Já encontrei um ano com atrasos menores! Foi em 1995. Despacho Conjunto: 15-Abril-1995 – atraso: 3, 5 meses.
Despacho do SNR: 20-Julho-1995 – atraso: 6,6 meses.
Ainda me falta descobrir alguns despachos entre 1991 e 1998. Está difícil. Se tivesse mais revistas Integrar daquela década, apanhava algumas num instante. Alguém tem isso? Eu só tenho n.º 7, 8 e 9 (entre 1995 e 1996).
Um abraço Francisco Godinho
De: supera-portugal@... [mailto:supera-portugal@...] Em nome de Francisco Alexandre Ferreira Biscaia Godinho Enviada: terça-feira, 28 de Fevereiro de 2012 16:38 Para: acessibilidade; supera-portugal@... Assunto: [SUPERA] Atrasos dos despachos governamentais para o financiamento de Ajudas Técnicas
Todos sabemos que os despachos conjuntos dos ministérios para a orçamentação anual do financiamento das Ajudas Técnicas tem sido sistematicamente tardio, bem como a regulamentação que se segue do INR (anteriormente SNRIPD e SNR). Como os despachos são publicados sempre tarde, já nem estranhamos! Mas qual é efectivamente esse atraso? Não tem sido sempre a situação absurda que aconteceu por exemplo em 2011, embora ande lá perto. Fui analisar 12 pares de despachos desde 1999 e aqui vão os resultados.
Melhor ano: 1999, com um atraso de 2, 3 meses para o despacho conjunto e 7 meses para o despacho regulamentar do então SNRIPD. Ou seja, o melhor cenário que tivemos desde 1999 foi um atraso superior a meio ano!
Para estas contas considerei o mês com 30 dias.
Pior ano (excluindo o incógnito ano de 2010): 2011, com um atraso superior a 12 meses (um ano) para os dois despachos.
Média de atraso dos despachos conjuntos dos ministérios:7 meses (58% do tempo para a execução do orçamento).
Média de atraso dos despachos regulamentares do INR/SNRIPD:10 meses (83% do tempo para a execução do orçamento).
Os dados anuais são os seguintes: Ano:
Despacho (n.º, data DR) -> atraso em meses
Ano: 2011
Despacho Conjunto (130/2012, 6-Jan-2012) -> 12,2
Despacho INR (894/2012, 23-Jan-2012) -> 12,7
Ano: 2009
Despacho Conjunto (27731/2009, 29-Dez-2009) -> 11,9
Despacho INR (2027/2010, 29-Jan-2010) -> 12,9
Ano: 2008
Despacho Conjunto (31397/2008, 9-Dez-2008) ->11,3
Despacho INR (2600/2009, 20-Jan-2009) -> 12,6
Ano: 2007
Despacho Conjunto (12370/2007, 20-Jun-2007) -> 5,6
Despacho INR (28936/2007, 20-Dez-2007) -> 11,6
Ano: 2006
Despacho Conjunto (288/2006, 24-Mar-2006) -> 2,8
Despacho SNRIPD (18891/2006, 18-Set-2006) -> 8,6
Ano: 2005
Despacho Conjunto (479/2005, 13-Jul-2005) -> 6,4
Despacho SNRIPD (19921/2005, 16-Set-2005) -> 8,5
Ano: 2004 Despacho Conjunto (632/2004, 27-Out-2004) -> 9,9
Despacho SNRIPD (26389/2004, 22-Dez-2004) -> 11,7
Ano: 2003 Despacho Conjunto (1005/2003, 4-Nov-2003) -> 10,1
Não sei como estás a conseguir… mas
nota-se que “a coisa” te está a dar gozo!
João
De:
supera-portugal@... [mailto:supera-portugal@...] Em nome de Francisco Alexandre Ferreira
Biscaia Godinho Enviada: terça-feira, 28 de
Fevereiro de 2012 23:36 Para: acessibilidade;
supera-portugal@... Assunto: [SUPERA] RE: Atrasos dos
despachos governamentais para o financiamento de Ajudas Técnicas
Já encontrei um ano com atrasos menores! Foi em 1995.
Despacho Conjunto: 15-Abril-1995 – atraso: 3, 5 meses.
Despacho do SNR: 20-Julho-1995 – atraso: 6,6 meses.
Ainda me falta descobrir alguns despachos entre 1991 e 1998.
Está difícil. Se tivesse mais revistas Integrar daquela década, apanhava
algumas num instante. Alguém tem isso? Eu só tenho n.º 7, 8 e 9 (entre 1995 e
1996).
Um abraço
Francisco Godinho
De: supera-portugal@...
[mailto:supera-portugal@...] Em
nome de Francisco Alexandre Ferreira Biscaia Godinho Enviada: terça-feira, 28 de
Fevereiro de 2012 16:38 Para: acessibilidade;
supera-portugal@... Assunto: [SUPERA] Atrasos dos
despachos governamentais para o financiamento de Ajudas Técnicas
Todos sabemos que os despachos conjuntos dos ministérios para a
orçamentação anual do financiamento das Ajudas Técnicas tem sido sistematicamente tardio, bem como a regulamentação
que se segue do INR (anteriormente SNRIPD e SNR). Como os despachos são
publicados sempre tarde, já nem estranhamos! Mas qual é efectivamente esse
atraso? Não tem sido sempre a situação absurda que aconteceu por exemplo em
2011, embora ande lá perto. Fui analisar 12 pares de despachos desde 1999 e
aqui vão os resultados.
Melhor ano: 1999, com um atraso de 2, 3 meses para
o despacho conjunto e 7 meses para o despacho regulamentar do então SNRIPD. Ou
seja, o melhor cenário que tivemos desde 1999 foi um atraso superior a meio ano!
Para estas contas considerei o mês com 30 dias.
Pior ano (excluindo o incógnito ano de 2010):
2011, com
um atraso superior a 12 meses (um ano) para os dois despachos.
Média de atraso dos despachos conjuntos dos
ministérios:7 meses (58% do tempo para a
execução do orçamento).
Média de atraso dos despachos regulamentares do
INR/SNRIPD:10 meses (83% do tempo para a
execução do orçamento).
Os dados anuais são os seguintes:
Ano:
Despacho (n.º, data DR) -> atraso em meses
Ano: 2011
Despacho Conjunto (130/2012, 6-Jan-2012) -> 12,2
Despacho INR (894/2012, 23-Jan-2012) -> 12,7
Ano: 2009
Despacho Conjunto (27731/2009, 29-Dez-2009) -> 11,9
Despacho INR (2027/2010, 29-Jan-2010) -> 12,9
Ano: 2008
Despacho Conjunto (31397/2008, 9-Dez-2008) ->11,3
Despacho INR (2600/2009, 20-Jan-2009) -> 12,6
Ano: 2007
Despacho Conjunto (12370/2007, 20-Jun-2007) -> 5,6
Despacho INR (28936/2007, 20-Dez-2007) -> 11,6
Ano: 2006
Despacho Conjunto (288/2006, 24-Mar-2006) -> 2,8
Despacho SNRIPD (18891/2006, 18-Set-2006) -> 8,6
Ano: 2005
Despacho Conjunto (479/2005, 13-Jul-2005) -> 6,4
Despacho SNRIPD (19921/2005, 16-Set-2005) -> 8,5
Ano: 2004
Despacho Conjunto (632/2004, 27-Out-2004) -> 9,9
Despacho SNRIPD (26389/2004, 22-Dez-2004) -> 11,7
Ano: 2003
Despacho Conjunto (1005/2003, 4-Nov-2003) -> 10,1
Está a ser difícil encontrar os orçamentos do IEFP em 1991 e 1992, caso existam. Nesses dois anos, o valor das Ajudas Técnicas foram de 1 milhão, repartido de forma igual entre o orçamento do Ministério da Saúde e o Ministério da Solidariedade Social.
