
Saint Benoit, Stráussia - Sete de Outubro de 1999 - Número 7
Hoje nossa edição está pegando fogo, graças ao Golpe de Estado em Orange.
Reunião, 06/10/99 - Rafael Persezel põe-se a favor daqueles que acham que o latim deveria ser ensinado no ensino fundamental. O debate sobre o ensino do latim iniciado por Eduardo Tomasi, e logo rebatido por Quintino Gomes (contrário ao ensino do latim, e a tudo que um Tomasi fale). Este tipo de debate, sem ser micronacional, deveria acontecer mais na lista dos países, já que dá chance aos novatos de se integrarem
Reunião, 06/10/99 - Apresentado por Lincoln Cid a nova lista de advogados de Reunião (veja abaixo), aparentemente o Presidente da OAR esqueceu Luiz Octávio Azambuja, que tem o mesmo registro com que aparece Quintino Gomes agora. O Sr. Cid, também sugeriu a criação de subseções da OAR nas Capitanias, tal idéia foi logo combatida por Rodrigo Leite e Quintino Gomes, seja por Reunião já ser descentralizada ou pelo pequeno número de advogados.
Dr. Rodrigo Leite - OAR 001/99 -
Dr. Lincoln Cid -OAR 002/99 -
Dr. André Penin - OAR 003/99 -
Dr. Arthur Rodrigues - OAR 004/99 -
Dr. Otto Von Draeger - OAR 005/99 -
Dr. Mairon A. Rodrigues - OAR 006/99 -
Dr. Murilo A. Borba - OAR 007/99 -
Dr. Quintino Gomes - OAR 008/99-
Dr. Lincoln Cid -OAR 002/99 -
Dr. André Penin - OAR 003/99 -
Dr. Arthur Rodrigues - OAR 004/99 -
Dr. Otto Von Draeger - OAR 005/99 -
Dr. Mairon A. Rodrigues - OAR 006/99 -
Dr. Murilo A. Borba - OAR 007/99 -
Dr. Quintino Gomes - OAR 008/99-
Reunião, 06/10/99 - SMI, Roberta de Castro-Bourbon, exigiu que as pessoas a chamassem, em CHANDON, por seu nome micronacional, e não pelo macronacional Roberta da Fonseca, já que, em Reunião, ela é casada com SSMI. É comum haver este tipo de confusão entre nomes macro e micronacionais, como por exemplo o que há com pessoas de nomes um tanto quanto estranho, como Kthulu (pseudônimo de Emanuel) ou Adrian Azrael (Fernando Trevisan), entre tantos outros.
Reunião, 06/10/99 - Em algo um tanto quanto ininteligível, Luiz Azambuja, pediu para que outros advogados assumissem os processos que estavam nas mãos dele. Até mesmo um que aparentemente não existe, pelo menos nos termos dele, o de Ricardo Tomasi x Leonardo Oliveira. Quintino Gomes, advogado de Oliveira, pediu ao Desembargador Imperial, Kevin Lomax, que esquecesse a mensagem de Azambuja
Porto Claro, 06/10/99 - O Grande Tutor, Pedro Aguiar, lembrou o Reino que Eduardo Alvez fazia no dia 7, 6 meses em frente as relações diplomáticas portoclarenses. Reproduz-se na íntegra a mensagem de felicitação do Primeiro-Ministro:
Meus Camaradas,
Hoje, 7 de outubro de 1999, o Marquês de Approuague, Eduardo Alves, completa meio ano de chefia das relações diplomáticas portoclarenses. Provavelmente nem ele se lembra, mas foi há exatos seis meses que o então primeiro-ministro Alessandro Louzada nomeou-o Comissário de Assuntos Externos, em substituição a David Formiga.
Desde então, Edu tem sido o segundo cidadão mais ativo do Reino, grande companheiro e diplomata-aprendiz, fazendo grandes evoluções ---- ainda que com um certo "pavio curto"....
Ele começou sua carreira micronacional com a extinta República de Web Island, depois renomeada para Araxá, na qual era presidente. Isso depois de uma rápida estadia em NetCity (que não é micronação e que na verdade nem merece ser comentada). Em janeiro, Edu ingressou no Reino a meu convite, pois enxerguei nele um futuro talento micronacional.
