
Tremblet- Quarta-Feira, Vinte e Dois de Dezembro de 1999 - Ano I - Número 38
Preparem-se que vem chumbo grosso...
E o Edgargh Michaellis, quer um país só seu....
Já arranjou até apelido: Pequeno Príncipe!
Um dúzia de Rosas, entregar na Rua dos Bobos, No 0
E o Qretino é ou não é cretino???
Coitadinho do Ricky Dragonete! Sifu...
Esse deve ir junto com Michaellis, nada mais justo!
O Judiciário tá de recesso...
É que a Desentupidora quebrou a unha!
É sério....
Primeiro foi o Fiufo, agora o LCdábliu!!!
O mundo micronacional anda respirando muito mais aliviado!
E será que todo mundo é nobre neste troço?
Tem até sir, meu senhor...
Podiam ser sinhozinho...
E o Olympiu-piu, dizem que o Bleinblein já saiu a procura de um Frajola!
Que saudade do Maraçambuja, já teria dado porrada em muita gente que merece!
E o Adã-dã, este A-D-O-R-A chamar atenção!
GENTE EU VOU EMBORA, NINGUÉM ME AMA! NINGUÉM QUER ME DAR EMPREGO!
ESQUECE O QUE EU FALEI! EU VOU FICAR! TODOS ME AMAM! EU SOU O BÃO!
Assim não rola Dã-dã...
Sinceramente, escrever isso é um saco... saudades do Linguarudo!
E o asteróide voltou! Impacto Profundo!
infância. O Dedé Santana, com umas 30 plásticas me pediu voto nessa última eleição. E o Didi está tão sem-graça, que virou Renato Aragão!
uma semana sem dormir, com medo de jogarem uma bomba no Brasil, criança émesmo uma coisa!
ainda cai nessa?" Nem tive coragem de contar como eu fiquei com medo do Capeta na primeira noite que eu vi a droga do filme. Tá certo que O Exorcista é anos 70, mas foi nos 80 que a criançada viu o filme... Hoje em
dia filme de terror é só efeito especial, alguém viu "A Casa Mal Assombrada" ou coisa assim? Com a Catherine Zeta-Jones e o (huuuuummm) Liam-Lista de Schindler-Neeson, se não fossem eles para deixar a platéia babando, qual a graça tinha?
a minha primeira na escola, na segunda série. Passado o susto, as crianças resolveram procurar pela tal figurinha, experimentar o tal do LSD. Até hoje eu nunca vi nada parecido. Enquanto isso nas escolas de hoje, consegue-se de cigarrinho de Bali a AR-15, passando pelo Crack
para lá e concorria a um video-cassete com um bizarro controle-remoto-com-fio! Nessa mesma época eu tinha uma caixa com umas trocentas bonequinhas de papel e seus vestidinhos. Só depois eu tive a minha boneca Suzy que eu troquei (ainda me sinto uma traidora) sem dó pela americana e loira sem-sal da Barbie. Eu me lembro quando a magrela chegou ao Brasil, cobiçadíssima nas Lojas Mesbla e Sears (ambas falidas). A minha ainda teve um carro rosa e um Salão de Cabeleireiro. Bom, é melhor nem falar da Coleção da Moranguinho...
O problema é que eu queria usar o uniforme deles noite e dia, nada parecido com os vestidinhos que mamãe comprava para a filhinha dela!
entendia, mas todos adoravam. Tem poucos anos quando entendi a letra de "loiras geladas", pela primeira vez. Tinha além do RPM, Kid Abelha e os Abóboras Selvagens, Ultrage a Rigor (que agora só passa vergonha), Legião
Urbana, Paralamas do Sucesso, Capital Inicial, Plebe Rude ... quase todos vindos de Brasília. Aí chegavam os meninos com tênis bamba cabeção ou All Star (tinha um com zíper que você podia trocar a aprte de cima), aqueles relógios de trocar a pulseira, calça carpinteiro, tudo em rosa, amarelo, verde, um escândalo para os nossos dias de preto-branco-cinza. As meninas de sainha balonê (um horror!), brincos e presilhas quase tão discretos quanto os tênis, ou então a boa e velha jeans camiseta, que naquela época ainda era admissível numa festinha. Comíamos Skiny, tomávamos Mineirinho, Grapette e Coca-Cola(quem toma Grapette, repete!). Tinha um chiclete que dava cânçer, além da famosa geléia cor de rosa, que eu sempre detestei! Não rolava nada
além de umas brincadeiras. Com o tempo rolava uns beijinhos, quando não tinha nenhum adulto por perto, mas tudo ainda bem inocente, como deveria sernuma festinha de criança.
não vai ter do que falar. Espero que vocês se divirtam com as histórias dessa década tãão distante.
fui!

