Peço desculpas pela minha atuação na lista, estou um pouco
enrolada de trabalhos nestes últimos dias e tenho encontrado dificuldades em
administrar melhor o tempo.
Também estou aguardando a chegada de outros membros que
encontraram problemas durante a inscrição, mas creio que até o final da semana
ficará tudo ok.
O nosso ambiente tem vários recursos e todos podem ser
utilizados pelos membros:
·Fotos: há uma pasta para fotos de
membros do grupo, alguns já colocaram, mas é interressante termos de todos
·Profile: Cada membro cadastrado
ganha um espaço para editar o seu Profile, colocar foto e contar um pouco sobre
o que faz, suas preferências, sites, etc
·Links: Eu criei algumas pastas, mas
o ideal é que todos contribuam indicando sites legais
Disponibilizei ontem mais um galeria de atividades pedagógicas
integradas às Novas Tecnologias com 8 atividades, totalizando agora 32
atividades desenvolvidas em meu NIE (Núcleo de Informática Educacional).
Também acrescentei no link “Cursos” mais
detalhes sobre o conteúdo de cada um dos cursos que ministro.
Eu
assisti o filme “Robôs”, como sempre com aquele olhar de
educadora... rss
Gostei
dos valores que o filme trata, sendo que o principal é “Não importa do
que você é feito, você pode brilhar”, pois possibilita diversas reflexões
tanto sobre classe social, preconceito e consumo quanto incentivando as
crianças a lutarem por seus próprios sonhos.
O
filme também aborda a questão da criatividade e resolução de conflitos, algo
importante para o trabalho com robótica. Há robôs dos mais variados tipos e com
funções diferentes o que poderia inspirar uma bela criação...
O
game abaixo, também me interessou, quem sabe tenhamos em breve uma versão
acessível em português? Aí sim faríamos o trabalho completo!!!
[]s
Mary
Grace
05/04/2005
- 11h52
No game Robôs, usuário
controla herói dos cinemas Rodney Lataria
da
Folha Online
No game para PCs Robôs,
baseado no filme de animação da 20th Century Fox, o usuário controla Rodney Lataria,
personagem principal do longa.
Divulgação
O herói do
jogo entra em ação depois deixar sua cidade natal, Rebites, e partir para a
cidade grande, Robópolis. Nesse lugar desconhecido, Rodney Lataria pretende
alcançar o sucesso com uma invenção que pode, além de outras coisas, ajudar
robôs na hora de lavar a louça.
Para isso, no entanto, ele terá de vencer o maléfico robô Dom Aço, que pretende
dar um fim às máquinas velhas.
Rodney terá, muitas vezes, de cruzar a cidade em alta velocidade para evitar
que seus amigos virem sucata. Para isso ele conta com um sistema de transporte
rápido que, segundo a desenvolvedora do game, é uma das principais atrações do
software.
Em outas situações, ele precisará adquirir peças de máquinas e curiosas
engenhocas pelos arredores de Robópolis, para depois utilizá-las contra os
inimigos.
Cada upgrade --conquistado com uma vitória-- garante ao herói novas habilidades
e disponibiliza novas funções para que ele consiga vencer Dom Aço.
O jogo da Vivendi Universal Games está disponível somente em inglês, mas seu
manual é em português. O
preço sugerido é de R$ 39.
Eu assisti o filme “Robôs”, como sempre com aquele olhar de educadora... rss
Gostei dos valores que o filme trata, sendo que o principal é “Não importa do que você é feito, você pode brilhar”, pois possibilita diversas reflexões tanto sobre classe social, preconceito e consumo quanto incentivando as crianças a lutarem por seus próprios sonhos.
O filme também aborda a questão da criatividade e resolução de conflitos, algo importante para o trabalho com robótica. Há robôs dos mais variados tipos e com funções diferentes o que poderia inspirar uma bela criação...
O game abaixo, também me interessou, quem sabe tenhamos em breve uma versão acessível em português? Aí sim faríamos o trabalho completo!!!
[]s
Mary Grace
05/04/2005 - 11h52
No game Robôs, usuário controla herói dos cinemas Rodney Lataria
da Folha Online
No game para PCs Robôs, baseado no filme de animação da 20th Century Fox, o usuário controla Rodney Lataria, personagem principal do longa.
Divulgação
O herói do jogo entra em ação depois deixar sua cidade natal, Rebites, e partir para a cidade grande, Robópolis. Nesse lugar desconhecido, Rodney Lataria pretende alcançar o sucesso com uma invenção que pode, além de outras coisas, ajudar robôs na hora de lavar a louça.
Para isso, no entanto, ele terá de vencer o maléfico robô Dom Aço, que pretende dar um fim às máquinas velhas.
Rodney terá, muitas vezes, de cruzar a cidade em alta velocidade para evitar que seus amigos virem sucata. Para isso ele conta com um sistema de transporte rápido que, segundo a desenvolvedora do game, é uma das principais atrações do software.
Em outas situações, ele precisará adquirir peças de máquinas e curiosas engenhocas pelos arredores de Robópolis, para depois utilizá-las contra os inimigos.
Cada upgrade --conquistado com uma vitória-- garante ao herói novas habilidades e disponibiliza novas funções para que ele consiga vencer Dom Aço.
O jogo da Vivendi Universal Games está disponível somente em inglês, mas seu manual é em português. O preço sugerido é de R$ 39.
Essa
eu encontrei agora, lendo os feeds da Folha pelo Thunderbird.
Também
sobre robôs na educação. Pena que não é aqui...
Bjs
Mary
Grace
06/04/2005
- 13h38
Robô ajuda professores
durante aulas interativas no Japão
>
da
Folha Online
Professores japoneses contam com a ajuda do robô Asimo (Estágio Avançado em Mobilidade Inovativa,
na sigla em inglês), produzido pela Honda, para mostrar na prática alguns
conceitos ensinados a seus alunos --a interação com a máquina é voltada para
crianças.
AP
Em um museu
de Tóquio, o humanóide mostrou aos estudantes presentes o que era equilíbrio,
enquanto movimentava seu corpo sobre uma plataforma também em movimento. Um boneco
de madeira posicionado ao lado do Asimo caiu durante a apresentação.
A professora também explicou para os alunos como calcanhar e ponta dos pés
dividem o peso do corpo durante uma caminhada. Para mostrar isso na prática,
fez com que o robô andasse bem devagar.
O Asimo ficará em museus para que escolas possam levar os alunos até o local,
criando aulas interativas.
"Adultos precisam se esforçar para fazer com que o aprendizado seja mais
interessante", afirmou Mamoru Mohri, responsável pelo Museu Nacional de
Ciência e Inovação, em Tóquio.
Pressões externas vindas da família, do meio social, do trabalho da escola ou do meio ambiente.
Necessidade de se adaptar as responsabilidades e obrigações crescentes.
Crítica e auto-crítica; dificuldades fisiológicas e psicológicas.
"A vulnerabilidade individual e a capacidade de adaptação são muito importantes na ocorrência e na gravidade das reações ao processo de "Estresse”. O que é o estresse? “não há uma definição na área da patologia medica que defina o estresse, mas de acordo ao dicionário: - o conjunto de reações do organismo a agressões de ordem física, psíquica, infecciosa, e outras capazes de perturbar a homeostase” (equilíbrio)”.
Será que o estresse é uma doença?
E se é doença é psicológica ou física?
E se não é psicológica, nem física, por que a gente tem até dor?
E em que momento ele se apresenta na nossa vida?
E se o estresse for uma doença pode matar?
Será que existe cura?
Será que existe tratamento?
Vamos discutir esta história e o conceito deste mal que assola o mundo moderno - o “estresse”.
A sua presença é importante para discussão desse assunto.
Venha, não nos deixe estressados, sentindo falta de você.