Recuando até 1993, encontramos nesse mesmo ano um prazo respeitável para os despachos dos Ministérios e do SNR: Janeiro e Março respectivamente. Fazendo novamente a média dos atrasos ao longo deste período, o melhor que conseguimos são 6 meses para o despacho conjunto e 9 meses para o despacho regulamentar.
Os dados anuais são os seguintes: Ano:
Despacho (n.º, data DR) -> atraso em meses
Ano: 2011
Despacho Conjunto (130/2012, 6-Jan-2012) -> 12,2
Despacho INR (894/2012, 23-Jan-2012) -> 12,7
Ano: 2009
Despacho Conjunto (27731/2009, 29-Dez-2009) -> 11,9
Despacho INR (2027/2010, 29-Jan-2010) -> 12,9
Ano: 2008
Despacho Conjunto (31397/2008, 9-Dez-2008) ->11,3
Despacho INR (2600/2009, 20-Jan-2009) -> 12,6
Ano: 2007
Despacho Conjunto (12370/2007, 20-Jun-2007) -> 5,6
Despacho INR (28936/2007, 20-Dez-2007) -> 11,6
Ano: 2006
Despacho Conjunto (288/2006, 24-Mar-2006) -> 2,8
Despacho SNRIPD (18891/2006, 18-Set-2006) -> 8,6
Ano: 2005
Despacho Conjunto (479/2005, 13-Jul-2005) -> 6,4
Despacho SNRIPD (19921/2005, 16-Set-2005) -> 8,5
Ano: 2004 Despacho Conjunto (632/2004, 27-Out-2004) -> 9,9
Despacho SNRIPD (26389/2004, 22-Dez-2004) -> 11,7
Ano: 2003 Despacho Conjunto (1005/2003, 4-Nov-2003) -> 10,1
Peço desculpa a quem não pode ver. Os dados são semelhantes aos que tenho difundido por esta via em formato de texto, para que estejam acessíveis a todos.
Sei que algumas pessoas desta lista terão interesse em ler esta notícia.
-----Mensagem original-----
Em nome de fgodinho
Enviada: quinta-feira, 8 de Março de 2012 18:20
Para: acessibilidade@...
Assunto: [acessibilidade] Noticia Lusa
Vila Real, 07 mar (Lusa) -- Um professor de Engenharia de Reabilitação na
Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), em Vila Real, alertou hoje
para uma "anormal" execução financeira de "0,6 por cento" do orçamento previsto
para os apoios às pessoas com deficiência.
Francisco Godinho integra o Centro de Engenharia de Reabilitação e
Acessibilidade (CERTIC) da UTAD, que há mais de uma década desenvolve a sua
atividade orientada para a aplicação da ciência e da tecnologia na melhoria da
qualidade de vida das populações com necessidades especiais.
O docente universitário escreveu aos secretários de Estado do Emprego e da
Solidariedade e Segurança Social, a solicitar a averiguação "da anomalia grave"
relacionada com o financiamento de Produtos de Apoio (Ajudas Técnicas) para
pessoas com deficiência e adaptação de postos de trabalho no âmbito do
Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), no ano de 2011.
Estes produtos podem ser cadeiras de rodas e adaptações de computadores e
de automóveis, entre outros produtos que minimizem a incapacidade, e que, neste
contexto, de acordo com o professor, são indispensáveis para o acesso à
formação profissional e ao emprego ou à sua manutenção.
Para o financiamento de Ajudas Técnicas/Produtos de Apoio em 2011, nas
áreas da Segurança Social, do Emprego e da Saúde, o Governo afetou, através do
Despacho Conjunto 130/2012, publicado em Diário da República de 06 de janeiro
de 2012, cerca de 12 milhões de euros, dos quais o Ministério da Economia e
Emprego comparticiparia 2.5 milhões euros, através do orçamento do IEFP.
Francisco Godinho referiu que, de acordo com o relatório de execução
financeira acumulada do IEFP, até 30 de novembro de 2011, "apenas foram
executados pagamentos de 14.738 euros".
Os ministérios da Economia e do Emprego e da Solidariedade e da Segurança
Social, responsáveis pela aplicação deste programa, remeteram à Lusa uma
resposta conjunta e explicaram que, em 2009, foi criado o programa de emprego e
apoio à qualificação das pessoas com deficiência e incapacidades, que
introduziu uma modalidade de adaptação dos postos de trabalho.
A verba global afeta ao financiamento dos produtos de apoio é fixada,
anualmente, por despacho conjunto dos membros do Governo responsáveis pela
Segurança Social Emprego e Saúde.
Despacho este que, segundo a fonte, "não foi publicado nos anos de 2010 e
2011 pelo anterior Governo".
Em novembro de 2011, o atual Governo, "no sentido de regularizar
precisamente esta situação", decidiu emitir o despacho conjunto nº 17059/2011,
onde foi incluída a verba comparticipada com o Ministério da Economia e
Emprego.
É por este motivo que, de acordo com a fonte, a taxa de execução de 2011
"é reduzida em valor e em beneficiários".
Para o ano de 2012, já foi assinado o despacho conjunto que define as
verbas disponíveis para financiamento dos Produtos de Apoio, ficando assim
reunidas todas as condições para o acesso a este apoio por todos aqueles que
deles necessitem."
Francisco Godinho comparou a aplicação desta verba em 2009 e 2010 e
constatou que, nesses anos, foram executados, durante os 11 meses, cerca de
dois milhões de euros.
"A execução financeira até ao final de 2011 não é pública", acrescentou.
------------------------------------
Em nome de Francisco Alexandre Ferreira Biscaia Godinho Enviada: quinta-feira, 8 de Março de 2012 23:04 Para: acessibilidade Assunto: [acessibilidade] Financiamento de Adaptação de Postos de Trabalho e Eliminação Barreiras Arquitectónicas
Financiamento do IEFP para Adaptação de Postos de Trabalho para pessoas com deficiência e Eliminação de Barreiras Arquitectónicas.
Pagamentos em 2010: aproximadamente 1 milhão de euros
Pagamentos nos 11 primeiros meses de 2010: aproximadamente 826 mil euros
Pagamentos nos primeiros 11 meses de 2011: aproximadamente 47 mil euros (5,7% do ano anterior no mesmo período).
Dados disponíveis no relatório mensal de Novembro de 2011.
<*> Rodapé da Lista da Acessibilidade <*> A administração da Lista da Acessibilidade é da responsabilidade do CERTIC/UTAD http://www.acessibilidade.net
É afeta ao financiamento dos produtos de apoio, durante o ano de 2012, a verba global de (euro) 8.301.820,00 comparticipada pelo
Ministério da Economia e do Emprego, pelo Ministério da Saúde, e pelo Ministério da Solidariedade e Segurança Social.
A verba de € 500.000,00, disponibilizada pelo Ministério da Economia e do Emprego, destina -se a financiar produtos de apoio indispensáveis à formação profissional e ao emprego, incluindo o acesso aos transportes, através de entidades designadas pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional, I. P.
A verba de € 6.000.000,00, disponibilizada pelo Ministério da Saúde, destina -se a financiar os produtos de apoio prescritos por ato
médico às pessoas com deficiência, através das consultas externas das unidades hospitalares designadas pela Direção -Geral da Saúde
A verba de € 1.801.820,00, disponibilizada pelo Ministério da Solidariedade e Segurança Social, destina -se a financiar produtos de
apoio prescritos pelos centros de saúde e centros especializados.
As verbas referidas nos números anteriores poderão vir a ser reforçadas durante o ano de 2012, por despacho conjunto dos Ministérios da Economia e do Emprego, da Saúde e da Solidariedade e Segurança Social, mediante parecer da(s) entidade(s) financiadora(s) e do Instituto Nacional para a Reabilitação, I. P.
