Ronaldo,
Lamento sua dor, e principalmente por imaginar que a resolução seria
demorada e trabalhosa.
Para minimizar a dor utilize também compressas com argila
A Passiflora poderia ser utilizada abundantemente, diminuindo a
necessidade dos diazepínicos.
Caso não tenha limites osteofitários significativos, um quiropata
poderia complementar o arsenal terapêutico.
Nux Vomica CH12 pode ser utilizado freqüentemente, inclusive na forma
plus, para o manejo da dor.
Da mesma maneira pode ser usado a Arnica
Banhos de sol forte na região também podem ajudar.
Casca de pepino ajuda na proteção hepática ou eliminação dos metabólitos
resultantes das medicações químicas.
Monitores mais baixos que a cintura escapular são menos stressantes
Nux v. CH30 poderia ser usado 1x//dia para ajudar harmonizar as emoções
e o sono.
Caso tenha interesse por esta abordagem, estou ao dispor para maiores
esclarecimentos..
Caso queira resposta rápida, avise-me pelo pager:
http://luizmeira.cjb.net//me.htm#pager
Abraços de leve... e boa sorte!
Luiz Meira
De: "Jose Luiz Moreira Garcia" <gingerjoe@...>
> Prezado Ronaldo,
>
> Existem médicos aqui nessa lista que poderão
> com segurança lhe dar melhores opções para
> suplantar a presente crise que esta atravessando.
> Tudo com as devidas limitações que esse tipo de
> recomendação apresenta, ou seja nada vai superar
> o exame clínico direto. A internet tem as suas limitações.
> Por melhor que seja o profissional pela net fica
> dificil de resolver o problema pois as informações sobre
> o paciente ( voce) são poucas.
> O seu caso requer uma ação um pouco mais energica
> pois se existe dôr é preciso alivia-la. A acupuntura é uma
> das opçôes da Medicina Holistica para a dôr. Se ela não conseguiu
> resolver eu só tenho a sugerir a utilização de Magnetismo.
> Eu tenho tido resultados excelentes com magnetos bi-polares
> ( atenção isso é muito importante - tem que ser bipolar ou seja
> com polo positivo ( Sul) e negativo ( Norte)) de 2.000 Gauss
> com a face negativa ( Norte) aplicada sobre a região dolorida.
> Nutricionalmente não existe nenhuma terapia que consiga eliminar
> a dôr com a eficiência da acupuntura e do magnetismo.
> Como terapia auxiliar eu poderia sugerir o seguinte :
>
> 1. Aumentar a hidratação ( Diminui a dôr)
> 2. Consumir EPA ( Oleo de Peixe) ou Flax Seed Oil
> ou ainda Oleo de Prímula ( da Herbarium). É um
> anti-inflamatório natural.
> O Magnetismo ( Face negativa ( Norte)) é fundamental pois
> alem de arestar a dôr tambem influi positivamente na
> inflamação arestando o processo ( que é de natureza expansiva)
> A face norte ou negativa é a face do magneto que justamente tem
> o poder de repelir. A outra faz exatamente o oposto e não deve ser usado
> pois iria aumentar a dôr e a inflamação.
>
> Sera que não daria para substituir o Lexotan por Kawa-Kawa ( Laitan) ?
> Milhares de pessoas tem feito isso e não se arrependem.
>
>
>
> Jose Luiz
>
>
>
>
> -----Mensagem Original-----
> De: Ronaldo Santos <rosantos@...>
> Para: Jose Luiz Moreira Garcia <gingerjoe@...>;
ALT_HEP_C@egroups.com
> <ALT_HEP_C@yahoogroups.com>
> Enviada em: Segunda-feira, 28 de Maio de 2001 11:41
> Assunto: [ALT_HEP_C] salve!
>
>
> > Zé,
> >
> > Fico feliz com a sua volta, principalmente (sempre o interesse) pq
> > preciso consultá-lo. Minha cervical está me matando. Uso coleira
> > ortopédica, acupuntura, massagens, etc. Mas nada deu certo. Estou tendo
> > que tomar relaxante muscular (Sirdalud), antiinflamatório (Profenid
> > Supositório), Citoneurin (B1B6B12) e Lexotan 3 para suportar e reverter
> > o quadro. As dores são muito fortes mesmo. Queria saber se nos seus
> > infinitos conhecimentos há algum medicamento similar e menos nocivo ao
> > figueredo ou se não há alternativas ou se vc tem guardado na manga
> > alguma sábia orientação para o meu padecimento atroz. Estou na paralela
> > tomando doses fortes de Maximim MilkThistle e Liver Aid para ver se
> > ajuda na proteção das células hepáticas.
> > É isso e seja bem vindo.
> >
> > abraços doloridos
> >
> > Ronaldo
> >
> >
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Pessoas estressadas podem ter sistema imunológico mais fraco
publicado em : Terça, 23 de Janeiro de 2001
NOVA YORK - Pessoas que tendem a se preocupar e se estressam
facilmente podem estar mais propensas a infecções do que aquelas
despreocupadas, de acordo com uma nova pesquisa.
As pessoas que apresentam essas características --
descrevendo-se como ansiosas, que se estressam facilmente e normalmente
estão tristes ou tensas -- apresentam uma resposta imunológica mais fraca a
vacinas, disse Anna Marsland, da Universidade de Pittsburgh.
Isso pode indicar que elas também apresentam uma resposta
imunológica mais fraca a bactérias e vírus invasores e, portanto, estão sob
risco maior de infecção, acrescentou Marsland.
Além disso, Marsland e sua equipe descobriram que pessoas que
disseram que estavam imunes ao estresse -- mas com leituras de pressão
sanguínea e outros testes que indicaram o contrário -- também podem estar
sob risco.
As descobertas estão publicadas na edição de janeiro de Health
Psychology.
Os pesquisadores analisaram como 84 estudantes de pós-graduação
responderam à vacina contra a hepatite B, que consiste em uma série de três
injeções. Para isso, Marsland e sua equipe mediram os níveis de moléculas
imunes no sangue conhecidas como anticorpos.
Os participantes do estudo também responderam perguntas para
determinar suas características de personalidade, com aproximadamente 15 por
cento dos estudantes relatando níveis acima da média de traços de nervosismo
ou estresse, disse Marsland à Reuters Health.
Os cientistas descobriram que uma resposta imunológica mais
baixa à segunda dose da vacina estava fortemente ligada a taxas mais altas
de personalidade ansiosa. Por outro lado, as pessoas menos nervosas por
natureza apresentaram a resposta imunológica mais forte à vacina.
"Essa é a primeira vez que demonstramos uma relação entre o
estresse ou estar propenso ao estresse e uma medida da imunidade que está no
corpo", destacou a pesquisadora.
Os estudos conduzidos em células cultivadas em laboratório
sugeriram que o estresse pode estar relacionado à supressão imune. Marsland
destacou que os resultados do estudo eram indicadores somente da resposta
imunológica após a segunda dose da vacina e não à capacidade final de
pessoas de combater o vírus da hepatite B.
"Estávamos usando essa (vacina) como um modelo da capacidade de
nosso organismo de montar uma resposta de anticorpos como se ele estivesse
infectado com algo", explicou Marsland.
O estudo também descobriu que pessoas que têm uma resposta
psicológica forte ao estresse podem apresentar uma resposta imune mais
fraca.
"Na verdade, existem algumas pessoas que vão lhe dizer que
(elas) não respondem psicologicamente ao estresse, mas quando as analisamos
em laboratório, elas demonstram grandes respostas físicas ao estresse --
maiores aumentos na frequência cardíaca, pressão sanguínea e maiores
mudanças na imunidade", explicou Marsland.
Nessa parte do estudo, os pesquisadores mediram a resposta
fisiológica dos participantes para preparar e produzir um discurso gravado
de três minutos.
"Demonstramos que as pessoas que apresentaram a maior supressão
(física) das funções imunológicas acompanhando o discurso, o fator de
estresse -- de modo que essas são as pessoas que serão mais afetadas pelo
estresse em suas vidas -- montaram respostas de anticorpos (ou imune) mais
fracas à vacina", disse Marsland.
A cientista destacou que as duas descobertas -- as respostas de
personalidade e fisiológica ao estresse -- não são automaticamente iguais.
"Existem muitos fatores diferentes que estão relacionados à
imunidade e, a partir do estudo, podemos sugerir que existem duas coisas
separadas que estão relacionadas à resposta de anticorpos", afirmou
Marsland.(Reuters Health)
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30/05/2001 - 19h29 Grávida deve fazer hidroginástica e "tai-chi-chuan", aconselham médicos da Folha Online
A prática de atividades físicas durante a gravidez traz inúmeras vantagens e é indispensável para o bem-estar da mulher, mas nunca deve ser feita sem a orientação de profissionais.
Rogério Cassimiro
Gestantes fazendo exercícios de relaxamento muscular
"Os exercícios possibilitam, entre outras coisas, a redução do percentual de gordura, o fortalecimento da musculatura, o relaxamento muscular, a melhora da capacidade cardio-respiratória e a diminuição da percepção de dor na hora do parto", afirma Leonardo Mataruna, professor da escola de educação física e desportos da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).
Quando a mulher já está habituada a fazer exercícios é mais fácil dar continuidade às atividades depois de engravidar, mesmo que a carga de esforço tenha de ser reduzida. "Não quer dizer que as pessoas sedentárias não podem fazer, mas a falta de preparo físico deve ser levada em conta", diz o ginecologista e obstetra Abner Lobão Neto, coordenador do pré-natal personalizado da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).
Lobão Neto sugere que a gestante prefira os exercícios feitos na água, onde o impacto é menor. "Recomendo hidroginástica para todas as gestantes. Em poucos casos há restrições", afirma.
Para o médico da UFRJ, as atividades físicas mais indicadas são as que possuem intensidade leve ou moderada, de baixo impacto, e que causem pouco contato físico. "Alongamento, caminhada, hidroginástica e "tai-chi-chuan" são algumas opções, desde que praticadas com moderação."
O excesso de exercício deve ser evitado porque pode causar um efeito ruim na gravidez. "As malhadoras compulsivas precisam de um freio. Movimentos intensos jogam o sangue para a musculatura, tirando da placenta", diz Lobão Neto.
Água
A hidroginástica mexe tanto com o aspecto físico quanto psicológico da mulher. Há um alívio de estresse, redução do inchaço, das dores lombares e cervicais. Os exercícios estimulam ainda a produção da endorfina, responsável pela sensação de bem-estar e bom humor.
Rogério Cassimiro
Cindy Severini, que faz hidro para aliviar o cansaço
"A hidro facilita a prática de movimentos que fora da água são difíceis para a gestante, como correr e fazer abdominais", diz a professora de educação física do Hospital Santa Joana, Cláudia Melem.
Uma parte das aulas de hidroginástica direcionadas às gestantes é reservada para os alongamentos, exercícios respiratórios, fortalecimento muscular do períneo e do abdômen, além do relaxamento. O restante do curso acontece na piscina, onde são feitos exercícios aeróbicos e localizados, além de, novamente, relaxamento.
"A hidroginástica alivia o cansaço e diminui as dores lombares. Aprendi também qual é o jeito certo de respirar na hora das contrações", disse a agente de viagens Cindy Severini, 25, que está no sétimo mês de gestação de seu primeiro filho.
Como em qualquer prática esportiva feita durante a gravidez, a hidroginástica deve ser autorizada pelo médico. Em geral, as mulheres são liberadas após 12ª semana de gestação. "Com 12 semanas o feto já está bem fixado e o risco de aborto espontâneo é menor", afirma a professora de educação física.
Em alguns casos, a gravidez acaba servindo de estímulo às mulheres que não praticavam nenhum esporte. "Não fazia exercícios antes de ficar grávida porque não tinha tempo. Agora arrumei um espaço para a hidroginástica. Vi que ia ser bom para o bebê e estou me sentindo melhor também. Saio da aula mais relaxada e consigo dormir bem", disse a médica Maria Emília Bezerra da Costa, 30, que está no quinto mês de gestação de seu primeiro filho.
Na maioria dos casos, as alunas frequentam as aulas até o final da gestação. "É raro o médico pedir para alguma parar antes. Quanto mais ela fizer, mais vai relaxar", afirma a professora.
Tai-chi-chuan
O watai, movimentos do "tai-chi-chuan" adaptados para a água, trabalha o equilíbrio e coordenação, com uma música tranquila ao fundo, por meio de movimentos suaves, sendo outra opção de exercício para as grávidas.
"O watai promove o conhecimento corporal, educa a respiração, elimina o estresse, melhora a musculatura que será usada no parto e ensina a mulher a suportar as contrações", diz Fernando Castilho Marcondes, coordenador de atividades aquáticas da Fórmula Academia, de São Paulo.
Da mesma forma que na hidroginástica, a mulher que tem boa aptidão física tem chances maiores de desenvolver os exercícios com sucesso. O exame médico e a avaliação física são pré-requisitos necessários para o início das aulas.
Yoga
Mexer com o corpo da grávida como um todo é uma das vantagens da yoga. A musculatura não é o único enfoque. Exercícios para respiração, concentração, equilíbrio, alongamento e relaxamento também são praticados na terapia.
"Na gravidez, o corpo da mulher se modifica e a yoga contribui para o bem-estar porque mexe com a circulação, diminuindo o inchaço, tranquiliza e relaxa. Os movimentos possibilitam ainda o oxigenamento perfeito do bebê porque a respiração da mãe melhora, além de proporcionar maior contato com o bebê", diz a fisioterapeuta Cristina Balzano Guimarães.
As aulas não são restritas às mulheres. Os homens são bem-vindos e podem participar dos exercícios com as gestantes. "A presença deles é importante. Os parceiros podem auxiliar em muitos exercícios feitos durante o trabalho de parto, sem contar o valor do próprio contato", diz a fisioterapeuta.
"Eu fazia semanalmente os exercícios no consultório e diariamente em casa. Quando meu marido estava em casa, ele fazia junto", diz a pedagoga Gisele de Oliveira, 28, que já deu à luz.
Para obter bons resultados, a recomendação é fazer as aulas de yoga duas vezes por semana, com o acompanhamento do fisioterapeuta. Não há restrição à prática da yoga, mas é bom consultar o obstetra antes de começar. Geralmente, o exercício é liberado após o terceiro mês de gestação, desde que não haja nenhuma contra-indicação.
