http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/07/080701_melanciaviagra_\
mp.shtml
Aproveitando para falar bem de frutas.
Saudações Fraternas
--
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A seguinte notícia da Folha Online (www.folha.com.br) foi enviada para você por
Luiz Meira (falecom@...).
Clique no link abaixo para ler o texto completo:
Consumo regular de soja pode afetar fertilidade do homem, diz estudo
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u425821.shtml
Comentário: Aí gente, será que a transgenia pode estar infuenciando?
Folha Online
http://www.folha.com.br/
Esta notícia me fez lembrar o que aconteceu aqui em Campinas.
Vale a pena o realce técnico: em face de justificativa epidemiológica, mesmo com falecimentos, a vacinação continua, pois é entendida como bem maior.
Aqui em Campinas, quando houve o falecimento, a vacinação foi interrompida.... ou seja, a justificativa epidemiológica não era sustentável.
Fiquei pensando que vacina também deveria ser um bom negócio para falcatruas, pois decidem comprar rápido, o que diminui o controle sobre os gastos.
Ainda bem que não vacino nem meus cachorros...
Abraços Luiz Meira
---------- Forwarded message ---------- From: Flavia Oliveira <flavoli@...>
Date: 2008/8/2 Subject: [vacinaveritas] Homem de 81 anos morre por reação à vacina contra febre amarela To: vacinaveritas@...
Homem de 81 anos morre por reação à vacina contra febre amarela
A Secretaria Estadual da Saúde confirmou nesta sexta-feira (1º) a
morte do médico Paulo Homem, de 81 anos, morador de Araraquara, a 272
km de São Paulo, por reação à vacina contra a febre amarela.
A reação aconteceu seis dias depois de ele ter tomado a vacina. Na
época, a Gerência da Vigilância Epidemiológica da cidade informou que
casos assim são raros e muitas vezes relacionados à baixa imunidade do
organismo. No interior do estado, o último caso tinha sido em 2001.
Uma mulher de 22 anos morreu no Hospital das Clínicas da Unicamp, em
Campinas, a 95 km da capital paulista, dois dias depois de tomar a
vacina.
A vacinação contra a febre amarela começou a ser aplicada em dez
cidades da região central no dia 16 de junho, depois da morte de duas
pessoas pela doença: um morador de São Carlos, a 231 km da capital
paulista, e um pedreiro de Cravinhos, a 291 km de SP. A orientação é
que as pessoas continuem tomando a vacina.
A seguinte notícia da Folha Online (www.folha.com.br) foi enviada para você por
Luiz Meira (falecom@...).
Clique no link abaixo para ler o texto completo:
Vacina antigripe não salva idoso, diz estudo
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u441210.shtml
Comentário: Aí pessoal, um bom estudo!
Agora falta acumular amostra suficiente com novos estudos parecidos.
Folha Online
http://www.folha.com.br/
Utilizo esta mensagem sobre PET para relembrar a necessidade de diminuirmos o uso de plásticos, especialmente os aquecidos com alimentos.
Neste aspecto de risco, o cone de plástico que acomoda coador de papel para o café, tão comum entre nós, seria o maior vilão. Seguido do copo de plástico para tomar café.
---------- Forwarded message ---------- From: Rosa Petrus<rosapetrus@...>
Date: 2008/9/9 Subject: reutilização e limpeza de garrafas pet
Abaixo a resposta do Luiz sobre a questão de uso e limpeza das garrafas pet. Luiz, Acho que é uma informação que vale a pena ser disponibilizada, caso já não esteja em algum lugar do luizmeira.com. Onde poderia colocá-la?No yahoo group? Alterei o nome da ML para isentá-la de identificação. Abraços para os dois, Rosa
eu: uma pergunta
Luiz: sim
09:05 eu: ML consegue leite da fazenda de uma amiga e os acondiciona em garrafas pet
após o uso, para lavar com bastante água, depois com um pouco de detergente líquido, muito pouco
um pouco de água morna
tb
09:06 A água morna soltaria os ftalatos
Luiz: sim
eu: foi o que pensei
vou avisar a ela
Luiz: o detergente deve exercer uma ação abrasiva e deixar resíduos também
aqui utilizamos garrafas pet uma vez somente
09:07 não lavamos para reaproveitar
eu: não se pode reutilizá-las?
09:08 para uma segunda vez com leite
Luiz: melhor pensar assim
09:09 a primeira, ser for oriunda de água ao invés de refri, estaria limpa, sem necessidade de saponáceos
com o leite, fica resfriado, diminuindo a liberação dos ftalatos
09:10 após a retirada do leite, utiliza a garrafa para outro fim
eu: ok, obrigada Luiz: estou falando o melhor, mas isso acaba sendo decisão muito pessoal
-- Rosa Petrus telefax: 21 2285.4292 cel: 21 8665.3637 skype: rosa_petrus
Banco aquecido pode 'fritar' espermatozóides, diz estudo
BBC
A temperatura dos assentos aquecidos, disponíveis em alguns carros, pode afetar a produção de espermatozóides, sugere um estudo
realizado na Universidade de Giessen, na Alemanha, e publicado na edição desta semana da revista New Scientist.
Na condição ideal para a produção de espermatozóides, os testículos devem estar 1 ou dois graus abaixo da temperatura média
do corpo, de 37 ºC.
Para
analisar o impacto do aquecimento dos bancos na fertilidade masculina,
os pesquisadores analisaram a temperatura dos testículos de 30 homens
saudáveis que passaram 90 minutos sentados em assentos aquecidos e o
mesmo período em bancos normais.
Depois de uma hora, a temperatura média observada aumentou para 37,3 ºC e a máxima, observada em um dos participantes, foi
de 39 ºC.
Em contrapartida, ao passar o mesmo período sentados em bancos sem aquecimento, a temperatura máxima atingida pelos testículos
dos participantes foi de apenas 36,7 ºC.
Impacto
Segundo a New Scientist,
o pesquisador Andréas Jung, que liderou o estudo, explica que apesar do
aumento modesto na temperatura, a diferença é suficiente para
prejudicar o processo de produção dos espermatozóides.
A revista ressalta ainda que pesquisas anteriores já haviam demonstrado que permanecer sentado em um banco de carro normal
por períodos prolongados provocava aumento da temperatura dos testículos.
Apesar de observar o impacto na produção, a equipe de cientistas não testou a qualidade ou quantidade de espermatozóides dos
participantes.
Os bancos aquecidos são populares em diversos países europeus por conta dos invernos rigorosos que atingem algumas regiões.
No Brasil, os assentos fazem parte dos atributos opcionais que podem ser instalados em carros de algumas montadoras.
============================================= "Aprender é descobrir o que já se sabe. Praticar é demonstrar o que se sabe. Ensinar é lembrar aos outros que eles sabem tanto quanto você. Todos são alunos, praticantes e professores". (Richard Bach) =============================================
Caro amigo DOUTOR.
Vi no link http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u462170.sht
ml sobre os chás .
Fiquei meio assustado, pois aqui em Minas Gerais, muitos usam o chá de
boldo p/ driblar a ressaca da segunda-feira depois de um churrasco ou
feijoada pesada no domingo. No site diz que chá de boldo irrita a
mucosa do sistema digestivo e pode causar danos ao fígado.
Fiquei em dúvida, e lembrei do senhor na hora.
Obs.: O uso do sinustrat aqui entre meus familiares e amigos está
sendo difundido a cada dia mais. Graças a DEUS não tive que usar
antibiótico p/ sinusite, e assim não tive mais amigdalite. Aquela tosse
de cachorro, sumiuuuuu......!!!!! Percebi que as pessoas que tem
sinusite crônica não se livram facilmente da tosse seca, improdutiva,
mas que é terrível, dolorosa, chegava ao ponto de até causar vômitos
comigo. O clima daqui me ajudou também, mas úmido e sem poluição.
Abraço e obrigado por tudo.
Osmar Rezende S. Jr.
De PIUMHI - MG (Depois de residir em Santa Rita do Sapucaí, SP
Capital, São José do Rio Preto, Brasília, e agora na minha terra natal
PIUMHI, pertinho da NAscente do Rio São Francisco, PArque Nacional da
Serra da Canastra)
--- Em seg, 10/11/08, Rosa Petrus <rosapetrus@...> escreveu:
De: Rosa Petrus <rosapetrus@...> Assunto: Re: [Clinica Domestica] Riscos dos chás Para: luizmeira@... Data: Segunda-feira, 10 de Novembro de 2008, 12:18
Pode também comprar o Sinustrat com luffa op., em drogarias e usá-lo diluído meio a meio em água mineral ou soro fisiológico para adultos e, se for para crianças, diluir 1 parte de Sinustrat em 4 de água ou soro. Até mais, Rosa
Caro amigo DOUTOR. Vi no link http://www1. folha.uol. com.br/folha/ equilibrio/ noticias/ ult263u462170. sht ml sobre os chás . Fiquei meio assustado, pois aqui em Minas Gerais, muitos usam o chá de boldo p/ driblar a ressaca da segunda-feira depois de um churrasco ou feijoada pesada no domingo. No site diz que chá de boldo irrita a mucosa do sistema digestivo e pode causar danos ao fígado. Fiquei em dúvida, e lembrei do senhor na hora.
