que
      os outros) dos marqueteiros e de suas estratégias publicitárias. O
      Estado continua ausente da promoção cultural na sociedade, porque lhe
      falta projeto e estratégias. A lei de incentivo transformou o artista
      num "mal necessário" nos planos de marketing. E de que artista estamos
      falando? Que cada vez se aliena mais, num ambiente de pose e de
      escapismo.

      E, me desculpe a rapaziada, a música eletrônica, que surgiu como
      curtição de uma tribo urbana em busca de novas formulações e veiculação
      para o fazer musical e que criou resultados inovadores noutros tempos,
      caiu na vida e já tem suas festas de peão.

      Será que esse é o destino único da criação artística nos dias de hoje?
      Linha auxiliar de campanha de vendas? Se é assim, então pelo menos
      vamos falar claro.

      Estive neste mês na Winter Music Conference, em Miami (EUA). Lá, DJs e
      assemelhados assumiam alegremente o papel de garotos-propaganda de
      celulares, gadgets e outros equipamentos periféricos, que são a razão
      de ser da cena eletrônica de pista nos EUA. Como numa convenção de
      vendas, DJs faziam demonstrações de equipamentos, produtores negociavam
      pelos corredores de hotéis, onde a grande excitação girava em torno de
      qual tecnologia vai dominar os novos suportes.

      Nesse ambiente, é natural que uma empresa, na hora de promover seu
      produto, queira relacioná-lo a comportamentos, sons e imagens que lhe
      interessam.

      Cabe, sim, à rapaziada ficar esperta e perceber que está dançando
      conforme as escolhas musicais desses marqueteiros em seus refrigerados
      escritórios e que eles não têm nenhum compromisso com música. Trata-se
      de negócio.

      Mas será que a rapaziada está preocupada em ser, uma vez mais, massa
      manipulada de um consumismo cada vez mais sacana? Sacana porque inventa
      comportamentos, símbolos, sons que, através de massiva propaganda, faz
      crer à moçada que esses são os seus valores e modos de vida.

      Quanto à situação dos VJs, à censura travestida de linguajar
      "politicamente correto" e legalista resta constatar que precisam ser
      criados espaços sociais para que se veicule realmente música, vídeo
      etc. E que esses megafestivais de celular, cerveja e outros usam sons e
      imagens apenas como iscas de uma juventude incauta. Que acha que se
      manifesta "com uma lata na boca", slogan que é uma versão repaginada
      daquele antigo "liberdade é uma calça velha de jeans". De slogan em
      slogan desfiamos nossa indigência cultural.

      [Livio Tragtenberg é compositor]

      [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
    • andre wakko
      é por essas e outras q eu queria ver um ruído temp aqui em BH. e VIva ao gato negro e o carnaval revolução, que tem unido a musica eletronica pro outro
      Mensagem 2 de 5 , 29 de abr de 2005
        é por essas e outras q eu queria ver um ruído "temp" aqui em BH. e VIva ao gato negro e o carnaval revolução, que tem unido a musica eletronica pro outro lado da moela! (mesmo sendo uma moela pequenina.)

        andrewakko


        Kowalsky <djkowalsky@...> wrote:
        Censura é uma lata na boca
        Livio Tragtenberg
        28/04/2005
        Fonte: Folha de São Paulo

        O recente episódio envolvendo certas "recomendações" contratuais que
        vetavam o uso de certos tipos de imagens pelos VJs num grande festival
        de música eletrônica em São Paulo expõe a situação real da atividade
        artística em nossos tempos.

        Finalmente, chegamos à "música eletrônica de pista no mundo da Xuxa".
        Não pode ter imagem de drogas, violência, política, mas é para a
        rapaziada encher a cara...

        De uma forma geral, os criadores são reféns (uns mais felizes do que
        os outros) dos marqueteiros e de suas estratégias publicitárias. O
        Estado continua ausente da promoção cultural na sociedade, porque lhe
        falta projeto e estratégias. A lei de incentivo transformou o artista
        num "mal necessário" nos planos de marketing. E de que artista estamos
        falando? Que cada vez se aliena mais, num ambiente de pose e de
        escapismo.

        E, me desculpe a rapaziada, a música eletrônica, que surgiu como
        curtição de uma tribo urbana em busca de novas formulações e veiculação
        para o fazer musical e que criou resultados inovadores noutros tempos,
        caiu na vida e já tem suas festas de peão.