Brasília, segunda-feira, 11 de junho de 2001 - 15h21
PORTADOR DE HEPATITE C PODE TER DIREITOS AMPLIADOS
Os portadores de hepatite C - doença que se torna crônica em 85% dos casos -
podem receber os mesmos direitos e garantias que os portadores do HIV,
dispostos nas Leis 7670/88, 7713/88 e 9313/96. A proposta (PL 4819/01) foi
apresentada à Mesa da Câmara na última semana pelo deputado Bispo Rodrigues
(PL-RJ)
Entre os benefícios previstos, estão a isenção de imposto de renda para os
proventos de aposentadoria recebidos em função da doença e a distribuição
gratuita de remédios pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
O autor lembra que a hepatite C pode levar à degeneração física e à morte.
Em alguns casos, evolui para cirrose ou câncer no fígado. "A maioria dos
transplantes de fígado acontece por cirrose derivada da hepatite C", afirma
Bispo Rodrigues.
O projeto aguarda distribuição para as comissões técnicas, onde será
analisado.
Por Patricia Roedel/AM
Agência Câmara
Tel. (61) 318.8473/7423
Fax. (61) 318.2390
e-mail: agencia@...
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Buenas noches:
siempre observe como, la mayoria de los medicos,
recetan Tylenol, a los portadores de hcv. Y nunca pude comprender esto.
Siempre pense que es toxico para el higado.
Gabriela,
Mais uma vez você traz ótimo aporte, simples e eficaz!
Simples no reconhecimento da toxicidade,
Eficaz por esquivar-se da iatrogenia dominante.
Enquanto houver investimento na publicidade do paracetamol, devemos
voltar ao tema de tempos em tempos, pois a qualquer momento vão estar
"provando" em amostras questionáveis que é muito bom prá alguma coisa.
Devo complementar que tenho tido respostas consistentes com relação à
analgesia utilizando argila, arnica, e medicamentos homeopáticos de fundo,
tipo Nux vomica, que poderia ser um genérico para hep C.
Quanto ao aspecto térmico, lembro que a cada grau de aumento da
temperatura corporal, praticamente duplicamos a velocidade de fabricação de
anticorpos. Suporte hidroeletrolítico e repouso é o melhor remédio para a
febre, que quanto mais alta, mais eficaz em controlar um brote viral.
Abraços
Luiz Meira
Estimada Gabriela,
Esse fato foi talvez um dos primeiros que eu
esclareci aqui na lista ha mais de uma ano atras.
Na ocasião o Dr Meira até me escreveu agradeçendo.
O Tylenol é transformado em um metabolito que é
bastante tóxico ao fígado e na ausencia de glutationa
esse efeito se intensifica.
Coincidentemente, hoje estava lendo que o Abacate,
que por sinal é um excelente alimento´, é rico em glutationa.
Há algum tempo atras eu lembro que voce nós enviou uma
matéria sobre o abacate ser bom para o fígado. Creio que
por ser uma fonte de glutationa já seria motivo suficiente.
Foi estudado pelos japoneses que concluiram ter o abacate
um efeito protetor sempre dentro daquele esquema de pegar
ratinhos indefesos e ministrar a eles produtos quimicos
reconhecidamente toxicos ao figado e depois medir os danos.
É isso aí : ao inves de Tylenol , acupuntura e abacate.
Jose Luiz
Este reportaje al dr Anthony Wong hace sonar la
otra campana. Y dice claramente: "Quem está com hepatite crônica B, C e D
também não pode tomar o
remédio."
Y lo dice en Brasil!!
Besos
Gabriela
Isto É 11 de junho de 2001
O risco dos analgésicos
O paracetamol, princípio ativo de alguns dos remédios
mais vendidos no mundo, como o Tylenol, não é inofensivo,
alerta o médico Anthony Wong
Lena Castellon e Lia Bock
Dar um remédio para baixar a febre em crianças ou tomar
um comprimido para aliviar a dor de cabeça não é
tão simples quanto parece. No primeiro caso, é comum os
pais abusarem da dosagem na tentativa de diminuir a temperatura corporal
dos filhos adoentados. No segundo, a pessoa pode estar ingerindo alguma
substância nociva. Para evitar esses problemas, é preciso
saber exatamente o que seu organismo tolera. E também entender
os riscos embutidos nos medicamentos. Inclusive daqueles que são
famosos por ser inofensivos. Uma dessas drogas está na mira do Centro de
Assistência Toxicológica (Ceatox) do Hospital das
Clínicas de São Paulo. É o paracetamol, princípio
ativo de um dos analgésicos mais vendidos no mundo, o Tylenol.
O médico Anthony Wong, 54 anos, chefe do setor, alerta para os
perigos da substância, que pode causar lesões no fígado
e até levar à morte. O especialista luta no País
pela revisão da bula desse remédio e de outros que tenham
o princípio ativo.
Recentemente,
a revista Time, dos Estados Unidos, publicou uma matéria sobre
os riscos do paracetamol. Isso motivou Wong a debater o tema no Brasil.
ISTOÉ
- Recentemente, o FDA (órgão que fiscaliza medicamentos nos Estados Unidos)
recomendou mudanças nas embalagens
do Tylenol. Essa substância não é tão
inofensiva quanto boa parte da população pensa?
Anthony Wong -
Não é uma droga inofensiva. Sabe-se
há muito tempo que o paracetamol causa falência
hepática, a destruição total do fígado.
Inicialmente, dava-se como dose segura para um adulto
cerca de oito gramas diários. Mas, há sete anos, o FDA
baixou essa dose para seis gramas e, há quatro anos,
determinou que ela deve ser quatro gramas para adultos. Se pensarmos
que o Tylenol Super (um dos produtos da marca) tem 750 mg, podemos
dizer que essa dose equivale a cinco cápsulas por dia,
em função da presença da substância
no medicamento. Ou seja, o limite que era considerado seguro
tempos atrás está mudando, progressivamente, no
decorrer dos anos. O segundo problema da substância é
que ela é um remédio para dor e febre muito menos
eficaz do que os outros que existem no mercado. Isso porque,
em geral, sua capacidade de baixar febres elevadas (acima de
39,5 graus) é menor do que a da dipirona (princípio
ativo da Novalgina, por exemplo). Além disso, dificilmente
ele mantém a temperatura corporal baixa por mais de quatro
horas, enquanto o efeito da dipirona dura mais de seis horas.
O ibuprofeno (princípio ativo do remédio Advil,
entre outros medicamentos) age como a dipirona: diminui rapidamente
a febre e mantém a temperatura baixa por mais tempo.
O problema de o paracetamol ser menos eficaz é que as
pessoas usam o remédio mais vezes e atingem logo a dosagem
tóxica. Tanto no adulto quanto na criança.
ISTOÉ
- O paracetamol é mais seguro para crianças do que para adultos?
Wong -
Sempre se considerou que a substância era mais
segura em crianças do que em adultos porque o fígado
da criança teria mais estoques de uma substância
chamada glutationa, que neutraliza o potencial tóxico
do paracetamol. Teria, portanto, mais condições
de reagir à droga. No entanto, vários estudos
já mostraram que a criança pode ficar com baixos
estoques de glutationa quando está com febre prolongada,
diarréia, vômitos ou subnutrida. Então,
ela também está sujeita a lesões no fígado,
assim como o adulto.
ISTOÉ
- Como acontece exatamente a lesão no fígado pelo paracetamol?
Wong -
O paracetamol em si não causa a lesão.
Ele é transformado em um composto no fígado para
que faça efeito contra a febre. Depois é transformado
mais uma vez para que possa ser eliminado. É assim que funciona a maioria
dos medicamentos. Em detalhes, no caso do paracetamol, quando há quantidade
suficiente de glutationa, o organismo transforma uma das substâncias
presentes nesse
processo, o NAPQI (N-acetilparabenzoquinoneimina, que é
extremamente agressiva à célula hepática)
num outro composto. Esse terceiro composto não é
tóxico e depois é descartado pelos rins. Caso
o NAPQI se acumule, pode ocorrer uma necrose, ou seja, a morte
de células do fígado. E com isso pode haver um
comprometimento irreversível desse órgão.
ISTOÉ - A propaganda do Tylenol é de que, exatamente
por ser o mais seguro, ele é o único da categoria
recomendado para crianças e gestantes. Isso é
verdade?
Wong -
Na gravidez, o uso de qualquer remédio deve
ser feito com muita cautela. Administrar medicamentos para crianças
também requer muita atenção. No caso da
gestação, podemos analisar os quatro analgésicos
que estão no mercado: dipirona, paracetamol, ácido acetilsalicílico
(princípio ativo da Aspirina, por exemplo) e o ibuprofeno. O ácido
acetilsalicílico
não deve ser usado no primeiro trimestre da gestação
porque existe suspeita de que possa afetar o bebê. Mas certamente no
terceiro trimestre não se usa porque provoca risco de sangramento. Por ser
também antiinflamatório,
o ibuprofeno pode propiciar sangramento e ameaçar a gravidez.
Como a dipirona não é consumida nos Estados Unidos,
não se avaliou seu risco na gravidez. Está escrito
na bula: risco na gravidez não avaliado. Mas no segundo
e terceiro trimestres de gravidez o risco parece ser pequeno.
O paracetamol sempre teve propaganda a favor muito grande, mas
nunca foi avaliado adequadamente. Em vista dos novos alertas
sobre o paracetamol, seu risco deveria ser revisto. É
preciso alertar as pessoas: a propaganda não pode ser
a alma do negócio nesses casos.
ISTOÉ
- Qual a importância dessas advertências constarem do rótulo?
Wong -
Nos últimos sete anos, a bula do paracetamol
foi modificada pelo menos quatro vezes nos Estados Unidos. Mas
as advertências funcionam no mercado americano. Aqui,
não. A bula não é fiscalizada. Apesar de
existir uma lei que diz que no Brasil a bula deve estar de acordo
com a bula original do remédio, isso não ocorre.
ISTOÉ
- O que falta na bula do Tylenol, por exemplo?
Wong -
Ela não esclarece qual o risco para quem bebeu
ou vai beber três ou mais doses de bebida alcoólica.
Fala apenas de alcoólatras crônicos. Mas o que
é um alcoólatra crônico? Fica vago, fica
na mão do consumidor. Eu conheço muita gente que
bebe mais de três doses por dia e não se considera
um alcoólatra.
ISTOÉ
- O perigo só existe em casos de superdosagem?
Wong -
Falava-se que a lesão do fígado só
acontecia com doses excessivas. Cada vez, porém, fica
mais claro que essa lesão não ocorre apenas com
superdosagens, mas também com doses terapêuticas,
as que se usam normalmente. Ou seja, está havendo intoxicação
com doses até menores que seis comprimidos por dia. Outro
fato é que existem muitos remédios com paracetamol.
Quase todos os antigripais, por exemplo, contêm a substância.
Alguns antiinflamatórios também. Então, acontece muito de as pessoas usarem
medicamento para gripe e tomarem paracetamol para dor de cabeça e febre.
Assim,
facilmente se ultrapassa a dose máxima de quatro gramas
diários recomendada para adultos
ISTOÉ
- O que pode acontecer nesses casos?
Wong
- É comum as pessoas tomarem analgésicos
porque o antiinflamatório, sozinho, pode não tirar
a dor. A associação com o paracetamol pode gerar
uma nefrite analgésica, uma doença renal muito séria.
E não precisa ter overdose. Essa doença
não é percebida imediatamente. A alteração
renal não é fácil de se notar. Só
se descobre a nefrite com exames. E não se faz exame
todo dia. Precisamos fazer o alerta desse risco no Brasil. Nos
Estados Unidos, já se sabe do perigo em associar o paracetamol
com antiinflamatórios há mais de 15 anos.
ISTOÉ
- Há também uma relação entre paracetamol
e bebidas alcoólicas. O que se sabe hoje a esse respeito?
Wong
- Quando se bebe álcool demais, o fígado
é agredido. Acreditava-se que o mecanismo de metabolização
do álcool seria diferente do metabolismo do paracetamol,
pois eles usariam sistemas enzimáticos diferentes. Como
se eles não tivessem nada a ver um com o outro. Mas descobriu-se
que não é bem assim. Antigamente, imaginava-se
que as pessoas que ingerissem até três doses de
uma bebida destilada não seriam afetadas pelo paracetamol.
Só quem fizesse uso de doses maiores que essa teria problemas
ao tomar o remédio. O primeiro conceito está errado
e o segundo, certo. O álcool interfere na disponibilidade
de glutationa, causando lesão hepática. Além
disso, o álcool é irritante para o estômago
e, associado ao paracetamol, pode provocar sangramento gástrico.
Não se sabe o mecanismo, mas isso acontece. Está
até na bula americana dos medicamentos que contêm
o princípio ativo. Portanto, quem ingerir três ou mais doses
de bebidas destiladas (como uísque, pinga,
vodca, gim) não deve tomar paracetamol.
ISTOÉ
- Além desses problemas de associação com
bebida alcoólica ou antiinflamatórios, existem
outras situações de risco?
Wong
- Sim. O uso de paracetamol durante algumas doenças
também pode ser arriscado. Crianças com diarréia
e vômito, por exemplo, estão com estoques baixíssimos
de glutationa e podem até se intoxicar com doses consideradas
normais, já que não têm a substânci
para metabolizar o paracetamol. Quem está com hepatite
crônica B, C e D também não pode tomar o
remédio. Nesses e em outros casos em que o fígado
não funciona direito, os pacientes estão mais
propensos à intoxicação por paracetamol.
ISTOÉ
- Desse jeito, a responsabilidade pelo consumo do medicamento
fica para o consumidor, já que ele é vendido no mundo todo sem prescrição?
Wong
- Nem sempre. Na Inglaterra, por exemplo, limita-se
o número de comprimidos vendidos ao consumidor. Não
sei se essa medida funcionaria no Brasil. Temos a tendência
de imaginar que o consumidor brasileiro tem pouco conhecimento
sobre a toxicidade dos medicamentos e que faz muita automedicação.
Mas isso só acorre quando há falta de instrução.
Se fosse feita uma campanha sobre os problemas da automedicação,
com certeza as pessoas teriam mais cuidados. Se ninguém
fala nada, fica complicado.
ISTOÉ
- No Brasil, existem muitos casos de intoxicação
e de morte por overdose?
Wong
- No Ceatox, o analgésico com mais relatos de
overdose tem sido o paracetamol. As pessoas usam demais o remédio.
Pensam que é seguro, abusam e têm problemas. O
primeiro caso que constatei foi em 1979. Uma criancinha de quatro
meses com gripe e febre teve convulsões porque a mãe
deu alta dose de analgésico com paracetamol. Nós
nem sabíamos que o paracetamol poderia intoxicar. Fizemos
exame de sangue e urina e deu uma altíssima quantidade
da substância.
ISTOÉ
- Por ser vendido sem prescrição, é possível
que o risco do medicamento acabe sendo maior do que o de remédios
que são controlados?
