Olá Adilma,
Você escreveu:
> ...minha esposa tem Fator Rh - e eu tenho o Fator Rh +, minha primeira
filha tem Rh +, de 10 dias está super saudável, graças a deus. Mas
infelizmente houve um erro na maternidade e o grupo sanguíneo da minha
esposa ficou como Rh +, por isso não lhe aplicaram a vacina e o prazo de 72
horas venceu.
> Nós fomos informados que o nosso segundo filho(a) e se tiver o sangue Rh
+, poderá morrer na barriga ou após o nascimento, se viver, terá anemia,
deficiência mental, surdez...
> Gostaria de saber se existe algum tratamento que podemos fazer.
Quando o sangue do cordão entra em contato com o sangue da mãe acontece
a sensibilização, e a mãe cria anti-corpos contra fator Rh+. A dita "vacina"
é um soro com anticorpos anti-Rh, que se unem aos antígenos fetais,
diminuindo a possibilidade destes sensibilizarem o sistema imune materno,
por isso, quanto mais rápido for feito o soro, melhor.
O parto não mistura necessariamente os fluídos maternos e fetais,
podendo não sensibilizar a mãe. Em casa, minha mãe e meu pai têm a mesma
situação, tiveram 3 filhos há 40 anos atrás, e não existia este soro. Embora
os partos tenham sido difíceis, todos evoluindo com fórceps, nenhum dos
filhos teve qualquer problema.
Para verificar se houve sensibilização durante o parto é necessário
fazer um teste que se chama "Coombs". Nas próximas gestações é aconselhável
fazer o Coombs durante o pré-natal, uma vez por trimestre, para assegurar
que não está acontecendo senbilização intra-útero.
Finalmente, para garantir melhor equilíbrio do sistema imune, sugiro
hábitos hiposensibilizantes para alergia em geral, tal como preconizo nas
orientações sobre Equilíbrio alimentar. Esta postura, além de diminuir o
risco imune, também diminui diversos outros riscos, inclusive durante a
amamentação e crescimento.
Abraços
Luiz Meira
> > O que vem a ser a cristalização iônica citado em seu site referente aos medicamentos homeopáticos contendo mistura de água-álcool ? > >
O medicamento homeopático, quando acima da décima segunda diluição de Hannemam (cH12) não possui um átomo sequer da substância original. Assim, o que irá informar ao nosso organismo que uma determinada substância está entrando em contato, é a "imagem" da substância original feita com o dipolo água-álcool. Como não estamos acostumados a raciocinar com estes elementos, ilustro este conceito com o trabalho de Masaru Emoto que tanto mostra imagens de cristais de água, como o efeito sutil sobre a cristalização.
A compreensão destas dimensões ajuda também a diferenciarmos fitoterapia de homeopatia, confusão muito frequente no âmbito popular, pois na fitoterapia praticamente não há diluição, usamos os produtos químicos extraídos das plantas em solução alcoólica. Outro aspecto é que a homeopatia utiliza diversos produtos que não são plantas, como por exemplo sal de cozinha.
Caso queira maiores detalhes poderá passear e interagir nos sites indicados em meus links favoritos , ou voltar a questionar-me, pois se puder te responder será uma satisfação.
Oi Rita
O Silício, assim como os outros minerais interagem conosco quando estão
"biodisponíveis", ou seja, ionizados. Os minerais como Cálcio, ferro,
manganês, fósforo etc, estabelecem equilíbrio iônico, acoplados a proteínas
e gorduras.
Assim, se quiser aumentar a disponibilidade do Silício, é melhor que
seja de fonte biológica. A entrecasca dos cereais é uma boa fonte, no
entanto o equilíbrio iônico é mais significativo do que a quantidade com
vistas à eficácia.
Assim, cereais em geral, integrais, dão o aporte necessário,
contribuindo juntamente com os outros diversos fatores para a solidificação
óssea.
Aqui entra nossa cultura patológica que valoriza o cereal branco,
polido, sem a entrecasca com silício. Outro aspecto é que ao processarmos
industrialmente o silício e outros minerais também são mobilizados, podendo
ficar indisponíveis biologicamente. Outro aspecto é que os adubos e
agrotóxicos desequilibram ionicamente a espécie, podendo haver diminuição do
aporte esperado.
Cereais integrais e orgânicos. Esta é a melhor fonte.
Atenciosamente
Luiz Meira
http://luizmeira.cjb.net
-----Mensagem Original-----
De: Luiz Meira <luizmeira@...>
Para: <rita@...>
Enviada em: domingo, 28 de setembro de 2003 07:28
Assunto: Fwd: Re:_Silício_na_cerveja_melhora_a_saúde_ dos ossos
> --- Rita Amaral <ritaamaral@...> escreveu: > Data:
> Sat, 27 Sep 2003 18:12:24 -0300
> > Para: oimperfecta@...,
> > De: Rita Amaral <ritaamaral@...>
> > Assunto: Re:_Silício_na_cerveja_melhora_a_saúde_
> > dos ossos
> > Cc: "Luiz Meira , ritamelo" <luizmeira@...>
> >
> > Clarissa,
> > Não sei, mas acho que não. O problema em OI é um defeito
> > genético. Leia,
> > por favor, o material da biblioteca, pois só a leitura
> > atenta vai fazer vc
> > entender bem o que é a OI antes de falar sobre ela.
> > Estou pedindo ao Dr. Luiz Meira, membro do nosso Conselho
> > Científico, pra
> > nos informar um pouco sobre o silício nos ossos.
> > Abraço
> > Rita
> > At Saturday27/09/200315:52, you wrote:
> > >Oi Rita,
> > >Mas o silício para quem tem OI então não resolve en
> > nada?
> > >
> > >Clarissa
> > >
> > ><><><><><><><><><><><><><><><><><><><><><><>
> > >Conheça a
> > >Associação Brasileira de Osteogenesis Imperfecta
> > >http://www.aboi.org.br
> > >Lista on-line:
> > http://br.groups.yahoo.com/group/oimperfecta/
> > >Para mais informações: http://www.aguaforte.com/oi
> > >Enviar mensagem: oimperfecta@...
> > >Assinar: oimperfecta-subscribe@...
> > >Cancelar assinatura:
> > oimperfecta-unsubscribe@...
> > >Proprietário da
> > lista:oimperfecta-owner@...
> > >
> > Profa. Dra. Rita Amaral - antropóloga
> > Núcleo de Antropologia Urbana da Universidade de São
> > Paulo
> > E-mail: ritaamaral@...
> > Homepage: www.aguaforte.com/antropologia
> >
>
Silicon: An Overlooked Trace Mineral
arthritissupport.com
05-14-2003
Silicon, an abundant trace mineral in nature is proving to be an essential ingredient for stronger bones, better skin and more flexible joints. Including silicon in your diet may boost the benefits of calcium, glucosamine and vitamin D. Here are some of the latest findings on this overlooked mineral.
The human body contains approximately 7 grams of silicon, which is present in various tissues and body fluids. The silicon in tissues is usually bonded to glycoproteins such as cartilage, whereas the silicon in blood is almost entirely found as either free orthosilicic acid or linked to small compounds.
The biological requirement for silicon was first demonstrated by Edith Carlisle and Klaus Schwarz(1,2) in experiments with rats and chickens that were fed silicon-deficient diets. These experiments demonstrated that nutritional silicon deficiency causes skeletal deformities such as abnormal skull and long bone structure, as well as poorly-formed joints with decreased cartilage content. Detailed biochemical analysis revealed that silicon is an essential nutrient for the structural integrity and development of connective tissue.(3,4)
Silicon's most popular use is as a nutritional supplement to strengthen not only the bones and connective tissues, but also hair, nails and skin.
Silicon in tissue and joints
Connective tissue is composed of cells which produce the fibrous protein matrixes of collagen and elastin, as well as the hydrated (water retaining) network of amino-sugars called glycosaminoglycans (GAG) or muco- polysaccharides (MPS). Silicon is believed to stabilize the glycosaminoglycan network.(5)
The amino-sugar glucosamine, which is also needed for the biosynthesis of GAGs, has been clinically proven to be effective in the treatment of arthritis.(6) Given silicon's chemical association with GAGs, it seems that the combination of both glucosamine and silicon could have a complementary therapeutic value in the treatment of arthritis and other related connective tissue diseases.
Silicon, bone and osteoporosis
Bone is actually a special type of connective tissue. Silicon is a major ion in osteogenic cells, which are the bone-forming cells in young, uncalcified bone. As the bone matures, the silicon concentration declines and deposits of calcium and phosphorous are formed simultaneously. In other words, the more "mature" the bone tissue, the lower the silicon concentration in the bone. Therefore, it has been concluded that silicon acts as a regulating factor for the deposition of calcium and phosphorous in bone tissue.(7)
Silicon's regulatory action in bone calcification and its vital role as a structural component of connective tissue are the reasons for silicon's classification as an essential trace element in animal and human nutrition.
Silicon plays an ongoing role in maintaining bones after their formation. Bone is a dynamic, living tissue system that balances bone formation by osteoblast cells and the ongoing reabsorption of bone tissue by osteoclast cells. (Bone minerals are dissolved and organic bone matrix components such as collagen are digested by the action of osteoclast cell.)
Osteoporosis occurs when there is a low rate of bone formation and a high rate of bone reabsorption, thus leading to a decline in bone mineral density and a decreased mechanical strength of the bone. Bone loss occurs generally with aging, but a clear acceleration occurs during menopause or following a failure or removal of the ovaria, which leads to estrogen deficiency.
Studies with animals indicate that silicon supplementation reduces the number of osteoclast cells, thus partially preventing bone reabsorption and bone loss.(8) On the other hand it was shown in vitro that silicon compounds stimulate the DNA synthesis in osteoblast-like cells.(9)
Animal models for osteoporosis using estrogen deficient rats demonstrate that silicon supplementation can prevent bone loss.(10) In a clinical study of 53 osteoporotic women, silicon supplementation was associated with a significant increase in the mineral bone density of the femur.(11) The positive results of these studies suggest that silicon supplementation, along with calcium and vitamin D, may be useful in the fight against osteoporosis.
Silicon's other uses
In addition to connective tissue and bone health, several other promising health benefits of silicon, such as protection against aluminum toxicity and protection of arterial tissue have been reported.
As much as aluminum has been found in brain lesions of Alzheimer's patients, several researchers have suggested that aluminum toxicity may be involved in the pathology of Alzheimer's disease and other neurological disorders. In studies with rats,(13) silicon was found to prevent the accumulation of aluminum in the brain. It is believed that silicon bonds with aluminum in food and beverages, thereby reducing the gastrointestinal absorption of aluminum.
The protective role of silicon against aluminum was also confirmed in a French population study of elderly subjects: high levels of aluminum in drinking water had a deleterious effect upon cognitive function when the silicon concentration was low, but when the concentration of silicon was high, exposure to aluminum appeared less likely to impair cognitive function.(14)
Atherosclerosis is a condition characterized by the formation of plaque in the arteries. Plaque is formed when damaged artery tissue is not properly repaired, thus allowing scar tissue, oxidized cholesterol and other materials to obstruct the normal blood flow.