Apesar das freqüentes demonstrações de rebeldia, Edu Alves é um ótimo cidadão, inteligente, participativo e amigo. Pode não ser tão obediente e temperado quanto se gostaria, mas não se pode esperar todas as qualidades de uma pessoa só. Mas Edu, além de comassex, presidente do PSN e senador, é também meu amigo e "discípulo" no micronacionalismo.
Acredito que toda a sua iniciação nas atividades micronacionais já foi completada. Ele agora passa ao "curso superior", uma etapa em que só a experiência dará ao cidadão micronacional o aprendizado de que necessita. E a experiência vem com o tempo e muita, muita atividade.
Parabéns, Edu! É muito bom tê-lo conosco!
Abraços,
Pedro Aguiar
Primeiro-Ministro de Porto Claro
Reunião, 06/10/99 - Publicada a Edição 43 de O COMETA, uma edição extra, visto que este é semanal, e já saiu um no domingo. Tal edição é merecida, já que a cada dia que passa Reunião torna-se mais ativa (o que obrigou a originar este boletim), e um jornal informativo semanal acaba ficando defasado. Entre outras ótimas matérias, como é comum, foi publicada uma coluna de SMI, Roberta de Castro-Bourbo, que com permissão da redação de O COMETA, publicaremos na íntegra:
Primeiro-Ministro de Porto Claro
Fundador do País
Tutor Vitalício
A HISTÓRIA DO IMPÉRIO EM MINHA VIDA
Imperatriz Roberta de Castro-Bourbon
Imperatriz Roberta de Castro-Bourbon
Depois de muita insistência do meu Imperador, daquele que me pede coisas chorando que eu faço com um sorriso nos lábios, escrevo essa matéria para o jornal O COMETA, com o objetivo de meus cidadãos queridos saberem mais um pouco da minha relação pregressa com Reunião, e o quanto ela interferiu na minha vida.
Bem , vou, então, começar a minha história...
Bem , vou, então, começar a minha história...
ANO 1997
Digamos que até o dia 29 de setembro de 1997 eu jamais tive qualquer tipo de relação com o que seria uma micronação. Determino esta data porque foi nesse dia que minha vida entraria no mundo micronacional, mergulhando eu na vida do Imperador de forma definitiva. Pelos cálculos dele, devo ter sido "coroada" Imperatriz por ele em 15 ou 16 de outubro de 1999, e fui a vigésima-sétima cidadã do império.
Quando Reunião ainda era um lindo bebê de berço, lá já estava eu como Imperatriz do que seria, agora, essa grande potência (inter)micronacional. Por incrível que pareça, sou uma das mais antigas "habitantes" da Ilha , embora em absolutamente nada participasse dela, pelo fato de não ter computador.
Por que eu não tinha computador, vocês perguntam? Não posso ser hipócrita a ponto de dizer que foi por impossibilidade financeira. Claro que não, mas sim por um imenso preconceito. Pensava eu, influenciada, erradamente, pelas pessoas que me rodearam a vida toda em minha escola: " Computador é coisa de nerd, é coisa de homem verde e mulher gorda"! Santa imbecilidade !!!!! Hoje me vejo aqui que nem uma louca, mais sadia e feliz do que nunca, abraçada com "Carolina" (este foi o nome que dei para meu computador), cheia de ciúmes de quem quer que toque nele(a).
Quando Reunião ainda era um lindo bebê de berço, lá já estava eu como Imperatriz do que seria, agora, essa grande potência (inter)micronacional. Por incrível que pareça, sou uma das mais antigas "habitantes" da Ilha , embora em absolutamente nada participasse dela, pelo fato de não ter computador.
Por que eu não tinha computador, vocês perguntam? Não posso ser hipócrita a ponto de dizer que foi por impossibilidade financeira. Claro que não, mas sim por um imenso preconceito. Pensava eu, influenciada, erradamente, pelas pessoas que me rodearam a vida toda em minha escola: " Computador é coisa de nerd, é coisa de homem verde e mulher gorda"! Santa imbecilidade !!!!! Hoje me vejo aqui que nem uma louca, mais sadia e feliz do que nunca, abraçada com "Carolina" (este foi o nome que dei para meu computador), cheia de ciúmes de quem quer que toque nele(a).
