Boa noite Anderson! Não é bem isso que perguntou, mas tenho tido resultados maravilhosos com a Prata coloidal. Dores eu tinha bastante, pois já quebrei tal qual arroz de terceira, num acidente de carro, uma perna em onze, um braço em três, cabeça... Bom desde que iniciei o tratamento com a Prata, nada mais perturbou. Se for difícil de encontrar, diga que te envio um pouco. Fraternas saudações. Flávio Macota.
Algumas das plantas mais comumente cultivadas em jardins
domésticos são admiradas por um motivo bastante curioso: suas flores
mudam de cor. Esse é o caso do Cambará (Lantana camara, Verbenaceae),
da Papoula-de-duas-cores (Hibiscus mutabilis, Malvaceae), do
Manacá-da-serra (Tibouchina mutabilis, Melastomataceae) e do
Manacá-de-cheiro (Brunfelsia uniflora, Solanaceae). Nessas e em muitas
outras espécies, é bom frisar, as plantas não produzem flores de cores
diferentes. São as flores que mudam de cor ao longo do seu tempo de
vida. Eventos florais desse tipo só podem ser percebidos mais
claramente quando o observador acompanha o destino de flores
individuais.
A mudança de cor é um fenômeno relativamente comum entre as
angiospermas. Ocorre enquanto a flor ainda é jovem, não devendo tal
mudança ser confundida com a perda de cores e o escurecimento que
acompanham o processo de senescência. Em termos funcionais, são
conhecidos ao menos sete diferentes mecanismos associados à mudança de
cor das flores, envolvendo três grandes classes de pigmentos vegetais
(carotenóides, flavonóides e betalaínas).
Carotenóides, flavonóides e betalaínas são compostos
secundários que, além de dar cor a flores e frutos, têm outras
importantes funções biológicas. As betalaínas são responsáveis por um
leque de cores (amarelo, alaranjado, vermelho, rosa, púrpura), sendo
encontradas porém apenas em plantas da ordem Caryophyllales. Como
exemplos, podemos citar a Rosinha-de-sol (Aptenia cordifolia,
Aizoaceae), Periquito (Alternanthera ficoidea, Amaranthaceae),
Três-marias (Bougainvillea spectabilis, Nyctaginaceae), Onze-horas
(Portulaca grandiflora, Portulacaceae), Beterraba (Beta vulgaris,
Chenopodiaceae) e os cactos em geral (Cactaceae).
Os carotenóides são responsáveis por um leque semelhante de
cores (amarelo, alaranjado, vermelho, marrom), sendo encontrados na
cenoura, tomate, laranja, pimenta e nas flores do Cravo-de-defunto
(Tagetes erecta, Asteraceae). Por fim, temos os flavonóides,
responsáveis pela maioria das cores observadas em flores e frutos
(amarelo, alaranjado, vermelho, azul). As antocianinas são o grupo mais
comum de flavonóides.
As betalaínas e antocianinas não co-ocorrem em uma mesma
planta. Quer dizer, plantas que têm antocianina não possuem betalaína,
e vice-versa. Flavonas e flavonóis também são grupos de flavonóides
encontrados em flores, principalmente nos chamados guias de néctar.
Esses pigmentos absorvem certos comprimentos de luz que são invisíveis
ao olho humano, mas que são visíveis para outros animais (muitos
insetos, por exemplo). De todos os mecanismos bioquímicos e
fisiológicos associados com a mudança de cor das flores, a manifestação
da antocianina é o mais comum deles.
Fatores ambientais, como diferenças no pH do solo, podem levar
a mudanças na coloração das flores. Essas mudanças também podem ser
pré-programadas, como ocorre com a Pata-de-vaca (Bauhnia monandra,
Leguminosae). A flor jovem da pata-de-vaca é esbranquiçada, com uma
grande mancha vermelha no meio da pétala central; em determinado
momento da vida da flor, no entanto, a pétala central curva-se para
trás, como querendo se esconder. Após a conclusão desse movimento,
todas as demais pétalas tornam-se rosa. Assim, o que no início era uma
flor branca com uma grande mancha vermelha em uma das pétalas
transforma-se em uma flor uniformemente rosa.
Descrever os mecanismo pelos quais as flores mudam de cor é um
dos objetivos dos estudiosos que lidam com o assunto. Resta, no
entanto, um outro, ainda mais complexo e difícil: identificar as
pressões seletivas que teriam favorecido a evolução de tal
comportamento. Nos próximos parágrafos, vamos tocar apenas na
superfície desse assunto.
Guias de néctar
A mudança de cor das flores está quase sempre associada à
presença de polinizadores animais. Por meio desse mecanismo, a planta
pode controlar diversos parâmetros (quantidade, ritmo, ordem etc.) das
visitas que os polinizadores fazem em suas flores. No contexto da
interação entre a planta e seus polinizadores, cores diferentes podem
indicar que flores estão produzindo néctar, onde há pólen e quais
estigmas estão receptivos. Tudo isso pode tornar a polinização um
processo mais rápido, seguro e eficiente; do ponto de vista dos
polinizadores, pode também funcionar como um sistema de sinalização,
por meio do qual eles economizam tempo e energia.
Dependendo do tipo de visitante, a flor inteira ou partes dela
– cálice, corola, androceu, gineceu – podem mudar de cor. Mudanças na
flor inteira podem ser o melhor jeito de sinalizar para um morcego ou
uma mariposa voando à noite. Para atrair beija-flores, que costumam
procurar por néctar no interior de flores tubulosas, a mudança mais
comum ocorre justamente na face interna da corola. Já abelhas,
borboletas e moscas costumam visitar flores que passam por mudanças em
estruturas localizadas, como nos chamados guias de néctar. De um modo
geral, essas mudanças ocorrem na maior ou na mais visível das
estruturas da flor.
O guia de néctar consiste de pontos, manchas ou figuras cujo
colorido contrasta com o fundo (em geral, a face interna das pétalas) e
cuja disposição sinaliza para o polinizador o caminho ou a orientação
que ele deve adotar para ter acesso fácil ao néctar. Fazendo isso, o
animal termina encostando partes do seu corpo nos órgãos sexuais da
flor, tornando ainda mais eficiente e segura tanto a retirada como a
deposição de grãos de pólen. O guia de néctar de algumas flores é
visível aos nossos olhos, muitos, porém, não o são. Isso porque os
polinizadores (insetos, principalmente) enxergam faixas do espectro
luminoso que nós não enxergamos. Exemplos familiares de flores com guia
de néctar visível incluem a Azálea (Rhododendron simsii, Ericaceae) e a
Pata-de-vaca (Bauhnia monandra, Leguminosae).
Alface (Lactuca sativa): Cataplasma: ferver algumas folhas de alface em pouca água, por cinco minutos. Deixar amornar e untar as folhas com azeite de oliva, estendendo-as sobre uma gaze. Aplicar sobre a região atingida, para evitar inflamações.
