Oi
Foi lançado em agosto é o mais recente sim
Abraços Janaina
--- Em jwrochester@..., "akhenatonsol" <akhenatonsol@...>
escreveu
>
> Pessoal, deixando de lado as discussões quanto a concordância no que diz
respeito aos livros de rochester com vera e outros médiuns, gostaria de
informá-los que saiu um novo livro de Rochester. Suponho que o seja, pois tenho
todos os livros dele e esse não o havia visto ainda. O livro, Exílio está a
venda. Comprei-o pela site de candeia.com.br.
>
> Bom dia!
>
Pessoal, deixando de lado as discussões quanto a concordância no que diz
respeito aos livros de rochester com vera e outros médiuns, gostaria de
informá-los que saiu um novo livro de Rochester. Suponho que o seja, pois tenho
todos os livros dele e esse não o havia visto ainda. O livro, Exílio está a
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Bom dia!
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Hatshepsut e Merenptah
Amigos,
Em continuidade à mensagem anterior (Ramsés x Ramósis) temos o caso da Hatasu
Os hieróglifos foram transliterados para: Hatshepsut (inglês); Hatchepsout
(francês)
Inserindo vogais conforme fonemas de conjunção de consoantes. Exemplos:
Nome de Horus: letras atribuídas aos sinais: w de (what) ouat; (Wonder) ounder
Hr wsrt-kAw = Horus = w(ou) s(e) r(e)t – ka w(ou) Ouseretkaou
Nome de Nebty:
nbti wADt-rnpwt = nbti (abutre); wadt (naja) representando respectivamente o
Alto e o Baixo Egito
nbti wADt-rnpwt = n(e)bti w(ou)adj (e)- r(e)n(e)pw(ou)t =Nebty
Ouadjetrenepout
Nome de Horus dourado: (`x' pode ser `k' e `t' pode ser `j'
bik nbw nTrt-xaw = Bik Nebou Netjeretkhaou
(espero que as imagens estejam acessíveis)
http://img11.imageshack.us/i/hatshepsutnome1.jpg/http://img202.imageshack.us/i/maatkara.jpg/
outro exemplo : Merenptah
http://img104.imageshack.us/i/merenptahnome.jpg/http://img202.imageshack.us/i/merneptahnome2.jpg/
Abraços
waldir
PS.: se não acessar as imagens, poderei enviar-lhes via e-mail
Ramsés x Ramósis, Ahmés x Ahmosis, Tutmés x Tuthmosis
Olá Antonio e Rochesterianos, desculpem-me a loooonga resposta, mas
simplifiquei bastante o "tratado".
Antonio escreveu:
<<<Me parece que um pouco da confusão gerada pelos antigos nomes
egípcios é que (penso eu) as vogais não eram representadas nos
hieróglifos.
Então os egiptólogos encaixam as vogais e deduzem o nome...
Outra dúvida minha é com relação aos sufixos ´més x ´mósis (Ramsés x
Ramósis, Ahmés x Ahmosis, Tutmés x Tuthmosis, etc). Você saberia
dizer o por quê disto?>>>
Antonio está certa a sua colocação sobre as vogais, veja:
- Nenhum sinal hieroglífico representa vogal. É um sistema
tipicamente consonantal.
Quando os egípcios antigos liam as consoantes, sabiam quais vogais
deveriam acompanhá-las, porém, para os egiptólogos atuais isto é
impossível de saber, já que se trata de uma língua morta, portanto,
adotaram como convenção, acrescentar a vogal "e" entre as
consoantes, para facilitar a pronunciação das palavras.
Por exemplo, a palavra "snb" (saúde) é pronunciada "seneb". Assim
sendo, se um egiptólogo tentasse conversar com um egípcio antigo, a
comunicação falada seria impossível, pois não haveria compreensão.
Porém se escrevessem um para o outro, não haveria problemas.
{(Retifico aqui que eu "achava" que o sacerdote Ranseneb ou Raseneb
poderia significar "o caminhar de Ra" para "Saúde de Ra")}
- Com relação aos nomes dos faraós e rainhas, a adição da vogal "e"
após cada consoante, não proporcionava uma boa sonoridade, e outras
vogais mais sonoras foram adicionadas, assim, o nome que segundo a
regra deveria ser pronunciado Imenhetep, (Imn htp; htp é
representado por um pão sobre uma esteira= oferta, oferenda hotep
hetep) passou a aparecer na literatura como Amenhotep, Amunhotpe,
Amenhetep, etc.
O deus de Tebas se escreve IMN. Eis por que os gregos chamavam de
Amenófis, Amenmenes, etc., os faraós que traziam nomes a ele
dedicados; é provável que a dicção certa fosse Amen, como prefixo, e
Amon sozinho.
O nome do deus de Mênfis se escreve PTH, e se lê comumente PTAH, e
não Peteh ou Petehe
O nome da rainha que deveria ser vocalizado Neferet-iiti (NFRTIITI)
passou a ser Nefertiti para os ingleses, Nofretete para os alemães,
e assim variando de língua para língua. É provável que a dicção mais
adequada seja Nofretiti.
Talvez nenhuma destas formas deve ser a correta, pois de acordo com
pesquisas recentes, chegou-se à conclusão que a pronuncia correta
deveria ser algo como Nafteta.
A prática usual dos estudiosos ao traduzirem um texto hieroglífico
consiste em intercalar entre as consoantes as letras " e ou o", mas
isso é meramente convencional. É por isso que os nomes próprios
egípcios de faraós e personagens importantes são grafados por vezes
de formas diferentes.
Para aumentar a confusão, existe também a forma grega de escrever os
nomes da realeza egípcia, ainda utilizadas em livros modernos, por
ex., Amenhotep é chamado de Amenophis pelos gregos. Normalmente os
gregos os escrevem com a terminação em –os, -es, -is.
AHMES, em grego => AHMÔSIS (filho da deusa Aah = Lua)
Em hieróglifo é representado pelo símbolo da meia-lua + um laço com
3 pontas pendentes transliterado para MS que significa = descendente
de..., filho de..., criança de... . AahMs . Os gregos inseriram as
vogais Ahmes, Ahmosis.
Ramses é a transliteração do Sol = Ra + o laço MS + dois sinais
representando S = Ra-mes+ess ou Ramases ou Rameses ou Ramosis
Thotmes = é a transliteração de Íbis (Dhwtj) +o laço Ms + símbolo S
= DHwtj-ms = Thotmes, Thotmosis, (Thtmss) Tutmés
Djeserka-Rê Amenhotep => Aménophis
Aakhéperka-Rê Thoutmès => Thoutmôsis
Nome dos deuses
Aah
Imn, Amen (Amon, Amun)
Aten
Re (Ra)
Thot (Thut) (Dhwtj)
Termo de qualificação + hieróglifo + significado simbólico
Akhen = ? = beneficiado (AkhenAton)
Ankh = ankh amuleto = vida
Heb = tijela = festa, festival (e também "senhor")
Hotep = pão e oferta = paz, satisfação
Ka = par de braços abertos = alma, duplo etérico
Maat = paz, estabilidade
Merit = enxada = amado
Mes (Mos) = criança
Mut = Esposa de Amun = mãe
Nefer = Nfr = coração e traqueia = deusa, beleza, felicidade
Tut = imagem da ibis
Exemplos
Thutmose (Thoutmes), Ramesses, Ahmose (Ahmes) (talvez até Moses):
criança de ou filho de...
Tutankhamon = imagem da vida de Amon
Amenhotep, Imhotep: paz de Amun, Amen, Imn...
Maatkare = paz da alma de Re
Neferure: beleza de (ou para) Re
Meritaton: Amada de Aton
O entendimento dos hieroglifos só foi possível pela descoberta da
Pedra de Rosetta:
Durante milhares de anos, o significado da escrita hieroglífica
permaneceu um mistério - ninguém conseguia decifrar os símbolos
antigos do Egito. Em 1799, o engenheiro francês Pierre Bouchard
desenterrou uma placa de basalto preta enquanto construía um forte
na cidade de Rosetta, no Nilo. Bouchard notou inscrições estranhas
na pedra, que, acreditou, poderiam fornecer a chave para desvendar o
segredo dos hieróglifos. Ele estava certo. A pedra continha uma
inscrição de 196 a.C., elogiando o soberano Ptolomeu V, gravada em
três diferentes escritas: hieroglífica, demótica e grega.
O descobrimento da Pedra da Rosetta foi a chave para decifrar os
caracteres hieroglíficos egípcios. O arqueólogo francês Jean-
François Champollion usou seu conhecimento de grego para decifrar o
texto em hieróglifos. Levou 23 anos para terminar essa tarefa, e
durante os primeiros catorze anos nem sequer viu a pedra Rosetta.
As inscrições hieroglíficas egípcias contêm duas classes de
símbolos: os pictogramas e os fonogramas.
Os pictogramas representam o objeto, ou algo relacionado a ele.
Os fonogramas (600 mas apenas 90 mais utilizados) são empregados
unicamente pelo valor fonético e não possuem nenhuma relação com a
palavra representada.
No hieróglifo, (cerca de 700) a figura de um objeto serve para
representar não somente o objeto, mas também uma palavra que
contenha seu nome. Muitas palavras são escritas graças a combinação
de signos fonéticos, pictográficos e ideográficos. - Não há regras
ortográficas na escrita egípcia, ao invés de ortografia, estudava-
se "estética".
Os modos como os textos hieroglíficos eram escritos variavam de
acordo com sua estética (os sinais eram dispostos preferivelmente em
retângulos bem equilibrados), eles não obedeciam a uma ordem
sintática, e muitos destes sinais podiam ser escritos na horizontal
ou vertical, poderiam ser esticados ou encolhidos, visando a beleza
e harmonia da escrita. Assim, o mesmo texto poderia ser escrito com
formas diferentes, conforme o gosto estético do escriba.
Os hieróglifos normalmente eram escritos da direita para a
esquerda , mas se houvesse alguma razão especial poderia-se escrever
da esquerda para a direita também.
Os sinais individuais são sempre virados de forma que fiquem "de
frente" para o leitor. Os sinais com formas humanas e de animais
demonstram melhor esta característica: se uma linha é para ser lida
da direita para a esquerda, os sinais estarão virados para a direita
(de modo a jamais "darem as costas ao leitor").
NOTA: O nome de Ptolomeu era escrito PTOLMIIS.
O de Cleópatra era grafado QLIOPATRAT.
O T final era uma desinência feminina, comum a todos os nomes
femininos egípcios, o que também se usava em copta e Champollion bem
conhecia. O último sinal, um ovo, enfatizava novamente que se
tratava de uma mulher.
waldir
http://br.groups.yahoo.com/group/jwrochester/message/1935
Romance de Uma Rainha XIV
Olá Rochesterianos,
Na pagina 206 2º volume, Neith pede uma entrevista com Semnut para que este
interceda a favor de Horenseb e segue o diálogo:
"Senmut foi até ela saudando-a:
-- Bendito sejam os deuses que me concedem rever-te viva, nobre Neith –
disse, apertando afetuosamente as duas mãos que ela lhe estendera.
-- Semnut, em memória da amizade que sempre me testemunhaste; tu, que tantas
vezes me carregaste em teus braços, quando eu eras pequenina, não me recuses
ouvir-me e aconselhar-me. Minha alma está cheia de temor e desespero."
.....................
O que quero chamar atenção é o fato de Semnut, Senenmut, Senmut o braço
direito e esquerdo de MaatKaRa (Hatasou) foi tutor de Nefru-Ra e também de
Neith (ou este seria um 2º nome de Nefru-Ra ou um nome "arranjado" por
Rochester para a mesma pessoa? Ou seria ela uma outra individualidade?
Na história contada nas paredes das tumbas, Nefru-Ra e Tutmés III eram
filhos de Tutmés II.
Neferuré, (Nefru-Ra ou Nefru-Re) filha de Hatshepsut foi elevada a mais alta
posição durante o reinado de sua mãe. Uma característica permanente de sua
infancia é a presenta praticamente permanente de seu tutor principal:
Senenmut.
Neferuré é considerada filha principal de Tutmosis II e sua esposa
Hatshepsut, pois em vida de seu pai ela tinha o título de "Filha primogênita
do rei" o qual ela manteve durante o reinado de sua mãe.
...................................
