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#2187 De: Marco Tulio Ferreira <mtferreira@...>
Data: Seg, 23 de Jan de 2012 2:16 pm
Assunto: FW: Basf desiste de transgênicos na Europa
mtferreira27
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---------- Mensagem encaminhada ----------
De: AS-PTA <boletim@...>
Data: 20 de janeiro de 2012 10:11
Assunto: Basf desiste de transgênicos na Europa
Para: herkuuuu@...


###########################
POR UM BRASIL ECOLÓGICO,
LIVRE DE TRANSGÊNICOS E AGROTÓXICOS
###########################
Número 570 - 20 de janeiro de 2012
Car@s Amig@s,
A Basf, multinacional do setor químico com sede na Alemanha, anunciou esta semana a decisão de abandonar o mercado europeu de sementes transgênicas. Segundo um comunicado divulgado pela empresa, a decisão é devida ao fato de que “ainda existe uma falta de aceitação à tecnologia em muitas partes da Europa – por parte da maioria dos consumidores, agricultores e políticos”. A empresa irá concentrar seus esforços em “mercados mais atrativos para a biotecnologia de plantas na América do Norte, na América do Sul e nos mercados em crescimento na Ásia”.
A Basf é detentora da patente de uma das duas únicas variedades transgênicas aprovadas para cultivo na Europa: a batata transgênica Amflora, destinada à produção de amido para uso industrial. A produção de plantas alimentícias transgênicas para uso industrial é fortemente criticada em função do risco de contaminação de lavouras destinadas à alimentação. Desde que foi autorizada há dois anos, a Amflora foi cultivada em apenas algumas dezenas de hectares e já envolveu um escândalo em 2010, quando um campo experimental da própria empresa, na Suécia, foi contaminado por uma outra variedade de batata transgênica não autorizada, chamada Amadea. Um porta-voz da empresa declarou à AFP que, desde o episódio sueco, o cultivo da Amflora se limitou a uma parcela de dois hectares na Alemanha e que as vendas em 2011 foram “praticamente nulas” (UOL, 16/1/12).
Com a saída da Europa, a Basf interromperá a comercialização e o desenvolvimento de todos os produtos transgênicos destinados ao mercado Europeu, incluindo as batatas transgênicas para a produção de amido industrial (Amflora, Amadea e Modena), uma batata resistente a uma doença conhecida como requeima e uma variedade de trigo resistente a doença fúngica. A empresa apenas dará continuidade aos pedidos de autorização comercial que já estão em curso.
A notícia é, sem sombra de dúvida, uma grande vitória de todo o movimento anti-transgênicos na Europa e da forte resistência manifesta por consumidores e produtores. Não se pode deixar de observar, entretanto, que isso se deve, em parte, ao fato de que a biotecnologia não trouxe nenhum benefício real à população. Os consumidores não só não obtêm nenhuma vantagem ao adquirirem produtos transgênicos como, ao consumi-los, expõem-se a riscos ainda não devidamente avaliados. E os produtores, amplamente bombardeados com propagandas prometendo aumentos de produtividade e redução de custos de produção, atestam, na prática, que essas vantagens, quando ocorrem, são passageiras e que as lavouras transgênicas logo começam a provocar problemas antes inexistentes (que a indústria sempre promete resolver com seus novos lançamentos).
É evidente que se os transgênicos trouxessem benefícios reais (além dos benefícios econômicos para as empresas que os comercializam), a resistência europeia não se consolidaria. E é também verdade que nos países onde os transgênicos se difundiram (lembrando que o cultivo mundial está concentrado em apenas 4 países: EUA, Canadá, Brasil e Argentina) também existe forte objeção por parte de agricultores e consumidores – que infelizmente ainda não foi capaz de vencer o poder de lobby das indústrias sobre as instâncias decisórias dos governos, e nem o efeito provocado pela extrema concentração do mercado de sementes, que retira de circulação a maior parte das variedades convencionais e disponibiliza aos agricultores prioritariamente as transgênicas.
Com informações de:
- Nota à imprensa da Basf, 16/01/2012.
--
Reforçando o clima ruim para os transgênicos na Europa, a França informou na última semana que a proibição de safras de milho geneticamente modificadas será mantida em 2012 – apesar da decisão de uma corte superior ordenando a suspensão da medida. A notícia completa está reproduzida abaixo (2. França mantém proibição de milho transgênico).
 
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Neste número:
1. Dilma indica defensor dos transgênicos para o MCT
2. França mantém proibição de milho transgênico
3. Selo para não transgênicos
4. México autoriza Monsanto a cultivar milho transgênico em 63 hectares do país
5. Embrapa obtém primeiras plantas transgênicas de cana-de-açúcar
A alternativa agroecológica
Agricultores do Ceará começam a receber sementes do Brasil Sem Miséria
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1. Dilma indica defensor dos transgênicos para o MCT
A informação foi divulgada hoje pelo jornal O Globo. Preferindo nomes “técnicos” a quadros políticos dos partidos, a presidente anunciou que pretende nomear Marco Antonio Raupp para o lugar de Mercadante, que deixará o Ministério de Ciência e Tecnologia para assumir a pasta da Educação. Logo que assumiu a presidência da SBPC, em 2008, o matemático Raupp publicou artigo n’O Estado de São Paulo apelando para os ministros aprovarem a liberação comercial do milho transgênico. Na ocasião, o Conselho Nacional e Biossegurança, sob presidência de Dilma, estava para deliberar a respeito dos recursos do Ibama e da Anvisa que alegavam a ausência de dados suficientes e de estudos confiáveis sobre a segurança do produto. Deu no que deu.
Para Raupp, “Parte da cultura contra os transgênicos tem raízes obscurantistas e está causando muitos danos à ciência e à economia brasileiras, bem como ao meio ambiente, pelo uso indiscriminado de defensivos agrícolas.”
Leia na íntegra o artigo assinado em 2008 pelo futuro ministro.
2. França mantém proibição de milho transgênico
Uso do MON 810 da Monsanto está suspenso desde 2008
O governo francês informou nesta sexta, dia 13, que a proibição de safras de milho geneticamente modificadas será mantida em 2012 – apesar da decisão de uma corte superior ordenando a suspensão da medida.
Desde fevereiro de 2008, o uso da variedade de milho MON 810 da companhia norte-americana de biotecnologia Monsanto foi proibido pelo governo francês em virtude dos riscos à saúde e ao meio ambiente.
No final de novembro, a corte administrativa do Conselho de Estado ordenou que a decisão fosse revogada, depois de julgar um processo aberto pela Monsanto e outras empresas que se opõem à proibição da variedade de milho MON 810 pelo Ministério de Agricultura da França.
Fonte: Ruralbr, 03/01/2012.
3. Selo para não transgênicos
A legislação atual obriga os produtos transgênicos a ser identificados com um selo característico. A Associação Brasileira de Produtores de Grãos Não Geneticamente Modificados – ABRANGE considera essa medida insuficiente. Por isso, lançará ainda neste ano um selo específico para os alimentos livres de transgênicos. A marca poderá ser usada por derivados de soja e milho convencionais, como óleos, e por carnes de frangos e porcos alimentados por eles.
Fonte: Revista Época, 16/01/2012
4. México autoriza Monsanto a cultivar milho transgênico em 63 hectares do país
A companhia norte-americana de sementes Monsanto recebeu a permissão do Departamento de Segurança Alimentar e Higiene do México (Senasica) para cultivar 63 hectares de milho geneticamente modificado no Estado de Sinaloa, Noroeste do país, para analisar os benefícios econômicos da safra.
No ano passado, autoridades do México permitiram que a companhia cultivasse apenas um hectare no nordeste do Estado de Tamaulipas, por conta de preocupações com a contaminação de espécies de milho nativas do México.
O ministro da agricultura do México, Francisco Mayorga, e outras autoridades recentemente disseram que o país precisa avançar rapidamente na utilização da biotecnologia em agricultura, para reduzir a dependência das importações, que aumentou por causa de secas e geadas que atrapalharam a produção doméstica.
A Monsanto pediu aprovação para seis estudos piloto em 2,304 hectares em Sinaloa e Tamaulipas neste ano, mas apenas dois receberam uma resposta. A área aprovada para os dois estudos-piloto foi inferior aos 86 hectares pedidos pela companhia, segundo documento da Senasica.
Fonte: Ruralbr (da Agência Estado), 18/01/2012.
N.E.: Nada justifica o argumento de que a adoção da biotecnologia em agricultura pelo México reduziria a dependência das importações. Vale lembrar que o México ficou dependente de importações, inclusive de milho, depois que aprovou o Tratado Norte-Americano de Livre Comércio (o Nafta, que entrou em vigor em 1994) e foi inundado por produtos estadunidenses subsidiados, a preços que quebraram os agricultores do país (leia mais sobre os efeitos do Nafta no México).
Importante também lembrar que o México é considerado o Centro de Origem do milho e o mais importante centro de diversidade genética da espécie, e que esse valioso patrimônio genético está ameaçado pela contaminação por transgênicos. Em 2001, os pesquisadores Ignacio Chapela e David Quist, da Universidade da Califórnia - Berkeley (EUA), revelaram que variedades crioulas de milho em algumas comunidades remotas do México já estavam contaminadas por transgênicos. O estudo foi fortemente atacado, mas pesquisas posteriores confirmaram a contaminação (leia mais sobre o assunto no Boletim 426).
5. Embrapa obtém primeiras plantas transgênicas de cana-de-açúcar
A Embrapa Agroenergia obteve as primeiras plantas transgênicas confirmadas de cana-de-açúcar tolerante à seca com o gene DREB2A. As plantas foram selecionadas em laboratório e, nos próximos três meses, estarão em estágio de multiplicação in vitro para serem avaliadas em casa de vegetação.
Até maio de 2012, suas características serão avaliadas. Após esses processos, as que apresentarem melhor desempenho, tanto agronômico quanto das características pretendidas, terão potencial de avaliação a campo mediante aprovação de processo junto ao Comitê Técnico Nacional de Biossegurança (CTNBio). (...)
A pesquisa conta com o apoio do Centro Internacional de Pesquisas para Ciências Agrárias do Japão (Japan Internacional Research Center for Agricultural Sciences - JIRCAS), empresa de pesquisa vinculada ao governo japonês. (...)
Atualmente, ainda não existe variedade de cana-de-açúcar transgênica comercial. (...)
Fonte: Globo Rural On-Line, 16/01/2012.
A alternativa agroecológica
Agricultores do Ceará começam a receber sementes do Brasil Sem Miséria
Mais de 8,5 mil famílias dos terriórios de Cariri e Inhamuns Crateús vão ser beneficiadas com sementes de milho, feijão e hortaliças fornecidas pela Embrapa
Sementes de feijão, milho e hortaliças começaram a ser distribuídas no final de dezembro no Ceará. As sementes, produzidas pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vão beneficiar 4.485 famílias no território de Cariri e 4.058 no território Inhamuns Crateús. As famílias também recebem do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), como fomento, recurso não reembolsável de R$ 2,4 mil, dividido em três parcelas. A primeira, de R$ 1 mil, poderá ser usada para investimentos na produtividade. Além disso, os agricultores terão assistência técnica continuada, sob a coordenação do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). Esta é uma das ações do Plano Brasil Sem Miséria, que já destinou sementes para agricultores familiares de Minas Gerais, Bahia, Maranhão, Piauí e Pernambuco.
Cada família cearense vai receber dez quilos de sementes de milho, cinco de feijão caupi e um kit de sementes de hortaliças. Analista da Gerência de Sementes e Mudas da Embrapa, Aline Zacharias explica que o produto se adequa à região. “São variedades adaptadas de acordo com as condições climáticas para terem boa produtividade. São mais tolerantes às condições ambientais da região e possuem mais resistência a doenças e pragas.”
A Embrapa também distribui material didático, fôlderes e cartilhas com informações sobre produção e armazenamento das espécies. Com linguagem simples e ilustrações, dão até dicas culinárias para orientar sobre tópicos como armazenamento, de modo a que a semente seja reaproveitada na safra seguinte. Para os agentes que vão prestar assistência ao produtor, a Embrapa disponibiliza circulares técnicas.
Brasil Sem Miséria – A destinação de sementes é uma das ações de inclusão produtiva do Plano Brasil Sem Miséria. Os beneficiários têm perfil de agricultores familiares extremamente pobres, com renda mensal de até R$ 70 per capita. Para receber as sementes, as famílias precisam estar registradas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal.
De acordo com a secretária nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do MDS, Maya Takagi, o incentivo financeiro aliado à distribuição de sementes melhora o bem-estar e as condições de vida e garante a inclusão produtiva das famílias pobres. O fomento visa estruturar a produção. Pode servir à compra de ferramentas, de adubo orgânico ou mesmo para manter um galinheiro, explica a secretária. “A gente quer o compromisso das famílias em empreender uma atividade produtiva. Para isso, contarão com a assistência técnica.”
Até o momento, 24.623 famílias foram contempladas com a distribuição de 246 toneladas de sementes de milho, 123 de sementes de feijão e 24.623 kits de sementes de hortaliças. As próximas entregas de sementes do Brasil Sem Miséria serão feitas entre fevereiro e junho. A etapa seguinte, de agosto a dezembro.
Fonte: MDS, 13/01/2012 .
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Campanha Brasil Ecológico, Livre de Transgênicos e Agrotóxicos
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#2188 De: Marco Tulio Ferreira <mtferreira@...>
Data: Qui, 26 de Jan de 2012 7:12 pm
Assunto: Dilma reduz UCs na Amazônia para viabilizar hidrelétricas
mtferreira27
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Alguém ai tava sabendo disso?



