Quinta-feira, 19 de Fevereiro de 2009
329) A SAÚDE ORAL DO MINISTÉRIO DA SAÚDE: Entre as promessas e a prática ...
A dívida total vencida (a mais de 90 dias) do Serviço Nacional de Saúde (SNS) ascendia a 908 milhões de euros no final de Setembro. O grosso (727 milhões de euros) é da responsabilidade dos hospitais empresarializados (EPE), que constituem cerca de 90 por cento dos hospitais públicos em Portugal, em dimensão financeira e em número de camas.
Foi justamente para "acabar com o drama dos hospitais que não pagam a tempo e horas" e "injectar liquidez na economia" numa altura de crise que o Governo decidiu alargar e activar o fundo de apoio aos pagamentos do SNS (nunca usado, apesar de existir desde 2006).
Os hospitais SPA e serviços centrais resultará de uma realocação de verbas, nomeadamente desactivações e transferências entre programas - usando, por exemplo, o dinheiro que este ano (2008) sobrou dos programas de saúde oral e da procriação medicamente assistida.
PÚBLICO
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É absolutamente vergonhoso que a actual equipa do Ministério da Saúde “esconda†os programas de saúde oral, aproveitando daí dividendos para pagar dívidas de má gestão, enquanto se nega tratamentos de saúde oral a centenas de milhares de portugueses, nomeadamente crianças e adolescentes, mantendo-os numa ignorância permanente relativamente às suas necessidades de saúde.Recado à Senhora Ministra da Saúde: afinal, das promessas politicamente correctas à prática real vai uma grande lata; absolutamente demagoga esta evolução da política de saúde oral em Portugal.Ao menos que enviem este recado à Juventude Socialista para que também se lembre, no Parlamento, do que realmente precisam as nossas crianças nas escolas.
Gerofil
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Domingo, 15 de Fevereiro de 2009
328) Análise ao Estudo Nacional de Prevalência das Doenças Orais 2008 (6ª Parte)
Crianças e jovens com cárie dentária
A leitura do Estudo Nacional de Prevalência da Doenças Orais 2008 permite concluir que a cárie dentária atinge níveis demasiado alarmantes na população infantil e juvenil do nosso país. A situação quase que se pode dizer de catastrófica, pois a percentagem de crianças afectadas atinge os 49 % aos 6 anos de idade, passando para os 72 % aos 15 anos de idade. Tal constatação deveria constituir, desde já, preocupação absolutamente fundamental em termos de saúde escolar, ao nível do ensino básico.Numa altura em que se avançam projectos de juventudes partidárias para introdução e reforço de outras valências educativas, é completamente urgente atacar o problema da saúde oral que graça indiscriminadamente, de forma avassaladora, afectando a esmagadora maioria da população escolar e de consequências físicas e psicológicas imprevisíveis em termos futuros.Não se pode ficar de consciência tranquila quando ficamos a saber que 88,5 % dos adolescentes com 15 anos nos Açores e 75,4 % dos adolescentes com 15 anos no Alentejo apresentarem cárie dentária, sabendo-se dos milhares de milhões de euros de recursos de que o país usufrui provenientes da União Europeia.Por isso mesmo, é urgente e necessário mudar as políticas irracionais de saúde oral seguidas pelos governos em Portugal desde o 25 de Abril de 1974; não se pode conceber que, num país membro da União Europeia, as crianças e os jovens continuem a ser tratados de forma discriminatória, em que a origem da classe social determina o seu acesso a cuidados de saúde (algo que hoje sucede em Portugal e que é mais típico de um país do Terceiro Mundo).Assim, cabe também a si, caro leitor deste blogue, denunciar esta situação e alertar a opinião pública; as crianças e os jovens de hoje serão os homens que amanhã irão construir o futuro do nosso país. Não deixe que uma cúpula de políticos e governantes incipientes tenham o direito de limitar e constranger o desenvolvimento físico e psicológico daqueles que serão os homens e mulheres de Portugal na próxima geração.
Link: Estudo Nacional de Prevalência das Doenças Orais
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NOTA FINAL: Porventura a Presidência da Republica estará disponível para a realização de uma semana aberta, a nível nacional, sobre a temática da prestação de cuidados de saúde primários à população, incluindo o seu acesso a cuidados de saúde oral? Fica a sugestão de quem está no terreno e conhece a realidade.
Gerofil
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Segunda-feira, 9 de Fevereiro de 2009
327) Dentistas: Ordem critica alguns comportamentos na classe
O Ministério da Saúde deve assumir as suas competências e resolver a degradação a que chegou a actividade dos médicos dentistas, diz o bastonário Orlando Monteiro da Silva. Há dentistas em Portugal a usar material de menor qualidade nos tratamentos e a poupar nas esterilizações, porque vários seguros diminuíram os preços dos tratamentos dentários, denuncia o responsável.
Orlando Monteiro da Silva considera que o Ministério da Saúde não pode fechar os olhos a esta situação. Confrontada com estas denúncias no Porto, a ministra Ana Jorge mostrou-se “preocupada,†mas sublinhou que é à respectiva Ordem dos Dentistas que cabe o controlo da qualidade dos serviços. A Renascença já contactou o Instituto de Seguros de Portugal para tentar perceber porque estarão as seguradoras a reduzir as coberturas na área dentária, no entanto, o Instituto não faz, para já, qualquer comentário.
Renascença
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Esperemos, pois, por uma clara acção de fiscalização aos consultórios por parte da Ordem dos Médicos Dentistas; os pacientes exigem e o país agradece.
Gerofil
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Domingo, 8 de Fevereiro de 2009
326) Correio de Itália
Senhor responsável pelo sector da medicina dentária de Angola. O meu nome é Sergio Sabellini, sou Higienista Oral italiano, trabalho como tutor no curso de Higiene Oral no Hospital São Paulo de Milão.