Porém há controvérsias:
A relação entre ele e a Rainha era tão extraordinária e obscura.
Alguns estudiosos acreditam em um relacionamento íntimo e secreto, e
alguns até suspeitam que ele era o pai de sua filha "Nefru-Ra".
Varias estátuas no Museu do Cairo mostram-no com a princesa. Uma das
quais a mostra sentada em seu colo e com seu queixo tocando a cabeça
dela. A princesa é mostrada com um rabo de cavalo e com o dedo na
boca. Outra estátua o mostra envolvendo a princesa com seus braços e
joelhos, e outra estátua no Museu de Chicago mostra Senenmut em pé
enquanto a princesa está sentada em seu braço e tocando seu ombro.
Além disso, a tumba dos pais de Senenmut mostra sua mãe com um anel
com escaravelho dado a ela por Hator, e entre sua mobília um
sarcófago carregando o nome da princesa.
................................
Um dos tutores de Neith, foi nomeado por Rochester de Pair sem conotação
histórica, porém hoje descobri numa página sobre Senenmut que ele tinha um
irmão chamado Pairy.
Senemut tinha 3 irmãos: Amenemhat, Minhotep, e Pairy e também 2 irmãs:
Ahhotep e Nofret-Hor.
Quem sabe o tradutor para o portugues optou suprimir o "y" para cair fora do
verbo parir?
http://br.groups.yahoo.com/group/jwrochester/message/1978
Romance de Uma Rainha XV
Olá Rochesterianos,
Já cheguei ao final da releitura do Romance de Uma Rainha há alguns
dias e fiquei refletindo sobre a história.
No meu entendimento Hatasou é o pano de fundo, o cenário para a
história de Horenhab o Vampiro ou o Bruxo de Menfis o "fiel esperto"
de Moloch (deus Amonita do vale de Hinom) que na maioria das vezes
entregava as carcaças das adolescentes vazias de sangue (vida), para
incineração na fornalha do deus incandescente de bronze com cabeça
de touro e não como sacrificio reclamado pelo deus hebreu vigente
naquela época.
A ingestão de sangue sempre foi um tema fascinante considerado com
elixir da longa vida para extravagantes poderosos; para citar alguns
temos o Barbazul, Vlad Drakul, Horenseb e talvez alguns trevosos
espalhados pela história e até no século passado em rituais de magia
trevosa e infelizmente aqui no Brasil também como constou na mídia.
Mas o maior segredo daquele período histórico permaneceu oculto, que
foi o final da dinastia de Hatshepsut que morreu com um pouco mais
de 45 anos (bem velhinha para a época), e como ela morreu, e antes
disto, a morte de sua filha Neferure, o "desaparecimento" de
Senenmut logo após a morte de Neferure e a sua substituição por
outros adjuntos ao trono (Senmut tinha mais de 40 cargos no reino) e
também a "tomada" do poder por Tutmés III que a seguir tentou apagar
dos afrescos, dos obeliscos, destruição das estátuas e do nome de
sua sogra MaatKaRa. O nome de MaatKaRa deixou de ser mencionado como
era usual, nos afrescos ou baixo relevos promovidos pelos faraós
que sucederam a XVIII disnatia.
O Romance de Uma Rainha inacabado (na minha visão) sugere uma
continuação, ou ter sido um nome mais comercial para Horenseb o
Bruxo de Menfis, A Flor Encantada do Egito, ou outro título.
Fora isto, a história é "imperdível" vale muito ser lido e
refletido... a vaidade, o ódio, o orgulho, a luxúria, o poder
nefasto da riqueza, a paixão, são os imutáveis sentimentos e
ingredientes milenares que movimentam os personagens desta história.
Tais sentimentos ainda hoje inflacionam negativamente os karmas
individuais e coletivos e que vem a dificultar ainda mais as já
difíceis oportunidades encarnatórias, levando os espíritos a
meandros de provas e resgates intermináveis exilando-os
automaticamente de suas almas de grupos, condenando-os a integrar em
novos grupos de afinidade evolutiva.
waldir
Discernimento
Paz e Luz
http://br.groups.yahoo.com/group/jwrochester/message/1989
Eu estou providenciando uma seleção de fotos para enviar para o grupo. o Waldir já me pediu e vou enviar assim que tiver um tempinho para organizá-las
Mas o lugar é maravilhoso!
Conto mais, no final de semana quando estiver menos corrido por aqui.
Paz e Luz
Gisele
To: jwrochester@... From: nina_leitebonfim@... Date: Thu, 1 Oct 2009 20:56:31 +0000 Subject: [Rochester] Re: Romance de Uma Rainha I
Olá, amiga. Amei as fotos que você mandou da construção do Deir el Bahari. Também estou muitíssimo interessada no que mais você tenha sobre esse assunto, quer seja em imagens ou impressões.
Acredito que esta viagem tenha sido inesquecível. Parabéns pela aventura.
<giselepassaura@...> escreveu > > > Paz a todos, > > > > Estar no Egito para mim já foi a realização de um sonho! Como sou > fascinada pelas histórias de Rochester, presenciar um dos monumentos > erguidos em homenagem a Hatasu foi simplesmente indescritível. O lugar, > pelo que descobri, está totalmente intacto, apenas foi introduzida uma > calçada que dá acesso aos degraus. Como fomos bem cedo, estava deserto, > em pleno deserto! Nos arredores podíamos ver diversas escavações. O > lugar é imenso! Proporciona uma paz e uma tranquilidade, hoje, eu > imagino como não era naqueles dias. Quando eu fui, estava sendo > realizada uma restauração nas estátuas que guardam a entrada do Templo. > Em breve, devem ser finalizadas. Mas vale a pena, é fantástica a visão. > > Enquanto não envio as imagens para o grupo, fica aqui algumas dicas do lugar. > > > > http://cache.virtualtourist.com/2402583-Deir_el_bahari-Luxor.jpg > > http://z.about.com/d/womenshistory/1/0/3/O/2/iS2906622a.jpg > > > > Muita luz, > > > > Gisele > > > To: jwrochester@yahoogrupos.com.br > From: oliveirawaldir@... > Date: Sun, 27 Sep 2009 16:08:29 +0000 > Subject: [Rochester] Re: Romance de Uma Rainha I > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > Giseli, > > > > Legal, pode contar-nos algo mais de suas observações? > > > > e p.favor mande-me uma cópia e posso postá-la na seção de fotos da lista onde há um modesto album sobre Hatshepsut > > > > http://br.groups.yahoo.com/group/jwrochester/photos/album/0/list > > > > --- Em jwrochester@yahoogrupos.com.br, Gisele Passaura <giselepassaura@> escreveu > > > > > > > > > Paz a todos, > > > > > > Eu tive a felicidade de ter podido ir a Deir el Bahari, local construído por Senmut para sua rainha Hatshepsut, e tenho uma foto muito interessante de uma escultura do rosto que acredita-se tenha sido de Hathepsut, Não sei se posso enviar atraves do grupo, mas qualquer coisa envio para o e-mail individual dos interessados. É uma imagem belíssima. > > > > > > Abraços > > > > > > Gisele > > > > > > To: jwrochester@yahoogrupos.com.br > > > From: nina_leitebonfim@ > > > Date: Sun, 27 Sep 2009 02:19:58 +0000 > > > Subject: [Rochester] Re: Romance de Uma Rainha I > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > As imagens não estão abrindo... > > > > > > > > > > > > --- Em jwrochester@yahoogrupos.com.br, "Waldir Oliveira" <oliveirawaldir@> escreveu > > > > > > > > > > > > > > Olá Rochesterianos, > > > > > > > > > > > > > > Rochester faz uma descrição da fisionomia de Hatshepsut, e pode-se dizer que > > > > > > > os escultores da época conseguiram representar boa parte das > > > > > > > características. > > > > > > > > > > > > > > Como exercício comparem o texto com as figuras anexas e disponíveis na > > > > > > > Internet. > > > > > > > > > > > > > > A Rainha ainda, jovem era delgada e de compleição mediana; seu belo rosto, > > > > > > > de tez morena, traços regulares, era severo e arrogante; a boca, de cantos > > > > > > > contraídos, ajudava a exprimir desmesurado orgulho; mas, o caráter todo > > > > > > > particular da sua fisionomia sintetizava-se nos grandes olhos negros, de um > > > > > > > brilho magnético difícil de suportar. Ora chamejante de energia e audácia, > > > > > > > ora impenetrável e gélido, seu estranho olhar agia subjugante sobre quem > > > > > > > fixava. > > > > > > > > > > > > > > Waldir > > > > > > > > > > > > > > __________________________________________________________ > > > > > > > MSN Hotmail, o maior webmail do Brasil. http://www.hotmail.com > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > __________________________________________________________ > > > Novo Internet Explorer 8. Baixe agora, é grátis! > > > http://brasil.microsoft.com.br/IE8/mergulhe/?utm_source=MSN%3BHotmail&utm_medium=Tagline&utm_campaign=IE8 > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > __________________________________________________________ > Novo Internet Explorer 8. Baixe agora, é grátis! > http://brasil.microsoft.com.br/IE8/mergulhe/?utm_source=MSN%3BHotmail&utm_medium=Tagline&utm_campaign=IE8 >
--- Em jwrochester@..., Antonio Rolando Lopes Junior
<supramati@...> escreveu:
<<< Interessante também notar que, apesar de todo o conhecimento espiritual do
qual Thaadar era dotado, ainda assim obstinava-se na prática do mal e dos
sacrifícios sangrentos em nome de "Moloch".>>>
Antonio e Amigos,
esta é uma situação complicada... o reencarne é também para praticarmos lições
aprendidas e a sede de poder era um dos alimentos do Ego do Taadar
<<<E, por fim, a idéía de reunir os dois volumes num só pareceu-nos a
oportunidade de dar um novo "colorido" a esta grandiosa obra.>>>
Vc já havia comentado que as edições estranjeiras era num só volume, embora seja
um 'tijolaço' tem a vantagem sobre o da FEB que colocou as informações
interessantes no 2º volume e quem não o tinha comprado com o 1º perdia muito no
entendimento.
Outra coisa, eu acho de grande importância contextualizar com a História e hoje
temos o São Google que funciona quase que como um registro Akhasico e foi o que
eu usei nas minhas releituras dos livros históricos e alguns comentários dos
'achados' estão nos arquivos da lista como a Noite de S. Bartolomeu, Herculanum,
Hatasu...
já estou curioso e inclinado a comprar o exemplar da Ed. do Conhecimento.
Abraços
waldir
>
> Olá caro Waldir e demais amigos!
>
> Estava aqui pensando que eu deveria ter relido suas postagens antes de
> ter pesquisado sobre as inúmeras notas de rodapé incluídas nesta nova
> versão do livro! Teria me poupado um bom tempinho, hehe... :)
>
> Estas novas edições também têm este objetivo, deixar mais claro todos os
> aspectos das estórias que, graças ao "Mestre Google", conseguimos
> facilmente encontrar (coisa que há decênios atrás davam muito mais
> trabalho).
>
> Algumas curiosidades...
>
> Nem o "Sr. Google" conseguiu encontrar uma só referência ao povo dos
> "hiteens", como aparece no original francês escrito por Rochester.
> Pelo contexto, sabemos se tratar dos hititas, e nesta nova edição traz o
> termo hitita ao invés de hiteno (que realmente não existe, embora o
> tradutor da edição da FEB tivesse tido a intenção de ser o mais fiel
> possível ao original francês).
>
> Mais um indício que fortalece o fato de que os livros de Vera/Rochester
> foram psicografados em francês, para então serem traduzidos para o
> russo: consegui um exemplar do livro em russo e, para minha surpresa, as
> notas de Rochester (por exemplo, sobre vampirismo, sobre as vidas
> futuras de Horemseb, ou mesmo sobre a "atual" existência de Mena) foram
> suprimidas. Mais do que isto: o epílogo (para mim um dos capítulos mais
> importantes da obra) não foi incluído na versão russa.
> Parece mesmo que os editores russos não queriam vincular as obras de
> Vera à psicografia e por isto "Rochester" era tratado como um pseudônimo
> ou como sobrenome de Vera. Tanto que as "obras francesas" foram
> publicadas somente depois das ditas "ocultistas" que já estavam
> disponíveis. Isto também reforça a idéia de uma possível manipulação no
> conteúdo das versões russas.
