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nchandon · Chandon - Sacro Império de Reunião
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[Chandon] - CORREDOR - NÚMERO 35 ANO I   Lista de mensagens  
Responder Mensagem #1929 de 52273 |

Saint Benoit - Terça-Feira, Quatorze de Outubro de 1999 - Ano I - Número 35


Editorial
Fim de Orange?
 
Com pesar no coração podemos assistir aos últimos suspiros daquela que já foi uma das maiores micronações lusófonas. O Principado de Orange que já teve forte aliança com nosso Impérios, Orange que foi de André Pfeiffer, Filipe Oliveira, Jean Tisserrand, Anne de Orange, entre tantos nomes que marcaram ou ainda marcam o mundo micronacional, caminha para o seu término.
 
Como isso pode ter acontecido? Como uma micronação que conta ainda com dois nomes tão importantes como de Daniel Mayer e Thiago Mello atingiu este descrédito? E por mais que estes dois lutem, por que não conseguem salvar seu país do desastre iminente? Como uma nação que tem um texto tão belo como a Epopéia Orange, chegou a isso?
 
Sem dúvida, o país perdeu o prumo desde a vinda de Filipe Oliveira para Reunião. Desde este período o Principado que não tinha nenhum monarca, que foi governado por um chanceler, perdeu-se. Mais recentemente teve um censo para acabar com os inativos, ficando apenas 17 cidadãos, número que já diminuiu substancialmente. E ainda discute-se um Tratado entre Orange e Porto Claro, tratado honesto que alguns cismam em dizer que apenas atende interesses portoclarenses.
 
Caso não haja nenhum golpe de sorte, outubro marca o fim de uma história, de um país, daquela que foi uma das mais importantes micronações lusófonas. Logo em outubro, mês em que Orange, junto com Marajó, conseguiu uma vaga na OLAM (conseguida com o apoio de Porto Claro).
 
Isso só demonstra que uma micronação tem que ter uma monarquia com um governo central forte, como Reunião, onde tem-se um líder carismático e forte como SSMI Cláudio I.
 

VOCÊ GOSTA DE POESIA?
VOCÊ GOSTA DE CINEMA?
PARTICIPE DAS LISTAS DE DISCUSSÃO DE ORANGE
ENVIE AGORA MESMO UM E-MAIL PARA: mello@...
Com seu nome, e-mail e micronação, no subject em qual das duas lista você quer fazer parte! PODEM SER AS DUAS!

Recanto da Poesia
 

Síntese das Antíteses 
 
         
Só temos consciência do belo,
Quando conhecemos o feio.
Só temos consciência do bom,
Quando conhecemos o mau.
Porquanto, o Ser e o Existir
Se engedram mutuamente.
O fácil e o difícil se completam.
O grande e o pequeno são complementares.
O alto e o baixo formam um todo.
O som e o silêncio formam a harmonia.
O passado e o futuro geram o tempo.
Eis porque o sábio age pelo não-agir.
E ensina sem falar.
Aceita tudo que lhe acontece.
Produz tudo e não fica com nada.
O sábio tudo realiza, e nada considera seu.
Tudo faz, e não se apega à sua obra.
Não se prende aos frutos de sua atividade.
Termina a sua obra,
E está sempre no princípio.
E por isso sua obra prospera.
Lao-Tsé - texto retirado do livro Tao-te-King
 

O PORTAL DAS MICRONAÇÕES

 
Correndo um Pouco

Demorou, mas chegou!

E quem é aquele mala sem alça? Dedé Cuzcus!

Prefiro com as mãos!!!

Mote dele: Se hay goberno, soy contra! O Che Guevara do Sertão!

Este povo tá mal acostumado! Acha que 20 e-mails por dia é pouco!

E ainda reclamam de inatividade!!!! 

O que eles querem? Que o Cráudio compre Reunion Island e que a gente vá viver lá?

Vitamina C para Orange, eles já estão de cama!

Não é gripe, é pneumonia!

Parece que o Luiz Maçaranduba quer dar porrada no Adriático e no Dedé Cuzcus!

Mas que eles são malhas, AHHH, isso são!

BOUNCING! BOUNCING! Deve ser um novo Pokemón!

Coitada da MALAura, ninguém concorda com ela, até quando ela está certa!