Dilma reduz Unidades de Conservação na Amazônia para viabilizar hidrelétricas

Medida provisória publicada pela presidente na segunda-feira (9/1/2012) desafeta cinco Unidades de Conservação para a implantação do Complexo Hidrelétrico do Tapajós, no Pará, uma para a implementação das UHEs Jirau e Santo Antônio, no Rio Madeira e outra para a UHE Tabajara, estas últimas em Rondônia.
Por Instituto Socioambiental
A Medida Provisória (MP) nº 558 de 5 de janeiro de 2012, publicada na última sexta-feira (6/1/2012) e republicada em dia 9/1 por incorreções, mantém a estratégia do governo atual para o setor socioambiental: retroceder em relação a conquistas de governos anteriores em nome do desenvolvimento a qualquer preço. A MP que segue com força de lei até sua votação pelo Congresso, altera os limites de sete Unidades de Conservação (UCs) – três Parques Nacionais (Parnas), três Florestas Nacionais (Flonas) e uma Área de Proteção Ambiental (APA) – com o objetivo de viabilizar a implantação das hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio no Rio Madeira e da UHE Tabajara, em Rondônia e do Complexo Tapajós, no Pará.
O total de área excluída das sete UCs é de 91.308 hectares. A Flona de Itaituba II, criada em 1998 com 440.500 hectares e localizada nos municípios de Itaituba e Trairão, no Pará, foi a mais atingida, perdendo área de 28.453 hectares para a instalação da UHE São Luiz do Tapajós. O Complexo Tapajós é composto pelas UHEs Jatobá e São Luiz do Tapajós, no Rio Tapajós e pelas UHEs Cachoeira do Caí, Cachoeira dos Patos e Jamanxim, no Rio Jamanxim, cuja potência estimada é de aproximadamente 10.682 megawatts (MW).
A região ainda inclui outros projetos hidrelétricos como a UHE Chacorão, cuja potência estimada de 3.336 MW aguarda a conclusão dos estudos de viabilidade, a serem entregues até julho deste ano. Esta deve alagar uma parte importante da Terra Indígena Mundurucu, tendo ainda impacto direto sobre a TI Sai Cinza, e possivelmente a TI Pontal dos Apiakás e Isolados. Em carta recente, os povos indígenas Munduruku, Apiaká e Kaiabi denunciam o desrespeito à legislação ambiental e aos processos de consulta às populações atingidas por estes e outros projetos hidrelétricos levados a diante na Bacia do Rio Tapajós. Saiba mais.
A iminência da redução das UCs em virtude da implementação do Complexo Tapajós já havia sido anunciada anteriormente em notícia produzida pelo ISA e publicada no site em maio/2011.
A implementação das UHEs do Rio Madeira já havia gerado alterações nas UCs locais, inclusive em 13 UCs estaduais de Rondônia, com revogações, alterações de limites e permutas de áreas entre o governo do estado e o governo federal. Relembre o caso lendo as notícias publicadas pelo ISA em julho de 2010: Termina a novela da hidrelétrica de Jirau e a permuta de UCs em Rondônia e O estica e encolhe das Unidades de Conservação de Rondônia.
Veja a tabela abaixo com a situação de cada uma das UCs.

(*) Pequenas diferenças de área ou porcentagem podem ser interpretadas por diferenças de bases cartográficas entre ISA e ICMBio.
(**) Estudos de Inventário e Viabilidade
(***) Notar que o Parna da Amazônia e Campos Amazônicos tiveram outras alterações por motivos de adequação da situação de assentamentos, além de UHEs. Estas consideradas, a MP-558 proporcionou uma redução total de 33.622 há considerando as 7 UC’s envolvidas.
(****) Embora o Decreto de criação do PARNA Campos Amazônicos apresente sua área como sendo 873.570 hectares, este valor estava superdimensionado, pois não excluiu o entorno da estrada do estanho, excluído do Parna por citação, e não memorial descritivo. Assim, o Parna foi criado em 2006 com 833,291 hectares e não 873.570 hectares.
Veja os mapas de cada UC com as alterações.
Parna Amazônia (clique na imagem para ampliar)

APA do Tapajós (clique para ampliar)

Flona do Crepori (clique na imagem para ampliar)

Parna Campos Amazônicos (clique para ampliar)

Flona de Itaituba I (clique na imagem para ampliar)

Flona de Itaituba II (clique na imagem para ampliar)

A MP nº 542/2011 e os Parques Nacionais
Os Parques Nacionais (Parnas) da Amazônia (AM/PA), dos Campos Amazônicos (AM/RO/MT) e Mapinguari (AM/RO) já haviam sofrido alterações de limites por meio de outra MP, a de número 542, em agosto de 2011, abrindo um perigoso precedente no modo de legislar sobre o tema. Esta MP resultou na redução de 25 mil hectares do Parque Nacional da Amazônia, em 8,4 mil hectares do Parna do Mapinguari e na ampliação de 137 mil hectares do Parna dos Campos Amazônicos, excluindo áreas e ampliando outras importantes para a conservação.
A finalidade central da MP nº 542 em permitir e facilitar a implementação das UHEs era indiscutível. Embora no caso dos Parnas da Amazônia e dos Campos Amazônicos os novos limites tenham considerado resoluções de conflitos com áreas de assentamentos humanos, algumas estabelecidas antes da criação das UCs, medida avaliada positivamente por muitos que bem conhecem a região e no caso do Parna Campos Amazônicos tenha ainda havido ganho na conservação de área sensíveis. (Veja mais a respeito na argumentação do Instituto Chico Mendes sobre as redelimitações). Da mesma forma agora com a Medida Provisória nº 558.
A pergunta que fica, entretanto, é: Por que os Parnas da Amazônia, dos Campos Amazônicos e Mapinguari reapareceram na nova MP? A questão é que a MP nº 542/2011 caducou. Não foi apreciada pelo plenárioda Câmara e teve seu prazo de vigência encerrado no dia 12 de dezembro de 2011, mesmo depois de sua prorrogação por 60 dias em outubro de 2011.
Assim, a nova MP apenas republicou as alterações já determinadas para os três Parnas, uma vez que elas haviam caducado.Há entretanto um adendo a ser observado. Em relação a estes três Parnas, o inciso II do Artigo 2 estabeleceu uma nova condição: a exclusão de áreas do Parna da Amazônia, que pela MP anterior, a de nº 542, tinha sido apenas para resolução de antigos conflitos fundiários. Nesta MP (nº 558/2012) passa a ter também motivos vinculados ao aproveitamento energético, uma vez que a área de aproximadamente 18.700 hectares foi retirada do Parna para viabilizar a implementação da UHE São Luiz do Tapajós (6,1 mil MW), pertencente ao Complexo Tapajós.
Ou seja, o Parna da Amazônia, única das UCs cuja alteração de limites não tinha relação com a expansão da matriz energética brasileira, juntou-se às demais seis neste aspecto.
Veja detalhes da tramitação da MP 542/2011 e acompanhe de agora em diante a tramitação da MP 558/2012.
A legalidade das Medidas Provisórias
Em novembro de 2011, a Procuradoria-Geral da República (PGR) ajuizou no Supremo Tribunal Federal (STF) uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4678 com pedido de liminar, questionando a MP nº 542/2011.
Segundo o próprio STF, a argumentação da PGR é de que o ato sob o qual se legislou não era de natureza urgente, ou seja, não se justificaria a edição de uma Medida Provisória para implementar empreendimentos hidrelétricos que sequer tiveram os respectivos licenciamentos ambientais emitidos. “Além de não existir a alegada urgência, o procedimento adotado pelo Poder Executivo contraria a legislação específica do licenciamento ambiental”, argumenta a PGR.
Mesmo a necessidade de regularização da situação fundiária de famílias residentes nos Parnas, argumento utilizado pelo Executivo para justificar a urgência na tramitação, não configuraria situação de urgência. “Em que pese seja possível admitir a relevância da questão, ela não pode ser definida como urgente, pois demanda a análise qualificada e fundamentada das medidas a serem adotadas”, sustenta o órgão. Conforme destaca a autora na inicial, “a própria Lei 9.985/2000 oferece mecanismos ao Poder Executivo para que as populações tradicionais não sofram qualquer tipo de prejuízo em decorrência da criação de unidades de conservação, mesmo de proteção integral”. Os mesmos fundamentos da Ação Direta de Inconstitucionalidade são aplicáveis à nova MP.
O Ministro Ayres Britto foi o relator da ADI 4678. (Para o acompanhamento processual da ADI 4678 no Supremo Tribunal Federal, clique aqui).
Leia mais sobre o desafio da manutenção e implementação de UCs frente ao modelo de desenvolvimento energético baseado em hidrelétricas no artigo do advogado e coordenador adjunto do Programa de Política e Direito do ISA Raul Silva Telles do Vale, publicado no site Unidades de Conservação da Amazônia Brasileira.
Saiba mais sobre cada uma das UCs afetadas:
Parna da Amazônia
APA do Tapajós
Flona do Crepori
Parna dos Campos Amazônicos
Parna Mapinguari
Flona de Itaituba I
Flona de Itaituba II


#2189 De: peter cezar nascimento <petercezar@...>
Data: Seg, 30 de Jan de 2012 2:38 pm
Assunto: CONVITE: 3a. Feira dos Saberes e Sabores de Moeda
petercezar
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                                                                        Favor divulgar.
logo_SaberesSabores.jpg



Próxima (3a. edição)
Feira dos Saberes e Sabores de Moeda


Dia 11 de Fevereiro de 2012 (sábado)
De 9h as 16h
Na rua do Comércio s/n Centro - Moeda-MG
(a 60km de BH)

Informações e fotos das edições anteriores: http://ecovidasaomiguel.org/?page_id=282

Realização: Instituto de Permacultura EcoVIDA São Miguel






Marcenaria de Caçamba
Soluções em madeira reciclada, permacultura e bioconstrução





#2190 De: Dani e Ka <espacomaia@...>
Data: Ter, 31 de Jan de 2012 11:50 pm
Assunto: TRILHA INKA Out 2012 - Uma Caminhada nas Alturas de MACHU PICCHU!
espacomaia
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TRILHA  INKA
Uma Caminhada nas Alturas de
MACHU  PICCHU 
Set/Out de 2012
“Entonces en la escala de la tierra he subido (…)
Hasta ti,  MACHU PICCHU.â€
Pablo Neruda – â€Alturas de Machu Picchuâ€

Tradicional Caminhada de Quatro Dias até o Santuário Inka de MACHU PICCHU

TRILHA INKA – 29 de setembro a 8 de outubro de 2012
http://kawribas.blogspot.com/2011/12/trilha-inka-uma-caminhada-nas-alturas.html
 
ROTEIRO:
•        29 de setembro, sábado: chegada a Lima, translado ao hotel e à noite, show das águas no “Parque de las águasâ€.
•        30 set, domingo: translado ao aeroporto e viagem Lima-Cuzco, city tour e translado ao hotel, tempo para aclimatação e pernoite em Cuzco.
•        01 de outubro, segunda: ônibus de Cuzco até o início da Trilha Inka. Primeiro dia de caminhada.
•        02 out, terça: Segundo dia de caminhada.
•        03 out, quarta: Terceiro dia de caminhada.
•        04 out, quinta: Quarto dia de caminhada e chegada a Machu Picchu – descida em ônibus de Machu Picchu até o povoado de Aguas Calientes, pernoite em Águas Calientes com opção de visita às águas termais.
•        05 out, sexta: Trem Machu Picchu – Ollantaytambo, “cidade inka viventeâ€, povoado andino no Vale Sagrado que mantêm o traçado urbanístico inka. Pernoite em Ollantaytambo.
•        06 out, sábado: Pela manhã, opcional de Temaskal – Tenda do Suor em Urubamba, no Vale Sagrado. Almoço em Ollantaytambo e ônibus para Cuzco. Jantar de confraternização do Grupo e pernoite em Cuzco.
•        07 out, domingo: dia livre e última noite em Cuzco.
•        08 out, segunda: Translado do hotel ao aeroporto e viagem a Lima, retorno ao Brasil.
 
Obs.: Há pacotes opcionais para os que quiserem permanecer mais tempo no Peru: Mais dias em Cuzco, Amazônia Peruana, Lago Titikaka, Nazca, Cânion de Colca e outros.
 
IMPORTANTE:
•        Em função da grande procura e limitação de vagas na trilha, é imprescindível confirmar a participação, via depósito inicial, até  29/02/2012.  
•        O acompanhamento é diferenciado e especializado. O Grupo é acompanhado em todo o roteiro por Ka W. Ribas, profundo conhecedor da cultura, história e tradição andina, autor do livro “A Ciência Sagrada dos Incasâ€.
•        Agência responsável pela logística: Peru Travel & Adventures - www.perutravelspecials.com
•        Empresas parceiras no Brasil:
•        Certa Viagens - Rua Aimorés, 2578  - Loja 11 - Bairro Santo Agostinho   Belo Horizonte-MG    Tel/Fax : (31) 2515.4815     luciana@...
•        Destino Livre - www.destinolivre.com.br
•        Hospedagem em hotéis de classe turística , 3 ou 4 estrelas, com café da manhã, transporte (ônibus/van) exclusivo para o grupo.
 
                 RECOMENDAÇÕES:
•        Documento necessário: Carteira de Identidade ou Passaporte que valha pelo menos seis meses após a data da viagem.
•        É obrigatório vacinar contra a febre amarela para ingressar no Peru e ter a Carteira Internacional de Vacinação (emitida pela ANVISA ).
•        A aclimatação é fundamental, dê tempo ao tempo e faça tudo lentamente.
 
Serviços na Trilha Inka:
•        Traslado desde o hotel em Cusco ate o ponto inicio da trilha.
•        Ingressos a Trilha Inca Km. 82 / Machu Picchu.
•        Guia especializado de alta montanha.
•        Equipamento de acampamento comum: barracas Bi-pessoais (Igloo Tents), barraca refeitório, barraca banheiro, mesas, bancas e utensílios para as comidas.
•        Carregadores para equipamento comum. (Não para mochilas com utensílios pessoais, caso deseje um carregador adicional, são U$120 por carregador pessoal).
•        Kit medico de primeiros socorros (inclui balão de oxigênio) .
•        Toda a alimentação durante a trilha Inca.
•        Ônibus ecológico para descer desde Machu Picchu até Aguas Calientes (Machu Picchu Pueblo).
•        Trem no serviço turístico Expedition na rota Machu Picchu / Ollantaytambo.
•        Traslado em ônibus regular desde a estação de Ollantaytambo ate Cusco.
•        Acompanhamento diferenciado.   
 
Sobre a Trilha Inka:
•        Esta rota de caminhada, considerada uma das principais do Mundo, não é apenas uma aventura. É também a peregrinação a um lugar sagrado. Caminhando, compreendemos a grandiosidade dos Inkas e o enorme legado que nos deixaram. Nosso espírito renova-se e re-começamos a viver.
 
