Olá Prezado José Luiz e demais participantes da lista,
Atenção à tireóide é algo que realmente devemos priorizar, pois a prevalência tem sido cada vez maior. Estatísticas recentes têm sugerido que 10% das mulheres em idade fértil estão com disfunção tiroidea. Podemos esperar maior progressão da prevalência ao considerarmos que seja uma doença potencializada pelas pressões da vida urbana e pelos alergênicos (suínos, transgênicos, produtos químicos). Este aspecto alergênico é o que necessita maior realce, pois a aproximação genérica com a tireoidite não leva em consideração este aspecto, assim como a maioria das outras doenças auto-imunes, tais como artrite reumatóide, esclerose múltipla, nefrites, etc.
Atualmente estou observando uma relação interessante para nosso contexto: o acréscimo de Iodo ao sal de cozinha, justamente com a intenção de proteger a tireóide, possivelmente deve estar piorando a situação, pois tenho observado pessoas que interrompem o uso de sal iodado e melhoram da disfunção tiroidea. Caso tenham referências nesta perspectiva peço a gentileza de enviarem.
Felicito o José Luiz pela iniciativa de disseminar o teste da temperatura corporal, e relembro a possibilidade de verificarem a área da tireóide na íris (http://luizmeira.cjb.net//irisregula.htm#tireoide), pois este recurso tem se mostrado extremamente sensível, muitos anos antes de acontecerem as alterações hormonais que influenciam a curva térmica.
> ----- Original Message Follows ----- > From: "Jose Luiz M Garcia" <gingerjo@...> > To: <ALT_HEP_C@...> > Subject: [ALT_HEP_C] Hypotiroidismo > Date: Thu, 8 Jul 2004 19:40:52 -0300 > > Atenção a todos. > > Eu gostaria que todos os participantes fizessem > > oteste para ver se estão com a tireóide hipo ativa. > > O teste consiste um abaixar um termometro até > > 30 graus na noite anterior e coloca-lo ao lado da > > cama. > > Ao acordar, não se levante, apenas pegue o termometro > > previamente abaixado e coloque embaixo do braço. > > Continue na cama por mais 10 minutos sem se mexer. > > Leia a temperatura. > > Se estiver abaixo de 36 graus coloque as barbas de > > molho. Existem maneiras naturais de se suplantar esse > > problema. > > Por favor me informem do resultado. > > > > Jose Luiz
Boa tarde Luiz!
Como você está?
Estou lhe enviando este e-mail para agradecer a
consulta por telefone. Nós não demos o antibiótico,
como a pediatra receitou, e sim o Mercurius sol. CH12
e Belladona Ch12 que você nos indicou. Funcionou muito
bem, em dois dias a Victoria estava ótima.
Foi interessante ver a reação de algumas pessoas,
quando souberam que a Vic, melhorou em dois dias com
homeopatia, quase não acreditaram, acho que essas
mesmas pessoas vão pensar duas vezes antes de sair
oferecendo antibiótico aos pequenos só porque a
pediatra receitou!
A Victoria sofreu queimadura de 2grau com ferro
quente, estou tratando com babosa, esta cicatrizando
muito bem.
No mais, tá tudo em ordem.
Um abraço, e obrigada pela ajuda,
Adilma
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Bom dia Luiz e demais membros da lista
Gostaria de sugerir a seguinte experiência: coloquem o feijão de molho
com 100ml de vinagre p/ 1l de água mineral, com pelo menos duas trocas
durante o período e digam o que aconte, a flatulência acaba? Aqui em
casa deu certo, gostaria que outras pessoas fizessem o mesmo,
apresentando resultados.
Gostaria de saber se alguém sabe a diferença entre usar pó de mármore
e pó de rocha vermelha para equíbrio do solo.
obrigada,
Adilma
A questão do Flúor, associada ao iodo no sal, ao cloro ativo junto aos solventes da limpeza , a o abuso de sal e óleo na comida...
Lembrar que diariamente ocorrem dezenas de rupturas simultâneas entre a rede de esgotos e a de água. Os alagamentos rotineiros também contribuem para a contaminação da rede de água. Nos grandes centros temos também a contaminação de resíduos industriais que a maioria das técnicas purificadoras de água não conseguem eliminar.
Quanto aos cuidados com os dentes, seria melhor investir no consumo de Coco maduro, milho cozido na espiga e similares, que limpam os dentes e redistribuem as pressões entre as arcadas, orientando o crescimento harmônico dos dentes, evitando também custos ortodônticos.
Ao diminuirmos a ingestão de sal de cozinha, estaremos diminuindo também a necessidade de líquidos em geral, nos expondo menos às possíveis intoxicações inconscientes.
Oi pessoal cuidado c o flúor. Raphael Girsas > > Provavelmente você ficaria muito alarmado se lhe > dissessem que, sem o seu conhecimento, administram > regularmente medicamentos com uma substancia mais > venenosa que o chumbo, que pode causar fragilidade > óssea e câncer, entre uma serie de outras doenças e, > que é o componente principal das drogas que alteram o > cérebro. Isso é o que alguns médicos qualificados e > conselheiros de saúde dizem que ocorre a milhões de > pessoas no mundo inteiro. Que substância agressiva é > essa? O flúor na água potável. > > A maioria de nos conhece o flúor como preventivo das > cáries. Por isso foi acrescentado à maioria > dentifrícios, supostamente para reduzir as visitas ao > dentista das crianças. Contudo, na historia do uso do > flúor há um aspecto muito ameaçador. > > Foi provado que o flúor pode endurecer a superfície > dos dentes, porém, também trata-se de um elemento > altamente tóxico relacionado com um grande número de > doenças físicas e mentais. Estudos publicados > recentemente demonstram que a metade do flúor (ácido > hexafluorsilícico) que se acrescenta na água potável > do Reino Unido pode produzir danos genéticos. > > Desde a Segunda Guerra Mundial não se realizou nenhuma > pesquisa sobre os efeitos potencialmente letais do > flúor. Contudo vários cientistas, entre eles o Dr. > Hans Moolenburg, um dos principais ativistas da > campanha anti-flúor dos Países Baixos, estão > convencidos de que em muitos países da Europa > Ocidental se está reforçando um perigoso e sinistro > esquema de medicação massificada que foi usado na > Alemanha nazista. > > Nos piores dias da Segunda Guerra Mundial, centenas de > inocentes foram exterminados nos campos de > concentração alemães. A morte por doenças, inanição e > extrema brutalidade era algo cotidiano e isso era > complementado com o emprego de drogas e produtos > químicos. Os cientistas nazistas, desejando manter um > clima de temor tinham encontrado um método simples de > controlar o comportamento dos prisioneiros dos campos. > > > Jovens sobreviventes do campo de concentração de > Auschwitz, esperando pela libertação. Os nazistas > "ministraram" flúor na água dos campos de extermínio, > que agiu como sedativo, apaziguando os prisioneiros. > Apesar desse precedente, o uso da água fluorada ainda > é promovido em diversos países. O flúor também é > empregado como componente ativo de poderosos > tranqüilizantes. > > Descobriu-se que repetidas doses em quantidades muito > pequenas de flúor afetam o cérebro, envenenando e > narcotizando lentamente as pessoas e tornando-as > submissas. Ansiosos em explorar o efeito do flúor, os > comandantes dos campos alemães o acrescentaram ao > abastecimento d'água. > > Os efeitos da água fluorada impressionaram fortemente > os serviços de inteligência. Consideraram que a água > fluorada era o meio ideal para controlar as populações > depois de seus países terem sido invadidos. > Antecipando-se à vitória, a fábrica alemã de produtos > químicos I. G. Farben, instalada em Frankfurt, foi a > encarregada da produção massificada de flúor destinado > aos campos de extermínio e a outros futuros usos > possíveis. > > No final da Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos > encarregaram Charles Eliot Perkins, um pesquisador > especializado em química, patologia e fisiologia, de > estudar a técnica de controle da mente de I. G. > Farben. Em sua pesquisa na Alemanha, Perkins obteve > várias conclusões assustadoras. Informou que "quando > os nazistas, sob as ordens de Hitler, decidiram atacar > a Polônia, ao estados maiores alemão e russo > intercambiaram idéias, planos, cientistas e militares. > Os russos adotaram o esquema de controle de massa > através da medicação, porque adaptava-se perfeitamente > aos seus planos de domínio do mundo..." > > Perkins não envolveu a inteligência aliada nessa > pesquisa sobre o controle mundial de mente dos russos, > porem, uma investigação mais detalhada da I. G. Farben > e suas relações industriais, revela algumas conexões > suspeitas. > > A I. G. Farben expandiu-se durante os anos vinte e > estabeleceu laços através de Wall Street com a > companhia de automóveis de Henry Ford, com a General > Motors de J. P. Morgan e com a Standard Oil, > propriedade da família Rockfeller. > > Nos anos trinta, milhões de dólares foram investidos > nesses acordos e a relação continuou durante a Segunda > Guerra Mundial. É interessante observar que nenhuma > das fábricas e edifícios da I. G. Farben foram > bombardeados, sabotados ou danificados pelos aliados > durante a guerra. O pesquisador Ian E. Stephens disse > que os comandantes das missões de bombardeio tinham > instruções, procedentes provavelmente dos altos > escalões do governo dos Estados Unidos, para evitarem > esses edifícios. Porém, por qual motivo? > > Desde a depressão dos anos vinte, as organizações como > a fundação Rockefeller e a família Ford tinham > incentivado publicamente as políticas de controle de > população a longo prazo. Também sabe-se que certo > numero de pessoas influentes do comércio e da > industria tinham investido grandes somas de dinheiro > nos projetos da I. G. Farben antes e durante a guerra. > Entre elas a família Mellon. > > Essa família fundou a Mellon Institute em 1913 como > uma organização independente para patrocinar avanços > na ciência e na industria. O instituto também > participou da "descoberta" do flúor como "um > maravilhoso preventivo das cáries dentárias". > > A família Mellon também fundou a Aluminium Company of > America (ALCOOA). O flúor é um subproduto altamente > tóxico da fabricação do alumínio e a ALCOOA foi > processada com freqüência por envenenar gado, > colheitas e correntes de água. As medidas de segurança > eram caras. Por tanto, o que se podia fazer para > eliminar esses custos e, talvez, até tornar os > materiais residuais rentáveis? > > Segundo o Pesquisador de Flúor Ian E. Stephen, a > primeira ministra Thatcher triplicou o orçamento para > o tratamento da água com flúor da Irlanda do Norte em > meados dos anos oitenta. Stephen suspeita que isso não > foi motivado por uma preocupação com a saúde dentária > e sim, por uma tentativa de pacificar a região. > > A ALCOOA e outras indústrias produtoras de flúor > financiaram a pesquisa que parecia indicar que > pequenas quantidades desse elemento não eram perigosas > para os seres humanos. Inclusive a pesquisa sugeria > que o flúor protegia contra as cáries dentárias. Os > incentivadores concentraram-se no que eles viam como > vantagens para a saúde, ignorando por completo os > desconhecidos e adversos efeitos cumulativos dessa > substância tão tóxica. > > Os cientistas que trabalham para a American Dental > Association ( ADA) sob o patrocínio da ALCOOA > continuaram promovendo o flúor, apesar do uso que os > fizeram dele. Ainda que dezenas de cientistas e > organizações de pressão questionassem as manifestações > do grupo partidário do flúor, a opinião pública > aceitou rapidamente as supostas qualidades do novo > protetor dental. > > Diante da inquietação de muitos cientistas que > questionaram os seus benefícios para