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A teoria da evolução é totalmente confiável?

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    A teoria da evolução é totalmente confiável? Definição: Evolução orgânica é a teoria de que o primeiro organismo vivo se desenvolveu de matéria sem
    Mensagem 1 de 1 , 29 de set 14h17min
      A teoria da evolução é totalmente confiável?


      Definição: Evolução orgânica é a teoria de que o primeiro organismo
      vivo se desenvolveu de matéria sem vida. Daí, diz-se que, ao se
      reproduzir, transformou-se em espécies diferentes de coisas vivas,
      produzindo por fim todas as formas de vida vegetal e animal que já
      existiram nesta terra. Diz-se que tudo isso se realizou sem a
      intervenção sobrenatural de um Criador.
      É realmente científica a evolução?
      Eis como é o "método científico": Observar o que acontece; à base de
      tais observações, criar uma teoria quanto àquilo que talvez seja
      verdadeiro; testar a teoria por meio de observações adicionais e por
      experiências; e prestar atenção para ver se as predições baseadas na
      teoria se confirmam. É este o método seguido pelos que crêem na
      evolução e a ensinam?
      O astrônomo Robert Jastrow diz: "Para o dissabor deles, [os
      cientistas] não dispõem duma resposta precisa, porque os químicos
      jamais tiveram êxito em reproduzir as experiências da natureza sobre
      a criação da vida à partir da matéria inanimada. Os cientistas não
      sabem como isso aconteceu." - The Enchanted Loom: Mind in the
      Universe (Nova Iorque, 1981), p. 19.
      O evolucionista Loren Eiseley reconheceu: "Após censurar o teólogo
      pela sua confiança no mito e no milagre, a Ciência viu-se na posição,
      que nada tinha de invejável, de ter de criar uma sua mitologia, isto
      é, de ter de assumir que aquilo que, após longo esforço, não podia
      ser provado tivesse acontecido hoje, se verificara, realmente, no
      passado primevo." - A Imensa Jornada (Trad. de Aldo Della Nina, São
      Paulo, SP, Brasil, 1964), p. 164.
      Segundo a revista New Scientist: "Um crescente número de cientistas,
      mais especificamente um avolumante número de evolucionistas . . .
      argumenta que a teoria darwiniana da evolução não é, de jeito nenhum,
      uma teoria genuinamente científica. . . . Muitos de tais críticos
      dispõem das mais altas credenciais intelectuais." - 25 de junho de
      1981, p. 828.
      O físico H. S. Lipson disse: "A única explicação aceitável é a
      criação. Sei que isto é anátema para os físicos, como deveras é para
      mim, mas não devemos rejeitar uma teoria da qual não gostamos, se a
      evidência experimental a apóia." (Grifo acrescentado.) - Physics
      Bulletin, 1980, Vol. 31, p. 138.
      Estão de acordo os que sustentam a evolução? Diante de tais fatos, o
      que acha daquilo que ensinam?
      A introdução da edição centenária da obra de Darwin, Origem das
      Espécies (na ed. em inglês, Londres, 1956), diz: "Como sabemos, há
      grande divergência de opiniões entre os biólogos, não só quanto às
      causas da evolução, mas também, até mesmo, sobre o processo em si.
      Tal divergência existe porque a evidência é insatisfatória e não
      permite nenhuma conclusão abalizada. Por conseguinte, é correto e
      apropriado trazer à atenção do público não-científico os desacordos
      sobre a evolução." - Por W. R. Thompson, então diretor do Instituto
      de Controle Biológico da Comunidade Britânica, de Ottawa, Canadá.
      "Decorrido um século desde a morte de Darwin, ainda não temos a menor
      idéia demonstrável, ou mesmo plausível, de como a evolução realmente
      ocorreu - e, nos anos recentes, isto levou a uma série extraordinária
      de batalhas sobre o assunto todo. . . . Existe um estado de guerra
      quase declarada entre os próprios evolucionistas, instando todo o
      tipo de seita [evolucionista] que haja alguma nova modificação." - C.