ORGULHO E PRECONCEITO
Uma semana se passou e eu já me inteirei dos acontecimentos em Reunião. Muitas discussões foram realizadas em Chandon – algumas interessantes, outras nem tanto. Já disponho eu, portanto, de vários assuntos para comentar em minha coluna: Quem será o próximo Premier? Com a mudança de Lorde-Protetor, quais foram as alterações em nossa política externa, se houve? Straussia: exemplo de evolução política (VIVA A CAPITANIA DEMOCRÁTICA DE STRAUSSIA!) ou de sedição micronacional? Quem será o terrorista que está atacando os computadores reuniãos? Será que o Atlético Mineiro vai finalmente dar uma lição no folgado do Corinthians?
Mas eu não escolhi nenhum desses temas de transcendental importância para falar-vos hoje. Preferi falar – ou melhor, escrever – sobre um tema que, aparentemente, passou despercebido da maioria dos cidadãos reuniãos, e que com certeza suscita enorme polêmica (eu sou pago pelo Quintino para fazer isso; não tenho culpa. Epa! Quintino, eu nunca vi os meus contracheques! Cadê eles???).
Trata-se do seguinte: na semana que passou – e que ainda está passando –, houveram diversas manifestações contra um suposto "namoro" entre o Duque de Jandira e... bem, outrem. O resultado de tudo foi uma chuva de protestos indignados, tanto contra os fatos quanto contra a linguagem chula utilizada por certas pessoas que não gostaram da brincadeira. No fim, alguns cidadãos importantes foram advertidos e outros, processados.
Esses fatos são graves em si; entretanto, o ponto para o qual eu quero chamar a atenção é um pouco diverso. O que me admirou na discussão toda, e que me faz escrever neste momento, é a falta de tolerância generalizada para com certo tipo de brincadeiras. Vejamos o seguinte: Chandon é uma lista de discussão razoavelmente séria, que não suporta os níveis abissalmente baixos da conduta humana. Até aí, estamos de acordo. Por outro lado, a própria faixa etária média da cidadania reuniã faz com que, vez por outra, surja uma brincadeira mais infantil ou uma discussão mais inútil. Novamente, independentemente da conveniência ou não de tais acontecimentos, isso é um fato da vida comum em Reunião, e nisso todos concordamos.
O problema é que houve uma reação desmesuradamente forte contra o love affair cibernético. Chegou-se ao ponto de uma irritada Imperatriz determinar que, para ele, "viado" seria um "bicho com galhos", nada mais; daí a impropriedade do uso da palavra em um dado contexto. E isso porque um ainda mais irritadiço oficial da Guarda Imperial usou dessa palavra e sabe-se lá quantos outros impropérios para qualificar as pessoas envolvidas naquele acontecimento.
Oras, não é preciso ser nenhum gênio para se descobrir o que se esconde por debaixo da discussão: preconceito. Antes de dizer qualquer coisa, notem bem: não me insurjo contra a decisão de se pôr um ponto final em uma discussão que chegou aos níveis mais baixos da incivilidade. A questão, aqui, é que só houve uma reação tão forte de todos os lados porque não se admitia a brincadeira que vinha sendo feita! Novamente, me explico: não acho que uma brincadeira daquelas seja exatamente apropriada para Chandon. Ocorre que toda semana há uma brincadeira daquele nível, e raramente alguém brada tão alto. Desta feita, porém, a reação foi muito maior do que a de praxe.
