Entrar
Usuário novo? Cadastre-se
planetaazulporto · PLANETA AZUL PORTO
? Você já é um associado? Entre no Yahoo!

Dicas

Você sabia...
Você pode ordenar suas mensagens por data? Basta clicar no link da coluna data. Suas preferências serão lembradas para que você não precise fazer isso novamente sempre que retornar.

Mensagens

  Ajuda
Avançado
mensagens 1 - 32 de 315   Mais recentes  |  < Mais recentes  |  Mais antigos >  |  Mais antigos
mensagens: Exibir resumo de mensagens   (Agrupar por tópico) Classificar por data v  
#32 De: a a <planeta_azul_aea@...>
Data: Qua, 8 de Jun de 2005 11:43 pm
Assunto: En: [resistencia_anarcopunk] Livro: A Guerra da Tarifa
planeta_azul...
Offline Offline
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Observação: mensagem anexa encaminhada.






____________________________________________________
Yahoo! Mail, cada vez melhor: agora com 1GB de espaço grátis!
http://mail.yahoo.com.br


Observação: mensagem anexa encaminhada.

__________________________________________________
Converse com seus amigos em tempo real com o Yahoo! Messenger
http://br.download.yahoo.com/messenger/

Livro: A Guerra da Tarifa
Autor: Leo Vinicius
Preço: R$ 12,00
Vendas: www.editorafaisca.net
 
Pegando carona nos recentes acontecimentos que envolveram a questão do transporte nos últimos meses em alguns locais do país, achamos por bem publicar um relato libertário sobre esses acontecimentos. Escolhemos, para isso, o texto A Guerra da Tarifa, de Leo Vinicius, que conta a história das manifestações contra o aumento do preço dos transportes públicos em Florianópolis, e da reivindicação pelo passe livre para os estudantes.

O sucesso do movimento, que foi relatado no livro, inspira hoje outras movimentações semelhantes em todo o país. Seu caráter libertário mostra a toda a sociedade que existem práticas políticas muito mais interessantes que o jogo corrupto e burocrático exercido pelos partidos políticos. A publicação desse texto busca, entre outras coisas, dar um novo fôlego aos movimentos de ação direta, e inspirar as práticas libertárias de reivindicação, para que se espalhem ainda mais pelo Brasil e pelo mundo!


Yahoo! Acesso Grátis: Internet rápida e grátis. Instale o discador agora!

**********TEMA PROPUESTO DEL MES************
   Organización del movimiento AnarcoPunk
********************************************

Para borrarte de la lista envia un email a: :
resistencia_anarcopunk-unsubscribe@egroups.com




#31 De: a a <planeta_azul_aea@...>
Data: Qua, 8 de Jun de 2005 11:45 pm
Assunto: En: [resistencia_anarcopunk] saiu na "sexy"... hehehe...
planeta_azul...
Offline Offline
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Observação: mensagem anexa encaminhada.






____________________________________________________
Yahoo! Mail, cada vez melhor: agora com 1GB de espaço grátis!
http://mail.yahoo.com.br


Observação: mensagem anexa encaminhada.

__________________________________________________
Converse com seus amigos em tempo real com o Yahoo! Messenger
http://br.download.yahoo.com/messenger/

Protesto – Nudistas de bike

Ciclistas prometem pedalar pelados em 54 cidades do mundo, inclusive no Brasil


Você já não agüenta mais enfrentar o trânsito caótico da sua cidade? Acha que as ruas foram “seqüestradas” pelos automóveis, que tornaram as vias mais sujas, perigosas e hostis? Acredita que o automóvel, ao usar o petróleo como combustível, está contribuindo para o aumento da poluição mundial e diminuindo a qualidade de vida do ser humano? Se a resposta é sim, você pode manifestar sua indignação no dia 11 de junho. Basta tirar sua roupa, montar na sua bicicleta e sair pedalando alegremente pelas ruas e avenidas da sua cidade. Essa, pelo menos, é a proposta do World Naked Bike Ride, grupo criado pelos canadenses Daniel e Conrad, e dos espanhóis do Manifestación Ciclonudista.


Esses ativistas estão preocupados com a sobrevivência de algumas espécies animais e vegetais devido à queima de combustível originário do petróleo promovida pelos automóveis. “Segundo as Nações Unidas, perto de um milhão de plantas e animais podem desaparecer da face da Terra nos próximos 50 anos em decorrência da liberação de gases dos veículos motores”, argumenta o World Naked Bike Ride em seu site (http://worldnakedbikeride.org).


Para alertar a todos sobre esse problema, decidiram sair pelados de bike pela cidade. O primeiro evento aconteceu em 2004 e mobilizou bikers peladões de 30 cidades do mundo. Este ano, eles prometem mobilizar 54 cidades em 16 países. E, atenção, o Brasil está nessa! Os paulistas, únicos representantes da América Latina no evento, poderão sair peladões em suas magrelas. Se você quer ser um deles, pode se cadastrar agora no link (http://worldnakedbikeride.org/brazil). Se você achar que é uma época um pouco fria para manifestações nudistas neste canto do planeta, pode se juntar aos protestos em Milão, Paris, Barcelona, Berlim, Amsterdã ou numa das várias opções nos EUA, Canadá e Austrália. Nesses cantos, a galera vai estar curtindo o calor do verão e não o friozinho sem-vergonha do inverno tropical brasileiro.

(Maio 2005, Edílson Saçashima, da Redação Sexyclube. Arte: Isaac Haimovic. Foto: Reprodução Internet)


Yahoo! Mail: agora com 1GB de espaço grátis. Abra sua conta!

**********TEMA PROPUESTO DEL MES************
   Organización del movimiento AnarcoPunk
********************************************

Para borrarte de la lista envia un email a: :
resistencia_anarcopunk-unsubscribe@egroups.com




#30 De: a a <planeta_azul_aea@...>
Data: Qua, 8 de Jun de 2005 10:36 pm
Assunto: En: [quercuslisboa] [Noticias] Entrevista com Francisco Nunes Correia - Ministro do Ambiente
planeta_azul...
Offline Offline
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Observação: mensagem anexa encaminhada.


__________________________________________________
Converse com seus amigos em tempo real com o Yahoo! Messenger
http://br.download.yahoo.com/messenger/
POL nº  5550 | Domingo, 5 de Junho de 2005
 
Ministro diz que aumentos no preço da água serão prudentes
Por Ana Fernandes e Ricardo Garcia (textos) e Nuno ferreira santos (fotos)

Pretende introduzir as taxas sobre os recursos hídricos com muito "gradualismo", reitera que qualquer cimenteira pode fazer co-incineração, prefere não falar já em demolições das habitações ilegais, mas sublinha que tem de ser feita a requalificação das áreas protegidas e no litoral. O ministro do Ambiente, Fransciso Nunes Correia, diz ainda que as portagens nas cidades são inevitáveis, mas apenas no médio e longo prazo. No dia em que o mundo celebra o ambiente, leva vários diplomas ao Conselho de Ministros extraordinário dedicado ao tema.
 

Quando Francisco Nunes Correia foi anunciado como ministro do Ambiente, gerou-se um clima quase consensual de que, tecnicamente, seria uma pessoa adequada ao cargo. Com formação na área dos recursos hídricos e larga experiência em outros domínios, Nunes Correia já trabalhou com governos do PSD, tendo sido coordenador do Plano Nacional de Política de Ambiente, encomendado por Cavaco Silva, mas engavetado por António Guterres. Nesta entrevista ao PÚBLICO, o ministro elege como principal problema do país a falta de cultura de alguns actores, que consideram o ambiente como um entrave ao desenvolvimento.

PÚBLICO - Já colaborou, como técnico, com governos de diferentes partidos. Se tivesse sido convidado para o Governo de Durão Barroso, aceitaria?
NUNES CORREIA - Não, de maneira nenhuma. Os governos do PSD de 2002 a 2005 verdadeiramente não tiveram objectivos ambientais. Não fizeram do ambiente um desígnio nacional, como eu entendo que devem fazer. E isso foi manifesto desde logo pela posição [do ambiente] na hierarquia do Governo, que jamais foi tão baixa. Houve manifestamente uma subalternização das políticas do ambiente. Nunca me poderia associar a um projecto desses.

Sente-se confortável agora na posição de político?
Sinto-me perfeitamente confortável nesta posição. Temos o privilégio de ter um primeiro-ministro empenhado na temática do ambiente, que deu provas disso quando foi ministro do Ambiente e é para mim um privilégio poder colaborar com ele.

Conhece muito bem a área do ambiente. Qual é o principal problema do país?
Numa atitude construtiva e pró-activa, a principal questão que se deve colocar na nossa agenda é fazer do ambiente um requisito para o desenvolvimento do país. O país não pode ter um desenvolvimento sustentado que se baseie num relaxamento das exigências ambientais. Fazer do ambiente e do território, do património natural, da qualidade ambiental um desígnio nacional é um imperativo.

Essa é uma visão. Mas qual é o principal problema?
O principal problema é que, em muitas circunstâncias, agentes económicos e por vezes segmentos da população não se apercebem desta realidade e não percebem que o ambiente não é, não pode ser, não deve ser um entrave ao desenvolvimento do país e da economia, mas, antes pelo contrário, um suporte do desenvolvimento do país. Em relação ao território, isso é fundamental. Por exemplo, a importância que a nossa costa tem para o país. As praias e o litoral são um dos patrimónios mais ricos, mais valiosos que o país tem. Temos é de o saber preservar e valorizar. Não é uma costa betonizada, esmagada pelo peso da construção que sustenta estes valores.

Já ouvimos esse discurso de vários ministros...
Temos é que o pôr em prática. Contamos aprovar domingo [hoje] o último plano de ordenamento da orla costeira [POOC] e com isso todo o litoral fica abrangido. Agora trata-se de implementar com maior energia, com maior vigor todas as medidas previstas nos POOC.
 
Com que dinheiro?
O orçamento previsto para 2005 para obras costeiras deixou-me muito frustrado, porque é muito exíguo e porque parte dessas obras deviam ser feitas pelo Instituto da Conservação da Natureza, que foi objecto de uma grande desqualificação em termos financeiros. Mas pensamos que fundos comunitários devem ser levados à qualificação do litoral e no próximo quadro comunitário de apoio uma preocupação será a valorização do território.

As demolições previstas no POOC de Vila Real de Santo António preparado pelo Governo anterior mantêm-se no documento que vão aprovar domingo [hoje]?
Cada coisa de sua vez. Agora estamos a aprovar o diploma. Depois falaremos das consequências que isso tem sobre as construções e sobre eventuais demolições. O que me parece importante é preservar os direitos das pessoas que têm essas casas como primeira habitação e que exercem actividades ligadas à pesca. Esse direitos serão respeitados.

E as demolições previstas para a Arrábida?
Esse processo está em análise. Tem complexidades jurídicas que estamos a tentar consolidar e resolver. Mas aí também a nossa preocupação é primeiro aprovar o plano e depois olhar para essa situação. Não vamos pôr a carroça à frente dos bois.

Houve projectos anteriores à gestão do litoral, como o programa Finisterra e a agência do litoral. O que vai fazer com essas ideias?
Ouvimos falar nisso por quase três anos e os resultados são praticamente nulos. Vamos terminar com o programa Finisterra e clarificar as competências sobre o litoral. Não faz sentido, neste momento, criar um instituto para o litoral.

O que é que a sua versão da lei da água altera em relação à proposta deixada pelo Governo anterior?
Uma das razões principais para prepararmos a lei é a obrigação de transpor a directiva-quadro da água. Entendemos que a fusão da gestão da água, nos últimos anos, com outros organismos orientados para outros sectores não tem sido benéfica. Uma grande aposta é criar cinco estruturas regionais para a gestão da água. Estas estruturas vão ser criadas à custa dos recursos já existentes neste ministério, nas CCDR e no Inag, e a sua actividade vai ser suportada pelas taxas de recursos hídricos que a directiva-quadro nos obriga a cobrar.

Todos vão ter de passar a pagar?
Muitos já pagam, porque já existem taxas de utilização do domínio hídrico. O que estamos agora a criar é um sistema mais abrangente, mais completo e coerente. Qualquer utilizador que faça captações ou que utilize o domínio hídrico para outros fins vai ter de pagar. Poderá colocar-se a questão de saber se estas taxas vão agravar o custo de vida. Vão ser introduzidas com muita prudência, muito gradualismo e com muita sensibilidade económica e social. A estimativa que temos, ainda muito primitiva, da incidência é qualquer coisa na casa de 1,5 a 2,0 cêntimos por metro cúbico de água doméstica. É um valor muito pequeno. Só que isto gera uma receita imprescindível para finalmente se fazer uma gestão da água em Portugal como deve ser.

Como é que a vão relançar a co-incineração de resíduos perigosos, sabendo que há uma oposição tão grande das populações próximas das cimenteiras?
Pensamos que esta oposição foi irresponsavelmente espicaçada e que as populações precisam ser esclarecidas. A incineração e a co-incineração estão legisladas, os níveis de segurança estão estudados. Hoje qualquer cimenteira que obedeça a um conjunto de parâmetros pode ser licenciada para fazer co-incineração.

Disse que qualquer cimenteira poderia co-incinerar...
Desde que obedeça aos requisitos.