Tanchagem (Plantago major e outras espécies): É o melhor remédio contra qualquer inflamação.
Picão (Bidens pilosa) : As folhas esmagadas, são empregadas em emplastros para aliviar inflamações, abcessos e furúnculos.
Abóbora (Cucurbita pepo e outras espécies) Flores, para combater erisipela e qualquer inflamação.
Gostaria de saber quais plantas possuem substâncias anti-inflamatórias. Estou desenvolvendo no braço direito um princípio de LER e está começando a doer.
Aproveitando para falar em dor, alguém sabe onde consigo mudas de Hyptis crenata, conhecida como hortelã-brava e salva-de-marajó ???
Faço uso e recomendo aplicação de ferroadas de abelha, já me curei de várias inflamações que dezenas de aplicações de recursos de fisioterapia não solucionaram. Cheguei a permitir que torcessem meus feixes musculares igual a enrolar massa.........rsss....... sem adiantar.
A primeira vez tive sucesso com apenas uma ferroada depois de meses de sofrimento.
Detalhes em email particular gesimar@... .
Em tempo, é um antiinflamatório poderoso e que não cria dependência como as cortisonas da vida.
Gesimar
RiodeJaneiro
On Sex 27/11/09 09:45 , "Anderson" acp2009@... sent:
Olá pessoal,
Gostaria de saber quais plantas possuem substâncias anti-inflamatórias. Estou desenvolvendo no braço direito um princípio de LER e está começando a doer.
Aproveitando para falar em dor, alguém sabe onde consigo mudas de Hyptis crenata, conhecida como hortelã-brava e salva-de-marajó ???
Abraços!
Anderson Porto
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Atualizado em 27/11/2009
A quem interessar possa:
O Blog Fatos e Dasos estará recebendo, via comentários no blog, até o dia 30/11,
perguntas sobre biocobustíveis que serão selecionadas e respondidas pelo
presidente da Petrobras Biocombustível, Miguel Rossetto.
Acessem:
http://www.blogspetrobras.com.br/fatosedados/?p=13469#comments
E perguntem!
Abraços!
Anderson Porto
Pessoal,
Estou, até agora sem sucesso, tentando instalar o serviço Velox lá onde estou
morando. A Oi diz que não não há espaço no tronco para habilitar o serviço, é
mole?
É por isso que só tenho lido e respondido os emails do trabalho. Senão já teria
enviado para vocês as fotos que prometi do jardim suspenso. Ficou muito bacana e
pretendo expandí-lo, só que agora com plantas em placas de fibra de coco, em
meio aos vasos.
Tenho tentado levantar também as jardineiras, de forma que possa ter flores e
ervas plantadas junto ao muro - mas no alto, para evitar que as cadelas se
divirtam com a terra e plantinhas.
E finalmente, durante o mês de janeiro, irei iniciar a construção do projeto de
captação de águas de chuva, para manter irrigadas minhas plantinhas. Está tudo
pensado e agora só falta comprar o material.
Abraços!
Anderson Porto
A arnica desvendada Pesquisa
comprova efeitos antiinflamat�rios da arnica brasileira e adverte que o
uso da planta por via oral pode causar graves problemas hep�ticos
SYLVIA MIGUEL
Amplamente utilizada no Brasil
como analgésico tópico
e antiinflamatório principalmente contra coceiras, picadas
de mosquito e cortes, a conhecida arnica brasileira, falsa arnica
ou arnica-da-serra §Lychnophora ericoides) realmente funciona,
como já provou a sabedoria popular. De suas folhas e do
pó da raiz são produzidos extratos hidroalcoólicos,
pomadas, óleos essenciais e chás. Disseminada pelos
imigrantes italianos a partir do século 18, a planta figura
atualmente entre as mais citadas entre os brasileiros para fins
medicinais. Mas seu uso indiscriminado e incorreto, especificamente
como chá e misturada em bebidas alcoólicas como a
cachaça, pode causar sérias lesões ao fígado,
adverte o professor Norberto Peporine Lopes, da Faculdade de Ciências
Farmacêuticas do Campus da USP em Ribeirão Preto,
que estuda a arnica há quase dez anos.
Os resultados mais recentes das pesquisas, publicados na revista
científica Planta Medica em 2005 (volume 71, páginas
1 a 4), confirmam em seres vivos a eficácia terapêutica.
O artigo, assinado com a professora da FCFRP Glória Emília
Petto de Souza, parceira de Peporine nas pesquisas, também
aponta o princípio ativo causador dos efeitos analgésico
e antiinflamatório.
No mapeamento químico, os cientistas levantaram mais de
100 substâncias, entre as quais se destacam as classes dos
esteróides, lactonas sesquipertênicas do tipo furano-heliangolidos,
ligninas e flavonóides, sendo estes últimos os responsáveis
pelas características terapêuticas da arnica brasileira.
Os testes foram feitos com altas dosagens usadas de forma prolongada.
Os resultados demonstraram que os furano-heliangolidos causaram
a morte em 98% dos animais por lesões hepáticas.
A análise do fígado mostrou comprometimento total
do tecido.
"Os estudos sugerem ligações químicas das lactonas
com enzimas do fígado e com isso concluímos que o consumo excessivo
com bebidas alcoólicas potencializa os possíveis efeitos danosos
no tecido. O órgão pode sofrer desequilíbrio no sistema
enzimático, acarretando inchaço", afirma Peporine Lopes.
É por isso que em hipótese alguma é indicado beber quaisquer
medicamentos à base de Lychnophora. "Quando começaram a ser
disseminados, esses remédios eram usados diretamente na pele, que é o
correto. A moda dos tratamentos naturais levou muita gente a tomar chás
e cachaças com folha de Lychnophora. Porém, o consumo via oral é totalmente
contra-indicado", diz o professor.
Segundo Peporine, muitas pessoas desenvolvem fortes alergias
aos fitoterápicos
derivados da planta, possivelmente devido a uma maior concentração
dos furano-heliangolidos, as mesmas substâncias que podem lesar o fígado.
Mas a falta de dados biológicos e químicos não possibilitava
dizer quais os agentes que causavam aquelas reações. Com o mapeamento
realizado pela equipe coordenada pelo professor, agora é possível
dizer qual a dosagem correta de um extrato hidroalcoólico com as folhas,
por exemplo, e como deve ser o seu uso.
"O preparado deve ter uma porção de álcool e uma de água,
em geral um litro de cada. Não se deve usar álcool puro. As folhas
devem ficar embebidas no mínimo durante uma semana nesta mistura, para
que os flavonóides possam alcançar uma concentração
ideal em relação aos outros elementos químicos. O líquido
deve ser passado sobre a pele. Em geral é utilizado para ferimentos diversos,
hematomas e picadas de inseto", afirma.
Logo depois de publicado, o trabalho coordenado pelo professor
foi o mais acessado do site da revista Planta Medica, principal
revista científica européia
dedicada a plantas medicinais.