Obs.: O uso do sinustrat aqui entre meus familiares e amigos está sendo difundido a cada dia mais. Graças a DEUS não tive que usar antibiótico p/ sinusite, e assim não tive mais amigdalite. Aquela tosse de cachorro, sumiuuuuu... ...!!!!! Percebi que as pessoas que tem sinusite crônica não se livram facilmente da tosse seca, improdutiva,
mas que é terrível, dolorosa, chegava ao ponto de até causar vômitos comigo. O clima daqui me ajudou também, mas úmido e sem poluição. Abraço e obrigado por tudo.
Osmar Rezende S. Jr. De PIUMHI - MG (Depois de residir em Santa Rita do Sapucaí, SP Capital, São José do Rio Preto, Brasília, e agora na minha terra natal PIUMHI, pertinho da NAscente do Rio São Francisco, PArque Nacional da Serra da Canastra)
Sim, Entre os cereais somente o Triticale (Triticum + Secale) exerce papel imune exuberante por ser mistura entre espécies diferentes: Trigo + Centeio.
Ele compõe aprox. 75% da "farinha de trigo" branca. As colites estão entre as principais consequências das reações ao triticale, sendo as mais exuberantes a doença celíaca, Crown...
Ou tenho que tirar tudo que tenha glúten?
Glútem é a parte proteica do cereal
que está concentrada no germe (no centro, no broto), é o que dá identidade, inclusive imunológica.
Quando o cereal é Híbrido, as proteínas serão alergênicas, quando for íntegro geneticamente, a probabilidade de alergia será remota.
2009/2/17 Raquel Pinhatelli da Silva <raqpsilva@...>
Obrigada Raso!
Lembro-me sim da receita com alecrim. O problema é a disciplina para fazer inalação diariamente, mas vou tentar!
Sobre a sálvia, engraçado o pessoal usar pra fumar hehehe.
Mas ela é conhecida por seu efeito sobre problemas respiratórios. Fiz inalação e não deu barato não, ainda bem! ou ainda mal :) brincadeirinha. O efeito da inalação quente da sálvia me dá um alívio quase que imediato!
Sobre os alimentos, acho sim q tem a ver. Hoje não consumo leite in natura, apenas iogurte que eu mesma preparo para comer com granola pela manhã. É pouca coisa, mas pode ser que já seja suficiente para aumentar a secreção.
Pra saber o que vai dar certo vou tentar uma abordagem empírica, de tentativa e erro. Depois passo o relatório ;)
O problema de cortar o iogurte é que gosto tanto ....
Subject: Res: [vacinaveritas] Sinusite, existe solução?
Raquel:
Em tempo, em alguns estados dos EUA, a comercialização da sálvia foi proibida, pois as pessoas estavam este usando tempero para fumar......! E estavam tendo altos "baratos"!...
Não sei se inalando consegue-se algum "barato" e também desconheço a ação da sálvia na sinusite, mas achei apropriado mencionar esse ponto. :-)
Ok..... Vou aproveitar e falar sobre o alecrim. Faça o seguinte chá:
>> um punhado de alecrim seco;
>> 3 fatias bem finas de cebola;
>> 250 mL de água filtrada;
>> uma pitada de sal.
Ferva tudo junto numa pequena panela. Após a água entrar em fervura, espere sentir o cheiro do alecrim subir e desligue o fogo. Deixe esfriar. Coe e guarde na geladeira em uma garrafa de vidro preferencialmente com rolha. Conserve por até 3 dias. Use (gelado mesmo) na forma de nebulização (aqueles aparelhos q produzem névoa fria).
Faça uma nebulização todo dia.
Cada organismo reage de forma diferente, mas considere que vai sair muita "coisa" pelo nariz e pela boca. Tenha a disposição lenços de papel.
Bem,...pelo menos foi bem "punk" assim comigo!
Abs!
De: Raquel Pinhatelli da Silva <raqpsilva@...> Para:vacinaveritas@... Enviadas: Segunda-feira, 16 de Fevereiro de 2009 17:24:15 Assunto: [vacinaveritas] Sinusite, existe solução?
O assunto não é exatamente sobre vacinação, mas sobre saúde.
Em outubro, após um resfriado com muita secreção, tive a primeira crise de sinusite na vida, muito forte, com febre, dor nos dentes, testa e muito mal estar.
Usei um analgésico e inalação fria com soro fisiológico.
Duas semanas depois, outro resfriado e a sinusite apareceu novamente um pouco mais branda. Usei como tratamento Luffa 5% e inalação quente com chá de sálvia. Mas confesso que deveria ter usado por mais tempo e não somente na crise.
Passados quase 4 meses dessa crise, eventualmente sinto uma pressão forte entre os olhos como se a sinusite estivesse querendo voltar. Quando isso acontece (umas 2x no mês) percebo um aumento de muco q não chega a ir para o nariz, fica somente na garganta. Não chega a incomodar muito não, mas sempre que percebo que está um pouco mais forte, faço inalação com sálvia que, aparentemente ajuda.
Se
alguém puder me ajudar:
Sinusite tem cura? O que fazer para acabar com esse vai-e-vem? Que tipo de tratamento devo seguir? Que tipo de alimentos devo evitar?
Estou morrendo de medo de resfriar e a sinusite voltar a toda!
Lembro-me de alguém (Fernando - Raso ...) ter postado uma receita caseira, mas queria saber se alguém testou e comprovou a eficácia.
From: Cláudio Lima<claudiolimaterapeuta@...> Date: 2009/2/19 Subject: Estudo associa consumo de nozes a um menor risco de hipertensão
To: joshua2 <joshua2@...>
Estudo associa consumo de nozes a um menor risco de hipertensão
O consumo de nozes pode reduzir o risco de hipertensão, segundo estudo
da Harvard Medical School. "A hipertensão é um fator de risco para
doenças cardiovasculares, e os fatores nutricionais podem cumprir um
papel importante em sua prevenção. Procuramos examinar a associação
entre o consumo de nozes e a hipertensão incidente", escreveram os
autores na revista Clinical Nutrition.
Avaliando quase 16 mil médicos livres da hipertensão
no início do estudo, os pesquisadores observaram que aqueles que
relataram comer maiores quantidades de nozes tinham menos chances de
desenvolver pressão alta.
Os resultados indicaram que aqueles que comiam nozes
pelo menos sete vezes por semana tinham 18% menos chances de
desenvolver pressão alta, comparados com aqueles que não consumiam o
alimento. E um menor consumo também teria um efeito protetor (embora
não muito significativo) – o consumo duas a seis vezes por semana
reduzia em 4% o risco de hipertensão.
Os autores destacam, porém, que esse efeito foi
relevante apenas entre as pessoas magras, não sendo aplicado para
pessoas com sobrepeso ou obesas. "Nossos dados sugerem que o consumo de
nozes é associado com um menor risco de hipertensão em médicos
americanos do sexo masculino, e que tal relação pode ser influenciada
pela adiposidade", concluíram.
As informações a seguir são para ajudar a quem quiser começar a introduzir a proposta alimentar apresentada pelo dr. Luiz Meira, espero que possa ajudar.
Posturas simples que seguramente, evitam a maior parte das doenças e elevam a qualidade de vida a um patamar superior.
- 1. Privilegiar frutos e sementes na forma de cereais, castanhas e legumes (que tenham sementes), preferindo os orgânicos;
- 2. Diminuir progressivamente óleos, gorduras, açúcares, verduras e raízes, chegando ao uso esporádico somente;
- 3. Excluir os animais alergênicos(incluindo subprodutos): porco, camarão etc.
- 4. Excluir produtos transgênicos, incluindo seus subprodutos (lembrar da lecitina de soja, usado como emulsificante e também do óleo de soja); e
- 5. Diminuirprogressivamente o uso de híbridos interespécies, como: trigo branco, pimentão, abóbora japonesa, laranja pera.
Vamos às compras e, depois para a cozinha:
a) Feijões não orgânicos colocados de molho por 2 dias (se for orgânico, somente 12hs de molho), com trocas de água cada 12hs, cozidos com algumas folhas de louro fresco ou seco (como sugestão) e temperados com o que gostar: alho, cebola, coentro, gengibre, hortelã, sálvia. Pode colocar a cebola e o alho para "dourar" em um pouco de água em uma panela. Pode também, se fizer muito, dividir em porções e ir variando os temperos de acordo com o dia e o paladar. Um dia com coentro e alho, noutro com sálvia, outro com gengibre, ou usar todos...
O princípio básico para temperar ou refogar é não utilizar óleo, e se necessário substituir por água, usando a mesma quantidade de água que usaria de óleo. Se quiser mais "dourado" (alho ou cebola), colocar um pouco mais de água de novo e "dourar" mais um pouquinho, seguindo este método até conseguir o tom desejado.
b) Arroz cateto curto, ou agulhinha, cevadinha, trigo em grão, trigo partido, quinua (se quiser gastar mais um pouco), painço, ou qualquer outro cereal que seja possível cozinhar e comer. Deixá-los de molho, 2 dias ou 12h, da mesma forma que os feijões.
Farinha de aveia, farinha de trigo integral, triguilho, ok também.
Onde comprar favas (feijões), cereais e temperos orgânicos: feira de sábado da Glória, lojas de produtos naturais (lpn): Grão Integral, Carioca Zen, mundos verdes que vendem orgânicos e todas as demais lojinhas e alguns supermercados com esse diferencial.
