O dep. fed. Fernando Chiarelli, em discurso no pequeno expediente da
Câmara dos Deputados de 02/12/2010, apresentou alguns lacres intactos de
urnas eletrônicas que recebeu de terceiros como mostra do que se pode
comprar por aí.
O discurso pode ser visto em:
http://187.45.202.12/wmroot/cache/2010-12-3-10-35-52-108.asf
http://imagem.camara.gov.br/internet/audio/mp3/T00017757p45p48101234.mp3
Depois de seu discurso, o deputado completou a informação relatando que
chegou aos "vendedores" de lacres das urnas em menos de um mês, depois
que começou a denunciar em plenário a falta de confiabilidade das urnas
eletrônicas.
Disse, ainda, que os lacres são oferecidos com ou sem assinatura dos
juízes, a preços diferenciados. Disse também que passou todas essas
informações a agentes da Polícia Federal que o tinha procurado
anteriormente.
Os lacres assinados pelos juízes e MP deveriam ser destruídos quando não
usados, segundo resolução do TSE.
Assim, a existência desse mercado de venda de lacres das urnas,
inclusive assinados, revela que a fraude eleitoral "eletrônica", pelo
menos em parte, nasce dentro dos cartórios eleitorais, exatamente como
ocorria com as fraudes "manuais" que ocorriam antes da chegada das urnas
eletrônicas.
Saudações,
Eng. Amilcar Brunazo Filho
membro do Comitê Multidisciplinar Independente - CMind
O TSE pode fazer mais.
Além da APURAÇÃO RÁPIDA DOS VOTOS, que já nos oferece,
deveria propiciar uma APURAÇÃO CONFERÍVEL PELA SOCIEDADE CIVIL
Conheça o Relatório do CMind
[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]