Wong
- O risco é diferente. As pessoas que tentam
se matar com barbitúricos, por exemplo, apresentam sintomas
claros. É mais fácil salvá-las. Com o paracetamol,
não. A pessoa toma o remédio e o sintoma aparece
só depois de 24 horas. Aí, já é
muito tarde. Se não salvar o fígado em 12 horas,
é muito difícil reverter o quadro.
ISTOÉ
- Que alertas podem ser dados à população?
Wong
- Ao tomar mais de um remédio, verifique se eles
contêm a substância. Caso contenham, não
ultrapasse a margem terapêutica recomendada. Segundo lugar,
não se pode pensar que o medicamento é seguro
só porque é vendido sem prescrição.
São remédios como outro qualquer e requerem cuidado.
É preciso lembrar que a intoxicação por paracetamol é muito mais frequente
do que o que se pensava antigamente. Por último, nunca se deve fazer
automedicação,
mesmo com remédios de venda livre, principalmente para
crianças. O fato de ser de venda livre não reduz
em nada os possíveis efeitos danosos.
ISTOÉ
- Se a criança estiver com febre, a mãe deve ligar
para o médico antes de dar alguma medicação
com paracetamol?
Wong
- A mãe deve saber que a dose de paracetamol
é limitada. Se a febre não baixar com a dose recomendada,
não se deve repeti-la.
ISTOÉ
- E quem faz uso frequente do paracetamol? Aqueles que tomam
uma ou duas cápsulas por dia correm algum risco a longo prazo?
Wong
- Há indícios de que o uso crônico
do paracetamol em doses próximas do limite diário
estabelecido pode levar à lesão do fígado
a médio e longo prazos. Então, o fato de limitar
os comprimidos diários não é garantia de
que a pessoa não vá sofrer. Se ele tomar por muito tempo,
existe, sim, o risco de lesão do fígado.
Outro alerta que consta até na bula, mas que ninguém
lê, é que o paracetamol é uma das poucas
drogas que, associadas a outros remédios, podem causar
lesão hepática. Ele não pode, por exemplo,
ser tomado com barbitúricos (substâncias usadas
contra convulsões).
ISTOÉ
- E com tudo isso, vale a pena tomar o paracetamol?
Wong
- Todo remédio, apesar de ser benéfico,
traz riscos. Todo medicamento tem suas indicações
e limitações. Sabendo quais são e seguindo
rigorosamente as orientações, ele é seguro.
ISTOÉ
- Para conhecermos esses riscos dependemos da boa vontade da
indústria?
Wong
- Dependemos basicamente da responsabilidade civil da
indústria farmacêutica, de campanhas, orientação
e fiscalização do governo e da educação
do povo.
ISTOÉ
- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária
(Anvisa) poderia tomar alguma medida imediata com relação
a essa conscientização?
Wong
- Isso sim. E urgente. A Anvisa deveria exigir que todas
as bulas médicas fossem adequadas às encontradas
nos países de origem dos remédios. O FDA exige
revisão de bula, que deve ser feita em dias, e não
em meses, como acontece aqui. E a indústria ainda envia
uma carta aos médicos avisando da mudança. Essa
medida é importante porque poucos profissionais fazem
cursos de atualização terapêutica e por
isso eles acabam ficando à margem da evolução
da medicina e podem prejudicar seus pacientes.
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> Esse site traz importantes informaçõers sobre
> vacinas. Infelismente eu não consegui acessar a
> pagina que fala sobre um lote contaminado de
> vacina contra a gripe que está se tornando um verdadeiro pesadêlo.
> No Brasil essa vacina é dada pelo govêrno o qual
> faz inclusive campanha na mídia para pessoas acima
> de 60 anos exatamente aquelas que tem o sistema imunológico
> mais fragilizado .
> Mais um escandalo que ainda não foi abordado pela mídia.
> O José Serra ganha na propaganda e ganha dos laboratórios.
> Apenas mais um escandalo entre tantos desse govêrno.
>
> http://www.vaclib.org/
>
>
> Jose Luiz
>
>
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Olá José Luiz,
Aproveito seu aporte para lembrar que as gorduras são muito importantes
em todos os aspectos do metabolismo, pois funcionam também como
transportadores de nutrientes, hormônios, anticorpos, etc.
As gorduras arquitetadas nas sementes são quebradas e absorvidas de
forma harmônica, muito diferente das oxidadas pelo calor e processos
industriais, assim, não vejo como comparar a gordura de Coco ou Castanha do
Pará com óleo queimado de milho e muito menos de soja transgênica.
As dietas em geral propõem a redução de gorduras incluindo as sementes,
e mantendo óleos processados. Tenho insistido em excluir ABSOLUTAMENTE os
óleos e gorduras industrializados e manter os produtos integrais oleosos.
Assim tenho observado o equilíbrio dos índices lipêmicos e íons.
Abraços,
Luiz Meira
-----Mensagem Original-----
De: "Jose Luiz M. Garcia" <gingerjoe@...>
Para: <ALT_HEP_C@yahoogroups.com>
Enviada em: domingo, 17 de junho de 2001 13:58
Assunto: Re: [ALT_HEP_C] Fw: Abacate pode ser nova arma contra a hepatite
> Obrigado Gavinho.
> É exatamente esse tipo de informação que devemos
> disseminar. O abacate é um tremendo injustiçado
> nessa nossa sociedade que tem colesterol fobia.
> Nenhum tipo de vegetal contem colesterol por não
> existir fígado( o orgão que realmente produz o colesterol)
> porem todos os vegetais ricos em oleos são
> colocados em uma espécie de lista negra.
> O abacate e o Côco são alguns desses.
> Outro dia lendo um folder de uma famosa clinica de
> emagrecimento de Sorocaba ( aquela que patrocinou
> o emagrecimento da manicure que depois veio a falecer)
> ví, estarrecido, que o Côco era "rico em colesterol".
> Escrevi ao autor, médico da clínica, perguntando
> pela localização do fígado no coqueiro visto não ter
> conhecimento disso apesar de haver estudado botânica
> exaustivamente. Até agora não tive resposta.
> O perfil dos oleos essenciais tanto do abacate quanto
> do côco é extremamente benéfico a saúde de uma maneira geral.
> Evidente que qualquer exceso é contra-indicado porem o
> consumo regular é altamente desejavel.
>
> Jose Luiz
> --------------------------------------------------------------------------
--
> ---
> > Abacate pode ser nova arma contra a hepatite
> >
> > Fruta ajudou a recuperar fígado de ratos
> >
> >
> > Uma substância encontrada no abacate pode ajudar a amenizar danos
> causados ao fígado pelos vírus da hepatite, afirmam cientistas japoneses.
> >
> > Eles realizaram testes em ratos com problemas no fígado similares
> aos que a hepatite ocasiona nos seres humanos.
> >
> > Os ratos foram alimentados com 22 tipos diferentes de frutas para
> ver se algumas delas ajudava a reduzir os danos.
> >
> > Cinco substâncias foram consideradas eficazes na revigoração do
> órgão, e a mais forte delas é encontrada no abacate. Ainda não se sabe,
> porém, se a fruta motiva a mesma reação no organismo das pessoas.
> >
> > Esperança
> >
> > De acordo com os cientistas, mais testes são necessários para
> estabelecer a forma de usar as propriedades do abacate para combater as
> diversas formas de hepatite.
> >
> > Eles também não têm idéia de como a substância encontrada no
abacate
> reage para reduzir os danos no fígado.
> >
> > De qualquer maneira, a descoberta é uma nova esperança para
> desenvolver tratamentos contra a hepatite, especialmente a do tipo C, que
> causa sérios danos ao fígado e pode matar o doente.
> >
> > Estima-se que a hepatite do tipo C, que é sexualmente
transmissível,
> possa significar no futuro um problema maior do que a Aids em alguns
países.
> >
>
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> Prezado Abdo,
>
> Eu tenho um amigo médico nos EUA que dirige uma clinica
> de Medicina Complementar ( o novo nome para Alternativa )
> com 5 profissionais, e que considero brilhante, o qual me
> contou que teve vários casos de autismo sendo desencadeados
> após vacinações nas quais o Thymerosal era usado como
> conservante das vacinas. Nesse caso o autismo foi desencadeado
> pelo mercúrio da fórmula do Thymerosal. Esses sintomas eram
> revertidos após submeter o paciente a seções de quelação.
> Talvez algum tipo de alimento que tenha o efeito quelatizante
> como por exemplo o coentro, a maçã ( devido a pectina ) e
> outras frutas ( que contem pectina) sejam indicadas mesmo.
>
>
> Jose
>
> > Mudanças na dieta podem reduzir sintomas do autismo
> > John Griffiths
> > Reuters
> >
> > LONDRES - Um pequeno estudo realizado por pesquisadores norte-americanos
> está oferecendo evidências científicas preliminares que apoiam a idéia de
> que as mudanças na dieta podem melhorar os sintomas em algumas pessoas com
> autismo.
> >
> > O autismo é um distúrbio neurológico que prejudica o raciocínio e as
> funções afetivas e sociais. Geralmente, o problema surge durante os
> primeiros 3 anos de vida e pode variar na gravidade e no tipo de sintomas,
> desde prejuízos brandos a graves.
> >
> > A hereditariedade é considerada um fator que contribui para a doença.
Ted
> Kniker tem estudado a teoria de que proteínas alimentares pouco degradadas
> que passam do intestino para o sangue têm um efeito semelhante a drogas
que
> altera a atividade cerebral.
> >
> > Na primeira parte do estudo, divulgado pela Reuters Health no início de
> maio, Kniker verificou que cinco pessoas de um grupo de 28 crianças e
> adultos com autismo apresentaram melhora nos sintomas após eliminar
> laticínios e glúten do trigo da dieta.
> >
> > Kniker trabalha no Centro de Tratamento para Autismo de Santo Antônio,
no
> Texas.
> >
> > Na segunda parte do estudo, o pesquisador eliminou da dieta dos
pacientes
> vários outros alimentos como trigo-mouro, derivados de soja, tomate, carne
> de porco e uva.
> >
> > "A melhora foi realmente animadora", avaliou Kniker, que realizou o
estudo
> junto com pesquisadores dos Centros de Tratamento para Autismo do Texas.
> >
> > "Os sintomas mudaram dramaticamente em 39,3 por cento dos pacientes
> durante a segunda fase do período de intervenção de três meses", disse o
> pesquisador.
> >
> > Oito de 28 pacientes apresentaram melhora clara, medida por diversos
> métodos quantitativos, incluindo a Lista de Avaliação do Tratamento de
> Autismo.
> >
> > "Apenas três pacientes pioraram, mas esperamos que estas pessoas
melhorem.
> Na primeira parte do estudo, cinco pacientes pioraram, mas dois voltaram a
> seus níveis básicos no último mês do estudo. Pode ser que os outros que
> pioraram ainda estejam consumindo alimentos potencialmente alergênicos",
> disse o pesquisador.
> >
> > Kniker afirmou que o autismo não é uma anormalidade no desenvolvimento
> cerebral, mas provavelmente uma disfunção cerebral secundária a fatores
> externos, como fatores alimentares, disfunções imunológicas, processos
> infecciosos ou toxinas.
> >
> > "Nos próximos estudos, vamos melhorar nossa estratégia para identificar
> todos os alimentos potencialmente desagradáveis por exames sanguíneos,
> eliminação na dieta e procedimentos de verificação, em vez de impor uma
> dieta arbitrária", declarou Kniker.
> >
> > Ao comentar o estudo, o professor Andrew Hall, especialista em autismo
da
> Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres, concordou que "a
> realização cuidadosa de exames aleatórios dessa abordagem alimentar como
> possibilidade de tratamento será útil".
> >
> > "O fato do tratamento ser ou não efetivo não implica, necessariamente,
em
> que uma resposta anormal aos alimentos seja parte da causa do autismo.
> Qualquer resposta anormal aos alimentos poderia ser uma consequência do
> autismo", observou Hall.
> >
> > Kniker alertou que as medidas de controle do comportamento e as
abordagens
> psicológicas e educacionais do tratamento do autismo ainda serão
necessárias
> porque a melhoria no conhecimento e humor podem ser novos fatores de
> estresse e demandas para o paciente.
> >
> > "Como observamos no estudo anterior, algumas pessoas que apresentaram
> melhora na função cerebral demonstraram deterioração no comportamento, à
> medida que encontravam dificuldade para lidar com estas mudanças
> dramáticas", disse o pesquisador.
> >
> > Kniker vai apresentar o trabalho durante um encontro na Sicília, no
final
> de junho.
> >
>
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Querida Gabriela,
Bom podermos compreender este limite, pois é onde chegam a maioria dos
promotores de saúde.
En mi alimentacion tengo la misma perspectiva con
respecto a la importancia de las semillas como fuentes ideales de grasas.
Tambien con la exclusion de aceites industrializados.
Mi pregunta es sobre los aceites de semillas
organicas extraidos de primera presion en frio, sin refinar, manteniendo su
estructura cis. Y usados en frio. Usted tambien los excluye de la dieta?
A palavra exclusão reservo para os aspectos imunes. As gorduras
participam basicamente de processos metabólicos energéticos, de transporte e
acúmulo, e da síntese de hormônios e vitaminas... também ajuda na interface
com o ambiente, sendo a lâmina que recobre o corpo e os pelos. Citei estas
funções para evidenciar que o raciocínio com lípides deve considerar
acúmulo, tempo longo... ou seja, exposições ocasionais a óleos são
agressivas ao epitélio (que regenera rapidamente) e pouco é acumulado. Em
geral eliminamos a sobrecarga de óleos através de diarréia.
Para fabricarmos óleo necessitamos de proporções na ordem de 30/1, ou
seja, é necessário 30kg de feijão para fazermos 1kg de óleo. O esforço que o
corpo (especialmente vesícula e fígado) faz para digerir este produto
extremamente concentrado energeticamente é equivalente ao de ingerirmos
muitas vezes a quantidade máxima de feijão que poderíamos suportar.
Com este raciocínio proponho que qualquer quantidade de óleo é sempre
muito esforço... para pessoas saudáveis; para disfuncionais hepáticos o
esforço é proporcional à disfunção.
Quanto a óleos saudáveis, aqueles arquitetados funcionalmente nas
sementes, seria prudente considerar o trabalho de descascar as sementes como
parâmetro de exagero, ou seja, o limite seria comer a quantidade de
castanhas que tivéssemos paciência de descascar manualmente. Para os
disfuncionais hepáticos talvez um pouco menos. O sintoma de náusea seria
outro parâmetro significativo. Algumas pessoas sentem náusea somente em
pensar em gorduras, como os que têm a índole de "Calcarea Carbonica".