> Basta ver, por exemplo, as duas versões do conto "Satã e o Gênio"
> (publicadas pela Boa Nova - a partir da versão francesa - e pela Lumen -
> a partir da versão russa). Elas possuem diferenças significativas.
>
> Concordo com você, Waldir, sobre a mancada que o Sr. Almerindo deu ao
> informar em nota de rodapé sobre a maternidade de Neith... eu mesmo
> também fiquei frustrado em descobrir desta forma. :)
>
> Sobre o nome real de Hatasu, foi inserido nota com a explicação da
> grafia e significado corretos, e aí fica a dúvida do porquê da grafia
> utilizada por Rochester...
>
> Interessante também notar que, apesar de todo o conhecimento espiritual
> do qual Thaadar era dotado, ainda assim obstinava-se na prática do mal e
> dos sacrifícios sangrentos em nome de "Moloch".
>
> Nesta edição, também aproveitamos para contar um pouquinho da estória da
> condessa de Orlamunde, da qual muitos leitores ficaram curiosos, sem
> entender, a partir da versão da FEB. Mais uma vez, meus agradecimentos
> ao "Mr. Google"! :)
>
> E, por fim, a idéía de reunir os dois volumes num só pareceu-nos a
> oportunidade de dar um novo "colorido" a esta grandiosa obra.
>
> Bom, é isto.
>
> Abraços,
>
> Antonio Rolando.
>
--- Em jwrochester@..., Antonio Rolando Lopes Junior
<supramati@...> escreveu
<<<Sobre o nome real de Hatasu, foi inserido nota com a explicação da
grafia e significado corretos, e aí fica a dúvida do porquê da grafia
utilizada por Rochester...>>>
Antonio e Amigos
O que eu encontrei do nome da Rainha Hatasou é o que segue:
[url=http://img132.imageshack.us/i/nomedehatasu.jpg/][img=http://img132.imagesha\
ck.us/img132/8941/nomedehatasu.jpg][/url]
Nome de Horus: Useretjau
Nome de Nebty: Uadyetrenput
Nome de Horus de Ouro: Neterijau
Nome de Nesu-Bity: Maatkara* (a)
Nome de Sa Ra: Hatshepsut*, Hatshepsutjenemetamon (b), Jenemetamon
Outros Titulos: -
Nome dado pelos autores gregos na transliteração: Amensis, Amesse, Aspesis
Outras transcrições de sua onomástica: Amesis, Amesses, Hasepsowe, Hatasu,
Hatchepset, Hatchepsout, Hatshopsitou, Hatshopsitu, Hasheps, Kamara, Kamare,
Kematra, Kematre, Khenemetamon, Maatkare, Maetkara, Maetkare, Makara, Makare,
Makera, Makere, Mattkara, Mattkare, Netcheretjau, Netjeretkhau, Netkheretkhau,
Uadjetrenput, Uadjitrenpet, Useretkau, Userkhau, Wazi
Dizem que ela trocou o Hatasu por Hatasu-Khnum-Ammon, identificando a si mesma
com os dois deuses.
Hatasou, eu penso que é adaptação fonética para o frances, pq não ficava legal
fazer biquinho para pronumciar o U com som de i... 'Hatasii' (como dejavu...
dejavii)
Abraços
waldir
>
> Olá caro Waldir e demais amigos!
>
> Estava aqui pensando que eu deveria ter relido suas postagens antes de
> ter pesquisado sobre as inúmeras notas de rodapé incluídas nesta nova
> versão do livro! Teria me poupado um bom tempinho, hehe... :)
>
> Estas novas edições também têm este objetivo, deixar mais claro todos os
> aspectos das estórias que, graças ao "Mestre Google", conseguimos
> facilmente encontrar (coisa que há decênios atrás davam muito mais
> trabalho).
>
> Algumas curiosidades...
>
> Nem o "Sr. Google" conseguiu encontrar uma só referência ao povo dos
> "hiteens", como aparece no original francês escrito por Rochester.
> Pelo contexto, sabemos se tratar dos hititas, e nesta nova edição traz o
> termo hitita ao invés de hiteno (que realmente não existe, embora o
> tradutor da edição da FEB tivesse tido a intenção de ser o mais fiel
> possível ao original francês).
>
> Mais um indício que fortalece o fato de que os livros de Vera/Rochester
> foram psicografados em francês, para então serem traduzidos para o
> russo: consegui um exemplar do livro em russo e, para minha surpresa, as
> notas de Rochester (por exemplo, sobre vampirismo, sobre as vidas
> futuras de Horemseb, ou mesmo sobre a "atual" existência de Mena) foram
> suprimidas. Mais do que isto: o epílogo (para mim um dos capítulos mais
> importantes da obra) não foi incluído na versão russa.
> Parece mesmo que os editores russos não queriam vincular as obras de
> Vera à psicografia e por isto "Rochester" era tratado como um pseudônimo
> ou como sobrenome de Vera. Tanto que as "obras francesas" foram
> publicadas somente depois das ditas "ocultistas" que já estavam
> disponíveis. Isto também reforça a idéia de uma possível manipulação no
> conteúdo das versões russas.
> Basta ver, por exemplo, as duas versões do conto "Satã e o Gênio"
> (publicadas pela Boa Nova - a partir da versão francesa - e pela Lumen -
> a partir da versão russa). Elas possuem diferenças significativas.
>
> Concordo com você, Waldir, sobre a mancada que o Sr. Almerindo deu ao
> informar em nota de rodapé sobre a maternidade de Neith... eu mesmo
> também fiquei frustrado em descobrir desta forma. :)
>
> Sobre o nome real de Hatasu, foi inserido nota com a explicação da
> grafia e significado corretos, e aí fica a dúvida do porquê da grafia
> utilizada por Rochester...
>
> Interessante também notar que, apesar de todo o conhecimento espiritual
> do qual Thaadar era dotado, ainda assim obstinava-se na prática do mal e
> dos sacrifícios sangrentos em nome de "Moloch".
>
> Nesta edição, também aproveitamos para contar um pouquinho da estória da
> condessa de Orlamunde, da qual muitos leitores ficaram curiosos, sem
> entender, a partir da versão da FEB. Mais uma vez, meus agradecimentos
> ao "Mr. Google"! :)
>
> E, por fim, a idéía de reunir os dois volumes num só pareceu-nos a
> oportunidade de dar um novo "colorido" a esta grandiosa obra.
>
> Bom, é isto.
>
> Abraços,
>
> Antonio Rolando.
>
Olá, amiga. Amei as fotos que você mandou da construção do Deir el Bahari.
Também estou muitíssimo interessada no que mais você tenha sobre esse assunto,
quer seja em imagens ou impressões.
Acredito que esta viagem tenha sido inesquecível. Parabéns pela aventura.
--- Em jwrochester@..., Gisele Passaura
<giselepassaura@...> escreveu
>
>
> Paz a todos,
>
>
>
> Estar no Egito para mim já foi a realização de um sonho! Como sou
> fascinada pelas histórias de Rochester, presenciar um dos monumentos
> erguidos em homenagem a Hatasu foi simplesmente indescritível. O lugar,
> pelo que descobri, está totalmente intacto, apenas foi introduzida uma
> calçada que dá acesso aos degraus. Como fomos bem cedo, estava deserto,
> em pleno deserto! Nos arredores podíamos ver diversas escavações. O
> lugar é imenso! Proporciona uma paz e uma tranquilidade, hoje, eu
> imagino como não era naqueles dias. Quando eu fui, estava sendo
> realizada uma restauração nas estátuas que guardam a entrada do Templo.
> Em breve, devem ser finalizadas. Mas vale a pena, é fantástica a visão.
>
> Enquanto não envio as imagens para o grupo, fica aqui algumas dicas do lugar.
>
>
>
> http://cache.virtualtourist.com/2402583-Deir_el_bahari-Luxor.jpg
>
> http://z.about.com/d/womenshistory/1/0/3/O/2/iS2906622a.jpg
>
>
>
> Muita luz,
>
>
>
> Gisele
>
>
> To: jwrochester@...
> From: oliveirawaldir@...
> Date: Sun, 27 Sep 2009 16:08:29 +0000
> Subject: [Rochester] Re: Romance de Uma Rainha I
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
> Giseli,
>
>
>
> Legal, pode contar-nos algo mais de suas observações?
>
>
>
> e p.favor mande-me uma cópia e posso postá-la na seção de fotos da lista onde
há um modesto album sobre Hatshepsut
>
>
>
> http://br.groups.yahoo.com/group/jwrochester/photos/album/0/list
>
>
>
> --- Em jwrochester@..., Gisele Passaura <giselepassaura@>
escreveu
>
> >
>
> >
>
> > Paz a todos,
>
> >
>
> > Eu tive a felicidade de ter podido ir a Deir el Bahari, local construído por
Senmut para sua rainha Hatshepsut, e tenho uma foto muito interessante de uma
escultura do rosto que acredita-se tenha sido de Hathepsut, Não sei se posso
enviar atraves do grupo, mas qualquer coisa envio para o e-mail individual dos
interessados. É uma imagem belíssima.
>
> >
>
> > Abraços
>
> >
>
> > Gisele
>
> >
>
> > To: jwrochester@...
>
> > From: nina_leitebonfim@
>
> > Date: Sun, 27 Sep 2009 02:19:58 +0000
>
> > Subject: [Rochester] Re: Romance de Uma Rainha I
>
> >
>
> >
>
> >
>
> >
>
> >
>
> >
>
> >
>
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> > As imagens não estão abrindo...
>
> >
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> >
>
> >
>
> > --- Em jwrochester@..., "Waldir Oliveira" <oliveirawaldir@>
escreveu
>
> >
>
> > >
>
> >
>
> > > Olá Rochesterianos,
>
> >
>
> > >
>
> >
>
> > > Rochester faz uma descrição da fisionomia de Hatshepsut, e pode-se dizer
que
>
> >
>
> > > os escultores da época conseguiram representar boa parte das
>
> >
>
> > > características.
>
> >
>
> > >
>
> >
>
> > > Como exercício comparem o texto com as figuras anexas e disponíveis na
>
> >
>
> > > Internet.
>
> >
>
> > >
>
> >
>
> > > A Rainha ainda, jovem era delgada e de compleição mediana; seu belo rosto,
>
> >
>
> > > de tez morena, traços regulares, era severo e arrogante; a boca, de cantos
>
> >
>
> > > contraídos, ajudava a exprimir desmesurado orgulho; mas, o caráter todo
>
> >
>
> > > particular da sua fisionomia sintetizava-se nos grandes olhos negros, de
um
>
> >
>
> > > brilho magnético difícil de suportar. Ora chamejante de energia e audácia,
>
> >
>
> > > ora impenetrável e gélido, seu estranho olhar agia subjugante sobre quem
>
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> > > fixava.
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> > > Waldir
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> > > MSN Hotmail, o maior webmail do Brasil. http://www.hotmail.com
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=Tagline&utm_campaign=IE8
>
Olá caro Waldir e demais amigos!
Estava aqui pensando que eu deveria ter relido suas postagens antes de
ter pesquisado sobre as inúmeras notas de rodapé incluídas nesta nova
versão do livro! Teria me poupado um bom tempinho, hehe... :)
Estas novas edições também têm este objetivo, deixar mais claro todos os
aspectos das estórias que, graças ao "Mestre Google", conseguimos
facilmente encontrar (coisa que há decênios atrás davam muito mais
trabalho).
Algumas curiosidades...
Nem o "Sr. Google" conseguiu encontrar uma só referência ao povo dos
"hiteens", como aparece no original francês escrito por Rochester.
Pelo contexto, sabemos se tratar dos hititas, e nesta nova edição traz o
termo hitita ao invés de hiteno (que realmente não existe, embora o
tradutor da edição da FEB tivesse tido a intenção de ser o mais fiel
possível ao original francês).
Mais um indício que fortalece o fato de que os livros de Vera/Rochester
foram psicografados em francês, para então serem traduzidos para o
russo: consegui um exemplar do livro em russo e, para minha surpresa, as
notas de Rochester (por exemplo, sobre vampirismo, sobre as vidas
futuras de Horemseb, ou mesmo sobre a "atual" existência de Mena) foram
suprimidas. Mais do que isto: o epílogo (para mim um dos capítulos mais
importantes da obra) não foi incluído na versão russa.
