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nchandon · Chandon - Sacro Império de Reunião
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[Chandon] - O COMETA ON-LINE - NÚMERO 0043 (EXTRA) - ANO III   Lista de mensagens  
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O COMETA
Notícias de Amanhã. Hoje.
Saint-Denis (DR), 06 de OUTUBRO de 1999    -    Edição Número 43 (EXTRA)   -   Fundado em Dezembro de 1997
 O COMETA COMENTA:
 
ESBÓRNIA NO CHANDON TERMINA COM VÁRIOS ADVERTIDOS
Neste domingo, segunda e terça, novamente a população assistiu a bate-bocas e brigas no Chandon Lusófono, protagonizadas pelo editor de O CORREDOR,  o ex-premier Eduardo Iatauro, o cabo-de-armas Luiz Octavio Azambuja e a cidadã Nadja Kaprinski, além de outros dignatários que acabaram reagindo às provocações, como o Presidente da APQ Olympio Teixeira Neto, a ex-premier Laura Dayspring Ricce e o qualícato Eduardo Tomasi.  Após dois dias em que nem mesmo os pedidos do Secretário de Manutenção de Listas, Leonardo Oliveira, e até mesmo da Juíza Imperial Roberta Bourbon não resolveram, o Imperador decidiu se manifestar.  Utilizando-se do Poder Moderador, Cláudio I advertiu quase uma dúzia de cidadàos, e, em mensagem em que classificou o ocorrido como "esbórnia protagonizada por bêbados", tomou medidas sérias contra a moblocracia que havia se formado. Entre as medidas tomadas, ordenou que o Lorde Protetor Filipe Oliveira, a partir daquele momento, passasse a rebaixar todo e qualquer nobre que se envolvesse neste tipo de celeuma, e garantiu que aqueles que enviarem mensagens ao Chandon (que já conta com mais de trezentos inscritos) sem assinatura ou com "quote" de mais de uma mensagem anterior serão severamente punidos, de acordo com o Código de Comportamento em Chandon. O Imperador emitiu também uma ' restraining order' proibindo Quintino Gomes de qualificar de qualquer coisa o qualícato Eduardo Tomasi, e outra vedando que o ex-premier Iatauro sequer dirija a palavra à também ex-premier Laura Dayspring Ricce.  O procurador geral do império Marcelo Schusch Pereira não foi encontrado para fazer declarações, mas sua assessoria informa que está a redigir várias peças de denúncia contra três cidadãos. Também não encontramos a tempo o Ministro do Interior Rodrigo Rezende, para que se pronunciasse.
 
Cabeçalho: O Imperador ordenou, no mesmo ato em que tomou as medidas mencionadas, que todos os dignatários passem a obedecer o protocolo do Poder Público reunião, colocando cabeçalhos em suas mensagens oficiais. Os cabeçalhos, tradição reuniã hoje seguida em vários micropaíses, contém o Poder a que a repartição ou autarquia pública pertencem, sua sede, localização e nome do dignatário e da própria autarquia.

IMUNIDADE DE IATAURO É QUEBRADA
Antes mesmo que a Assembléia Popular de Qualícatos se pronunciasse sobre a quebra da imunidade do membro Eduardo Iatauro, por ofender repetidamente a ex-conselheira Patrícia Trigo e a controversa ex-premier Laura Dayspring em Chandon, o Imperador Cláudio I, ao vê-lo reincidir ontem, decidiu quebrar por Ordenação Interventiva a imunidade parlamentar do Duque de Tuehlão.  A quebra de imunidade já havia sido pedida pela Procuradoria Imperial ao Presidente da APQ Olympio Teixeira Neto, após representação oferecida ao procurador Marcelo Pereira pela firma de advocacia Advocatus in Actu, de Mairon Augustto Rodrigues.  Esta é a terceira vez em que Iatauro enfrenta este tipo de processo, e fontes garantem que novos processos devem recair em suas costas, pelas mensagens que têm enviado sem usar assinatura com nome completo. Um conselheiro imperial afirmou que 'as regras do Chandon parecem chatas e supérfluas, mas temos que entender que'há mais de 300 pessoas inscritas na lista, e que se cada um deixar de assinar o nome, enviar mensagens com attachments gigantescos, e não se comportar, em breve conheceremos o caos, caos análogo ao que pode-se encontrar em micropaíses desorganizados e, diga-se de passagem, muito menores que nosso Império".  Ainda não se sabe que pena será pedida pelo procurador geral, mas fontes do PACSO garantem que "não deve ser pequena". Dentro da ARENA, partido de Iatauro, a situação é de expectativa; sobre o facto em tela, o Conselheiro Orlando Correia não fez qualquer comentário.

