Joel Monteiro Daroz - Engenheiro Agrônomo - ICQ#: 276136148 ___________________________________________________________ Grupo dos alunos do curso de pós-graduação Georreferenciamento de Limites Rurais por GPS.
Joel Monteiro Daroz - Engenheiro Agrônomo - ICQ#: 276136148 ___________________________________________________________ Grupo dos alunos do curso de pós-graduação Georreferenciamento de Limites Rurais por GPS.
OLA AMIGOS TRABALHO NA AGROGEO UMA EMPRESA QUE ATUA NA AREA DE
GEORREFERENCIAMENTO DE IMOVEIS RURAIS (GPS), TOPOGRAFIA EM GERAL,
ALUGUEL DE GPS GEODESICO, E GERENCIAMENTO RURAL
www.agrogeo.com.br
agrogeo@...
Eu recomendo! /JOEL
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Amigos recebi da ABCE , muitos já conhecem a história ..........
A lei do Bode
Ênio Padilha
Enviada por Álvaro Pitta, IGUATEMI
A lei do Bode, você já deve ter ouvido falar dela, é uma fábula cuja
origem está perdida no tempo. Uma de suas versões dá conta de que, na
União Soviética, logo depois da revolução comunista, muitas famílias
eram obrigadas a morar juntas numa mesma casa, em condições pouco
agradáveis, com pouco espaço e nenhuma privacidade. Isto,
naturalmente, produzia muito descontentamento e severas reclamações.
Esse descontentamento e essas reclamações ameaçavam a governabilidade
e era preciso resolver esse problema.
Formou-se uma comissão que fez dezenas de reuniões para debater o
assunto e elaborar um projeto do que seria a solução do problema.
Quando, depois de muitos meses, chegaram a uma conclusão, apresentaram
a proposta ao governo, que a considerou genial e tratou de colocá-la
em prática rapidamente. Tratava-se de uma lei que obrigava que, em
cada casa fosse colocado um bode, que passaria a dividir o espaço, os
cuidados e os alimentos com todos os moradores.
O bode, como se sabe, é um bicho fedorento, por conta de glândulas na
base dos chifres, que exalam um cheiro forte e muito ruim. A vida dos
cidadãos, que já era medonha, ficou pior ainda e o descontentamento e
as reclamações aumentaram muito.
Depois de algumas semanas tendo que suportar um bode na sala, os
cidadãos viram uma luz no fim do túnel quando o governo aceitou,
finalmente, conversar a respeito e negociar uma solução para o
problema.
Novas comissões foram formadas (em ambos os lados) e as negociações
começaram, com o governo jogando pesado na defesa da manutenção do
bode na sala.
Quando as coisas pareciam estar chegando ao limite, finalmente, o
governo cedeu. E revogou a tal lei, autorizando as pessoas a retirar o
bode de dentro de casa.
Foi uma festa! Houve muita comemoração! O povo ficou muito feliz!
Houve até quem ressaltasse, em discurso, a lucidez e a generosidade do
governo em permitir a revogação da tal lei.
Ninguém mais falava das condições sub-humanas, da falta de espaço ou
de privacidade que havia nas casas ocupadas por várias famílias. Sem o
bode a situação ficou muito boa...
Brasil, 2004. Engenheiros, arquitetos, agrônomos, médicos, advogados,
dentistas e milhares de outros profissionais liberais, contrariando o
bom senso, mantêm funcionando empresas fornecedoras de serviços, que
pagam impostos escorchantes, sobre lucros "presumidos" (sabe Deus com
base em quê) de 32%. Esses empresários (também não consigo entender o
porquê) não podem enquadrar suas empresas no SIMPLES ou em qualquer
outra forma de obter facilidades tributárias. Nos municípios, têm as
mais altas taxas de alvarás de funcionamento e pagam ISQN ou ISS com
alíquotas verdadeiramente abusivas... É desanimador manter as portas
abertas e gerar empregos.
Aí, quando se imagina que o governo vai pensar em alguma coisa para
resolver esse problema, recebemos pelas costas uma Medida Provisória
aumentando ainda mais os impostos (presumindo que o nosso lucro é de
40%), inviabilizando a criação de muitos empregos, complicando a vida
de muitos e atirando muita gente na clandestinidade.
A gritaria foi geral. Não poderia ser diferente. Entidades de classe,
conselhos profissionais e políticos da oposição abriram fogo contra
esse assalto.
E o governo jogou duro! Agora o governo acende uma luz no fim deste
túnel. Começa a dar sinais de que pretende rever o assunto. Talvez até
revogar a Medida Provisória. Deixar as coisas como estavam: um
inferno!
E todos vamos ficar muito felizes!
É a lei do Bode
Associação Brasileira de Consultores de Engenharia - ABCE.
Av. Rio Branco, 124 - 13o andar - RJ
Tel. (21) 2215-1401 - Fax (21) 2224-2693
E-mail: abce@...
Site: www.abceconsultoria.org.br
[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
Para se desligar deste grupo, envie e-mail em branco para
periciaseavaliacoes-unsubscribe@egroups.com
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Joel Monteiro Daroz - Engenheiro Agrônomo - ICQ#: 276136148
Segue mais um material interessante...
Saudações
Nelson Marisco
---------- Forwarded Message -----------
From: Rede de Regularizacao <regularizacao@...>
To: nmarisco@...
Sent: Wed, 16 Feb 2005 22:38:13 -0200
Subject: PALESTRA DE EDÉSIO FERNANDES - POLÍTICA NACIONAL DE REGULARIZAÇÃO
FUNDIÁRIA
PALESTRA DE EDÉSIO FERNANDES - POLÍTICA NACIONAL DE REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA
Caros colegas,
O texto da palestra "Política Nacional de Regularização Fundiária", proferida
por Edésio Fernandes em São Paulo/SP no Curso de Extensão "Estatuto da
Cidade", em novembro de 2003, se enconta disponível no Boletim do IRIB Em
Revista, janeiro e fevereiro de 2004, n. 314, ISSN 1677-437X,
irib@... - www.irib.org.br
------- End of Forwarded Message -------
--
Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - UFMS
Oi pessoal segue mais um texto interessante...
Saudações
Nelson Marisco
---------- Forwarded Message -----------
From: Rede de Regularizacao <regularizacao@...>
To: nmarisco@...
Sent: Wed, 16 Feb 2005 16:01:44 -0200
Subject: GEOREFERENCIAMENTO E REGISTRO IMOBILIÁRIO
GEOREFERENCIAMENTO E REGISTRO IMOBILIÁRIO
Caros Colegas,Um dos maiores problemas enfrentados no contexto dos programas
de regularizacao no Brasil e' o descompasso profundo, e historico, entre as
bases de dados dos cadastros municipais e as dos registros imobiliarios. No
que toca aos imoveis rurais, a importante Lei 10.267/2001 e o Decreto
4.449/2002 ja' estabeleceram a obrigatoriedade de georeferenciamento das
matriculas de imoveis rurais, e toda uma discussao tem acontecido no sentido
de garantir a implementacao dessa lei - vejam abaixo. No que toca aos imoveis
urbanos, nao ha lei federal que estipule essa mesma obrigacao, e, o que e'
pior, nem os criterios basicos de uma tal lei ainda foram devidamente
discutidos. Trata-se de questao da maior urgencia. Como promover o
georeferenciamento das matriculas dos imoveis urbanos? Que criterios tecnicos
devem ser adotados? Como deve ser esse processo?EdesioBE 1534 - ANO V -
Editores: Fátima Rodrigo e Sérgio Jacomino - São Paulo, 14 de fevereiro de
2005 - ISSN 1677-4388
SALAS TEMÁTICASSala temática - Imóvel rural - Lei 10.267/2001 e Decreto
4.449/2002SIRGAS, o Novo Sistema Geodésico Brasileiro
Irib participa decisivamente do debate científicoJürgen Philips *Entre os
dias 30 de novembro e 3 de dezembro de 2004 houve o II Seminário sobre a
Mudança do Referencial Geocêntrico no Brasil com a introdução do SIRGAS, a
nova referência geodésica oficial. Esta mudança é importante para os
registradores porque o novo referencial interfere nas coordenadas da
matrícula modificada dos imóveis rurais, georreferenciadas segundo a lei
10.267/2001.
