
Saint Benoit - Quarta-Feira, Treze de Outubro de 1999 - Ano I - Número 34
Os rios que eu encontro
vão seguindo comigo.
Rios são de água pouca,
em que a água sempre está por um fio.
Cortados no verão
que faz secar todos os rios.
Rios todos com nome
e que abraço como a amigos.
Uns com nome de gente,
outros com nome de bicho,
uns com nome de santo,
muitos só com apelido.
Mas todos como a gente
que por aqui tenho visto:
a gente cuja vida
se interrompe quando os rios.
CANSADO DA VIAGEM O RETIRANTE PENSA
INTERROMPÊ-LA POR UNS INSTANTES
E PROCURAR TRABALHO ALI ONDE SE ENCONTRA.
—— Desde que estou retirando
só a morte vejo ativa,
só a morte deparei
e às vezes até festiva
só a morte tem encontrado
quem pensava encontrar vida,
e o pouco que não foi morte
foi de vida severina
(aquela vida que é menos
vivida que defendida,
e é ainda mais severina
para o homem que retira).
Penso agora: mas por que
parar aqui eu não podia
e como Capibaribe
interromper minha linha?
ao menos até que as águas
de uma próxima invernia
me levem direto ao mar
ao refazer sua rotina?
Na verdade, por uns tempos,
parar aqui eu bem podia
e retomar a viagem
quando vencesse a fadiga.
Ou será que aqui cortando
agora minha descida
já não poderei seguir
nunca mais em minha vida?
(será que a água destes poços
é toda aqui consumida
pelas roças, pelos bichos,
pelo sol com suas línguas?
será que quando chegar
o rio da nova invernia
um resto de água no antigo
sobrará nos poços ainda?)
Mas isso depois verei:
tempo há para que decida
primeiro é preciso achar
um trabalho de que viva.
Vejo uma mulher na janela,
ali, que se não é rica,
parece remediada
ou dona de sua vida:
vou saber se de trabalho
poderá me dar notícia.
joga-se os grãos na água do alguidar
e as palavras na da folha de papel;
e depois, joga-se fora o que boiar.
Certo, toda palavra boiará no papel,
água congelada, por chumbo seu verbo
pois para catar esse feijão, soprar nele ,
e jogar fora o leve e oco, palha e eco.
2
Ora, nesse catar feijão entra um risco:
o de que entre os grãos pesados entre
um grão qualquer, pedra ou indigesto,
um grão imastigável, de quebrar dente.
Certo não, quando ao catar palavras :
a pedra dá à frase se grão mais vivo:
obstrui a leitura fluviante, flutual,
açula a atenção, isca-a com o risco.
ou Serventia das idéias fixas
Para Vinícius de Morais
Assim como uma bala
enterrada no corpo,
fazendo mais espesso
um dos lados do morto;
assim como uma bala
do chumbo pesado,
no músculo de um homem
pesando-o mais de um lado
qual bala que tivesse
um vivo mecanismo,
bala que possuísse
um coração ativo
igual ao de um relógio
submerso em algum corpo,
ao de um relógio vivo
e também revoltoso,
relógio que tivesse
o gume de uma faca
e toda a impiedade
de lâmina azulada;
assim como uma faca
que sem bolso ou bainha
se transformasse em parte
de vossa anatomia;
qual uma faca íntima
ou faca de uso interno,
habitando num corpo
como o próprio esqueleto
de um homem que o tivesse,
e sempre, doloroso,
de homem que se ferisse
contra seus próprios ossos.
Atrasadinho, mas estamos aqui!
Sede não é nada, imagem é tudo!
A curiosidade é como este povo consegue enrolar tanto em um assunto?
Nada mal um papo que começo sobre o ensino de latim parar em celulite....
CELVLITIS! É claro que tem mulher que não tem, basta ir na Etiópia!
Alguém se lembra da Afundação Magrela?
Uma semana de vida, deve ser um record!
E o Qretino, foi pedir visto, e agora todo mundo quer!
Povo invejoso esse...
GENTEM! Tem frutinha na área!
Naja Kapimski enganou todo mundo!
Teve até o ARTelho que disse que a, ou o, amava!!!
E era o cunhado, que gostava de ver a cobra...
Quem disse foi a Cel. Bárbara!
E o Povo Vitamina C, anda precisando é tomar maracujá!!!