Mas a versão do anterior Governo do Plano de Ordenamento da Arrábida impedia que isto fosse feito no Outão. Isto foi alterado?
Não há razão nenhuma para haver uma cláusula desse tipo em nenhuma espécie de plano. 



 
Empresas podem gerir alguns serviços do ICN
 
Como é que será feita a reestruturação do Instituto da Conservação da Natureza (ICN)?
O ICN é um organismo imprescindível, é um dos pilares de qualquer Ministério do Ambiente que se preze. O ICN está indissociavelmente ligado àquilo a que chamamos uma política de valorização do território. Desde logo pela gestão que lhe cabe fazer das áreas protegidas e também pela gestão transversal que faz da conservação da natureza e da biodiversidade. Outra questão é que é público e notório que nos últimos dois, três anos o ICN foi muito maltratado, no que diz respeito à sua capacidade financeira e no que diz respeito à motivação dos seus funcionários. Por outro lado, também é evidente que o ICN se viu envolvido em tarefas de grande complexidade, como, por exemplo, a Rede Natura. Tudo isso criou uma total desadequação entre a missão da instituição e os meios que estão ao seu dispor. O nosso papel é repensar e consolidar esta missão e procurar atribuir-lhe os meios. E não é apenas uma questão de orçamento.

Fala-se de transformar o ICN numa empresa. É este o modelo?
Não. Admito que haja actividades económicas desenvolvidas nas áreas protegidas que pudessem ser mais bem desenvolvidas por uma empresa. Mas isto não é, a título nenhum, transformar o ICN numa empresa.

Que tipo de actividades?
A exploração, por exemplo, das casas de abrigo, a produção de certos produtos naturais, como, por exemplo, mel e outros. E não quero ir tão longe, mas eu tenho a experiência de áreas protegidas nos Estados Unidos onde se paga bilhete à entrada. Excepto os residentes, é claro.

Vão fazer isto?
Não, não estou a dizer que vamos fazer isto. Estou a dizer que temos de encontrar novas formas de organização para revitalizar as áreas protegidas e o ICN.

O que vai fazer quanto à revisão das reservas ecológica e agrícola nacionais (REN e RAN)?
Afasto a municipalização da gestão e definição da REN. A REN, como o próprio nome indica, é uma rede ecológica nacional, e portanto aquilo que pretende defender são valores nacionais. Pensamos, no entanto, que alguma rigidez na gestão e aplicação da REN desvirtuou um pouco o conceito e em alguns casos criou uma situação de hostilidade relativamente às populações. Pensamos que a REN, mantendo intransigentemente os seus propósitos, tem que encontrar formas de ser vista como uma riqueza e como um potencial e não como um instrumento inviabilizador de qualquer actividade.
O que está em causa é uma melhor definição do que é compatível e não é compatível com os vários tipos de REN. E depois critérios mais ágeis e mais rápidos para tomar decisões perante casos concretos. Hoje aplica-se com uma inflexibilidade total, muito numa lógica de tudo ou nada. Ou se desanexa da REN ou, se está na REN, nada se permite. Isto está-se a virar contra a própria REN. Portanto, tem de ser flexibilizado, mas sem perder os propósitos iniciais. E eu penso que, apesar de todos os ataques que lhe têm sido feitos, desempenhou um papel muito importante nos últimos 20 anos neste país.


AS MEDIDAS
Conselho de Ministros aprecia 19 diplomas ambientais

O Conselho de Ministros extraordinário de hoje vai apreciar 19 diplomas na área do ambiente. Os principais:

Nova lei da água
Trata-se da transposição, com ano e meio de atraso e sucessivas versões não aprovadas, da directiva-quadro da água, adoptada pela União Europeia em 2000. A lei da água será complementada por outra sobre a titularidade dos recursos hídricos e mais dois diplomas complementares.

Uso eficiente da água
Uma resolução do Conselho de Ministros deverá aprovar o Plano Nacional para o Uso Eficiente da Água, elaborado em 2001 mas nunca posto em prática.

Albufeiras
Aprovação dos planos de ordenamento das albufeiras de Tapada Grande, Santa Águeda e Pisco, Divor e decisão de revisão do plano de ordenamento do Alvito.

Parque Natural em Esposende
Criação do Parque Natural do Litoral Norte, que substitui a Área de Paisagem Protegida do Litoral de Esposende.

Planos da Arrábida e Douro
Aprovação do Plano de Ordenamento do Parque Natural da Arrábida, alvo de polémicas e sucessivamente adiado. Também deverá ser aprovado o Plano de Ordenamento do Parque Natural do Douro Internacional.

POOC Algarve
Aprovação do Plano de Ordenamento da Orla Costeira (POOC) Vilamoura-Vila Real de Santo António. É o último POOC que falta aprovar e um dos mais sensíveis, dada a necessidade de maciças demolições na Ria Formosa.

Regime de contra-ordenações
Proposta de lei que estabelece um regime jurídico específico para as contra-ordenações ambientais. Envolve o aumento das coimas, que serão em parte dirigidas para um fundo de intervenção ambiental, destinado a resolver situações de poluição urgentes ou cujos responsáveis já não se podem encontrar. Este regime havia sido desenhado no Governo de Durão Barroso, mas não avançou.

Avaliação ambiental e participação pública
Quatro diplomas, revendo a legislação sobre a avaliação de impacte ambiental, o acesso à informação sobre ambiente e participação pública no quadro da prevenção e controlo integrado de poluição.

Desenvolvimento sustentável
Resolução que define o procedimento para a elaboração da Estratégia Nacional de Desenvolvimento Sustentável.


 
"Ainda não estamos a trabalhar na taxa do carbono"
 
Portugal está atrasado em relação ao Protocolo de Quioto [sobre as alterações climáticas]. O que é que tem em mente para reverter isso?
Está a ser implantado o comércio de emissões. Nós estamos a seguir os passos que, na Europa, estão a ser dados nesta matéria. Não tenho a mais pequena dúvida de que vamos ter que adoptar medidas que permitam reduzir as emissões [de gases que alteram o clima], desde logo um grande apoio às energias renováveis.
 
E a taxa do carbono?
Estou convencido de que ela vai ser imprescindível em Portugal. Ainda não inicámos os trabalhos para a sua preparação, à parte de conversas ainda muito superficiais com o Ministério das Finanças. Mas vai ser uma inevitabilidade em Portugal. O problema é fazê-la com justiça e de forma equitativa.

Num momento em que já se aumentou o IVA e o imposto sobre produtos petrolíferos [ISP], como é que vai convencer os seus colegas de Governo a criar uma nova taxa?
Se Portugal mantiver o nível de emissões que tem hoje, tem de pagar pesadas multas por isso. Esse é que é o problema. Portanto, se Portugal conseguir, como temos esperança de que consiga, diminuir significativamente as suas emissões, a questão não se coloca. Se Portugal tiver de pagar estas pesadas multas, a questão inevitavelmente fica em cima da mesa. Mas é uma discussão que eu não queria antecipar neste momento, porque não estamos ainda a trabalhar na taxa do carbono. 


 
O que o ministro diz sobre...
 
Portagens à entrada das cidades
"Se isto se aplica hoje em Londres, porque é que não se há de aplicar em outras cidades? Eu penso que é inevitável a médio ou longo prazo. No entanto, recordo que uma forma de cobrar a entrada nas cidades é o estacionamento pago. E constato que, pelo país fora, essa prática se está a disseminar. Infelizmente em Lisboa tem regredido, o que é pena."

Construção de uma incineradora de resíduos no Centro
"Estamos a aprofundar esta questão, antes de tomar uma posição final. Conto tomá-la brevemente. Como princípio, se houver outras soluções, parecem-me preferíveis. Agora, é preciso analisar isso com um conjunto de elementos que neste momento estão a ser estudados."

Construção da Barragem do Sabor
"O contencioso com Bruxelas obriga-nos a reapreciar este processo. Faremos isto brevemente."

Das críticas que acusam o Polis de ser um programa de betonização
"O Polis é um programa de requalificação urbana e valorização ambiental das cidades. O seu propósito é a desdensificação das cidades e a valorização dos espaço públicos. Não tem nada a ver com betonização. Mas a cidade é feita de construção e num ou noutro local impõe-se construir para valorizar a cidade."

Declaração de utilidade pública do empreendimento turístico Portucale
"O que estava em causa era o imprescindível interesse público que, de acordo com a lei, tem que vir instruído com um conjunto de documentos que mostrem a importância socio-económica do empreendimento. Além disso, a legislação obrigava a uma avaliação de impacte ambiental. Nenhum destes requisitos estava satisfeito, e esta foi a razão pela qual foi inviabilizado. Acho que o imprescindível interesse público parece-me ser uma figura jurídica que não se aplica exactamente a este tipo de casos."

#29 De: a a <planeta_azul_aea@...>
Data: Qua, 8 de Jun de 2005 9:50 pm
Assunto: En: Bite Back: Help to stop the European Commission from lifting the national bans on genetically modified (GM) food and crops under WTO pressure!!
planeta_azul...
Offline Offline
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Observação: mensagem anexa encaminhada.


__________________________________________________
Converse com seus amigos em tempo real com o Yahoo! Messenger
http://br.download.yahoo.com/messenger/
Dear friends,

We need your urgent help to stop the European Commission from lifting
the national bans on genetically modified (GM) food and crops under WTO
pressure!!
The European Commission has called for a vote at the next Environmental
Council in Luxembourg on 24 June, asking member states to vote on
proposals to end national bans on GM food and crops. As you will recall,
the Commission tried this last year and we succeeded in blocking their
proposals but we didn’t get quite enough votes to stop them altogether.
For EU countries to stop the Commission they must vote against their
proposals with a so-called “qualified majority”. This is the weighted
voting system used in Europe. Therefore it is very important that
countries do not simply abstain but vote against the Commission. To see
how you country voted last time see www.foeeurope.org/ban_risky_gm_food/
**You can send a letter, fax or email to your government, asking them to
vote AGAINST the European Commission proposals to end with the national
bans at: www.foeeurope.org/ban_risky_gm_food/

**Close to end of the GMO trade dispute?
The US-led complaint at the WTO will be ruled next October/November
after being delayed again a few months. However, following the WTO
rules, it may be followed by an appeal phase. The final ruling on the
case can be expected by the earliest beginning of 2006.
If the WTO does not rule in favour of the European Union, the WTO could
significantly harm the right of governments to set up its own rules to
protect people and environments against the risks from GMOs. As a
consequence of the dispute, government’s around the world might be
reluctant to put in place strict legislation to control the release of
GMOs.
We have collected over 129 000 citizens’ objections to the WTO,
demanding them not to undermine our right to eat GMO free food and to
protect the rights of governments to choose GMO free farming. We will
hand out a second round of citizens’ objection to the WTO in the autumn.
More citizens’ objections are needed and you can help us to collect more
signatures at: http://www.bite-back.org/support/collect_signatures.htm

Thanks a lot for your time!

Carmen Olmedo
Bite Back campaign

--
Carmen Olmedo
GMO Campaign & Bite Back Campaign Assistant
Friends of the Earth Europe
Rue Blanche, 15
B-1050 Brussels
Belgium
Tel: 0032 (0)2 542 61 00
Fax:0032 (0)2 537 55 96
carmen.olmedo@...
http://www.foeeurope.org
http://www.bite-back.org

#28 De: a a <planeta_azul_aea@...>
Data: Qua, 8 de Jun de 2005 11:43 pm
Assunto: En: [resistencia_anarcopunk] Entrevista reciente a Marco Camenish, traducida del italiano
planeta_azul...
Offline Offline
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Observação: mensagem anexa encaminhada.






____________________________________________________
Yahoo! Mail, cada vez melhor: agora com 1GB de espaço grátis!
http://mail.yahoo.com.br


Observação: mensagem anexa encaminhada.


Yahoo! Mail: agora com 1GB de espaço grátis. Abra sua conta!

Entrevista a Marco – Unas palabras previas

 

Podríamos compartir o menos el hecho que nuestro querido compañero se hizo entrevistar por un periodista que trabaja en un diario de régimen. Como siempre ocurre en ocasiones parecidas, el periodista busca el lado sensacionalista, dejando de lado la substancia, el contenido de las luchas.

Por eso conviene prestar mucha atención a las contestaciones de Marco, que también en una situación parecida busca de indicar su pensamiento sobre el anarquismo y el ecologismo radical.

 

Si el periodista presta mucha atención a unas acciones directas, como las efectuadas contra la Alta velocidad, es porque su diario –“La Stampa”- pertenece al grupo FIAT, o sea el grupo empresarial que más se comprometió en dichas obras.

 

Nuestra lucha por la liberación de Marco continúa!

Un abrazo libre y salvaje

lu brijant

* * *

 

 

Midad de su vida en las cárceles entre Italia y Suiza, Camenisch tiene que expiar 17 años por el homicidio de un guardia fronterizo

 

“Soy un ecoterrorista, combato la civilización”

 

“Los postes son los vehículos de la energía, son la linfa del sistema, se detiene todo si los atacas. Cuando fueron golpeadas las líneas eléctricas del Frejus se bloquearon todas las fábricas de armas y municiones de la provincia de Brescia”

 

Entrevista a Marco Camenisch

 

“La Stampa” del 7 de mayo de 2005

 

Periodista – Fabio Poletti

 

Su nombre declinado en muchas maneras “Marco libre”, “Camenisch condenado a 17 años de cárcel por homicidio”, “Marco Camenisch, el ecoterrorista…” – aparece en los muros de media Europa, en decenas de volantes de reivindicación de otros tantos atentados a postes del Enel (ente italiano de la energía eléctrica – ndt), plantas nucleares, líneas de la Alta velocidad y en la última relación de los servicios secretos italianos sobre los anarco-insurreccionalistas.

