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8864RE: [bh-vibe] Crítica - Estado de Minas

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  • Luciana Noleto
    20 de fev de 2004
      eu concordo com o jeff

      pq eu já tive minhas crises de querer negar meu passado. Que hoje tenho um
      puta orgulho de dizer..


      Isso é muito simples: jovem sempre quer o novo, e com o eletronico a
      historia do "novo sempre"
      deu certo.

      Qtos aqui criticam a galera nova na cena pq não entendem porra alguma da
      "velha escola" e que já "se acham " entendidos?

      e aquele papo de quem escuta psy e não sabe nada dos outros estilos que
      vieram antes? E alias tratam esses estilos como tratam o marginal sambinha
      que o jeff falou..Não é verdade? e isso tem no psy, na lenha, house,
      drun...

      eu só acho q tudo isso é uma crise passageira...com o tempo as pessoas
      percebem que musica boa é boa de qualquer jeitoe qualquer estilo.


      []s
      Luzinha





      >From: "isdrug" <wally@...>
      >Reply-To: bh-vibe@...
      >To: bh-vibe@...
      >Subject: [bh-vibe] Crítica - Estado de Minas
      >Date: Fri, 20 Feb 2004 12:23:31 -0000
      >
      >E Não acabou os ataques do nosso querido Jefferson Santos aqueles que
      >vivem da/com música eletrônica.
      >
      >Em sua coluna de hoje ele solta algumas farpas como:
      >
      >"Para esses leitores(leitores da coluna), melhor seria que o samba
      >nuca tivesse existido, já que a música não presta, que é coisa de
      >velho, ou de hippie, ou pior: de hippie velho. Para eles, bom mesmo é
      >música eletrônica. Isso sim é música: moderna, dançante, contagiante.
      >A cara do século XXI. Samba, para eles, é coisa do século passado."
      >
      >"E mesmo assim, a turma do eletrônica continua a desprezar o samba.
      >Para eles, sambar é só quando o DJ erra a passagem de uma música pra
      >outra."
      >
      >Um comentário deste, infelizmente, é desfavorável a cena eletrônica.
      >Carregado de preconceitos, é generalista e incoerente, vindo de uma
      >pessoa que está envolvida no maior festival de música eletrônica
      >local.
      >
      >Todos sabemos que a cena eletrônica hoje é formada de várias escolas
      >undeground: alguns frequentaram Scape/Hyper, outros Broaday/Estrela,
      >outros Pedacinho do céu/Movimento Balanço.
      >
      >A contradição impera em sua coluna quando ele cita um exemplo de hit
      >eletrônico, Samba Magic do Basement Jaxx (aliás, um péssimo exemplo,
      >visto que existem hits mais conhecidos como LK).
      >
      >Se não tivessemos cultura e conhecimento musical, como ele enfatiza
      >intrisicamente em sua coluna, não tocaríamos músicas com influências
      >regionais. Ou seríamos apenas mai um mero dj tocador de hits. Por
      >trás de todo essa "cena eletrônica" existe pessoas com influências e
      >conhecimento, por incrível que pareça.
      >
      >Infelizmente, a generalização, imparcialidade e falta de informação
      >gerou uma divulgação infavorável, como aqueles que amantes da música
      >eletrônica são zumbis movidos a extâse.
      >
      >E a solução não é trabalhar com Daniela Mercury ou remixar Cartola,
      >mas sim criar um identidade para a produção eletrônica nacional.
      >
      >Desculpe-me pelo desabafo, mas não dá para engolir...e se vc quiser
      >ir lá em casa ver meus discos de samba, estarei com as portas abertas.
      >
      >
      >Wally
      >

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