ANO 1998
Considero que esse tenha sido o ano no qual mais em mim aflorou o preconceito. Isto porque ao meu lado estava Cláudio, todos os dias me convencendo de que eu devia ter um computador , que seria muito produtivo para minha vida e que eu teria muitas pessoas legais para conhecer em Reunião. Isso me enervava de forma arrebatadora. Como eu, formada em bases sólidas de aversão pela Informática, poderia me sujeitar a ter uma máquina que produzia verdes??? Que diabos seria Reunião??? Que encanto teria ela para o amor da minha vida, que sempre teve bom gosto para tudo, ficar domingos inteiros na frente dessa tela ??? Que coisa louca, pensava eu....
Cláudio dizia em altas horas da noite de sábado para mim, ao me despedir dele: "Vou agora para Reunião , tenho coisas para resolver por lá." e eu, ignorantemente, dizia "TEM NADA !!!!! O que você pode ter pra resolver em algo que nem materializado é ??? ". Ele, sempre muito compreensivo, ficava um tanto decepcionado, mas ainda tinha fé que um dia eu iria ceder aos encantos Reuniãos.
ANO 1999
MEDO.... MUITO MEDO....PAVOR !!!!!! Isso, para mim, foi a grande característica que marcou o primeiro semestre de 1999. Explicarei o porquê.
Tudo iniciou em minha faculdade (PUC-RJ), onde eu e Cláudio estudamos Direito. Lá, sempre tiveram aversão a nós de forma gratuita; muita inveja emana daquela gente, ódio da felicidade de um casal apaixonado que fica junto o tempo todo, raiva, quem sabe, das roupas do Imperador ou até dos cabelos da Imperatriz. Sei lá...
Enquanto todos os namoros lá terminaram ou até mesmo nunca começaram, o nosso lá estava, firme e forte, de vento em popa, e ninguém ali aceita a felicidade alheia. A destruição é a regra; o maldizer é o tema.
Um belo dia, não se sabe nem como nem porque, o endereço do Sacro Império de Reunião "vazou" pela faculdade. Ficaram sabendo. Aí sim foi a glória para o "momento destruir", do qual o pessoal lá da faculdade costuma ser bem adepto.
Quanta coisa aconteceu depois disso, quanto medo eu tive de acontecer alguma coisa ruim com a minha criança linda e comigo. Quanta coisa eu escutei por aqueles corredores, tudo só por causa desse nosso lindo e amado Império....
Os mais antigos, ou melhor, aqueles que aqui estavam desde janeiro deste ano ou antes devem ter sabido da desgraça, das ridículas ameaças de morte que o Imperador sofreu e das barbaridades que de mim falavam. Tal coisa, inicialmente, me fez ter uma certa raiva de Reunião. Como uma coisa restrita à Internet ( assim pensava eu na época ) pode causar tanto rebuliço???
Por que falam isso e ameaçam pessoas que nunca fizeram nada de ruim com ninguém? Por que tanta inveja?
Até hoje me pergunto, mas esta ferida já está curada. Hoje, andamos com as pessoas comentando e eu quero mais é que comentem , que batam palmas ,que joguem tomates, porque eu sou mesmo a Imperatriz e amo esse Império como minha segunda casa.
Ainda assim, a curiosidade não me deixava sossegada um só minuto, e eu queria saber como era isso aqui; o que aqui se faz. É claro que Cláudio me explicava as coisas, mas sem vivenciar não dá para compreender direito.
Pronto, me rendi, então, à minha curiosidade e à insistência dele, e me despi de meus preconceitos já um tanto abalados pelo fato de querer estar com ele nesse seu "invento". Como a sua namorada de tanto tempo não estaria aqui, conversando e se divertindo junto com ele em algo que lhe toma tanto tempo??? Que namorada desnaturada seria eu!!!
Assim, comprei finalmente meu computador, ou, sejamos mais precisos, comprei a passagem de ida para Reunião em julho de 1999, quando finalmente cheguei a St. Denis.
Tudo iniciou em minha faculdade (PUC-RJ), onde eu e Cláudio estudamos Direito. Lá, sempre tiveram aversão a nós de forma gratuita; muita inveja emana daquela gente, ódio da felicidade de um casal apaixonado que fica junto o tempo todo, raiva, quem sabe, das roupas do Imperador ou até dos cabelos da Imperatriz. Sei lá...
Enquanto todos os namoros lá terminaram ou até mesmo nunca começaram, o nosso lá estava, firme e forte, de vento em popa, e ninguém ali aceita a felicidade alheia. A destruição é a regra; o maldizer é o tema.