Estou, também a estudar para um master sobre a cooperação internacional (COI-ECTOH) na Universidade de Torino:
http://www.cooperazioneodontoiatrica.eu/
Estou a preparar uma tese acerca dos Sistemas de Saúde dos Países Lusofonos Africanos (PALOP`s) e das organizações internacionis do sector, que operam nesses países. Foi ja visitar o site do Ministerio da Saúde de Angola, mas não consigo achar muitos dados.
O Senhor pode aconselhar-me outros links ou outras fontes da Angola? Agradeço muito pela atenção.
Dr. Sergio Sabellini
sabsergio@...
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Domingo, 1 de Fevereiro de 2009
325) Matosinhos: crianças não pagam pelo dentista
Em parceria com a Junta de Freguesia de Matosinhos, a Clínica Parque da Cidade lançou um projecto que permite o atendimento preventivo de 1.000 crianças da freguesia. «Este é um programa apenas de prevenção, se detectamos anomalias, as crianças serão direccionadas para os seus médicos dentistas. Nós avaliamos o risco de cárie da placa bacteriana e posicionamos as crianças em grupos. É uma oportunidade para todas as crianças, começarem a criar hábitos orais», refere José Maria Corte-Real, Director Clínico.Este projecto envolve toda uma equipa de médicos, mas sobretudo o envolvimento dos pais e dos professores «porque é com eles que temos de trabalhar para que todo este programa tenha continuidade».As consultas são destinadas as todas as crianças da freguesia, quer de escolas públicas quer de escolas privadas. «Não vamos excluir nenhuma criança. Este é um projecto de valor para as crianças que nunca tiveram a oportunidade de ir ao Dentista, de certeza que nunca irão esquecer esta clínica», refere António Parada, Presidente da Junta de Freguesia de Matosinhos.O Presidente deixa um agradecimento à clínica pela coragem de verificar as deficiências do sistema e de as tentar corrigir com este projecto.
Portugal Diário
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Exemplo de coragem e de determinação que outras autarquias deveriam seguir, em vez de andarem feitos lacaios a esbanjarem milhões e milhões de euros dos nossos impostos em viagens de passeio para Cuba, Canadá, Brasil, Moçambique, Polónia ou outros lados ou organizarem festas sem nenhum resultado para a melhoria de vida das populações locais.
Pena que essa corrupção passiva dos políticos autárquicos não seja investigada pela Procudaria-Geral da República; esse dinheiro devia ser investigado e aplicado directamente nos cuidados de saúde da população de cada concelho.
Bem haja povo de Matosinhos.
Gerofil
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Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2009
324) European Association for Osseointegration
European Association for Osseointegration
(LINK: http://www.eao.org/)
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Colmatar o fosso entre ciência e prática clínica, EAO melhora a qualidade da assistência ao paciente como o principal centro de recursos na área de implante de odontologia na Europa.
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Domingo, 18 de Janeiro de 2009
323) European Global Oral Health Indicators Development
European Global Oral Health
Indicators Development
Link:
http://www.egohid.eu/Index.htm
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Terça-feira, 13 de Janeiro de 2009
322) Quintessence Publishung
Quintessence Publishing
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LINK: http://www.quintpub.com/index.php
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Sexta-feira, 9 de Janeiro de 2009
321) Dr Orlando Monteiro da Silva eleito presidente do Conselho Europeu de Dentistas
O Conselho Europeu de Dentistas (CED) é uma organização europeia sem fins lucrativos que representa mais de 300.000 dentistas em toda a Europa. É composto por associações e organizações nacionais de dentistas de 30 países europeus. Os principais objectivos do CED são a promoção de elevados padrões de saúde oral e de representar os interesses da profissão odontológica na União Europeia.
O CED aprovou em 28 de Novembro de 2008, na sua Assembleia Geral, em Bruxelas, uma posição escrita sobre o projecto da directiva europeia relativamente aos direitos dos doentes no que se refere a cuidados de saúde transfronteiriços. O CED aprovou também uma resolução sobre o parecer do CCPC relativamente a produtos de branqueamento utilizados na saúde oral.
Para mais informações sobre o CED consulte WebPage http://www.eudental.eu/
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Domingo, 4 de Janeiro de 2009
320) Estatísticas 2008
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Terça-feira, 30 de Dezembro de 2008
319) FDI World Dental Federation
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Quinta-feira, 18 de Dezembro de 2008
318) Educação para a Saúde
O presidente dos populares açorianos anunciou que o seu partido “vai propor e vai bater-se, na próxima Legislatura, para que seja criada no curriculum regional no ensino básico uma cadeira de Educação para a Saúde, de maneira a que as crianças e jovens possam, desde de muito cedo, aprender as noções básicas de saúde e alguns conceitos elementares sobre nutrição, para prevenir a diabetes e a obesidade que são problemas muito graves e sérios nos Açoresâ€.Segundo Artur Lima, “esta disciplina tem que ser leccionada por um profissional competente e este profissional deve e pode ser, no entender do CDS-PP, o Enfermeiro de Famíliaâ€, que os populares garantem vão também propor na próxima Legislatura.“Este é um profissional que, para além de andar nas freguesias dando apoios às famílias e aos idosos, também dará apoio nos jardins de infâncias e nas escolas transmitindo às crianças conhecimentos básicos sobre a alimentação e sobre a prevenção das doençasâ€, salientou. O candidato a deputado pela Ilha Terceira destacou ainda que “esta disciplina vai ter a vantagem de estimular a prevençãoâ€.Artur Lima explica que com a disciplina de Educação para a Saúde “as crianças vão aprender a comer, vão aprender o que é a diabetes, o que é a obesidade. Vão tomar conhecimentos, desde muito cedo, daqueles que são os problemas de saúde que podem vir a ter no futuro. Isto é, começam a conhecer as regras para prevenirâ€. Isto porque, finalizou Artur Lima, a prevenção é fundamental: “Prevenir é infinitamente mais barato do que tratarâ€.