Estresse, doença do mundo moderno.
Este é o tema do Chá-ChaT desta sexta-feira dia 08 de abril às 16:00hs.
MSN Messenger 7.0 Final
MSN Messenger 7.0 FINAL!
A Microsoft acaba de liberar a versão final do MSN Messenger 7, sem bugs e
com novidades interessantes, são novos Wikis, a imagem de exibição é
mostrada ao lado do nome do usuário na tela principal do Messenger, ficou
mais fácil inserir as frases personalizadas que todo mundo gosta de usar ao
lado do seu nome e principalmente, os bugs existentes na versão Beta foram
corrigidos.
Como são feitos mais de 80 mil downloads da versão Beta no Baixaki todas as
semanas, achamos que você gostaria baixar a novidade em primeira mão.
Clique aqui para ir até o Baixaki para ler mais e baixar a nova versão.
Atenção:
O Baixaki nunca envia e-mails com links diretos para download, sempre
mandamos links para o nosso site: http://baixaki.ig.com.br/, assim você pode
ficar tranqüilo e ter certeza de que está fazendo o download de uma fonte
confiável.
Desde que nascemos, temos a necessidade e o desejo de estarmos juntos, nos relacionarmos... de amar e nos sentirmos amados... Isto é natural, somos humanos.
E hoje na nossa sociedade, também é "natural" ficar, namorar e ainda é (?) casar.
Hoje normalmente, ouvimos estas frases: Saí pra uma festa e peguei 5 gatas... Aí que gostosinho... vou pegar aquele gatinho do 3º ano... Pô cara, será que ela quer ficar comigo??
Ou ainda: Fazem 3 meses que "fico" só com ela... será que devo namorar ou já estou namorando? Ô mano, gosto muito dela, não tenho "tes..." em mais ninguém. Será que ela quer namorar comigo? Pôxa Sandrinha, ele já fica comigo tem quase 5 meses, mas sinceramente não sei se posso dizer que é namoro.
E as vezes, também: Namoro tem três anos, será que já é hora de ficar noivo e casar? Qual é cara, casamento é muito sério... será que eu consigo encarar? Ele disse que queria falar com meu pai. Não me imagino casada com ele... mas amo muito e morro de "tes...", o que eu faço?
Eu queria sair de casa, ter minha própria liberdade, minha casa... mas esta coisa de casar??? Sei não??? Já temos 5 anos de namoro, mas sei não?????
Será que existe alguma diferença entre ficar, namorar ou casar? Muitas vezes tudo começa com um simples ficar, vira um namoro e depois até pode chegar a um casamento...
Só que muitos "encontros", não passam do "ficar"...
Nos tempos de hoje quais são os caminhos para satisfazermos a nossa necessidade e desejo de estar junto?
O amar e ser amado tem formas diferentes de existir?
Qual a diferença entre os caminhos que no fim, simplesmente levam à união de duas vidas?
O que caracteriza cada um destes caminhos e para meu momento atual qual o melhor?
Ficar, Namorar ou Casar?
Este é o tema do Chá-ChaT desta sexta-feira dia 15 de abril às 16:00hs.
O espaço do InfoProf está sem condições
atualmente.
Não consigo moderar direito as mensagens
e aceitar novos membros e houve modificações no espaço de links favoritos,
enquetes e assinaturas (atualmente não estão acessíveis nem à moderação)
Peço que, como todos os assinantes do
InfoProf já estão na lista do Yahoo, enviem mensagens apenas para vivenciapedagogica@...
, pois facilitará bastante para todos.
Outra coisa: estou refazendo os links
favoritos que tínhamos no InfoProf, só que terei que lembrar de cabeça, pois não
tenho mais acesso aos links pelo grupos. Já refiz alguns do espaço Tecnologia
Educacional/WebQuest . Se tiverem sugestões de bons sites e boas WebQuests
(que realmente sejam bem elaboradas e sigam o padrão de WQ) adicionem nestes
espaços pois facilitarão a nossa consulta.
No espaço de fotos, 9 membros já
colocaram. Eu acho isso bem importante e interessante, pois quando alguém envia
uma mensagem ficamos imaginando como é esta pessoa e a foto ajuda um pouco.
No meu caso, durante estes dias, conheci
muitas pessoas presencialmente que já tinham contato virtual comigo pelo Orkut
ou pelas listas que assino, mesmo com a foto, a sensação de ver pela primeira
vez um conhecido “virtual” é bem interessante.
Pesquisa
Datafolha informa que, neste ano, cerca de 25 milhões de brasileiros acima de
16 anos já acessam a internet. Não é pouca coisa, levando em conta que a
população brasileira é de 180 milhões de habitantes, dos quais uma expressiva
parcela é de pobres, analfabetos ou semi-analfabetos.
A linha da exclusão social pode ser medida também pelos com ou sem-mail. Isso
porque ter ou não acesso à Internet define a capacidade de o indivíduo
protestar ou se posicionar diretamente com o poder público e privado. É um
jeito de chegar direto, sem intermediários, ao deputado ou senador, por
exemplo.
Por isso, um dos atentados contra a cidadania brasileira é, até agora, não
terem usado um único dos R$ 4 bilhões arrecadados dos usuários das
telecomunicações para promover inclusão digital. É um absurdo nos mais
diferentes sentidos. Abuso pela mentira pública (pegar um dinheiro e não usar);
abuso porque educação deveria ser a prioridade das prioridades no país.
Governo quer usar TV e apostila em
projeto de universidade a distância
FÁBIO TAKAHASHI
da Folha de S. Paulo
A Secretaria de Educação a Distância do Ministério da Educação (MEC) apresenta
na segunda-feira o projeto de criação de uma universidade aberta no país. A
idéia é oferecer educação a distância (sem presença física do estudante na sala
de aula) preferencialmente a professores do ensino básico sem diploma de ensino
superior ou a profissionais em busca de cursos de atualização.
O projeto será apresentado pelo secretário Ronaldo Mota durante o seminário
nacional da Abed (Associação Brasileira de Educação a Distância), em São Paulo.
Segundo Mota, a universidade aberta deve utilizar a televisão no ensino, com
apoio de apostilas --método semelhante ao Telecurso 2000, supletivo
desenvolvido pela Fundação Roberto Marinho. "Quem tiver acesso à internet
poderá utilizá-la", diz ele.
Uma parte da carga horária será presencial. A previsão otimista do secretário é
que a instituição comece a funcionar em 2007. As universidades públicas,
principalmente as federais, serão convidadas a participar.
Antes de definir o projeto da universidade aberta, a secretaria quer observar
os resultados de dois programas: a formação de uma rede de pesquisadores de
educação a distância e a criação de consórcios com empresas estatais (como
Banco do Brasil e Petrobras) para formação de professores e de funcionários
públicos.
A previsão é que os 600 pesquisadores comecem a ser selecionados, por meio de
concurso, em junho. Os
escolhidos devem começar a trabalhar em 1º de setembro.
Os resultados das pesquisas serão utilizadas na formação dos consórcios. No dia
2 de maio, haverá reunião da secretaria com o fórum de empresas estatais do
país para acertar o programa.
Ainda não há estimativa de quantos alunos a universidade aberta poderá atender.
"Só de professores sem diploma são um milhão de possíveis alunos",
diz.
Segundo a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), a partir de
2007 não poderão ser contratados professores sem curso de graduação.
As universidades abertas já funcionam em outros países. Na Inglaterra, por
exemplo, conta com cerca de 200 mil estudantes.
Mota afirma que praticamente todos os cursos de graduação podem ser oferecidos
de forma não-presencial. "Carreiras como medicina eu nunca vi em nenhum
lugar do mundo", afirma. "Para os outros, não há impedimento."
Algumas
matérias sobre computador na escola, publicadas no caderno link do Estadão.