ESTAMOS LIVRES DO ARTELHO! ESTAMOS LIVRES DO ARTELHO!ESTAMOS LIVRES DO ARTELHO! ESTAMOS LIVRES DO ARTELHO!......

Sinceramente, poderia ficar repetindo isso por anos!

E aquele american boy, será que ele não estranhou 100 msgs em português?

Que eles são burros eu sei, mas isso é exagero!

Tracketidan é um problema, até o Imperador anda Sereno!

Na verdade todo mundo quer invadir Reunião, de Burrônia até aquela micronação em uma espaçonave. 

Só não sei como? 

AI! FICtícios no Magistral. 

O Mote do Governo será: Propagandeando sem parar! 

E os ARiENAdos começaram a trabalhar!

Ninguém sabe como! Mas estão aí!

O ImpaCráudio reclama de excesso, de pouco, de tudo!
 
ALGUÉM VIU A ARN? HAHAHAHAHAHA!!! MINHA VINGANÇA FOI MALIGNA!
 
O MICONacionews (cópia da MICOland, até no lema) tá de cara nova!
 
Tá biita!
 
VAMOS TER O DIA DAS BATATAS!!! BATATAS! BATATAS!
 
Alguém deu atenção àquela mensagem da FIFA 99, nem eu!
 
Acabou a Folha de Carambola! HIHI! Estou sozinho na MICOland!
 
Dedé Pfeizer saiu do mundo micronacional. SIM, DEUS EXISTE!
 
Antes tarde do que nunca! 
 
PIKÁ! PIKÁ! PIKACHUUUUU!!!!!
 
ARENA(Aliança Reedificadora Nacional)
POR DEUS!PELA PÁTRIA!PELA FAMÍLA!
POR REUNIÃO!

Penin Escreve

TRANSIÇÃO POLÍTICA

Após longo e tenebroso inverno, estou de volta. Fiquei tanto tempo fora que achei que, ao retornar, uma ou duas edições d’O Corredor teriam saído sem esta coluna. "Nada grave", imaginei eu. Qual não foi minha surpresa ao descobrir que o Editor deste periódico segurou a edição do mesmo até o meu retorno! Não querendo, portanto, deixar meu querido e Tuehlo patrão triste (nem impaciente), vamos a mais um artigo, recheado de algumas novidades e das baboseiras de sempre...

No momento em que escrevo estas linhas, está ocorrendo em Reunião uma mudança no comando político. Se para melhor ou para pior, só o tempo dirá. Entretanto, para que tenhamos um parâmetro comparativo, farei, em breves linhas, um balanço da Gestão que finda. Muita gente, por certo, não concordará com minhas colocações. E têm razão, até porque sou suspeito para falar, por haver participado da mesma como Ministro da Justiça e Defesa. Mesmo assim – ou até mesmo devido a isso –, sinto que estou qualificado para falar, por ter estado dentro da máquina estatal executiva.

Pois bem. Quando Arthur Rodrigues, o Duque de Jandira, assumiu o cargo de Premier, houve uma certa apreensão por parte das altas esferas reuniãs. O motivo é conhecido até pelo mais novato de nossos cidadãos: Arthur Rodrigues era o primeiro componente do PACSO, eterno oposicionista até então, a assumir a chefia do Poder Executivo. Temia-se tudo: desde um conflito ideológico que inviabilizasse o Governo até a pura e simples incompetência administrativa por parte daqueles que nunca haviam chegado ao topo.

Com o tempo, contudo, a situação foi se acomodando. Por mais polêmicos que fossem os projetos apresentados, eram devidamente apreciados pelo órgão competente e pela população; por mais difícil que se tornasse a situação em uma dada área, o Ministério respectivo sempre resolvia (ou dava mostras sinceras de estar tentando fazê-lo) o problema; por mais verborrágico que fosse o Premier, sempre havia uma idéia palpável por trás do cipoal de palavras.