Experiments with rabbits fed a high-cholesterol diet demonstrated that supplementation with silicon protected the rabbits from developing artherosclerosis. Aside from protection against artherosclerosis, silicon is a vital structural component of arteries. However, the silicon concentration of arteries declines with age, most likely increasing the risk of lesions and plaque formations.(15,16)
Silicon in your diet
The daily dietary intake of silicon is estimated to be between 20 to 50 mg,17 with lower intakes associated with animal-based diets and higher intakes associated with vegetarian diets. Plants absorb orthosilicic acid from the soil and convert it into polymerized silicon for mechanical and structural support.18 This explains why fiber-rich foods such as cereals, oats, wheat bran and vegetables have a high silicon concentration. An unbalanced diet with a limited supply of vegetables, fruits and cereals will be low in silicon concentration.
While whole grain foods are a good, natural source of silicon, the silicon from these foods is insoluble and cannot be directly absorbed in the gastro-intestinal tract. Silicon in food is solubilized by stomach acid into orthosilicic acid, which absorbs directly through the stomach wall and the intestine into the blood. Lower stomach acidity, whether due to illness or age, diminishes our ability to metabolize silicon from food sources.
Aging is reported to be associated with an increasing gastric pH. In this view elderly people will have a decreased capacity to convert dietary silicates into bioavailable orthosilicic acid. The refining and processing of food, which removes silicon-containing fibers, contributes to a lower dietary silicon intake. Additionally, many of the additives used in the food industry interfere with the uptake of silicon.
In fact, these additives can (a) increase the gastric pH and thereby decrease the rate of hydrolysis of dietary silicates, (b) promote polymerization of orthosilicic acid and (c) chelate minerals in general which are then eliminated through the intestinal tract without absorption. The extensive re-use of soils and the application of aquacultures minimalize the essential supply of orthosilicic acid to plants.
The resulting crops have a less rigid structure due to decreased biosynthesis of phytolytic fibers and specific epidermal cells which contain silica structures. Consequently these crops will have a lower silicon concentration and contribute less to the dietary silicon intake compared to crops which have been cultivated on a natural, mineral rich soil. Given all these factors, it is not surprising that silicon supplementation may be useful for a complete and balanced diet.
When selecting a silicon supplement, the most important considerations should be safety and bioavailability. (Bioavailability is a complex term for the degree of absorption and the biological response to the silicon compounds which are present in the product.) Organic silicon compounds, which are laboratory synthesized, contain silicon-carbon bonds. These molecules are normally not present in biological systems and can be very toxic. For this reason it is safest to use silicon compounds that are already present in nature or compounds that are the derivatives of natural products.
Common silicon supplements include:
Plant extracts: Bamboo and algae usually have high silica concentrations. However, plant extracts are often not standardized and the silicon concentration in these products varies greatly. As the silicon from plant extracts cannot be absorbed directly through the stomach wall, the bioavailability of these products requires high stomach acidity in order to produce soluble orthosilicic acid.
Colloidal silicon gel: These products offer large, insoluble, polymer molecules of silicic acid suspended in water. Like plant extracts, these polymer-molecules cannot be absorbed directly through the stomach wall and therefore have a low rate of absorption. The stomach's ability to produce soluble orthosilicic acid is also limited to low concentration levels due to orthosilicic acid's limited stability.
Stabilized orthosilicic acid: Now on the market is a liquid, stabilized orthosilicic acid concentrate. A research group from the University of Antwerp in Belgium has published a supplementation study describing a high rate of silicon absorption from a liquid silicon supplement containing 2% silicon in the form of stabilized orthosilicic acid.
In the six-month study with calves, the total dietary silicon intake was increased by only 5% in the form of stabilized orthosilicic acid. Even with such a small dose of orthosilicic acid, the supplemented group showed 70% higher blood silicon levels than the unsupplemented group. These higher silicon blood levels also translated into a 12% higher collagen concentration in the skin of supplemented animals compared to unsupplemented animals. This study clearly demonstrated that the bioavailability of stabilized orthosilicic acid concentrate is very high compared to dietary silicon.(19)
Two independent Belgian research groups demonstrated both in a comparative human study that the total silicon absorption by the human body is considerably higher (more than 2.5 times higher) after supplementation of stabilized orthosilicic acid (as present in a product called BioSil) compared to plant extracts or colloidal supplements. In fact, only BioSil supplementation resulted in a statistical significant increase in silicon absorption compared to the placebo.
Without exception, each test subject had a similar absorption from orthosilicic acid, whereas large differences among subjects were found for the other silicon supplements.(20,21)
The bone stimulatory properties of silicon were recently investigated in an extended study on chicks. For the first time a normal diet was used instead of silicon deficient diet, which made it possible to observe the superior biological action of silicon in supplemented chicks compared to a control group. The silicon was added to the drinking water of the chicks, which increased the total dietary silicon intake less than 0.5%. Despite this extremely low dose a significant effect was found on both the calcium concentration in the blood and the density of thigh bones (femura).
In fact, the chicks had, after six weeks supplementation, 5.6% higher bone density in the hip region and 4.25% higher bone density at the midshaft of their thigh bones compared to non-supplemental chicks. These results show clearly that stabilized silicon (choline-silicon complex) was able to stimulate the bone formation machinery resulting in a higher density.(22)
Based on all the current research, silicon is now being considered a critical nutrient to better manage the effects of age on the body. Increasing the silicon in your body can occur through foods, plant extracts or supplements. Those with osteoporosis should especially consider the benefits of consistent silicon intake.
References:
1. Calisle EM. Silicon, an essential element for the chick. Science 1972, 178:619-62
2. Schwartz K, et al. Growth-promoting effects of silicon in rats. Nature 1972, 239:333-334.
3. Seaborn C, et al. Effects of germanium and silicon on bone mineralization. Biological Trace Element Res 1994, 42:151-164.
4. Seaborn C, et al. Silicon deprivation decreases collagen formation in wounds and bone, and ornithine transminase enzyme activity in liver. Biol Trace Elem Res 2002, 89(3):251-61.
5. Schwartz K. A bound form of silicon in glycosaminoglycans and polyuronides. Proc Nat Acad Sci USA 1973, 70(5):1608-1612.
6. Reginster J, et al. Long-term effects of glucosamine sulphate on osteoarthritis progression: a randomized, placebo-controlled clinical trial. Lancet 2001, 357:251-56.
7. Carlisle EM. Silicon: a possible factor in bone calcification. Science 1970, 167:179-280.
8. Hott M, et al. Short-term effects of organic silicon on trabecular bone in mature ovariectomized rats. Calcif Tissue Int 1993, 53:174-179.
9. Keeting et al. Zeolite A increases proliferation, differentiation, and transforming growth factor beta production in normal adult human osteoblast-like cells in vitro. J Bone and Miner Res 1992, 7(11):1281-1289.
10. Rico H, et al. Effect of silicon supplement on osteopenia induced by ovariectomy in rats. Calcif Tissue Int 1999, 66:53-55.
11. Eisinger J, Clariet D. Effects of silicon, fluoride, etidronate and magnesium on bone mineral density: a retrospective study. Magnesium Research 1993, 6(3):247-249.
12. Candy JM et al. Aluminosilicates and senile plague formation in Alzheimer's disease. Lancet 1986, 1:354-356.
13. Carlisle EM, Curran MJ. Effect of dietary silicon and aluminum on silicon and aluminum levels in rat brain. Alzheimer Dis Assoc Disord 1987, 1:83-89.
14. Jacmin-Gadda H, et al. Silica and aluminium in drinking water and cognitive impairment in the elderly. Epidermiology 1996, 7:281-285.
15. Loeper J, et al. Study of fatty acids in atheroma induced in rabbits by an atherogenic diet with or without silicon IV treatment. Life Sciences 1988, 42:2105-2112.
16. Loeper J, et al. The antiatheromatous action of silicon. Atherosclerosis 1979, 33:397-408.
17. Pennington JAT. Silicon in foods and diets. Food Addit Contam1991, 8:97-118.
18. Sangstet AG, et al. Silica in higher plants nutrition. In Silicon Biochemistry, CIBA Foundation Symposium 121, John Wiley and Sons, New York, p. 90-111.
19. Calomme M, Vanden Berghe D. Supplementation of calves with stabilized orthosilicic acid. Biol Trace Elem 1997, 56:153-156.
20. Calomme M, et al. Silicon absorption from stabilized orthosilicic acid and other supplements in healthy subjects. Trace elements in Man and Animals 10, ed by Roussel et al. Plenum, p. 1111-1114.
21. Van Dyck K, et al. Bioavailability of silicon from food and food supplements. Fresenius J Anal Chem 1999, 363:541-544.
22. Calomme M, et al. Effect of choline stabilized orthosilicic acid on bone density in chicks. Calcif Tissue Int 2002, 70:292.
"Um copo de cerveja por dia previne a osteoporose"
Um copo de cerveja por dia fornece cerca de 20 por cento da dose recomendada de silício, mineral que fortalece os ossos prevenindo a osteoporose, defende um estudo britânico apresentado na passada semana em Lisboa.
A investigação, realizada pela Universidade King's College de Londres e o Hospital St. Thomas e conduzida por Jonathan Powell, especialista em medicina e nutrição, conclui que o benefício máximo seria atingido com dois ou três copos por dia.
"Beber um copo de cerveja por dia fornece aproximadamente 6 miligramas de silício, que é cerca de 20 por cento da dose diária recomendada", indicou Powell.
Segundo o investigador, a ingestão de boas quantidades de silício até aos 35 anos pode prevenir a osteoporose (doença que se caracteriza por um processo de fragilização óssea) em idades avançadas.
O estudo, "Silício: fontes nutricionais e papel na saúde dos ossos", observou mais de 1.200 homens e 1.500 mulheres, dos 30 aos 87 anos, e verificou que a densidade óssea da anca e da coluna vertebral aumentava com a ingestão de ácido silício.
"Prova-se assim que as moléculas de ácido silício estimulam a produção de colagéneo, que é uma proteína fibrosa de importância crucial na maturação da estrutura dos ossos, tratando-se de um estimulante natural para o crescimento dos ossos", acrescentou o nutricionista.
O silício está amplamente presente numa grande quantidade de alimentos, como trigo, aveia, arroz, banana e feijão, mas o processamento dos alimentos reduz a sua concentração até cerca de 99 por cento.
O mineral encontra-se ainda na película envolvente dos grãos de cevada. Normalmente, o ser humano não ingere essa casca, mas na produção da cerveja ela é esmagada, libertando o silício e tornando-o solúvel na cerveja.
O facto do silício se encontrar em estado líquido facilita a sua absorção para o organismo, o que dá à cerveja um lugar de destaque entre outros alimentos ricos neste mineral, sustenta o estudo.
Envio esta mensagem para lembrá-los de um tema importante a ser construído em nossa cultura, que sem dúvida poderá colaborar para termos mais saúde.
Luiz Meira
Relato de um brasileiro:
Eu, um Brasileiro morando nos Estados Unidos da América, para ajudar no orçamento, estou fazendo "bico" de babá e estudante. Ao cuidar de uma das meninas de quem eu "teoricamente" tomo conta, uma vez cantei "Boi da cara preta" para ela, antes dela dormir. Ela adorou e essa passou a ser a música que ela sempre pede para eu cantar ao colocá-la para dormir.
