Carregando ...
Desculpe, ocorreu um erro ao carregar o conteúdo.

7158Re: PAZ X AME

Expandir mensagens
  • djgustavolage
    4 de set de 2003
      Lu, não acha que podemos nos unir (nós da lista , nucleos de
      projetos) e fazer uma coisa similar aki em BH, não?

      Acho que se nos unirmos conseguimos.

      Gustavo Lage

      --- Em bh-vibe@..., "Luciana Noleto" <lunoleto@h...>
      escreveu
      >
      > gente.. to passando uma repostagem sobre a briga q tah rolando em
      sp entre a
      > parada da paz e a AME..
      >
      > to tbm passando o link do rraurl onde a gaía fala sobre o boicote q
      tao
      > querendo fazer..
      > http://www.rraurl.com/cena/coluna.php?rr_coluna=8
      >
      > acho q mesmo morando em bh isso eh de interesse de todos nos...
      > tah mais do q na hora de nos termos uma posiçao e uma opiniao sobre
      > isso...nos estamso aqui..ralamndop fazedo acontecer..mas os fodoes
      q racham
      > de ganhar $$ as nossas custas naum estao nem ae..
      >
      > vamos discutir isso! questionar o q tah errado nessa cena nossa,
      enviar
      > mails com a reportagem para outras pessoas q naum estao na bh vibe
      mas q
      > querem continuar dançando muito nas festas ae..naum temos q
      depender de skol
      > beats para opdermos firmar uma cena..alias..ele soh exite por NOSSA
      causa
      > pq nos pagamos!
      >
      >
      > eh o mesmo direito q queremos qdo naum somos bem tratados em um
      club.. qdo
      > um dj naum vai a festa... temos o direito de consumidor e de
      formadores de
      > opiniao q somos.
      > nos aqui tbm temos q fazer a nossa parte...
      >
      > senaum quem vai fazer isso por nos? a skol? a erika palomino? um
      gringo?
      >
      > []s Luzinha
      > ---------------------------------------
      >
      >
      > Racha" afasta DJs de parada de SP
      >
      > A parada oficial de música eletrônica de São Paulo, que está no
      calendário
      > da prefeitura, não poderá contar com alguns dos melhores DJs do
      país. É o
      > reflexo de uma cisão ocorrida entre alguns dos personagens-chave do
      meio.
      > Essa espécie de racha começou em julho, quando a AME (Associação
      dos Amigos
      > da Música Eletrônica, ONG recém-criada por DJs, produtores,
      jornalistas e
      > representantes de núcleos de raves e clubes da cidade) anunciou a
      realização
      > de um evento, com o apoio do governo municipal. A Parada AME São
      Paulo
      > acontece em 26 de outubro, nas imediações do parque Ibirapuera e
      encerra a
      > Semana Jovem da prefeitura.
      > O grupo responsável pela organização das seis edições da Parada da
      Paz -os
      > empresários Luiz Eurico Klotz (Sponge Produções) e Edo Vanduym
      (agência de
      > DJs Bulldozer) e a Mercatto, empresa que realiza o Mercado Mundo
      Mix- chama
      > o novo empreendimento de "concorrência" e, por isso,
      está "orientando" os
      > DJs da Bulldozer (entre eles Marky, Patife, Renato Cohen e Anderson
      Noise) a
      > não participarem do evento. E promete realizar a Parada da Paz em
      23 de
      > novembro, perto do parque Villa-Lobos.
      > A AME afirma que decidiu criar sua parada para democratizá-la e
      barateá-la.
      > "Muita gente que já participou da Parada da Paz não estava
      satisfeita. Era
      > muito caro, custava quase R$ 8.000 para colocar um trio", argumenta
      Gaía
      > Passarelli, presidente da associação. A Parada AME SP, cujas
      inscrições
      > terminaram na semana passada, terá de 12 a 18 trios, bancados
      totalmente por
      > patrocinadores -ou seja, os participantes receberão os carros
      gratuitamente.
      > A prefeitura resolveu transferir seu apoio à Parada AME porque
      esta "não tem
      > fins lucrativos e há uma função social, de cidadania", diz
      Alexandre
      > Youssef, 28, da Coordenadoria da Juventude.
      > "A prefeitura quer se apoderar da parada, estatizá-la. Não queremos
      que os
      > nossos DJs toquem ali porque não compactuamos com esse tipo de
      coisa. Não
      > acredito nessa história de "função social'", responde Klotz, 40.
      > A briga respinga para outros eventos já tradicionais da cidade,
      como o Lov.e
      > por São Paulo, que organiza workshops e apresentações de DJs
      renomados na
      > periferia. "Eles [o clube Lov.e e a prefeitura] ganham com imagem,
      têm
      > patrocinadores. Por que teríamos que ceder de graça os nossos
      artistas?",
      > diz Klotz. "Não temos patrocinadores, temos viabilizadores",
      responde Flávia
      > Ceccato, 31, proprietária do Lov.e. "Eles [Bulldozer] não têm
      sensibilidade
      > social. É uma pena que os jovens da periferia, que não têm muito
      dinheiro,
      > não poderão ver esses DJs", afirma Youssef.
      >
      > _________________________________________________________________
      > MSN Messenger: converse com os seus amigos online.
      > http://messenger.msn.com.br
    • Mostrar todas as 2 mensagens neste tópico