Não conheço outro naturalista que compartilhe desta perspectiva,
especialmente quanto ao Aceite de Oliva. Em minha prática tenho observado
que os níveis lipêmicos (colesterol e triglicérides) abaixam com a retirada
do aceite de oliva, assim, prefiro continuar indo contra todos, e insistir
que o trabalho para digerir produtos extremamente concentrados é descomunal.
As pessoas que retiram o óleo da alimentação relatam de forma unânime
que não percebem a falta, inclusive no sabor. Aproveito para salientar que
se sentem mais dispostos.
El aporte de estos acidos grasos esenciales y su
papel en la estructura de las membranas celulares y en la sintesis de las
prostaglandinas no son beneficiosos para nosotros?
El consumo de semillas y de productos integrales
oleaginosos en general (y no de aceites) aporta la cantidad suficiente de
estos acidos grasos esenciales?
Gabriela,
Aqui entra em cena um conceito que assumo, e não tenho me
arrependido, pelo contrário, tendo estar mais seguro a cada dia: "As
sementes fornecem todos os nutrientes necessários, e de forma equilibrada".
Quanto aos ácidos graxos essenciais, imagino que possam estar sendo
adquiridos de forma não conhecida...
Como poderíamos medir a deficiência de algum destes ácidos? Através
de que produto metabólico?
Um abraço sem grasa, mas com muita satisfação em poder caminhar com vocês.
Luiz Meira
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Ingestão da Tintura de Alecrim?
-----Mensagem Original-----
De: "Luis Fernando" <lfmcampos@...>
Para: <ALT_HEP_C@yahoogroups.com>
Enviada em: sábado, 16 de junho de 2001 12:07
Assunto: [ALT_HEP_C] Alecrim e quimioprevenção do câncer
1.. Offord, E. A., Mace, K., Avanti, O., & Pfeifer, A. M. (1997).
Mechanisms involved in the chemoprotective effects of rosemary extract
studied in human liver and bronchial cells.
Cancer Lett, 114(1-2), 275-81.
Natural polyphenols found in rosemary have not only potent antioxidant
activities but also anticarcinogenic properties. We have studied some of the
molecular mechanisms involved in their chemopreventive action using in vitro
human liver and bronchial cell models. Rosemary extract, or its active
components, carnosol or carnosic acid are potent inhibitors of DNA adduct
formation induced by benzo(a)pyrene or aflatoxin B1. At least two mechanisms
are involved in the anticarcinogenic action of rosemary extract: (i)
inhibition of the metabolic activation of procarcinogens catalysed by the
phase I cytochrome P450 enzymes; (ii) induction of the detoxification
pathway catalysed by the phase II enzymes such as glutathione S-transferase.
2.. Singletary, K. W. (1996).
Rosemary extract and carnosol stimulate rat liver glutathione-S-transferase
and quinone reductase activities.
Cancer Lett, 100(1-2), 139-44.
The effects of dietary intake and intraperitoneal (i.p.) administration of
an extract of the spice rosemary and of the rosemary constituent carnosol on
the liver activities of glutathione-S-transferase (GST) and NAD(P)H-quinone
reductase (QR) in the female rat were evaluated. Rosemary extract at
concentrations from 0.25 to 1.0% (by wt.) in the diet resulted in a
significant 3.5- to 4.5-fold increase in liver GST and a 3.3- to 4.0-fold
increase in liver QR activities compared to controls. Carnosol supplemented
in the diet at levels from 0.01 to 1.0% did not enhance GST activity. When
rosemary extract and carnosol were administered i.p. there was a significant
increase in liver GST and QR activities. The injection of rosemary extract
(200 mg/kg) was associated with 1.5-fold and 3.2-fold increases in GST and
QR activities, respectively, compared to controls. The injection of carnosol
at doses from 100 to 400 mg/kg was associated with 1.6- to 1.9-fold
increases in GST activity and 3.1- to 4.8-fold increases in QR activity,
compared to controls. These data indicate that rosemary extract in the diet
or injected i.p. and carnosol administered i.p. are effective enhancers of
the in vivo activity of liver GST and QR in the female rat.
[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
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-----Mensagem Original-----
De: "Gabriela" <puertadelsol@...>
Para: <ALT_HEP_C@yahoogroups.com>
Enviada em: quinta-feira, 21 de junho de 2001 21:43
Assunto: [ALT_HEP_C] Deficiencia de selenio y mutacion viral
Wednesday June 20 10:38 PM ET
Selenium Research Points to Curative Powers
By Carole Vaporean
NEW YORK (Reuters) - Once thought to be a deadly carcinogen, selenium is now
seen as a new wonder mineral that lists cancer prevention, AIDS (news - web
sites) suppression, and anti-aging among its numerous benefits to humans and
animals.
Selenium has been recognized as an essential micro-nutrient for over 40
years, but only since the 1990s has research broadened awareness of its
curative powers in areas as diverse as immune system enhancement, virology,
arthritis and coronary disease, according to the Selenium-Tellurium
Development Association, an international trade group.
Although selenium's future seems bright, many confirmation studies are still
needed to prove its potential benefits, some of which remain in the
theoretical stage. There is also contention over correct dosages, and
uncertainties over which compounds are most effective for its various
applications.
Medical and agricultural uses account for only five percent of annual
selenium demand, but is a major area of research on the mineral that has
been growing that sector's share.
About 5,000 research papers on this metalloid are produced each year, and
the U.S. National Institute of Health (NIH) has taken their findings
seriously enough to fund new research that expands on the positive results
achieved so far.
The basic element selenium, named for the Greek moon goddess, is not useful
to the body. However, as part of an organic molecule, like a selenoprotein,
it can save lives.
Discovered in 1817 by a Swedish chemistry professor Berzelius, selenium is
widely dispersed in the earth's crust and is derived as a by-product of
copper refinery. About 200 tons of copper ore typically yield one pound of
selenium.
As a food source, selenium is abundant in meats, fish, grains, and Brazil
nuts, but amounts vary with the local soil.
CANCER PREVENTION
Cornell University professor Gerald Combs Jr. said there has often been a
``fairy dust dimension'' attached to selenium, in being touted as a
cure-all.
But, in the last 20 years, research has ``overwhelmingly'' demonstrated its
cancer prevention abilities, and in some cases that it can even result in
the disappearance of the existing disease, said Texas Tech University
researcher Julian Spallholz.
Several recent patent applications for selenium compounds demonstrated their
therapeutic abilities when injected into a tumor, or their ability to
inhibit cancer cell growth, which offers promise of targeting specific
cancers, he said.
Prior to the last 20 years, however, many scientists thought selenium a
deadly carcinogen. Experiments to prove it so with rats were inconclusive
and sometimes unsuccessful.
In 1996, the work published by Cornell's Combs with the late Dr. Larry Clark
now serves as the landmark study that establishes selenium as an
anti-carcinogen in humans.
Their 10-year study of 1,312 participants found selenium takers had 37
percent fewer instances of new cancers, and less than half the cancer deaths
as placebo takers.
Specifically, Clark found the incidence of prostate cancer was halved with
selenium supplements of just 200 micrograms a day. Lung and colon cancer
rates fell 38 percent.
CRITICS
Critics contest the results on the formal grounds that they have not yet
been confirmed, and that the researchers had not set out originally to test
for prostate and lung cancers.
Furthermore, selenium proved ineffective against skin cancers, for which the
subjects had been selected.
At a minimum, the study sparked a surge of interest in selenium that
generated funding for follow-up research.
The National Cancer Institute (news - web sites) is funding a 32,000 man,
12-year study of prostate cancer. That program is still in the recruiting
stage, which began last October. The NIH has also put up the money for a
colon cancer study.
Both tests will use 200 microgram supplements. One reason is the cost of
paying for 32,000 daily doses. Another is to comply with official
Recommended Daily Allowances, even though many experts find a 200 microgram
dose to be conservative.
For example, Inuit Eskimos in Greenland were tested for selenium
concentrations in their blood. Their diets, rich in selenium from the marine
animals they eat, had levels as high as 4,400 micrograms. Yet, only mild
signs of selenosis, or selenium toxicity, appeared as striated fingernails.
Despite dosage being one of the hotly debated areas surrounding selenium,
Combs, who has investigated the topic, said no one is currently proposing a
multiple dose study.
Over exposure to selenium is more poisonous than either mercury or arsenic,
and can cause gastrointestinal problems, hair loss, and mild nerve damage.
Testing for levels of toxicity could be problematic, said Combs.
By knowing minimum dosages, he added, you can give dietary advice, put it in
food, and have the food industry be a participant in disseminating it to the
public.
Experts say no one would overdose from the revised official upper limit of
400 micrograms a day. Even with selenium in a normal diet, they said, there
is no risk of overdosing.
Results of deficiency are clear in places like China and New Zealand where
soil levels are low in the trace mineral. Deficient populations develop
muscle disease, infertility, heart disease, thyroid problems, and other
negative symptoms.
University of North Carolina professor Melinda Beck found that Chinese
children who lacked the mineral had a far higher incidence of a heart
ailment known as Keshan disease. Giving them dietary supplements largely
eradicated the illness.
Beck's latest research released last week goes a step further. She found
that the human influenza virus mutates into more virulent forms and that
mutation accelerates when selenium is deficient in mice.
Beck said she believes that a similar mutation process probably occurs in
humans. She also extrapolates her findings to other RNA viruses, including
hepatitis, Ebola (news - web sites), and human immunodeficiency virus (HIV
(news - web sites)). Her next step is to test her theories on the AIDS
virus, she said.
``We found that even mice with normal nutrition are more susceptible to the
newly virulent strains,'' said Beck.
That means that in a highly mobile population, a selenium deficient infected
person can spread more virulent forms of a disease even to those who are
currently healthy, she said.
These findings make determining dosage more urgent for wider dissemination.
Cancer researchers are also examining how much selenium is needed to act as
an anti-carcinogen.
Several population studies have shown that people with higher blood levels
of selenium have fewer incidents of cancer even among groups with adequate
amounts in their diet, wrote Dr. Richard Passwater, who has studied selenium
for 40 years, in the May 2001 edition of Whole Foods magazine.
HIV researchers are also exploring what levels of selenium are needed to
inhibit the replication of the HIV virus (news - web sites), and to
counteract the debilitating effects of AIDS.
Marianna Baum's oft-sited 1997 clinical study at the University of Miami
indicated that selenium deficiency is a predictor of survival for those with
HIV-1 infection.
Baum recently won NIH approval for a follow-up study to determine whether
selenium may actually slow the progress of AIDS. The NIH is currently
considering funding for the study.
While no one is sure of exactly how selenium inhibits HIV, its performance
as an antioxidant enzyme that protects cells against damage from free
radicals is well-known. It is also essential for normal immune system and
thyroid functioning.
AIDS-related malabsorption can deplete levels of many nutrients needed to
enhance the immune system. But, selenium may also be needed by HIV itself
for replication, which could deplete selenium levels in the host, according
to the NIH.
In an interview for Whole Foods magazine last year, Dr. Will Taylor at the
University of Georgia said his analysis of the HIV genetic code suggests
that the progression of AIDS could be slowed by providing adequate selenium
to the virus, so that it does not replicate in high numbers and invade other
cells when seeking its needed selenium.
``Until we verify the precise role of selenium in AIDS, I'd rather be
optimistic and hope that having HIV is not a death sentence to its
carriers,'' said Taylor.
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-----Mensagem Original-----
De: "Abdo Gavinho" <gavinho@...>
Para: <ALT_HEP_C@yahoogroups.com>
Enviada em: quinta-feira, 21 de junho de 2001 20:33
Assunto: [ALT_HEP_C] As intrigantes propriedades médicas do cromo
HepC Gia - Hepatite C Grupo de Informação de Apoio
Nosso Site : http://br.geocities.com/hepatite_c/
Nosso Email : HepC_gia@...
----------------------------------------------------------------------------
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As intrigantes propriedades médicas do cromo
17 de junho, 2001
Às 2:56 PM hora de Brasília (1756 GMT)
LONDRES -- Não é a pílula milagrosa que acaba com o excesso de peso nem tão
pouco garante que os músculos se fortaleçam ou se modele o tórax sem fazer
exercício, mas os cientistas consideram que o cromo possui algumas
propriedades intrigantes.
O cromo é um nutriente e oligoelemento que, em pequenas quantidades, é
indispensável para a boa saúde, assim como o ferro, o zinco e o selênio.
Alguns cientistas catalogaram o cromo como "o milagre médico dos anos 90",
pois afirmam que ingerir complementos diários desse elemento queima gordura,
acelera a perda de peso e previne diabetes.
Os fabricantes foram obrigados pela Comissão Federal de Comércio dos Estados
Unidos (CFC), que regula os suplementos dietéticos, a voltar atrás com tais
afirmações por causa da falta de provas científicas.
Bom para os diabéticos
Mas, alguns cientistas que estudaram o cromo asseguram que o elemento
contribui para o controle das concentrações de açúcar no sangue dos
diabéticos e para a diminuição dos risco de doenças crônicas nas pessoas com
sobrepeso. Também pode ajudar a quem está fazendo dieta e exercícios para
queimar gordura.
"O peso da evidência é que funciona", disse Gilbert Kaats, cientista da
Fundação para Pesquisa de Saúde e Medicina de San Antonio, Texas.
"Minha conclusão, seguindo todas as normas científicas estabelecidas, é que
parece ter uma influência estatisticamente significativa na proporção
músculo-gordura. No entanto, parece que seus benefícios estão sendo
promovidas de forma inadequada".
Em vez de queimar gordura ou aumentar músculos, explica Kaats, o suplemento
produz uma redução gradual da gordura.
Além de existir em forma de suplemento dietético, o cromo pode ser
encontrado em vários produtos e alimentos como a levedura de cerveja, pão
integral, cereais, nozes, batatas com casca e queijos.
Os complementos podem ser obtidos em diversas farmácias e drogarias, mas
Anderson acredita que os médicos não estão promovendo seu consumo,
especialmente entre os diabéticos, já que receitar insulina é mais fácil e
produz resultados imediatos.
Rebecca Costello, diretora interina do Escritório de Suplementos Dietéticos
dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos, disse que o cromo não
apresenta riscos, mas não existem indícios de que diminua a gordura corporal
ou o peso.
Uma análise de estudos sobre o cromo mostrou que a substância pode conseguir
um efeito positivo nas pessoas em estados iniciais de diabetes ou que têm
alto risco de desenvolver a doença.
"Sabemos que o cromo aumenta a sensibilidade à insulina", comentou,
lembrando que os cientistas ainda estão averiguando a forma com que isso
acontece.
