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#14 De: "Mary Grace" <mary_grace@...>
Data: Dom, 3 de Abr de 2005 2:50 pm
Assunto: Recursos do Grupos
prof_mary_grace
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Oi Pessoal,

 

Peço desculpas pela minha atuação na lista, estou um pouco enrolada de trabalhos nestes últimos dias e tenho encontrado dificuldades em administrar melhor o tempo.

Também estou aguardando a chegada de outros membros que encontraram problemas durante a inscrição, mas creio que até o final da semana ficará tudo ok.

O nosso ambiente tem vários recursos e todos podem ser utilizados pelos membros:

·  Fotos: há uma pasta para fotos de membros do grupo, alguns já colocaram, mas é interressante termos de todos

·  Profile: Cada membro cadastrado ganha um espaço para editar o seu Profile, colocar foto e contar um pouco sobre o que faz, suas preferências, sites, etc

·  Links: Eu criei algumas pastas, mas o ideal é que todos contribuam indicando sites legais

 

Bjs

 

Mary Grace

 


#15 De: "Helder Donda" <helderdonda@...>
Data: Seg, 4 de Abr de 2005 10:26 am
Assunto: Outra Galeria em meu site
helderdonda@...
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Bom dia,

 

Disponibilizei ontem mais um galeria de atividades pedagógicas integradas às Novas Tecnologias com 8 atividades, totalizando agora 32 atividades desenvolvidas em meu NIE (Núcleo de Informática Educacional).

 

Também acrescentei no link “Cursos” mais detalhes sobre o conteúdo de cada um dos cursos que ministro.

 

O link do meu site é: http://www.helderdonda.cjb.net

 

 

Att.

Helder Donda Ferreira

Consultor em Novas Tecnologias da Educação

Fone: (17) 9713-0744 / 210-2044


#16 De: "rubia armelini" <rubiaarmelini@...>
Data: Ter, 5 de Abr de 2005 5:52 pm
Assunto: primeiro e-mail
ferraz_intel
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Teste



Chegou o que faltava: MSN Acesso Grátis Instale Já!

#17 De: "Fernando" <garciaeduc@...>
Data: Ter, 5 de Abr de 2005 9:50 pm
Assunto: Re: [VP] primeiro e-mail
garciaedc2004
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Olá Rubia...seu teste funcionou
 
 
fernando
----- Original Message -----
Sent: Tuesday, April 05, 2005 2:52 PM
Subject: [VP] primeiro e-mail

Teste



Chegou o que faltava: MSN Acesso Grátis Instale Já!

www.vivenciapedagogica.com.br




#18 De: "Mary Grace" <mary_grace@...>
Data: Qua, 6 de Abr de 2005 5:37 pm
Assunto: Robôs e Robótica
prof_mary_grace
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Pessoal,

 

Eu assisti o filme “Robôs”, como sempre com aquele olhar de educadora... rss

Gostei  dos valores que o filme trata, sendo que o principal é “Não importa do que você é feito, você pode brilhar”, pois possibilita diversas reflexões tanto sobre classe social, preconceito e consumo quanto incentivando as crianças a lutarem por seus próprios sonhos.

O  filme também aborda a questão da criatividade e resolução de conflitos, algo importante para o trabalho com robótica. Há robôs dos mais variados tipos e com funções diferentes o que poderia inspirar uma bela criação...

O game abaixo, também me interessou, quem sabe tenhamos em breve uma versão acessível em português? Aí sim faríamos o trabalho completo!!!

[]s

Mary Grace

 

05/04/2005 - 11h52

No game Robôs, usuário controla herói dos cinemas Rodney Lataria

 

da Folha Online

No game para PCs Robôs, baseado no filme de animação da 20th Century Fox, o usuário controla Rodney Lataria, personagem principal do longa.

Divulgação

O herói do jogo entra em ação depois deixar sua cidade natal, Rebites, e partir para a cidade grande, Robópolis. Nesse lugar desconhecido, Rodney Lataria pretende alcançar o sucesso com uma invenção que pode, além de outras coisas, ajudar robôs na hora de lavar a louça.

Para isso, no entanto, ele terá de vencer o maléfico robô Dom Aço, que pretende dar um fim às máquinas velhas.

Rodney terá, muitas vezes, de cruzar a cidade em alta velocidade para evitar que seus amigos virem sucata. Para isso ele conta com um sistema de transporte rápido que, segundo a desenvolvedora do game, é uma das principais atrações do software.

Em outas situações, ele precisará adquirir peças de máquinas e curiosas engenhocas pelos arredores de Robópolis, para depois utilizá-las contra os inimigos.

Cada upgrade --conquistado com uma vitória-- garante ao herói novas habilidades e disponibiliza novas funções para que ele consiga vencer Dom Aço.

O jogo da Vivendi Universal Games está disponível somente em inglês, mas seu manual é em português. O preço sugerido é de R$ 39.


#19 De: "Mary Grace" <mary-grace@...>
Data: Qua, 6 de Abr de 2005 8:22 pm
Assunto: Pesquisa na Web
prof_mary_grace
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Pessoal,

 

Vejam que legal... esta nova possibilidade de pesquisa: http://yagoohoogle.com/

 

Bjs

 

Mary Grace


#20 De: "roseben" <roseben@...>
Data: Qui, 7 de Abr de 2005 12:26 am
Assunto: Re:[VP] Robôs e Robótica
roseben@...
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Legal Mary!

Assistirei este filme.

Rose

 

 

Pessoal,

 

Eu assisti o filme “Robôs”, como sempre com aquele olhar de educadora... rss

Gostei  dos valores que o filme trata, sendo que o principal é “Não importa do que você é feito, você pode brilhar”, pois possibilita diversas reflexões tanto sobre classe social, preconceito e consumo quanto incentivando as crianças a lutarem por seus próprios sonhos.

O  filme também aborda a questão da criatividade e resolução de conflitos, algo importante para o trabalho com robótica. Há robôs dos mais variados tipos e com funções diferentes o que poderia inspirar uma bela criação...

O game abaixo, também me interessou, quem sabe tenhamos em breve uma versão acessível em português? Aí sim faríamos o trabalho completo!!!

[]s

Mary Grace

 

05/04/2005 - 11h52

No game Robôs, usuário controla herói dos cinemas Rodney Lataria

 

da Folha Online

No game para PCs Robôs, baseado no filme de animação da 20th Century Fox, o usuário controla Rodney Lataria, personagem principal do longa.

Divulgação

O herói do jogo entra em ação depois deixar sua cidade natal, Rebites, e partir para a cidade grande, Robópolis. Nesse lugar desconhecido, Rodney Lataria pretende alcançar o sucesso com uma invenção que pode, além de outras coisas, ajudar robôs na hora de lavar a louça.

Para isso, no entanto, ele terá de vencer o maléfico robô Dom Aço, que pretende dar um fim às máquinas velhas.

Rodney terá, muitas vezes, de cruzar a cidade em alta velocidade para evitar que seus amigos virem sucata. Para isso ele conta com um sistema de transporte rápido que, segundo a desenvolvedora do game, é uma das principais atrações do software.

Em outas situações, ele precisará adquirir peças de máquinas e curiosas engenhocas pelos arredores de Robópolis, para depois utilizá-las contra os inimigos.

Cada upgrade --conquistado com uma vitória-- garante ao herói novas habilidades e disponibiliza novas funções para que ele consiga vencer Dom Aço.

O jogo da Vivendi Universal Games está disponível somente em inglês, mas seu manual é em português. O preço sugerido é de R$ 39.



www.vivenciapedagogica.com.br




#21 De: "Mary Grace" <mary@...>
Data: Qui, 7 de Abr de 2005 5:06 am
Assunto: RES: Mais sobre robôs...
prof_mary_grace
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Essa eu encontrei agora, lendo os feeds da Folha pelo Thunderbird.

Também sobre robôs na educação. Pena que não é aqui...

Bjs

Mary Grace

 

06/04/2005 - 13h38

Robô ajuda professores durante aulas interativas no Japão

>

da Folha Online

Professores japoneses contam com a ajuda do robô Asimo (Estágio Avançado em Mobilidade Inovativa, na sigla em inglês), produzido pela Honda, para mostrar na prática alguns conceitos ensinados a seus alunos --a interação com a máquina é voltada para crianças.

AP

Em um museu de Tóquio, o humanóide mostrou aos estudantes presentes o que era equilíbrio, enquanto movimentava seu corpo sobre uma plataforma também em movimento. Um boneco de madeira posicionado ao lado do Asimo caiu durante a apresentação.

A professora também explicou para os alunos como calcanhar e ponta dos pés dividem o peso do corpo durante uma caminhada. Para mostrar isso na prática, fez com que o robô andasse bem devagar.

O Asimo ficará em museus para que escolas possam levar os alunos até o local, criando aulas interativas.

"Adultos precisam se esforçar para fazer com que o aprendizado seja mais interessante", afirmou Mamoru Mohri, responsável pelo Museu Nacional de Ciência e Inovação, em Tóquio.

