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11849Re:[bh-vibe] Derrick Carter

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  • carlosagloria
    16 de ago de 2005
      Nos vemos lá... naquele lugar lindo!


      --- Em bh-vibe@..., "Luzinha" <lu-noleto@u...> escreveu
      > Opa! presente no rio!!
      >
      > []s
      > Lu
      >
      > > To indo feliiiiiiz pro RJ!
      > >
      > > :D
      > >
      > > []s
      > > Brayhan
      > >
      > >
      > > http://www.rraurl.com/cena/entrevista.php?rr_entrevista_id=1698
      > >
      > > Derrick Carter
      > > Rio e Sampa recebem top houseiro de Chicago nesta
      > > semana
      > > 15.08.05
      > >
      > >
      > > Não brinco quando digo que o rraurl sonda Derrick L.
      > > Carter para entrevistas há precisos quatro anos.
      > > Arriscamos e-mails, telefonemas, intermédio de
      > > agentes, nada. Não é exclusividade da casa. No cume da
      > > segunda onda de DJs e produtores da house de Chicago,
      > > uma das cidades que pariram a linhagem mais festiva e
      > > ensolarada da música eletrônica dançante, o americano
      > > segue mesmo a linha duro de entrevistar.
      > >
      > > A regra caiu.
      > >
      > > "Desculpa, desculpa, desculpa, desculpa, desculpa,
      > > desculpa, desculpa, desculpa, desculpa, desculpa",
      > > insiste, assim mesmo, trezentas e cinqüenta e nove mil
      > > vezes, até perder o fôlego. Foi após ter pedido dois
      > > minutos para se livrar de um embaraço em casa. Conto
      > > no relógio, ouço gritos, latidos e choro de criança.
      > > Um de seus cachorros tinha subido no teto. "Que semana
      > > caótica!", ele volta, com os dois instantes quase
      > > beirando dez. "Cachorro, cachorro, bebê, bebê", e vai
      > > a narrar um cotidiano zoado como que pra um velho
      > > conhecido. "Odeio entrevistas, nunca dou, mas hoje
      > > você me pegou animado".
      > >
      > > Pois Derrick, filho dos subúrbios do oeste de Chicago,
      > > se interessou pela música dançante ainda moleque. Era
      > > 1986 quando começou a investir em produzir, 1987
      > > quando debutou em lançamento. Os selos detroitianos
      > > Transmat e KMS foram algumas das primeiras casas dos
      > > seus discos, mas o destaque inicial chegou mesmo a
      > > partir dos anos noventa, co-produzindo com amigos como
      > > Chris Nazuka (e, por vezes, Mark Farina e Luke
      > > Solomon). Os 2000 já o viam consagrado e tornaram
      > > obrigatório de imediato o seu primeiro álbum,
      > > "Squaredancing in a round house", cujo single "Where u
      > > at?" emplacou geral.
      > >
      > > Mas não é o Derrick dos estúdios o mais louvado aqui.
      > > Derrick é DJ – e sinta o impacto e a extensão do termo
      > > aqui –, Derrick sabe fazer festa. Dá para sentir o
      > > gostinho em CDs mixados como "Live At Ohm" (que divide
      > > com Farina); "About now...", pelo Sixeleven; e "The
      > > Future Sound Of Chicago Volume Two", pelo Sound of
      > > Ministry, subselo da Ministry of Sound. Indicam que
      > > não é por quaisquer bobagens que é disputado a faca
      > > por clubes e festivais do mundo todo, incluso o
      > > Brasil. Esteve por aqui uma única vez, pelo Skol
      > > Beats. Retorna agora, no próximo fim de semana; desta
      > > vez, pretende buscar horinhas vagas pra checar lojas e
      > > engrossar o caldo da sua coleção de vinte mil
      > > bolachas.
      > >
      > > "Levo geralmente de sessenta a setenta discos quando
      > > viajo para tocar, com uma boa porcentagem de velharias
      > > no meio", conta. Que pérolas? "Olha, as melhores das
      > > minhas melhores estão na participação que fiz na série
      > > Choice, do selo Azuli". Muita coisa de ítalo, tal como
      > > Klein & M.B.O., Patrick Cowley e Alexander Robotnick,
      > > além de Rick James, Jamie Principle, Yazoo e A Guy
      > > Called Gerald.
