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nchandon · Chandon - Sacro Império de Reunião
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[Chandon] - O CORREDOR - NÚMERO 38 ANO I   Lista de mensagens  
Responder Mensagem #4099 de 52273 |

Tremblet- Quarta-Feira, Vinte e Dois de Dezembro de 1999 - Ano I - Número 38


Editorial
Secessões
 
Uma das coisas que mais chamam atenção no mundo micronacional é facilidade para você se mudar. Se alguém não gosta da nova política de governo, fácil, cria-se uma nova micronação. Não gostei do novo site, vai-se para aquele país que o site é mais bonito. Não me deram atenção quando falou? Pronto, minha cidade declara independência.
 
Por mais que se tente aproximar um certo grau de realidade, cai-se neste dilema, a falta de patriotismo total de alguns cidadãos micronacionais. A maioria quer ser escutada na hora, ou acredita em uma grande facilidade de criar uma própria micronação baseada em sua influência intermicronacional.
 
A maioria esmagadora das secessões não chegam a sombra de sua pátria-mãe, excessão é Reunião.No entanto, desde aquelas republiquetas e outras etas que surgiram da República de Marajó, que todos já esqueceram, até o Principado de Orange (originou-se a partir do Porto Claro), que depois da recente crise, aparentemente, parou, nenhuma cresceu.
 
O que deve-se perguntar é a verdadeira razão para que algumas pessoas decidam-se pela independência. E a resposta parece clara, além da falta de capacidade de viver em sociedade, há a do egocentrismo. Somente o egocentrismo explica o por quê de alguém decidir ser o Presidente, Imperador, Rei, ou seja lá o que for, de um novo país.
 
Mas como já foi dito, as micronações secessionistas tendem ao fracasso, isso se for aceita pela comunidade internacional. Isso, sem dúvida, deixa com que os grandes líderes micronacionais deitem com a cabeça em paz.

 Correndo um Pouco

Preparem-se que vem chumbo grosso...

E o Edgargh Michaellis, quer um país só seu....

Já arranjou até apelido: Pequeno Príncipe!

Um dúzia de Rosas, entregar na Rua dos Bobos, No 0

E o Qretino é ou não é cretino???

Coitadinho do Ricky Dragonete! Sifu... 

E Adrian, ou eu não faço nada mas acho que faço.

Esse deve ir junto com Michaellis, nada mais justo!

O Judiciário tá de recesso...

É que a Desentupidora quebrou a unha!

É sério....

Primeiro foi o Fiufo, agora o LCdábliu!!!

O mundo micronacional anda respirando muito mais aliviado!

E será que todo mundo é nobre neste troço?

Tem até sir, meu senhor...

Podiam ser sinhozinho...

E o Olympiu-piu, dizem que o Bleinblein já saiu a procura de um Frajola!

Que saudade do Maraçambuja, já teria dado porrada em muita gente que merece!

E o Adã-dã, este A-D-O-R-A  chamar atenção!

GENTE EU VOU EMBORA, NINGUÉM ME AMA! NINGUÉM QUER ME DAR EMPREGO!

ESQUECE O QUE EU FALEI! EU VOU FICAR! TODOS ME AMAM! EU SOU O BÃO! 

Assim não rola Dã-dã... 

Sinceramente, escrever isso é um saco... saudades do Linguarudo!

E o asteróide voltou! Impacto Profundo!

Tadinho, tá cada dia pior! 
 
Será, por mil tuehlos tartufos rosados e brancos, que todo mundo faz aniversário em dezembro?
 
Leo-Format C:, voltou!
 
Reunião parece um iô-iô!
 
E por onde anda a ARN?
 
Ops, isso é comigo!
 
O IMpá, mão fechada, sovina, vai ser visitado no Natal por certos fantasmas....
 
(anotar, parar de assistir Tv no Natall)
 
Depois do fim da MicoLand, e a natimorta Miconacionews,não tem mais como eu falar mal dos outros!
 
E o governo Deaba Toin-oin, foi governo de quem faz! Nada....
 
É NATAL! É NATAL! É NATAL!  
 
CRISTIANISMO, HÁ DOIS MIL ANOS TE CONDENANDO!
 
E assim vamos vivendo! 
 
Até o próximo bug!

80's
 
N.E.: Estela abre a primeira, de uma série, de crônicas sobe os anos 80. Vários serão os cronistas desta seção.
 