Com agências internacionais

Leia mais

·  Robôs participam de Campeonato Europeu de Futebol na Holanda

·  Robô que desvia de obstáculos poderá "trabalhar" em empresas


#22 De: Liceu Cearte - Escola de Informática <liceucteeic2000@...>
Data: Qui, 7 de Abr de 2005 2:49 pm
Assunto: Chá-ChaT 08/04 - sexta-feira - 16:00hs
liceucteeic2000@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Explosão populacional dos grandes centros.
Insegurança, violência, desamor na sociedade.
Pressões externas vindas da família, do meio social, do trabalho da escola ou do meio ambiente.
Necessidade de se adaptar as responsabilidades e obrigações crescentes.
Crítica e auto-crítica; dificuldades fisiológicas e psicológicas.
 
"A vulnerabilidade individual e a capacidade de adaptação são muito importantes na ocorrência e na gravidade das reações ao processo de "Estresse”. O que é o estresse? “não há uma definição na área da patologia medica que defina o estresse, mas de acordo ao dicionário: - o conjunto de reações do organismo a agressões de ordem física, psíquica, infecciosa, e outras capazes de perturbar a homeostase” (equilíbrio)”.
Será que o estresse é uma doença?
E se é doença é psicológica ou física?
E se não é psicológica, nem física, por que a gente tem até dor?
E em que momento ele se apresenta na nossa vida?
E se o estresse for uma doença pode matar?
Será que existe cura?
Será que existe tratamento?

Vamos discutir esta história e o conceito deste mal que assola o mundo moderno - o “estresse”.

A sua presença é importante para discussão desse assunto.

Venha, não nos deixe estressados, sentindo falta de você. 

Estresse, doença do mundo moderno.

 

Este é o tema do Chá-ChaT desta sexta-feira dia 08 de abril às 16:00hs.

 

Chá-ChaT

  1. http://eicliceu.sites.uol.com.br/redepelo
  2. Clique em "Chá-Chat
  3. Clique em "PARTICIPE"
  4. Escolha a nossa sala "Chá-Chat"
  5. Clique em "ENTRAR"
  6. Digite o código fornecido
  7. Digite seu nome ou apelido
  8. Escolha a cor de seu nome ou apelido
  9. Clique em entrar 

                    ou

  1. www.uol.com.br
  2. Clique em "Bate-papo UOL"
  3. Clique em "Salas abertas por assinantes"
  4. Escolha seção "TEMA LIVRE"
  5. Escolha a nossa sala "Chá-Chat"
  6. Clique em "ENTRAR"
  7. Digite o código fornecido
  8. Digite seu nome ou apelido
  9. Escolha a cor de seu nome ou apelido
  10. Clique em entrar 

Se vocês quiserem saber mais sobre o tema que iremos discutir, indicamos os sites abaixo:

http://www.estressenotransito.hpg.ig.com.br/estres.htm

http://www.marcelomarcia.na-web.net/estresse.html

http://www.psiqweb.med.br/cursos/stress3.html

http://www.corpohumano.hpg.ig.com.br/abr2003/stress.html

http://www.saudenainternet.com.br/menssana/menssana_09.shtml

http://www.refletir.com/artman/publish/printer_279.shtml

 

Beijos de dois seres humanos um são, e a outra, buscando ficar.

 

Rita Sampaio e Rafael Pereira
liceueic@...
eicliceu@...
liceucteeic2000@...
Fone:(0xx71)3321-9159; ramal 258


#23 De: isvr <isvr@...>
Data: Qui, 7 de Abr de 2005 4:58 pm
Assunto: Novidades MSN
isvr2002
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MSN Messenger 7.0 Final

  MSN Messenger 7.0 FINAL!
A Microsoft acaba de liberar a versão final do MSN Messenger 7, sem bugs e
com novidades interessantes, são novos Wikis, a imagem de exibição é
mostrada ao lado do nome do usuário na tela principal do Messenger, ficou
mais fácil inserir as frases personalizadas que todo mundo gosta de usar ao
lado do seu nome e principalmente, os bugs existentes na versão Beta foram
corrigidos.

Como são feitos mais de 80 mil downloads da versão Beta no Baixaki todas as
semanas, achamos que você gostaria baixar a novidade em primeira mão.

Clique aqui para ir até o Baixaki para ler mais e baixar a nova versão.

Atenção:
O Baixaki nunca envia e-mails com links diretos para download, sempre
mandamos links para o nosso site: http://baixaki.ig.com.br/, assim você pode
ficar tranqüilo e ter certeza de que está fazendo o download de uma fonte
confiável.

#24 De: Liceu Cearte - Escola de Informática <liceucteeic2000@...>
Data: Qui, 14 de Abr de 2005 2:04 pm
Assunto: Chá-ChaT 15/04 - sexta-feira - 16:00hs
liceucteeic2000@...
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Desde que nascemos, temos  a necessidade e o desejo de estarmos juntos, nos relacionarmos... de amar e nos sentirmos amados...
Isto é natural, somos humanos.
E hoje na nossa sociedade, também é "natural" ficar, namorar e ainda é (?) casar.
 
Hoje normalmente, ouvimos estas frases:
Saí pra uma festa e peguei 5 gatas...
Aí que gostosinho... vou pegar aquele gatinho do 3º ano...
Pô cara, será que ela quer ficar comigo??
 
Ou ainda:
Fazem 3 meses que "fico" só com ela... será que devo namorar ou já estou namorando?
Ô mano, gosto muito dela, não tenho "tes..." em mais ninguém. Será que ela quer namorar comigo?
Pôxa Sandrinha, ele já fica comigo tem quase 5 meses, mas sinceramente não sei se posso dizer que é namoro.
 
E as vezes, também:
Namoro tem três anos, será que já é hora de ficar noivo e casar?
Qual é cara, casamento é muito sério... será que eu consigo encarar?
Ele disse que queria falar com meu pai. Não me imagino casada com ele... mas amo muito e morro de "tes...",  o que eu faço?
Eu queria sair de casa, ter minha própria liberdade, minha casa... mas esta coisa de casar??? Sei não??? Já temos 5 anos de namoro, mas sei não?????
 
Será que existe alguma diferença entre ficar, namorar ou casar?
Muitas vezes tudo começa com um simples ficar, vira um namoro e depois até pode chegar a um casamento...
Só que muitos "encontros", não passam do "ficar"...
Nos tempos de hoje quais são os caminhos para satisfazermos a nossa necessidade e desejo de estar junto?
O amar e ser amado tem formas diferentes de existir?
Qual a diferença entre os caminhos que no fim, simplesmente levam à união de duas vidas? 
O que caracteriza cada um destes caminhos e para meu momento atual qual o melhor?

 

Ficar, Namorar ou Casar?

 

Este é o tema do Chá-ChaT desta sexta-feira dia 15 de abril às 16:00hs.

 

Chá-ChaT

  1. http://eicliceu.sites.uol.com.br/redepelo
  2. Clique em "Chá-Chat
  3. Clique em "PARTICIPE"
  4. Escolha a nossa sala "Chá-Chat"
  5. Clique em "ENTRAR"
  6. Digite o código fornecido
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  8. Escolha a cor de seu nome ou apelido
  9. Clique em entrar 

                    ou

  1. www.uol.com.br
  2. Clique em "Bate-papo UOL"
  3. Clique em "Salas abertas por assinantes"
  4. Escolha seção "TEMA LIVRE"
  5. Escolha a nossa sala "Chá-Chat"
  6. Clique em "ENTRAR"
  7. Digite o código fornecido
  8. Digite seu nome ou apelido
  9. Escolha a cor de seu nome ou apelido
  10. Clique em entrar 

Se vocês quiserem saber mais sobre o tema que iremos discutir, indicamos os sites abaixo:

 

http://www.educacaomoral.hpg.ig.com.br/aprende/aprende10.htm

http://nagalera.cidadeinternet.com.br/paposerio/tee_ficar.php

http://www.guiadobuscador.com.br/gera.php?cod=402

http://www.belladasemana.com.br/colunas/paquera_traicao.php

http://www.familia-relacionamento.com.br/textos/entendendo_as_familias2.htm

 

Beijos de duas vidas, enternamente enamoradas pela vida.

 

Joelson Soares e Rita Sampaio
liceueic@...
eicliceu@...
liceucteeic2000@...
Fone:(0xx71)3321-9159; ramal 258


#25 De: "Mary Grace" <mary_grace@...>
Data: Sáb, 16 de Abr de 2005 5:11 pm
Assunto: Chamada para Trabalhos do II Congresso de Tecnologia Educacional.
prof_mary_grace
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Pessoal,

 

A programação deste evento também já está disponível

 

[]s

Mary Grace

 

 


#26 De: "Mary Grace" <mary_grace@...>
Data: Sáb, 16 de Abr de 2005 10:29 pm
Assunto: InfoProf - sem condições
prof_mary_grace
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Pessoal,

 

O espaço do InfoProf está sem condições atualmente.

Não consigo moderar direito as mensagens e aceitar novos membros e houve modificações no espaço de links favoritos, enquetes e assinaturas (atualmente não estão acessíveis nem à moderação)

Peço que, como todos os assinantes do InfoProf já estão na lista do Yahoo, enviem mensagens apenas para vivenciapedagogica@... , pois facilitará bastante para todos.

Outra coisa: estou refazendo os links favoritos que tínhamos no InfoProf, só que terei que lembrar de cabeça, pois não tenho mais acesso aos links pelo grupos. Já refiz alguns do espaço Tecnologia Educacional/WebQuest . Se tiverem sugestões de bons sites e boas WebQuests (que realmente sejam bem elaboradas e sigam o padrão de WQ) adicionem nestes espaços pois facilitarão a nossa consulta.