Atualmente, a equipe prepara um artigo sobre a toxicologia da
planta e seus efeitos no fígado. "Todos os estudos envolveram em torno de 20 estudantes
de pós-graduação e diversos colegas. A parte de toxicologia
será assinada pela professora Letícia Lotufo, da Universidade Federal
do Ceará", diz.
No Brasil existem várias espécies de plantas conhecidas com o nome
de arnica e todas elas pertencem à mesma família botânica,
a das Asteracea. Porém são muito diferentes entre si. As espécies
Lychnophora são reconhecidas por serem as únicas que não
são ervas. Recebem também o nome de pinheirinho-do-cerrado devido
ao porte e à estrutura de suas folhas.
A verdadeira
Segundo o professor Peporine Lopes, a arnica brasileira foi "descoberta" pelos
primeiros imigrantes italianos que habitaram o estado de Minas
Gerais, no século 18. Acostumados a fazer infusões
e chás a partir da chamada arnica verdadeira (Arnica montana),
até então só encontrada na Europa, os italianos
perceberam semelhanças entre o cheiro da planta brasileira - estudada
pelo grupo de Peporine - e a Arnica montana.
"A partir do cheiro do óleo essencial, identificaram
semelhanças entre as duas e acharam que poderia servir.
De fato, a arnica brasileira também funciona, mas só pode
ser usada sobre a pele", ressalta.
A partir de Minas Gerais, a arnica brasileira se disseminou em
Goiás, além de Ribeirão Preto e Franca, interior
do estado de São Paulo. Atualmente é um item imprescindível
em qualquer farmácia caseira.
Por outro lado, a arnica verdadeira é conhecida na Europa
desde a Idade Média para combater ferimentos, mas também
muito utilizada em aplicações mais específicas
como combate a febres, hemorragias, disenterias, infecções
renais, inflamações oculares, problemas circulatórios
e cardíacos.
Arbusto do tipo perene, as flores de pétalas ovaladas amarelo-ouro
ou alaranjadas exalam um perfume suave. A flores e as raízes
são as únicas partes da planta que podem ser utilizadas
para fins medicinais e cosméticos. Sua adaptação
em terras brasileiras é difícil, já que está aclimatada à acidez dos solos das montanhas européias.
Pessoal,
Outra dúvida. Plantei comigo-ninguém-pode em vasos de parede, de plástico preto,
e reparei que eles esquentam muito quando o sol bate.
Estou pensando em pintá-los de branco, para tentar amenizar o calor. Será que
funciona?
Anderson Porto
Raquel,
Tenho tido sucesso com musgos da seguinte forma:
1) Manter sempre úmidos: borrifar água de tempos em tempos
(melhor) ou deixar água pingando em cima dos vasinhos (pode ser
água de ar condicionado, goteiras de garrafa PET etc).
2) adubo orgânico: use um pano (ou vários) para coar estrume de
vaca curtido e use o líquido para adubar os musgos.
3) sol nem pensar: musgos preferem iluminação indireta - sol direto
nem pensar.
4) para recuperar musgos, basta criar uma pequena estufa com garrafas
d'água e colocar os vasos no fundo, tampando a mini-estufa com filme
plástico.
5) preferem climas amenos - se possível, quando estiver muito quente,
mantê-los longe do calor.
Espero ter ajudado.
Abraços!
Anderson Porto
--- Em tudosobreplantas@..., Keo 1712 <keo1712@...>
escreveu
>
> Alô, gente!
>
> Eu queria plantar uns musgos, daqueles que são bem macios e
compridos (para
> cima). Coloquei em uns vasos que estão sempre úmidos, mas não
sei se só
> fazendo isso, eles conseguirão viver. Por favor, alguém saberia
me dar
> alguma dica a respeito?
>
> bjs e obrigada,
>
> Raquel
> Fpolis/SC
>
Alface (Lactuca sativa): Cataplasma: ferver algumas folhas de alface em pouca água, por cinco minutos. Deixar amornar e untar as folhas com azeite de oliva, estendendo-as sobre uma gaze. Aplicar sobre a região atingida, para evitar inflamações.
Tanchagem (Plantago major e outras espécies): É o melhor remédio contra qualquer inflamação.
Picão (Bidens pilosa) : As folhas esmagadas, são empregadas em emplastros para aliviar inflamações, abcessos e furúnculos.
Abóbora (Cucurbita pepo e outras espécies) Flores, para combater erisipela e qualquer inflamação.
Gostaria de saber quais plantas possuem substâncias anti-inflamatórias. Estou desenvolvendo no braço direito um princípio de LER e está começando a doer.
Aproveitando para falar em dor, alguém sabe onde consigo mudas de Hyptis crenata, conhecida como hortelã-brava e salva-de-marajó ???
Olá pessoal,
Gostaria de saber quais plantas possuem substâncias anti-inflamatórias. Estou
desenvolvendo no braço direito um princípio de LER e está começando a doer.
Aproveitando para falar em dor, alguém sabe onde consigo mudas de Hyptis
crenata, conhecida como hortelã-brava e salva-de-marajó ???
Abraços!
Anderson Porto
--- Em qua, 25/11/09, Glayse Bio <glaysebio@...> escreveu:
De: Glayse Bio <glaysebio@...> Assunto: Re: [tudosobreplantas] MARIA EUNICE E MARA " Orquidea do chão" Para: tudosobreplantas@... Data: Quarta-feira, 25 de Novembro de 2009, 17:20
As orquídeas de chão mais divulgadas são a Arundina que são hastes longas com lindas flores em sua folhas alongadas. e a outra muito utilizada é a Spathoglottis plicata. Ambas são plantadas em substrato de areia, por isso vão bem no chão. --- Em qua, 18/11/09, manoel mahybe <manoelmahybe@ yahoo.com. br> escreveu:
De: manoel mahybe <manoelmahybe@ yahoo.com. br> Assunto: Re: [tudosobreplantas] MARIA EUNICE E MARA " Orquidea do chão" Para: tudosobreplantas@ yahoogrupos. com.br Data: Quarta-feira, 18 de Novembro de 2009, 18:25
Maria Eunice,
E a especie vc sabe ? ou pode me orientar quem saberia ?
Att
Manoel
Mara quanto ao seu interesse posso te mandar um exemplar com maior prazer e carinho.
saudações Manoel
--- Em qua, 18/11/09, Mara <salymar@.... br> escreveu:
De: Mara <salymar@.... br> Assunto: Re: [tudosobreplantas] Identificaçâo " Orquidea do chão" será? Para: tudosobreplantas@ yahoogrupos. com.br Data: Quarta-feira, 18 de Novembro de 2009, 17:31
Uau!!! No chão?? !!! Eu quero!!!!!!! !!!!!Que linda!
No virus found in this incoming message. Checked by AVG - www.avg.com Version: 8.5.425 / Virus Database: 270.14.69/2508 - Release Date: 11/17/09 07:40:00
Eu queria plantar uns musgos, daqueles que são bem macios e compridos (para cima). Coloquei em uns vasos que estão sempre úmidos, mas não sei se só fazendo isso, eles conseguirão viver. Por favor, alguém saberia me dar alguma dica a respeito?