Confiram
os links que aparecem no final também.
[]s
Mary
Grace
11/04/2005 Computador já é regra
em escolas de SP: mas isso é bom?
SEBASTIÃO MOREIRA/AE
CRIANÇAS - Para elas, a mesa de alfabetização é uma brincadeira.
O que vale mesmo é fazer pontos
PC, lousa digital e outros aparelhos são
coadjuvantes no ensino particular e público, mas há quem veja a inovação
com reservas
Renata Mesquita
Computadores já são a regra, e não a exceção, nas
escolas paulistas. Na cidade de São Paulo, 100% dos estabelecimentos de
ensino da rede municipal têm laboratórios de informática. Na rede pública
do Estado, o número é de 50,4%. Entre as escolas privadas, somente as
muito "alternativas", que vêem na tecnologia uma ameaça, ainda
mantêm os alunos longe dos computadores.
Muitos educadores acreditam que a tecnologia acelera o processo de
aprendizagem, cria novas ferramentas de ensino e amplia os horizontes dos
alunos. Especialistas em educação e tecnologia, entretanto, afirmam que a
utilização rasteira dessas ferramentas está dando à luz uma geração de
analfabetos digitais.
"Não me importo em gastar mais tempo para montar uma aula, porque é
recompensador. Hoje, consigo explicar em uma aula o que eu explicava em quatro. E a
absorção dos alunos é maior", defende o rabino Marcelo Borer,
professor de Cultura Judaica no colégio I. L. Peretz, na Vila Mariana.
Ele é um adepto da lousa digital, uma versão moderna do quadro-negro, que
pode ser ligada a microscópios, projetores e também à internet.
Nas escolas mais equipadas (e mais abastadas), a lousa digital convive
com a lousa e o giz tradicionais. Instalada nas salas multimídia, ela é
usada quando o professor sente a necessidade de dar uma aula mais
dinâmica.
"Os professores brigam pelos horários da sala, que está sempre
lotada", conta Jânia do Valle, diretora de informática do Colégio
Augusto Laranja, também na capital paulista. "Ela tem poltronas
confortáveis, ar condicionado, parece um cineminha. O ambiente é tão
gostoso que os próprios alunos sugerem aos professores que realizem mais
aulas na sala", diz.
"Sentar todo dia em uma classe para ver uma aula de matemática é
muito sacal para essa geração", afirma Frederic Michael Litto,
coordenador da Escola do Futuro da Universidade de São Paulo (USP).
"Acreditamos que deva ser criada uma mistura de aula a distância com
aula presencial para aliviar esse tédio", diz Litto.
ANALFABETOS DIGITAIS
Mas há quem cobre critérios mais rígidos para o uso da tecnologia em sala
de aula. É o caso dos professores Pierluigi Piazzi, do Sistema Anglo de
Ensino, e Tarcísio de Carvalho, do Intrergraus, que juntos trabalham com
educação e tecnologia há mais de 30 anos. "Estamos formando uma
geração de analfabetos funcionais. As crianças de hoje são mais burras
que as de antigamente. Ninguém mais lê, ninguém mais sabe escrever. É uma
orgia de imagens da tevê, do videogame, da internet. Não estimulamos mais
a imaginação dos jovens", acusa Piazzi.
"O computador tem sim que estar na escola, porque o ser humano
precisa ter esse contato e porque ele é um elemento do dia-a-dia. Mas
temos que usá-lo da forma mais adequada possível. Nunca superestimar o
computador como um substituto da leitura, da imaginação", diz
Carvalho.
Li o artigo que vc enviou sobre Universidades abertas. Aqui na Paraíba está começando um curso de Especialização em EAD através do consorcio NEORI que vai oferecer cursos de graduação em Física, Química, Biologia e MAtemática á distância acompanhada por tutores, mas o curso é todo pela Internet.
Abraços Kennya
Falamos muito em vc no curso da MS, estamos visitando a sua turma. Saudades!!!
>From: "Mary Grace" <mary@...>
>Reply-To: vivenciapedagogica@...
>To: <vivenciapedagogica@...>
>Subject: [VP] projeto de universidade a distância
>Date: Sun, 17 Apr 2005 14:42:07 -0300
>
>
>
>
>
>
>
>16/04/2005 - 09h19
>
>Governo quer usar TV e apostila em projeto de universidade a distância
>
>FÁBIO TAKAHASHI
>da Folha de S. Paulo
>
>A Secretaria de Educação a Distância do Ministério da Educação (MEC)
>apresenta na segunda-feira o projeto de criação de uma universidade aberta
>no país. A idéia é oferecer educação a distância (sem presença física do
>estudante na sala de aula) preferencialmente a professores do ensino básico
>sem diploma de ensino superior ou a profissionais em busca de cursos de
>atualização.
>
>O projeto será apresentado pelo secretário Ronaldo Mota durante o seminário
>nacional da Abed (Associação Brasileira de Educação a Distância), em São
>Paulo.
>
>Segundo Mota, a universidade aberta deve utilizar a televisão no ensino, com
>apoio de apostilas --método semelhante ao Telecurso 2000, supletivo
>desenvolvido pela Fundação Roberto Marinho. "Quem tiver acesso à internet
>poderá utilizá-la", diz ele.
>
>Uma parte da carga horária será presencial. A previsão otimista do
>secretário é que a instituição comece a funcionar em 2007. As universidades
>públicas, principalmente as federais, serão convidadas a participar.
>
>Antes de definir o projeto da universidade aberta, a secretaria quer
>observar os resultados de dois programas: a formação de uma rede de
>pesquisadores de educação a distância e a criação de consórcios com empresas
>estatais (como Banco do Brasil e Petrobras) para formação de professores e
>de funcionários públicos.
>
>A previsão é que os 600 pesquisadores comecem a ser selecionados, por meio
>de concurso, em junho. Os escolhidos devem começar a trabalhar em 1º de
>setembro.
>
>Os resultados das pesquisas serão utilizadas na formação dos consórcios. No
>dia 2 de maio, haverá reunião da secretaria com o fórum de empresas estatais
>do país para acertar o programa.
>
>Ainda não há estimativa de quantos alunos a universidade aberta poderá
>atender. "Só de professores sem diploma são um milhão de possíveis alunos",
>diz.
>
>Segundo a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), a partir de
>2007 não poderão ser contratados professores sem curso de graduação.
>
>As universidades abertas já funcionam em outros países. Na Inglaterra, por
>exemplo, conta com cerca de 200 mil estudantes.
>
>Mota afirma que praticamente todos os cursos de graduação podem ser
>oferecidos de forma não-presencial. "Carreiras como medicina eu nunca vi em
>nenhum lugar do mundo", afirma. "Para os outros, não há impedimento."
>
>Especial
>
>* Leia
><http://search.folha.com.br/search?q=%22educa%E7%E3o+a+dist%E2ncia%22&site=o
>nline&src=redacao> o que já foi publicado sobre educação a distância
>
>
>
>
>
WINKS E EMOTICONS - Estudantes de 4ª séries do Colégio Santa
Maria, em São
Paulo. Eles são fãs dos jogos online e das mensagens
instantâneas que permitem brincar e conversar com os amigos pelo
computador
Pela primeira vez, osfilhos sabem mais do que os
próprios pais sobre uma tecnologia que está transformando a sociedade
Daniel Hessel
Teich
Até pouco tempo atrás, pedagogos, educadores e
mesmo especialistas em marketing discutiam os impactos da televisão na
formação de jovens e adolescentes.