Você está fazendo propaganda gratuita da Gestão anterior só porque participou dela! – reagirá o sempre presente (e virtual) Joãozinho. Bem, confesso que o fato de eu ter participado e de ser membro do PACSO influenciam meu julgamento. Eu seria hipócrita se não admitisse. Mas, venhamos e convenhamos, a oposição direitista tem cumprido seu papel, e o que mais se viu foram críticas ao Executivo. Ninguém é isento. Portanto, não me culpem. De qualquer forma, no fim da Gestão a avaliação popular e nobiliárquica foi mais positiva do que se julga. E isto eu posso provar: lembro-me de um chat bastante movimentado (portanto, com testemunhas), em que nosso Glorioso Monarca queixava-se a mim, dizendo que apenas três Ministérios funcionavam; isso foi no meio do mandato, no pico da crise das Listas de Discussão, que pararam de funcionar inadvertidamente. Ora, na última edição do jornal concorrente, a "face civil" de SSMI, Claudio A. P. de Castro, congratula o governo pretérito por possuir sete ministérios capazes! Houve um salto qualitativo, portanto.

Não quero dizer, evidentemente, que não houve nenhum problema. Tivemos muitos. Mas soubemos equacioná-los, na medida do possível. E este é o motivo pelo qual Deana Troi, candidata a Premier pela coalizão FIC/PACSO, venceu as eleições na APQ sem oponentes. Prova, de resto, de que este é um momento ascendente das Esquerdas em Reunião, em suas duas faces.

Com relação ao apoio do PACSO a uma candidata da FIC, houve quem o considerasse uma demonstração de "fraqueza" daquele. Eu, ao contrário, sustento que se trata de esperteza do mesmo. O porquê desta minha crença deixo em suspenso, até porque, como membro daquele Partido, participei do processo decisório. Uma dica, entretanto: um dia é da caça, outro do caçador. Enfim, para bom entendedor meia explicação basta...

Em resumo: acredito que Reunião está no rumo certo (ao menos no que concerne à sua política interna). Aos pessimistas, peço que dêem tempo ao tempo. Ao novo Governo, desejo sorte e disposição para o trabalho. Mas, sobretudo, lembro a Reunião que o mais importante é a Unidade em torno de seus interesses superiores e comuns.

André Penin, é Conselheiro Imperial, Ministro da Justiça e O CORREDOR ainda é escrito só por causa de seus artigos


STRÁUSSIA!
A MICRONAÇÃO EM OUTRA MICRONAÇÃO!
A LISTA MAIS ATIVA DAS CAPITANIAS!
 
FURO QUINTINO GOMES TENTA MATAR O IMPERADOR CLÁUDIO I!

 

MILLENNIUM CORPORATION
Corrigindo o passado, vivendo o presente, mudando o futuro

 
Na Esteira

O entrevistado de hoje é nada mais, nada menos, que SSMI Cláudio I. Quer que eu fale mais alguma coisa?

O CORREDOR: Como VSMI conheceu o mundo micronacional?

SSMI Cláudio I: Conheci o mundo micronacional em Maio/Junho de 1996, no h como saber ao certo, quando morava nos EUA, em Massachusetts. procura (no webcrawler) de monarquias (monarchies) para um trabalho de World History, encontrei, inadvertidamente, o Reino da Talossa. Li, e, primeiramente, no entendi nada, e pensei: isso coisa de nerd gorducho ou de maluco, por Belenos!

Bem. Àquela época eu pouco entendia de computador (menos do q entendo hoje), pois só jogava Civilization II o dia inteiro. Visitei outras várias micronações; conheci, nesta ordem, Talossa, Nikkheddonia, Porto Cólice, URR, Mapulto. Lá mesmo nos EUA fiz amizade com o então ditador mapultiano, J. Ryan Decker. Mas não era naquela época ainda que eu iria me vidrar nas micronações. Em Agosto de 1996, já estava tudo esquecido.

Em Dezembro de 1996, já no Brasil, resolvi me inteirar mais do que ocorria no mundo micronacional. Não como [participante, mas como espectador. criei, até, em minha escrivaninha, uma companhia multimicronacional, a COMET ORGANIZATIONS, e um personagem, Claude Bourbon. Ora ora, eu era um virtualista dos mais primários!

Em Janeiro de 1997, não fundei eu uma micronação por um simples e terrível problema: não sabia fazer, manter ou idealizar homepages. Continuei o sonho da Comet, portanto, que só existia nos emails longuíssimos que eu enviava a todos os chefes de estado e de governo.

Mais ou menos em Abril de 1998 eu resolvi ligar para um amigo meu de longa data (do tempo das BBSs!!), o BERNARDO BAUER. Para conversar, sabem. Ele então tocou no assunto MICRONAÇÕES. Leia-se: Bauer sabe fazer homepages, e das boas.