Él en poca carne y huesos, pelos grises largos más allá de los hombros y nariz afilada, ojos claros y uniforme de la cárcel marrón, muchos cigarrillos y un río de palabras, es como una sombra en un rincón de esta sala de las visitas de la supercárcel a veinte kilómetros de Zurich. Una sala de entarimado, claro, con los muros muy blancos, que dá a una área verde y con las puertas blindadas de color azúl, todo sumergido en un silencio quebrado solo por la sirena que toca a las 8 horas de la mañana y después de tres horas, con una precisión suiza.

 

“Era mejor la cárcel en Italia. Aquí, a parte el uniforme obligatorio, hay también el trabajo obligatorio, siete horas en el taller de encuadernación. Si no quieres hacerlo, acabas en aislamiento” él se lamenta, mitad de su vida detrás de las rejas por dos homicidios y decenas de atentados.

 

Esta cárcel usted la conoce bien. Ingresó aquí una primera vez en enero de 1980 por haber hecho estallar los pilares de la central hidroeléctrica de Sarelli. Luego, en diciembre de 1981 usted se fugó. En la huida murió un agente. Es el primer homicidio del cual viene imputado.

“De aquel homicidio fui absuelto el año pasado”.

 

En cambio, de un otro homicidio -el asesinio de un guardia fronterizo en el confín de Brusio, cerca su pueblo, el 3 de diciembre de 1989- usted fue considerado culpable y por eso fue condenado a 17 años...

“Yo no hubiera querido hablar de estos dos homicidios en el juicio. No hubiera querido decir ‘fui yo, no fui yo’. Pero cuando, como en el caso del guardia fronterizo, me acusan de haberle disparado mientras estaba en el suelo desarmado, yo tuve que defenderme. No soy ni un carnicero ni un verdugo... Me condenaron a 17 años, pero ya presenté un recurso a la corte suprema. Frente al tribunal federal presenté otro recurso, por la entidad de la pena. Ni siquiera tuvieron en consideración los 12 años ya expiados en Italia.”

 

Aquellos 12 años que le infligieron por una serie de atentados a postes de alta tensión, a centrales eléctricas, a instalaciones industriales. ¿Todas acciones que usted reivindicó?

“Sí, de aquellas ya se sabe todo. Soy un hombre de acción, además de ser un hombre de los alpeggi (pasturas del ganado en la montaña - ndt).”

 

Verdaderamente usted viene llamado terrorista, ecoterrorista, anarquista, anarcoinsurreccionalista. Hay para eligir...

“Son solo definiciones de cómodo que vienen utilizadas de vez en vez. Además, terrorista es un término ya inflacionado. Yo me siento anarquista y ecologista. Un ecologista radical.”

 

¿Qué tiene que ver sabotear un poste del Enel con la ecología?

“Los postes son los vehículos de la energía, son la linfa del sistema. Si los atacas se detiene todo. Cuando fueron atacadas las líneas eléctricas del Frejus se bloquearon las fábricas de armas en la provincia de Brescia (Beretta, entre otras – ndt).”

 

Pero usted no contestó. Se puede estar en contra de las fábricas de armas, sin por eso sabotear necesariamente a las instalaciones industriales...

“Entonces tengo que empezar desde lejos. Yo nací en Schiers, en el Cantón Grisones, pero casi por casualidad. Mi padre era un guardia fronterizo, nos trasladábamos a menudo de un lugar a otro. La idea que fuera necesario un mayor regreso a la naturaleza me vino en los años setenta, cuando todavía estaba en el liceo. En la escuela agrícola de Planthof rechacé de estudiar la agricultura moderna, industrial y mecanizada. No quería saber de fertilizantes. Pero no me alcanzaba eso. Antes de acabar la escuela fui a vivir en un alpeggio sin luz, y el agua la tomaba de una fuente. Luego ví que el sistema quería construir las plantas nucleares. Entendí que tenía que defenderme, que necesitaba ir hasta el fondo de las cosas. Se necesitaba parar los efectos devastadores de la civilización, catástrofe ambiental a que nos estamos preparando.”

 

Pero usted admitirá que un regreso a las velas y a las lámparas es impensable. A parte usted y pocos otros, ¿quién lo quisiera? El progeso nos ha traido beneficios, ha mejorado la calidad de nuestra vida. Es más fácil apretar un botón y tener las luz en casa, una casa recalentada, que no prender un fuego. ¿No lo cree usted?

“Las cosas están cambiando. La gente está sensible a la energía limpia, no quiere las antenas de las televisiones o de las radio que producen contaminación electromagnética frente su casa. Está difidente frente a los organismos genéticamente modificados.”

 

Para eso podemos defendernos de muchas maneras. No es necesario derribar un poste...

“La gente llega a ser sensible solo si logra a reconocer un peligro en la inmediación. Yo sé que mi modelo de vida no es generalizable. Lo eligí para mí. Nadie entre nosotros está totalmente inmune de la intoxicación de las tecnologías modernas. Aún si el sistema nos quiere exclavos de la modernidad, está bajo los ojos de todos que si talo un bosque es más fácil que se provoquen unas avalanchas. Se mudó el clima. Hay varios científicos acreditados, y por cierto no son terroristas, que sostienen que hay una otra catástrofe ambiental en marcha.”

 

Son teorías sobre las cuales se discute mucho...

“Yo quise experimentar si se podía vivir sin agua y sin luz. Comprendí que así se está mejor. Otras cosas, no así evidentes, son difícilmente reconocibles. El progreso no debeló el hambre en el mundo, sino lo hizo aumentar. La sociedad moderna con todas sus comodidades no logró a eliminar las enfermedades, es más ahora hay nuevas enfermedades. ¿Estáis seguros de querer pagar este precio? Si las cosas son destructivas, hay que prescindir de ellas. No se puede ser exclavos de un sistema que destruye el ambiente.”

 

Pero también usted tiene un sitio Internet (www.freecamenisch.net -ndt), la cosa mas moderna de los últimos años. Y en la celda hasta tiene una ordenadora. ¿Cómo se explica?

“Hasta cierto punto es lícito, si no necesario, utilizar las mismas armas de la modernidad. Yo no puedo ir al ataque del sistema con arco y flechas. Tuve que utilizar el explosivo, tuve que utilizar automóviles para transportarlo y trasladarme...”

 

Sus teorías son sostenidas por unas escuelas de pensamiento. Ustedes vienen llamados neoprimitivistas...

“Volvemos a las palabras más que a la substancia... Entonces hay también la anticivilización...”

 

¿Usted se siente un “maestro malvado” de estas teorías?

“Yo no soy el maestro de nadie. Y no digo a nadie lo que tiene que hacer.”

 

Pero en su nombre fueron efectuados decenas de atentados. Aún en el intento de destrucción de la cabinovía del Abetone, en la Toscana, se habla de usted. Luego hubo atentados en la Francia, aquellos a las obras de la Alta velocidad en Piamonte, a los postes del Enel en Toscana en el 2003 y en Valtellina en el 2004...

“Hay quien sabe lo que tiene que hacer. Quiere decir que no estoy solo a conducir esta batalla.”

 

Bajo la bandera de la anarquía hay de todo. Hasta los paquetes bomba contra las comisarías de los carabinieri, las oficinas de la policía de Génova, la casa de Prodi en Bolonia. Hay quien sostiene que hay una única estrategia anarco-insureccionalista. ¿Usted qué dice?

“Siempre la usual reducción en categorías. Yo podría decir que comparto todas las teorías insurreccionalistas, pero no son cosas de que se pueda hablar afuera del movimiento. Yo me considero anarquista y ecologista.”

 

¿No quiere hablar ni siquiera de las Brigate Rosse, de un otro tipo de terrorismo?

“Como anarquista está excluido que yo diga a cualquiera lo que tiene que hacer o no hacer. Puedo solo expresar mi solidaridad a cualquiera que viene golpeado por la represión del Estado.”

 

Cuando usted saldrá de esta cárcel será anciano. ¿Cosa piensa de hacer?

“Me gustaría volver a hacer el agricultor y vivir todavía en los bosques.”

 

¿Y los postes?

“Por razones personales, de edad avanzada y de mi salud comprometida, no es pensable que yo retome la militancia clandestina armada.”

 

¿Es un declaración de fin de la guerra, se retira en paz luego mitad de la vida transcurrida en clandestinidad entre Suiza y Toscana y la otra mitad en las cárceles de aquí y de Italia?

“Yo no combatí mi guerra privada. Por eso no gané, ni perdí ninguna guerra. No reniego nada de todo lo que hice en mi vida. Pero ahora que tengo 53 años de edad; que me consideren un veterano.”

 

* * *

 

Marco Camenisch

Postfach 3143

8105 Regensdorf

Suiza

 

 

 


Do you Yahoo!?
Yahoo! Mail - You care about security. So do we.

**********TEMA PROPUESTO DEL MES************
   Organización del movimiento AnarcoPunk
********************************************

Para borrarte de la lista envia un email a: :
resistencia_anarcopunk-unsubscribe@egroups.com




#27 De: Edgar Rpdriges <movimentoanarquista@...>
Data: Qua, 8 de Jun de 2005 8:55 pm
Assunto: En: [PNED] Actividades Quinta da Bonjóia
movimentoanarquista@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 


Observação: mensagem anexa encaminhada.

__________________________________________________
Converse com seus amigos em tempo real com o Yahoo! Messenger
http://br.download.yahoo.com/messenger/

II Feira do Mundo Rural - A Região de Entre Douro e Minho
Quinta de Bonjóia, 185 - Porto - Telef.: 225 89 92 60

25 e 26/06 - Festa da Cereja, Laranja e compotas Tradicionais
30 e 31/07 - Festa do Artesanato e Doçaria Tradicional
27 e 28/08 - Festa dos Produtos Biológicos e da Montanha
24 e 25/09 - Festa das Tecnologias e Saberes do Mundo Rural

Exposições temáticas:
O Vinho (fotografia) de 28/05 a 26/07;
Artesanato e Tecnologias - 30/07 a 30/09

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



=============== PNED: Porto e Noroeste em Debate ===============

Para difundir mensagens escreva para: pned@...

Neste grupo não são permitidas mensagens com anexos.

Para assinar a lista envie mensagem sem assunto para: pned-subscribe@... e com o corpo da mensagem vazio.

Para cancelar a assinatura envie mensagem em que o único texto é "unsubscribe PNED" (sem assunto/subject) para: pned-unsubscribe@...

Para contactar directamente os coordenadores da lista envie mensagem a: pned-owner@...

Se quiser informar-se das várias possibilidades para a leitura das suas mensagens ou da forma de alterar os seus dados pessoais, pode consultar:

http://br.groups.yahoo.com/group/pned/

=============== PNED: Porto e Noroeste em Debate ===============



#26 De: a a <planeta_azul_aea@...>
Data: Dom, 5 de Jun de 2005 4:10 am
Assunto: En: [festivalsocial] Blog dedicado à fotografia de aves
planeta_azul...
Offline Offline
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Observação: mensagem anexa encaminhada.






____________________________________________________
Yahoo! Mail, cada vez melhor: agora com 1GB de espaço grátis!
http://mail.yahoo.com.br

 
Foi recentemente criado um blog dedicado à fotografia de aves e que pode ser visitado em: <http://www.flickr.com/groups/aves_de_portugal/>



Para sair deste grupo, enviar um e-mail para:
festivalsocial-unsubscribe@yahoogroups.com




#25 De: a a <planeta_azul_aea@...>
Data: Dom, 5 de Jun de 2005 4:13 am
Assunto: En: [quercuslisboa] Campanha ambientalista leva Grupo Vicaima a anunciar uma nova política de compras mais responsável
planeta_azul...
Offline Offline
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Observação: mensagem anexa encaminhada.


__________________________________________________
Converse com seus amigos em tempo real com o Yahoo! Messenger
http://br.download.yahoo.com/messenger/
From: "Quercus-a.n.c.n.- SDN" <quercus@...>



Campanha ambientalista leva Grupo Vicaima a anunciar uma nova política de
compras mais responsável

Lisboa, 3 de Junho de 2005 - Um dos maiores compradores portugueses de
madeira exótica, o Grupo Vicaima, visado recentemente pelas associações
ambientalistas por envolvimento no comércio de madeira proveniente de abate
ilegal e destrutivo, anunciou hoje uma nova política de compras de madeira
que tem em conta preocupações sociais e ambientais.

Em Março deste ano, o Greenpeace e a Quercus visaram a Vicaima porque o
Grupo a que esta pertence adquiria madeira de empresas com reconhecido
envolvimento no abate ilegal e destrutivo de florestas tropicais[1]. Agora,
o Grupo Vicaima adoptou uma nova política de compras, que obriga a empresa a
assegurar que toda a madeira que adquire é proveniente de operações de abate
ecológica e socialmente responsáveis e que procuram obter a certificação do
Forest Stewardship Council (FSC). Para implementar esta nova política, a
Vicaima associou-se ao Tropical Forest Trust.