Parece mesmo que os editores russos não queriam vincular as obras de
Vera à psicografia e por isto "Rochester" era tratado como um pseudônimo
ou como sobrenome de Vera. Tanto que as "obras francesas" foram
publicadas somente depois das ditas "ocultistas" que já estavam
disponíveis. Isto também reforça a idéia de uma possível manipulação no
conteúdo das versões russas.
Basta ver, por exemplo, as duas versões do conto "Satã e o Gênio"
(publicadas pela Boa Nova - a partir da versão francesa - e pela Lumen -
a partir da versão russa). Elas possuem diferenças significativas.
Concordo com você, Waldir, sobre a mancada que o Sr. Almerindo deu ao
informar em nota de rodapé sobre a maternidade de Neith... eu mesmo
também fiquei frustrado em descobrir desta forma. :)
Sobre o nome real de Hatasu, foi inserido nota com a explicação da
grafia e significado corretos, e aí fica a dúvida do porquê da grafia
utilizada por Rochester...
Interessante também notar que, apesar de todo o conhecimento espiritual
do qual Thaadar era dotado, ainda assim obstinava-se na prática do mal e
dos sacrifícios sangrentos em nome de "Moloch".
Nesta edição, também aproveitamos para contar um pouquinho da estória da
condessa de Orlamunde, da qual muitos leitores ficaram curiosos, sem
entender, a partir da versão da FEB. Mais uma vez, meus agradecimentos
ao "Mr. Google"! :)
E, por fim, a idéía de reunir os dois volumes num só pareceu-nos a
oportunidade de dar um novo "colorido" a esta grandiosa obra.
Bom, é isto.
Abraços,
Antonio Rolando.
Romance de Uma Rainha XII
Olá Rochesterianos,
Rochester costuma usar o nome antigo do Egito, e então fui procurar
as origens do antigo e do atual. Além disso despertou-me interesse
as viagens de Tutmés e Horenseb... me pareceu que Tutmés foi mais
rápido na navegação, como se saisse à noite e no dia seguinte estava
em Tebas, mas não foi assim.
.....................................
Origem do nome Egito
O antigo nome do Egito era Kmt (Keme) ou Preto. No egípcio
contemporâneo (Copta) as palavras para Egito são (dependendo do
dialeto): Kame, Keme, Kimi e Kheme, todas elas significam Preto.
Os antigos egípcios denominavam a si mesmos de Kmtjw (Kemetu) e Kmmw
(Kmemu) ou povo preto/negro ( em egípcio contemporâneo Kmemou = povo
preto/negro).
Os gregos corromperam a língua Egipcia Antiga que nomeava Menfis
que era Ht-Ki-Pth (hay-gip-Toh)que significava Principal Templo de
Ptoh (Ptah) para Aigyptos, considerando que os gregos
acrescentavam "s" aos nomes próprios do Egito Antigo (Osiri p/
Osiris; Isi p/ Isis; Pth(Toh) p/ Tos.
.......................
O Rio Nilo é cerca de 200 km menor que o Amazonas que tem 6800 km.
Observando o mapa do Egito, verifica-se que Tebas (Alto Egito) dista
600km de Menfis no Baixo Egito e Bouto está no pantanal do Delta
cerca de 200km à frente de Tebas. Então o futuro Tutmés III quando
exilado em Bouto nas suas indas e vindas a Tebas teve que percorrer
800 km por vez no Rio Nilo, viagem esta que devia demorar vários
dias.
Na história contada por Rochester passa desapercebida a distância a
ser navegada no Iteru (nome que os antigos egípcios davam ao Nilo.
(iteru (jtrw) - literalmente significa = o rio)
.............................................
Sargon = Escorpião nome Sumério, e também nome do rei que governou
antes das dinastias 3.200 a.C (SAHR gawn, Heb. sargon, foi aclamado
ou se fez rei.
Rochester arrumou para um personagem que viveu e morreu em algumas
linhas o nome de "Rui" (morreu afogado antes de casar. Pode ter sido
uma homenagem "a algum vivente conhecido" ou tem algo a ver com <<<
it-rui-Ka >>> = Terra do Começo (?).
...........................................
Sargon = Escorpião nome Sumério, e também nome do rei que governou
antes das dinastias
3.200 a.C (SAHR gawn, Heb. sargon, foi aclamado ou se fez rei)
http://br.groups.yahoo.com/group/jwrochester/message/1895
Romance de Uma Rainha XIII
Olá Rochesterianos,
Por todo livro é mencionado com frequência as famosas "tabuinhas"
para comunicação. Nos primordios da escrita os "letrados" da
Mesopotâmia usaram as "tabuinhas" de argila com a famosa escrita
cuneiforme. No Egito além do uso da argila havia as tabuinhas de
madeira cobertas de cera.
Vejam o trecho da matéria e a sua totalidade no endereço eletrônico
abaixo:
O primeiro livro "animal" nasceu das tabuinhas enceradas, alguns
séculos a.C. Constituía-se de tábua vegetal e cera animal. A cera
tornou-se a base da escrita, a madeira apenas o suporte, por isso a
classificação de "animal". Agora se podia, inclusive, apagar os
escritos e usar as mesmas "páginas" para escrever novamente. As
ceras usadas eram negras ou amarelas. O mesmo estilete de aço era
usado para a escrita e para apagá-la. Essas tabuinhas continuaram
prestando serviços até o aparecimento do papel e do lápis. Mas,
ainda no século XIII havia, em Paris, uma corporação de artesãos
especializados nas tabuinhas, tal foi o sucesso delas.
Na época em surgiram as tabuinhas enceradas, começaram a
industrialização do pergaminho, na cidade de Pérgamo, que lhe deu o
nome. Dois séculos a.C. o rei Eumenes II iniciou em sua cidade a
indústria do pergaminho, que contribuiu para a maior divulgação do
livro e da cultura. O mundo inteiro importou pergaminho, para copiar
e escrever livros. Afirma-se que foi a concorrência entre a
Bibliotecas de Pérgamo e a de Alexandria que provocou o maior
consumo de pergaminho, material privilegiado da escrita. Alguns,
porém, dizem que os Mosteiros e Conventos eram os maiores
consumidores, pois quando se tornou difícil a aquisição do papiro,
substituíram-no pelos pergaminhos.
Em Pompéia, na casa do antigo banqueiro Cecilius Jucundus,
foram encontradas centenas de tabuinhas, de diversos tamanhos e
diferentes utilidades, desde as de literatura até apontamentos,
contas, faturas, etc. Sua conservação deve-se à erupção do Vesúvio,
que as soterrou, juntamente com centenas de manuscritos de papiro,
na vizinha cidade de Herculano.
A facilidade para escrever à mão era tão grande, que
permitiu criar a ilustração do livro, a iluminura e a miniatura, que
dificilmente poderiam ser feitas no papiro, que não se prestava para
o desenho das letras capitais (o espaço era reservado para a
ornamentação), em que se destacavam o verde, o vermelho e o azul. Os
cálamos e penas de ganso foram cada vez mais procurados para a
escrita. Logo, o substituto do papiro não tinha competidor.
http://www.tesse.com.br/lucy/textos/19DEMAR.htmhttp://br.groups.yahoo.com/group/jwrochester/message/1958
Estar no Egito para mim já foi a realização de um sonho! Como sou
fascinada pelas histórias de Rochester, presenciar um dos monumentos
erguidos em homenagem a Hatasu foi simplesmente indescritível. O lugar,
pelo que descobri, está totalmente intacto, apenas foi introduzida uma
calçada que dá acesso aos degraus. Como fomos bem cedo, estava deserto,
em pleno deserto! Nos arredores podíamos ver diversas escavações. O
lugar é imenso! Proporciona uma paz e uma tranquilidade, hoje, eu
imagino como não era naqueles dias. Quando eu fui, estava sendo
realizada uma restauração nas estátuas que guardam a entrada do Templo.
Em breve, devem ser finalizadas. Mas vale a pena, é fantástica a visão.
Enquanto não envio as imagens para o grupo, fica aqui algumas dicas do lugar.
--- Em jwrochester@yahoogrupos.com.br, Gisele Passaura <giselepassaura@...> escreveu
>
>
> Paz a todos,
>
> Eu tive a felicidade de ter podido ir a Deir el Bahari, local construído por Senmut para sua rainha Hatshepsut, e tenho uma foto muito interessante de uma escultura do rosto que acredita-se tenha sido de Hathepsut, Não sei se posso enviar atraves do grupo, mas qualquer coisa envio para o e-mail individual dos interessados. É uma imagem belíssima.
>
> Abraços
>
> Gisele
>
> To: jwrochester@yahoogrupos.com.br
> From: nina_leitebonfim@...
> Date: Sun, 27 Sep 2009 02:19:58 +0000
> Subject: [Rochester] Re: Romance de Uma Rainha I
>
>
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> As imagens não estão abrindo...
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> --- Em jwrochester@yahoogrupos.com.br, "Waldir Oliveira" <oliveirawaldir@> escreveu
>
> >
>
> > Olá Rochesterianos,
>
> >
>
> > Rochester faz uma descrição da fisionomia de Hatshepsut, e pode-se dizer que
>
> > os escultores da época conseguiram representar boa parte das
>
> > características.
>
> >
>
> > Como exercício comparem o texto com as figuras anexas e disponíveis na
>
> > Internet.
>
> >
>
> > A Rainha ainda, jovem era delgada e de compleição mediana; seu belo rosto,
>
> > de tez morena, traços regulares, era severo e arrogante; a boca, de cantos
>
> > contraídos, ajudava a exprimir desmesurado orgulho; mas, o caráter todo
>
> > particular da sua fisionomia sintetizava-se nos grandes olhos negros, de um
>
> > brilho magnético difícil de suportar. Ora chamejante de energia e audácia,
>
> > ora impenetrável e gélido, seu estranho olhar agia subjugante sobre quem
>
> > fixava.
>
> >
>
> > Waldir
>
> >
>
> > __________________________________________________________
>
> > MSN Hotmail, o maior webmail do Brasil. http://www.hotmail.com
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Romance de Uma Rainha X
Olá Adriana e amigos da lista.
Adriana escreveu:
<<<Andei procurando sobre hitenos e vi que sao o povo HITTITES - que
esta em alguns sites em ingles, mas so que nao fala sobre a vitoria
e conquista de Tutmes I sobre eles, mas sim sobre Tutmes III. Em
todos os sites so tem a mesma informaçao, mas a gente tambem sabe
que a epoca que aconteceram os fatos, como muita coisa ainda nao foi
descoberta e muita coisa perdida no tempo, da pra entender o porque
somente T. III invadiu o povo hittites.>>>
Embora o Antonio já tenha comentado e apresentado links, e por estar
a minha informação pronta, incluo-a na referência que venho fazendo.
Explico que o texto abaixo foi extraído do livro La Pharaonne de
Thèbes – Hatchepsut, fille du soleil de Francis Fèvre um historiador
sobre faraós tais como Ramesses II, Cleópatra, Hatchepsut, Alexandre
o Grande e outros personagens.
As aspas são minhas.
..............................
"Espalhadas ao longo de um maravilhoso oásis nascido do percurso
paralelo de dois rios, o Tigre e o Eufrates, as cidades da
Mesopotâmia ainda podem, no segundo milênio antes de nossa era,
rivalizar com o Egito.
Essas belas terras de abundantes colheitas, de palmeiras, não tentam
o faraó. Seus agentes lhe descreveram a terrível disputa que se
desenrola no vale, onde a sorte de uma civilização milenar e tão
prestigiosa como o Egito está em jogo de forma trágica. Mesmo a
capital, a grande Babilônia, não se sente em segurança face aos
invasores que descem das montanhas do Norte. O avanço dos indo-
europeus, principal causa da terrível invasão dos hicsos no Egito
dois séculos antes, continua a assolar a Ásia.
A civilização da Babilônia tinha a riqueza de milhares de artesãos e
de tesouros do passado, sucumbindo diante de uma nova nação de
conquistadores - os hititas (Povo Indo-europeu estabelecido no
centro da Anatólia no 2º milênio; saqueia a Babilônia no momento em
que Tutmósis I se torna faraó). Estes não hesitam em deixar os
planaltos selvagens da Anatólia para semear o medo nas grandes
cidades da Mesopotâmia. Tutmósis revive as horas sombrias de seu
próprio país e sente pena daqueles palácios destroçados onde
milhares de placas de argila cobertas pela enigmática escrita
cuneiforme evocam o saber perdido dos tempos antigos.
