O COMETA
Notícias de Amanhã. Hoje.
Saint-Denis (DR), 30 de Dezembro de 1999 - Edição Número 0047 - Fundado em Dezembro de 1997
EDIÇÃO EXTRA
Editorial: Mais um ano.... Muitas batalhas, muitas vitórias.
Cláudio de Castro, Editor-Chefe
Os Primeiros Meses: Gestão Iatauro
O ano de 1999 começou de maneira sui generis. O "desaparecido" Premier Otto von Dräeger (PIGD) havia sumido por completo, e deixado os reuniãos sem governo. A saída encontrada pelo Poder Moderador, que àquela época ainda se via com a obrigação constante de intervir para assegurar o bem estar dos cidadãos, foi a nomeação de um substituto, que não pertencesse nem ao P.I.G.D. e nem a ao Pacto Oposicionista. A solução encontrada tinha um nome: Eduardo Iatauro, até então visto por todos como um controverso micronacionalista, mas que tinha mostrado algum trabalho no decorrer de sua carreira, como, por exemplo, a fundação de um partido, o ARENA, o qual hoje sofre de um inchaço característico de agremiações políticas em crescimento.
Iatauro começou bem seu governo; apesar das vedações que o diploma legal que lhe nomeava para o mandato tampão continha (não podia, por exemplo, mexer no ministério de Dräeger), iniciou uma cruzada contra a inactividade, agindo junto aos cidadãos novatos e inactivos no sentido de activá-los e prepará-los para a vida dentro do Império. Foi este, porém, o único suspiro dada pela fraquíssima administração do ex-desembargador, que veio a deixar o Império, já totalmente desacreditado e motivo de chacota entre os cidadãos e partidos, no final do ano, debaixo de vários processos e do repúdio popular.
APQ praticamente inerte, mas Conselho renascia
A APQ funcionou pouco na gestão Iatauro, apesar dos sempre fantásticos esforços da então diretora, Laura Dayspring, que não contava com legislação alguma que a permitisse exonerar os qualícatos faltosos. No Conselho, terminava a gestão de Joseph Chandler, que sucedera a Brandon Forsberg na presidência. Se a APQ permanecia parada, o Conselho produzia como nunca.
Neste momento, pareceu a todos que o sistema de Reunião havia chegado a um impasse: Poder Executivo e Poder Legislativo não conseguiriam se comportar de maneira satisfatória? A pífia gestão Dräeger de 1998 e a inoperante administração Iatauro seriam o máximo que o povo Reunião poderia assistir?
Ascensão de um Anglófono
Mas o pior estava por vir. Em Março, em apertadíssima votação na qual o Poder Judiciário proibira o qualícato Otto von Dräeger (PIGD) de votar em si mesmo, Joseph Laughton Chandler (CRP) foi eleito Premier do Sacro Império de Reunião. Isto mesmo, um anglófono. E um anglófono muito activo, muito diferente dos últimos premieres que Reunião havia tido. Neste momento entrava em cheque o sistema bilíngüe de Reunião. 'Seria este sistema tão efficiente a ponto de agüentar um Premier que fizesse parte da então muito activa minoria? Veremos que Não.
Fraqueza da esquerda; debilidade da extrema-direita
À época, com a saída de vários membros do PACSO de Reunião para fundar Ludônia em 1998, o partido estava fraco e desacreditado, assim como a ARENA, que estava morta, dada as desastrosas intervenções de seu fundador em Chandon, que logo o tornaram o bobo da corte de Reunião. Ninguém dava um tostão furado pelo PACSO, e nem meio Tostão para a ARENA.
Um sonho Cristão estava nascendo...
Ao mesmo tempo em que o PACSO e a ARENA se viam acabados, em uma decisão surpreendente do Imperador Cláudio Primeiro, viu-se SUSPENSA a eficácia do Decreto Executivo 006-1998, que proibia a criação de novos partidos políticos dentro do Sacro Império de Reunião. Ouvindo protestos de todos os lados, o Imperador mandou conceder o registro partidário definitivo à FRENTE IMPERIAL CRISTÃ, fundada por Rafael Perszel, Luiz Coelho Filho e Marcos Delfraro, então meros desconhecidos dentro do Império. O partido logo recebeu a adesão de vários nomes até enTão praticamente anônimos: Ângela Leal, Deana Troi.... Vendo que a ARENA morria aos poucos, logo deixou seus quadros o controverso e competente, inovativo e vanguardista Ricardo Tomasi, junto com seu irmão Eduardo, juntando-se, ambos, à causa da FIC.
O partido em breve disputaria sua primeira eleição. Haveria lugar para mais um partido em Reunião?
Enquanto isso, no Poder Moderador...
Não eram só PACSO e ARENA que estavam no fundo do poço. Uma pessoa, outrora poderosíssima e cheia de credibilidade, via seu reinado chegar ao fim: Pedro Aguiar, ex-premier e então Lorde Protetor. Aguiar estava completamente louco; xingava cidadãos, tratava mal dignatários, exigia que seus caprichos fossem atendidos, maltratava a todos, exigindo de todos o respeito que ele não dispensava a ninguém. Brigou com Laura Dayspring, Quintino Gomes, Chandler Sanders (o nosso querido Guliver Lee), Alcides Ricce Jr., Brandon Forsberg, Patrícia Trigo, Christopher Thieme, Micah Kubic (então alto empregado da Chancelaria) e tantos outros. Aguiar também realizou desastrosas intervenções intermicronacionais, que só fizeram aumentar a raiva que certos países tinham em relação ao Império. Sua política de isolar a República de Porto Claro a todo custo só fizeram isolar Reunião da comunidade. Viu-se que para naufragar, a República de Porto Claro não precisava de ajuda; o faria sozinha.
A situação era insustentável. Assim, o Imperador Cláudio não encontrou outra maneira de agir: exonerou o todo-poderoso, sob as palmas de uma multidão, que retornou logo após saber que o reinado de "Aguiargh" havia chegado ao fim . Viu-se, pois, que nem tão poderoso assim era; provou-se, pois, que não mandava o tanto quanto pintavam pessoas de países estrangeiros e até mesmo de Reunião. A demissão de Pedro Aguiar foi a primeira vitória que ocorreu no correr do ano: a vitória da justiça sobre a impunidade, da correção sobre os desmandos, do todo sobre a "panelinha".
Com o cargo de Lorde Protetor vago, o Imperador surpreendeu a todos, nomeando o competente novato Rodrigo Leite para o cargo, enquanto não se decidia por um novo nome. Assumiu Rodrigo Leite, que em poucos dias deixou todos de queixo caído com sua actividade em prol do Império, reavivando áreas do Poder Moderador que desde Dabrowski não eram exploradas. Era sabido que Aguiar jamais editara uma OG em nome do Imperador como lhe compete, e nem mesmo um Decreto Imperial ou Edicto promulgatório. Era também sabido que Aguiar jamais cuidara do Distrito Real de St. Denis, dever este que Rodrigo Leite abraçou com tanto carinho que até mesmo comoveu o Imperador e a população. Também abraçou Rodrigo Leite - logo feito Barão Rodrigo de El Allamein - o sonho da Universidade de Reunião.