Sempre q recebo mais um desses e-mails falando sobre os anos 80 eu acabo caindo num inevitável saudosismo. E foi por causa de um desses e-mails que eu mandei para meu amigo Quintino que acabei aqui escrevendo isto. Lembro-me dos anos 80, mas lembro mais do que tudo de minha infância nos anos 80, então é sobre isso que vocês vão ter que ler.
Parando para pensar, a década de 90 está terminando muito "xôxa". Vejam só, Madonna é mãe, os Titãs gravaram esse CD caça-níqueis, Renato Russo morreu, é o fim! Os Trapalhões por exemplo, ícones da minha
infância. O Dedé Santana, com umas 30 plásticas me pediu voto nessa última eleição. E o Didi está tão sem-graça, que virou Renato Aragão!
 
Enquanto as crianças de hoje tem medo de assalto e seqüestro, eu tinha medo de alma penada e de Hecatombe Nuclear. Ainda me lembro quando o Globo Repórter passou um especial de aniversário de Hiroshima e eu fiquei
uma semana sem dormir, com medo de jogarem uma bomba no Brasil, criança émesmo uma coisa!
Outro grande medo da minha infância foi o Exorcista. Dia desses minha priminha de 9 anos reviu o filme comigo e disse que era "fraquinho", "quantas pessoas morrem nesse filme? uma, duas, sem graça!" ou então "quem
ainda cai nessa?" Nem tive coragem de contar como eu fiquei com medo do Capeta na primeira noite que eu vi a droga do filme. Tá certo que O Exorcista é anos 70, mas foi nos 80 que a criançada viu o filme... Hoje em
dia filme de terror é só efeito especial, alguém viu "A Casa Mal Assombrada" ou coisa assim? Com a Catherine Zeta-Jones e o (huuuuummm) Liam-Lista de Schindler-Neeson, se não fossem eles para deixar a platéia babando, qual a graça tinha?
Muito chato também são as facilidades dessa vida moderna. Algum de vocês, algum dia na vida devem ter recebido uma carta falando de umas figurinhas de personagens infantis contendo LSD. Pois então, eu recebi
a minha primeira na escola, na segunda série. Passado o susto, as crianças resolveram procurar pela tal figurinha, experimentar o tal do LSD. Até hoje eu nunca vi nada parecido. Enquanto isso nas escolas de hoje, consegue-se de cigarrinho de Bali a AR-15, passando pelo Crack
 
Ainda no capítulo clássicos do entretenimento infantil, quem não se encantou como o Sítio do Pica-pau Amarelo (e Gil cantando o tchu tchu tchu da abertura), Patati-patatá, Daniel Azulay, que me fez querer ser ilustradora de desenhos infantis. Aliás, foi com o Sítio que me tornei uma livrólotra (viciada em livros), eu começei lendo as estórias de Monteiro Lobato e depois disso até o Antigo Testamento já li para me livrar dos efeitos da abstinência...
Um clássico que eu duvido que alguém se lembre é a série de revistinhas Recreio. Vinha com uma série de curiosidades, estorinhas e muita coisa para cortar-colar. Você juntava os selinhos de cada edição, mandava
para lá e concorria a um video-cassete com um bizarro controle-remoto-com-fio! Nessa mesma época eu tinha uma caixa com umas trocentas bonequinhas de papel e seus vestidinhos. Só depois eu tive a minha boneca Suzy que eu troquei (ainda me sinto uma traidora) sem dó pela americana e loira sem-sal da Barbie. Eu me lembro quando a magrela chegou ao Brasil, cobiçadíssima nas Lojas Mesbla e Sears (ambas falidas). A minha ainda teve um carro rosa e um Salão de Cabeleireiro. Bom, é melhor nem falar da Coleção da Moranguinho...
Bem menos "feminina" era a minha predileção pelo seriado "Chips". Eram dois policiais motoqueiros rodoviários americanos, um loirinho e outro moreno-latino (não me lembro o nome), o segundo era a minha paixão!
O problema é que eu queria usar o uniforme deles noite e dia, nada parecido com os vestidinhos que mamãe comprava para a filhinha dela! 
 
