Entrar
Usuário novo? Cadastre-se
pantanet

Informações sobre o grupo

  • Associados: 72
  • Categoria: Desenvolvimento
  • Criado em: Apr 26, 2005
  • Idioma: Inglês
? Você já é um associado? Entre no Yahoo!

Dicas

Você sabia...
Você pode ordenar suas mensagens por data? Basta clicar no link da coluna data. Suas preferências serão lembradas para que você não precise fazer isso novamente sempre que retornar.

Mensagens

  Ajuda
Avançado
O dia que open source entou em loop (IBM X JBOSS) - hehehe...   Lista de mensagens  
Responder Mensagem #7 de 526 |

Tudo vai muito bem enquanto o openSource é o teu e não o meu! O artigo abaixo no blog do Jalf comprova claramente isso!

"a JBOSS ganhava grana oferecendo ferramentas concorrentes da IBM, a agora a IBM comprou uma outra open e tá oferecendo um produto concorrente....."

Já  a JBOSS agora não gostou nada disso!!!

Vale uma lida!
 
 
Ivan B. Prado
Open Source Smack-Down

 

 

Marc Fleury está chocado - chocado! Com o fato de que a IBM esteja usando as táticas que ele usa para atacá-la para atacar sua empresa.

 

“Francamente, é de ficar coçando a cabeça!” ele diz.

 

Durante os últimos dois anos, a empresa de Fleury (JBoss, de Atlanta), vem tirando negócios da IBM, oferecendo de graça um conjunto de programas de código aberto que fazem o que o WebSphere, da IBM, faz.  Fleury alega que a JBoss distribuiu mais cópias do que a IBM, durante o ano passado.

 

A IBM, aparentemente, cansou-se de ter um programa grátis minando suas vendas. E partiu para o jogo pesado. Em maio, a gigante dos computadores adquiriu a principal rival da JBoss, Gluecode, que também distribui um conjunto de programas para servidores Web de código aberto.

A Gluecode obtinha lucro a partir da venda de alguns programas “de código fechado”, que rodavam sobre seus produtos de código aberto. Não mais, diz a IBM, que tenciona liberar o código fonte de todos os programas da Gluecode e distribuí-los gratuitamente. A IBM vai, também, reduzir em muito os preços de serviços e suporte, cobrando menos da metade do que a Gluecode cobrava, segundo Scott Cosby, executivo da IBM encarregado da transição da Gluecode.

 

O apelo para os consumidores é: você tem o software de graça e serviço e suporte a preço de banana; mas não é só isso: tudo isto vem da IBM, um nome que você conhece e confia!

 

Cosby diz que a IBM está simplesmente atendendo às necessidades dos consumidores. Diz, também, que não dedicou muito tempo a pensar no significado da aquisição da Gluecode para a JBoss.

 

Fleury tem pensado, sem dúvida. Ele alega que a IBM está tentando tirá-lo do mercado. Ele está furioso e aturdido. Diz que a Gluecode irá comprometer tanto as vendas do WebSphere da IBM quanto vai prejudicar a JBoss, embora a IBM aparente não estar se importando com isso.

 

“Onde tudo isto vai terminar? Quando é que toda a indústria de software vai se desfazer?”. “Eu acho arrogância da parte deles acreditar que vão ser capazes de controlar o processo que iniciaram”, diz Fleury, CEO e Chairman da JBoss.

 

Pobre sujeito! Ele não percebeu ainda? Este é exatamente o conceito do código aberto: criar clones e oferecê-los de graça, destruindo o valor do que quer que seja que o outro cara esteja vendendo.

 

O novo nesta história é que, agora, as companhias de código aberto estão voltando-se umas contra as outras.

 

Não é só o ataque da IBM-Gluecode à JBoss: a Red Hat, distribuidora líder do Linux, está sob cerco de clones do seu Linux “empresarial”, aquele pelo qual os consumidores devem pagar. A coisa toda está cada vez mais parecida com um daqueles filmes de Quentin Tarantino onde um bando de sujeitos acaba por apontar as armas uns para os outros.