        Será que esse é o destino único da criação artística nos dias de hoje?
        Linha auxiliar de campanha de vendas? Se é assim, então pelo menos
        vamos falar claro.

        Estive neste mês na Winter Music Conference, em Miami (EUA). Lá, DJs e
        assemelhados assumiam alegremente o papel de garotos-propaganda de
        celulares, gadgets e outros equipamentos periféricos, que são a razão
        de ser da cena eletrônica de pista nos EUA. Como numa convenção de
        vendas, DJs faziam demonstrações de equipamentos, produtores negociavam
        pelos corredores de hotéis, onde a grande excitação girava em torno de
        qual tecnologia vai dominar os novos suportes.

        Nesse ambiente, é natural que uma empresa, na hora de promover seu
        produto, queira relacioná-lo a comportamentos, sons e imagens que lhe
        interessam.

        Cabe, sim, à rapaziada ficar esperta e perceber que está dançando
        conforme as escolhas musicais desses marqueteiros em seus refrigerados
        escritórios e que eles não têm nenhum compromisso com música. Trata-se
        de negócio.

        Mas será que a rapaziada está preocupada em ser, uma vez mais, massa
        manipulada de um consumismo cada vez mais sacana? Sacana porque inventa
        comportamentos, símbolos, sons que, através de massiva propaganda, faz
        crer à moçada que esses são os seus valores e modos de vida.

        Quanto à situação dos VJs, à censura travestida de linguajar
        "politicamente correto" e legalista resta constatar que precisam ser
        criados espaços sociais para que se veicule realmente música, vídeo
        etc. E que esses megafestivais de celular, cerveja e outros usam sons e
        imagens apenas como iscas de uma juventude incauta. Que acha que se
        manifesta "com uma lata na boca", slogan que é uma versão repaginada
        daquele antigo "liberdade é uma calça velha de jeans". De slogan em
        slogan desfiamos nossa indigência cultural.

        [Livio Tragtenberg é compositor]

        [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



        Se você não quer mais assinar a lista, mande um e-mail em branco para:
        bh-vibe-unsubscribe@yahoogroups.com




        Yahoo! Grupos, um serviço oferecido por: São Paulo Rio de Janeiro Curitiba Porto Alegre Belo Horizonte Brasília

        ---------------------------------
        Links do Yahoo! Grupos

        Para visitar o site do seu grupo na web, acesse:
        http://br.groups.yahoo.com/group/bh-vibe/

        Para sair deste grupo, envie um e-mail para:
        bh-vibe-unsubscribe@...

        O uso que você faz do Yahoo! Grupos está sujeito aos Termos do Serviço do Yahoo!.



        ---------------------------------
        Yahoo! Acesso Grátis: Internet rápida e grátis. Instale o discador agora!

        [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
      • Kowalsky
        O Retrigger, que sempre toca nas Temp em SP, tem se apresentado comigo aqui em BH. Já foram duas vezes, nas Requebra. Kw
        Mensagem 3 de 5 , 29 de abr de 2005
          O Retrigger, que sempre toca nas Temp em SP, tem se apresentado comigo
          aqui em BH. Já foram duas vezes, nas Requebra.

          Kw

          On 29/04/2005, at 14:04, andre wakko wrote:

