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7586Re: [bh-vibe] raves

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  • Patrícia Francezi
    21 de out de 2003
      me desculpem os cariocas

      mas até onde eu sei, as festas mais violentas sao as de funk
      as pessoas brigam mesmo, literal no meio da pista


      ----- Original Message -----
      From: gustavo peluzo
      To: bh-vibe@...
      Sent: Tuesday, October 21, 2003 9:01 AM
      Subject: Re: [bh-vibe] raves


      pois eh michel,,,, ate aonde vai isso?
      pra q proibir as raves?
      as melhores festas q ja fui foram em raves...
      se continuar assim, vai ser fooda neh?
      olha pq eles nao proibem os shows de axe ou de funk? sempre vejo brigas e
      alto indice de violencia...
      fazer oq neh?
      peluzo




      I love Techno
      www.djgustavopeluzo.rg3.net





      >From: "Michel Kalil" <tiao@...>
      >Reply-To: bh-vibe@...
      >To: <bh-vibe@...>
      >Subject: [bh-vibe] raves
      >Date: Tue, 21 Oct 2003 01:13:40 -0200
      >
      >
      >ADRIANA FERREIRA
      >da Folha de S.Paulo
      >
      >Antes, os piores inimigos dos "ravers" eram a lama e as estradas
      >esburacadas. Agora, quando as festas são populares, e marcas de cerveja e
      >de
      >desodorante lucram com eventos eletrônicos, alguns Estados resolveram que
      >as
      >raves são perigosas e não podem mais acontecer.
      >
      >Enquanto em São Paulo a prefeitura banca uma superfesta na rua, em Santa
      >Catarina, a galera não pode nem pensar em fazer um evento do tipo.
      >Principalmente, se ele se caracterizar como uma "festa rave", proibida em
      >Florianópolis e em Balneário Camboriú.
      >
      >A onda também atingiu o Rio de Janeiro, onde não acontecem raves desde
      >junho. O motivo foi uma apreensão de drogas, como ecstasy e maconha,
      >durante
      >uma operação da polícia em uma festa em Niterói.
      >
      >Tanto no Rio quanto em Santa Catarina, as autoridades evitam falar em
      >proibição. O argumento para não permitir as raves está inserido dentro de
      >uma série de ações para inibir a violência, o consumo e o tráfico de
      >drogas.
      >
      >No entanto, em março, a Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa
      >do Cidadão de Santa Catarina redigiu uma comunicação interna para conter a
      >"escalada da violência", cujo quinto item proíbe a "realização de festas
      >reaves (sic) [com música eletrônica]". O texto não fala sobre grandes shows
      >de forró, de rock ou de MPB, apesar de o delegado-chefe da Polícia Civil,
      >Dirceu Augusto Silveira Júnior, negar qualquer tipo de preconceito. "Várias
      >ocorrências levaram ao veto das festas, independentemente do tipo de
      >música", explica.
      >
      >Segundo Silveira Júnior, a proibição é para os eventos com longas horas de
      >duração, em local inadequado e que apresentem riscos aos frequentadores.
      >
      >Por conta disso, o EletroHeart Festival, marcado para o último dia 4, e que
      >reuniria 29 DJs em um complexo turístico de Camboriú, foi cancelado na
      >véspera. "Pedi um alvará para que a festa acontecesse até as 4h, mas eles
      >negaram", afirma o organizador, Herlon Hamm.
      >
      >Para dar munição à secretaria, em setembro, durante a Magic Lagoon, festa
      >que reuniu 3.000 pessoas em Florianópolis, aconteceram roubos, tiros e
      >cenas
      >de violência que foram parar nas manchetes de jornais e de TVs locais.
      >
      >O mineiro Anderson Noise, um dos DJs do line-up, conta que jamais sentiu
      >tanto medo. "Nunca vi uma confusão tão grande. Estava tocando e só parei
      >quando a polícia invadiu o lugar", lembra.
      >
      >Nesta noite, mais de dez pessoas acabaram presas e um estudante de Curitiba
      >foi baleado na perna. A festa havia sido interditada pela Polícia Civil e
      >só
      >aconteceu porque um juiz concedeu uma liminar permitindo sua realização.
      >"Cumprimos todas as determinações para poder fazer o evento e, quando fomos
      >à Polícia Civil, eles disseram: "Rave não pode'", explica Gustavo Conti, um
      >dos responsáveis pela Magic Lagoon.
      >
      >O advogado Márcio Cristiano Dornelles Dias afirma que o problema foi a
      >falta
      >de disposição da polícia em cooperar com a segurança nas imediações do
      >hotel. "Havia 120 seguranças contratados e foram protocolados três ofícios
      >solicitando policiamento à PM, mas eles mandaram duas viaturas", afirma
      >Dias.
      >
      >O coronel Marlon Jorge Tezza, comandante do 4o Batalhão da PM, garante que
      >a
      >polícia estava lá a noite toda. "Os organizadores estão dizendo
      >meias-verdades", argumenta Tezza.
      >
      >No Rio
      >
      >No Rio de Janeiro, a proibição não está no papel, mas as autoridades de lá
      >também não têm permitido a realização das festas. Parte da luta dos
      >organizadores foi registrada por três estudantes de jornalismo da Uerj
      >(Universidade do Estado do Rio de Janeiro), e o resultado é o
      >curta-metragem
      >"Bad Trip", que documenta o cancelamento da Bunker Rave, uma megafesta que
      >aconteceria em agosto.
      >
      >"As pessoas têm uma imagem estereotipada e distorcida das raves, por isso
      >resolvemos mostrar o outro lado", conta Izabela Cardoso, 21, que divide a
      >autoria do filme com os colegas Paulo Henrique Grillo, 22, e Felipe Choll,
      >21.
      >
      >Nenhum deles se considera um "raver". "Gosto de rock, mas já fui a
      >algumas",
      >conta Cardoso. "É uma festa diferente, a que as pessoas vão pela música, ao
      >contrário das boates, onde os mauricinhos só querem jogar você contra a
      >parede."
      >
      >Se ela viu gente usando drogas? "É óbvio que vi. Mas não vejo mais frascos
      >de lança-perfume em raves do que em uma micareta", diz a estudante.
      >
      >Além da polícia, a igreja também está de olho nos "raveiros". Em Alto
      >Paraíso, município goiano na região da chapada dos Veadeiros, por pouco a
      >câmara de vereadores local não aprova uma lei proibindo as raves. "A igreja
      >evangélica se mobilizou e fez a maior pressão pela criação da lei, mas o
      >prefeito a vetou por ser inconstitucional", explica Devon Chook, produtor
      >da
      >Trancendence, que reuniu 4.200 pessoas em julho.
      >
      >Se a coisa continuar assim, o jeito é se aventurar, como as amigas e ravers
      >gaúchas de carteirinha Herika Nickel Vicz, 23, e Raquel Moraes, 21, que
      >estavam na edição de setembro da festa Circuito, que aconteceu em Arujá
      >(SP). "Venho no sábado, curto a balada e volto para Porto Alegre no dia
      >seguinte", diz Herika, que troca os clubes pelas raves.
      >
      >A promotora de eventos Priscila Akemi, 20, que também estava na Circuito, é
      >outra que prefere as raves. "Acho mais seguro do que os clubes. É mais
      >organizado", explica.
      >

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