Porém, Rodrigo ainda era inexperiente, e não poderia ser mantido no cargo, apesar de sua interessante e importante participação. Em busca de um nome de peso, Cláudio encontrou um: FILIPE OLIVEIRA, o todo-poderoso e legalista ex-secretário-geral de Orange, ex-senador em Porto Claro, ex-tantas coisas que nem mesmo ele se lembrava. Filipe havia sido o editor da ARN em 1998, até ser substituído por Rodrigo Marques (hoje um inactivo em Porto Claro), e havia também advogado, como laranjiano, dentro de Reunião. Filipe Oliveira era, quiçá, o nome mais em voga no micronacionalismo lusófono, e sua vinda para Reunião deu uma das últimas facadas em Orange, nação que conheceu a morte antes do fim de 1999, com as idióticas administrações de Daniel Mayer e Thiago Mello, que conseguiram destruir tudo que os fundadores daquele país haviam conseguido construir; e pior, conseguiram com que cada um deles deixasse o país, um após o outro, até ficarem sozinhos.
Filipe Oliveira assumiu o cargo em Abril. Neste mesmo mês, transformou completamente a estrutura do Poder Moderador. Apesar de seu jeito parcial e brigão, Filipe revolucionou a maneira como as coisas eram feitas no Império. Assumiu a posição de LP com muito orgulho e paixão, e a exerceu com maestria. Realizou algumas mudanças na Constituiçao, mudanças estas que viabilizaram de vez a existência e a indispensabilidade da Chefia de Gabinete do Poder Moderador. Estruturou seu Gabinete, assumiu suas funções nobiliárquicas com rigidez e isenção, participou activamente de cada uma das decisões imperiais, tomou conta, formando um fantástico par com Jeremy Johnson, nosso chanceler, das relações externas do país.
Aguiar se foi antes de ver as Capitanias que criou e os burgos funcionando perfeitamente
Primeiro foi Stráussia que se tornou activa, tão ou mais que a maioria das micronações, conduzida por um capitão inovador, inspirado nas idéias de vários ótimos e competentes cidadãos. A lista straussiana e agora seu domínio próprio em muito contribuíram para o status de grande actividade e independência cultural alcançado pelos straussianos, que, porém, mantêm, incontestavelmente, seu amor à terra natal. O sistema político de Stráussia já funciona de acordo com o Protocolo de Benoït (que surgiu após o pioneiro Protocolo de São Paulo, de Dábliu), e inspira grande expectativa.
Em Dábliu, a democrática gestão do Capitão, que em conjunto com outros membros do PACSO consegue pouco a pouco activar a capitania, tem tambem rendido ótimos frutos. Já também com lista própria bastante movimentada, Dábliu experimenta um progresso político invejável. Fournaise e Conservatória, "filhas" de Pedro Aguiar, são capitanias sui generis, mas que também estão despontando como entidades importantes e movimentadas. A primeira, conduzida pelo PIGDiano mais influente, inova ao ter uma estrutura completamente baseada nos poderes do Capitão, mas que tem possibilitado, por outro lado, enormes avanços e uma grande rapidez, em oposição à burocracia de outras capitanias. Em conservatória, Luiz Saboya e Fábio Almeida tomaram posse da única Capitania que jamais havia sido realmente habitada, e com a ajuda do ex-capitão Leonardo já estão colocando a casa em ordem, e recrutando novos cidadãos.
St. Denis é um caso à parte, mas também já está sentindo uma certa "autonomia". O Lorde Mayor finalmente resolveu trabalhar, e com a Lista Denisense em ordem, tudo está montado pataq ue se inicie o progresso.
Os burgos, com os quais Pedro Aguiar tanto sonhou, apesar dos pesares da débil reforma geográfica, conheceram grande progresso, e a grande maioria deles já está activa e com HomePage on-line. Dá-se destaque aos super-populosos VILLELA MONTEIRO, e STO. ANDRÉ DE STRÁUSSIA. Não podemos, porém, esquecer os fabulosos TEFEPÉIA (SS), LA VESCORRE (FE), ST. JOSEPH (FE), DABROWSKY (DA), TAEH (FE) e tantos outros, que provaram que, pelo menos em Reunião, a idéia de se ter cidades é mais que bem-sucedida: é uma realidade.
O PIGD e a queda do anglófono
Joseph Chandler, quem diria, não agüentava mais as pressões. O PIGD, através da APQ e do Conselho, tornou o país ingovernável. Contestava cada uma de suas várias medidas ordinárias, assassinando, pouco a pouco, a governabilidade do país. Sem qualquer apoio na assembléia, onde seu partido, o CRP era minoria, Chandler via seu mundo cair. A ARENA, outrora sua partidária, bandeou-se para o lado contrário, de onde, de camarote, Brandon Forsberg, sorrindo - dizem, via o sonho do CRP naufragar. Forsberg assegurou-se de que Chandler não teria apoio de partido NENHUM, nem mesmo do seu. Assim foi: Jeremy Johnson deixou o CRP por problemas com a presidência e foi para o PIGD.
Para a alegria de Brandon Forsberg, e de seu braço direito, Laura Dayspring, o PIGD ganhava pujança enquanto o CRP iniciava seu lento naufrágio. Naufrágio este deflagrado pela RENÚNCIA de Joseph Chandler, 15 dias após assumir o Palácio Magistral.
E que caos se criou!
Com a renúncia de Chandler, a faixa "premieral" caiu no colo de Laura Dayspring, o que não seria tão mau, se em seu lugar na Directoria da APQ não entrasse EDUARDO IATAURO. Iatauro faliu a APQ. Destruiu completamente sua estrutura, aniquilou seu funcionamento, assassinou sua actividade, passo a passo conseguiu matar tudo aquilo que Laura havia construído em sua estada lá, o que, se não era tanto assim, já era um bom começo. Nunca a APQ havia descido tão baixo. Quem viu aquela APQ, não acreditaria na de hoje.
Porém, Laura Dayspring, se não foi uma Premier perfeita, escolheu alguns bons ministros, que lhe renderam frutos que colhe até hoje. Laura foi a inventora da idéia interessantíssima do Ministério da Saúde, e foi responsável pelo embrião do atual Ministério da Integração, assim como pelo início das actividades (finalmente!) da área de concedimento de licenças para que funcionassem as empresas.
Laura estaria com a boa fama assegurada, não fosse por um nome: o Presidente do Conselho Imperial, Christopher Thieme, que também era Ministro da Defesa. Thieme levou Dayspring à loucura, para o desespero do PIGD, logo na reta final de seu governo. Atacou a premier, atacou seu ministério, deixando até mesmo o então Lorde Protetor de cabelos em pé, o mesmo Lorde Protetor que desprezava a Premier, mas que era obrigado a concordar que Thieme estava fazendo d'um balde o mar, como dizem em Portugal.
Thieme abriu, sem querer, as portas para o renascimento do PACSO; levou o PIGD à loucura, e chamou atenção ao povo para a situação que assolava o país: uma asssembléia popular morta e uma Premier que, segundo eles, não trabalhava. O PIGD tentou bater na tecla de que quem trabalhava eram os ministros, sob a supervisão da Premier: mas a história, apesar de verdadeira, não colou....
No meio do caos, surgiu, quem diria, um PODER JUDICIÁRIO!
No final de 1998, um novato tomou o lugar do inactivo Ian Assis na chefia do Poder Judiciário: Quintino Gomes, trazido pelo Imperador, pessoalmente, da vagabundíssima República de Santa Clara (nome de fábrica de copos). Quem imaginava que Gomes seria apenas mais um na lista de desembargadores de quinta categoria que assolava o Império como uma praga maldita, enganou-se. Mesmo levemente enrolado e confuso, Gomes deu início a construção de um poder que, se não era novo, precisava de sangue novo.