Assim, o IRIB foi uma das instituições convidadas para avaliar e opinar sobre
o novo Sistema Geodésico Brasileiro. O Instituto foi representado no evento
pelo Professor Jürgen Philips, Doutor em Ciências Geodésicas, atuando na
Universidade Federal de Santa Catarina, em Florianópolis, e membro do
Conselho Científico do IRIB.
Histórico
Segundo a Lei de Registros Públicos (Lei 6.015/73), artigo 176, § 3°, na sua
versão alterada pela lei 10.267/2001, a identificação do imóvel " ...será
obtida a partir de memorial descritivo ... contendo as coordenadas dos
vértices definidores dos limites dos imóveis rurais, georreferenciadas ao
Sistema Geodésico Brasileiro ...". Este Sistema Geodésico Brasileiro (SGB),
de competência institucional do IBGE, foi oficializado inicialmente através
do Decreto-Lei nº 9.210, de 29 de abril de 1946, e atualmente pelo Decreto-
Lei nº 243, de 28 de fevereiro de 1967. Ele é composto por um sistema de três
referenciais: Um referencial altimétrico, amarrado a uma superfície
equipotencial (geóide) que coincide com o marco zero da Estação Maregráfica
de Imbituba (SC), um referencial gravimétrico com mais de 16.000 estações com
informações importantes sobre a aceleração da gravidade que são usadas para
determinar, com precisão, a figura verdadeira (física) da terra e um
referencial planimétrico, o SAD69, que define a superfície, a origem e a
orientação do sistema de coordenadas usado para o mapeamento e o
georreferenciamento (inclusive dos vértices segundo a lei 10.267) do País. O
último destes três referenciais, o "planimétrico", é objetivo da atual
mudança do SAD69 para o SIRGAS. O SAD69 foi materializado através de milhares
de pontos com as suas coordenadas determinadas, até os anos 90, por operações
da geodésia clássica (medição e cálculo), que são o posicionamento
astronômico, a triangulação, poligonação, ajustamento, etc. A
disponibilidade do sistema NAVSTAR/GPS (Navigation Satellite with time and
Rancing / Global Positioning System), cuja capacidade em permitir a
determinação de posições terrestres, aliando rapidez, precisão e economia são
muito superiores aos métodos clássicos de levantamento, provocou a revisão
das características do Sistema Geodésico Brasileiro e, em 1991, o
Departamento de Geodésia do IBGE criou o Projeto GPS com a operacionalização
da RBMC (Rede Brasileira de Monitoramento Contínuo).Através destas medições
foram detectados muitos erros na rede clássica; em alguns casos, os erros
chegaram a valores de 10 metros e mais, além de não encontrar mais as marcas
físicas, implementadas no local, de cerca 50% dos pontos. O Projeto SIRGAS O
IBGE, junto com as universidades, experimentaram já desde a década de 70 o
aproveitamento da Geodésia por Satélite, antes do sistema TRANSIT, depois do
GPS e, futuramente, terá mais um sistema, o GALILEO europeu. O Projeto SIRGAS
(Sistema de Referência Geocêntrico para a América do Sul), fundado em outubro
1993 em Assunção, por iniciativa do DGFI (Instituto Alemão de Pesquisas
Geodésicas) e com o apoio da IAG (Associação Internacional de Geodésia), foi
uma conseqüência dos defeitos do sistema anterior com a idéia de se criar um
novo sistema, comum e único para o sub-continente, entre todos ospaíses da
América do Sul, aplicando as tecnologias e os métodos de ponta, e atendendo
às necessidades das próximas décadas em termos de precisão, disponibilidade e
confiabilidade. Em 1997, na conferência da IAG no Rio de Janeiro, à base da
análise de uma primeira campanha de medições em 10 países, inclusive na
Antártica, criaram-se os conceitos técnicos e um plano estratégico para a
realização do SIRGAS. Figura1: Pontos da Rede Fundamental do SIRGAS
(fonte:DGFI) Foram escolhidos 184 pontos no continente (v. figura 1), dos
quais 21 no território brasileiro, onde os satélites GPS foram rastreados
durante 10 dias em cada ponto, o que resultou, após os cálculos, realizados
paralelamente no Rio de Janeiro, Munique e Hannover, em uma precisão nunca
maior que poucos milímetros nas coordenadas de cada ponto. A integração entre
a nova rede SIRGAS com as redes existentes em outras regiões da terra, como
EUREF da Europa, ou a PGC da América do Norte, está garantida através de
alguns pontos comuns, que são, ao mesmo tempo, pontos do SIRGAS e da Rede
Global do "International GPS Service for Geodynamics" (IGS). Em paralelo, foi
criado o "Projeto Mudança do Referencial Geodésico" (PMRG)com o objetivo de
promover a adoção no País, pesquisar, junto com os usuários, os impactos da
mudança do referencial e de preparar e dar apoio técnico para os
profissionais e as instituições para a transição do sistema SAD69 para o
SIRGAS. As Coordenadas Dinâmicas Uma série de mais de vinte, entre o total
dos 184 pontos da rede fundamental do SIRGAS, são equipados com estações
permanentes que servem para recalcular semanalmente toda a rede no "Regional
Network Associate Analysis Centre" (RNAAC-SIR) do Serviço Internacional de
GPS (IGS), associado à DGFI em Munique, na Alemanha. Com isto, todas as
coordenadas serão atualizadas permanentemente e acompanham assim os pequenos
movimentos que a placa continental da América do Sul faz em relação aos
outros continentes. O território brasileiro está movimentando-se acima do
globo terrestre na ordem de 1 a 2 centímetros por ano (v. figura 2) na
direção aproximadamente norte (com poucas variações regionais). Acumulado
durante 30 anos, o movimento (e a correção da coordenada) seria da ordem de
aproximadamente 50 centímetros. Figura 2: Vetores de movimento anual da
placaterrestre América do Sul(fonte:DGFI) Na proposta do IBGE para o Sistema
Geodésico Brasileiro era previsto que as coordenadas SIRGAS fossem corrigidas
permanentemente, de acordo com os movimentos geodinâmicos da placa e dos
pontos, determinados pelo recálculo do DGFI. Tendo como conseqüência, para o
Registro de Imóveis, que as coordenadas dos vértices georreferenciados,
inscritas na matrícula, deveriam ser atualizadas toda vez que houvesse
alterações pelo movimento geodinâmico da placa terrestre – e isto acontecerá
pelo menos uma vez por ano! Sem estas correções permanentes na matrícula, o
ponto estaria, depois de poucos anos, fora do limite da precisão definida
pelo INCRA (para imóveis rurais). Numa possível extensão do princípio de
georreferenciamento aos imóveis urbanos, com uma precisão posicional bem
melhor que os 50 cm., para os imóveis rurais, a situação seria ainda mais
grave porque o movimento do ponto alcança mais rápido o (menor) limite da
precisão posicional. O IRIB aproveitou sua presença no Congresso Nacional
dos Engenheiros de Agrimensura (CONEA - setembro 2004 em Belo Horizonte) para
declarar a impossibilidade do uso de coordenadas dinâmicas para fins de
registro, explicando que a coordenada, desde a lei 10.267, não é mais apenas
um dado técnico e que esta lei dá à coordenada o atributo de "definidora
legal" do limite de propriedade. Assim, a coordenada transformou-se em um
dado bivalente, técnico e jurídico - para sua inscrição na matrícula ela
precisa de estabilidade em relação ao seu valor numérico. Também seria
dificilmente aceito pelo proprietário que as coordenadas, que pela lei
definem a delimitação da propriedade, mudassem a cada ano sem nenhuma
alteração na situação física do imóvel. A Proposta do IRIB: O Desmembramento
do SIRGAS A proposta do IRIB, em Belo Horizonte, foi desmembrar o SIRGAS em
um sistema científico e outro prático. As coordenadas do SIRGAS científico
(ou dinâmico) acompanham, então, todos os movimentos e variações dos pontos
em relação a um sistema de referência fixa e servem assim para os estudos
científicos da figura da terra, especialmente sua variação com o tempo. Estes
estudos são necessários, por exemplo, para o melhor conhecimento do geóide e
para calcular melhor as órbitas dos satélites artificiais. O movimento da
placa brasileira, em primeira aproximação, é praticamente uniforme (com
mínimas variações), quer dizer que todos os pontos se movimentam com a mesma
velocidade na mesma direção, como a figura 2 demonstra. Para a matrícula isto
significa que todos os pontos de uma vizinhança, de um município ou até de
uma região devem ser corrigidos pelo mesmo valor. A geodinâmica não muda nada
na relação geométrica entre os imóveis da mesma região. O conhecimento da
dinâmica da terra não é necessário para o perfeito registro do imóvel. Assim
o IRIB propôs um segundo sistema, o SIRGAS prático (ou estático), com
coordenadas estáveis, e com referência a uma situação definida em um
determinado momento (por exemplo abril 2004). As coordenadas teriam todas as
características qualitativas do SIRGAS, mas não acompanhariam os movimentos
da crosta terrestre. Este SIRGAS prático teria coordenadas congeladas à data
x. O SIRGAS prático teria sua aplicação sempre onde se precisa coordenadas
estáveis, como no mapeamento, no cadastro, registro de imóveis, contratos,
engenharia, etc. II Seminário sobre a Mudança do Referencial Geocêntrico no
Brasil O IBGE declarou durante o segundo seminário no Rio de Janeiro que a
proposta do IRIB será atendida para todos os atuais e futuros pontos dentro
do sistema SIRGAS, publicando então coordenadas com referência a uma data no
ano 2004 garantindo estabilidade nesta definição. Uma alteração nas
coordenadas será necessária apenas para corrigir erros evidentes de medição
ou do cálculo - não terá alteração nas coordenadas por efeitos da dinâmica da
terra. A participação do IRIB, tanto em Belo Horizonte no CONEA, como também
no seminário do IBGE no Rio de Janeiro, foi importante porque a estabilidade
das coordenadas do georreferenciamento dos imóveis foi definitivamente
assegurada, uma condição indispensável para uma possível extensão do
princípio do georreferenciamento das regiões rurais para o ambiente urbano. *
Jürgen Philips é Professor de Ciências Geodésicas na Universidade Federalde
Santa Catarina e membro do Conselho Científico do Irib.