CORRESPONDENTES AGORA PRECISAM DE AUTORIZAÇÃO DO LORDE
Em discussão trazida à tona pela presença de repórteres de O CORREDOR em listas de outras micronações e de países virtuais, na qual questionava-se a hipótese de tal facto configurar DUPLA CIDADANIA (crime punido com o banimento), o Poder Moderador decidiu dar prazo de 10 dias para que todos os que se encontrem nesta situação peçam autorização em Chandon ao Gabinete do Lorde Protetor, para que fiquem regularizados.  No caso, o Poder Moderador é competente pois a dupla cidadania é punida por acto do Moderador, e não do Poder Judiciário, dada a necessidade de se punir rapidamente este tipo de crime.  Os pedidos de autorização já começaram a chegar, e vão desde aqueles que desejam estar presentes na lista do Reino do Porto Claro até aqueles que querem permanecer na lista de Sayed e Cyberia Oriental.  Ficou estabelecido, porém, que os cidadàos de Reunião munidos desta autorização - que, é claro, não é o caso dos embaixadores - não poderão manifestar-se nas listas em que estão presentes, devendo permanecer como observadores apenas. Consultado sobre o assunto, um freqüentador do Palácio Imperial disse que o Imperador estaria disposto a abrir exceções em casos de extrema necessidade, mas jamais no caso dos que alegam estar em um certo país apenas para "ficar a par dos acontecimentos". Pelo que consta, o Gabinete do Lorde Protetor ainda não emitiu nenhuma licença. A assessora do Lorde Filipe Oliveira, Gláucia Borsato, não fez qualquer comentário.
SUPER-ESPECIAL
 
A HISTÓRIA DO IMPÉRIO EM MINHA VIDA
Imperatriz Roberta de Castro-Bourbon
 
             Depois de muita insistência do meu Imperador, daquele que me pede coisas chorando que eu faço com um sorriso nos lábios, escrevo essa matéria para o jornal O COMETA, com o objetivo de meus cidadãos queridos saberem mais um pouco da minha relação pregressa com Reunião, e o quanto ela interferiu na minha vida.
              Bem , vou, então, começar a minha história...
 
             
              ANO 1997
 
              Digamos que até o dia 29 de setembro de 1997 eu jamais tive qualquer tipo de relação com o que seria uma micronação.  Determino esta data porque foi nesse dia que minha vida entraria no mundo micronacional, mergulhando eu na vida do Imperador de forma definitiva.  Pelos cálculos dele, devo ter sido "coroada" Imperatriz por ele em 15 ou 16 de outubro de 1999, e fui a vigésima-sétima cidadã do império.
              Quando Reunião ainda era um lindo bebê de berço, lá já estava eu como Imperatriz do que seria, agora, essa grande potência (inter)micronacional. Por incrível que pareça, sou uma das mais antigas "habitantes" da Ilha , embora em absolutamente nada participasse dela, pelo fato de não ter computador.
              Por que eu não tinha computador, vocês perguntam?  Não posso ser hipócrita a ponto de dizer que foi por impossibilidade financeira.  Claro que não, mas sim por um imenso preconceito. Pensava eu, influenciada, erradamente, pelas pessoas que me rodearam a vida toda em minha escola: " Computador é coisa de nerd, é coisa de homem verde e mulher gorda"!  Santa imbecilidade !!!!! Hoje me vejo aqui que nem uma louca, mais sadia e feliz do que nunca,  abraçada com "Carolina" (este foi o nome que dei para meu computador), cheia de ciúmes de quem quer que toque nele(a).

               ANO 1998
 
               Considero que esse tenha sido o ano no qual mais em mim aflorou o preconceito. Isto porque ao meu lado estava Cláudio, todos os dias me convencendo de que eu devia ter um computador , que seria muito produtivo para minha vida e que eu teria muitas pessoas legais para conhecer em Reunião. Isso me enervava de forma arrebatadora.  Como eu, formada em bases sólidas de aversão pela Informática, poderia me sujeitar a ter uma máquina que produzia verdes???  Que diabos seria Reunião???  Que encanto teria ela para o amor da minha vida, que sempre teve bom gosto para tudo, ficar domingos inteiros na frente dessa tela ??? Que coisa louca, pensava eu....
               Cláudio dizia em altas horas da noite de sábado para mim, ao me despedir dele: "Vou agora para Reunião , tenho coisas para resolver por lá." e eu, ignorantemente, dizia "TEM NADA !!!!! O que você pode ter pra resolver em algo que nem materializado é ??? ".  Ele, sempre muito compreensivo, ficava um tanto decepcionado, mas ainda tinha fé que um dia eu iria ceder aos encantos Reuniãos.