Meus olhinhos até então plebeus brilharam e tilintaram: Jesus, alguém para fazer a homepage!

Mas não era tão fácil. Bauer queria era fazer o país DELE, com um amigo dele, tal de Gabriel (ARGH para esse aí). O país se chamava, para minha desgraça.... O País!. Cuja capital tinha o lamentável nome de....A Capital. Bem, isso me deixava nauseabundo, mas que fazer eu, claude bourbon, senão juntar-me àquela caterva de loucos e participar de O País!.

Fui então nomeado Chanceler daquele país que nascera inspirado em Porto Claro,pois a idéia de fundar um micropaís chegou à cabeça de Bauer e seu amigo após a leitura de uma matéria que saiu no GLOBO sobre aquele país, matéria esta que nunca cheguei a ver.

Porto Claro era grande. Porto Claro tinha peso. Pois então, nada mais comum que o Chanceler de O País! contactar Porto Claro, na pessoa de seu "chança", Pedro Aguiar Lopes de Abreu, o nosso querido (?) Aguiar. Aguiar disse que O País! era uma porcaria, mas me tratou muito bem.

Eu também achava O País! uma porcaria. Então pedi autorização a meu Imperador para ter meu próprio território, e, pelo amor de buda, FORA DA ILHA DELE. Na ilha ao LADO. Reunião. Nascia em Maio de 1997 o Vice Reino de Reunião.

Tornando uma longa história curta, Pedro Aguiar colocou na minha cabeça q Reunião tinha mais futuro que O País!, e me ajudou a fazer daquele vice-reino a maior micronação do mundo, com o apoio do sempre presente Eduardo Tuehlinho Iatauro, que à época era o webmaster official e único de Reunião.

O CORREDOR: Como VSMI transformou Reunião na maior micronação do mundo?

SSMI Cláudio: Reunião transformou-se na maior micronação do mundo pela força e pelo uníssono formado pelas vontades de todos os seus cidadãos. Se Reunião é grande, é devido à grandeza e ao trabalho de cada um dos seus cidadãos activos e espectadores. Se Reunião cresceu, mesmo que sob o meu condão, cresceu pois teve o apoio de vários cidadãos e ex-cidadãos que escreveram seus nomes na nossa história.

Reunião, ao contrário das outras micronações, não se espelhou em ninguém. E também, cresceu de FORA PARA DENTRO. Primeiro foi construída a imagem de país sólido, activo, grande e dominador, e DEPOIS construímos uma estrutura de governo que empregasse a todos, e que realmente funcionasse. Reunião no início era forma, sem matéria. Hoje, somos matéria pura, mas com a mesma forma de antes.

Reunião foi construída à custa do trabalho de seus fundadores e cidadãos, novos e antigos, à custa dos paples que mantinham a actividade quando esta era mingüada. À custa de micronacionalistas experientes que me deram conselhos; à custa da minha capacidade de lidar com vontades diversas sem unir-me a qualquer uma delas. À custa de homens e mulheres que venceram, e que a cada dia vencem mais uma batalha, vitórias estas que fazem de Reunião a maior, mais importante, mais famosa micronação do mundo, anglófono, lusófono, e qualquer outro fono do qual você possa se lembrar.

O CORREDOR: Quais são as verdades e as mentiras sobre os paples na história de Reunião?

SSMI Cláudio I: As verdades são que eles foram necessários, que eles fizeram do país o que ele é hoje. A verdade é simples. Vê-se reflexos desta verdade ao se participar de Reunião, ao se notar seu sucesso. É verdade que os paples duraram o tempo necessário, que eles acabaram de vez, e que jamais voltarão, pois a sua necessidade acabou.

Reunião não precisa de nada. Reunião não precisa de ninguém. Reunião é maior de idade, e para continuar sendo o que é precisa apenas do esforço conjunto da sociedade Reuniã. Não de indivíduos, que podem ser substitúidos (TODOS). Mas do TODO, só o TODO importa.

Os paples ajudaram a construir a cultura Reuniã, a acentuar as disputas partidárias entre PIGD e PACSO q até hoje perduram. Serviram para dar exemplo aos outros de como deve funcionar uma micronação.

Quem não compreende a utilidade que tiveram não entende lhufas de micronação, ou ao menos de construção de uma mcironação.

O CORREDOR: Como VSMI faz para cuidar de tantas vaidades em Reunião?