A União
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A maior lacuna no ensino básico e secundário em Portugal consiste na ausência de qualquer estratégia de educação voltada para a área da saúde; tudo o que se faz ocorre por pura carolice e completamente desenquadrada da realidade das crianças e jovens.Infelizmente, a falta de vontade política em investir na prevenção e saúde escolar arrasta-se em Portugal desde 1974 e nenhum governo demonstrou qualquer interesse em modificar a situação. No âmbito da saúde oral, então a situação tem sido completamente pantanosa; uma vergonha que os políticos portugueses não devem esconder do resto dos seus parceiros europeus.
Gerofil
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Segunda-feira, 15 de Dezembro de 2008
317) Periódicos de Odontologia
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Sexta-feira, 5 de Dezembro de 2008
316) SAÚDE ORAL: Site educativo para crianças mais novas
Ligue o som e tecle na imagem:
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Terça-feira, 2 de Dezembro de 2008
315) Em Portugal (Século XXI) cobram-se impostos aos pobres para dar assistência médica prioritária primeiro aos ricos
Discriminação no acesso ao privado através do SNS
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A Inspecção-geral das Actividades da Saúde está a investigar várias reclamações de utentes que demoraram mais tempo a obter um exame médico em serviços privados quando vão através do Serviço Nacional de Saúde, conforme denunciou a DECO. Fonte do gabinete da ministra da Saúde, em declarações à Lusa, disse que deram entrada naquela inspecção "algumas, poucas," queixas de utentes a denunciar situações de discriminação, mas não soube precisar quantas. "São poucos, mas não sabemos quantos, e estão a ser investigados. Esperamos as conclusões", adiantou aquela fonte.Também a Entidade Reguladora da Saúde disse hoje à Lusa ter recebido algumas queixas de utentes que dizem que os exames médicos em entidades privadas são marcados mais rapidamente quando propõem esquecer a credencial do médico de família e pagar tudo do seu bolso. Esta discriminação, proibida por lei, foi hoje alvo de mais uma denúncia da associação de defesa dos consumidores DECO, que afirma que em 11 por cento dos estabelecimentos privados que visitou verificou que foi diminuído o tempo de espera quando se abdicou da credencial do médico de família.Os colaboradores da DECO realizaram 180 marcações de exames de colonoscopia (um exame ao intestino), ecografia obstétrica e transrectal e em 15 dos sítios visitados conseguiram antecipar a data de marcação do exame quando propuseram esquecer a credencial do médico e suportar o custo.
Jornal de Notícias
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O título condiz exactamente com o texto. Todos pagamos impostos para a longa formação de médicos e técnicos de saúde; na hora da assistência médica, quem tem maiores posses económicas é atendido primeiro.Proponho que o senhor presidente da República, o Senhor Primeiro-ministro, a Senhora Ministra da Saúde, o Senhor Provedor de Justiça, o Senhor Procurador-Geral da Republica e todos os deputados da Assembleia da Republica ponham cobro hoje mesmo a esta situação. Portugal não pode continuar a ter políticas de saúde que violem os direitos humanos.
Gerofil
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Quinta-feira, 27 de Novembro de 2008
314) Programa da Saúde Oral ao longo do ciclo de vida
Programa da Saúde Oral ao longo do ciclo de vida
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Na gravidez
A grávida, ao cuidar da sua saúde oral, está a promover a saúde do seu filho.
Uma gravidez programada deverá contemplar os tratamentos dentários da futura mãe
Até aos 3 anos
A higiene oral inicia-se com a erupção do primeiro dente
A higiene oral é feita com uma gaze, dedeira ou escova macia
Os pais devem utilizar uma pequena quantidade de dentífrico fluoretado de 1000-1500ppm
Dos 3 aos 6 anos
A criança deve fazer a escovagem dos dentes, com supervisão, pelo menos duas vezes por dia sendo uma delas obrigatoriamente antes de deitar
A escova deve ser macia e ter m tamanho adequaado à boca da criança
O dentífrico fluoretado deve ter entre 1000-1500 ppm, e a quantidade é idêntica ao tamanho da unha do 5º dedo (mindinho) da criança
Mais de 6 anos
A escovagem dos dentes deve ser efectuada pelo menos duas vezes por dia, sendo uma delas obrigatoriamente antes de deitar
A escova deve ser macia ou média, de tamanho adequado à boca da criança
O dentífrico fluoretado deve ter entre 1000-1500 ppm, e a quantidade é de aproximadamente 1 cm.
Na adolescência
A higiene oral faz parte da construção e do reforço positivo da auto-imagem. As expectativas dos jovens acerca dos lábios, da boca e dos dentes, nos planos estético e relacional, são de valorizar
Promoção da Súde Oral em ambiente escolar
No jardim-de-infância
Integrar a educação para a saúde e a higiene oral no Projecto Educativo do estabelecimento de educação
Efectuar uma escovagem dos dentes no Jardim-de-infância
Na escola do 1º, 2º, 3º ciclo
Fazer coincidir as mensagens de promoção da saúde com as práticas da escola
Efectuar um bochecho quinzenal com uma solução de fluoreto de sódio a 0,2%
Efectuar uma escovagem dos dentes na escola e monitorizar a sua execução e efectividade
Prevenção das Doenças Orais
Em Crianças e jovens de alto risco à carie
Selantes de fissura
Suplemento de fluoreto de sódio (depois dos 3 anos de idade)
Verniz de flúor ou de clorohexidina
A avaliação do risco individual deve ser feita por higienista oral, médico estomatologista ou médico dentista.
Diagnóstico precoce e tratamento dentário
Para crianças e jovens em programa
No Centro de Saúde
Nos serviços de estomatologia dos Hospitais
Nos consultórios privados, através de contratualização
Fonte: SPP - Sociedade Portuguesa de Pediatria
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Quarta-feira, 19 de Novembro de 2008
313) Saúde oral nas escolas
As doenças orais constituem, pela sua elevada prevalência, um dos principais problemas de saúde da população infantil e juvenil. Contudo, a cárie e as doenças periodontais, se adequadamente prevenidas e precocemente tratadas, são de uma elevada vulnerabilidade, com custos reduzidos e ganhos em saúde relevantes.