VALORES:
•        u$ 1.482 + passagem aérea + despesas pessoais (alimentação, compras e outros).
            Observações:  
•        Parte Terrestre : u$ 1.482 (em 5x) – inclui  a infra-estrutura, alimentação e apoio nos quatro dias de Trilha Inka (ver especificação dos serviços), hospedagem (hotel classe turística com café da manhã), transporte (ônibus/van) exclusivo para o grupo, entrada nos complexos arqueológicos (incluindo as entradas em Machu Picchu e permissão para realizar a Trilha), trem Machu Picchu-Ollantaytambo, ônibus ecológico para descida de Machu Picchu, acompanhamento especializado e diferenciado.
•        O  preço toma como base um Grupo de 20 participantes, um número reduzido acarretará um acréscimo no preço.
•        Valores para quartos duplos, há alterações no preço para quartos individuais e triplos.
•        Não está incluído: almoço, jantar, gorjetas, compras, despesas pessoais e entrada nos passeios opcionais, assim como o Temaskal – Tenda do Suor.  
•        Pagamento em 5x (pagamento inicial de u$ 300 até 29 de fev + 4x de u$296).
•        Parte Aérea: Preço médio em torno de u$ 700 (SP-Lima-Cuzco/Cuzco-Lima-SP) que pode ser parcelado no cartão de crédito. 
•        Exigimos seguro de viagem que pode ser comprado junto com a passagem.
•        Contato: (31) 3575-3685 / 9422-9331 – kawribas@...

Conheça também nosso roteiro TITIKAKA 2012 - O Lago Sagrado
 Eixo Energético Feminino do Planeta Terra
 Bolívia e Peru - 26 de Abril a 07 de Maio de 2012
http://www.kawribas.blogspot.com/2012/01/viagem-lugares-de-poder-lago-titikaka.html

 







1 de 1 foto(s)


#2191 De: "necotorquato" <necotorquato@...>
Data: Qua, 1 de Fev de 2012 11:50 am
Assunto: Preparo de berço para plantio
necotorquato
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Amigos,

Fiz esse artigo ensinando como preparar um berço ("cova") para o plantio de
mudas de uma maneira toda especial:
http://mungoverde.blogspot.com/2012/01/berco-ecologico.html

Espero que gostem!
Inté!

#2192 De: Marco Tulio Ferreira <mtferreira@...>
Data: Qui, 2 de Fev de 2012 4:02 pm
Assunto: FW: [ecohumanabh] Seleção
mtferreira27
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Vinicius Benites Alves <vibalves@...>

A Operação Amazônia Nativa (OPAN) www.amazonianativa.org.br, com sede em Cuiabá/MT, está selecionando técnio, de preferência com formação em biologia, eng. florestal, agronomia ou áreas afins para trabalhar com os indios Xavante de Marãiwatsédé, em São Félix do Araguaia/MT. 
Principais funções: habilidade na área produtiva com plantas - trabalho voltado para o enriquecimento de roças e quintais e recuperação de áreas degradadas e apoio as manifestações culturais.  
Permanência na aldeia de 15 à 20 dias do mês. 
Início - fevereiro / março
Contrato CLT de 12 meses, salário bruto de R$ 2.600,00, unimed nacional...
Interessados mandar curriculo para vibalves@...
 
Abraços


#2193 De: peter cezar nascimento <petercezar@...>
Data: Seg, 6 de Fev de 2012 9:06 pm
Assunto: Enc: CONVITE: 3a. Feira dos Saberes e Sabores de Moeda
petercezar
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Favor divulgar.
logo_SaberesSabores.jpg



Próxima (3a. edição)
Feira dos Saberes e Sabores de Moeda


Dia 11 de Fevereiro de 2012 (sábado)
De 9h as 16h
Na rua do Comércio s/n Centro - Moeda-MG
(a 60km de BH)

Informações e fotos das edições anteriores: http://ecovidasaomiguel.org/?page_id=282

Realização: Instituto de Permacultura EcoVIDA São Miguel








Marcenaria de Caçamba
Soluções em madeira reciclada, permacultura e bioconstrução




--
Marcenaria de Caçamba
Soluções em madeira reciclada, permacultura e bioconstrução




#2194 De: "Luciano" <lucgontijo@...>
Data: Qua, 8 de Fev de 2012 6:00 am
Assunto: Baixaria
lucgontijo
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Ao que parece ainda nao se organizou nada neste grupo de discussao neste
sentido. Acho que seria positivo um trabalho coordenado pra detetar quem anda
anunciando em certos programas de TV, notadamente o BBB12 pra compartilhamento
da informacao e mesmo fomento de acoes como a elaboracao de mensagens pra
circular na rede.

Grato pela atencao

#2195 De: "CaroLina de Moura Campos" <carolcampos@...>
Data: Qua, 8 de Fev de 2012 7:30 pm
Assunto: Rede TERRA VIVA - Feira 11 fev, sábado
carol4cm
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Olá, bom dia!

Ainda em tempo, a Rede Terra Viva deseja feliz 2012 a todos e todas.

 

Desde novembro passado um grupo de colaboradores está se reunindo e revisando desde objetivos até método organizativo de nossa Rede.

 

Bom que fevereiro chegou, hora de compartilhar e enriquecer o trabalho que elaboramos. Após a primeira Feira Presencial do Santê, que acontece dia 11 de fevereiro, teremos Encontro Vivo – momento de reunião e troca sobre a gestão da Rede. Na oportunidade iremos dialogar e validar coletivamente como funcionaremos em 2012. Deguste à vontade o conteúdo base que postamos em www.redeterraviva.org.

Seguiremos com atualizações na página, acompanhe. Produtores, consumidores, amigos, associados e parceiros: participem! Sua contribuição é essencial.

 

Uma rede é feita de elos interdependentes. Todos são importantes e se fortalecem.

 

Abraço fraterno,

Núcleo de Colaboradores da Rede Terra Viva

 

 


#2196 De: thiago lopes <thiagobeaga@...>
Data: Qui, 9 de Fev de 2012 1:30 pm
Assunto: Rede Terra Viva 2012 - Feira Santê, 11 fevereiro
thiagobeaga
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----- Mensagem encaminhada -----
De: thiago lopes <thiagobeaga@...>
Para:
Enviadas: Quinta-feira, 9 de Fevereiro de 2012 11:16
Assunto: Rede Terra Viva 2012 - Feira Santê, 11 fevereiro


Olá, bom dia.
Ainda em tempo, a Rede Terra Viva deseja feliz 2012 a todos e todas. Paz!
 
Desde novembro passado um grupo de colaboradores está se reunindo e revisando desde objetivos até método organizativo de nossa Rede.
Bom que fevereiro chegou, hora de compartilhar e enriquecer o trabalho que elaboramos. Após a primeira Feira Presencial do Santê, que acontece dia 11 de fevereiro, teremos Encontro Vivo â€“ momento de reunião e troca sobre a gestão da Rede. Na oportunidade iremos dialogar e validar coletivamente como funcionaremos em 2012. Deguste à vontade o conteúdo base que postamos em www.redeterraviva.org.
Seguiremos com atualizações na página, acompanhe. Produtores, consumidores, amigos, associados e parceiros: participem! Sua contribuição é essencial.
 
Uma rede é feita de elos interdependentes. Todos são importantes e se fortalecem.
 
Abraço fraterno,
Núcleo de Colaboradores da Rede Terra Viva
 
 













----- Mensagem encaminhada -----
De: thiago lopes <thiagobeaga@...>
Para:
Enviadas: Quinta-feira, 9 de Fevereiro de 2012 11:16
Assunto: Rede Terra Viva 2012 - Feira Santê, 11 fevereiro


Olá, bom dia.
Ainda em tempo, a Rede Terra Viva deseja feliz 2012 a todos e todas. Paz!
 
Desde novembro passado um grupo de colaboradores está se reunindo e revisando desde objetivos até método organizativo de nossa Rede.
Bom que fevereiro chegou, hora de compartilhar e enriquecer o trabalho que elaboramos. Após a primeira Feira Presencial do Santê, que acontece dia 11 de fevereiro, teremos Encontro Vivo – momento de reunião e troca sobre a gestão da Rede. Na oportunidade iremos dialogar e validar coletivamente como funcionaremos em 2012. Deguste à vontade o conteúdo base que postamos em www.redeterraviva.org.
Seguiremos com atualizações na página, acompanhe. Produtores, consumidores, amigos, associados e parceiros: participem! Sua contribuição é essencial.
 
Uma rede é feita de elos interdependentes. Todos são importantes e se fortalecem.
 
Abraço fraterno,
Núcleo de Colaboradores da Rede Terra Viva
 
 













#2197 De: peter cezar nascimento <petercezar@...>
Data: Sáb, 11 de Fev de 2012 9:42 pm
Assunto: Saberes e Sabores - nota de agradecimento
petercezar
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Irmaos e amigos,

chegamos ao fim da ediçao fevereiro da Saberes e Sabores. Foi ótimo ver aquele ambiente de festa, rua fechada, crianças brincando livremente e pessoas conversando em grande harmonia. Foi bom ver músicos e artistas abnegados e de coragem tentando levar um pouco de arte para o mundo.

São muitos os desafios e grande a necessidade de apoio. Solicitamos aos amigos que divulguem esta iniciativa e aproveitamos para convocar todos os que são solidários às nossas idéias, para se juntar a nós nesta rede de possibilidades.

Desejamos agradecer ao pessoal da Cia. Circunstancia, ao Duo Luis e Barbara e ao Sr. Leandro, que nos proporcionou momentos de festa no dia de hoje. Aproveitamos para convidar àqueles que desejam se apresentar, pois dispomos de espaço para seus números.

Agradecemos também a presença de todos os que apareceram e podemos dizer àqueles que nao vieram que aqui há muito para ser apreciado. Como sugestão, que tal sair de "Beagáses", para respirar o ar puro da Serra na próxima edição, em 10 de março.

Um abraço a todos, Marina e Peter.


 
Marcenaria de Caçamba
Soluçoes em madeira reciclada, permacultura e bioconstrução

#2198 De: Marco Tulio Ferreira <mtferreira@...>
Data: Seg, 13 de Fev de 2012 3:20 pm
Assunto: FW: Panamas Natural Resources & Indigenous Communities Need Our Help
mtferreira27
Enviar e-mail Enviar e-mail
 



Date: Sat, 11 Feb 2012 15:10:31 -0430
From: shiaakua@...
Subject: Panamas Natural Resources & Indigenous Communities Need Our Help
To: ISE-L@...

http://www.avaaz.org/en/petition/Panamas_natural_resources_and_indigenous_communities_need_our_help/?fpla

Panamas Natural Resources & Indigenous Communities Need Our Help

Panamas Natural Resources & Indigenous Communities Need Our Help
5,000
89
89 people have signed. Help get to 5,000

Why this is important

The Panamanian government is siding with environmentally dangerous mining and hydroelectric companies over the Ngäbe-Buglé indigenous peoples, breaking laws on land rights and violently repressing descent. President Martinelli Berrocal ordered a violent crackdown on Ngäbe-Buglé protestors for their opposition to a bill that would eliminate their right to decide on the use of natural resources in their land, leaving at least 2 deaths and hundreds severely injured and imprisoned. But public outrage has caught Martinelli Berrocal off guard, and he’s agreed to a truce with the Ngäbe-Buglé to halt the protests and repression, so Congress can debate the Bill once again which is why Panama’s environment and Ngäbe-Buglé community are still in imminent danger.

Panamanian carnivals begin on Feb 18th, the perfect moment for Martinelli Berrocal’s government to try and sneak the Bill through when they think no one is watching, leaving the Ngäbe-Buglé territories unprotected from mining and hydroelectric projects. Let's get 5k signatures from across Panama and the world and deliver the petition on Feb 18th to President Martinelli Berrocal! Sign the petition now and share with everyone you know who wants justice and sustainable development in Panama!

El gobierno panameño eligió apoyar compañías mineras e hidroeléctricas en lugar de apoyar a la población Ngäbe-Buglé. El presidente Martinelli Berrocal ordenó una ofensiva contra quienes se oponían a un anteproyecto de ley que eliminaba el derecho de la Comarca Ngäbe-Buglé de decidir sobre el uso de los recursos naturales en sus propias tierras. Pero el clamor público tomó a Martinelli Berrocal desprevenido y se acordó una tregua para detener las protestas y a la represión, y permitiera a la Asamblea Legislativa debatir nuevamente el punto que aún mantiene en peligro inminente los recursos naturales y la comunidad Ngäbe-Buglé.

El sábado 18 de febrero inician los carnavales en Panamá, el momento perfecto para que Martinelli Berrocal imponga el anteproyecto mientras el país estará inatento. Consigamos 5,000 firmas de Panamá y del resto del mundo para entregarle nuestra petición el 18.02.2012 al Presidente Ricardo Martinelli Berrocal. Firma la petición YA y compártela con todos los que quieren justicia y un desarrollo sostenible en Panamá!

Para la petición completa visita: http://panamasolidariosostenible.blogspot.com/

#2199 De: gustavo bernardino <malacco@...>
Data: Seg, 13 de Fev de 2012 6:03 pm
Assunto: RE: FW: Panamas Natural Resources & Indigenous Communities Need Our Help
gmalacco
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
qq semelhança no Brasil é mera coindidência.
 
Gustavo Malacco
 

To: etnobio@...; ecohumanabh@...; permaculturamg@...; agroeco_grupos@...
From: mtferreira@...
Date: Mon, 13 Feb 2012 15:20:24 +0000
Subject: [permaculturamg] FW: Panamas Natural Resources & Indigenous Communities Need Our Help

 



Date: Sat, 11 Feb 2012 15:10:31 -0430
From: shiaakua@...
Subject: Panamas Natural Resources & Indigenous Communities Need Our Help
To: ISE-L@...

http://www.avaaz.org/en/petition/Panamas_natural_resources_and_indigenous_communities_need_our_help/?fpla

Panamas Natural Resources & Indigenous Communities Need Our Help

Panamas Natural Resources & Indigenous Communities Need Our Help
5,000
89
89 people have signed. Help get to 5,000

Why this is important

The Panamanian government is siding with environmentally dangerous mining and hydroelectric companies over the Ngäbe-Buglé indigenous peoples, breaking laws on land rights and violently repressing descent. President Martinelli Berrocal ordered a violent crackdown on Ngäbe-Buglé protestors for their opposition to a bill that would eliminate their right to decide on the use of natural resources in their land, leaving at least 2 deaths and hundreds severely injured and imprisoned. But public outrage has caught Martinelli Berrocal off guard, and he’s agreed to a truce with the Ngäbe-Buglé to halt the protests and repression, so Congress can debate the Bill once again which is why Panama’s environment and Ngäbe-Buglé community are still in imminent danger.