      Booker (redator do Times de Londres), The Star, (Johannesburg, África
      do Sul), 20 de abril de 1982, p. 19.
      A revista científica Discover dizia: "A evolução . . . não está sob o
      ataque apenas de cristãos fundamentalistas, mas também é questionada
      por cientistas de grande reputação. Entre os paleontólogos,
      cientistas que estudam os fósseis, há crescente discordância." -
      Outubro de 1980, p. 88.
      Que conceito é apoiado pela documentação fóssil?
      Darwin reconheceu: "Se espécies numerosas . . . tivessem realmente
      surgido bruscamente, este fato derrubaria a teoria da evolução." (A
      Origem das Espécies, trad. de Eduardo Fonseca, São Paulo, 1981, p.
      307) Indica a evidência que "numerosas espécies" vieram à existência
      ao mesmo tempo, ou mostra ela que houve um desenvolvimento gradual,
      segundo sustenta a evolução?
      Foram encontrados suficientes fósseis para se chegar a uma conclusão
      bem fundada?
      Porter Kier, cientista do Instituto Smithsoniano, diz: "Há cem
      milhões de fósseis, todos catalogados e identificados, nos museus ao
      redor do mundo." (New Scientist, de 15 de janeiro de 1981, p. 129) A
      obra A Guide to Earth History acrescenta: "Com o auxílio dos fósseis,
      os paleontólogos podem agora fornecer-nos um excelente quadro da vida
      nas eras antigas." - (Nova Iorque, 1956), de Richard Carrington,
      edição de Mentor, p. 48.
      Que revela realmente a documentação fóssil?
      O Bulletin do Museu Field de História Natural, de Chicago, EUA,
      indicava: "A teoria da [evolução], de Darwin, sempre esteve
      estreitamente vinculada com a evidência fóssil, e, provavelmente, a
      maioria das pessoas presume que os fósseis desempenham uma parte
      importantíssima no argumento geral a favor das interpretações
      darwinianas da história da vida. Infelizmente, isto não é
      estritamente verídico. . . . a documentação geológica não apresentava
      naquele tempo, e ainda não apresenta, uma cadeia finamente graduada
      de evolução lenta e progressiva." - Janeiro de 1979, Vol. 50, N.° 1,
      pp. 22, 23.
      A View of Life diz: "Começando na base do período cambriano, e
      estendendo-se por cerca de 10 milhões de anos, todos os principais
      grupos de invertebrados dotados de esqueletos surgiram pela primeira
      vez, no aparecimento diversificado mais espetacular que já foi
      registrado em nosso planeta." - (Califórnia, 1981), de Salvador E.
      Luria, Stephen Jay Gould e Sam Singer, p. 649.
      O paleontólogo Alfred Romer escreveu: "Abaixo deste [período
      cambriano], há vastas camadas de sedimentos em que seria de esperar
      que houvesse os progenitores das formas cambrianas. Mas não os
      encontramos; estes leitos mais antigos são quase desprovidos de
      evidência de vida, e pode-se razoavelmente dizer que o quadro geral é
      coerente com a idéia da criação especial no começo das épocas
      cambrianas." - Natural History, de outubro de 1959, p. 467.
      O zoólogo Harold Coffin diz: "Caso fosse correta a evolução
      progressiva do simples para o complexo, deveriam ser encontrados os
      ancestrais dessas criaturas viventes completamente desabrochados no
      cambriano; mas, não foram encontrados, e os cientistas admitem que
      existe muito pouca perspectiva de serem algum dia encontrados. À base
      apenas destes fatos e à base do que realmente é encontrado na terra,
      a teoria dum ato criativo súbito, em que as principais formas de vida
      foram estabelecidas, enquadra-se melhor." - Liberty, de
      setembro/outubro de 1975, p. 12.