As orquídeas de chão mais divulgadas são a Arundina que são hastes longas com lindas flores em sua folhas alongadas. e a outra muito utilizada é a Spathoglottis plicata. Ambas são plantadas em substrato de areia, por isso vão bem no chão. --- Em qua, 18/11/09, manoel mahybe <manoelmahybe@...> escreveu:
De: manoel mahybe <manoelmahybe@...> Assunto: Re: [tudosobreplantas] MARIA EUNICE E MARA " Orquidea do chão" Para: tudosobreplantas@... Data: Quarta-feira, 18 de Novembro de 2009, 18:25
Maria Eunice,
E a especie vc sabe ? ou pode me orientar quem saberia ?
Att
Manoel
Mara quanto ao seu interesse posso te mandar um exemplar com maior prazer e carinho.
saudações Manoel
--- Em qua, 18/11/09, Mara <salymar@.... br> escreveu:
De: Mara <salymar@.... br> Assunto: Re: [tudosobreplantas] Identificaçâo " Orquidea do chão" será? Para: tudosobreplantas@ yahoogrupos. com.br Data: Quarta-feira, 18 de Novembro de 2009, 17:31
Uau!!! No chão?? !!! Eu quero!!!!!!! !!!!!Que linda!
No virus found in this incoming message. Checked by AVG - www.avg.com Version: 8.5.425 / Virus Database: 270.14.69/2508 - Release Date: 11/17/09 07:40:00
Tem sim como identificar sem ficar comparando fotos.. assim, eu não sei de muitos 'truques', mas no caso dos ipês, por exemplo, o ipê branco é o único que tem três folíolos, o roxo, se eu não ne engano, é o único que é piloso, e o amarelo tem a margem serreada. Tem umas árvores que te umas características bem marcantes, como é o caso do xixi-de-macaco, que tem uma folhinha entre o 'galho principal' e a ramificação da folha, além do que esse galho é todo lenticelado. O flamboyant também possui essas folhinhas entre o 'galho principal' e a ramificação da folha e as folhas da árvore são bem grandes. E essa folhinha que eu me refiro, é chamada de estípula e nesses dois casos elas são bem parecidas com as folhas da árvore mesmo, só que são menores.
Espero ter ajudo um pouquinho com o pouco que sei.
Só para completar, aí vai um exemplo prático, que está no site que estou criando, desculpem-me a propaganda, hehehe.
veja por exemplo os chamados trevos
há o trevo-comum ( trifolium repens) e o trevo-azedo (oxalis corymbosa), as duas espécies possuem o mesmo tipo de folha, hábito, porte, etc... mas as flores são completamente diferentes, tanto que pertencem à famílias botânicas diferentes.
Já foi falado aqui no grupo que a azedinha possui hormônio
feminino. É verdade?
Anderson Porto
--- Em tudosobreplantas@..., Paulo Schwirkowski
<paulowirko@...> escreveu
>
> Só para completar, aí vai um exemplo prático, que está no
site que estou
> criando, desculpem-me a propaganda, hehehe.
>
> veja por exemplo os chamados trevos
>
> há o trevo-comum ( trifolium repens) e o trevo-azedo (oxalis
corymbosa), as
> duas espécies possuem o mesmo tipo de folha, hábito, porte,
etc... mas as
> flores são completamente diferentes, tanto que pertencem à
famílias
> botânicas diferentes.
>
> trevo comum
> http://sites.google.com/site/florasbs/fabaceae/trevo-comum
>
> trevo-azedo ou azedinha
> http://sites.google.com/site/florasbs/oxalidaceae/azedinha
>
> Até logo
>
>
>
>
>
> 2009/11/25 fex fex@...
>
> >
> >
> > Prezados
> >
> > Não sou botânico nem biológo ( talvez um jardineiro , nem
sempre fiel )
> > acredito que a identificação de espécies, não se restringe
a simples
> > procura
> > de imagens similares em um catálogo, livro etc.
> >
> > meu descônfiometro me diz que deve haver um método
> > de identificação que segue uma lógica : pela morfologia das
folhas ,
> > flores etc. estou ficando quente ?
> >
> > por favor , me esclareçam
> >
> > abraços
> >
> > Fernando Figueiredo
> >
> >
> >
> >
> >
> >
>
>
>
> --
> Paulo Schwirkowski
> São Bento do Sul - SC
> http://sites.google.com/site/florasbs/home
> http://sites.google.com/site/wingmakersbrasil/
>
Caro(a)s: divulgue eventos, cursos, simpósios, programas, lançamentos, publicações e notícias acadêmicas e científicas no Twitter da Revista Interatividade ISSN 1980-3575 (http://twitter.com/revistafirb). Envie link ou programação para prof.edir@...
Só para completar, aí vai um exemplo prático, que está no site que estou criando, desculpem-me a propaganda, hehehe.
veja por exemplo os chamados trevos
há o trevo-comum ( trifolium repens) e o trevo-azedo (oxalis corymbosa), as duas espécies possuem o mesmo tipo de folha, hábito, porte, etc... mas as flores são completamente diferentes, tanto que pertencem à famílias botânicas diferentes.
não tenho condições de te responder, mas se puder mim ajudar, estou precisando de um projeto sobre planta de qualquer natureza, de preferência "espada de são jorge", para fazer um projetinho valendo pontos.
Olá pessoal,
Me fizeram esta pergunta via TSP Online, mas como estou sem Internet ainda em
casa, não pude responder.
Alguém sabe o que acontece com as auxinas numa estaca, se ela for plantada ao
contrário (a parte de cima fincada no substrato) ???
Anderson Porto
Plano de estímulo para agricultura ecologicamente correta deve custar R$ 10 bi
O ministro Reinhold Stephanes (Agricultura) apresentou na segunda-feira (16) um plano de estímulo aos produtores brasileiros para enquadrá-los em um modelo ecologicamente mais correto.
Stephanes sugeriu a criação de uma linha de financiamento para capacitação técnica do produtor agrícola de R$ 10 bilhões. Parte desses recursos, algo em torno de R$ 1 bilhão, servirá para a criação de um fundo perdido - ou seja, um fundo para liberar recursos sem necessidade de devolução. O intuito do fundo é oferecer juros favorecidos para quem decidir adotar tecnologias que economizam a emissão de gases causadores do efeito estufa.
A proposta equivale a um aumento de 10% dos financiamentos no setor. "Não serão custos muito grandes em função dos benefícios que eles apresentarão", disse Stephanes.
Reflorestamento, integração da lavoura com a pecuária, fixação de nitrogênio e plantio direto são algumas medidas que
poderiam representar 166 milhões de toneladas por ano a menos na emissão de gás carbônico.
Segundo o ministro, é uma proposta factível e o produtor também deve ganhar com ela. "Se ele (o produtor) adotar recuperação de áreas degradadas, ele vai ganhar mais solo, se fizer plantio direto adequado, maior produtividade", disse.