Com a popularização da internet, esse tipo de polêmica virou um assunto
irremediavelmente velho. Hoje, os adultos que a duras penas aprenderam a
dominar um mouse tentam entender como funciona a cabeça de uma geração
que nunca viu o mundo sem computador. É uma multidão de crianças e jovens
com idade entre 2 e 20 anos, que nasceu cercada pela mídia digital e foi
batizada pelo consultor americano Don Tapscott como Geração Net. 'Para
eles, a tecnologia digital é tão simples quanto uma torradeira elétrica',
escreveu Tapscott em seu livro Geração Digital. 'Pela primeira vez na
história, as crianças estão mais confortáveis e são mais instruídas que
os pais numa inovação tão importante para a sociedade.' Segundo estudos
da Microsoft, maior fabricante de software do mundo, uma criança que
nasceu junto com a internet no Brasil, há 10 anos, já é capaz de fazer
downloads de música, usar e-mail, brincar com jogos online, montar
páginas pessoais (blogs) e passear por sites de fãs-clubes de
celebridades. Nesta idade já dominam também programas que lhes permitem
'conversar' e trocar todo tipo de informação com amigos, nas chamadas
mensagens instantâneas. 'Meu pai às vezes me pergunta como é que eu
consigo ficar ligada no computador e ao mesmo tempo ouvir música, ver
televisão e até dar uma olhada num livro ou revista. Mas isso é uma coisa
normal para mim', conta Bruna Simas Pedreiro, 10 anos.
Ela não só usa a internet para pesquisar, fazer tarefa escolar e brincar
como também aproveita as horas diante do computador para ensinar os primeiros
macetes para o irmão caçula, de 4 anos. 'Ele fica ao meu lado e a gente
navega junto', conta.
Segundo um levantamento do Instituto Ipsos Brasil, especializado em
pesquisas de opinião, 53% das crianças com idade entre 10 e 12 anos das
classes A e B acessaram pelo menos uma vez a internet nos últimos 30
dias. Na classes C, D e E esse número é inferior, de 14%, o que revela o
caráter elitista que a rede ainda tem no País. De qualquer forma, a média
de uso da internet para esta faixa etária, de 26%, já é superior à da
população como um todo, que fica em 25%.
Crianças de 10 anos que usam internet são particularmente fascinadas por
duas coisas: mensagens instantâneas e jogos online.
Em ambos os casos comprova-se que o computador de fato está a anos-luz da
velha televisão. 'É muito mais legal. A gente não fica só ali, parado. Dá
para conversar e brincar com os outros', diz Lucas Pereira, colega de
classe de Bruna. Fã do MSN Messenger, sistema de mensagens instantâneas
da Microsoft, Lucas fica de duas a três horas por dia em frente à
máquina.
Entre os jogos online, em que brinca com outros garotos, gosta do Mu e do
Diablo, que simulam batalhas medievais. São violentos? 'Não. Não tem
sangue. Meu pai não deixa eu jogar Counter Strike, por exemplo, que tem muito
tiro e morte', diz ele, a respeito do game recheado de terroristas
perseguidos por forças de combate inimigas.
Os programas de mensagens instantâneas tornaram-se populares por seus
emoticons (figurinhas que expressam emoções), winks (figuras animadas) e
abreviações - que transformam os textos em mensagens cifradas para os não
iniciados. ' Pl é pega leve, blz é beleza, msm é mesmo, pf é por favor, e
por aí vai', explica Carolina Adas Haddad, que é apaixonada pelo MSN
Messenger e também 'cria' três bichinhos virtuais num site de internet,
os chamados neopets. 'Tenho de entrar no site todo dia senão eles choram
ou ficam zangados', diz ela.
Com tamanha diversidade de informação, as escolas têm de correr atrás do
prejuízo. 'Mudamos as aulas de informática baseadas em programas
educativos prontos e partimos diretamente para pesquisas na internet,
onde as crianças buscam elas mesmas o material que precisam para as
tarefas', diz Veronice Leal Rocha, professora da 4.ª série do Colégio
Santa Maria, zona sul de São Paulo, onde estudam Bruna, Lucas e Carolina.
'Só tomamos um certo cuidado para manter o foco e fazer com que eles
consultem sites confiáveis.' Na sexta-feira passada, durante a aula de
informática, os alunos de Veronice pesquisaram na internet um assunto com
o nome enigmático de bullying, que pode ser traduzido como aquela
brincadeira de mau gosto em que um grupo de crianças se junta para fazer
chacotas e ridicularizar um colega. Aparentemente inocente, a brincadeira
pode ter conseqüências dramáticas como suicídios ou tragédias como a de
Columbine, nos Estados Unidos, em que estudantes marginalizados pelo
grupo executaram um massacre numa escola.
A internet, com o anonimato e a velocidade de propagação de informações,
é o ambiente perfeito para esse tipo de gozação, chamado de
cyberbullying. Também oferece chance para outros tipos de atitudes
nefastas, como visitas a sites pornôs, racistas e de violência explícita.
Se as crianças de hoje são privilegiadas por terem um volume de
informação e diversão nunca antes imaginado, pais e professores ganharam
uma preocupação a mais. Da mesma forma que a internet é democrática e
rica, é uma porta aberta para riscos. 'Precisamos estar cada vez mais
atentos', diz a professora Veronice.
Que ótimo saber das
novidades da Paraíba e também deste curso de especialização.
Também tenho saudades
e sempre lembro de você.
Mande o meu abraço
carinhoso aos seus colegas de trabalho. Espero ainda voltar a Paraíba a
passeio, com a família,
pois adorei as pessoas
que aí encontrei e também as belezas deste estado.
Bjs e tudo de bom!
Mary Grace
De: vivenciapedagogica@...
[mailto:vivenciapedagogica@...] Em nome de Kennya Vasques Enviada em: segunda-feira, 18 de
abril de 2005 09:45 Para:
vivenciapedagogica@... Assunto: RE: [VP] projeto de
universidade a distância
Oi Mary
Grace,
Li o artigo
que vc enviou sobre Universidades abertas. Aqui na Paraíba está começando um
curso de Especialização em EAD através do consorcio NEORI que vai oferecer
cursos de graduação em Física, Química, Biologia e MAtemática á distância
acompanhada por tutores, mas o curso é todo pela Internet.
Abraços
Kennya
Falamos muito em vc no curso da MS,
estamos visitando a sua turma. Saudades!!!
>From: "Mary
Grace" <mary@...>
>Reply-To:
vivenciapedagogica@...
>To: <vivenciapedagogica@...>
>Subject: [VP] projeto
de universidade a distância
>Date: Sun, 17 Apr
2005 14:42:07 -0300
>
>
>
>
>
>
>
>16/04/2005 - 09h19
>
>Governo quer usar TV
e apostila em projeto de universidade a distância
>
>FÁBIO TAKAHASHI
>da Folha de S. Paulo
>
>A Secretaria de
Educação a Distância do Ministério da Educação (MEC)
>apresenta na
segunda-feira o projeto de criação de uma universidade aberta
>no país. A idéia é
oferecer educação a distância (sem presença física do
>estudante na sala de
aula) preferencialmente a professores do ensino básico
>sem diploma de ensino
superior ou a profissionais em busca de cursos de
>atualização.
>
>O projeto será
apresentado pelo secretário Ronaldo Mota durante o seminário
>nacional da Abed
(Associação Brasileira de Educação a Distância), em São
>Paulo.
>
>Segundo Mota, a
universidade aberta deve utilizar a televisão no ensino, com
>apoio de apostilas
--método semelhante ao Telecurso 2000, supletivo
>desenvolvido pela
Fundação Roberto Marinho. "Quem tiver acesso à internet
>poderá
utilizá-la", diz ele.
>
>Uma parte da carga
horária será presencial. A previsão otimista do
>secretário é que a
instituição comece a funcionar em 2007. As universidades
>públicas,
principalmente as federais, serão convidadas a participar.