Em reacção a este anúncio, Luís Galrão, Vice-presidente da Quercus, disse "É
uma boa notícia para as florestas tropicais do mundo. Estamos muito
satisfeitos por verificar que a Vicaima está finalmente a agir contra o uso
de madeiras provenientes do abate ilegal e destrutivo e apelamos às outras
empresas portugueses que lhe sigam o exemplo".

Andy Tait, do Greenpeace, disse, "A Vicaima acordou para as suas
responsabilidades sociais e ambientais, mas há ainda muito trabalho a fazer
em Portugal. O Governo português deve demonstrar todo o seu apoio às acções
europeias de combate ao comércio de madeiras ilegais, mas também deve actuar
a nível doméstico, assegurando, por exemplo, que qualquer madeira adquirida
pelo Estado é proveniente de florestas bem geridas, certificadas pelo FSC".

Para mais informações, contactar:
Gina Sanchez, Greenpeace International Communications, +31627000064
Luis Galrao - 00 351 937788471


[1] O Greenpeace e a Quercus realizaram uma acção de protesto junto à sede
do Grupo Vicaima, em Vale de Cambra, a 29 de Março de 2005. A Vicaima era,
segundo informações recolhidas pelas associações, uma das empresas
importadoras da madeira amazónica fornecida pela DLH, a bordo do navio
"Skyman", que atracou em Leixões durante o mês de Março. Entre os
fornecedores da madeira comercializada pela DLH neste carregamento,
encontravam-se as empresas Rancho da Cabocla, cujo proprietário foi preso no
final de 2004 por roubo de terras, e Milton Schnorr, multada por abate
ilegal em 2001, 2002 e 2004. Em Março, as associações divulgaram ainda
fotografias de madeiras provenientes das empresas Rougier e Fipcam, obtidas
no parque de madeiras da Vicaima. Estas empresas foram multadas nos
Camarões, em 2004, por operações de abate ilegal. (Minef Communiqué/ press
release no. 147, 19 Abril  2004)






Links do Yahoo! Grupos

#24 De: <zarelleci@...>
Data: Sex, 3 de Jun de 2005 9:35 am
Assunto: Re: Aceitam-se sugestões para acção a desenvolver no próximo dia 5 de Junho.
zarelleci@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Olá:
O domingo é dia de lazer e família, também tenho uma ideia/iniciativa,
pode-se divulgar a reciclagem da feira de atracções da boavista, que
está situada num terreno da antiga estação de comboios da Av. de
França. Nem todos os feirantes a praticam e nestas semanas de festa
vão concerteza existir toneladas de papel, plástico e vidro.

Até sempre
Zarelleci
>
> ----Original Message Follows----
> From: "planetaazulporto" <planetaazulporto@...>
> Reply-To: planetaazulporto@...
> To: planetaazulporto@...
> Subject: [planetaazulporto] Aceitam-se sugestões  para acção a desenvolver
> no próximo dia 5 de Junho.
> Date: Thu, 02 Jun 2005 08:25:57 -0000
>
> Como é do conhecimento geral no próximo dia 5 de Junho comemora-se o
> Dia Mundial do Ambiente. Nós queremos assinalar condignamente esta
> data pelo que desde já aceitamos sugestões e propostas para fazer
> desta data acções que a tornem visível junto da opnião pública.
>
> O AMBIENTE COMEÇA POR SI PARTICIPE!
>
> _________________________________________________________________
> MSN Messenger: converse com os seus amigos online.
> http://messenger.msn.com.br
>
>
>
>
> Links do Yahoo! Grupos
>
>
>
>
>
>
>
>

#23 De: "Jai Pur" <jaipur7@...>
Data: Qui, 2 de Jun de 2005 7:30 pm
Assunto: RE: Aceitam-se sugestões para acção a desenvolver no próximo dia 5 de Junho.
jaipur7@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Sim,
Parece-me que são possiveis varias iniciativas.
Dia 5 é domingo! Dia de lazer, dia da familia

É um dia optimo para as crianças ensinarem/recordarem aos pais o quanto eles
querem viver um futuro melhor, o que depende tambem do ambiente que se
constroi hoje.

Iniciativas de concentração de crianças de escolas no atrio de cada
concelho, com motivos alusivos ao ambiente.
Porque não organizar uma recolha de lixo entre crianças e adultos na área, e
na praia onde concerteza vai estar muita gente...

Televisao... ninguem ouve falar que vai ser dia do ambiente. Porque não
chamar as pessoas atraves dos telejornais...

Talvez ja seja um pouco tarde, mas porque nao organizar neste dia grupos
para limpeza dos ribeiros...

Teresa Martins




----Original Message Follows----
From: "planetaazulporto" <planetaazulporto@...>
Reply-To: planetaazulporto@...
To: planetaazulporto@...
Subject: [planetaazulporto] Aceitam-se sugestões  para acção a desenvolver
no próximo dia 5 de Junho.
Date: Thu, 02 Jun 2005 08:25:57 -0000

Como é do conhecimento geral no próximo dia 5 de Junho comemora-se o
Dia Mundial do Ambiente. Nós queremos assinalar condignamente esta
data pelo que desde já aceitamos sugestões e propostas para fazer
desta data acções que a tornem visível junto da opnião pública.

O AMBIENTE COMEÇA POR SI PARTICIPE!

_________________________________________________________________
MSN Messenger: converse com os seus amigos online.
http://messenger.msn.com.br

#22 De: armando herculano <aherculanof@...>
Data: Qui, 2 de Jun de 2005 11:32 am
Assunto: Violência doméstica
aherculanof
Offline Offline
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Verdade infeliz


cumprimentos,

armando herculano

__________________________________________________
Converse com seus amigos em tempo real com o Yahoo! Messenger
http://br.download.yahoo.com/messenger/

#21 De: "planetaazulporto" <planetaazulporto@...>
Data: Qui, 2 de Jun de 2005 8:25 am
Assunto: Aceitam-se sugestões para acção a desenvolver no próximo dia 5 de Junho.
planetaazulp...
Offline Offline
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Como é do conhecimento geral no próximo dia 5 de Junho comemora-se o
Dia Mundial do Ambiente. Nós queremos assinalar condignamente esta
data pelo que desde já aceitamos sugestões e propostas para fazer
desta data acções que a tornem visível junto da opnião pública.

O AMBIENTE COMEÇA POR SI PARTICIPE!

#20 De: a a <planeta_azul_aea@...>
Data: Sáb, 28 de Mai de 2005 6:47 am
Assunto: Fwd: [quercuslisboa] Fwd: Folha de S.Paulo - Milho transgênico causa alteração em rato - 23-05-2005
planeta_azul...
Offline Offline
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Observação: mensagem anexa encaminhada.


__________________________________________________
Converse com seus amigos em tempo real com o Yahoo! Messenger
http://br.download.yahoo.com/messenger/



---[ mensagem original ]---
de: Rosana [rnbm@...]
data: 23-05-2005 12:54:43 -3
para: Robson Takahashi [rltakahashi@...]; Pricilla [pricillafzen@...]; Mônica \(Piracicaba\) [shampacatx@...]; Mônica [monica@...]; Mariana [mariana.najar@...]; Maria do Carmo Badu Carvalho [mariabadu@...]; Luciola [alexandre@...]; Julia Coutinho [juliacoutinho@...]; Janete Abrahão [janeteabrahao@...]; Fabiola Nejar [fabiola@...]; eduardo stefani [edostefani@...]; Eduardo Nejar [eduardonejar@...]; Denise Goes [denisemgoes@...]; Carlos Pellegatti [carlospellegatti@...]; Carlos Artur [c.artur@...]; Betina [betinaesquivel@...]; Alexandre [agsilva150@...];
assunto: Folha de S.Paulo - Milho transgênico causa alteração em rato - 23-05-2005


      DIVULGUEM!!!!!!


São Paulo, segunda-feira, 23 de maio de 2005

Próximo Texto | Índice

BIOTECNOLOGIA

Estudo da Monsanto é mantido em segredo; companhia alega razões comerciais para não divulgar dados

Milho transgênico causa alteração em rato

GEOFFREY LEAN
DO 'INDEPENDENT'

Ratos alimentados com uma dieta rica em milho geneticamente modificado desenvolveram anormalidades em seus órgãos internos e alterações em seu sangue, segundo um estudo. Os resultados trazem à tona os velhos temores de que a saúde humana possa ser afetada pelo consumo de alimentos transgênicos.
O jornal britânico 'The Independent' obteve detalhes de um estudo secreto realizado pela companhia Monsanto, uma gigante no ramo de alimentos geneticamente modificados, que mostra que ratos alimentados com o milho alterado tinham rins menores e variações na composição de seu sangue.
Segundo o relatório confidencial de 1.139 páginas, esses problemas de saúde não apareceram em outro conjunto de roedores, alimentados com produtos não-modificados para servir de grupo de controle para comparação dos resultados.
As revelações surgem em meio a pedidos para que os resultados sejam tornados públicos, enquanto os países europeus se preparam para votar sobre se o milho modificado deve ou não ser colocado no mercado para consumo por seres humanos.

Impasse na Europa
Uma votação conduzida na semana passada pela União Européia não conseguiu chegar a um acordo sobre se o produto deveria ou não ser comercializado no continente. O Reino Unido e outros nove países votaram a favor da liberação.
No entanto, a revelação dos efeitos médicos sobre os ratos da Monsanto intensificou o debate sobre se é possível dizer que o milho é seguro para consumo sem mais pesquisas. Médicos dizem que as mudanças no sangue dos roedores indicam que o sistema imunológico do rato foi danificado ou que uma doença como um tumor havia surgido e o sistema lutava para combatê-la.

Preocupação
Vyvyan Howard, especialista em anatomia humana e biologia celular da Universidade de Liverpool, pediu a publicação completa do estudo, dizendo que o sumário da pesquisa dava 'motivos para preocupação'.
Michael Antoniu, especialista em genética molecular na Escola Médica do Guy's Hospital, no Reino Unido, descreveu as descobertas como 'muito preocupantes do ponto de vista médico', complementando: 'Eu fiquei impressionado pelo número de diferenças significativas que eles encontraram [no experimento de ratos]'.
Embora a Monsanto descarte as anormalidades observadas nos ratos como insignificantes e aleatórias, uma fonte no governo britânico disse que os ministros estavam tão preocupados pelas descobertas que estavam requisitando mais informações.
Os ambientalistas encaram as descobertas como confirmação de um estudo britânico de sete anos atrás, que sugeria que ratos alimentados com batatas transgênicas sofriam danos à saúde. Aquela pesquisa, severamente criticada pela comunidade científica britânica, foi interrompida, e Arpad Pusztai, o cientista que liderou o estudo, foi forçado a se aposentar. Pusztai também reportou uma 'enorme lista de diferenças significativas' entre ratos alimentados com milho convencional e modificado.

Produto antigo
O novo estudo da Monsanto é feito com um milho, com codinome MON 863, que foi modificado para se proteger contra uma larva de besouro, que a companhia descreve como 'uma das pragas mais perniciosas a afetar plantações de milho ao redor do mundo'.
Agora, no entanto, qualquer decisão de permitir que o milho seja comercializado no Reino Unido irá causar alerta generalizado. Os detalhes completos da pesquisa com os ratos estão no relatório principal, que a Monsanto se recusa a divulgar por considerar que ele 'contém informações confidenciais de negócios que poderiam ter uso comercial por nossos competidores'.
Um porta-voz da Monsanto disse no final da semana passada: 'Se algum desses conhecidos críticos antibiotecnologia tinha dúvidas sobre a credibilidade desses estudos, elas deveriam ter sido apontadas aos [órgãos] reguladores. Afinal, o MON 863 não é novo, e já foi aprovado como tão seguro quanto o milho convencional por nove outras autoridades globais desde 2003'.


Próximo Texto: Astronomia: Sonda Cassini encontra mais uma lua girando ao redor de Saturno
Índice



Copyright Empresa Folha da Manhã S/A. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Agência Folha.

#19 De: armando herculano <aherculanof@...>
Data: Sáb, 21 de Mai de 2005 3:24 pm
Assunto: Forno solar GIRASSOL
aherculanof
Offline Offline
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Amigo(a)s,

Finalmente ficou pronto um guia de construção do Forno
Solar GIRASSOL que vos envio conforme prometido.

Faltam alguns pormenores, mas penso que já está
suficientemente desenvolvido para que seja útil.

Aceitam-se sugestões e críticas, assim como fico à
disposição para qualquer esclarecimento adicional.

E... mãos à obra.

No próximo dia 1 de Junho, quarta-feira, vou estar na
Faculdade de Engenharia do Porto para uma demonstração
a convite o eco-clube da FEUP, quem quiser aparecer
por lá é bem vindo.



cumprimentos,

armando herculano


PS - o documento PDF está também disponível para ser
baixado em:

http://www.amigosdomindelo.pt/aamda/concurso_ficheiros/ruadosol.pdf

quem achar útil pode também divulgar o documento na
sua própria pagina da WEB através de uma ligação.









____________________________________________________Yahoo! Mail, cada vez
melhor: agora com 1GB de espaço grátis! http://mail.yahoo.com.br

#18 De: a a <planeta_azul_aea@...>
Data: Sex, 20 de Mai de 2005 5:27 am
Assunto: Fwd: [quercuslisboa] EUA e o protocolo de Quioto
planeta_azul...
Offline Offline
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Observação: mensagem anexa encaminhada.