Em Portugal, o número de dentes cariados, perdidos e obturados por criança (CPOD) aos 12 anos de idade é de 2.95, e a percentagem de crianças livres de cárie dentária aos 6 anos é de 33%. A Organização Mundial da Saúde aponta para que no ano 2020, pelo menos 80% das crianças com 6 anos estejam livres de cárie e, aos 12 anos, o CPOD não ultrapasse o valor de 1.5. Atingir estas metas só é possível através do reforço das acções de promoção da saúde e prevenção das doenças orais, as quais exigem um maior envolvimento dos profissionais de saúde e da educação.
Assim, a higiene oral deve ser abordada no contexto da aquisição de comportamentos de higiene pessoal e as aprendizagens deverão relacionar os saberes com as vivências, dentro e fora da escola.
As orientações curriculares para a educação pré-escolar preconizam uma intervenção educativa, em que a educação para a saúde e a higiene fazem parte do dia a dia do Jardim-de-Infância.Da mesma forma, durante a escolaridade obrigatória, as referências à descoberta do corpo, à saúde, à educação alimentar, à higiene em geral e à higiene oral estão integradas no currículo e nos programas escolares do 1º ao 9º ano do ensino básico.
Neste contexto preconiza-se que todas as crianças que frequentam os JI e as escolas do 1º CB façam a escovagem dos dentes no estabelecimento de ensino, conduzindo desta forma à responsabilização progressiva da criança pelo autocuidado da higiene oral.
A execução da escovagem deve ser orientada pelos professores, a quem deverá ser dada formação para esta actividade, e regularmente, pelo menos uma vez por trimestre, supervisionado pela equipa de saúde escolar.
Esta medida preventiva deve no 1º CB, ser complementada pelo bochecho quinzenal com uma solução de fluoreto de sódio a 0,2%. Esta actividade quando feita de forma contínua e quinzenalmente contribui para a redução da cárie dentária em cerca de 26%.
A educação alimentar é também uma das vertentes centrais de um programa de promoção da saúde oral, pelo que é necessário sensibilizar para os aspectos da vida escolar que afectam a saúde oral das crianças, como a qualidade das ementas escolares e dos alimentos disponibilizados no bar ou máquinas de venda automática, a maior parte deles ricos em açúcar e como tal fortemente cariogénicos.
A adopção pelos estabelecimentos de ensino, da escovagem dos dentes dos alunos pelo menos 1 vez por dia, como factor central de um programa de promoção da saúde oral, vai possivelmente encontrar algumas resistências por parte dos educadores de infância e professores que importa ir resolvendo de forma progressiva e de acordo com as dificuldades reais encontradas, que se prendem normalmente com a deficiência das instalações e a dificuldade em vigiar todos os alunos durante a escovagem.
Assim importa que as actividades de promoção da saúde sejam integradasno projecto educativo da escola, dinamizada pelos professores, mas que inclua desde a fase de planeamento, outros parceiros essenciais para a resolução de obstáculos e para a sustentabilidade do projecto, nomeadamente a Autarquia cuja acção é fundamental na solução de problemas relacionados com a estrutura do edifício escolar.De igual forma, os pais devem ser parceiros activos na programação das actividades de modo a participarem na resolução de problemas, assim como são essenciais para que haja em casa um reforço da prática da escovagem.A experiência diz-nos que projectos que foram iniciados sem o envolvimento da comunidade, frequentemente falham na sustentabilidade e continuidade, com o decorrer do tempo.Contudo, nos projectos em que a participação da comunidade é forte, a probabilidade de estes projectos caírem é menor e a eficácia será tanto maior quanto mais continuadas forem as actividades, dando suporte à mudança comportamental e ao reforço da sua manutenção.
Ângela Meneses Alves
A tua Escola
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Domingo, 16 de Novembro de 2008
312) Finalmente ?
Parece finalmente que alguém se preocupa seriamente com o problema típico de país do terceiro mundo e que nós ainda temos por cá; falo sobre saúde oral e como tem sido sistematicamente negligenciada por todos os ministros que passaram pela pasta da saúde desde o 25 de Abril de 1974 até ao ex-ministro da Saúde Correia de Campos.Surge agora a boa notícia por parte da actual Ministra da Saúde, Doutora Ana Jorge, que, finalmente, tem a sensatez e a humildade de encarar o problema e enfrentá-lo de vez, propondo desde já um investimento de mais de 25 milhões de euros em cheques – dentistas, a serem distribuídos às crianças e jovens de quatro, cinco, sete, dez e treze anos em 2009.Ao contrário de Correia de Campos (que aconselhava os pais a ensinarem os meninos a escovarem os dentes diariamente), Ana Jorge sabe que a cárie dentária é uma doença infecto – contagiosa e que carece de acto médico para ser devidamente tratada. Esperemos, pois, que o Ministério da Saúde crie finalmente todas as condições para inverter o panorama desolador deixado pelos seus antecessores no cargo e que crie condições para tornar a saúde oral um direito de todos os cidadãos deste país, e não apenas destinada a uma burguesia endinheirada com acesso a tudo e mais alguma coisa, fruto das desigualdades sociais criadas e sustentadas por todos os governos nos últimos trinta anos.Recomendo que a Senhora Ministra Ana Jorge revitalize uma nova postura à frente do seu Ministério e que saiba fazer frente a lóbis instalados, não se deixando vergar a interesses de grupos mais ou menos oportunistas e que apenas têm olhos para os seus próprios umbigos; que tudo faça para que, passados 34 anos após o 25 de Abril de 1974, finalmente todas as crianças e jovens portugueses tenham o mesmo direito de acesso a tratamentos no âmbito da saúde oral no nosso país, independentemente de serem filhos da classe trabalhadora ou das burguesias instaladas e a viver à custa do poder.Mais, espera-se que esses 25 milhões de euros anualmente canalizados para a saúde oral juvenil sejam efectivamente e integralmente gastos apenas e só em actos médicos; que não permita, Senhora Ministra, um único desvio desse fundo para outros fins, quaisquer que eles sejam, nem para sustentar empregos parasitas de incompetentes instalados em gabinetes de secretarias de estado ou de administrações regionais de saúde que, ao longo dos últimos trinta anos, nada ou quase nada fizeram, em prol da saúde oral e que deixaram chegar a uma negligência a pontos de quase sem retrocesso, sem se preocuparem minimamente com isso.E uma boa aposta é exactamente dar continuidade ao grupo de trabalho que realizou o Estudo Nacional de Prevalência das Doenças Orais 2008; trata-se de rentabilizar sinergias e apostar na criação de verdadeiros programas de saúde oral, completamente fora da alçada de quem foram os grandes responsáveis pela mais completa desorganização pela saúde oral em Portugal com que vivemos até aos nossos dias.Para mim, infelizmente, estes programas chegam com trinta anos de atraso e já não podem remediar a negligencia e o fechar de todas as portas a que bati para ter tratamentos em devido tempo, depois de ter sido tratado selvaticamente por quem, ao serviço de uma determinada Administração Regional de Saúde, arruinou-me definitivamente a minha vida para sempre; mas isso é outra história que será tratada noutro sido e muito brevemente.Mas estarei por cá e vou continuar a acompanhar, dia a dia, sobre como vai evoluindo a política de saúde oral em Portugal.