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(RS),Marcelo Salaroli de Oliveira (SP), Marilia Patu Rebello Pinho
(SP),Ricardo Henry Marques Dip (SP), Ruy Veridiano Patu Rebello Pinho (SP)
eSérgio Jacomino – secretário (SP)Diretor Responsável e CoordenadorEditorial
(desde 1997): Sérgio JacominoPresidente: Sérgio Jacomino (SãoPaulo-SP)
presidente@... Científico: Alexandre Assolini Mota, Alexandre
de Moraes,André Lima, Andréa Flávia Tenório Carneiro, Armando
CastelarPinheiro, Betânia de Moraes Alfonsín, Bruno Mattos e Silva, CarlosAri
Sundfeld, Carlos Eduardo Duarte Fleury, Celso Fernandes Campilongo,Daniel
Roberto Fink, Edésio Fernandes, Élcio Trujillo, Evangelina deAlmeida Pinho,
Hélio Borghi, J. Nascimento Franco, José Carlos deFreitas, José Guilherme
Braga Teixeira, JürgenW. Philips, Kioitsi Chicuta, Luiz Mário Galbetti,
MarceloTerra, Maurício José Serpa Barros de Moura, Melhim Namem Chalhub,Pablo
de Camargo Cerdeira, Pedro Antonio Dourado de Rezende Conselho Jurídico
permanente: Gilberto Valente da Silva (inmemoriam), Hélio Lobo Júnior, Des.
José de Mello Junqueira, Des. Narciso Orlandi Neto, Ulysses da Silva Conselho
Internacional: Alemanha: Helmut Rüssmann - Alemanha:Maximilian Herberger -
Chile: Elias Mohor Albornoz - Espanha: FernandoPedro Méndez González -
Espanha: Rafael Arnaiz Eguren - Itália:Raimondo Zagami - México:Raúl
Castellano Martinez-Baez - Portugal: Paulo Ferreira daCunha Coordenação de
Jurisprudência: Ademar Fioranelli e SérgioJacomino
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Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - UFMS
Motorista quis encher botijão de casa com gás natural.
Veja o resultado:
O rapaz, dono desse carro, achou que era mais barato
abastecer o botijão de gás no posto do que comprar um
botijão novo. Seu objetivo era economizar uns 5 ou 6
reais, mas acabou perdendo o carro no valor de uns
doze mil reais. O pior é que o seguro dele não ira
pagar o estrago, uma vez adotara procedimento ilegal
no veículo. Corre ainda o risco de ser processado pelo
posto por colocar em perigo a vida dos funcionários.
A explosão aconteceu porque o motorista colocou um
botijão de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) escondido
no carro, encoberto pelo carpete do carro, e ligou
nele a tubulação que deveria estar conectada ao
cilindro de gás natural.
Com isso, o gás natural foi direcionado para o botijão
de GLP (que agüenta uma pressão máxima de 15
atmosferas - enquanto o cilindro próprio para GNV é
projetado para receber o gás natural em altas pressões
que vão de 180 atm a 220 atm).
Segundos depois, ocorreu o rompimento súbito e
violento do botijão (com deslocamento de ar, sem fogo)
que destruiu completamente o Gol. As peças voaram mais
de 80 metros e, graças aos procedimentos de segurança
adotados pelo posto, não causou ferimentos a nenhuma
das pessoas que estavam próximas ao veículo.
O motorista havia feito a conversão para GNV de seu
veículo em oficina credenciada pelo Inmetro em abril
deste ano. Desde então, vinha utilizando regularmente
o Gol, abastecendo o cilindro em postos de GNV.
No último sábado, por volta das 8h30, ele chegou, como
habitualmente, no Posto Cem, de bandeira BR,
localizado na BR 116, arredores de Curitiba, PR, para
fazer o abastecimento.
O frentista, treinado para seguir os procedimentos de
segurança, solicitou que o motorista saísse do carro e
abriu o porta-malas para verificar se o cilindro
estava instalado corretamente.
Feitos esses procedimentos, iniciou o abastecimento de
GNV. Só que o botijão de GLP, escondido no porta-malas
do carro, é que estava recebendo o combustível
explodiu, por não agüentar a pressão.
Vale ressaltar que o carro ficou quase que totalmente
destruído, incluindo o botijão de GLP. O cilindro de
GNV foi o único item que permaneceu intacto, o que
evidencia sua alta resistência.
Gostei muito da mensagem, principalmente do trecho que fala sobre a utilização das vagas do estacionamento. Não teria um pensamento tão nobre!
Um abraço!!!
Mario Câmara http://www.gpstesouro.com Lat: 20º 27' 28,6" S Lon: 54º 38' 00,8" W [WGS-84]
--- Joel Daroz <jmdaroz@...> wrote:
From: Joel Daroz <jmdaroz@...> Date: Wed, 2 Feb 2005 17:20:31 -0200 To: posgeoucdb@..., alabanza@yahoogroups.com, daroz@... Subject: [posgeoucdb] PENSE NISTO!
---------- Forwarded message ---------- From: Pr.José Miguel Mendoza Aguilera <jotaeme@...> Date: Tue, 01 Feb 2005 18:57:03 -0200 Subject: Ministério de Ensino da Primeira Igreja Evangélica Batista de Campo Grande AINDA H� ESPERAN�A To: batistas-brasileiros@yahoogroups.com
Nasci no meio de uma cultura chamada " cultura do parron". É a idéia de se reunirem debaixo da sombra de uma videira para saboreiar o almoço e lentamente saboreiar a vida. MAs a globalização chegou e agora temos o fast-food. MAs recebi um email que eu transcrevo abaixo...e fiquei extremamente feliz..Eu ainda tenho chance de voltar a ser da turma do " slown down"... ...... Já vai pra 18 anos que estou aqui na Volvo, uma empresa sueca. Trabalhar com eles é uma convivência, no mínimo, interessante. Qualquer projeto aqui demora dois anos para se concretizar, mesmo que a idéia seja brilhante e simples. É regra. Então, nos processos globais, causa em nós aflitos por resultados imediatos (brasileiros, americanos, australianos, asiáticos) uma ansiedade generalizada, porém, nosso senso de urgência não surte qualquer efeito neste prazo.
Os suecos discutem, discutem, fazem "n" reuniões, ponderações... E trabalham num esquema bem mais slow down." O pior é constatar que, no final, acaba sempre dando certo no tempo deles com a maturidade da tecnologia e da necessidade: bem pouco se perde aqui.