Coitadinhos, andam atirando para todos os lados!
E Burrônia? Tem partido que perde eleição por um voto e impugna a eleição!
Tsc, tsc...
Andam inventando briga entre o Qretino e a MALAura...
Deve ser o costume!
PERDERAM 100 000 por causa do CHANDON!
Exageros a parte, mas a mulher trabalhar com drugs-delivery?
Essa grana por e-mail nem o Imperador!
Deaba Toin é candidata a Premier!
Que tal criarmos um sitio de caça de batatas ?
Quintino e FIFO ! Parem de brigar ! Não façam guerra façam amor ! Como diria Jonh Lenon !
Quintino você pode ter defeitos mais o pior de todos é você ser advogado !
Alguem viu essa maluca que perdeu 100000000000000000 por causa do chandon ? Eu to precisando de uns trocadinhos ...
PORTOS CLAROS: EM BUSCA DE UMA POLÍTICA EXTERNA INDEPENDENTE
Disse-me uma vez Quintino Gomes, o Editor deste jornal, que apreciava meus artigos por serem polêmicos. Bem, este que os senhores lerão a seguir estará concorrendo para o prêmio de Polêmico do Ano (se é que um dia alguém criará tal premiação). Se o que se quer é polêmica, forneço-a de bom grado e a preços módicos. Agüentem...
A política externa reuniã sempre foi tópico dos mais candentes entre nós. E, dentre todos os temas discutidos, aquele que mais acende paixões certamente é a nossa relação com as duas Portos Claros. De uma forma geral, isto ocorre devido a certos fenômenos que, provaremos aqui, são destituídos de sentido.
Em primeiro lugar, a escolha entre Reino e República do Porto Claro atende a critérios supostamente ideológicos. Em outras palavras, todos (ou quase todos) aqueles que se dizem direitistas em Reunião favorecem o Reino do Porto Claro, por ter este uma formação político-institucional daquele caráter. Em posição diametralmente oposta encontra-se a República do Porto Claro, que atrai, pelos mesmos motivos, aqueles que se intitulam esquerdistas.
De plano, contesto a visão acima. Em verdade, temos várias pessoas no espectro da Direita reuniã que não nutrem da menor simpatia para com o Reino. Só para exemplificar, cito Laura Dayspring. E não me venham dizer que se trata de uma questão pessoal, pois é sabido e ressabido que, no mais das vezes, nossa política externa acompanha a personalidade dos que a fazem. Aliás, já provando meu ponto e, simultaneamente, dando um exemplo à Esquerda, cito o Lorde-Protetor Filipe Oliveira que, embora deteste o Reino, também não morre de amores (muito pelo contrário) pela República.
O que há, na realidade, é a renitente influência de um passado "aguiarista" sobre as posições dos tomadores de decisão. Não farei aqui a genealogia do "aguiarismo", já que este será um tema de futuro artigo. Ressalto apenas que, respeitada a posição dos "aguiaristas" genuínos deste Império, a definição dos termos Esquerda e Direita vai muito além do posicionamento acerca daquela "ideologia", remetendo a crenças políticas macronacionais, em última análise.
E, neste momento, chego ao ponto nevrálgico de minha argumentação: mesmo que, supondo-se total falta de parâmetros ideológicos suplementares (o que é absurdo), o "aguiarismo" seja a única baliza ideológica (a Direita seria inteiramente "aguiarista", e a Esquerda se definiria, por exclusão, como "anti-aguiarista"), nem assim isso sustenta nossa eterna divisão a respeito dos Portos Claros. Isto porque, como deveria ser óbvio, as relações externas de um País (ou micropaís) não se definem em termos ideológicos! Fazê-lo é reconhecer a existência de uma Guerra Fria micronacional, em que todos os Estados se alinham a um lado ou outro automaticamente, de acordo com sua opção ideológica.