          > é por essas e outras q eu queria ver um ruído "temp" aqui em BH. e
          > VIva ao gato negro e o carnaval revolução, que tem unido a musica
          > eletronica pro outro lado da moela! (mesmo sendo uma moela pequenina.)
          >
          > andrewakko
          >
          >
          > Kowalsky <djkowalsky@...> wrote:
          > Censura é uma lata na boca
          > Livio Tragtenberg
          > 28/04/2005
          > Fonte: Folha de São Paulo
          >
          > O recente episódio envolvendo certas "recomendações" contratuais que
          > vetavam o uso de certos tipos de imagens pelos VJs num grande festival
          > de música eletrônica em São Paulo expõe a situação real da atividade
          > artística em nossos tempos.
          >
          > Finalmente, chegamos à "música eletrônica de pista no mundo da Xuxa".
          > Não pode ter imagem de drogas, violência, política, mas é para a
          > rapaziada encher a cara...
          >
          > De uma forma geral, os criadores são reféns (uns mais felizes do que
          > os outros) dos marqueteiros e de suas estratégias publicitárias. O
          > Estado continua ausente da promoção cultural na sociedade, porque lhe
          > falta projeto e estratégias. A lei de incentivo transformou o artista
          > num "mal necessário" nos planos de marketing. E de que artista estamos
          > falando? Que cada vez se aliena mais, num ambiente de pose e de
          > escapismo.
          >
          > E, me desculpe a rapaziada, a música eletrônica, que surgiu como
          > curtição de uma tribo urbana em busca de novas formulações e veiculação
          > para o fazer musical e que criou resultados inovadores noutros tempos,
          > caiu na vida e já tem suas festas de peão.
          >
          > Será que esse é o destino único da criação artística nos dias de
          > hoje?
          > Linha auxiliar de campanha de vendas? Se é assim, então pelo menos
          > vamos falar claro.
          >
          > Estive neste mês na Winter Music Conference, em Miami (EUA). Lá, DJs
          > e
          > assemelhados assumiam alegremente o papel de garotos-propaganda de
          > celulares, gadgets e outros equipamentos periféricos, que são a razão
          > de ser da cena eletrônica de pista nos EUA. Como numa convenção de
          > vendas, DJs faziam demonstrações de equipamentos, produtores negociavam
          > pelos corredores de hotéis, onde a grande excitação girava em torno de
          > qual tecnologia vai dominar os novos suportes.
          >
          > Nesse ambiente, é natural que uma empresa, na hora de promover seu
          > produto, queira relacioná-lo a comportamentos, sons e imagens que lhe
          > interessam.
          >
          > Cabe, sim, à rapaziada ficar esperta e perceber que está dançando
          > conforme as escolhas musicais desses marqueteiros em seus refrigerados
          > escritórios e que eles não têm nenhum compromisso com música. Trata-se
          > de negócio.
          >
          > Mas será que a rapaziada está preocupada em ser, uma vez mais, massa
          > manipulada de um consumismo cada vez mais sacana? Sacana porque inventa
          > comportamentos, símbolos, sons que, através de massiva propaganda, faz
          > crer à moçada que esses são os seus valores e modos de vida.
          >
          > Quanto à situação dos VJs, à censura travestida de linguajar
          > "politicamente correto" e legalista resta constatar que precisam ser
          > criados espaços sociais para que se veicule realmente música, vídeo
          > etc. E que esses megafestivais de celular, cerveja e outros usam sons e
          > imagens apenas como iscas de uma juventude incauta. Que acha que se
          > manifesta "com uma lata na boca", slogan que é uma versão repaginada
          > daquele antigo "liberdade é uma calça velha de jeans". De slogan em
          > slogan desfiamos nossa indigência cultural.
          >
          > [Livio Tragtenberg é compositor]
          >
          > [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
          >
          >
          >
          > Se você não quer mais assinar a lista, mande um e-mail em branco para:
          > bh-vibe-unsubscribe@yahoogroups.com
          >
          >
          >
          >
          > Yahoo! Grupos, um serviço oferecido por: São Paulo Rio de Janeiro
          > Curitiba Porto Alegre Belo Horizonte Brasília
          >
          > ---------------------------------
          > Links do Yahoo! Grupos
          >
          > Para visitar o site do seu grupo na web, acesse:
          > http://br.groups.yahoo.com/group/bh-vibe/
          >
          > Para sair deste grupo, envie um e-mail para:
          > bh-vibe-unsubscribe@...
          >
          > O uso que você faz do Yahoo! Grupos está sujeito aos Termos do
          > Serviço do Yahoo!.
          >
          >
          >
          > ---------------------------------
          > Yahoo! Acesso Grátis: Internet rápida e grátis. Instale o discador
          > agora!
          >
          > [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
          >
          >
          >
          > Se você não quer mais assinar a lista, mande um e-mail em branco para:
          > bh-vibe-unsubscribe@yahoogroups.com
          >
          >
          > Links do Yahoo! Grupos
          >
          >
          >
          >
          >
          >
          >
          >
        • isdrug
          Não acho que seja só o Gato Negro e o carnaval revolução que investem em novas propostas eletrônicas na cidade que fujam do mercado... Há grupos que
          Mensagem 4 de 5 , 29 de abr de 2005
            Não acho que seja só o Gato Negro e o carnaval revolução que investem
            em novas propostas eletrônicas na cidade que fujam do mercado...

            Há grupos que fazem algo não tão extremistas como os citados mas que
            procuram agir a favor do underground. Um exemplo disto foi quando
            tentamos o projeto groovebox.

            E só para lembrar já teve festa do Temp aqui na cidade, em uma edição
            do carnaval revolução.