>
>Antes de definir o
projeto da universidade aberta, a secretaria quer
>observar os
resultados de dois programas: a formação de uma rede de
>pesquisadores de
educação a distância e a criação de consórcios com empresas
>estatais (como Banco
do Brasil e Petrobras) para formação de professores e
>de funcionários
públicos.
>
>A previsão é que os
600 pesquisadores comecem a ser selecionados, por meio
>de concurso, em junho. Os escolhidos
devem começar a trabalhar em 1º de
>setembro.
>
>Os resultados das
pesquisas serão utilizadas na formação dos consórcios. No
>dia 2 de maio, haverá
reunião da secretaria com o fórum de empresas estatais
>do país para acertar
o programa.
>
>Ainda não há
estimativa de quantos alunos a universidade aberta poderá
>atender. "Só de
professores sem diploma são um milhão de possíveis alunos",
>diz.
>
>Segundo a LDB (Lei de
Diretrizes e Bases da Educação Nacional), a partir de
>2007 não poderão ser contratados
professores sem curso de graduação.
>
>As universidades
abertas já funcionam em outros países. Na Inglaterra, por
>exemplo, conta com
cerca de 200 mil estudantes.
>
>Mota afirma que
praticamente todos os cursos de graduação podem ser
>oferecidos de forma
não-presencial. "Carreiras como medicina eu nunca vi em
>nenhum lugar do
mundo", afirma. "Para os outros, não há impedimento."
Ezequiel Theodoro da Silva - "A Internet é a melhor companheira dos professores"
Embora reconheça a exclusão digital da maior parte da população brasileira, o professor da Universidade do Contestado (SC) e da Unicamp Ezequiel Theodoro da Silva, 55 anos, reafirma a importância da rede mundial de computadores como "veículo de disseminação, socialização e democratização de informações"Coordenador do livro A leitura nos oceanos da internet (Cortez Editora), Ezequiel Theodoro valoriza a internet como instrumento imprescindível no cotidiano de alunos e educadores. "Ao lado das bibliotecas e livrarias, vejo a Internet como uma das melhores companheiras dos professores na atualidade", diz. Nesta entrevista, concedida ao Leia Brasil por correio eletrônico, Ezequiel Theodoro analisa as diferenças entre a leitura convencional e a leitura na internet e as dificuldades a serem superadas na interação entre o ser humano e a tela do computador. Por César Guerra Chevrand
Leia Brasil: Qual o perfil do brasileiro que lê e navega nos oceanos da internet?
Ezequiel Theodoro da Silva: Ainda que a nossa obra não tenha uma preocupação direta com os aspectos quantitativos de utilização ou manejo da INTERNET no Brasil, pesquisas mostram que a grande maioria dos usuários é jovem (abaixo dos 30 anos), oriunda de classes sociais melhor favorecidas economicamente. Cabe sempre lembrar que, no geral, apenas 5% a 7% da população brasileira está atualmente "internetada", mas esse quadro vem crescendo rapidamente de ano para ano. Esse quadro permite afirmar que vivemos uma realidade de exclusão digital no Brasil, ao lado de outras exclusões ainda piores.
LB: Quais as diferenças entre a leitura na internet e a leitura convencional?
ETS: As diferenças são de natureza diversa. Desde os aspectos ergonômicos (leitura na horizontal x leitura na vertical ou perpendicular) até aspectos de velocidade na abordagem dos textos. Importante ressaltar que o texto digital impõe a quem o lê um conjunto de competências específicas: "escanear" a página em várias direções, "hiperlinkar", minimizar, etc. Outrossim, dizemos que as páginas do livro são "viradas" pelo leitor, enquanto as páginas virtuais do computador são "desdobradas" pelo navegador. É claro que ainda existem as diferenças relacionadas aos suportes - o livro não precisa ser plugado na eletricidade e sem energia elétrica não existe possibilidade nenhuma de navegar e ler na Internet.
LB: A leitura na internet estimula a leitura de livros, jornais e revistas?
ETS: Não existem pesquisas sobre esse assunto no Brasil, mas o bom senso mostra que os mídia dialogam entre si e se reforçam mutuamente. Umberto Eco [escritor e ensaísta italiano], por exemplo, diz que determinadas formas de escrita, como a literatura, por exemplo, é muito cansativa de ser lida através do computador. Quer dizer, a Internet, enquanto uma grande junção de fontes e uma forma de comunicação, também apresenta as suas limitações. Num ônibus ou numa viagem de férias, mesmo com os "laptops" e "e-books", precisamos dos veículos impressos caso queiramos ler.
LB: Qual a importância de "e-mails", páginas pessoais e "blogs" [diários virtuais] em sua pesquisa?
ETS: Mostramos que essas configurações da linguagem virtual trouxeram de volta a necessidade do domínio e do manejo competentes da escrita (agora virtual, mas ainda "escrita"). Outrossim, num mundo tão violento como o nosso, essas formas de comunicação permitiram a formação de comunidades virtuais, o que pode, de certa forma, combater o isolamento e a solidão das pessoas. Junto às comunidades científicas, o "e-mail" (correio eletrônico) praticamente substituiu o correio tradicional e o telefone como forma de interação.
LB: Que dificuldades são apontadas para a leitura na internet?
ETS: O restrito acesso por um grande contingente de brasileiros, ainda que existam muitas promessas de superação desse problema; a crise econômica, que limita a aquisição de computadores e assinaturas de bons provedores de acesso; a preparação dos professores de ensino fundamental e médio para o uso da Internet bem como os recursos das escolas para fazer frente aos assentamento adequado dos equipamentos em seu espaço.
LB: Quais são os primeiros resultados dos livros lançados ou reproduzidos na rede mundial de computadores?
ETS: A Internet é um veículo de disseminação, socialização e democratização de informações. É um veículo "horizontal" em termos de poder mesmo porque não possui proprietários ou dirigentes para filtrar as informações disponibilizadas. Livros escritos à tradicional, sem respeitar as características específicas da linguagem virtual, estão fadados ao fracasso em termos de leitura, a menos que utilizados para "download" e impressão para serem lidos depois na página impressa e não a partir da tela. Sem dúvida que existem os chamados "livros digitais", próprios para serem fruídos na tela do computador, mas isto é uma outra história.
LB: A internet já influencia a formação de novos leitores ou escritores?
ETS: Não tenho dúvida que sim, e as pesquisas em andamento pelo Brasil estão mostrando isso.
LB: Como os leitores absorvem ou superam o excesso de expressões estrangeiras e neologismos? ETS: Em nosso livro não há uma resposta para essa pergunta; o que podemos afirmar é que as diferentes configurações verbais e até mesmo idiomas passam por um processo de transformação, uma mestiçagem ou simbiose contínua através da interpenetração de formas lingüísticas, estrangeirismos, neologismos, etc
LB: Como a internet pode ser aproveitada por professores e outros agentes de leitura?
ETS: Como uma das maiores e melhores fontes de informação do mundo contemporâneo. Além disso, através dos provedores de busca, como uma "bibliotecária" super atualizada e acionada ao clique do mouse, para buscar milhares de referências para a composição das aulas. Ao lado das bibliotecas e livrarias, vejo a Internet como uma das melhores companheiras dos professores na atualidade.
LB: Que sites de leitura o senhor sugere para estudantes e educadores?
ETS: Sugiro que eles próprios decidam por si, entrando com a palavra "leitura" no site www.google.com.br , Agorinha pouco entrei, fiz esse trabalho e encontrei a bagatela de "556.000" referências sobre o tópico leitura - eis aqui uma outra característica do leitor da Internet: saber buscar e selecionar as informações nos oceanos virtuais.
Li o artigo que vc enviou sobre Universidades abertas. Aqui na Paraíba está começando um curso de Especialização em EAD através do consorcio NEORI que vai oferecer cursos de graduação em Física, Química, Biologia e MAtemática á distância acompanhada por tutores, mas o curso é todo pela Internet.