Antes de adotarmos o "boi, boi, boi" como canção de ninar, a canção que cantávamos (em Inglês) dizia algo como:
"Boa noite, linda menina, durma bem. Sonhos doces venham para você, Sonhos doces por toda noite"... (Que lindo, né mesmo!?)
Eis que um dia Mary Helen me pergunta o que as palavras em português da música "Boi da cara preta" queriam dizer em Inglês:
"Boi, boi, boi, boi da cara preta, pega essa menina que tem medo de careta..." (???)
Como eu ia explicar para ela e dizer que, na verdade, a música "boi da cara preta" era uma ameaça, era algo como "dorme logo, senão o boi vem te comer"? Como explicar que eu estava tentando fazer com que ela dormisse com uma música que incita um bovino de cor negra a pegar uma cândida menina?
Comecei a pensar em outras canções infantis, pois não me sentiria bem ameaçando aquela menina com um temível boi toda noite...
Que tal! "nana neném que a cuca vai pegar..."? Caramba... outra ameaça! Agora com um ser ainda mais maligno que um boi preto!
Depois de uma frustrante busca por uma canção infantil do folclore brasileiro que fosse positiva e de uma longa reflexão, eu descobri toda a origem dos problemas do Brasil. O problema do Brasil é que a sua população em geral tem uma auto-estima muito baixa. Isso faz com que os brasileiros se sintam sempre inferiores e ameaçados, passivos o suficiente para aceitar qualquer tipo de extorsão e exploração, seja interna ou externa.
Por que isso acontece? Trauma de infância! Trauma causado pelas canções da infância. Vou explicar:
Nós somos ameaçados, amedrontados e encaramos tragédias desde o berço! Por isso levamos tanta porrada da vida e ficamos quietos. Exemplificarei minha tese:
Atirei o pau no gato-to-to Mas o gato-to-to não morreu-reu-reu Dona Chica-ca-ca admirou-se-se Do berrô, do berrô que o gato deu Miaaau!
Para começar, esse clássico do cancioneiro infantil é uma demonstração clara de falta de respeito aos animais (pobre gato) e crueldade. Por que atirar o pau no gato, essa criatura tão indefesa? E para acentuar a gravidade, ainda relata o sadismo dessa mulher sob a alcunha de "D.Chica". Uma vergonha!
Eu sou pobre, pobre, pobre, De marré, marré, marré. Eu sou pobre, pobre, pobre, De marré de si. Eu sou rica, rica, rica, De marré, marré, marré. Eu sou rica, rica, rica, De marré de si.
Colocar a realidade tão vergonhosa da desigualdade social em versos tão doces!! É impossível não lembrar do seu amiguinho rico da infância com um carrinho cabuloso, de controle remoto, e você brincando com seu carrinho de plástico... Fala sério!!!!
Vem cá, Bitu! vem cá, Bitu! Vem cá, meu bem, vem cá! Não vou lá! Não vou lá, Não vou lá! Tenho medo de apanhar.
Quem é o adulto sádico que criou essa rima? No mínimo ele espancava o pobre Bitú...
Marcha soldado, cabeça de papel! Quem não marchar direito, Vai preso pro quartel.
De novo ameaça. Ou obedece ou ... Não é à toa que brasileiro admite tudo de cabeça baixa...
A canoa virou, Quem deixou ela virar, Foi por causa da (nome de pessoa) Que não soube remar.
Tá vendo? Ao invés de incentivar o trabalho de equipe e o apoio mútuo, as crianças brasileiras são ensinadas a dedurar o dedo e condenar um semelhante.
Samba-lelê tá doente, Tá com a cabeça quebrada. Samba-lelê precisava É de umas boas palmadas.
A pessoa, conhecida como Samba-lelê, encontra-se com a saúde debilitada, necessita de cuidados médicos mas, ao invés de compaixão e apoio, a música diz que ela precisa de palmadas! Acho que o Samba-lelê deve ser irmão do tal Bitú...
O anel que tu me deste Era vidro e se quebrou. O amor que tu me tinhas Era pouco e se acabou...
Como crescer e acreditar no amor e no casamento depois de ouvir essa passagem anos a fio?
O cravo brigou com a rosa Debaixo de uma sacada; O cravo saiu ferido E a rosa despedaçada. O cravo ficou doente, A rosa foi visitar; O cravo teve um desmaio, A rosa pôs-se a chorar.
Desgraça, desgraça, desgraça! E ainda incita a violência conjugal (releia a primeira estrofe).
Precisamos lutar contra essas lembranças, meus amigos!!! Nossos filhos merecem um futuro melhor!!!
Acho esta questão muito relativa, depende muito do meio e de outras informações que a criança vai ter ao longo da vida
Mas inquestionavelmente isso fica no subconsciente assim como as menssagens subliminares que podem influenciar em nossas ações.
Luiz Meira <luizmeira@...> wrote:
Gente,
Envio esta mensagem para lembrá-los de um tema importante a ser construído em nossa cultura, que sem dúvida poderá colaborar para termos mais saúde.
Luiz Meira
Relato de um brasileiro:
Eu, um Brasileiro morando nos Estados Unidos da América, para ajudar no orçamento, estou fazendo "bico" de babá e estudante. Ao cuidar de uma das meninas de quem eu "teoricamente" tomo conta, uma vez cantei "Boi da cara preta" para ela, antes dela dormir. Ela adorou e essa passou a ser a música que ela sempre pede para eu cantar ao colocá-la para dormir.
Antes de adotarmos o "boi, boi, boi" como canção de ninar, a canção que cantávamos (em Inglês) dizia algo como:
"Boa noite, linda menina, durma bem. Sonhos doces venham para você, Sonhos doces por toda noite"... (Que lindo, né mesmo!?)
Eis que um dia Mary Helen me pergunta o que as palavras em português da música "Boi da cara preta" queriam dizer em Inglês:
"Boi, boi, boi, boi da cara preta, pega essa menina que tem medo de careta..." (???)
Como eu ia explicar para ela e dizer que, na verdade, a música "boi da cara preta" era uma ameaça, era
algo como "dorme logo, senão o boi vem te comer"? Como explicar que eu estava tentando fazer com que ela dormisse com uma música que incita um bovino de cor negra a pegar uma cândida menina?
Comecei a pensar em outras canções infantis, pois não me sentiria bem ameaçando aquela menina com um temível boi toda noite...
Que tal! "nana neném que a cuca vai pegar..."? Caramba... outra ameaça! Agora com um ser ainda mais maligno que um boi preto!
Depois de uma frustrante busca por uma canção infantil do folclore brasileiro que fosse positiva e de uma longa reflexão, eu descobri toda a origem dos problemas do Brasil. O problema do Brasil é que a sua população em geral tem uma auto-estima muito baixa. Isso faz com que os brasileiros se sintam sempre inferiores e ameaçados, passivos o suficiente para aceitar qualquer tipo de extorsão e exploração, seja interna ou externa.
Por que isso acontece? Trauma de infância! Trauma causado pelas canções da infância.
Vou explicar:
Nós somos ameaçados, amedrontados e encaramos tragédias desde o berço! Por isso levamos tanta porrada da vida e ficamos quietos. Exemplificarei minha tese:
Atirei o pau no gato-to-to Mas o gato-to-to não morreu-reu-reu Dona Chica-ca-ca admirou-se-se Do berrô, do berrô que o gato deu Miaaau!
Para começar, esse clássico do cancioneiro infantil é uma demonstração clara de falta de respeito aos animais (pobre gato) e crueldade. Por que atirar o pau no gato, essa criatura tão indefesa? E para acentuar a gravidade, ainda relata o sadismo dessa mulher sob a alcunha de "D.Chica". Uma vergonha!
Eu sou pobre, pobre, pobre, De marré, marré, marré. Eu sou pobre, pobre, pobre, De marré de si. Eu sou rica, rica, rica, De marré, marré, marré. Eu sou rica, rica, rica, De marré de si.
Colocar a realidade tão vergonhosa da desigualdade social em versos tão doces!! É impossível não lembrar do seu amiguinho rico
da infância com um carrinho cabuloso, de controle remoto, e você brincando com seu carrinho de plástico... Fala sério!!!!
Vem cá, Bitu! vem cá, Bitu! Vem cá, meu bem, vem cá! Não vou lá! Não vou lá, Não vou lá! Tenho medo de apanhar.
Quem é o adulto sádico que criou essa rima? No mínimo ele espancava o pobre Bitú...
Marcha soldado, cabeça de papel! Quem não marchar direito, Vai preso pro quartel.
De novo ameaça. Ou obedece ou ... Não é à toa que brasileiro admite tudo de cabeça baixa...
A canoa virou, Quem deixou ela virar, Foi por causa da (nome de pessoa) Que não soube remar.
Tá vendo? Ao invés de incentivar o trabalho de equipe e o apoio mútuo, as crianças brasileiras são ensinadas a dedurar o dedo e condenar um semelhante.
Samba-lelê tá doente, Tá com a cabeça quebrada. Samba-lelê precisava É de umas boas palmadas.
A pessoa, conhecida como Samba-lelê, encontra-se com a saúde
debilitada, necessita de cuidados médicos mas, ao invés de compaixão e apoio, a música diz que ela precisa de palmadas! Acho que o Samba-lelê deve ser irmão do tal Bitú...
O anel que tu me deste Era vidro e se quebrou. O amor que tu me tinhas Era pouco e se acabou...
Como crescer e acreditar no amor e no casamento depois de ouvir essa passagem anos a fio?
O cravo brigou com a rosa Debaixo de uma sacada; O cravo saiu ferido E a rosa despedaçada. O cravo ficou doente, A rosa foi visitar; O cravo teve um desmaio, A rosa pôs-se a chorar.
Desgraça, desgraça, desgraça! E ainda incita a violência conjugal (releia a primeira estrofe).
Precisamos lutar contra essas lembranças, meus amigos!!! Nossos filhos merecem um futuro melhor!!!
Enviada em: terça-feira, 4 de novembro de 2003 00:28
Assunto: Re: [Clinica Domestica] Saúde_Mental
Nosso rol de compositores
e composições musicais para crianças é muito vasto e belamente sadio para elas. Basta ver algumas maravilhas musicais de nosso Heitor Villa-Lobos e as músicas do cd "Arca de Noé" feito pelo grande poeta Vinícius de Moraes e pelo grande violonista Toquinho.
Precisando de repertório estamos aí p/ dar uma força. Até mais.
Tenho utilizado argila nas mais diversas aplicações clínicas, ficando fascinado com os resultados. A primeira vez foi quando vi crescer um dedo que estada necrosado (situação usualmente abordada com amputação) em diabético insulino-dependente há 9 anos atrás, o detalhe é que a unha ficou virada para cima, no entanto a regeneração foi plena.
Agora este artigo replicado da Folha de São Paulo especifica alguns aspectos interessantes, e coerente com a descrição de Gênesis 2.5-7:
5,6 Não existia nenhuma planta. Nenhuma semente havia brotado na terra, pois o Senhor Deus ainda não tinha feito cair chuva. E também não havia ninguém para fazer lavoura. Mas um vapor subia da terra e molhava o solo em toda a parte.
7 Então Deus formou o corpo humano usando para isso o pó da terra. Depois soprou nele o sopro de vida. E ele veio a ser alma vivente.