 

Fleury, desafiante, insiste que não está preocupado com a IBM. Diz que seu software é melhor que o da Gluecode e que a IBM não sabe como gerenciar o negócio do software.

 

Mas, se a Microsoft, com todos os seus bilhões, está fadada à ruína pelo movimento do código aberto, como muitas fontes ligadas ao software livre acreditam, então que chance tem a startup de Fleury, uma companhia de 130 pessoas, contra a IBM, que teve US$ 96,5 bilhões de faturamento em 2004, tem a intenção de usar o software como chamariz e pode absorver perdas por anos a fio? 

 

De fato, o ataque da IBM à JBoss levanta algumas importantes perguntas a respeito da forma pela qual as companhias de software livre podem sequer manter-se por si próprias. Devido ao fato de que seus programas podem ser copiados livremente, estas companhias não podem cobrar por eles. Em vez disso, elas esperam que alguns usuários comprem contratos de manutenção.

 

O problema é que a maioria das pessoas simplesmente pega o que é grátis e sai correndo. Somente 3% a 5% dos clientes da JBoss compram estes contratos.

 

Não espanta ninguém estar ganhando dinheiro com isso. A JBoss opera em perda, da mesma forma que a MySQL, a companhia de bancos de dados de código aberto. A Novell, número 2 entre as distribuidoras de Linux, está perdendo dinheiro. Após uma década de perdas, a Red Hat lucrou US$ 45 milhões no ano passado, sobre vendas de pouco menos de US$ 200 milhões, mas 40% de seu lucro vêm de aplicações financeiras e não de suas operações de software.

 

Estas companhias foram construídas sobre o conceito de que elas poderiam fazer clones de programas vendidos por gigantes como a Microsoft e a Oracle, cobrando alguns reais por bens que as grandes vendiam por grandes somas. Esta é uma idéia muito pobre, para começar, que parece mais e mais pobre quando outros aparecem no mercado vendendo os mesmos softwares por alguns centavos.

Mesmo defensores da idéia como Fleury admitem que o modelo de companhias de programas de código aberto não é voltado para a criação de grandes, poderosas e maciçamente lucrativas empresas.

 

Ainda assim, as pessoas estão aderindo a este negócio e capitalistas de risco estão injetando dinheiro nele, colocando US$ 150 milhões em startups de código aberto em 2004, o triplo de 2003, de acordo com a VentureOne.

 

Isto parece com a bolha das ponto-com, exceto que desta vez não serão somente os investidores que serão prejudicados. Os usuários estão assumindo um risco também. Quando estas companhias fornecedoras de software de código aberto esgotarem seu capital de risco e quebrarem, seus clientes terão que contratar equipes de técnicos bem-remunerados para manter os softwares subitamente órfãos ou pagar alguém para desinstalá-los e substituí-los por algo novo. De qualquer forma, todo este software grátis de repente vai começar a parecer estupidamente caro.

 

A boa notícia, caso você seja um cliente da JBoss, é que a IBM estará lá para ajudá-lo a migrar.

 

Daniel Lyons is a Senior Editor at Forbes.

 

Publicado em http://www.forbes.com/intelligentinfrastructure/2005/06/15/jboss-ibm-linux_cz_dl_0615jboss.html

 



Qua, 22 de Jun de 2005 2:33 am

gustavo_vcs
Offline Offline
Enviar e-mail Enviar e-mail

Mensagem #7 de 526 |
Expandir mensagens Nome/E-mail Classificar por data

GPANTANET - www.pantanet.rg3.net Tudo vai muito bem enquanto o openSource é o teu e não o meu! O artigo abaixo no blog do Jalf comprova claramente isso! "a...
Gustavo Malheiros
gustavo_vcs Offline Enviar e-mail
22 de Jun de 2005
2:31 am
Avançado

Copyright © 2010 Yahoo! do Brasil Internet Ltda. Todos os direitos reservados.
Política de Privacidade - Termos do Serviço - Diretrizes - Ajuda