Panamanian carnivals begin on Feb 18th, the perfect moment for Martinelli Berrocal’s government to try and sneak the Bill through when they think no one is watching, leaving the Ngäbe-Buglé territories unprotected from mining and hydroelectric projects. Let's get 5k signatures from across Panama and the world and deliver the petition on Feb 18th to President Martinelli Berrocal! Sign the petition now and share with everyone you know who wants justice and sustainable development in Panama!

El gobierno panameño eligió apoyar compañías mineras e hidroeléctricas en lugar de apoyar a la población Ngäbe-Buglé. El presidente Martinelli Berrocal ordenó una ofensiva contra quienes se oponían a un anteproyecto de ley que eliminaba el derecho de la Comarca Ngäbe-Buglé de decidir sobre el uso de los recursos naturales en sus propias tierras. Pero el clamor público tomó a Martinelli Berrocal desprevenido y se acordó una tregua para detener las protestas y a la represión, y permitiera a la Asamblea Legislativa debatir nuevamente el punto que aún mantiene en peligro inminente los recursos naturales y la comunidad Ngäbe-Buglé.

El sábado 18 de febrero inician los carnavales en Panamá, el momento perfecto para que Martinelli Berrocal imponga el anteproyecto mientras el país estará inatento. Consigamos 5,000 firmas de Panamá y del resto del mundo para entregarle nuestra petición el 18.02.2012 al Presidente Ricardo Martinelli Berrocal. Firma la petición YA y compártela con todos los que quieren justicia y un desarrollo sostenible en Panamá!

Para la petición completa visita: http://panamasolidariosostenible.blogspot.com/



#2200 De: Marina Utsch <marinautsch@...>
Data: Ter, 14 de Fev de 2012 4:39 pm
Assunto: Rio +20: caravana de Minas
marina_utsch
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ei pessoal,

continuando as articulações para a participação da Caravana da Permacultura/MG (nome provisório) na Conferência Rio +20 em junho, envio essa entrevista com a coordenadora da Cúpula dos Povos, espaço de representação da sociedade civil que está sendo organizado paralelamente à conferência.

Vamos nos unir e reunir para articular nossa participação? Será que não podemos fazer um yurt, canteiros agroecológicos ou algo para contribuir?

Vi, você sabe como e com quem dos outros estados podemos fazer esse planejamento de nossa contribuição?

Beijão,

Marina


No próximo mês de junho, a cidade do Rio de Janeiro será sede da Rio+20, a
Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável.
Paralelamente ao evento, está sendo organizada a Cúpula dos Povos, com uma
proposta alternativa, repleta de atividades, no Aterro do Flamengo, no Rio
de Janeiro. “A Cúpula dos Povos será um espaço de experimentação e
visibilização concreta das práticas que queremos ver no mundoâ€, afirma Fátima
Mello<http://www.ihu.unisinos.br/entrevistas/15647-rodada-doha-o-brasil-e-o-agronegocio-entrevista-especial-com-fatima-mello>,
membro do Comitê Facilitador da Sociedade Civil para a Rio+20. Ela concedeu
a entrevista que segue à IHU On-Line, por telefone, onde dá mais detalhes
sobre a organização desta atividade e sobre a relação com a conferência
oficial, que tem como tema de destaque a questão da economia verde. Sobre
esse conceito, Fátima esclarece que “se olharmos o documento chamado
‘rascunho zero’ da ONU, a sessão sobre economia verde coloca toda a crença
de que o mundo será salvo pelas novas tecnologias, que a tecnologia salvará
o mundo. Isso é uma mentira. As novas tecnologias podem aprofundar as
desigualdades no mundo se forem conduzidas do jeito que estão sendo, pelos
interesses das grandes corporações. Essa é a nossa primeira crítica,
contundente, às propostas de economia verde dominantesâ€.

Fátima Mello é membro da Fase-Solidariedade e Educação. Integra a
Coordenação Geral da Rede Brasileira pela Integração dos Povos (Rebrip),
foi uma das facilitadoras das cinco primeiras edições (2001-2005) do Fórum
Social Mundial e é membro do Comitê Facilitador da Sociedade Civil para a
Rio+20. É graduada em História, pela PUC-Rio, onde também recebeu o título
de mestre em Relações Internacionais.

*IHU On-Line – Por que a escolha do Aterro do Flamengo como o espaço que
organizações ambientalistas, redes sociais, grupos indígenas e de
agricultores, movimentos sociais, de mulheres, jovens e negros pretendem
ocupar na Rio+20?
Fátima Mello – *Pelo menos por três motivos. O primeiro é um motivo
simbólico, da herança histórica que temos em relação ao Fórum Global,
realizado durante a Rio 92, no aterro. Ali constituímos uma plataforma de
lutas do que era, naquele momento, o início desse ciclo de movimentos
globais contra o neoliberalismo. Havia 45 tendas de assuntos dos mais
diversos, desde a luta contra a dívida externa e contra o livre comércio,
até as lutas relacionadas à biodiversidade, à cooperação internacional e
pelas mulheres. Então, é muito simbólico reocupar o mesmo espaço, 20 anos
depois, tentando reconstruir uma plataforma para um novo ciclo, que
pretendemos inaugurar na Rio + 20, de novas convergências do movimento
global.

O segundo motivo é porque queremos convocar a sociedade a debater o que nós
consideramos que deveria ser a agenda da Rio+20. A nosso ver, o Riocentro,
onde vai acontecer a conferência oficial, é um lugar totalmente isolado da
dinâmica da cidade e da sociedade. E o aterro do Flamengo fica no centro da
cidade; é um espaço democrático, ocupado pelo povo, onde pessoas de todas
as partes da cidade podem chegar. É um local aberto, que não tem problema
de credenciamento, como vai ter lá no espaço oficial. E queremos constituir
ali uma pauta de debates com a sociedade, para que ela possa dialogar
conosco sobre as injustiças ambientais e sociais que estão levando o mundo
ao colapso.

E o terceiro motivo vem do fato de que avaliamos que a pressão maior que
podemos e queremos fazer sobre a conferência oficial deve ser feita a
partir da sociedade, desde fora, para que ela tenha compromissos efetivos,
condizentes com a maior crise capitalista desde 1929, com soluções reais
para superarmos essa crise. Vamos fazer essa pressão desde o aterro e vamos
garantir canais de comunicação eficazes com o Riocentro. Teremos uma TV da
Cúpula dos Povos, que vai levar nossas demandas, nossas avaliações para
dentro do Riocentro e também vamos levar notícias do Riocentro para dentro
da Cúpula. Haverá um sistema de comunicação que nos manterá ligados à
conferência oficial, mas de forma autônoma e com a pressão que vem das ruas.

*IHU On-Line – Como será organizada aCúpula dos Povos no local?
Fátima Mello –* Haverá uma programação com debates, plenários, oficinas,
dentro do que chamamos de atividades autogestionadas, que convergirão para
momentos de síntese de propostas. Nas assembleias de mobilização, ou nas
assembleias dos povos em luta, vamos acolher os debates que estarão
acontecendo nas diversas atividades autogestionadas e formaremos
plataformas, tratados, propostas concretas que, a nosso ver, são as
soluções que o mundo precisa para sair do colapso. Além disso, teremos
também o que estamos chamando de “Território do futuroâ€. A Cúpula dos Povos
será um espaço de experimentação e visibilização concreta das práticas que
queremos ver no mundo. O abastecimento alimentar da Cúpula dos Povos, com
cerca de 10 mil acampados, será feito pela produção familiar e camponesa.
Teremos um espaço de mídia digital livre, além de trocas aceitas através da
economia solidária; haverá geração de energia limpa; todo o tratamento do
lixo será feito pelo movimento de catadores. Com isso, queremos elevar as
experiências e práticas feitas pela agroecologia, pelas populações
tradicionais, pelas populações urbanas, que estão buscando alternativas de
renda, através de práticas contra-hegemônicas não corporativas. Vamos
disputar um outro modelo na prática.

*IHU On-Line – Como coordenar um acampamento de 10 mil
pessoas<http://www.ihu.unisinos.br/noticias/505902-dezmilpessoasteraodeficaracampadas>
?
Fátima Mello – *São vários acampamentos. Teremos um acampamento da Via
Campesina, que tem uma lógica de organização própria, com uma longa
experiência nessa dinâmica; teremos os acampamentos indígenas, que também
têm uma dinâmica própria; o acampamento das juventudes, que possuem lógica
específica; e haverá os acampamentos dos quilombolas. O que estamos vendo é
como garantir a infraestrutura necessária dentro das lógicas de organização
de cada movimento que ficará acampado. No entanto, além deles, teremos a
participação de amplos setores, que vão encontrar outras formas de se
hospedar na cidade. É claro que o desafio da infraestrutura é enorme.
Sabemos que a cidade está tomada pela lógica empresarial, que está
organizando a cidade para os megaeventos (Copa, Olimpíadas). Os hotéis, os
fornecedores, está tudo uma fortuna nessa cidade. Então, estamos lutando
contra a lógica empresarial corporativa que reina na cidade do Rio de
Janeiro. A própria organização da Cúpula já é um exercício de
contra-hegemonia na prática.

*IHU On-Line – O que fará parte da agenda alternativa à conferência oficial
e que será debatida na Cúpula dos Povos?
Fátima Mello – *A agenda oficial está centrada na discussão de economia
verde<http://www.ihu.unisinos.br/noticias/506107-ambientalistaspreparam-ofensiva-contracapitalismoverde>.
E nós temos a absoluta convicção de que a economia verde proposta pelas
Nações Unidas e pelas corporações que estão dominando o debate levará o
mundo ao colapso. Se olharmos o documento chamado “rascunho zero†da ONU, a
sessão sobre economia verde coloca toda a crença de que o mundo será salvo
pelas novas tecnologias, que a tecnologia salvará o mundo. Isso é uma
mentira. As novas tecnologias podem aprofundar as desigualdades no mundo se
forem conduzidas do jeito que estão sendo, pelos interesses das grandes
corporações. Essa é a nossa primeira crítica, contundente, às propostas de
economia verde dominantes.

Segundo: as propostas desse conceito de “verde†apostam na financeirização
da natureza como uma nova fonte de financiamento para a transição para a
chamada economia verde. Então, a proposta é precificar o ar, criando um
mercado de carbono; precificar a biodiversidade; privatizar os bens comuns,
como a água, a terra; e, com isso, financiar o que eles chamam de
transição. Nós acreditamos que o caminho a ser feito é o inverso, é
exatamente recompor a ideia de bens comuns, ao invés de entregar tudo para
o sistema financeiro. Temos que reconquistar a ideia de bens comuns. O
sistema financeiro está capturando não só a natureza, como a política.

Outra coisa: a economia verde proposta pela ONU coloca o mercado como ator
da transição. O mundo está do jeito que está exatamente por conta dessa
tese. Esse conceito de economia verde mantém a mesma fórmula dos fluxos de
investimentos e comércio de circulação global de mercadorias e capital que
levou o mundo à situação de crise em que nos encontramos. O modelo de
produção, distribuição e consumo deve ser radicalmente alterado,
aproximando a produção do consumo, desglobalizando e relocalizando a
produção, combatendo as desigualdades no acesso ao consumo. A questão das
desigualdades está no centro do problema e da solução. A ONU só fala em
combater a pobreza, mas não fala de combater a riqueza. O que nós vamos
debater na *Cúpula dos Povos* é a tese da justiça ambiental. Esse conceito
significa que existe uma imensa desigualdade nos impactos ambientais desse
modelo de desenvolvimento. Quem mais sofre são as populações excluídas, os
negros, os pobres. E, além do impacto diferenciado, existe também muita
desigualdade no acesso ao consumo dos recursos naturais.

O modelo de agricultura e de produção alimentar pela agroecologia esfria o
planeta, assim como várias outras soluções que vêm das populações
tradicionais, dos sistemas agroflorestais e de outras práticas que não são
hegemônicas. Nós não somos hegemônicos na sociedade, mas as nossas soluções
precisam que nossos atores sejam hegemônicos. A agroecologia precisa de
reforma agrária, de campesinato, precisa de valorização da pequena
produção. Então, a questão é política. O embate sobre o modelo tem que
alcançar o plano da política.

*IHU On-Line – Em que sentido a inspiração do movimento dos
indignados, o Ocupem
Wall Street<http://www.ihu.unisinos.br/noticias/501688-obama-tenta-tirar-proveito-do-ocupem-wall-street>,
estará presente no encontro e como ela se relaciona com os debates que
deverão pautar a Rio+20?
Fátima Mello – *Nós estamos construindo o processo de preparação
aproximando os indignados, os movimentos do norte da África por
democratização, e tentando construir um diálogo com as outras formas de
organização de trajetórias de lutas dos movimentos sociais, nas últimas
décadas. Consideramos que a Cúpula dos Povos é um momento estratégico de
produzir convergências entre essas formas múltiplas de luta, de organização
que estão ocorrendo ao redor do mundo.

*IHU On-Line – Quais as principais demandas que o comitê facilitador da
sociedade civil para a Rio+20 tem recebido?
Fátima Mello – *Temos recebido muitas demandas de organização de atividades
na Cúpula dos Povos, e atividades que tenham convergência com outras. Muita
gente quer expor sua experiência, trazer para o debate e ter momentos de
dialogar com experiências no mesmo campo. É isso que tentaremos facilitar
que aconteça, para que não seja uma feira de experiências, mas de fato um
momento de encontro, de produção de síntese de propostas e campanhas.
Queremos que a Rio+20 não seja um evento apenas. A Cúpula dos Povos é um
ponto numa trajetória de lutas. E esse ponto tem que se desdobrar para
depois da Cúpula em uma agenda de lutas, de mobilizações, de campanhas, em
uma nova plataforma.

*IHU On-Line – Além do debate sobre a economia verde, quais as principais
polêmicas que envolvem a Rio+20?
Fátima Mello – *Outra questão que é muito preocupante na agenda oficial é a
discussão de arquitetura institucional. O mundo está vivendo uma crise, o
capitalismo está em crise. E as instituições que vêm regendo o sistema
internacional estão em profunda crise também. São instituições que foram
criadas depois da segunda guerra mundial, e que estão mostrando que não têm
a menor condição de lidar com a nova correlação de forças que existe no
sistema internacional, com as novas questões, a nova agenda e os novos
atores que estão emergindo. A Rio+20 deveria ser o momento de criação de
uma nova institucionalidade que seja condizente com o momento de disputa e
transição que está em curso no sistema internacional. No entanto, o que
está emergindo da agenda oficial é uma discussão de arquitetura
institucional absolutamente insuficiente e equivocada. É a criação de um
conselho de desenvolvimento sustentável, que não vai ter a força para
alavancar as transformações necessárias e que não vai colocar em discussão
a existência de instituições que estão falidas e obsoletas, como o FMI,
Banco Mundial, a OMC. Pelo contrário. A tendência é que as resoluções nesse
campo da arquitetura institucional na Rio+20 reforcem esse cenário
existente hoje.