Abraços Kennya
Falamos muito em vc no curso da MS, estamos visitando a sua turma. Saudades!!!
>From: "Mary Grace" <mary@...>
>Reply-To: vivenciapedagogica@...
>To: <vivenciapedagogica@...>
>Subject: [VP] projeto de universidade a distância
>Date: Sun, 17 Apr 2005 14:42:07 -0300
>
>
>
>
>
>
>
>16/04/2005 - 09h19
>
>Governo quer usar TV e apostila em projeto de universidade a distância
>
>FÁBIO TAKAHASHI
>da Folha de S. Paulo
>
>A Secretaria de Educação a Distância do Ministério da Educação (MEC)
>apresenta na segunda-feira o projeto de criação de uma universidade aberta
>no país. A idéia é oferecer educação a distância (sem presença física do
>estudante na sala de aula) preferencialmente a professores do ensino básico
>sem diploma de ensino superior ou a profissionais em busca de cursos de
>atualização.
>
>O projeto será apresentado pelo secretário Ronaldo Mota durante o seminário
>nacional da Abed (Associação Brasileira de Educação a Distância), em São
>Paulo.
>
>Segundo Mota, a universidade aberta deve utilizar a televisão no ensino, com
>apoio de apostilas --método semelhante ao Telecurso 2000, supletivo
>desenvolvido pela Fundação Roberto Marinho. "Quem tiver acesso à internet
>poderá utilizá-la", diz ele.
>
>Uma parte da carga horária será presencial. A previsão otimista do
>secretário é que a instituição comece a funcionar em 2007. As universidades
>públicas, principalmente as federais, serão convidadas a participar.
>
>Antes de definir o projeto da universidade aberta, a secretaria quer
>observar os resultados de dois programas: a formação de uma rede de
>pesquisadores de educação a distância e a criação de consórcios com empresas
>estatais (como Banco do Brasil e Petrobras) para formação de professores e
>de funcionários públicos.
>
>A previsão é que os 600 pesquisadores comecem a ser selecionados, por meio
>de concurso, em junho. Os escolhidos devem começar a trabalhar em 1º de
>setembro.
>
>Os resultados das pesquisas serão utilizadas na formação dos consórcios. No
>dia 2 de maio, haverá reunião da secretaria com o fórum de empresas estatais
>do país para acertar o programa.
>
>Ainda não há estimativa de quantos alunos a universidade aberta poderá
>atender. "Só de professores sem diploma são um milhão de possíveis alunos",
>diz.
>
>Segundo a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), a partir de
>2007 não poderão ser contratados professores sem curso de graduação.
>
>As universidades abertas já funcionam em outros países. Na Inglaterra, por
>exemplo, conta com cerca de 200 mil estudantes.
>
>Mota afirma que praticamente todos os cursos de graduação podem ser
>oferecidos de forma não-presencial. "Carreiras como medicina eu nunca vi em
>nenhum lugar do mundo", afirma. "Para os outros, não há impedimento."
>
>Especial
>
>* Leia
><http://search.folha.com.br/search?q=%22educa%E7%E3o+a+dist%E2ncia%22&site=o
>nline&src=redacao> o que já foi publicado sobre educação a distância
>
>
>
>
>
A ciência chega aos blogs Internet brasileira tem cada vez mais ’diários virtuais’ que abordam da biotecnologia à física quântica
Primeira página de alguns blogs de ciência: em sentido horário, Ciência em dia, Por dentro da ciência, Idéias antigas e It's equal but it's different. (imagens: reprodução)
Em tempos de compras, namoros e cursos pela internet, a divulgação científica busca novos caminhos para chegar ao seu público. Os blogs, páginas pessoais que funcionam como um diário virtual, vêm sendo utilizados por cada vez mais pesquisadores e jornalistas para disponibilizar as novidades na área da ciência ou simplesmente expressar suas opiniões sobre os mais variados temas.
Para seduzir sempre mais leitores, a linguagem utilizada é simples e acessível, embora os temas abordados sejam por vezes árduos e específicos: da biotecnologia à física quântica, há assunto para todos os gostos. O foco em uma determinada área do conhecimento, porém, não é regra entre os ‘blogueiros’ científicos.
O jornalista Marcelo Leite, colunista da Folha de São Paulo e criador do blog Ciência em dia, por exemplo, prefere fazer de sua página uma miscelânea. “A seleção dos temas que abordo é caótica, como a internet”, explica. “Visito vários sites e blogs que acho legais, além de revistas e boletins científicos. Dou atenção especial aos temas sobre ciência e sociedade, mas o critério básico é que o assunto permita uma abordagem improvável, diferente das do noticiário geral.”
Marcelo comenta os textos que encontra de forma descontraída e reproduz trechos de outros autores. Já Adilson de Oliveira, professor do Departamento de Física da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar), utiliza o blog Por dentro da ciência para oferecer seus artigos a um público diferente daquele que acessa o site AOL-Educação, onde seus textos são originalmente publicados.
“Considero a divulgação científica uma responsabilidade de quem trabalha com ciência e acho que blogs são um espaço novo para a divulgação de notícias e idéias”, conta. O pesquisador alerta, no entanto, para o conteúdo duvidoso de alguns sites. “O fato de uma informação estar publicada na internet não significa que esteja correta. Um dos grandes desafios da educação para o século 21 será formar indivíduos que tenham uma visão crítica sobre as informações que recebem”, aposta.
Quem visitar a página Idéias antigas entenderá do que ele está falando. O autor do blog, biólogo que prefere identificar-se como Paranthropus – seu gênero favorito de hominídeo – afirma não ter compromisso algum com os fatos. “Criei uma identidade secreta porque o blog é absolutamente pessoal”, revela. “Não o vejo como um veículo informativo, mas um local onde posso falar do que quiser.” A informalidade excessiva na linguagem, às vezes chula, e a falta de compromisso com a atualização da página refletem essa maneira de pensar.
Já Daniel Doro Ferrante, doutorando em Física pela Brown University (EUA) e autor da página It’s equal but it’s different, mistura comentários sobre sua vida pessoal e citação e comentários sobre artigos e temas científicos. “Creio que os blogs vão ajudar a diminuir a distância entre leitores e pesquisadores, criando até mesmo uma relação pessoal entre ambos”, especula.
Com vantagens como facilidade de publicação e custos mínimos de manutenção, os blogs poderão atingir um público amplo que revistas e outros veículos de divulgação científica ainda não conseguem alcançar. Além disso, nesses veículos a interação mais fácil com o leitor permite direcionar as informações de maneira precisa. Mas há ainda desafios pela frente, como a garantia de confiabilidade do conteúdo e a visibilidade no oceano de informações da internet. Em todo caso, a chegada dos blogsde ciência é muito bem-vinda e pode contribuir para aumentar a difusão da ciência na sociedade.
Catarina Chagas Especial para a CH On-line 18/04/05
Chegou o que faltava: MSN Acesso Grátis Instale Já!
Um outro artigo sobre a tríade Ciência, Tecnologia e Sociedade
[ ]s
Grace
Desafios da divulgação científica são tema de livros Lançamentos mapeiam o território pouco conhecido da interface entre ciência, tecnologia e sociedade
Análises e reflexões sobre a divulgação científica, seus impactos e dilemas são o tema de duas coletâneas de ensaios a serem lançadas em 13 de abril, durante o 4o Congresso Mundial de Centros de Ciência, que acontece no Rio de Janeiro até o dia 14. Os livros são os dois novos volumes da série "Terra Incógnita", que pretende mapear um território pouco conhecido: a interface que permeia as relações entre a ciência – sua produção, seu funcionamento e suas aplicações – e o público. O lançamento é uma iniciativa da Casa da Ciência/UFRJ, do Museu da Vida/Fiocruz e da Editora Vieira & Lent.