Gerofil
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Terça-feira, 11 de Novembro de 2008
311) Cheques-dentista chegam a crianças e jovens
O cheque-dentista vai passar a ser distribuído às crianças e jovens de quatro, cinco, sete, dez e treze anos em 2009, num investimento de mais de 25 milhões de euros, anunciou hoje a ministra da Saúde. Actualmente, os cheques são distribuídos a grávidas seguidas nos centros de saúde e a idosos que recebem o complemento solidário.Falando na Comissão Parlamentar de Orçamento e Finanças, Ana Jorge lembrou que o número de cáries dentárias tem "vindo a diminuir substancialmente" graças ao trabalho que tem sido feito ao nível da prevenção. "Agora, vamos apostar também no tratamento das cáries. Todas as crianças que frequentam a escola pública terão acesso a cuidados de saúde oral e, quando necessário, a cheques-dentista", anunciou.Segundo as contas da governante, serão abrangidas 190 mil crianças dos sete, dez e treze anos, somando-se ainda mais 20 mil cheques-dentista a crianças de quatro e cinco anos.RTP
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Domingo, 9 de Novembro de 2008
310) Análise ao Estudo Nacional de Prevalência das Doenças Orais 2008 (5ª Parte)
Caracterização sócio - demográfica da população estudada
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O Estudo Nacional de Prevalência das Doenças Orais 2008 foi efectuado durante o ano lectivo de 2005/06 e abrangeu uma amostra de 2612 crianças e jovens do ensino público, divididas por três classes etárias: 890 crianças com 6 anos de idade, 837 crianças com 12 anos de idade e 885 jovens com 15 anos de idade, repartidas por sexos e pelas diferentes regiões de saúde do país, incluindo as regiões autónomas dos Açores e da Madeira.Atendendo ao nível de escolaridade dos pais das crianças e jovens de 12 e 15 anos de idade, constatou-se que a sua maioria tinha a escolaridade obrigatória; os pais com o 12º ano de escolaridade (ou equivalente) e estudos superiores representavam até 28 % do número total de pais.A análise dos resultados apresentados pelo estudo permite concluir que os pais das crianças com 12 anos de idade têm tendência para apresentar maiores níveis de escolaridade, comparativamente aos pais dos jovens com 15 anos de idade; esta tendência é mais notada na mãe do que no pai.Um pormenor a referir é o facto de esta conclusão não ter sido mais aprofundada posteriormente na análise dos resultados finais apurados, uma vez que poderia permitir estabelecer uma relação entre a saúde oral das crianças e jovens e o respectivo nível de escolarização dos pais; isto tornaria possível elaborar programas de saúde oral específicos para determinados níveis de escolarização da população portuguesa.O mesmo se poderá dizer relativamente à profissão dos pais, em que o relatório apenas destaca o facto de que a maioria dos pais exercer profissões de nível intermédio, destacando-se que um quarto das mães das crianças e jovens de 12 e 15 anos de idade serem domésticas.É evidente que a aplicação de qualquer programa de saúde oral terá de ter em linha de conta o tipo população a que se destina; o universo da população de níveis intermédios de escolarização e/ou precariedade laboral carece de uma intervenção distinta, em termos de programas de saúde oral, da população com elevados níveis de escolarização e/ou profissionalmente estáveis.
Link: Estudo Nacional de Prevalência das Doenças Orais
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Terça-feira, 4 de Novembro de 2008
309) Programa «Dente Limpo, Dente Lindo»
Faz agora um ano que, a autarquia Mangualdense deu início ao Programa «Dente Limpo, Dente Lindo», que tinha como objectivo a total erradicação neste concelho das «situações pavorosas de cárie dentária que em pleno Século XXI ainda se observam em grande número nas bocas dos portugueses».
De acordo com a Associação Portuguesa de Saúde Oral (APSO), citada pelo Diário de Viseu, este programa conseguiria o controlo total da Saúde Oral das crianças do 1º Ciclo do Ensino Básico em apenas 4 anos, com um custo anual per capita inferior ao custo médio cobrado por uma consulta num consultório privado de Medicina Dentária de Mangualde. Estavam envolvidos neste projecto, além da APSO e da Câmara Municipal de Mangualde, o Departamento de Medicina Dentária Preventiva do Curso de Medicina Dentária da Universidade Católica Portuguesa e todos os médicos dentistas com consultório privado no concelho de Mangualde.