Argila pode estar na origem das células
REINALDO JOSÉ LOPES FREE-LANCE PARA A FOLHA
O ingrediente que faltava para reunir as moléculas orgânicas da Terra primordial numa membrana, formando um esboço de célula, pode ter sido uma simples fôrma de argila -um pó ou pasta acinzentada comum em diversos lugares do planeta. É isso o que sugerem experimentos feitos por cientistas norte-americanos, nos quais a mera adição desse condimento mineral multiplicou em cem vezes a tendência de ácidos graxos (as moléculas que compõem os lipídios ou gorduras) de formar uma membrana de camada dupla, parecida com a que todas as células bacterianas, animais ou vegetais ostentam até hoje. Esse projeto de célula, no entanto, vai muito além da mera formação: ele também consegue "crescer", incorporando mais partículas de ácido graxo espalhadas nas proximidades, e até se "dividir" -embora precise de um certo grau de estímulo dos pesquisadores para conseguir realizar essa última proeza. "Não estamos querendo dizer que foi exatamente assim que aconteceu durante a formação da vida", declarou à Folha o bioquímico Jack Szostak, 50, da Universidade Harvard (EUA). "O que o nosso experimento faz é demonstrar que precursores celulares poderiam aparecer sem a necessidade de mecanismos bioquímicos complexos", afirma o pesquisador, cujo trabalho sai hoje na revista norte-americana "Science" (www.sciencemag.org). O experimento de Szostak (pronuncia-se "chôstak") e seus colegas marca mais um ponto em favor da humilde argila, que já tinha demonstrado outra propriedade suspeitamente pró-vida. Ela é capaz de induzir a formação de cadeias de RNA, a molécula-irmã do DNA que também armazena instruções genéticas e, ao contrário dele, consegue induzir reações químicas sozinha. Para muitos cientistas, o RNA é o candidato ideal para primeiro material genético da história da vida.
Do barro à vida "Nós nos inspiramos nessa capacidade conhecida da montmorillonita [o tipo de argila mais utilizado no experimento] para ver se ela conseguia induzir o mesmo processo com os ácidos graxos", conta Szostak. As membranas celulares verdadeiras são formadas por moléculas bem mais complicadas, embora aparentadas: os fosfolipídios, que incluem também átomos do elemento fósforo. A tendência desses ácidos é se juntar em pequenos aglomerados. Os pesquisadores, no entanto, viram que a adição de um pouco de montmorillonita à mistura aumentou em cem vezes essa tendência. As vesículas de dupla camada que surgiram da reação englobavam as partículas de argila. Como tanto o mineral quanto as camadas de ácido têm carga elétrica negativa (e portanto deveriam se repelir), a hipótese dos pesquisadores é que uma camada de partículas positivas adjacente à argila atraia as vesículas. Os pesquisadores misturaram ainda RNA, marcado com uma tinta fluorescente vermelha, à argila. Ele também foi englobado -mais um passo em direção a uma "célula", com membrana e material genético. Na presença de mais matéria-prima, as vesículas cresceram, absorvendo-a, e os pesquisadores causaram sua "divisão celular" (que ocorreu sem perda do material interno) fazendo-as atravessar uma rede de microporos. "Se pudéssemos fazer com que o RNA iniciasse algum tipo de síntese dentro dessas vesículas, seria um grande passo. Mas esse é um grande projeto, ao qual ainda temos de dar prosseguimento", afirma Szostak. "Temos de ter a mente aberta e tentar simular um caminho completo, da formação das moléculas orgânicas à das células." Uma coisa, no entanto, é certa: matéria-prima não faltava.
Encontrei referência ao seu nome quando fazia pesquisa na internet sobre dieta higienista: havia uma mensagem sua na lista do Yahoo -- (Tratamentos alternativos para a) Hepatite C. Muito interessante o trecho, tradução e adaptação do livro do Dr. Shelton, "Food combining made easy". E igualmente interessantes as mensagens que li dessa lista.
Para mim é o melhor conteúdo que temos disponível, tanto em termos de abrangência como em profundidade. Vale a pena verificar os detalhes mencionados nas mensagens.
Dali segui para sua página na internet e li sobre feijão, granola e cardápios. Observei que não há presença de verduras (estas, juntamente com raízes, seriam para os animais ?)...
Exatamente.
Melhor é receber o que as espécies selecionadas pelas diversas etnias nos fornecem ao devido tempo da colheita, do que quebrar folhas ou arrancar raízes...
As verduras são compostas principalmente de celulose (não digerível) e pouco solúvel, enquanto que as fibras das sementes são hidro-solúveis (formando a aparência de gelatina, sendo que as folhas e caules formam algo parecido com esponjas), que exercem pressão osmótica adsorvendo íons, hormônios, vitaminas e nutrientes diversos, levando-os embora juntamente com o bolo fecal.
As verduras são desequilibradas quando comparadas com os grãos, pois praticamente não possuem proteínas, carboidratos e as gorduras são em proporção muito pequenas.
Muitas folhas podem apresentar propriedades tóxicas tal como é descrito sobre o Espinafre em mensagem pregressa da lista.
Os íons e vitaminas apresentam grandes desproporções entre si, dificultando sua absorção ou mesmo exercendo efeito adverso.
As raízes são também bastante desequilibradas, apresentando em geral grande proporção de carboidratos e quase nada de gorduras ou proteínas, além de apresentarem íons e vitaminas desequilibrados.
Para pessoas que não estejam doentes este desequilíbrio é compensado pelo metabolismo corporal sem que se observe sinais evidentes, no entanto, dependendo da situação clínica, podem influenciar negativamente como por exemplo as verduras podem drenar o ferro e o cálcio, intensificando anemias e osteoporose, e as raízes podem piorar uma situação de obesidade.
No geral é melhor utilizar estes produtos como temperos ou remédios.
Minha pergunta: qual sua opinião sobre a dieta higienista (considerando que as verduras são parte essencial dessa dieta) ?
Quando retiramos os animais coprofagos e necrófagos de nossa dieta, tudo melhora. Atribuo a eficácia da higienista a isto, pois simplificando: eles excluem os suínos e similares. Da mesma forma considero a eficácia do vegetarianismo em geral, por excluírem os animais alergênicos.
O senhor costuma dar consulta no Rio de Janeiro ou somente em São Paulo?
Atualmente não tenho atendido nem em São Paulo, somente na região de Campinas, no entanto utilizando e-mails, imagens da íris, e telefone, atendo pessoas de qualquer lugar com eficácia semelhante ou até mesmo maior do que pessoalmente. Digo maior eficácia pois quem está familiarizado com a análise dos conteúdos disponíveis na rede, e em especial do que disponibilizo no site, pode avançar muito mais rapidamente do que aqueles que escutam uma consulta pessoal e depois esquecem a maior parte do que ouviram.
Eu não sou profissional de saúde. Sou apenas interessada e busco uma alimentação equilibrada. E como não me "alinho" com o raciocínio da medicina alopática, procuro geralmente as chamadas alternativas.
O que você está fazendo é o que eu considero melhor: buscar os conhecimentos da forma que conseguir, e posteriormente amadurecer os detalhes com os contatos pessoais. Desta forma muitos chegam a ter melhor discernimento e conhecimento do que profissionais de saúde fundamentados na distribuição de medicamentos e equipamentos.
Aprecio muito a iridologia, pelo seu método de identificação de possíveis patologias. Em uma de suas mensagens, o Dr. explica que a iridologia é fácil de entender até por uma criança. Gostaria de me informar mais sobre este assunto. Como poderia ser um iridologo, terei que fazer medicina ?
Proponho que a análise da íris seja cultura geral, assim como a administração das situações clínicas mais prevalentes, especialmente através da alimentação e fitoterapia.
Gosto muito de suas informações passadas no seu site.
Organizo e apresento estas informações com esmero didático, justamente com o intuito de instrumentalizar as pessoas a atingirem o propósito de compreender e interferir nas questões cotidianas relacionadas à saúde.
Geralmente após 2 anos vivenciando estes conceitos as pessoas estão aptas a manejarem a maioria dos aspectos de promoção da saúde.
Eu entendi direito ou as verduras( folhas etc...) são desiquilibradas mas poderiam ser comidas junto com outros tipos de alimento e no final o resultado poderia ser eventualmente ser equilibrado. Do contrario teriamos que comer somente grãos. Será que foi essa a mensagem do texto ?
Jose Luiz
É exatamente este o conceito. Seres sublimes como nós, estarão mais plenos enquanto estiverem ressonando no plano das flores, que perfumadas e coloridas estabelecem relação social produtiva com os insetos e aves, fecundando e fornecendo seus produtos no devido tempo.
Para quem conhece biologia com mais detalhes é mais fácil compreender que não é possível equilibrar sais de uma verdura com amido de uma raiz e a proteína de uma semente.
A visão mecanicista do século passado propõe isso com o intuito de veicular produtos comercialmente tal como complexo de vitaminas em drágeas.
As proporções entre os ions, gorduras, amidos, proteínas, enzimas, numa semente respeita o equilíbrio que permite a vida. caso falte picogramas de um determinado íon, a semente não consegue brotar.
Numa folha os íons aparecem sem os vínculos que permitem a vida, estão estruturados para absorver energia luminosa. O cálcio de um alface vai estar sem a proporção adequada de fósforo... talvez exerça até mesmo um efeito agressivo, aumentando a eliminação deste produto, carreando outros íons consigo.
A mensagem sobre espinafre colocada nesta lista há algum tempo exemplifica a intoxicação que uma folha pode causar. O curioso é que esta espécie seja tão propagada pelos profissionais de saúde mais incautos.
Fico penalizado em ver quanto desperdício de vida acontece com o empenho em produzir, distribuir, processar e consumir folhas e raízes. (ainda mais envenenados e misturados geneticamente)
Para equilibrar o amido de uma raiz com a proteína de uma semente, estaríamos desprezando a proporção de amido que já está equilibrando a proteína desta semente.
Poderia ficar procurando argumentos para justificar esta perspectiva, mas me parece tão incoerente pensar em comparar um pêssego com um alface ou uma mandioca...
Fico imaginando daqui muitos anos, talvez séculos, quando nossa compreensão da interação molecular dos seres vivos possivelmente seja muito diferente da atual, onde estarão em cena diversas estruturas e elementos que nem desconfiamos atualmente... talvez tenhamos argumentos muito mais explícitos para não usar folhas e raízes.