No espaço de fotos, 9 membros já colocaram. Eu acho isso bem importante e interessante, pois quando alguém envia uma mensagem ficamos imaginando como é esta pessoa e a foto ajuda um pouco.

No meu caso, durante estes dias, conheci muitas pessoas presencialmente que já tinham contato virtual comigo pelo Orkut ou pelas listas que assino, mesmo com a foto, a sensação de ver pela primeira vez um conhecido “virtual” é bem interessante.

 

Bjs e bom final de semana a todos!

Mary Grace


#27 De: "Mary Grace" <mary_grace@...>
Data: Dom, 17 de Abr de 2005 5:40 pm
Assunto: Quem não tem e-mail é sub-cidadão
prof_mary_grace
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Da folha de SP do dia 05/04

[]s

Mary Grace

 

 

05/04/2005

Quem não tem e-mail é sub-cidadão

Pesquisa Datafolha informa que, neste ano, cerca de 25 milhões de brasileiros acima de 16 anos já acessam a internet. Não é pouca coisa, levando em conta que a população brasileira é de 180 milhões de habitantes, dos quais uma expressiva parcela é de pobres, analfabetos ou semi-analfabetos.

A linha da exclusão social pode ser medida também pelos com ou sem-mail. Isso porque ter ou não acesso à Internet define a capacidade de o indivíduo protestar ou se posicionar diretamente com o poder público e privado. É um jeito de chegar direto, sem intermediários, ao deputado ou senador, por exemplo.

Por isso, um dos atentados contra a cidadania brasileira é, até agora, não terem usado um único dos R$ 4 bilhões arrecadados dos usuários das telecomunicações para promover inclusão digital. É um absurdo nos mais diferentes sentidos. Abuso pela mentira pública (pegar um dinheiro e não usar); abuso porque educação deveria ser a prioridade das prioridades no país.

Comentários desta coluna estão no www.dimenstein.com.br.

Gilberto Dimenstein é colunista e membro do Conselho Editorial da Folha. Escreve para a Folha Online às terças

E-mail: palavradoleitor@...
Internet: veja o site Jornalismo Comunitário

 


#28 De: "Mary Grace" <mary@...>
Data: Dom, 17 de Abr de 2005 5:42 pm
Assunto: projeto de universidade a distância
prof_mary_grace
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16/04/2005 - 09h19

Governo quer usar TV e apostila em projeto de universidade a distância

FÁBIO TAKAHASHI
da Folha de S. Paulo

A Secretaria de Educação a Distância do Ministério da Educação (MEC) apresenta na segunda-feira o projeto de criação de uma universidade aberta no país. A idéia é oferecer educação a distância (sem presença física do estudante na sala de aula) preferencialmente a professores do ensino básico sem diploma de ensino superior ou a profissionais em busca de cursos de atualização.

O projeto será apresentado pelo secretário Ronaldo Mota durante o seminário nacional da Abed (Associação Brasileira de Educação a Distância), em São Paulo.

Segundo Mota, a universidade aberta deve utilizar a televisão no ensino, com apoio de apostilas --método semelhante ao Telecurso 2000, supletivo desenvolvido pela Fundação Roberto Marinho. "Quem tiver acesso à internet poderá utilizá-la", diz ele.

Uma parte da carga horária será presencial. A previsão otimista do secretário é que a instituição comece a funcionar em 2007. As universidades públicas, principalmente as federais, serão convidadas a participar.

Antes de definir o projeto da universidade aberta, a secretaria quer observar os resultados de dois programas: a formação de uma rede de pesquisadores de educação a distância e a criação de consórcios com empresas estatais (como Banco do Brasil e Petrobras) para formação de professores e de funcionários públicos.

A previsão é que os 600 pesquisadores comecem a ser selecionados, por meio de concurso, em junho. Os escolhidos devem começar a trabalhar em 1º de setembro.

Os resultados das pesquisas serão utilizadas na formação dos consórcios. No dia 2 de maio, haverá reunião da secretaria com o fórum de empresas estatais do país para acertar o programa.

Ainda não há estimativa de quantos alunos a universidade aberta poderá atender. "Só de professores sem diploma são um milhão de possíveis alunos", diz.

Segundo a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), a partir de 2007 não poderão ser contratados professores sem curso de graduação.

As universidades abertas já funcionam em outros países. Na Inglaterra, por exemplo, conta com cerca de 200 mil estudantes.

Mota afirma que praticamente todos os cursos de graduação podem ser oferecidos de forma não-presencial. "Carreiras como medicina eu nunca vi em nenhum lugar do mundo", afirma. "Para os outros, não há impedimento."

Especial

·  Leia o que já foi publicado sobre educação a distância

 


#29 De: "Mary Grace" <mary_grace@...>
Data: Dom, 17 de Abr de 2005 9:24 pm
Assunto: Computador já é regra em escolas de SP: mas isso é bom?
prof_mary_grace
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Pessoal,

 

Algumas matérias sobre computador na escola, publicadas no caderno link do Estadão.

Confiram os links que aparecem no final também.

[]s

Mary Grace

 

11/04/2005
Computador já é regra em escolas de SP: mas isso é bom?

SEBASTIÃO MOREIRA/AE

CRIANÇAS - Para elas, a mesa de alfabetização é uma brincadeira. O que vale mesmo é fazer pontos

PC, lousa digital e outros aparelhos são coadjuvantes no ensino particular e público, mas há quem veja a inovação com reservas

Renata Mesquita

Computadores já são a regra, e não a exceção, nas escolas paulistas. Na cidade de São Paulo, 100% dos estabelecimentos de ensino da rede municipal têm laboratórios de informática. Na rede pública do Estado, o número é de 50,4%. Entre as escolas privadas, somente as muito "alternativas", que vêem na tecnologia uma ameaça, ainda mantêm os alunos longe dos computadores.

Muitos educadores acreditam que a tecnologia acelera o processo de aprendizagem, cria novas ferramentas de ensino e amplia os horizontes dos alunos. Especialistas em educação e tecnologia, entretanto, afirmam que a utilização rasteira dessas ferramentas está dando à luz uma geração de analfabetos digitais.

"Não me importo em gastar mais tempo para montar uma aula, porque é recompensador. Hoje, consigo explicar em uma aula o que eu explicava em quatro. E a absorção dos alunos é maior", defende o rabino Marcelo Borer, professor de Cultura Judaica no colégio I. L. Peretz, na Vila Mariana. Ele é um adepto da lousa digital, uma versão moderna do quadro-negro, que pode ser ligada a microscópios, projetores e também à internet.

Nas escolas mais equipadas (e mais abastadas), a lousa digital convive com a lousa e o giz tradicionais. Instalada nas salas multimídia, ela é usada quando o professor sente a necessidade de dar uma aula mais dinâmica.

"Os professores brigam pelos horários da sala, que está sempre lotada", conta Jânia do Valle, diretora de informática do Colégio Augusto Laranja, também na capital paulista. "Ela tem poltronas confortáveis, ar condicionado, parece um cineminha. O ambiente é tão gostoso que os próprios alunos sugerem aos professores que realizem mais aulas na sala", diz.

"Sentar todo dia em uma classe para ver uma aula de matemática é muito sacal para essa geração", afirma Frederic Michael Litto, coordenador da Escola do Futuro da Universidade de São Paulo (USP). "Acreditamos que deva ser criada uma mistura de aula a distância com aula presencial para aliviar esse tédio", diz Litto.

ANALFABETOS DIGITAIS

Mas há quem cobre critérios mais rígidos para o uso da tecnologia em sala de aula. É o caso dos professores Pierluigi Piazzi, do Sistema Anglo de Ensino, e Tarcísio de Carvalho, do Intrergraus, que juntos trabalham com educação e tecnologia há mais de 30 anos. "Estamos formando uma geração de analfabetos funcionais. As crianças de hoje são mais burras que as de antigamente. Ninguém mais lê, ninguém mais sabe escrever. É uma orgia de imagens da tevê, do videogame, da internet. Não estimulamos mais a imaginação dos jovens", acusa Piazzi.

"O computador tem sim que estar na escola, porque o ser humano precisa ter esse contato e porque ele é um elemento do dia-a-dia. Mas temos que usá-lo da forma mais adequada possível. Nunca superestimar o computador como um substituto da leitura, da imaginação", diz Carvalho.

 

OUTRAS MATÉRIAS

 


Feira discute as melhorias no ensino


Lousa interativa brilha no evento


Fosso digital separa alunos das redes pública e privada


Teclado gigante ajuda a ensinar o alfabeto para as crianças


Em Santos, o computador vai além da informática

 


#30 De: "Kennya Vasques" <kennyavasques@...>
Data: Seg, 18 de Abr de 2005 12:45 pm
Assunto: RE: [VP] projeto de universidade a distância
kennyavasques@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 

Oi Mary Grace,

Li o artigo que vc enviou sobre Universidades abertas. Aqui na Paraíba está começando um curso de Especialização em EAD através do consorcio NEORI que vai oferecer cursos de graduação em Física, Química, Biologia e MAtemática á distância acompanhada por tutores, mas o curso é todo pela Internet.