      O astrônomo Carl Sagan, reconheceu de modo honesto na sua obra
      Cosmos: "As evidências fósseis podem ser consistentes com a idéia de
      um Grande Projetista." - (Trad. de Angela N. Machado, Rio de Janeiro,
      Brasil; 1983), p. 29.
      Seria o caso de o processo da evolução ter resultado de mutações,
      isto é, súbitas mudanças drásticas nos genes?
      Science Digest diz: "Os revisionistas evolucionários crêem que as
      mutações nos genes-chaves reguladores podem ser exatamente as
      perfuratrizes genéticas exigidas pela sua teoria de salto quântico."
      Entretanto, a revista cita também o zoólogo britânico Colin
      Patterson, que disse: "Trata-se de especulação gratuita. Nada sabemos
      sobre estes genes-mestres reguladores." (Fevereiro de 1982, p. 92) Em
      outras palavras, não existe evidência em apoio dessa teoria.
      The Encyclopedia Americana reconhece: "Parece difícil conciliar o
      fato de que a maioria das mutações são prejudiciais ao organismo com
      o conceito de que as mutações são a fonte das matérias-primas para a
      evolução. Deveras, os mutantes ilustrados nos compêndios de biologia
      são uma coleção de aleijões e monstruosidades, e a mutação parece ser
      um processo destrutivo, em vez de construtivo." - (1977), Vol. 10, p.
      742.
      Que dizer dos "homens-macacos" retratados nos livros didáticos, nas
      enciclopédias e nos museus?
      "A carne e os cabelos em tais reconstituições têm de ser supridos por
      se recorrer à imaginação. . . . A cor da pele; a cor, a forma e a
      distribuição dos cabelos; a forma das feições; o aspecto do rosto -
      não sabemos absolutamente nada sobre estes caracteres de quaisquer
      homens pré-históricos." - The Biology of Race (Nova Iorque, 1971), de
      James C. King, pp. 135, 151.
      "A ampla maioria das concepções artísticas baseia-se mais na
      imaginação do que na evidência. . . . Os artistas precisam criar algo
      entre o símio e o ser humano; quanto mais antigo se diz que é o
      espécime, tanto mais simiesco o tornam." - Science Digest, de abril
      de 1981, p. 41.
      "Assim como aprendemos aos poucos que os homens primitivos não eram
      necessariamente selvagens, assim também temos de aprender a
      reconhecer que os homens primitivos da Época Glacial não eram nem
      animais brutos, nem metade macacos, nem cretinos. Daí a indescritível
      estupidez de todas as tentativas de reconstituir o homem de
      Neanderthal, ou mesmo o de Pequim." - Man, God and Magic (Nova
      Iorque, 1961), Ivar Lissner, p. 304.

      As variedades, na maioria, resultaram de qualidades dentro da
      composição genética da espécie criada
      "Qual é a origem das diferenças entre indivíduos? Este é um problema
      biológico muito geral, pois, assim como não há duas pessoas
      absolutamente idênticas, provavelmente não há dois indivíduos
      idênticos em qualquer espécie biológica. Reconhecemos que parte desta
      variação se deve ao meio ambiente, e sabemos que parte é
      herdada. . . . Cada pessoa nasce com certos dotes genéticos, herdados
      por ela no óvulo e no espermatozóide de que proveio. Estes dotes
      habilitam o indivíduo a persistir dentro de certos limites de
      condições do meio ambiente. Então, o que determina o caminho que o
      desenvolvimento da pessoa toma? O dote genético, o genótipo do
      indivíduo, inter-relaciona-se com os meios ambientes específicos -
      intra-uterino, individual, familiar, coletivo, classista, regional e
      nacional - em que a pessoa vive a sua vida particular. Estas inter-
      relações determinam as características pelas quais conhecemos a
      pessoa." - Radiation, Genes and Man, do Prof. Bruce Wallace e do
      Prof. Th. Dobzhansky, Henry Holt and Co. (New York; 1959), págs. 15,
      17.