SSMI Cláudio I: A resposta tem três palavras. "sangue de barata". O segredo do Imperador é ser contrariado e sorrir; ser xingado e sorrir; ser traído e sorrir; ser ludibriado e sorrir. Aí vários pensam: este imperador é um babaca, leva porrada e sorri, olha só que idiota.... Olha só, ele perdoa a todos! Olha só ele protege o fulano que ferra ele sorrindo!

Pois é. Só que quando estou sorrindo estou é pensando: "saiu mas vai voltar", "me traiu mas vai se estrepar", "me ludibriou mas vai levar troco", "me xingou mas vai ser trucidado". Jamais errei. Previ a derrocada de micronações que já se acabaram. Previ a volta de cidadãos que se foram atacando a mim e a Reunião. Não sou advinho. Apenas conheço gente.

Meu trabalho em Reunião não é governar. É lidar com gente. E isto, amigos do CORREDOR, é o que eu sei fazer melhor. Eu sei o que passa pela cabeça de todos; sei quem é traidor, sei quem é "porra louca", sei quem é sério, quem é confiável, quem é descontrolado.

Meu trabalho é compor; meu trabalho é fazer conchavos. Meu trabalho é colocar o dedo na balança quando ela está por demais pendida para um lado; meu trabalho é manter a harmonia não só entre os poderes, mas entre as pessoas que habitam Reunião. Meu trabalho é produzir amizades entre os cidadãos; é fazer deles amigos, sim, pq sendo eles amigos, trabalharão juntos em prol da nossa terra. Si, pois já faz tempo que Reunião não é minha; Reunião, companheiros, é de vocês, que juraram lealdade a ela e à carta constitucional.

.

O CORREDOR: O que as micronações mudaram em sua vida macronacional?

SSMI Cláudio I: As micronações não mudaram EM minha vida macronacional, perdão. Elas mudaram A minha vida micronacional; troquemos aquela preposição por este artigo definido.

Trouxe meus melhores amigos para Reunião; trouxe minha namorada para Reunião. Tornei Reunião assunto na mesa de minha casa. Tornei Reunião assunto nas carteiras da minha faculdade. Não é bem as micronações que mudaram a minha vida. Foi REUNIÃO que o fez.

Tornei-me de certa forma uma pessoa pública, após as trinta e sete entrevistas que já dei a jornais differentes (incluindo, hoje, à Internet.br). Como uma pessoa "pública", tenho meus fãs, e aqueles que me odeiam, aqueles que me perseguem na vida macronacional. Mas eu gosto. Gosto de desafios; gosto de fazer daqueles que me odeiam meus melhores amigos.

E eu tenho conseguido isso, graças ao bom e inexistente Deus.

Minha vida mudou 100% com Reunião. Fiz novos e maravilhosos amigos. Hoje conheço gente, meus súditos, em quase todos os estados da federação Brasileira, além dos estrangeiros distribuídos em 17 países. Você sabe algo melhor do que fazer amigos? E bons amigos?

Reunião para mim é uma terapia; quando ligo meu computador, ou quando estou em encontros de cidadãos, me sinto num outro mundo, num mundo que não é virtual, é como se fosse um mundo real paralelo ao macronacional. Difícil de explicar.

Em suma, sou um viciado em Reunião. Mas não desejo tratamento.

O CORREDOR: Como VSMI se sente com os romances macronacionais, assim como amizades profundas, que surgiram entre seus súditos após entrarem em Reunião?

SSMI Cláudio I: É como eu disse. Eu me sinto em outro mundo; Reunião é algo que não consigo descrever, é uma invenção minha ( e de outros também, daqueles que ajudaram a construí-la ) que deu certo, e que serve como diversão e terapia para muitas outras pessoas, que se amam, se odeiam, se tornam amigas, por causa da sua existência.

Eu não me considero o "pai" de Reunião. Sou mais como aquele médico responsável pela retirada da criança de dentro da mãe. Seus pais Reunião só foi conhecer muito depois.....são o povo.

O CORREDOR: Em uma comparação macronacional, Reunião seria os EUA, já que é a única superpotência micronacional, quem seria a Europa?

SSMI Cláudio I: Jamais! Reunião não conhece par nas macronações. Reunião não é terra de neuróticos puritanos, Reunião não é a terra da discórdia e do debate político entre o conservador e o muito conservador. Em Reunião qualquer ideologia é aceita e encorajada. Encorajo o nazismo, encorajo o comunismo, todos têm direito a ter voz.