Outra paixão que eu tive era o Robby Rosa dos Menudos. Assistir o Show com aquele playback safado foi o único motivo para me levar até São Januário (Campo do ... Vasco! Eca!). Não se reprima, não se reprima! Hahahahaha Imaginem o Ricky Martin cantando isso!
Felizmente isso foi uma fase e logo depois eu começei a curtir as festinhas americanas que organizávamos na garagem da minha avó. Ouvíamos RPM na vitrolinha, o CDplayer da época. Aliás, letras de músicas que ninguém
entendia, mas todos adoravam. Tem poucos anos quando entendi a letra de "loiras geladas", pela primeira vez. Tinha além do RPM, Kid Abelha e os Abóboras Selvagens, Ultrage a Rigor (que agora só passa vergonha), Legião
Urbana, Paralamas do Sucesso, Capital Inicial, Plebe Rude ... quase todos vindos de Brasília. Aí chegavam os meninos com tênis bamba cabeção ou All Star (tinha um com zíper que você podia trocar a aprte de cima), aqueles relógios de trocar a pulseira, calça carpinteiro, tudo em rosa, amarelo, verde, um escândalo para os nossos dias de preto-branco-cinza. As meninas de sainha balonê (um horror!), brincos e presilhas quase tão discretos quanto os tênis, ou então a boa e velha jeans camiseta, que naquela época ainda era admissível numa festinha. Comíamos Skiny, tomávamos Mineirinho, Grapette e Coca-Cola(quem toma Grapette, repete!). Tinha um chiclete que dava cânçer, além da famosa geléia cor de rosa, que eu sempre detestei! Não rolava nada
além de umas brincadeiras. Com o tempo rolava uns beijinhos, quando não tinha nenhum adulto por perto, mas tudo ainda bem inocente, como deveria sernuma festinha de criança.
Aí, me mudei para Jacarepaguá, estreou a MTV, passei a frequentar as matinês da New York New York e a coisa acabou descambando pros anos 90 que temos hoje em dia... Mas é melhor parar por aqui senão o próximo
não vai ter do que falar. Espero que vocês se divirtam com as histórias dessa década tãão distante.
Beijão,
fui!
Estela Chaves Mello do Espirito Santo é juíza imperial, amiga do editor e velha prá caramba


ARENA
PELO MUNDO LIVRE!

Penin Escreve

ORGULHO E PRECONCEITO

Uma semana se passou e eu já me inteirei dos acontecimentos em Reunião. Muitas discussões foram realizadas em Chandon – algumas interessantes, outras nem tanto. Já disponho eu, portanto, de vários assuntos para comentar em minha coluna: Quem será o próximo Premier? Com a mudança de Lorde-Protetor, quais foram as alterações em nossa política externa, se houve? Straussia: exemplo de evolução política (VIVA A CAPITANIA DEMOCRÁTICA DE STRAUSSIA!) ou de sedição micronacional? Quem será o terrorista que está atacando os computadores reuniãos? Será que o Atlético Mineiro vai finalmente dar uma lição no folgado do Corinthians?

Mas eu não escolhi nenhum desses temas de transcendental importância para falar-vos hoje. Preferi falar – ou melhor, escrever – sobre um tema que, aparentemente, passou despercebido da maioria dos cidadãos reuniãos, e que com certeza suscita enorme polêmica (eu sou pago pelo Quintino para fazer isso; não tenho culpa. Epa! Quintino, eu nunca vi os meus contracheques! Cadê eles???).

Trata-se do seguinte: na semana que passou – e que ainda está passando –, houveram diversas manifestações contra um suposto "namoro" entre o Duque de Jandira e... bem, outrem. O resultado de tudo foi uma chuva de protestos indignados, tanto contra os fatos quanto contra a linguagem chula utilizada por certas pessoas que não gostaram da brincadeira. No fim, alguns cidadãos importantes foram advertidos e outros, processados.

Esses fatos são graves em si; entretanto, o ponto para o qual eu quero chamar a atenção é um pouco diverso. O que me admirou na discussão toda, e que me faz escrever neste momento, é a falta de tolerância generalizada para com certo tipo de brincadeiras. Vejamos o seguinte: Chandon é uma lista de discussão razoavelmente séria, que não suporta os níveis abissalmente baixos da conduta humana. Até aí, estamos de acordo. Por outro lado, a própria faixa etária média da cidadania reuniã faz com que, vez por outra, surja uma brincadeira mais infantil ou uma discussão mais inútil. Novamente, independentemente da conveniência ou não de tais acontecimentos, isso é um fato da vida comum em Reunião, e nisso todos concordamos.

O problema é que houve uma reação desmesuradamente forte contra o love affair cibernético. Chegou-se ao ponto de uma irritada Imperatriz determinar que, para ele, "viado" seria um "bicho com galhos", nada mais; daí a impropriedade do uso da palavra em um dado contexto. E isso porque um ainda mais irritadiço oficial da Guarda Imperial usou dessa palavra e sabe-se lá quantos outros impropérios para qualificar as pessoas envolvidas naquele acontecimento.

