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ot-Cartilagem artificial + Sementes limpas, frutos saudáveis   Lista de mensagens  
Responder | Encaminhar Mensagem #134553 de 136926 |
www.ambientebrasil.com.br11 / 07 / 2009 Pesquisa avalia tratamento de joelho
lesionado com ‘plug’ biodegradável

Pesquisadores do Hospital para Cirurgia Especial (HSS, na sigla em inglês),
de Nova York, monitoraram como um “andaime biodegradável” – tecnicamente
conhecido como biomaterial osteocondutor – pode ser utilizado no tratamento
de pacientes com lesão ou desgaste da cartilagem do joelho. O estudo
empregou uma série de imagens por ressonância magnética e outras técnicas
para examinar como a estrutura acabou se incorporando ao joelho. Foram
avaliados 26 pacientes durante 39 meses.

“Falta à cartilagem articular propriedades intrínsecas de cura: você
essencialmente nasce com a que você tem”, explica Asheesh Bedi, especialista
em medicina do esporte do HSS. Em sua avaliação, as informações preliminares
obtidas até agora são animadoras e justificam mais testes de estruturas
sintéticas como técnica de reparação da cartilagem.

Lesões à cartilagem podem ser causadas por uma série de eventos, desde
trauma direto, como em acidentes de carro, até lances que nem mesmo envolvem
choque direto durante um jogo de futebol. Se não forem adequadamente
tratadas, cresce o risco de desenvolvimento de artrite degenerativa.

“Nós estamos conseguindo compreender melhor a biologia de integração com o
tecido hospedeiro, assim como a bioquímica do tecido reparador”, diz Hollis
Potter, chefe da Divisão de Imagem por Ressonância Magnética do HSS e
principal autor do estudo.

As conclusões da equipe serão apresentadas durante a reunião anual da
Sociedade Americana de Ortopedia para Medicina Esportiva, até domingo, dia
12 de julho, em Keystone, no Estado americano do Colorado. O HSS foi fundado
em 1863 e é um dos mais importantes do mundo em ortopedia, reumatologia e
reabilitação. (*Fonte: G1*)

e-Campo <http://www.e-campo.com.br/> Seu portal de informações e
serviços<http://www.e-campo.com.br/>
www.e-campo.com.br
10/07/2009 - 06h07 *Sementes limpas, frutos saudáveis *

Há 20 anos, agricultores agroecologistas do município de Antônio Prado,
localizado na encosta do nordeste gaúcho, organizaram uma associação para
cultivar somente orgânicos. Com o apoio da Pastoral da Juventude Rural e do
Centro de Agricultura Ecológica de Ipê, as famílias da região receberam
orientação e treinamento para a limpeza do solo. “Nessa época existiam
muitos alimentos com agrotóxicos e já estavam causando problemas de saúde em
nossas famílias”, conta o agricultor Nelson Camati, associado desde 1992.

Um dos incentivadores desse projeto bem-sucedido, que se transformou na
Cooperativa Aécia, foi o padre João Bosco Schio. Ele ministrava palestras
aos mais jovens, ensinando sobre a produção de alimentos orgânicos, os males
da poluição ambiental, o empobrecimento dos agricultores e o êxodo rural. As
sementes limpas frutificaram e, hoje, reúne 21 famílias dos municípios de
Antônio Prado e Ipê. “Depois da Aécia, surgiram mais cinco associações na
região”, diz Camati, que acompanhou o crescimento do trabalho e já presidiu
a cooperativa.

A primeira estratégia para compartilhar e divulgar a produção de orgânicos
foi organizar uma feira de agroecologia, em Porto Alegre. Atualmente, o sul
do país abriga cerca de 150 feiras como esta, que acontecem semanalmente nos
centros urbanos e em pequenas comunidades rurais. A uva e o tomate são os
principais cultivos da região. Os sucos concentrados, por exemplo, são
produzidos de acordo com o tipo de uva. A cooperativa comercializa as
variedades Isabel, Bourdoux, Niágara Branca e Niágara Rosada.

Com os tomates são produzidos extratos e molhos. O tipo arrendondado,
conhecido como antigo Paulista, produz uma massa mais concentrada, segundo
Camati. A semente do fruto já foi domesticada há dez anos e está adaptada ao
solo, clima e região. A cooperativa faz a produção primária, o processamento
e a industrialização dos cerca de 24 produtos, que inclui doces, geléias e
compotas. O período de safra dos dois cultivos principais é entre janeiro e
março. O volume chega a 150 mil quilos de uva e 100 toneladas de tomates por
ano. A cooperativa conta com quatro agroindústrias para transformar a
colheita em produtos diversificados. Os sucos e molhos da Aécia também são
despachados para São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro. “Temos bastante
procura. A demanda está crescendo, inclusive, das grandes redes de
supermercado”, comenta Camati, citando que o Pão de Açúcar já é cliente da
cooperativa.

A comercialização na feira é feita por meio de núcleos de agricultores. A
Aécia tem quatro bancas na feira de Porto Alegre e duas em Caxias do Sul.
Cada grupo de agricultor é responsável pelas barracas. O cultivo de
alimentos orgânicos também garantiu saúde aos trabalhadores rurais. Camati
diz que há mais de 20 anos ele e sua mãe adoeceram porque utilizava veneno
em sua produção familiar. “Demorei alguns anos para me curar e retirar os
metais pesados do organismo”. Sua filha de 9 anos teve diagnóstico de DDT no
organismo. Desde maio, o governo brasileiro proibiu a importação,
armazenamento e uso desse pesticida.

O agricultor destaca que a questão de saúde é fundamental para o sucesso
desse trabalho desenvolvido pela cooperativa. O grupo percebeu que trabalhar
com produtos ecológicos garante boa saúde. Nas conversas com os
consumidores, eles também observam a alegria do público em adquirir esse
tipo de produto. E, ainda, a relação de cumplicidade entre produtor e
consumidor. Essa consciência de quem compra, Camati atribui aos efeitos
devastadores das mudanças climáticas e alterações provacadas no dia a dia do
campo e da cidade. Os produtos da Aécia são certificados pela Ecocert e
Ecovida. “Isso que nos dá estimulo. Nos sentimos valorizados”, finaliza.

Texto: Juliana Dias Revisão: Juliana Esteves (Malagueta omunicação/
http://malaguetacomunicacao.com.br)


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Se necessário for, imprima este texto/arquivo utilizando o verso de folhas
usadas ou use os dois lados, diminuindo sempre as 4 margens e o tamanho das
letras.

Ósculos a todas e amplexos a todos. Paulo Bastos - BH - MG - 49 anos.




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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]




Sáb, 11 de Jul de 2009 11:19 pm

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