--
"Primeiro eles vão te ignorar, depois eles vão rir de você, e aí eles vão brigar com você. E então, você vence." Gandhi

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#2201 De: Marco Tulio Ferreira <mtferreira@...>
Data: Dom, 19 de Fev de 2012 1:17 pm
Assunto: FW: Curso Plantas Medicinais em março
mtferreira27
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Date: Fri, 17 Feb 2012 17:01:09 -0200
Subject: Curso Plantas Medicinais em março
From: daniel@...
To:

Oi pessoal, divulgamos o tal curso de Plantas Medicinais tão esperado pela Articulação Metropolitana de Agricultura Urbana.

O curso será animado pelo querido casal Tantinha e Fernando e haverá a contribuição da equipe da REDE e convidados.

Solicitamos que repassem aos seus contatos a divulgação e aos interessados, comunicar previamente via e-mail ou telefone até o dia 02/03 entre 9:00 e 18:00. Quem for participar, poderá fazer a inscrição no dia 06, primeiro dia do curso com a equipe da REDE no próprio local.

Como chegar?

Ônibus

807 -
Onde pegar: Estação São Gabriel
          Onde descer: Local de referencia: em frente à COPASA, Pátio da Andrade Gutierrez e Centro de Saúde Conjunto Ribeiro de Abreu.

5506B -
Onde pegar: Centro de BH - Avenida Santos Dumont (entre as ruas São Paulo e Rio de Janeiro)  ou na Rua da Bahia (entre as ruas Tupinambás e Amazonas).
              Onde descer:
Local de referencia: em frente à COPASA, Pátio da Andrade Gutierrez e Centro de Saúde Conjunto Ribeiro de Abreu.

Carro

Seguindo a
Cristiano Machado sentido cidade administrativa, depois da Estação São Gabriel , vire a direita e pegue a MG-20 / Via 240 (estrada para Santa Luzia). Depois da Escola Municipal Humberto Almeida, pegue o acesso (ponte) ao Conjunto Ribeiro de Abreu. Passando pela ponte, entre à esquerda (Rua Serra do Navio) e mais à frente a Rua Serra dos Orgãos até a Igreja que fica em frente ao Pátio da Andrade Gutierrez. Seja Bem vinda (o).
 

Contribua com o lanche coletivo.
Alimentos saudáveis e caseiros são bem vindos e enriquecem o nosso encontro

Dúvidas? 8646-3167 (Lorena) ou 8586-7892 (Daniel)
REDE 3421-4172
 


--

Daniel Coutinho da Silveira

Rede de Intercâmbio de Tecnologias Alternativas
Rua Tamboril 248. Bairro Concórdia, BH, MG.
Tel: (31)3421-4172   www.rede-mg.org.br




--
Você faz parte do Grupo "Articulação Sementes Crioulas MG". Este grupo não tem moderação.
Para enviar e-mails ao grupo escreva para: sementescrioulas-mg@googlegroups.com
Para sair do grupo, escreva para: sementescrioulas-mg+unsubscribe@googlegroups.com
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#2202 De: euro henrique caetano matos <euro_henrique@...>
Data: Qua, 22 de Fev de 2012 12:49 pm
Assunto: 2000 Waimiri-Atroari desaparecidos
euro_henrique
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Estimados amigos e estimadas amigas,
em anexo lhes envio mais um artigo da série sobre os 2000 W-A
DESAPARECIDOS DURANTE A DITADURA MILITAR.
Com meu cordial abraço
Egydio

2000 Waimiri-Atroari desaparecidos durante a ditadura militar – texto 5.
FUNAI SABIA DA CRUELDADE DOS MILITARES. CONSCIÊNCIAS ABAFADAS E REPRIMIDAS
Egydio Schwade
Durante a construção da BR-174, todas as pessoas da FUNAI que tiveram
alguma autoridade e atuação nesta região, sabiam da crueldade dos
militares contra os índios Waimiri-Atroari. Quando não integraram
diretamente a ação dos militares, se omitiram. Alguns participaram de
reuniões com os militares, onde foi decidido o uso de violência e até
de armas de fogo para reprimir os índios. Outros tiveram em mãos
documentos oficiais elaborados de comum acordo entre a FUNAI e o
Exército, que determinavam a repressão violenta contra os
Waimiri-Atroari e os mantiveram sob sigilo até que a resistência dos
índios estava aniquilada. Alem de esconderem da opinião pública esses
documentos ajudaram a manter os jornalistas, os pesquisadores e o
movimento popular, principalmente o CIMI que denunciavam as
atrocidades do governo, distantes dos acontecimentos.
Os funcionários que tentaram abrir o jogo, como Apoena Meirelles, não
permaneceram por muito tempo no cargo. Depois que deu entrevista ao
Jornal Opinião do Rio de Janeiro em 17-01-75, onde afirmou que
funcionários da FUNAI tiveram participação ativa na violência contra
aquele o povo Waimiri-Atroari, o seu afastamento da área não se fez
esperar.
“Em todos os conflitos – afirmou Apoena na entrevista ao Jornal
Opinião - houve baixas de ambos os lados. Em Brasília todos pediam que
eu tivesse cuidado com os traiçoeiros Waimiri-Atroari. Mas a estória é
outra, e chegamos mesmo a mentir à opinião pública nacional, não
contando a verdade dos fatos que levam esses índios a trucidar as
expedições pacificadoras... é a estrada que corta  a sua reserva,
proliferando o ódio e a sede de vingança contra o branco invasor,
foram os assassinatos praticados pelos funcionários da FUNAI durante
os dois últimos conflitos.â€
“Os Waimiri-Atroari tombaram no silêncio da mata e foram sutilmente
enterrados e esquecidos no espaço e no tempo. Hoje em dia vamos em
missão de paz, de amizade com os índios, mas na verdade estamos é
trabalhando como pontas de lança das grandes empresas e dos grupos
econômicos que vão se instalar na área. Para o índio fica difícil
acreditar em missão de paz se atrás de você vem um potencial de
destruição ecológica.â€
Milton Lloli, outro funcionário da FUNAI que em tempo oportuno ergueu
a voz e denunciou: “os índios (Waimiri-Atroari) estão sendo
humilhados, feridos em seus princípios tribais, daí a revolta, a ânsia
de matar o branco. E a única maneira de vingarem a morte dos seus
antepassados e guerreiros é matando o pessoal da FUNAI, que para eles
mentem e procuram afastá-los de sua comunidade, de sua tribo.
Os Waimiri-Atroari hoje vivem de forma aleatória e essa situação
complicou-se mais ainda devido unicamente aos processos de pacificação
impostos pela funai, que não oferece às tribos as mínimas condições de
sobrevivência, pelo contrário, está levando-os ao extermínioâ€. (A
Critica†de 4 de março de 1975).
Milton LLoli foi demitido pelas autoridades da FUNAI que temiam “que
muitas verdades sobre os seus erros de pacificação dos índios fossem a
público, o que comprometeria toda a estrutura do órgão.â€.() Não
contente em demiti-lo, essas autoridades da FUNAI apresentaram Lloli à
opinião pública como “analfabeto†e “débil mentalâ€. No caso Lloli a
relação entre os objetivos da FUNAI e os do regime militar eram tão
evidentes que a sua demissão foi assinada pelo representante da FUNAI
e pelo comandante militar da 1ª Companhia do 6º BEC.
Ângela Baptista, antropóloga da Divisão de Identificação e
Delimitação/DGPI/FUNAI, encarregada de fazer o levantamento da área
Waimiri-Atroari em 1981, no seu parecer conclusivo pergunta: “como dar
ou tirar terra de um grupo indígena se não temos conhecimento de sua
realidade sócio-economica, política, cultural, cosmológica... Como
justificar uma área se não sabemos que locais os indígenas utilizam
para a caça, a pesca, agricultura de subsistência...†Ao final se
posicionou contra o plano da Funai de desmembrar a parte
Nordeste-Leste da Reserva para a Mineradora Paranapanema. No dia
seguinte à entrega de seu relatório foi despedida do órgão.(2)
Num evidente incentivo aos militares para que avaliem melhor o seu
comportamento durante a construção da Br-174, o general aposentado,
Altino Berthier Brasil, membro do Instituto Geográfico e Histórico do
Amazonas, chefe de gabinete do ex-secretário do Meio Ambiente, José
Lutzenberger, em livro entitulado “O Pajé da Beira da Estrada†e
dedicado  “ao anônimo irmão Waimiri-Atroari, cujo cadáver mal
enterrado deparamos, muitas vezes, pela frenteâ€. < escreve:
“Ninguém ignora a importância do fator psicológico dentro do contexto
de qualquer contenda...
Tanto se falava nos massacres praticados pelos Waimiri-Atroari que
mesmo a pessoa pouco identificada com a saga daquele povo dentro da
história era persuadida a adotar a ideologia do ódio...
Assim, a opinião pública, devidamente manipulada, aplaudia o avanço da
estrada a qualquer preço, apesar dos selvagens. Poucos eram aqueles
que vestiam a pele do índio e analisavam o problema com isenção e
sabedoria. Era fácil e relevante estar do lado mais forte. Ser índio
ou defender sua causa era ignorância – pura subversão. Qualquer
crítica ou simples ponderação eram recebidas como execrável falta de
patriotismoâ€. 1
A FUNAI como órgão do governo nunca foi a favor do índio. Nunca lutou
pela garantia de suas terras, contra os grandes projetos que o Governo
implantava em áreas indígenas. Nunca foi a favor de sua autonomia e
nem de sua cultura. Sua política sempre foi integracionista. Toda a
vez que o Governo cria um grande projeto na Amazônia em terras
indígenas, o índio é visto como “empecilho†e como tal, afastado do
caminho. E a FUNAI sempre colaborou nesta ação do Governo. Da BR-174,
Mineração Taboca e hidrelétrica de Balbina em terras Waimiri-Atroari,
aos tempos de Belo Monte em terras Kayapó, a atitude dos dirigentes da
FUNAI não mudou.
O que a FUNAI, como órgão do Governo fez a favor do índio em toda a
sua história, foi feito sob a pressão e o empenho dos próprios índios,
animados pela teimosa parceria do movimento popular e de jornalistas
que acreditaram na sua causa.
Casa da Cultura do Urubuí – 21 de fevereiro de 2012


--
Egydio Schwade
Casa da Cultura do Urubuí - CACUÍ
http://www.urubui.blogspot.com/



#2203 De: peter cezar nascimento <petercezar@...>
Data: Qua, 22 de Fev de 2012 1:57 pm
Assunto: material interessante
petercezar
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Olá, achei interessante este material para pesquisa e resolvi compartilhar...

Grato, Peter.
 
Marcenaria de Caçamba
Soluçoes em madeira reciclada, permacultura e bioconstrução



1 de 1 arquivo(s)


#2204 De: "CaroLina de Moura Campos" <carolcampos@...>
Data: Sex, 24 de Fev de 2012 1:13 pm
Assunto: Rio +20: caravana de Minas
carol4cm
Enviar e-mail Enviar e-mail
 

Oi gente,

 

Excelente entrevista da Fátima, grata pelo envio Marina.

 

Gostei demais de ver articulações da Caravana da Permacultura MG pra Rio+20. Quero participar e contribuir.

Posso ver a possibilidade de realizarmos reuniões preparatórias no Espaço Santê – Rua Mármore, 258, Santa Tereza. Acham uma boa a gente se encontrar lá?

Tenho contato também com organizações membro do CFSC – Comitê Facilitador da Sociedade Civil, que está organizando a Cúpula dos Povos - pra vermos a questão de espaço lá.

Vou ficar muito feliz e satisfeita em um Yurt de Minas no Aterro do Flamengo!!!!!!   =)

 

Seguimos juntos.

Gratidão!

 

Abraço forte,

CaroLina de Moura

4 Cantos do Mundo

 

 

----- Mensagem encaminhada -----
De: Marina Utsch <marinautsch@...>
Para: boletim_ecovida <boletim_ecovida@...>; EcoVida São Miguel <institutoecovida@...>; permaculturamg@...; amau <amau@...>
Enviadas: Terça-feira, 14 de Fevereiro de 2012 13:39
Assunto: [permaculturamg] Rio +20: caravana de Minas

 

 

ei pessoal,

continuando as articulações para a participação da Caravana da Permacultura/MG (nome provisório) na Conferência Rio +20 em junho, envio essa entrevista com a coordenadora da Cúpula dos Povos, espaço de representação da sociedade civil que está sendo organizado paralelamente à conferência.

Vamos nos unir e reunir para articular nossa participação? Será que não podemos fazer um yurt, canteiros agroecológicos ou algo para contribuir?

Vi, você sabe como e com quem dos outros estados podemos fazer esse planejamento de nossa contribuição?

Beijão,

Marina


No próximo mês de junho, a cidade do Rio de Janeiro será sede da Rio+20, a
Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável.
Paralelamente ao evento, está sendo organizada a Cúpula dos Povos, com uma
proposta alternativa, repleta de atividades, no Aterro do Flamengo, no Rio
de Janeiro. “A Cúpula dos Povos será um espaço de experimentação e
visibilização concreta das práticas que queremos ver no mundo”, afirma Fátima
Mello<http://www.ihu.unisinos.br/entrevistas/15647-rodada-doha-o-brasil-e-o-agronegocio-entrevista-especial-com-fatima-mello>,
membro do Comitê Facilitador da Sociedade Civil para a Rio+20. Ela concedeu
a entrevista que segue à IHU On-Line, por telefone, onde dá mais detalhes
sobre a organização desta atividade e sobre a relação com a conferência
oficial, que tem como tema de destaque a questão da economia verde. Sobre
esse conceito, Fátima esclarece que “se olharmos o documento chamado
‘rascunho zero’ da ONU, a sessão sobre economia verde coloca toda a crença
de que o mundo será salvo pelas novas tecnologias, que a tecnologia salvará
o mundo. Isso é uma mentira. As novas tecnologias podem aprofundar as
desigualdades no mundo se forem conduzidas do jeito que estão sendo, pelos
interesses das grandes corporações. Essa é a nossa primeira crítica,
contundente, às propostas de economia verde dominantes”.