Stephanes esteve na segunda-feira na reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, que tratou da Conferência de Copenhague sobre o clima. (Fonte: Sofia Fernandes/ Folha Online)
Repassando as informações abaixo! Espero que sejam úteis a tds....
Ótima semana,
Íris (SP)
Caracóis X Caramujos (Achatina fulica, Bulimo ou Aruá) e doenças transmitidas
Gostaria de fazer algumas considerações sobre o tema, para embasar melhor esta discussão.
Há alguns anos lendo e coletando informações (estive, inclusive, na FIOCRUZ - antes de existir a Internet, que facilitou imensamente qualquer pesquisa), para saber sobre as possíveis doenças transmitidas pelo Achatina...
Primeiro, o termo "caramujo" é equivocado, o termo correto é "caracol", para todos os moluscos de forma oblonga terrestres. Caramujo é o nome para os moluscos de mesmo formato, aquáticos.
O caracol africano (Achatina fulica) foi introduzido no Brasil na década de 80, para servir como escargot. Foi disseminado por todo o país, através de um projeto que não deu certo, de formação de uma cooperativa de criadores de escargots.
Esse caracol é altamente prolífico, pois cada postura (duas ou mais ao ano) produz entre 400 e 500 ovos (cada ovo tem cerca de 4-5 mm), e são muito vorazes. Por isto tem sido considerada praga em diversos países, onde ele interfere nas atividades agrícolas.
O seu combate, no Brasil, tem sido feito de forma artesanal, pela catação e aplicação de sal, ou mergulho em água fervente, ambos produzindo sofrimento para o animal. De qualquer modo, a guerra contra ele, por aqui, tem se disseminado, principalmente pelo argumento de que causaria doenças.
De fato, tanto ele quanto as lesmas e os caracóis nativos, PODEM SER transmissores (hospedeiros intermediários) de duas doenças, a angiostrongiliase meningoencefálica e a angiostrongiliase abdominal. Mas isso não quer dizer que eles, obrigatoriamente, causem doenças. Como em qualquer outra situação de doenças transmitidas por animais, além de ter o veículo de transmissão (moluscos terrestres), o causador da doença deve estar presente, e neste caso, um nematóide (verme) do gênero Angiostrongylus (que pode ser o A. cantonesis ou A. costaricensis).
Aliás, a recomendação de lavarmos muito bem as verduras que consumimos serve também para evitar a transmissão dessa doença, uma vez que a transmissão é feita pelo contato com o muco dos moluscos.
A angiostrongiliase meningoencefálica é muito comum no Oriente, e, segundo pesquisas (posso estar desatualizada), não foi detectada no Brasil. Já a angiostrongiliase abdominal ocorre no Brasil, principalmente no Sul (de novo, posso estar desatualizada...).
A rápida dispersão da espécie no território brasileiro (resultado de sua alta taxa de reprodução, grande capacidade para ocupar diferentes ambientes e a ausência de predadores naturais), o torna potencialmente mais eficiente como transmissor da doença para o homem.
Entretanto há muito mais barulho em torno do tema do que fatos... O que não quer dizer que devamos aceitar passivamente esta situação. Só devemos ser menos histéricos e mais realistas.
Devido a esse “barulho” a respeito de um assunto, o governo tomou providências - o Ministério da Agricultura formou um processo para discutir o controle e a erradicação da espécie no Brasil. Programas governamentais e não governamentais para o controle e erradicação de A. fulica já estão em andamento nos estados de Santa Catarina, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo.
Mas, essa “histeria” em torno do Achatina está criando um outro problema - o extermínio das espécies de caracóis nativos, perfeitamente adaptados e em equilíbrio com a natureza, denominados popularmente como Bulimo ou Aruá (existem outros nomes regionais). Como os nativos são muito parecidos com o Achatina, eles acabam sendo dizimados junto com o este...
Os caracóis nativos, além de estarem sendo dizimados pelo próprio homem, sofrem ainda com a concorrência com o estrangeiro, uma vez que são muito menos prolíficos (por experiência própria: cada postura fornece de 1 a 3 ovos, cada ovo tem o tamanho cerca de 1,5 cm), o crescimento mais lento, a disputa pela comida...
Portanto, é importante saber diferenciar o africano dos nativos, e para isto todos tem de estar alerta e divulgar este fato, mostrando fotos e conchas de ambos.
Nota 01: o Achatina é utilizado como alimento pelos Teiús, grandes lagartos nativos, e por ratos e ratazanas (observação própria)... Portanto, vamos evitar matar pelo menos os Teiús... Já os ratos e ratazanas...
Nota 02: aproveitando a deixa, devemos evitar matar ou expulsar de nossas casas as nossas amigas lagartixas, que são vorazes comedoras de mosquitos (e estão fazendo um excelente controle dessa praga em minha casa...).
Conheça o Achatina fulica: Caramujo gigante africano
Uma espécie de caramujo africano de tamanho extremamente grande, podendo atingir 15 a 20 cm de altura, 10 a 12 cm de comprimento e chegando a pesar 200g, foi introduzida no país alguns anos atrás.
A Achatina fulica, nome científico do caramujo gigante, foi trazida de outros países por criadores de escargots sem qualquer critério de avaliação do seu impacto ambiental, caso o animal fugisse do cativeiro.
Em vários países em que foi introduzida, numerosos esforços foram dispensados para controlar o caramujo, que por seu hábito voraz de alimentação, destrói diversas culturas, incluindo hortas, além de ser uma ameaça à saúde pública, pois pode transmitir um verme, o Angiostrongylus cantonensis. Este verme causa a angiostrongilíase meningoencefálica, que poucas vezes é fatal, porém pode ocasionar sintomas, como dores abdominais, que podem perdurar por vários meses, além de lesões oculares irreversíveis.
O contágio do homem ocorre pela ingestão de larvas do verme que ficam no muco produzido pelo caramujo enquanto caminha por verduras, legumes e frutas.
Não só a Achatina pode transmitir vermes através de seu muco, como também outros caracóis e lesmas, por isso, mais uma razão para lavar bem as verduras, mesmo aquelas que estão em sua horta.
Como identificar o verdadeiro caramujo-gigante africano (Achatina fulica)?
Como se sabe, os caramujos em geral gostam de locais úmidos e sombreados. Por isso, ao iniciar a busca do caramujo africano em seu quintal, verifique bem os cantos dos muros, as paredes onde não bate muita luz e os lugares em que possa haver acúmulo de galhos, restos de poda, folhas, madeiras, etc. Também são locais muito propícios os restos de construção, entulhos e, em especial, os tijolos furados.
Em épocas mais secas do ano é possível que não encontremos com tanta facilidade os caramujos. Isso ocorre porque eles procuram proteção por baixo da terra. Nessa fase, quase não vemos o corpo mole do caramujo, porque ele se guarda integralmente dentro da concha e produz uma película que recobre a entrada. Repare na foto abaixo, de um exemplar recém-desenterrado, que a concha está “ocupada” por um caramujo vivo.