Abraços Kennya

Falamos muito em vc no curso da MS, estamos visitando a sua turma. Saudades!!!

>From: "Mary Grace" <mary@...>
>Reply-To: vivenciapedagogica@...
>To: <vivenciapedagogica@...>
>Subject: [VP] projeto de universidade a distância
>Date: Sun, 17 Apr 2005 14:42:07 -0300
>
>
>
>
>
>
>
>16/04/2005 - 09h19
>
>Governo quer usar TV e apostila em projeto de universidade a distância
>
>FÁBIO TAKAHASHI
>da Folha de S. Paulo
>
>A Secretaria de Educação a Distância do Ministério da Educação (MEC)
>apresenta na segunda-feira o projeto de criação de uma universidade aberta
>no país. A idéia é oferecer educação a distância (sem presença física do
>estudante na sala de aula) preferencialmente a professores do ensino básico
>sem diploma de ensino superior ou a profissionais em busca de cursos de
>atualização.
>
>O projeto será apresentado pelo secretário Ronaldo Mota durante o seminário
>nacional da Abed (Associação Brasileira de Educação a Distância), em São
>Paulo.
>
>Segundo Mota, a universidade aberta deve utilizar a televisão no ensino, com
>apoio de apostilas --método semelhante ao Telecurso 2000, supletivo
>desenvolvido pela Fundação Roberto Marinho. "Quem tiver acesso à internet
>poderá utilizá-la", diz ele.
>
>Uma parte da carga horária será presencial. A previsão otimista do
>secretário é que a instituição comece a funcionar em 2007. As universidades
>públicas, principalmente as federais, serão convidadas a participar.
>
>Antes de definir o projeto da universidade aberta, a secretaria quer
>observar os resultados de dois programas: a formação de uma rede de
>pesquisadores de educação a distância e a criação de consórcios com empresas
>estatais (como Banco do Brasil e Petrobras) para formação de professores e
>de funcionários públicos.
>
>A previsão é que os 600 pesquisadores comecem a ser selecionados, por meio
>de concurso, em junho. Os escolhidos devem começar a trabalhar em 1º de
>setembro.
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>Os resultados das pesquisas serão utilizadas na formação dos consórcios. No
>dia 2 de maio, haverá reunião da secretaria com o fórum de empresas estatais
>do país para acertar o programa.
>
>Ainda não há estimativa de quantos alunos a universidade aberta poderá
>atender. "Só de professores sem diploma são um milhão de possíveis alunos",
>diz.
>
>Segundo a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), a partir de
>2007 não poderão ser contratados professores sem curso de graduação.
>
>As universidades abertas já funcionam em outros países. Na Inglaterra, por
>exemplo, conta com cerca de 200 mil estudantes.
>
>Mota afirma que praticamente todos os cursos de graduação podem ser
>oferecidos de forma não-presencial. "Carreiras como medicina eu nunca vi em
>nenhum lugar do mundo", afirma. "Para os outros, não há impedimento."
>
>Especial
>
>*  Leia
><http://search.folha.com.br/search?q=%22educa%E7%E3o+a+dist%E2ncia%22&site=o
>nline&src=redacao>  o que já foi publicado sobre educação a distância
>
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#31 De: "Renata Fortes" <renata@...>
Data: Seg, 18 de Abr de 2005 2:02 pm
Assunto: Seja voluntário no FLL Brasil!
renata@...
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#32 De: "Mary Grace" <mary_grace@...>
Data: Ter, 19 de Abr de 2005 3:13 am
Assunto: A geração que nasceu para navegar
prof_mary_grace
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Do caderno Link do estadão, desta semana.

[]s

Mary Grace

 

 

17/04/2005
A geração que nasceu para navegar

SEBASTIÃO MOREIRA/AE

WINKS E EMOTICONS - Estudantes de 4ª séries do Colégio Santa Maria, em São Paulo. Eles são fãs dos jogos online e das mensagens instantâneas que permitem brincar e conversar com os amigos pelo computador

Pela primeira vez, osfilhos sabem mais do que os próprios pais sobre uma tecnologia que está transformando a sociedade

Daniel Hessel Teich

Até pouco tempo atrás, pedagogos, educadores e mesmo especialistas em marketing discutiam os impactos da televisão na formação de jovens e adolescentes.

Com a popularização da internet, esse tipo de polêmica virou um assunto irremediavelmente velho. Hoje, os adultos que a duras penas aprenderam a dominar um mouse tentam entender como funciona a cabeça de uma geração que nunca viu o mundo sem computador. É uma multidão de crianças e jovens com idade entre 2 e 20 anos, que nasceu cercada pela mídia digital e foi batizada pelo consultor americano Don Tapscott como Geração Net. 'Para eles, a tecnologia digital é tão simples quanto uma torradeira elétrica', escreveu Tapscott em seu livro Geração Digital. 'Pela primeira vez na história, as crianças estão mais confortáveis e são mais instruídas que os pais numa inovação tão importante para a sociedade.' Segundo estudos da Microsoft, maior fabricante de software do mundo, uma criança que nasceu junto com a internet no Brasil, há 10 anos, já é capaz de fazer downloads de música, usar e-mail, brincar com jogos online, montar páginas pessoais (blogs) e passear por sites de fãs-clubes de celebridades. Nesta idade já dominam também programas que lhes permitem 'conversar' e trocar todo tipo de informação com amigos, nas chamadas mensagens instantâneas. 'Meu pai às vezes me pergunta como é que eu consigo ficar ligada no computador e ao mesmo tempo ouvir música, ver televisão e até dar uma olhada num livro ou revista. Mas isso é uma coisa normal para mim', conta Bruna Simas Pedreiro, 10 anos.
Ela não só usa a internet para pesquisar, fazer tarefa escolar e brincar como também aproveita as horas diante do computador para ensinar os primeiros macetes para o irmão caçula, de 4 anos. 'Ele fica ao meu lado e a gente navega junto', conta.

Segundo um levantamento do Instituto Ipsos Brasil, especializado em pesquisas de opinião, 53% das crianças com idade entre 10 e 12 anos das classes A e B acessaram pelo menos uma vez a internet nos últimos 30 dias. Na classes C, D e E esse número é inferior, de 14%, o que revela o caráter elitista que a rede ainda tem no País. De qualquer forma, a média de uso da internet para esta faixa etária, de 26%, já é superior à da população como um todo, que fica em 25%.

Crianças de 10 anos que usam internet são particularmente fascinadas por duas coisas: mensagens instantâneas e jogos online.

Em ambos os casos comprova-se que o computador de fato está a anos-luz da velha televisão. 'É muito mais legal. A gente não fica só ali, parado. Dá para conversar e brincar com os outros', diz Lucas Pereira, colega de classe de Bruna. Fã do MSN Messenger, sistema de mensagens instantâneas da Microsoft, Lucas fica de duas a três horas por dia em frente à máquina.

Entre os jogos online, em que brinca com outros garotos, gosta do Mu e do Diablo, que simulam batalhas medievais. São violentos? 'Não. Não tem sangue. Meu pai não deixa eu jogar Counter Strike, por exemplo, que tem muito tiro e morte', diz ele, a respeito do game recheado de terroristas perseguidos por forças de combate inimigas.

Os programas de mensagens instantâneas tornaram-se populares por seus emoticons (figurinhas que expressam emoções), winks (figuras animadas) e abreviações - que transformam os textos em mensagens cifradas para os não iniciados. ' Pl é pega leve, blz é beleza, msm é mesmo, pf é por favor, e por aí vai', explica Carolina Adas Haddad, que é apaixonada pelo MSN Messenger e também 'cria' três bichinhos virtuais num site de internet, os chamados neopets. 'Tenho de entrar no site todo dia senão eles choram ou ficam zangados', diz ela.

Com tamanha diversidade de informação, as escolas têm de correr atrás do prejuízo. 'Mudamos as aulas de informática baseadas em programas educativos prontos e partimos diretamente para pesquisas na internet, onde as crianças buscam elas mesmas o material que precisam para as tarefas', diz Veronice Leal Rocha, professora da 4.ª série do Colégio Santa Maria, zona sul de São Paulo, onde estudam Bruna, Lucas e Carolina. 'Só tomamos um certo cuidado para manter o foco e fazer com que eles consultem sites confiáveis.' Na sexta-feira passada, durante a aula de informática, os alunos de Veronice pesquisaram na internet um assunto com o nome enigmático de bullying, que pode ser traduzido como aquela brincadeira de mau gosto em que um grupo de crianças se junta para fazer chacotas e ridicularizar um colega. Aparentemente inocente, a brincadeira pode ter conseqüências dramáticas como suicídios ou tragédias como a de Columbine, nos Estados Unidos, em que estudantes marginalizados pelo grupo executaram um massacre numa escola.

A internet, com o anonimato e a velocidade de propagação de informações, é o ambiente perfeito para esse tipo de gozação, chamado de cyberbullying. Também oferece chance para outros tipos de atitudes nefastas, como visitas a sites pornôs, racistas e de violência explícita. Se as crianças de hoje são privilegiadas por terem um volume de informação e diversão nunca antes imaginado, pais e professores ganharam uma preocupação a mais. Da mesma forma que a internet é democrática e rica, é uma porta aberta para riscos. 'Precisamos estar cada vez mais atentos', diz a professora Veronice.