Abraços
Luiz Meira
Olé!!! abs dick
Luiz Meira wrote:
>Cláudia escreveu:
> Dali segui para sua página na internet e li sobre feijão, granola e cardápios. > Observei que não há presença de verduras (estas, juntamente com raízes, seriam > para os animais ?)... > > Exatamente. > Melhor é receber o que as espécies selecionadas pelas diversas etnias nos fornecem ao devido tempo da colheita, do que quebrar folhas ou arrancar raízes... > As verduras são compostas principalmente de celulose (não digerível) e pouco solúvel, enquanto que as fibras das sementes são hidro-solúveis (formando a aparência de gelatina, sendo que as folhas e caules formam algo parecido com esponjas), que exercem pressão osmótica adsorvendo íons, hormônios, vitaminas e nutrientes diversos, levando-os embora juntamente com o bolo fecal. > As verduras são desequilibradas quando comparadas com os grãos, pois praticamente não possuem proteínas, carboidratos e as gorduras são em proporção muito pequenas. > Muitas folhas podem apresentar propriedades tóxicas tal como é descrito sobre o Espinafre em mensagem pregressa da lista. > Os íons e vitaminas apresentam grandes desproporções entre si, dificultando sua absorção ou mesmo exercendo efeito adverso. > > As raízes são também bastante desequilibradas, apresentando em geral grande proporção de carboidratos e quase nada de gorduras ou proteínas, além de apresentarem íons e vitaminas desequilibrados. > > Para pessoas que não estejam doentes este desequilíbrio é compensado pelo metabolismo corporal sem que se observe sinais evidentes, no entanto, dependendo da situação clínica, podem influenciar negativamente como por exemplo as verduras podem drenar o ferro e o cálcio, intensificando anemias e osteoporose, e as raízes podem piorar uma situação de obesidade. > > No geral é melhor utilizar estes produtos como temperos ou remédios. >
O ideal é que fossem cozidos, floculados e consumidos em menos de seis meses.
A variedade de espécies acabam fornecendo os nutrientes adequados.
Acompanhando nefropatas crônicos, em diálise peritoneal, observo que podemos manejar os íons plasmáticos alterando a porcentagem de flocos e grãos in natura.
Farinha de grãos como por exemplo feijão cozido e assado também é um ótimo complemento alimentar, especialmente para induzir dieta hiperprotêica (rica em aminoácidos).
Flexibilidade quanto aos aspectos mencionadas por você permite maior abrangência da proposta terapêutica.
Dois anos é o tempo médio que uma família leva para estar segura na administração da saúde desde uma perspectiva naturalista mais eficaz.
Enviada em: segunda-feira, 1 de dezembro de 2003 14:32
Assunto: Flocos
Caro Luiz,
Estive dando uma olhada em sua página e estou com uma dúvida com relação a utilização dos flocos (de aveia, milho, trigo, arroz, etc).
Existem correntes de alimentação que não recomendam a utilização diária de flocos, pelo fato de estes já não possuírem a energia vital que o grão integral possuía. Se você colocar um grão de arroz/trigo na água (em ambiente escuro) ele brota (já fiz essa experiência), mas os flocos não, pois já estão mortos.
Além do mais, boa parte dos flocos que se vê por aí são de aveia, um cereal que não é considerado adequado para o nosso clima. Eu, particularmente, sinto que o consumo de aveia em flocos aumenta a minha produção de muco (catarro). Um amigo meu trabalhou numa fábrica de flocos de aveia e disse que os flocos finos são feitos com a sobra da produção dos grossos. Portanto, nem ao menos haveria a garantia de que nos flocos finos estejam os grãos inteiros.
Uma outra questão colocada é que os flocos geralmente são consumidos crus ou quase crus, o que prejudicaria a digestão.
Uma outra limitação que já ouvi é que quem consome flocos acaba não mastigando bem pois é mais fácil para engolir.
Enviada em: terça-feira, 16 de dezembro de 2003 11:36
Assunto: [ALT_HEP_C] Weston A Price Foundation
Caros Amigos,
Estive fora por um bom tempo. Durante este periodo tive a oportunidade de conhecer pessoalmente a Sally Fallon que é presidente da Fundação Weston A Price. O Dr Price foi um dentista que se tornou referencia na sua época ( de 30 a 50) e que foi quem primeiro estudou as dietas de povos ditos primitivos como os longevos da Georgia (antiga USSR), Vilcabamba, e s Hunzakuts que viviam alem dos 100 anos de idade. A Vice presidente dessa fundação é a Mary Enig que estudou a dieta dos povos asiaticos e descobriu que o óleo de coco é excelente ao contrário do que a industria de oleo vegetias na forma "trans" procura nos impor. Descubram por que é que o leite crú é excelente, porque o colesterol tem sido demonizado, o Fator "X" presente no leite e na manteiga das vacas ( Jersey e Guernsey) que comem capim ( mas não soja e milho), descubram esses e mais 1.001 outros esquemas...
para lembrar que reagimos aos suínos de forma exponencial, onde a quantidade tem pouco significado, importando mais a frequência dos estímulos. Em tempos de festa é comum a contaminação com talheres e utensílios.
Assunto: RES: [ALT_HEP_C] Entropia e o fim dos tempos
Prezado Luis Fernando,
Agradeço os votos de Feliz Natal. Vou estar fora por alguns dias. Aliás estive fora por uma semana e aprendi algumas coisas interessantes. No ano que vem vou começar a discutir a parte de dietas tradicionais de povos reconhecidamente longevos com os da Georgia ( antiga URSS), Vilcabamba, Hunzakistão, etc.. Creio ser certo voltar a consumir alimentos tradicionais que nos trouxeram da idade da pedra até os dias de hoje. Já sei que irei provocar discussão pois vou defender gordura de porco, manteiga, alimentos fermentados, leite e laticinios crús, Gordura de Côco e irei atacar a soja e alguns outros alimentos tidos como saudáveis. Até lá.
Abraços a todos
Jose Luiz
Muito tempo se passou... Dias, meses, anos, décadas, séculos, milênios... O sol foi se tornando uma estrela vermelha. E, durante todo este tempo os homens tentavam conter a entropia, a degradação da energia, que ia, progressivamente, transformando todas as formas de energia em calor e fazendo com que o universo cheio de movimento e de vida fosse morrendo. Desenvolviam computadores cada vez mais aperfeiçoados, mais complexos, até que criaram computadores que se conectaram com todas as mentes humanas e que, em um dado momento, foram fundidos em um único computador que incluia as mentes de toda a humanidade e que já não era mais constituído de matéria e existia fora do espaço-tempo. Mas não conseguia resolver o problema da entropia. O universo transformou-se em uma sopa morna, em que não havia mais luz, movimento, vida, reações químicas ou qualquer outra coisa que decorresse da energia, porque toda ela havia se transformado em calor. Tudo era igual em todas as partes do universo. Apenas o computador, fusionado com a mente coletiva, existia. E pensava. Tentava encontrar a solução para reverter a entropia. Pensou, pensou, pensou durante milhões e milhões de anos. Até que em um momento ele achou a solução. E disse: Faça-se a luz! E a luz foi feita
PS – E a segunda coisa que disse foi – E o pessoal do grupo da pesquisa alternativa sobre a hepatite C ??? Como é que o Luis Fernando vai fazer para desejar boas festas e um novo e maravilhoso ano ?
Queimadura é uma das aplicações mais difundidas da Aloe vera.
Freqüentemente vejo relatos de queimaduras de segundo grau que tratadas com a Babosa evoluíram de forma que não restou qualquer cicatriz ou sinal.
Pessoalmente tive a experiência de tratar durante 1 mês um ferimento que expôs 2cm de osso na tíbia, e após dois meses não havia mais cicatriz.
Outra experiência interessante foi observar em grandes queimados que o gel da babosa foi mais eficaz no controle da dor no atendimento inicial do que anestésico tópico. Imagino que o isolamento do ambiente externo (a babosa aplicada em lâminas forma como que uma pele) restabeleça o equilíbrio hidroeletrolítico próximo às terminações nervosas, diminuindo sua excitação (sensação de dor).
A infecção sobre lesão que esteja recoberta de Aloe praticamente não existe.
Quanto aos quelóides, assim como você observou remissão em dois dias, seguramente constatará maior remissão ao deixar a lesão completamente coberta com lâminas de Aloe.
Mesmo depois de completamente cicatrizado, mantenha o uso de Aloe até que a cicatriz fique plana, no mesmo nível da pele, isto pode levar uns 5 meses.
Enviada em: quarta-feira, 7 de janeiro de 2004 13:58
Assunto: QUEIMADURA COM ÁGUA EM EBULIÇÃO
Olá.
Meu nome é Eliane, e sofri uma queimadura quando estava passando o café e o coador virou-se sobre minha coxa próxima a virilha.
Bom, houve formação de bolhas que foram rompidas pelo médico, e fiz o uso de um pomada cicatrizante por 2 semanas e por antibiótico por 25 dias, pois uma parte de uns 3cm de diâmetro, infeccionou.
Entretanto até hoje, desde da ocorrência da queimadura (04/12/03), a parte onde houve a infecção, ainda não cicatrizou por completo, e a cicatriz que está se formando é tipo um quelóide, então resolvi testar as propriedades da "babosa", depois que li no artigo deste grupo.
Hoje será o 2º dia de uso, e percebi que houve uma retração das bordas e parece que a cicatriz está "murchando", pois o aspecto era elevado típico de um quelóide, acredito.
Desta forma gostaria de saber se ainda poderia continuar utilizando a babosa para o resto da queimadura que está com uma coloração bastante variável, com bordas esbranquiçadas, e um miolo variando de roxo a roseado.
Hoje percebo o quanto é penoso ser vítima de queimadura, pois envolve aspectos físicos e emocionais.
Agradeço a atenção e aguardo qualquer informação que possa me tranquilizar quanto ao tratamento da cicatriz.
Agora está sendo a primeira vez que escrevo sobre o assunto, foi uma mensagem para solidarizar-me contigo. A sugestão de elaborar um artigo sobre o assunto é interessante, e sem dúvida apresentá-lo em inglês amplia sobremaneira sua abrangência, especialmente se veiculado em sites simpáticos ao tema.
Pretendo coletar os dados laboratoriais e clínicos observados durante este experimento, e dar um formato didaticamente coerente. Eu ficaria muito satisfeito em poder colaborar para a compreensão de um tema tão significativo para o nosso momento, apresentando uma alternativa antagônica ao hegemonismo dos laticínios e promovendo a possibilidade de lavradores sérios distribuírem seus produtos íntegros;
Agradeço o estímulo e a solidariedade com a versão em inglês.
Agradeço o oferecimento para unirmos forças pelo Leite Cru de vacas livres Herbívoras. Tenho interesse em conhecer o seu amigo e sugerir medidas nutricionais para o solo no sentido de melhorar ainda mais o produto dele. Esse sempre foi o meu sonho: A produção de alimentos com alta densidade nutricional oriundos de um solo realmente rico em minerais, humus e vida biológica. Nós ainda são sabemos de que esse tipo de alimento é capaz pois existem pouquissimos solos com essas caracteristicas. Eu creio que essa será a certificação do futuro. Ausencia de contaminates é apenas o primeiro passo, mas para o médico o que interessa realmente é um alimento funcional, isto é, que possa ser recomendado com o intuito de resolver os problemas das pessoas. Para o agricultor nada mais gratificante que produzir esse tipo de alimento.
Intuitivamente o Sr procedeu exatamente como o seu colega o Dr Pottenger há várias decadas atrás que trabalhou com gatos. Eu tambem estou atrás do livro dele > Pottenger Cat's - http://www.price-pottenger.org/Articles/PottsCats.html a única diferença foi que ele trabalhou com gatos que iriam ser submetidos a adrenalectomia mas observou que o leite comercial dava o pior prognóstico no pós operatório em comparação com leite cru.
O ditado diz : "Santo de casa não faz milagres". Portanto, sugiro a redação em inglês de suas observações e desde já pode contar comigo para tanto, caso haja necessidade. Caso não tenha tempo eu me proponho a escrever o artigo "a duas mãos" em inglês.