Fátima Mello é membro da Fase-Solidariedade e Educação. Integra a
Coordenação Geral da Rede Brasileira pela Integração dos Povos (Rebrip),
foi uma das facilitadoras das cinco primeiras edições (2001-2005) do Fórum
Social Mundial e é membro do Comitê Facilitador da Sociedade Civil para a
Rio+20. É graduada em História, pela PUC-Rio, onde também recebeu o título
de mestre em Relações Internacionais.

*IHU On-Line – Por que a escolha do Aterro do Flamengo como o espaço que
organizações ambientalistas, redes sociais, grupos indígenas e de
agricultores, movimentos sociais, de mulheres, jovens e negros pretendem
ocupar na Rio+20?
Fátima Mello – *Pelo menos por três motivos. O primeiro é um motivo
simbólico, da herança histórica que temos em relação ao Fórum Global,
realizado durante a Rio 92, no aterro. Ali constituímos uma plataforma de
lutas do que era, naquele momento, o início desse ciclo de movimentos
globais contra o neoliberalismo. Havia 45 tendas de assuntos dos mais
diversos, desde a luta contra a dívida externa e contra o livre comércio,
até as lutas relacionadas à biodiversidade, à cooperação internacional e
pelas mulheres. Então, é muito simbólico reocupar o mesmo espaço, 20 anos
depois, tentando reconstruir uma plataforma para um novo ciclo, que
pretendemos inaugurar na Rio + 20, de novas convergências do movimento
global.

O segundo motivo é porque queremos convocar a sociedade a debater o que nós
consideramos que deveria ser a agenda da Rio+20. A nosso ver, o Riocentro,
onde vai acontecer a conferência oficial, é um lugar totalmente isolado da
dinâmica da cidade e da sociedade. E o aterro do Flamengo fica no centro da
cidade; é um espaço democrático, ocupado pelo povo, onde pessoas de todas
as partes da cidade podem chegar. É um local aberto, que não tem problema
de credenciamento, como vai ter lá no espaço oficial. E queremos constituir
ali uma pauta de debates com a sociedade, para que ela possa dialogar
conosco sobre as injustiças ambientais e sociais que estão levando o mundo
ao colapso.

E o terceiro motivo vem do fato de que avaliamos que a pressão maior que
podemos e queremos fazer sobre a conferência oficial deve ser feita a
partir da sociedade, desde fora, para que ela tenha compromissos efetivos,
condizentes com a maior crise capitalista desde 1929, com soluções reais
para superarmos essa crise. Vamos fazer essa pressão desde o aterro e vamos
garantir canais de comunicação eficazes com o Riocentro. Teremos uma TV da
Cúpula dos Povos, que vai levar nossas demandas, nossas avaliações para
dentro do Riocentro e também vamos levar notícias do Riocentro para dentro
da Cúpula. Haverá um sistema de comunicação que nos manterá ligados à
conferência oficial, mas de forma autônoma e com a pressão que vem das ruas.

*IHU On-Line – Como será organizada aCúpula dos Povos no local?
Fátima Mello –* Haverá uma programação com debates, plenários, oficinas,
dentro do que chamamos de atividades autogestionadas, que convergirão para
momentos de síntese de propostas. Nas assembleias de mobilização, ou nas
assembleias dos povos em luta, vamos acolher os debates que estarão
acontecendo nas diversas atividades autogestionadas e formaremos
plataformas, tratados, propostas concretas que, a nosso ver, são as
soluções que o mundo precisa para sair do colapso. Além disso, teremos
também o que estamos chamando de “Território do futuro”. A Cúpula dos Povos
será um espaço de experimentação e visibilização concreta das práticas que
queremos ver no mundo. O abastecimento alimentar da Cúpula dos Povos, com
cerca de 10 mil acampados, será feito pela produção familiar e camponesa.
Teremos um espaço de mídia digital livre, além de trocas aceitas através da
economia solidária; haverá geração de energia limpa; todo o tratamento do
lixo será feito pelo movimento de catadores. Com isso, queremos elevar as
experiências e práticas feitas pela agroecologia, pelas populações
tradicionais, pelas populações urbanas, que estão buscando alternativas de
renda, através de práticas contra-hegemônicas não corporativas. Vamos
disputar um outro modelo na prática.

*IHU On-Line – Como coordenar um acampamento de 10 mil
pessoas<http://www.ihu.unisinos.br/noticias/505902-dezmilpessoasteraodeficaracampadas>
?
Fátima Mello – *São vários acampamentos. Teremos um acampamento da Via
Campesina, que tem uma lógica de organização própria, com uma longa
experiência nessa dinâmica; teremos os acampamentos indígenas, que também
têm uma dinâmica própria; o acampamento das juventudes, que possuem lógica
específica; e haverá os acampamentos dos quilombolas. O que estamos vendo é
como garantir a infraestrutura necessária dentro das lógicas de organização
de cada movimento que ficará acampado. No entanto, além deles, teremos a
participação de amplos setores, que vão encontrar outras formas de se
hospedar na cidade. É claro que o desafio da infraestrutura é enorme.
Sabemos que a cidade está tomada pela lógica empresarial, que está
organizando a cidade para os megaeventos (Copa, Olimpíadas). Os hotéis, os
fornecedores, está tudo uma fortuna nessa cidade. Então, estamos lutando
contra a lógica empresarial corporativa que reina na cidade do Rio de
Janeiro. A própria organização da Cúpula já é um exercício de
contra-hegemonia na prática.

*IHU On-Line – O que fará parte da agenda alternativa à conferência oficial
e que será debatida na Cúpula dos Povos?
Fátima Mello – *A agenda oficial está centrada na discussão de economia
verde<http://www.ihu.unisinos.br/noticias/506107-ambientalistaspreparam-ofensiva-contracapitalismoverde>.
E nós temos a absoluta convicção de que a economia verde proposta pelas
Nações Unidas e pelas corporações que estão dominando o debate levará o
mundo ao colapso. Se olharmos o documento chamado “rascunho zero” da ONU, a
sessão sobre economia verde coloca toda a crença de que o mundo será salvo
pelas novas tecnologias, que a tecnologia salvará o mundo. Isso é uma
mentira. As novas tecnologias podem aprofundar as desigualdades no mundo se
forem conduzidas do jeito que estão sendo, pelos interesses das grandes
corporações. Essa é a nossa primeira crítica, contundente, às propostas de
economia verde dominantes.

Segundo: as propostas desse conceito de “verde” apostam na financeirização
da natureza como uma nova fonte de financiamento para a transição para a
chamada economia verde. Então, a proposta é precificar o ar, criando um
mercado de carbono; precificar a biodiversidade; privatizar os bens comuns,
como a água, a terra; e, com isso, financiar o que eles chamam de
transição. Nós acreditamos que o caminho a ser feito é o inverso, é
exatamente recompor a ideia de bens comuns, ao invés de entregar tudo para
o sistema financeiro. Temos que reconquistar a ideia de bens comuns. O
sistema financeiro está capturando não só a natureza, como a política.

Outra coisa: a economia verde proposta pela ONU coloca o mercado como ator
da transição. O mundo está do jeito que está exatamente por conta dessa
tese. Esse conceito de economia verde mantém a mesma fórmula dos fluxos de
investimentos e comércio de circulação global de mercadorias e capital que
levou o mundo à situação de crise em que nos encontramos. O modelo de
produção, distribuição e consumo deve ser radicalmente alterado,
aproximando a produção do consumo, desglobalizando e relocalizando a
produção, combatendo as desigualdades no acesso ao consumo. A questão das
desigualdades está no centro do problema e da solução. A ONU só fala em
combater a pobreza, mas não fala de combater a riqueza. O que nós vamos
debater na *Cúpula dos Povos* é a tese da justiça ambiental. Esse conceito
significa que existe uma imensa desigualdade nos impactos ambientais desse
modelo de desenvolvimento. Quem mais sofre são as populações excluídas, os
negros, os pobres. E, além do impacto diferenciado, existe também muita
desigualdade no acesso ao consumo dos recursos naturais.

O modelo de agricultura e de produção alimentar pela agroecologia esfria o
planeta, assim como várias outras soluções que vêm das populações
tradicionais, dos sistemas agroflorestais e de outras práticas que não são
hegemônicas. Nós não somos hegemônicos na sociedade, mas as nossas soluções
precisam que nossos atores sejam hegemônicos. A agroecologia precisa de
reforma agrária, de campesinato, precisa de valorização da pequena
produção. Então, a questão é política. O embate sobre o modelo tem que
alcançar o plano da política.

*IHU On-Line – Em que sentido a inspiração do movimento dos
indignados, o Ocupem
Wall Street<http://www.ihu.unisinos.br/noticias/501688-obama-tenta-tirar-proveito-do-ocupem-wall-street>,
estará presente no encontro e como ela se relaciona com os debates que
deverão pautar a Rio+20?
Fátima Mello – *Nós estamos construindo o processo de preparação
aproximando os indignados, os movimentos do norte da África por
democratização, e tentando construir um diálogo com as outras formas de
organização de trajetórias de lutas dos movimentos sociais, nas últimas
décadas. Consideramos que a Cúpula dos Povos é um momento estratégico de
produzir convergências entre essas formas múltiplas de luta, de organização
que estão ocorrendo ao redor do mundo.

*IHU On-Line – Quais as principais demandas que o comitê facilitador da
sociedade civil para a Rio+20 tem recebido?
Fátima Mello – *Temos recebido muitas demandas de organização de atividades
na Cúpula dos Povos, e atividades que tenham convergência com outras. Muita
gente quer expor sua experiência, trazer para o debate e ter momentos de
dialogar com experiências no mesmo campo. É isso que tentaremos facilitar
que aconteça, para que não seja uma feira de experiências, mas de fato um
momento de encontro, de produção de síntese de propostas e campanhas.
Queremos que a Rio+20 não seja um evento apenas. A Cúpula dos Povos é um
ponto numa trajetória de lutas. E esse ponto tem que se desdobrar para
depois da Cúpula em uma agenda de lutas, de mobilizações, de campanhas, em
uma nova plataforma.

*IHU On-Line – Além do debate sobre a economia verde, quais as principais
polêmicas que envolvem a Rio+20?
Fátima Mello – *Outra questão que é muito preocupante na agenda oficial é a
discussão de arquitetura institucional. O mundo está vivendo uma crise, o
capitalismo está em crise. E as instituições que vêm regendo o sistema
internacional estão em profunda crise também. São instituições que foram
criadas depois da segunda guerra mundial, e que estão mostrando que não têm
a menor condição de lidar com a nova correlação de forças que existe no
sistema internacional, com as novas questões, a nova agenda e os novos
atores que estão emergindo. A Rio+20 deveria ser o momento de criação de
uma nova institucionalidade que seja condizente com o momento de disputa e
transição que está em curso no sistema internacional. No entanto, o que
está emergindo da agenda oficial é uma discussão de arquitetura
institucional absolutamente insuficiente e equivocada. É a criação de um
conselho de desenvolvimento sustentável, que não vai ter a força para
alavancar as transformações necessárias e que não vai colocar em discussão
a existência de instituições que estão falidas e obsoletas, como o FMI,
Banco Mundial, a OMC. Pelo contrário. A tendência é que as resoluções nesse
campo da arquitetura institucional na Rio+20 reforcem esse cenário
existente hoje.


#2205 De: Dani e Ka <espacomaia@...>
Data: Seg, 5 de Mar de 2012 2:51 am
Assunto: PACHAMAMA - Conexão com a Mãe Terra em Casa Branca-MG
espacomaia
Enviar e-mail Enviar e-mail
 

 
Caso não consiga visualizar a imagem acima, clique em:
http://3.bp.blogspot.com/-MszAM5lYXGs/T1QR7DkMrbI/AAAAAAAAAoQ/zyLFBypCYwk/s1600/Pachamama%2BVerde%2BFolhas.jp

--
Águia & Condor Terapias e Vivências
Dani Cuccia & Ka Ribas
 




#2206 De: Marina Utsch <marinautsch@...>
Data: Seg, 5 de Mar de 2012 3:12 pm
Assunto: Feira de Moeda - Divulgação e busca de apoio
marina_utsch
Enviar e-mail Enviar e-mail
 

Favor divulgar...
 
Imagem inline 1
4a. Edição
da Feira de Saberes e Sabores de Moeda
 
Dia 10 de março de 9h as 15h
(Todo 2º sábado do mês)
 
Av. do Comércio - Centro
Moeda - MG (a 1h de BH)
 
Apoie a venda de produtos da região!
Conheça a economia solidária!
 

Estamos em busca de parceiros, apoiadores e projetos que financiem nossas atividades no âmbito social, que abrangem não apenas a feira mas também uma forte relação com comunidades rurais,  o resgate de seus saberes ancestrais e a construção de um núcleo de experimentação de técnicas de bioconstrução, plantio ecológico, permacultura e recuperação de florestas. Caso seja de interesse de sua organização se juntar a nós nos trabalhos eco-sociais, entre em contato. Também estamos recebendo visitas orientadas no nosso núcleo experimental. Para conhecer nossas atividades, acesse:  http://ecovidasaomiguel.org/?page_id=23


1 de 1 foto(s)

#2207 De: thiago lopes <thiagobeaga@...>
Data: Seg, 5 de Mar de 2012 4:22 pm
Assunto: REDE TERRA VIVA - Feira dia 10/02. OBA! Esse Sábado tem!
thiagobeaga
Enviar e-mail Enviar e-mail
 

----- Mensagem encaminhada -----
De: thiago lopes <thiagobeaga@...>
Para: amau <amau@...>; agroecologia grupo <agroecologia4cm@...>; quintalvivo@...; aeduc@...; arcoirispablo@...; andremsanches@...; thiagobeaga@...
Enviadas: Segunda-feira, 5 de Março de 2012 11:47
Assunto: REDE TERRA VIVA - Feira dia 10/02. OBA! Esse Sábado tem!


http://redeterraviva.org
10MAR2012


Att,
Pedro Varella

designer gráfico
http://pedrovarella.wordpress.com/

31 9702 0094
31 2535 5698
Skype: pedro.design
@pedromaleixo

 
 
 
 
 
 
 





From: carolcampos@...
To: lidiandante@...; lorena@...; pedroraiz@...
CC: daniadil@...; feiraterraviva@...; carolneves@...; laurabgomes@...; daniel@...; administrativo@...; nandorangel@...; thiagobeaga@...; danidoliva@...; arturqueiroz@...; liberato-js@...; nunoarcanjo@...; amaalapinha@...; alysson_vinicius@...; nucleo4cantos@googlegroups.com
Subject: Tarefas da Semana_Rede Terra Viva
Date: Mon, 5 Mar 2012 01:10:50 -0300

Olá pessoal,
 
Mas que LINDO, LINDO , LINDO, LINDO o “teaser†Lídia, sucesso!!  ... Viva a Terra Viva! PEDRIM, vamos colocar no blog durante nossa reunião amanhã às 14h?
 