Quando o caramujo morre, a película que recobre a concha pode se desprender e a concha fica com uma coloração bem clara. Mas note que o padrão do desenho das listras ainda pode ser visto.
Outra forma de identificar o caramujo africano é prestando atenção ao formato da concha. Observe que ela tem a forma de uma espiral cônica. Já o verdadeiro escargot (Helix aspersa) tem a concha em espiral circular.
Caramujo africano Concha em espiral cônica
Escargot verdadeiro Concha em espiral circular
Por último, veja que a abertura da concha (a “boca” da concha) possui uma borda afiada, bem diferente da abertura do caramujo-da-boca-rosada ou aruá-do-mato (Megalobulimus sp). Este último é um tipo de caramujo nativo brasileiro que não deve ser eliminado.
Caramujo africano Borda cortante
Aruá-do-mato (brasileiro) Borda espessa
Para evitar dúvidas na hora de identificar o verdadeiro caramujo-gigante africano, clique no link abaixo e imprima a tabela e leve-a consigo. Se as dúvidas ainda persistirem, fotografe o caramujo e envie a foto para o Ibama através do e-mail achatinafulica.sp@ibama.gov.br
”Caramujos são moluscos aquáticos de águas doces, salobra ou salgada, enquanto que os caracóis são terrestres, embora todos se pareçam, principalmente devido à concha que possuem.
Os caracóis servem de alimento para um número relativamente pequeno de animais, embora alguns, como o lagarto Dracaena guianensis ou teju, só se alimentem com esses moluscos. Também os lagartos Teju teguixin e o Teju nigropunctatus, às vezes, comem esses caracóis.
Podemos encontrar pequenos caracóis durante todo o ano em jardins, hortas, embaixo de pedras, em muros, nas plantas, etc., em geral à noite, pois durante o dia eles se escondem do calor e do sol. Com uma lanterna, podemos fazer uma boa “caçada”, em uma só noite.
Os grandes peixes como os ciclídeos, por exemplo, os devoram com avidez, principalmente se, primeiro, os retirarmos de sua concha. Podemos, também, ferver os caracóis em água, retirá-los da concha e dá-los, picados, aos peixinhos menores. Esses caracóis podem ser mantidos em terrários, durante vários meses, desde que lhes forneçamos alimentos adequados como folhas de alface ou alimentos secos. Como exemplos, temos o Bulimus ovatus, o B. melanostomus, B. taunayi, conhecidos como bulimo, aruá, etc.
As lesmas são moluscos considerados parecidos, externamente, com os caracóis e caramujos, mas não possuem a concha típica desses últimos. São encontradas principalmente em épocas chuvosas tornando-se, às vezes, verdadeiras pragas, atacando hortas, jardins, plantações, etc.
As grandes lesmas têm um pequeno número de animais de terrários, aquários, etc., que as consomem, por exemplo, algumas cobras terrestres e algumas grandes tartarugas.
As lesmas pequenas como a Agriolimax agrestis, por exemplo, são apreciadas por um grande número de animais como rãs, sapos, tartarugas, salamandras e pequenos lagartos, além de até mesmo certos vermes de movimentos lentos.
Essas lesmas pequenas podem ser encontradas em grande quantidade em pequenos lagos, tanques, açudes, valetas, etc., principalmente em períodos chuvosos. Sua coleta deve ser feita, de preferência, à noite. É comum elas aparecerem em grande número, uma verdadeira praga, atacando hortas, jardins, plantações, etc., causando muitos prejuízos.
As lesmas pertencem aos gêneros Vaginulus e Limax. Como exemplo de lesmas temos, no Brasil, entre outras, a Vaginulus taunayi, que é grande e de coloração verde pulverulento.”
-- Antes de imprimir qualquer texto pense no seu compromisso de sustentabilidade com o meio ambiente e com as futuras gerações. Adote os 3Rs na sua vida: Reduza, Reutilize, Recicle!
-------- "Eu levo uma vida de cachorro: não me drogo, não odeio, não contamino, não invejo, não cobiço, não traio e sobretudo, não dependo de bens materiais para SER FELIZ!" (Lionel Falcon).
"O circo com animais ensina a criança a rir da dignidade perdida dos animais. Nesse caso a humanização dos bichos reflete claramente a falta de humanidade das pessoas, projetada em um macaco de vestido, camuflada sobre o riso." (Olegario Schmitt)
"No dia em que o homem conhecer o íntimo de um animal, todo crime contra um animal será um crime contra humanidade" (Leonardo da Vinci)
"Não sou melhor porque me elogiam, não sou pior porque me caluniam. Eu sou o que sou, e não o que dizem." (Tomás de Aquino)
Antes de imprimir qualquer texto pense no seu compromisso de sustentabilidade com o meio ambiente e com as futuras gerações. Adote os 3Rs na sua vida: Reduza, Reutilize, Recicle!
-------- "Eu levo uma vida de cachorro: não me drogo, não odeio, não contamino, não invejo, não cobiço, não traio e sobretudo, não dependo de bens materiais para SER FELIZ!" (Lionel Falcon).
"O circo com animais ensina a criança a rir da dignidade perdida dos animais. Nesse caso a humanização dos bichos reflete claramente a falta de humanidade das pessoas, projetada em um macaco de vestido, camuflada sobre o riso." (Olegario Schmitt)
"No dia em que o homem conhecer o íntimo de um animal, todo crime contra um animal será um crime contra humanidade" (Leonardo da Vinci)
"Não sou melhor porque me elogiam, não sou pior porque me caluniam. Eu sou o que sou, e não o que dizem." (Tomás de Aquino)
Repassando as informações abaixo! Espero que sejam úteis a tds....
Ótima semana,
Íris (SP)
Caracóis X Caramujos (Achatina fulica, Bulimo ou Aruá) e doenças transmitidas
Gostaria de fazer algumas considerações sobre o tema, para embasar melhor esta discussão.
Há alguns anos lendo e coletando informações (estive, inclusive, na FIOCRUZ - antes de existir a Internet, que facilitou imensamente qualquer pesquisa), para saber sobre as possíveis doenças transmitidas pelo Achatina...
Primeiro, o termo "caramujo" é equivocado, o termo correto é "caracol", para todos os moluscos de forma oblonga terrestres. Caramujo é o nome para os moluscos de mesmo formato, aquáticos.
O caracol africano (Achatina fulica) foi introduzido no Brasil na década de 80, para servir como escargot. Foi disseminado por todo o país, através de um projeto que não deu certo, de formação de uma cooperativa de criadores de escargots.
Esse caracol é altamente prolífico, pois cada postura (duas ou mais ao ano) produz entre 400 e 500 ovos (cada ovo tem cerca de 4-5 mm), e são muito vorazes. Por isto tem sido considerada praga em diversos países, onde ele interfere nas atividades agrícolas.