Tenho certeza que tanto a Fundação Weston-Pottenger quanto a Fundação Weston A. Price teriam muito interesse em conhecer as suas observações e disponibiliza-las nos sites deles. Existiria alguma chance de um artigo em inglês sobre a sua experiencia com os cães parturientes? Estamos em um momento onde é preciso somar informações visando quem sabe um dia ter o direito de ver mais e mais pessoas serem beneficiadas por esse alimento extraordinário.
Eu soube de uma pessoa que passou 35 anos tomando somente leite cru e mais nada. O que os naturalistas tem a dizer sobre esse fato ? Gostaria de saber quantos meses ou anos duraria uma pessoa tomando o famoso Leite de Caixinha ultra moderno e ultra esterilizado.
Vou propor uma associação de consumidores de produtos orgânicos para que as nossas observações possam ser atendidas pois também estamos à mercê desses Organocratas.
Atenciosamente
Jose Luiz
Prezado José Luiz,
Fico muito satisfeito em constatar que não sou o "único" que valoriza o leite saudável, pois até o momento era assim que me sentia porque mesmo entre os naturalistas o "leite" é um produto proscrito. (eles não distinguem o longa vida do pasteurizado e muito menos o cru)
Até concretizar esta postura realizei diversas observações, vendo o precioso leite saudável apodrecer coerentemente, fornecendo a cães parturientes, e constatando que praticamente zerou a perda de crias. Enquanto que ao fornecer o caldo branco que vinha nas caixas longa vida durante as gestações, a perda de crias na primeira semana de vida era de 20%. Depois de muitos anos seguindo estas observações passei a utilizar com humanos alérgicos de baixo risco e observei a evolução clínica associada à dosagem periódica de auto-anticorpos. Os resultados foram absolutos, ou seja; nenhum alérgico apresentou qualquer sinal clínico ou sorológico que indicasse reação ao leite.
Depois de mais alguns anos seguindo estas observações passei a utilizar com alérgicos de alto risco (nefropata em diálise peritonial e asmáticos que freqüentemente tinham que ser socorridos com terapêutica intensiva), e até hoje, nunca, nenhum apresentou qualquer indício de reação ao leite ou queijo saudável.
Por outro lado, ao testar leite e queijo certificados, os alérgicos graves apresentaram reações clínicas que determinaram a interrupção dos produtos e a utilização de terapêutica intensiva para controlar as reações.
Até agora utilizo somente o leite e o queijo de um produtor (um amigo que planta milho e não trabalha com leite, ele fornece o excedente de sua produção doméstica para os doentes que indico). Antes de começar a utilizar o leite dele para os cães levei um ano investigando seus métodos de produção.
Por coincidência acompanho clinicamente os dirigentes e funcionários de uma empresa de laticínios da Amazônia, onde importar rações com proteína animal (daqui do sul) é contra-producente. Eles padronizaram a fermentação para o processamento do queijo sem OGM, suínos ou fungos. Tenho testado estes queijos em alérgicos graves e outras situações clínicas delicadas, incluindo hepatite C, desde 1995 e até o momento não observei nenhum indício de reações indesejáveis.
Imagino que dados clínicos coletados com esta perspectiva poderiam auxiliar seu movimento no plano legal.
"Para os orgânicos o " Selo é o limite". Para nós não existe limite quando se trata de uma boa nutrição."
hehehe... isto me soa poético... ciência e arte é uma boa conjunção, que nosso ministro da cultura canta há tempos.
Seguindo este tom, deixarei a análise dos aspectos lipêmicos para quando a inspiração chegar, no entanto agradeço desde já as indicações e espero poder caminhar com a bagagem que você nos trouxer.
Grande abraço Luiz Meira
De Nada. A sua informação sobre o leite crú de vacas livres herbívoras é extremamente importante e deve ser a mais antiga de que eu tenho notícia aqui no Brasil, isto é, por Médicos prescrevendo esse alimento "ilegal". A proposito, eu estou procurando o Dr Alexandre Feldman (www.enxaqueca.com.br) para juntos fazermos um lobby para que o leite crú de vacas livres herbívoras saia da ilegalidade. Vamos estar analisando os aspectos jurídicos, etc.. para que mais pessoas possam se beneficiar desse valioso alimento. Ele também prescreve o leite cru de vacas livres herbívoras. Aproveito a oportunidade para informar aos senhores que o nosso maior obstaculo está sendo exatamente a certificadora orgânica. Ou seja esse tipo de produto é o que eu chamo de "além do orgânico". Eles ainda não chegaram lá. Para os orgânicos o "Sêlo é o limite". Para nós não existe limite quando se trata de uma boa nutrição.
Com relação a soja, nem com selo orgânico ela é admissível e o seu depoimento reforça ainda mais as informações que eu estou recolhendo até o momento. Ou seja, ela não é alergênica pelo método de cultivo. Ela é intrínsicamente alergênica. No caso da soja os fitoestrógenos são compostos sintetizados com o objetivo de proteger a planta contra insetos e são, portanto, inseticidas naturais. Eu não gostaria de tomar nenhum tipo de inseticida ainda que natural.
Fique a vontade para veicular toda e qualquer informação da lista com ou sem alteração.
Mesmo sabendo da sua opinião sobre a gordura animal eu gostaria que o Sr desse uma olhada no site da Sally Fallon. Lá existem outras informações importantes e creio que ela tem razão com relação a alimentação tradicional principalmente no tocante a alimentos fermentados. É o www.westonaprice.org Eu estou no momento comprando o livro do Weston A Price "Nutrition and Physical Degeneration" e o da Sally " Nourishing Traditions". Estou em estado de choque devido as informações contidas no livro do médico e PhD Finlandes Uffe Ravnskov, "The Cholesterol Myths".
Desde há muitos anos eu gostaria de fazer esta revisão, no entanto, por ser um tema polêmico e ser continuamente atropelado por necessidades prementes, fui deixando para depois.
Para acrescentar um detalhezinho: Aboli a soja de minha dieta há mais de uma década, porém ao ganhar um pacote certificado pelo IBD resolvi experimentar, e qual não foi minha surpresa ao deparar-me com as reações que observei... semelhantes as que são causadas pelos feijões envenenados por agrotóxicos vendidos no comércio corriqueiro.
Imagino que você terá uma decepção com este tema, pois talvez espere estarrecimento ou antagonismo, e o que imagino é que receba concordância e incentivo.
Interfiro discretamente em sua mensagem para facilitar a consulta por aqueles que estou redirecionando.
Além do mais eu tenho experiência clínica suficiente para demonstrar que pacientes que insistem em comer soja durante a terapia anti-câncer tem um péssimo prognóstico.
Tenho uma sobrinha que mora em Volta Redonda cuja filha tinha alergia a leite de vaca. Na verdade é "alergia a leite de vaca que não come capim, que é pasteurizado, de vacas que tomam regularmente hormônio de lactação, antibióticos, que ficam confinadas, etc...". Não é ao verdadeiro leite de vacas que caminham livremente comendo exclusivamente capim e cru, isto é, não pasteurizado. Essa criança teve que tomar leite de soja como "substituto". A criança estava simplesmente ficando anã, tal e qual a todos aqueles orientais que nós conhecemos japoneses, coreanos, chineses, etc... Quando parou o leite de soja voltou a crescer normalmente.
-------------------------------------------------------------------- inserção de Luiz Meira
Acrescento que tenho utilizado leite de vaca que come exclusivamente grama (sem aquecer acima de 40 graus) em clientes altamente alérgicos há vários anos, e estes nunca apresentaram qualquer reação ao leite, nem clínica nem sorológica. Por outro lado tenho observado também há vários anos com dezenas de pessoas que: quando as mães que estão amamentando excluem soja de sua dieta (incluindo lecitina dos produtos industrializados, óleo, gordura hidrogenada, leite, tofu, missô, shoyo, etc) as crianças que se alimentam exclusivamente de leite materno param de ter qualquer reação alérgica, inclusive desaparecendo totalmente as cólicas e outros sinais indiretos.
final da inserção de Luiz Meira --------------------------------------------------------------------
Outra perola oriental para vocês - Sabem porque no Japão morre muito pouca gente de doença coronariana? Simplesmente porque na cultura japonesa é vergonhoso morrer do coração e a maioria dos médicos tasca "acidente vascular cerebral" no atestado de óbito a pedido das famílias. Isso explica porque todos os estudos populacionais feitos no Japão serem furados.
Vamos ter que quebrar diversos paradigmas. Quem estiver disposto a quebrá-los junto comigo fique ligado.
não use nenhum produto químico sobre a pele, nem sabão nem cremes ou qualquer outra coisa, diria mesmo para tenter nem ao menos usar estas coisas no cabelo, para evitar escorrer para a pele.
evite usar piscina clorada enquanto houver lesões aparentes
Evite roupas misturadas (use tecidos 100%). Lembre-se de evitar qualquer tecido de algodão que tenha sido importado pois existe 50% de probabilidade de ser transgênico
utilize babosa in natura sobre as lesões, diariamente, 2x/dia.
A prevalência de tireoidite (auto-imune) é muito alta, e o uso de híbridos, transgênicos e bolores potencializa a sensibilização.
Esta é uma regra geral em alergia; quanto mais alergia temos, mais sensíveis ficamos.
Dentro da mesma perspectiva geral temos a situação da tireoidite, onde o principal elemento imunizante são os subprodutos suínos, presentes em sabonetes, pastas de dentes, gelatinas, sorvetes, pão francês... veja a lista detalhada e comentada em "Agressão Camuflada".
Os Ab-TPO e Ab-TG São os auto-anticorpos mais usuais. Outros auto-anticorpos genéricos são utilizados para avaliar Artrite Reumatóide e colagenoses (ASLO, FR, Proteína C, etc) e variam juntamente com os auto-anticorpos específicos da tireóide.
A exclusão dos suínos e similares induz ao equilíbrio dos auto-anticorpos, onde o excesso é eliminado na forma de catarro (pelas vias aéreas superiores, trato digestivo, genital e pele). A monitoração dos parâmetros sorológicos indicam dois meses como tempo médio de equilíbrio.
A utilização de medicação homeopática direcionada a Tireóide e outros órgãos acometidos simultaneamente, como útero, mamas e sistema cardio-vascular pode ajudar a minimizar sintomas e acelerar o processo. Da mesma forma fitoterápicos e equilíbrio alimentar.
Olá, Encontrei esse grupo ao pesquisar informações sobre tireoide. Li o artigo do Dr.Luiz Meira "Agressão Camuflada" e fiquei espantada (desculpem minha ignorância) em saber que a soja pode trazer problemas de saúde. Eu consumo soja de várias maneiras há mais de um ano, de 3 a 4 vezes por semana. (PVT, almondega, salsicha ... tudo de soja). Fazia isso porque considerava ser mais saudável do que comer carne. Descobri há 4 meses que tenho doençca auto-imune da tireóide. Meu exame "anti-tireoperoxidase" está mais de 3 vezes acima do normal. Os médicos não me dizem porque isso acontece. Ontem mesmo parei de comer soja. Acho que já tenho a resposta, mas, será que o consumo de soja causou essa alteração do meu organismo contra a tireóide??? Obrigada por lerem meu relato, Marlene.
deixo esta mensagem para lembrar que o amendoim, além de estar debaixo da terra, ainda traz toxinas pesadas a ponto de necessitar intervenção.