a saúde, a ADA > lançou uma campanha promovendo o uso do flúor. A > aprovação do United Stades Public Health Service ( > USPHS ) reforçou a confiança na nova "droga > maravilhosa" e, em meados dos anos quarenta, várias > cidades dos Estados Unidos começaram a adicionar o > flúor em seus abastecimentos de água. Os > propagandistas obtiveram "aprovações" de instituições > que recebiam protestos aos quais não davam resposta e > foi dado sinal verde para uma campanha a favor do uso > do flúor em escala nacional. > > Desde o final dos anos cinqüenta, o USPHS canalizou > milhos de dólares dos contribuintes dos EUA para > promovem o uso do flúor em outros países e muitas > nações aderiram ao projeto. Porém, a maioria dos > países europeus deixaram-no de lado e outros que > tentaram implantá-lo, logo o abandonaram devido aos > seus efeitos adversos contra a saúde e à sua > ineficácia geral. > > A crença comum é a de que o tratamento com flúor é > efetivo por toda a vida, porém, pesquisas demonstram > que a sua proteção desaparece antes da pessoa > completar 20 anos. De fato, muitos especialistas > afirmam que não existem provas de que o flúor seja > benéfico para o dentes. > > Causando grande perturbação no US National Institute > of Dental Research (NIDR), as análises independentes > de um relatório do próprio NIDR de 1988 sobre o dados > odontológicos de 39.107 crianças dos Estados Unidos, > demonstraram que praticamente não havia nenhuma > diferença no número de cáries entre as crianças que > viviam em regiões onde esse tratamento não era > aplicado. > > A pesquisa sobre os outros usos do flúor é reveladora. > Os tranqüilizantes, que vão desde os sedativos suaves > prescritos para a depressão, até os poderosos > medicamentos que alteram a mente, transformaram-se em > uma indústria multimilionária. > > Mais de 60 tranqüilizantes do mercado contêm flúor, > aumentando profundamente a potência dos outros > componentes desses medicamentos. O acréscimo de flúor > no tranqüilizante Diazepam (Valium) produz um > tranqüilizante mais forte, o Rohypnol. Ambos são > fabricados pela Roche Products, uma filial da > I.G.Farben, juntos com outros medicamentos > semelhantes. O potente tranqüilizante fluorado > Stelazine é empregado profusamente em asilos e > instituições para doentes mentais em todo o mundo. > > À medida que revela-se mais informação sobre o > acréscimo de flúor na água a ansiedade do público > aumenta. Seus defensores dedicam centenas de estudos > que provam a efetividade do flúor na prevenção contra > as cáries dentárias, porem, a união de cientistas > profissionais da US Environmental Protection Agency > indicam a existência de encobrimentos deliberados dos > graves riscos para as populações assim como a > difamação e até a demissão dos cientista que se > atrevem a falar da verdade. > > Para a maioria dos dentistas, o uso do flúor é um > "medicamento maravilhoso" que oferece resistência a má > higiene bucal e aos problemas de dieta. Para outros, > trata-se de um método desleal e cínico para modificar > nosso comportamento e de um meio que permite a > industria rentabilizar um perigoso produto residual. > Muitos encaram o uso do flúor nos abastecimentos de > água como um medicamento massificado forçado. A > negação dos riscos para a saúde por parte dos > organismos oficiais fazem com que alguns pensem que o > uso do flúor serve como uma forma de controle social. > Apontam a história do uso do flúor e seus vínculos > documentados como sendo, talvez, um dos mais perversos > regimes desse século. > > TESTEMUNHA > > Dennis Edmonson usou o medicamento "Exspansyl > spansule" entre 1970 e 1976, para combater a asma > provocada por sua exposição a produtos químicos > clorados quando trabalhou no King's Royal Rifles, > durante a segunda guerra mundial. O Exspansyl contem > stelazine, um componente fluorado com grandes efeitos > tranqüilizantes. Perguntaram-lhe como sua vida foi > afetada com o uso desse produto: > > "Terrivelmente. O flúor em minha medicação aumentou > sua potência em 25 vezes e, diariamente, tomei > equivalente a 100 miligramas de flúor durante seis > anos. Posteriormente foi diagnosticado que eu sofria > de hipondilose, osteoporose, cifose, escoliose, > espondilosem astefilose, coração grande, candidiase, > glaucoma, em um dos olhos e próstata calcificada. > Também fiquei impotente sexualmente desde que comecei > a tomar a medicação em 1970 e tive que abandonar meu > trabalho como jardineiro em 1980 devido às dores na > coluna e nas articulações." > > Quais foram as medidas oficias que o senhor tomou para > esse problema ao conhecimento do publico? > > "Estive em luta com a junta de pensões da guerra desde > 1977, alegando que minha situação era resultado do > medicamento que me havia sido prescrito. Até agora > concederam-me um acréscimo de 10% na minha pensão por > minha invalidez provocada pela candidiase e pelo > glaucoma. Também estou exigindo uma indenização da > companhia farmacêutica. Porem, além da minha penosa > situação, perdi aproximadamente 7,5cm de altura. Como > poderei remediar isso? > > DESAFIANDO O PARLAMENTO > > Peter Robinson > > Apesar da generalizada oposição. Em 1973, > estabeleceram-se na Irlanda do Norte dois programas de > uso do flúor, porem, não foi guardado nenhum relatório > de suas avaliações. O ministério de saúde admitiu que > "não havia sido realizadas nenhuma pesquisa definitiva > para avaliar os benefícios de cada um dos programas de > uso do flúor aplicadas na Irlanda do Norte". > > Com a ajuda da National Pure Water Association. > Pediram ao deputado Peter Robinson que questionasse o > Parlamento sobre o acréscimo de flúor na água da > Irlanda do Norte. O deputado fez as seguintes > perguntas: A câmara sabe que não há nenhuma pesquisa > que prove a efetividade e a inoculidade do uso do > flúor na água? A câmara sabe que existe um relatório > que prova a periculosidade e a ineficácia da água > fluorada? Até agora não se recebeu nenhuma resposta. > > RECONHECIMENTO OFICIAL > > Em novembro de 1996, Kevin Isaacs, de dez anos, obteve > um indenização de 1.000 libras do fabricante de > dentifrícios Colgate-Palmolive. > > Foi diagnosticado fluorose dental em Kevin, um sinal > evidente de uma superexposição ao flúor. Os dentes > fluoríticos ficaram "furados" e manchados e podem > cariar-se além de ficarem quebradiços. Durante os > últimos cinco anos, mais de trezentas famílias > processaram os fabricantes de produtos fluorados. > > Apesar das angustiantes provas, a British Medical > Association (BMA) mostra-se inflexível em relação a > idéia de que a adição de flúor na água e nos produtos > dentários não é nociva. A BMA também pressiona o > governo para que convença mais companhias de água do > Reino Unido a acrescentar o flúor em seus > abastecimentos. Essa política contrasta com a polêmica > entre os médicos, que continuam divididos sobre os > benefícios do uso do flúor na água potável. > > REALIDADES DO FLÚOR > > - O flúor é mais tóxico que o chumbo, cuja quantidade > na água potável não deve superar 0,5 partes por milhão > (ppm). O nível do flúor na água potável costuma ser da > ordem de 1,5 ppm. > > - Em um relatório da Universidade da Flórida é dito: > "Uma solução de 0,45 ppm de fluoreto de sódio é > suficiente para fazer com que as reações sensoriais e > mentais fiquem mais lentas". > > - Na Sicília foi achada uma relação entre as regiões > de alta concentração de flúor na água com a ocorrência > graves doenças dentárias. > > - No Reino Unido, aproximadamente 5,5 milhões de > pessoas bebem água fluorada artificialmente. > > - A US Food and Drug Admistration considera que o > flúor é um medicamento não aprovado, para o qual não > existem provas de inocuidade e de efetividade. Não o > consideram como um nutriente essencial nas dietas. > > Fonte: http://www.umanovaera.bighost.com.br/ > > > Eu sempre digo de forma provocativa que hoje em dias > somos todos imuno deprimidos pelas seguintes razões: > > 1. Utilização de cremes dentais contendo Flúor. > Existem inumeros relatórios dando conta da ação imuno > depressora do Flúor que duraria até 6 horas. > Tres escovas ao dia significa 18 horas de > imunodepressão. O Flúor é um alogeneto altamente > reativo. > 2. Consumo e utilização de Agua Fluoretada - Pelas > mesmas razões acima. Esse é o grande embuste sobre a > população. O flúor sub produto da indústria de > fertilizantes seria um tremendo estôrvo se algum > "esperto" não tivesse convencido as autoridades de que > o Flúor diminui a incidências das cáries. Isso não é > verdade. No Japaõ o Flúor é proibido e o índice de > cáries é inferior ao nosso. > 3. Consumo e utilização de água Clorada. O cloro é > segundo elemento mais reativo depois do Flúor. É > sabidamente imuno depressor. Além do mais o Cloro não > vai saber diferenciar entre uma célula de bactéria e a > célula do seu corpo. É venenoso a qualquer > forma de vida e ponto final. > 4. Consumo excessivo de açucar refinado. O açucar é > imuno depressivo. Experimentos em culturas de > leucócitos incubados em doses crescentes de sacarose > demonstraram a perda progressiva da sua competência. > > Diante do acima exposto eu acho ser possível qualquer > individuo ter especialmente Candida na forma invasiva > típica daqueles estados de imuno depressão clássicos > com portadores de HIV e cancêr. Pelas mesmas razões > acima (além de um cem número de outras de ordem > nutricional como alimentos vazios, contaminados, > etc... e de um outro tanto de ordem ambiental) é que > eu creio que viroses e outras doenças estão > encontrando terreno fértil para proliferarem-se > descontroladamente. > Ficar-mos repetidamente tentando culpar esse ou aquele > agente infeccioso só irá beneficiar todo o esquema > armado para pesquisar (bilhões de dólares), > criar-se agentes terapêuticos químicos (mais outros > bilhões de dolares) e finalmente ministrar-se esses > agentes quimioterápicos a população (essa é a melhor > parte da brincadeira na qual os laboratórios se > locupletam por exercerem monopólio sobre a venda > desses produtos). > Agentes infecciosos existirão sempre e sempre > existiram. O terreno para a proliferação > dos mesmos está aumentando dia a dia com a progressiva > degradação do meio ambiente. > Essa é na minha opinião a razão para o aumento > progressivo do número de doenças. > > > > Um grande abraço, > > Cláudio Lima - Terapeuta Naturista > +12 9764-1410 > MSN: joshua_lima@... > > SHALOM
Bom dia Silvia
100ml de vinagre para 1litro de água mineral e
500gramas de feijão. Depois das trocas de água lave
bem o feijão para não ficar com sabor de vinagre.
Obrigada,
Adilma
--- Silvia <silvinharezende@...> escreveu: >
Bom dia !
>
> Podemos transformar a informação para 1 litro de
> água ?
> Ou esta medida é para todo o feijão ?
> Quanto de feijão ?
> Não ficou muito claro para mim !
>
> Uma boa semana para todos
>
> Silvia
>
>
> ----- Original Message -----
> From: Adilma
> To: luizmeira@...
> Sent: Monday, July 19, 2004 10:38 AM
> Subject: [Clinica Domestica] flatulência e feijão
>
>
> Bom dia Luiz e demais membros da lista
>
> Gostaria de sugerir a seguinte experiência:
> coloquem o feijão de molho
> com 100ml de vinagre p/ 1l de água mineral, com
> pelo menos duas trocas
> durante o período e digam o que aconte, a
> flatulência acaba? Aqui em
> casa deu certo, gostaria que outras pessoas
> fizessem o mesmo,
> apresentando resultados.
>
> Gostaria de saber se alguém sabe a diferença entre
> usar pó de mármore
> e pó de rocha vermelha para equíbrio do solo.