E os cereais não orgânicos? Em supermercados, lojas de produtos naturais e feiras.
c) Ovos Korin - vende no Hortifruti, lojas de produtos natutrais, hipermercados e Zona Sul (estava mais barato lá que em outros lugares). Para fazer um ovo frito: colocar água na frigideira - praticamente uma quantidade um pouco maior do que colocaria de óleo, aquecer na frigideira, colocar o ovo, manter a chama entre baixa e média, pingar umas gotas de limão na água para que o ovo não espume, abafar com uma tampa a frigideira até que fique "frito". Pode virar o ovo de lado se quiser tostar mais.
d) Pão marca Hamburgo de 5 cereais e o Pão de Centeio tipo alemão "Hummel" - a fermentação e ingredientes estão ok. Telefone dos fabricantes, caso necessitem: 21 3396.1442 e 3396.2590 e site: www.paohamburgo.com.br
e) Manteiga
f) sal de Guerant,
g) Queijos marca Tradição ou Porto Belo. O distribuidor fica em São João do Meriti, Rua Nereu Ramos, 416 parte. É do lado da Casa do Alemão, na Dutra.
Os produtores destas marcas produzem em Rondônia, queijo mussarela e prato, além de leite de caixinha; mas os distribuidores só distribuem aqui no Rio, a mussarela. Quem sabe podemos encomendar e eles passem a nos fornecer? Para ter uma idéia paguei pela peça inteira de queijo, R$ 9,00 e 9,80 por kg pelas duas marcas. Uma peça tem em torno de 4,200kg. Se for fracionada estava por volta de R$ 14,00/kg.
Leite, os distribuidores do queijo Tradição não distribuem no RJ o leite de caixinha deles; então, só nos resta procurar um que seja proveniente de uma vaca que se saiba o nome, ou seja, certificar-se que o gado leiteiro não seja alimentado com ração animal (tipo cama de frango).
h) Frutas: bananas, peras, maçãs, uvas (com caroços, evite as novas no mercado que tenham sido desenvolvidas por processo genético para ficarem sem caroços). Evitar as muito agredidas com agrotóxicos (mamão, tomate, morango) e preferir, se for possível, as orgânicas.
Sucos de frutas orgânicos, comprados em lojas de produtos naturais (lpn).
Um super alimento, granola, conforme receita no site ou no livrinho: com suco de frutas ou leite (pode ser de cereais, comprados em lpns, de aveia, de arroz). Com suco de uva é delicioso.
Se não quiser fazê-la, posso arranjar a não orgânica ou te indicar como comprar a orgânica via sedex. Castanhas do pará, nozes, avelãs, amêndoas, macadâmia; evitar amendoim e castanha de caju (tá no livrinho ou site o porque não).
Frutas secas sem açúcar compradas em lpn ou Casas Pedro. Evitar passas, damasco e ameixa por não sabermos o que levam a mais além das frutas.
Tahine, gergelim, pimenta...
Bem, com ovos "dá para fazer miséria": Algumas sugestões:
Receitas da Sue: (detalhe, Sue é uma querida amiga, que dizia que nada sabia de cozinha e nem se aventurava muito, e que a partir da proposta da dieta alimentar, com uma boa vontade e grande esforço, nos brinda com receitas incríveis e deliciosas).
Receita da Sussu: (acabei de inventar!) Chuchu à la crême
2 chuchus orgânicos 6 nozes (daquelas já descascadas e prontas p/ comer)
1 ovo da Korin água filtrada Fleur de Sel
Cozinha o chuchu com água e flor de sal. Escorre a água e guarda pra´fazer o arroz (eheheheh!!!)
Joga o chuchu escorrido no liquidificador.
Pica as nozes com a mão. Bate. Joga 1 ovo inteiro. Bate.
Vai ao forno.
Quando ficar com aquela cara de que se ficar mais tempo vai queimar, está pronto.
Abóbora crocante
2 abóboras paulistinhas orgânicas
1 cebola cortadinha
2 dentes de alho amassados
flor de sal
temperos a gosto
farinha de milho orgânica
Modo de preparo:
1) Lavar bem as abóboras com casca, e cortar em rodelas bem finas
2) Cozinhar estas rodelas em água com flor de sal. Acrescentar a cebola e o alho ao cozimento.
3) Quando estiver cozida, escorrer bem. (aproveitar a água para fazer outro prato qualquer)
4) Colocar num prato fundo uma xícara de farinha de milho orgânica, e acrescentar temperos a gosto.
Por ex: pode colocar um pouco de flor de sal...salsa... cebolinha... ou se preferir folhinhas de hortelã... ou ainda se preferir folhinhas de coentro, todas sempre bem picadinhas... ou ainda um pouquinho de pimenta em pó...
etc.
5) Passar cada uma destas rodelas de abóbora na farinha de milho orgânica, dos dois lados, de tal forma que fique uma leve crosta de farinha de milho envolvendo cada rodela.
6) Colocar num prato e colocar no congelador por mais ou menos 1/2 hora.
7) Ligar o forno para aquecê-lo.
8) Forrar um tabuleiro com papel laminado e depois da tal meia hora, colocar as rodelas de abóbora neste tabuleiro.
9) Levar ao forno alto até ficar crocante.
Sopa de Canjiquinha
1 xícara de Canjiquinha (vende na Casa Pedro)
1 cebola cortada em canoa
2 dentes de alho amassados
flor de sal
temperos a gosto (tipo salsa, coentro ou folhinhas de hortelã)
Modo de preparo:
1) Lavar bem a canjiquinha.
2) Escorrer e colocar para cozinhar com água e flor de sal.
Ela rende muito, então deve colocar 3 dedos de água acima dela.
3) Colocar neste cozimento a cebola cortada em canoas e os dentes de alho amassados.
4) Quando estiver cozida, acrescentar as folhinhas verdes que você escolheu, picadinhas ou inteiras, conforme seu gosto pessoal.
5) Deixar ferver.
Servir bem quentinha!
Risoto
2 xíc. de arrox integral orgânico
1 xíc. e meia de grão-de-bico orgânico
8 azeitonas (tirar o caroço)
3 bananas orgânicas
1 porção de queijo Porto Belo (ou queijo de cabra
orgânico, tipo feta), ralados no ralo grosso
4 espigas de milho orgânico
Modo de Preparo:
1) As 2 xíc. arroz integral orgânico, cozinhar com água e
fleur de sel;
2) A 1 xíc. e meia de grão-de-bico orgânico, cozinhar com
água suficiente para deixar um caldo depois de cozido;
depois de cozido, tempera com flor de sal e coentro;
ferve, e separa os grãos e o caldo. Reserva.
3) As 4 espigas de milho orgânico, cozinhar com água e flor de sal;
4) Mistura um pouco do caldo do grão-de-bico com todo o arroz (prá ele
5) Acrescenta 8 azeitonas picadas. Mistura.
6) Acrescenta 3 bananas orgânicas, picadas em rodelas (quem não gostar, tira). Mistura.
7) Unta levemente o pirex com manteiga Aviação.
8) Arruma o arroz no pirex.
9) Rala o queijo por cima.
11) Algumas rodelas de banana por cima
- Forno.
- Outras: Sorvete de banana
Bananas - quanto mais maduras melhor o resultado - cozidas sem água: descascar, cortar em rodelas, cozinhar em fogo brando até que fiquem cozidas. Usei banana prata;
Adicionar cacau em pó orgânico e misturar bem. Usei o Cacau em pó orgânico Barry Callebaut; Pode adicionar, se quiser, coco em lâminas, castanhas picadas (pará, avelãs) ou banana passa empedaços pequenos. Usei, desta vez coco, laminado;
Colocar no congelador e antes de servir retirar 10 minutos antes do congelador. Um sucesso garantido!
Suflê ou torta de legumes
Fatiar abobrinha verde italiana ou não em rodelas, ou chuchu em lâminas finas (+-2 a 3 mm), ou os dois,se quiser pode acrescentar vagem picada bem fina, dispor (nada precisa ser cozido antes de ir ao forno, ok?) em uma assadeira de vidro (pode colocar várias camadas, de legumes, colocar ovos batidos para cobrir , salpicar temperos verdes (salsa, cebolinha, manjericão, o que gostar...)pode colocar por cima umas rodelas de tomate orgânico para compor e um pouco de manjericão por cima. Vedar com papel de alumínio ou o que puder tampar a assadeira e assar em forno baixo. Não fica grudado na assadeira, as fatias saem inteiras, tirando com cuidado.
Se quiser variar coloque menos ovos e adicione farinha de aveia (comprada em lojas de produtos naturais - lpn) e água para bater com os ovos no liquidificador.
Ousar temperos "novos", como pimenta rosa com beringela assada (com alho, cebola), alcarávia. Usar azeitonas como tempero,deixe-as de molho na água mineral após comprar, para tirar o excesso de sal, e depois use conforme a necessidade, curry em cereias cozidos, por exemplo.
Tremoços deixados de molho na água mineral(para tirar o excesso de sal) são super proteicos. O excesso de sal das azeitonas também pode ser retirado dessa maneira: lavá-los com água corrente e colocar em um recipiente na geladeira com água mineral.
Para quem come carne vermelha, frango (só Korin) e peixe...Frango dá para assar na assadeira untada cheia de temperos (como alecrim, pex.) Carne na frigideira superaquecida e agitando com uma colher de pau ou algo que a faça deslizar para não grudar. peixe assado no forno ou cozido com coco batido, tomates orgânicos, pode ser também extratos de tomate orgânicos da Aecia ou outras empresas que são vendidos em lpn. Não compra os molhos porque têm óleo.