            W.
            --- Em bh-vibe@..., andre wakko <andrewakko@y...> escreveu
            > é por essas e outras q eu queria ver um ruído "temp" aqui em BH. e
            VIva ao gato negro e o carnaval revolução, que tem unido a musica
            eletronica pro outro lado da moela! (mesmo sendo uma moela pequenina.)
            >
            > andrewakko
            >
            >
            > Kowalsky <djkowalsky@g...> wrote:
            > Censura é uma lata na boca
            > Livio Tragtenberg
            > 28/04/2005
            > Fonte: Folha de São Paulo
            >
            > O recente episódio envolvendo certas "recomendações" contratuais que
            > vetavam o uso de certos tipos de imagens pelos VJs num grande festival
            > de música eletrônica em São Paulo expõe a situação real da atividade
            > artística em nossos tempos.
            >
            > Finalmente, chegamos à "música eletrônica de pista no mundo da Xuxa".
            > Não pode ter imagem de drogas, violência, política, mas é para a
            > rapaziada encher a cara...
            >
            > De uma forma geral, os criadores são reféns (uns mais felizes do que
            > os outros) dos marqueteiros e de suas estratégias publicitárias. O
            > Estado continua ausente da promoção cultural na sociedade, porque lhe
            > falta projeto e estratégias. A lei de incentivo transformou o artista
            > num "mal necessário" nos planos de marketing. E de que artista estamos
            > falando? Que cada vez se aliena mais, num ambiente de pose e de
            > escapismo.
            >
            > E, me desculpe a rapaziada, a música eletrônica, que surgiu como
            > curtição de uma tribo urbana em busca de novas formulações e veiculação
            > para o fazer musical e que criou resultados inovadores noutros tempos,
            > caiu na vida e já tem suas festas de peão.
            >
            > Será que esse é o destino único da criação artística nos dias de
            hoje?
            > Linha auxiliar de campanha de vendas? Se é assim, então pelo menos
            > vamos falar claro.
            >
            > Estive neste mês na Winter Music Conference, em Miami (EUA). Lá,
            DJs e
            > assemelhados assumiam alegremente o papel de garotos-propaganda de
            > celulares, gadgets e outros equipamentos periféricos, que são a razão
            > de ser da cena eletrônica de pista nos EUA. Como numa convenção de
            > vendas, DJs faziam demonstrações de equipamentos, produtores negociavam
            > pelos corredores de hotéis, onde a grande excitação girava em torno de
            > qual tecnologia vai dominar os novos suportes.
            >
            > Nesse ambiente, é natural que uma empresa, na hora de promover seu
            > produto, queira relacioná-lo a comportamentos, sons e imagens que lhe
            > interessam.
            >
            > Cabe, sim, à rapaziada ficar esperta e perceber que está dançando
            > conforme as escolhas musicais desses marqueteiros em seus refrigerados
            > escritórios e que eles não têm nenhum compromisso com música. Trata-se
            > de negócio.
            >
            > Mas será que a rapaziada está preocupada em ser, uma vez mais, massa
            > manipulada de um consumismo cada vez mais sacana? Sacana porque inventa
            > comportamentos, símbolos, sons que, através de massiva propaganda, faz
            > crer à moçada que esses são os seus valores e modos de vida.
            >
            > Quanto à situação dos VJs, à censura travestida de linguajar
            > "politicamente correto" e legalista resta constatar que precisam ser
            > criados espaços sociais para que se veicule realmente música, vídeo
            > etc. E que esses megafestivais de celular, cerveja e outros usam sons e
            > imagens apenas como iscas de uma juventude incauta. Que acha que se
            > manifesta "com uma lata na boca", slogan que é uma versão repaginada
            > daquele antigo "liberdade é uma calça velha de jeans". De slogan em
            > slogan desfiamos nossa indigência cultural.
            >
            > [Livio Tragtenberg é compositor]
            >
            > [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
            >
            >
            >
            > Se você não quer mais assinar a lista, mande um e-mail em branco para:
            > bh-vibe-unsubscribe@yahoogroups.com
            >
            >
            >
            >
            > Yahoo! Grupos, um serviço oferecido por: São Paulo Rio de Janeiro
            Curitiba Porto Alegre Belo Horizonte Brasília
            >
            > ---------------------------------
            > Links do Yahoo! Grupos
            >
            > Para visitar o site do seu grupo na web, acesse:
            > http://br.groups.yahoo.com/group/bh-vibe/
            >
            > Para sair deste grupo, envie um e-mail para:
            > bh-vibe-unsubscribe@...
            >
            > O uso que você faz do Yahoo! Grupos está sujeito aos Termos do
            Serviço do Yahoo!.
            >
            >
            >
            > ---------------------------------
            > Yahoo! Acesso Grátis: Internet rápida e grátis. Instale o discador
            agora!
            >
            > [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
          • andre wakko
            a temp é fã do carnaval revolução, e me desculpe se eu pareci restringir o merito ao gato negro, é simplismente a q tive mais contato, desde um tempo já,
            Mensagem 5 de 5 , 29 de abr de 2005
              a temp é fã do carnaval revolução, e me desculpe se eu
              pareci restringir o merito ao gato negro, é
              simplismente a q tive mais contato, desde um tempo já,
              quando ainda tinha palestras sobre estética, ou ainda
              na epoca quando eu tava no colégio, discutindo e
              aprendendo com a jou, a historia da formação deles e
              tals, ou aidna encontro de stencil... q eu ia
              bisbilhotar estando ali do lado do mr. miagui das
              mágicas,...\ ...(teve festa q arte digital virou flyer
              q virou stencil,etc.)