               ANO 1999
 
               MEDO.... MUITO MEDO....PAVOR !!!!!! Isso, para mim, foi a grande característica que marcou o primeiro semestre de 1999.  Explicarei o porquê.
               Tudo iniciou em minha faculdade (PUC-RJ),  onde eu e Cláudio estudamos Direito.  Lá, sempre tiveram aversão a nós de forma gratuita;  muita inveja emana daquela gente, ódio da felicidade de um casal apaixonado que fica junto o tempo todo, raiva, quem sabe, das roupas do Imperador ou até dos cabelos da Imperatriz.  Sei lá...
               Enquanto todos os namoros lá terminaram ou até mesmo nunca começaram, o nosso lá estava, firme e forte, de vento em popa, e ninguém ali aceita a felicidade alheia. A destruição é a regra; o maldizer é o tema.
               Um belo dia, não se sabe nem como nem porque, o endereço do Sacro Império de Reunião "vazou" pela faculdade. Ficaram sabendo.  Aí sim foi a glória para o "momento destruir", do qual o pessoal lá da faculdade costuma ser bem adepto.
               Quanta coisa aconteceu depois disso, quanto medo eu tive de acontecer alguma coisa ruim com a minha criança linda e comigo.  Quanta coisa eu escutei por aqueles corredores, tudo só por causa desse nosso lindo e amado Império....
                Os mais antigos, ou melhor, aqueles que aqui estavam desde janeiro deste ano ou antes devem ter sabido da desgraça, das ridículas ameaças de morte que o Imperador sofreu e das barbaridades que de mim falavam.  Tal coisa, inicialmente, me fez ter uma certa raiva de Reunião. Como uma coisa restrita à Internet ( assim pensava eu na época ) pode causar tanto rebuliço???
Por que falam isso e ameaçam pessoas que nunca fizeram nada de ruim com ninguém? Por que tanta inveja?
                Até hoje me pergunto, mas esta ferida já está curada.  Hoje, andamos com as pessoas comentando e eu quero mais é que comentem , que batam palmas ,que joguem tomates, porque eu sou mesmo a Imperatriz e amo esse Império como minha segunda casa.
                Ainda assim, a curiosidade não me deixava sossegada um só minuto, e eu queria saber como era isso aqui; o que aqui se faz.  É claro que Cláudio me explicava as coisas, mas sem vivenciar não dá para compreender direito.
                Pronto, me rendi, então, à minha curiosidade e à insistência dele, e me despi de meus preconceitos já um tanto abalados pelo fato de querer estar com ele nesse seu "invento".  Como a sua namorada de tanto tempo não estaria aqui, conversando e se divertindo junto com ele em algo que lhe toma tanto tempo??? Que namorada desnaturada seria eu!!!
                Assim, comprei finalmente meu computador, ou, sejamos mais precisos, comprei a passagem de ida para Reunião em julho de 1999, quando finalmente cheguei a St. Denis. 
 
 
                "PUXA ..... QUE COISA ENCANTADORA !!!!!!!! QUE GENTE SIMPATICA !!!!!!! PARECE QUE ME CONHECEM HÁ ANOS !!!!!!!!"
 
                 Estas foram as minhas palavras, textualmente, na minha estreia em Chandon.

                 HOJE
 
                 Entro em meu quarto, acordo de manhã e lá está a famosa Carolina, minha passagem de ida para essa linda Ilha; não comprei a de volta porque daqui eu não pretendo sair.
                 Um mundo novo entrou na minha vida, pessoas novas agora fazem parte dos meus pensamentos, n'um chão desconhecido outrora, agora eu piso com a mesma naturalidade que piso no chão de minha casa... Esse novo mundo em que me tratam de forma tão maravilhosa e reconfortante, que me faz correr para cá com o objetivo de sempre estar a par dos fatos mais quentes, e que algumas vezes me deixam com os ânimos à flor da pele...  É...Acho que me tornei uma reuniã fervorosa...
                 Agora, estando aqui, me sinto mais perto da realidade do Cláudio,  com um universo de pessoas, fatos e personalidades a serem examinados de forma cuidadosa. E meu cargo de juíza??? que satisfação pessoal!!! Que maravilha caprichar nas sentenças e botar em prática os meus conhecimentos macronacionais, fazendo aquilo que pretendo fazer na minha vida: SER UMA MAGISTRADA !!!
                 E meu título de Arquiduquesa, um presente inesperado, que me deixou metida à beça... 
 
(brincadeirinha) Este título, realmente, merece ser cuidado da melhor maneira possível, e honrado.  E EU IREI HONRÁ-LO!!!!!
                 Como tudo me satisfaz... Como quando pego o avião, ao ligar meu computador, saio de repente de qualquer problema que esteja tendo no momento.  É uma terapia... 
 
                 LIGO O COMPUTADOR, ACESSO A INTERNET E LÁ ESTA NA MINHA PÁGINA INICIAL O SOTURNO E LINDÍSSIMO SITE VERMELHO E PRETO!!! Pronto, a partir desse momento o avião decolou... e, em poucos minutos, como mágica,  chego no Aeroporto de St. Denis (o Clarabela Null, viram como eu sei?) e à Ilha, quando começo a ler a infinidade de e-mails, que sorvo com atenção... Visto então minha toga e minha coroa, e lá está a Roberta em seu papel de Imperatriz e juízá, muito "metida" com seu alto titulo nobiliárquico.
                  O quanto agora eu e Cláudio conversamos sobre Reunião... O quanto estamos em uma mesma vida e como isso me deixa infantilmente alegre...!
                  Preconceitos ????? Onde estão ???? Morreram... Ah, como eu era burra...
                  Reunião...pra sempre com você !!!!!!!
 