Um belo dia, não se sabe nem como nem porque, o endereço do Sacro Império de Reunião "vazou" pela faculdade. Ficaram sabendo. Aí sim foi a glória para o "momento destruir", do qual o pessoal lá da faculdade costuma ser bem adepto.
Quanta coisa aconteceu depois disso, quanto medo eu tive de acontecer alguma coisa ruim com a minha criança linda e comigo. Quanta coisa eu escutei por aqueles corredores, tudo só por causa desse nosso lindo e amado Império....
Os mais antigos, ou melhor, aqueles que aqui estavam desde janeiro deste ano ou antes devem ter sabido da desgraça, das ridículas ameaças de morte que o Imperador sofreu e das barbaridades que de mim falavam. Tal coisa, inicialmente, me fez ter uma certa raiva de Reunião. Como uma coisa restrita à Internet ( assim pensava eu na época ) pode causar tanto rebuliço???
Por que falam isso e ameaçam pessoas que nunca fizeram nada de ruim com ninguém? Por que tanta inveja?
Até hoje me pergunto, mas esta ferida já está curada. Hoje, andamos com as pessoas comentando e eu quero mais é que comentem , que batam palmas ,que joguem tomates, porque eu sou mesmo a Imperatriz e amo esse Império como minha segunda casa.
Ainda assim, a curiosidade não me deixava sossegada um só minuto, e eu queria saber como era isso aqui; o que aqui se faz. É claro que Cláudio me explicava as coisas, mas sem vivenciar não dá para compreender direito.
Pronto, me rendi, então, à minha curiosidade e à insistência dele, e me despi de meus preconceitos já um tanto abalados pelo fato de querer estar com ele nesse seu "invento". Como a sua namorada de tanto tempo não estaria aqui, conversando e se divertindo junto com ele em algo que lhe toma tanto tempo??? Que namorada desnaturada seria eu!!!
Assim, comprei finalmente meu computador, ou, sejamos mais precisos, comprei a passagem de ida para Reunião em julho de 1999, quando finalmente cheguei a St. Denis.
"PUXA ..... QUE COISA ENCANTADORA !!!!!!!! QUE GENTE SIMPATICA !!!!!!! PARECE QUE ME CONHECEM HÁ ANOS !!!!!!!!"
Estas foram as minhas palavras, textualmente, na minha estreia em Chandon.
HOJE
Entro em meu quarto, acordo de manhã e lá está a famosa Carolina, minha passagem de ida para essa linda Ilha; não comprei a de volta porque daqui eu não pretendo sair.
Um mundo novo entrou na minha vida, pessoas novas agora fazem parte dos meus pensamentos, n'um chão desconhecido outrora, agora eu piso com a mesma naturalidade que piso no chão de minha casa... Esse novo mundo em que me tratam de forma tão maravilhosa e reconfortante, que me faz correr para cá com o objetivo de sempre estar a par dos fatos mais quentes, e que algumas vezes me deixam com os ânimos à flor da pele... É...Acho que me tornei uma reuniã fervorosa...
Agora, estando aqui, me sinto mais perto da realidade do Cláudio, com um universo de pessoas, fatos e personalidades a serem examinados de forma cuidadosa. E meu cargo de juíza??? que satisfação pessoal!!! Que maravilha caprichar nas sentenças e botar em prática os meus conhecimentos macronacionais, fazendo aquilo que pretendo fazer na minha vida: SER UMA MAGISTRADA !!!
E meu título de Arquiduquesa, um presente inesperado, que me deixou metida à beça...
Um mundo novo entrou na minha vida, pessoas novas agora fazem parte dos meus pensamentos, n'um chão desconhecido outrora, agora eu piso com a mesma naturalidade que piso no chão de minha casa... Esse novo mundo em que me tratam de forma tão maravilhosa e reconfortante, que me faz correr para cá com o objetivo de sempre estar a par dos fatos mais quentes, e que algumas vezes me deixam com os ânimos à flor da pele... É...Acho que me tornei uma reuniã fervorosa...
Agora, estando aqui, me sinto mais perto da realidade do Cláudio, com um universo de pessoas, fatos e personalidades a serem examinados de forma cuidadosa. E meu cargo de juíza??? que satisfação pessoal!!! Que maravilha caprichar nas sentenças e botar em prática os meus conhecimentos macronacionais, fazendo aquilo que pretendo fazer na minha vida: SER UMA MAGISTRADA !!!