Leite de castanhas: água morna batida no liquidificador com alguma castanha, tipo a do pará, fica legal, coar e usar o farelinho em bolinhos etc
Sobremesas: frutas laminadas, intercaladas com castanhas picadas com uma cobertura de canela em pó, assadas em pirex tampados em gás baixo. Pode deixar com algum caldo das frutas ou deixar mais tostadinha. pode servir quente ou frio.
Todos adoram. para os que amam açúcar, coloca uma camada de bananas laminadas por baixo e as demais por cima: peras, maçãs. Ficará super doce.
Detalhe, na "dieta original", comer sempre quanto quiser porque a limpeza se processa de cima para baixo. Esqueça a paranóia da contagem de calorias, peso da comida etc.
Um grande abraço,
Rosa Petrus telefax: 21 2285.4292 cel: 21 8665.3637 skype: rosa_petrus
PS -1) Para agendamento de consultas médicas no Rio de Janeiro, favor me contatar pelos telefones ou email acima; para se comunicar diretamente com dr. Luiz Meira: - ligue para 21 8729 3038, - email: luizmeiramedico@... - skype: luizmeiramedico - envio de sms para 21 87293038 2) Caso queiram continuar a receber avisos de palestras e cursos ou passar a não receber mais, por favor, me informem. 3) Contribuições, desde correções ortográficas ou de conteúdo, atualizações, receitas dentro da dieta são sempre benvindas.
4) Caso queiram repassar o conteúdo desse email para amigos, ok, solicito que recomendem que entrem primeiro no site ( luizmeira.com ) e após "zapear" sobre o conteúdo e proposta alimentar, leiam o email, caso queiram começar uma mudança alimentar. Colocamos nossos contatos ao dispor de seus amigos para qualquer esclarecimento que possam solicitar.
--
Rosa Petrus telefax: 21 2285.4292 cel: 21 8665.3637 skype: rosa_petrus
Jandira Maciel da Silva, doutora em Saúde Coletiva, alerta para os
riscos de cânceres através da exposição de agrotóxicos e diz que essas
substâncias químicas são utilizadas na Saúde Pública
O uso de agrotóxicos no Brasil não se restringe apenas à
agricultura. As substâncias tóxicas estão presentes também no serviço
de Saúde Pública brasileiro, que utiliza químicos em larga escala para
combater vetores transmissores de algumas doenças endêmicas e
epidêmicas. A explicação é da médica sanitarista Jandira Maciel da
Silva, doutora em Saúde Coletiva. Em entrevista concedida por telefone
à IHU On-Line, ela explica que essas substâncias
foram utilizadas para combater doenças como chagas e malária, e ainda
fazem parte do controle da dengue.
“Quando recebemos um agente sanitário na nossa residência para
colocar um ‘remedinho’ no ralo do banheiro, nos vasos de plantas, na
verdade ele está aplicando um agrotóxico que, quando é utilizado pela
Saúde Pública, acaba assumindo outro nome: pesticida, defensivo
agrícola ou domissanitários”, revela. E dispara: “Mas, quando vamos
observar, eles fazem parte de uma mesma família de produtos químicos e,
portanto, sujeitos a causar danos à saúde das populações e ao meio
ambiente.”
Jandira é autora da pesquisa de doutorado Cânceres Hematológicos na
Região Sul de Minas Gerais (2007), na qual aponta para uma relação
entre cânceres hematológicos e a utilização de agrotóxicos. “Por
cânceres hematológicos, classificamos os linfomas, as leucemias e o
mieloma múltiplo”, esclarece. E continua: “A grande conclusão a que
chegamos é que os trabalhadores que declararam ter tido exposição a
agrotóxicos apresentaram um risco de quase quatro vezes maior para o
desenvolvimento desse tipo de câncer em relação àqueles que não
declararam exposição”.
Jandira Maciel da Silva é graduada em Medicina, pela Universidade
Federal de Minas Gerais (UFMG), mestre em Engenharia de Produção, área
de concentração: Dinâmica dos Sistemas de Produção, pela Escola de
Engenharia da Universidade Federal de Minas Gerais, e doutora em Saúde
Coletiva, pela Universidade de Campinas (Unicamp). É coordenadora da
área de Saúde do Trabalhador da Secretaria de Estado da Saúde de Minas
Gerais, consultora do Ministério da Saúde.
Confira a entrevista.
IHU On-Line - Quando tratamos do debate sobre o uso de agrotóxicos,
logo remetemos à agricultura. Que outros setores da indústria utilizam
os agrotóxicos na produção e como, nesses outros ramos, essas
substâncias se disseminam e contaminam as pessoas?
Jandira Maciel da Silva – A questão dos agrotóxicos inicialmente nos
remete à agricultura porque, sem dúvida alguma, é o setor que mais
utiliza esses produtos. Aliás, é importante destacar, nesse momento,
que a agricultura brasileira é absolutamente dependente desses
produtos. Então, temos aí um processo de produção dependente da
quimificação. Aliado a isso, é importante registrar que uma parte
substancial dos produtos brasileiros advém da agricultura familiar,
onde temos a produção de boa parte das leguminosas, horticultura, e
isso faz com que também existam mais populações expostas a esses
produtos. Por outro lado, a chamada agricultura de extensão, produzida
em grandes quantidades de terras, também utiliza esses produtos em
larga escala, ocasionando uma série de comprometimentos ambientais.
Agrotóxicos na Saúde Pública
A Saúde Pública no Brasil utiliza esses produtos em larga escala
para combater vetores que são transmissores de algumas doenças
endêmicas e epidêmicas. Podemos destacar duas doenças históricas no
nosso país, em relação às quais se utilizou e continua se utilizando
esses produtos: a doença de chagas e a malária. Também podemos trazer
isso para o momento atual e lembrar o quanto esses produtos estão sendo
utilizados para combater a dengue. Quando recebemos um agente sanitário
na nossa residência para colocar um “remedinho” no ralo do banheiro,
nos vasos de plantas, na verdade ele está aplicando um agrotóxico que,
quando é utilizado pela Saúde Pública, acaba assumindo outro nome:
pesticida, defensivo agrícola ou domissanitários. Mas, quando vamos
observar, eles fazem parte de uma mesma família de produtos químicos e,
portanto, sujeitos a causar danos à saúde das populações e ao meio
ambiente. No caso específico da dengue, são utilizados alguns produtos
que podem ser danosos aos trabalhadores e à população, que estão
expostos a essa realidade.
De um modo geral, nas indústrias, como existe um controle maior do
contato, os trabalhadores têm um risco menor, mas estão igualmente
expostos a esses produtos. Temos ainda uma situação muito utilizada no
Brasil que é a capina química, ou seja, a aplicação do glifosato ara
fazer a destruição dos matos, a substituição da enxada pelos produtos
químicos. Quando colocamos isso abertamente no ambiente, estamos
expondo não só o trabalhador, mas também a população circunvizinha.
Agrotóxicos contaminam a fauna
Lembro que certa vez participei de uma reunião no interior de Minas
Gerais, na região da zona mata, produtora de café, e alguns técnicos
das indústrias produtoras diziam que, se o agricultor souber usar
corretamente o equipamento de proteção individual, ele não será
intoxicado. Aí, um senhor perguntou para o técnico se tinha ração para
os passarinhos, porque, desde o momento em que os agrotóxicos entraram
na região, eles sumiram. Então, essa questão da relação e da
contaminação ambiental e de outras espécies provocadas pelos
agrotóxicos é algo que não podemos perder de vista quando tratamos
desse assunto.
Também não podemos deixar de considerar aqueles que trabalham com o
transporte e a comercialização de agrotóxicos. Embora seja proibido
vender essas substâncias a granel, no interior do país, encontramos
essa atividade com frequência. Todas essas situações de uso levam à
exposição e contaminação das pessoas. Além disso, não podemos esquecer
de nós - população em geral –, que podemos nos contaminar por esse
produtos através dos chamados domissanitários. Muitos de nós têm o
hábito de ir ao supermercado comprar produtos para matar baratas,
formigas, ratos, e nem sempre conhecemos a toxicidade.
Também nos contaminamos através de alimentos. A Anvisa tem um
projeto muito interessante que se chama PARA (Programa de Avaliação de
Resíduos em Alimentos), o qual está coletando alguns alimentos nos
supermercados e tem encontrado muitas frutas e legumes com o nível de
concentração aceitável de agrotóxicos acima do limite ou contaminados
por substâncias que não são indicadas e aprovadas para eles. Então, na
verdade, estamos diante de um gravíssimo problema de Saúde Pública.
Sabemos, ainda, que a madeira que chega para a indústria moveleira
precisa ser tratada para não ser destruída por cupins. Esse tratamento
é feito com alguns agrotóxicos. Estudos levantam a possibilidade de
trabalhadores da indústria moveleira serem mais susceptíveis a alguns
tipos de câncer, em função da contaminação por essas substâncias.
IHU On-Line – A utilização de agrotóxicos na Saúde Pública é legal? É possível vislumbrar novas alternativas a esses produtos?
Jandira Maciel da Silva – O uso dessas substâncias é aprovado em
lei. Não sei dizer que alternativa é possível, mas diria que é
necessário discutir isso com urgência, pois a população está entrando
em contato com volumes enormes dessas substâncias, seja na aplicação do
produto sólido, seja na contaminação da dengue ao fazer o combate ao
mosquito. Matamos o inseto temporariamente, porque cada vez que ele
volta tem mais resistência. Estamos criando um novo problema. O que se
discute é que esses são produtos rapidamente degradáveis, e aí temos de
analisar como é o comportamento metabólico deles, pois, mesmo que
estejam rapidamente degradados, a alteração funcional que eles provocam
não é. Muitas dessas reações, como alteração do DNA e mutagenicidade,
são irreversíveis.