      "Conforme já se salientou anteriormente, as diferenças hereditárias
      individuais são uma questão de diferenças nos genes. . . . Visto que
      a variabilidade dentro de quase cada grupo humano é muito grande, são
      sem significado as comparações do amador, exceto em uns poucos
      caracteres conspícuos. Por exemplo, ele pode aventar a generalização
      de que `os irlandeses têm cabelo ruivo e os fidjianos têm cabelo
      preto', ao passo que a contagem real demonstrará muitos irlandeses de
      cabelo preto e fidjianos de cabelo ruivo." - Heredity and Human Life,
      do Prof. Hampton L. Carson, Columbia University Press (New York;
      1963), p. 158.

      Evidência arqueológica
      "Um dos mais famosos embustes exposto mediante prova científica foi o
      homem de Piltdown, encontrado em Sussex, na Inglaterra, entre 1908 e
      1915, e de que alguns pensavam que tivesse 500.000 anos de idade.
      Depois de grande controvérsia, verificou-se que não se tratava
      absolutamente dum homem primitivo, mas de uma composição de um crânio
      dum homem atual e do maxilar dum macaco. O logro foi exposto por meio
      de testes microquímicos, espetroscopia de raios-X e análise
      cristalográfica . . . O maxilar tinha sido `tratado' com bicromato de
      potássio e ferro, para fazê-lo parecer mineralizado." - Science News
      Letter (Vol. 79, N.° 8), 25 de fevereiro de 1961, p. 119.
      "Durante décadas, as pessoas têm aceito a seqüência evolutiva que
      conduzia do homem de Heidelberg e de Pequim, através dos
      neandertalenses, até o Homo sapiens . . . Novas escavações,
      descobertas de grande alcance e, acima de tudo, pesquisas científicas
      mais minuciosas se combinaram para estragar irremediavelmente a
      antiga ilusão de um progresso evolutivo desde o homem-macaco até o
      intelecto criativo. . . . os homens primitivos . . . não eram nem
      animais brutos, nem metade macacos, nem cretinos. Daí a indescritível
      estupidez de todas as tentativas de se reconstituir o homem de
      Neanderthal ou mesmo o de Pequim. Figuras de gesso, exageradamente
      peludas, de semblante animalesco, olham para nós ferozmente nos
      museus em todo o mundo, com feições que costumam ter cor de
      chocolate, de cabelo áspero e desgrenhado, de maxilares prógnatos e
      de testa recuada - e isto apesar do fato de que não temos a mínima
      idéia de que cor era a pele do homem paleolítico, nem de como lhe
      crescia o cabelo e não temos praticamente nenhuma idéia da sua
      fisionomia. A autoridade americana T. D. Stewart salientou
      corretamente, em 1948, a impossibilidade de se reconstituir cabelo,
      olhos, nariz, lábios ou expressão facial. `Existe a probabilidade de
      que a expressão do homem primitivo não era menos benigna do que a
      nossa própria', escreveu ele. Quando os museus exibem modelos do
      homem de Pequim, do homem de Neanderthal e do Homo sapiens atual,
      lado a lado, estimula-se um conceito de desenvolvimento físico e
      intelectual que não está em harmonia com os conceitos da ciência
      contemporânea. . . . Na realidade, Homo sapiens seguiu seu caminho
      ininterruptamente através dos milênios, desde o princípio. Tem havido
      muitas variedades do tipo sapiens mas as variedades e formas de vida
      distintas do tipo sapiens, desde o início, nunca se fundiram com ele
      e às vezes se desviaram para os becos que levaram à extinção." - Man,
      God and Magic (Nem York, 1961), de Ivar Lissner, págs. 303-305.