 

OUTRAS MATÉRIAS

 


Internet faz 10 anos de idade


Aos 10 anos, internet acelera o crescimento e invade telefone e TV


'A rede mundial vai se tornar onipresente'


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Blogs liberais buscam um espaço na grande imprensa


Passar arquivo do jornal para a web levou 15 meses

 


#33 De: "Mary Grace" <mary@...>
Data: Ter, 19 de Abr de 2005 3:19 am
Assunto: RES: [VP] projeto de universidade a distância
prof_mary_grace
Enviar e-mail Enviar e-mail
 

Oi Kennya,

 

Que ótimo saber das novidades da Paraíba e também deste curso de especialização.

Também tenho saudades e sempre lembro de você.

Mande o meu abraço carinhoso aos seus colegas de trabalho. Espero ainda voltar a Paraíba a passeio, com a família,

pois adorei as pessoas que aí encontrei e também as belezas deste estado.

Bjs e tudo de bom!

 

Mary Grace

 


De: vivenciapedagogica@... [mailto:vivenciapedagogica@...] Em nome de Kennya Vasques
Enviada em: segunda-feira, 18 de abril de 2005 09:45
Para: vivenciapedagogica@...
Assunto: RE: [VP] projeto de universidade a distância

 

Oi Mary Grace,

Li o artigo que vc enviou sobre Universidades abertas. Aqui na Paraíba está começando um curso de Especialização em EAD através do consorcio NEORI que vai oferecer cursos de graduação em Física, Química, Biologia e MAtemática á distância acompanhada por tutores, mas o curso é todo pela Internet.

Abraços Kennya

Falamos muito em vc no curso da MS, estamos visitando a sua turma. Saudades!!!

>From: "Mary Grace" <mary@...>

>Reply-To: vivenciapedagogica@...

>To: <vivenciapedagogica@...>

>Subject: [VP] projeto de universidade a distância

>Date: Sun, 17 Apr 2005 14:42:07 -0300

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>16/04/2005 - 09h19

>

>Governo quer usar TV e apostila em projeto de universidade a distância

>

>FÁBIO TAKAHASHI

>da Folha de S. Paulo

>

>A Secretaria de Educação a Distância do Ministério da Educação (MEC)

>apresenta na segunda-feira o projeto de criação de uma universidade aberta

>no país. A idéia é oferecer educação a distância (sem presença física do

>estudante na sala de aula) preferencialmente a professores do ensino básico

>sem diploma de ensino superior ou a profissionais em busca de cursos de

>atualização.

>

>O projeto será apresentado pelo secretário Ronaldo Mota durante o seminário

>nacional da Abed (Associação Brasileira de Educação a Distância), em São

>Paulo.

>

>Segundo Mota, a universidade aberta deve utilizar a televisão no ensino, com

>apoio de apostilas --método semelhante ao Telecurso 2000, supletivo

>desenvolvido pela Fundação Roberto Marinho. "Quem tiver acesso à internet

>poderá utilizá-la", diz ele.

>

>Uma parte da carga horária será presencial. A previsão otimista do

>secretário é que a instituição comece a funcionar em 2007. As universidades

>públicas, principalmente as federais, serão convidadas a participar.

>

>Antes de definir o projeto da universidade aberta, a secretaria quer

>observar os resultados de dois programas: a formação de uma rede de

>pesquisadores de educação a distância e a criação de consórcios com empresas

>estatais (como Banco do Brasil e Petrobras) para formação de professores e

>de funcionários públicos.

>

>A previsão é que os 600 pesquisadores comecem a ser selecionados, por meio

>de concurso, em junho. Os escolhidos devem começar a trabalhar em 1º de

>setembro.

>

>Os resultados das pesquisas serão utilizadas na formação dos consórcios. No

>dia 2 de maio, haverá reunião da secretaria com o fórum de empresas estatais

>do país para acertar o programa.

>

>Ainda não há estimativa de quantos alunos a universidade aberta poderá

>atender. "Só de professores sem diploma são um milhão de possíveis alunos",

>diz.

>

>Segundo a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), a partir de

>2007 não poderão ser contratados professores sem curso de graduação.

>

>As universidades abertas já funcionam em outros países. Na Inglaterra, por

>exemplo, conta com cerca de 200 mil estudantes.

>

>Mota afirma que praticamente todos os cursos de graduação podem ser

>oferecidos de forma não-presencial. "Carreiras como medicina eu nunca vi em

>nenhum lugar do mundo", afirma. "Para os outros, não há impedimento."

>

>Especial

>

>*  Leia

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>nline&src=redacao>  o que já foi publicado sobre educação a distância

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#34 De: "Beatriz Rizek" <biarizek@...>
Data: Ter, 19 de Abr de 2005 9:06 pm
Assunto: "A Internet é a melhor companheira dos professores"
biarizek@...
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Ezequiel Theodoro da Silva - "A Internet é a melhor companheira dos professores"

Embora reconheça a exclusão digital da maior parte da população brasileira, o professor da Universidade do Contestado (SC) e da Unicamp Ezequiel Theodoro da Silva, 55 anos, reafirma a importância da rede mundial de computadores como "veículo de disseminação, socialização e democratização de informações"Coordenador do livro A leitura nos oceanos da internet (Cortez Editora), Ezequiel Theodoro valoriza a internet como instrumento imprescindível no cotidiano de alunos e educadores. "Ao lado das bibliotecas e livrarias, vejo a Internet como uma das melhores companheiras dos professores na atualidade", diz. Nesta entrevista, concedida ao Leia Brasil por correio eletrônico, Ezequiel Theodoro analisa as diferenças entre a leitura convencional e a leitura na internet e as dificuldades a serem superadas na interação entre o ser humano e a tela do computador. Por César Guerra Chevrand

Leia Brasil: Qual o perfil do brasileiro que lê e navega nos oceanos da internet?

Ezequiel Theodoro da Silva: Ainda que a nossa obra não tenha uma preocupação direta com os aspectos quantitativos de utilização ou manejo da INTERNET no Brasil, pesquisas mostram que a grande maioria dos usuários é jovem (abaixo dos 30 anos), oriunda de classes sociais melhor favorecidas economicamente. Cabe sempre lembrar que, no geral, apenas 5% a 7% da população brasileira está atualmente "internetada", mas esse quadro vem crescendo rapidamente de ano para ano. Esse quadro permite afirmar que vivemos uma realidade de exclusão digital no Brasil, ao lado de outras exclusões ainda piores.

LB: Quais as diferenças entre a leitura na internet e a leitura convencional?

ETS: As diferenças são de natureza diversa. Desde os aspectos ergonômicos (leitura na horizontal x leitura na vertical ou perpendicular) até aspectos de velocidade na abordagem dos textos. Importante ressaltar que o texto digital impõe a quem o lê um conjunto de competências específicas: "escanear" a página em várias direções, "hiperlinkar", minimizar, etc. Outrossim, dizemos que as páginas do livro são "viradas" pelo leitor, enquanto as páginas virtuais do computador são "desdobradas" pelo navegador. É claro que ainda existem as diferenças relacionadas aos suportes - o livro não precisa ser plugado na eletricidade e sem energia elétrica não existe possibilidade nenhuma de navegar e ler na Internet.

LB: A leitura na internet estimula a leitura de livros, jornais e revistas?

ETS: Não existem pesquisas sobre esse assunto no Brasil, mas o bom senso mostra que os mídia dialogam entre si e se reforçam mutuamente. Umberto Eco [escritor e ensaísta italiano], por exemplo, diz que determinadas formas de escrita, como a literatura, por exemplo, é muito cansativa de ser lida através do computador. Quer dizer, a Internet, enquanto uma grande junção de fontes e uma forma de comunicação, também apresenta as suas limitações. Num ônibus ou numa viagem de férias, mesmo com os "laptops" e "e-books", precisamos dos veículos impressos caso queiramos ler.

LB: Qual a importância de "e-mails", páginas pessoais e "blogs" [diários virtuais] em sua pesquisa?

ETS: Mostramos que essas configurações da linguagem virtual trouxeram de volta a necessidade do domínio e do manejo competentes da escrita (agora virtual, mas ainda "escrita"). Outrossim, num mundo tão violento como o nosso, essas formas de comunicação permitiram a formação de comunidades virtuais, o que pode, de certa forma, combater o isolamento e a solidão das pessoas. Junto às comunidades científicas, o "e-mail" (correio eletrônico) praticamente substituiu o correio tradicional e o telefone como forma de interação.

LB: Que dificuldades são apontadas para a leitura na internet?

ETS: O restrito acesso por um grande contingente de brasileiros, ainda que existam muitas promessas de superação desse problema; a crise econômica, que limita a aquisição de computadores e assinaturas de bons provedores de acesso; a preparação dos professores de ensino fundamental e médio para o uso da Internet bem como os recursos das escolas para fazer frente aos assentamento adequado dos equipamentos em seu espaço.

LB: Quais são os primeiros resultados dos livros lançados ou reproduzidos na rede mundial de computadores?