Em Reunião não há qualquer tipo de preconceito, não há lugar para as paranóias que tomam conta e contagiam o povo norte-americano.

Reunião não tem equivalente no Mundo. Reunião, gosto de dizer, é única, macro ou micronacionalmente. Não quero que meu país se torne uma terra de loucos.

O CORREDOR: Por que tantos dizem que Reunião é uma micronação fascistas, e até nazista?

SSMI Cláudio I: Por que ainda não aprenderam que o hábito não faz o monge. Certa vez, conta um banqueiro amigo de meu pai, uma velhinha, nos anos DEZ, toda maltrapilha, entrou num conceituado banco que tinha acabado de nascer.  A velhinha aproximou-se do balcão, meio suja, coitada, e colocou uma TORRADEIRA na frente do caixa.  Disse a velhinha:  "O senhor poderia ter minha torradeira consertada, por favor?".  O caixa, aos gritos de "mendiga louca", expulsou a velhinha, que foi ao gerente.

"Olá, senhor Gerente.  Infelizmente terei que levar minha torradeira para consertar em outro banco..."

"faça como quiser, velha", disse o gerente.

A velhinha replicou que "também vou ter que levar meu dinheiro, meu nome é Márcia Maria Monteiro Leal, e tenho oitenta e cinco milhões de francos suíços aplicados aqui".

Pois é. O Gerente burro foi demitido, e o bancário também.

Expulsos da vida commercial do mesmo jeito que os que difundem esta burrice deveriam ser colocados para correr do micronacional; ou ao menos mantidos calados, em vez de abrirem o comedor de lavagem para expelir tanta cretinice.

Fascista um país que têm partidos das mais variadas tendências? Onde a liberdade de expressão é livre? Onde o Imperador é latino-americano? Tenha santa paciência, somos tão nazistas quando o Rabino Henry Sobel.

O CORREDOR: Por que o Executivo reunião nunca funciona?

SSMI Cláudio I: O executivo de Reunião funciona. O executivo de Reunião não é apenas um Premier eleito indirectamente pelo povo. É o conjunto dos seus ministros. Se as mensagens chegam ao chandon, é o executivo funcionando. Se novos cidadãos são aceitos, é o executivo funcionando. Se uma empresa é criada, é o executivo funcionando. Se um inactivo se torna activo, é o executivo funcionando.

Não há necessidade de se construir uma ponte de 60 km para haver actividade estatal. Uma instalação de gás ou luz, não aparente, é sinônimo de governo que funciona.

As últimas gestões no Poder Executivo, notadamente Art Rodrigues e Laura Dayspring foram gestões que encontraram problemas, mas que para estes acharam soluções.

O governo de Reunião é algo complexo e burocrático; não somos o clube do bolinha; aqui se lida com as mais diversas tendências; não se pode mandar o outro calar a boca apenas por não se concordar com ele. Tudo é discutido antes de ser feito.

Inclusive, quanto menos actividade do Poder Moderador há, mais activo está o Executivo.

É fácil demonstrar a fraqueza do argumento dos que atacam o Poder Executivo como instituição. Pois se algo é feito, está ele a funcionar. O que quer que seja.

O CORREDOR: VSMI é contra ou a favor da economia micronacional?

SSMI Cláudio I: É uma idéia irrealizável, falha em sua raiz. Sou contrário completamente a isto. Não há maneiras de se tornar activa uma economia micronacional. Mas isto é assunto do Poder Executivo, e qualquer que seja a sua decisão, terá meu apoio; inclusive, eles podem me provar o contrário!

Eu estou aqui para AJUDAR, e assim o farei, mesmo não concordando. Quem sabe não estou errado?

O CORREDOR: Quem fim levaram os anglófonos de Reunião?

SSMI Cláudio I: Os anglófonos de Reunião há tempos não são muitos. Eram menos de dez activos, desde que nos convertemos de nação predominantemente anglófona para lusófona. O que houve foi que eles estão atarefados macronacionalmente, a maioria se envolveu em partidos políticos, e o tempo a ser dedicado para Reunião diminuiu.

Prevejo, em breve, o fim da Reunião anglófona, que passará a se restringir à Chancelaria Imperial. Tal significará: mais actividade, mais progresso e mais vida em Reunião. É uma pena por um lado, mas uma grande maravilha pelo outro.