E meu título de Arquiduquesa, um presente inesperado, que me deixou metida à beça...
(brincadeirinha) Este título, realmente, merece ser cuidado da melhor maneira possível, e honrado. E EU IREI HONRÁ-LO!!!!!
Como tudo me satisfaz... Como quando pego o avião, ao ligar meu computador, saio de repente de qualquer problema que esteja tendo no momento. É uma terapia...
Como tudo me satisfaz... Como quando pego o avião, ao ligar meu computador, saio de repente de qualquer problema que esteja tendo no momento. É uma terapia...
LIGO O COMPUTADOR, ACESSO A INTERNET E LÁ ESTA NA MINHA PÁGINA INICIAL O SOTURNO E LINDÍSSIMO SITE VERMELHO E PRETO!!! Pronto, a partir desse momento o avião decolou... e, em poucos minutos, como mágica, chego no Aeroporto de St. Denis (o Clarabela Null, viram como eu sei?) e à Ilha, quando começo a ler a infinidade de e-mails, que sorvo com atenção... Visto então minha toga e minha coroa, e lá está a Roberta em seu papel de Imperatriz e juízá, muito "metida" com seu alto titulo nobiliárquico.
O quanto agora eu e Cláudio conversamos sobre Reunião... O quanto estamos em uma mesma vida e como isso me deixa infantilmente alegre...!
Preconceitos ????? Onde estão ???? Morreram... Ah, como eu era burra...
Reunião...pra sempre com você !!!!!!!
O quanto agora eu e Cláudio conversamos sobre Reunião... O quanto estamos em uma mesma vida e como isso me deixa infantilmente alegre...!
Preconceitos ????? Onde estão ???? Morreram... Ah, como eu era burra...
Reunião...pra sempre com você !!!!!!!
[N. do Editor: Ela é linda, vocês não acham?]
Roberta Fonseca Trajano, 19, é cidadã do Sacro Império de Reunião desde 15 de Outubro de 1997, porém só se tornou activa de facto em Junho/Julho deste ano, e neste momento é uma de nossas mais activas cidadãs, como Juíza Imperial.
Publicado em O COMETA 43
Ludônia, 06/10/99 - Foi requisitado por Bruno Carvalho ao Supremo Tribuna de Justiça de Ludônia para que autorizasse a reiniciação das eleições. Por mais absurdo que pareça o Meritíssimo Fábio Almeida aceito discutir isso, em um chat a ser formado pelas partes da querelas, as 15:00 horas de sábado.
Reunião, 06/10/99 - Em sequências ao atos insanos de Eduardo Iatauro, xingando a todos, SAI, Filipe Oliveira, seguindo procedimentoa adotado ontem por SSMI, que ordenou que baixasse os títulos nobiliárquicos daqueles que atentassem contra as Suas ordens. Foi rebaixado o título de Eduardo Iatauro de Duque de Toelhão para Marquês de Toelhão.
Orange, 06/10/99 - O caos volta a reinar em Orange. Após o cancelamento de eleições devido a desconfiança do SG, Thiago Melo, de quea eleição não representaria os desejos dos ativos, já que muitos inativos (?) apenas "apareciam" em Orange para votar. Depois que André Pfeifer sugeriu que todos pagassem pela utilização do www.orange.com.br, mais um escândalo surge com a descoberta do Tratado entre Orange e o Reino do Porto Claro, feito em 26 de Setembro, nas comemorações dos 7 anos de PC. A cada dia que passa parece que Orange decai, mesmo sendo um Principado não possui nem um Príncipe, uma Princesa, ou até mesmo uma casa real,ou outro tipo de nobre que pudesse ficar em seu lugar.
Os laranjianos cheagar a tal ponto, que em um misto de brincadeira e seriedade Guilherme Lenin deu um Golpe de Estado em Orange, reproduz-se na íntegra a mensagem:
PRINCIPADO DE ORANGE
GOVERNO PROVISÓRIO
ADEGA REAL
COMUNICADO URGENTE À NAÇÃO ORANGER
Devido ao nível absurdo de estupidez que reina sobre Orange, comunico à nação Oranger que o Governo foi deposto e o novo Governo provisório será liderado por mim, Guilherme Lenin. Os representantes do atual governo tem um prazo de 36 horas para deixarem o país ou assinarem um termo de subordinação ao novo governo.