____________________________________________________Yahoo! Mail, cada vez
melhor: agora com 1GB de espaço grátis! http://mail.yahoo.com.br

14/05/2005
Rejeitando Bush, 132 prefeitos norte-americanos aderem ao Protocolo de Kyoto
Democratas e republicanos unem-se contra o aquecimento global

Eli Sanders
Em Seattle


Incomodado por uma série de invernos secos nesta cidade normalmente úmida, o prefeito Greg Nickels iniciou um esforço nacional para fazer algo que o governo Bush não fará: implementar o Protocolo de Kyoto para o aquecimento global.

Nickels, um democrata, disse que 131 outros prefeitos de mentalidade semelhante se juntaram à coalizão bipartidária para combate ao aquecimento global em uma esfera local, em uma rejeição implícita à política do governo.

Os prefeitos, de cidades tão liberais quanto Los Angeles e tão conservadoras quanto Hurst, Texas, representam quase 29 milhões de cidadãos em 35 Estados, segundo o gabinete de Nickels.

Eles estão prometendo que suas cidades cumprirão aquelas que seriam exigências obrigatórias para o país caso o governo Bush não tivesse rejeitado o Protocolo de Kyoto: uma redução da emissão de gases responsáveis pelo efeito estufa para um nível 7% abaixo do de 1990, até 2012.

Na quinta-feira, o prefeito Michael R. Bloomberg fez com que Nova York ingressasse na coalizão, o mais recente prefeito republicano a fazê-lo.

Nickels disse que para conseguir a redução de 7%, Seattle está exigindo que os navios de cruzeiro que atracam em seu movimentado porto desliguem seus motores a diesel enquanto reabastecem e para utilizarem apenas a energia elétrica fornecida pela cidade, uma exigência que tem forçado alguns navios a se adaptarem.

Até o final do ano, a empresa de energia da cidade, a Seattle City Light, será a única empresa elétrica do país sem nenhuma emissão de gases responsáveis pelo Efeito Estufa, disse o gabinete do prefeito.

Salt Lake City se tornou a maior compradora de energia eólica do Estado de Utah para conseguir atingir sua meta de redução. Em Nova York, a administração de Bloomberg está tentando reduzir as emissões da frota municipal comprando veículos híbridos gasolina-eletricidade.

Nathan Mantua, diretor assistente do Centro para Ciência do Sistema Terra da Universidade de Washington, que estima o impacto do aquecimento global no Noroeste, disse que os esforços da coalizão são louváveis, mas provavelmente de impacto global limitado.

'É claramente um passo politicamente significativo para a qualidade do ar nas cidades que farão isto, mas para o problema do aquecimento global é um passo de bebê.'

Nickels disse que decidiu agir quando o Protocolo de Kyoto entrou em vigor em abril sem o apoio dos Estados Unidos, o maior produtor do mundo dos gases responsáveis pelo efeito estufa. Naquele dia, Nickels anunciou que tentaria implementar o acordo, pelo menos em Seattle, e pediu para que outros prefeitos se juntassem a ele.

A coalizão não é o primeiro esforço de líderes locais para adoção da iniciativa sobre mudança climática. A Califórnia, sob o governador Arnold Schwarzenegger, um republicano, está buscando limitar as emissões de dióxido de carbono, e o governador de Nova York, George A. Pataki, também republicano, tem liderado esforços para reduzir as emissões das usinas de força no Nordeste dop país.

Mas ela é incomum em sua adoção aberta a um acordo internacional que foi rejeitado pelo governo Bush e significativo, segundo o gabinete de Nickels, porque as cidades contribuem muito para a emissão geral do país de gases responsáveis pelo efeito estufa.

Michele Saint Martin, a diretora de comunicações do Conselho para Qualidade Ambiental da Casa Branca, disse que o Protocolo de Kyoto resultaria em uma perda de 5 milhões de empregos nos Estados Unidos e poderia provocar alta dos preços de energia.

Saint Martin disse que o presidente Bush 'defende uma abordagem agressiva' na questão da mudança climática, 'uma que promova o crescimento econômico e leve a nova tecnologia e inovação'.

Mas muitos dos prefeitos disseram que estão agindo precisamente por preocupação em torno da vitalidade econômica de suas cidades. Nickels, por exemplo, apontou que os invernos secos e o grande declínio projetado nas geleiras nas montanhas Cascade poderão afetar o abastecimento de água potável de Seattle e a energia hidrelétrica.

O prefeito de Nova Orleans, C. Ray Nagin, um democrata, disse que se juntou à coalizão porque o aumento projetado no nível dos oceanos 'ameaça a própria existência de Nova Orleans.'

No Havaí, o prefeito de Maui County, Alan Arakawa, um republicano, disse que se juntou porque estava frustrado com a lentidão do governo em reconhecer o consenso científico de que a mudança climática está acontecendo por interferência humana.

'Eu espero que isto envie uma mensagem de que é realmente necessário que se comece a olhar para o que está acontecendo no mundo real', disse Arakawa.

Nickels disse que não é por acaso que a maioria das cidades que aderiram são de Estados costeiros. O prefeito de Alexandria, Virgínia, está preocupado com o aumento das inundações; os prefeitos na Flórida estão preocupados com furacões.

Mas Nickels também encontrou apoio no interior do país. Jerry Ryan, o prefeito republicano de Bellevue, Nebraska, disse que entrou para a coalizão por preocupação com os efeitos das secas em sua comunidade agrícola. Ryan descreve-se como um forte defensor de Bush, mas disse que sente que a posição do presidente em relação ao aquecimento global deveria ser semelhante à sua posição em relação ao terrorismo.

'Você precisa se perguntar, é remotamente possível que haja uma ameaça?' disse ele. 'Se a resposta é sim, então é preciso agir agora.'

Tradução: George El Khouri Andolfato


#17 De: Edgar Rpdriges <movimentoanarquista@...>
Data: Sáb, 21 de Mai de 2005 12:28 am
Assunto: Palestra: Árvores notáveis do Porto e de Gaia
movimentoanarquista@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 


Observação: mensagem anexa encaminhada.


Yahoo! Mail: agora com 1GB de espaço grátis. Abra sua conta!
Palestra: Árvores notáveis do Porto e de Gaia
Organização: Associação Cultural Amigos de Gaia
Sábado - 21 de Maio - 15h00
Solar Condes de Resende, Travessa Condes de Resende, Canelas
Tel./Fax 227625622
Entrada livre

Mais informações no endereço:
http://dias-com-arvores.blogspot.com/2005/05/palestra-rvores-notveis-do-porto-e-de.html

-------------------------------------------------------------
A FCUP utiliza o sistema de webmail Horde/IMP (www.horde.org)

Visite: http://www.fc.up.pt/



=============== PNED: Porto e Noroeste em Debate ===============

Para difundir mensagens escreva para: pned@...

Neste grupo não são permitidas mensagens com anexos.

Para assinar a lista envie mensagem sem assunto para: pned-subscribe@... e com o corpo da mensagem vazio.

Para cancelar a assinatura envie mensagem em que o único texto é "unsubscribe PNED" (sem assunto/subject) para: pned-unsubscribe@...

Para contactar directamente os coordenadores da lista envie mensagem a: pned-owner@...

Se quiser informar-se das várias possibilidades para a leitura das suas mensagens ou da forma de alterar os seus dados pessoais, pode consultar:

http://br.groups.yahoo.com/group/pned/

=============== PNED: Porto e Noroeste em Debate ===============



#16 De: Edgar Rpdriges <movimentoanarquista@...>
Data: Sáb, 21 de Mai de 2005 12:33 am
Assunto: Fórum AMBIENTE NO GRANDE PORTO - Decida o seu Futuro!
movimentoanarquista@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 


Observação: mensagem anexa encaminhada.


Yahoo! Acesso Grátis: Internet rápida e grátis. Instale o discador agora!
Fórum AMBIENTE NO GRANDE PORTO - Decida o seu Futuro!

Dias 16 e 17 de Junho será realizado o Fórum "Ambiente no Grande Porto",
integrado no "Futuro Sustentável", projecto que tem como objectivo elaborar
um plano estratégico de ambiente para a região.
Até ao dia 27 de Maio poderá enviar artigos e/ou pósteres para serem
apresentados e discutidos nesta conferência que irá determinar o futuro do
Grande Porto.
Participe! Entrada livre sujeita a inscrição prévia.

----------

A Lipor – Serviço Intermunicipalizado de Gestão de Resíduos do Grande Porto
e a ESB - Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica
Portuguesa vão organizar, nos próximos dias 16 e 17 de Junho de 2005, o
Fórum "Ambiente no Grande Porto".

Este Fórum insere-se no projecto "Futuro Sustentável – Plano Estratégico de
Ambiente do Grande Porto", que tem como objectivo principal elaborar um
Plano de Acção de modo a promover a sustentabilidade regional e a qualidade
de vida, conciliando uma abordagem técnica com o envolvimento activo dos
cidadãos e instituições.

Liderado pela Lipor e assessorado tecnicamente pela ESB, o Grupo Coordenador
do projecto inclui ainda:
- Câmaras Municipais de Espinho, Gondomar, Maia, Matosinhos, Porto, Póvoa de
Varzim, Valongo, Vila do Conde e Vila Nova de Gaia
- Associação Empresarial de Portugal
- Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte
- Direcção Regional de Agricultura de Entre-Douro e Minho
- Ordem dos Engenheiros
- União Distrital das Instituições Particulares de Solidariedade Social
- Águas do Douro e Paiva
- DECO – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor

O grande objectivo desta conferência é promover uma discussão aprofundada e
participada sobre as estratégias a adoptar para melhorar o ambiente no
Grande Porto. Do Fórum resultará um conjunto de directrizes relativas às
quatro áreas temáticas fundamentais seleccionadas de acordo com o processo
de participação pública:
- água
- transportes e mobilidade
- formação e educação ambiental
- ordenamento do território, espaços verdes e áreas naturais

O Fórum incluirá, para cada tema, a apresentação de comunicações por
oradores especializados e a realização de um debate aberto.

Convidam-se todos os cidadãos e entidades do Grande Porto a enviarem artigos
e/ou pósteres sobre os temas referidos, até ao dia 27 de Maio, apresentando
estudos, projectos e propostas para a região.
Será seleccionado, para cada tema, um dos documentos recebidos para ser
apresentado oralmente no Fórum. Os restantes serão incluídos no livro de
actas a produzir e será realizada uma exposição com os pósteres recebidos.
Todos os documentos serão utilizados na elaboração do Plano Estratégico e
amplamente divulgados.

A conferência será realizada no Fórum da Maia.

Todos estão convidados para o Fórum. A entrada é livre, sujeita a inscrição
prévia até 13 de Junho.
Aproveite a oportunidade de decidir o seu futuro!

Mais informações e inscrições:
www.futurosustentavel.org
Ana Albuquerque Barata
ESB - Grupo de Estudos Ambientais
aabarata@...
Rua Dr. António Bernardino de Almeida
4200-072 Porto Portugal
Tel.: +351 22 558 00 48



--
No virus found in this outgoing message.
Checked by AVG Anti-Virus.
Version: 7.0.308 / Virus Database: 266.11.10 - Release Date: 13-05-2005



=============== PNED: Porto e Noroeste em Debate ===============

Para difundir mensagens escreva para: pned@...

Neste grupo não são permitidas mensagens com anexos.

Para assinar a lista envie mensagem sem assunto para: pned-subscribe@... e com o corpo da mensagem vazio.

Para cancelar a assinatura envie mensagem em que o único texto é "unsubscribe PNED" (sem assunto/subject) para: pned-unsubscribe@...

Para contactar directamente os coordenadores da lista envie mensagem a: pned-owner@...

Se quiser informar-se das várias possibilidades para a leitura das suas mensagens ou da forma de alterar os seus dados pessoais, pode consultar:

http://br.groups.yahoo.com/group/pned/

=============== PNED: Porto e Noroeste em Debate ===============



#15 De: a a <planeta_azul_aea@...>
Data: Ter, 10 de Mai de 2005 10:42 pm
Assunto: Fwd: [quercuslisboa] Comunicado do Minsitério da Agricultura
planeta_azul...
Offline Offline
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Observação: mensagem anexa encaminhada.