Oras, não é preciso ser nenhum gênio para se descobrir o que se esconde por debaixo da discussão: preconceito. Antes de dizer qualquer coisa, notem bem: não me insurjo contra a decisão de se pôr um ponto final em uma discussão que chegou aos níveis mais baixos da incivilidade. A questão, aqui, é que só houve uma reação tão forte de todos os lados porque não se admitia a brincadeira que vinha sendo feita! Novamente, me explico: não acho que uma brincadeira daquelas seja exatamente apropriada para Chandon. Ocorre que toda semana há uma brincadeira daquele nível, e raramente alguém brada tão alto. Desta feita, porém, a reação foi muito maior do que a de praxe.

Por isso, reitero o que disse: o motivo de toda a movimentação foi o preconceito contra a homossexualidade. O mesmo preconceito que se tem contra os negros, os judeus, os deficientes físicos, os de uma ou outra religião, os de uma ou outra ideologia, etc.. Nos casos da religião e da ideologia, vá lá que a disputa seja acirrada, pois freqüentemente esses temas aparecem em Chandon, e como já disse alguém, "da discussão nasce a luz". Os outros, porém, são inadmissíveis.

Por que? Não é tudo igual? – pergunta-me o Joãozinho, de volta para me atazanar. Não, não é. Ideologia e religião, como eu já disse, são temas passíveis de discussão, mesmo em um cenário virtual como Reunião. Mas raça, etnia, comportamento sexual, problemas físicos e outros quetais são absolutamente irrelevantes em um cenário micronacional! Que importa se um fulano é azul com bolinhas amarelas, ou é portador da doença "x" que só ocorre nos confins da Polinésia, ou só se realiza sexualmente quando o parceiro está coberto de leite condensado, em uma realidade na qual não se fala, não se toca, não se vê nem sequer se sente o cheiro da pessoa com a qual se relaciona? Isso é absolutamente ridículo!

Não vou nem entrar no mérito mais profundo, por assim dizer. Em outras palavras, não vou me alongar dizendo porque acho tal comportamento ridículo mesmo quando se pode ver, tocar, cheirar e falar com a contraparte. Só vou dizer que, do meu particular – e, como já notei, minoritário – ponto de vista, o importante em uma micro (e, aliás, também macro) nação é que o fulano seja um bom cidadão. E por "bom cidadão" quero dizer pessoa interessada em fazer com que tudo prospere, dê certo, enfim, que contribua para o quadro social de forma positiva.

Da mesma forma que Oscar Wilde (homossexual), Albert Einstein (judeu), Pelé (negro), Ludwig van Beethoven (deficiente físico), que não só foram gênios de seus respectivos países, como também romperam, com sua fama e glória, as fronteiras nacionais.

Em tempo: não estou advogando em causa própria. De fato, não admito a idéia de compartilhar minha cama com alguém com mais pêlos do que eu (e não curto japoneses). Mas é verdade que me encaixo em outras duas das categorias anteriormente citadas (uma é pública e notória: minha posição ideológica. A outra, só sabe quem já me viu e quem ouviu de quem já me viu). Ainda assim, não tiro uma vírgula do que disse, e a mesma coisa diria se nelas não me encaixasse. Entenderam? Não? Eu sabia...

André Penin, é Conselheiro Imperial, Ministro da Justiça e O CORREDOR deve muito a ele


Humor no Corredor
 
A noite começa, ele já está se arrumando. Retira a sua farda nazista, e se veste de modo impecável com seu vestido cheio de plumas e uma bota branca que chega até os joelhos, coloca suas lantejoulas e purpurinas e sua maquiagem básica e vai trabalhar. E saí para noite! O Nome dele é Kleiguei, o nome de trabalho KLEINLYNE!
 
Súdito que anda despercebido pelas ruas do Sacro Império estão sujeitos a serem abordados pôr ela. Tomem cuidado ela não tem pudor.
 
A primeira vítima foi o Sr. Ráquer Server.exe, um cidadão marginal da sociedade. Isto aconteceu assim:
 
Vinha o Sr. Ráquer com andando pela rua a noite, a escuridão era total. Quando! Aparece KLEINLYNE com suas purpurinas esvoaçastes, e o ataca. Dizendo: "Ai Ráquer me invade, invade, ahhhh yes yess!". E o Sr. Ráquer responde : " Só se for para colocar o meu Server em você", Kleinlyne diz:"Com esse baita server nem precisava pedir!". O Sr. Ráquer deixou a porta com1 da Kleinlyne aberta após introduzir o Server. O Sr. Ráquer contaminou a Kleinlyne, e fez com que o ICQ dele ficasse doendo pôr muito tempo, algo que a deixou muito descontente.
 