                  [N. do Editor: Ela é linda, vocês não acham?]
 
 Roberta Fonseca Trajano, 19, é cidadã do Sacro Império de Reunião desde 15 de Outubro de 1997, porém só se tornou activa de facto em Junho/Julho deste ano, e neste momento é uma de nossas mais activas cidadãs, como Juíza Imperial.
 
O Presente artigo está disponível para ser publicado em qualquer meio de comunicação micronacional, após comunicado ao Jornal O Cometa Ltda. O COMETA: Notícias de amanhã. Hoje.

PALACIANAS
Cláudio André Padilha de Castro
 
- No ritmo que estavam alguns caciques da ARENA, se terça-feira estavam bêbados, hoje já estariam em coma alcóolico.
- O mais novo contractado para escrever semanalmente em O COMETA é o ex-conselheiro Rafael Perszel, fundador da Frente Imperial Cristã. Agora o editor está atrás da ex-editora-chefe do falecido CORREIO IMPERIAL, Laura Dayspring.
- É realmente interessante a discussão actualmente em pauta entre Eduardo Tomasi, Pedro Groszewicz e Edgard Bikelis sobre a necessidade do ensino do Latim nas escolas. Mas a conclusão a que todos chegamos é justamente a seguinte: como isso se aplicaria ao ensino fundamental Reunião, que, diga-se de passagem, praticamente inexiste? Com a palavra o ex-ministro da educação, Barão Rodrigo Leite, de El Allamein, maior autoridade Reuniã em assuntos educacionais.
- O burgomestre de Tefepéia Fábio Bines nos corrigiu: seu burgo fica em Stráussia, e não em Dábliu.
- Cláudio Rodrigues, actualmente o Conselheiro Imperial mais activo (de tão activo já o chamam de inquieto), protestou novamente contra as loucuras que Eduardo Iatauro tem proferido em Chandon, principalmente contra Patrícia Trigo e Laura Dayspring.  Espera-se uma actitude do Lorde Filipe Oliveira, com fulcro na Ordenação Gloriosa do Imperador que estabelece penas aos nobres que infringirem as regras de comportamento.
- Ricardo Tomasi, Conselheiro Imperial da FIC, pediu licença do Conselho Imperial, de onde estará ausente até o dia 13. Assim, são dois Conselheiros Imperiais de licença, contando com Christopher Kerr (PIGD).
- É interessante notar que as mensagens oficiais enviadas ao chandon NÃO tem sido enviadas ao anglochandon, o que está causando um enorme desconforto na comunidada anglófona, segundo os Conselheiros Jeremy Johnson (PIGD) e Joseph Chandler (PACSO).  O ex-premier Chandler declarou que "Reunião está parada no lado amnglófono pois as mensagens não tem chegado, e não sabemos o que se passa em Dábliu, Stráussia, Fournaise e St. Denis".  Mais interessante ainda é o decreto imperial que prevê serem nulas todas as medidas do Poder Executivo que não sejam traduzidas em inglês e enviadas ao anglochandon..... AH se alguém descobre isso e resolve entrar na justiça!
- Adrian Azrael (PACSO) deve receber autorização para participar em parte das discussões de East Cyberia, porém sem se meter em discussões internas do país.
- A Imperatriz Roberta avisou hoje em Chandon que seu nome Reunião deve prevalecer sobre o nome real, respectivamente Roberta de Castro-Bourbon e Roberta Fonseca. Quem não obedecer corre o risco de levar umas pancadas do guarda-costas dela, que, dizem as más (?) línguas, bate-pra-cacete.
- Molly Flanders, secretária não me lembro do que em Stráussia, tem conversado com Laucimar Cunha, webmaster do Ministério do Trabalho, sobre a necessidade de todos terem AIM dentro do Império. Amém. O ICQ está cada dia com mais problemas. A resistência ao AIM ainda é liberada pelo rebelde-sem-uma-causa Filipe Oliveira.
- Chegou hoje às mãos do Poder Moderador o formulário de cidadania de Nadja Kapriski, que, a exemplo de sua irmã e de Cláudia Bárbara Martins, deixaram de vez o Reino do Porto Claro.  Nadja será aceita por Ordenação Gloriosa, e já deve estar babando colorido para pegar no pé do Lorde Protetor, agora como cidadã effectiva.
- Saulo Abujadi já assumiu o cargo de primeiro-secretário de Stráussia, e está a convidar cidadãos para irem morar na capitania governada por ele e Ricardo Cochrane. A primeira vítima foi Euzébio Miranda.
- Já colocaram o Ludovico Bragança de volta na lista?
- O ministro da consulta popular (?) Bernardo Alcade, enviou a seguinte pesquisa ao povo, através de Chandon:    "Qual é a sua opinião sobre o mandato do atual Premier, o Excelentíssimo Sr. Arthur Souza Rodrigues?" Fica a perguntinha inevitável: "posso ser sincero?"  O Conselheiro Robert Musílico aproveitou para pedir ao Ministro Alcade que ponha fim à dicussão infindável sobre as Porto Claros e pergunte ao povo qual delas é a verdadeira!
- De licença do cargo de Capitão-Heredítário de Angevin (Conservatória), Joe Chandler, que está sem mouse por problemas com a placa mãe, nomeou Jeremy Groghan (CRP) para assumir interinamente a posição.
- Só esta semana, Maurício Xavier, Rodrigo Leite e Marcus Delfraro já vieram a Chandon pedir que findem as discussões sem cunho político, a que se referiu nossa primeira manchete.
- E falando no Barão de El Allamein Rodrigo Leite, este finalmente decidiu largar de Mão o Ministério da Educação. É de facto uma pena, pois seus planos seriam de grande valia quando executados.
- Em mensagem infeliz, Otto von Dräeger (o que está havendo com nossos ex-premiers? ) pediu para ser ainda mais processado, e disse acreditar estar sendo perseguido pelo Judiciário.
- Quando será que sai a nova ARN? O boletim concorrente, do Quintino Gomes, tem saído com boa freqüência. Aliás, é esperado para logo o lançamento do Tefepéia Hoje, em Chandon.
- Em Ludônia, venceu as eleições o Partido Republicano. Deus salve o rei! (literalmente)
- E Lúcio Costa, de Marajó, meteu o malho em Reunião em coluna publicada por seu jornal, o micronacionews.
- O DIT anda meio paradão; Khris Novoselic prevê que em breve tudo vai estar normalizado; o problema, segundo ele, deveu-se ao facto de que um dos tradutores utilizou-se da Caixa Postal do departamento como seu email pessoal, o que acarretou vários problemas. Mas em breve tudo estará normalizado.
- As eleições para premier se aproximam, e a Assembléia Popular já começou a se orgamizar.
 