Digo para os demais nestes nossos grupos globais: os suecos podem estar errados, mas são eles que pagam nossos salários. Entretanto, vale salientar que não conheço um povo, como povo mesmo, que tenha mais cultura coletiva do que eles... Vou contar para vocês uma breve só pra dar noção...
A primeira vez que fui para lá, em 90, um dos colegas suecos me pegava no hotel toda manhã. Era setembro, frio leve e nevasca. Chegávamos cedo na Volvo e ele estacionava o carro bem longe da porta de entrada (são 2.000 funcionários de carro). No primeiro dia não disse nada, no segundo, no terceiro... Depois, com um pouco mais de intimidade, numa manhã perguntei: "Vcs têm lugar demarcado para estacionar aqui? Notei que chegamos cedo, o estacionamento vazio e vc deixa o carro lá no final..." e ele me respondeu simples assim: "é que chegamos cedo, então temos tempo de caminhar - quem chegar mais tarde já vai estar atrasado, melhor que fique mais perto da porta. Vc não acha?" Olha a minha cara!
Ainda bem que tive esta na primeira... Deu pra rever bastante os meus conceitos..
Há um grande movimento na Europa hoje, chamado Slow Food. A Slow Food International Association - cujo símbolo é um caracol -, tem sua base na Itália (o site é muito interessante. Veja-o). O que o movimento Slow Food prega é que as pessoas devem comer e beber devagar, saboreando os alimentos, "curtindo" seu preparo, no convívio com a família, com amigos, sem pressa e com qualidade. A idéia é a de se contrapor ao espírito do Fast Food e o que ele representa como estilo de vida. A surpresa, porém, é que esse movimento do Slow Food está servindo de base para um movimento mais amplo chamado Slow Europe como salientou a revista Business Week em sua última edição européia.
A base de tudo está no questionamento da "pressa" e da "loucura" gerada pela globalização, pelo apelo à "quantidade do ter" em contraposição à qualidade de vida ou à "qualidade do ser". Segundo a Business Week, os trabalhadores franceses, embora trabalhem menos horas, (35 horas/semana) são mais produtivos que seus colegas americanos ou ingleses.
E os alemães, que em muitas empresas instituíram uma semana de 28,8 horas de trabalho, viram sua produtividade crescer nada menos que 20%. Essa chamada "slow attitude" está chamando a atenção até dos americanos, apologistas do "Fast" (rápido) e do "Do it Now" (faça já).
Portanto, essa "atitude sem-pressa" não significa fazer menos, nem menor produtividade. Significa, sim, fazer as coisas e trabalhar com mais "qualidade" e "produtividade" com maior perfeição, atenção aos detalhes e com menos estresse. Significa retomar os valores da família, dos amigos, do tempo livre, do lazer e das pequenas comunidades. Do "local", presente e concreto, em contraposição ao "global" - indefinido e anônimo. Significa a retomada dos valores essenciais do ser humano, dos pequenos prazeres do cotidiano, da simplicidade de viver e conviver e até da religião e da fé. Significa um ambiente de trabalho menos coercitivo, mais alegre, mais "leve" e, portanto, mais produtivo, onde seres humanos felizes fazem, com prazer, o que sabem fazer de melhor.
Será que os velhos ditados "Devagar se vai ao longe" ou ainda "A pressa é inimiga da perfeição" não merecem novamente nossa atenção nestes tempos de desenfreada loucura? Será que nossas empresas não deveriam também pensar em programas sérios de "qualidade sem-pressa" até para aumentar a produtividade e qualidade de nossos produtos e serviços sem a necessária perda da "qualidade do ser"?
Parabéns por ter lido até o final... Muitos não irão ler esta mensagem até o final, porque não podem "perder" o seu tempo neste mundo globalizado.
Pr. José Miguel Mendoza Aguilera 1a. Igreja Evangélica Batista de Campo Grande Ministério de Ensino Ministério: ensino@... Pessoal: jotaeme@... Rua: 13 de Maio 2647 - Centro CEP79002-351 Campo Grande - MS Igreja 0xx67-30414420 - - 92074532 Residencia 67-30254743/92074543 "Aprendemos a voar como passaros, e a nadar como peixes. Mas ainda nao aprendemos a conviver como irmaos" Martin Luther King CAMPANHA ANTI-SPAM Ao repassar mensagens particulares, retire os dados de quem lhe enviou o email e coloque o(s) destinatário(s)s no campo Cco: (com cópia oculta), deixando os demais em branco. Desta forma, não só o seu endereço de email como o de todos com quem se comunica serão preservados.
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From: Pr.José Miguel Mendoza Aguilera <jotaeme@...>
Date: Tue, 01 Feb 2005 18:57:03 -0200
Subject: Ministério de Ensino da Primeira Igreja Evangélica Batista de
Campo Grande AINDA H� ESPERAN�A
To: batistas-brasileiros@yahoogroups.com
Nasci no meio de uma cultura chamada " cultura do parron". É a idéia
de se reunirem debaixo da sombra de uma videira para saboreiar o
almoço e lentamente saboreiar a vida. MAs a globalização chegou e
agora temos o fast-food. MAs recebi um email que eu transcrevo
abaixo...e fiquei extremamente feliz..Eu ainda tenho chance de voltar
a ser da turma do " slown down"...
......
Já vai pra 18 anos que estou aqui na Volvo, uma empresa sueca.
Trabalhar com eles é uma convivência, no mínimo, interessante.
Qualquer projeto aqui demora dois anos para se concretizar, mesmo que
a idéia seja brilhante e simples. É regra. Então, nos processos
globais, causa em nós aflitos por resultados imediatos (brasileiros,
americanos, australianos, asiáticos) uma ansiedade generalizada,
porém, nosso senso de
urgência não surte qualquer efeito neste prazo.
Os suecos discutem, discutem, fazem "n" reuniões, ponderações... E
trabalham num esquema bem mais slow down." O pior é constatar que, no
final, acaba sempre dando certo no tempo deles com a maturidade da
tecnologia e da necessidade: bem pouco se perde aqui.
Digo para os demais nestes nossos grupos globais: os suecos podem
estar errados, mas são eles que pagam nossos salários. Entretanto,
vale salientar que não conheço um povo, como povo mesmo, que tenha
mais cultura coletiva do que eles... Vou contar para vocês uma breve
só pra dar noção...
A primeira vez que fui para lá, em 90, um dos colegas suecos me
pegava no hotel toda manhã. Era setembro, frio leve e nevasca.
Chegávamos cedo na Volvo e ele estacionava o carro bem longe da porta
de entrada (são 2.000 funcionários de carro). No primeiro dia não
disse nada, no segundo, no terceiro... Depois, com um pouco mais de
intimidade, numa manhã perguntei: "Vcs têm lugar demarcado para
estacionar aqui? Notei que chegamos cedo, o estacionamento vazio e vc
deixa o carro lá no final..." e ele me respondeu simples assim: "é que
chegamos cedo, então temos tempo de caminhar - quem chegar mais tarde
já vai
estar atrasado, melhor que fique mais perto da porta. Vc não acha?"
Olha a minha cara!
Ainda bem que tive esta na primeira... Deu pra rever bastante os meus
conceitos..
Há um grande movimento na Europa hoje, chamado Slow Food. A Slow Food
International Association - cujo símbolo é um caracol -, tem sua base
na Itália (o site é muito interessante. Veja-o). O que o movimento
Slow Food prega é que as pessoas devem comer e beber devagar,
saboreando os alimentos,
"curtindo" seu preparo, no convívio com a família, com amigos, sem
pressa e com qualidade. A idéia é a de se contrapor ao espírito do
Fast Food e o que ele representa como estilo de vida. A surpresa,
porém, é que esse movimento do Slow Food está servindo de base para um
movimento mais amplo chamado Slow Europe como salientou a revista
Business Week em sua última edição européia.
A base de tudo está no questionamento da "pressa" e da "loucura"
gerada pela globalização, pelo apelo à "quantidade do ter" em
contraposição à qualidade de vida ou à "qualidade do ser". Segundo a
Business Week, os trabalhadores franceses, embora trabalhem menos
horas, (35 horas/semana) são mais produtivos que seus colegas
americanos ou ingleses.
E os alemães, que em muitas empresas instituíram uma semana de 28,8
horas de trabalho, viram sua produtividade crescer nada menos que 20%.