Luiz Meira
Toxina no amendoim pode afetar fígado
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) interditou doces de amendoim fabricados por cinco empresas de São Paulo e do Paraná. O motivo é o risco à saúde. Os produtos interditados apresentaram nível de aflatoxina, uma substância produzida por fungos, entre 32,9 e 267,1 mg/kg, apesar de o máximo permitido ser de 30mg/kg. O contato direto com a toxina pode causar cirrose, necrose no fígado, hemorragia, lesões na pele e até câncer no fígado. Segundo a Anvisa, a aflatoxina é produzida por fungos, que proliferam facilmente no amendoim. Se as análises comprovarem a irregularidade, as empresas terão dez dias para apresentar defesa ou contra-prova. Por enquanto, os produtos não podem ser comercializados, e os fabricantes ou lojistas que desrespeitarem as determinações podem receber notificação ou multa de R$ 2 mil a R$ 1,5 milhão. Confira os produtos interditados: - Paçoca Rolha – marca Dizioli – 1.100 gramas – teor de aflatoxina 94 mg/kg – Lote 22/09/03 – fabricada por Chocolate Cobercau Ltda. (SP) - Doce de Amendoim – Docian – 1.500 gramas - teor de aflatoxina 94,4 mg/kg – Lote 03/09/03 – Cotracil – Coop. dos Trabalhadores Autônomos da Indústria Alimentícia (PR) - Doce de Amendoim – Docian – 1.300 gramas - teor de aflatoxina 98,5 mg/kg – Lote 10/10/03 – Cotracil – Coop dos Trabalhadores Autônomos da Indústria Alimentícia (PR) - Pé-de-moleque – Nadel – 1.000 gramas - teor de aflatoxina 47,4 mg/kg – Lote 1003 - Deluca & Nalli Ltda. (SP) - Paçoca de Amendoim – Minduito – 500 gramas - teor de aflatoxina 267,1 mg/kg – Lote 21 – Fase Bauru Indústria e Comércio Ltda.(SP) - Paçoca Lisa – Mocored – 250 gramas - teor de aflatoxina 32,9 mg/kg – Lote 47 - Indústria e Comércio de Doces Paçoca Forte Ltda. (SP)
Sobre o espinafre ainda, qual a alternativa para se conseguir as verduras saudáveis, livres de contaminantes e agrotóxicos. Existem feiras e lojas orgânicas em Campinas. Pode-se confiar com certeza que estamos ingerindo produto garantido.
Os padrões utilizados para classificar produtos como orgânicos incluem práticas questionáveis, como por exemplo o uso de sulfato de cobre, esterco de suínos, pulverização com cinzas, etc. Assim, a prática que recomendo é "agricultura natural", que exclui estas posturas questionáveis. No entanto, devemos reconhecer que mesmo contaminados, os produtos ditos "orgânicos" são muitas vezes mais saudáveis que os distribuídos no mercado convencional.
Vale a pena compreender que o rigor com a limpeza e integridade dos alimentos deve ser proporcional ao padecimento que o enfermo esteja apresentando. Para compreender melhor: Se não temos enfermidade, podemos utilizar esporadicamente pão francês com enzima transgênica, farinha de Triticale, gordura vegetal hidrogenada, sal processado com iodo e outros íons, etc. Para uma pessoa que esteja com colite auto-imune (doença celíaca ou doença de Crown), o pão francês é altamente prejudicial.
Em situações ditas irreversíveis, costumo indicar exclusivamente produtos de agricultura natural.
From: "Ylze" <ylze@...> To: "Raphael Girsas" <rgirsas@...> Sent: Tuesday, April 06, 2004 8:46 PM Subject: Re: O perigo dos adoçantes artificiais!!!
Olá Sr. Raphael e Da. Laura,
Aproveito a oportunidade para testemuhar a quem possa interessar que também fui uma vítima do aspartame.
Tive vários sintomas de Esclerose Múltipla; visão embaçada, dificuldade para caminhar, perda da coordenação motora, perda do equilíbrio, principalmente quando me levantava, não da cama só, mas de um banco ou cadeira, também tropeçava nas palavras ao falar.
Fui pesquisar sobre a E. M. e descobri o vilão. Procurei uma neuro, fiz uma ressonância magnética da cabeça e nada constou. Falei com a médica sobre a possibilidade de ser do uso exagerado de aspartame que eu fazia, mas a mesma apesar de ser muito atenciosa e séria, não aceitou a possibilidade de que os sintomas fossem decorrentes do aspartame.
Parei de usar totalmente e hoje não tenho mais nenhum sintoma. Acho que o que os neuros não não conseguiram entender, é que o aspartame não produz a esclerose múltipla; mas faz com que apresentemos todos os sintomas da doença. Quanto as outras doenças não posso dizer, mas a minha experiência com o aspartame foi muito ruim.
Fiquei sabendo que ele é produzido pela" Mon Santo", não sei se o nome está correto, mas é a mesma organização que está lançando no mercado os alimentos transgênicos.
Precisamos estar alertas, pois poderemos ser pegos por grupos inescrupulosos, que são verdadeiros LOBOS vestidos de cordeiros.
Oi Luiz,
gostaria de saber quais são as indicações e contra-indicações
para a inclusão de carne de boi na alimentação de crianças.
Estou falando de minha filha de cinco meses, até agora amamentada
exclusivamente, mas que em breve passará a se alimentar de outras coisas.
A propósito, o senhor orienta também a alimentação de crianças?
Grato,
Adolfo
Escrevo novamente para agradecê-lo pelas informações que nos disponibiliza.
Saber que estão sendo úteis é a melhor recompensa
Da 1.a vez falei sobre minha doença auto-imune da tireóide... agora, falo sobre minha recente sinusite. Pesquisei em seus arquivos e não podia imaginar que fosse encontrar relação com hipófise e ovários.
Daí pensei em meu 3.o problema: desequilibrio hormonal (níveis de FSH 'malucos', beirando menopausa preococe) e dificuldade em engravidar.
Me parece que todos esses problemas estão relacionados, não?
Sem dúvida, as alergias se manifestam na Tireóide e seios da face. A obstrução do seio esfenoidal altera o funcionamento da hipófise que desempenha o controle hormonal da maioria dos órgãos, incluindo ciclos menstruais e crescimento. Muitas vezes tive a oportunidade de ver crianças voltarem a crescer após a limpeza dos seios da face. Mulheres voltarem a menstruar rotineiramente é mais frequente ainda.
Com relação às alergias, devemos lembrar que a dificuldade de engravidar pode ser também endometriose, patologia cada vez mais frequente entre nós, especialmente após o advento dos transgênicos na alimentação.
----- Original Message ----- From: Matheus Marim To: webmaster@... Sent: Wednesday, May 12, 2004 11:36 AM Subject: Homeopatia-BBC dois anos depois !
Ilmos. Srs.
Editoria do Programa Fantástico.
a/c Sr. Álvaro Pereira Jr.
Concessionária: Rêde Globo de Televisão.
Prezados Senhores:
Escrevo-lhes na qualidade de Coordenador de Pesquisas da Liga Medicorum Homeopathica Internationalis, entidade com sessenta e cinco anos de existência e representada em 53 países, a partir de um país onde a Homeopatia atingiu a qualidade de uma especialidade médica autônoma e com autorização para atuar em todos os segmentos de atenção à saúde através de médicos nela especializados.
Diante da aparente impotência de impedir o prosseguimento da exibição do programa, já que o mesmo representa uma farsa pelo fato de os patrocinadores do prêmio não aceitarem as provas que lhes são apresentadas, venho pela presente apresentar minhas considerações e sugestões em relação aos possíveis eventos futuros, tanto imediatos quanto tardios.
Acredito estar a Editoria do Fantástico diante de dois caminhos bem claros:
Primeiro: Convidar para o programa os
Dr. Jacques Benveniste e o Dr. Louis Rey para apresentarem os trabalhos que demonstram a presença do "sinal/impressão homeopática" nas soluções não moleculares. O Dr. Benveniste mostrará que o trabalho rejeitado por Randi foi refeito em três diferentes unidades de pesquisa com resultados positivos
e o
Dr. Rey apresentará o trabalho em que a técnica da termoluminescência identifica nas solucões água-álcool homeopaticas o sinal da substância original.
Com isso VV.SS. estarão dando um exemplo ao mundo dos espetáculos encerrando uma série desonesta e sensacionalista, estarão forçando publicamente Randi a entregar o seu prêmio a pesquisadores honestos e dele merecedores, estarão dando um exemplo à comunidade científica para que seja mais cuidadosa com os seus "não saberes", estarão demonstrando à BBC que o caminho por ela tomado na corrida pelo prêmio (montaram um laboratório instrumentalmente errado para a situação) foi totalmente equivocado, estarão conquistando o reconhecimento das pessoas por praticarem um jornalismo ético.
Segundo: Como nem todos os caminhos são floridos, este segundo nos tem sido apresentado pelos inúmeros advogados que já se beneficiaram pela Homeopatia e que, indignados (assim como toda a comunidade homeopática), nos propõem e cobram ações imediatas e futuras: enfrentar em juizo a comunidade homeopática pelo fato de haver essa editoria sido notificada a tempo sobre a existência de tais trabalhos, notificada a tempo que eles insistem em não aceitar provas que são reconhecidas pela comunidade cintífica (fato ocorrido na Europa), notificada a tempo sobre pedido futuro de resarcimento sobre perdas e danos causados pela editoria ao veicular matéria sabidamente não verdadeira diante do exposto no primeiro caminho, notificada a tempo e sabedora dos fatos manteve no ar programa anacrônico sem haver adicionado as informações que o despem de qualquer polêmica.
...
Atenciosamente
Matheus Marim - médico homeopata.
Coordenador do Comitê de Pesquisa da Liga Medicorum Homoeopathica Internationalis.
>> A fantástica superficialidade Na noite de 02 de maio, milhões de expectadores foram ludibriados pela evocação em um programa dominical de que a homeopatia iria ser “testada” e o teste resultaria em prêmios financeiros milionários. Mais uma vez a mediocridade e a indecência da abusiva superficialidade pautaram o tom na TV brasileira. | Leia na íntegra o artigo do Dr. Paulo Rosenbaum a respeito da homeopatia no programa Fantástico, da Globo |
Oi Lu!Achei que seria interessante para o grupo esse
e-mail que a gente trocou a algum tempo:
"Além disso eu gostaria de saber que propriedades que
o açucar tem que atrapalha o crescimento e qual orgão
ele atinge!
Luiz wrote:
Existe livros que falam somente contra o açúcar,
recomendo a leitura de "Sugar Blues", que foi um marco
na medicina naturalista, imagino que consiga
encontrá-lo em bibliotecas ou livrarias por aí. O
adailtom tem ele, e talvez possa emprestar. Pode ser
também que algum conhecido de vocês o tenha.
Se der uma busca (web) em "açúcar, males"
possivelmente encontrará bastante referências.