Não é certo que isto ocorra; mas me parece bastante próximo

O CORREDOR: Recentemente tanto em Reunião, quanto nas outras micronações, tem-se debatido sobre qual Porto Claro seria verdadeira, o Reino ou a República. Especialmente em Reunião, a chancelaria anda com certos problemas, já que oficialmente VSMI reconhece o Reino, mas a Chancelaria na pessoa de Filipe Oliveira diz o contrário. Qual é a verdade?

SSMI Cláudio I: A verdade é que não tenho competência ou autoridade formal para reconhecer quem quer que seja. Sou o monarca de um país; meu nome é Cláudio Primeiro, mas não é Reunião.

Quem se manifesta em MEU NOME é a Assessoria Imperial de Imprensa. Quem se manifesta em nome de Reunião é a Chancelaria Imperial na pessoa do Chanceler Jeremy Johnson, instruído pelo Lorde Protetor Filipe Oliveira.

Porém, não penso nunca se este ou aquele país é o verdadeiro. Penso apenas que um micropatriólogo do porte de Pedro Aguiar não pode ter ignorado seu país; da mesma maneira que penso que um país com a estrutura de Porto Claro não pode ser ignorado.

Assim, apesar de minha preferência pelo Reino do Porto Claro, até pq sigo o preceito de "na dúvida, a favor da monarquia", não vejo qualquer problema no reatamento das relações amistosas que outrora tivemos com a república. Na verdade, defendo este reatamento.

Reunião e Porto Claro precisam adentrar o século 21 de braços dados, afinal, são nações que, se não tem o mesmo peso, tem a mesma tradição, e que parecem estar ambas no caminho certo em direção ao verdadeiro micronacionalismo.

Não há qualquer divergência entre o Lorde Protetor Filipe Oliveira e eu. Somos um uníssono, e não temos praticamente do que discordar um do outro. Ele está fazendo o que é inevitável: aproximando Reunião de seu par mais bem-sucedido.

Quanto ao Reino, é uma fantástica micronação com um interessante sistema de governo. Mas não tem muito peso, não tem defensores, não tem nada; mas tem TUDO ao mesmo tempo. E por TUDO entende-se Pedro Aguiar.

Assim, vê-se logo que eu vejo razão para apoiar os dois pensamentos; por isto deixo a cargo da chancelaria decidir com quem manteremos relações diplomáticas. Afinal, se eu decidir tudo, é melhor abolir a Carta Constitucional que nos rege e adotar o sistema oranger de governo: o caos, a moblocracia, a anarquia. Não me admira que a comunidade micronacional está vendo aquele sempre tão simpático país ir por água abaixo.

Aliás, é pena ver países promissores como Ludônia e Orange acabarem aos poucos... Para assistirmos o surgimento de outros países que, na falta do que fazer, discutem a declaração de guerra (hahahaha), a mobilização militar contra Reunião.

Mas certos países são como chuva de verão. Caem forte, e depois somem. A comunidade lusófona micronacional é composta de Reunião, Marajó, Rep. de Porto Claro, Açores e a promissora Astória, além da sempre cambaleante Ludônia. O resto é engodo, vaidade, baderna, inactividade e amadorismo. Sem falar naqueles que nem são!

O CORREDOR: Qual seria o balanço que VSMI faria destes pouco mais de dois anos de Reunião?

SSMI Cláudio I: Sucesso. Actividade. Credibilidade. Crescimento. Amizade. Amor. Prosperidade.

7 palavras que definem Reunião. 7 palavras estas que são as causadoras de uma outra, que define o motivo de sermos tão atacados pelo mundo, pelas outras micronações. Esta palavra é i-n-v-e-j-a. Amigos, se a estrela de vocês não brilha, venham ver a nossa como é linda! hhahahahaha :-)

Quem sabe não fazemos um Território da estrela apagada de vocês? :D


  O CORREDOR PRESS AGENCY!
CORRENDO ATRÁS DAS NOTÍCIAS!

 Abrindo o Olho

Balanço

O Palácio Magistral deixou de ser um hospício, finalmente. Após um governo com um louco que falava, falava, falava, falava, falava (já é perceptível o quanto ele falava), e ninguém escutava. Um Premier que se metia onde não devia, e não se metia onde devia.
 