Essa chamada "slow attitude" está chamando a atenção até dos
americanos, apologistas do "Fast" (rápido) e do "Do it Now" (faça já).
Portanto, essa "atitude sem-pressa" não significa fazer menos, nem
menor produtividade.
Significa, sim, fazer as coisas e trabalhar com mais "qualidade" e
"produtividade" com maior perfeição, atenção aos detalhes e com menos
estresse. Significa retomar os valores da família, dos amigos, do
tempo livre, do lazer e das pequenas comunidades. Do "local", presente
e concreto, em contraposição ao "global" - indefinido e anônimo.
Significa a retomada dos valores essenciais do ser humano, dos
pequenos prazeres do cotidiano, da simplicidade de viver e conviver e
até da religião e da fé. Significa um ambiente de
trabalho menos coercitivo, mais alegre, mais "leve" e, portanto, mais
produtivo, onde seres humanos felizes fazem, com prazer, o que sabem
fazer de melhor.
Será que os velhos ditados "Devagar se vai ao longe" ou ainda "A
pressa é inimiga da perfeição" não merecem novamente nossa atenção
nestes tempos de desenfreada loucura? Será que nossas empresas não
deveriam também pensar em programas sérios de "qualidade sem-pressa"
até para aumentar a produtividade e qualidade de nossos produtos e
serviços sem a necessária perda da "qualidade do ser"?
Parabéns por ter lido até o final... Muitos não irão ler esta
mensagem até o final, porque não podem "perder" o seu tempo neste
mundo globalizado.
Pr. José Miguel Mendoza Aguilera
1a. Igreja Evangélica Batista de Campo Grande
Ministério de Ensino
Ministério: ensino@...
Pessoal: jotaeme@...
Rua: 13 de Maio 2647 - Centro
CEP79002-351 Campo Grande - MS
Igreja 0xx67-30414420 - - 92074532
Residencia 67-30254743/92074543
"Aprendemos a voar como passaros, e a nadar como peixes. Mas ainda
nao aprendemos a conviver como irmaos"
Martin Luther King
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enviou o email e coloque o(s) destinatário(s)s no campo Cco: (com
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preservados.
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http://www.jornaldomeioambiente.com.br/JMA-index_noticias.asp?id=6212
*A Terra está
mais redonda*
Data: 13/1/2005
Estudo da Nasa mostra que terremoto na costa da Indonésia reduziu o
achatamento do
planeta, deslocou o Pólo Norte na direção leste e fez o dia durar
menos. Tudo em
escala minúscula
Da Redação -
A dimensão do terremoto de 26 de dezembro na costa da Indonésia não
surpreendeu
apenas pelas mais de 150 mil vítimas das ondas gigantes. O fenômeno
teve impacto
até mesmo no formato da Terra. Cientistas da agência espacial norte-
americana
(Nasa) concluíram que, depois do tremor de 9 graus na escala Richter
e o
conseqüente maremoto, o planeta ficou um pouco menos achatado -- ou
seja, mais
redondo.
Benjamin Fong Chao e Richard Gross, especialistas da Nasa, usaram
dados de um
centro de pesquisas da Universidade de Harvard e estimaram que o
arredondamento da
Terra foi mínimo: o equivalente a uma unidade em dez bilhões. Mas
essa não foi a
única alteração identificada por eles. De acordo com o estudo, até
agora o mais
completo sobre as conseqüências do terremoto no planeta, o Pólo
Norte se deslocou
e os dias ficaram
menores. Todas essas alterações, no entanto, são pequenas demais
para serem
percebidas sem instrumentos científicos.
Chao e Gross são especializados no cálculo dos efeitos de terremotos
sobre a
rotação da Terra e sobre a extensão dos dias, além de mudanças no
campo
gravitacional do planeta. Segundo eles, com o tremor na Ásia, o Pólo
Norte se
deslocou 2,5 centímetros no sentido 145 graus leste, em direção à
Sibéria.
Análises de terremotos realizadas anteriormente já tinham detectado
essa tendência
rumo ao leste.
A circunferência da Terra na altura do Equador é cerca de 65
quilômetros maior que
a circunferência medida de um pólo ao outro. Depois de 26 de
dezembro, no entanto,
essa diferença teria diminuído. O tamanho exato da redução ainda não
foi medido
pelos cientistas, mas eles garantem que agora a Terra está menos
achatada e mais
redonda. A aceleração da rotação da Terra, por sua vez, encurtou os
dias em 2,68
microssegundos -- unidade de tempo relativa à milionésima parte de
um segundo. Os
cientistas acreditam que essa alteração poderá ser ''recuperada''
após outros
fenômenos naturais.
O terremoto de 9 graus na escala Richter, que provocou uma fenda de
965
quilômetros entre as placas indiana e de Burma, foi o maior fenômeno
desse tipo
ocorrido em 40 anos. Mas Chao afirma que a Terra responde bem a
esses eventos.
''Qualquer coisa que envolva movimento de massa afeta a rotação da
Terra, até
dirigir um carro'', explica.
Alerta
Para evitar uma nova catástrofe dessa proporção, um sistema de alerta
de tsunami
deverá ser instalado até junho de 2006 no Oceano Índico e antes de
2007 em todo o
mundo, segundo anunciou ontem o diretor-geral da Unesco, Koïchiro
Matsuura, em
Port-Louis (ilhas Maurício). ''Se tudo correr bem, um sistema
inicial deve ser
instalado até junho de 2006 a um custo de US$ 30 milhões'', declarou
Matsuura.
A Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura
(Unesco) já
administra o único centro regional de alerta de maremotos situado no
Pacífico --
criado em 1968 -- e está disposta a coordenar um sistema idêntico em
dimensão
mundial. ''Infelizmente, quando propusemos há dois anos estabelecer
um sistema no
Oceano Índico, vários governos não puderam atuar por falta de
dinheiro. A
humanidade aprendeu uma lição, mas a um preço muito alto'', avaliou
Matsuura.
A Federação Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho,
por sua vez,
afirma que o investimento em tecnologia sozinho não garante a
redução dos
estragos. ''Recomendamos que o enfoque não esteja apenas sobre
sistemas de alerta
externos, mas também sobre sistemas nos quais você possa trabalhar
com voluntários
treinados e que possam alertar a população local'', afirmou Eva Von
Oelreich,
chefe da unidade de
desastres da federação.
MORATÓRIA APROVADA
O Clube de Paris aprovou ontem a moratória das dívidas de três
países atingidos
pelo maremoto no Oceano Índico. A suspensão dos pagamentos -- aceita
na semana
passada pelo G-7 e por vários dos 19 países membros do Clube de
Paris --
beneficiará a Indonésia, o Sri Lanka e as Ilhas Seychelles, segundo
informou o
ministro francês de Finanças, Hervé Gaymard. ''Cada país é livre
para aceitar ou
não a oferta. É uma
proposta francesa que foi aprovada por outros membros do G-7 e
vários integrantes
do Clube de Paris'', declarou. Gaymard explicou que
Tailândia e Malásia ''têm um endividamento menor e não querem que
suas posições
sejam rebaixadas nos mercados financeiros internacionais''
VAI SER DIA 21 O INÍCIO DAS AULAS! MANDEI O ICQ E UM MESSENGER QUE ACESSA VÁRIAS IDENTIDADES NA PÁGINA DO GRUPO! FELIZ ANO NOVO
Mario Câmara <camara@...> wrote:
Joel Daroz
É o Mario do Curso de Georreferenciamento da UCDB. Por favor, você poderia me informar o dia de reinicio das aulas... Estou no RS e gostaria de saber se poderei extenter um pouco mais minhas férias. O retorno das aulas será 14 ou 21 de Jan?
Do mais, boas festas e muitas felicidades no ano vindouro.
--- Em posgeoucdb@..., dar0z@y... escreveu > > > -- > > > > > > ________________________________ > Joel Monteiro Daroz - Engenheiro Agrônomo > ICQ#: 276136148 > Cel: (67)9286.9775 > Pager: 6792869775@c... > > > __________________________________________________________________ > Switch to Netscape Internet
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Joel Daroz
É o Mario do Curso de Georreferenciamento da UCDB.
Por favor, você poderia me informar o dia de reinicio das aulas...
Estou no RS e gostaria de saber se poderei extenter um pouco mais
minhas férias.
O retorno das aulas será 14 ou 21 de Jan?
Do mais, boas festas e muitas felicidades no ano vindouro.