Mais tarde a Impatrix apareceu com o mesmo vírus, mas esta é outra história.
Continuando...
 
Mesmo assim ele continuou a sua saga.
 
Segunda vítima, o Sr. Rafael Figoeiras. Kleinlyne abordou o Sr. Rafael, e disse: "Deixa eu dar uma fisgada no seu figão?". Sr. Rafael tentou se defender dizendo que não era simpatizante, mas não deu, Kleinlyne é muito impulsiva, fisgou o figão com a boca, e desfigou o Figoeiras. O Sr. Rafael  ficou deprimido porque ficou a sua figueira, e isso o deixou louco. Mudou o seu nome para Enéas, e colocou uma foto em chandon, onde aparece o ex-figão de óculos, e dizendo que ele não era mais um figão e agora ele é apenas um saco!
 
Kleinlyne é uma pessoa super ciumenta, há alguns dias atras ela atacou a Senhorita Flávia Velha usando de linguagem chula, pôr puro ciúmes, pois ela quer toda as masculinidade do império para ela, vê se pode uma coisa dessa?! tome cuidado meninas, a irá dela é fogo! Olha que ela tem muito fogo, pois ela queima a ... tem fogo saindo até pelas ventas.
 
omem cuidado, a próxima vítima pode ser você. Temos informações de uma pessoa que não quis ser identificada, ela disse que ela ataca também o ICQ dos outros, e isso pode doer muito. Qualquer cuidado é pouco.
 
Mas depois da noite de trabalho maçante, ela volta a ser Kleingay, um pacato ARiENAdo, e tenta esconder as suas sem vergonhices tentando dizer que não era ele, e sim o concorrente de ponto Diego Floresca, ou mais conhecida como Flor fresca.
 
Ultimamente Kleiguei demostra a sua solidariedade a todos os homossexuais dizendo: " Salve os homossexuais, eles tem muito amor para dar".
 
Eu me despeço. E até o próximo!
        Humor no Corredor!!!
Tom(eu) &Jerry(sumido), o retorno!

MILLENNIUM CORPORATION
Corrigindo o passado, vivendo o presente, mudando o futuro

Coluna do Adam

Defendendo o Diabo (e acusando inocentes).

- Decepcionante! 'P#%%@! -

Apenas isso que pude dizer quando soube que as novas aventuras dos Vingadores  serão publicadas em formatinho. Não, não estou aqui para fazer mais uma daquelas repetitivas apologias ao formato americano (ou o contrário). Na verdade, o que me decpecionou foi o pouco valor dado aos desenhos de George Pérez um ótimo desenhista, pra não citar o ótimo texto de Kurt Busiek. Tä vendo eu fuço tudo mesmo... fui até procurar quem são esses caras.

Acho que os leitores se lembram bem que há exatos 12 meses, tivemos o lançamento de uma.. hã.. interessante revista chamada "Vingadores", estrelada por um grupo de heróis deformados que eram uma paródia dos personagens clássicos da Marvel. Este título era produzido quase que completamente pelo artista (sic) Rob Liefeld o tormento de todo bom leitor (ele é um retardado);e, surpresa! A revista era em formato americano, para podermos observar bem a arte de Liefeld, que, com certeza, é um artista tão talentoso e detalhista em relação a arte gráfica quanto Pérez.

Aí nós culpamos os editores por darem um tratamento melhor a essa horrenda fase dos Heróis Mais Poderosos da Terra que à nova fase que está por vir. E sim, os editores tem sua parcela de culpa. Mas tenho certeza que o responsável por essas decisões preferiria um título de Busiek e Pérez em formatão que um de Liefeld ou até da equipe criativa que o sucedeu. Porém, ele está lá para fazer suas revistas venderem, e ninguém (especialmente os editores) quer que títulos sejam cancelados (fora Spawn, que porque vende muito não corre o mínimo risco e vive com novidades todo mês, Ex.: propaganda na capa de trás de todas as revistas da abril no mês de novembro e ganhando dois novos títulos em um ano e continuando com seu papel couchê e formatão enquanto eu tenho que ler uma porcaria mal desenhada com a história toda deformada por cortes com papel jornal impressão "cebosa" custando R$5,00 chamado heróis do mês, buáááááá'!!!!).