>
> obrigada,
>
> Adilma
>
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> O Ministério da Saúde através da Agência Nacional de > Vigilância Sanitária, suspendeu por meio da Resolução > 96, a fabricação, distribuição, manipulação, > comercialização e armazenagem de medicamentos com o > principio ativo denominado FENILPROPALAMINA. > > A medida foi tomada depois que a "Food and Drug > Administration", (FDA), dos Estados Unidos, constatou > que a substância vinha provocando adversos FATAIS em > usuários americanos (hemorragia cerebral). No Brasil > a suspensão é preventiva, uma vez que não existem > casos relatados. > > A FENILPROPALAMINA está presente em 21 medicamentos, > especialmente nos anti-gripais. Os medicamentos > suspensos são os seguintes: > > 1) Bernadryl dia e noite. > > > 2) Contac > > > 3) Naldecon Bristol > > > 4) Acolde > > > 5) Rinarin Expectorante > > > 6) Deltap > > > 7) Desfenil > > > 8) HCl de fenilpropalamina > > > 9) Naldex > > > 10) Nasaliv > > > 11) Decongex Plus > > > 12) Sanagripe > > > 13) Descon > > > 14) Descon AP > > > 15) Descon Expectorante > > > 16) Dimetapp > > > 17) Dimetapp Expectorante > > > 18) Ceracol Plus > > > 19) Ornatrol > > > 20) Rhinex AP > > > 21) Contilen > > > Atenciosamente, > > > MAURICI ARAGÃO TAVARES > Médico do Trabalho > CRM.SP.33006
Gostaria de acrescentar mais dados à mensagem da Ana Cristina, realçando que a segurança em manter a espera é que a vitalidade fetal e asituação fisiológica da mãemantiveram-se em faixas confortáveis.
A maturidade placentária apresentou-se jovem ao final da gestação.
Enviada em: sexta-feira, 30 de julho de 2004 09:48
Assunto: [partonosso] A louca de Campinas
Na semana passada me liga um moço simpático. Ele é terapeuta (no sentido amplo da palavra) e estava acompanhando um casal que chegava à 42a semana de gestação.
Ela já tinha uma cesárea prévia acontecida há menos de 2 anos. A família pressionando, o que fazer? Conversamos um pouco, dei umas dicas de indução natural (ele conhecia praticamente todas). E ficamos em contato. Cogitei o descolamento de membranas, mas eles não quiseram fazer.
Nesse sábado ela completou 43 semanas. Nada de TP. O marido ouvia os batimentos cardíacos do bebê várias vezes por dia. Na segunda feira a bolsa se rompe, aconselho não realizar toques para não aumentar o risco de contaminação.
Ela entra em TP às 11h da manhã. Seu filho nasce em casa depois de 21h de trabalho de parto, às 8h do dia seguinte, 43 semanas e 3 dias de gestação. Parto desassistido, só pai e mãe presente. Sem mecônio, batimentos cardíacos se mantiveram perfeitos até o momento do nascimento, sem desacelerações.
Imagine o estresse da família? Bom, estou contando essa história pelo seguinte. Em que lugar do globo terrestre essa mulher poderia ter esperado quase 44 semanas para dar à luz? Não concordo com o parto desassistido, especialmente nessas condições de pós-datismo, mas se ela tivesse QUALQUER profissional com ela, teria conseguido? Certamente não na Holanda, não na Alemanha e não em quase todos os países do mundo. No Brasil nem se fala.
Agora eu lhe pergunto (e me pergunto também). Estaríamos dispostas a esperar tanto? Eu digo por mim que provavelmente não suportaria. Por isso tiro meu chapéu para ela e para o marido.
Reproduzo as conversas sobre metabolismo protéico, relembrando que dieta hiperprotêica é mais indicada para períodos de crescimento e de regeneração, sendo mais longeva.
As proteínas animais liberam muito mais nitrogênio, e a um custo metabólico maior do que as proteínas vegetais.
A soja, por ser transgênica, além de ter suas proteínas metabolizadas a um menor custo, tal qual outros feijões e castanhas, também acaba exercendo efeito alergênico, provavelmente induzindo doenças crônicas auto-imunes.
Veja os conceito que trabalho e avalie também a possibilidade de enviar a foto da íris para que eu possa analisar detalhes complementares.
A questão do Flúor, associada ao iodo no sal, ao cloro ativo junto aos solventes da limpeza , a o abuso de sal e óleo na comida...
Lembrar que diariamente ocorrem dezenas de rupturas simultâneas entre a rede de esgotos e a de água. Os alagamentos rotineiros também contribuem para a contaminação da rede de água. Nos grandes centros temos também a contaminação de resíduos industriais que a maioria das técnicas purificadoras de água não conseguem eliminar.
Quanto aos cuidados com os dentes, seria melhor investir no consumo de Coco maduro, milho cozido na espiga e similares, que limpam os dentes e redistribuem as pressões entre as arcadas, orientando o crescimento harmônico dos dentes, evitando também custos ortodônticos.
Ao diminuirmos a ingestão de sal de cozinha, estaremos diminuindo também a necessidade de líquidos em geral, nos expondo menos às possíveis intoxicações inconscientes.
Oi pessoal cuidado c o flúor. Raphael Girsas > > Provavelmente você ficaria muito alarmado se lhe > dissessem que, sem o seu conhecimento, administram > regularmente medicamentos com uma substancia mais > venenosa que o chumbo, que pode causar fragilidade > óssea e câncer, entre uma serie de outras doenças e, > que é o componente principal das drogas que alteram o > cérebro. Isso é o que alguns médicos qualificados e > conselheiros de saúde dizem que ocorre a milhões de > pessoas no mundo inteiro. Que substância agressiva é > essa? O flúor na água potável. > > A maioria de nos conhece o flúor como preventivo das > cáries. Por isso foi acrescentado à maioria > dentifrícios, supostamente para reduzir as visitas ao > dentista das crianças. Contudo, na historia do uso do > flúor há um aspecto muito ameaçador. > > Foi provado que o flúor pode endurecer a superfície > dos dentes, porém, também trata-se de um elemento > altamente tóxico relacionado com um grande número de > doenças físicas e mentais. Estudos publicados > recentemente demonstram que a metade do flúor (ácido > hexafluorsilícico) que se acrescenta na água potável > do Reino Unido pode produzir danos genéticos. > > Desde a Segunda Guerra Mundial não se realizou nenhuma > pesquisa sobre os efeitos potencialmente letais do > flúor. Contudo vários cientistas, entre eles o Dr. > Hans Moolenburg, um dos principais ativistas da > campanha anti-flúor dos Países Baixos, estão > convencidos de que em muitos países da Europa > Ocidental se está reforçando um perigoso e sinistro > esquema de medicação massificada que foi usado na > Alemanha nazista. > > Nos piores dias da Segunda Guerra Mundial, centenas de > inocentes foram exterminados nos campos de > concentração alemães. A morte por doenças, inanição e > extrema brutalidade era algo cotidiano e isso era > complementado com o emprego de drogas e produtos > químicos. Os cientistas nazistas, desejando manter um > clima de temor tinham encontrado um método simples de > controlar o comportamento dos prisioneiros dos campos. > > > Jovens sobreviventes do campo de concentração de > Auschwitz, esperando pela libertação. Os nazistas > "ministraram" flúor na água dos campos de extermínio, > que agiu como sedativo, apaziguando os prisioneiros. > Apesar desse precedente, o uso da água fluorada ainda > é promovido em diversos países. O flúor também é > empregado como componente ativo de poderosos > tranqüilizantes. > > Descobriu-se que repetidas doses em quantidades muito > pequenas de flúor afetam o cérebro, envenenando e > narcotizando lentamente as pessoas e tornando-as > submissas. Ansiosos em explorar o efeito do flúor, os > comandantes dos campos alemães o acrescentaram ao > abastecimento d'água. > > Os efeitos da água fluorada impressionaram fortemente > os serviços de inteligência. Consideraram que a água > fluorada era o meio ideal para controlar as populações > depois de seus países terem sido invadidos. > Antecipando-se à vitória, a fábrica alemã de produtos > químicos I. G. Farben, instalada em Frankfurt, foi a > encarregada da produção massificada de flúor destinado > aos campos de extermínio e a outros futuros usos > possíveis. > > No final da Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos > encarregaram Charles Eliot Perkins, um pesquisador > especializado em química, patologia e fisiologia, de > estudar a técnica de controle da mente de I. G. > Farben. Em sua pesquisa na Alemanha, Perkins obteve > várias conclusões assustadoras. Informou que "quando > os nazistas, sob as ordens de Hitler, decidiram atacar > a Polônia, ao estados maiores alemão e russo > intercambiaram idéias, planos, cientistas e militares. > Os russos adotaram o esquema de controle de massa > através da medicação, porque adaptava-se perfeitamente > aos seus planos de domínio do mundo..." > > Perkins não envolveu a inteligência aliada nessa > pesquisa sobre o controle mundial de mente dos russos, > porem, uma investigação mais detalhada da I. G. Farben > e suas relações industriais, revela algumas conexões > suspeitas. > > A I. G. Farben expandiu-se durante os anos vinte e > estabeleceu laços através de Wall Street com a > companhia de automóveis de Henry Ford, com a General > Motors de J. P. Morgan e com a Standard Oil, > propriedade da família Rockfeller. > > Nos anos trinta, milhões de dólares foram investidos > nesses acordos e a relação continuou durante a Segunda > Guerra Mundial. É interessante observar que nenhuma > das fábricas e edifícios da I. G. Farben foram > bombardeados, sabotados ou danificados pelos aliados > durante a guerra. O pesquisador Ian E. Stephens disse > que os comandantes das missões de bombardeio tinham > instruções, procedentes provavelmente dos altos > escalões do governo dos Estados Unidos, para evitarem > esses edifícios. Porém, por qual motivo? > > Desde a depressão dos anos vinte, as organizações como > a fundação Rockefeller e a família Ford tinham > incentivado publicamente as políticas de controle de > população a longo prazo. Também sabe-se que certo > numero de pessoas influentes do comércio e da > industria tinham investido grandes somas de dinheiro > nos projetos da I. G. Farben antes e durante a guerra. > Entre elas a família Mellon. > > Essa família fundou a Mellon Institute em 1913 como > uma organização independente para patrocinar avanços > na ciência e na industria. O instituto também > participou da "descoberta" do flúor como "um > maravilhoso preventivo das cáries dentárias". > > A família Mellon também fundou a Aluminium Company of > America (ALCOOA). O flúor é um subproduto altamente > tóxico da fabricação do alumínio e a ALCOOA foi > processada com freqüência por envenenar gado, > colheitas e correntes de água. As medidas de segurança > eram caras. Por tanto, o que se podia fazer para > eliminar esses custos e, talvez, até tornar os > materiais residuais rentáveis? > > Segundo o Pesquisador de Flúor Ian E. Stephen, a > primeira ministra Thatcher triplicou o orçamento para > o tratamento da água com flúor da Irlanda do Norte em > meados dos anos oitenta. Stephen suspeita que isso não > foi motivado por uma preocupação com a saúde dentária > e sim, por uma tentativa de pacificar a região. > > A ALCOOA e outras indústrias produtoras de flúor > financiaram a pesquisa que parecia indicar que > pequenas quantidades desse elemento não eram perigosas > para os seres humanos. Inclusive a pesquisa sugeria > que o flúor protegia contra as cáries dentárias. Os > incentivadores concentraram-se no que eles viam como > vantagens para a saúde, ignorando por completo os > desconhecidos e adversos efeitos cumulativos dessa > substância tão tóxica. > > Os cientistas que trabalham para a American Dental > Association ( ADA) sob o patrocínio da ALCOOA > continuaram promovendo o flúor, apesar do uso que os > fizeram dele. Ainda que dezenas de cientistas e > organizações de pressão questionassem as manifestações > do grupo partidário do flúor, a opinião pública > aceitou rapidamente as supostas qualidades do novo > protetor dental. > > Diante da inquietação de muitos cientistas que > questionaram os seus benefícios para a saúde, a ADA > lançou uma campanha promovendo o uso do flúor. A > aprovação do United Stades Public Health Service ( > USPHS ) reforçou a confiança na nova "droga > maravilhosa" e, em meados dos anos quarenta, várias > cidades dos Estados Unidos começaram a adicionar o > flúor em seus abastecimentos de água. Os > propagandistas obtiveram "aprovações" de instituições > que recebiam protestos aos quais não davam resposta e > foi dado sinal verde para uma campanha a favor do uso > do flúor em escala nacional. > > Desde o final dos anos cinqüenta, o USPHS canalizou > milhos de dólares