Mário Giudicelli
A NOVA E DIVERTIDA TELEVISÃO BRASILEIRA

        Todas as vezes que retorno ao Brasil, não passa mais de meia hora sem que comece logo a notar as coisas curiosas, estranhas, por vezes espantosas que ocorrem por todo o lado e que, surpreendentemente, parece provocar pouca atenção. Devo também confessar que isso não me é novidade, porque o mesmo me ocorre todas as vezes que desembarco em Miami ou New York, e instantaneamente torno a ficar surpreendido que os horrores do mês passado continuam a ocorrer nos dias de hoje. Contudo, o fato é que agora que a entrada da TV a cabo num vasto número de lares brasileiros está cada dia mais popular e como também a própria TV Globo agora já pode ser vista em muitos outros países do mundo, deixem que eu observe aqui algumas das coisas que tanto me surpreendem.

O ASSASSINATO DO IDIOMA

            Logo de cara devo dizer que imaginava que os jornalistas que escrevem ou se apresentam na TV deveriam certamente ter um pouco mais de cuidado com o idioma português. Mas isso não acontece. Aqui em Santos, por exemplo, o subjuntivo dos verbos simplesmente não existe. Os locutores a todo momento dizem coisas deliciosas tais como "eu espero que ele fica", ou eu quero que ela gosta" e assim por diante. Quanto à pronúncia, bem, é difícil dizer quem é que cada vez mais assassina o português. O carioca com seu sotaque curioso diz : ishto, eshtchimatchiva, goshto e etc. O paulistês em Santos não perde para o carioca com seu conhecido "elemeinto"., "noveimbro", " perceinto" e a jornalista Zileida Silva da Globo nos deixa com os cabelos em pé todas as noites por causa desses imperdoáveis erros. Esse fenômeno de usar em programas nacionais locutores que persistem em falar com seus sotaques locais, foi um erro que acontecia lá pela década de 50 nos Estados Unidos. Mas tão logo a TV americana passou a ser costa a costa, logo os diretores dessas organizações contrataram locutores com um sotaque coringa para não ofender ninguém, e o problema foi completamente solucionado

                Mas a coisa mais espantosa é na TV a cabo. Parece que os homens que controlam e dominam o canal MUNDO, e o Discovery Channel , não se deram conta de que agora são vistos por milhões e suas falhas todas as noites se contam aos milhares. Um exemplo no outro dia foi na tradução da abreviatura do nome do ex-presidente Johnson . Não entendendo bem o que o locutor em inglês dizia e conhecendo muito pouco da história dos Estados Unidos, o despreparado tradutor ao invés de repetir "LBJ", que foneticamente se pronuncia "El-Bi-Djei", não teve dúvidas: simplesmente chamou-o de "El- Bi-James", já que não conseguiu saber ou entender o que era a última letra.