Quando ingerimos açúcar na forma de diglicerídio
(sacarose), rapidamente é quebrada em duas glicoses e
entra rapidamente no sangue. Como a pressão osmótica
da glicose é muito alta, e isto desitrata as células
provocando uma queimadura química (isto que é a
diabetes), é necessário grudar as glicoses, montando o
glicogênio, que não exerce pressão osmótica. Para que
isto aconteça é necessário alta dose de insulina, que
interfere diretamente na produção do hormônio do
crescimento. O inverso é verdadeiro, ou seja, faltando
açúcar, secretamos outro hormônio, o glucagom, que
desmancha o glicogênio intra-celular e o coloca na
circulação sanguínea. Ao mesmo tempo o glucagom
estimula a produção de GH (Growth Hormone)."
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Traçar uma relação entre o que as pessoas comem e a incidência de câncer é um desafio constante da medicina. Uma das primeiras associações feitas entre alimentação e a doença ocorreu na década de 70. Na época, observou-se que os japoneses que haviam imigrado para os Estados Unidos no pós-guerra passaram a ter dois tipos de câncer quase que inexistentes no Japão: de mama e intestino.
Em contrapartida, o índice de câncer de pulmão diminuiu entre eles. A explicação poderia estar no "novo" prato dos imigrantes. No Japão, a dieta era à base de soja e peixe, principalmente. Nos Estados Unidos, eles passaram a ingerir carnes vermelhas, gordura e suco de laranja.
Exagero de gorduras e vegetais
"O consumo exagerado de gorduras e de carne vermelha está associado ao câncer de mama e de intestino, e a laranja tem oxidantes que combatem o de pulmão", afirma o oncologista Dan Waitzberg, presidente do Grupo de Apoio de Nutrição (Ganep) e coordenador do Laboratório de Metabologia e Nutrição em Cirurgia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).
Entre as mais recentes descobertas sobre a influência que o alimento pode ter sobre o câncer - segunda causa mortis no Brasil, atrás apenas de complicações cardiovasculares, segundo o Instituto Nacional do Câncer -, estão as substâncias fitoquímicas dos vegetais.
Ação antioxidante
Dezenas de fitoquímicos já foram identificados. Eles são, na maioria das vezes, responsáveis também pela cor (laranja, verde escuro, vermelho) e pelo cheiro forte (alho) dos alimentos. Não funcionam sozinhos, no entanto. Dependem de outros componentes do alimento, como vitaminas, para agir no corpo. Por isso, só têm eficácia, de fato, se forem ingeridos na forma de alimento.
Grande parte tem ação antioxidante, capaz de inibir a formação de carcinógenos (agentes que alteram o material genético das células).
"Depois que soube que tinha câncer no estômago, passei a comer todos os dias goiaba e tomate", diz o consultor de sistemas Carlos Teixeira Morais. "Já tive metástase, fui operado e meus médicos sempre se surpreendem com a velocidade da minha recuperação.
Ainda não há um consenso entre os médicos sobre a quantidade exata de alimentos que se deve ingerir para associá-los à prevenção do câncer. "O que se sabe é que frutas e verduras em geral devem ficar em torno de cinco porções diárias", diz o oncologista Waitzberg.
Pesquisa observacional
Para estudar como o consumo de alimentos pode prevenir a formação das células cancerosas, os cientistas fazem um tipo de pesquisa chamada observacional. Ou seja, eles observam e analisam por determinado tempo a dieta de grupos de pessoas, sem interferências.
O maior estudo observacional já feito começou há 15 anos e ainda está no início. Ele é comandado pelo oncologista francês Elio Riboli, da European Prospective Investigation into Cancer and Nutrition (Epic). O objetivo de seu estudo é observar (sem interferir) o que consomem à mesa 520 mil voluntários, de 10 países europeus. Até agora, 28 mil tiveram câncer.
Com os dados, Riboli terá em mãos dados valiosos. Além de poder associar a dieta do indivíduo ao câncer que ele teve (ou não) durante o estudo, o médico poderá relacionar o hábito alimentar de um país ao tipo de câncer mais comum em sua população.
Congresso
"Meu objetivo é não só descobrir os alimentos que previnem a doença, mas também ajudar a traçar um programa de saúde pública nesses países", diz Riboli, que é convidado de honra do 1º Congresso Brasileiro de Nutrição e Câncer, que ocorrerá de quarta a sábado, em São Paulo.
Em seu estudo, a França, por exemplo, ficou em primeiro lugar na incidência de câncer, com 5.180 pessoas doentes durante a pesquisa. A dieta predominante no país é composta de açúcar, manteiga e laticínios. Depois, vieram 4.358 ingleses, com açúcar manteiga, bolos e batatas na alimentação.
Os 3.850 suecos, na segunda colocação, consomem laticínios, refrigerantes, açúcar, bolos, margarina e batatas, por exemplo. Entre os últimos da lista, estão os espanhóis (1.560), que ingerem com mais freqüência vegetais, frutas, legumes, ovos, peixe e leite.
Uma pesquisa realizada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, concluiu que os filmes plásticos de policloreto de vinila (PVC), utilizados para revestir embalagens alimentares, contêm substâncias tóxicas que podem migrar para alimentos gordurosos como queijo, carne bovina ou frango.
O problema é causado por dois aditivos usados para dar flexibilidade aos filmes plásticos: o DEHP, ftalato de di-(2-etil-hexila), e o DEHA, adipato de di-(2-etil-hexila). Segundo Shirley Abrantes, pesquisadora do Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (Incqs), essas substâncias se mostraram ligadas ao desenvolvimento de câncer de fígado e a problemas de fertilidade. A pesquisadora, entretanto, ressalta que os resultados foram obtidos apenas em testes com animais.
De acordo com o estudo, a migração ocorre com mais intensidade em alimentos gordurosos devido à semelhança entre a composição química desses e a dos aditivos utilizados pela indústria alimentícia. Foram analisadas uma série de amostras do filme plástico para quantificar a presença dos aditivos químicos e a taxa de migração dessas substâncias para os alimentos.
O material analisado, segundo Shirley, apresentou teores de DEHP de 33,17%. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estipula que, para a armazenagem de alimentos com mais de 5% de gordura, pode haver apenas 3% do DEHP no plástico. Além disso, foi constatado uma presença média de 14,7% da substância DEHA nos plásticos analisados.
“Foi encontrada uma taxa de migração do DEHP para os alimentos de 156,34 mg/kg, um valor 50 vezes superior ao ideal. O limite máximo fixado pela União Européia é de 3 mg/kg. Para o DEHA, que tem um valor permitido de 18 mg/kg, foi verificada uma taxa de migração de 147,41 mg/kg”, disse Shirley à Agência FAPESP.
O estudo mostrou ainda que todo o produto está sujeito a contaminação, e não apenas a parte em contato com o filme plástico. Isso porque os aditivos têm a tendência de se difundir por todo o alimento.
Enviada em: quarta-feira, 23 de junho de 2004 10:52
Assunto: RES: [ALT_HEP_C] TEMPERATURA DO CORPO
Prezado Ronaldo,
Tenho observado essa temperatura abaixo do normal em todos os pacientes acometidos de disfunção imunológica. Geralmente esses pacientes apresentam uma virose crônica tipo HCV ou até mesmo HIV. Outras causas podem tambem determinar essa temperatura abiaxo do normal. Essa sindrome jé foi até batizada de "Wilson's Syndrome". Favor não confundir com "Wilsons Disease" que é outra coisa totalmente diferente ( acumulo de cobre no fígado). Aparentemente a tireoide não está funcionando como deveria. http://www.wilsonssyndrome.com/ Na minha opinião é motivo de preocupação e existem inumeras coisas que podem faze-la voltar ao normal. A Auto Hemoterapia é uma delas e talvez a mais fácil e barata. Caso possa estimular o SI com ascaridil melhor ainda. É preciso algum tipo de intervenção para tirar o SI desse marasmo. Geralmente o SI está voltado para uma reação tipo Th 2 ao inves de Th 1. No mês de março desse ano saiu um artigo de revisão na revista Gastroenterology apresentando a teoria de que que a Hep C é uma doença metabolica.
É engraçado pois eu venho dizendo isso há muito tempo.
Enquanto a gente não entender direito essa sindrome vamos ficar nos enganando pensando que Peg interferon + ribavirina consegue resolver a situação.
No seu caso voce precisa tirar o seu Sist. Imunologico desse marasmo. Talvez isso inclua algum tipo de intervençao tireoideana.
Jose Luiz
Olá, pessoal! Como aqui em casa baixou uma virose maluca e minha mulher e minha filha caíram de cama, eu tb fiquei meio molenga e resolvi tomar a minha temperatura descobrindo que ela não passa de 36 graus. Lembrei-me então de já ter recebido correspondência do grupo sobre o assunto e que, se não falha a memória, isso indicava uma falha do sistema imunológico. Como - depois de longa ausência - na semana passada reapareceu na minha língua o líquen plano, associei as duas coisas, mas não sei se essa lógica é verdadeira. Gostaria de saber se a temperatura de 36 é motivo de preocupação e tb se há alguma coisa a ser feita para q ela volte ao normal (36.8, não é isso?).
Olá Prezado José Luiz e demais participantes da lista,
Atenção à tireóide é algo que realmente devemos priorizar, pois a prevalência tem sido cada vez maior. Estatísticas recentes têm sugerido que 10% das mulheres em idade fértil estão com disfunção tiroidea. Podemos esperar maior progressão da prevalência ao considerarmos que seja uma doença potencializada pelas pressões da vida urbana e pelos alergênicos (suínos, transgênicos, produtos químicos). Este aspecto alergênico é o que necessita maior realce, pois a aproximação genérica com a tireoidite não leva em consideração este aspecto, assim como a maioria das outras doenças auto-imunes, tais como artrite reumatóide, esclerose múltipla, nefrites, etc.
Atualmente estou observando uma relação interessante para nosso contexto: o acréscimo de Iodo ao sal de cozinha, justamente com a intenção de proteger a tireóide, possivelmente deve estar piorando a situação, pois tenho observado pessoas que interrompem o uso de sal iodado e melhoram da disfunção tiroidea. Caso tenham referências nesta perspectiva peço a gentileza de enviarem.
Felicito o José Luiz pela iniciativa de disseminar o teste da temperatura corporal, e relembro a possibilidade de verificarem a área da tireóide na íris (http://luizmeira.cjb.net//irisregula.htm#tireoide), pois este recurso tem se mostrado extremamente sensível, muitos anos antes de acontecerem as alterações hormonais que influenciam a curva térmica.
> ----- Original Message Follows ----- > From: "Jose Luiz M Garcia" <gingerjo@...> > To: <ALT_HEP_C@...> > Subject: [ALT_HEP_C] Hypotiroidismo > Date: Thu, 8 Jul 2004 19:40:52 -0300 > > Atenção a todos. > > Eu gostaria que todos os participantes fizessem > > oteste para ver se estão com a tireóide hipo ativa. > > O teste consiste um abaixar um termometro até > > 30 graus na noite anterior e coloca-lo ao lado da > > cama. > > Ao acordar, não se levante, apenas pegue o termometro > > previamente abaixado e coloque embaixo do braço. > > Continue na cama por mais 10 minutos sem se mexer. > > Leia a temperatura. > > Se estiver abaixo de 36 graus coloque as barbas de > > molho. Existem maneiras naturais de se suplantar esse > > problema. > > Por favor me informem do resultado. > > > > Jose Luiz