dos contribuintes dos EUA para > promovem o uso do flúor em outros países e muitas > nações aderiram ao projeto. Porém, a maioria dos > países europeus deixaram-no de lado e outros que > tentaram implantá-lo, logo o abandonaram devido aos > seus efeitos adversos contra a saúde e à sua > ineficácia geral. > > A crença comum é a de que o tratamento com flúor é > efetivo por toda a vida, porém, pesquisas demonstram > que a sua proteção desaparece antes da pessoa > completar 20 anos. De fato, muitos especialistas > afirmam que não existem provas de que o flúor seja > benéfico para o dentes. > > Causando grande perturbação no US National Institute > of Dental Research (NIDR), as análises independentes > de um relatório do próprio NIDR de 1988 sobre o dados > odontológicos de 39.107 crianças dos Estados Unidos, > demonstraram que praticamente não havia nenhuma > diferença no número de cáries entre as crianças que > viviam em regiões onde esse tratamento não era > aplicado. > > A pesquisa sobre os outros usos do flúor é reveladora. > Os tranqüilizantes, que vão desde os sedativos suaves > prescritos para a depressão, até os poderosos > medicamentos que alteram a mente, transformaram-se em > uma indústria multimilionária. > > Mais de 60 tranqüilizantes do mercado contêm flúor, > aumentando profundamente a potência dos outros > componentes desses medicamentos. O acréscimo de flúor > no tranqüilizante Diazepam (Valium) produz um > tranqüilizante mais forte, o Rohypnol. Ambos são > fabricados pela Roche Products, uma filial da > I.G.Farben, juntos com outros medicamentos > semelhantes. O potente tranqüilizante fluorado > Stelazine é empregado profusamente em asilos e > instituições para doentes mentais em todo o mundo. > > À medida que revela-se mais informação sobre o > acréscimo de flúor na água a ansiedade do público > aumenta. Seus defensores dedicam centenas de estudos > que provam a efetividade do flúor na prevenção contra > as cáries dentárias, porem, a união de cientistas > profissionais da US Environmental Protection Agency > indicam a existência de encobrimentos deliberados dos > graves riscos para as populações assim como a > difamação e até a demissão dos cientista que se > atrevem a falar da verdade. > > Para a maioria dos dentistas, o uso do flúor é um > "medicamento maravilhoso" que oferece resistência a má > higiene bucal e aos problemas de dieta. Para outros, > trata-se de um método desleal e cínico para modificar > nosso comportamento e de um meio que permite a > industria rentabilizar um perigoso produto residual. > Muitos encaram o uso do flúor nos abastecimentos de > água como um medicamento massificado forçado. A > negação dos riscos para a saúde por parte dos > organismos oficiais fazem com que alguns pensem que o > uso do flúor serve como uma forma de controle social. > Apontam a história do uso do flúor e seus vínculos > documentados como sendo, talvez, um dos mais perversos > regimes desse século. > > TESTEMUNHA > > Dennis Edmonson usou o medicamento "Exspansyl > spansule" entre 1970 e 1976, para combater a asma > provocada por sua exposição a produtos químicos > clorados quando trabalhou no King's Royal Rifles, > durante a segunda guerra mundial. O Exspansyl contem > stelazine, um componente fluorado com grandes efeitos > tranqüilizantes. Perguntaram-lhe como sua vida foi > afetada com o uso desse produto: > > "Terrivelmente. O flúor em minha medicação aumentou > sua potência em 25 vezes e, diariamente, tomei > equivalente a 100 miligramas de flúor durante seis > anos. Posteriormente foi diagnosticado que eu sofria > de hipondilose, osteoporose, cifose, escoliose, > espondilosem astefilose, coração grande, candidiase, > glaucoma, em um dos olhos e próstata calcificada. > Também fiquei impotente sexualmente desde que comecei > a tomar a medicação em 1970 e tive que abandonar meu > trabalho como jardineiro em 1980 devido às dores na > coluna e nas articulações." > > Quais foram as medidas oficias que o senhor tomou para > esse problema ao conhecimento do publico? > > "Estive em luta com a junta de pensões da guerra desde > 1977, alegando que minha situação era resultado do > medicamento que me havia sido prescrito. Até agora > concederam-me um acréscimo de 10% na minha pensão por > minha invalidez provocada pela candidiase e pelo > glaucoma. Também estou exigindo uma indenização da > companhia farmacêutica. Porem, além da minha penosa > situação, perdi aproximadamente 7,5cm de altura. Como > poderei remediar isso? > > DESAFIANDO O PARLAMENTO > > Peter Robinson > > Apesar da generalizada oposição. Em 1973, > estabeleceram-se na Irlanda do Norte dois programas de > uso do flúor, porem, não foi guardado nenhum relatório > de suas avaliações. O ministério de saúde admitiu que > "não havia sido realizadas nenhuma pesquisa definitiva > para avaliar os benefícios de cada um dos programas de > uso do flúor aplicadas na Irlanda do Norte". > > Com a ajuda da National Pure Water Association. > Pediram ao deputado Peter Robinson que questionasse o > Parlamento sobre o acréscimo de flúor na água da > Irlanda do Norte. O deputado fez as seguintes > perguntas: A câmara sabe que não há nenhuma pesquisa > que prove a efetividade e a inoculidade do uso do > flúor na água? A câmara sabe que existe um relatório > que prova a periculosidade e a ineficácia da água > fluorada? Até agora não se recebeu nenhuma resposta. > > RECONHECIMENTO OFICIAL > > Em novembro de 1996, Kevin Isaacs, de dez anos, obteve > um indenização de 1.000 libras do fabricante de > dentifrícios Colgate-Palmolive. > > Foi diagnosticado fluorose dental em Kevin, um sinal > evidente de uma superexposição ao flúor. Os dentes > fluoríticos ficaram "furados" e manchados e podem > cariar-se além de ficarem quebradiços. Durante os > últimos cinco anos, mais de trezentas famílias > processaram os fabricantes de produtos fluorados. > > Apesar das angustiantes provas, a British Medical > Association (BMA) mostra-se inflexível em relação a > idéia de que a adição de flúor na água e nos produtos > dentários não é nociva. A BMA também pressiona o > governo para que convença mais companhias de água do > Reino Unido a acrescentar o flúor em seus > abastecimentos. Essa política contrasta com a polêmica > entre os médicos, que continuam divididos sobre os > benefícios do uso do flúor na água potável. > > REALIDADES DO FLÚOR > > - O flúor é mais tóxico que o chumbo, cuja quantidade > na água potável não deve superar 0,5 partes por milhão > (ppm). O nível do flúor na água potável costuma ser da > ordem de 1,5 ppm. > > - Em um relatório da Universidade da Flórida é dito: > "Uma solução de 0,45 ppm de fluoreto de sódio é > suficiente para fazer com que as reações sensoriais e > mentais fiquem mais lentas". > > - Na Sicília foi achada uma relação entre as regiões > de alta concentração de flúor na água com a ocorrência > graves doenças dentárias. > > - No Reino Unido, aproximadamente 5,5 milhões de > pessoas bebem água fluorada artificialmente. > > - A US Food and Drug Admistration considera que o > flúor é um medicamento não aprovado, para o qual não > existem provas de inocuidade e de efetividade. Não o > consideram como um nutriente essencial nas dietas. > > Fonte: http://www.umanovaera.bighost.com.br/ > > > Eu sempre digo de forma provocativa que hoje em dias > somos todos imuno deprimidos pelas seguintes razões: > > 1. Utilização de cremes dentais contendo Flúor. > Existem inumeros relatórios dando conta da ação imuno > depressora do Flúor que duraria até 6 horas. > Tres escovas ao dia significa 18 horas de > imunodepressão. O Flúor é um alogeneto altamente > reativo. > 2. Consumo e utilização de Agua Fluoretada - Pelas > mesmas razões acima. Esse é o grande embuste sobre a > população. O flúor sub produto da indústria de > fertilizantes seria um tremendo estôrvo se algum > "esperto" não tivesse convencido as autoridades de que > o Flúor diminui a incidências das cáries. Isso não é > verdade. No Japaõ o Flúor é proibido e o índice de > cáries é inferior ao nosso. > 3. Consumo e utilização de água Clorada. O cloro é > segundo elemento mais reativo depois do Flúor. É > sabidamente imuno depressor. Além do mais o Cloro não > vai saber diferenciar entre uma célula de bactéria e a > célula do seu corpo. É venenoso a qualquer > forma de vida e ponto final. > 4. Consumo excessivo de açucar refinado. O açucar é > imuno depressivo. Experimentos em culturas de > leucócitos incubados em doses crescentes de sacarose > demonstraram a perda progressiva da sua competência. > > Diante do acima exposto eu acho ser possível qualquer > individuo ter especialmente Candida na forma invasiva > típica daqueles estados de imuno depressão clássicos > com portadores de HIV e cancêr. Pelas mesmas razões > acima (além de um cem número de outras de ordem > nutricional como alimentos vazios, contaminados, > etc... e de um outro tanto de ordem ambiental) é que > eu creio que viroses e outras doenças estão > encontrando terreno fértil para proliferarem-se > descontroladamente. > Ficar-mos repetidamente tentando culpar esse ou aquele > agente infeccioso só irá beneficiar todo o esquema > armado para pesquisar (bilhões de dólares), > criar-se agentes terapêuticos químicos (mais outros > bilhões de dolares) e finalmente ministrar-se esses > agentes quimioterápicos a população (essa é a melhor > parte da brincadeira na qual os laboratórios se > locupletam por exercerem monopólio sobre a venda > desses produtos). > Agentes infecciosos existirão sempre e sempre > existiram. O terreno para a proliferação > dos mesmos está aumentando dia a dia com a progressiva > degradação do meio ambiente. > Essa é na minha opinião a razão para o aumento > progressivo do número de doenças. > > > > Um grande abraço, > > Cláudio Lima - Terapeuta Naturista > +12 9764-1410 > MSN: joshua_lima@... > > SHALOM
A hipotermia seria um dos aspectos do hipotiroidismo, e o José Luiz propõe que investigue a tireóide depois de confirmar algumas vezes, seguindo os parâmetros de aferição propostos no final da mensagem.
> Olá Prezado José Luiz e demais participantes da lista, > > Atenção à tireóide é algo que realmente devemos priorizar, pois a > prevalência tem sido cada vez maior. Estatísticas recentes têm sugerido que > 10% das mulheres em idade fértil estão com disfunção tiroidea. Podemos > esperar maior progressão da prevalência ao considerarmos que seja uma doença > potencializada pelas pressões da vida urbana e pelos alergênicos (suínos, > transgênicos, produtos químicos). Este aspecto alergênico é o que necessita > maior realce, pois a aproximação genérica com a tireoidite não leva em > consideração este aspecto, assim como a maioria das outras doenças > auto-imunes, tais como artrite reumatóide, esclerose múltipla, nefrites, > etc. > > Atualmente estou observando uma relação interessante para nosso contexto: > o acréscimo de Iodo ao sal de cozinha, justamente com a intenção de proteger > a tireóide, possivelmente deve estar piorando a situação, pois tenho > observado pessoas que interrompem o uso de sal iodado e melhoram da disfunção > tiroidea. Caso tenham referências nesta perspectiva peço a gentileza de > enviarem. > > Felicito o José Luiz pela iniciativa de disseminar o teste da temperatura > corporal, e relembro a possibilidade de verificarem a área da tireóide na > íris (http://luizmeira.cjb.net//irisregula.htm#tireoide), pois este recurso > tem se mostrado extremamente sensível, muitos anos antes de acontecerem as > alterações hormonais que influenciam a curva térmica. > > Abraços > http://luizmeira.cjb.net// > +19 9612 6029 / 3256 9968 > > ----- Original Message Follows ----- > > From: "Jose Luiz M Garcia" <gingerjo@...> > > To: <ALT_HEP_C@...> > > Subject: [ALT_HEP_C] Hypotiroidismo > > Date: Thu, 8 Jul 2004 19:40:52 -0300 > > > Atenção a todos. > > > Eu gostaria que todos os participantes fizessem > > > oteste para ver se estão com a tireóide hipo ativa. > > > O teste consiste um abaixar um termometro até > > > 30 graus na noite anterior e coloca-lo ao lado da > > > cama. > > > Ao acordar, não se levante, apenas pegue o termometro > > > previamente abaixado e coloque embaixo do braço. > > > Continue na cama por mais 10 minutos sem se mexer. > > > Leia a temperatura. > > > Se estiver abaixo de 36 graus coloque as barbas de > > > molho. Existem maneiras naturais de se suplantar esse > > > problema. > > > Por favor me informem do resultado. > > > > > > Jose Luiz >
Achei oportuno pela questão dos corantes X ceianças hiperativas.