O seu combate, no Brasil, tem sido feito de forma artesanal, pela catação e aplicação de sal, ou mergulho em água fervente, ambos produzindo sofrimento para o animal. De qualquer modo, a guerra contra ele, por aqui, tem se disseminado, principalmente pelo argumento de que causaria doenças.
De fato, tanto ele quanto as lesmas e os caracóis nativos, PODEM SER transmissores (hospedeiros intermediários) de duas doenças, a angiostrongiliase meningoencefálica e a angiostrongiliase abdominal. Mas isso não quer dizer que eles, obrigatoriamente, causem doenças. Como em qualquer outra situação de doenças transmitidas por animais, além de ter o veículo de transmissão (moluscos terrestres), o causador da doença deve estar presente, e neste caso, um nematóide (verme) do gênero Angiostrongylus (que pode ser o A. cantonesis ou A. costaricensis).
Aliás, a recomendação de lavarmos muito bem as verduras que consumimos serve também para evitar a transmissão dessa doença, uma vez que a transmissão é feita pelo contato com o muco dos moluscos.
A angiostrongiliase meningoencefálica é muito comum no Oriente, e, segundo pesquisas (posso estar desatualizada), não foi detectada no Brasil. Já a angiostrongiliase abdominal ocorre no Brasil, principalmente no Sul (de novo, posso estar desatualizada...).
A rápida dispersão da espécie no território brasileiro (resultado de sua alta taxa de reprodução, grande capacidade para ocupar diferentes ambientes e a ausência de
predadores naturais), o torna potencialmente mais eficiente como transmissor da doença para o homem.
Entretanto há muito mais barulho em torno do tema do que fatos... O que não quer dizer que devamos aceitar passivamente esta situação. Só devemos ser menos histéricos e mais realistas.
Devido a esse “barulho” a respeito de um assunto, o governo tomou providências - o Ministério da Agricultura formou um processo para discutir o controle e a erradicação da espécie no Brasil. Programas governamentais e não governamentais para o controle e erradicação de A. fulica já estão em andamento nos estados de Santa Catarina, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo.
Mas, essa “histeria” em torno do Achatina está criando um outro problema - o extermínio das espécies de caracóis nativos, perfeitamente adaptados e em equilíbrio com a natureza, denominados popularmente como Bulimo ou Aruá (existem outros nomes regionais). Como os nativos são muito parecidos com o Achatina, eles acabam sendo dizimados junto com o este...
Os caracóis nativos, além de estarem sendo dizimados pelo próprio homem, sofrem ainda com a concorrência com o estrangeiro, uma vez que são muito menos prolíficos (por experiência própria: cada postura fornece de 1 a 3 ovos, cada ovo tem o tamanho cerca de 1,5 cm), o crescimento mais lento, a disputa pela comida...
Portanto, é importante saber diferenciar o africano dos nativos, e para isto todos tem de estar alerta e divulgar este fato, mostrando fotos e conchas de ambos.
Nota 01: o Achatina é utilizado como alimento pelos Teiús, grandes lagartos nativos, e por ratos e ratazanas (observação própria)... Portanto, vamos evitar matar pelo menos os Teiús... Já os ratos e ratazanas...
Nota 02: aproveitando a deixa, devemos evitar matar ou expulsar de nossas casas as nossas amigas lagartixas, que são vorazes comedoras de mosquitos (e estão fazendo um excelente controle dessa praga em minha casa...).
Conheça o Achatina fulica: Caramujo gigante africano
Uma espécie de caramujo africano de tamanho extremamente grande, podendo atingir 15 a 20 cm de altura, 10 a 12 cm de comprimento e chegando a pesar 200g, foi introduzida no país alguns anos atrás.
A Achatina fulica, nome científico do caramujo gigante, foi trazida de outros países por criadores de escargots sem qualquer critério de avaliação do seu impacto ambiental, caso o animal fugisse do cativeiro.
Em vários países em que foi introduzida, numerosos esforços foram dispensados para controlar o caramujo, que por seu hábito voraz de alimentação, destrói diversas culturas, incluindo hortas, além de ser uma ameaça à saúde pública, pois pode transmitir um verme, o Angiostrongylus cantonensis. Este verme causa a angiostrongilíase meningoencefálica, que poucas vezes é fatal, porém pode ocasionar sintomas, como dores abdominais, que podem perdurar por vários meses, além de lesões oculares irreversíveis.
O contágio do homem ocorre pela ingestão de larvas do verme que ficam no muco produzido pelo caramujo enquanto caminha por verduras, legumes e frutas.
Não só a Achatina pode transmitir vermes através de seu muco, como também outros caracóis e lesmas, por isso, mais uma razão para lavar bem as verduras, mesmo aquelas que estão em sua horta.
Como identificar o verdadeiro caramujo-gigante africano (Achatina fulica)?
Como se sabe, os caramujos em geral gostam de locais úmidos e sombreados. Por isso, ao iniciar a busca do caramujo africano em seu quintal, verifique bem os cantos dos muros, as paredes onde não bate muita luz e os lugares em que possa haver acúmulo de galhos, restos de poda, folhas, madeiras, etc. Também são locais muito propícios os restos de construção, entulhos e, em especial, os tijolos furados.
Em épocas mais secas do ano é possível que não encontremos com tanta facilidade os caramujos. Isso ocorre porque eles procuram proteção por baixo da terra. Nessa fase, quase não vemos o corpo mole do caramujo, porque ele se guarda integralmente dentro da concha e produz uma película que recobre a entrada. Repare na foto abaixo, de um exemplar recém-desenterrado, que a concha está “ocupada” por um caramujo vivo.
Quando o caramujo morre, a película que recobre a concha pode se desprender e a concha fica com uma coloração bem clara. Mas note que o padrão do desenho das listras ainda pode ser visto.
Outra forma de identificar o caramujo africano é prestando atenção ao formato da concha. Observe que ela tem a forma de uma espiral cônica. Já o verdadeiro escargot (Helix aspersa) tem a concha em espiral circular.
Caramujo africano
Concha em espiral cônica
Escargot verdadeiro
Concha em espiral circular
Por último, veja que a abertura da concha (a “boca” da concha) possui uma borda afiada, bem diferente da abertura do caramujo-da-boca-rosada ou aruá-do-mato (Megalobulimus sp). Este último é um tipo de caramujo nativo brasileiro que não deve ser eliminado.
Caramujo africano Borda cortante
Aruá-do-mato (brasileiro) Borda espessa
Para evitar dúvidas na hora de identificar o verdadeiro caramujo-gigante africano, clique no link abaixo e imprima a tabela e leve-a consigo. Se as dúvidas ainda persistirem, fotografe o caramujo e envie a foto para o Ibama através do e-mail achatinafulica.sp@...
”Caramujos são moluscos aquáticos de águas doces, salobra ou salgada, enquanto que os caracóis são terrestres, embora todos se pareçam, principalmente devido à concha que possuem.