             Tanto no canal Discovery, como no MUNDO e na própria Globo, os tradutores até hoje ainda não sabem a diferença entre "bravo"e "brabo", de modo que a todo instante nos sapecam o "bravo" como uma pessoa zangada ( e nem sabem que bravo quer dizer bravio, corajoso etc). Ainda no MUNDO o outro dia ouvi a tradução da expressão " the works" como " os trabalhos", quando deveria ter sido ""e tudo mais" (como no exemplo : "você tem que fazer, isso, aquilo e..."the works", isto é, e tudo mais). Sem falar nas numerosas ocasiões em que os tradutores venezolanos em Caracas ( que é de onde vem o canal MUNDO) nos sapecam o texto metade em espanhol e metade em português, ou simplesmente ignoram o til e o circunflexo.

             Mas há uma grande esperança pela frente. Sob o comando do preparado e capaz Eliakim Araujo., e de sua mulher, como nos bons tempos do noticiário do SBT, esse jornalista competente agora nos manda desde Miami seu novo noticiário ligado à poderosa CBS (Columbia Broadcasting System), que se soma aos interessantíssimos programas e de grande sucesso nos Estados Unidos, como "2Oth Century ", 24 hours later," e "60 minutes", todos superiores ao que produz a TV Globo. Além do que tenho observado que muita gente agora procura ouvir os canais americanos para, de lambuja, procurar aprender inglês de graça, uma vantagem que ninguém esperava encontrar na televisão globalizada. Se os diretores de MUNDO ou do notável Discovery Channel puderem corrigir essas imperdoáveis erros de tradução e locução, não tenho dúvidas que a TV brasileira vai ter que se mexer e melhorar consideravelmente sua programacão porque a concorrência vinda dos Estados Unidos vai esvaziar os altos níveis de popularidade da Globo.

 
O Jornalista Mário Giudicelli Jr., 73, é cidadão reunião e escreve semanalmente para mais de 30 jornais mundialmente, tendo estado presente em importantes eventos mundiais, como os Julgamentos de Nuremberg. Giudicelli (eric@... ) trabalhou em revistas como a Manchete, e foi tradutor pessoal de vários presidentes americanos, além de conhecer mais de 80 países.
Luís Octavio Azambuja
Hoje:  ECONOMIA MICRONACIONAL.
 
      Estava eu outro dia pensando: como poderia funcionar a economia micronacional ?
    Teríamos duas opções :
     1- A primeira ( a que ao meu ver é a mais correta ) funcionaria da seguinte maneira: As pessoas recebem seus salarios e os gastam como bem entendem. Porém, em coisas possíveis em uma micronação.  Exemplos: comprar empresas, contratar serviços como a construção de HPs e advogados, investir em um banco micronacional... Daí a importância de uma instituição financeira micronacional ágil e eficiente.
      A CID está nesse rumo, porém em uma velocidade demasiadamente devagar.  Ela tem que agilizar essa evolução; seja criando POUPANÇAS ( com rendimentos vinculados a um eventual índice macronacional ou até mesmo um determinado pelo Ministério do Tesouro de Reunião ), sistemas de créditos, investimentos de renda FIXA... Tudo p que um banco normal deveria oferecer. Contudo, sem nada de muito imaginativo como investimentos atrelados ao Dólar, investimentos em Fundo de ações... Coisas que em curto prazo seriam extremamente complexas de se aplicar em Reunião. A circulação de moeda deveria ser muito ágil, para evitar demoras. Se faz aí a necessidade de uma equipe que entenda de computação trabalhando à disposição do Ministro do Tesouro ( a equipe econômica de Reunião ). Esta circulação deveria visar o pagamento por serviços e investimentos e até, quem sabe, doações.  
       Os salários deveriam ter uma tabela mais específica que a atual. A atual não menciona os militares, um salário mínimo, subsídios a nobres ( se estes existem )... Deveria haver um orgão especifico em Reunião para tratar deste assunto. Uma especie de Secretaria do Trabalho, ou até mesmo poderia o Ministério do Trabalho assumir esta responsabilidade. Estes salários envolveriam quantias maiores, pois as atuais privam muito as possibilidades de investimento.
    Em resumo, deveria ser uma economia real. Sem nenhum fator de imaginação ou invenção.
   
    2- Já a segunda opção seria uma economia baseada em uma espécie de imaginação coletiva. Onde eu após juntar uma quantia poderia comprar uma Mansão em Saint Denis que na verdade só existirá em minha cabeça. Os salários envolveriam cifras "estratosféricas" para compensar a falta de passado, herança de parentes e o que em qualquer país se faz extremamente importante... 
     A CID deveria oferecer um leque de opções de investimentos com índices que teriam uma variação muito grande. Coisa que, em Reunião, seria prática e teoricamente impossível, dada a necessidade de importar índices macronacionais como: fundo de ações, rendas atreladas a moedas e a metais valiosos , imóveis, etc..
    Em resumo, haveria a necessidade de pessoas com uma mente muito fértil e muito conhecimento em economia macro e micronacional.     
    Estas são as escolhas que o LP , Imperador e  Futuro Premier  devem considerar ao definir qual rumo econômico Reunião deve tomar, sabendo que qualquer que esse seja deve visar o bem geral de todos os Reuniãos.
 