Dado que até ao momento nenhum sócio achou
interessante estar presente na mesa redonda, com palestrante convidado para o
evento a realizar-se em Aveiro, dia 16-17 de Março – Congresso Português
de Reabilitação Visual (CPRV2012), tive que informar a Direcção do evento que não
tínhamos recebido nenhum contacto/proposta.
A Direcção do evento respondeu-me o
seguinte texto, que pode ser que desperte algum sócio que queira e possa
representar a Engenharia de Reabilitação e a SUPERA:
Tenho pena que
ninguém na área da investigação queira estar presente na conversa que vou
coordenar. Principalmente se ligados à investigação de equipamentos e projectos
com utilidade prática para o deficiente visual , que penso ser uma área
importante e onde julgo que Portugal tem capacidades para se destacar no
marasmo geral. Obviamente que falo de projectos de engenharia e/ou electrónica
para reabilitação, já que não me interessava tanto os tradicionais projectos
clássicos “puros e duros” que muitas vezes são só “matéria
árida para o papel”.
De qualquer forma, pediram-me para tentar
novamente,
Aqui vai!
João
De: João Beirante
[mailto:joaobeirante@...] Enviada: terça-feira, 28 de
Fevereiro de 2012 15:38 Para: 'supera-portugal@...' Assunto: RE: Convite para
Participação numa mesa redonda CPRV2012
Estimados membros
Renovo o convite.
João Beirante
De: João Beirante
[mailto:joaobeirante@...] Enviada: segunda-feira, 20 de
Fevereiro de 2012 12:18 Para:
'supera-portugal@...' Assunto: Convite para Participação
numa mesa redonda CPRV2012
Estimados Membros
A Direcção da Supera recebeu um convite para que “um
engenheiro/director de projectos” participasse numa mesa redonda, em
Aveiro, no dia 17 de Março, de manhã. Necessário:
- Ter dirigido ou estar a dirigir projecto tecnológico de
investigação/desenvolvimento na área da visão.
Aos interessados agradece-se que me contactem com brevidade.
A direcção da Supera fará a selecção e apresentará da
proposta à Organização do evento
Eu não respondi antes ao convite, pois não tenho a certeza se me
encaixo no perfil pretendido. Na verdade, não coordeno nenhum
projecto na área, apenas tenho levado a cabo investigações
individuais no âmbito da reabilitação do deficiente visual (que
incluem pequenos projectos práticos na área das TIC).
Deixo de seguida uma pequena nota biográfica pessoal:
- Bolseira de Doutoramento na unidade de investigação CETAC.MEDIA
(Centro de Estudos das Tecnologias e Ciências da Comunicação) do
Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro.
- Frequenta o Programa Doutoral em ICPD (Informação e Comunicação em
Plataformas Digitais), lecionado em parceria pela Universidade de
Aveiro e pela Universidade do Porto.
- A sua área de investigação está ligada ao desenho e
desenvolvimento de ferramentas baseadas na Web e de serviços
interativos televisivos direccionados a utilizadores com deficiência
visual.
Caso o meu perfil encaixe no enquadramento da mesa redonda terei
todo o gosto em representar a Engenharia de Reabilitação e a SUPERA.
Cumprimentos,
Rita Oliveira
Departamento de Comunicação e Arte
Universidade de Aveiro
Campus Universitário de Santiago
3810-193 Aveiro
On 10-03-2012 18:03, João Beirante wrote:
Estimados
Membros,
Dado que até
ao momento nenhum sócio achou
interessante estar presente na mesa redonda, com
palestrante convidado para o
evento a realizar-se em Aveiro, dia 16-17 de Março –
Congresso Português
de Reabilitação Visual (CPRV2012), tive que informar
a Direcção do evento que não
tínhamos recebido nenhum contacto/proposta.
A Direcção do
evento respondeu-me o
seguinte texto, que pode ser que desperte algum
sócio que queira e possa
representar a Engenharia de Reabilitação e a SUPERA:
Tenho
pena que
ninguém na área da investigação queira estar
presente na conversa que vou
coordenar. Principalmente se ligados à investigação
de equipamentos e projectos
com utilidade prática para o deficiente visual , que
penso ser uma área
importante e onde julgo que Portugal tem capacidades
para se destacar no
marasmo geral. Obviamente que falo de projectos de
engenharia e/ou electrónica
para reabilitação, já que não me interessava tanto
os tradicionais projectos
clássicos “puros e duros” que muitas vezes são só
“matéria
árida para o papel”.
De qualquer
forma, pediram-me para tentar
novamente,
Aqui vai!
João
De: João
Beirante
[mailto:joaobeirante@...] Enviada:
terça-feira, 28 de
Fevereiro de 2012 15:38 Para:
'supera-portugal@...' Assunto:
RE: Convite para
Participação numa mesa redonda CPRV2012
Estimados
membros
Renovo o
convite.
João Beirante
De: João
Beirante
[mailto:joaobeirante@...] Enviada:
segunda-feira, 20 de
Fevereiro de 2012 12:18 Para:
'supera-portugal@...' Assunto:
Convite para Participação
numa mesa redonda CPRV2012
Estimados
Membros
A
Direcção da Supera recebeu um convite para que “um
engenheiro/director de projectos” participasse numa
mesa redonda, em
Aveiro, no dia 17 de Março, de manhã. Necessário:
- Ter
dirigido ou estar a dirigir projecto tecnológico de
investigação/desenvolvimento na área da visão.
Aos
interessados agradece-se que me contactem com
brevidade.
A
direcção da Supera fará a selecção e apresentará da
proposta à Organização do evento
De:
supera-portugal@... [mailto:supera-portugal@...] Em nome de Rita Oliveira Enviada: sábado, 10 de Março de
2012 19:00 Para: João Beirante Cc:
supera-portugal@... Assunto: Re: [SUPERA] RE: Convite
para Participação numa mesa redonda CPRV2012
Boa
tarde!
Eu não respondi antes ao convite, pois não tenho a certeza se me encaixo no
perfil pretendido. Na verdade, não coordeno nenhum projecto na área, apenas
tenho levado a cabo investigações individuais no âmbito da reabilitação do
deficiente visual (que incluem pequenos projectos práticos na área das TIC).
Deixo de seguida uma pequena nota biográfica pessoal:
- Bolseira de Doutoramento na unidade de investigação CETAC.MEDIA (Centro de
Estudos das Tecnologias e Ciências da Comunicação) do Departamento de
Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro.
- Frequenta o Programa Doutoral em ICPD (Informação e Comunicação em
Plataformas Digitais), lecionado em parceria pela Universidade de Aveiro e pela
Universidade do Porto.
- A sua área de investigação está ligada ao desenho e desenvolvimento de
ferramentas baseadas na Web e de serviços interativos televisivos direccionados
a utilizadores com deficiência visual.
Caso o meu perfil encaixe no enquadramento da mesa redonda terei todo o gosto
em representar a Engenharia de Reabilitação e a SUPERA.
Cumprimentos,
Rita Oliveira
Departamento
de Comunicação e Arte
Universidade de Aveiro
Campus Universitário de Santiago
3810-193 Aveiro
On 10-03-2012 18:03, João Beirante wrote:
Estimados Membros,
Dado que até ao momento nenhum sócio achou interessante estar
presente na mesa redonda, com palestrante convidado para o evento a realizar-se
em Aveiro, dia 16-17 de Março – Congresso Português de Reabilitação
Visual (CPRV2012), tive que informar a Direcção do evento que não tínhamos
recebido nenhum contacto/proposta.
A Direcção do evento respondeu-me o seguinte texto, que pode ser
que desperte algum sócio que queira e possa representar a Engenharia de
Reabilitação e a SUPERA:
Tenho pena que ninguém na área da investigação queira
estar presente na conversa que vou coordenar. Principalmente se ligados à
investigação de equipamentos e projectos com utilidade prática para o
deficiente visual , que penso ser uma área importante e onde julgo que Portugal
tem capacidades para se destacar no marasmo geral. Obviamente que falo de
projectos de engenharia e/ou electrónica para reabilitação, já que não me
interessava tanto os tradicionais projectos clássicos “puros e
duros” que muitas vezes são só “matéria árida para o papel”.