      "Nenhum estudante sério acredita que o homem derive de qualquer dos
      símios ou macacos existentes, nem de qualquer dos seus antepassados
      filogênicos imediatos. . . . Do lado positivo temos o fato de que o
      número de fragmentos de ossos hominídeos fósseis, que se descreveram,
      embora relativamente pequenos, têm aumentado bastante rapidamente nos
      últimos trinta anos. Em oposição a isso temos de considerar que a
      avaliação da maioria destes restos esteve envolvida em muita
      controvérsia. Nisso, a dificuldade fundamental tem sido que, na
      grande maioria dos casos, as descrições dos espécimes, fornecidas
      pelos seus descobridores foram reviradas de modo a indicarem que os
      fósseis em questão têm algum lugar ou significado especial na
      linhagem direta do homem, em oposição à da família dos macacos. É tão
      pouco provável que todos eles possam gozar de tal distinção, que, nas
      circunstâncias, um observador de fora poderia bem imaginar que um
      anatomista empreendedor acharia pouca dificuldade em substanciar a
      alegação de que um fragmento esquelético artificialmente fossilizado
      de qualquer um dos grandes macacos vivos tinha mais pertinência à
      história da evolução do Homem, do que ao esqueleto de que fazia
      parte. . . . No caso da evolução dos primatas, as inferências têm às
      vezes base muito precária, por causa da insuficiência da evidência -
      como, por exemplo, deve ter sido o caso em que certo dente fóssil
      agora reconhecido como sendo o de um pecari, foi atribuído a um
      gênero todo especial de primatas, chamado Hesperopithecus, que
      supostamente se parecia mais ao tipo humano do que qualquer macaco
      conhecido." - Evolution as a Process, editado por Julian Huxley,
      George Allen & Unwin Ltd. (London; 1958), artigo de S. Zuckerman,
      págs. 300-302.
      Documentos Fósseis Mais Antigos
      "Não [é] lícito duvidar-se da extrema imperfeição dos documentos que,
      no seu conjunto, a geologia nos pode fornecer; mas, se concentrarmos
      o nosso exame numa formação qualquer, torna-se muito mais difícil
      compreender a razão por que não encontramos aí uma série
      estreitamente graduada de variedades que devem ter ligado as espécies
      vizinhas . . . Há uma outra dificuldade análoga, mas muito mais
      séria. Quero falar da aparição súbita de espécies pertencendo às
      divisões principais do reino animal nas rochas fossilíferas mais
      antigas que se conhecem . . . Por que não encontramos nos depósitos
      ricos em fósseis pertencendo a esses períodos primitivos anteriores à
      época cambriana? Eis uma questão a que não posso dar uma resposta
      satisfatória." - Origem das Espécies, de Charles Darwin; tradução de
      Joaquim Dá Mesquita Paul (Porto, Portugal; 1961), págs. 316, 327-329.
      "Sem dúvida, a pergunta mais intrigante em toda a história
      evolucionista é: Qual é a origem fundamental do homem? . . .
      Infelizmente, qualquer resposta que atualmente se pode dar a estas
      perguntas baseia-se em evidência indireta e assim é na maior parte
      conjetura, porque os documentos paleontológicos dos Hominídeos ainda
      estão incompletos." - The Fossil Evidence for Human Evolution,
      segunda edição (Chicago; 1964), de W. E. LeGros Clark, p. 174.
      "O principal enigma no arquivo da história da vida na terra: a
      aparição repentina . . . da maioria das divisões básicas dos reinos
      vegetal e animal. Não há virtualmente nada que indique como estas
      divisões vieram a existir. Assim, pois, toda a primeira parte da
      história evolucionária está faltando." - Times de Nova Iorque, 25 de
      outubro de 1964, seção 4, p. 8E.
      "Cada grupo, cada ordem ou cada família parecem ter nascido
      subitamente; só muito excepcionalmente encontramos as formas que os
      ligam à raça precedente. Quando as descobrimos, estão já
      completamente diferenciadas. Não só, de fato, não encontramos
      qualquer forma de transição, como, em geral, nos é impossível ligar,
      com segurança, um novo grupo a um grupo antigo." - O Homem e o Seu
      Destino, de Lecomte du Noüy; tradução de Cruz Malpique (Porto,
      Portugal); p. 116.