              mas a verdade é que eles foram o movimento mais
              sólido e duradouro, dessa escala em BH, que eu
              conheço, me corrija se estiver errado, mas desde a
              mansão libertina q isso foi consolidando, no plano das
              idéias,e se tornando cada vez mais físico, e eles
              andam sumidos, com o problema q teve no maleta, e
              depois foi pro santa teresa,..e nem sei em q pé tá
              mais...
              to até devendo dois livros q tão comigo...
              mas por mais que grupos sejam seletivos, o extremismo
              deles seria na verdade ouvir e se abrir buscando os
              ideais que eles em suma buscavam... e isso não é
              tarefa fácil não... era ir uma tarde lá pra aprender
              muita coisa, e se ligar exatamente nesse lance de
              mercado que a folha ressaltou na matéria plausivel, ou
              seja, oq acontece é q a mulecada não tem contato com a
              informação que era salientada por exemplo no gato
              negro, q é importante pra qualqeur coisa q vc for
              fazer em relação construção artística não voltada
              extremamente ao mercado...

              e por aí vai...

              andrewakko






              --- isdrug <wally@...> escreveu:

              ---------------------------------
              Não acho que seja só o Gato Negro e o carnaval
              revolução que investem
              em novas propostas eletrônicas na cidade que fujam do
              mercado...

              Há grupos que fazem algo não tão extremistas como os
              citados mas que
              procuram agir a favor do underground. Um exemplo disto
              foi quando
              tentamos o projeto groovebox.

              E só para lembrar já teve festa do Temp aqui na
              cidade, em uma edição
              do carnaval revolução.