Por isso, reitero o que disse: o motivo de toda a movimentação foi o preconceito contra a homossexualidade. O mesmo preconceito que se tem contra os negros, os judeus, os deficientes físicos, os de uma ou outra religião, os de uma ou outra ideologia, etc.. Nos casos da religião e da ideologia, vá lá que a disputa seja acirrada, pois freqüentemente esses temas aparecem em Chandon, e como já disse alguém, "da discussão nasce a luz". Os outros, porém, são inadmissíveis.
Por que? Não é tudo igual? – pergunta-me o Joãozinho, de volta para me atazanar. Não, não é. Ideologia e religião, como eu já disse, são temas passíveis de discussão, mesmo em um cenário virtual como Reunião. Mas raça, etnia, comportamento sexual, problemas físicos e outros quetais são absolutamente irrelevantes em um cenário micronacional! Que importa se um fulano é azul com bolinhas amarelas, ou é portador da doença "x" que só ocorre nos confins da Polinésia, ou só se realiza sexualmente quando o parceiro está coberto de leite condensado, em uma realidade na qual não se fala, não se toca, não se vê nem sequer se sente o cheiro da pessoa com a qual se relaciona? Isso é absolutamente ridículo!
Não vou nem entrar no mérito mais profundo, por assim dizer. Em outras palavras, não vou me alongar dizendo porque acho tal comportamento ridículo mesmo quando se pode ver, tocar, cheirar e falar com a contraparte. Só vou dizer que, do meu particular – e, como já notei, minoritário – ponto de vista, o importante em uma micro (e, aliás, também macro) nação é que o fulano seja um bom cidadão. E por "bom cidadão" quero dizer pessoa interessada em fazer com que tudo prospere, dê certo, enfim, que contribua para o quadro social de forma positiva.
Da mesma forma que Oscar Wilde (homossexual), Albert Einstein (judeu), Pelé (negro), Ludwig van Beethoven (deficiente físico), que não só foram gênios de seus respectivos países, como também romperam, com sua fama e glória, as fronteiras nacionais.
Em tempo: não estou advogando em causa própria. De fato, não admito a idéia de compartilhar minha cama com alguém com mais pêlos do que eu (e não curto japoneses). Mas é verdade que me encaixo em outras duas das categorias anteriormente citadas (uma é pública e notória: minha posição ideológica. A outra, só sabe quem já me viu e quem ouviu de quem já me viu). Ainda assim, não tiro uma vírgula do que disse, e a mesma coisa diria se nelas não me encaixasse. Entenderam? Não? Eu sabia...
André Penin, é Conselheiro Imperial, Ministro da Justiça e O CORREDOR deve muito a eleDefendendo o Diabo (e acusando inocentes).
- Decepcionante! 'P#%%@! -
Apenas isso que pude dizer quando soube que as novas aventuras dos Vingadores serão publicadas em formatinho. Não, não estou aqui para fazer mais uma daquelas repetitivas apologias ao formato americano (ou o contrário). Na verdade, o que me decpecionou foi o pouco valor dado aos desenhos de George Pérez um ótimo desenhista, pra não citar o ótimo texto de Kurt Busiek. Tä vendo eu fuço tudo mesmo... fui até procurar quem são esses caras.
Acho que os leitores se lembram bem que há exatos 12 meses, tivemos o lançamento de uma.. hã.. interessante revista chamada "Vingadores", estrelada por um grupo de heróis deformados que eram uma paródia dos personagens clássicos da Marvel. Este título era produzido quase que completamente pelo artista (sic) Rob Liefeld o tormento de todo bom leitor (ele é um retardado);e, surpresa! A revista era em formato americano, para podermos observar bem a arte de Liefeld, que, com certeza, é um artista tão talentoso e detalhista em relação a arte gráfica quanto Pérez.
Aí nós culpamos os editores por darem um tratamento melhor a essa horrenda fase dos Heróis Mais Poderosos da Terra que à nova fase que está por vir. E sim, os editores tem sua parcela de culpa. Mas tenho certeza que o responsável por essas decisões preferiria um título de Busiek e Pérez em formatão que um de Liefeld ou até da equipe criativa que o sucedeu. Porém, ele está lá para fazer suas revistas venderem, e ninguém (especialmente os editores) quer que títulos sejam cancelados (fora Spawn, que porque vende muito não corre o mínimo risco e vive com novidades todo mês, Ex.: propaganda na capa de trás de todas as revistas da abril no mês de novembro e ganhando dois novos títulos em um ano e continuando com seu papel couchê e formatão enquanto eu tenho que ler uma porcaria mal desenhada com a história toda deformada por cortes com papel jornal impressão "cebosa" custando R$5,00 chamado heróis do mês, buáááááá'!!!!).