Faltam estudos
O problema consiste, em certo modo, na falta de estudos de controle em
grande escala e durante períodos longos de tempo, afirmou Costello.
Stanley Miguel, diretor do Escritório de Informação do Cromo, organização
educativa sem fins lucrativos e com sede nos Estados Unidos, acredita que os
grupos profissionais estão pouco dispostos a recomendar o cromo porque os
testes que já foram realizados não mostraram resultados conclusivos.
O diretor afirmou que não existe uma análise simples para determinar se uma
pessoa tem deficiência em cromo.
"Pesquisas apontam que há um grande número de diabéticos que podem melhorar
o controle de glicose com suplementos de cromo", declarou Miguel. "Mas,
infelizmente, os grupos profissionais não vão recomendar seu uso até que
compreendam e disponha de uma maneira eficaz para quantificar o cromo".
As pesquisas sobre os efeitos do cromo apresentaram resultados
contraditórios. Os testes em animais mostraram que os que tomaram cromo
estavam mais magros que os que não consumiram, mas os estudos em seres
humanos não apresentaram resultados tão claros.
Um estudo em animais, realizado em 1995, também levantou dúvidas sobre a
segurança dos complementos de cromo e indicou que poderiam prejudicar o DNA.
Mas, os cientistas afirmam que as concentrações usadas nesses experimentos
foram muito mais altas que as doses recomendadas para humanos.
O consumo diário recomendado é de 50 a 200 microgramas. No entanto, Anderson
disse que os diabéticos e as pessoas que desejam perder gordura necessitam
de doses maiores.
Miguel admitiu que o uso do cromo ainda causa polêmica e fez um chamado para
a realização de estudos futuros, já que os cientistas não concordam com as
conclusões das pesquisas realizadas até agora.
Mas Anderson acredita que as dúvidas também não estão justificadas. "Existem
dezenas e dezenas de artigos que mostram os benefícios do cromo", concluiu.
(Com informações da Reuters)
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Enviada em: quinta-feira, 21 de junho de 2001 13:17
Assunto: Acupuntura na língua pode diminuir sintomas do autismo
Acupuntura na língua pode diminuir sintomas do autismo Segunda, 18 de junho de 2001, 16h01 Um novo tratamento para diminuir os sintomas em crianças com autismo foi divulgado ontem por uma professora da Universidade de Hong Kong. Através de uma técnica inovadora chamada de acupuntura lingual, a professora Virginia Wong disse que é possível estimular pontos específicos que correspondem a funções cerebrais. A obtenção de imagens do funcionamento cerebral foi usada para observar as resposta do órgão em áreas que podem estar ligadas ao autismo. Os resultados mostraram uma melhora em pontos-chave da doença, como linguagem, habilidades sociais, cognição, hiperatividade, atenção e agressão. Segundo o The Guardian, Wong disse que "houve melhora significativa nas funções intelectuais e na habilidade de comunicação em várias das crianças nas quais a técnica foi aplicada". O anúncio foi feito no Congresso Mundial de Neurologia, que acontece em Londres até sexta-feira.
...tetracloreto de carbono e paracetamol, dois dos hepatotóxicos mais comuns. Eles produzem necrose, inflamação, tumefação de células e aumento de gordura.
Bom ver o "Tylenol" no seu lugar, referido como instrumento de agressão Hepática.
"A utilização da própolis diluída em álcool etílico teve efeitos positivos, tanto na prevenção destas lesões, como no tratamento curativo"
Considero estudos deste tipo como indicativos.
Prefiro ficar observando, e quanto mais controverso, mais tempo.
Considerando a antigenicidade dos produtos de abelha e a variabilidade de composições, prefiro deixá-los prá depois.
Memória é uma função sublime, como você está reparando, e para recuperá-la é necessário restabelecer o equilíbrio molecular, pois são produtos químicos arquitetados para informar imagem, som, cenário, foco, significado, correlações.
Os produtos integrais e orgânicos são os mais equipados para fornecer os nutrientes assimiláveis e necessários., além de evitarem alergias
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Terça-feira, 19 de Junho de 2001 12:43:43
Uma dieta saudável é a base de um coração forte
Reuters
NOVA YORK - Com descobertas que confirmam a importância da alimentação
saudável para uma vida longa, dois novos estudos revelam que frutas,
verduras, legumes e uma dieta de baixo teor de gordura podem proteger o
coração de doenças.
O primeiro estudo, com mais de 84 mil mulheres de idades entre 34 e 59 anos
e mais de 42 mil homens, com idades entre 40 a 75 anos, todos profissionais
da área de saúde, constatou que apenas uma porção diária adicional de frutas
ou verduras e legumes reduziu o risco de doença cardíaca em 4 por cento.
Verduras como espinafre, couve e brócolis e frutas como laranja e grapefruit
foram as que ofereceram maior proteção, mostram os resultados.
"Nossas descobertas corroboram o efeito protetor que o maior consumo de
verduras, especialmente as de folhas verdes, e de frutas ricas em vitamina C
pode ter contra as coronariopatias (doenças coronárias)", afirmaram Kaumudi
J. Joshipura e colaboradores, da Universidade de Harvard, em Boston
(Massachusetts).
As coronariopatias, que ocorrem quando as artérias que levam o sangue para o
coração ficam obstruídas, são a principal causa de mortes nos Estados
Unidos.
Os pesquisadores ainda revisaram dados de dois extensos estudos sobre os
fatores que afetam a saúde de mulheres e homens de meia-idade. Suas
observações, publicadas na edição de 19 de junho do Annals of Internal
Medicine, mostram que as pessoas que consumiam a maior quantidade de frutas,
verduras e legumes eram mais velhas, tinham um estilo de vida mais saudável
de maneira geral e fumavam menos.
E ainda: a relação entre o consumo maior de frutas, verduras e legumes e um
menor risco de doenças cardíacas permaneceu, independentemente de exercícios
físicos, hábitos de fumar ou uso de vitaminas.
O consumo maior de frutas, legumes e verduras também protege pessoas com
diabete do tipo 2 contra o enfarte, uma complicação potencial da doença.
Frutas, verduras e legumes contêm uma grande variedade de nutrientes, que
são associados à saúde melhor. Já foi demonstrado, por exemplo, que fibras,
potássio e antioxidantes reduzem o risco de doenças cardíacas.
"Os mecanismos pelos quais as verduras, legumes e frutas protegem contra
doenças cardiovasculares são provavelmente múltiplos", concluem Joshipura e
colaboradores.
Um segundo estudo publicado na revista informa que dietas com baixo teor de
gordura e ricas em frutas, legumes, verduras, nozes, castanhas, amêndoas e
grãos integrais melhoraram o fluxo sanguíneo e impediram as lesões das
células que revestem internamente as artérias em um grupo de homens com
colesterol alto. Lesões nessas células, em particular, podem levar à
ateriosclerose -- o acúmulo de placas de gordura no interior das artérias
que bloqueia o fluxo sanguíneo.
Neste estudo, 22 homens seguiram uma dieta com alto teor de gordura saturada
por 4 semanas e, em seguida, mudaram para uma dieta com baixos teores de
gordura e colesterol por 28 dias. A dieta com baixo teor de colesterol era
tanto a do Programa Nacional de Educação sobre Colesterol, a qual é
recomendada para pessoas com nível de colesterol leve a moderadamente alto
como uma dieta "mediterrânea"rica em grãos, nozes, verduras, legumes e
frutas e com pouca carne.
Ambas resultaram na redução dos níveis de colesterol e de LDL (o colesterol
"ruim"), mas a dieta mediterrânea teve o efeito adicional de proteger as
células do revestimento interno das artérias, de lesões.
"Os efeitos benéficos da mudança na alimentação não estão limitados somente
à sua ação sobre os níveis (de gordura) do sangue mas também influenciam
outros mecanismos, abrindo novas perspectivas em relação à proteção contra a
ateriosclerose", concluíram Francisco Fuentes, do Hospital Universitário
Rainha Sofia em Córdoba, Espanha, e colaboradores.
Fonte: Annals of Internal Medicine 2001;134:1106-1114,1115-1119.
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Terça-feira, 19 de Junho de 2001 12:28:28
Tofu pode reduzir níveis de chumbo no sangue
Reuters
NOVA YORK - Comer tofu em abundância pode contribuir para abaixar os níveis
de chumbo no sangue, sugerem novos estudos.
Os pesquisadores não sabem dizer ao certo como o tofu altera os níveis desse
metal no organismo, mas suspeitam que o cálcio contido nesse derivado da
soja pode evitar que o corpo absorva e retenha o chumbo.
A exposição a altos níveis de chumbo pode comprometer a inteligência,
perturbar o desenvolvimento do sistema nervoso, limitar o crescimento e
ainda causar problemas auditivos e de aprendizado.
Encontrado no ar, solo e no lixo, bem como em alguns tipos de tintas, entre
outros materiais, o chumbo é absorvido principalmente pelo trato intestinal.
São crescentes as evidências de que a dieta -- incluindo o consumo de
cálcio, ferro, zinco e vitaminas D e C -- influi na maneira como o corpo
absorve e processa o metal.
O queijo de soja é rico em cálcio, o qual, se imagina, reduz a absorção e
retenção do chumbo no organismo. O consumo de tofu é alto na China, mas
também é elevada a exposição da população ao chumbo, o que levou a equipe
liderada por Changzhong Chen, da Harvard School of Public Health, em Boston,
Massachusetts, a observar se a ingestão do queijo produzia algum efeito nos
níveis de chumbo em jovens adultos.
Os cientistas estudaram 605 homens e 550 mulheres residentes na cidade de
Shenyang, cujos habitantes apresentavam os níveis mais altos de chumbo no
sangue de toda a China, durante a década de 1980. Os participantes do estudo
foram entrevistados sobre sua dieta, inclusive com que frequência comiam
tofu, e forneceram amostras de sangue para testes.
Em ambos os sexos, os níveis de chumbo no sangue foram mais baixos quando as
pessoas comiam muito tofu, informou a equipe de Chen no American Journal of
Epidemiology. A presença do metal no organismo foi 11 por cento menor entre
os que consumiam mais o queijo de soja do que nos que comiam menos.
"Os resultados do estudo, se confirmados, terão importantes
implicações,"concluiu a equipe de Chen no relatório.
Mais pesquisa será necessária, de acordo com os estudiosos, para entender
melhor como o tofu afeta os níveis de chumbo e para ver se o aumento no
consumo do produto pode efetivamente reduzir ou prevenir sua presença
elevada nas pessoas expostas ao metal.
"Embora o controle das fontes de chumbo no meio ambiente seja o principal
meio de evitar a toxidade do chumbo, ajustes apropriados na alimentação
podem servir como importante coadjuvante para essas medidas,"escreveram os
autores do estudo.
O chumbo foi banido da gasolina na China em 1998, mas as tintas à base do
metal ainda continuam sendo usadas ali.
Fonte: American Journal of Epidemiology 2001;153:1206-1212.
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Oi Edu,
Você escreveu:
> tava conversando com minha irma ontem (ela ta gravida de 7
> meses)e ela me falou q o bb ta com soluços. vocec sabe algo
> sobre isso (meu, naum acho o ponto de interrogacao^) tem
> como acalmar !@
>
>
Soluço é contração muscular involuntária, mais precisamente
assíncrona, do diafragma.
Distúrbios da contratilidade muscular são ocasionados prioritariamente
por desequilíbrios iônicos. Seria bom tentar reequilibrar com alimentação da
mãe, é muito comum nesta fase a hipocalcemia, razão de freqüentes
câimbras.
Abraços
Luiz
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Prezados Amigos,
Aproveito esta mensagem sobre mel para ajudá-los a lembrar da amplitude
de efeitos que as misturas genéticas podem apresentar.
Abraços
Luiz Meira
Dr Luiz Meira escribio:
>>Considerando a antigenicidade dos produtos de abelha e a variabilidade de
composições, prefiro deixá-los prá depois.
Recibi de otro grupo. Reenvio.
Besos
Gabriela
> ANAIS do XIII Congresso Brasileiro de Apicultura De 14 a 17/11/2000 -Flori
> anópolis - SC.
> Rubens Onofre Nodari, Josy Zarur de Matos, Miguel Pedro Guerra e Afonso In
> ácio Orth.
> Curso de Pós-graduação em Recursos Genéticos Vegetais,Departamento
> de Fitotecnia CCA/UFSC, Cx. Postal 476, Florianópolis, SC, 88040-900
> nodari@...
>
> O editorial do Jornal canadense "The Vancouver Sun" de 18 de julho de 2000
> é a respeito de uma pergunta de um cientista sobre os efeitos da canola
>modificada geneticamente (portanto, transgênica) sobre as abelhas e a
>produção de mel. Esta pergunta, embora ainda sem uma resposta completa e
>definitiva, começa a ser respondida.
>
> São várias as implicações dos Organismos Geneticamente Modificados
> (OGMs) na atividade apícola. A primeira está relacionada com a venda
>dos produtos. Os consumidores,notadamente os europeus, na sua grande
maioria
> não querem consumir nada que contenha ingredientes transgênicos. No
>Canadá, a canola é uma das principais fontes de mel. A exportação de
>mel contaminado com pólen transgênico corre um sério risco de nem
>chegar às prateleiras dos supermercados. Desta forma, a preocupação de
>quem exporta para a Europa é mais do que pertinente, pois relaciona-se com
>a própria sobrevivência da atividade apícola. Neste caso, o efeito
>dos transgênicos é indireto. É nesta situação que se encontra uma
>parte dos apicultores do Canadá.
>
> Contudo, esta apreensão já passou a ser compartilhada por apicultores
>de vários países. Em agosto último, a associação de apicultores
>da Inglaterra (Bee Farmers Association of the UK, com 350 associados),
pediu
> ao governo que defina de quem será a responsabilidade pelas possíveis
>perdas econômicas decorrentes dos testes ou plantios comerciais com
>transgênicos na atividade apícola. Esta posição foi tomada depois que
>foi publicado no FOEE Biotech Mailout o artigo MORE "FUNNY" HONEY que
sugere
>a perda de status do mel como alimento sadio e natural como resultado da
>poluição causada pelos OGMs. Já era de conhecimento dos cientistas, que
> pólen de plantas transgênicas estavam sendo coletadas por abelhas e
>contaminando o mel nas diversas partes da Europa.