A grande sorte de Arthur Rodrigues foi ter nomeado uma bela equipe de Ministros. No entanto, ele pecou em um dos mais importantes, o Ministério do Interior. A atividade no Ministério foi um desastre, visto que a escolha só foi feita para que seu partido dominasse áreas de maior importância na política do Império.
 
O governo deste senhor foi marcado por suas tentativas de fazer joguetes de palavras, suas mensagens enormes, e uma demagogia de causar asco nos coronéis da política nordestina do Brasil. E como se não bastasse, se passa como alguém que ama o Povo, logo ele, que dizia que caçava os vizinhos de seu burgo porque eram pobres e feios.
 
E em uma última tentativa de deixar seu nome para a história, Arthur Rodrigues inventou de unir todos os burgos que isso os ativaria. Por mais que o Sacro Império de Reunião seja enorme, mas já há atividade na listas das micronações, como este senhor pensa que conseguiria nos burgos também? Só se tivessemos 9999999999999999999 de habitantes!
 
Sem dúvida, o governo do Povo (como costumava falar) era apenas para tentar chamar a atenção para o ego inflado de Arthur Rodrigues.

SOBE: O ARENA, que ressurgiu das cinzas.

Se eu fosse... laranjiano aprendia a jogar paciência, afinal, dá para jogar sozinho.

DESCE: André Luiz, o que ele faz aqui?


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OmbudsWOman

Como a colunista atrasou um pouco, sairá uma edição só com a sua coluna nos próximos dias.

Estela Chaves tem emprego garantido durante 6 meses, não podendo ser demitida durante este período


Gomes & Associados
Nada melhor que advogados que escrevem a Justiça!

 
Os Mais
 
Esta Coluna virá com os MAIS de Reunião
 
O MAIS ativo da semana foi: Arthur Rodrigues, com mais de 30 mensagens, ENORMES.
 
O Assunto MAIS comentado foi: A Guerra do Paraguai
 
O MAIS mala foi: André Luiz, mal entrou e já foi atacando o que não conhece.
 
Quem MAIS brigou foi: André Luiz, por razão de seu egocentrismo.
 
Quem MAIS apanhou foi: André Luiz, e deveria apanhar mais!
 

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Boletim de Notícias O CORREDOR

O SOL

Publicado:

MICROLAND

 

É Vedada a publicação de qualquer texto de O CORREDOR, por qualquer publicação que não seja conveniada. Até pode ser publicado, quem sou eu para impedir?

Nenhum dos artigos publicados podem ser considerados mensagens oficiais do Sacro Império de Reunião. Até pode, mas isto aqui não é a República de Porto Claro (CARAMBOLÂNDIA), você són vai ser considerado maluco. Mas você já é! Ou que tipo de pessoa você acha que faz parte de uma micronação?

A opinião dos colunistas é de inteira responsabilidade destes, porém é mantida a privacidades dos mesmos quando assim o desejam. Ou seja, se eles falarem alguma besteira, é ruim do editor assumir!

Assumir o que o boiola do colunista disse! Ou você tá duvidando da minha masculinidade?

Se você deseja parar de receber O CORREDOR, envie seu pedido para o endereço da redação, ou para o Papai-Noel seu pedido não será atendido mesmo!

NOSSO ENDEREÇO É:

ocorredor@...

ou:

Rua dos Bobos, No 0, mas é feita com muito esmero

ou:

Rodeo Drive, Berverly Hill, hidrante 2

 

O CORREDOR

APENAS O MELHOR

 

Por que escrevemos este tipo de coisa aqui?

PORQUE NINGUÉM LÊ!



Ter, 26 de Out de 1999 3:36 am

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Saint Benoit - Terça-Feira, Quatorze de Outubro de 1999 - Ano I - Número 35 ... Editorial Fim de Orange? Com pesar no coração podemos assistir aos últimos...
Quintino Gomes
chiefjudge@...
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26 de Out de 1999
3:33 am

SACRO IMPÉRIO DE REUNIÃO - PODER MODERADOR PALÁCIO IMPERIAL DE ST. DENIS, ANEXO OESTE GABINETE DO LORDE PROTETOR SUA ALTEZA IMPERIAL, FILIPE OLIVEIRA ...
Filipe Oliveira
lord-protector@...
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26 de Out de 1999
12:53 pm
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