
*Srimad-Bhagavatam 11 31.6
" O Desaparecimento do Senhor Sri Krsna"
Sem empregar a meditação mística agneyi para incinerar Seu corpo transcendental, que é o todo-atrativo lugar de repouso para todos os mundos e o objeto de toda contemplação e meditação, o Senhor Krsna entrou em Sua própria morada.
significado: Um yogi dotado com o poder de escolher o momento de abandonar o corpo pode, por meio da meditação ióguica chamada agneyi, fazer com que este irrompa em chamas e assim passar para sua próxima vida. Os semideuses também empregam este fogo místico ao transferirem-se para o mundo espiritual. Mas a Suprema Personalidade de Deus é completamente diferente da almas condicionadas como yogis e semideuses, pois o corpo eterno e espiritual do Senhor é a fonte de toda a existência, como aqui indicam as palavras loka-bhiramam sva-tanum. O corpo do Senhor Krsna é a fonte de prazer do Universo inteiro. A expressão dhrana-dhyana-mangalam indica que aqueles que se esforçam por obter a elevação espiritual através de meditação e yoga alcançam toda a auspiciosidade por meditar no corpo do Senhor. Visto que os yogis logram a liberação pelo simples fato de pensar no corpo do Senhor Krsna, este corpo decerto não é material e, portanto, não está sujeito a ser queimado por fogo místico mundano nem por nenhuma outra espécie de fogo.
Srila Visvanatha Cakravarti Thakura lembra-nos a afirmação do Senhor Krsna no Décimo Primeiro Canto, Décimo Quarto Capítulo, verso 37: vahni-madhye smared rupam mamaitad dhyana-mangalam. "Dentro do fogo deve-se meditar em minha forma, que é o objeto auspicioso de toda meditação". Visto que a forma transcendental do Senhor Krsna está presente dentro do fogo como o princípio mantenedor, como poderá o fogo afetar aquela forma? Dessa maneira, embora pareça que o Senhor tenha entrado no transe da yoga mística, a palavra adagdhva indica que o Senhor, cujo corpo é puramente espiritual, contornou a formalidade da incineração e entrou diretamente em Sua morada no céu espiritual. Srila Jiva Gosvami também explicou muito bem este ponto em seu comentário sobre este verso.
*Sri Caitanya-Caritamrta
Madhya-lila 1. 112
*Depois disso, Krsnadasa, o servo do Senhor Caitanya Mahaprabhu, foi salvo das GARRAS de um Bhattathari. Então Caitanya Mahaprabhu pregou que brahmanas habituados a cantar o nome do Senhor Rama também deveriam cantar o nome do Senhor Krsna.
Significado – No distrito de Malabara, há certo grupo dentre os Brahmanas, conhecidos como nam-budri-brahmanas, cujos sacerdotes são os Bhattatharis. Os Bhattatharis conhecem muitas magias negras tântricas, tais como a arte de matar uma pessoa, de trazê-la sob seu jugo e de destruí-la ou devastá-la. Eles são muito peritos nestas magias negras, e um de Taís bhattatharis confundiu o servo pessoal de Sri Caitanya Mahaprabhu, enquanto o servo acompanhava o Senhor em suas viagens pelo sul da Índia. De alguma forma, Sri Caitanya Mahaprabhu libertou este Krsnadasa das garras do Bhattathari. Sri Caitanya Mahaprabhu é bem conhecido como Patita-pavana, o salvador de todas as almas caídas, e provou isto em Seu comportamento para com Seu servo pessoal, Krsnadasa, a quem Ele salvou. Às vezes, na Bengala escreve-se erradamente a palavra Bhattathari, e resulta Bhattamari.