O Egito nada tem a temer desses novos demônios; "o faraó-soldado
estabeleceu com solidez seu domínio sobre a porta do vale do Nilo, a
Palestina. Ao reentrar em seu vale pronto a ac1amá-lo em meio a
festejos prodigiosos", Tutmósis pensa em seus sucessores, homens e
mulheres, e em Hatchepsut talvez.
Lá longe, na direção do. Eufrates coberto de ruínas bem mais vastas
do que Tebas, nasce um novo perigo. Amanhã, dentro de vinte anos,
dentro de um século, ressurgirá a ameaça do Oriente, ainda mais
premente que a das hordas selvagens dos hicsos. Os faraós nunca mais
poderão adormecer em seu palácio de Tebas sem pensar nos hititas,
nos huritas:- esses povos vindos do Norte para atirar-se sobre os
vales do oriente.
Hatchepsut não ostenta mais a longa trança das crianças pequenas,
mas exibe o belo penteado de muitas tranças. E seu rostinho tão
afilado quanto o de um jovem chacal do deserto já maravilha a corte.
A criança se diverte muito mais nas raras recepções para os
príncipes e embaixadores dos outros países dos Nove Arcos, o mundo
dos egípcios.
"Grandes sírios de olhos verdes - uma raridade no Egito - inclinam-
se com graça em suas longas vestes coloridas". Ao vê-los, ninguém
poderia crer que esses homens estivessem entre os maiores inimigos
do país. "Somente o horror dos montes de mãos decepadas pelos
soldados de Tutmósis na Síria após as batalhas, pilhas imundas. e
sanguinolentas que alguns desses príncipes viram, torna-lhes a
espinha assim flexível diante do pai de Hatchepsut. Das mãos
arrancadas aos corpos dos inimigos, Hatchepsut ouviu falar muito na
comitiva do pai; tal costume, no mínimo bárbaro, serve para os
soldados contabilizarem e provarem suas façanhas militares ao
faraó." Como este não pode recompensar todos os seus bravos, apenas
os melhores obtêm o direito de receber o supremo prêmio.
O faraó e os seus deslocam-se, para essa festa da bravura, até o
pátio do palácio, longe dos salões de recepção, onde apenas os
grandes do reino são admitidos. Ali, Hatchepsut conhece o suor e o
sangue do povo, oferecidos a serviço de seu pai e dela própria. Os
grandes soldados esperam seu soberano, aclamados por seus parentes.
Para esses homens prematuramente envelhecidos no deserto ou numa
fortaleza perdida nos confins do país, o colar de ouro atirado pelo
faraó significa a realização de toda uma vida.
A princesa não se esquecerá do olhar dos velhos oficiais reais.
Jamais ousarão beijar-lhe a poeira das sandálias, mas do fervor de
sua lembrança, transmitida a seus filhos e netos, depende a
verdadeira grandeza de um faraó, honrado durante séculos após sua
morte com a condição de ter sabido fazer-se amar pelos humildes sem
abusar do látego e do bastão.
A tenra idade - dez anos - felizmente dá a Hatchepsut a
despreocupação própria das crianças. Essas cerimônias faustosas e
emocionantes a impressionam, mas ela conhece também os recantos do
parque real e o efeito estonteante da revoada de pássaros sobre o
lago."
A Faraona de Tebas - Hatchepsut, Filha do Sol de Francis Fèvre
.......................
http://br.groups.yahoo.com/group/jwrochester/message/1838
Romance de Uma Rainha XI
Olá Rochesterianos,
Continuando o assunto de nomes que Rochester costuma atribuir aos
personagem das histórias, procurei referências sobre os nomes
contidos no 1º volume do Hatasou, e somente para alguns não as
encontrei, para citar alguns: Satati (Sati?), Pair (payr.. poderia
significar parasita) Keniamun (talvez algo como Keni ou Kemi +
Amun), Roant ( por analogia pode ser a fêmea do asno) mas seguem os
que encontrei. Deveria seguir mais ou menos o que é hoje com os
Washingtons Ronaldinhos da Silva, Gesevaldo Lincln da Costa, Isaias,
Messias, Israel, Natanael, Rafael, Gariel, waldir de oliveira etc.
Caso alguém saiba os significados dos nomes ausentes, poderia fazer
o favor de complementar.
KAMA = (Sânscrito) = Desejo
CHAMUS – nome de um ministro maléfico subordinado a Belial, Satan,
Belzebub etc
TADAR – este nome ficou conhecido na Rússia séc. XVII de um povo de
origem turca que vivia na Sibéria. Os shors chamavam a si mesmos de
Tadar ou Tatar http://www.eki.ee/books/redbook/shors.shtml
HAPU - Nome de um faraó de uma antiga dinastia, de pouca expressão.
HOR – provavelmente da 13ª dinastia 1760 a.C governou apenas 7
meses.
SETAT = cubito real = 100m2 – Aura e Aurora
MENTCHU = Menthu = deus da guerra, ele era representado por um homem
com cabeça de falcão.
NEITH – deusa do baixo Egito
KHNUMHOTEP/CHNUMHOTEP – Khnum está satisfeito – Khnum deus da
fecundidade na região das cataratas do Nilo. É representado por um
homem com cabeça de carneiro com chifres ondulados.
Antef = Antef I foi filho de um governador de Tebas, Mentuhotep. Foi
o primeiro governador a proclamar a si mesmo rei e usar o nome de
Horus (9/10ª dinastia).
ROMA-Roy 19ª dinastia – Alto sacerdote de Amon-Re em Tebas.
MENA – ou Menes faraó que inaugurou as 30 dinastias egípcias em 3100
a.C antes das construções das pirâmides em Gize.
NEFTIS – é a contra parte feminina de Set, mãe de Anúbis. Embora
ligada a Set parece ser mais fiel a sua irmã Isis. Ela é
representada pela forma de uma mulher que leva sobre a cabeça o
símbolo de seu nome (a senhora da casa), ou seja, uma cesta e uma
casa, ainda que alguns achem que ela represente a corrupção.
RE (RA) Deus solar do egípcios – Quando o sol nasce ele recebe o
nome Ra, ao meio dia até o poente recebe o nome de Re
MOLOCH - o deus sol dos Canaanitas (Amonitas?) na velha Palestina e
associada as vezes ao sumério Baal, embora Moloch (ou Molekh) seja
inteiramente malevolente até o 8º ou 6º século a.C os recém nascidos
eram sacrificados a eles pelo Israelitas no Vale do Hinnom a
sudoeste de Jerusalém.
Moloch era representado por uma estátua de bronze com cabeça de
touro. A estátua era oca e dentro havia fogo e que dava a estátua
uma coloração vermelha. A mais popular, o recém nascido era colocado
nas mãos do ídolo e por um dispositivo a mão jogava-o dentro da boca
de Moloch que engolia a vítima que era consumida pelas chamas. Havia
dançarinas , flautas e tambores (pandeiros) para encobrit os gritos
das vitimas.
De acordo com algumas pesquisas Moloch no Velho Testamento não é um
deus, mas sim uma específica forma de sacrifício.
HATSHEPSUT tinha 5 nomes Reais: 1- Poderoso Ka (duplo etérico) de
Horus, 2- Dourada Fêmea de Horus, Diadema Divino, 3- Duas senhoras
(deusa Maat e ela própria) dos anos florescentes, 4-Rei do Alto e
Baixo Egito, Maat-Ka-Re, 5- Filha de Ra, Khenemet Amen Hatshepsut.
Houve uma época em que ela suprimiu a desinência feminina "t" do
nome, sento chamada somente de Hatshepsu... talvez daí a pronuncia
de Hatasou, Hatasu.
Waldir
http://br.groups.yahoo.com/group/jwrochester/message/1867
Tenho lido muitas opiniões divergentes, o que não deixa de ser uma forma sadia para raciocinarmos mais e melhor. Li vários livros de Rochester psicografados pela Wera. Havia acabado de ler Herculanun, e fui ler o prefácio de "O Exílio" comparei os dois, e depois todos os outros e não pude deixar de notar uma diferença gritante nos estilos.
Então comecei a questionar: se de fato não fosse o Conde, como ele permitiria tal coisa??
Foi então que resolvi reler "O Faraó Mernephtah" e encontrei uma resposta, junto com a opinão de amigos que pensam como eu. Deus não permitiu que Mesu (Moisés) usasse do seu nome (Jeová) para fazer o que fez? Atemorizou os povos hebreu e egípcio utilizando das forças da natureza em nome de DEus e ainda assim seu livre-arbítrio foi respeitado.
É obvio que a comparação é em escala infinitamente menor e, principalmente, os objetivos são muito diferentes. Não estou questionando o bem e o ensinamento moral que estes novos livros certamente trazem, apenas a assinatura, ser ou não de Rochester. Por isso não acho que ele se manifestaria para reivindicar seus direitos.
Na minha humilde opinião, Rochester não mais escreveu livros após Wera. Se estiver errada, um dia a luz se acenderá e saberei reconhecer meu equívoco, mas por enquanto é assim que penso....
--- Em sex, 28/8/09, EBolzan Colella <ebcolella@...> escreveu:
De: EBolzan Colella <ebcolella@...> Assunto: [Rochester] Todos tem razao Para: jwrochester@... Data: Sexta-feira, 28 de Agosto de 2009, 1:10
Boa Noite Gisele,
Concordo com vc, Rochester é unico.
Agradeço a vc a oportunidde de olhar essa questao com outro prisma, e poder estudar essa area de 1 espirito evoluindo atraves dos seculos, na espiritualidde .
Obrigada, e desculpe-me vc e a todos se ofendi com minhas indagaçoes e duvidas, todos tem razao.
Elza
--- Em qui, 27/8/09, Gisele Passaura <giselepassaura@ hotmail..com> escreveu:
De: Gisele Passaura <giselepassaura@ hotmail.com> Assunto: RE: [Rochester] Lançamento: Rochester - O Exílio Para: jwrochester@ yahoogrupos. com.br Data: Quinta-feira, 27 de Agosto de 2009, 16:12
Bom dia,
Eu não consideraria estranho se como outros espíritos que já se utilizaram de diferentes médiuns, tivesse sido mantido o seu estilo, sua "signature". A marca de Rochester é única, podemos perceber em qualquer leitura. Eu realmente não sei de quem são esses dois livros mencionados, como também desconheço o motivo de terem utilizado o nome de Rochester. Apenas um mentor pediu, aproveitando que essa era a discussão do momento, para que fosse apresentada a vocês a possibilidade de esclarecer esse assunto. Peço desculpas se ofendi alguem. Sei que ser médium é uma tarefa árdua, e que espera-se muito de nós já que fomos incumbidos de tal missão.
Paz.
Gisele
To: jwrochester@ yahoogrupos. com.br From: ebcolella@yahoo. com.br Date: Wed, 26 Aug 2009 17:35:34 -0700 Subject: RE: [Rochester] Lançamento: Rochester - O Exílio
Boa noite Amigos,
é muito interessante, 3 mediuns, a Wera já é falecida, faz sentido.. depois de muitos anos , 1 brasileiro, e agora outro??
Vou questionar isso aos meus amigos espirituais e depois conversamos.
Gisele vc foi instruida por sua entidde que nao é Rochester quem escreveu esses livros pós Wera.. Ai fico me perguntando usar o nome de Rochester para tirar proveito??
Nem vou mencionar ensinamentos ou nao, para mim nao é uma simples leitura, eu admiro o trabalho e a linha de pensamento de Rochester, assim como da Yvonne Pereira.
De qlquer maneira vale uma investigaçao de minha parte..
Qdo eu tiver uma resposta que para mim seja satisfatoria eu conto a todos
De: Gisele Passaura <giselepassaura@ hotmail.com> Assunto: RE: [Rochester] Lançamento: Rochester - O Exílio Para: jwrochester@ yahoogrupos. com.br Data: Terça-feira, 25 de Agosto de 2009, 16:23
Boa Tarde Zuélya...