Quintino Gomes, a exemplo do que fez Filipe Oliveira no Moderador em menor escala, construiu do zero uma estrutura que se perpetua até os dias de hoje. Em sua gestão, activou a Confederação Imperial de Advogados (hoje Ordem dos Advogados Reuniãos), fez com que o impossível acontecesse e os juízes trabalhassem, fez valer a previsão constitucional de que teríamos que ter um procurador geral e o nomeou (pela primeira vez a Coroa tinha quem a representasse!), incitou SSMI a criar o Código de Comportamento em Chandon (o hoje famoso C.C.C., que está na boca do povo) e a modificar o título constitucional que tratava de suas funções.
Quintino formou uma equipe de notáveis que, em conjunto com ele, foram responsáveis pela activação do Poder Judiciário: os Procuradores-Gerais Marcelo Pereira e Guliver Lee, Presidentes da OAR André Penin e Lincoln Cid, Juízes Imperiais Estela Chaves, Deana Troi, Kharol Kaprinski e Kevin Lomax. A esta equipe Reunião deve o pioneirismo que teve, sendo a primeira micronação a conhecer a actividade judiciária. Após desentendimentos com o Lorde Protetor Filipe Oliveira e também devido à sua intenção de se envolver na política, Quintino Gomes deixou o Judiciário e foi para O PACSO, nomeando Kevin Lomax para seu lugar.
Pela primeira vez era cumprida a exigência constitucional de que o Desembargador seria apartidário, o que permanece sendo cumprido até nos dias de hoje, na Gestão Roberta de Castro-Bourbon, que sucedeu a regular gestão Kevin Lomax, durante a qual inúmeros processos foram abertos e julgados, não ficando nem mesmo um deles pendente, dados os esforços da equipe que fez e faz parte de nosso Poder Judiciário.
Renascia a esquerda. A extrema-direita? Calma, isso foi meses depois!
Foi sábio o Imperador ao trazer para Reunião Filipe Oliveira. Oliveira havia orientado os fundadores do Reino de Ludônia, e se tornado influente por lá. Com sua vinda para Reunião, não hesitaram em retornar o ex-Presidente da APQ Olympio T. Neto, os ex-conselheiros Adrian Azrael, Robert Musílico e Gustavo Ramos e alguns outros, deixando o Rei Luiz Saboya numa tremenda bananosa em seu país, que estava morrendo, para o desgosto daqueles que tinham pensado que Ludônia sobreviveria ao tempo, dado o esforço de seus fundadores em fortalecê-la.
O retorno dessa turma deu novo alento à esquerda de Reunião, em cuja definição não se enquadrava só o PACSO, mas também a FIC., que começava a conquistar os corações populares. Neste momento, além dos retornos que já eram até mesmo esperados, nasciam novos e importantes nomes de esquerda no país: Rodrigo Rezende, Marcelo Pereira, Bruno Carneiro.
As eleições se aproximavam; o PIGD estava senhor de si.
Enquanto a esquerda se reagrupava e reestruturava, o PIGD não estava parado. Estava em busca de um nome, que, segundo se pensava, assumiria o Palácio Magistral, por solene nomeação da sua presidência. Apesar dos grandes nomes que tinha, o PIGD pensava que as eleições estariam ganhas e que o partido, se não fizesse maioria, emplacaria 50% das cadeiras da APQ.
Eram expoentes do PIGD, à época, Cláudio Rodrigues, Júlio Vansan, Adam Warlock, a eterna Laura Dayspring e seu marido Alcides, além de Leonardo Oliveira, Rodrigo Leite e tantos outros. Brandon Forsberg assegurara a O COMETA que seu partido sairia vitorioso das Urnas.
Na hora da verdade, a dúvida: que regras aplicar??
Registrados mais de 120 eleitores, no meio das eleições, veio a dúvida: que regras seriam aplicadas quanto ao voto de legenda? O Lorde Protetor havia esclarecido a todos, por ICQ, que, a exemplo das eleições anteriores, os votos na legenda iriam para os candidatos MENOS VOTADOS de CADA PARTIDO.
O esclarecimento, porém, não foi em Chandon, configurando um erro do Poder Moderador. De qualquer maneira, havia sido enviada a mensagem via ICQ a grande parte, senão a todos, os membros de cada partido. Tudo ia bem, apesar disso, até que a empresa Microland declarou TERMINADO o período de votação.
Contabilizados os votos e realizados os cálculos relativos aos votos na legenda, e vendo que não obtivera o resultado que esperava, o PIGD resolveu espernear. Os protestos do partido que jamais havia sofrido uma derrota nas urnas foram grandes, e causados não só pelo que chamavam de "mudança das regras do jogo", mas pela raiva de ter visto o partido que surgira contra a sua vontade, a FIC, abocanhar duas cadeiras na assembléia popular de qualícatos: uma pertenceria ao formidável Luiz Coelho, e outra ao incansável Eduardo Tomasi. O PACSO elegeu três qualícatos: Olympio Neto, Marcelo Pereira e Bruno Carneiro. A ARENA, num sopro de vida, elegeu seu líder, o ex-laranjiano Carlos Fraga, que hoje edita O LINGUARUDO, e viu seu fundador sofrer uma vergonhosa derrota, único motivo que o PIGD teve para sorrir neste dia. O CRP conseguiu eleger um qualícato, aproveitando-se dos votos de legenda: Jeremy Groghan. O PIGD foi o mais prejudicado, tendo visto sua bancada diminuir de seis para apenas três membros, um dos quais, por problemas técnicos, quedou-se inactivo: Marcel La Flair, Laura Dayspring e Cláudio Rodrigues assumiriam as cadeiras PIGDianas.
Macronacionalmente, mais sucesso.
É impressionante, mas, este ano, mais ainda que no ano passado, Reunião conheceu o sabor de receber a atenção de inúmeras revistas e jornais micronacionais, além de rádios e redes de televisão. Chamada de maior micronação do mundo pela BBC de Londres em Março, Reunião foi, ainda, tema de uma matéria de duas páginas inteiras em O ESTADO DE SÃO PAULO (matéria esta que trazia uma foto do Imperador Cláudio com mais de 50cm de altura), uma grande reportagem na revista Internet.br, fomos retratados duas vezes pelo jornal grego TA NEA (o mesmo que de nós falou ano passado), na turquia caímos nas graças do povo através da maior rede de TV e de um periódico de Istambul, e, entre outras matérias, fomos agraciados com uma pequena menção na REVISTA VEJA, que proporcionou o envio de mais de 400 formulários ao Ministério da Immigração.
A Gestão Arthur Rodrigues: "A Força do Povo"?
Não, não estávamos na Paraíba da década de 30, mas os Reuniãos se acharam, após eleição relativamente fácil (aliaram-se contra o PIGD a ARENA, PACSO, CRP e FIC), governados por um prolixo mas bem-intencionado Premier: Arthur Rodrigues, ex-conselheiro e ex-ministro do tesouro imperial. Art, como é conhecido, apresentou um interessante e inovador Plano de Metas à APQ (dentro do prazo!!), no qual manifestava seu desejo de ser o melhor premier que Reunião já tivera.
Não é possível determinar se foi mesmo, mas com certeza teve um dos melhores ministérios da história de Reunião. A equipe de Art, retirando algumas nomeações que teve que fazer por causa da política de alianças (única maneira possível de se derrotar o fortíssimo e sempre lutador Partido Imperial), era fantástica. Tão fantástica que deixou os dois ex-premiers, digamos, "menos admirados" de Reunião mortos de inveja e senso de destruição; Otto von Dräeger passou a atacar sem parar o novo governo, enquanto Iatauro decidira largar por completo a política, já que nem mesmo qualícato era capaz de se eleger.