*Srimad-Bhagavatam 11.28. 32
"Jñana-yoga"
Embora possa às vezes ver um objeto ou atividade impuros, a alma auto-realizada não o aceita como real. Mediante a compreensão lógica de que os impuros objetos dos sentidos baseiam-se na dualidade material ilusória, o homem inteligente os vê como contrário à realidade e distintos dela, da mesma maneira que alguém que desperta do sono encara seu sonho desvanecente.
significado: O homem são pode distinguir claramente entre uma experiência onírica e sua vida real. De igual modo, um manisi, ou pessoa inteligente, pode perceber claramente que os poluídos objetos dos sentidos materiais são criações da energia ilusória do Senhor e não são realidade concreta. Este é o teste prático da inteligência realizada.
verso – 33
A ignorância material, que se expande em muitas variedades por meio das atividades dos modos da natureza, é erroneamente aceita pela alma condicionada como idêntica ao eu. Mas através do cultivo de conhecimento espiritual. Meu querido Uddhava, essa mesma ignorância se desvanece ao momento da liberação. O eu eterno, por outro lado, nunca é assumido e nunca é abandonado.
significado: Aqui se enfatiza que o eu eterno nunca é assumido ou imposto como designação material, nem é jamais abandonado. Como se explica no Bhagavad-gita, a alma é eternamente a mesma e não sofre transformação. Os modos da natureza, todavia, criam o corpo material grosseiro e a mente sutil são imposto à alma. Dessa maneira, a entidade viva não pode assumir nem rejeitar a alma, que é um fato eterno. Ao contrário, ela deve abandonar a ignorância crassa da consciência material mediante o cultivo de conhecimento espiritual, como se indica neste verso.
verso – 34
Ao nascer, o Sol destrói a escuridão que encobre os olhos dos homens, mas ele não cria os objetos que eles então vêem diante de si, os quais de fato existiam o tempo todo. De modo semelhante, a realização potente e concreta acerca de Mim destruirá a escuridão que encobre a verdadeira consciência da pessoa.
*Srimad-Bhagavatam 11.22. 4
"Elementos da criação material"
O Senhor Krsna respondeu: Porque todos os elementos materiais estão presentes em toda a parte, faz sentido o fato de que diferentes brahmanas eruditos tenham-nos analisado de diferentes maneiras. Todos esse filósofos falaram sob o abrigo da Minha potência mística, e por isso podiam dizer qualquer coisa sem contradizer a verdade.
significado: As palavras santi sarvatra neste verso indicam que todos os elementos materiais encontram-se um dentro do outro em formas grosseiras e sutis. Desse modo há inúmeras maneiras de descrevê-los
verso – 5
Quando os filósofos discutem: " Eu prefiro analisar este caso específico de uma maneira diferente da tua", são apenas Minhas próprias energias insuperáveis que estão impelindo suas divergências analíticas.
significado: Devido às potências materiais do Senhor Supremo, os filósofos mundanos passam a vida discutindo sobre o que veio primeiro, o ovo ou a galinha. Em virtude da influência dos modos da bondade, paixão e ignorância, diferentes filósofos sentem-se atraídos a diferentes pontos de vista; e pela influência da atmosfera material criada pelo Senhor, esses filósofos se desentendem perpetuamente uns com os outros. O próprio Senhor Supremo, contudo, deu a explicação clara. Como se declara no Srimad-Bhagavatam (6.4.31): 2/7/2009 18:34:51
"Após a iniciação, o nome do discípulo deve ser mudado para indicar que ele é um servo do Senhor Visnu. O discípulo também deve começar imediatamente a marcar seu corpo com tilaka [urdhva-pundra], especialmente sua testa. Trata-se de marcas espirituais, sintomas de um Vaisnava perfeito". – Padma Purana, Uttara-khanda
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*Todas as glórias a Srila Prabhupada !
Hare Krishna Hare Krishna Krishna Krishna Hare Hare
Hare Rama Hare Rama Rama Rama Hare Hare
Quem canta Hare Krishna seus males espanta !
"Colabore"
seu servo_gostha-vihari*
Iskcon_Nova Gokula
<Lacto-vegetariana>


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sexta-feira, 3 de julho de 2009 20:24:48