De qualquer forma, pediram-me para tentar novamente,
Aqui vai!
João
De: João Beirante [mailto:joaobeirante@...] Enviada: terça-feira, 28 de
Fevereiro de 2012 15:38 Para: 'supera-portugal@...' Assunto: RE: Convite para
Participação numa mesa redonda CPRV2012
Estimados membros
Renovo o convite.
João Beirante
De: João Beirante [mailto:joaobeirante@...] Enviada: segunda-feira, 20 de
Fevereiro de 2012 12:18 Para: 'supera-portugal@...' Assunto: Convite para Participação
numa mesa redonda CPRV2012
Estimados
Membros
A Direcção
da Supera recebeu um convite para que “um engenheiro/director de
projectos” participasse numa mesa redonda, em Aveiro, no dia 17 de Março,
de manhã. Necessário:
- Ter
dirigido ou estar a dirigir projecto tecnológico de
investigação/desenvolvimento na área da visão.
Aos
interessados agradece-se que me contactem com brevidade.
A direcção
da Supera fará a selecção e apresentará da proposta à Organização do evento
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Caros(as) amigos(as)
Na sequência dos últimos acontecimentos sobre o financiamento de Produtos de
Apoio e lembrando o insucesso da petição pela clarificação deste mesmo
financiamento que dirigimos o ano passado aos dois Governos, penso que se
justifica uma auditoria do Tribunal de Contas à gestão do sistema supletivo.
A auditoria pode ser da iniciativa do próprio Tribunal de Contas, pedida pela
Assembleia da República ou pelo Governo. Assim, tenho a intenção de apresentar
um conjunto de preocupações ao Tribunal de Contas, no sentido de este organismo
ajuizar a pertinência da realização de uma auditoria, por sua iniciativa, para
avaliar a eficácia e eficiência da utilização dos recursos públicos no sistema
de financiamento e atribuição de Ajudas Técnicas/Produtos de Apoio e avaliar os
actos de gestão do Estado nesta matéria.
Não se espera uma avaliação completa do sistema, pois algumas variáveis serão de
uma natureza mais técnica que poderão não se enquadrar na missão e competência
do Tribunal de Contas.
Indico-vos alguns dos pontos que considero, desde já, importantes para esta
auditoria, para os quais estou a redigir a respectiva justificação.
1-) Estimar as verbas anuais de financiamento necessárias para 2012 e 2013,
baseadas nas prescrições financiadas e que ficaram por financiar nos últimos 5
anos.
2-) Com base nos estudos das necessidades e da capacidade financeira do Estado,
avaliar os princípios a que deve obedecer o sistema de financiamento.
3-) Apurar os motivos da execução de 0,6% das verbas destinadas ao financiamento
de Ajudas Técnicas/Produtos de Apoio, no âmbito do IEFP, em 2011.
4-) Quantificar as listas de espera de anos transatos, analisar mapas síntese de
prescrições recebidas e mapas síntese de prescrições financiadas, e avaliar
critérios de não atribuição de Ajudas Técnicas/Produtos de Apoio.
5-) Avaliar os procedimentos de recurso e reclamação em relação a processos de
prescrição e atribuição de Produtos de Apoio e analisar, por amostragem, alguns
dos motivos que originam essas situações.
6-) Avaliar e recomendar procedimentos de controlo de uso indevido ou abusivo
dos benefícios.
7-) Avaliar o estado de desenvolvimento e a eficiência da informatização dos
actos de prescrição e atribuição de Produtos de Apoio, incluindo o registo do
historial das prescrições, atribuições, não atribuições (listas de espera),
beneficiários, empresas fornecedoras, comunicação entre as entidades do sistema
e a concepção e a implementação de um novo sistema informático.
8-) Avaliar a estrutura e a divulgação dos relatórios anuais de execução física
e financeira do sistema supletivo de Produtos de Apoio.
9-) Avaliar e recomendar procedimentos que evitem atrasos exagerados na
aprovação e divulgação dos orçamentos anuais e respectivas normas
regulamentares, tanto no actual regime transitório como num cenário de completo
funcionamento do Decreto-Lei n.º 93/2009, de 16 de Abril, sobre o Sistema de
Atribuição dos Produtos de Apoio (SAPA). No segundo caso, resolvendo a questão
da regulamentação, não é claro como será feita a divulgação dos orçamentos
anuais.
10-) Comparar o sistema supletivo com o sistema de financiamento e atribuição de
Produtos de Apoio do Ministério da Educação, avaliando os pontos fortes e pontos
fracos de cada sistema e as vantagens da sua integração num sistema comum,
conforme preconiza o Decreto-Lei n.º 93/2009, de 16 de Abril.
11-) Efectuar uma comparação internacional dos sistemas de financiamento e
atribuição de Produtos de Apoio com alguns países europeus.
Se alguém quiser dar algumas sugestões, devidamente justificadas, ou pretender
elaborar um documento individual ou institucional para exposição ao Tribunal de
Contas, solicito que me façam chegar essa informação até ao próximo dia 20 de
Março.
Um abraço
Francisco Godinho
Dia 23 de abril o CRTIC Porto vai realizar no Auditório da Escola Básica e Secundária do Cerco, a Apresentação - Recursos Digitais na Educação de Alunos Surdos. As inscrições (gratuitas) devem ser efetuadas até dia 18 de abril, para crticporto@... (boletim anexo).
Objetivos: A importância das TIC na educação dos alunos Surdos. Construção de recursos educativos digitais.
Destinatários: Docentes em funções nos Agrupamentos de Escolas da área da abrangência do CRTIC Porto, Técnicos e Terapeutas, Encarregados de Educação, Assistentes Operacionais, Alunos, Formadores/Docentes de LGP e Intérpretes de LGP.
Formador: Carlos Afonso, Professor Coordenador da Escola Superior de Educação Paula Frassinetti, Coordenador de Departamento de Educação Especial do Agrupamento Eugénio de Andrade
Data e Hora: 2.ª feira - 23 de abril de 2012 às 15:30h
Com os melhores cumprimentos.
As docentes do CR TIC Porto Fernanda Cerqueira Manuela Torres Sónia Solteiro
Parece-me iniciativa oportuna e mais que justificada.
Um cordial abraço,
António Mendes dos Santos
To: acessibilidade@...; supera-portugal@... From: godinho@... Date: Wed, 14 Mar 2012 11:13:27 +0000 Subject: [SUPERA] Financiamento de Ajudas Técnicas: auditoria no Tribunal de Contas
Caros(as) amigos(as)
Na sequência dos últimos acontecimentos sobre o financiamento de Produtos de Apoio e lembrando o insucesso da petição pela clarificação deste mesmo financiamento que dirigimos o ano passado aos dois Governos, penso que se justifica uma auditoria do Tribunal de Contas à gestão do sistema supletivo.
A auditoria pode ser da iniciativa do próprio Tribunal de Contas, pedida pela Assembleia da República ou pelo Governo. Assim, tenho a intenção de apresentar um conjunto de preocupações ao Tribunal de Contas, no sentido de este organismo ajuizar a pertinência da realização de uma auditoria, por sua iniciativa, para avaliar a eficácia e eficiência da utilização dos recursos públicos no sistema de financiamento e atribuição de Ajudas Técnicas/Produtos de Apoio e avaliar os actos de gestão do Estado nesta matéria.
Não se espera uma avaliação completa do sistema, pois algumas variáveis serão de uma natureza mais técnica que poderão não se enquadrar na missão e competência do Tribunal de Contas.
Indico-vos alguns dos pontos que considero, desde já, importantes para esta auditoria, para os quais estou a redigir a respectiva justificação.
1-) Estimar as verbas anuais de financiamento necessárias para 2012 e 2013, baseadas nas prescrições financiadas e que ficaram por financiar nos últimos 5 anos.