      Métodos de Fixar Datas
      "Qualquer aumento nos níveis de radiação . . . certamente estragaria
      alguns de nossos cuidadosamente desenvolvidos métodos de datar as
      coisas do passado. . . . Se o nível do carbônio-14 foi no passado
      inferior, devido a uma proteção magnética maior contra os raios
      cósmicos, então a nossa estimativa do tempo decorrido desde que o
      organismo viveu será longa demais." - Science Digest, dezembro de
      1960, p. 19.
      "O método do carbônio, com o limite de 50.000 anos, também foi
      testado com objetos de idade conhecida. Todavia, às vezes as amostras
      do mesmo local foram cortadas em vários pedaços e entregues a
      diversas instituições científicas para se fixar a data com o
      carbônio. Cada laboratório surgiu com uma resposta diferente." -
      Science News Letter, 5 de agosto de 1961, p. 83.
      "Por meio dos métodos radioativos de fixar datas chegou-se a calcular
      a idade da terra em aproximadamente 4.500 milhões de anos. Agora se
      forneceu um algarismo novo e mais elevado - 6.500 milhões de anos -
      por E. K. Gerling, do Laboratório de Geologia Pré-Cambriana da
      Academia de Ciências da U. R. S. S. Rochas pré-cambrianas que se
      formaram à grande profundidade abaixo da superfície da terra foram
      datadas pelo Prof. Gerling e seus associados por meio do método do
      potássio-40 argônio-40. . . . a nova idade soviética para a terra
      talvez seja o resultado de algum fator passado por alto na técnica de
      fixar datas por meio de potássio-argônio." - Science Digest, dezembro
      de 1962, p. 35.
      "A informação atual depende na maior parte de conjetura e
      interpretação." - Science, 30 de dezembro de 1960, Vol. 132, N.°
      3444, p. 1914.
      Mutações
      "Os genes mutantes são usualmente tão nocivos na sua ação, que têm a
      tendência de matar o organismo. Quando não são positivamente
      mortíferos, costumam regredir na direção e estorvar em vez de ajudar
      o organismo a cumprir as funções de sua existência. Tais resultados
      são de se esperar das mudanças acidentais que ocorrem em qualquer
      organização complexa. Uma raça, portanto, tenderá gradualmente à
      degeneração em qualquer respeito em que a seleção (natural ou
      artificial) não elimine constantemente as mutações degenerantes que
      continuam a ocorrer." - The Encyclopœdia Britannica (1946), Vol. 22,
      p. 989.
      "Hoje em dia, todo o conceito da evolução revolve ao redor destas
      mutações. . . . Sempre que se induzem mutações de qualquer espécie
      nos laboratórios ou que ocorrem naturalmente na grande maioria dos
      casos são de tipos prejudiciais que resultam em defeitos e
      anormalidades. Apenas uma vez em muitas ocasiões produz a mutação uma
      mudança que pode ser considerada benéfica. Não obstante, é por meio
      dos raros casos de mutações favoráveis, de inúmeras espécies e em
      quantidades incontáveis, ocorrendo sucessivamente durante períodos
      muito extensos que se pode explicar agora todo o processo da
      evolução." - The New You and Heredity, de Amram Scheinfeld, J. B.
      Lippincott Co. (New York; 1950), págs. 473, 476.
      "Mudanças causadas por mutações em qualquer gene (com raras exceções,
      que não precisamos considerar aqui) são eventos raros. Este é um modo
      diferente de dizer que os genes, ordinariamente, se reproduzem com
      exatidão." - Radiation, Genes, and Man, do Prof. Bruce Wallace e do
      Prof. Th. Dobzhansky, Henry Holt and Co. (New York; 1959), p. 35.