Mario Câmara
http://www.gpstesouro.com
--- Em posgeoucdb@..., dar0z@y... escreveu
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BOAS FESTA E FELIZ ANO NOVO!
QUE 2005 SEJA UM ANO DE MUITA PAZ A TODOS.
OLIVEIRA E FAMILIA
----- Original Message -----
From: "Everson Sebastião de Oliveira" <ippgeo@...>
To: <posgeoucdb@...>
Sent: Monday, December 20, 2004 2:57 PM
Subject: Re: [posgeoucdb] UCDB- Georreferenciamento
>
> >
> > Olá pessoal...
>
> FELIZ NATAL, E UM ANO NOVO BEM GEORREFERENCIADO...
> Everson
>
>
>
> Links do Yahoo! Grupos
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>
>
>
>
>
>
>
---
Outgoing mail is certified Virus Free.
Checked by AVG anti-virus system (http://www.grisoft.com).
Version: 6.0.806 / Virus Database: 548 - Release Date: 05/12/04
Veja se acerta ...
TESTE
(NÃO DESÇA A PÁGINA ANTES DE PENSAR...)
Você está dirigindo um ônibus que vai
do Rio de Janeiro para Fortaleza.
No início temos 32 passageiros no
ônibus.
Na primeira parada, 11
pessoas saem do ônibus e 9 entram. Na
segunda parada, 2 pessoas saem do
ônibus e 2 entram.
Na parada seguinte, 12 pessoas entram
e 16 pessoas saem.
Na próxima parada, 5 pessoas entram no
ônibus e 3 saem.
Qual a cor dos olhos do motorista do
ônibus?
PENSE!
PENSE!
PENSE!
PENSE!
Muito bom este teste.
VEJA ABAIXO:
A chave para entender o problema é
prestar atenção na informação certa.
Se nos preocupamos com o número de
pessoas que entra e sai do ônibus.
Estamos dando atenção à informação
desnecessária. Ela nos distrai da
informação importante. A resposta para
o problema está na primeira sentença.
VEJA ABAIXO:
VOCÊ está dirigindo o ônibus.
Então a cor dos olhos do motorista é a
cor dos SEUS olhos.
Se você não acertou, não se preocupe.
A maioria das pessoas não
responde corretamente.
Se você acertou, você tem uma
excelente habilidade para
resolver problemas.
Olá Mario Marcio
Está feito. Seu nome consta na lista.
Mario Câmara
http://www.gpstesouro.com
-----Mensagem original-----
De: mariogeo <mariogeo@...>
Enviada em: 06/12/2004 11:52:21
Para: posgeoucdb <posgeoucdb@...>
Assunto: Re:[posgeoucdb] UCDB- Georreferenciamento
Ola, Camara.
Insira meu email na lista, mariogeo@....
Atenciosamente,
Mario Marcio
__________________________________________________________________________
Acabe com aquelas janelinhas que pulam na sua tela.
AntiPop-up UOL - É grátis!
http://antipopup.uol.com.br/
Olá pessoal ...
Está sendo criada uma lista de discussão para que possamos ter mais contato. Por
meio da lista poderemos trocar informações, fazer sugestões e externar
comentários.
Para entrar na lista é bastante fácil ...
Basta mandar um e-mail para entrar no grupo:
posgeoucdb-subscribe@...
Ou acessar o grupo pela WEB e selecionar ENTRAR NO GRUPO:
http://br.groups.yahoo.com/group/posgeoucdb/
Vejam uma lista de contato que está sendo criada. Correções e complementações
serão muito bem-vindas.
Primeiro nome
Sobrenome Endereço de e-mail Número de telefone Endereço
Adenildo Gonçalves vitamina@...
Aldemir Ribas (Maninho) geos2002@...
Analice B. C. Rangel rangel@...
Daniel de Oliveira Teixeira daniel_dant@...
Everson Oliveira ippgeo@...
Geraldo A. Zobide grazrep@...
Joaquim G. de Melo
Joceneide Chaves joceneide@...
Joel Monteiro Daroz daroz@...
José Edeson de Oliveira servoplan@...
José Gonçalves Filho jusef45@...
José N. Oliveira jonaol@...
Luiz Henrique S. Silva lhss@...
Marcelo Tezani tezani@...
Mario Câmara camara@... 324-7718 Av. Tamandaré, 217 - Vila Planalto
Neuro Bulhões de Almeida neuro.bulhoes@...
Paulo Germano A. Ribeiro planta@...
Valéria Nasori de Godoy nasori@...
Wagson Marques Lima wagsonml@...
A Aula foi com o Professor Marisco e não teve trabalho....
--- Em posgeoucdb@..., Mario Câmara <camara@e...>
escreveu
>
> Olá pessoal ...
>
> O artigo é um pouco longo mas foi retirado da revista InfoGeo.
Trata
> sobre a matéria do prof. Nelson Marisco.
> Não pude comparecer a aula ontem (27/11), foi passado algum
> exercício ou trabalho para entregar?
>
> Até mais ++++++
>
> Mario Câmara
> http://www.gpstesouro.com
>
> ____________________________________________________________
> Espero que o texto abaixo tenha alguma utilidade ...
>
> Cadastro Multifinalitário Corporativo - I
> Artigo desenvolvido pela FUNCATE, Fundação de Ciência, Aplicações e
> Tecnologia Espaciais
> Artigo reproduzido em duas partes
> PARTE 01
> Em novembro último, o Ministério das Cidades promoveu um curso para
> administradores municipais em Brasília, onde foram abordados
> aspectos envolvidos com a criação de cadastros multifinalitários.
> Naquela ocasião, apresentou-se metodologias, experiências,
vantagens
> e dificuldades. Para os participantes, representantes de cerca de
> 200 administrações, teria ficado a pergunta: Vale a pena investir
em
> tal empreitada?As experiências ainda são novas e não amadureceram o
> suficiente para explorar todo os benefícios potenciais que foram
> apresentados. Existem ainda experiências com resultados muito
abaixo
> da expectativa. O que ocorreu, nestes casos?
> Estas dúvidas são pertinentes. As experiências bem sucedidas são
> realmente poucas e não integram todos os aspectos da administração.
> Existem as experiências que não frutificaram. Que fatores influíram
> para a composição deste cenário?
> Parte do problema é a dificuldade de fazer com que todos os atores
> da administração trabalhem de forma cooperativa. A administração
> municipal ainda é conduzida de forma fracionada, com secretarias e
> serviços operando de forma independente e muitas vezes redundante.
> O segundo problema é a necessidade de reciclagem dos quadros
> técnicos. A conjuntura econômica recente levou a maioria dos
> municípios a adotar restrições salariais e contenção de despesas
que
> impediram a manutenção de quadros preparados e motivados.
> O terceiro problema são recursos materiais insuficientes. Apesar
dos
> avanços da informática e redução dos custos dos equipamentos,
muitas
> administrações possuem infraestrutura de informática deficiente ou
> compartimentada. Some-se a todas estas dificuldades a inadequação
da
> tecnologia disponível.
> A administração municipal é em sua essência a administração do
> território. Ela tem a missão de gerenciar o espaço geográfico,
> definido pelo meio físico da área ocupada pelo município e
> continuamente modificado pelas pessoas e organizações que o ocupam.
> Esta relação dinâmica entre os condicionantes naturais e as
mudanças
> geradas pelo homem requer que o conteúdo de um cadastro
> multifinalitário inclua dados digitais georreferenciados,
> provenientes de diferentes fontes com detalhamento adequado. Esta
> tecnologia, denominada genericamente geoprocessamento, é hoje o
> principal meio de implantação de cadastros multifinalitários. A
> tecnologia de geoprocessamento nasceu dos sistemas de desenho
> assistido por computador (CAD). Em suas primeiras versões, tratava-
> se simplesmente de sistemas de cartografia automatizada, que
> permitiam o armazenamento das plantas da cidade no computador.
> Somente nos anos recentes, o geoprocessamento tem evoluído para ser
> utilizado de forma corporativa, condição indispensável para que
seus
> benefícios sejam compartilhados por toda a administração municipal.