IHU On-Line - Na sua pesquisa de doutorado, a senhora apontou
relações entre cânceres hematológicos e a utilização de agrotóxicos, na
região de Minas Gerais. Pode relatar que relações são essas e a que
conclusões chegou com seu estudo?
Jandira Maciel da Silva – Esse trabalho nasceu de uma demanda de
profissionais da área de saúde na região sul de Minas Gerais, que
estavam preocupados com o aumento do câncer nessa região. Essa zona tem
fortes características agrícolas e historicamente é uma das principais
produtoras de café, em especial do tipo exportação. No doutorado,
resolvi partir dessa demanda e fiz um recorte dos cânceres
hematológicos. A literatura já aponta a grande probabilidade de eles
estarem relacionados com a exposição a substâncias químicas e aos
agrotóxicos. Fiz um estudo epidemiológico, do tipo caso-controle,
entrevistando 149 casos e 162 controles; a partir dessas entrevistas
baseadas num questionário, investigamos, além do sexo, a faixa etária,
local de residência, doenças pregressas, a história ocupacional desses
dois grupos. Por cânceres hematológicos, classificamos os linfomas, as
leucemias e o mieloma múltiplo. A grande conclusão a que chegamos é que
os trabalhadores que declararam ter tido exposição a agrotóxicos
apresentaram um risco de quase quatro vezes maior para o
desenvolvimento desse tipo de câncer em relação àqueles que não
declararam exposição.
Algumas perguntas ficam abertas quando se faz um estudo desse tipo,
como: Qual foi a dose de exposição? O nome dos produtos é outra
informação muito difícil de ser recuperada, porque muitos dos
agricultores trabalham como diaristas, são contratados apenas para
aplicar o produto, e não sabem que substâncias estão aplicando. Muitos
dos produtos ou hoje não existem ou têm novos nomes. Mas, quando
resgatamos a história para conhecer o processo de produção do café, aí
encontramos informações de que o cultivo de café usou muitos
agrotóxicos, além de produtos da família dos organofosforados que são
tidos como caselogênicos.
IHU On-Line - Trabalhadores rurais expostos aos agrotóxicos são mais vulneráveis ao desenvolvimento de doenças? Por quê?
Jandira Maciel da Silva – Eles são mais vulneráveis, sim. Não só
pela exposição a agrotóxicos, mas por um conjunto de situações que se
retroalimentam internamente, como a baixa escolaridade, más condição de
alimentação, condições inadequadas de moradia, o que aumenta a
vulnerabilidade dessas populações. Entretanto, vários estudos mostram
que os agrotóxicos por si só alteram de forma importante a resposta
imunológicas das pessoas, pré-dispondo os trabalhadores ao
desenvolvimento de doenças.
Quando fiz o mestrado, peguei a embalagem de um produto agrotóxico
para entender as instruções de uso. Foi impossível. Não entendi metade
das informações que li. Além disso, uma das embalagens que vi era
prateada, com letras pequenas e na cor preta.
IHU On-Line - Como a senhora avalia o processo de reciclagem das embalagens dos agrotóxicos?
Jandira Maciel da Silva – Até algum tempo atrás, não existia nenhuma
regulação que regulamentasse a reciclagem dos vasilhames. Já vi pessoas
lavarem essas embalagens e jogarem a água no solo, e, mais do que isso,
as reutilizam para condicionar alimentos e água. Isso continua
acontecendo em muitas localidades do interior do nosso país. Desde o
surgimento da Lei de regulação das embalagens, o agricultor que compra
esses produtos é obrigado a devolver o vasilhame na loja onde comprou,
e essa deve devolver à empresa, que é obrigada a reciclar.
IHU On-Line - Como classifica a atuação da medicina brasileira
frente às intoxicações por agrotóxicos e às doenças crônicas geradas
nos últimos anos?
Jandira Maciel da Silva – Lamentavelmente, a medicina está muito
atrasada. Essa é uma queixa constante de trabalhadores e médicos. Há
pouca formação sobre essa questão dada no curso de graduação; um número
pequeno de universidades oferece disciplinas de toxicologia, que
deveria introduzir minimamente esse assunto e também são poucos os
cursos de medicina no Brasil que oferecem aulas sobre a saúde do
trabalhador. Em geral, os colegas médicos são pouquíssimos preparados
para pensar que um câncer e um problema neurológico podem ter sido
provocados pelo agrotóxico.
IHU On-Line - Partindo da perspectiva da Saúde Coletiva, como as intoxicações por agrotóxicos devem ser tratadas?
Jandira Maciel da Silva – A partir da perspectiva da Saúde Coletiva
que pensa a saúde das populações inseridas nas suas condições reais de
vida e trabalho, temos de refratar essas questões. A partir de um
modelo inserido no biológico e no individual, não vamos conseguir
resgatar isso. Portanto, a própria formação na área da saúde precisa
ser fortemente repensada para não ficar presa a esse modelo centrado no
corpo físico.
IHU On-Line - Quais são as consequências do uso disseminado de
agrotóxicos para as próximas gerações? É possível dizer que as gerações
futuras irão nascer com sérios problemas neurológicos ou deficiências
físicas e biológicas devido à atual contaminação?
Jandira Maciel da Silva – Em relação à intensidade do uso de
agrotóxicos, existe um fenômeno que vem se instalando no mundo e no
Brasil: o aumento do câncer. Não quero dizer que o índice de elevação
da doença esteja relacionado apenas a isso, mas esse é também um dos
fatores. Alguns estudos mostram o aumento de cânceres do sistema
nervoso central e de pulmão. Essa doença é, no Brasil, a segunda causa
de óbito, uma patologia gravíssima, que tem um custo muito alto para o
Sistema Único de Saúde (SUS). A Saúde Pública precisa enfrentar esse
assunto com seriedade. Ainda não podemos afirmar que as pessoas irão
nascer com sérios problemas, mas algumas pesquisas apontam a
possibilidade do aumento de má formação congênita de mulheres
agricultoras ou que moram próximas a utilização desses produtos. Essas
alterações, inclusive, levam a criança a óbito logo após ao nascimento.
IHU On-Line – É possível reverter a atuação dos agrotóxicos?
Jandira Maciel da Silva – O governo deveria investir pesadamente em
alternativas para a agricultura familiar, produzir produtos com a menor
quantidade dessas substâncias. Para isso, é importante fazer também uma
bela campanha com a população. As pessoas costumam atribuir a qualidade
dos produtos a sua beleza. No entanto, esses, em geral, são os mais
contaminados por agrotóxicos. Precisamos desmistificar também a ideia
de que a produção sem agrotóxico é mais cara, a chamada agricultura
orgânica. Assim, estamos falando que quem tem recursos irá comer um
produto de melhor qualidade do ponto de vista da contaminação química,
e quem não tem vai comer alimentos contaminados. Essa parte da
população que tem menos recursos ficará mais vulnerável ainda.
IHU On-Line – Gostaria de acrescentar mais alguma coisa?
Jandira Maciel da Silva – A intoxicação por agrotóxicos no Brasil,
desde 2007, passa por um processo de notificação compulsória ao Sistema
Único de Saúde (SUS), ou seja, todo o profissional de saúde que
suspeitar ou fazer esse diagnóstico deve notificar ao SUS. Essa
informação é repassada a um sistema de informação de agravos
notificáveis, e o colega que ler essa matéria deve procurar a
secretaria municipal de saúde do seu município para se orientar.
O enfrentamento dessa questão do uso de agrotóxicos no Brasil – que
passou, em 2009, a ser o maior consumidor do mundo – para a Saúde
Pública passa obrigatoriamente por uma ação interssetorial. O sistema
de saúde, sozinho, não irá conseguir intervir nessa situação. A
resolução desse problema passa, indiscutivelmente, por um debate entre
os consumidores, que precisam chamar para si a necessidade de ter à
mesa alimentos mais saudáveis e seguros.
(Ecodebate, 11/06/2009) publicado pelo IHU On-line,
10/06/2009 [IHU On-line é publicado pelo Instituto Humanitas Unisinos -
IHU, da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – Unisinos, em São
Leopoldo, RS.]
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Agrotóxicos podem aflorar problemas de saúde que permanecem mesmo
depois que não se tenha mais ação direta das substâncias químicas,
adverte Neice Muller Xavier Faria
“O principal mecanismo de ação dos inseticidas é sobre o sistema
nervoso dos insetos e o problema é que este efeito não se restringe à
espécie-alvo e pode afetar também os mamíferos”, adverte a médica e
professora da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL) Neice Muller
Xavier Faria. Na entrevista que segue, concedida por e-mail à IHU On-Line,
a pesquisadora relata como os agrotóxicos podem atingir o Sistema
Nervoso Central dos seres humanos. Quando contaminados por
organofosforados – substâncias químicas que contêm carbono e fósforo,
utilizados como inseticidas – e carbamatos – princípios ativos de
alguns inseticidas comerciais -, as pessoas podem desenvolver
neuropatias, ou seja, afecções que acometem os nervos periféricos que
se estendem da medula ou do tronco encefálico até as extremidades. Além
disso, destaca, essas substâncias também “podem afetar canais de cálcio
ou bloquear o ácido gama-amino-butírico (gaba) como pode ocorrer com o
fipronil e avermectinas”. Entre os sintomas mais comuns, a médica
destaca ainda casos de “intoxicação aguda onde podem ocorrer, entre
outros efeitos, fasciculações, tremores, convulsões, tonteiras,
cefaléias e, nos casos graves, perda de consciência/coma”.