O pequeno cientista amador, organizado por Luisa Massarani, jornalista especializada em ciência, traz oito artigos escritos por autores de Brasil, México e Chile. Os ensaios discutem desafios e estratégias para inserir a ciência no mundo infantil, explorando a curiosidade das crianças para saber como as coisas funcionam e como é o mundo a sua volta. Um dos artigos, escrito por Guaracira Gouvêa, aborda a experiência da revista Ciência Hoje das Crianças e as práticas de leitura do público infantil.
Para Massarani, os divulgadores de ciência não têm trabalhado adequadamente essa capacidade. “Em geral, o conteúdo científico transmitido para crianças é de qualidade baixa e apresentado de forma inadequada. Não estimula a curiosidade nem a interatividade, de forma que as crianças possam participar do processo de aprendizado pela observação, pela experimentação, pelo questionamento permanente e colocando a mão na massa”, avalia a jornalista.
Ela aponta como exemplo os erros conceituais graves existentes em livros didáticos, uma das principais fontes de informações científicas, e a forma como eles apresentam a ciência, como algo desvinculado da vida cotidiana. A TV e as histórias em quadrinhos também não escapam dos deslizes. “Geralmente, a imagem transmitida é do cientista louco, descuidado, de jaleco, de sexo masculino e cujo trabalho é inventar ‘coisas’ totalmente desarticuladas da realidade”, avalia a jornalista.
O segundo livro a ser lançado – Terra Incógnita – procura explorar melhor o território pouco conhecido da interface entre ciência e público, tema que ganhou atenção especial nos últimos anos. Organizado por Ildeu de Castro Moreira, Jon Turney e Luisa Massarani, o volume reúne 13 artigos escritos por alguns dos principais autores no campo da comunicação científica, vindos dos Estados Unidos, Canadá e Europa. Entre eles, estão nomes como Brian Wynne, Jeanne Fahnestock e Jean-Marc Lévy-Leblond.
Alguns ensaios abordam a questões conceituais sobre a cultura científica ou aos distintos contextos nos quais o conhecimento científico está inserido. Outros analisam as relações entre atores importantes na divulgação científica (como cientistas e jornalistas) e o tratamento que a mídia confere às incertezas e riscos da ciência.
O artigo que abre a série de reflexões é de John Durant, que dirige atualmente o museu do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), além de editar a revista Public Understanding of Science. Durant analisa o que há por trás de expressões como “a compreensão pública da ciência”, na Inglaterra, “cultura científica”, na França, e “alfabetização científica“, nos EUA.
Os dois livros são, respectivamente, o terceiro e o quarto volume da série “Terra Incógnita”. Ambos serão lançados no dia 13 de abril, entre 16h30 e 18h30, no Riocentro, onde se realiza o 4º Congresso Mundial de Centros de Ciência.
O pequeno cientista amador - a divulgação científica e o público infantil Luisa Massarani (org.) 93 páginas – R$ 20,00
Terra incógnita - a interface entre ciência e público Luisa Massarani, Jon Turney e Ildeu de Castro Moreira (org.) 256 páginas – R$ 27,00
Casa da Ciência/UFRJ, Museu da Vida/Fiocruz e Editora Vieira & Lent Rio de Janeiro, 2005
De:
vivenciapedagogica@...
[mailto:vivenciapedagogica@...] Em nome de Grace
Luciana Pereira Enviada em: sábado, 23 de abril de
2005 16:10 Para:
vivenciapedagogica@... Assunto: [VP] blog e ciência
Pessoal,
Segue uma matéria
interessante sobre blog
[ ]s
Grace
A ciência chega aos blogs Internet brasileira tem cada vez mais
’diários virtuais’ que abordam da biotecnologia à física quântica
Primeira página de alguns blogs de ciência: em
sentido horário, Ciência em dia,
Por dentro da ciência, Idéias antigas e It's equal but it's different.
(imagens: reprodução)
Em tempos de compras,
namoros e cursos pela internet, a divulgação científica busca novos caminhos
para chegar ao seu público. Os blogs, páginas pessoais que funcionam como um
diário virtual, vêm sendo utilizados por cada vez mais pesquisadores e jornalistas
para disponibilizar as novidades na área da ciência ou simplesmente expressar
suas opiniões sobre os mais variados temas.
Para seduzir sempre mais
leitores, a linguagem utilizada é simples e acessível, embora os temas
abordados sejam por vezes árduos e específicos: da biotecnologia à física
quântica, há assunto para todos os gostos. O foco em uma determinada área do
conhecimento, porém, não é regra entre os ‘blogueiros’ científicos.
O jornalista Marcelo
Leite, colunista da Folha de São Paulo
e criador do blog Ciência em dia, por exemplo,
prefere fazer de sua página uma miscelânea. “A seleção dos temas que
abordo é caótica, como a internet”, explica. “Visito vários sites e
blogs que acho legais, além de revistas e boletins científicos. Dou atenção
especial aos temas sobre ciência e sociedade, mas o critério básico é que o
assunto permita uma abordagem improvável, diferente das do noticiário
geral.”
Marcelo comenta os textos
que encontra de forma descontraída e reproduz trechos de outros autores. Já
Adilson de Oliveira, professor do Departamento de Física da Universidade
Federal de São Carlos (Ufscar), utiliza o blog Por dentro da ciência
para oferecer seus artigos a um público diferente daquele que acessa o site
AOL-Educação, onde seus textos são originalmente publicados.
“Considero a
divulgação científica uma responsabilidade de quem trabalha com ciência e acho
que blogs são um espaço novo para a divulgação de notícias e idéias”,
conta. O pesquisador alerta, no entanto, para o conteúdo duvidoso de alguns
sites. “O fato de uma informação estar publicada na internet não
significa que esteja correta. Um dos grandes desafios da educação para o século
21 será formar indivíduos que tenham uma visão crítica sobre as informações que
recebem”, aposta.
Quem visitar a página Idéias antigas
entenderá do que ele está falando. O autor do blog, biólogo que prefere
identificar-se como Paranthropus – seu gênero favorito de hominídeo
– afirma não ter compromisso algum com os fatos. “Criei uma
identidade secreta porque o blog é absolutamente pessoal”, revela. “Não
o vejo como um veículo informativo, mas um local onde posso falar do que
quiser.” A informalidade excessiva na linguagem, às vezes chula, e a
falta de compromisso com a atualização da página refletem essa maneira de
pensar.
Já Daniel Doro Ferrante,
doutorando em Física pela Brown University (EUA) e autor da página It’s equal
but it’s different, mistura comentários
sobre sua vida pessoal e citação e comentários sobre artigos e temas
científicos. “Creio que os blogs vão ajudar a diminuir a distância entre
leitores e pesquisadores, criando até mesmo uma relação pessoal entre
ambos”, especula.
Com vantagens como
facilidade de publicação e custos mínimos de manutenção, os blogs poderão
atingir um público amplo que revistas e outros veículos de divulgação
científica ainda não conseguem alcançar. Além disso, nesses veículos a
interação mais fácil com o leitor permite direcionar as informações de maneira
precisa. Mas há ainda desafios pela frente, como a garantia de confiabilidade
do conteúdo e a visibilidade no oceano de informações da internet. Em todo
caso, a chegada dos blogsde
ciência é muito bem-vinda e pode contribuir para aumentar a difusão da ciência
na sociedade.
Catarina Chagas
Especial para a CH On-line
18/04/05
Chegou o que faltava: MSN
Acesso Grátis Instale
Já!