 
O cabo-de-armas Luiz Azambuja, 16, é cidadão reunião e escreve semanalmente para O COMETA sobre assuntos micronacionais, divulgando seu pensamento como militar da Guarda Imperial e como membro do Partido Imperial pela Glória da Dinastia.
ESPECIAL: ENTREVISTA, PARTE II
 

A ENTREVISTA NUNCA PUBLICADA DE WERNER VON BRAUN
Pouco depois do grande sucesso da chegada do homem à lua, o cientista alemão, em Huntsville, Alabama, voltou a conversar demoradamente com o jornalista Mário Giudicelli.

( Nota do Editor: Os que desejarem foto do encontro podem requisitar ao Mário Giudicelli, já que O COMETA não publica fotos de qualquer espécie. Somos o LE MONDE de Reunião. A propósito, esta matéria está aqui justamente pelo facto de que a empresa de médio porte Microland vem publicando artigos sobre a Segunda Guerra, e O COMETA gostaria de colaborar, com seu material exclusivo. Afinal, um de nossos jornalistas esteve lá. <riso de quem pode se gabar disso> )

O COMETA - : O Sr. comentou na primeira parte desta nossa entrevista que o vasto volume de recursos fornecidos pela NASA se deveu ao temor norte-americano em face ao expansionismo da União Soviética. Mas eu pergunto : não poderíamos dizer igualmente que existe de parte dos Estados Unidos uma igual tendência a expandir seu poder e que portanto a ação de Stalin e, posteriormente do Sr. Nikita Kruschev, e do Sr. Kosigin ao lançar-se com todo empenho na corrida espacial se deveram às mesmas motivações dos Estados Unidos ?

Von Braun : - Muito provavelmente. Lembre-se do que disse ha pouco em relação ao nosso comportamento político na Alemanha de Adolf Hitler, quando nós, cidadãos completamente apolíticos e dedicados somente a nossa ciência, não deixamos durante a maior parte do tempo da existência do governo de Hitler de apoiar a concordar com o que se fazia e nem procurávamos averiguar o que não se trazia a público, conforme foram os casos dos campos de concentração. O povo e governo russos são certamente tão patrióticos e dedicados a sua pátria como são os norte-americanos ou fomos nós há alguns anos na Alemanha. Nem os russos achariam que desejam conquistar o mundo, nem o povo americano aceitaria a acusação de querer mandar no mundo. Mas a verdade é que por baixo da pele de cada um de nós existe um animal feroz que nunca poderá ser domado e por mais que o procuremos amansar com nossos ensinamentos culturais do ocidente, ou mesmo com qualquer outra forma filosófica de vida, como é o caso do comunismo sem Deus ou o cristianismo com Deus, a humanidade será sempre o que foi e que continuará a ser.

O COMETA: - Nesse caso então gostaria de saber sua opinião, ou talvez vaticínio do futuro do comunismo.

Von Braun : - Se a história nos ensina alguma coisa, minha impressão é que mais dia menos dia o comunismo terá eventualmente que acabar. E minhas razões nada têm a ver com antipatia ou simpatia políticas por este ou aquele sistema de governo. Minha opinião é que a espécie humana, como qualquer outra espécie animal, vive , luta, trabalha, procura sobreviver ou se comportar dentro exatamente dos preceitos darwinistas da sobrevivência do mais forte. A igualdade pregada por Lenin e baseada nas idéias econômicas propugnadas por Karl Marx pode ser muito bonita no papel e teoricamente. Mas na prática isso não funciona. Veja agora, por exemplo, que no governo tanto do falecido Stalin, como no do passado Krustchev e atualmente de Kosigin, somente os grandes dirigentes e líderes soviéticos podem passar suas férias nas praias da Criméia. Em Moscou somente os mesmos líderes é que possuem confortáveis dachas fora de Moscou. A grande massa, em nome da qual se pretendeu estabelecer a justiça e a igualdade social, nada ganhou com o comunismo.

O COMETAMudando de um polo a outro. Durante os poucos dias que o Sr. esteve em visita ao Brasil, que impressões pode recolher dessa breve permanência no Rio de Janeiro? O que mais lhe chamou a atenção, tanto do ponto positivo, como do negativo ?

Von Braun -: Três coisas mais se destacaram na minha impressão e eu as descrevo sem ser por ordem de importância e sim à medida que vou me lembrando delas. A primeira foi a de que os brasileiros parecem não se dar conta ou importância à imensa riqueza que possuem em todos os sentidos. Veja este simples exemplo para começar : durante minha permanência no Brasil fui convidado várias vezes para almoçar e jantar. Logo nos dois primeiros dias sempre levaram a um tipo de restaurante que não parava de servir carnes de todos os tipos , mas não me lembro seu nome.