Isto é um absurdo, um contra-senso, que deve ser combatido. É simplesmente ridículo que a maior micronação (lusófona ou geral) do Mundo de Silício se submeta ao alinhamento automático com relação a qualquer outra! Na realidade, se existe uma micronação com força diplomática e política capaz de arbitrar o conflito entre as duas Portos Claros existentes, esta é o Sacro Império de Reunião. Nada impede, inclusive, que neste meio tempo mantenhamos contatos diplomáticos com ambas. E, por favor, não me venham com aquela baboseira virtualista de que é impossível a existência simultânea de duas micronações sobre um mesmo território. Conforme dito por mim no artigo anterior ("O Real e o Virtual"), o virtualismo serve para pormos fronteiras em nossos "territórios", mas apenas como referência a uma estrutura social predeterminada. Território, no duro, estamos carecas de saber que não temos. Retomando a idéia original do Barão Rodrigo Leite de El-Allamein, somos em primeiro lugar uma entidade Política, formando um Estado virtual a partir de um Povo (este segundo conceito é meu, mesmo). Reino e República do Porto Claro são, desde sua separação, realidades políticas distintas, que podem ou não tornar a se fundir, mas que podem, tranqüilamente, coexistir, como de fato têm coexistido todo esse tempo.
Finalizando e resumindo, portanto: Reunião merece, dado seu tamanho e importância, uma política externa que atenda primordialmente a seus próprios interesses, desvinculada da opinião ideológica daqueles que a dirigem, logrando assim, em um futuro breve, alçá-la à liderança da comunidade intermicronacional.
Em tempo: sei que estas opiniões podem, inadvertidamente, ferir pessoas a quem muito quero e respeito. Peço perdão antecipado. Mas mantenho o que disse, e apelo à consciência dos mesmos para que ponham o interesse de Reunião em primeiro lugar sempre, ao dirigir, direta ou indiretamente, nossa política externa. Uma vez mais, perdão.
Monarquia x República
Monarquia : Forma de governo em que o poder supremo esta nas mão de um monarca. Estado governado por um monarca.
O encontro foi bastante animado e cidadãos de ambas as nações puderam desfrutar de uma tarde bastante divertida com direito a vasto cardápio que incluía deliciosas carnes, pizzas, petiscos, além de um delicioso
sorvete com morangos de sobremesa. Além das bebidas tradicionais, ou seja dos refrigerantes, vinhos e cervejas (não necessariamente nessa ordem) ao final foi oferecido aos convidados delicioso champagne. O encontro no entanto não foi feito apenas de amenidades, os convivas aproveitaram a oportunidade para discutir os caminhos do micronacionalismo e da viabilidade das ONGs intermicronacionais. Mas nem tudo foi política, encontro micronacional também é cultura, assim descobrimos que o capitão Ricardo Cochrane e o marajoara Dirceu Courbain são ex-integrantes do grupo portoriquenho que embalou os sonhos de muitas meninas nos anos 80. Isso mesmo, eles são respectivamente Ricky e Roy do MENUDO, colegas de trabalho menos afortunados de Ricky Martin!
Pôde também ser discutida a diferença de sotaque da juíza Estela e os demais presentes. Tudo porque nem todos tem a sorte de possuir um sotaque tão charmoso, cheio de chiados e nuances como o dela. Pura inveja de quem toma um chopps com dois pastel.
Ausência sentida foi da FICtícia Angela Leal, a todo momento lembrada pelo APACHONADO Jorge, que desesperado por não conseguir telefonar para sua amada, implorava para que seus colegas enviassem mensagens mesmo que off line no ICQ para que ela não se esquecesse dele nos braços de um toureiro moreno, alto, forte e másculo qualquer. Ainda num clima "Love´s in the air" Juanita e Lúcio Costa não conseguindo se controlar em meio a noite romântica que se iniciava, rogaram para que a juiza Estela os casasse ali mesmo, tendo os convidados como testemunhas. Assim terminou o noivado mais longo de toda a história micronacional. Ao final da
cerimônia e em meio à emoção do momento, o noivo serviu pessoalmente a todos o improvisado, porém bem cuidado banquete de casamento. Quando a noite adentrava os convidados aos poucos começaram a se retirar, podendo alguns ainda conhecer a Sra. Cochrane mãe e o Sr. Cochrane pai, como sempre muito simpáticos. Ao final restaram apenas o recém-casado casal que no palácio permaneceu para desfrutar da tão esperada lua de mel.
A entrevistada de hoje é uma das figuras mais simpáticas do mundo micronacional, a Imperatriz de Reunião, Roberta de Castro. Ela foi a primeira entrevistada de nosso jornal, e nada como O CORREDOR, para marcar uma Roberta mais madura no mundo micronacional, debutada com a sua excelente coluna publicada em O COMETA.