Seguem-se abaixo a lista dos primeiros atos do novo governo
Ato Institucional I
- A Estupidez está terminantemente proibida e será considerada crime inafiançável e horrendo, devendo o cidadão que cometê-lo ser condenado a passar três dias de confinamento na Real Adega Social ouvindo uma 'interessantíssima' discussão sobre a etimologia da palavra nazista protagonizada pelos Srs. André e Peter (se alguém souber de pena maior, estou aberto a sugestões).
Ato Institucional II
- Ficam desde já suspensas todas as instituições do governo Oranger que se deixaram levar pela estupidez reinante, salvo a Real Adega Social
Ato Institucional III
- Estão expulsos de Orange todos os cidadãos que não demonstraram atividades nos últimos 15 dias e não se justificarem, salvo os que pagarem o suborno mínimo de 100 Florins.
Ato Institucional IV
- Ficam proibidas na lista de discussão nacional:
1 - DISCUSSÕES ESTÚPIDAS
2 - MENSAGENS ESTÚPIDAS
3 - COMENTÁRIOS ESTÚPIDOS.
Ato Institucional V
- Todo o Oranger tem como direito e dever ser livre, feliz e cidadão de uma nação não estúpida.
Ato Institucional VI
- Todos os que cometeram o horrendo crime de estupidez e dentro de um prazo de 48 horas assumirem o delito, pedirem (ou implorarem) perdão a toda nação, e prometerem combater a estupidez serão perdoados e estarão imunes de futuros julgamentos pelo crime cometido.
Ato Institucional VII
- O Povo e só o Povo, diretamente poderá fazer as leis estando desde já >revogadas todas as leis estúpidas ou influenciadas pela estupidez.
Ato Institucional VIII
GOVERNO PROVISÓRIO
ADEGA REAL
COMUNICADO URGENTE À NAÇÃO ORANGER
Devido ao nível absurdo de estupidez que reina sobre Orange, comunico à nação Oranger que o Governo foi deposto e o novo Governo provisório será liderado por mim, Guilherme Lenin. Os representantes do atual governo tem um prazo de 36 horas para deixarem o país ou assinarem um termo de subordinação ao novo governo.
Seguem-se abaixo a lista dos primeiros atos do novo governo
Ato Institucional I
- A Estupidez está terminantemente proibida e será considerada crime inafiançável e horrendo, devendo o cidadão que cometê-lo ser condenado a passar três dias de confinamento na Real Adega Social ouvindo uma 'interessantíssima' discussão sobre a etimologia da palavra nazista protagonizada pelos Srs. André e Peter (se alguém souber de pena maior, estou aberto a sugestões).
Ato Institucional II
- Ficam desde já suspensas todas as instituições do governo Oranger que se deixaram levar pela estupidez reinante, salvo a Real Adega Social
Ato Institucional III
- Estão expulsos de Orange todos os cidadãos que não demonstraram atividades nos últimos 15 dias e não se justificarem, salvo os que pagarem o suborno mínimo de 100 Florins.
Ato Institucional IV
- Ficam proibidas na lista de discussão nacional:
1 - DISCUSSÕES ESTÚPIDAS
2 - MENSAGENS ESTÚPIDAS
3 - COMENTÁRIOS ESTÚPIDOS.
Ato Institucional V
- Todo o Oranger tem como direito e dever ser livre, feliz e cidadão de uma nação não estúpida.
Ato Institucional VI
- Todos os que cometeram o horrendo crime de estupidez e dentro de um prazo de 48 horas assumirem o delito, pedirem (ou implorarem) perdão a toda nação, e prometerem combater a estupidez serão perdoados e estarão imunes de futuros julgamentos pelo crime cometido.
Ato Institucional VII
- O Povo e só o Povo, diretamente poderá fazer as leis estando desde já >revogadas todas as leis estúpidas ou influenciadas pela estupidez.
Ato Institucional VIII
- Está marcado um plebiscito para a validação destas leis, devendo todos os cidadãos que se não se enquadrarem no AI-III pronunciar-se publicamente, desde já, sobre a aceitação ou não dos Atos Institucionais. O prazo final será as 02h48 minutos da segunda feira, 11 de outubro do ano de 1999 da era cristã.
Ato Institucional IX
Este governo será dissolvido no prazo de uma semana, devendo então o novo criar suas próprias leis e respirarem aliviados com o fim da estupidez.