2-) Com base nos estudos das necessidades e da capacidade financeira do Estado, avaliar os princípios a que deve obedecer o sistema de financiamento.
3-) Apurar os motivos da execução de 0,6% das verbas destinadas ao financiamento de Ajudas Técnicas/Produtos de Apoio, no âmbito do IEFP, em 2011.
4-) Quantificar as listas de espera de anos transatos, analisar mapas síntese de prescrições recebidas e mapas síntese de prescrições financiadas, e avaliar critérios de não atribuição de Ajudas Técnicas/Produtos de Apoio.
5-) Avaliar os procedimentos de recurso e reclamação em relação a processos de prescrição e atribuição de Produtos de Apoio e analisar, por amostragem, alguns dos motivos que originam essas situações.
6-) Avaliar e recomendar procedimentos de controlo de uso indevido ou abusivo dos benefícios.
7-) Avaliar o estado de desenvolvimento e a eficiência da informatização dos actos de prescrição e atribuição de Produtos de Apoio, incluindo o registo do historial das prescrições, atribuições, não atribuições (listas de espera), beneficiários, empresas fornecedoras, comunicação entre as entidades do sistema e a concepção e a implementação de um novo sistema informático.
8-) Avaliar a estrutura e a divulgação dos relatórios anuais de execução física e financeira do sistema supletivo de Produtos de Apoio.
9-) Avaliar e recomendar procedimentos que evitem atrasos exagerados na aprovação e divulgação dos orçamentos anuais e respectivas normas regulamentares, tanto no actual regime transitório como num cenário de completo funcionamento do Decreto-Lei n.º 93/2009, de 16 de Abril, sobre o Sistema de Atribuição dos Produtos de Apoio (SAPA). No segundo caso, resolvendo a questão da regulamentação, não é claro como será feita a divulgação dos orçamentos anuais.
10-) Comparar o sistema supletivo com o sistema de financiamento e atribuição de Produtos de Apoio do Ministério da Educação, avaliando os pontos fortes e pontos fracos de cada sistema e as vantagens da sua integração num sistema comum, conforme preconiza o Decreto-Lei n.º 93/2009, de 16 de Abril.
11-) Efectuar uma comparação internacional dos sistemas de financiamento e atribuição de Produtos de Apoio com alguns países europeus.
Se alguém quiser dar algumas sugestões, devidamente justificadas, ou pretender elaborar um documento individual ou institucional para exposição ao Tribunal de Contas, solicito que me façam chegar essa informação até ao próximo dia 20 de Março.
(1) Tenho o gosto de partilhar convosco -- em especial com aqueles que se dediquem a aspectos relativos ao Ensino de Crianças com Necessidades Especiais -- um recente relatório da UNESCO, que anexo a esta mensagem:
Consultative Expert Meeting Report -- "Accessible ICTs and Personalized Learning for Students with Disabilities: A Dialogue among Educators, Industry, Government and Civil Society", 17–18/11/2011, UNESCO Headquarters, Paris
(2) Por outro lado, para aqueles que dediquem mais atenção às questões associadas à contribuição das Tecnologias da Informação para o "envelhecimento activo", poderá interessar informação sobre o "convite à apresentação de propostas" (Call for Proposals) que o Programa Europeu AAL (Ambient-Assisted Living) lançou, até 29/Maio/2012, sob o tema "ICT-based Solutions for (self-)Management of Daily Life Activities of Older Adults at Home".
(3) Relacionado com o tema anterior, poderá interessar informação sobre a conferência anual do Programa AAL, o "AAL SUMMIT 2012", que se realiza em Bilbao a 27-29/Jun/2012 subordinado ao tema "Market and policy development for an aging society -- new avenues to fill the gap between health and welfare demands and effective ICT".
1)é importante saber que, na prática, mais de 80% dos pedidos ou “intenções
de pedidos” são barrados no “descalabro desregulado dos procedimentos de
atendimento”. i. e. grande parte das pessoas são barradas e o seu processo nem
sequer dá entrada correctamente, não ficando a “sujar” os registos das “solicitações”
7)Tanto quanto sei, não existe qualquer sistema informatizado, muito
menos com a informação das AT’s/clientes que foram financiados em qualquer dos
anos transactos.
Disponível para ajudar
João
De:
supera-portugal@... [mailto:supera-portugal@...] Em nome de António MendesdosSantos Enviada: quarta-feira, 14 de Março
de 2012 11:54 Para: godinho@...;
acessibilidade@...; supera-portugal@... Assunto: RE: [SUPERA]
Financiamento de Ajudas Técnicas: auditoria no Tribunal de Contas
Bom dia Caro Francisco !
Parece-me iniciativa oportuna e mais que justificada.
Um cordial abraço,
António Mendes dos Santos
To: acessibilidade@...;
supera-portugal@...
From: godinho@...
Date: Wed, 14 Mar 2012 11:13:27 +0000
Subject: [SUPERA] Financiamento de Ajudas Técnicas: auditoria no Tribunal de
Contas
Caros(as) amigos(as)
Na sequência dos últimos acontecimentos sobre o financiamento de Produtos de
Apoio e lembrando o insucesso da petição pela clarificação deste mesmo
financiamento que dirigimos o ano passado aos dois Governos, penso que se
justifica uma auditoria do Tribunal de Contas à gestão do sistema supletivo.
A auditoria pode ser da iniciativa do próprio Tribunal de Contas, pedida pela
Assembleia da República ou pelo Governo. Assim, tenho a intenção de apresentar
um conjunto de preocupações ao Tribunal de Contas, no sentido de este organismo
ajuizar a pertinência da realização de uma auditoria, por sua iniciativa, para
avaliar a eficácia e eficiência da utilização dos recursos públicos no sistema
de financiamento e atribuição de Ajudas Técnicas/Produtos de Apoio e avaliar os
actos de gestão do Estado nesta matéria.
Não se espera uma avaliação completa do sistema, pois algumas variáveis serão
de uma natureza mais técnica que poderão não se enquadrar na missão e
competência do Tribunal de Contas.
Indico-vos alguns dos pontos que considero, desde já, importantes para esta
auditoria, para os quais estou a redigir a respectiva justificação.
1-) Estimar as verbas anuais de financiamento necessárias para 2012 e 2013,
baseadas nas prescrições financiadas e que ficaram por financiar nos últimos 5
anos.
2-) Com base nos estudos das necessidades e da capacidade financeira do Estado,
avaliar os princípios a que deve obedecer o sistema de financiamento.
3-) Apurar os motivos da execução de 0,6% das verbas destinadas ao
financiamento de Ajudas Técnicas/Produtos de Apoio, no âmbito do IEFP, em 2011.
4-) Quantificar as listas de espera de anos transatos, analisar mapas síntese
de prescrições recebidas e mapas síntese de prescrições financiadas, e avaliar
critérios de não atribuição de Ajudas Técnicas/Produtos de Apoio.
5-) Avaliar os procedimentos de recurso e reclamação em relação a processos de
prescrição e atribuição de Produtos de Apoio e analisar, por amostragem, alguns
dos motivos que originam essas situações.
6-) Avaliar e recomendar procedimentos de controlo de uso indevido ou abusivo
dos benefícios.
7-) Avaliar o estado de desenvolvimento e a eficiência da informatização dos
actos de prescrição e atribuição de Produtos de Apoio, incluindo o registo do
historial das prescrições, atribuições, não atribuições (listas de espera),
beneficiários, empresas fornecedoras, comunicação entre as entidades do sistema
e a concepção e a implementação de um novo sistema informático.
8-) Avaliar a estrutura e a divulgação dos relatórios anuais de execução física
e financeira do sistema supletivo de Produtos de Apoio.