>
> A ONG Friends of the Earth pediu o banimento dos testes de campo com
>plantas transgênicas após a conclusão de estudos que indicaram a
>presença de pólen de canola transgênica (tolerante a um agrotóxico -
>herbicida-) em mel, tanto proveniente de potes comerciais, quanto das
próprias
>colmeais das abelhas. O mel coletado na Inglaterra em 1999 quando analisado
>no "Austrian Federal Laboratory" em Vienna revelou a presença de DNA do
>gene de resistência ao mesmo herbicida. A canola foi engenheirada pela
>empresa Aventis (antiga AgrEvo). Anteriormente a este teste, pólen de
canola
> transgênica foi detectada em colmeias distantes 4 km da área
>experimental onde se cultivavam estas plantas transgênicas.
>
> Estas descobertas confirmam os riscos anteriormente anunciados de que as
>plantas transgênicas se constituem numa ameaça para os agricultores e
>apicultores vizinhos dos campos de cultivo de plantas transgênicas. Uma
>solução seria alocar as colmeias distante das áreas com transgênicos.
>Contudo, caso as variedades transgênicas sejam liberadas para plantios
>comerciais, a situação será agravada, pois os apicultores não
>acharão mais locais para colocar suas colmeias para produzir mel não
>contaminado por transgênicos.
>
> No Brasil, a não liberação de plantas transgênicas possibilita a
>produção de mel e pólen ainda livres desta contaminação. Porém,
>os Estados Unidos e a Argentina, dois dos maiores produtores mundiais de
>mel , já liberaram em seu território o cultivo destas plantas. A
>Argentina, com uma produção de 85.000 ton. de mel em 1999, exporta 90% de
sua
>produção. Seus principais compradores são os Estados Unidos, a
>Alemanha, Reino Unido, Espanha, Japão e Brasil. A Argentina, principal
>exportador
> para o Brasil, apresentava, em 1998, 100.000 ha de milho transgênico,
>2.000.000 de ha de soja transgênica e 300.000 ha de algodão
>transgênico, que potencialmente podem contaminar o mel com grãos de pólen
>transgênico, dependendo da região de origem do mel.
>
> Se de um lado os apicultores sofrerão prejuízos pela maior quantidade
>de trabalho, cancelamento de contratos ou maiores custos, um outro
>prejuízo econômico provocado pela indústria biotecnológica com a expulsão
> dos mesmos de determinadas áreas que contenham transgênicos,
>atingirá os fruticultores. De fato, os serviços de polinização
>proporcionados pelos apicultores, via abelhas, embora tenham um valor
>econômico em si,
> não se conhece com plenitude todas as implicações de sua ausência
>o u deficiência. De grande relevância para o Brasil, é o caso da
>macieira, ameixeira e as pereiras, entre outras.
>
> Uma segunda preocupação é a respeito das proteínas resultantes da
>engenharia genética agora produzidas por estas plantas transgênicas,
>que poderão se expressar ou entrar no pólen, que são coletados pelas
>abelhas, servem de alimento para as larvas e podem apresentar efeitos
>negativos imprevistos tanto na colônia quanto no comportamento das abelhas.
Já
> é há muito conhecido o fato de que as toxinas de Bacillus
>thuringiensis podem causar a morte de muitos insetos. O uso em larga
escala
>de genes
>desta bactéria que produzem toxinas, está chamando a atenção de
>cientistas de diversas áreas do conhecimento. Um novo estudo sobre a
>toxicidade das toxinas de Bt, que causa a mortalidade das larvas da
borboleta
>monarca , feito agora na Universidade de Iowa (Jesse & Obrycki, 2000), após
o
>primeiro (Losey et al, 1999), indica que a análise da liberação
>comercial das variedades que contenham estes genes deve ser muito rigorosa.
A
>critica da empresa produtora do referido milho, se baseou no argumento que
o
>trabalho não reproduziu as condições reais. Contudo, se o primeiro
>trabalho foi feito em laboratório, o segundo, embora experimental, foi
feito
>a campo, portanto, muito mais próximo das verdadeiras condições
>reais. Este conjunto de resultados alertam para a necessidade de se
conduzirem
>ma is experimentos a campo, em diferentes ecossistemas, antes da
>liberação comercial, uma vez que existem enormes diferenças entre as
diversas
>regiões produtoras de grãos no Brasil. Ou seja, há a necessidade de
>estudos de impacto ambiental como parte indispensável da análise de
>biossegurança dos OGMs.
>
> Embora não se conhecem resultados de testes de longa duração, mesmo
>porque eles não existem, a indústria biotecnológica e as Comissões
>de Biossegurança encarregadas da análise para a liberação destes
>transgênicos, têm afirmado que milhares de testes foram feitos e não
>há nenhum risco a organismos não alvo, como seria o caso das abelhas.
>
> A combinação de genes, cuja eficácia nos danos aos insetos pode
>aumentar em 40 vezes, é mais um fator a ser considerado. O processo
consiste
>na recombinação in vitro de duas ou mais regiões dos genes da
>delta-endotoxina, que produzem as toxinas que são mortais a muitos insetos.
>Desta combinação resulta o Bt quimérico, agora denominado de K-1 e K-73
>(United States Patent n. 6.090.931) que produz toxinas quiméricas. Seu
>efeito é mais amplo, pois aumenta em muito o número de hospedeiros
>atingidos comparativamente aos genes nativos. E as abelhas, como ficam
neste
>caso?
> Nenhum teste ainda foi feito.
>
> Uma forma de disseminação de genes, denominada de transferência
>horizontal (TH) ou lateral, refere-se a transferência de DNA de uma espécie
> para outra, aparentada ou não, por meios ainda não totalmente
>conhecidos. Embora a TH seja mais comum entre microrganismos, inúmeros
>exemplos
>de transferência horizontal de genes entre espécies filogeneticamente
>diferentes envolvendo organismos eucariotos já são conhecidos (Syvadan,
>S. 1994; Ho et al., 1998). Assim, genes humanos já foram detectados em
>Mycobacterium tuberculosis (a bactéria que causa a tuberculose), genes de
>plantas detectados em bactérias e genes de fungos e bactérias presentes
>em plantas (Cho et al. 1998; Science, 1999).
>
> Apesar de ter sido alertada em vários trabalhos e relatórios, a TH a
>partir de plantas transgênicas era considerada até bem pouco tempo
>atrás como 'praticamente impossível de ocorrer' Contudo, a transformação
> de Acinetobacter sp. no solo com DNA de plantas transgênicas (Nielsen et
> al., 2000) vem demonstrar que de fato isto é factível.
>
> Diversos casos de absorção de DNA por parte de células eucariotas
>foram também registrados (Tappeser et al., 1999). Num deles, foi
>demonstrado que o DNA fornecido na alimentação de ratos não só não era
>totalmente destruído no trato gastrointestinal, mas também poderia
>alcançar a corrente sangüínea e temporariamente ser detectado nos
>leucócitos ou células do fígado. Trocas de material genético também podem
>ocorrer entre plantas e vírus. A primeira evidência experimental sobre a
>recombinação entre uma planta transgênica contendo genes virais e um
>vírus foi obtida por Greene e Allison (1994). A inserção de
>sequências virais em plantas poderá tornar os vírus mais promíscuos e com
>isto provocar mais doenças em plantas.
>
> Se já existe a transferência de genes na natureza o que muda com o
>cultivo de plantas transgênicas? Um transgene, geralmente, é composto por
> ma construção quimérica que contém sequências de DNA tais como
>origem de replicação, seqüências de transferência, promotores
>fortes e genes de resistência a antibióticos. São elementos pertencentes
>a plasmídeos, transposons e vírus, que estão sujeitos a
>instabilidades estruturais, o que facilita a transformação in vitro, a
>recombinação e, por conseguinte, a transferência horizontal.
>
> Desta forma, cabe testar a hipótese de que o cultivo em larga escala de
>plantas transgênicas aumenta a probabilidade da ocorrência de
>transferência horizontal. Com relação a abelhas, uma informação está
>amplamente disponível. Ela se refere aos resultados obtidos pelo Professor
> Hans-Heinrich Kaatz, após três anos de estudos conduzidos no Institut
>für Bienenkunde da Universidade de Jena, Alemanha. Ele tomou o pólen
>coletado pelas abelhadas e forneceu as formas jovens como alimento. A
>análise das bactérias que vivem no trato intestinal das mesmas, revelou a
>presença dos genes modificados (pat), os mesmos presentes nas plantas de
>canola transgênica, desenvolvida pela AgrEvo, que as tornam resistente aos
>herbicidas a base de glufosinato (ex: Liberty, Basta). O fato foi publicado
>pelo jornal Independent de Londres em 28/05/2000, após ser recusado para
>publicação pela Revista Nature. A recusa para a publicação do
>trabalho foi justificada pela ausência de comprovação se a incorporação
> do DNA nas células bacterianas era temporária ou definitiva. Esta é
>mais das descobertas sobre a disseminação dos genes e da possibilidade
>da transferência horizontal dos mesmos, uma vez que genes de plantas
>podem ser transferidos para outros organismos que não as plantas. A
>transferência horizontal, hoje considerada uma força evolutiva, não é
>levada a sério nem pela indústria biotecnológica, nem pelas comissões
>de biossegurança de diversos países.
>
> Ainda são desconhecidos outros efeitos dos transgênicos sobre as
>abelhas, pois isto dependerá das proteínas codificadas pelos genes
>engenheirados. Contudo, dentre os trabalhos efetuados em abelhas com
>inibidores de
>proteases, cabe destacar um que demonstrou efeitos adversos dos mesmos
>quando abelhas foram alimentadas com açúcar contendo os referidos
inibidores
> (Pham-Delégue M.-H., 1997). Este inibidores poderão se converter em
>estratégias de resistência a insetos, como já foi demonstrado em
>canola. Neste caso o efeito sobre abelhas poderá ser grande. Entretanto,
ainda
>não está claro a associação entre a concentração dos inibidores
> e a magnitude dos feitos.
>
> Neste contexto, a utilização do princípio da precaução, que
>significa ter cuidado e estar ciente, seria a melhor estratégia a ser
>adotada, até que se tenham dados científicos sobre a biossegurança dos
>produtos transgênicos, que devem ser sadios e seguros, no caso de cultivo
em
>larga escala para consumo humano e animal.
>
>
> REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
>
> Cho, Y., Qiu, Y-L., Kuhlman, P., Palmer, J.D. Explosive invasion of
planmitochondria by a group I intron. Proceedings of National Academy of
Sciences, 95:14.244-14.249. 1998.
> FOEE Biotech Mailout o artigo MORE "FUNNY" HONEY v.6, n.5, p.6, em
31/07/20> 00
> Greene, A.E., Allison, R.F. Recombination between viral RNA and transgenic
> plant transcripts. Science, 263:1423-1425. 1994.
> Ho, M-W., Traavik, T., Olsvik, O., Tappeser, B., Howard, C.V., von
Weizsacker, C., McGavin, G.C. Gene Technology and gene ecology of infectious
diseases, Microbial Ecology in Health and Disease, 10:33-59, 1998.
> Jesse, L.C.H. e Obrycki, J.J. Field deposition of Bt transgenic corn
pollen : lethal effects on the monarch butterfly. Oecologia, publicado
online
em
1> 9/08/2000.
> Losey, J.E,; Rayor, L.S.; Carter, M.E. Transgenic pollen harms monarch
larvae. Nature 399:214, 1999.
> Nielsen, K.; van Elsas, J.D.; Smalla, K. Transformation of Acinetobacter
sp> .. Starin BD413 with transgenic plant DNA in soil microcosms and
effetcts
of kamycin on selection of transformants. Applied and Environmental
Microbiology, 66(3):1237-1242. 2000.
> Pham-Delégue M.-H. Risk assessment of transgenic oilseed rape on the
honeybee. INRA, Laboratoire de neurobiologie comparée des invertébres,
1-3, 1997.
> Raffensperger, C.; Tikckner, J. Protecting public health & the
environment implementing the precautionary principle. Washington: Island
Press, 1999,
> 385p.
> Science. Microbial management. Science, Washington, v.284, p.1301-1307,
1999.
> Syvadan, M. Horizontal gene transfer: evidence and possible consequences.
Annual Review of Genetics, 28:237-261. 1994 .
> Tappeser, B.; Jäger, M.; Eckelkamp, C. Survival, persistence, transfer:
An update on current knowledge on GMs and the fate of ther recombinant DNA
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Muitos Médicos Estão Verificando que a Educação dos Pacientes é
Vantajoso para os Negócios
Kelly Cowie
Neste Artigo:
- Vamos Falar Sobre Isto
Quando a médica de família Patricia Roy colocou pela primeira vez
panfletos direcionados à educação de pacientes em seu consultório, ela não
poderia prever a diferença que eles fariam em seus pacientes e na sua
prática.
Um dia, por exemplo, Roy foi saudada chorosamente por uma paciente que
tinha vindo a ela reclamando de uma fatiga geral. Enquanto esperava por Roy,
ela leu um panfleto sobre depressão que encontrou na sala de espera. A
paciente reconheceu todos os seus sintomas na sua leitura - economizando a
ambas, médica e paciente, tempo e frustração. Em uma outra vez, uma jovem
mãe solteira veio para discutir seu problema com bebidas. Após conversar com
a paciente, Roy deu a ela um panfleto distribuído pela American Academy of
Family Physicians (AAFP) discutindo as opções de tratamento do alcoolismo. A
jovem mulher foi então capaz de localizar e entrar em um programa de
desintoxicação e recuperação.
"Eu quero agradecê-la por ter esta informação aqui. Eu não sei se
teria feito algo sobre o meu problema. Este foi o empurrão que eu
precisava", disse Roy a respeito do que a paciente relatou quando veio para
uma consulta de retorno.
Hoje, Roy e muitos outros médicos estão verificando que investir na
educação dos pacientes não é somente bom, é absolutamente necessário. A
American Heart Association (AHA) estima que a não aceitação dos conselhos
médicos custa à nação, anualmente, mais de $100 bilhões em gastos médicos
desnecessários, tais como tratamentos de doenças que podem ser prevenidas.
Para remediar isto, a AHA sugere aumentar a educação dos pacientes acerca
dos problemas de saúde, tratamentos propícios e a importância de seguir as
recomendações médicas.
Como parte desta estratégia, a AHA lançou uma campanha, "Expulsar as
Ameaças Ocultas à Saúde na América", dando aos consumidores panfletos sobre
os benefícios da aceitação, perguntas aos médicos e um cartão para o
controle da medicação, o nível de colesterol, pressão arterial e peso. Para
ajudar os médicos, a AHA desenvolveu um kit de utensílios para a auxilio ao
médico, um pacote informativo que contém quadros de aceitação para pendurar
nos consultórios e guias de prevenção para reduzir as doenças cardíacas e
infarto.