Boa semana para todos !
Silvia Rezende
TODOS COMEM INSETOS
É verdade! Praticamente nós todos já comemos insetos pelo menos uma vez na vida. E provavelmente a maioria continua a comer insetos até hoje.
- Mas como? Que estória é essa?
Você come biscoito? Toma iogurte e sorvete? Toma leite sabor morango? Então já comeu inseto!
- O que uma coisa tem a ver com a outra?
Biscoitos e sorvetes costumam conter corantes. Esses corantes, se você procurar no rótulo das embalagens, vai encontrar com os nomes de "Vermelho 4", "Vermelho 3", "Carmim", "Cochineal", "Corante natural carmim de Cochonilha", "Corante C.I", "Corante ou Colorizante E120" e todos esses são sinônimos de Corante de Cochonilha.
- E o que é esse Corante de Cochonilha?
O Corante de Cochonilha é um material vermelho vivo feito dos corpos secos e esmagados de um inseto originário do México, a Cochonilha ou Dactylopius coccus. A Cochonilha é uma praga que dá em plantas e tem preferência pelo cacto Opuntia coccinellifera e formam uma espécie de farinha nas folhas contaminadas. São besouros diminutos (2 a 5 milímetros de comprimento) que formam colônias nas folhas (parecendo farinha), raízes e frutos das plantas, sugando a seiva, inoculando toxinas e provocando manchas, definhamento e morte da planta.
- Ah! Isso é lá no México!
A Cochonilha hoje é criada em todo o mundo, inclusive no Brasil, para a produção de corantes. Bilhões desses insetos são criados e esmagados para fazer corante vermelho para colocar em sobremesas, bebidas, roupas, chás, etc ... Setenta mil insetos são esmagados e fervidos para fazer meio quilo de corante aproximadamente. E ao mesmo tempo as cochonilhas são combatidas nas plantações comerciais pois são pragas, especialmente das frutas cítricas. O Grupo de Apoio às Crianças Hiperativas (Hyperactive Children's Support Group) recomenda eliminar os produtos que contêm esse corante da dieta das crianças com esse problema. O uso de cochonilha vem desde o descobrimento das Américas (era usada pelos Astecas) e aumentou recentemente depois que se descobriu que os corantes artificiais mais baratos causavam câncer. Agora estão experimentando besouro esmagado nos consumidores-cobaias porque o besouro é "natural" ...
- ARGH !!! Eu não quero comer CORPOS DE INSETOS ESMAGADOS! Isso é NOJENTO !!!
Então aprenda a ler os rótulos do que você come e diga adeus aos produtos das marcas Nestle (sorvetes), Kibon, Aymoré, São Luiz, Piraquê (biscoitos), Parmalat, Vigor (iogurtes), e ainda muitos outros. Procure os produtos coloridos com extratos de beterraba e páprica.
E mais importante: CONHEÇA O QUE VOCÊ COME! Procure saber que EDULCORANTES, EMULSIFICANTES, FLAVORIZANTES e outros códigos são esses nos alimentos que você come.
E uma coisa é bem óbvia: empresa nenhuma vai lhe dizer explicitamente o que ela põe nos seus produtos se houver a menor possibilidade de que isso faça você rejeitar o produto. Experimente escrever para estas empresas e veja se eles vão mesmo lhe dizer, sem enrolação, que estão colorindo seus alimentos com besouros esmagados.
Colorizante E120 é uma pinóia ! Isso é BESOURO mesmo, INSETOOOOO!
O mineral selênio, encontrado na castanha-do-pará, pode ajudar a proteger algumas mulheres contra o câncer de mama, de acordo com uma pesquisa.
Cientistas da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, acreditam ter descoberto de que forma o selênio interage com a química do organismo para oferecer proteção.
Essa não é a primeira vez que cientistas falam das propriedades curativas do selênio, presente na castanha-do-pará, carne de fígado e rins.
Estudos anteriores indicam que ele pode ajudar a reduzir a probabilidade de outros tipos de câncer e alguns associam a substância à diminuição no risco de doenças cardíacas.
Enzima anticâncer
A pesquisa mais recente comparou a composição genética de amostras de tecido de mais de 500 mulheres que não tinham câncer de mama com a de 79 amostras de tecidos afetados pela doença.
Os pesquisadores estavam procurando genes responsáveis pela produção de uma enzima que, eles acreditam, tem propriedades anticancerígenas.
Eles descobriram que versões diferentes desses genes são mais comuns em tecidos afetados pelo câncer.
A conclusão dos especialistas foi que algumas mulheres - com uma certa configuração genética - talvez se beneficiem de dietas mais ricas em selênio para garantir que sua enzima anticâncer funcione corretamente.
Entretanto, os pesquisadores não recomendam a ingestão de selênio como suplemento alimentar, dizendo que a pesquisa ainda está em estágios iniciais.
Um dos cientistas, o professor Alan Diamond, disse: "Por mais de 20 anos, estudos com animais mostram que pequenas quantidades de selênio na dieta podem conter o desenvolvimento do câncer em diversos órgãos".
"Dados relativos a animais são abundantes, mas quando se trata de seres humanos, temos apenas dados iniciais", explicou.
"Nós acreditamos que certas proteínas nas células dos mamíferos contêm selênio, e achamos que essa substância pode mediar os efeitos protetores, mas provar isso é difícil", concluiu.
O estudo foi publicado na revista Cancer Research.
Aproveito este assunto abordado pelo Cláudio para lembrar que os vemífugos recomendados podem ser utilizados para cães, gatos e outros mamíferos domiciliares. O mebendazol é tão eficaz que 1/6 da dose é suficiente para exterminar os oxiúros. No entanto existe a possibilidade de reinfecção, assim deixo um link no final das recomendações que esclarece os diversos ciclos dos parasitas humanos, indicando onde podemos intervir com maior eficácia para que o ciclo não se complete.
Caminhando na perspectiva de modificar o ambiente para que o parasita adulto não se reproduza, podemos aumentar a ingestão de castanhas, incluindo o Coco maduro, e utilizar doses leves de Punica Granatum.
Animal doméstico é vetor de verme Jornal do Brasil
Por trás da docilidade, os animais domésticos podem esconder ameaças à saúde das crianças. A falta de tratamento veterinário em algumas lojas de animais deixa-os vulneráveis a infecções parasitárias, trazendo riscos para os humanos. É o que mostra pesquisa da Fiocruz apresentada anteontem no 37° Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, em Salvador. Dos dez hamsters adquiridos em uma loja da Região Metropolitana do Rio, todos estavam infectados por vermes.
A bióloga Delir Corrêa Gomes, do Laboratório de Helmintos Parasitos de Vertebrados do Instituto Oswaldo Cruz, resolveu analisar os bichos de estimação depois de perceber que muitos animais vinham infectados dos biotérios. Em todos os roedores estudados foram encontrados vermes do gênero Syphacia, que pertencem ao grupo de um verme muito comum em crianças, o Enterobius vermicularis, popularmente conhecido como oxiúro.
"O ciclo desses parasitas é muito semelhante. Por isso, acreditamos que os hamsters tenham um potencial de transmissão bastante forte"", explicou a bióloga. Segundo ela, estudos estrangeiros apontaram casos de transmissão entre animais e humanos. ""O roedor lambe o rabo, onde são depositados os ovos do verme e depois lambe o corpo, espalhando-os. Como a criança faz carinho no animal e em seguida põe a mão na boca, favorece a infecção"".
O pediatra Peter Abram Liquornik, da Sociedade Brasileira de Pediatria, afirmou nunca ter estabelecido essa relação, mas não descartou a possibilidade. ""Vou passar a perguntar para os pais se a criança tem bichos de estimação e sugerir que eles os levem ao veterinário"", disse.
A fêmea do parasita deposita ovos no ânus do hospedeiro todas as noites. A criança coça e leva à boca durante o sono, recomeçando o ciclo. Para evitar o contágio, recomenda-se cortar as unhas da criança e trocar a roupa de cama diariamente. O oxiúro não causa grandes estragos, mas deixa a criança irritada, pois perturba o sono. O tratamento é à base de vermífugo.
Não sei se já foi comentado, por isso seria interessante discutirmos sobre a alergia cerebral, doença pouco conhecida, que tem como um dos principais sintomas a hiperatividade. Geralmente confundida com distúrbios psiquiátricos é na verdade causada pelo consumo de corantes e outros alergênicos.
Ah! Também não devemos esquecer que assim como há insetos nada impede a presença de porco e outros, nos produtos industrializados!
Té +
Silvia <silvinharezende@...> wrote:
Repassando esta mensagem que recebi.
Achei oportuno pela questão dos corantes X ceianças hiperativas.
Boa semana para todos !
Silvia Rezende
TODOS COMEM INSETOS
É verdade! Praticamente nós todos já comemos insetos pelo menos uma vez na vida. E provavelmente a maioria continua a comer insetos até hoje.
- Mas como? Que estória é essa?
Você come biscoito? Toma iogurte e sorvete? Toma leite sabor morango? Então já comeu inseto!
- O que uma coisa tem a ver com a outra?
Biscoitos e sorvetes costumam conter corantes. Esses corantes, se você procurar no rótulo das embalagens, vai encontrar com os nomes de "Vermelho 4", "Vermelho 3", "Carmim", "Cochineal", "Corante natural carmim de Cochonilha", "Corante C.I", "Corante ou Colorizante E120" e todos esses são sinônimos de Corante de Cochonilha.
- E o que é esse Corante de Cochonilha?
O Corante de Cochonilha é um material vermelho vivo feito dos corpos secos e esmagados de um inseto originário do México, a Cochonilha ou Dactylopius coccus. A Cochonilha é uma praga que dá em plantas e tem
preferência pelo cacto Opuntia coccinellifera e formam uma espécie de farinha nas folhas contaminadas. São besouros diminutos (2 a 5 milímetros de comprimento) que formam colônias nas folhas (parecendo farinha), raízes e frutos das plantas, sugando a seiva, inoculando toxinas e provocando manchas, definhamento e morte da planta.
- Ah! Isso é lá no México!
A Cochonilha hoje é criada em todo o mundo, inclusive no Brasil, para a produção de corantes. Bilhões desses insetos são criados e esmagados para fazer corante vermelho para colocar em sobremesas, bebidas, roupas, chás, etc ... Setenta mil insetos são esmagados e fervidos para fazer meio quilo de corante aproximadamente. E ao mesmo tempo as cochonilhas são combatidas nas plantações comerciais pois são pragas, especialmente das frutas cítricas. O Grupo de Apoio às Crianças Hiperativas (Hyperactive Children's Support Group) recomenda eliminar os produtos que contêm esse corante da dieta das crianças com esse problema. O
uso de cochonilha vem desde o descobrimento das Américas (era usada pelos Astecas) e aumentou recentemente depois que se descobriu que os corantes artificiais mais baratos causavam câncer. Agora estão experimentando besouro esmagado nos consumidores-cobaias porque o besouro é "natural" ...
- ARGH !!! Eu não quero comer CORPOS DE INSETOS ESMAGADOS! Isso é NOJENTO !!!