O CORREDOR: VMI foi a primeira pessoa a ser entrevistada pelo O CORREDOR, podemos nos orgulhar que foi seu debute no mundo micronacional. O que mudou para VMI desde aquela entrevista?
SMI Roberta de Castro: Muita coisa .... Naquela época eu não sabia nada de Reunião. Como eu falei na matéria para o Cometa eu tinha preconceito em me inteirar dessas coisas virtuais. Mas agora eu descobri que isso não é virtual è pura amizade ..... Gente muito legal que eu pensava que era nerd , mas não é !!!!!!!
O CORREDOR: Neste debate entre quem é inativo e quem não é, e se estes deveriam ser expulsos, como VMI se posiciona?
SMI Roberta de Castro: Eu não acho que deveriam ser expulsos. Eles não atrapalham em nada ... Seria injusto tira-los porque um dia, quem sabe, alguém resolve participar e se tornar um grande cidadão e se tivesse sido expulso , olha só q ue imensa perda !!!!!!!Vai ver q tem alguem paralítico ou doente que tem como único divertimento na vida ler os e-mails malucos que recebemos todos os dias. ( HEHEHE )
O CORREDOR: Mês passado fizeram dois anos que o Casal Imperial está junto, como é, macronacionalmente, um dos maiores micropatriólogos do mundo?
SMI Roberta de Castro: Bem, ele é ao mesmo tempo uma criança linda que precisa de colo, de atenção e um homem forte , protetor .Ele tem essa 2 faces que dependendo do momento emergem deleMuitos podem achar que ele é autoritário, mas não é. Cláudio é uma pessoa profundamente acessível e compreensiva.
Eu fico muito orgulhosa dele ser um micropatriólogo, de ter feito um execelente trabalho ao criar Reunião, mas isso nunca me passa pela cabeça. Eu o conheci como o Cáaudio de Castro, pessoa comum, cidadão brasileiro e só depois de muito tempo eu vim a saber que ele era Imperador de uma micronação. Na época eu nem ligava, nem me importava com essa situação dele ser Imperador, mas hoje não. É algo que para mim está inerente à ele, visto que desde que eu me tornei ativa em Reunião, eu e ele conversamos tanto sobre Reunião que eu o vejo já como Imperador mesmo e eu como sua esposa micronacional
O CORREDOR: Na primeira entrevista foi perguntado, mas voltamos a perguntar. É fato que onde o Casal Imperial estuda (PUC-RJ) Vossas Majestades passaram por muitas brincadeiras de péssimo gosto e até ameaças físicas, como foi para VMI passar por isso?
SMI Roberta de Castro: Poxa .... foi horrível ..... tanta inveja da felicidade alheia ... ainda mais quando conheceram Reunião ficou insuportável , não tinhamos descanso , era desrespeito o tempo todo.
E as ameaças ???? Eu ficava apavorada !!! Mas graças a Deus, hoje está apenas latente , não é mais epidêmica essa questão de Imperador pra lá e pra cá. Eu fiquei com tanta raiva das pessoas q hoje eu e ele somos como pérolas dentro de uma ostra ... SOZINHOS PORÉM FELICÍSSIMOS, porque é bem melhor ficar sozinho do q participar da inveja e do mal astral alheio.
O CORREDOR: Se VMI pudesse fazer uma lista das coisas de Reunião que devessem ter no Brasil, o que teria nesta lista?
SMI Roberta de Castro: RESPEITO, aqui todos se respeitam ( com algumas exceções ) , AMIZADE ( aqui todos somos amigos estamos sempre prontos a estender a mão pra ajudar nossos compatriotas), TODOS SÃO ESCUTADOS e se tem boas idéias serão postas em prática ...., EDUCAÇÃO ( a maioria em Chandon é educado , claro que sarcasmo ocorre já que somos inteligentes e sarcasmo depende de inteligência, que o povo de Reunião tem de sobra ).
O CORREDOR: O que VMI tiraria de Reunião, e o que VMI incluiria?
SMI Roberta de Castro: Eu tiraria as dicussões inúteis que enchem nossa de e-mail, e que não contribui pro nosso crescimento. Devíamos nos acsotumar a escrever em Chandon coisas úteis , opiniões úteis, e não discutir se o latim é bom ou se a Coca-Cola é gostosa ou não ......