Logo a campanha teve resultados positivos. Após direcionar os
pacientes a um artigo dos cuidados padrões com o diabetes, o médico de
família, Charles Booras de Jacsonville, da Flórida, percebeu um aumento na
aceitação do paciente quando vinha para tomar medicação e para retorno. O
artigo, publicado em seu próprio Web site, www.jaxmed.com, é apenas um dos
vários que Booras tem disponível para seus pacientes e para o público em
geral.
Apesar do fato de que a criação de um Web site possa envolver mais
esforço do que a maioria dos médicos pode dispender, Booras diz que os
médicos podem criar, de forma relativamente rápida, seus próprios caminhos
para conseguirem fundos e com um custo muito pequeno. Ele aponta a Internet
como um excelente recurso de informação sobre quaisquer assuntos. Booras
também sugere instigar as associações médicas nacionais como a AHA, AAFP, a
American Academy of Pediatrics, ou até mesmo as empresas farmacêuticas, para
a educação e materiais gratuitos.
Vamos Falar Sobre Isto
Muitos médicos parecem pensar que, juntamente com os materiais
impressos, a chave para a aceitação é manter abertas as linhas de
comunicação. Donald Berwick, MD, presidente do Institute for Healthcare
Improvement em Boston, diz que, como o meio da saúde continua a se
modificar, o controle sobre as decisões a respeito da saúde está se
deslocando dos médicos para os pacientes e suas famílias, e que,
compartilhar conhecimento está mais importante do que nunca. Ele sugere que
os médicos utilizem e-mail para escreverem aos pacientes e agirem como
técnicos nos assuntos de saúde.
Outros médicos estão verificando que uma comunicação simples com os
pacientes é um passo na direção certa. Patrícia L. Elliot, uma médica de
família em Rapidan - Vancouver, formulou algumas técnicas para ajudar aos
pacientes entenderem seus diagnósticos. No entanto, ela admite que às vezes
isto é uma batalha penosa na era da informação. Os pacientes, por exemplo,
fazem autodiagnóstico e prescrevem quais medicamentos eles acham que
deveriam ser tomados. Ela oferece as seguintes dicas para conversar com os
pacientes:
- Use linguagem apropriada para o nível de entendimento dos pacientes.
- Nomeie o diagnóstico de várias maneiras, usando dois ou três
sinônimos.
- Anote o diagnóstico para que os pacientes tenham isto como uma
referência e para que os termos médicos possam ser explicados.
- Desenhe, e se for o caso mantenha uma lousa na sala de exame.
- Distribua material escrito que os pacientes possam ler em casa.
- Se houver mais de um diagnóstico, deixe isto claro e anote todos
eles.
- Faça com que os pacientes repitam os diagnósticos, para ter certeza
de que eles entenderam e aceitaram.
- Deixe que os pacientes leiam qualquer carta que você escrever a um
médico consultor, e responda a qualquer pergunta.
"Estas atividades não só têm ajudado a melhor atender os pacientes",
diz Elliot, "mas têm também me ajudado a tentar entender melhor o ponto de
vista deles."
- Kelly Cowie é editor associado do Physician's Practice Digest.
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Pré-natal e práticas humanizadas no parto são mais importantes que o local,
conclui debate promovido pela Folha e APM
Parto fora do hospital divide especialistas
AURELIANO BIANCARELLI - DA REPORTAGEM LOCAL
Se pudessem optar, as mulheres teriam seus filhos em maternidades ou em
casas de parto? No Brasil, ainda não se sabe, pois a pergunta ainda não foi
feita nem as opções foram oferecidas.
Na casa de parto, o nascimento é ajudado por uma enfermeira obstetra, e a
mãe é acompanhada por alguém escolhido por ela. Nas maternidades, a mulher
deve ser assistida por uma equipe composta por obstetra, anestesista,
neonatologista, obstetriz e auxiliar de enfermagem. Geralmente, ninguém da
família está presente.
Para encontrar uma vaga em maternidade pública, as mulheres em trabalho de
parto na periferia chegam a percorrer três hospitais. A única casa de parto
de São Paulo, a do Qualis de Sapopemba, faz dois partos por dia, quando
poderia fazer quatro. Sobram leitos.
A julgar por esse quadro, as mulheres preferem os hospitais às casas de
parto. Para boa parte dos médicos, é prova evidente de que a mãe quer
segurança. Para quem defende o parto na casa de parto, a pequena procura é
resultado de lobbies e campanhas que insistem em tratar o nascimento como um
ato médico cheio de riscos.
Foi em torno desses dois polos que girou a mesa redonda sobre o "papel e a
eficiência das casas de parto", realizado na semana passada no auditório da
Folha e promovido em parceria com a Associação Paulista de Medicina.
Participaram a professora Dulce Gualda, da Escola de Enfermagem da USP; irmã
Monique Bourget, diretora do Hospital Santa Marcelina; Aristodemo Pinotti,
chefe do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da Faculdade de Medicina
da USP; e Pedro Paulo Monteleone, professor-adjunto de obstetrícia da
Universidade Federal de São Paulo. O debate foi coordenado por Adib Jatene.
Não foi uma mediação neutra: o cardiologista e ex-ministro da Saúde foi um
dos incentivadores da criação da casa de parto de Sapopemba, proposta pelo
médico David Capistrano Filho, morto no ano passado. "A casa já fez 1.200
partos; apenas um bebê morreu por prolapso de cordão", disse.
O primeiro ponto discordante é justamente o risco do parto fora da
instituição hospitalar. É possível saber, com segurança, qual mulher terá um
problema na hora do nascimento? A outra questão, decorrente dessa, é se o
nascimento precisa sempre da presença médica. Monteleone, que já presidiu o
Conselho Regional de Medicina e há 40 anos faz partos, diz que sempre foi
"um severo crítico da casa de parto". "Se me convidarem para fazer um parto
numa caso de parto, eu não vou. Não tenho segurança para isso."
Um pré-natal bem feito pode indicar qual parto será normal e qual será
cesárea, ele concorda. "Mas desafio qualquer obstetra a apontar, entre os
normais, qual terá uma complicação."
O que no Brasil é apresentado como um procedimento médico de risco, no
Canadá e em alguns países da Europa é tratado como ato fisiológico que
necessita apenas da assistência de uma parteira especializada, lembra irmã
Monique. No cômputo das intercorrências, elas são dez vezes mais comuns no
meio hospitalar que nas casas de parto, diz. Junto ao Hospital Santa
Marcelina, que faz mais de 500 partos por mês, está sendo construída uma
casa de parto sem o aparato hospitalar e onde médicos serão substituídos por
obstetrizes. "Nem todas terão filhos ali, mas é importante que a mulher
tenha opções", diz a irmã.
A professora Dulce Gualda afirma que, em sua experiência como enfermeira
obstétrica, aprendeu que "quanto menos intervenção no parto, menor risco
para mãe e o bebê". Dentro do modelo hospitalar, as mulheres ainda são
submetidas a uma série de procedimentos há anos desaconselhados pela
Organização Mundial da Saúde, como a episiotomia -o corte do períneo- e o
parto em sala cirúrgica. Além do excesso de cesáreas, que significa cinco
vezes mais risco para a mãe.
Aristodemo Pinotti é contra a casa de parto. Defende a introdução nas
maternidades dos mesmos procedimentos adotados nas casas de parto, práticas
conhecidas como "parto humanizado".
A posição da Secretaria de Estado da Saúde não é por mais casas de parto.
"Somos por mais leitos de maternidade e pelo parto natural", diz o
secretário José da Silva Guedes. A casa de parto de Sapopemba, segundo ele,
foi uma solução para uma área populosa e sem leitos. "Até o ano que vem
haverá dois hospitais na região com cem leitos obstétricos."
A futura "casa de parto" Santa Marcelina será um centro de treinamento de
parto normal, preparando professores e estudantes. Muitos médicos continuam
fazendo cesárea porque nunca viram um parto natural. No Estado de São Paulo,
uma politica de incentivo reduziu as cesárea na rede pública de 48% em 98
para 31% no final do ano passado.
No debate na Folha, o parto humanizado e um pré-natal com pelo menos seis
consultas foram defendidos por todos. "A casa de parto de Sapopemba
demonstrou que é possível fazer um parto normal com obstetrizes, sem
estrutura hospitalar, em mulheres que fizeram um bom pré-natal", concluiu
Jatene. No calor das discussões, o ex-ministro lembrou que ele próprio veio
ao mundo pelas mãos de uma parteira.
http://www.uol.com.br/fsp/cotidian/ff0107200127.htm Folha SP 01.07.01
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Buenas tardes
Como dice la dra Budwig, semillas de lino todos los dias.
Besos
Gabriela
Quinta-Feira, 12 de Julho 8:12 pm
Linhaça pode retardar avanço de câncer de próstata
Por Suzanne Rostler
NOVA YORK (Reuters Health) - A inclusão de linhaça como parte de
uma dieta pobre em gordura pode retardar o crescimento de tumores em
homens com câncer de próstata, sugerem descobertas preliminares de um
estudo.
Na pesquisa, os pacientes com câncer de próstata que
acrescentaram cerca de três colheres de sopa cheias de linhaça
triturada diariamente a seu suco, iogurte e outros alimentos pobres
em gordura apresentaram células tumorais com divisão mais lenta e uma
maior taxa de morte da célula tumoral do que aqueles que não seguiram
esta dieta, após cerca de cinco semanas.
Os níveis de colesterol e testosterona dos homens sob dieta com
pouca gordura, em que cerca de 20 por cento das calorias totais eram proven=
ientes de gordura, também foram significativamente mais baixos,
mas não houve alteração no desejo ou na função sexual, disseram os pesquisa=
dores na edição de julho da revista Urology.
"Os dados desse estudo de investigação sugerem que a dieta com
suplementação de linhaça e restrição de gordura pareceu influenciar
diversos (marcadores) associados com o (câncer de) próstata", de
acordo com Wendy Demark-Wahnefried, do Centro Médico da Universidade Duke, =
em Durham, na Carolina do Norte, e sua equipe.
As descobertas são "convincentes...(mas) não podemos fazer
sólidas recomendações até que testes controlados randomizados sejam
feitos", disse Demark-Wahnefried à Reuters Health.
Especificamente, os estudos vão precisar determinar o efeito a
longo prazo da dieta e investigar se menores quantidades de gordura,
semente de linho ou uma combinação destes fatores é responsável pelo
efeito da dieta nos tumores, disse ela.
Além disso, os pesquisadores não encontraram nenhuma diferença
significativa nos níveis do antígeno específico da próstata (PSA),
uma proteína no sangue que indica a progressão do câncer de próstata,
entre os dois grupos -- embora os homens nos estágios precoces da
doença apresentaram uma tendência em direção a níveis mais baixos.
A linhaça era comumente usada em cereais e pães na Idade Média,
mas não é importante na dieta moderna desde a era industrial. A
semente é rica em fibras e ácidos graxos ômega-3, que podem afetar os
níveis hormonais que estão envolvidos na progressão do câncer.
A linhaça contém um composto semelhante à fibra que, segundo
especialistas, se liga à testosterona e pode ajudar a removê-la do
corpo. Isso poderia, por sua vez, ajudar a suprimir o crescimento das
células do câncer de próstata.
Demark-Wahnefried explicou que a testosterona pode ser importante
para o crescimento do câncer de próstata. Diversas terapias convencionais b=
loqueiam androgênios como a testosterona como uma
forma de controlar a disseminação do câncer, disse ela.
O estudo incluiu 25 homens com câncer de próstata que seguiram
uma dieta pobre em gordura suplementada com linhaça durante cerca de
34 dias. A dieta incluiu cerca de 30 gramas de linhaça diariamente,
que era adicionada em cereais ou misturada em sucos, iogurte ou molho
de maçã. Os efeitos colaterais incluíram mais movimentos
peristálticos, prisão de ventre e gases.
O câncer de próstata é o tipo de câncer mais comum entre homens
nos Estados Unidos, sem levar em consideração o câncer de pele. A American =
Cancer Society estima que mais de 198.000 novos casos de
câncer de próstata serão diagnosticados no país em 2001. A doença será diag=
nosticada em 1 em 6 homens e 1 em 30 vai morrer.
Fonte: Urology 2001;58
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Fiquei contente em ver o site de vocês, e o arquivo de indicação de profissionais http://www.amigasdoparto.hpg.com.br/saude/10/referenc.html. Faço votos que a dedicação investida neste site reverta nas melhores venturas, prá vocês e aqueles que acessarem.
Atuo como médico de família, onde o acompanhamento da gestação, parto, puerpério, crescimento e desenvolvimento são aspectos do suporte à saúde e bem-estar.
Quanto ao atendimento ao parto, participo do planejamento e assistência às situações fisiológicas, no domicílio ou hospital. As situações de intervenção especializada são realizadas por Adailton Salvatore Meira., obstetra naturalista..
Caso queiram conhecer maiores detalhes, cliquem nas palavras realçadas desta mensagem, ou visitem o site: http://luizmeira.cjb.net
Você é uma luz que ilumina o belo e o carinho por trás desta tela.
Conheci este trabalho há uns 5 anos, e te agradeço a oportunidade de tê-lo em meu site.
Eu acrescentaria a perspectiva de doação pessoal aos interesses de uma igreja local.
Generalizando, imagino que a postura de se doar socialmente, mesmo que ambientes muitos distintos de uma igreja adventista, algo não egocêntrico, seja um fator de longevidade.
Para aproveitar a mensagem, cito contribuições especialmente vinculadas por Ellen G White, a profeta deles:
Utilizar produtos de animais bem tratados.
Tomar cuidado com grãos geneticamente modificados...
Isto, há 150 anos atrás...
Assim os adventistas tiveram a oportunidade de acumular tecnologia em como utilizar estes conceitos no cotidiano.