Na sexta, Dé Rocha, Dani Oliveira, Laura e eu, fizemos reunião do banco de dados. Temos a meta de estar com ele pronto em abril. Acho e torço que vai ficar um sonho e nossa gestão simples e eficiente!
 
Lorena, a Laura passou pra mim a tarefa de ligar para produtores devido a viagem pra MOC, não foi possível fazer os contatos na semana passada. Pretendo dedicar um tempo na segunda no telefone, mas se alguém quiser assumir essa eu agradeço! O Paulo de Lafaiete e o Gilvan de Ravena entram na lista.
 
Até agora, domingo 01h, tivemos 7 pedidos da Feira Virtual e 3 associações (uma mensal e 2 SEMESTRAIS!). Sinto que amanhã de manhã vai chegar mais alguma coisa...
 
Tarefas da semana
Na segunda:
- fechar os pedidos, segunda às 12h30
- avisar todos os produtores e combinar entrega na terça às 12h
- organizar motoboy ou carro para entrega na terça-feira de 14h às18h
- contato com produtores/fornecedores + pedidos para estoque
- divulgar feira do dia 10 + teaser
- buscar as tais das caixas pretas de plástico no Extra (informação do Daniel + Lorena)
 
Na terça:
- organizar as cestas + carteirinha para associados, coordenar as entregas, receber consumidores que buscam produtos no Santê
- fechar financeiro da Feira Virtual; pagar os produtores
- mobilizar produtores + pedidos para estoque
 
Na quarta:
- Definir proposta de procedimentos para estoque e enviar para apreciação do Núcleo de Colaboradores
- Organizar pauta Encontro Vivo e enviar aos produtores
- Articular almoço entre Feira e Encontro Vivo (no dia 10)
 
Na quinta:
- Fechar escala de trabalho para Feira dia 10
- Divulgar ofertas da Feira Virtual
(previsão de recomeço do Almoço no Quintal – com produtos da Rede Terra Viva)
 
Na sexta:
- Deixar tudo no esquema pra feira de sábado (limpeza + espaço físico + fichas de associados, carteirinhas, identificação de associados (fitinha), troco, escala de trabalho, etc)
 
No sábado:
Feira Presencial Santê
 
Ufa, fui dormir, bjos, até amanhã
 
CaroLina de Moura
4 Cantos do Mundo
 

De: Lídia [mailto:lidiandante@...]
Enviada em: domingo, 4 de março de 2012 23:39
Para: Lorena Anahi
Cc: CaroLina de Moura Campos; Daniela Almeida; Feira Terra Viva; Carol Neves; Laura Barroso; Daniel REDE; administrativo@...; Fernando Rangel; thiagobeaga@...; danidoliva@...; Artur bio; liberato-js@...; nunoarcanjo@...; Amalapinha; alysson_vinicius@...
Assunto: Saindo do forno o Primeiro Video Terra Viva!!!
 
Olás!!!

saindo do forno o primeiro Video Terra Viva!! a idéia é que seja um "teaser" (provocação de curiosidade, chamada) para a feira do dia 10 e pra quantas mais vierem.

as filmagem do video mais explicativo, o do roteiro, já estão rolando. mas eu vi que já tinha material suficiente pra fazer essa chamada. Nuno fez o som e deu a maior fora na edição também!

aí o link (que deve estar ativo só daqui a mais ou menos 1 hora):
http://youtu.be/tqzVcnhHO5k

o que acham? se gostarem, divulguem à vontade, pra todo lado, junto com alguma explicação e coordenadas pra feira do dia 10.

abraços e até!

Lídia
 
Em 4 de março de 2012 22:34, Lorena Anahi <lorena@...> escreveu:
Pessoal,
 
Mexendo em umas coisas aqui em casa encontrei contatos de 2 produtores orgânicos.
 
Paulo Rubens - Sítio Boa Esperança/ Conselheiro Lafaiete - (31)9992-3448
Gilvan Paiva - Fazenda Rocinha do jatobá / Ravena - (31) 9628-5243 (31) 3441-0894 (31)9975-3561
 
Alguém pode fazer contato?
 
Abraços, Lorena
Em 2 de março de 2012 14:52, Lídia <lidiandante@...> escreveu:
 
ei gente!
 
não recebi (e meu companheiro também não) a divulgação da feira virtual ontem. será que deu algum erro? 
 
abraços,
 
Lídia
Em 2 de março de 2012 12:51, CaroLina de Moura Campos <carolcampos@...> escreveu:
 
Oi Dani, grata pela mensagem.
Eu estou na luta aqui com Pedrim pra deixar tudo certo no blog. A planilha com as ofertas da feira virtual está no link FEIRAS. Já pedi pra ele colocar na home (inicial), mas ele não fez, não sei por quê. Estou aqui revisando o blog e mais uma vez vou pedir pra ele corrigir as falhas.
A ficha de associação está disponível no blog em ASSOCIE-SE. Nós revisamos o conteúdo da Ficha na última reunião e optamos deixar público agora apenas as opções de pagamento de associação devido a grande demanda de capitalizar. Mas seguimos abertos para as pessoas que queiram trocas, a ideia é que estes casos sejam conversados pessoalmente ou em emails pessoais e não divulgado amplamente na internet. Outra razão é que as tarefas e cronograma ainda não estão 100% organizadas. A meta é que isso esteja no jeito na semana que vem. Será ferramenta para distribuição de demandas e coordenação dos voluntários e colaboradores.
Bom, ontem divulgamos a Feira Virtual. Olhei agora no email e já vi pedidos com Associação e perguntas sobre produtos. Pelo blog tem contato de maria amélia e yuri que ainda não foram respondidos, farei isso agora. Dani Oliveira, vc recebeu fichas de associação por email?
No mais Dani Almeida, entendo a demanda urgente de operacionalização eficiente. (pessoalmente tenho enorme ansiedade de ver tudo no lugar). Vamos em frente que logo logo creio que estaremos com ritmo de trabalho internalizado e fluido.
Daqui a pouco, às 14h, temos reunião com André Rocha. Ele irá apresentar a estrutura do banco de dados, ferramenta que irá facilitar demais a gestão da coisa.
Grande abraço agradecido,
 
CaroLina
4 Cantos do Mundo

De: Daniela Almeida [mailto:daniadil@...]
Enviada em: sexta-feira, 2 de março de 2012 12:22
Para: Lídia
Cc: Lorena Anahi; Feira Terra Viva; Carol Neves; Laura Barroso; CaroLina de Moura Campos; Daniel REDE; administrativo@...; Fernando Rangel; thiagobeaga@...; danidoliva@...; Artur bio; liberato-js@...; nunoarcanjo@...; Amalapinha; alysson_vinicius@...

Assunto: Re: Tarefas Terra Viva Março 2012
 
Pessoal,


Tenho falado com vários/as amigas/os buscando sensibilizá-los para se associarem na Terra Viva seguindo aquela linha que conversamos no último encontro vivo de incentivar a associação semestral para ajudar a capitalizar a feira mais rápido. Mas algumas pessoas me retornaram que tentaram a associação e não tiveram um retorno. Vocês receberam alguma ficha nos últimos dias? Eu devo enviar a minha ficha novamente? Lembro que conversamos também no último encontro de incorporar na ficha um campo onde as pessoas indiquem a disponibilidade de tempo e horário para colaborar com a Terra Viva e em quais atividades (feira virtual, feira presencial, estoque, associação, etc).

No sábado, chegarei no início da tarde para o Encontro Vivo, pois na parte da manhã estarei em Ribeirão das Neves em um encontro com mulheres que terá a participação de agricultoras. Uma oportunidade para reforçar a divulgação da Terra Viva e a AMAU também.

Nos vemos no sábado!!!

Dani
Em 29 de fevereiro de 2012 14:49, Lídia <lidiandante@...> escreveu:
Olá queridas e queridos!
 
Após reunião, envio a tabela de  tarefas da Rede Terra Viva para março de 2012. Editem, coloquem seus nomes, apareçam, mão na massa, vamo que vamo!
 
 
Atenção: amanhã começa a primeira Feira Virtual do Ano!
 
Próximas reuniões de colaboradores: 15 de março - 19 de abril - 17 de maio - 21 de junho
(3a quinta de cada mês).






Abraços,
Lídia



PS:
Por via das dúvidas, aí a tabela do docs copiada e colada (mas editem ela no docs, pra ficar sempre atualizada):
 
Tarefas da Rede Terra Viva em março de 2012




Feira Virtual do dia 1 a 6 de março
10/03 Feira Presencial de manhã  e Encontro Vivo à tarde
Associação
Estoque
Controle Social e Categorização
Contato com Produtores:

Laura e Dani

Montar a planílha:
Laura e Carol

Divulgar as ofertas: Lídia

Transporte dos produtos:


Montar e Entregar as Cestas dia 6/3:
Lídia
Lídia: filmar e ajudar no que puder



Quem vem?






Cara a cara no almoço do dia 8/3: Lídia


Cara a cara na feira do dia 10:
Carol

Carteirinhas: Lídia

Video:: Lídia

Email divulgação:
Lídia
Pedidos para os produtores: Dani Oliveira


Atualização de preços: Dani
Definir categorização: Laura e Lorena


Guardiões da Rede Terra Viva em março de 2012:
 
Coordenar lista de tarefas: Lídia e CaroL
Estoque: CaroL
Comunicação/campanha de associação: Lídia
Compras, preços, gestão financeira: Dani Oliveira
Controle Social e Categorização: Laura e Lorena.
UFMG: Lídia e Laura para articular feira itinerante em abril (4a 12etrinta) e definir coordenador.
Mão de obra pras Feiras: Todo Mundo!! ver tabela acima
 
 
 
 



#2208 De: peter cezar nascimento <petercezar@...>
Data: Ter, 6 de Mar de 2012 3:33 pm
Assunto: Enc: Feira de Moeda - Divulgação e busca de apoio
petercezar
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Aos amigos, um convite para saborear os saberes locais.
Ah, favor repassar!
Gratidao, Peter.
 
Marcenaria de Caçamba
Soluçoes em madeira reciclada, permacultura e bioconstrução

----- Mensagem encaminhada -----
De: Marina Utsch <marinautsch@...>
Para: peter cezar nascimento <petercezar@...>; arpapp@...
Enviadas: Terça-feira, 6 de Março de 2012 12:23
Assunto: Feira de Moeda - Divulgação e busca de apoio

Favor divulgar...
 
Imagem inline 1
4a. Edição
da Feira de Saberes e Sabores de Moeda
 
Dia 10 de março de 9h as 15h
(Todo 2º sábado do mês)
 
Av. do Comércio - Centro
Moeda - MG (a 1h de BH)
 
Apoie a venda de produtos da região!
Conheça a economia solidária!
 
Estamos em busca de parceiros, apoiadores e projetos que financiem nossas atividades no âmbito social, que abrangem não apenas a feira mas também uma forte relação com comunidades rurais,  o resgate de seus saberes ancestrais e a construção de um núcleo de experimentação de técnicas de bioconstrução, plantio ecológico, permacultura e recuperação de florestas. Caso seja de interesse de sua organização se juntar a nós nos trabalhos eco-sociais, entre em contato. Também estamos recebendo visitas orientadas no nosso núcleo experimental. Para conhecer nossas atividades, acesse:  http://ecovidasaomiguel.org/?page_id=23
__.





1 de 1 foto(s)

#2209 De: Marco Tulio Ferreira <mtferreira@...>
Data: Qui, 8 de Mar de 2012 1:35 pm
Assunto: Congresso Virtual: Economia Verde e Inclusão Socioprodutiva: o papel da Agricultura Familiar
mtferreira27
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Reflexões para Rio + 20 PDF Imprimir E-mail
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Reflexões para Rio + 20

Economia Verde e Inclusão Socioprodutiva: o papel da Agricultura Familiar

Período de 9 a 30 de abril 2012.

 

O Ministério do Desenvolvimento Agrário do Brasil (MDA) e o Instituto Interamericano de Cooperação para Agricultura (IICA) contam com sua participação no Congresso Virtual Internacional Reflexões para Rio + 20 Economia Verde e Inclusão Socioprodutiva: o papel da Agricultura Familiar. Trata-se de um evento preparatório para reunir subsídios técnicos que fortaleçam posições institucionais junto a Conferência Mundial Rio + 20.

Os temas Economia Verde e Inclusão Socioprodutiva são destaques na programação com duas conferencias magnas. Serão também realizados fóruns com foco nos seguintes eixos temáticos: i) Desenvolvimento Rural Sustentável; ii) Recursos Naturais e Soberania Alimentar; iii) Produção e Consumo sustentável. Cada eixo terá rodadas de debates virtuais, com duração de uma semana e contará com a participação de dois palestrantes, dois comentaristas, um animador e um relator. Todas as atividades serão realizadas online.

Os resultados do Congresso serão consolidados em um informe técnico e uma revista especial que conterão a sistematização dos debates temáticos e as principais contribuições para a Rio + 20.

A participação é gratuita e a inscrição pode ser realizada no site: www.congressorio20.org.br onde está disponível o programa do congresso. Mais informações: contato@... .

 

Cordialmente,

 

Equipe de Coordenação

Congresso Virtual Internacional


#2210 De: Marina Utsch <marinautsch@...>
Data: Qui, 8 de Mar de 2012 7:32 pm
Assunto: Circo Teatro El Individuo na Feira De Saberes e Sabores
marina_utsch
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
AVISO... (Ajudem a divulgar, por amor)
 
Espetáculo "Os descadeirados" do Circo Teatro El Individuo às 11 horas durante a próxima Feira de Saberes e Sabores!
 
 
Tragam as crianças e chamem a família para um passeio em Moeda! 
 
"Os Descadeirados"
Data: 10 de março - sábado
Horário: 11 horas
Local: Feira dos Saberes e Sabores de Moeda (Centro de Moeda - a 1h de BH)
 
 
 
Favor divulgar...
 