      > >
      > >
      > > Classe
      > > O apego aos clássicos se reflete também no nome do
      > > selo que Derrick divide com Luke Solomon: Classic
      > > Music Company. Nasceu em 1995, sob o lema "queremos
      > > lançar tudo que possa virar clássico". E encaixou bem
      > > nas demandas do circuito houseiro. Os discos do
      > > Classic são, atualmente, os mais disputados do gênero
      > > – além dos mais influentes de suas novas escolas, que
      > > caminham por uma trilha cada vez menos careta, criando
      > > batidas traiçoeiras à base de uma ginga negona. Ocorre
      > > aí, para delimitar a idéia, o termo "freak",
      > > informalmente traduzido como "jamanta" no Brasil.
      > >
      > > "Nunca ouvi falar nessa coisa de `freak', juro",
      > > exclama Derrick. "O que é?". Descrevo e é instantânea
      > > a identificação. "Sim, sim, sou `freak'. Ainda mais se
      > > comparado àquela house da Costa Oeste daqui dos
      > > Estados Unidos. Coisa mais chata. Não inova. São os
      > > hippies da house. Se eles estão na Era de Aquário,
      > > devo ser o freak mesmo", gargalha. "Claro que tem um
      > > lado tradicional da house que eu amo – o que estou
      > > falando é bem diferente da house de caras como os
      > > Masters at Work e o Blaze, que têm todo o meu respeito
      > > e minha eterna admiração. Mas sério, esse deep
      > > tech-house da Costa Oeste é uma monotonia só, e eles
      > > ainda ficam soltando por aí que São Francisco tem o
      > > monopólio da cena americana, enquanto que aqui em
      > > Chicago, em Nova York e outras cidades há ótimas
      > > festas e clubes", fecha, categórico.
      > >
      > > E com propriedade. Ao longo dos últimos anos, tem
      > > colaborado através dos seus sets e do Classic em
      > > definir tendências como o swing house, difundido por
      > > nomes como Greenskeepers e Mike Dixon, que marcaram
      > > presença forte em cases por aqui, além da linha click,
      > > por exemplo, que chegou a alcançar destaque também
      > > pelo Jacob London. Mas não é assim, como ditador de
      > > modas, que Derrick vê o selo. "Lançamos músicas das
      > > quais gostamos, simplesmente, sem pensar se vão ser
      > > vanguarda amanhã. Pegamos um monte de demos toda
      > > semana, de toda parte do mundo. Itália, Grécia, tantos
      > > lugares, até daí do Brasil, como o Prztz", cita,
      > > simulando um pum.
      > >
      > > A história do Classic é especialmente curiosa em um
      > > outro aspecto: ao contrário de outros selos, o
      > > católogo dos caras começou do número 100 e seguiu, em
      > > ordem decrescente, em direção ao zero. Cá estamos,
      > > pois, dez anos após. A promessa é de que o selo
      > > cessaria junto com a contagem. O último disco, feito
      > > por Brett Johnson, atingiu a meta final. Seria mesmo o
      > > fim do Classic?
      > >
      > > "Veja bem...", sorri. "A gente vai inventar umas
      > > coisas aí", no que eu insisto por detalhes. "OK, pode
      > > contar que não, o Classic não acaba. Só não vou contar
      > > como continua", desconversa em favor da permanência do
      > > mistério.
      > >
      > >
      > > A Delírio, em festa que destaca também Louis Osbourne,
      > > convida Derrick Carter para o Rio de Janeiro no dia 19
      > > do agosto corrente, sábado. Na capital paulista, a vez
      > > é do D-Edge, no dia 18, sexta-feira. Informações
      > > completas estão no guia. Links a seguir.
      > >
      > >
      > > Jamille Pinheiro
      > >
      > >
      > >
      > > - -
      > >
      > > Brayhan Hawryliszyn
      > >
      > > ICHAT brayhaw
      > > MSN brayhanh@h...
      > > ICQ 48775836
      > >
      > > +55 31 9177 5006
      > > Belo Horizonte | MG | Brasil
      > >
      > > __________________________________________________
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