> Os Impactos da Nova Geotecnologia
> Para que os sistemas de informação geográfica dêem suporte aos
> paradigmas corporativos de Tecnologia de Informação (TI), foi
> preciso nascer uma nova geração de geotecnologias. Nos EUA, o Open
> GIS Consortium (www.opengis.org), organização que congrega
> fabricantes, institutos de pesquisa e grandes usuários, estabeleceu
> os fundamentos e diretrizes que permitiram o aparecimento de
> produtos comerciais ou livres, visando a criação de bancos de dados
> coorporativos com conteúdo geográfico, capazes de atender os
> requisitos de uma administração municipal. A nova geotecnologia
> utiliza os paradigmas de TI, agregando a capacidade de manipular e
> armazenar informações geográficas em um ambiente descentralizado e
> seguro.
> A cidade é um organismo vivo. Sua representação, gráfica ou não,
> precisa ser também viva e dinâmica. Precisamos atualizar
> continuamente informações sobre o parcelamento do solo em lotes
> individuais, edificações, atividades, sinalização de trânsito,
> iluminação pública e arborização. Só a utilização plena de TI
> permite que os próprios detentores e geradores da informação
> atualizem os bancos de dados geográficos, remotamente, com total
> segurança e garantia de integridade, tal como fazem hoje com as
> informações convencionais.
>
> A nova geração de produtos de geoprocessamento permite criar não
> apenas um cadastro de lotes, mas tem como produto um banco de dados
> corporativo, que integra todas as informações do município, tanto
as
> de natureza geográfica como as de natureza não geográfica. Como
> resultado, temos um sistema de informação realmente
multifinalitário.
>
> VEJA PARTE II
> Cadastro Multifinalitário Corporativo - II
> Artigo desenvolvido pela FUNCATE, Fundação de Ciência, Aplicações e
> Tecnologia Espaciais
> Artigo reproduzido em duas partes
>
> PARTE 02
>
>
> TerraLib, software livre de última geração
>
> A FUNCATE desenvolve em parceria com o Instituto Nacional de
> Pesquisas Espaciais - INPE, e com o Grupo de Computação Gráfica
> (TECGRAF) da PUC-RIO, sistemas de informação geográficos para uso
na
> administração municipal, utilizando a biblioteca Terralib. A
> TerraLib é um software livre cujo código-fonte está disponível via
> Internet, seguindo a linha do Linux. Veja reportagem no número 25
da
> infoGeo ou www.terralib.org
> A Terralib suporta o armazenamento de dados geográficos em um banco
> de dados corporativo que pode ser gerenciado por inúmeros
> gereciadores de banco de dados (SGBD) com suporte a transações,
tais
> como os comerciais SQL Server e Oracle ou os livres PostgreSQL e
> Firebird -, seguindo os paradigmas Open GIS.
> As aplicações desenvolvidas, em ambiente Microsoft Windows, nas
> linguagens VisualBasic*, Delphi** ou C++, podem acessar e manipular
> dados geográficos através de uma simples chamada a um componente
> desenvolvido no padrão COM*, acoplado a Terralib. Também está
> disponível suporte para programação em Java, , garantindo que as
> aplicações possam ser desenvolvidas tanto para ambiente Microsoft
> Windows como Linux.
> Utilizando os componentes desenvolvidos pela FUNCATE, literalmente
> qualquer sistema de informação, legado ou não, pode ser integrado
> com a base cartográfica digital, utilizando um único banco
> corporativo.
> Sistemas de Informação Geográficos Municipais com esta tecnologia
já
> se encontram operando em municípios de pequeno e médio porte. Bases
> de dados geográficas com mais de 170 mil imóveis estão sendo
> mantidas e consultadas de forma descentralizada, concorrente e
> segura. Equipes com até 20 operadores, interligados em rede,
acessam
> bancos Terralib suportados pelo Oracle, em condições operacionais.
> Nestes ambientes mais de 700 plantas georreferenciadas de lotes e
> edificações, são geradas por dia. utilizando ferramentas de desenho
> assistidas por computador, integradas ao sistema.
> A tecnologia Terralib disponibiliza também suporte para acesso a
> base de dados corporativa através da Web. Aplicativos podem ser
> disseminados internamente à administração municipal, através da
> Intranet, ou franqueados para os munícipes através da Internet. A
> tecnologia utilizada privilegia o uso de padrões primários,
> garantindo o acesso por praticamente qualquer microcomputador,
mesmo
> os mais antigos, sem a necessidade de instalação de qualquer módulo
> (plug-in) especial, utilizando apenas um navegador Web.
Aplicativos,
> neste ambiente, podem ser facilmente aprimorados ou desenvolvidos
> utilizando ASP ou PHP.
> A tecnologia Terralib, é ainda pioneira na manipulação de imagens
> armazenadas na base corporativa. Imagens com mais de 10 Gigabytes
> são acessadas rapidamente de forma continua e em qualquer resolução.
> A aplicação Web, disponibilizada pela Prefeitura de Santos, mostra
o
> potencial da tecnologia. Neste sítio uma imagem de alta resolução (
> 10cm) de todo o município pode ser navegada e associada a outras
> informações. Acesse o sítio: www.santos.sp.gov.br, selecione o
ícone
> SantosDigital e selecione Mosaico.
> Qualquer usuário de uma base Terralib pode utilizar o TerraView, um
> potente analisador geográfico, que permite efetuar inúmeras
> consultas espaciais e estatísticas. O TerraView é também
> disponibilizado sem custo pelo INPE, na Internet. Veja
> www.terralib.org.
> A tecnologia TerraLib, representa o estado da arte em
geotecnologia,
> é livre, não tem custo de licenciamento, e incorpora mais de 20
anos
> de desenvolvimento no Brasil.
Olá pessoal ...
O artigo é um pouco longo mas foi retirado da revista InfoGeo. Trata
sobre a matéria do prof. Nelson Marisco.
Não pude comparecer a aula ontem (27/11), foi passado algum
exercício ou trabalho para entregar?
Até mais ++++++
Mario Câmara
http://www.gpstesouro.com
____________________________________________________________
Espero que o texto abaixo tenha alguma utilidade ...
Cadastro Multifinalitário Corporativo - I
Artigo desenvolvido pela FUNCATE, Fundação de Ciência, Aplicações e
Tecnologia Espaciais
Artigo reproduzido em duas partes
PARTE 01
Em novembro último, o Ministério das Cidades promoveu um curso para
administradores municipais em Brasília, onde foram abordados
aspectos envolvidos com a criação de cadastros multifinalitários.
Naquela ocasião, apresentou-se metodologias, experiências, vantagens
e dificuldades. Para os participantes, representantes de cerca de
200 administrações, teria ficado a pergunta: Vale a pena investir em
tal empreitada?As experiências ainda são novas e não amadureceram o
suficiente para explorar todo os benefícios potenciais que foram
apresentados. Existem ainda experiências com resultados muito abaixo
da expectativa. O que ocorreu, nestes casos?
Estas dúvidas são pertinentes. As experiências bem sucedidas são
realmente poucas e não integram todos os aspectos da administração.
Existem as experiências que não frutificaram. Que fatores influíram
para a composição deste cenário?
Parte do problema é a dificuldade de fazer com que todos os atores
da administração trabalhem de forma cooperativa. A administração
municipal ainda é conduzida de forma fracionada, com secretarias e
serviços operando de forma independente e muitas vezes redundante.
O segundo problema é a necessidade de reciclagem dos quadros
técnicos. A conjuntura econômica recente levou a maioria dos
municípios a adotar restrições salariais e contenção de despesas que
impediram a manutenção de quadros preparados e motivados.
O terceiro problema são recursos materiais insuficientes. Apesar dos
avanços da informática e redução dos custos dos equipamentos, muitas
administrações possuem infraestrutura de informática deficiente ou
compartimentada. Some-se a todas estas dificuldades a inadequação da
tecnologia disponível.
A administração municipal é em sua essência a administração do
território. Ela tem a missão de gerenciar o espaço geográfico,
definido pelo meio físico da área ocupada pelo município e
continuamente modificado pelas pessoas e organizações que o ocupam.
Esta relação dinâmica entre os condicionantes naturais e as mudanças
geradas pelo homem requer que o conteúdo de um cadastro
multifinalitário inclua dados digitais georreferenciados,
provenientes de diferentes fontes com detalhamento adequado. Esta
tecnologia, denominada genericamente geoprocessamento, é hoje o
principal meio de implantação de cadastros multifinalitários. A
tecnologia de geoprocessamento nasceu dos sistemas de desenho
assistido por computador (CAD). Em suas primeiras versões, tratava-
se simplesmente de sistemas de cartografia automatizada, que
permitiam o armazenamento das plantas da cidade no computador.