Neice Muller Xavier Faria possui graduação em Medicina, pela
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), e mestrado e doutorado em
Epidemiologia, pela Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), com a tese
Saúde do trabalhador Rural. Atualmente, é docente da Faculdade
Cenecista de Bento Gonçalves, professora convidada dos cursos de
pós-graduação na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
(PUC-RS), na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e no
Centro de Ensino Superior Cenecista de Farroupilha.
Confira a entrevista.
IHU On-Line – Em que sentido a prática de suicídios em algumas
regiões do Rio Grande do Sul está relacionada com os agrotóxicos? Que
sintomas essas substâncias causam para levar uma pessoa a cometer
suicídio?
Neice Muller Xavier Faria – Em alguns casos, a pessoa ingere
agrotóxicos, que neste caso seria o agente causador direto. Sobre a
relação entre exposição aos agrotóxicos e a ocorrência de suicídios,
conduzi, com outros colegas, um estudo epidemiológico, de delineamento
ecológico, que pretendia examinar esta associação. Os coeficientes
padronizados de mortalidade por suicídio eram quase três vezes maiores
entre trabalhadores da agropecuária/pesca do que em outros grupos como
técnicos e administrativos. O estudo tentou identificar exatamente a
razão deste aumento na mortalidade por suicídio, principalmente porque
o número de trabalhadores rurais é bem maior que o de pescadores. Mas
os dados de uso de agrotóxicos (especificamente o receituário
agronômico) apresentavam tantos problemas que não foi possível testar
esta associação. Por outro lado, num estudo transversal feito entre
cerca de 1282 trabalhadores da serra gaúcha (minha dissertação de
mestrado), encontramos uma clara associação entre intoxicação por
agrotóxicos e a prevalência de transtornos psiquiátricos menores (teste
srq-20 ). Além disso, testando isoladamente as questões do srq
encontramos associação entre intoxicação por agrotóxicos com 13 dentre
os 20 sintomas psiquiátricos avaliados. E, dentre estes, uma clara
associação com pensamentos suicidas. Resultados semelhantes foram
encontrados por pesquisadores de outros países usando instrumentos
diferentes para avaliar depressão/distúrbios psiquiátricos
IHU On-Line – Em que sentido os agrotóxicos também atingem o Sistema Nervoso Central?
Neice Muller Xavier Faria – O principal mecanismo de ação dos
inseticidas é sobre o sistema nervoso dos insetos e o problema é que
este efeito não se restringe à espécie-alvo e pode afetar também os
mamíferos. O mecanismo varia conforme o produto. O mais conhecido é a
inibição da acetilcolinesterase (ocorre com os organofosforados e
carbamatos ). No caso dos organoforados, pode ocorrer neuropatias de
médio e longo prazo. Mas alguns também podem afetar canais de cálcio ou
bloquear o ácido gama-aminobutírico (gaba) como pode ocorrer com o
fipronil e avermectinas. O efeito neurotóxico mais comum é na
intoxicação aguda onde podem ocorrer, entre outros efeitos,
fasciculações, tremores, convulsões, tonteiras, cefaléias e, nos casos
graves, perda de consciência/coma.
IHU On-Line – Que doenças degenerativas a senhora aponta?
Neice Muller Xavier Faria – Depende do grupo químico e do organismo
do trabalhador exposto (outras doenças concomitantes, pré-disposição
genética) e do grau de exposição (que inclui vários aspectos das
condições de trabalho). Além das neuropatias, podemos encontrar
distúrbios respiratórios (asma e doença respiratória crônica
inespecífica), gastrointestinais (incluindo hepatopatias) e endócrinos
(hipotireoidismo/bócio), além de câncer. Varia conforme o produto
envolvido.
IHU On-Line – Como e por quanto tempo essas substâncias costumam agir no corpo humano?
Neice Muller Xavier Faria – Esta resposta não é absoluta. Depende do
tipo químico. Os inseticidas organoclorados se fixam na gordura
corporal e podem ficar décadas no corpo (bem como no solo). Outros
produtos apresentam a meia vida curta como os carbamatos. A questão que
se discute hoje é que alguns produtos podem fazer aflorar problemas de
saúde que podem permanecer mesmo depois que não tenha mais ação direta
dos agrotóxicos. Os problemas psiquiátricos e respiratórios, por
exemplo, foram associados à ocorrência de intoxicações no passado.
IHU On-Line – Pesquisas internacionais associam a doença de
Parkinson à exposição excessiva de substâncias tóxicas como
agrotóxicos. A senhora tem informações sobre isso? Pode nos falar um
pouco sobre essa perspectiva?
Neice Muller Xavier Faria – Recentemente, eu estive num congresso
internacional de saúde ocupacional, onde assisti uma apresentação de um
pesquisador italiano que fez uma revisão de estudos envolvendo
neurotoxicidade de agrotóxicos. Ele disse que, embora o tema seja
controverso, várias evidências sugerem que existe esta associação.
Mencionou especificamente a relação com os organofosforados. Mas tem
uma tese brasileira, em São Paulo, que abordou parkinsonismo em relação
ao manganês presente em fungicidas ditiocarbamatos.
(Ecodebate, 13/06/2009) publicado pelo IHU On-line,
10/06/2009 [IHU On-line é publicado pelo Instituto Humanitas Unisinos -
IHU, da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – Unisinos, em São
Leopoldo, RS.]
Inclusão na lista de distribuição do Boletim Diário do Portal EcoDebate
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Prezado Dr. Luiz Meira,
Gostaria, por favor, de saber o que deve ser utilizado para tratar cólica nos
rins em razão de cálculo renal (pedra no rim) e quais alimentos devem ser
evitados.
Obrigado
Gabriel
--- Em luizmeira@..., "Gabriel" <setecolinasbr@...> escreveu
>
> Prezado Dr. Luiz Meira,
> Gostaria, por favor, de saber o que deve ser utilizado para tratar cólica nos
rins em razão de cálculo renal (pedra no rim) e quais alimentos devem ser
evitados.
> Obrigado
> Gabriel
>
Olá Gabriel,
O principal medicamento é o Equisetum:
http://luizmeira.com/dados/medical/natural/homeo/boerick/equis-h.htm
Quanto aos cuidados, o principal é evitar alergias, pois a matriz proteica onde
são sedimentados os sais que formam os cálculos é resultado da eliminação pelo
rim de metabólitos de anticorpos autoimunes.
http://luizmeira.com/ai.htm
Atenciosamente
Luiz Meira
Obrigado pela informação e pela atenção.
Gabriel
--- Em luizmeira@..., "Luiz Roberto Salvatori Meira"
<falecom@...> escreveu
>
> --- Em luizmeira@..., "Gabriel" <setecolinasbr@> escreveu
> >
> > Prezado Dr. Luiz Meira,
> > Gostaria, por favor, de saber o que deve ser utilizado para tratar cólica
nos rins em razão de cálculo renal (pedra no rim) e quais alimentos devem ser
evitados.
> > Obrigado
> > Gabriel
> >
> Olá Gabriel,
>
> O principal medicamento é o Equisetum:
http://luizmeira.com/dados/medical/natural/homeo/boerick/equis-h.htm
>
> Quanto aos cuidados, o principal é evitar alergias, pois a matriz proteica
onde são sedimentados os sais que formam os cálculos é resultado da eliminação
pelo rim de metabólitos de anticorpos autoimunes.
> http://luizmeira.com/ai.htm
>
> Atenciosamente
> Luiz Meira
>
----- Mensagem encaminhada ---- De: Carla Maria Maganini <carlamaganini@...> Para: Luiz Roberto Salvatore Meira <falecom@...> Enviadas: Terça-feira, 23 de Junho de 2009 14:25:00 Assunto: POMADA DE VENENO DE ABELHA ?
Caro Dr. Luiz Meira,
Gostaria de obter informações, se possível, sobre o uso de pomada de veneno de abelha (40%) no tratamento de artrose, principalmente no que tange as manifestações alergicas. Gostaria ainda, de obter as suas indicações para o tratamento clínico.
Olá Luiz, Como vai? Um amigo amanheceu com um tersol, por favor qual o tratamento? existe alguma planta ou essa manifestação tem uma razão? Aguardo retorno se possível. Muito obrigada, grande abraço. Inês
Podem existir outros fatores, mas é uma observação consistente... logo alguém vai construir uma resposta precisando a relação com ondas eletromagnéticas... a questão é que a ascenção dos wifi e telefones sem fio podem interferir nesta análise....
Estudo associa uso de celulares ao câncer nas glândulas salivares
Um
relatório israelense divulgado nesta semana sugere que o grande aumento
nas taxas de câncer nas glândulas salivares pode estar associado ao
crescimento do uso de telefones celulares. Segundo os autores, ao
contrário de outros cânceres orais, tumores nessas glândulas são
“desproporcionalmente comuns em pacientes jovens”.