Na verdade, este projecto nunca passou disso. As crianças do 1º ciclo do Ensino Básico de Mangualde nunca tiveram tratamento algum. “Apenas viram o meu filho uma vez e foi lá na escola†relatou um pai ao terreiro. Confrontados com esta situação, fomos informados que o projecto nunca tinha sido posto em prática.
Nenhum aluno, mesmo os que foram primeiramente rastreados pelos alunos do Curso de Medicina Dentária de Viseu, nunca beneficiaram de tratamentos em nenhum consultório privado em Mangualde. António Manuel, pai de uma criança que frequenta o 1º ano do 1º ciclo do ensino básico de uma das escolas de um agrupamento de ensino de Mangualde, pediu para o informarem dos procedimentos a efectuar, no âmbito do projecto “Dente limpo, dente lindoâ€, para levar a sua educanda a um dos dentista do referido programa de saúde oral.
“Tive a honra, como a carta referenciava, de ser informado que o mesmo estava em reformulação. O projecto que tinha arrancado no transacto ano, Março de 2005 e com duração de 4 anos, passado 12 meses, está em acertos e sem resolução à vistaâ€, comentou.
31 de Março de 2006
Terreiro
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Recebeu o “Terreiro†este esclarecimento por parte do Presidente da Associação Portuguesa de saúde Oral, Dr. António Larcher, Médico Dentista. Muito nos honra a atitude e elevação demonstrada pela APSO. Muito nos apraz registar o agradecimento feito por esta Associação ao “Terreiroâ€.
Nós é que ficamos agradecidos pela explicação, gostaríamos de ter recebido igualmente, das entidades verdadeiramente responsáveis, tais esclarecimentos e com humildade reconhecerem, que, por vezes os compromissos não se podem cumprir por variadíssimas razões. Mangualde e as nossas crianças só ganhariam com estas atitudes.
"Caro Terreiro Como deve saber, sou Presidente da APSO. Antes de comentar as afirmações que escreve e que atingem a honra da Associação a que presido, agradeço-lhe como cidadão a atenção e exigência de cumprimento das promessas das forças políticas. Se os Portugueses tivessem comportamento semelhante, certamente seríamos melhor servidos.
Esclarecimento sobre o Programa "Dente Limpo, Dente Lindo" Em 2004/2005, como a APSO informou os encarregados de educação dos alunos do 1º Ciclo das Escolas de Mangualde, apenas se iria proceder ao levantamento do estado de Saúde Oral das crianças (determinação do CPOD) para conhecimento efectivo das necessidades reais e custos da implementação da fase seguinte do Programa. Isto foi completamente concretizado com a colaboração do Dep. Saude Oral Comunitária da UCP.
A colaboração da CMM nesta fase foi apenas logística, assegurando transporte dos alunos da UCP às Escolas do Concelho e levando as crianças do Concelho à Clínica Universitária da UCP no âmbito das acções de promoção de Saúde Oral que decorreram naquelas instalações. Não foi possível até agora, por dificuldades de financiamento, que ultrapassam a APSO dar inicio às consultas previstas no Programa. Continuo na esperança de ainda este ano lectivo poder iniciá-las.
Quanto à espécie de projecto da DGS que tanto elogia, devo esclarecer o seguinte. 1º Não é novo! Em Mangualde está em funcionamento há mais de 5 anos. 2º Não é tão abrangente como afirma! Em Mangualde serão vistas cerca de 120 crianças dos 4 aos 16 anos. Só nas escolas do 1º ciclo estão matriculados cerca de 900 alunos. 3º Já deu provas de não funcionar!
Após estes anos todos de PSOCA (Programa Saúde Oral de Crianças e Adolescentes) da DGS, Mangualde apresenta um CPOD total de 3,86, atingindo um valor de 4,35 aos 10 anos. CPOD é o número de dentes definitivos atingidos por cárie numa boca. O valor que dou é a média da desgraça das bocas.
Aos 10 anos, apenas existem 12 dentes definitivos e em média estão mais de 4 com cárie. Estas crianças foram todas beneficiadas pelo programa que tantos elogios tem da sua parte. Eu não sei quem é o Terreiro, mas penso que o Terreiro me conhece. Assim sendo, sabe que politicamente sou suficientemente apartidário para assumir o meu estatuto de "NÃO ELEITOR".
Este esclarecimento final não é portanto qualquer tentativa de desculpar ou culpabilizar qualquer politico ou autarca. Em 2002 foi proposto este programa ao Dr. Fernando Ruas (Viseu - PSD) na sequência do Congresso Internacional de Saúde Oral realizado naquela Cidade. Como conheço pessoalmente o Dr. José Correia, na altura Presidente da CM Nelas (PS), apresentei-lhe o programa, na esperança que este fosse iniciado na minha Terra de origem. A resposta foi igual e portanto penso que se trata de atitudes suprapartidárias: "As Câmaras já têm muito que fazer e a responsabilidade da saúde é do Estado!"
Mangualde sempre foi mais longe: 1º Mostrou interesse! 2º Logo que se arranje dinheiro, poderemos trabalhar. Como certamente concordará o maior entrave à evolução é sempre a modificação de mentalidades. Penso que a abertura tida no nosso Concelho demonstra que pelo menos esta dificuldade estará ultrapassada."
Terreiro (2 de Abril de 2006)
* * *
Política … a sério?Ainda gostaria de conhecer, pelo menos um jovem, que participou neste projecto! Dizem que é projecto único no panorama nacional … sim deve ser, se a nível nacional não existir gente que tenha imaginação tão fértil, então acredito que seja mesmo único.