9-) Avaliar e recomendar procedimentos que evitem atrasos exagerados na
aprovação e divulgação dos orçamentos anuais e respectivas normas
regulamentares, tanto no actual regime transitório como num cenário de completo
funcionamento do Decreto-Lei n.º 93/2009, de 16 de Abril, sobre o Sistema de
Atribuição dos Produtos de Apoio (SAPA). No segundo caso, resolvendo a questão
da regulamentação, não é claro como será feita a divulgação dos orçamentos
anuais.
10-) Comparar o sistema supletivo com o sistema de financiamento e atribuição de
Produtos de Apoio do Ministério da Educação, avaliando os pontos fortes e
pontos fracos de cada sistema e as vantagens da sua integração num sistema
comum, conforme preconiza o Decreto-Lei n.º 93/2009, de 16 de Abril.
11-) Efectuar uma comparação internacional dos sistemas de financiamento e
atribuição de Produtos de Apoio com alguns países europeus.
Se alguém quiser dar algumas sugestões, devidamente justificadas, ou pretender
elaborar um documento individual ou institucional para exposição ao Tribunal de
Contas, solicito que me façam chegar essa informação até ao próximo dia 20 de
Março.
Não foram detectados vírus nesta mensagem.
Verificado por AVG - www.avg.com
Versão: 2012.0.1913 / Base de dados de Vírus: 2114/4866 - Data de Lançamento:
03/12/12
Não é possível quantificar as intenções de pedidos que ficam sem efeito por desistência ou ineficiência do atendimento, precisamente porque não há registo, conforme referes. Podemos ter a percepção de que são vários os casos, mas não é possível apontar estimativas dessas situações.
A informação dos clientes e das AT financiadas existe pois além de serem arquivadas as prescrições que dão entrada, as entidades financiadoras possuem mapas de síntese com esses dados, de acordo com os despachos regulamentares. Podes verificar os dados desse mapa síntese em: http://www.inr.pt/content/1/10/formularios .
O novo sistema informático para prescrição electrónica e atribuição de Produtos de Apoio também já foi estudado.
Um abraço
Francisco Godinho
De: João Beirante [mailto:joaobeirante@...] Enviada: quarta-feira, 14 de Março de 2012 13:07 Para: 'António MendesdosSantos'; Francisco Alexandre Ferreira Biscaia Godinho; acessibilidade@...; supera-portugal@... Assunto: RE: [SUPERA] Financiamento de Ajudas Técnicas: auditoria no Tribunal de Contas
Bom dia
Excelente ideia
Só algumas achegas de quem está no terreno.
1)é importante saber que, na prática, mais de 80% dos pedidos ou “intenções de pedidos” são barrados no “descalabro desregulado dos procedimentos de atendimento”. i. e. grande parte das pessoas são barradas e o seu processo nem sequer dá entrada correctamente, não ficando a “sujar” os registos das “solicitações”
7)Tanto quanto sei, não existe qualquer sistema informatizado, muito menos com a informação das AT’s/clientes que foram financiados em qualquer dos anos transactos.
Disponível para ajudar
João
De: supera-portugal@... [mailto:supera-portugal@...] Em nome de António MendesdosSantos Enviada: quarta-feira, 14 de Março de 2012 11:54 Para: godinho@...; acessibilidade@...; supera-portugal@... Assunto: RE: [SUPERA] Financiamento de Ajudas Técnicas: auditoria no Tribunal de Contas
Bom dia Caro Francisco !
Parece-me iniciativa oportuna e mais que justificada.
Um cordial abraço,
António Mendes dos Santos
To: acessibilidade@...; supera-portugal@... From: godinho@... Date: Wed, 14 Mar 2012 11:13:27 +0000 Subject: [SUPERA] Financiamento de Ajudas Técnicas: auditoria no Tribunal de Contas
Caros(as) amigos(as)
Na sequência dos últimos acontecimentos sobre o financiamento de Produtos de Apoio e lembrando o insucesso da petição pela clarificação deste mesmo financiamento que dirigimos o ano passado aos dois Governos, penso que se justifica uma auditoria do Tribunal de Contas à gestão do sistema supletivo.
A auditoria pode ser da iniciativa do próprio Tribunal de Contas, pedida pela Assembleia da República ou pelo Governo. Assim, tenho a intenção de apresentar um conjunto de preocupações ao Tribunal de Contas, no sentido de este organismo ajuizar a pertinência da realização de uma auditoria, por sua iniciativa, para avaliar a eficácia e eficiência da utilização dos recursos públicos no sistema de financiamento e atribuição de Ajudas Técnicas/Produtos de Apoio e avaliar os actos de gestão do Estado nesta matéria.
Não se espera uma avaliação completa do sistema, pois algumas variáveis serão de uma natureza mais técnica que poderão não se enquadrar na missão e competência do Tribunal de Contas.
Indico-vos alguns dos pontos que considero, desde já, importantes para esta auditoria, para os quais estou a redigir a respectiva justificação.
1-) Estimar as verbas anuais de financiamento necessárias para 2012 e 2013, baseadas nas prescrições financiadas e que ficaram por financiar nos últimos 5 anos.
2-) Com base nos estudos das necessidades e da capacidade financeira do Estado, avaliar os princípios a que deve obedecer o sistema de financiamento.
3-) Apurar os motivos da execução de 0,6% das verbas destinadas ao financiamento de Ajudas Técnicas/Produtos de Apoio, no âmbito do IEFP, em 2011.
4-) Quantificar as listas de espera de anos transatos, analisar mapas síntese de prescrições recebidas e mapas síntese de prescrições financiadas, e avaliar critérios de não atribuição de Ajudas Técnicas/Produtos de Apoio.
5-) Avaliar os procedimentos de recurso e reclamação em relação a processos de prescrição e atribuição de Produtos de Apoio e analisar, por amostragem, alguns dos motivos que originam essas situações.
6-) Avaliar e recomendar procedimentos de controlo de uso indevido ou abusivo dos benefícios.
7-) Avaliar o estado de desenvolvimento e a eficiência da informatização dos actos de prescrição e atribuição de Produtos de Apoio, incluindo o registo do historial das prescrições, atribuições, não atribuições (listas de espera), beneficiários, empresas fornecedoras, comunicação entre as entidades do sistema e a concepção e a implementação de um novo sistema informático.
8-) Avaliar a estrutura e a divulgação dos relatórios anuais de execução física e financeira do sistema supletivo de Produtos de Apoio.
9-) Avaliar e recomendar procedimentos que evitem atrasos exagerados na aprovação e divulgação dos orçamentos anuais e respectivas normas regulamentares, tanto no actual regime transitório como num cenário de completo funcionamento do Decreto-Lei n.º 93/2009, de 16 de Abril, sobre o Sistema de Atribuição dos Produtos de Apoio (SAPA). No segundo caso, resolvendo a questão da regulamentação, não é claro como será feita a divulgação dos orçamentos anuais.
10-) Comparar o sistema supletivo com o sistema de financiamento e atribuição de Produtos de Apoio do Ministério da Educação, avaliando os pontos fortes e pontos fracos de cada sistema e as vantagens da sua integração num sistema comum, conforme preconiza o Decreto-Lei n.º 93/2009, de 16 de Abril.
11-) Efectuar uma comparação internacional dos sistemas de financiamento e atribuição de Produtos de Apoio com alguns países europeus.
Se alguém quiser dar algumas sugestões, devidamente justificadas, ou pretender elaborar um documento individual ou institucional para exposição ao Tribunal de Contas, solicito que me façam chegar essa informação até ao próximo dia 20 de Março.