Porém a má vontade de Dräeger acabou culminando em sua expulsão, senão oficial, extra-oficial de Reunião. Rechaçado pelos meios de comunicação, combatido por Marcelo Pereira, Quintino Gomes e todo o restante da população Reuniã, "Dräeger conseguiu apenas fazer cair a Ministra Luciana Nietupski, para depos se ver obrigado a deixar o país. Cada palavra que dizia era motivo para um fora dado por algum cidadão. Chegava o fim de uma era, e que nem mesmo o PIGD tinha coragem de vir a público defender "aquele que enganara a todos e fundara pelas costas um país nazista", como se dizia em Chandon à época.
Sem Dräeger, o caminho estava livre para o Governo Arthur Rodrigues entrar para a história. Se o plano de metas de Art conseguia, de certa maneira, chegar às raias do absurdo propondo algumas mudanças que jamais se concretizariam, na prática o governo iria de vento em popa. O Ministério da Integração foi criado, e empossada uma então novata Deana Troi, que através do sistema de commissariados internos, transformou totalmente a maneira como os novos cidadãos seriam recebidos no Império, o que aumentou consideravelmente o número de activos inscritos na Lista Chandon. O Ministério da Infra-Estrutura, primeiro com Luciana Nietupski e depois com Ângela Leal, conseguiu por fim no caos que tomava conta de nossa iniciativa privada, promovendo recadastramento das empresas e uma concessão de alvarás e registros muito mais rápida e ágil do que como ocorria nas gestões anteriores. No Ministério da Justiça e Defesa, André Penin, com seu assessor Ricardo Franco, realizaram um trabalho comendável que até hoje se desenvolve, de reestruturação das "forças armadas". Paralelamente, organizava-se a Guarda Imperial, mais tarde desligada do Poder Executivo e "linkada" ao Poder Moderador, sob o magistral comando de Francisco Seixas, Capitão-mor que havia sido indicado na Gestão Thieme no Ministério da Guerra.
O Ministério da Imigração, apesar do descontentamento de Brandon Forsberg com o momento pelo qual passava seu partido, continuava a funcionar a contento, e tentativas do PACSO de retirá-lo do comando do Ministério foram barradas pela má vontade de um fã seu: o Imperador Cláudio, que sempre acreditou no seu trabalho `a frente do Ministério que para ele mesmo fora criado.
O maior problema encontrado pela gestão de Arthur Rodrigues foi o COLAPSO da Lista Chandon (chandon@...), logo resolvido em conjunto com o Poder Moderador, com a criação da lista nchandon@egroups.com , com máscara em chandon@... . É claro que para viabilizar o uso da lista, o Moderador teve que intervir nomeando Leonardo Oliveira (PIGD), que colocou ordem no Ministério de Rodrigo Rezende, que estava literalmente perdido, e assim acabou exonerado por Ordenação Gloriosa.
O governo Rodrigues teve um ótimo saldo para o PACSO, saldo este que foi contabilizado com a eleição, sem sequer haver concorrência, de Deana Troi, eleita em coligação PACSO-FIC-ARENA e no silêncio do PIGD, que estava passando por um momento de reflexão e reestruturação.
Melhor resultado ainda alcançou a APQ, sob o magistral condão de Olympio Neto e seu braço direito Luiz Coelho Filho, que das cinzas fizeram nascer um parlamento. Reformando e modernizando a página da APQ, optimizando o procedimento de voto, realizando uma cruzada bem-sucedida contra a inactividade dos qualícatos, votando mais projectos do que todas as legislaturas anteriores juntas, somando criatividade a muita disposição, Olympio e Luiz Coelho deram um novo "look"a APQ; o que chegou a ser visto como lixo inútil ganhou o respeito do povo; com a ajuda importante de Marcelo Pereira, Eduardo Tomasi e outros bons qualícatos, a Casa Baixa deu-se o respeito que lhe era devido.
O Fim do Império Bilíngüe
Em meados deste ano, Reunião chegou à impressionante cifra de 750 cidadãos. Destes, cerca de 100 activos. E destes, 6 anglófonos e 94 lusófonos. Estava comprovado, após o fracasso terrível da Gestão Joseph Chandler, da impossibilidade do extinto DIT (Dep. Imperial de Tradução) de Khris Novoselic em manter a diminuta (outrora enorme!) parte anglófona do país informada sobre o que se sucedia na parte 'lusófona, o colapso total do CRP (com as brigas entre Skinner Layne e Chris Thieme, a saída deste de Reunião e a passada à inactividade daquele), a ruína de Conservatória, que não conseguia contar nem mesmo com um capitão activo, o fim da tradução da ARN pelo competente Wallace Rangel, o descontentamento da população lusófona por ter que ler decretos em inglês e conviver com uma Câmara Alta do Poder Legislativo onde só se falava o inglês, que a Reunião Bilíngüe era, para o desgosto de Cláudio I, uma instituição FALIDA.
Assim, sem consultar a ninguém, o Imperador foi a público numa carta comovente e que surpreendeu até o mais próximo de seus conselheiros, e aboliu o bilingüismo no país, sustando o Decreto Imperial que obrigava todas as mensagens oficiais a serem traduzidas, e revogando a cidadania de todos os Reuniãos anglófonos que não se manifestassem decidindo ficar, e mais, suspendendo o recebimento de formulários de cidadania anglófonos. Ficou a salvo das determinações "anti-anglófonas" apenas a Chancelaria Imperial, que permanece nas mãos de Jeremy Johnson, Frank Nestor e Erik White.
A determinação imperial surtiu efeitos instantâneos: de repente a APQ duplicou sua actividade e o conselho, sob a égide de um Brandon Forsberg dedicadíssimo, viu sua actividade triplicar. Todos aprovaram a idéia, e os protestos foram mínimos; fora de Reunião, houve muitos comentários negativos, mas no final todos pareceram entender que uma ditadura da minoria não era justa.
Depois, o Imperador concedeu aos anglófonos remanescentes metade da ilha de Maurício, para que seja criado, no futuro, o Vice-Reino de Maurício, quando Lhe for apresentado projecto.
O Moderador e o Judiciário de Cara Nova
Já perto do final do ano, de maneira abrupta, o Imperador de Reunião viu-se abandonado por seu maior assessor. Filipe Oliveira, sem explicação nenhuma, deixou o cargo, e nunca mais deu notícias, sem ao menos renunciar à sua cidadania. Olhou à sua volta o Imperador, e, apesar de sua intenção de trazer alguém famoso para o cargo, seguindo o conselho de seu amigo Alcides Ricce e de sua esposa, a Imperatriz, nomeou o fabuloso Rafael Perszel para o cargo.
Rafael, ciente de que havia sido nomeado em carácter pro-tempore, não se deu por vencido e começou a trabalhar. Trabalhou tanto, tanto, que acabou ofuscando, em pouco tempo, o trabalho importantíssimo de seu antecessor. É verdade que Filipe havia arrumando a casa para que seu sucessor trabalhasse com tranqüilidade, mas mesmo assim Rafael conseguia ser mais activo, mais imparcial, mais prestativo, mais próximo. Assim, logo foi nomeado de vez para o cargo, gerando aplausos de todos os lados, principalmente em seu partido e no PIGD, onde fizera, após sua estadia no Conselho, um grande e influente amigo: ninguém menos que o Presidente do Conselho Brandon Forsberg, que após 1 ano de jejum retornara ao comando do Conselho, reconduzindo aquela casa ao seu lugar de destaque.