INCLUIR ???? Poxa .... é tudo tão perfeito , tudo tão organizado . Reunião é nota 10. Com o tempo talvez tenhamos que incluir algo. Mas agora não me ocorre nada na cabeça.
O CORREDOR: Se VMI tivesse que falar alguma coisa para trazer um novo cidadão para Reunião, o que diria?
SMI Roberta de Castro: Eu digo sempre , aqui vc vai fazer amigos , muitos !!!!!!! E vai ter tua opinião levada a sério... e vai se divertir muito em nossos chats imensos. Eu sempre falo isso, eles sempre vêm !!!!!!!
O CORREDOR: Para finalizar Majestade, que mensagem VMI gostaria de dizer para todos os reuniãos e cidadãos micronacionais que leêm O CORREDOR?
SMI Roberta de Castro: Eu diria : que Reunião é a micronação mais organizada do mundo, e também que aqui você terá a maior quantidade de "loucos" sadios por metro quadrado !!!!!!! É muito divertido ler as brigas em Chandon !!!!!! Reunião é uma imensa familia !!!!!!!!!! É muito divertido ver as brigas em CHANDON, mas essas brigas só são divertidas quando tem alto nível. Xingamentos são ridículos, mas graças a Deus isso é coisa rara em Reunião. O povo reunião é muito consciente do que é certo e errado.
Duas Reuniãos
Dia destes ao conversar com um amigo de outra micronação ele me indagou, em qual Reunião eu vivia. Espera, só há uma Reunião, o Império de Reunião, diferente de Cyberia ou Porto Claro. Mas a pergunta dele era mais subjetiva, se era na Reunião de Cláudio ou do Filipe Oliveira, porque pare ele haveriam duas.
E sabe, o que esse meu amigo comentou é a mais pura verdade. Enquanto na Reunião de SSMI, este país reconhece Porto Claro, na de Filipe Oliveira nunca ouvimos falar. Enquanto para um Reunião é uma Monarquia Pretensamente Absolutista, para o outro é quase uma República.
Já foi comentado do excesso de poderes do Lorde Protetor, mas antes do comentário deste amigo nunca havia pensado desta forma. Será que Reunião é refém de um estrangeiro?
Desta vez, curto e grosso!
SOBE: O CHANDON, que voltou ao seu objetivo central, ser a "praça" de Reunião.
Se eu fosse... você escolheria qual é a Reunião que vive.
DESCE: Orange, que já está em sua terceira crise interna.
VALMAR TELEMENSAGEM Presenteie a quem você ama! Por Apenas R$ 5,00. Temos lindas mensagens fonadas para diversas ocasiões. Ligue e escolha a mensagem nós transmitiremos com data e horário marcado. Faça a sua programação com datas especiais de amigos, parentes, pessoa amada, dia dos pais, mães e namorados, natal etc. O QUE É UMA TELEMENSAGEM? Trata-se de um texto gravado em CD, com fundo musical, sobre os temas: aniversários, Conquistas, Declarações de Amor, Felicitações, Agradecimento entre outros. Mensagens locais intermunicipais e internacionais TEL.: (021) 537-8102 / 246-3510 FAX: (021) 246-3509 http://pessoal.mandic.com.br/~bertucio TEMOS FITAS E CDS DE RECORDAÇÃO!!
Olá, eu sou Estela de Chaves e esta é a nova coluna do OmbudsWoman de O CORREDOR. A partir de agora este será o espaço para que você leitor possa se comunicar com o seu jornal. Somos nós que cuidaremos de suas dúvidas bem como de qualquer reclamação. Também é de responsabilidade desta coluna o exercício do direito de resposta de todos aqueles que forem citados aqui. Sendo a coluna mais democrática (e talvez a única...) do jornal, aproveitem, só Deus sabe quanto tempo o nosso editor vai aguentar! Pedimos apenas que todo e qualquer e-mail referente ao jornal, mesmo que tenha sido enviado para a lista de discussão, seja também enviado para nosso e-mail, a fim de agilizar qualquer medida a ser tomada. Entrem em contato conosco: opinem, reclamem e se possível elogiem (porque o jornal não é tão ruim assim...). Nosso e-mail é: ombudswoman@...