ETS: A Internet é um veículo de disseminação, socialização e democratização de informações. É um veículo "horizontal" em termos de poder mesmo porque não possui proprietários ou dirigentes para filtrar as informações disponibilizadas. Livros escritos à tradicional, sem respeitar as características específicas da linguagem virtual, estão fadados ao fracasso em termos de leitura, a menos que utilizados para "download" e impressão para serem lidos depois na página impressa e não a partir da tela. Sem dúvida que existem os chamados "livros digitais", próprios para serem fruídos na tela do computador, mas isto é uma outra história.

LB: A internet já influencia a formação de novos leitores ou escritores?

ETS: Não tenho dúvida que sim, e as pesquisas em andamento pelo Brasil estão mostrando isso.

LB: Como os leitores absorvem ou superam o excesso de expressões estrangeiras e neologismos?

ETS
: Em nosso livro não há uma resposta para essa pergunta; o que podemos afirmar é que as diferentes configurações verbais e até mesmo idiomas passam por um processo de transformação, uma mestiçagem ou simbiose contínua através da interpenetração de formas lingüísticas, estrangeirismos, neologismos, etc

LB: Como a internet pode ser aproveitada por professores e outros agentes de leitura?

ETS: Como uma das maiores e melhores fontes de informação do mundo contemporâneo. Além disso, através dos provedores de busca, como uma "bibliotecária" super atualizada e acionada ao clique do mouse, para buscar milhares de referências para a composição das aulas. Ao lado das bibliotecas e livrarias, vejo a Internet como uma das melhores companheiras dos professores na atualidade.

LB: Que sites de leitura o senhor sugere para estudantes e educadores?

ETS: Sugiro que eles próprios decidam por si, entrando com a palavra "leitura" no site www.google.com.br , Agorinha pouco entrei, fiz esse trabalho e encontrei a bagatela de "556.000" referências sobre o tópico leitura - eis aqui uma outra característica do leitor da Internet: saber buscar e selecionar as informações nos oceanos virtuais.

fonte: http://www.leiabrasil.org.br/entrevistas/ezequiel.htm

 


#35 De: "livia lage" <llldzdoracevo@...>
Data: Ter, 19 de Abr de 2005 6:55 pm
Assunto: Que bom!
llcha2001
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Fiquei feliz de ser lembrada,é muito importante!
Qto a Informática Educativa está crescendo cada dia mais.
As pessoas estão se aperfeiçoando, buscando melhor desenvolvimento para si e para seu alunado.
Estão percebendo que a tecnologia está em todo lugar e não dá para ficar parado e fingindo que nada mundou.
Espero noticias suas.


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Oi Mary Grace,

Li o artigo que vc enviou sobre Universidades abertas. Aqui na Paraíba está começando um curso de Especialização em EAD através do consorcio NEORI que vai oferecer cursos de graduação em Física, Química, Biologia e MAtemática á distância acompanhada por tutores, mas o curso é todo pela Internet.

Abraços Kennya

Falamos muito em vc no curso da MS, estamos visitando a sua turma. Saudades!!!

>From: "Mary Grace" <mary@...>
>Reply-To: vivenciapedagogica@...
>To: <vivenciapedagogica@...>
>Subject: [VP] projeto de universidade a distância
>Date: Sun, 17 Apr 2005 14:42:07 -0300
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>16/04/2005 - 09h19
>
>Governo quer usar TV e apostila em projeto de universidade a distância
>
>FÁBIO TAKAHASHI
>da Folha de S. Paulo
>
>A Secretaria de Educação a Distância do Ministério da Educação (MEC)
>apresenta na segunda-feira o projeto de criação de uma universidade aberta
>no país. A idéia é oferecer educação a distância (sem presença física do
>estudante na sala de aula) preferencialmente a professores do ensino básico
>sem diploma de ensino superior ou a profissionais em busca de cursos de
>atualização.
>
>O projeto será apresentado pelo secretário Ronaldo Mota durante o seminário
>nacional da Abed (Associação Brasileira de Educação a Distância), em São
>Paulo.
>
>Segundo Mota, a universidade aberta deve utilizar a televisão no ensino, com
>apoio de apostilas --método semelhante ao Telecurso 2000, supletivo
>desenvolvido pela Fundação Roberto Marinho. "Quem tiver acesso à internet
>poderá utilizá-la", diz ele.
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>Uma parte da carga horária será presencial. A previsão otimista do
>secretário é que a instituição comece a funcionar em 2007. As universidades
>públicas, principalmente as federais, serão convidadas a participar.
>
>Antes de definir o projeto da universidade aberta, a secretaria quer
>observar os resultados de dois programas: a formação de uma rede de
>pesquisadores de educação a distância e a criação de consórcios com empresas
>estatais (como Banco do Brasil e Petrobras) para formação de professores e
>de funcionários públicos.
>
>A previsão é que os 600 pesquisadores comecem a ser selecionados, por meio
>de concurso, em junho. Os escolhidos devem começar a trabalhar em 1º de
>setembro.
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>Os resultados das pesquisas serão utilizadas na formação dos consórcios. No
>dia 2 de maio, haverá reunião da secretaria com o fórum de empresas estatais
>do país para acertar o programa.
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>Ainda não há estimativa de quantos alunos a universidade aberta poderá
>atender. "Só de professores sem diploma são um milhão de possíveis alunos",
>diz.
>
>Segundo a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), a partir de
>2007 não poderão ser contratados professores sem curso de graduação.
>
>As universidades abertas já funcionam em outros países. Na Inglaterra, por
>exemplo, conta com cerca de 200 mil estudantes.
>
>Mota afirma que praticamente todos os cursos de graduação podem ser
>oferecidos de forma não-presencial. "Carreiras como medicina eu nunca vi em
>nenhum lugar do mundo", afirma. "Para os outros, não há impedimento."
>
>Especial
>
>*  Leia
><http://search.folha.com.br/search?q=%22educa%E7%E3o+a+dist%E2ncia%22&site=o
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#36 De: "Grace Luciana Pereira" <gracelup@...>
Data: Sáb, 23 de Abr de 2005 7:10 pm
Assunto: blog e ciência
gracelup
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Pessoal,
 
Segue uma matéria interessante sobre blog
 
[ ]s
Grace
 
 

A ciência chega aos blogs
Internet brasileira tem cada vez mais ’diários virtuais’ que abordam da biotecnologia à física quântica

Primeira página de alguns blogs de ciência: em sentido horário, Ciência em dia, Por dentro da ciênciaIdéias antigas e It's equal but it's different. (imagens: reprodução)

Em tempos de compras, namoros e cursos pela internet, a divulgação científica busca novos caminhos para chegar ao seu público. Os blogs, páginas pessoais que funcionam como um diário virtual, vêm sendo utilizados por cada vez mais pesquisadores e jornalistas para disponibilizar as novidades na área da ciência ou simplesmente expressar suas opiniões sobre os mais variados temas.
 
Para seduzir sempre mais leitores, a linguagem utilizada é simples e acessível, embora os temas abordados sejam por vezes árduos e específicos: da biotecnologia à física quântica, há assunto para todos os gostos. O foco em uma determinada área do conhecimento, porém, não é regra entre os ‘blogueiros’ científicos.
 
O jornalista Marcelo Leite, colunista da Folha de São Paulo e criador do blog Ciência em dia, por exemplo, prefere fazer de sua página uma miscelânea. “A seleção dos temas que abordo é caótica, como a internet”, explica. “Visito vários sites e blogs que acho legais, além de revistas e boletins científicos. Dou atenção especial aos temas sobre ciência e sociedade, mas o critério básico é que o assunto permita uma abordagem improvável, diferente das do noticiário geral.”
 
Marcelo comenta os textos que encontra de forma descontraída e reproduz trechos de outros autores. Já Adilson de Oliveira, professor do Departamento de Física da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar), utiliza o blog Por dentro da ciência para oferecer seus artigos a um público diferente daquele que acessa o site AOL-Educação, onde seus textos são originalmente publicados.
 
“Considero a divulgação científica uma responsabilidade de quem trabalha com ciência e acho que blogs são um espaço novo para a divulgação de notícias e idéias”, conta. O pesquisador alerta, no entanto, para o conteúdo duvidoso de alguns sites. “O fato de uma informação estar publicada na internet não significa que esteja correta. Um dos grandes desafios da educação para o século 21 será formar indivíduos que tenham uma visão crítica sobre as informações que recebem”, aposta.
 
Quem visitar a página Idéias antigas entenderá do que ele está falando. O autor do blog, biólogo que prefere identificar-se como Paranthropus – seu gênero favorito de hominídeo – afirma não ter compromisso algum com os fatos. “Criei uma identidade secreta porque o blog é absolutamente pessoal”, revela. “Não o vejo como um veículo informativo, mas um local onde posso falar do que quiser.” A informalidade excessiva na linguagem, às vezes chula, e a falta de compromisso com a atualização da página refletem essa maneira de pensar.
 
Já Daniel Doro Ferrante, doutorando em Física pela Brown University (EUA) e autor da página It’s equal but it’s different, mistura comentários sobre sua vida pessoal e citação e comentários sobre artigos e temas científicos. “Creio que os blogs vão ajudar a diminuir a distância entre leitores e pesquisadores, criando até mesmo uma relação pessoal entre ambos”, especula.
 