Se o Moderador estava em mãos novas, o Judiciário passou pelo mesmo processo. Após a renúncia de Kevin Lomax, que permanece apenas como Juiz, assumiu o cargo ninguém menos que a estudiosa Imperatriz Roberta de Castro-Bourbon, que iniciou um trabalho inovador `a frente daquele Poder. Não se sabe se inspirada pelas escolas e correntes mais modernas do Direito, Roberta aproximou o Judiciário do Povo de Reunião, em parceria com seu braço direito Guliver Lee, e promete, para o próximo ano, muito mais actividade, e uma nova lei de organização judiciária.
Uma Proposta de Paz que deu nova cara ao Poder Executivo
Com o aval implícito do PIGD e participação directa dos outros partidos, assumiu o governo que hoje é indiscutivelmente uma unanimidade nacional; a administração Deana Troi misturou harmonia com actividade, e muito trabalho com respeito e atenção ao cidadão. Em volta de suas propostas, uniram-se todos os partidos, relembrando os tempos da "UBR" (Union for a Better Reunion, proposta conciliadora do PIGD que propunha a união deste com o PACSO formando um grande bloco pelo bem do Império, em 1998, inviabilizada pelas peripécias de Fernanda Sarmento e Pedro Aguiar).
Assim, não teve para ninguém. No decorrer da administração da Juíza e ex-Ministra, apenas um Ministério não se comportou bem, o da Economia e Tesouro, devido ao sumiço de seu "idealizador", Orlando Correia.
Em prol de Reunião, passaram a trabalhar juntos o PIGD, através de seus ministros Brandon Forsberg (Imigração e Turismo), Leonardo Oliveira (Interior, mais tarde substituído pelo experiente Alcides Ricce Jr.), Ricardo César Franco (Defesa), Rodrigo Leite (Educação, mais tarde Ludovico Bragança), o PACSO através dos fantásticos Mairon Augustto (Trabalho - haja trabalho!), Bernardo Alcalde (Consulta Popular) e a própria FIC através de Fernando Sefuno (Infra-estrutura), Paulo Ellifaz (Integração), Saúde (Marcos Delfraro), e tantos outros.
Pode-se dizer que a vitória da proposta de paz foi sinônimo de vitória para o Império de Reunião; o governo Troi deixou um pouco de lado a política para fazer um trabalho muito importante: o de construir o Poder Executivo a partir das BASES dadas por Laura Dayspring e Arthur Rodrigues, que para isso abriram caminho. É claro que a unanimidade alcançada pela FIC e algo raro e que dificilmente se repetirá nos próximos mandatos; mas isso não é importante. O Poder Executivo hoje está preparado para disputas políticas e competição eleitoral, pois teve uma grande arquiteta: Deana Troi.
É claro que o mérito não foi só dela. O mérito foi de PIGD, PACSO e FIC, que conseguiram unir seus esforços para o bem do Império. E justamente por que estes três partidos são tão diferentes, e neste governo podem ser considerados tão vitoriosos, que as próximas eleições serão COMPLETAMENTE IMPREVISÍVEIS. Sabe-se, 'porém, que TODOS os TRÊS, e ainda a ARENA, têm pessoas preparadas para assumir esta posição. Que vença o melhor, pois este ano, leitor, quem venceu foi Reunião.
O COMETA COMENTA:
PARTIDOS PREPARAM-SE PARA AS ELEIÇÕES DO FINAL DE JANEIRO
Embora por enquanto tudo seja meio nebuloso, especula-se que, no PACSO, Luiz Saboya e Guliver Lee podem disputar primárias. É claro que os pacsistas estão com boca-de-siri, mas, é o que se imagina. Na FIC, é quase certo que Deana Troi não disputará a reeleição, e alguns membros do partido dão como impraticável o lançamento de candidatura própria. Na ARENA, há vários candidatos, mas tudo dependerá do desempenho do Partido na APQ, que é uma icógnita. O PIGD mantém-se fechado a declarações, limitando-se a demonstrar muito ânimo e a intenção de voltar ao Palácio Magistral pelos braços do BOM povo. (Ué, o que esta palavra está fazendo em destaque??)
DESEMBARGADORA PLANEJA MUDAR REGRAS DE PROCESSO E ESTABELECER PRAZOS FIXOS
Em entrevista pelo telefone a O COMETA, a Desembargadora Imperial disse que já tem em mãos projecto que pretende submeter à Assembléia Popular de Qualícatos que., segundo ela, "acabará com a bagunça e discricionariedade" dentro do Judiciário. A nova lei trará algumas inovações na organização do Poder, mas tratará mesmo é dos prazos e das regras de processo que terão que ser seguidas pelos Juízes, Advogados e, é claro, pelo procurador-geral. O ex-desembargador Quintino Gomes declarou que seria mais interessante para o Poder Judiciário que houvesse não apenas um, mas dois procuradores.
LUIZ COELHO ASSUME EMBAIXADA NA LOSS; WALLACE RANGEL EM MOROVIA, NADJA KAPRINSKI EM IMPERIA E TEXTOR e LEONARDO OLIVEIRA EM MARAJÓ
O Chanceler Imperial Jeremy Johnson anunciou mudanças na RDP que já podem ser conferidas na página da Chancelaria Imperial. Em carta ao Chandon, nomeou quatro novos embaixadores, manifestando a intenção de manter a Chancelaria Reuniã como a maior e mais activa do mundo. Luiz Coelho Filho já está se interando dos acontecimentos na Liga, e já enviou um discurso ao Plenário da Liga, manifestando a intenção de Reunião no sentido de apoiar o nascimento de novos micropaíses, e de fazer com que sejam aceitos não um, mas dois embaixadores por país no plenário.
MENÇÃO HONROSA DO ANO 1999
LEONARDO DOS SANTOS OLIVEIRA
RODRIGO LEITE SEGANTINI
OLYMPIO TEIXEIRA NETO
LUIZ COELHO FILHO
DEANA TROI
PALACIANAS
Cláudio André Padilha de Castro
- O novo embaixador de Marajó em Reunião é Júlio Caimã, no lugar de Christian Vieira, que foi nomeado Ministro das Relações Exteriores do antigo principado;
- Que confusão em torno da última ediçãod e O LINGUARUDO, hein? Carlos Fraga exagerou mesmo, mas não é possível que se aceite pressões externas contra o Jornal. O Processo deve correr as vias normais (o advogado é o competente Mairon Augustto), e ser julgado de maneira isenta por algum juiz que não tenha laços de amizade com Marajó.... (e que não narre eventos do grupo "cast", talvez?)
- O Capitão-Mor Francisco Seixas e o Tenente-de-Ordens Luiz Azambuja estão de férias; um está viajando, e o outro juntando dinheiro para comprar um modem novo;
- Dois procuradores? Com a palavra o procurador-geral Guliver Lee;
- Flavinha Velho e Adam Warlock vão se casar, e antes do fim do Mês que vem!
- Ricardo Tomasi está de volta, e com ele sua competente empresa, a Mistery Co., que realiza o inovador serviço de armazenamento de mensagens do Chandon;
- Luiz Coelho Filho, dizem boas línguas, vai deixar a APQ por uma confortável Cadeira de Couro no Conselho Imperial;
- Adam Warlock promete, nas próximas eleições vai ser o cabeça-de-chapa do PIGD;
- O Paulo Jacob precisa ir a uma Reunião com o Rodrigo Rezende e o Marcelo Pereira!
- Cyberia sofreu uma revolução com direito a guerra civil e tudo!! Pasmem: agora são não duas, mas TRÊS Cyberias!