Vejamos:
Daremos continuidade ao programa de generalização da Saúde Oral a todos os alunos do 1º Ciclo, através do programa "Dente Limpo – Dente Lindo", em parceria com a Associação Portuguesa de Saúde Oral e a Universidade Católica Portuguesa (programa único no panorama nacional)
Autárquicas 2005 Programa do PSD
Porque tenho uma filha no 1º Ciclo do Ensino Básico, pedi um dia que me informassem sobre este projecto, tive a honra, como a carta referenciava, de ser informado que o mesmo estava em reformulação. O projecto que tinha iniciado em Março de 2005 e com duração de 4 anos, passado 12 meses, estava em acertos e sem resolução à vista porque até hoje nada aconteceu … ou seja; nunca aconteceu nada.
Politica … a sério? Ou políticos de brincar?
Terreiro (3 de Janeiro de 2008)
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Quinta-feira, 30 de Outubro de 2008
308) Faculdade de Medicina Dentária da Universidade do Porto
Faculdade de Medicina Dentária da Universidade do Porto:
A Faculdade de Medicina Dentária da Universidade do Porto é uma escola pública de ensino superior universitário que promove a ciência, a investigação científica e a prestação de serviços à comunidade na área da Medicina Dentária e goza de autonomia científica, pedagógica, administrativa e financeira, assume as responsabilidades inerentes à gestão e organização interna e promove a realização e desenvolvimento de protocolos com entidades públicas e privadas nacionais e estrangeiras.Teve o seu inicio como Escola Superior de Medicina Dentária, criada pelo Decreto-Lei nº 368, de 15 de Agosto de 1976 e entrou em funcionamento em Novembro do mesmo ano, tendo constituído, em Portugal, a primeira instituição de ensino médico-dentário de nível universitário.A Escola Superior de Medicina Dentária funcionou em instalações provisórias, desde 1976, num pré-fabricado anexo ao Hospital de S. João, até à construção de um edifício próprio, situado na Rua Dr. Manuel Pereira da Silva - Paranhos.Foi integrada na Universidade do Porto, em 6 de Janeiro de 1989, através da Lei nº 10, de 6 de Janeiro de 1989, que cria a Faculdade de Medicina Dentária da Universidade do Porto. A mudança de Instalações para o actual edifício ocorreu em 15 de Julho de 1997. A Faculdade de Medicina Dentária da Universidade do Porto é hoje uma instituição de prestigio a nível nacional e internacional.O Corpo docente integra presentemente 37 doutorados, sendo 8 Professores Catedráticos, 10 Professores Associados com Agregação, 6 Professores Associados, 10 Professores Auxiliares, 2 Professores Auxiliares Convidados, 2 Professores Auxiliares Convidados a 40%, 5 Assistentes, 2 Assistentes Convidados, 7 Assistentes Convidados a 60%, 6 Assistentes Convidados a 40%, 2 Assistentes Convidados a 30%, 4 Assistentes Convidados a 20%, 6 Monitor e 3 docentes contratados.A Faculdade de Medicina Dentária da Universidade do Porto prossegue entre outros fins, os seguintes:
a) Ministrar o curso e conferir a Licenciatura em Medicina Dentária, bem como outros que por lei lhe venham a ser atribuídos;
b) Organizar e ministrar cursos de mestrado, de pós-graduação, de especialização e de actualização nos domínios da sua especialidade, bem como promover a formação académica conducente à concessão do grau de doutor;
c) Organizar e ministrar cursos de aperfeiçoamento de ensino continuado em várias áreas das disciplinas da Medicina Dentária e disciplinas afins e ainda organizar cursos livres de extensão, de reciclagem, de aprofundamento e outros que considere necessários ou úteis;
d) Manter, promover e desenvolver a investigação científica;
e) Colaborar com outras unidades orgânicas, instituições ou entidades que requeiram o seu apoio técnico, científico e pedagógico ou delas receber colaboração, segundo protocolo a estabelecer;
f) Propor e assumir a direcção técnico-científica de cursos para-médicos e técnicos de higienistas orais, assistentes dentários, técnicos de prótese dentária e técnicos de equipamento dentário;
g) Organizar e manter em funcionamento uma consulta externa de medicina dentária, subordinada aos interesses científicos e pedagógicos da Faculdade;
h) Estabelecer formas de intercâmbio, cultural, científico, técnico, pedagógico, colaboração em actividades de interesse comum com entidades públicas ou privadas, nacionais e estrangeiras;
i) Contribuir, no seu âmbito de actividade, para a cooperação internacional, designadamente em relação aos países de língua portuguesa e aos países europeus. FMUP
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Sexta-feira, 24 de Outubro de 2008
307) 9ª edição do Mês da Saúde Oral
No âmbito da 9ª edição do Mês da Saúde Oral da Colgate e da Sociedade Portuguesa de Estomatologia e Medicina Dentária (SPEMD), que decorre até final de Outubro, a cidade de Coimbra conta com rastreios dentários gratuitos. Desta forma, até final do mês, o distrito de Coimbra tem 60 consultórios a realizar os rastreios gratuitos, sem radiografias nem tratamentos.
No mesmo período, em todo o país são mais de 1 700 profissionais de Saúde Oral a participarem, de forma voluntária, na campanha, que tem como objectivo sensibilizar a população para os bons hábitos de higiene oral. A campanha pretende alertar ainda toda a população para a realização de acções correctas com a saúde oral de forma a prevenir eventuais doenças dentárias.
A campanha Mês da Saúde Oral da Colgate e SPEMD, lançada em 2000, já realizou cerca de 85 mil rastreios dentários gratuitos, assim como corrigiu alguns hábitos que estão a afectar a higiene dentária da população portuguesa. A população que estiver interessada em participar na campanha só necessita de se informar junto dos consultórios aderentes mais próximos do local de residência, ou através da «linha azul» (808 205 206), disponível das 9h00 às 23h00, todos os dias.