Com vantagens como facilidade de publicação e custos mínimos de manutenção, os blogs poderão atingir um público amplo que revistas e outros veículos de divulgação científica ainda não conseguem alcançar. Além disso, nesses veículos a interação mais fácil com o leitor permite direcionar as informações de maneira precisa. Mas há ainda desafios pela frente, como a garantia de confiabilidade do conteúdo e a visibilidade no oceano de informações da internet. Em todo caso, a chegada dos blogs de ciência é muito bem-vinda e pode contribuir para aumentar a difusão da ciência na sociedade.

Catarina Chagas
Especial para a CH On-line
18/04/05



Chegou o que faltava: MSN Acesso Grátis Instale Já!

#37 De: "Grace Luciana Pereira" <gracelup@...>
Data: Sáb, 23 de Abr de 2005 7:15 pm
Assunto: Ciência
gracelup
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Pessoal,
Um outro artigo sobre a tríade Ciência, Tecnologia e Sociedade
 
[ ]s
Grace
 
 

Desafios da divulgação científica são tema de livros
Lançamentos mapeiam o território pouco conhecido da interface entre ciência, tecnologia e sociedade

Análises e reflexões sobre a divulgação científica, seus impactos e dilemas são o tema de duas coletâneas de ensaios a serem lançadas em 13 de abril, durante o 4o Congresso Mundial de Centros de Ciência, que acontece no Rio de Janeiro até o dia 14. Os livros são os dois novos volumes da série "Terra Incógnita", que pretende mapear um território pouco conhecido: a interface que permeia as relações entre a ciência – sua produção, seu funcionamento e suas aplicações – e o público. O lançamento é uma iniciativa da Casa da Ciência/UFRJ, do Museu da Vida/Fiocruz e da Editora Vieira & Lent.
 
O pequeno cientista amador, organizado por Luisa Massarani, jornalista especializada em ciência, traz oito artigos escritos por autores de Brasil, México e Chile. Os ensaios discutem desafios e estratégias para inserir a ciência no mundo infantil, explorando a curiosidade das crianças para saber como as coisas funcionam e como é o mundo a sua volta. Um dos artigos, escrito por Guaracira Gouvêa, aborda a experiência da revista Ciência Hoje das Crianças e as práticas de leitura do público infantil.
 
Para Massarani, os divulgadores de ciência não têm trabalhado adequadamente essa capacidade. “Em geral, o conteúdo científico transmitido para crianças é de qualidade baixa e apresentado de forma inadequada. Não estimula a curiosidade nem a interatividade, de forma que as crianças possam participar do processo de aprendizado pela observação, pela experimentação, pelo questionamento permanente e colocando a mão na massa”, avalia a jornalista.
 
Ela aponta como exemplo os erros conceituais graves existentes em livros didáticos, uma das principais fontes de informações científicas, e a forma como eles apresentam a ciência, como algo desvinculado da vida cotidiana. A TV e as histórias em quadrinhos também não escapam dos deslizes. “Geralmente, a imagem transmitida é do cientista louco, descuidado, de jaleco, de sexo masculino e cujo trabalho é inventar ‘coisas’ totalmente desarticuladas da realidade”, avalia a jornalista.
 
O segundo livro a ser lançado – Terra Incógnita – procura explorar melhor o território pouco conhecido da interface entre ciência e público, tema que ganhou atenção especial nos últimos anos. Organizado por Ildeu de Castro Moreira, Jon Turney e Luisa Massarani, o volume reúne 13 artigos escritos por alguns dos principais autores no campo da comunicação científica, vindos dos Estados Unidos, Canadá e Europa. Entre eles, estão nomes como Brian Wynne, Jeanne Fahnestock e Jean-Marc Lévy-Leblond.
 
Alguns ensaios abordam a questões conceituais sobre a cultura científica ou aos distintos contextos nos quais o conhecimento científico está inserido. Outros analisam as relações entre atores importantes na divulgação científica (como cientistas e jornalistas) e o tratamento que a mídia confere às incertezas e riscos da ciência.

O artigo que abre a série de reflexões é de John Durant, que dirige atualmente o museu do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), além de editar a revista Public Understanding of Science. Durant analisa o que há por trás de expressões como “a compreensão pública da ciência”, na Inglaterra, “cultura científica”, na França, e “alfabetização científica“, nos EUA.

Os dois livros são, respectivamente, o terceiro e o quarto volume da série “Terra Incógnita”. Ambos serão lançados no dia 13 de abril, entre 16h30 e 18h30, no Riocentro, onde se realiza o 4º Congresso Mundial de Centros de Ciência.

O pequeno cientista amador -
a divulgação científica
e o público infantil

Luisa Massarani (org.)
93 páginas – R$ 20,00

Terra incógnita - a interface
entre ciência e público

Luisa Massarani, Jon Turney e
Ildeu de Castro Moreira (org.)
256 páginas – R$ 27,00


Casa da Ciência/UFRJ, Museu da Vida/Fiocruz e Editora Vieira & Lent
Rio de Janeiro, 2005

Carla Almeida
Jornal da Ciência
12/04/05



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#38 De: "Mary Grace" <mary@...>
Data: Sáb, 23 de Abr de 2005 10:33 pm
Assunto: RES: [VP] blog e ciência
prof_mary_grace
Enviar e-mail Enviar e-mail
 

Legal mesmo Grace,

Valeu!

Bjs

Mary Grace

 


De: vivenciapedagogica@... [mailto:vivenciapedagogica@...] Em nome de Grace Luciana Pereira
Enviada em: sábado, 23 de abril de 2005 16:10
Para: vivenciapedagogica@...
Assunto: [VP] blog e ciência

 

Pessoal,

 

Segue uma matéria interessante sobre blog

 

[ ]s

Grace

 

 

A ciência chega aos blogs
Internet brasileira tem cada vez mais ’diários virtuais’ que abordam da biotecnologia à física quântica

Primeira página de alguns blogs de ciência: em sentido horário, Ciência em dia, Por dentro da ciênciaIdéias antigas e It's equal but it's different. (imagens: reprodução)

Em tempos de compras, namoros e cursos pela internet, a divulgação científica busca novos caminhos para chegar ao seu público. Os blogs, páginas pessoais que funcionam como um diário virtual, vêm sendo utilizados por cada vez mais pesquisadores e jornalistas para disponibilizar as novidades na área da ciência ou simplesmente expressar suas opiniões sobre os mais variados temas.

 

Para seduzir sempre mais leitores, a linguagem utilizada é simples e acessível, embora os temas abordados sejam por vezes árduos e específicos: da biotecnologia à física quântica, há assunto para todos os gostos. O foco em uma determinada área do conhecimento, porém, não é regra entre os ‘blogueiros’ científicos.

 

O jornalista Marcelo Leite, colunista da Folha de São Paulo e criador do blog Ciência em dia, por exemplo, prefere fazer de sua página uma miscelânea. “A seleção dos temas que abordo é caótica, como a internet”, explica. “Visito vários sites e blogs que acho legais, além de revistas e boletins científicos. Dou atenção especial aos temas sobre ciência e sociedade, mas o critério básico é que o assunto permita uma abordagem improvável, diferente das do noticiário geral.”

 

Marcelo comenta os textos que encontra de forma descontraída e reproduz trechos de outros autores. Já Adilson de Oliveira, professor do Departamento de Física da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar), utiliza o blog Por dentro da ciência para oferecer seus artigos a um público diferente daquele que acessa o site AOL-Educação, onde seus textos são originalmente publicados.

 

“Considero a divulgação científica uma responsabilidade de quem trabalha com ciência e acho que blogs são um espaço novo para a divulgação de notícias e idéias”, conta. O pesquisador alerta, no entanto, para o conteúdo duvidoso de alguns sites. “O fato de uma informação estar publicada na internet não significa que esteja correta. Um dos grandes desafios da educação para o século 21 será formar indivíduos que tenham uma visão crítica sobre as informações que recebem”, aposta.

 

Quem visitar a página Idéias antigas entenderá do que ele está falando. O autor do blog, biólogo que prefere identificar-se como Paranthropus – seu gênero favorito de hominídeo – afirma não ter compromisso algum com os fatos. “Criei uma identidade secreta porque o blog é absolutamente pessoal”, revela. “Não o vejo como um veículo informativo, mas um local onde posso falar do que quiser.” A informalidade excessiva na linguagem, às vezes chula, e a falta de compromisso com a atualização da página refletem essa maneira de pensar.

 

Já Daniel Doro Ferrante, doutorando em Física pela Brown University (EUA) e autor da página It’s equal but it’s different, mistura comentários sobre sua vida pessoal e citação e comentários sobre artigos e temas científicos. “Creio que os blogs vão ajudar a diminuir a distância entre leitores e pesquisadores, criando até mesmo uma relação pessoal entre ambos”, especula.

 

Com vantagens como facilidade de publicação e custos mínimos de manutenção, os blogs poderão atingir um público amplo que revistas e outros veículos de divulgação científica ainda não conseguem alcançar. Além disso, nesses veículos a interação mais fácil com o leitor permite direcionar as informações de maneira precisa. Mas há ainda desafios pela frente, como a garantia de confiabilidade do conteúdo e a visibilidade no oceano de informações da internet. Em todo caso, a chegada dos blogs de ciência é muito bem-vinda e pode contribuir para aumentar a difusão da ciência na sociedade.