              W.
              --- Em bh-vibe@..., andre wakko
              <andrewakko@y...> escreveu
              > é por essas e outras q eu queria ver um ruído "temp"
              aqui em BH. e
              VIva ao gato negro e o carnaval revolução, que tem
              unido a musica
              eletronica pro outro lado da moela! (mesmo sendo uma
              moela pequenina.)
              >
              > andrewakko
              >
              >
              > Kowalsky <djkowalsky@g...> wrote:
              > Censura é uma lata na boca
              > Livio Tragtenberg
              > 28/04/2005
              > Fonte: Folha de São Paulo
              >
              > O recente episódio envolvendo certas
              "recomendações" contratuais que
              > vetavam o uso de certos tipos de imagens pelos VJs
              num grande festival
              > de música eletrônica em São Paulo expõe a situação
              real da atividade
              > artística em nossos tempos.
              >
              > Finalmente, chegamos à "música eletrônica de pista
              no mundo da Xuxa".
              > Não pode ter imagem de drogas, violência, política,
              mas é para a
              > rapaziada encher a cara...
              >
              > De uma forma geral, os criadores são reféns (uns
              mais felizes do que
              > os outros) dos marqueteiros e de suas estratégias
              publicitárias. O
              > Estado continua ausente da promoção cultural na
              sociedade, porque lhe
              > falta projeto e estratégias. A lei de incentivo
              transformou o artista
              > num "mal necessário" nos planos de marketing. E de
              que artista estamos
              > falando? Que cada vez se aliena mais, num ambiente
              de pose e de
              > escapismo.
              >
              > E, me desculpe a rapaziada, a música eletrônica,
              que surgiu como
              > curtição de uma tribo urbana em busca de novas
              formulações e veiculação
              > para o fazer musical e que criou resultados
              inovadores noutros tempos,
              > caiu na vida e já tem suas festas de peão.
              >
              > Será que esse é o destino único da criação
              artística nos dias de
              hoje?
              > Linha auxiliar de campanha de vendas? Se é assim,
              então pelo menos
              > vamos falar claro.
              >
              > Estive neste mês na Winter Music Conference, em
              Miami (EUA). Lá,
              DJs e
              > assemelhados assumiam alegremente o papel de
              garotos-propaganda de
              > celulares, gadgets e outros equipamentos
              periféricos, que são a razão
              > de ser da cena eletrônica de pista nos EUA. Como
              numa convenção de
              > vendas, DJs faziam demonstrações de equipamentos,
              produtores negociavam
              > pelos corredores de hotéis, onde a grande excitação
              girava em torno de
              > qual tecnologia vai dominar os novos suportes.
              >
              > Nesse ambiente, é natural que uma empresa, na hora
              de promover seu
              > produto, queira relacioná-lo a comportamentos, sons
              e imagens que lhe
              > interessam.
              >
              > Cabe, sim, à rapaziada ficar esperta e perceber
              que está dançando
              > conforme as escolhas musicais desses marqueteiros em
              seus refrigerados
              > escritórios e que eles não têm nenhum compromisso
              com música. Trata-se
              > de negócio.
              >
              > Mas será que a rapaziada está preocupada em ser,
              uma vez mais, massa
              > manipulada de um consumismo cada vez mais sacana?
              Sacana porque inventa
              > comportamentos, símbolos, sons que, através de
              massiva propaganda, faz
              > crer à moçada que esses são os seus valores e modos
              de vida.
              >
              > Quanto à situação dos VJs, à censura travestida de
              linguajar
              > "politicamente correto" e legalista resta constatar
              que precisam ser
              > criados espaços sociais para que se veicule
              realmente música, vídeo
              > etc. E que esses megafestivais de celular, cerveja e
              outros usam sons e
              > imagens apenas como iscas de uma juventude incauta.
              Que acha que se
              > manifesta "com uma lata na boca", slogan que é uma
              versão repaginada
              > daquele antigo "liberdade é uma calça velha de
              jeans". De slogan em
              > slogan desfiamos nossa indigência cultural.
              >
              > [Livio Tragtenberg é compositor]
              >
              > [As partes desta mensagem que não continham texto
              foram removidas]
              >
              >
              >
              > Se você não quer mais assinar a lista, mande um
              e-mail em branco para:
              > bh-vibe-unsubscribe@yahoogroups.com
              >
              >
              >
              >
              > Yahoo! Grupos, um serviço oferecido por: São Paulo
              Rio de Janeiro
              Curitiba Porto Alegre Belo Horizonte Brasília
              >
              > ---------------------------------
              > Links do Yahoo! Grupos
              >
              > Para visitar o site do seu grupo na web, acesse:
              > http://br.groups.yahoo.com/group/bh-vibe/
              >
              > Para sair deste grupo, envie um e-mail para:
              > bh-vibe-unsubscribe@...
              >
              > O uso que você faz do Yahoo! Grupos está sujeito
              aos Termos do
              Serviço do Yahoo!.
              >
              >
              >
              > ---------------------------------
              > Yahoo! Acesso Grátis: Internet rápida e grátis.
              Instale o discador
              agora!
              >
              > [As partes desta mensagem que não continham texto
              foram removidas]





              Se você não quer mais assinar a lista, mande um e-mail
              em branco para:
              bh-vibe-unsubscribe@yahoogroups.com




              Yahoo! Grupos, um serviço oferecido por:PUBLICIDADE


              ---------------------------------
              Links do Yahoo! Grupos

              Para visitar o site do seu grupo na web, acesse:
              http://br.groups.yahoo.com/group/bh-vibe/

              Para sair deste grupo, envie um e-mail para:
              bh-vibe-unsubscribe@...

              O uso que você faz do Yahoo! Grupos está sujeito
              aos Termos do Serviço do Yahoo!.


              __________________________________________________
              Converse com seus amigos em tempo real com o Yahoo! Messenger
              http://br.download.yahoo.com/messenger/
            Sua mensagem foi enviada com êxito e será entregue aos destinatários em breve.