Ora, se um editor lança uma revista exclusivamente do Liefeld, ele sabe (ou acredita) que isso vai vender bem pois tem um público leitor de Pun... esperando suas revistas imbecis com textos fracos e mulheres semi-nuas totalmente avantajadas. Mas se não se arrisca, ele sabe que o título não deverá se sair muito bem (embora eu ache que se sairia bem, mesmo que menos que a fase Liefeld). E... quem são os principais responsáveis por um título ser um fracasso ou não nas bancas? Sim, isso mesmo, NÓS!

Não quero deixá-lo com raiva mas provavelmente, se nosso padrão de qualidade fosse um pouco mais elevado, poderíamos ler a ultradetalhista arte de Pérez em formatão, que é o que ela realmente merece. Tenho certeza que muita gente que comprou todos os títulos HR (EU! buááááá) todos esses meses deixará de acompanhar os Vingadores agora (não estou falando de você nem de mim, mas você sabe como são os leitores né?). Assim como eu tenho certeza, posso afirmar que o editor também sabe disso e não quis se arriscar.

A única coisa que posso sugerir é: pense melhor antes de priorizar suas revistas. Você nunca pensou se o Motherfucker-Man-Super-X é realmente um personagem bom ou você só lê porque está na moda... ou pior, porque as cores são bonitas, ou os desenhos das heroinas são lêgais....(compra a playboy garoto é mais barato e realista huahuahuahua) Pense nisso, reveja seu padrão de qualidade e, quem sabe, nós possamos ver os Vingadores (ou outra revista de sua preferência leia-se "x-men" :)) numa revista digna de 1º mundo, e de seus leitores.

 
Adam, mais que bom.... ótimo...
 
P.S.: Todas as editoras e muitos escritores tem e-mail e até homepage própria. Quem procura acha; boa sorte!
 
P.S.: Brigado pela idéia ao pessoal do Cleeves.

 
 O CORREDOR PRESS AGENCY!
CORRENDO ATRÁS DAS NOTÍCIAS!

 Abrindo o Olho

Desembargadora Bronquinha

CUIDADO! Se você falar algo que desagrada a nova Desembargadora pode ser processado! E por ela mesmo! Caso diga que os braços de Santa Bárbara são muito curtos, e ela discordar, isso será considerado um infração pelo CCC! E você será advertido! Ou processado pelos divinos poderes que fluem do Palácio Fritz Strauss.

Alguns podem acreditar que não passa de exagero, no entanto, é o que parece. A Meritíssima Roberta de Castro-Bourbon, tem exagerado no seu trabalho. Sem dúvida, ela tem confundido trabalho com fazero trabalho dos outros. Pode-se até sentir pena do Procurador-Geral, coitado, não pode nem trabalhar, a Desembargador faz tudo por ele.

O Judiciário Reunião é sui generis, isso é verdade, já que a Procuradoria é nomeada pela Desembargadoria e trabalha no mesmo Poder, e acaba por exerecer poder de repressão. O que não se pode deixar é que alguém (em prol de uma suspeita "rapidez" do Judiciário) faça a sua parte.

O que há, é que estas broncas, advertências & afins acabam por afastar a imparcialidade que deveria haver na pessoa do Magistrado. Um juiz que adverte,sem o devido processo legal, e diz: "vou pedir para a Procuradoria abrir um processo contra o senhor", já está dizendo que este é culpado. Ou seja, o cidadão vai indo para julgamento já conhecendo sua sentença.

É melhor parar, antes que eu seja advertido.

SOBE: Estela Chaves, esta sim uma juíza.

Se eu fosse... você parava de falar em CHANDON, o CCC é cruel.

DESCE: Roberta de Castro-Bourbon, pelos fatos supra-citados/


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O GRITÃO

A TRIBUNA DE MARAJÓ

DIÁRIO PORTOCLARENSE

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AGÊNCIA REUNIANA DE NOTÍCIAS

Boletim de Notícias O CORREDOR

O SOL

STRAUSSERWELT

Publicado:

MICROLAND

 

É Vedada a publicação de qualquer texto de O CORREDOR, por qualquer publicação que não seja conveniada. Até pode ser publicado, quem sou eu para impedir?

Nenhum dos artigos publicados podem ser considerados mensagens oficiais do Sacro Império de Reunião.

A opinião dos colunistas é de inteira responsabilidade destes, porém é mantida a privacidades dos mesmos quando assim o desejam. Ou seja, se eles falarem alguma besteira, é ruim do editor assumir!

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