Catarina Chagas
Especial para a CH On-line
18/04/05



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#39 De: "Marilene Lima Santos" <mali@...>
Data: Sáb, 23 de Abr de 2005 8:16 pm
Assunto: Re: [VP] Ciência
marilenelimas
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Olá Grace e pessoal do grupo,
bacana mesmo este artigo com a sinopse dos dois livros. Estou ministrando
aulas de Metodologia Científica na Pós Graduação da Universidade Braz
Cubas, em Mogi para alunas de Psicopedagogia, Educação Infantil e Educação
Especial e vai ser muito útil utilizar a contribuição desta mensagem.
Especialmente porque estamos montando um grupo de discussão e, algumas
pessoas se mostraram receiosas quanto ao uso da tecnologia em nosso curso,
algumas alegaram não ter e-mail e não saber mexer com a máquina na
internet (que pertence a seus filhos) e lancei o desafio de aprenderem com
seus filhos (de até 12 anos!) a operar a máquina na internet.
Vejam: em pleno curso de pós graduação, mexendo com ciência e pesquisa,
algumas pessoas ainda não estão concatenadas com a Sociedade da Informação
e ainda não se atrevem a divulgar sua pesquisa na rede... Controvérsias da
ciência educativa ou mito para com a telemática?
Um forte abraço,
Obrigada,
Marilene Lima

-------- Mensagem Original --------
>Assunto: [VP] =?iso-8859-1?B?Q2nqbmNpYQ==?=
>Remetente: "Grace Luciana Pereira" <gracelup@...>
>Data: Sáb, 23 de Abril de 2005, 16:15
>
>
>
>
>
> Pessoal,
> Um outro artigo sobre a tríade Ciência, Tecnologia e Sociedade
>  
> [ ]s
> Grace
>  
>  
> Desafios da divulgação científica são tema de livrosLançamentos mapeiam
> o território pouco conhecido da interface entre ciência, tecnologia e
> sociedade
>
> Análises e reflexões sobre a divulgação científica, seus impactos e
> dilemas são o tema de duas coletâneas de ensaios a serem lançadas em 13
> de abril, durante o 4o Congresso Mundial de Centros de Ciência, que
> acontece no Rio de Janeiro até o dia 14. Os livros são os dois novos
> volumes da série "Terra Incógnita", que pretende mapear um território
> pouco conhecido: a interface que permeia as relações entre a ciência –
> sua produção, seu funcionamento e suas aplicações – e o público. O
> lançamento é uma iniciativa da Casa da Ciência/UFRJ, do Museu da
> Vida/Fiocruz e da Editora Vieira & Lent.  
> O pequeno cientista amador, organizado por Luisa Massarani, jornalista
> especializada em ciência, traz oito artigos escritos por autores de
> Brasil, México e Chile. Os ensaios discutem desafios e estratégias para
> inserir a ciência no mundo infantil, explorando a curiosidade das
> crianças para saber como as coisas funcionam e como é o mundo a sua
> volta. Um dos artigos, escrito por Guaracira Gouvêa, aborda a
> experiência da revista Ciência Hoje das Crianças e as práticas de
> leitura do público infantil.  
> Para Massarani, os divulgadores de ciência não têm trabalhado
> adequadamente essa capacidade. “Em geral, o conteúdo científico
> transmitido para crianças é de qualidade baixa e apresentado de forma
> inadequada. Não estimula a curiosidade nem a interatividade, de forma
> que as crianças possam participar do processo de aprendizado pela
> observação, pela experimentação, pelo questionamento permanente e
> colocando a mão na massa”, avalia a jornalista.  
> Ela aponta como exemplo os erros conceituais graves existentes em livros
> didáticos, uma das principais fontes de informações científicas, e a
> forma como eles apresentam a ciência, como algo desvinculado da vida
> cotidiana. A TV e as histórias em quadrinhos também não escapam dos
> deslizes. “Geralmente, a imagem transmitida é do cientista louco,
> descuidado, de jaleco, de sexo masculino e cujo trabalho é inventar
> ‘coisas’ totalmente desarticuladas da realidade”, avalia a jornalista.
>  
> O segundo livro a ser lançado – Terra Incógnita – procura explorar
> melhor o território pouco conhecido da interface entre ciência e
> público, tema que ganhou atenção especial nos últimos anos. Organizado
> por Ildeu de Castro Moreira, Jon Turney e Luisa Massarani, o volume
> reúne 13 artigos escritos por alguns dos principais autores no campo da
> comunicação científica, vindos dos Estados Unidos, Canadá e Europa.
> Entre eles, estão nomes como Brian Wynne, Jeanne Fahnestock e Jean-Marc
> Lévy-Leblond.  
> Alguns ensaios abordam a questões conceituais sobre a cultura científica
> ou aos distintos contextos nos quais o conhecimento científico está
> inserido. Outros analisam as relações entre atores importantes na
> divulgação científica (como cientistas e jornalistas) e o tratamento que
> a mídia confere às incertezas e riscos da ciência.  O artigo que abre a
> série de reflexões é de John Durant, que dirige atualmente o museu do
> Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), além de editar a revista
> Public Understanding of Science. Durant analisa o que há por trás de
> expressões como “a compreensão pública da ciência”, na Inglaterra,
> “cultura científica”, na França, e “alfabetização científica“, nos EUA.
> Os dois livros são, respectivamente, o terceiro e o quarto volume da
> série “Terra Incógnita”. Ambos serão lançados no dia 13 de abril, entre
> 16h30 e 18h30, no Riocentro, onde se realiza o 4º Congresso Mundial de
> Centros de Ciência.
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> O pequeno cientista amador - a divulgação científicae o público
> infantilLuisa Massarani (org.)93 páginas – R$ 20,00
>
> Terra incógnita - a interface entre ciência e públicoLuisa Massarani,
> Jon Turney e Ildeu de Castro Moreira (org.)256 páginas – R$ 27,00
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> sair deste grupo, envie um e-mail
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> você faz do Yahoo! Grupos está sujeito aos Termos do Serviço do Yahoo!.



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#40 De: "Mary Grace" <mary@...>
Data: Sáb, 23 de Abr de 2005 10:51 pm
Assunto: RES: [VP] Que bom!
prof_mary_grace
Enviar e-mail Enviar e-mail
 

Oi Livia,

 

Concordo com vc, que é o exemplo vivo e prático de tudo isso que diz, pois  percebi isso logo quando a conheci ...

Gostaria que vc comentasse aqui com o grupo sobre a pós-graduação que está fazendo, à distância e também divulgasse as suas produções de WebQuest com mapas conceituais, pois quando você me mostrou, achei bem interessante.

Vc também pode adicioná-las em http://br.groups.yahoo.com/group/vivenciapedagogica/links para que tenhamos acesso sempre.

Bjs

Mary Grace

 

 


De: vivenciapedagogica@... [mailto:vivenciapedagogica@...] Em nome de livia lage
Enviada em: terça-feira, 19 de abril de 2005 15:56
Para: vivenciapedagogica@...
Assunto: [VP] Que bom!

 

 



Fiquei feliz de ser lembrada,é muito importante!

Qto a Informática Educativa está crescendo cada dia mais.

As pessoas estão se aperfeiçoando, buscando melhor desenvolvimento para si e para seu alunado.

Estão percebendo que a tecnologia está em todo lugar e não dá para ficar parado e fingindo que nada mundou.

Espero noticias suas.



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#41 De: Eliane Pereira <elicanpe@...>
Data: Dom, 24 de Abr de 2005 5:04 pm
Assunto: Curtas na Internet e educação
elicanpe
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Olá pessoal,
Hoje temos um bom acervo de Curtas nacionais disponíveis na Internet. Estou fazendo um levantamento do uso desse material disponível na net como ferramenta educativa. Alguém já utilizou para discussão de algum tema em sala de aula?
E em VHS ou DVD, alguém já teve alguma experiência com Curtas em sala de aula? Como foi?
Um abraço,
Eliane


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#42 De: "Suzana Lebre" <suzanlebre@...>
Data: Dom, 24 de Abr de 2005 6:05 pm
Assunto: Participação no grupo!
suzanlebre@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 

Olá!

Recebi o email e gostaria de continuar participando do grupo.

Atenciosamente,

Suzana Lebre

suzanlebre@...

suzana@...

 



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#43 De: vivenciapedagogica@...
Data: Dom, 24 de Abr de 2005 7:18 pm
Assunto: Novo arquivo carregado em vivenciapedagogica
vivenciapedagogica@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Olá,

Esta mensagem é uma notificação para informá-lo que um novo arquivo foi
adicionado no grupo vivenciapedagogica.

   Arquivo         : /Arquivo de acompanhamento e participação na lista
   Carregado por   : prof_mary_grace <mary_grace@...>
   Descrição       : Descrição dos objetivos da lista, regras de moderação, como
participar e acompanhar.

Você pode acessar o arquivo pela URL:

http://br.groups.yahoo.com/group/vivenciapedagogica/files/Arquivo%20de%20acompan\
hamento%20e%20participa%80%A0%A6%E7%E3o%20na%20lista

Para saber mais sobre compartilhamento de arquivos no grupo, leia:

http://help.yahoo.com/help/br/groups/files

Atenciosamente,

prof_mary_grace <mary_grace@...>

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