Então aprenda a ler os rótulos do que você come e diga adeus aos produtos das marcas Nestle (sorvetes), Kibon, Aymoré, São Luiz, Piraquê (biscoitos), Parmalat, Vigor (iogurtes), e ainda muitos outros. Procure os produtos coloridos com extratos de beterraba e páprica.
E mais importante: CONHEÇA O QUE VOCÊ COME! Procure saber que EDULCORANTES, EMULSIFICANTES, FLAVORIZANTES e outros códigos são esses nos alimentos que você come.
E uma coisa é bem óbvia: empresa nenhuma vai lhe dizer explicitamente o que ela põe nos seus produtos se houver a menor possibilidade de que isso faça você rejeitar o
produto. Experimente escrever para estas empresas e veja se eles vão mesmo lhe dizer, sem enrolação, que estão colorindo seus alimentos com besouros esmagados.
Colorizante E120 é uma pinóia ! Isso é BESOURO mesmo, INSETOOOOO!
Caro Dr Luiz Meira, depois de me salvar
de uma (e depois início de outras) sinusite que tratei com Luffa
Operculata (Sinustrat), estou escrevendo p/ saber se pode me indicar algum
tratamento alternativo, ou convencional p/ rinite alérgica. Tenho
coriza constante, límpida, não tenho obstrução
nasal, pois estou usando Sinustrat, 03 gotas em cada narina 03 vezes ao
dia. A minha dúvida é se posso continuar utilizando Luffa
Operculata por mais de uma semana, e se vai me ajudar, se está correto.
Na área de fitoterapia entro em detalhes
sobre o uso da Luffa,
texto que recomendo a leitura por ser tóxico. Proponho a diminuição
da frequência quando a secreção fica translúcida.
Recomendo que veja também os links realçados,
para que entenda melhor sobre alergia: em síntese, tirando o porco
e os bolores praticamente acaba qualquer rinite ou sinusite.
Percebo que as árvores estão florindo,
onde resido existe muitas árvores e plantas (Brasília) que
estão florecendo e parece que o pólen está colaborando
p/ essa rinite.
tirando o porco, os polens param de irritar
A umidade aqui está de 35 a 10%, uso umidificador
por algumas horas a noite, mas percebo que não é muito legal
p/ mim, pois parece que sai mais água ainda do meu nariz, fico respirando
pela boca etenho tosse constante devido ao ressecamento da minha
goela.
Deixe o vaporizador ligado
Não tenho animais em casa, nem carpetes,
nem cortinas.
É saber disseminado o fato de animais domésticos
DIMINUIREM alergias. Este conceito é publicado insistentemente na
mídia especializada internacional há 3 anos. Não sei
porque os colegas brasileiros continuam insistindo no inverso. Nesta lista
temos publicação sobre o assunto.
Estou pensando em usar Claritin D (Loratadina+sulfato
de pseudoefedrina).
Estou convicto sobre os problemas da auto-medicação,
e por isso aindanão utilizei nada.
A questão não é auto-medicação,
mas sim o que está sendo realizado: inibindo a reação
alérgica ao invés de inibir o contato com produtos alergênicos.
Neste raciocínio de inibir as reações e continuar
usando os alergênicos, especialmente sub-produtos suínos,
tenho visto frequentemente as pessoas passarem a usar progressivamente
corticóides, e posteriormente imunossupressores e citostáticos
(quimiterapia para neoplasias)
Tenho plano de saúde dos melhores, mas
corro demédicos convencionais, pois não tive
muita sorte aquiem Brasília, e esse foi o motivo
de ligar no celulardo SENHOR e interromper aquela consulta
a uma gestanteno começo de 2004, que por sinal sarei
e nunca mais tive sinusites, pois qdo percebo que algo está erradoe já uso a LUFFA. Estou preocupado com essa rinite,que
pode se transformar em uma sinusite que incomoda10 vezes mais. Doutor, muito obrigado por tudo que nos tem ajudadoneste
sério grupo luizmeira@....
Agradeço contribuição tão providencial, pois freqüentemente sou questionado sobre o uso da multimistura, e agora poderei analisar o assunto com consistência apreciável.
Mais uma prova de que isolamento de partes de um alimento, torna-o desequilibrado, enquanto que moramos em um país tropical, aonde fator climático contribui muito para produção de sementes equilibradas em qualquer parte do país, devido a rusticidade de cada grão.
Quanto mais estamos distanciado do regime original(Gen.1:29), mais perto dos animais estamos(Gen. 1:30; 3:18)!!!:
Como é feito a multimistura: 70% Farelo de Trigo ou Arroz 10% Sementes de Abóbora 10% Cascas de Ovos e/ou Dolomita 10% Folhas de Mandioca e/ou abóbora
Multimistura: A Posição do Conselho Federal de Nutrição
Na década de 80, a partir de idéias e práticas preconizadas desde 1975, houve uma ampla difusão da utilização de recursos alimentares não convencionais, como forma de melhorar e/ou recuperar o estado nutricional especialmente de gestantes, nutrizes e crianças de baixo peso. Tratava-se do emprego de um composto de baixo custo, obtido a partir de alimentos mais comumente utilizados na nutrição animal, como os farelos, adicionado de folhas e sementes secas e trituradas, denominado "multimistura" (M.M). Somente no início da década de 90, houve a mobilização da comunidade científica na tentativa de avaliar a verdadeira eficácia do produto, ocasião em que várias entidades governamentais da área de saúde, instituições de pesquisa e ensino superior, divulgaram resultados de pesquisas básicas e experimentais que demonstravam a fragilidade dos argumentos utilizados em favor de supostos benefícios à saúde humana. Tais estudos podem ser resumidos nos seguintes pontos: 1 - A "multimistura" é apenas uma farinha elaborada a partir de subprodutos alimentares que contem características químicas muito próximas, senão similares, a outros farelos e cereais, não possuindo qualquer atributo que lhe possa garantir a riqueza nutricional alegada por seus adeptos; 2 - A quantidade de "multimistura" utilizada na alimentação, é muito pequena e pouco contribui para a melhoria da qualidade nutricional da dieta, apesar do conteúdo nutricional de cada um de seus componentes. Além disso, a presença de fatores anti-nutricionais como o ácido fítico, encontrado nos farelos, e o ácido cianídrico, encontrado nas folhas de mandioca, prejudicam a biodisponibilidade de minerais como o zinco, o ferro, o magnésio e o cálcio presentes na dieta habitual; 3 - Os farelos de trigo e arroz podem ser considerados boas fontes de fibras alimentares, com grande capacidade de absorção de água, além de representar uma fonte importante de vitaminas E e do complexo B, mas um aumento de ingestão de fibras por pessoas que ingerem quantidades insuficientes de proteína pode reduzir o balanço de nitrogênio, prejudicando ainda mais o estado nutricional; 4 - Em relação a folha de mandioca e da semente de abóbora, a maioria das pesquisas ressalta os elevados conteúdos protéicos desses produtos, não mencionando o seu conteúdo de oligoelementos, que foi o principal motivo da disseminação dos mesmos na alimentação humana. 5 - No farelo de trigo e de arroz, o ácido fítico está presente em grande concentração constituindo um fator anti-nutricional que interfere na biodisponibilidade de minerais, tais como zinco, cálcio magnésio, e provavelmente ferro.
6 - Em relação ao pó da casca do ovo destaca-se que, embora seja um produto rico em cálcio, não há pesquisas conclusivas quanto a biodisponibilidade deste elemento. Sabe-se apenas que a forma de preparo e de ingestão do produto interfere negativamente na absorção do cálcio; 7 - A concentração do ácido cianídrico é mais elevada nas folhas da mandioca do que na raiz da mandioca e a forma de reduzir de maneira significativa o teor dessa substância envolve técnicas demoradas, que não condizem com a forma de preparo do pó preconizado atualmente, podendo ser prejudicial à saúde da população; 8 - Foi observado processo de rancificação em amostras do produto, em decorrência do seu conteúdo lipídico e da carga microbiana indesejável que se apresenta muitas vezes em níveis inaceitáveis para o consumo humano; 9 - Várias pesquisas experimentais com animais e crianças de baixo peso constataram que a utilização do produto não foi capaz de promover a recuperação do peso corporal dos usuários.
Em 1996, com base nessas conclusões, o CFN, ciente de seu compromisso com a saúde da sociedade, emitiu um parecer sobre os aspectos técnicos e éticos envolvidos na questão, que teve grande repercussão entre os nutricionistas e as entidades que utilizavam ou recomendavam a "multimistura" em seus programas de assistência alimentar e nutricional. Já naquela época, o posicionamento do CFN indicava "a necessidade de se intensificar as pesquisas e o controle de qualidade do produto". Ao longo desses anos o assunto continuou gerando diversas polêmicas, tanto do ponto de vista nutricional, sanitário e microbiológico, quanto do preceito na segurança alimentar, provocando a mobilização de diversas instituições governamentais, entidades cientificas, instituições de ensino superior através dos seus departamentos e centros de pesquisas, com o objetivo de alertar as entidades governamentais sobre a necessidade de se posicionar-se em com relação ao tema, o que redundou na criação do Grupo AD HOC de Multimistura, com objetivo discutir o Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade para a MM, cujos subsídios foram encaminhados ao MS. O CFN esteve presente de forma marcante em todo esse processo. Dentre as repercussões desse trabalho, a ANVISA publicou a Resolução nº 53, de 15 de junho de 2000 (DOU de 19/06/2000), que fixa a identidade e as características mínimas de qualidade para a "mistura à base de farelo de cereais", abrangendo sua composição obrigatória e opcional, dentre outros itens.
1º - A difusão de alternativas alimentares, como qualquer medida compensatória, assistencialista ou paternalista para aplacar a fome, tem caráter imediatista, portanto, sua recomendação não pode perder de vista a necessidade de inseri-lá no âmbito das políticas estruturais e ser tratada na totalidade social e econômica que a originou; 2º - É necessário estabelecer a diferença entre aproveitamento integral dos alimentos e outras práticas alimentares de caráter discriminatório. A primeira prevê utilização de brotos, folhas e talos de vegetais, os quais, através de técnicas culinárias adequadas, podem contribuir para melhorar o aporte vitamínico e mineral das refeições, coerente, portanto, com os princípios da alimentação saudável; 3º - Considera-se pertinente, oportuno e atual o conteúdo do Informe Técnico da UNICAMP, quando afirma que "o valor nutritivo de qualquer alimento não pode ser estabelecido unicamente com base na quantidade (dosagem química) de seus nutrientes, uma vez que sua qualidade nutricional é determinada por uma série de fatores como: equilíbrio entre seus contribuintes, as interações entre os diversos compostos da dieta, o estado fisiológico do indivíduo, as condições de processamento e de armazenagem e a ocorrência de fatores anti-nutricionais"; 4º - O declínio dos índices de desnutrição e mortalidade infantil que ocorreu no Brasil nas últimas duas décadas, deve ser creditado à melhoria das condições de saneamento básico, à ampliação do acesso da população às ações básicas de saúde, com destaque especial ao acompanhamento do crescimento e desenvolvimento, controle das doenças diarreicas, vacinação, incentivo ao aleitamento materno, maior cobertura do atendimento pré-natal, e a efetividade de alguns programas sociais. Diante disso, o Plenário do CFN conclui que, antes de qualquer ação pontual, é importante reforçar o cumprimento dos preceitos contidos na Política Nacional de Alimentação e Nutrição (PNAN), o qual constitui uma estratégia adequada ao atendimento das necessidades alimentares e nutricionais da população brasileira, atendendo a amplitude da Segurança Alimentar e Nutricional. Diante do exposto, orientamos os profissionais para a observância do código de ética, capítulo I, artigos 1º, 2º e 3º, não devendo a multimistura ser prescrita, nem recomendada pelo nutricionista.
Oi Alda,
eu lembro disso. Fazia muito isso la' em Maceio'. Feijao brota facil.