Olá Grace e pessoal do grupo,
bacana mesmo este artigo com a sinopse dos dois livros. Estou ministrando
aulas de Metodologia Científica na Pós Graduação da Universidade Braz
Cubas, em Mogi para alunas de Psicopedagogia, Educação Infantil e Educação
Especial e vai ser muito útil utilizar a contribuição desta mensagem.
Especialmente porque estamos montando um grupo de discussão e, algumas
pessoas se mostraram receiosas quanto ao uso da tecnologia em nosso curso,
algumas alegaram não ter e-mail e não saber mexer com a máquina na
internet (que pertence a seus filhos) e lancei o desafio de aprenderem com
seus filhos (de até 12 anos!) a operar a máquina na internet.
Vejam: em pleno curso de pós graduação, mexendo com ciência e pesquisa,
algumas pessoas ainda não estão concatenadas com a Sociedade da Informação
e ainda não se atrevem a divulgar sua pesquisa na rede... Controvérsias da
ciência educativa ou mito para com a telemática?
Um forte abraço,
Obrigada,
Marilene Lima
-------- Mensagem Original --------
>Assunto: [VP] =?iso-8859-1?B?Q2nqbmNpYQ==?=
>Remetente: "Grace Luciana Pereira" <gracelup@...>
>Data: Sáb, 23 de Abril de 2005, 16:15
>
>
>
>
>
> Pessoal,
> Um outro artigo sobre a tríade Ciência, Tecnologia e Sociedade
>
> [ ]s
> Grace
>
>
> Desafios da divulgação científica são tema de livrosLançamentos mapeiam
> o território pouco conhecido da interface entre ciência, tecnologia e
> sociedade
>
> Análises e reflexões sobre a divulgação científica, seus impactos e
> dilemas são o tema de duas coletâneas de ensaios a serem lançadas em 13
> de abril, durante o 4o Congresso Mundial de Centros de Ciência, que
> acontece no Rio de Janeiro até o dia 14. Os livros são os dois novos
> volumes da série "Terra Incógnita", que pretende mapear um território
> pouco conhecido: a interface que permeia as relações entre a ciência –
> sua produção, seu funcionamento e suas aplicações – e o público. O
> lançamento é uma iniciativa da Casa da Ciência/UFRJ, do Museu da
> Vida/Fiocruz e da Editora Vieira & Lent.
> O pequeno cientista amador, organizado por Luisa Massarani, jornalista
> especializada em ciência, traz oito artigos escritos por autores de
> Brasil, México e Chile. Os ensaios discutem desafios e estratégias para
> inserir a ciência no mundo infantil, explorando a curiosidade das
> crianças para saber como as coisas funcionam e como é o mundo a sua
> volta. Um dos artigos, escrito por Guaracira Gouvêa, aborda a
> experiência da revista Ciência Hoje das Crianças e as práticas de
> leitura do público infantil.
> Para Massarani, os divulgadores de ciência não têm trabalhado
> adequadamente essa capacidade. “Em geral, o conteúdo científico
> transmitido para crianças é de qualidade baixa e apresentado de forma
> inadequada. Não estimula a curiosidade nem a interatividade, de forma
> que as crianças possam participar do processo de aprendizado pela
> observação, pela experimentação, pelo questionamento permanente e
> colocando a mão na massa”, avalia a jornalista.
> Ela aponta como exemplo os erros conceituais graves existentes em livros
> didáticos, uma das principais fontes de informações científicas, e a
> forma como eles apresentam a ciência, como algo desvinculado da vida
> cotidiana. A TV e as histórias em quadrinhos também não escapam dos
> deslizes. “Geralmente, a imagem transmitida é do cientista louco,
> descuidado, de jaleco, de sexo masculino e cujo trabalho é inventar
> ‘coisas’ totalmente desarticuladas da realidade”, avalia a jornalista.
>
> O segundo livro a ser lançado – Terra Incógnita – procura explorar
> melhor o território pouco conhecido da interface entre ciência e
> público, tema que ganhou atenção especial nos últimos anos. Organizado
> por Ildeu de Castro Moreira, Jon Turney e Luisa Massarani, o volume
> reúne 13 artigos escritos por alguns dos principais autores no campo da
> comunicação científica, vindos dos Estados Unidos, Canadá e Europa.
> Entre eles, estão nomes como Brian Wynne, Jeanne Fahnestock e Jean-Marc
> Lévy-Leblond.
> Alguns ensaios abordam a questões conceituais sobre a cultura científica
> ou aos distintos contextos nos quais o conhecimento científico está
> inserido. Outros analisam as relações entre atores importantes na
> divulgação científica (como cientistas e jornalistas) e o tratamento que
> a mídia confere às incertezas e riscos da ciência. O artigo que abre a
> série de reflexões é de John Durant, que dirige atualmente o museu do
> Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), além de editar a revista
> Public Understanding of Science. Durant analisa o que há por trás de
> expressões como “a compreensão pública da ciência”, na Inglaterra,
> “cultura científica”, na França, e “alfabetização científica“, nos EUA.
> Os dois livros são, respectivamente, o terceiro e o quarto volume da
> série “Terra Incógnita”. Ambos serão lançados no dia 13 de abril, entre
> 16h30 e 18h30, no Riocentro, onde se realiza o 4º Congresso Mundial de
> Centros de Ciência.
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
> O pequeno cientista amador - a divulgação científicae o público
> infantilLuisa Massarani (org.)93 páginas – R$ 20,00
>
> Terra incógnita - a interface entre ciência e públicoLuisa Massarani,
> Jon Turney e Ildeu de Castro Moreira (org.)256 páginas – R$ 27,00
>
>
> Casa da Ciência/UFRJ, Museu da Vida/Fiocruz e Editora Vieira &
> LentRio de Janeiro, 2005 Carla AlmeidaJornal da Ciência12/04/05MSN
> Messenger: converse com os seus amigos online. Instale grátis. Clique
> aqui.
>
>
> www.vivenciapedagogica.com.br
>
>
>
>
>
>
>
>
>
> Yahoo! Grupos, um serviço oferecido por:
>
>
>
> PUBLICIDADE
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
> Links do Yahoo! Grupos
>
> Para visitar o site do seu grupo na web,
> acesse:http://br.groups.yahoo.com/group/vivenciapedagogica/ Para
> sair deste grupo, envie um e-mail
> para:vivenciapedagogica-unsubscribe@... O uso que
> você faz do Yahoo! Grupos está sujeito aos Termos do Serviço do Yahoo!.
--------------------------------------------------
Email Plus Estadão
Agora você pode ter mais ferramentas e espaço para
armazenar seus emails.
http://www.estadao.com.br/webmail/pago/
--------------------------------------------------
Concordo com vc, que é o exemplo vivo e
prático de tudo isso que diz, pois percebi isso logo quando a conheci ...
Gostaria que vc comentasse aqui com o
grupo sobre a pós-graduação que está fazendo, à distância e também divulgasse
as suas produções de WebQuest com mapas conceituais, pois quando você me
mostrou, achei bem interessante.
De:
vivenciapedagogica@...
[mailto:vivenciapedagogica@...] Em nome de livia lage Enviada em: terça-feira, 19 de
abril de 2005 15:56 Para:
vivenciapedagogica@... Assunto: [VP] Que bom!
Fiquei feliz de ser lembrada,é muito importante!
Qto a Informática Educativa está crescendo cada dia mais.
As pessoas estão se aperfeiçoando, buscando melhor desenvolvimento
para si e para seu alunado.
Estão percebendo que a tecnologia está em todo lugar e não dá para
ficar parado e fingindo que nada mundou.
Hoje temos um bom acervo de Curtas nacionais disponíveis na Internet. Estou fazendo um levantamento do uso desse material disponível na net como ferramenta educativa. Alguém já utilizou para discussão de algum tema em sala de aula?
E em VHS ou DVD, alguém já teve alguma experiência com Curtas em sala de aula? Como foi?