- Os sites de Reunião foram totalmente actualizados: desde a página de Links, até a parte de nobreza, incluindo a parte sobre o Lorde-Protetor, e, PASMEM, a Página de ICQ de cidadãos e até mesmo a página restrita com informação sobre cada um dos cidadãos activos;
- Luiz Saboya roubou o último Ludoniano, dizem por aí... Fábio Almeida agora é Reunião!
- Será que a ARENA vai lançar Rafael Kleinline e Felipe Santarelli nas eleições de Janeiro? São nomes que prometem trazer muitos votos, e muita confusão!
- O Ministro Alcides Ricce Adverte: Postar mensagens sem assinatura pode ser prejudicial à sua presença no Chandon;
- O Ministério da Infra-Estrutura está de recesso, e só voltará a conceder registros e alvarás no ano que vem, informa o ministro Fernando Sefuno;
- Olympio Neto deu como encerrada a actual legislatura da APQ; mas e este projecto fantas'tico da Premier Deana e do Adam Warlock, não será votado ano que vem?
- Fernanda Wanderley é a nova habitante do Burgo de Villela Monteiro, que tem mais habitantes que Ludônia, Porto Claro (Reino) e Orange Juntos!
- Aliás, em Orange só sobrou uma pessoa!! O embaixador de Reunião Felipe Chapchap!
- O próximo encontro de Reuniãos, dia 08, promete!! Estejam todos lá!
- Arthur Rodrigues está de viagem, CLARO. Ou acham que ele deixaria passar em branco aquela mensagem do CORREDOR sobre a censura aos meios de comunicação?
- Nadja Kapriski vai trabalhar gente!! Isso mesmo, agora é embaixadora e já até está ficando amiguinha dos cidadãos de Impéria!
- Léo Oliveira e Olympio Neto assumiram a ICW3 e prometem botar pra quebrar, com a ajuda de ninguém menos que BRANDON FORSBERG (que medo!)
- Pedro Aguiar (horresco referens) também viajou; seu aniversário foi hoje, dia 29!
- Rafael Perszel está trabalhando como um condenado desde que chegou ao anexo oeste do Palácio Imperial; até o Imperador ele está colocando para trabalhar. Rafael garante, porém, que novos títulos de nobreza só daqui a três meses;
- Carlos Fraga anunciou que o micromundo.com.br estará activo em breve. para competir com o ótimo portal da Império Águia, de Mairon Augustto.
- Fábio Bines convida para o reveillón no Planet Reunion, dia 14 de janeiro!
- Estela Chaves e Adrian Azrael fazem um par lindo! Mas ei, Adrian, lembre-se de St. Denis de vez em quando!
- Noel Meirinho é o mais novo cidadão de Conservatória.
- De volta a Reunião, Celso Jr (ex-qualícato e membro do PACSO), Fernando Igielka e o simpático Emanuel Moura, burgomestre de Strüss, que assegura que o site de seu burgo estará online dentro em breve.
- E o clã de meninas Reuniãs ganha mais uma expoente activa: FERNANDA PAGIORO, que se une às peso-pesadas (?!) Roberta de Castro, Estela Chaves, Nadja e Kharol Kaprinski, Deana Troi, Cláudia Bárbara Martins (Adoro o primeiro nome!), Patrícia Trigo, Estela Chaves, Flávia Velho, Fernanda Wanderley, Sabrina Orlov e tantas outras ótimas cidadãs!
- O PACSO inagurará em breve sua nova página, será que com direito a coquetel e tudo mais ?
- Marcelo Pereira e Cláudio Rodrigues: a alegria do Chandon.
- FELIZ ANO NOVO!
REUNIÃO DE REUNIÃOS
DIA 08 DE JANEIRO DE 1999
PRIMEIRO ENCONTRO DO ANO 2000
15 HORAS
Rua Pintor Oswaldo Teixeira, 0624 - Nova Ipanema
Barra da Tijuca - Rio de Janeiro, RJ - BRASIL
(Nova Ipanema é o condomínio localizado do lado oposto ao NY CITY CENTER e ao BARRASHOPPING, na Barra da Tijuca, em frente à Av. das Américas. Dentro do condomínio, a rua é a última à direita, e a casa, de portão cor-de-vinho, é a 624)
PALAVRA DO CAPITÃO
LUIZ SABOYA - CONSERVATÓRIA
Caros Amigos,
Desde que voltei para Reunião, tenho estranhado muito o país. Readaptar-se a uma nova realidade é difícil. Percebi uma Reunião mudada, diferente, onde o Imperador ainda tem papel central ( Como deve ser ), mas onde o povo parece ter uma importância muito maior.
Mas existe uma nova mania, muito perigosa, neste país. Processos. O Poder Judiciário toma, cada vez mais, importância fundamental no dia-a-dia da população. Muitas vezes, por trás de um processo, existem interesses políticos. Uma pessoa querendo derrubar outra. Processar alguém equivale as intermináveis discussões de antigamente ( Pareço velho falando ). Antes, quando você tinha um atrito com alguém, resolvi no verbo. Sempre existia um vencedor, que ganhava força política e moral. Era como escalar mais um degrau em busca de poder.
Não estou desmerecendo o Judiciário. Muito pelo contrário. O Poder Judiciário de Reunião funciona perfeitamente e com extrema rapidez. O que quero dizer sim é que, esta onda de processos em Reunião, já virou palhaçada. Qualquer palavra errada já é motivo de processo. Agora tem até país processando cidadão. Até onde iremos com isso ?
A luta pelo poder, nas micronações, é nítida. Todos querem estar em posição de destaque. Mostrar que podem ser competentes. Nesta luta, sempre existiram os vencedores e os perdedores. Geralmente, como na vida, os vencedores os mais espertos, aqueles que se utilizam de qualquer tipo de arma para vencer. Eu espero não sofrer nenhum processo. Prefiro resolver meus problemas à moda antiga: na discussão. E por mais que códigos de ética impessam que isto ocorre, sempre acabarei arranjando atritos com alguém, sempre estarei fazendo novos amigos, e sempre estarei ajudando Reunião a ser a maior micronação do mundo.
Abraços
Barão Luiz Felippe Saboya de Ludônia
Capitão Donatário de Conservatória
UIN: 9873889
E-mail: lsaboya@...
"Conservatória: Ontem, hoje, sempre"
EM CARTAZ
Jovens esbanjando beleza e saúde, trilha sonora pop, lindas paisagens como cenário, um vilão disfarçado com fantasia de dia das bruxas, um final absurdo e gritos, muitos gritos. Assim era o "novo terror " em Hollywood (que surgiu com Pânico, após um longo período de reinado dos filmes de ação) até o lançamento da superprodução Sexto Sentido. A história até que poderia dar certo: psicólogo infantil (Bruce Willis) sofre um atentado na noite em que é premiado pela autoridades de Filadélfia, e descobre que o criminoso é um ex paciente que não teve seu problema sanado. Algum tempo mais tarde, o personagem vê num menino com distúrbios parecidos com o do maluco que o ameaçou, uma chance de provar para si mesmo que tem a capacidade de dar a volta por cima. O problema é que o garotinho não possui nenhuma doença diagnosticada pela medicina... ele pode ver pessoas mortas. Bom, a partir daí pode-se imaginar o que acontece. Esse filme se diferencia dos outros pela suas várias mensagens escondidas (diga não às armas, sucesso profissional é fracasso pessoal, etc...), mas cai em sua própria armadilha... o final é tão surpreendente, que acaba sendo completamente banal e previsível. Quando acaba a exibição, todos os espectadores saem por aí falando para seus amigos: "você nunca vai imaginar o final, não tens a menor idéia"... pensando nisso, aquele que ouviu o deslumbramento do colega pensa no mais absurdo... e acerta! Isso mesmo, o fim do filme é exatamente o mais ridículo possível. Não pense que é por acaso... é tudo proposital, tanto que o filme inteiro gira em torno do final. O roteirista colocou a pergunta no final, e as respostas no começo, o que acabou fazendo do filme uma confusão só, com o único intuito de criar o maior clima para que quando o filme acabasse, o espectador desejasse voltar para entender o que acabara de ver. O resultado dessa busca irracional por altos índices de bilheteria (obetivo alcançado, afinal, é a segunda maior bilheteria do ano)? Um dos piores filmes do ano, com Bruce Willis mais canastrão do que no nunca....resta-nos de consolo, a revelação de um brilhante ator mirim (Haley Joel Osment), e a certeza de que poderia ser pior... poderia ser mais uma das intermináveis continuações de Pânico.