Mas minha esposa disse que ja' fez experiencia aqui em Campinas e no calor em
menos de dois dias os feijoes ficaram mofados. Vou experimentar.
Grato,
Adolfo
Citando ALDA <avodoano@...>:
> Olá, Adolfo,
> lembre-se de qdo era criança e deixava os feijões no algodão! a tendência dos
> grãos é brotar; para apodrecer eles precisariam ficar mts dias em umidade e
> abafados.
> Abço da Alda
>
*******************************************
Adolfo Gustavo Serra Seca Neto
Departamento de Ciência da Computação (DCC)
Instituto de Matemática e Estatística (IME)
Universidade de Sao Paulo (USP)
http://www.ime.usp.br/~adolfo
adolfo@...
*******************************************
"Não adianta querermos cuidar e proteger o
mundo em que vivemos, descuidando de nossa
fauna e flora internas."
Tomio Kikuchi
Oi Luiz,
perguntei novamente à minha esposa (com quem o feijão mofou) e
ela lembrou que não trocou. Era grão-de-bico e foi num dia quente.
Com o ritmo de vida dela na época ele deve ter deixado mais de 24
horas e mofou.
Em Maceió eu já tinha deixado de molho trocando as águas por mais de
48 horas e nunca tive problema. Mas depois que vim para Campinas minha
esposa disse que achava que o feijão devia ficar de molho na geladeira,
porque senão mofava. Então eu deixava e não tinha resultado nenhum.
Mas neste domingo fiz feijão branco deixando de molho por mais de 48 horas e
trocando a água e ficou ótimo, muito mais fácil de digerir.
Outra dúvida: feijão andu (que comprei no mercadão e parece com soja,
meio redondo mas um pouco mais escuro) e feijão guando são a mesma
coisa?
Grato,
Adolfo
Citando Luiz Meira <luizmeira@...>:
> Olá Adolfo
>
> Na situação do feijão mofar houve troca de águas?
>
> http://luizmeira.cjb.net
> +19 3256 9968
> 9612 6029
> ----- Original Message -----
> From: Adolfo Gustavo Serra Seca Neto
> To: ALDA
> Cc: luizmeira@...
> Sent: Thursday, October 21, 2004 9:29 PM
> Subject: [Clinica Domestica] Re: ainda sobre os feijões
>
>
> Oi Alda,
>
> eu lembro disso. Fazia muito isso la' em Maceio'. Feijao brota facil.
> Mas minha esposa disse que ja' fez experiencia aqui em Campinas e no calor
> em
> menos de dois dias os feijoes ficaram mofados. Vou experimentar.
>
> Grato,
>
> Adolfo
>
> Citando ALDA <avodoano@...>:
>
> > Olá, Adolfo,
> > lembre-se de qdo era criança e deixava os feijões no algodão! a tendência
> dos
> > grãos é brotar; para apodrecer eles precisariam ficar mts dias em umidade
> e
> > abafados.
> > Abço da Alda
> >
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> Adolfo Gustavo Serra Seca Neto
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> Departamento de Ciência da Computação (DCC)
> Instituto de Matemática e Estatística (IME)
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> "Não adianta querermos cuidar e proteger o
> mundo em que vivemos, descuidando de nossa
> fauna e flora internas."
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> Tomio Kikuchi
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Adolfo Gustavo Serra Seca Neto
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"Não adianta querermos cuidar e proteger o
mundo em que vivemos, descuidando de nossa
fauna e flora internas."
Tomio Kikuchi
Tenho um netinho de 3 anos com peso atual de 16 kg e altura 1,07m.
Com a altura dos pais, a data de nascimento dele e algumas outras medidas poderemos saber com exatidão se o que ele está comendo permite ele crescer ou não. Em anexo coloco a curva, assumindo 3,5 anos. Ele está magro para a altura, (possivelmente de pais altos). Esta magreza possivelmente induz baixa resistência imunológica e diminui a velocidade de crescimento (o que seria perceptível a longo prazo)
Ele é saudável e ativo mas me preocupo muito com a falta de apetite q ele demonstra, não é de vez em quando, é sempre. Apenas toma uma mamadeira e meia a noite. Ao acordar, geralmente após as dez horas, não quer almoçar e nem lanchar. às vezes janta um pouco melhor mas, na maioria das vezes, come pouco. Ele gosta bem é de uma fatia de torta qdo vamos a um restaurante, pizza, e agora deu para pedir café puro e toma com prazer se lhe damos.
Isto é um ícone bem claro de situação familiar que muitos conhecem: Utilizar o momento da alimentação como expressão da tensão emocional familiar.
Especificando um pouco mais, entendo que ele está tateando o limite de sua autoridade, ou seja, está verificando até onde ele consegue determinar o que acontece consigo e com os seus. Este também é outro comportamento muito freqüente em nosso ambiente cultural, onde os pais ou cuidadores, no desejo de fazer o melhor para a criança, acaba fazendo o que eles em seu imediatismo desejam, distanciando-se da coerência.
Noutro dia ele dormiu aqui em casa e notei que tem a respiração muito difícil e sono inquieto.
O seu pediatra é de opinião que "se não quer comer, não coma".
Enquanto estiver crescendo bem, a alimentação está sendo suficiente. Recomendo que o peso esteja 10% acima do proporcional para a altura, assim a criança pode ficar uma ou duas semanas sem comer (doente) que não deixará de crescer. De acordo com este parâmetro ele estaria muito magro.
Gostaria de uma palavra sua a respeito
Mantenho-me ao dispor caso queira detalhar a análise.
perguntei novamente à minha esposa (com quem o feijão mofou) e ela lembrou que não trocou. Era grão-de-bico e foi num dia quente. Com o ritmo de vida dela na época ele deve ter deixado mais de 24 horas e mofou.
Que bom que até agora não tenho nenhuma notícia de falha do protocolo proposto.
Grão de Bico é danado para estragar, ente os grãos que uso talvez seja o que estraga mais rápido.
Em Maceió eu já tinha deixado de molho trocando as águas por mais de 48 horas e nunca tive problema. Mas depois que vim para Campinas minha esposa disse que achava que o feijão devia ficar de molho na geladeira, porque senão mofava. Então eu deixava e não tinha resultado nenhum. Mas neste domingo fiz feijão branco deixando de molho por mais de 48 horas e trocando a água e ficou ótimo, muito mais fácil de digerir.
Hehehe, tanks!
Outra dúvida: feijão andu (que comprei no mercadão e parece com soja, meio redondo mas um pouco mais escuro) e feijão guando são a mesma coisa?
Sim, ótimo remédio para a diabetes, assim seria melhor utilizar perto da hora do pâncreas (09-11), ou seja no almoço. Da mesma forma que o feijão azuki é bom para os rins e seria melhor usar no jantar.
Gostei de ver sua observação sobre a semelhança com a soja. Sempre pensei isso mas nunca havia ouvido de alguém. Aproveito o ensejo para lembrar que a soja sendo transgênica é bom desenvolvermos tecnologia culinária para utilizarnos outros feijões em seu lugar, para o leite, tofu, missô, shoyu, etc.
Grato, Adolfo
Abraços agradecidos
Luiz
Citando Luiz Meira <luizmeira@...>:
> Olá Adolfo > > Na situação do feijão mofar houve troca de águas? > > http://luizmeira.cjb.net > +19 3256 9968 > 9612 6029 > ----- Original Message ----- > From: Adolfo Gustavo Serra Seca Neto > To: ALDA > Cc: luizmeira@... > Sent: Thursday, October 21, 2004 9:29 PM > Subject: [Clinica Domestica] Re: ainda sobre os feijões > > > Oi Alda, > > eu lembro disso. Fazia muito isso la' em Maceio'. Feijao brota facil. > Mas minha esposa disse que ja' fez experiencia aqui em Campinas e no calor > em > menos de dois dias os feijoes ficaram mofados. Vou experimentar. > > Grato, > > Adolfo > > Citando ALDA <avodoano@...>: > > > Olá, Adolfo, > > lembre-se de qdo era criança e deixava os feijões no algodão! a tendência > dos > > grãos é brotar; para apodrecer eles precisariam ficar mts dias em umidade > e > > abafados. > > Abço da Alda > > > > > ******************************************* > Adolfo Gustavo Serra Seca Neto > > Departamento de Ciência da Computação (DCC) > Instituto de Matemática e Estatística (IME) > Universidade de Sao Paulo (USP) > > http://www.ime.usp.br/~adolfo > adolfo@... > ******************************************* > > "Não adianta querermos cuidar e proteger o > mundo em que vivemos, descuidando de nossa > fauna e flora internas." > > Tomio Kikuchi
Repasso esta mensagem para ilustrar como a agricultura natural pode ser realidade. Vejam, não é orgânico, nem matam insetos ou dizimam outras espécies de forma "natural" através de controle biológico estruturado em tecnologia genética, é simplesmente natural.
Além da alta produtividade econômica, também sustenta enorme cadeia biológica animal que passam a depender destas frutas.
"Mata com café embaixo". É assim que João Pereira Lima Neto, dono da Fazenda Santo Antônio de Mococa (SP), com área total de 400 hectares, cultiva parte dos 200 hectares de cafezais. "Não é café orgânico, é café natural", diz o fazendeiro, explicando que nem adubo orgânico é usado na lavoura. Adubos e defensivos químicos, nem pensar. Pés de abacate, manga, amora, ameixa, jabuticaba, jequitibá, cedro, amoreira, pereira e guapuruvu convivem harmoniosamente com o café. "É preciso que as árvores e o café tenham alelopatia positiva, ou seja, que tenham simbiose, de maneira que a associação das plantas beneficie a mata e o cafezal ao mesmo tempo". O café gosta de sombra no verão e de calor no inverno. Assim, a maioria das árvores plantadas na mata são caducifólias, ou seja, perdem parte das folhas no inverno, permitindo que a luminosidade aumente sobre os cafezais. Nas partes baixas, onde o risco de geada é maior, árvores com folhas perenes são a maioria, para proteger os pés de café do frio. "Se matas selvagens vivem durante milhões de anos sem adubação feita pelo homem, posso fazer algo parecido na fazenda", rebate o produtor que cerca sua propriedade com corredores de capim para evitar a contaminação com agrotóxicos de agricultores vizinhos. Desde 1996, o fazendeiro substituiu o investimento em adubo e defensivo por aplicação em mudas e plantio de árvores. Segundo ele, até a incidência de doenças e pragas diminuiu. No Japão, esta maneira de cultivar a terra é conhecida como Daí Shizen, ou "agricultura da grande natureza". E é para distribuidoras de café japonesas que Lima Neto vende parte da produção. O preço da saca (R$ 600,00) passa seis vezes ou mais a cotação do café convencional.
é possível ingerir algum alimento ou medicamento que me torne "intragável" aos mosquitos? Acho q sou alérgica, fico toda empolada. Qdo eu me queixo das picadas, meu marido diz q não sente nada. Ouvi dizer q existe uma vitamina q, qdo ingerida, faz o corpo exalar um cheiro q afasta os mosquitos; é verdade? E qual é ela?
Aki onde moro estamos passando por uma verdadeira invasão desses insetos.
E existe alguma planta q posso cultivar no jardim e q exale um cheiro q os afaste?
Ao ver a mensagem sobre gatos hipoalergênicos não dei muita importância pois imaginava ser de amplo conhecimento que a convivência com animais domésticos induz a REDUÇÃO de alergias em crianças. No entanto, como a mensagem continuou a circular, resolvi fazer uma revisão, e fiquei surpreso ao constatar a quantidade de sites que induzem a eliminação dos animais domésticos como forma de minimizar alergias.