____________________________________________________Yahoo! Mail, cada vez
melhor: agora com 1GB de espaço grátis! http://mail.yahoo.com.br
CULTIVO DE VARIEDADES GENETICAMENTE MODIFICADAS




O Ministério da Agricultura informa que as notícias veiculadas sobre a
suspensão de cultivo de milho transgénico em Portugal não correspondem à
verdade. Assim, vem este Ministério informar:

   a.. A Directiva n.º 2001/18/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 12
de Março, aplicável a partir de Outubro de 2002, regula a libertação
deliberada no ambiente de organismos geneticamente modificados.

   b.. Esta Directiva foi transposta para o direito nacional pelo Decreto-Lei
n.º 72/2003, de 10 de Abril, que regula a libertação deliberada no ambiente
de organismos geneticamente modificados para qualquer fim diferente da
colocação no mercado, bem como a colocação no mercado de organismos
geneticamente modificados, de produtos que os contenham ou por eles sejam
constituídos.

   c.. A mesma Directiva foi complementada, com aplicação a partir de 18 de
Abril de 2004, com o Regulamento (CE) n.º 1829/2003, do Parlamento Europeu e
do Conselho, de 22 de Setembro e Regulamento (CE) n.º 1830/2003, do
Parlamento Europeu e do Conselho, de 22 de Setembro.

   d.. A Recomendação n.º 2003/556/CE, da Comissão, de 23 de Julho, apresenta
orientações no sentido de cada país definir um conjunto de estratégias e
normas de boas práticas agrícolas, no respeito pelos princípios da
subsidaridade, da precaução e da proporcionalidade, procurando reduzir a
presença acidental e permitindo a coexistência entre culturas geneticamente
modificadas e outros modos de produção.

   e.. As alterações na legislação comunitária, conduziram à necessidade de
estabelecer medidas, no nosso País, visando reduzir a presença acidental de
organismos geneticamente modificados (artigo 26.º-A do Decreto-Lei n.º
164/2004, de 3 de Julho).

   f.. A 17 de Setembro de 2004 a Comissão Europeia publicou no Jornal
Oficial da União Europeia, o 13.º suplemento ao Catálogo Comum de Variedades
Agrícolas, no qual é formalizada a inscrição de 17 variedades de milho
geneticamente modificado (no que respeita a catálogos comuns, as directivas
são transpostas para o ordenamento jurídico interno, pelo Decreto-Lei n.º
154/2004, de 30 de Junho).

   g.. Estão disponíveis no mercado comunitário, por conseguinte em Portugal,
sementes de variedades geneticamente modificadas, devidamente enquadradas na
legislação comunitária e nacional e que pelas suas características
agronómicas podem ser eleitas para cultivo, por qualquer agricultor, no
território nacional, como sucede no resto da Europa.

   h.. No passado dia 21 de Abril, na generalidade, e a 5 de Maio, na
especialidade, foi aprovado em Reunião Conselho de Ministro o diploma que
regula o cultivo de variedades geneticamente modificadas, visando assegurar
a sua coexistência com culturas convencionais e com o modo de produção
biológico, designadamente regulando a distância mínima de isolamento entre
culturas, a salvaguarda do problema da contaminação, a notificação aos
organismos responsáveis por parte dos agricultores que quiserem cultivar
essas variedades, as acções de controlo e acompanhamento das explorações
agrícolas.

   i.. O diploma aguarda o cumprimento da tramitação precedente à publicação,
nomeadamente a promulgação pelo Senhor Presidente da República.

   j.. Assim sendo, qualquer interposição de acções por parte de cidadãos não
altera a legislação em vigor, não suspendendo, até decisão do tribunal,
qualquer regime jurídico.





Lisboa, 9 de Maio de 2005




Conceição Lopes
Secretariado da Direcção Nacional
Quercus-Associação Nacional da Conservação da Natureza
Apartado 4333 - 1503-003 Lisboa
Tel.: 21.7788474; Fax.: 21.7787749; Tm.: 93.7788474
www.quercus.pt ; quercus@...





Links do Yahoo! Grupos

#14 De: "Pedro Macedo" <pamacedo@...>
Data: Ter, 3 de Mai de 2005 10:12 am
Assunto: RE: Resumo 7
pamacedo@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
como correu a acção?

-----Mensagem original-----
De: planetaazulporto@...
[mailto:planetaazulporto@...]
Enviada: terça-feira, 3 de Maio de 2005 9:25
Para: planetaazulporto@...
Assunto: [planetaazulporto] Resumo 7


Existem 4 mensagens sobre este tópico.

Tópicos contidos neste resumo:

       1. Re: Garraiadas e Violência
            De: "Alexandre Bahia" <al_bahia@...>
       2. Novo arquivo carregado em planetaazulporto
            De: planetaazulporto
       3. Uma achega para o debate sobre Direitos dos Animais
            De: "planetaazulporto" <planetaazulporto@...>
       4. Fwd: [PNED] 1º Encontro Internacional de Compostagem e 1º Curso
Técnico de Compostagem =20?=
            De: Edgar Rpdriges <movimentoanarquista@...>


________________________________________________________________________
________________________________________________________________________

  Mensagem: 1
      Data: Mon, 2 May 2005 18:23:06 +0100
        De: "Alexandre Bahia" <al_bahia@...>
   Assunto: Re: Garraiadas e Violência

Caros verdadeiros amigos dos animais,

Agradeço a resposta do Pedro Aires.
Saúdo e não poderia estar mais de acordo com as palavras do José Carlos
Marques.

De facto, faço a distinção entre touradas e garraiadas, porque as vivi.
O termo garraiada designa uma corrida/manada de garraios, touros novos que
ainda não foram corridos.
Também existe a largada, chega(da), a 'corrida' dos forcados, e outras
manifestações da cultura popular, há que distinguir o trigo do joio, porque
não cabe nesse mesmo saco "as pinturas de Foz Côa, as agressões domésticas,
o mau trato das crianças e as diferentes exclusões sociais." sic PA.
A garraiada é uma festa de iniciação, de brincadeira, os animais são
conduzidos para uma arena vedada reunindo uma multidão de gente excitada que
entra para desafiar o touro: Toooouro, touro lindo, touro lindo, touro
lindo, ehToooouro!
Entre o desafio de força, a demonstração de virilidade, a lida com animais
perigosos, a festa do alimento,... poderemos tentar perceber e decompor o
que haverá de tradição (e essa mata-se), de celebração, de relação
simbiótica e simbólica, de espectáculo de massas e manadas, para o melhor e
para o pior?
Também já vi coisas feias como miúdos a atirar pedras ao gado, mas são
episódios criticados desde logo pelas pessoas que defendem estes
espectáculos. e terei então que perguntar: Já assistiram?, sabem do que se
trata? ou cá estamos nós, urbanos, de resposta pronta (a sua historicista
faria cair por terra qualquer posição tradicionalista, que não é a minha), a
julgar outros humanos, tão perto e tão longe do seu mundo rural. Nesta
questão e na de Barrancos sou da humilde opinião que o tumulto atrasa a
história, que com tiros para o ar se gastam munições, e que outras armas
como o humor serão mais indicadas aos vossos propósitos.
Vi há um ano na Casa das Artes no Porto, um filme documentário sobre os
Forcados da Moita de um realizador alemão que os acompanhou durante seis
meses. gostava que o vissem. eu reformulei a minha posição, pelo
conhecimento, cada um que julgue por si.
Condeno convosco qualquer tipo de mau trato ou desrespeito pelos animais, As
touradas como espectáculos de morte ou violência, como circos romanos de
polegar assassino, como encontros sociais e mediáticos,  como diversão
balofa de adrenalina à custa de um animal digno, é reprovável e passadista.
Apesar de representar uma festa mágica antiga celebrada desde as cavernas,
da veneração de uma força e de uma estética apaixonante.
Gostava de me juntar à vossa corajosa atitude contra outros espectáculos bem
mais graves como são as lutas de cães, que existem tanto na margem sul do
tejo como do douro, e nos dizem respeito a todos. Ou a tentarmos resolver o
problema dos cães vadios e abandonados... ou o excesso de pombos, de
gaivotas...  para outra discussão pergunto que relação queremos com os
animais selvagens, e com os domesticados, e da adaptação dos animais à
globalização da hegemonia humana.

São mais dúvidas que certezas, agradeço-vos o tempo e o espaço para a
discussão e para a acção.

Cordialmente,


Alexandre Bahia





   ----- Original Message -----
   From: Jose Carlos Marques
   To: planetaazulporto@...
   Sent: Saturday, April 30, 2005 11:34 AM
   Subject: [planetaazulporto] Garraiadas e Violência


   Caros Amigos

   O Alexandre Bahia faz uma distinção entre touradas e garraiadas, e só se
   demarca, creio eu, da denúncia destas últimas, que, supõe-se, considera
   aceitáveis.

   Mas afinal o que são garraiadas? Não sei muito bem, confesso.

   Não estou muito de acordo com a perspectiva historicista do Pedro Aires.
   Creio que as atitudes mais profundas e lúcidas do homem para com o animal
   são até muito antigas e algumas das atitudes instrumentalistas até muito
   modernas. Também não concordo que os transportes animais estejam
   definitivamente ultrapassados e creio mesmo que há por vezes (nem
sempre...)
   mais "humanidade" na relação de alguns homens com os seus animais de
   transporte do que na relação de muitos dos homens modernos com os animais.
   Mas essa é uma questão demasiado vasta para ser agora tratada.

   Creio que muitos de nós concordaremos com o Pedro Aires na necessidade de
   uma relação não violenta e não exploradora para com os animais. Mas o
   problema está em se, para fazermos avançar essa atitude "fraternal" com os
   animais, entramos numa atitude de depreciação, hostilidade e agressividade
   para com seres humanos. Certamente que não devemos aprovar a atitude
   agressiva de seres humanos para com animais. Devemos mesmo procurar que a
   nossa atitude seja vista como mais desejável, isto é, que a nossa
   "fraternidade" com os animais se torne contagiosa. Mas utilizar uma
   linguagem demasiado agressiva ou demasiado moralista (chamando bárbaros
aos
   que promovem garraiadas, por exemplo; eu concordaria que muitos dos
   comportamentos correntes para com os animais configuram uma atitude
bárbara,
   no sentido pejorativo, aliás historicamente discutível, da palavra (quem
era
   bárbaro, o "bárbaro" ou o romano imperialista?); mas isso não significa
que
   passemos o rótulo de bárbaros aos que a reflectem; simplesmente porque, na
   maior parte dos casos, essas pessoas não fazem ideia do que estão a fazer
   ("eles não sabem o que fazem" é algo de extremamente realista no
julgamento
   moral, ou melhor, na renúncia ao julgamento moral, o que,
independentemente
   de considerações de estrita religiosidade, é o que faz a grandeza do
   personagem de Cristo). Na maior parte dos casos, o uso dessa linguagem
   apenas provoca o enquistamento dos visados nas suas posições, tornando-os
   cada vez mais impermeáveis aos argumentos da outra parte. É uma realidade
   triste e incómoda, mas creio que é uma realidade que certas abordagens
   psicológicas podem permitir compreender: é a reacção do caracol que,
quando
   tocado, se encolhe na sua casca, ou, pior, do urso acossado que, quando
não
   tem saída, se torna aquilo que não é, agressivo e violento).

   Enfim, creio que ganharíamos mais em encontrar outras formas de abordar a
   questão e outras linguagens, que tivessem em vista o mesmo resultado e
   talvez afinal mais eficazes.

   Cordialmente,
   JCMarques


         Yahoo! Grupos, um serviço oferecido por:

                     São Paulo Rio de Janeiro Curitiba Porto Alegre Belo
Horizonte Brasília




----------------------------------------------------------------------------
--
   Links do Yahoo! Grupos

     a.. Para visitar o site do seu grupo na web, acesse:
     http://br.groups.yahoo.com/group/planetaazulporto/

     b.. Para sair deste grupo, envie um e-mail para:
     planetaazulporto-unsubscribe@...

     c.. O uso que você faz do Yahoo! Grupos está sujeito aos Termos do
Serviço do Yahoo!.



[Esta mensagem continha anexos]



________________________________________________________________________
________________________________________________________________________

  Mensagem: 2
      Data: 2 May 2005 20:30:34 -0000
        De: planetaazulporto
   Assunto: Novo arquivo carregado em planetaazulporto


Olá,

Esta mensagem é uma notificação para informá-lo que um novo arquivo foi
adicionado no grupo planetaazulporto.

   Arquivo         : /NÃO AO SOFRIMENTO ANIMAL.pdf
   Carregado por   : planetaazulporto <planetaazulporto@...>
   Descrição       : panf.A4 Direitos Animais (geral)

Você pode acessar o arquivo pela URL:

http://br.groups.yahoo.com/group/planetaazulporto/files/N%80%A0%A6%C3O%20AO%
20SOFRIMENTO%20ANIMAL.pdf

Para saber mais sobre compartilhamento de arquivos no grupo, leia:

http://help.yahoo.com/help/br/groups/files

Atenciosamente,

planetaazulporto <planetaazulporto@...>









________________________________________________________________________
________________________________________________________________________

  Mensagem: 3
      Data: Mon, 02 May 2005 20:44:46 -0000
        De: "planetaazulporto" <planetaazulporto@...>
   Assunto: Uma achega para o debate sobre Direitos dos Animais

  Para lá do arquivo "Não Ao Sofrimento Animal", texto já antigo e
últimamente acrescentado no que toca a lutas de cães e rodeios; ver
o arquivo "RR htm" e os seus anexos".
  Também brevemente estará à disposição o texto divulgado aos mídia,
quando uma accção realizada em Barrancos, durante os festejos
locais. Este texto foi anunciado e divulgado pelos orgãos de
comunicação soia estrangeiros presentes e registou um sil~encio
total na divulgação por parte dos nacionais.








________________________________________________________________________
________________________________________________________________________

  Mensagem: 4
      Data: Mon, 2 May 2005 19:04:17 -0300 (ART)
        De: Edgar Rpdriges <movimentoanarquista@...>
   Assunto: Fwd: [PNED] 1º Encontro Internacional de Compostagem e 1º Curso
Técnico de Compostagem =20?=



Observação: mensagem anexa encaminhada.