Mas vamos ao trabalho porque eu não sou paga para conversar. O nosso querido editor, resolveu ajudar em minha estréia e publicou uma das edições mais polêmicas do jornal. Vieram críticas de todos os lados, desde o líder esquerdista Adrian Azrael (sobre a Fundação Carlos Marighella)até do Próprio Imperador Cláudio I(sobre as origens de Reunião), passando por um André Penin inconformado com a iniciativa do jornal em juntar Chico Buarque e o "ilustríssimo" Peter Klausz. Todas as mensagens foram respondidas por nosso editor, com o estilo que lhe é peculiar e que o faz angariar inimigos a cada dia. Enfim, mais uma semana "básica" na Redação.
Bom, por hoje e só, e sinceramente, para começar acho que está muito bom. Mais uma vez lembramos que este é um espaço livre, independente e democrático, portanto aproveite e entre em contato conosco. Até a próxima.
Estela de Chaves e Mello do Espirito Santo
Baronesa de St. Gilles
e-mail:ombudswoman@...
*****DESTAQUES DA EDIÇÃO*****
**destaque 1.
De:
"André Penin" <apenin@...>Para:
<nchandon@egroups.com>Data:
Sun, 3 Oct 1999 18:37:35 -0300Assunto:
[Chandon] - Re: [Chandon] - O CORREDOR - NÚMERO 33 ANO IAnexo:
text/htmlQuintino
Você sabe que eu evito te criticar pelas matérias publicadas n'O Corredor, por dois motivos: primeiro que já tem gente suficiente fazendo isso; segundo que eu não quero perder o meu emprego... ;-) (a única vez que eu te critiquei foi na qualidade de ministro - era minha obrigação)
Mas dessa vez foste longe demais. Vá ser incoerente assim lá na casa do... Joãozinho, pô! O pobre do Chico Buarque não merece estar na mesma seção que este Peter Adlernest Klausz (Quem? Peter Chucrute? Alguém já ouviu falar nele? Deve ser um paple de Hitler...), muito menos com música tão bela! Não conspurque a Poesia do Chico, Quin. Gosto não se discute, se lamenta, mas mesmo a estética tem limites...
Abraços,
André Penin
P.S.1: Só podia ser coisa de Pedro vocês-sabem-quem, mesmo. Quem mais leria esse tal Klausz?
P.S.2: Vou deixar o Adrian responder o seu "Abrindo o Olho". Use óculos, Quin.
DIREITO DE RESPOSTA
De:
"Imperador Cláudio I" <emperor@...>Para:
<nchandon@egroups.com>Data:
Sat, 2 Oct 1999 20:01:59 -0300Assunto:
[Chandon] - Re: [Chandon] - O CORREDOR - NÚMERO 33 ANO IAnexo:
text/htmlPALÁCIO IMPERIAL DE ST. DENIS PODER MODERADOR
Caro Sr. Quintino Gomes:
Apesar de ter nascido com a ajuda de Porto Claro, Reunião não nasceu inspirada naquele país. Reunião não veio "de Porto Claro", tendo seu fundador descoberto as micronações em Maio de 1996, quando residia nos Estados Unidos da América, e, realizando uma procura no WEBCRAWLER sobre "monarchies", encontrou o REINO DA TALOSSA.
E apesar de termos descoberto as Micronaçòes a partir de TALOSSA, como qualquer imbecil é capaz de notar, nosso sistema não tem absolutamente NADA A VER com o daquele respeitável (??) país. E como há de se notar em adição a isso, menos ainda tem Reunião em comum com Porto Claro, seja a verdadeira PC de Pedro Aguiar ou a PC falsificada dos carambolas.
Não sou e jamais fui cidadão de Porto Claro. Bernardo Bauer não é e jamais foi cidadão de Porto Claro. Eduardo Iatauro não é e jamais foi cidadão de Porto Claro. Fernando Genesine não é e jamais foi cidadão de Porto Claro. Cláudio de Castro participou na estruturação do Império de O País! após constatar que NÃO SABIA FAZER HOMEPAGES, ou teria desde o início criado seu próprio país, em maio de 1996 mesmo, quando descobriu as micronações.
Há que se notar também que Reunião não nasceu lusófona, e portanto pouco compartilhava com os outros lusófonos quando foi criada.