Avaliando
a incidência de câncer na cavidade oral em Israel no período entre 1970
e 2006, os pesquisadores da Universidade Hadassah registraram quase 12
mil casos, principalmente nos lábios e na garganta. E eles expressaram
maior preocupação com o crescimento dos casos de câncer nas glândulas
parótidas, localizadas na região abaixo do ouvido – entre os anos de
1980 e 2002 o número casos passou de 25 por ano para 70.
“Não coletamos dados sobre o uso de celulares em parte dos pacientes", explicaram os autores. "Mas o aumento (nos casos de câncer)
absolutamente poderia indicar exposição aumentada aos telefones
celulares e os danos causados pela radiação", completaram os
pesquisadores. Eles pretendem, agora, coletar dados dos pacientes sobre
o uso do celular para examinar se isso efetivamente pode ser
relacionado ao câncer nas glândulas salivares.
A recent study documents a sharp rise in the
incidence of salivary gland cancer in Israel that researchers believe
may be linked to the use of mobile phones.
The study was commissioned by the Israel Dental Association and
directed by Avi Zini of the community dentistry department at the
Hebrew University-Hadassah School of Dental Medicine. The study
included examination of the incidence of oral cavity cancers in Israel
from 1970 to 2006. Among salivary gland cancer cases, researchers found
a worrying rise in the number of cases of malignant growth in parotid
glands - the salivary gland located under the ear, near the location
where cell phones are held during conversations.
By contrast, the incidence of salivary cancers in glands of the
lower mouth - the so-called submandular and sublingual salivary glands
- remained stable.
From 1980-2002 the number of cases of parotid
salivary cancer held steady at around 25 per year. The number of cases
rose dramatically in the five years after to 70 cases per year.
"We haven't gathered data on the use of cell phones on the part of
the patients," Zini said, "but the rise [in cancer cases] absolutely
could indicate increased exposure to cellular telephones and damage
caused by radiation."
The researchers intend to collect data on their oral cancer
patients' cell phone use during the next stage of the study to examine
the possible statistical link between the two.
Of the 11,843 Israelis who developed oral cancers during the period
studied, salivary gland cancer was the third most common (at 16.2
percent) after lip cancer and throat cancer. Most oral cancer patients
were over 70, with only 2.7 percent under the age of 20.
However, salivary gland cancer, which researchers suspect to be
linked to cell phone use, was disproportionately common among young
patients. One fifth of those patients were under 20. Oral cancers are
associated with a high mortality rate in Israel, with patients living
an average of five and a half years. About 2 percent of total cancer
cases involve oral cancer.
Warning signs of oral cancer include a white or red spot in the
mouth, a sore that does not heal for eight weeks or more, or the
appearance of a sore or spot on the tongue. First symptoms of salivary
gland cancer include swelling or soreness in the face or neck, a change
in the size or shape of one side of the face or dulled feeling or
drooping on one side of the face.
A year and a half ago, a study led by Siegal Sadetzki of the
Gertner Institute for Epidemiology and Health Policy at Sheba Medical
Center, Tel Hashomer, found a link between cell phone exposure and
malignant and benign tumors on the head and neck; after five or more
years of exposure, a 34 percent rise in the incidence of tumors on the
side of the face on which the user holds the cell phone.
The study also noted there was a drop in radiation levels through the use of accessories such as earphones.
Olá Dr Luiz,
Outro dia me deparei numa farmácia homeopática com o Colírio de
Cinerária Marítima
(http://www.homeopatiaalmeidaprado.com.br/sgc/base/inf_prod_show_mm.asp?idp=89)
Cinerária marítima 1 CH 0,01 ml
Veículo qsp 1,00 ml
Veículo: Borato de Sódio, Cloreto de Sódio e água destilada.
recipiente de 10ml
INFORMAÇÕES AO PACIENTE
Ação esperada do medicamento
Como auxiliar no tratamento da opacidade do cristalino (catarata) e da córnea.
comparando com Eufhrasia Officinalis
indicado para
(http://www.homeopatiaalmeidaprado.com.br/sgc/base/inf_prod_show_mm.asp?idp=90)
pela descrição do site da Almeida Prado parece o mesmo:
Euphrasia officinalis 1CH 0,01 ml
Veículo qsp 1,00 ml
Veículo: Borato de Sódio, Cloreto de Sódio e Água destilada.
recipiente de 20ml.
INFORMAÇÕES AO PACIENTE
Para que este medicamento serve?
Este medicamento é utilizado como auxiliar no tratamento da conjuntivite e
irritações oculares.
Gostaria de saber se há alguma diferença entre os dois?
Obrigada pelo esclarecimento.
[]s
Paula
Olá Luiz, tudo bem?
Meu nome é Werner e gostaria de saber algo sobre o que ouvi falar ser um
eczema...Tenho essas manchas vermelhas, que às vezes coçam e que pioram com sol
ou banho quente, no nariz, próximo a ele, atrás das orelhas e um pouco entre as
sombrancelhas.
Já há mais de um ano eu reduzo a quantidade de carne e leite que ingiro.
Estou usando sabonete dove branco, diminuindo a água quente e tomando esses
remédios homeopáticos uma vez por dia (só qdo piora, então tomei uns dois ou
três dias e parei uma semana, depois volto, etc): complexo B e vitamina E (tb
comprei zinco mas não usei ainda e usei uma pomada homeopática pra momentos
extremos, parece ser mto boa). Tive algumas melhoras...Mas será que pra ficar
100% é questão de tempo?
Gde abraço
Werner
Rosa, preciso falar com o Luiz minha filha que está na Paraíba, me ligou e está com pedra nos rins tem uma pedra pequena expelindo; ela já está medicada, mas quer saber a opinião do Luiz, o que pode tomar para ajudar a sair a dita pedra
Equisetum arvense CH12, 3gts de 5 em 5 min calor no local muita água ou pouca? A pedra é grande? não, pequena Luiz diz que se a pedra for grande e se tomar muita água pode ir para o ureter e "entupir" Por isso o medicamento para isso o médico falou que é bem pequena equisetum e depois água certo, gracias! melhoras (F) Mais uma coisa: diminuir ou cortar proteínas animais (sal na proteína geram pedras nos rins) do site do Luiz: http://luizmeira.com/dados/medical/natural/homeo/boerick/equis-h.htm
Usar a infusão ou TM entre 15 e 19hs Para infecções na bexiga e problemas renais. Tenho acompanhado a dissolução de cálculos num prazo de 6 meses, mesmo aqueles muito grandes.
Rosa Petrus telefax: 21 2285.4292
cel: 21 8665.3637 skype: rosa_petrus
OLá Rosa
hoje tenho uma ultrassonografia das mamas e o laboratório precisa do CID;
N60.9
Displasia mamária benigna não especificada
vou também fazer uma ultrassonografia PELVICA;
a atendente perguntou se estava escrito transvaginal e eu vi que não, mas das outras vezes foi esta que eu fiz;
ela também precisa saber desta confirmação
supra-púbica (pela barriga). Não é necessário fazer este exame por meio transvaginal.
* * * A Naturologia é uma ciência que estuda métodos naturais,
antigos, tradicionais e modernos de cuidado, visando a promoção,
manutenção e recuperação da saúde, a melhoria da qualidade de vida e o equilíbrio do ser humano com o meio em que vive (SEKIYA et al, 2006).
* * *Dr. Luiz Meira é médico formado pela Unicamp, atua em Campinas e no Rio de Janeiro. Sua proposta de trabalho é naturalista, utilizando iridologia como ferramenta diagnóstica. Propõe conceitos alimentares, fundamentados nos textos bíblicos, com vistas ao equilíbrio e prioriza fitoterapia e homeopatia na terapêutica.
Mais informações, acesse: http://luizmeira.com
Cravos espetados em limão afastam os mosquitos Um repelente eficiente e barato. O limão, quem diria, tão apreciado nas caipirinhas, não tem o mesmo prestígio entre os mosquitos. Aliado ao cravo, ajuda-nos a combater o Aedes Aegypti. Repelente de mosquitos O cravo-da-índia, espalhado por superfícies, é muito utilizado para afastar formigas.
Contra mosquitos era novidade, até que experimentei e fiquei admirado com os resultados. Faça como na foto. Enterre alguns cravos em meio limão. Faça isso com 3 ou 4 limões e espalhe pela casa. Mais uma arma para afastar os mosquitos e se prevenir contra a dengue.
Não consigo acreditar nessa maravilha no que está aí.
Alguém tem alguma outra informação sobre o assunto?
Desde já agradeço,
um abraço,
Rosangela.
O que é Arroz Parboilizado? A palavra parboilizado teve origem na adaptação do termo inglês parboiled, proveniente da aglutinação de partial + boiled, ou seja, "parcialmente fervido".
Não se trata de arroz parafinado, ou colado, como muitos pensam. O processo de parboilização baseia-se no tratamento hidrotérmico a que é submetido o arroz em casca, pela ação tão somente da água e do calor, sem qualquer agente químico.
A parboilização é realizada através de três operações básicas:
1. Encharcamento: o arroz em casca é colocado em tanques com água quente por algumas horas. Neste processo, as vitaminas e sais minerais que se encontram na película e germe, penetram no grão à medida que este absorve a água.
2. Gelatinização: Processo Autoclave - o arroz úmido é submetido a uma temperatura mais elevada sob pressão de vapor, ocorrendo uma alteração na estrutura do amido. Nesta etapa, o grão fica mais compacto e as vitaminas e sais minerais são fixados em seu interior.