__________________________________________________
Converse com seus amigos em tempo real com o Yahoo! Messenger
http://br.download.yahoo.com/messenger/

[Esta mensagem continha anexos]



________________________________________________________________________
________________________________________________________________________



------------------------------------------------------------------------
Links do Yahoo! Grupos





------------------------------------------------------------------------

#13 De: Edgar Rpdriges <movimentoanarquista@...>
Data: Seg, 2 de Mai de 2005 10:04 pm
Assunto: Fwd: [PNED] 1º Encontro Internacional de Compostagem e 1º Curso Técnico de Compostagem =20?=
movimentoanarquista@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 


Observação: mensagem anexa encaminhada.

__________________________________________________
Converse com seus amigos em tempo real com o Yahoo! Messenger
http://br.download.yahoo.com/messenger/

1º Encontro Internacional de Compostagem - 9 a 11 de Maio de 2005

&

1º Curso Técnico de Compostagem - 11 a 13 de Maio de 2005




Informações, Programa e Inscrições:
www.escolasverdes.org/compost


Tel.  22 558 00 32 | Fax  22 509 03 51
e-mail: composto@...


Local: Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa,
Porto

Organização: Grupo de Estudos Ambientais da Escola Superior de
Biotecnologia,
Universidade Católica Portuguesa

Objectivos:
- Promover a divulgação de projectos desenvolvidos em Portugal e os casos de
estudo de sucesso a nível internacional.
- Analisar as alternativas e os factores de sucesso da recolha selectiva de
resíduos orgânicos.
- Apresentação das melhores técnicas disponíveis para a optimização das
centrais de compostagem.
- Debater os processos de controlo da qualidade do composto e as suas
diferentes aplicações.

Público-alvo:
- Técnicos de câmaras municipais
- Técnicos de empresas de gestão de resíduos
- Técnicos de empresas de consultoria / projecto
- Técnicos de empresas de equipamentos
- Técnicos de educação ambiental

Visitas Técnicas:
Visita 1 - LIPOR: Centro de Valorização Orgânica + Horta da Formiga +
Apresentação dos projectos Horta-à-Porta e Horta-na- Escola
Visita 2 - Estação de Tratamento Mecânico e Biológico da AMAVE
Visita 3 - Compostagem de Lamas na ETAR da Maia + Compostagem Municipal de
Esposende
----------------------------------------------------------------------------
--


Patrocínios:
Suldouro - Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos Urbanos, SA
Valorsul - Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos da Area
Metropolitana de Lisboa (Norte), SA
Instituto do Ambiente
FCT - Fundação de Ciência e Tecnologia


Apoios:
Câmara Municipal da Maia - SMEAS
Câmara Municipal de Esposende
Jornal Agua & Ambiente
LIPOR
Quimitécnica Ambiente, SA
Revista Indústria & Ambiente




=============== PNED: Porto e Noroeste em Debate ===============

Para difundir mensagens escreva para: pned@...

Neste grupo não são permitidas mensagens com anexos.

Para assinar a lista envie mensagem sem assunto para: pned-subscribe@... e com o corpo da mensagem vazio.

Para cancelar a assinatura envie mensagem em que o único texto é "unsubscribe PNED" (sem assunto/subject) para: pned-unsubscribe@...

Para contactar directamente os coordenadores da lista envie mensagem a: pned-owner@...

Se quiser informar-se das várias possibilidades para a leitura das suas mensagens ou da forma de alterar os seus dados pessoais, pode consultar:

http://br.groups.yahoo.com/group/pned/

=============== PNED: Porto e Noroeste em Debate ===============




#12 De: "planetaazulporto" <planetaazulporto@...>
Data: Seg, 2 de Mai de 2005 8:44 pm
Assunto: Uma achega para o debate sobre Direitos dos Animais
planetaazulp...
Offline Offline
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Para lá do arquivo "Não Ao Sofrimento Animal", texto já antigo e
últimamente acrescentado no que toca a lutas de cães e rodeios; ver
o arquivo "RR htm" e os seus anexos".
  Também brevemente estará à disposição o texto divulgado aos mídia,
quando uma accção realizada em Barrancos, durante os festejos
locais. Este texto foi anunciado e divulgado pelos orgãos de
comunicação soia estrangeiros presentes e registou um sil~encio
total na divulgação por parte dos nacionais.

#11 De: planetaazulporto@...
Data: Seg, 2 de Mai de 2005 8:30 pm
Assunto: Novo arquivo carregado em planetaazulporto
planetaazulporto@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Olá,

Esta mensagem é uma notificação para informá-lo que um novo arquivo foi
adicionado no grupo planetaazulporto.

   Arquivo         : /NÃO AO SOFRIMENTO ANIMAL.pdf
   Carregado por   : planetaazulporto <planetaazulporto@...>
   Descrição       : panf.A4 Direitos Animais (geral)

Você pode acessar o arquivo pela URL:

http://br.groups.yahoo.com/group/planetaazulporto/files/N%80%A0%A6%C3O%20AO%20SO\
FRIMENTO%20ANIMAL.pdf

Para saber mais sobre compartilhamento de arquivos no grupo, leia:

http://help.yahoo.com/help/br/groups/files

Atenciosamente,

planetaazulporto <planetaazulporto@...>

#10 De: "Alexandre Bahia" <al_bahia@...>
Data: Seg, 2 de Mai de 2005 5:23 pm
Assunto: Re: Garraiadas e Violência
albah21
Offline Offline
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Caros verdadeiros amigos dos animais,
 
Agradeço a resposta do Pedro Aires.
Saúdo e não poderia estar mais de acordo com as palavras do José Carlos Marques.
 
De facto, faço a distinção entre touradas e garraiadas, porque as vivi.
O termo garraiada designa uma corrida/manada de garraios, touros novos que ainda não foram corridos.
Também existe a largada, chega(da), a 'corrida' dos forcados, e outras manifestações da cultura popular, há que distinguir o trigo do joio, porque não cabe nesse mesmo saco "as pinturas de Foz Côa, as agressões domésticas, o mau trato das crianças e as diferentes exclusões sociais." sic PA.
A garraiada é uma festa de iniciação, de brincadeira, os animais são conduzidos para uma arena vedada reunindo uma multidão de gente excitada que entra para desafiar o touro: Toooouro, touro lindo, touro lindo, touro lindo, ehToooouro!
Entre o desafio de força, a demonstração de virilidade, a lida com animais perigosos, a festa do alimento,... poderemos tentar perceber e decompor o que haverá de tradição (e essa mata-se), de celebração, de relação simbiótica e simbólica, de espectáculo de massas e manadas, para o melhor e para o pior?
Também já vi coisas feias como miúdos a atirar pedras ao gado, mas são episódios criticados desde logo pelas pessoas que defendem estes espectáculos. e terei então que perguntar: Já assistiram?, sabem do que se trata? ou cá estamos nós, urbanos, de resposta pronta (a sua historicista faria cair por terra qualquer posição tradicionalista, que não é a minha), a julgar outros humanos, tão perto e tão longe do seu mundo rural. Nesta questão e na de Barrancos sou da humilde opinião que o tumulto atrasa a história, que com tiros para o ar se gastam munições, e que outras armas como o humor serão mais indicadas aos vossos propósitos.
Vi há um ano na Casa das Artes no Porto, um filme documentário sobre os Forcados da Moita de um realizador alemão que os acompanhou durante seis meses. gostava que o vissem. eu reformulei a minha posição, pelo conhecimento, cada um que julgue por si.
Condeno convosco qualquer tipo de mau trato ou desrespeito pelos animais, As touradas como espectáculos de morte ou violência, como circos romanos de polegar assassino, como encontros sociais e mediáticos,  como diversão balofa de adrenalina à custa de um animal digno, é reprovável e passadista. Apesar de representar uma festa mágica antiga celebrada desde as cavernas, da veneração de uma força e de uma estética apaixonante.
Gostava de me juntar à vossa corajosa atitude contra outros espectáculos bem mais graves como são as lutas de cães, que existem tanto na margem sul do tejo como do douro, e nos dizem respeito a todos. Ou a tentarmos resolver o problema dos cães vadios e abandonados... ou o excesso de pombos, de gaivotas...  para outra discussão pergunto que relação queremos com os animais selvagens, e com os domesticados, e da adaptação dos animais à globalização da hegemonia humana.
 
São mais dúvidas que certezas, agradeço-vos o tempo e o espaço para a discussão e para a acção.
 
Cordialmente,
 
 
Alexandre Bahia
 
 
 
 
 
----- Original Message -----
Sent: Saturday, April 30, 2005 11:34 AM
Subject: [planetaazulporto] Garraiadas e Violência

Caros Amigos

O Alexandre Bahia faz uma distinção entre touradas e garraiadas, e só se
demarca, creio eu, da denúncia destas últimas, que, supõe-se, considera
aceitáveis.

Mas afinal o que são garraiadas? Não sei muito bem, confesso.

Não estou muito de acordo com a perspectiva historicista do Pedro Aires.
Creio que as atitudes mais profundas e lúcidas do homem para com o animal
são até muito antigas e algumas das atitudes instrumentalistas até muito
modernas. Também não concordo que os transportes animais estejam
definitivamente ultrapassados e creio mesmo que há por vezes (nem sempre...)
mais "humanidade" na relação de alguns homens com os seus animais de
transporte do que na relação de muitos dos homens modernos com os animais.
Mas essa é uma questão demasiado vasta para ser agora tratada.

Creio que muitos de nós concordaremos com o Pedro Aires na necessidade de
uma relação não violenta e não exploradora para com os animais. Mas o
problema está em se, para fazermos avançar essa atitude "fraternal" com os
animais, entramos numa atitude de depreciação, hostilidade e agressividade
para com seres humanos. Certamente que não devemos aprovar a atitude
agressiva de seres humanos para com animais. Devemos mesmo procurar que a
nossa atitude seja vista como mais desejável, isto é, que a nossa
"fraternidade" com os animais se torne contagiosa. Mas utilizar uma
linguagem demasiado agressiva ou demasiado moralista (chamando bárbaros aos
que promovem garraiadas, por exemplo; eu concordaria que muitos dos
comportamentos correntes para com os animais configuram uma atitude bárbara,
no sentido pejorativo, aliás historicamente discutível, da palavra (quem era
bárbaro, o "bárbaro" ou o romano imperialista?); mas isso não significa que
passemos o rótulo de bárbaros aos que a reflectem; simplesmente porque, na
maior parte dos casos, essas pessoas não fazem ideia do que estão a fazer
("eles não sabem o que fazem" é algo de extremamente realista no julgamento
moral, ou melhor, na renúncia ao julgamento moral, o que, independentemente
de considerações de estrita religiosidade, é o que faz a grandeza do
personagem de Cristo). Na maior parte dos casos, o uso dessa linguagem
apenas provoca o enquistamento dos visados nas suas posições, tornando-os
cada vez mais impermeáveis aos argumentos da outra parte. É uma realidade
triste e incómoda, mas creio que é uma realidade que certas abordagens
psicológicas podem permitir compreender: é a reacção do caracol que, quando
tocado, se encolhe na sua casca, ou, pior, do urso acossado que, quando não
tem saída, se torna aquilo que não é, agressivo e violento).

Enfim, creio que ganharíamos mais em encontrar outras formas de abordar a
questão e outras linguagens, que tivessem em vista o mesmo resultado e
talvez afinal mais eficazes.

Cordialmente,
JCMarques 



#8 De: Jose Carlos Marques <j.marques@...>
Data: Sáb, 30 de Abr de 2005 10:34 am
Assunto: Garraiadas e Violência
j.marques@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Caros Amigos

O Alexandre Bahia faz uma distinção entre touradas e garraiadas, e só se
demarca, creio eu, da denúncia destas últimas, que, supõe-se, considera
aceitáveis.

Mas afinal o que são garraiadas? Não sei muito bem, confesso.

Não estou muito de acordo com a perspectiva historicista do Pedro Aires.
Creio que as atitudes mais profundas e lúcidas do homem para com o animal
são até muito antigas e algumas das atitudes instrumentalistas até muito
modernas. Também não concordo que os transportes animais estejam
definitivamente ultrapassados e creio mesmo que há por vezes (nem sempre...)
mais "humanidade" na relação de alguns homens com os seus animais de
transporte do que na relação de muitos dos homens modernos com os animais.
Mas essa é uma questão demasiado vasta para ser agora tratada.

Creio que muitos de nós concordaremos com o Pedro Aires na necessidade de
uma relação não violenta e não exploradora para com os animais. Mas o
problema está em se, para fazermos avançar essa atitude "fraternal" com os
animais, entramos numa atitude de depreciação, hostilidade e agressividade
para com seres humanos. Certamente que não devemos aprovar a atitude
agressiva de seres humanos para com animais. Devemos mesmo procurar que a
nossa atitude seja vista como mais desejável, isto é, que a nossa
"fraternidade" com os animais se torne contagiosa. Mas utilizar uma
linguagem demasiado agressiva ou demasiado moralista (chamando bárbaros aos
que promovem garraiadas, por exemplo; eu concordaria que muitos dos
comportamentos correntes para com os animais configuram uma atitude bárbara,
no sentido pejorativo, aliás historicamente discutível, da palavra (quem era
bárbaro, o "bárbaro" ou o romano imperialista?); mas isso não significa que
passemos o rótulo de bárbaros aos que a reflectem; simplesmente porque, na
maior parte dos casos, essas pessoas não fazem ideia do que estão a fazer
("eles não sabem o que fazem" é algo de extremamente realista no julgamento
moral, ou melhor, na renúncia ao julgamento moral, o que, independentemente
de considerações de estrita religiosidade, é o que faz a grandeza do
personagem de Cristo). Na maior parte dos casos, o uso dessa linguagem
apenas provoca o enquistamento dos visados nas suas posições, tornando-os
cada vez mais impermeáveis aos argumentos da outra parte. É uma realidade
triste e incómoda, mas creio que é uma realidade que certas abordagens
psicológicas podem permitir compreender: é a reacção do caracol que, quando
tocado, se encolhe na sua casca, ou, pior, do urso acossado que, quando não
tem saída, se torna aquilo que não é, agressivo e violento).