Ora, se um editor lança uma revista exclusivamente do Liefeld, ele sabe (ou acredita) que isso vai vender bem pois tem um público leitor de Pun... esperando suas revistas imbecis com textos fracos e mulheres semi-nuas totalmente avantajadas. Mas se não se arrisca, ele sabe que o título não deverá se sair muito bem (embora eu ache que se sairia bem, mesmo que menos que a fase Liefeld). E... quem são os principais responsáveis por um título ser um fracasso ou não nas bancas? Sim, isso mesmo, NÓS!
Não quero deixá-lo com raiva mas provavelmente, se nosso padrão de qualidade fosse um pouco mais elevado, poderíamos ler a ultradetalhista arte de Pérez em formatão, que é o que ela realmente merece. Tenho certeza que muita gente que comprou todos os títulos HR (EU! buááááá) todos esses meses deixará de acompanhar os Vingadores agora (não estou falando de você nem de mim, mas você sabe como são os leitores né?). Assim como eu tenho certeza, posso afirmar que o editor também sabe disso e não quis se arriscar.
A única coisa que posso sugerir é: pense melhor antes de priorizar suas revistas. Você nunca pensou se o Motherfucker-Man-Super-X é realmente um personagem bom ou você só lê porque está na moda... ou pior, porque as cores são bonitas, ou os desenhos das heroinas são lêgais....(compra a playboy garoto é mais barato e realista huahuahuahua) Pense nisso, reveja seu padrão de qualidade e, quem sabe, nós possamos ver os Vingadores (ou outra revista de sua preferência leia-se "x-men" :)) numa revista digna de 1º mundo, e de seus leitores.
Desembargadora Bronquinha
CUIDADO! Se você falar algo que desagrada a nova Desembargadora pode ser processado! E por ela mesmo! Caso diga que os braços de Santa Bárbara são muito curtos, e ela discordar, isso será considerado um infração pelo CCC! E você será advertido! Ou processado pelos divinos poderes que fluem do Palácio Fritz Strauss.
Alguns podem acreditar que não passa de exagero, no entanto, é o que parece. A Meritíssima Roberta de Castro-Bourbon, tem exagerado no seu trabalho. Sem dúvida, ela tem confundido trabalho com fazero trabalho dos outros. Pode-se até sentir pena do Procurador-Geral, coitado, não pode nem trabalhar, a Desembargador faz tudo por ele.
O Judiciário Reunião é sui generis, isso é verdade, já que a Procuradoria é nomeada pela Desembargadoria e trabalha no mesmo Poder, e acaba por exerecer poder de repressão. O que não se pode deixar é que alguém (em prol de uma suspeita "rapidez" do Judiciário) faça a sua parte.
O que há, é que estas broncas, advertências & afins acabam por afastar a imparcialidade que deveria haver na pessoa do Magistrado. Um juiz que adverte,sem o devido processo legal, e diz: "vou pedir para a Procuradoria abrir um processo contra o senhor", já está dizendo que este é culpado. Ou seja, o cidadão vai indo para julgamento já conhecendo sua sentença.
É melhor parar, antes que eu seja advertido.
SOBE: Estela Chaves, esta sim uma juíza.
Se eu fosse... você parava de falar em CHANDON, o CCC é cruel.
DESCE: Roberta de Castro-Bourbon, pelos fatos supra-citados/

Convênio:
A TRIBUNA DE MARAJÓ
DIÁRIO PORTOCLARENSE
REUNIAN FAST NEWS
AGÊNCIA REUNIANA DE NOTÍCIAS
Boletim de Notícias O CORREDOR
O SOL
STRAUSSERWELT
Publicado:
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NOSSO ENDEREÇO É:
O CORREDOR
APENAS O MELHOR