O COMETAChurrascarias ?

Von Braun Exato. ( ele tentou novamente pronunciar o nome corretamente mas com alguma dificuldade ). Churrrrrtassscaarhiiiaa.

O COMETAE o que havia de especial nessas churrascarias ?

Von BraunAlém do fato curioso que eu nunca havia visto, que é o de servirem os garçons uma enorme variedade de tipos de carnes, o que me espantou foi que eu pensei inicialmente que aquele tipo de restaurante fosse algo assim como que especial e reservado somente para a classe rica, ou para dar boa impressão a visitantes estrangeiros. O público, a massa comum, não poderia ter acesso a tanta carne. Acontece, entretanto, que depois de quatro almoços e jantares em variadas churrascarias sempre cheias e em várias partes diferentes do Rio de Janeiro, num dia quando nosso avião que nos levaria para outra cidade teve um problema técnico e tivemos que seguir de carro, duas horas depois do começo da viagem terrestre paramos num pequeno lugarejo e ai, sem que nada tivesse sido preparado previamente, voltamos a parar noutra enorme churrascaria também cheia de gente de todo tipo e onde voltamos a nos empanturrar de uma grande variedade de carnes deliciosos a preços incrivelmente baratos. Ora, isso eu nunca vi em toda minha vida na Alemanha, como também nunca vi mesmo no rico e vasto Estados Unidos. Vocês portanto devem se sentir muito felizes em poderem comer com tanta abundância essa quantidade de carne, que era completamente inaccessível a não ser para os muito ricos na Alemanha.

O COMETA - E qual foi o segundo aspecto que lhe chamou a atenção?

Von Braun : - Foi a tremenda mistura racial. Para quem vive como nós hoje nos Estados Unidos é difícil de compreender como é possível que os italo-Brasileiros não se separem dos negro-brasileiros, dos judeus-brasileiros- dos japoneses-brasileiros e assim por diante. Nos Estados Unidos ninguém quer se misturar com ninguém, enquanto que o Brasil é uma nação completamente integrada, sem conflitos sociais de qualquer espécie. Nas nações completamente integradas como o Japão ou a Noruega, onde todos parecem ter a mesma cara e a mesma côr, essa tranquilidade não surpreende ninguém porque mais ou menos todos parecem ser a mesma pessoa. Nos Estados Unidos, entretanto, que tem a mesma variedade de pessoas e tamanho mais ou menos igual, sendo portanto bem parecido ao Brasil, a homogenização é impossível, conforme todos sabemos. Deve ser algum milagre essa completa integração brasileira, para a qual não consigo encontrar explicação

O COMETA: - E depois disso ?

Von Braun - O terceiro e igualmente espantoso detalhe é que, segundo me revelaram no Brasil, essa nação parece ser a única que possui quatro colheitas anuais. Nós na Alemanha somente tínhamos uma única colheita por ano e o mesmo acontece em todos os demais países da Europa. Isso significa que o Brasil sozinho pode alimentar todo o mundo se assim o desejar, embora me contem também que os brasileiros são enormemente desperdiçadores de tudo, sobretudo de comida. Imagino que esse desperdício se deve precisamente a seu clima e suas terras extraordinárias, que levam a uma enorme produção que assim se perde.

O COMETA - E alguma observação negativa para encerramos esta entrevista?

Von Braun - Devem me sobrar ainda poucos anos de vida e portanto não estarei aqui para presenciar essa previsão. Mas minha impressão é que a espécie humana é uma espécie animal condenada a desaparecer, conforme ocorreu com tantas milhares de outras espécies animais ou vegetais que não souberam se adaptar ao meio ambiente onde viviam. Eu sei que, em última análise, todas as espécies um dia eventualmente irão desaparecer. Mas no caso dos seres humanos, e diferentemente de todas as outras espécies, aquela curiosa e única característica humana que é a de possuir inteligência, isto é, a capacidade de pensar e raciocinar, longe de servir aos homens para melhorar sua condição de vida e felicidade, tem sido utilizada em toda sua breve história neste planeta para a destruição, para o combate, para as guerras e para a morte. Agora, com a invenção da bomba de hidrogênio, com os novos foguetes que estamos fabricando e com os intermináveis conflitos entre nações ou internamente entre os mesmos povos de uma nação, conforme ocorreu sempre na Irlanda, tudo me leva a crer que somos uma espécie condenada. Mas eu não estarei aqui para ver essa debacle," concluiu o Dr. Von Braun. 


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TECNOLÓGICAS
Cláudio Rodrigues
 
B R E V E   D E  V O L T A
 
Cláudio Rodrigues, 29, é Conselheiro Imperial pelo Partido Imperial pela Glória da Dinastia, e mora em Fournaise. Cláudio já foi qualícato, e escreve semanalmente em O COMETA sobre tecnologia e "new trends".
 

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