3. Secagem: O arroz é secado para posterior descascamento, polimento e seleção.
Suas vantagens são:
- Rico em vitaminas e sais minerais, devido ao processo de parboilização; - Quando cozido, fica sempre soltinho; - Rende mais na panela; - Requer menos óleo no cozimento; - Pode ser reaquecido diversas vezes, mantendo suas propriedades;
- Alto grau de higiene no processo de industrialização; - Conserva-se por mais tempo.
O Brasil detém a tecnologia de parboilização mais avançada do mundo!
---------- Forwarded message ---------- From: Rosa Petrus<rosapetrus@...>
Date: 2009/11/26 Subject: Veneno à nossa mesa: Produtor usa mais agrotóxico que o necessário
Para José Roberto da Ros, diretor do Sindag, agrônomo tem que ser responsável-técnico e não “apenas receitador”
Os produtores rurais brasileiros têm usado mais agrotóxicos do que
seria necessário para combater as pragas e doenças em suas lavouras. Ao
vincular o receituário dos engenheiros agrônomos à dosagem recomendada
nos rótulos dos produtos, a atual Lei de Agrotóxicos mantém aberta essa
brecha que estimula um alto consumo de químicos no país.
“O agrônomo não pode receitar doses menores de defensivos porque a
Lei nº 7.802, de 1989, exige a dose completa do rótulo. Os veterinários
podem fazer, mas os agrônomos não podem”, afirmou o coordenador de
Controle de Resíduos e Contaminantes Vegetais do Ministério da
Agricultura, Carlos Ramos Venâncio. Em 2008, os produtores gastaram US$
7,12 bilhões para adquirir 734 mil toneladas de agrotóxicos no Brasil.
Reportagem do Valor Econômico.
O Senado iniciou ontem o debate para alterar a lei. Em audiência
pública, o presidente da Comissão de Agricultura do Senado, Valter
Pereira (PMDB-MS), anunciou a disposição de modificar alguns pontos da
lei para permitir aos agrônomos a receita exata de cada produto. “Temos
que mudar essa lei”, disse. A alteração pode vir por meio de um projeto
de lei do senador Valdir Raupp (PMDB-RO), em tramitação no Congresso.
A indústria concorda com a iniciativa porque também considera haver
outros interesses em jogo, como a aprovação de produtos específicos
para as chamadas “minor crops” – hortaliças, frutas e legumes. Além
disso, os fabricantes de agrotóxicos buscam combater o contrabando de
produtos ilegais, sobretudo de origem chinesa, em regiões de fronteira
com Paraguai e Argentina. “Só pode receitar o que está no rótulo. [O
agrônomo] tem que passar a ser responsável-técnico pela fazenda ou
lavoura, e não ser apenas receitador”, defendeu o diretor do Sindicato
Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Agrícola (Sindag), José
Roberto da Ros.
As alterações na Lei de Agrotóxicos devem incluir a permissão para
registro e produção de agrotóxicos para as “minor crops”. Hoje, não
existem produtos específicos para essas culturas. Produtores de frutas
e hortaliças temem a suspensão das importações pela União Europeia em
razão do uso ilegal de determinados agrotóxicos não autorizados pelo
governo. Os produtores têm que usar produtos ilegais e a UE anunciou
recentemente que restringirá o uso de agrotóxicos em produtos comprados
pelos 27 países do bloco.
A UE passará a exigir resíduos em “partes por bilhão”. Ou seja, será
mil vezes mais restrito do que ocorre atualmente. Os produtores
informam que a UE reduzirá de 972 para 469 as substâncias permitidas
dentro do bloco. Por isso, os órgãos registradores terão que autorizar
o uso de novos produtos e novas moléculas no curto prazo.
O debate dura seis anos no Brasil. E a Agência Nacional de
Vigilância Sanitária (Anvisa) promete uma solução para meados de 2010.
“Vamos ter uma instrução normativa conjunta adaptada de uma regra
aplicada nos Estados Unidos”, afirmou o gerente de Avaliação do Risco
da Gerência-Geral de Toxicologia da Anvisa, Ricardo Augusto Velloso.
“Um produto registrado no tomate poderá ser usar no pimentão. Mas serão
produtos com características toxicológicas mais suaves”.
Tive três entorses no pé direito, o que comprometeu meus ligamentos fibulares
que se religaram da forma como puderam, no entanto apresentam espessamento e não
tem mais forma de voltarem ao normal. Juntamente houve uma pequena lesão da
cartilagem talotibial o que causa dor quando caminho muito ou subo e desço
escadas.
O tratamento alopático prescrito foi a medicação Artrolive que dizem que
preserva o que restou da cartilagem no entanto não há recupera.
Faço uso de gel de arnica para a dor.
Gostaria de saber do grupo se há algo mais que possa ser feito no sentido de
amenizar a dor e talvez por "um milagre" reconstituir a cartilagem.
Sou grata a todos que tiverem alguma sugestão.
Paula
é meu desejo que você recurere e com a graça de Deus, poder restaurar o que se pensa perdido.
Ora bem, aqui vai o meu parecer e espero que lhe seja útil.
Não sei se já ouvio falar em Silicio Orgânico! é algo que pode ajudar a regenerar esse tecido, pois como sabe certamente, grande parte do nosso depende de Silicio, e infelismente por razões diversas temos um desgaste muito grande dele e por isso só temos 7% no nosso corpo.
Por outro lado, existem enzimas não degestivas, mas proteoliticas e cataliticas, a partir da Bromelaina Papina, Rutina, Tripsina e quimotripsina entre outros, a acção destas enzimas que tem uma acção também de desfazer todas as fibroses, tem ainda uma acção em todos os processos inflamatórios. Não são farmacos como os entendemos, mas sim suplementos considerados nutricionais.
Aqui em Portugal, estão a ser usados pela associação portuguesa de reumatologia por exemplo e noutros tipos de tratamentos de situações degenerativas.
Há ainda uma possibilidade de utilizar produtos homeopáticos, de um laboratório Alemão de Heel, como por exemplo Trameel, Zeel, Rodendronoheel, com a junção de Xilocaina ou procaina ou Lidocaina, na porprção de 2 mll por tratamento, que se aplicam nas regiões onde o processo foi desencadeado com uma agulha de mesoterapia, para resultados mais rápidos, mas também se pode beber o que demora muito mais tempo.
Quanto ao gel de arnica é muito bom, pois ajuda a diminuir a dor e a permitir uma melhor mobilidade.
Bom minha amiga, me permita tratar assim, espero que de alguma forma possa ter
contribuido com alguma coisa para as suas melhoras que espero sejam rápidas.
Em 25 de fevereiro de 2010 07:12, paulaseabradutra <paseabra@...> escreveu:
Tive três entorses no pé direito, o que comprometeu meus ligamentos fibulares que se religaram da forma como puderam, no entanto apresentam espessamento e não tem mais forma de voltarem ao normal. Juntamente houve uma pequena lesão da cartilagem talotibial o que causa dor quando caminho muito ou subo e desço escadas.
O tratamento alopático prescrito foi a medicação Artrolive que dizem que preserva o que restou da cartilagem no entanto não há recupera. Faço uso de gel de arnica para a dor.
Gostaria de saber do grupo se há algo mais que possa ser feito no sentido de amenizar a dor e talvez por "um milagre" reconstituir a cartilagem.
Sou grata a todos que tiverem alguma sugestão. Paula
aqui, do lado casa, há pessoas que queimam chapas de raio x pra extrair prata.
algumas pessoas me disseram que há metais pesados resultando dessa atividade.
o problema é que minha mãe tem uma horta, e um pé de babosa... que não está exatamente próximo ao local onde eles jogam os detritos, mas separados a partír de uns 20 metros e dois muros.
queremos saber se há perigo em consumir dessa horta, e se há algum teste de solo que podemos fazer.
Normalmente 20 metros de distância é considerado suficiente para separar a área, se não houver contaminação por vento ou água, ou seja, se os detritos forem pó podem ser levados pelo vento ou água, dependendo da declividade. O certo seria fazer uma barreira na divisa da horta com o plantio de Capim Elefante ou Napier, e uma valeta atrás dessa barreira desviando o curso de água de enxurrada da horta. Assim a possibilidade de contaminação diminui muito e você poderia se alimentar dessas hortaliças.
Em Campinas tem um laboratório que faz análise de metais pesados, a Biominerais (19) 3213 3668 que fica na Rua: Professora Reine Germana Cazes, 20. Jardim Miranda. Mas estas análises são caras. Seria legal procurar a Faculdade de Engenharia Agrícola na Unicamp e perguntar se poderiam fazer estas análises a baixo custo.
Boa sorte e abraços,
Enga. Agra. Luciana Gomes de Almeida Gerente de Consultoria e Projetos Associação Brasileira de Agricultura Biodinâmica CNPJ: 00.835.771/0001-07 Insc. Estadual: Isento Rodovia Gastão Dal Farra Km 04 Bairro: Demétria - Cx. Postal: 1016 Cep: 18.603-970 Botucatu/SP luciana@... skype: lugorganica (14) 3815 7862
"O bem (-estar) de uma integralidade formada por pessoas que trabalham em conjunto será tanto maior quanto menos o indivíduo exigir para si os resultados do seu trabalho, ou seja, quanto mais ele ceder estes resultados
aos seus colaboradores e quanto mais suas necessidades forem satisfeitas, não por seu próprio trabalho, mas pelos demais." Rudolf Steiner - Lei Social Principal - 1905