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7246Re: Estado de Minas de hoje.

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  • dj_marcone
    16 de set de 2003
      ---
      Ah.. só faltava essa ...
      indiscutivelmente falta do que falar ou publicar.. baseado em que
      presuposto ?? meus amigos quanta ingenuidade .. um crítico de música
      eletrônica .. .
      falar o que...
      A INVEJA OU FALTA DE CULTURA DOS MEDÍOCRES É QUE NOS TORNA CADA VEZ
      MAIS FORTES...
      Um abraço e força sempre

      Marcone Almeida





      Em bh-vibe@..., Flávio <flaviopp@y...> escreveu
      > O cara tá bravo...:
      >
      > Indigência da música eletrônica
      > Mário Sérgio
      >
      > Não dá para acreditar o tanto de porcaria que a mídia
      > empurra goela abaixo do consumidor. No campo da música
      > eletrônica, então, é impressionante como DJs sem
      > inspiração alguma acabam conquistando um prestígio
      > injustificável. É o caso de três bolachinhas
      > distribuídas pela Sum Records: a coletânea Essentials
      > Vol. 1 e os CDs de Kevin Saunderson e Chris Liberator.
      >
      >
      > De diferentes formas, os três álbuns desmontam a farsa
      > de que todo DJ é músico. O mais certo é que alguns
      > bons músicos tenham se rendido às facilidades e
      > bandearam para o lado da eletrônica, como também fica
      > claro que, na grande maioria das vezes, DJ é apenas um
      > “misturador” de sons, um animador de pistas de dança.
      > Quase sempre montam suas “músicas” com trechos
      > surrupiados de músicas de verdade, acrescentando
      > batidas estéreis e repetitivas, como se isso fosse um
      > feito artístico.
      >
      > O argumento não convenceu? O que dizer da “habilidade
      > musical” de quem só sabe lidar com máquinas? O cara é
      > um mecânico, pode-se imaginar. Em vez de instrumentos
      > musicais, ele utiliza samplers, sequencers e outras
      > caixinhas mágicas. No máximo, um teclado indigente
      > aqui, a voz humana (?) acolá. O computador tomou conta
      > de tudo. A base matemática da música chegou ao seu
      > extremo. Basta ter alguma noção de informática para o
      > cara ser elevado ao status de gênio.
      >
      > O esquema fica bem evidente no primeiro disquinho, que
      > reúne material da gravadora Trax, de Chicago. Entre
      > muitos nomes obscuros para quem não é iniciado na
      > “cena” aparece o veterano Afrika Bambaataa, uma
      > espécie de pai espiritual do funk carioca. Nos outros
      > CDs, mais uma tonelada de house e techno que se ouve
      > dos dois lados do Atlântico, já que Saunderson é de
      > Nova York e Liberator, de Londres.
      >
      > Mas tudo bem... Se o cidadão prefere este baticum,
      > porque não gosta da música orgânica, aquela que
      > respira, que é viva e calorosa, pode continuar usando
      > estes recursos artificiais. Só não queira tentar
      > convencer os outros que o futuro da música está
      > restrito a oportunistas viciados em isotônicos que
      > “tocam” um som para gente extasiada, todos
      > transformados em zumbis descerebrados “bombando nas
      > baladas da night”.
      >
      >
      >
      ______________________________________________________________________
      _
      > Desafio AntiZona: participe do jogo de perguntas e respostas que vai
      > dar um Renault Clio, computadores, câmeras digitais, videogames e
      muito
      > mais! www.cade.com.br/antizona
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