Para ajudar a fazer frente a este conceito reproduzi 3 matérias comentando pesquisas publicadas no JAMA e outras instituições fidedignas. http://luizmeira.cjb.net//alergia_pets.htm
Para ratificar a perspectiva que trabalho, a redução de alergias passa prioritariamente pela exclusão de:
Possivelmente os pêlos de animais transgênicos induzem alergias, assim como observamos em subprodutos de outros seres transgênicos. http://luizmeira.cjb.net//molecula.htm
Quanto à predisposição a neoplasias citada pela Ivana, além da higiene alimentar que vem implementando, sugiro o uso de marcadores tumorais: http://luizmeira.cjb.net//marcaneo.htm
Abraços
Luiz Meira
>Ciência cria gato "hipoalergênico" para quem ter alergias > >da France Presse, em Los Angeles (EUA) > >Para quem adora gatos, mas não pode chegar perto de um por ter alergia ao >pêlo do felino, talvez a solução esteja no gato "hipoalergênico", que uma >empresa de biotecnologia americana promete pôr no mercado a partir de 2007. > >Para evitar tratamentos dolorosos e muitas vezes custosos contra as >alergias ao pêlo destes animais domésticos, a empresa Allerca lançou um >programa para criar um gato com informação genética modificada e sem o >gene responsável pelas alergias nos humanos, explicou um comunicado. > >O gato custará cerca de US$ 3.500, de acordo com informação no site da >empresa. > >De acordo com a Allerca, o tratamento das alergias ligadas aos gatos, que >chegam a provocar asma em quem é mais sensível, afeta 10% dos americanos, >ou 27 milhões de pessoas, com o custo passando da casa dos milhões de dólares. > >A empresa, que diz ser a primeira a propor este tipo de animal >transgênico, se o rgulha de já ter recebido milhões de pedidos dos Estados >Unidos, mas também do Japão e da Europa. > >Um sistema de reserva pela internet foi disponibilizado na página oficial >do grupo, que deve entregar os primeiros gatinhos em 2007, acrescenta a nota. > >fonte: FSP online 20/11/04
Oi Luiz Eduardo, Penso que é muito bom terem criado gatos anti-alergicos, tenho alguns amigos que adoram gatos e não podem nem chegar perto em função da alergia....ms sera verdade?! depois a pessoa compra um gato caríssimo e a alergia vem?! Espero que tb possam chegar ao ser humano um dia, tirarem as doenças geneticas antes das pessoas nascerem com elas.....sou totalmente a favor de todas as pesquisas direcionadas a células tronco, tenho um filho diábetico, a cura da doença dele virá somente se direcionarem as pesquisas prá essa área....ele esta fazendo medicina em Cuba e esta querendo direcionar seus estudos pra pesquisas genéticas........imagina se eu estivesse gravida e meu medico descobrisse essa tendencia no feto e pudesse retirar esse fato genetico de meu filho ainda no ventre?! ou mesmo antes que eu o gerasse?! Seria ótimo, ele nasceria sem a tendencia à doença....e tantas outras pessoas poderiam ser curadas e tb se verem livres de doenças antes de nascerem, eu tenho uma tendencia genetica enorme ao cancer, imagina se isso tivesse sido tirado antes do meu nascimento?! logico que seria bom pra mim........tenho receio de desenvolver a doença, direciono a minha vida a elementos que poderiam evitar a doença, alimentos sem quimica e coisas do genero, ms o fator genetico tá comigo, por isso, tb, trabalho com os meus produtos sem introduzir os conservantes e coisas do genero......espero que não estejamos longe desse tipo de cura.....legal isso do gato é um começo, esse tipo de alergia é super desagradavel.............abraço Ivana
Quanto a conclusao da JAMA, achei-a bastante interessante.
Aqui no Canada, devido ao grande periodo de tempo em que pessoas passam dentro de ambientes internos, os problemas de alergia e doencas como asma e bronquite sao mais acentuados. Um dos nossos vizinhos tinha dois gatos e ambos os filhos tinham problemas alergicos, sendo que o menor sofria de asma.
A minha filha maior desenvolveu alergia a poh e pelo de gato, conforme disse um alergista quando ela esteve de ferias no Brasil. A minha filha menor tem uma pequena alergia cuja causa ainda nao foi detectada.
Sds,
Kleber
Toronto
Olá Kleber,
Os conceitos referidos têm me ajudado muito a caminhar com os clientes. São fundamentados em referenciais distintos da imunologia atual, no entanto, utilizando suas ferramentas, como a dosagem de auto-anticorpos (ASLO, Ab-TPO, prot-C, etc), para a compreensão dos processos envolvidos.
...
Para ratificar a perspectiva que trabalho, a redução de alergias passa prioritariamente pela exclusão de:
A intenção da mensagem é evidenciar esta diferença, com vistas ao aumento de eficácia dos cuidados clínicos.
O aspecto da higienização dos bolores por exemplo é de compreensão comum, assim como não comer Colchonilla. O contato com animais vivos não induz reações alérgicas, mas sim com seus cadáveres.
> > E deve existir uma infinidade de outros materiais vegetais que devem > possibilitar a criação de calçados como sisal, folha de bananeira, de > carnaúba, etc. > Mas como atestam os índios, são totalmente supérfluos. > > []s, > Raw
Tão supérfluos que não consegui ir atrás deles por aqui..., mas me dando ao luxo:)
Alguém sabe onde tem destes calçados na região de Campinas-SP?
Olá, sou tb pesquisador(médico) y utilizo o leite bovino ORGÂNICO em forma de kéfir e tenho otido excelentes resultados tanto nutricionais como funcionais. Que tal experimentar?
luizmeira@... wrote:
Existe 1 mensagem sobre este tópico.
Tópicos contidos neste resumo:
1. Leite aumentaria risco de câncer no ovário De: "Luiz Meira"
Mensagem: 1 Data: Sun, 12 Dec 2004 23:05:24 -0200 De: "Luiz Meira" Assunto: Leite aumentaria risco de câncer no ovário
From: igal flint
eu pessoalmente não gosto de leite e não recomendo..... gostaria de saber se o que causa o cancer de ovário é o leite em sí, ou os
hormonios, antibioticos , vacinas e carrapaticidas
encontrados nele na forma residual que pode ser cumulativa em algum tecido humano.
Olá Igal
Acrescento em sua lista de aspectos maléficos
dos laticínios:
Aquecimento de gordura animal, tornando-as altemente agressivas ao trato digestivo, queimando e chegando a necrosar a pele interna do intestino.
Coalhos utilizados nos queijos, oriundos de estômago de porco, estômago de boi, bolores e bactérias transgênicas.
No entanto, respondendo sua questão, ao utilizar em pessoas altamente sensíveis (alérgicas ao leite e diversos outros produtos) leite de bovinos que se alimentam exclusivamente de capim e queijos com coalhos não transgênicos ou suínos não tenho encontrado reações clínicas ou sorológicas. Estou fazendo estas observações de forma criteriosa há 3 anos. Ao trocar estes dados em outros ambientes naturalistas tenho encontrado respostas semelhantes.
http://br.groups.yahoo.com/group/luizmeira http://luizmeira.cjb.net ------------------------------------------------------------------------ Links do Yahoo! Grupos
<*> Para visitar o site do seu grupo na web, acesse: http://br.groups.yahoo.com/group/luizmeira/
<*> Para sair deste grupo, envie um e-mail para: luizmeira-unsubscribe@...
<*> O uso que você faz do Yahoo! Grupos está sujeito aos: http://br.yahoo.com/info/utos.html
Falando em laticinios... gostaria de saber sua opiniao sobre o kefir - que
eh produzido por uma colonia de bacterias e fungos simbioticos (veja abaixo
a composicao, obtida em
http://geocities.yahoo.com.br/kefirbrasil/index.html# Assim, O Que É Kefir?)
Abracos,
Isabel Pagano - Campinas - SP
*********
Microflora tipica isolada dos graos de kefir
LACTOBACILOS
Lb. brevis
Lb. cellobiosus
Lb. acidophilus
LACTOCOCCOS / STREPTOCOCCOS
Lb. casei ssp.alactosus
Lb. casei ssp. Rhamnosus
Lb. casei
Lb. paracasei spp. paracasei Lc.
lactis ssp. lactis
Lb. helveticus ssp. lactis Lc.
lactis var. diacetylactis
Lb. delbrueckii ssp. lactis Lc.
lactis ssp. cremoris
Lb. delbrueckii ssp. bulgaricus S.
salivarius ssp. thermophilus
Lb. lactis
S. lactis
Lb. fructivorans
Enterococcus durans
Lb. hilgardii
Leuconostoc cremoris
Lb. Kefir
L. mesenteroides
Lb. Kefiranofaciens
*Lb. Kefirgranum sp. no
*Lb. paraKefir sp. nov.br
LEVEDURA·
Kluyveromyces lactis
Kluyveromyces marxianus var. marxianus ACETOBACTER
K. bulgaricus
K. fragilis / marxianus
Acetobacters aceti
Candida Kefir
A. rasens
C. pseudotropicalis
C. tenuis
C. rancens
Saccharomyces lactis
S. carlsbergensis
Saccharomyces ssp. Torulopsis holmii
Encyclopaedia of Food Science,
Food Technology and Nutrition under "Kefir" pages 1804-1808.
* Two new species recently discovered. International Journal of Systematic
Bacteriology 44 (3) 435-439 (1994) [21 ref. En]
***********************
> Hello, O poder das imagens, quando vc preconizou a
> imagem da íris pela internet parecia insólito veja que
> beleza...hehehehh!!!!
>
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> CUIDADO COM FERIDAS VIA INTERNET OBTÉM BONS RESULTADOS
>
> Artigo publicado nesta semana pela revista Journal of
> Telemedicine and Telecare mostra como a Internet pode
> ajudar a melhorar a qualidade de vida de pacientes com
> feridas nos membros inferiores. Uma câmera caseira foi
> usada por voluntários que fotografaram suas feridas e
> enviaram as imagens obtidas via web para uma equipe de
> enfermagem especialmente treinada. Depois de analisar
> as imagens à distância, as enfermeiras foram capazes
> de avaliar as lesões e sugerir um plano de tratamento
> que os próprios pacientes realizavam em suas casas.
> Esses resultados serviriam, segundo a revista, para
> mostrar como cuidados a distância podem facilitar o
> acesso de pacientes a serviços de saúde, além de
> representarem significativa redução nos custos
> orçamentários da saúde pública.
>
> Fonte: Journal of Telemedicine and Telecare Volume: 10
> Number: 6 Page: 342 - 345
>
http://juno.ingentaselect.com/vl=2893763/cl=68/nw=1/rpsv/cw/rsm/1357633x/v10
n6/s6/p342
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> EXAMES OFTALMOLÓGICOS POR TELE-MEDICINA PODEM SER
> EFICIENTES
>
> Pesquisadores avaliaram a viabilidade da utilização
> dos recursos de tele-medicina na oftalmologia em uma
> ilha remota, a 200km de Taiwan, onde não há nenhum
> oftalmologista. Foi realizado um rastreamento para
> doenças oftalmológicas com 113 indivíduos acima de 40
> anos (31% de toda a população). Imagens captadas foram
> transmitidas para um especialista em retina em Taiwan.
> O tempo de transmissão foi de 60 a 90 segundos por
> imagem para a maioria das imagens. A taxa de detecção
> de anormalidades com as imagens digitais (8.8%) foi
> duas vezes superior à da oftalmoscopia indireta
> (4.4%), o que demonstrou o sucesso do rastreamento à
> distância.
>
> Fonte: Journal of Telemedicine and Telecare Volume 10,
> Issue 6, Pages 337-41 - 2004
>
http://hermia.ingentaselect.com/vl=3240745/cl=88/nw=1/rpsv/cw/rsm/1357633x/v
10n6/s5/p337
>
>
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> Um grande abraço,
>
> Cláudio Lima - Terapeuta Naturalista
> MSN: joshua_lima@...
> +12 9764-1410
>
> Shalom!!!
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> "Aprender é descobrir o que já se sabe.
> Praticar é demonstrar o que se sabe.
> Ensinar é lembrar aos outros que
> eles sabem tanto quanto você.
> Todos são alunos, praticantes e professores".
> (Richard Bach)
> =============================================