Concordo contigo Zuélya... a proposta do Rochester me parece ser a:
Falem mal mas falem de mim.
e concordo também com sua proposta...: Menos briga e mais espiritualizaçao, seria a minha proposta. Realmente não tenho como afirmar quem mente, apenas escrevi o que fui instruída... E se de fato, as pessoas gostam da leitura e tiram ensinamentos, isso deveria ser o suficiente.. .
Abraços
Gisele
To: jwrochester@ yahoogrupos. com.br From: zuelya@hotmail. it Date: Tue, 25 Aug 2009 08:19:40 +0200 Subject: Re: [Rochester] Lançamento: Rochester - O Exílio
Gisele,
Eu nao li nenhum livro desta outra medium, visto que estou fora do Brasil ha anos, mas tenho uma curiosidade:
Sinceramente acredito que voce està sendo honesta, mas gostaria de saber porque
os espiritos que te orientam nao mentem, enquanto que os espiritos que orientam outras
pessoas mentem?
Eu acho a ultima coisa que incomoda o Rochester è a atribuiçao de obras espiritas com orientaçao kardecista.
Nenhuma destas obras por mais mal escrita que tenha sido, tem um conteudo ofensivo ao espirito Rochester.
Penso proprio que o seu moto ainda é:
Falem mal mas falem de mim.
Menos briga e mais espiritualizaç ao, seria a minha proposta.
Subject: RE: [Rochester] Lançamento: Rochester - O Exílio
Boa Tarde,
Fui instruída, atraves de orientação espiritual, a dizer que Rochester não escreveu NENHUM livro senão com a Médium Wera. Se no futuro o Rochester escolher outra via de transmissão para nós, acredito que deva ser informado por outros espíritos, não acham???
Sou leitor de Rochester há alguns anos. Tem um livro dele chamado Cornélius o Centurião que viu Jesus, que não parece nada com a escrita dele. E agora surge este outro O Exílio.
Quando saiu Cornélius, um espírita comentou comigo que se fosse o Rochester não usaria o seu nome.
Esses livros do Rochester por outros médiuns, além da Vera, tem alguam credibilidade?
Abraços!
--- Em seg, 24/8/09, Antonio Rolando Lopes Junior <supramati@yahoo. com.br> escreveu:
De: Antonio Rolando Lopes Junior <supramati@yahoo. com.br> Assunto: [Rochester] Lançamento: Rochester - O Exílio Para: jwrochester@ yahoogrupos. com.br Data: Segunda-feira, 24 de Agosto de 2009, 11:20
Oi pessoal!
Segue novo lançamento da Editora Lorenz: O Exílio, de J. W. Rochester, obtido através da mediunidade de Arandi Gomes Teixeira.
Romance de Uma Rainha VIII
Olá Rochesterianos,
Ao pé da página 258 do 1º volume do Romance de Uma Rainha lê-se:
Perseguindo-a (Satati), porém, Pair derrubou a mesa causando um
enorme estrondo, inclusive pelo espatifamento dos vidros e louças
que repercutiu em todo palácio.
Num capítulo bem anterior Neith havia derrubado uma taça que se
espatifou no chão (poderia ser de louça)
...........
Fiquei surpreso por nunca ter ouvido/lido sobre vidraria no Egito,
achei que Vera/Rochester havia viajado na Hellmans Airways da época,
porém, numa pesquisa melhor encontrei o que segue:
"Bastante vaidosas que eram, as mulheres egípcias dispunham de
vários apetrechos para cuidarem de sua higiene e beleza. Os
escrínios de toucador — relata a egiptóloga Christiane Noblecourt —
continham os mais belos recipientes e pequenos frascos de perfume
que possam existir, em madeiras preciosas provenientes sobretudo da
Núbia e do Sudão, em marfim, em "vidros multicores e translúcidos"
e, às vezes, até transparentes. Mas os de alabastro eram os mais
comuns, pois esse material frio era excelente para a conservação de
cremes e perfumes. Esses escrínios tinham as mais variadas formas: a
da romã, da mandrágora, de cachos de uva, de lótus e de papiros,
naturalmente, ou ainda inspiravam-se nos animais, patos dos
pântanos, íbis de patas ligadas, pequenos macacos pousados nas
bordas de um cadinho ou segurando nas mãos a tigelinha de antimônio.
As mais belas colheres de pintura ou unguentos eram feitas conforme
a imagem de uma sedutora nadadora nua que empurrava diante de si um
pato cujo corpo, de asas articuladas, servia de recipiente. Cofres
muito elaborados eram concebidos especialmente para receber todo
esse material miúdo, tão luxuoso; câmaras interiores e chanfraduras
na tampa ou nas gavetas esperavam que se recolocassem no lugar os
pequenos objetos."
http://www.geocities.com/Athens/Agora/5555/higiene.htmhttp://br.groups.yahoo.com/group/jwrochester/message/1824
Romance de Uma Rainha IX
Olá Rochesterianos, mais um texto aberto a comentários.
Há uma tônica nos livros de Rochester quando ele se propões a passar
informações esotéricas, ocultistas ou espiritualistas (como
desejarem classificar) ele utiliza um mago, uma pitonisa, um
espírito maléfico, um iniciado na Índia ... o mago caldeu Schebna do
Chanceler, o mago Amenhotep das Duas Esfinges, Sarmiel em os Magos
com um belíssimo discurso sobre o bem e o mal, iniciados na Índia em
Os Reckensteins e na trilogia e agora o mago Tadar.
Embora seja propalado que Rochester tinha compromisso de divulgar a
Nova Doutrina, o Espiritismo, fechado anteriormente com Kardec,
a "reza" não era na mesma cartilha, a não ser em A Vingança do
Judeu. Rochester com seu pioneirismo no gênero(romances
psicografados) veio desmatando e preparando a terra, tornando-a
receptiva para as sementes espalhadas pelo Kardecismo.
Rochester apenas levanta uma pontinha do "Véu de Isis" aguçando a
curiosidade do leitor convidando-o implicitamente a buscar maiores
informações sobre o Astral próximo que interpenetra o nosso
cotidiano, pois assim foi criada a interação dos vários mundos nesse
planeta a exemplo dos vários corpos que compõe cada um de nós.
Capitulo IV pág. 273
"-Ah! Tadar, quanto vontade conhecer o futuro e assimilar
inteiramente essas estranhas leis que nos regem - murmurou Horemseb
enquanto fugitivo rubor lhe passou no pálido semblante.
- Curiosidade legítima e compreensível, meu filho. O futuro é o
destino de nossa alma, e, se for possível apreender a emanação que o
nosso corpo astral exala no Espaço, será conhecido, por assim dizer,
o peso-gravidade que decidirá de nossas ações, porque é a emanação,
dominante e vencedora das outras, que rege nossos atos, gostos ou
paixões.
Cada irradiação especial desenvolve sentimentos diferentes; cada
homem, cada povo tem sua vibração astral à parte.
É esse principio - odor da alma - quem cria a aversão de raça e a
antipatia pessoal que torna o ser viciado odioso à virtude, e esta
irritante ao vicio. A que ponto esse aroma espiritual pode influir
nos atos e sentimentos que já verificaste, meu filho, nas culturas
das flores do amor.
O aroma vivificante e excitante dá vida; o excesso produz a morte,
cortando o fio vital, pois é amplamente sabido que um leito de
flores é mortal.
De igual maneira que cada sentimento destila no Espaço certa
claridade, cada aroma, "assim entendido", é raiz de um sentimento.
O odor dá claridade e som: o som produz a música. Cada som tem seu
aroma à parte, imperceptível, sem dúvida, para o corpo espesso e
para os sentidos grosseiros e não cultivados do homem, ainda sob o
peso da vida material, porém cujo poder é imenso.
Em prova da verdade da minha assertiva, lembra-te de que pessoas
enfermas, e privadas de nutrição percebem muitas vezes odores
inacessíveis às que as rodeiam; igualmente, muitos animais têm os
olfatos tão desenvolvidos, que podem seguir através de grandes
distâncias a pista de uma pessoa ou de outro animal, guiando-se pelo
cheiro que estes exalam para trás.
Toda luz tem seu "aroma-irradiação" e bem assim os sons musicais, e
se, se conseguir achar meio de aumentar o poder das vibrações
aromáticas sobre os sentimentos, poder-se-á dissipar as sombras que
obscurecem a vista e o cérebro, e criar suficiente claridade para
vislumbrar o porvir.
Os nossos cinco sentidos são exercitados pelo homem bem constituído,
mas, cada um deles é a grosseira raiz cujas ramificações, infinitas
e cada vez mais .sutis, se propagam por todo o ser, durante a vida,
e, após a morte, continuam, extraordinariamente aguçadas, em seu
corpo astral. Este corpo extraterrestre, aéreo e de indescritível
flexibilidade, produz, por sua atividade, "sons" (quando pensa e se
move), "luzes" diversas (quando trabalha e estuda), "aromas" quando
impulsos da alma, jactos de vontade se manifestam, e, de tais aromas
internos, verdadeiro produto das qualidades adquiridas pelo
espírito, nascem o amor, o ódio, o ciúme, a abnegação, a paciência,
o bem ou o mal.
Diz-se que o cheiro do sangue atrai os animais carnívoros; o odor
reage sobre o sentido feroz do animal e lhe desenvolve a crueldade,
de igual modo que, nas batalhas, o cheiro difundido do sangue excita
os combatentes, tornando-os cruéis, embriagando-os qual um vinho.
Tais exemplos devem fazer-te compreender que a exalação de cada ser,
unindo-se a outras da mesma espécie, pode fazer subir os sentimentos
ao mais alto grau, de igual maneira que, em uma orgia, a
sensualidade de uns inflama os outros.
Tu sabes, meu filho, que vivemos muitas vezes, e que isso é
indispensável para purificação dos odores que nos trabalham. Ora, o
conhecimento da força, da intensidade de tais aromas, dá também a
possibilidade de prejulgar as vidas futuras para uma bem extensa
duração, porque é mui difícil dominar esses aromas instintivos, sem
viver uma existência assaz regrada, que repila do exterior toda e
qualquer vibração símile, que tornasse a luta impossível.
É, pois, lentamente que se processa a depuração, porque, desde
quando, em nós, um sentimento acorda outros, produz um aroma que
reage sobre nossos atos, ofusca-nos e influi em nossas paixões.
Homens há, aqueles que fogem do mundo para viver em desertos,
alimentando-se de plantas e raízes: são os desejosos de purificação
dos aromas instintivos, e temem a tentação, isto é, as vibrações
contagiosas, que, unidas às suas, os cegariam.
Mas, também existem aromas que destroem as emanações astrais,
ensurdecendo-as, conforme te comprova o cheiro do liquido que mata
qualquer sensualidade, e te permite ver, sem emoção, uma linda
mulher devorada de amor por ti. Convém acrescentar que tal mérito
não é teu, por isso que não é produto de - depuração. Se, pois, eu
conseguir isolar e escrutar teus odores instintivos, então o teu
porvir será desvendado, teus caminhos futuros estendidos aos teus
olhos, porque os juízes do reino das sombras te impuseram
existências segundo aromas-exalações de teu corpo astral até que tu
os domines e se tornem puros qual o aroma dos astros, que são
impossíveis e inabordáveis em sua serena gravidade, tanto quanto
aqueles que os governam.
Enquanto o homem não dominar em si a luta dos aromas, enquanto ele
desejar avidamente o que ele atrai de fora de si próprio e lhe
excita as paixões, não será satisfeito nunca... Esmagar, matar o
mundo exterior, para fruir a beatitude íntima, tal é o resultado da
vitória daqueles que não são mais tentados, que não mais se
embriagam com os odores da matéria.
O espírito encarnado é, pois, o escravo do corpo, e enquanto não
vencer as tentações que se mostram ante ele, as emanações da
matéria, retornará a viver na Terra, sucumbindo à embriaguez e
expiando em seguida seus abusos, à semelhança das conseqüências da
orgia, que deixa o coração vazio e o corpo quebrantado.
Um aspecto final que frisar - concluiu Tadar com um sorriso. Quanto
mais o corpo astral está intimamente ligado aos aromas da matéria,
mais difícil se torna a morte e a separação da sombra imperecível do
envelope carnal, porque o corpo astral, "que não é a alma, e sim a
habitação da centelha divina", será como que parafusado à matéria em
dissolução. Por esse motivo é que os vossos padres preservam tão
zelosamente os cadáveres contra a decomposição, e os embalsamam com
os perfumes mais raros, esperando tornar mais agradável à alma a
permanência junto do antigo envoltório. Erro profundo, de resto,
porque o necessário é queimar o cadáver; o fogo purifica tudo, é o
único destrutor dos liames que unem o corpo astral à matéria
grosseira.