Chega de dizer arbitrariedades idiotas, Sr. Gomes. Por favor pergunte antes de utilizar-se de seu Jornal para difundir informações ERRADAS, EQUIVOCADAS e MAL-INTENCIONADAS. Com ou sem Porto Claro, Cláudio de Castro e Bernardo Bauer teriam começado um micropaís, fosse ele Reunião ou qualquer outro. Com ou sem Porto Claro, Eduardo Iatauro e Fernando Genesine teriam se juntado aos dois primeiros.
O Poder Moderador exigirá pelos meios necessários uma ERRATA por parte de O CORREDOR com o mesmo destaque das afirmações levianas publicadas por V.As. Não há qualquer demérito em ter nascido de Porto Claro, porém, vejo grande dificuldade em aceitar que uma mentira seja difundida. Não confunda as coisas, Sr. Gomes.
Cláudio I Imperador
De:
Adrian Azrael <aazrael@...>Para:
nchandon@egroups.comData:
Sun, 03 Oct 1999 19:18:51 -0300Assunto:
[Chandon] - Re: O CORREDOR (Fund. Carlos Marighella)SAINT-DENIS, SACRO IMPÉRIO DE REUNIÃO ESCRITÓRIO DO LORD-MAYOR
Barão Adrian Azrael de Savigny, Conselheiro Imperial Caro Sr. Quintino Gomes Venho por meio desta esclarecer o público Reunião, o público de outras micronações e também ao senhor acerca da Fundação Carlos Marighella. Peço que seja publicado como direito de resposta na próxima edição do Corredor. I
rei construir minha resposta, como é de meu costume, logo após o trecho que quero contestar.
>"Abrindo o Olho - Fundação Carlos Marighella"
É bom que as pessoas abram o olho mesmo, pois vamos precisar de muita gente para nos ajudar. Incluindo a você Quintino.
>"PERIGO! PERIGO! PERIGO! PERIGO VERMELHO!"
Ainda estou para entender o perigo das cores. Meu email estava em fundo branco com letras pretas !
De qualquer forma, mesmo que eu houvesse escrito tudo em vermelho, eu não acredito na cromoterapia não...
>"Assim que nós devemos gritar com a inauduração desta "Fundação" de >"fins democráticos"."
Democrática sim senhor !!! Tanto que o convite foi para TODAS as micronações lusófonas que eu consegui contato, desde o Reino de PC até a República de PC. Desde Ludônia à Babylon5 !!!
>"Inicia-se com o fato que recebeu o nome de um líder (bate na madeira) >comunista, e tem, claramente, pretensões vermelhas."
O fato da Fundação receber o nome de Carlos Marighella deve-se a:
1) Uma homenagem pessoal minha, que admiro muito a pessoa que foi o Marighella, e veja só o que diz Pedro Aguiar "Marighella foi realmente um grande herói"...
2) Em 4 de novembro completar-se-á 30 anos do COVARDE assassinato dele, motivo mais que suficiente para homenageá-lo, como se precisasse de outro senão a minha inclinão pessoal a homenageá-lo (afinal, estou fundando isso, acho que tenho o direito de ao menos escolher o nome hein!!!)
Quanto a "pretensões vermelhas", novamente tranquilizo-o pois não creio na cromoterapia e a FCM não terá nada neste sentido, a não ser que os membros decidam fazer algum estudo neste sentido !!!
>"Onde está o espírito reunião que deveria lutar contra estas >pretensões que atentam à Monarquia. Sem dúvida, em algum momento, esta > "Fundação" tornar-se-á, blargh, republicana. Povo reunião, vejam o que >estão fazendo!"
Caro Sr. Quintino Gomes, novamente nos brinda com sua deliciosa falta de visão e de compreensão de textos mais elaborados do que "vou malhar" "vou dar porrada" "vou criticar" e esse estilo quase monossilábico de se expressar.
A Fundação Carlos Marighella NÃO É REUNIÃ, ela apenas TEM SEDE em Reunião. Da mesma forma, a Fundação Carlos Marighella não assumirá NENHUMA TENDÊNCIA POLÍTICA, seja essa Comunista, Socialista, Republicana ou Monarquista ou quaisquer "istas"... como diz nosso Imperador.
Entendemos que, se assumissemos quaisquer tendência, perderíamos o motivo e objetivo de nossa criação, que é SER UM FÓRUM DE DEBATES LIVRES, ABERTOS e INDEPENDENTES...
