Adail,
Obrigado pelas considerações!
A referência à árvore de Causa e Efeito posso comentar um pouco, pois fora extraído de um artigo meu (http://visaoagil.wordpress.com/2009/06/17/agile-faq-3-o-que-voce-prefere-uma-mentira-ou-software-funcionando-no-inicio-de-um-projeto/).
Bem, sou praticante da idéia de que o “conteúdo” é mais importante que a “forma” J, mas para ser mais preciso, concordo com você que as setas estão invertidas e um pouco fora do jeito “by the book” da TOC, mas, essa árvore em especial é o fruto de um trabalho que fiz num cliente (apenas usando o conceito de causa e efeito como ferramenta) e essa inversão da seta se deu com base no feedback desse cliente, pois, a equipe e o diretores dessa empresa, sentiram mais facilidade de ler (e raciocinar) o diagrama com setas indicando o “caminho da leitura” (complicado entender a lógica de sinapse neural de cada um L).
Mas volto a reforçar que essa é uma experiência minha e você está coberto de razão ao tecer essa observação sobre a forma “padrão” dos diagramas.
Abraços e sucessos meu amigo.
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Manoel Pimentel, CSP
Agile Coach
www.visaoagil.com
www.infoq.com/br
Olá Adail,
Você tem razão. Não me preocupei em utilizar os termos muito generalizados, porém os conceitos foram bem abrangentes. Os termos nascem naturalmente do meu vocabulário, pois são os termos que uso em meu dia a dia. Não vi muito sentido em adotar outros nomes, se não os utilizo no dia a dia. Inclusive eu tenho alguns clientes que nem sabem que metodologia estão utilizando, apesar de utilizarem processos ágeis. Isso acontece porque não me atenho a título de metodologias.
Quanto à ARA, peguei a ARA do artigo do Manoel Pimentel, citado no documento. Eu normalmente utilizo as setas de forma correta. Nesse caso o Manoel deve ter preferido utilizar esta direção das setas por motivos didáticos. Mas isso, só ele pode confirmar. =)
No mais, fico feliz que o documento tenha ganho sua atenção, pois conheço a qualidade de seu trabalho.
Abração,
Felipe
Adail Retamal wrote:Achei o artigo interessante, porém, como é de praxe, segue a tendência de usar um jargão específico e citar práticas e artefatos de uma ou duas determinadas metodologias (especificamente Scrum e XP), o que só reforça o mito de que Agile = XP e/ou Agile = Scrum...Em minhas apresentações (públicas ou nos clientes) eu não falo mais de Agile com esses termos específicos, mas sim na linguagem que pessoas comuns consigam entender, principalmente para pessoas fora da área de TI (que tem sido minha rotina ultimamente).Sobre o diagrama de causa e efeito (págs. 12 e 13), tenho duas considerações:1) As setas estão invertidas (isto é, apontando do efeito para a causa). Se é uma notação nova, é melhor explicitar isso no documento para não causar confusão nos leitores. Na TOC (Teoria das Restrições) usamos a notação mais intuitiva, que é a seta apontando da causa para o efeito (lógica de suficiência).2) Quem quiser ver a Árvore da Realidade Atual que eu montei para a BorCon de 2006, e que tenho apresentado desde então (que pode ter servido de referência/inspiração para o diagrama em questão), pode baixar o arquivo em2009/7/1 Flávia fla_oliv@...
Olá pessoal,
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Flávia
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Manoel Pimentel Medeiros, CSP
Chief Editor - Revista Visão Ágil
Chief Editor - InfoQ Brasil
http://manoelp.wordpress.com