      "Já por algum tempo se tem dado muita ênfase às mutações dos genes,
      na crença de que devem ter desempenhado um papel muito decisivo na
      evolução das espécies. Há pouca dúvida de que as mutações dos genes,
      e provavelmente também dos cromossomos, e outros desvios herdáveis,
      ocorrendo dentro da célula reprodutiva, sempre operaram em prol da
      diversificação do conteúdo genético dentro das populações viventes.
      Todavia, a relativa raridade destas mudanças aberrantes ou mutantes,
      junto com seus usuais efeitos de má adaptação e mais vezes que não
      letais sobre o desenvolvimento, não nos inclina a lhes atribuirmos um
      papel de destaque na manutenção da adaptabilidade do grupo. . . .
      Deve-se observar que a grande importância que presentemente se dá às
      mutações dos genes como fator na história evolutiva é em parte o
      resultado de expectativas errôneas originalmente suscitadas pelo seu
      descobrimento (cria-se por algum tempo que mutações singelas podiam
      subitamente dar origem a novas espécies, como que da noite para o
      dia), e em parte o reflexo do valor experimental que se liga cada vez
      mais às formas mutantes, sendo que estas são muitas vezes tão
      notavelmente diferentes, que o geneticista pode usá-las como
      traçadores das linhas de herança e descendência, de modo que revelem
      o movimento do genótipo nas populações criadas no laboratório ou nas
      naturais." - Progress and Decline, do Prof. Hugh Miller, The Ward
      Ritchie Press (Los Angeles; 1963), p. 38.
      Por que se crê na evolução
      "Muitos crêem na evolução porque se escreveu tanta coisa sobre o
      assunto. Uma olhada para um dos grandes volumes sobre a evolução
      deixa a impressão de que o assunto deve ter certamente sido provado;
      mas, ao lê-lo, verifica-se que se encontram dados sobre experiências
      genéticas, estudos citológicos, fósseis de longe e perto, comparações
      de esqueletos, etc., mostrando leves mudanças em algumas espécies e
      grande estabilidade em outras. O resultado é que, antes de acabar, a
      pessoa se desviou para vários atalhos interessantes e perdeu de vista
      a definição costumeira da evolução. Mas a tendência da parte do
      leitor é achar que o homem, que pode citar tanta coisa que realmente
      se observou, deve estar certo na sua tese principal, e esquecer o
      fato de que nem todos os dados apóiam a sua tese." - Modern Science
      and Christian Faith (Wheaton, Illinois; 1950), de membros da
      Afiliação Científica Americana, p. 65.
      "Observei repetidas vezes a dessatisfação nas mentes dos estudantes
      com a `prova' existente para a evolução. A coisa que repetidas vezes
      os convenceu a aceitar a teoria era o puro peso da autoridade da
      parte dos cientistas, através dum método, não sempre muito refinado,
      de preponderância. O jovem aspirante, com demasiada freqüência, se
      queria manter-se nas boas graças dos cientistas mais veteranos, via-
      se obrigado a aceitar a teoria da evolução." - Evolution, Creation,
      and Science (Washington, D. C.; 1947), do Prof. Frank L. Marsh, p. 10.
      "Quanto mais se estuda a paleontologia, tanto mais certeza se adquire
      de que a evolução se baseia exclusivamente em fé." - The Dogma of
      Evolution (Princeton University Press; 1925), do Prof. Louis
      Trenchard More, p. 160.
      "O biólogo mediano, que aceita a evolução como um credo, ao escrever,
      deixa de fazer distinção entre fato estabelecido e teoria, e, em
      conseqüência, apresenta teorias como se fossem verdades provadas. Ao
      meu ver, tal proceder é inescusável num tratado de qualquer
      ciência." - More Difficulties of the Evolution Theory (London; 1938),
      de Douglas Dewar, prefácio.

      Anonimo
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