Não foram detectados vírus nesta mensagem. Verificado por AVG - www.avg.com Versão: 2012.0.1913 / Base de dados de Vírus: 2114/4866 - Data de Lançamento: 03/12/12
Subject: [SUPERA] Informação de interesse: UNESCO e programa comunitário AAL [1 Anexo]
Caro(a)s Amigo(a)s,
(1) Tenho o gosto de partilhar convosco -- em especial com aqueles que se dediquem a aspectos relativos ao Ensino de Crianças com Necessidades Especiais -- um recente relatório da UNESCO, que anexo a esta mensagem:
Consultative Expert Meeting Report -- "Accessible ICTs and Personalized Learning for Students with Disabilities: A Dialogue among Educators, Industry, Government and Civil Society", 17–18/11/2011, UNESCO Headquarters, Paris
(2) Por outro lado, para aqueles que dediquem mais atenção às questões associadas à contribuição das Tecnologias da Informação para o "envelhecimento activo", poderá interessar informação sobre o "convite à apresentação de propostas" (Call for Proposals) que o Programa Europeu AAL (Ambient-Assisted Living) lançou, até 29/Maio/2012, sob o tema "ICT-based Solutions for (self-)Management of Daily Life Activities of Older Adults at Home".
(3) Relacionado com o tema anterior, poderá interessar informação sobre a conferência anual do Programa AAL, o "AAL SUMMIT 2012", que se realiza em Bilbao a 27-29/Jun/2012 subordinado ao tema "Market and policy development for an aging society -- new avenues to fill the gap between health and welfare demands and effective ICT".
Dizem os entendidos do Simplex, no Balanço de 2008, que pelo novo regime dos
contratos públicos, é suprimida a necessidade de o utente ter que obter três
orçamentos para o efeito, passando a ser necessário apenas um (M098). Então,
porque continuam a exigir três orçamentos?
-----Mensagem original-----
De: acessibilidade@... [mailto:acessibilidade@...]
Em nome de Francisco Alexandre Ferreira Biscaia Godinho
Enviada: domingo, 18 de Março de 2012 22:24
Para: acessibilidade
Assunto: [acessibilidade] Medidas Simplex 2008
Programa 2008
http://www.simplex.pt/2008programa/programa2008_07OCompromissoCidadaosIII.html
M098
. FINANCIAMENTO ÀS AJUDAS TÉCNICAS/TECNOLOGIAS DE APOIO A PESSOAS COM
DEFICIÊNCIAS E INCAPACIDADES
Desburocratizar o sistema de financiamento supletivo de ajudas
técnicas/tecnologias de apoio, simplificando as formalidades exigidas pelos
serviços prescritores, através da atribuição de um financiamento de referência a
cada ajuda técnica ou tecnologia de apoio. O financiamento de referência
permitirá suprimir a necessidade de o utente ter que obter 3 orçamentos para o
efeito.
Novembro, MTSS
M099
. REGISTO DE PEDIDOS DE AJUDAS TÉCNICAS/TECNOLOGIAS DE APOIO A PESSOAS COM
DEFICIÊNCIAS E INCAPACIDADES
Criar uma base de dados de registo de pedidos de ajudas técnicas/tecnologias de
apoio de modo a controlar todos os pedidos efectuados pelos utentes junto das
entidades prescritoras com vista à modernização dos serviços na partilha de
informação, permitindo simplificar o sistema e evitar a duplicação de
financiamentos ao mesmo utente. Novembro, MTSS, MS, ME
M100
. DESMATERIALIZAÇÃO DOS PEDIDOS DE AJUDAS TÉCNICAS/TECNOLOGIAS DE APOIO A
PESSOAS COM DEFICIÊNCIAS E INCAPACIDADES
Criar modelos informáticos tipo, disponíveis on-line, para facilitar os pedidos
de ajudas técnicas/tecnologias de apoio, evitando deslocações aos serviços.
Criar soluções informáticas que permitam que o pedido de financiamento seja
feito on-line, agilizando o processo e evitando, designadamente, a deslocação
aos serviços de pessoas com mobilidade condicionada.
Novembro, MTSS
Balanço 2008
http://www.simplex.pt/2008balanco/balanco2008_03BalancoDetalhe2.html
M098 - FINANCIAMENTO ÀS AJUDAS TÉCNICAS/TECNOLOGIAS DE APOIO A PESSOAS COM
DEFICIÊNCIAS E INCAPACIDADES Desburocratizar o sistema de financiamento
supletivo de ajudas técnicas/tecnologias de apoio, simplificando as formalidades
exigidas pelos serviços prescritores, através da atribuição de um financiamento
de referência a cada ajuda técnica ou tecnologia de apoio. O financiamento de
referência permitirá suprimir a necessidade de o utente ter que obter 3
orçamentos para o efeito.
Medida concretizada pelo novo regime dos contratos públicos, onde é suprimida a
necessidade de o utente ter que obter três orçamentos para o efeito, passando a
ser necessário apenas um.
M099 - REGISTO DE PEDIDOS DE AJUDAS TÉCNICAS/TECNOLOGIAS DE APOIO A PESSOAS COM
DEFICIÊNCIAS E INCAPACIDADES Criar uma base de dados de registo de pedidos de
ajudas técnicas/tecnologias de apoio de modo a controlar todos os pedidos
efectuados pelos utentes junto das entidades prescritoras com vista à
modernização dos serviços na partilha de informação, permitindo simplificar o
sistema e evitar a duplicação de financiamentos ao mesmo utente.
Medida parcialmente concretizada pela aprovação na generalidade, no Conselho de
Ministros de 26 de Fevereiro de 2009, do Decreto-Lei que aprova o sistema de
atribuição de produtos de apoio a pessoas com deficiência e a pessoas com
incapacidade temporária.
------------------------------------
A pedido do nosso presidente, faço-vos chegar uma nota sobre a participação da SUPERA no Congresso supra mencionado, por gentileza da nossa Colega e co-associada Drª Rita Oliveira.
Boa noite a todos.
Para quem, como eu, é deficiente visual - e não só - é encorajador e
estimulasnte ler documentos como estes; sobretudo quando nos é dado
verificar que finalmente há quem associe a necessidade das Ajudas Técnicas
serem tidas como um direito das Pessoas com Deficiência e não um mero luxo
economicista.
Saudações
José Pedro Amaral
Alcochete - Portugal
ww.lerparaver.com/jose_amaral
http://associacaopresencapessoasurdocegas.blogspot.com/
----- Original Message -----
From: António MendesdosSantos
To: supera-portugal@...
Sent: Friday, March 23, 2012 7:25 PM
Subject: [SUPERA] Participação da SUPERA no Congresso Português de
Reabilitação Visual 2012 [1 Anexo]
[Anexos de =?iso-8859-1?B?QW50825pbyBNZW5kZXNkb3NTYW50b3M=?= incluídos
abaixo]
Caros Colegas e co-associados da SUPERA,
A pedido do nosso presidente, faço-vos chegar uma nota sobre a participação
da SUPERA no Congresso supra mencionado, por gentileza da nossa Colega e
co-associada Drª Rita Oliveira.
Cordiais votos de bom fim-de-semana,
António Mendes dos Santos
Membro da Direcção da SUPERA
Lisboa, Portugal
GSM: (351) 965 345 884
O Departamento de Educação da Universidade de Aveiro, em colaboração com a Ludomedia realiza a 3ª Edição do Curso de Formação “AS TIC E AS TECNOLOGIAS DE APOIO NA EDUCAÇÃO DE ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAISâ€.
Este
curso de formação, de carácter prático, aborda diferentes perspetivas da utilização das TIC e Tecnologias de Apoio na Educação de Alunos com Necessidades Educativas Especiais (NEE).
É
dirigido a todos os docentes de Educação Especial, de ensino Pré-escolar, 1º, 2º e 3º CEB e Secundário, Terapeutas Ocupacionais, Terapeutas da Fala, Psicólogos e outros Técnicos ligados à educação de alunos com NEE.
Abrange
um leque diversificado de soluções tecnológicas (na sua maioria gratuitas) para o apoio a alunos com problemas de aprendizagem dos diferentes níveis de ensino básico, sendo abordadas soluções para apoio de alunos com limitações funcionais a nível da mobilidade, sensorial e cognitivo, bem como de alunos com dificuldades de aprendizagem, sobredotação, risco social e baixo rendimento escolar.