Quinta-Feira, 12 de Julho 7:49 pm Hábitos de adventistas garantem vida mais longa, diz estudo Por Amy Norton NOVA YORK (Reuters Health) - Ao demonstrar que uma vida regrada e saudável pode ser a chave para a longevidade, pesquisadores descobriram que os Adventistas do Sétimo Dia têm expectativa de vida significativamente acima da média. Os cientistas relacionam essa longevidade às altas taxas de vegetarianismo e exercícios regulares e aos índices quase inexistentes de fumo dos membros da Igreja. Em um estudo que comparou adventistas da Califórnia com californianos que não eram membros da religião, os pesquisadores da Universidade Loma Linda descobriram que a expectativa de vida dos adventistas ultrapassou aquela da população geral. Os adventistas do sexo masculino tiveram um ganho de mais de sete anos em relação aos outros homens e as mulheres adventistas apresentaram uma expectativa de vida cerca de 4,5 anos acima da das outras. "O número de anos é realmente bastante impressionante", disse o principal pesquisador Gary E. Fraser à Reuters Health. Ele destacou que os adventistas "sempre se concentraram na saúde como uma virtude" e que essas descobertas demonstram que talvez eles sejam o grupo de vida mais longa que já foi formalmente estudado. As descobertas de Fraser e David J. Shavlik estão publicadas na edição de 9 de julho de Archives of Internal Medicine. Em sua pesquisa, Fraser e Shavlik usaram dados de um estudo de 12 anos de saúde e hábitos de estilo de vida entre mais de 34.000 adventistas com 30 anos ou mais. Os pesquisadores compararam os índices de mortalidade dos participantes em diversas idades com os de brancos da população geral da Califórnia e calcularam as expectativas de vida dos dois grupos. De acordo com os pesquisadores, a estimativa da idade de morte entre os adventistas de 30 anos foi de cerca de 81 para os homens e 84 para as mulheres. Os vegetarianos, que corresponderam a cerca de 30 por cento dos adventistas, tinham uma expectativa de vida ainda mais longa: 83 anos para os homens e cerca de 86 anos para as mulheres. Com base nos dados de estilo de vida dos adventistas -- como o fato de que 40 por cento praticavam exercícios vigorosamente por pelo menos 15 minutos três vezes por semana e menos de 1 por cento fumava -- Fraser e Shavlik estimam que estes hábitos correspondem a mais 10 anos de expectativa de vida nesta população. "Esses resultados sugerem fortemente que as escolhas comportamentais influenciam a idade de morte em muitos anos, em até uma década", disseram eles. O estudo não incluiu informações de estilo de vida da população geral da Califórnia, mas Fraser disse que a taxa de vegetarianismo dos adventistas foi significativamente mais alta do que a da população norte-americana como um todo, assim como os índices para exercícios regulares. E o fato de que o fumo foi quase inexistente entre os adventistas foi "sem dúvida um grande fator" em sua longevidade, acrescentou Fraser. A idéia de que comer bem, praticar exercícios e evitar o fumo favorecem a saúde não é nova -- os especialistas sempre insistem nessa mensagem. O que é novo aqui é que uma vida pura vem sendo relacionada a uma vida mais longa. "Até onde sei, nunca houve uma quantificação do número de anos que uma pessoa pode esperar para acrescentar". Se essas descobertas forem confirmadas em outros estudos, as "implicações para a saúde pública são profundas", de acordo com Fraser e Shavlik. A evidência sugere que os norte-americanos podem acrescentar anos a suas vidas se adotarem mudanças importantes em seu estilo de vida. A maioria dos norte-americanos pode não querer abdicar da carne da mesma forma que muitas adventistas, mas eles também não precisam fazer isso, destacou Fraser. Os vegetarianos normalmente consomem maiores quantidades de frutas, verduras e legumes e obtêm muito de sua proteína de verduras e legumes e derivados do leite de baixa gordura. Seguir estes hábitos também pode fazer com que pessoas que não abrem mão da carne vivam mais. Fonte: Archives of Internal Medicine 2001;161:1645-1652
> A minha experiência com ovos de galinha hiper
> imunizados atraiu a atenção de reporter
> americano que tem um site dedicado a doenças com fundo
> imune ( Fadiga Crônica, AIDS, Hepatite C, etc...)
> Leiam :
> http://www.execpc.com/~keephope/v2001.html
>
>
> Jose
>
>
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Entre 30% e 35% da população dos países industrializados sofrem doenças alérgicas,
Atualmente pensaria em 50%, cheguei a ver 62% em Dourados, MS.
e calcula-se que até a metade do século 21 essa porcentagem passará de 50%. Um número crescente de estudos mostram que o aumento das alergopatias é um tributo do progresso e do desenvolvimento industrial. Se a contaminação ambiental e o estilo de vida urbana intervêm como fatores desencadeantes, a teoria da higiene sugere que o sistema imunológico humano, por não precisar agir como mecanismo de defesa contra muitas infecções que hoje se combatem sem problemas com antibióticos e outros medicamentos, reage produzindo enfermidades diante de agentes ou substâncias que em si não são patogênicos.
As previsões indicam que nos países ocidentais o desenvolvimento das alergias vai adquirir proporções epidêmicas neste século, por sua natureza expansiva, ainda que não contagiosa. Embora se tenham descrito casos de anafilaxia (a mais grave das reações alérgicas) por picadura de abelhas e vespas na civilização milenar do antigo Egito, a verdadeira expansão dos processos alérgicos ocorreu na segunda de metade do século 20.
Os fatores ambientais mais conhecidos são: menor índice de infecções patogênicas e saprófitas (não causam enfermidade); poluição ambiental, sobretudo por motores a diesel; tabagismo; alimentação menos rica em gorduras poliinsaturadas (não aumentam o colesterol) e os microclimas de locais isolados termicamente, que com freqüência não têm ventilação natural adequada e propiciam a proliferação de ácaros e fungos ambientais, muito alergênicos.
Não se devem esquecer os fatores genéticos, cada vez mais conhecidos. Nos últimos cinco anos foram identificados mais de uma dezena de genes envolvidos na reação alérgica e localizados principalmente nos cromossomos5, 6, 11, 12 e 14.
Predisposição genética
Antonio Nieto García, especialista do serviço de alergologia infantil do Hospital La Fe de Valência (Espanha), explica que é necessário não separar os fatores ambientais dos genéticos: "Sempre temos de partir de fatores genéticos predisponentes, e quando estes não são elevados se exige uma grande carga alergênica ambiental para que se apresente a reação alérgica. Pelo contrário, quando existe alta predisposição genética, basta haver uma baixa carga alergênica para que apareça uma alergia."
Nieto acrescenta que a teoria da higiene, que estabelece uma relação dupla e contraditória entre patologias alérgicas e infecciosas, afirma que se está constatando epidemiologicamente que certas infecções podem atuar em determinados momentos da vida como agentes causadores de enfermidades alérgicas (por exemplo, um problema infeccioso respiratório que origina a asma), ao mesmo tempo que se observa que o aparecimento de certas infecções na primeira infância pode desempenhar um papel protetor contra o desenvolvimento desses processos.
Pesquisas epidemiológicas realizadas no Japão e nos países do norte da Europa demonstraram que há uma relação inversa entre tuberculose e alergias. Também se comprovou em modelos animais em laboratório que ocorre um menor índice de reações alérgicas em ratos submetidos a diversas infecções do que num grupo de ratos que foi preservado delas.
"É como se as respostas imunológicas contra infecções e alérgenos fossem antagônicas", diz Nieto, "e, expresso de uma maneira gráfica, como se o sistema imunológico se preocupasse menos com os agentes alergênicos quando está combatendo certos agentes infecciosos."
Um estudo realizado na Suécia e publicado em "The Lancet" revelou que as crianças submetidas a educação e criação ocidentais convencionais (vacinação em massa, uso regular de antibióticos) têm um maior índice de processos alérgicos do que um grupo de crianças criadas de maneira antroposófica (menores índices de vacinação, menor uso de antibióticos, consumo de alimentos fermentados).
Outros trabalhos realizados entre 1999 e 2000 na Finlândia, Suíça e Alemanha demonstraram igualmente que as crianças criadas em fazendas e em contato com animais apresentavam uma menor incidência de problemas alérgicos do que as criadas em ambientes urbanos. Sugeriu-se como fator protetor o contato precoce e constante com endotoxina bacteriana procedente dos animais da fazenda.
Antes da queda do Muro de Berlim se acreditava que haveria mais enfermidades alérgicas nos países do Leste Europeu devido à grande poluição ambiental. Mas constatou-se que as más condições higiênicas e a maior incidência de certas infecções exerciam um papel protetor contra as alergias. Segundo Carlos Lahoz, chefe do serviço de imunologia da Fundação Jiménez Díaz de Madri, segundo a teoria da higiene, nascida do modelo de vida ocidental, está aumentando o nível de antígenos ou alérgenos externos e com ele as possibilidades de sensibilização.
Linfócitos cooperantes
Segundo Lahoz, nos linfócitos T (uma subpopulação das células imunológicas) distingue-se um tipo de célula, as T cooperadoras, cuja missão é ativar a reação imunológica. Essas células se dividem em dois grupos, conforme o tipo de substância que produzem: Tc1 e Tc2. Os pacientes alérgicos, segundo Lahoz, se caracterizam por apresentar uma reação imunológica do tipo Tc2, enquanto os não-alérgicos desenvolvem uma reação Tc1, e nesses casos se produz um equilíbrio entre as duas populações de células.
"Observou-se que o feto recebe estímulos antigênicos através da mãe e que seu sistema imunológico é capaz de reagir a eles", acrescenta. "Encontra-se então em situação de Tc2. Sem dúvida, ao nascer recebe os estímulos antigênicos ambientais e passa à situação de Tc1 para defender-se das substâncias externas. Se suprimirmos os estímulos antigênicos através de medidas de higiene e de vacinação em massa, não ocorre a passagem de Tc2 para Tc1 e então se produzem mais reações alérgicas."
Falta de diagnóstico
O estudo Allergy: Living & Learning, desenvolvido no ano passado e que será publicado na revista "Allergy", deixa claro que 30% dos europeus alérgicos não tem diagnóstico de confirmação através das provas atualmente disponíveis. Quer dizer, quase um terço da população européia alérgica foi considerada como tal somente através de diagnóstico clínico de suspeita a partir dos sintomas. Os primeiros resultados desse trabalho epidemiológico, de que participaram 7 mil pacientes da Alemanha, Áustria, Dinamarca, Espanha, Finlândia, Holanda, Itália, Noruega, Reino Unido e Suécia, serão apresentados à comunidade científica em maio próximo em Berlim, coincidindo com o congresso da Sociedade Européia de Alergologia e Imunologia Clínica.
O alergólogo Tomás Chivato, especialista do Hospital Universitário do Ar de Madri e coordenador na Espanha do estudo, indica que outros dados obtidos na pesquisa refletem que até 60% dos alérgicos consideram que a doença interfere notadamente em sua qualidade de vida. "Há uma tendência generalizada a subvalorizar os sintomas dos processos alérgicos, quando vemos que mais da metade dos pacientes expressam suas queixas pela deterioração que essas enfermidades causam em sua qualidade de vida", admite.
Outro dado revela um fato preocupante: 10% dos europeus alérgicos se automedicam, principalmente com anti-histamínicos, muitos dos quais produzem sonolência e sedação e podem causar acidentes de tráfego e de trabalho. Como adverte Chivato, a pesquisa também demonstra que a assistência alergológica varia muito conforme os países. Enquanto alguns, como Espanha, Itália, Portugal e Reino Unido, têm reconhecida essa especialidade médica, outros como França ou Bélgica não a reconhecem como especialidade de pleno direito. E a Alemanha a considera uma subespecialidade da dermatologia.
Segundo Consuelo Martínez Cócera, presidente da Sociedade Espanhola de Alergologia e Imunologia Clínica e chefe do serviço dessa especialidade no Hospital Clínico Universitário San Carlos de Madri, na Espanha existem cerca de 450 alergólogos, número que representa um terço das necessidades assistenciais do país e equivale a um especialista para cada 150 mil habitantes, quando, segundo a Organização Mundial de Saúde, deveria haver um alergólogo para cada 50 mil habitantes.
A maioria dos processos alérgicos são respiratórios (rinite, asma, etc). Outro grupo importante é constituído pelas reações alérgicas a alimentos e a medicamentos. Também são relevantes por sua possível mortalidade as picaduras de abelhas e vespas. As dermatites de contato são cada vez mais comuns. O pólen e os ácaros do pó doméstico são os alérgenos inalantes mais freqüentes. Seguem-se as peles de animais e os fungos ambientais. O látex das luvas de borracha e o níquel empregado em bijuteria são potentes alérgenos de contato.
Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves
-----Original Message----- From: Anna Vicente <annavicente@...> To: Adailton Salvatore Meira <salvatore@...> Date: Friday, March 23, 2001 4:54 PM Subject: matéria do el pais sobre alergias
Olá José Luiz e demais companheiros da lista.
Há mais de 20 anos proponho a não restrição de ovos, chegando a
prescrever 5 ovos por dia, e até hoje não me arrependi, pelo contrário, as
anemias desaparecem rapidamente, e subentendo que outros íons e nutrientes
tendem a equilibrar-se em patamares eficazes.
Complemento que mesmo sem os anti-oxidantes e vitaminas citadas pelo
José Luiz, não tenho observado aumento dos índices lipêmicos.
Ovo que aumenta o colesterol é ovo de americano:) frito no bacon e
comido com pão pela manhã ou a noite.
Aproveito para relembrar que ovos e aves de granjas estão completamente
contra-indicados. Lembre-se que o índice de câncer em testículos aumentou 3x
no último ano. Ratifico que praticamente todas as mulheres que estavam com
cistos de ovários, experimentaram remissão ao excluir produtos de granja.
Abraços
Luiz Meira
-----Mensagem Original-----
De: "Jose Luiz M. Garcia" <gingerjo@...>
Para: <ALT_HEP_C@yahoogroups.com>
Enviada em: sábado, 4 de agosto de 2001 14:55
Assunto: [ALT_HEP_C] Colesterol
> Eu já escreví várias vezes sobre a tremenda enganação
> ou como dizemos por aqui " Boi de Piranha" no qual tentaram
> transformar o colesterol. De repente todos os problemas
> tinham um unico responsável : O Colesterol.
> Eu ainda fico com a tese od Duck Pearson de 15 anos
> atras de que o colesterol nada mais é do que uma forma
> deseperada do corpo de tentar coloacar ordem na casa
> visto que ele é um anti-oxidante. Dê vitaminas , anti-oxidantes
> a uma pessoa com o colesterol alto e verá as taxas serem reduzidas
> rapidamente.
>
> Nos ultimos trinta dias consumi duas gemas cruas de ovo hiper
> imunizado por dia. Dieta para fazer qualquer médico coçar a cabeça.
> Aqui vão os resultados :
> Normal
> Triglicérides ...... 58 ( ate 200)
> Colesterol Total 152 ( ate 200)
> HDL- Colesterol 40 ( > 35)
> VLDL Colesterol 12 ( quanto mais baixo melhor)
> LDL Colesterol 100 (<130)
>
> Resultado da minha pequena e modesta pesquisa :
>
> Gema de ovo não provoca o aumento do colesterol desde que a
> pessoa tenha uma boa dieta que inclua frutas organicas, verduras
> organicas, fibras e um amplo suprimento de anti oxidantes
> vitaminicos, minerais e de origem vegetal como silimarina, etc...
>
> Jose Luiz
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