Somente nos anos recentes, o geoprocessamento tem evoluído para ser
utilizado de forma corporativa, condição indispensável para que seus
benefícios sejam compartilhados por toda a administração municipal.
Os Impactos da Nova Geotecnologia
Para que os sistemas de informação geográfica dêem suporte aos
paradigmas corporativos de Tecnologia de Informação (TI), foi
preciso nascer uma nova geração de geotecnologias. Nos EUA, o Open
GIS Consortium (www.opengis.org), organização que congrega
fabricantes, institutos de pesquisa e grandes usuários, estabeleceu
os fundamentos e diretrizes que permitiram o aparecimento de
produtos comerciais ou livres, visando a criação de bancos de dados
coorporativos com conteúdo geográfico, capazes de atender os
requisitos de uma administração municipal. A nova geotecnologia
utiliza os paradigmas de TI, agregando a capacidade de manipular e
armazenar informações geográficas em um ambiente descentralizado e
seguro.
A cidade é um organismo vivo. Sua representação, gráfica ou não,
precisa ser também viva e dinâmica. Precisamos atualizar
continuamente informações sobre o parcelamento do solo em lotes
individuais, edificações, atividades, sinalização de trânsito,
iluminação pública e arborização. Só a utilização plena de TI
permite que os próprios detentores e geradores da informação
atualizem os bancos de dados geográficos, remotamente, com total
segurança e garantia de integridade, tal como fazem hoje com as
informações convencionais.
A nova geração de produtos de geoprocessamento permite criar não
apenas um cadastro de lotes, mas tem como produto um banco de dados
corporativo, que integra todas as informações do município, tanto as
de natureza geográfica como as de natureza não geográfica. Como
resultado, temos um sistema de informação realmente multifinalitário.
VEJA PARTE II
Cadastro Multifinalitário Corporativo - II
Artigo desenvolvido pela FUNCATE, Fundação de Ciência, Aplicações e
Tecnologia Espaciais
Artigo reproduzido em duas partes
PARTE 02
TerraLib, software livre de última geração
A FUNCATE desenvolve em parceria com o Instituto Nacional de
Pesquisas Espaciais - INPE, e com o Grupo de Computação Gráfica
(TECGRAF) da PUC-RIO, sistemas de informação geográficos para uso na
administração municipal, utilizando a biblioteca Terralib. A
TerraLib é um software livre cujo código-fonte está disponível via
Internet, seguindo a linha do Linux. Veja reportagem no número 25 da
infoGeo ou www.terralib.org
A Terralib suporta o armazenamento de dados geográficos em um banco
de dados corporativo que pode ser gerenciado por inúmeros
gereciadores de banco de dados (SGBD) com suporte a transações, tais
como os comerciais SQL Server e Oracle ou os livres PostgreSQL e
Firebird -, seguindo os paradigmas Open GIS.
As aplicações desenvolvidas, em ambiente Microsoft Windows, nas
linguagens VisualBasic*, Delphi** ou C++, podem acessar e manipular
dados geográficos através de uma simples chamada a um componente
desenvolvido no padrão COM*, acoplado a Terralib. Também está
disponível suporte para programação em Java, , garantindo que as
aplicações possam ser desenvolvidas tanto para ambiente Microsoft
Windows como Linux.
Utilizando os componentes desenvolvidos pela FUNCATE, literalmente
qualquer sistema de informação, legado ou não, pode ser integrado
com a base cartográfica digital, utilizando um único banco
corporativo.
Sistemas de Informação Geográficos Municipais com esta tecnologia já
se encontram operando em municípios de pequeno e médio porte. Bases
de dados geográficas com mais de 170 mil imóveis estão sendo
mantidas e consultadas de forma descentralizada, concorrente e
segura. Equipes com até 20 operadores, interligados em rede, acessam
bancos Terralib suportados pelo Oracle, em condições operacionais.
Nestes ambientes mais de 700 plantas georreferenciadas de lotes e
edificações, são geradas por dia. utilizando ferramentas de desenho
assistidas por computador, integradas ao sistema.
A tecnologia Terralib disponibiliza também suporte para acesso a
base de dados corporativa através da Web. Aplicativos podem ser
disseminados internamente à administração municipal, através da
Intranet, ou franqueados para os munícipes através da Internet. A
tecnologia utilizada privilegia o uso de padrões primários,
garantindo o acesso por praticamente qualquer microcomputador, mesmo
os mais antigos, sem a necessidade de instalação de qualquer módulo
(plug-in) especial, utilizando apenas um navegador Web. Aplicativos,
neste ambiente, podem ser facilmente aprimorados ou desenvolvidos
utilizando ASP ou PHP.
A tecnologia Terralib, é ainda pioneira na manipulação de imagens
armazenadas na base corporativa. Imagens com mais de 10 Gigabytes
são acessadas rapidamente de forma continua e em qualquer resolução.
A aplicação Web, disponibilizada pela Prefeitura de Santos, mostra o
potencial da tecnologia. Neste sítio uma imagem de alta resolução (
10cm) de todo o município pode ser navegada e associada a outras
informações. Acesse o sítio: www.santos.sp.gov.br, selecione o ícone
SantosDigital e selecione Mosaico.
Qualquer usuário de uma base Terralib pode utilizar o TerraView, um
potente analisador geográfico, que permite efetuar inúmeras
consultas espaciais e estatísticas. O TerraView é também
disponibilizado sem custo pelo INPE, na Internet. Veja
www.terralib.org.
A tecnologia TerraLib, representa o estado da arte em geotecnologia,
é livre, não tem custo de licenciamento, e incorpora mais de 20 anos
de desenvolvimento no Brasil.
A Comissão Européia anunciou essa semana o acordo para a construção da segunda rede mundial de satélites de localização, a Galileo. O projeto de US$ 3 bilhões colocará prevê uma constelação de 30 satélites a 23 mil km de altitude e a criação de 100 mil empregos. Os satélites serão lançados entre 2006 e 2007 e a rede entra em operação em 2008. Quando isso acontecer, acabará o monopólio do sistema americano, o Global Positioning System (GPS). Criado pelo Pentágono nos anos 80 ao custo de US$ 12 bilhões e voltado exclusivamente ao uso militar, o sistema GPS é composto por 24 satélites a 28 mil km de altitude. Com a crescente demanda do mercado civil ao serviço de localização, o governo de George Bush, pai (1988-1992), decidiu liberar seu uso para além dos limites militares. Mas, para satisfazer os insatisfeitos milicos, introduziu um bug
no sistema. Enquanto os equipamentos militares de GPS fornecem coordenadas com margem de erro de um metro, nos de uso civil a margem é de 100 metros.
No concorrente Galileo não será assim, prometem os europeus. Eles vislumbram um cenário róseo para 2015, quando os 400 milhões de europeus terão um chip Galileo inserido dentro dos seus carros e celulares de terceira geração (3G, veja o Glossário). Todo mundo saberá a qualquer momento sua localização exata, em qualquer lugar do planeta. As possibilidades comerciais são alucinantes. Já pensou estar numa estrada e descobrir onde fica o posto de gasolina mais próximo, um restaurante típico ou um dentista para um tratamento de emergência? Ou saber a qualquer momento onde estão as crianças?
Os sucessos do GPS e da futura constelação Galileo contrastam frontalmente com a realidade desoladora das redes de celular por satélite. Estrelas da tecnologia ao serem
concebidas no final dos anos 80, quando ninguém imaginava o maremoto da telefonia móvel que se avizinhava, as constelações celulares foram abatidas em pleno vôo. A Iridium faliu em 2000, dando um prejuízo de US$ 5 bilhões à sua dona, a Motorola. A concorrente Globalstar está operando mas com dificuldades para ganhar mercado das operadoras do celular tradicional. Já a britânica ICO nem chegou a ir ao espaço. Entrou em concordata antes disto e só conseguiu sair dela ao se fundir com a Teledesic, cujo sócio é Bill Gates, alguém com um bolso suficientemente grande para bancar a operação até ela dar lucro ? se é que isso vai um dia acontecer.
Leia também:
Mandaram a Web pra Marte! Criador da rede mundial trabalha com a Nasa
e o Pentágono para lançar versão interplanetária em 2003