Sexto Sentido (The Sixth Sense, EUA, 1999) Direção: M. Night Shylaman. Com Bruce Willis, Haley Joel Osment, Toni Collette, Olivia Williams. Duração: 106 min. Sites: www.thesixthsense.com ou www.filmes.net/SextoSentido/index.html. Em cartaz em todo o país (breve em vídeo).
DICAS DE VÍDEO
Quando A Outra História Americana foi lançado no Brasil, estava traçado o seu fracasso. Qual a razão disso? O filme trata do perigo da supremacia branca nos EUA, e nenhum brasileiro gosta de gastar parte de salário para assistir à questionação de algo distante de sua vida. Mas se você quer assistir ao filme para nunca mais esquecê-lo, ou mais, quer refletir sobre a idiotice humana, não pode deixar de alugar essa produção, mesmo porque, o tema não é tão alheio a nossa vida (se já fostes a Galeria do Rock, em São Paulo, sabes do que estou falando)... Em Venice Beach, Califórnia, um jovem "skinhead" (Edward Norton, numa interpretação brilhante, que lhe rendeu uma indicação ao Oscar) é preso pelo assassinato de um homem negro. Depois de longos anos na cadeia, ele ganha a liberdade, e encontra seu irmão mais novo (Edward Furlong) praticando as mesmas atrocidades que ele. É aí que o ex prisioneiro vê um grande desafio: fazer com que seu irmão caçula não siga o mesmo caminho que ele. Mas vai ser difícil, já que ele mesmo incentivava o garoto ao caminho do neonazismo. O resultado desse enredo é um filme maravilhoso, com um roteiro magnífico e uma direção sensível e espetacular de um novato em Hollywood, que consegue, melhor do que ninguém, provar que neonazistas são pessoas desequilibradas, que enfrentam conflitos internos, numa questionação de sua própria existência. Não deixe de notar a fotografia do filme, que dá a ele um tom dramático, capaz de te fazer perder o sono por várias noites, pensando nas duas formas de vida humana: os verdadeiros seres humanos e os animais em forma de Homem. Um filme forte, mas necessário para que possamos finalmente entender o sentido da vida. Certos cidadãos reuniãos não podem deixar de assistir a esta obra prima...
A Outra História Americana (American History X, EUA, 1998) Direção: Tony Kaye. Com Edward Norton, Edward Furlong, Beverly d´Angelo, Faizura Balk, Avery Brooks. Duração: 117 min. Em vídeo, distribuído pela Warner.
Esta coluna é semanal.
Wallace Rangel
Hoje: JOANNA: A HISTÓRIA ESCONDIDA PELO VATICANO
Joanna sempre esteve à frente do seu tempo. Era incentivada pelo pai a dedicar-se às ciências e a atividades intelectuais. Enquanto as outras adolescentes praticavam as tarefas domésticas, cada vez mais a menina se voltava para a leitura. Aos doze anos era tão culta quanto os mais distintos homens da região. Algo surpreendente para os padrões da época.
Um dia então, ela conheceu o grande amor e acabou fugindo de casa para acompanhá-lo mundo afora até que chegaram à Inglaterra, onde ambos terminaram os estudos. Com uma educação de fazer frente a qualquer nobre da época, o casal ganhava destaque por onde passava.
Em Paris, Joanna disputou com doutores e arrancou elogios da elite intelectual. Os amantes aprenderam as diversas línguas dos países onde estiveram até chegarem a Atenas, Grécia, antigo berço do saber.
Joanna tinha apenas vinte anos e dividia sua vida entre os estudos de dia e os encontros amorosos durante a noite. Seu companheiro morreu e Joanna deixou Atenas, passando a ser Roma sua nova morada. Na capital italiana, sem revelar sua condição feminina, foi eleita por padres, frades e doutores, "gênio do século", "príncipe do saber" pela Escola dos Gregos, onde lecionava Retórica e Ciências Abstratas. Nesse período o papa Leão IV morreu e, pasmem, Joanna foi eleita papa por unanimidade devido ao seu imenso prestígio.
Durante dois anos cumpriu suas tarefas de forma exemplar, mas sua natureza falou mais alto e ela acabou se apaixonando mais uma vez, revelando seu segredo ao novo amor, com quem manteve uma relação clandestina. Ela ficou grávida e ao longo dos nove meses conseguiu disfarçar a barriga com as longas vestes.
Na época das preces, era celebrada uma festa anual com uma procissão a cavalo, que o papa deveria acompanhar. Joanna sentiu as dores do parto em plena procissão, caiu do cavalo, rasgou a roupa e se expôs à execração pública. A papisa deu à luz uma criança, rodeada pelo alto clero que a condenou a penas eternas e não permitiu que lhe dessem socorro. Assim, ela viu seu filho ser estrangulado.
Joanna morreu amaldiçoada, mas o povo de Roma insistiu em enterrá-la junto com o filho em uma sepultura no próprio local onde dera a luz, ao invés de numa basílica, como era seu direito enquanto papisa. Ainda por pressão do povo, foi erguida uma capela com uma estátua de mármore representando a papisa em trajes sacerdotais, com a tiara na cabeça e uma criança nos braços. O clero, porém não a perdoou: os papas foram proibidos de passar por aquela praça e, mais tarde, o papa Bonifácio III mandou destruir a estátua que "maculava a reputação da Igreja".
A veracidade dessa história foi documentada tanto pela escultura de um busto da papisa, quando da restauração da catedral de Sienne, no século XV, como na cerimônia de ordenação dos papas. Além de Joanna também vieram à tona outras histórias de mulheres que ascenderam a níveis diversos da hierarquia eclesiástica, fazendo-se passar por homens, como o caso de "santa" Teodora, que morreu abade de um convento em Alexandria e só depois de morta foi descoberta mulher.
Isso retrata o mundo da época, onde só clero e alguns homens da nobreza tinham direito e acesso ao conhecimento. As mulheres eram excluídas da vida intelectual e aquelas que conseguiam se impor, tinha que se passar muitas vezes por homens para não sofrer algum tipo de punição. Mas fica uma pergunta: que deus é esse que os papas da época adoravam, que por conta de uma postura hipócrita, leva seus seguidores a matar um recém nascido ? Esse ato extremo em nada combina com o amor incondicional de Deus, que tudo perdoa e não tolera atos de perversidade e intolerância em nome do Criador.
Wallace Rangel é qualícato e escreve semanalmente para O COMETA.
HUMOR, POR RAFAEL KLEINLINE
Você sabe que é um maníaco por StarWars quando...