Este curso, a realizar nos meses de abril, maio e junho tem duração de 34 horas presenciais e trabalho online autónomo. O horário presencial desenrolar-se-á em módulos de 8 horas que terão lugar em 4 sábados.
O Curso de Formação AS TIC E AS TECNOLOGIAS DE APOIO NA EDUCAÇÃO DE ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS é acreditado pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua com o número CCPFC/ACC-65625/11 e sua conclusão com aproveitamento atribui 1,4 créditos. A frequência do curso é limitada a 20 vagas e a inscrição deve ser realizada através do preenchimento do seguinte formulário até ao dia 14 de abril de2012.
O
Departamento de Educação da Universidade de Aveiro, em colaboração com
a Ludomedia realiza as 3ª e 4ª Edições do Curso de Formação “AS TIC E AS TECNOLOGIAS DE APOIO NA EDUCAÇÃO DE ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS.
Estas novas edições terão lugar em VISEU e PORTO.
Este
curso de formação, de carácter prático, aborda diferentes perspectivas
da utilização das TIC e Tecnologias de Apoio na Educação de Alunos com Necessidades Educativas Especiais (NEE).
É
dirigido a docentes de Educação Especial, a todos os docentes de ensino
Pré-escolar, 1º, 2º e 3º CEB e Secundário, Terapeutas (Ocupacionais, Fala...), Psicólogos e outros Técnicos ligados à educação de alunos com NEE.
Neste
curso de formação não se procede à comercialização de nenhum produto. Privilegia-se soluções gratuitas de tecnologias de apoio e para a criação de atividades educativas multimédia.
Abrange um leque diversificado de soluções tecnológicas (na sua maioria gratuitas) para o apoio a alunos com problemas de aprendizagem dos diferentes níveis de ensino básico, sendo abordadas soluções para apoio de alunos com limitações funcionais
a nível da mobilidade, sensorial e cognitivo, bem de alunos com dificuldades de aprendizagem, sobredotação, risco social e baixo rendimento escolar.
Este curso, a realizar nos meses de Maio e Junho, tem duração de 34 horas presenciais.
O Curso de Formação AS TIC E AS TECNOLOGIAS DE APOIO NA EDUCAÇÃO DE ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS é acreditado pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua com o número CCPFC/ACC-65625/11 e sua conclusão com aproveitamento atribui 1,4 créditos.
A
frequência do curso é limitada a 21 vagas. A inscrição tem o valor de
140 euros e deve ser realizada através do preenchimento do seguinte formulário.
De acordo com a intenção anunciada nestas listas foi apresentada uma exposição ao Tribunal de Contas sobre as falhas de gestão do Estado no âmbito do Sistema de Atribuição de Produtos de Apoio, com o objectivo de este órgão de soberania realizar uma auditoria e um conjunto de recomendações que levem o Estado a ter mais responsabilidade, rigor e competência na aplicação dos recursos públicos nesta área de intervenção.
Posso adiantar-vos que essa exposição foi bastante documentada e trabalhada durante vários dias. Fiquei satisfeito por não ter que levar a cabo esta iniciativa sozinho.
O assunto está nos Departamentos de Auditoria do Tribunal de Contas há algumas semanas. Há possibilidade de a auditoria ter início ainda este ano, embora não seja possível, nesta fase, assumirem esse compromisso.
CRTIC PORTO - - Curso de Formação - As TIC e as Tecnologias de Apoio na Educação de Alunos com NEE
O
Departamento de Educação da Universidade de Aveiro, em colaboração com a Ludomedia realiza as 3ª e 4ª Edições do Curso de Formação “AS TIC E AS TECNOLOGIAS DE APOIO NA EDUCAÇÃO DE ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS.
Este
curso de formação, de carácter prático, aborda diferentes perspectivas da utilização das TIC e Tecnologias de Apoio na Educação de Alunos com Necessidades Educativas Especiais (NEE).
É
dirigido a docentes de Educação Especial, a todos os docentes de ensino Pré-escolar, 1º, 2º e 3º CEB e Secundário, Terapeutas, Psicólogos e outros Técnicos ligados à educação de alunos com NEE.
Neste
curso de formação não se procede à comercialização de nenhum produto.
Privilegia-se soluções gratuitas de tecnologias de apoio e para a criação de atividades educativas multimédia.
Abrange um leque diversificado de soluções tecnológicas (na sua maioria gratuitas) para o apoio a alunos com problemas de aprendizagem dos diferentes níveis de ensino básico, sendo abordadas soluções para apoio de alunos com limitações funcionais a nível da mobilidade, sensorial e cognitivo, bem de alunos
com dificuldades de aprendizagem, sobredotação, risco social e baixo
rendimento escolar.
Este curso, a realizar nos meses de Maio e Junho, tem duração de 34 horas presenciais.
O Curso de Formação AS TIC E AS TECNOLOGIAS DE APOIO NA EDUCAÇÃO DE ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS é acreditado pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua com o número CCPFC/ACC-65625/11 e sua conclusão com aproveitamento atribui 1,4 créditos.
A
frequência do curso é limitada a 21 vagas. A inscrição tem o valor de 140 euros e deve ser realizada através do preenchimento do seguinte formulário.
Bom dia Francisco Godinho.
Esta licenciatura já conta com uns 2 a 4 anos desde o seu início, mas
até à data ainda não vi nos grupos qualquer referência às saídas
profissionais
dos seus licenciados.
Pode, por favor, indicar-nos que saídas encontraram os licenciados em
Engenharia de Reabilitação?
Obrigado
Um Abraço
José Pedro
----- Original Message -----
From: Francisco Alexandre Ferreira Biscaia Godinho
To: supera-portugal@...
Sent: Tuesday, May 01, 2012 11:21 AM
Subject: [SUPERA] Mapa dos Licenciados em Engenharia de Reabilitação
Por Distrito e Região Autónoma
Total em Janeiro de 2012: 26
Vila Real:8
Bragança:1
Porto:5
Braga:4
Viana do Castelo:2
Guarda:2
Viseu:2
Aveiro:1
Madeira:1
A licenciatura está a completar 5 anos. Já tivemos duas “fornadas” de licenciados em 2010 e 2011.
Não tenho a informação completa da situação destes 26 Licenciados, mas a maioria optou por prosseguir os estudos (pelo menos 20).
Há pelo menos 18 alunos em mestrado (12 em Engenharia de Reabilitação) e 2 a frequentar outras licenciaturas de Engenharia.
Do que tenho conhecimento, há licenciados que encontraram trabalho a tempo completo ou parcial nos seguintes sectores: Saúde, ONG na área da Deficiência, Administração Local, Universidade, Consultoria de Acessibilidade e Telecomunicações.
Um abraço
Francisco Godinho
De: supera-portugal@... [mailto:supera-portugal@...] Em nome de Jose Pedro Amaral Enviada: terça-feira, 1 de Maio de 2012 12:41 Para: supera-portugal@... Assunto: Re: [SUPERA] Mapa dos Licenciados em Engenharia de Reabilitação
Bom dia Francisco Godinho.
Esta licenciatura já conta com uns 2 a 4 anos desde o seu início, mas até à data ainda não vi nos grupos qualquer referência às saídas profissionais dos seus licenciados. Pode, por favor, indicar-nos que saídas encontraram os licenciados em Engenharia de Reabilitação?
Obrigado Um Abraço José Pedro
----- Original Message ----- From: Francisco Alexandre Ferreira Biscaia Godinho To: supera-portugal@... Sent: Tuesday, May 01, 2012 11:21 AM Subject: [SUPERA] Mapa dos Licenciados em Engenharia de Reabilitação
Por Distrito e Região Autónoma Total em Janeiro de 2012: 26
Vila Real:8 Bragança:1 Porto:5 Braga:4 Viana do Castelo:2 Guarda:2 Viseu:2 Aveiro:1 Madeira:1