Em nome do povo Oranger, eu faço das minhas palavras LEI
CUMPRA-SE
Que Melek abençoe a todos e nos livre da estupidez,
Real Adega Social, Principado de Orange, 6 de Outubro de 1999,
Guilherme Lenin
Ato Institucional IX
Este governo será dissolvido no prazo de uma semana, devendo então o novo criar suas próprias leis e respirarem aliviados com o fim da estupidez.
Em nome do povo Oranger, eu faço das minhas palavras LEI
CUMPRA-SE
Que Melek abençoe a todos e nos livre da estupidez,
Real Adega Social, Principado de Orange, 6 de Outubro de 1999,
Guilherme Lenin
Reunião, 06/10/99 - Como sempre acontece de vez em quando, alguém perguntou em CHANDON o que devemos fazer com os inativos, desta vez foi Bernardo Bauer. Reproduziremos a resposta de Filipe Oliveira, que desta vez, foi perfeita:
Prezado Bernardo:
Como já comentei na lista da APQ, a política do Império sobre inativos
não visa a expulsão de nenhum cidadão. Segundo entende, acertadamente,
o Imperador, ninguém deve perder o direito de fazer parte desta
micronação, a não ser por sua livre e espontânea manifestação.
O motivo é simples: mantendo os supostamente inativos em nosso
convívio, teremos sempre a chance de tirá-los desse estado letárgico e
tranformá-los em cidadãos participativos, interessados e úteis ao
país.
Há inúmeros exemplos e acho que melhor do que citar seria convidar
alguns ex-inativos a contarem aqui como ficaram por meses sem sequer
enviar uma só mensagem e hoje são ilustre membros de nossa sociedade.
Por outro lado, o que ganharíamos expulsando os que hoje não são
ativos? Imagine quantos desses hoje inativos não poderiam se tornar
bons cidadãos? Imagine quantos só são inativos porque ainda não
encontraram seu lugar em Reunião, não se identificaram com nenhuma
atividade?
Sem contar que algum deles poderia acabar migrando para outra
micronação, o que seria ainda mais trágico, concorda? :-)
Por isso, vamos buscar meios de aproximar os inativos da vida
cotidiana de Reunião, vamos tentar entender o motivo deles terem
entrado em nossa micronação e hoje não participarem, vamos atrás de
melhorar ainda mais a Integração para evitar que futuros cidadãos se
transformem em "sonâmbulos".
Sem dúvida seria muito mais proveitoso para todos - tanto Reunião
quanto os ciddãos - do que simplesmente expulsar quem nós aceitamos
anteriormente.
Como já comentei na lista da APQ, a política do Império sobre inativos
não visa a expulsão de nenhum cidadão. Segundo entende, acertadamente,
o Imperador, ninguém deve perder o direito de fazer parte desta
micronação, a não ser por sua livre e espontânea manifestação.
O motivo é simples: mantendo os supostamente inativos em nosso
convívio, teremos sempre a chance de tirá-los desse estado letárgico e
tranformá-los em cidadãos participativos, interessados e úteis ao
país.
Há inúmeros exemplos e acho que melhor do que citar seria convidar
alguns ex-inativos a contarem aqui como ficaram por meses sem sequer
enviar uma só mensagem e hoje são ilustre membros de nossa sociedade.
Por outro lado, o que ganharíamos expulsando os que hoje não são
ativos? Imagine quantos desses hoje inativos não poderiam se tornar
bons cidadãos? Imagine quantos só são inativos porque ainda não
encontraram seu lugar em Reunião, não se identificaram com nenhuma
atividade?
Sem contar que algum deles poderia acabar migrando para outra
micronação, o que seria ainda mais trágico, concorda? :-)
Por isso, vamos buscar meios de aproximar os inativos da vida
cotidiana de Reunião, vamos tentar entender o motivo deles terem
entrado em nossa micronação e hoje não participarem, vamos atrás de
melhorar ainda mais a Integração para evitar que futuros cidadãos se
transformem em "sonâmbulos".
Sem dúvida seria muito mais proveitoso para todos - tanto Reunião
quanto os ciddãos - do que simplesmente expulsar quem nós aceitamos
anteriormente.
Caso você queira que em sua Micronação haja um jornalista de O CORREDOR PRESS AGENCY, envie uma carta para nossa redação: ocorredor@... que analisaremos o seu caso.