Os caracóis servem de alimento para um número relativamente pequeno de animais, embora alguns, como o lagarto Dracaena guianensis ou teju, só se alimentem com esses moluscos. Também os lagartos Teju teguixin e o Teju nigropunctatus, às vezes, comem esses caracóis.
Podemos encontrar pequenos caracóis durante todo o ano em jardins, hortas, embaixo de pedras, em muros, nas plantas, etc., em geral à noite, pois durante o dia eles se escondem do calor e do sol. Com uma lanterna, podemos fazer uma boa “caçada”, em uma só noite.
Os grandes peixes como os ciclídeos, por exemplo, os devoram com avidez, principalmente se, primeiro, os retirarmos de sua concha. Podemos, também, ferver os caracóis em água, retirá-los da concha e dá-los, picados, aos peixinhos menores. Esses caracóis podem ser mantidos em terrários, durante vários meses, desde que lhes forneçamos alimentos adequados como folhas de alface ou alimentos secos. Como exemplos, temos o Bulimus ovatus, o B. melanostomus, B. taunayi, conhecidos como bulimo, aruá, etc.
As lesmas são moluscos considerados parecidos, externamente, com os caracóis e caramujos, mas não possuem a concha típica desses últimos. São encontradas principalmente em épocas chuvosas tornando-se, às vezes, verdadeiras pragas, atacando hortas, jardins, plantações, etc.
As grandes lesmas têm um pequeno número de animais de terrários, aquários, etc., que as consomem, por exemplo, algumas cobras terrestres e algumas grandes tartarugas.
As lesmas pequenas como a Agriolimax agrestis, por exemplo, são apreciadas por um grande número de animais como rãs, sapos, tartarugas, salamandras e pequenos lagartos, além de até mesmo certos vermes de movimentos lentos.
Essas lesmas pequenas podem ser encontradas em grande quantidade em pequenos lagos, tanques, açudes, valetas, etc., principalmente em períodos chuvosos. Sua coleta deve ser feita, de preferência, à noite. É comum elas aparecerem em grande número, uma verdadeira praga, atacando hortas, jardins, plantações, etc., causando muitos prejuízos.
As lesmas pertencem aos gêneros Vaginulus e Limax. Como exemplo de lesmas temos, no Brasil, entre outras, a Vaginulus taunayi, que é grande e de coloração verde pulverulento.”
-- Antes de imprimir qualquer texto pense no seu compromisso de sustentabilidade com o meio ambiente e com as futuras gerações. Adote os 3Rs na sua vida: Reduza, Reutilize, Recicle!
--------
"Eu levo uma vida de cachorro: não me drogo, não odeio, não contamino, não invejo, não cobiço, não traio e sobretudo, não dependo de bens materiais para SER FELIZ!" (Lionel Falcon).
"O circo com animais ensina a criança a rir da dignidade perdida dos animais. Nesse caso a humanização dos bichos reflete claramente a falta de humanidade das pessoas, projetada em um macaco de vestido, camuflada sobre o riso." (Olegario Schmitt)
"No dia em que o homem conhecer o íntimo de um animal, todo crime contra um animal será um crime contra humanidade" (Leonardo da Vinci)
"Não sou melhor porque me elogiam, não sou pior porque me caluniam. Eu sou o que sou, e não o que dizem." (Tomás de Aquino)
Antes de imprimir qualquer texto pense no seu compromisso de sustentabilidade com o meio ambiente e com as futuras gerações.
Adote os 3Rs na sua vida: Reduza, Reutilize, Recicle!
-------- "Eu levo uma vida de cachorro: não me drogo, não odeio, não contamino, não invejo, não cobiço, não traio e sobretudo, não dependo de bens materiais para SER FELIZ!" (Lionel Falcon).
"O circo com animais ensina a criança a rir da dignidade perdida dos animais. Nesse caso a humanização dos bichos reflete claramente a falta de humanidade das pessoas, projetada em um macaco de vestido, camuflada sobre o riso." (Olegario Schmitt)
"No dia em que o homem conhecer o íntimo de um animal, todo crime contra um animal será um crime contra humanidade" (Leonardo da Vinci)
"Não sou melhor porque me elogiam, não sou pior porque me caluniam. Eu sou o que sou, e não o que dizem." (Tomás de Aquino)
No documento você verá que o melhor substrato para as estacas é a areia em câmara úmida.
Você pode criar uma câmara úmida da seguinte forma:
- Recipiente alto, como garrafas de água ou latas de tinta, com no mínimo uns 30 cm, aberto na parte de cima; - filme plástico - areia lavada.
Coloque a areia no recipiente, até atingir uns 15 cm de altura. Coloque as estacas no substrato afastadas umas das outras. Molhe o suficiente para deixar a areia úmida. Tampe com o filme plástico, faça pequenos furos no filme para deixar o excesso de água evaporar e coloque o conjunto sob iluminação indireta - não pode pegar sol.
Volta e
meia você deve verificar se a areia continua úmida. Não deixe secar.
Quanto às estacas, acredito que você saiba que deve deixar algumas folhas no topo da estaca, retirando as restantes. Eu obtive resultados muito bons fazendo desta forma com estacas de pingo de ouro e ora-pro-nobis.
Você pode experimentar também molhar as estacas em suco de batatinhas de tiririca. Experimente e nos conte os resultados, ok?
Abraços!
Anderson Porto
--- Em tudosobreplantas@ yahoogrupos. com.br, "felro01" <felro01@...> escreveu > > Caros confrades do "Tudo sobre plantas", > > Gostaria de fazer mudas de "mini exória" e como devo proceder para fazê-lo por estaquia. > Vale salientar que já tentei algumas vezes sem resultado. > Aguardo orientação dos colegas. > > Obrigado > > Felipe - Manaus - AM - Brasil >
--- On Thu, 11/19/09, Walter Cardoso <waltercar@...> wrote:
From: Walter Cardoso <waltercar@...> Subject: Re: [tudosobreplantas] mudas de mini exória To: tudosobreplantas@... Date: Thursday, November 19, 2009, 6:45 PM
Prezado Felipe,
Fiz recentemente muitas mudas com um indice de pegamento de 60%, colocando as estacas ponteiro de 8cm em média em canteiros de areia. Após o enraizamento passei para saquinhos de 17x25 com um substrato comum: 70% terra de barranco ( areno argilosa ), 30% de esterco de gado curtido, adubo 4-14-8 e cacário na proporção de 1kg de cada por m³ de sustrato. Ficaram 45 dias no canteiro e já estão a 45 dias no saquinho. Os tanhos então entre 12 e 15 cm e muitas já estão florindo. Foi minha primeira experiência, sem nenhuma orientação técnica. Todo o procedimento se baseou em conhecimentos empíricos. Mas como dizem: " se a expectatica é pequena qualquer resultado pode ser considerado bom". Me orientaram que com o uso de casca de arroz carbanizada o resultado pode melhorar. Enquanto não descubro a melhor maneira vou testando.
Me coloco à disposição para novas trocas e estou aberto à melhores formas de procedimentos.