Enfim, creio que ganharíamos mais em encontrar outras formas de abordar a
questão e outras linguagens, que tivessem em vista o mesmo resultado e
talvez afinal mais eficazes.

Cordialmente,
JCMarques

#6 De: PEDRO Aires <planetaazulporto@...>
Data: Sex, 29 de Abr de 2005 5:40 am
Assunto: Re: Acção Contra Garraiada Organizada Pela F.A.P.
planetaazulp...
Offline Offline
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Caro Alexandre aceita-se o seu repto. Concordo consigo quando diz que a garraiada éuma manifestação cultural. tudo que fazemos são manifestações culturais. Desde o processo de fabrico do pão, aos diferentes jogos e actividades lúdicas,etc.
Também o são as pinturas de Foz Côa, as agressões domésticas, o mau trato das crianças e as diferentes exclusões sociais.
No entanto há valorações quantitativas e sobretudo qualitativas que são resultado do processo de evolução social. Hoje não se considera como casa uma gruta nem quando se fala de tranportes se pensa mais na tracção do boi, burro ou cavalo. Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades e há um evoluir das exigências...
É hoje cada vez mais de aceitação geral a necessidade de ver as outras criaturas animais que não o Homem, como ser que merecem compaixão e dignidade e de um lado a outro do aspectro de opniões sociais e políticas é reconhecida esta vontade social que se traduziu em vária legislação e declarações de intenções como A Declaração Universal dos Direitos dos Animais  e toda uma panóplia de leis que tem sido sucessivamente aprovada pelas sociedades mais civilizadas.
Muitas são as atitudes culturais em relação aos animais que estão hoje reconhecidamente ultrapassadas, são anacrónicas e cruéis e próprias de ama atitude homocêntrica e especista. Meu caro Alexander é tudo uma questão de ética. Se não me repudia  o molestar uns vitelos (que são geralmente os animais usados nas garraiadas) ou uns touros só para mero divertimento, como pooso de consciência limpa e correcta chamar à atenção do miúdo que puxa o rabo do gato para se divertir ou do outro que ata latas ao rabo do cão, etc.,
Lembro-lhe que a luta antitouradas e garraiadas não é nova data pelo menos documentalmente de1800. Nela tem participado personalidades de vulto e relevo cultural incontornável. Tem nestas últimas décadas obtido o apoio de várias faculdades e associações de estudantes do ensino superior português. E sinceramente acho que este apoii será maior quando a razão prevalecer sobre o cifrão.
Fala ainda o Alexandre em outras festas, será que se refere á matança do porco  ea outras festas mais bizarras que ainda inflizmente vão acontecendo pela Ibéria fora como o boi de fogo (ainda em prática em famalicão e promovido pela Igreja Católica), etc.?
Bem sobre todo este assunto ,desculpe-me esta mensagem quase telegráfica para o muito que é possível dizer-lhe.
dada a importância destes temas serão objecto de futuras mensagens no Grupo de Discussão.Apesar de achar que este é um assunto próprio para o grupo mencionado, voltarei a ele logo que possível e de uma forma particular ao diálogo pessoal com o Alexandre.
 
As minhas saudações ecológicas e anti-especistas,
 
José Silva.    
Alexandre Bahia <al_bahia@...> wrote:
Viva o Planeta Azul!
Discordo da acção de gente informada, civilizada, que não conhece ou não quer perceber a diferença entre touradas e humilhações aos animais e garraiadas ou outras festas de cariz cultural.
Se quiserem debater este assunto com argumentos, cá estarei, aberto. Se estão absolutamente certos, convidem-me a sair.
Saudações civilizadas,
 
Alexandre Bahia
 
----- Original Message -----
Sent: Wednesday, April 27, 2005 3:38 AM
Subject: [planetaazulporto] Acção Contra Garraiada Organizada Pela F.A.P.


Esta acção promovida pela Secção de Montanha e Vida Natural das
concelhias da "PLANETA AZUL associação ecológica alternativa" do
Porto e da Póvoa de Varzim, terá lugar no próximo dia 8-5-2005
(domingo), pelas 15 horas junto à praça de touros Poveira.

Apela-se ao protesto de tod@s quant@s se preocupam com o bem estar
animal. Divulga o máximo possível esta mensagem.

Para os mais activos:
F.A.P.
Rua do Campo Alegre,627 4150-179 Porto.
Telefone: 226076370. Fax: 226 076379.

GARRAIADA É IMPRÓPRIO DE GENTE CIVILIZADA!

Brevemente aqui mais pormenores sobre esta acção.






Yahoo! Acesso Grátis: Internet rápida e grátis. Instale o discador agora!

#5 De: "Alexandre Bahia" <al_bahia@...>
Data: Qui, 28 de Abr de 2005 2:48 pm
Assunto: Re: Acção Contra Garraiada Organizada Pela F.A.P.
albah21
Offline Offline
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Viva o Planeta Azul!
Discordo da acção de gente informada, civilizada, que não conhece ou não quer perceber a diferença entre touradas e humilhações aos animais e garraiadas ou outras festas de cariz cultural.
Se quiserem debater este assunto com argumentos, cá estarei, aberto. Se estão absolutamente certos, convidem-me a sair.
Saudações civilizadas,
 
Alexandre Bahia
 
----- Original Message -----
Sent: Wednesday, April 27, 2005 3:38 AM
Subject: [planetaazulporto] Acção Contra Garraiada Organizada Pela F.A.P.


Esta acção promovida pela Secção de Montanha e Vida Natural das
concelhias da "PLANETA AZUL associação ecológica alternativa" do
Porto e da Póvoa de Varzim, terá lugar no próximo dia 8-5-2005
(domingo), pelas 15 horas junto à praça de touros Poveira.

Apela-se ao protesto de tod@s quant@s se preocupam com o bem estar
animal. Divulga o máximo possível esta mensagem.

Para os mais activos:
F.A.P.
Rua do Campo Alegre,627 4150-179 Porto.
Telefone: 226076370. Fax: 226 076379.

GARRAIADA É IMPRÓPRIO DE GENTE CIVILIZADA!

Brevemente aqui mais pormenores sobre esta acção.





#4 De: "planetaazulporto" <planetaazulporto@...>
Data: Qua, 27 de Abr de 2005 2:38 am
Assunto: Acção Contra Garraiada Organizada Pela F.A.P.
planetaazulp...
Offline Offline
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Esta acção promovida pela Secção de Montanha e Vida Natural das
concelhias da "PLANETA AZUL associação ecológica alternativa" do
Porto e da Póvoa de Varzim, terá lugar no próximo dia 8-5-2005
(domingo), pelas 15 horas junto à praça de touros Poveira.

Apela-se ao protesto de tod@s quant@s se preocupam com o bem estar
animal. Divulga o máximo possível esta mensagem.

Para os mais activos:
F.A.P.
Rua do Campo Alegre,627 4150-179 Porto.
Telefone: 226076370. Fax: 226 076379.

GARRAIADA É IMPRÓPRIO DE GENTE CIVILIZADA!

Brevemente aqui mais pormenores sobre esta acção.

#3 De: planeta_azul_aea@...
Data: Sáb, 23 de Abr de 2005 1:38 am
Assunto: Notícia JN: PORTO Queima 2005 espera mais de 350 mil pessoas
planeta_azul_aea@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Notícia JN: PORTO Queima 2005 espera mais de 350 mil pessoas
http://jn.sapo.pt//2005/04/22/grande_porto/queima_2005_espera_mais_350_pessoas.h\
tml

Comentário: arquivar

#2 De: "planetaazulporto" <planetaazulporto@...>
Data: Sáb, 16 de Abr de 2005 7:06 am
Assunto: Acção Contra o Uso De Peles
planetaazulp...
Offline Offline
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
No seguimento das declarações á imprensa feitas recentemente pela
estilista Fátima Lopes, um grupo mde pessoas indignadas com essa
posição irresponsável e promotora do uso de peles de animais em
vestuário de moda, está a organizar uma acção de protesto que terá
lugar este sábado 16 de Abril, das 13 às 15.30 horas. em frente à
loja da Fátima Lopes na Rua do Ouro, 418 (margunal do Douro, mesmo
junto à ponte da Arrábida).

  É importante a presença de tod@as!

#1 De: "planetaazulporto" <planetaazulporto@...>
Data: Ter, 5 de Abr de 2005 8:26 am
Assunto: UM DOURO VIVO DA NASCENTE À FOZ!
planetaazulp...
Offline Offline
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Por este rio acima há muitos que o deitam abaixo...
Agora já não são só os exploradores da mão de obra barata para a
agricultura ou indústria.
O doce vinho do Porto é fruto da vida em histórias amargas. Glória
aos resistentes que lutam contra a adversidade de um rio nem sempre
domesticado, dócil e aprisionado em barragens.
Barragens que impedem a diversidade e abundância da fauna outrora
existente. Geram energia para a indústria tantas vezes de utilidade
duvidosa ou ilusória, aumentando os lucros de uns tantos e
perpetuando a sujeição e miséria de outros. Hoje temos entre outros
os Deuses da Energia, vulgo E.D.P..
cheios de energia, aparecem uns tantos e já não são poucos a querer
privatizar o rio, a sua paisagem, as praias fluviais e...outros
menos "poéticos" roubam-lhe as as areias para as misturar ao cimento
armado.
Houve também quem visse a beleza das suas margens e do deslizar em
percurso nas suas águas. Surgem os interesses da navegabilidade do
Douro, aumentados pelo interesse da SECIL e outos tantos, todos eles
egoístas. Um destes de "ar cultural" fez mesmo a edição de um
vídeo "A Construção De Um Rabelo" pela modesterríma quantia de 5800
$00. Pasme-se!
Destroí-se uma reserva natural assim declarada pelo poder local? Que
importa aos senhores do poder e da finança as Dunas do Cabedelo na
Afurada. Também ao Exército não importou a Reserva Natural do
Estuário do Tejo. A G.N.R. instalada no local -Posto do Canidelo-
nada fez quando os Nudo-Parvos e veranentes campistas de fim de
semana queimaram as vedações e passadiços de protecção das dunas
feitos com dinheiro da RÊS PUBLICA.
O desassoreamento do Douro não tem tido a mínima preocupação com a
destruição das dunas e seu impacto ecológico negativo.
A Câmara Municipal do Porto do outro lado do rio em Lordelo constrói
as gaiolas para Habitação Social do Aleixo.À frente surgem os
Jardins da Foz com o aproveitamento da paisagem para endinheirados e
burgueses. Remate disto a construção da sede dos Jovens Empresários,
tapando a paisagem e desrespeitando a volumetria do projecto
original aprovado. O NDMALO associação ecológica local meteu a
Cãmara em tribunal, cortaram-lhe os subsídios e apoios. Perdeu a
questão.
O destino dos efluentes do rio Douro no Porto é serem suprimidos ou
tornados canos de esgoto: Ribeira da Granja, Rio Tinto e Rio Torto
são disso exemplo.

                      LUTAREMOS...
Pela criação de um parque natural regional no Douro...
e pelo Parque do Douro Internacional
Pelas areias limpas deste rio
onde marcando nossos pés descalços
Avistaremos a paisagem...
até chegarmos ao mar.
Sem pérgolas, bares cafés e outras bizarrias
encobrindo a areia.
Pelo Douro Vivo e não radiactivo
E as pontes?! Hà sim...pois então.
São pontes para outras margens.
Podem-no ser, ou não!


Porto, Novembro de 1994
Secção de Montanhismo e Vida Natural


Optamos por iniciar aqui as mensagens da concelhia da PLANETA AZUL
Porto com a memória deste texto. Hoje muitas das questões aqui
abordadas já entraram na discussão e nas propostas das associações
ditas ambientalistas e não só. Na altura para uns não era
conveniente ou políticamente correcto e outros andavam a proclamar
as virtude do seu umbigo...


Ousar,intervir e marcar a diferença sempre foram apanágio desta
associação que ao longo do tempo muitos teimaram em reconhecer a
existência. Entre estes um sujeito ultrapassado no tempo que foi
autarca em Barrancos e de seu nome Tereno.
Ele já não é autarca e nós temos hoje sedes em cinco concelhos do
país... Talvez isto pode dizer algo a muitos que não querem ver a
realidade! Como diz o povão "pior cego é o que não quer ver" e o
bloco de Leste é uma realidade que se perdeu nos tempos.

mensagens 1 - 32 de 315   Mais recentes  |  < Mais recentes  |  Mais antigos >  |  Mais antigos
Avançado

Copyright © 2009 Yahoo! do Brasil Internet Ltda. Todos os direitos reservados.
Política de Privacidade - Termos do Serviço - Diretrizes - Ajuda