Imagem inline 1
4a. Edição
da Feira de Saberes e Sabores de Moeda
 
Dia 10 de março de 9h as 15h
(Todo 2º sábado do mês)
 
Av. do Comércio - Centro
Moeda - MG (a 1h de BH)
 
Apoie a venda de produtos da região!
Conheça a economia solidária!
 
 
Estamos em busca de parceiros, apoiadores e projetos que financiem nossas atividades no âmbito social, que abrangem não apenas a feira mas também uma forte relação com comunidades rurais,  o resgate de seus saberes ancestrais e a construção de um núcleo de experimentação de técnicas de bioconstrução, plantio ecológico, permacultura e recuperação de florestas. Caso seja de interesse de sua organização se juntar a nós nos trabalhos eco-sociais, entre em contato. Também estamos recebendo visitas orientadas no nosso núcleo experimental. Para conhecer nossas atividades, acesse:  http://ecovidasaomiguel.org/?page_id=23
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#2211 De: peter cezar nascimento <petercezar@...>
Data: Qui, 8 de Mar de 2012 9:53 pm
Assunto: Enc: [institutoecovida] Circo Teatro El Individuo na Feira De Saberes e Sabores
petercezar
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
 
Marcenaria de Caçamba
Soluçoes em madeira reciclada, permacultura e bioconstrução

----- Mensagem encaminhada -----
De: Marina Utsch <marinautsch@...>
Para:
Enviadas: Quinta-feira, 8 de Março de 2012 16:32
Assunto: [institutoecovida] Circo Teatro El Individuo na Feira De Saberes e Sabores

AVISO... (Ajudem a divulgar, por amor)
 
Espetáculo "Os descadeirados" do Circo Teatro El Individuo às 11 horas durante a próxima Feira de Saberes e Sabores!
 
 
Tragam as crianças e chamem a família para um passeio em Moeda! 
 
"Os Descadeirados"
Data: 10 de março - sábado
Horário: 11 horas
Local: Feira dos Saberes e Sabores de Moeda (Centro de Moeda - a 1h de BH)
 
 
 
Favor divulgar...
 
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4a. Edição
da Feira de Saberes e Sabores de Moeda
 
Dia 10 de março de 9h as 15h
(Todo 2º sábado do mês)
 
Av. do Comércio - Centro
Moeda - MG (a 1h de BH)
 
Apoie a venda de produtos da região!
Conheça a economia solidária!
 
 
Estamos em busca de parceiros, apoiadores e projetos que financiem nossas atividades no âmbito social, que abrangem não apenas a feira mas também uma forte relação com comunidades rurais,  o resgate de seus saberes ancestrais e a construção de um núcleo de experimentação de técnicas de bioconstrução, plantio ecológico, permacultura e recuperação de florestas. Caso seja de interesse de sua organização se juntar a nós nos trabalhos eco-sociais, entre em contato. Também estamos recebendo visitas orientadas no nosso núcleo experimental. Para conhecer nossas atividades, acesse:  http://ecovidasaomiguel.org/?page_id=23
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#2212 De: peter cezar nascimento <petercezar@...>
Data: Dom, 11 de Mar de 2012 4:43 pm
Assunto: Feira Saberes e Sabores - Nota de agradecimento
petercezar
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Irmaos e amigos,
chegamos ao fim da ediçao março da Saberes e Sabores. Mais uma vez, foi ótimo ver aquele ambiente de festa, rua fechada, crianças brincando livremente e pessoas conversando em grande harmonia. Desta vez não teve musica ao vivo, mas foi otimo ver os palhaços da Cia. El Individuo em ação. Foi lindo demais! Aproveitamos para convidar àqueles que desejam se apresentar, pois dispomos de espaço para seus números

São muitos os desafios e grande a necessidade de apoio. Solicitamos aos amigos que divulguem esta iniciativa e aproveitamos para convocar todos os que são solidários às nossas idéias, para se juntar a nós nesta rede de possibilidades.

Agradecemos também a presença de todos os que apareceram e podemos dizer àqueles que nao vieram que aqui há muito para ser apreciado. Como sugestão, que tal sair de "Beagáses", para respirar o ar puro da Serra na próxima edição, em 14 de abril.
Um abraço a todos, Marina e Peter.
Marcenaria de Caçamba
Soluçoes em madeira reciclada, permacultura e bioconstrução

#2213 De: peter cezar nascimento <petercezar@...>
Data: Dom, 11 de Mar de 2012 4:54 pm
Assunto: Curso Marcenaria de Caçamba
petercezar
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Caros amigos,
 
segue um link de um curso de Marcenaria de Caçamba que estamos querendo puxar!
 
No link abaixo, vcs poderao acessar as ideias, dar sugestoes e votar
 
 
Apreciem!
 
Com gratidao, Peter.
 
 
Marcenaria de Caçamba
Soluçoes em madeira reciclada, permacultura e bioconstrução

#2214 De: Marco Tulio Ferreira <mtferreira@...>
Data: Seg, 12 de Mar de 2012 2:08 pm
Assunto: FW: Seleção bolsista do Grupo Aroeira/UFMG
mtferreira27
Enviar e-mail Enviar e-mail
 




From: dayagloor@...
Date: Fri, 9 Mar 2012 16:38:21 -0300
Subject: Seleção bolsista do Grupo Aroeira/UFMG
To:

Imagem inline 1

Favor divulgar a possíveis interessados. Obrigada!

Daya Gloor Vellasco
Grupo Aroeira - Ambiente, Sociedade e Cultura
www.icb.ufmg.br/grupoaroeira

Amanu - Educação, Ecologia e Solidariedade

--
Você faz parte do Grupo "Articulação Sementes Crioulas MG". Este grupo não tem moderação.
Para enviar e-mails ao grupo escreva para: sementescrioulas-mg@googlegroups.com
Para sair do grupo, escreva para: sementescrioulas-mg+unsubscribe@googlegroups.com
Para acessar as fotos e imagens vá em: http://picasaweb.google.com/ Para acessar os arquivos do grupo, use: http://docs.google.com/ Em ambos os casos, use o login e a senha disponíveis na página do grupo: http://groups.google.com/group/sementescrioulas-mg?hl=pt?hl=en Este login e senha podem ser usados também para adicionar novas pessoas ao grupo e fazer outras alterações.

#2215 De: Marco Tulio Ferreira <mtferreira@...>
Data: Seg, 12 de Mar de 2012 2:47 pm
Assunto: FW: Bill Gates e Monsanto
mtferreira27
Enviar e-mail Enviar e-mail
 



Date: Fri, 9 Mar 2012 10:16:29 -0800
From: nandorangel@...
Subject: Bill Gates e Monsanto
To: sementescrioulas-mg@googlegroups.com; sementescrioulas@...

Encaminhando para conhecimento. O cerco vai se fechando...

 

Bill Gates defende revolução digital contra a fome mundial

AFP - 3 horas atrás
O fundador da Microsoft, Bill Gates, convocou nesta quinta-feira uma "revolução digital" para aliviar a fome no mundo através do aumento da produtividade na agricultura com a utilização de satélites e variedades de sementes manipuladas geneticamente.
"Precisamos pensar a sério sobre como começar a tirar vantagem da revolução digital que está levando inovação, inclusive, às fazendas", afirmou o bilionário filantropo americano em um discurso na agência de pobreza rural da ONU, a IFAD, em Roma.
"Se você se importa com a pobreza, você se importa com a agricultura. Acreditamos que é possível para pequenos agricultores dobrarem e, em alguns casos, triplicarem sua produção nos próximos 20 anos preservando a terra", afirmou Gates.
Ele deu como exemplo de inovação a manipulação genética que permite que produtores de mandioca na África prevejam como suas mudas vão se desenvolver, diminuindo o tempo que leva para uma nova variedade crescer de 10 anos para dois.
Outro desenvolvimento-chave é o uso de tecnologia de satélite desenvolvida por departamentos de Defesa para documentar dados sobre terras, assim como vídeos informativos de agricultores discutindo as melhores práticas para ajudar os outros.
"Se não fizermos isso, vamos ter uma exclusão digital na agricultura", afirmou.
Gates também defendeu a utilização de organismos modificados geneticamente (GMOs) no mundo em desenvolvimento e investimentos de longa-escala em terras cultiváveis realizados por estados estrangeiros no mundo em desenvolvimento - ambos temas muito controversos na comunidade de ajuda.
"Você deve sair e conversar com pessoas que plantam arroz e perguntar se elas se importam por aquilo ter sido criado em laboratório quando seu filho tem o suficiente para comer", disse a repórteres em uma pequena coletiva de imprensa após o discurso.
"A mudança na forma na qual a humanidade vive nos últimos séculos é baseada na adoção de práticas de inovação e nós simplesmente não fizemos muito por aqueles com grandes necessidades para trazer estas coisas", afirmou.
Na questão dos investimentos na terra, que seus críticos se referem como "grilagem", ele disse: "Não é atualmente possível pegar a terra. As pessoas não colocam isso em barcos e levam de volta para o Oriente Médio".
"Se pudéssemos ter orientações claras, poderiam ocorrer mais acordos de terra e, em geral, isto poderia ser muito benéfico... A verdade é que a pessoa que está mais em risco em um acordo de terra é a pessoa que está colocando seu dinheiro no negócio".
Gates também disponibilizou 200 milhões de dólares (150 milhões de euros) em novas doações de sua fundação para financiar a pesquisa de um novo tipo de milho resistente à seca, para uma vacina para ajudar os criadores de gado e para um projeto para a formação de agricultores.
"Investimentos em agricultura são as melhores armas contra a fome e a pobreza", disse, acrescentando que sua organização de caridade comprometeu 2 bilhões de dólares para agricultores e está trabalhando em sete colheitas e em uma vacina para gado.
Gates pediu a criação de um novo sistema de "indicadores públicos" para os países em desenvolvimento e para as agências de alimentos da ONU que mediriam coisas como a produtividade na agricultura, a habilidade de alimentar famílias e sistemas de educação de fazendeiros.
"Quando eu me encontrar com um líder africano, eu adoraria ter o cartão de indicadores. Eu tenho um destes cartões para a saúde... Sem um cartão de indicadores, os doadores tendem a promover coisas de curto prazo orientadas pela moda", disse à imprensa.
O pioneiro da tecnologia também criticou o trabalho das agências de alimentos da ONU em Roma: A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), o Programa Mundial de Alimentos, e o Fundo Internacional para o Desenvolvimento da Agricultura (IFAD).
Ele afirmou que o atual sistema de ajuda para a alimentação e a agricultura está "ultrapassado e ineficiente" com um monte de "duplicações".
Para estes organizadores avançarem para o mundo digital, levará "muito tempo", acrescentou.
Quando perguntado sobre a necessidade de reformas mais amplas no capitalismo para ajudar os pobres, ele disse: "Como você se livra dos excessos, incluindo as pessoas de finanças que recebem estes enormes salários, sem ferir as coisas benéficas?".
E acrescentou: "Gostaria que operadores de Wall Street fossem embora... e trabalhassem com milho e utilizassem seus modelos matemáticos para olhar para o fenótipo versus genótipo. É claramente imperfeito, mas é o melhor sistema que temos".

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Você faz parte do Grupo "Articulação Sementes Crioulas MG". Este grupo não tem moderação.
Para enviar e-mails ao grupo escreva para: sementescrioulas-mg@googlegroups.com
Para sair do grupo, escreva para: sementescrioulas-mg+unsubscribe@googlegroups.com
Para acessar as fotos e imagens vá em: http://picasaweb.google.com/ Para acessar os arquivos do grupo, use: http://docs.google.com/ Em ambos os casos, use o login e a senha disponíveis na página do grupo: http://groups.google.com/group/sementescrioulas-mg?hl=pt?hl=en Este login e senha podem ser usados também para adicionar novas pessoas ao grupo e fazer outras alterações.

#2216 De: victor hugo jardini munhoz <vhugojardini@...>
Data: Ter, 13 de Mar de 2012 2:12 am
Assunto: Consulta em Iridologia
vhugojardini
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Prezado(a)s,
Seguem informações sobre o Dr Gurudev Singh Khalsa, Iridólogo e médico naturopata que estará atendendo em Belo Horizonte nos dias 13-16 de março.
 
O que é Iridologia?
Iridologia é uma ciência que permite, graças à observação da íris, detectar perturbações orgânicas, metabólicas, nutricionais, nervosas, hormonais e certas patologias. Isto é possível estudando os numerosos sinais que devemos decodificar e interpretar segundo uma técnica rigorosa.
A partir da Irisdiagnose, elabora-se um programa de desintoxicação e reconstrução do organismo, que é a base do tratamento e que tem a finalidade de conscientizar e melhorar as carências do cliente, melhorando, desta forma, sua qualidade de vida.
 
 Breve currículo:
  • Iridólogo e naturólogo, estudou com o Dr. Bernard Jensen, no Instituto de Iridologia e Nutrição - Escondido/Califórnia (EUA)
  • Licenciado em Medicina Holistica/Natural pela Tucson College Of Naturopathy em Tucson-Arizona
  • Mestrado em Naturologia pela Brentwick University em Londres.
  • Ministra cursos no Brasil, Europa e EUA.
  • Autor do livro: Iridologia Integrada – a Ciência da Arte da revelação do Holograma Humano, editora Madras.  
Gurudev estará atendendo nas seguintes datas e horários:

13 março, terça 14:00 – 17:00

14 março, quarta 09:00 – 11:00

15 março, quinta 14:00 – 17:00

16 março, sexta 09:00 – 11:00

 

Valor da consulta: R$200,00
 

Local: 

R. Ulhôa Cintra, 95, sl 1301, Santa Efigênia, Belo Horizonte

http://maps.google.com.br/maps?q=R.+Ulh%C3%B4a+Cintra,+95,+sl+1301,+Santa+Efig%C3%AAnia,+Belo+Horizonte&hl=pt-BR&ie=UTF8&ll=-19.922399,-43.922524&spn=0.020456,0.038409&sll=40.551216,-85.602364&sspn=8.461932,19.665527&hnear=R.+Ulh%C3%B4a+Cintra,+95+-+Santa+Efig%C3%AAnia,+Belo+Horizonte+-+Minas+Gerais,+30150-230&t=m&z=15

 

Contato: Siri Kirtan (31) 9626-6655
                sirikirtan@...
 
Currículo completo em folder anexo.
Mais informações sobre o Prof. Gurudev:

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