Horemseb tudo escutara, vibrante de interesse e de emoção."
................................
Waldir
Discernimento
http://br.groups.yahoo.com/group/jwrochester/message/1825
Romance de Uma Rainha VI
Olá Rochesterianos,
No Romance de uma Rainha, capitulo XII – Bouto na quarta página,
Antef o oficial incumbido de vigiar e acompanhar o futuro Tutmés III
no exílio, dá a este a seguinte resposta:
"Tenho apenas um soberano, o Faraó Ra-Ma-Ka que os deuses conservem
e cubram de glória!. E se a ordem recebida a teu respeito não
prescreve sejam ditas ao alcance dos meus ouvidos, exige que a tua
pessoa, mesmo no templo, fique sob minha vista".
Acredito que o tradutor possa ter se confundido em escrever
foneticamente o nome de Hatshepsut que é Maat-Ka-Ra (Ma tem outro
significado)
Maat (ou Ma'at) é o nome da deusa da Verdade, da Ordem e do
Equilíbrio.
Maat era a personificação da ordem fundamental do universo, sem a
qual a criação pereceria. A primeira obrigação do faraó era empunhar
esta ordem para manter a lei e administrar justiça.
Como reflexo disto, muitos faraós tomaram o título de "Muito amado
de Maat," enfatizando o seu foco na justiça e na verdade.
Maat era a base sólida da realidade que fazia o Sol nascer, as
estrelas brilharem, o rio fluir e a humanidade pensar.
Maat em egípcio significa literalmente Justiça. A deusa era
representada pela figura de uma jovem mulher com uma pena de
avestruz na cabeça. A mesma pena contra qual Anúbis pesava o coração
do morto para liberar sua alma para Osíris ou para ser engolido por
Ammit (deus com cabeça de crocodilo, torso de leopardo e quadril de
hipopótamo).
Ka => Duplo Etérico; físico-etérico; a malha magnética que capta e
distribui a energia vital no corpo físico; a interface do espírito
com o corpo físico.
Ra (Re) era para os egípcios o deus Sol. Os antigos egípcios
acreditavam que ele havia criado o mundo, e que o nascer do sol era
para eles o símbolo da criação. O ciclo diário do nascer ao por do
sol e nascer novamente na próxima manhã, simbolizava renovação e
então Re (que também era Horus) era visto como a suprema força da
criação e senhor da vida. E sua mais próxima aliada era Maat.
Então Maat-Ka-Ra significava : O "espírito" ( ou o duplo) da
Verdade, da Ordem, do Equilíbrio da Justiça e de Ra.
Hatshepsut significa A mais importante das Nobres Mulheres.
Waldir
http://br.groups.yahoo.com/group/jwrochester/message/1802
Romance de Uma Rainha VII
Olá Amigos da lista,
Com freqüência no início do livro fala-se que o futuro Tutmés III
fora exilado em Bouto.
Despertou-me interesse, e fui pesquisar e aqui está:
Bouto é a capital pre-dinástica do Baixo Egito. Localizada no Delta
do Nilo não muito longe da atual Alexandria (80 km), a cidade
carrega o nome originado da deusa Uraeus Outo chamada Ouadjet.
Bouto é a forma grega de Per Ouadjet o que significa em egípcio "a
morada da Ouadjet".
Nesta cidade havia um templo consagrado a Re (Horus) uma das
expressões de Ra e protetor do Alto Egito juntamente com Ouadjet
(uraeus) que era protetora do Alto Egito.
Uraeus é a cobra naja que vemos em esculturas sobre o klaft dos
faraos.
O protetor do Baixo Egito era o Abutre (Nekhbet) Nekhbet é o que
vemos sobre a coroa de Nefertari.
A história da cidade é muito pouco conhecida. Mas foi aí que se
originou a lenda, ou o lendário combate entre Horus e seu tio Seth,
que havia matado o seu pai Osíris. (Horus era o deus Falcão, filho
de Isis e Osiris)
Bouto é conhecida hoje como Tell el Farain ( A Colina dos Faraós)
descoberta em 1886. As primeiras escavações começaram em 1963 e
terminaram em 1969 descobrindo muitos vestígios da XVIII, XXIX
dinastias. Além de estátuas foi encontrado lá uma "Estela" de
Thotmose III.
Se pensássemos num animismo por parte da médium Vera, este estaria
descartado, pois A Rainha Hatasou foi editado em 1891 na França,
cinco anos após a "descoberta" de Bouto por William Matthew Flinders
Petrie e a Estela de Tutmés III só foi revelada após 1969.
............................
waldir
http://br.groups.yahoo.com/group/jwrochester/message/1810
Subject: RE: [Rochester] Re: Romance de Uma Rainha I
Paz a todos,
Eu tive a felicidade de ter podido ir a Deir el Bahari, local construído por Senmut para sua rainha Hatshepsut, e tenho uma foto muito interessante de uma escultura do rosto que acredita-se tenha sido de Hathepsut, Não sei se posso enviar atraves do grupo, mas qualquer coisa envio para o e-mail individual dos interessados. É uma imagem belíssima.
Abraços
Gisele
To: jwrochester@yahoogrupos.com.br From: nina_leitebonfim@yahoo.com.br Date: Sun, 27 Sep 2009 02:19:58 +0000 Subject: [Rochester] Re: Romance de Uma Rainha I
As imagens não estão abrindo...
--- Em jwrochester@yahoogrupos.com.br, "Waldir Oliveira" <oliveirawaldir@...> escreveu > > Olá Rochesterianos, > > Rochester faz uma descrição da fisionomia de Hatshepsut, e pode-se dizer que > os escultores da época conseguiram representar boa parte das > características. > > Como exercício comparem o texto com as figuras anexas e disponíveis na > Internet. > > A Rainha ainda, jovem era delgada e de compleição mediana; seu belo rosto, > de tez morena, traços regulares, era severo e arrogante; a boca, de cantos > contraídos, ajudava a exprimir desmesurado orgulho; mas, o caráter todo > particular da sua fisionomia sintetizava-se nos grandes olhos negros, de um > brilho magnético difícil de suportar. Ora chamejante de energia e audácia, > ora impenetrável e gélido, seu estranho olhar agia subjugante sobre quem > fixava. > > Waldir > > __________________________________________________________ > MSN Hotmail, o maior webmail do Brasil. http://www.hotmail.com >
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Subject: RE: [Rochester] Re: Romance de Uma Rainha I
Paz a todos,
Eu tive a felicidade de ter podido ir a Deir el Bahari, local construído por Senmut para sua rainha Hatshepsut, e tenho uma foto muito interessante de uma escultura do rosto que acredita-se tenha sido de Hathepsut, Não sei se posso enviar atraves do grupo, mas qualquer coisa envio para o e-mail individual dos interessados. É uma imagem belíssima.
Abraços
Gisele
To: jwrochester@yahoogrupos.com.br From: nina_leitebonfim@yahoo.com.br Date: Sun, 27 Sep 2009 02:19:58 +0000 Subject: [Rochester] Re: Romance de Uma Rainha I
As imagens não estão abrindo...
--- Em jwrochester@yahoogrupos.com.br, "Waldir Oliveira" <oliveirawaldir@...> escreveu > > Olá Rochesterianos, > > Rochester faz uma descrição da fisionomia de Hatshepsut, e pode-se dizer que > os escultores da época conseguiram representar boa parte das > características. > > Como exercício comparem o texto com as figuras anexas e disponíveis na > Internet. > > A Rainha ainda, jovem era delgada e de compleição mediana; seu belo rosto, > de tez morena, traços regulares, era severo e arrogante; a boca, de cantos > contraídos, ajudava a exprimir desmesurado orgulho; mas, o caráter todo > particular da sua fisionomia sintetizava-se nos grandes olhos negros, de um > brilho magnético difícil de suportar. Ora chamejante de energia e audácia, > ora impenetrável e gélido, seu estranho olhar agia subjugante sobre quem > fixava. > > Waldir > > __________________________________________________________ > MSN Hotmail, o maior webmail do Brasil. http://www.hotmail.com >
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Giseli,
Legal, pode contar-nos algo mais de suas observações?
e p.favor mande-me uma cópia e posso postá-la na seção de fotos da lista onde há
um modesto album sobre Hatshepsut
http://br.groups.yahoo.com/group/jwrochester/photos/album/0/list
--- Em jwrochester@..., Gisele Passaura <giselepassaura@...>
escreveu
>
>
> Paz a todos,
>
> Eu tive a felicidade de ter podido ir a Deir el Bahari, local construído por
Senmut para sua rainha Hatshepsut, e tenho uma foto muito interessante de uma
escultura do rosto que acredita-se tenha sido de Hathepsut, Não sei se posso
enviar atraves do grupo, mas qualquer coisa envio para o e-mail individual dos
interessados. É uma imagem belíssima.
>
> Abraços
>
> Gisele
>
> To: jwrochester@...
> From: nina_leitebonfim@...
> Date: Sun, 27 Sep 2009 02:19:58 +0000
> Subject: [Rochester] Re: Romance de Uma Rainha I
>
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>
> As imagens não estão abrindo...
>
>
>
> --- Em jwrochester@..., "Waldir Oliveira" <oliveirawaldir@>
escreveu
>
> >
>
> > Olá Rochesterianos,
>
> >
>
> > Rochester faz uma descrição da fisionomia de Hatshepsut, e pode-se dizer que
>
> > os escultores da época conseguiram representar boa parte das
>
> > características.
>
> >
>
> > Como exercício comparem o texto com as figuras anexas e disponíveis na
>
> > Internet.
>
> >
>
> > A Rainha ainda, jovem era delgada e de compleição mediana; seu belo rosto,
>
> > de tez morena, traços regulares, era severo e arrogante; a boca, de cantos
>
> > contraídos, ajudava a exprimir desmesurado orgulho; mas, o caráter todo
>
> > particular da sua fisionomia sintetizava-se nos grandes olhos negros, de um
>
> > brilho magnético difícil de suportar. Ora chamejante de energia e audácia,
>
> > ora impenetrável e gélido, seu estranho olhar agia subjugante sobre quem
>
> > fixava.
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> > Waldir
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Eu tive a felicidade de ter podido ir a Deir el Bahari, local construído por Senmut para sua rainha Hatshepsut, e tenho uma foto muito interessante de uma escultura do rosto que acredita-se tenha sido de Hathepsut, Não sei se posso enviar atraves do grupo, mas qualquer coisa envio para o e-mail individual dos interessados. É uma imagem belíssima.
Abraços
Gisele
To: jwrochester@... From: nina_leitebonfim@... Date: Sun, 27 Sep 2009 02:19:58 +0000 Subject: [Rochester] Re: Romance de Uma Rainha I
As imagens não estão abrindo...
--- Em jwrochester@yahoogrupos.com.br, "Waldir Oliveira" <oliveirawaldir@...> escreveu
>
> Olá Rochesterianos,
>
> Rochester faz uma descrição da fisionomia de Hatshepsut, e pode-se dizer que
> os escultores da época conseguiram representar boa parte das
> características.
>
> Como exercício comparem o texto com as figuras anexas e disponíveis na
> Internet.
>
> A Rainha ainda, jovem era delgada e de compleição mediana; seu belo rosto,
> de tez morena, traços regulares, era severo e arrogante; a boca, de cantos
> contraídos, ajudava a exprimir desmesurado orgulho; mas, o caráter todo
> particular da sua fisionomia sintetizava-se nos grandes olhos negros, de um
> brilho magnético difícil de suportar. Ora chamejante de energia e audácia,
> ora impenetrável e gélido, seu estranho olhar agia subjugante sobre quem
> fixava.
>
> Waldir
>
> __________________________________________________________
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Romance de Uma Rainha IV
Olá Rochesterianos,
Vejam o que dizem os historiadores sobre Hatshepsut.
Na comparação dos levantamentos e interpretações arqueológicas eu
fico com o relato de Rochester que nos oferece os contornos
emocionais das personalidades em meio a trama.