Portanto, volto a afirmar, a FCM nunca nem PODERÁ atentar contra a Monarquia Reuniã, uma vez que NÃO É UMA INSTITUIÇÂO REUNIÃ e nem pretende tomar QUALQUER AÇÂO em termos micronacionais.
A FCM apenas debaterá, arquivará idéias e agirá no mundo macronacional para divulgar nosso hobby, o micronacionalismo.
>"Não vamos tirar o mérito deles, a idéia é perfeita!
Agradecemos ao elogio em meio a tantas críticas tão mal fundamentadas.
>Mas seria o Império o melhor lugar para eles? Perguntem-se! Sem sombra >de dúvidas que não! Se querem ser vermelhos que criem uma nação >comunista!"
Mensagem de alguém que você deveria conhecer, chama-se Cláudio mas nós o chamamos de SSMI Cláudio I. Leia só que legal:
"Já foi dito aqui que TODOS que aceitem viver sob o REGIME POTENCIALMENTE ABSOLUTISTA poderão tornar-se cidadãos de Reunião. Sejam eles comunistas, anarquistas, nazistas, fascistas, feministas, machistas, socialistas, conservadores, racistas, activistas contra o racismo, ecologistas e todos os outros "istas" possíveis. Até mesmo republicanos que ACEITEM conviver sob o regime potencialmente absolutista, da democracia controlada, poderão aqui fixar residência."
Está vendo? Então podemos discutir a república O QUANTO QUISERMOS em Reunião, pois não queremos fundar nenhuma república aqui. E isso meu Imperador me garante !!!
>Ótima pergunta é: por que ser comunista em uma micronação? Ou melhor, >como o ser? Todos são iguais dentro de uma! Podem haver nobres, povo, >ralé, mas são iguais! Ou eles querem acabar com o Poder Moderador? >Isto não sei responder..."
Você não quer vir até a FCM e debater isso conosco? Estamos e sempre estaremos de portas abertas !!!! PARA ACABAR DE VEZ COM AS DÚVIDAS A Fundação Carlos Marighella fará parte da REDE ou Resistência Democrática. O que será a REDE?
REDE será um fórum aberto, MACRONACIONALMENTE falando, em que pessoas de QUAISQUER tendências (desde fascistas a anarquistas). A Fundação Carlos Marighella é apenas um PEQUENO PEDAÇO da REDE.
A REDE é algo que venho pensando desde o início de 1998, beeem antes de entrar no mundo micronacional.
Portanto, não há motivos para que a FCM deixe de ser uma estrutura:
- APOLÍTICA
- APARTIDÁRIA
NÂO assumiremos um determinado regime, ideologia, religiosidade, etc. etc. etc., pois não é esse nosso objetivo.
PS: preciso explicar mais detalhadamente ou o senhor já entendeu, Sr. Quintino?
Atenciosamente,
Barão Adrian Azrael de Savigny

Convênio:
A TRIBUNA DE MARAJÓ
DIÁRIO PORTOCLARENSE
REUNIAN FAST NEWS
AGÊNCIA REUNIANA DE NOTÍCIAS
Boletim de Notícias O CORREDOR
O SOL
Publicado:
É Vedada a publicação de qualquer texto de O CORREDOR, por qualquer publicação que não seja conveniada. Até pode ser publicado, quem sou eu para impedir?
Nenhum dos artigos publicados podem ser considerados mensagens oficiais do Sacro Império de Reunião. Até pode, mas isto aqui não é a República de Porto Claro (CARAMBOLÂNDIA), você són vai ser considerado maluco. Mas você já é! Ou que tipo de pessoa você acha que faz parte de uma micronação?
A opinião dos colunistas é de inteira responsabilidade destes, porém é mantida a privacidades dos mesmos quando assim o desejam. Ou seja, se eles falarem alguma besteira, é ruim do editor assumir!
Assumir o que o boiola do colunista disse! Ou você tá duvidando da minha masculinidade?
Se você deseja parar de receber O CORREDOR, envie seu pedido para o endereço da redação, ou para o Papai-Noel seu pedido não será atendido mesmo!
NOSSO ENDEREÇO É:
ou:
Rua dos Bobos, No 0, mas é feita com muito esmero
ou:
Rodeo Drive, Berverly Hill, hidrante 2
O CORREDOR
APENAS O MELHOR
Por que escrevemos este tipo de coisa aqui?
PORQUE NINGUÉM LÊ!