Fábrica de Conteúdos
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Quinta-feira, 23 de Outubro de 2008
306) Entidade reguladora da saúde de olho nos dentistas
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Terça-feira, 21 de Outubro de 2008
305) Ministro recusa rede nacional de cuidados dentários
O ministro da Saúde rejeitou a possibilidade de criar uma rede nacional de cuidados dentários, que representaria «custos muito altos de financiamento e manutenção», e defendeu as vantagens dos "cheques-dentista", que deverão beneficiar milhares de grávidas e idosos. Em conferência de imprensa após o primeiro debate do Orçamento de Estado para 2008, na Assembleia da República, o ministro anunciou a criação de "cheques-dentista" no programa de saúde oral para grávidas e idosos, mas não revelou o seu valor por não estar ainda negociado com a Ordem dos Médicos Dentistas (OMD) e eventualmente com a Ordem dos Médicos, no âmbito da actividade dos médicos estomatologistas.Em entrevista à rádio TSF, o governante explicou que a OMD não recomendou a criação de uma rede nacional, e ao iniciar-se um novo processo, pretende-se que este seja o mais desburocratizado possível. «Estas medidas são financeiramente sustentadas e controláveis», defendeu.No caso das grávidas, o médico de família do centro de saúde ao identificar a gravidez emite, através de um computador, um cheque para que a mulher faça um rastreio dentário e mais dois para eventuais tratamentos ao longo da gravidez. A estimativa do Ministério da Saúde é que este programa abranja anualmente 65 mil grávidas que são seguidas nos centros de saúde e que se supõe serem as mais desfavorecidas em termos sociais «e para as quais se orientam as prioridades». No sector privado deverão estar a ser seguidas 35 mil grávidas, que não terão acesso aos cheques-dentista.Os idosos que recebem o complemento solidário, que contam já com uma comparticipação de 75% renovável a cada três anos na compra de próteses, vão agora receber dois "cheques-dentista". No total, e de acordo com os cálculos do ministro Correia de Campos para o próximo ano, o executivo prevê aumentar as verbas do programa de saúde oral de seis milhões para 21 milhões de euros, podendo os "cheques-dentista" ser utilizados em clínicas privadas.O Ministério prevê também uma aposta no alargamento do programa de saúde oral às crianças entre os seis e os 12 anos, passando dos actuais 66 mil para 80 mil abrangidos. «É muito importante reduzir a cárie que atinge 50% das crianças, o que ainda é um número excessivo, mas já tivemos apenas nove por cento das crianças sem cárie», recordou.
Destak.pt (7 de Novembro de 2007)
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Para que saiba a verdade e para que ninguém se iluda, é bom recordar as palavras do anterior Ministro da Saúde. Haja coragem para assumir que o actual governo apenas está disponível para oferece bombons em fez de atacar o problema da saúde oral que graça no país.
Até que ponto estão ou não alinhados os interesses privados na área com esta demagógica e atroz política de negação aos mais elementares direitos humanos por parte da população, praticada pelo governo do Partido Socialista?
Gerofil
Publicada por Gerofil em 15:12 0 comentários
Sexta-feira, 17 de Outubro de 2008
304) Santa Maria da Feira: Programa de Saúde Escolar
O programa de saúde escolar, através da promoção da saúde oral e rastreios visuais é fundamental para prevenir graves doenças, nomeadamente junto das crianças em risco. As parcerias encetadas com os organismos públicos de saúde são exemplo a nível nacional.O Programa de Saúde Oral é organizado pelo Centro de Saúde de Santa Maria da Feira e o de Rastreios Oftalmológicos pelo Hospital de São Sebastião, contando ambos com o apoio da Câmara Municipal.No ano de 2008 prevê-se o estabelecimento de uma parceria com a Universidade Fernando Pessoa para a promoção da saúde oral, para que todos os jardins-de-infância e escolas do 1.º ciclo possam ser contemplados com este projecto.
Câmara Municipal de Santa Maria da Feira
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Por este meio socilita-se o envio para este blogue (tempogero@...) do ponto da situação relativamente a este programa de saúde oral organizado pelo Centro de Saúde de Santa Maria da Feira: qual foi o público-alvo, que tipo de intervenção foi feito e quais os resultados já obtidos.
Gerofil
Publicada por Gerofil em 11:49 1 comentários
Segunda-feira, 13 de Outubro de 2008
303) Licenciatura em Higiene Oral (ISAVE)
Instituto Superior de Saúde do Alto Ave
Publicada por Gerofil em 11:38 0 comentários
Quarta-feira, 8 de Outubro de 2008
302) APSO - Associação Portuguesa de Saúde Oral
Associação Portuguesa de Saúde Oral
Sede: Faculdade de Medicina DentáriaRua Dr. Manuel Pereira da Silva4200 Porto,PORTUGALTelefone e fax: 351 22 5511139
Publicada por Gerofil em 12:14 0 comentários
Segunda-feira, 6 de Outubro de 2008
301) Faculdade de Medicina Dentária de Lisboa (FMDL)
Faculdade de Medicina Dentária de Lisboa
Morada: Cidade Universitária 1649-003 LISBOA - PORTUGAL
Website: http://www.fmd.ul.pt/
Telefone:+351 217 922 600
Fax: +351 217 957 905
E-mail: correio@...
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A FMD tem como atribuições:-Ministrar o ensino respeitante à licenciatura em Medicina Dentária ou outras licenciaturas relacionadas com as ciências da saúde oral;-Ministrar o ensino respeitante aos bacharelatos em Higiene Oral e em Prótese Dentária;-Ministrar o ensino respeitante à obtenção dos graus de mestre e doutor em Medicina Dentária;-Ministrar o ensino pós-graduado e realizar cursos de actualização, de aperfeiçoamento, de extensão universitária ou outros julgados necessários nos domínios da medicina dentária ou das ciências da saúde oral;-Incentivar e realizar a investigação científica no âmbito da sua especialidade;-Contribuir para a defesa da saúde pública e o bem-estar da população na área da saúde oral;-Colaborar com instituições, organismos e serviços públicos ou privados e outras individualidades, no âmbito da sua competência.
Publicada por Gerofil em 11:30 0 comentários
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Postado por ludbrioa no Arquivo de Gerotempo em 7/08/2009 12:59:00 AM