Seu carro fica atolado na lama e você tenta usar seus poderes mentais para tira-lo.
Você faz um bando armado com seus amigos e se nomeiam a Aliança Rebelde.
Seu objetivo de vida e destruir a Estrela da Morte e salvar o universo.
Você esta lendo essa página vestindo uma cueca da STARWARS.
Você queria ter um pai tão legal como Darth Vader.
Você nomeia seus 3 filhos de Luke, Han e Chewbacca.
Você vai em bares esperando encontrar tudo é quanto é tipo de aliens e bichos estranhos.
Seu amigo imaginário se chama C3PO.
Vc termina cada frase com "que a força esteja com você!"
Vc começa a chorar quando sua mãe lhe diz que o mestre Yoda não é de verdade.
Vc vai a uma loja de animais e pergunta se eles vendem tauntauns.
Vc troca seu nome legalmente para Luke Skywalker.
Vc continua assistindo o filme milhares de vezes para ter certeza que vc não perdeu nadinha!
Vc sabe que vc poderia recitar o script da trilogia Guerra nas Estrelas de trás pra frente.
Vc fica bêbado uma noite e realmente recita o script da trilogia Guerra nas Estrelas de trás pra frente
Vc está pensando: "Porque diabos eu estou lendo essa merda? Eu poderia estar assistindo Guerra nas Estrelas agora mesmo!
Vc constantemente convida seus amigos a virem para o lado negro.
Vc chora quando os Ewoks morrem no Retorno de Jedi.
Vc tenta impressionar as garotas com sua imitação de Chewbacca!
Você mata fãs de Jornada nas Estrelas.
Sua melhor cantada é "Ei gatinha, quer ver meu sabre de luz?".
Vc se pendura de ponta cabeça em uma árvore e grita: "Ei todo mundo!Eu sou Luke Skywalker!"
Vc tem sonhos molhados com a princesa Leia.
Vc olha nas páginas amarelas p/ ver se um centro de treinamento Jedi realmente existe.
Quando vc está em apuros, vc ouve uma voz dizendo: "Use a Força, Luke!"
Vc chama seus inimigos de escória rebelde.
Vc chama a porcaria do seu carro de Millenium Falcon.
Suas paredes estão cobertas com fotos da Leia nua.
Suas paredes estão cobertas com fotos do Obi Wan Kenobi nú.
NINGUÉM, mas simplesmente NINGUÉM confunde Guerra nas Estrelas com Jornada nas Estrelas na sua presença e vive para contar.
Vc pede para as pessoas te chamarem de "Mestre Jedi"
Você toca a trilha sonora durante o seu casamento.
Vc corre pela sala com seu amigo (também um maníaco por STARWARS ) usando uma vassoura como sabre de luz.
Quando todo mundo já está dormindo, vc olha fixamente o céu estrelado e começa a chorar porque você queria ser um piloto de Asa-X (x-wing)
Vc é parado por um policial e fala pra ele "você não precisa ver minha identificação."
Vc insiste que seu cachorro é um co-piloto wookie e o deixa sentar na frente, enquanto todo mundo está espremido atras.
Vc, em vez de carregar fotos da família ou de amigos, carrega uma foto da princesa Leia na carteira.
Vc compra 80 copias da trilogia, para o caso de vc perder uma...
Vc corta seu cachorro e tenta colocar seu amigo lá dentro para mante-lo quente.
Vc faz a corrida de Kessal em menos do que vinte parsecs.
Vc tem pensamentos assassinos sobre pessoas que falam para vc:"Guerra nas Estrelas?AH CLARO!Não é aquele com o capitão careca?"
Vc coloca os bonequinhos do Han Solo e da Leia em posições eróticas.
Vc responde "Luke", "Leia", "Chewie"ou "Han" mais rápido do que seu próprio nome.
Vc está convencido que nunca vai encontrar um grupo maior de boiolas, baitolas, nerds e pentelhos do que em uma convenção de Jornada nas Estrelas
EXPEDIENTE:
Editor-Chefe: Cláudio André P. R. de Castro
Colunistas: Mário Giudicelli Jr.
Wallace Rangel
Luiz Octavio Azambuja
Edgard Bikelis
Rafael Estaregue
Rafael Perszel
CONVÊNIOS COM: Agência Reuniana de Notícias, O Povo de Reunião, Tribuna de Marajó, Diário Portoclarense, Alpha X e quaisquer outros periódicos da Comet Organizations ou de sua proprietária, a Future Corporation de Reunião.
Jornal O Cometa de Reunião Ltda.
Caixa Postal Número 002
Agência Central dos Correios - Rio de Janeiro
RJ - BRASIL
AVISOS e INFORMAÇÕES ÚTEIS
O Jornal O COMETA está sujeito à Censura, na forma da lei Reuniã, e se encontra, sempre, à disposição das autoridades do Ministério das Comunicações para esclarecimentos quaisquer acerca do que for publicado em suas "páginas".
Este periódico conta com licença do Ministério das Comunicações (antigo Comissariado da Informação) desde 16 de Dezembro de 1997. A COMET ORGANIZATIONS INCORPORATED recebeu C.I.E. no dia 1o. de Setembro de 1997, estando devidamente autorizada pelo Poder Moderador a "exercer quaisquer actividades que não sejam contrárias às normas constitucionais e aos decretos imperiais em vigor".
A peridiocidade do Jornal é, teoricamente, semanal, saindo aos DOMINGOS. Porém podem haver atrasos ou mesmo "adiantamentos". Nada impede, também, que o jornal saia diariamente por oitenta e quatro dias e depois fique dois meses sem sair.
O Cometa não é um veículo de comunicações oficial do Sacro Império de Reunião, não sendo, portanto, o governo imperial responsável pelo que for publicado neste espaço. Toda a responsabilidade é única e exclusivamente da pessoa jurídica COMET ORGANIZATIONS INCORPORATED, empresa de propriedade da FUTURE CORPORATION de Reunião.
A COMET ORGANIZAIONS é detentora de TODOS os DIREITOS, de acordo com as leis do Império, relativos a textos publicados neste jornal. Sua utilização sem autorização da directoria do jornal é ilegal.
Números atrasados podem ser obtidos através de ocometa@... .
Se você NÃO quiser mais receber O COMETA em sua casa, favor enviar e-mail ou carta para nós, e atenderemos seu pedido logo que for possível.
O COMETA aceita contribuições em forma de reportagens, artigos, análises, resenhas, poemas e quaisquer outros trabalhos escritos, porém reserva-se o direito de publicá-los na íntegra ou em partes, segundo suas necessidades.
O Jornal O COMETA pode publicar o seu anúncio, desde que ele não contenha imagens de qualquer gênero. Contacte-nos! < é política do Seu Jornal jamais publicar imagens >
Nosso jornal publicará uma seção de cartas e críticas sempre que estas chegarem, porém reserva-se o direito de incinerá-las ou mesmo rebatê-las de maneira mal-intencionada, tendenciosa e mal-educada. Pense duas vezes antes de enviar; se sua réplica for boa, não a publicaremos.
O Cometa não tem a intenção de ser imparcial; muito pelo contrário. Caso sinta-se ofendido com alguma matéria aqui inclusa, reclame com João Paulo II.
O COMETA é marca registrada da COMET ORGANIZATIONS, INC., assim como os slogans "O Seu Jornal" e "Notícias de Amanhã. Hoje". Todos os direitos reservados. Copyright 1997,1998,1999.
http://www.reuniao.org/chandon/chandon.htm