Já os historiadores passam uma possível história do que conseguiram
interpretar das inscrições em relevo espalhados por colunas, muros,
templos, tumbas, sarcófagos e estátuas.
Na próxima mensagem Romance de Uma Rainha V, vejam a história de
Senmut.
.........................
Antes de Thotmose I morrer, Hatshepsut (com 15 anos) casou-se com o
seu meio-irmão Thotmose II (com 12 anos), o qual era incapacitado
física e mentalmente. Ele não pode conduzir a campanha contra a
Núbia no 1º ano do seu reinado, mas conduziu outra na Ásia no 3º
ano, enquanto Hatshepsut permaneceu no palácio real. Nesse meio
tempo, ela teve total controle dos negócios e assuntos do estado, e
foi ganhando muito poder e influência entre os sacerdotes.
Hatshepsut era filha legítima de Ahmose (sangue real) com o seu meio
irmão Thotmose I que não era filho legítimo de Amen-Hotep I.
Hatshepsut foi a única sobrevivente entre os 5 filhos legítimos de
Ahmose e 2 ilegítimos.
Hatshepsut era a única que tinha o sangue real por parte de mãe. Ela
casou-se com o filho ilegítimo de Thotmose I com sua própria filha
Mut-Nefert. Através deste casamento o príncipe subiu ao trono sob o
nome de Thotmose II.
O reinado de Thotmose II foi muito curto (apenas 4 anos).Rapidamente
após a sua morte, seu filho ilegítimo Thotmose III, ( filho de
Thotmose II com Isis) casou-se com sua meia irmã "Nefru-Ra" (filha
de Hatshepsut). Novamente, desde que ele era muito jovem para
governar, Hatshepsut se tornou co-regente. Embora anunciado com rei,
ele permaneceu no templo entre os clérigos, e sua co-regência foi
apenas simbólica.
A outra filha de Hatshepsut com Thotmose II, chamava-se "Merit-Ra-
Hatshepsut"
Waldir
http://br.groups.yahoo.com/group/jwrochester/message/1793
Romance de Uma Rainha V
Olá Amigos da lista,
Senmut ou Senenmut foi sem dúvida o superintendente de Hatshepsut,
era o homem dos sete instrumentos e tão próximo à rainha que alguns
estudiosos o tem como um amante da rainha e pai de uma de suas
filhas Neferura.
Rochester nos diz que ela teve uma filha dum hiteno. Neste caso os
historiadores chegaram próximo do alvo. Muitas suposições foram
feitas sobre os personagens históricos do Egito. Muitas informações
jazem perdidas sob as areias, outras totalmente danificadas por
interesses políticos de sucessores ou usurpadores e o significado
perdido para sempre.
Nesses momentos Rochester preenche com "vida" tais lacunas dando um
colorido mágico sobre as figuras quase monocromáticas a se
confundirem com a poeira e as areias escaldantes que tomaram de vez
as monumentosas construções inscrustradas de relevos gritando
histórias confusas e interrompidas que ao leigo se assemelha a uma
grafitagem.
..........................
Hatshepsut iniciou a construção do seu templo mortuário no ano 7º do
seu reinado, o qual não terminou antes do 16º ou talvez 20º (ela
governou por 22 anos). Todas as províncias (nomas) contribuíram como
se fosse um projeto nacional, conforme já tinha ocorrido na
construção da Grande Pirâmide. O arquiteto foi Senenmut e após sua
morte ele foi completado por Imhotep.
A história de Hatshepsut nunca estaria completa sem "Senenmut".
Durante a antiga co-regência, ela teve total suporte
de "Hapusenenb", o Alto Sacerdote de Amon e outros oficiais, aos
quais ela permitiu construir suas tumbas com as rochas acima de seu
templo em el-Deir el Bahary.
"Senenmut" era o mais poderoso e leal homem em sua corte, ele era um
descendente de uma família conhecida e leal a Casa de Thotmose. Ele
tinha trabalhado com o pai de Hatshepsut como superintendente do
palácio real, e acompanhou-o em suas campanhas militares. Assim que
seu pai morreu, Senenmut não perdeu tempo em ganhar a confiança de
Hatshepsut. A ele foram dados muitos cargos (foram cerca de 40
cargos) como Conselheiro de Hatasou, superintendente da Casa de
Horus, e de todas as propriedades e alguns templos. Além disso,
Senenmut era um talentoso arquiteto, e tinha deixado suas impressões
no templo mortuário. O Museu do Louvre expõe sua estátua carregando
suas ferramentas de arquiteto.
A relação entre ele e a Rainha era tão extraordinária e obscura.
Alguns estudiosos acreditam em um relacionamento íntimo e secreto, e
alguns até suspeitam que ele era o pai de sua filha "Nefru-Ra".
Varias estátuas no Museu do Cairo mostram-no com a princesa. Uma das
quais a mostra sentada em seu colo e com seu queixo tocando a cabeça
dela. A princesa é mostrada com um rabo de cavalo e com o dedo na
boca. Outra estátua o mostra envolvendo a princesa com seus braços e
joelhos, e outra estátua no Museu de Chicago mostra Senenmut em pé
enquanto a princesa está sentada em seu braço e tocando seu ombro.
Além disso, a tumba dos pais de Senenmut mostra sua mãe com um anel
com escaravelho dado a ela por Hator, e entre sua mobília um
sarcófago carregando o nome da princesa.
Entre os cargos de Senenmut estava o de "Superintendente das Câmaras
Privadas", incluindo o quarto e o banheiro da própria rainha.
Muitas estátuas de Senenmut foram construídas por Hatshepsut em
Tebas e Karnak. Seu nome foi também inscrito junto com o da rainha
no Templo de Hator em el-Deir el-Bahary. Porém, o mais inusitado
previlégio foi a sua figura que ele fez retratar em pequenos nichos
do templo, os quais ficavam escondidos atrás das portas. Quando as
portas eram fechadas a noite, suas figuras apareciam venerando a
Rainha e Amon na escuridão do templo, um ato que nenhum outro
arquiteto na história tinha tido a ousadia..
A ele foi também permitido uma honra sem precedentes, ou seja, seu
sepultamento no pátio do templo da rainha. Nesta tumba, suas imagens
foram retratadas em todo lugar, com Senenmut em uma posição de
adoração. Um "cartouche" de "Maat-Ka-Ra" (Hatshepsut) foi também
colocado sobre o símbolo de ouro.
Inesperadamente no 16º ano do reinado de Hatshepsut, Senenmut foi
trocado por dois oficiais, um vizir (primeiro ministro) e um
superintendente do palácio real. Não se sabe se ele renunciou após a
morte de "Nefru-Ra" ou se foi deposto.
Alguns meses após, ele desapareceu de todos os documentos, e não foi
confirmado se ele morreu naturalmente, ou foi assassinado por
associados a Thotmose III. Senenmut foi sepultado com honras de um
nobre que tinha servido a Casa de Thotmose desde a Rainha "Ahmose"
mãe de Hatshepsut.
http://br.groups.yahoo.com/group/jwrochester/message/1794
Nina,
Em 2004 o Yahoo permitia que as imagens fossem veiculadas e permanecessem
arquivadas e acessáveis.
Nos anos seguintes eles tiraram essa facilidade para economizar memória,
portanto não estão mais disponíveis, mas eram imagens copiadas da Internet
naquelas pesquisas.
Abraços
waldir
--- Em jwrochester@..., "nina_leitebonfim" <nina_leitebonfim@...>
escreveu
>
> As imagens não estão abrindo...
>
>
>
> --- Em jwrochester@..., "Waldir Oliveira" <oliveirawaldir@>
escreveu
> >
> > Olá Rochesterianos,
> >
> > Rochester faz uma descrição da fisionomia de Hatshepsut, e pode-se dizer que
> > os escultores da época conseguiram representar boa parte das
> > características.
> >
> > Como exercício comparem o texto com as figuras anexas e disponíveis na
> > Internet.
> >
> > A Rainha ainda, jovem era delgada e de compleição mediana; seu belo rosto,
> > de tez morena, traços regulares, era severo e arrogante; a boca, de cantos
> > contraídos, ajudava a exprimir desmesurado orgulho; mas, o caráter todo
> > particular da sua fisionomia sintetizava-se nos grandes olhos negros, de um
> > brilho magnético difícil de suportar. Ora chamejante de energia e audácia,
> > ora impenetrável e gélido, seu estranho olhar agia subjugante sobre quem
> > fixava.
> >
> > Waldir
> >
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> > MSN Hotmail, o maior webmail do Brasil. http://www.hotmail.com
> >
>
As imagens não estão abrindo...
--- Em jwrochester@..., "Waldir Oliveira" <oliveirawaldir@...>
escreveu
>
> Olá Rochesterianos,
>
> Rochester faz uma descrição da fisionomia de Hatshepsut, e pode-se dizer que
> os escultores da época conseguiram representar boa parte das
> características.
>
> Como exercício comparem o texto com as figuras anexas e disponíveis na
> Internet.
>
> A Rainha ainda, jovem era delgada e de compleição mediana; seu belo rosto,
> de tez morena, traços regulares, era severo e arrogante; a boca, de cantos
> contraídos, ajudava a exprimir desmesurado orgulho; mas, o caráter todo
> particular da sua fisionomia sintetizava-se nos grandes olhos negros, de um
> brilho magnético difícil de suportar. Ora chamejante de energia e audácia,
> ora impenetrável e gélido, seu estranho olhar agia subjugante sobre quem
> fixava.
>
> Waldir
>
> _________________________________________________________________
> MSN Hotmail, o maior webmail do Brasil. http://www.hotmail.com
>
Agradeço pelo empenho em me responder tão prontamente. Mas fique de olhos, pois
certamente tudo irá se confirmar e mais ainda. Depois disso conversaremos
novamente. PAZ E LUZ.
--- Em jwrochester@..., "waldir oliveira" <oliveirawaldir@...>
escreveu
>
> Nina,
>
> O resultado do DNA ainda é desconhecido. Quando houver o Hawass deverá fazer
uma reportagem para o Discovery Channel ou National Geographic.
> O que temos é o que segue:
> Dente identifica múmia de rainha egípcia de 3.500 anos
>
>
>
> CAIRO - Um único dente permitiu a identificação da múmia da rainha Hatshepsut,
que governou o Egito 3.500 anos atrás, disse na quarta-feira o arqueólogo-chefe
do país. O canal Discovery apresentará em 15 de julho, com exclusividade, um
documentário sobre os estudos que levaram à descoberta
>
> A múmia era a de uma mulher obesa, quinquagenária, que tinha dentes
apodrecidos e morreu de câncer ósseo, disse Zahi Hawass em entrevista coletiva
para anunciar a descoberta.
>
> Em 1903, uma outra múmia foi encontrada no vale dos Reis, onde o jovem faraó
Tutancamon foi enterrado. O próprio Hawass achava, até recentemente, que essa
era a múmia da rainha, mas na verdade era da dona da tumba, Sitre In, que havia
sido ama-de-leite de Hatshepsut.
>
> A prova em contrário veio na forma de um dente molar dentro de um caixa de
madeira inscrita com o nome da rainha, encontrada em 1881 num grupo de múmias
reais recolhidas e escondidas por segurança no templo de Deir al-Bahari, a cerca
de um quilômetro dali.
>
> Durante o embalsamamento, era comum a separação de alguma parte do corpo e sua
preservação nessas caixas.
>
> O professor de Ortodontia Yehya Zakariya examinou todas as múmias que poderiam
ser de Hatshepsut e concluiu que o dente se encaixava perfeitamente na mandíbula
superior da senhora obesa.
>
> "Um dente é como uma impressão digital" explicou Hawass. "É cem por cento
definitivo. Tem 1,8 centímetro (de largura), e o dentista tomou essa medida e
estudou aquela parte. Ele descobriu que (o dente) se encaixava exatamente cem
por cento nessa parte", afirmou o arqueólogo à Reuters.
>
> Especialistas também estão fazendo exames de DNA, e os resultados preliminares
mostram semelhanças do material genético dessa múmia com o de Ahmose Nefertari,
esposa do fundador da 18ª dinastia e possível antepassada de Hatshepsut.
>
> A análise de DNA ficou complicada porque Hawass recentemente concluiu que a
múmia que se pensava ser de Tutmosis I, pai de Hatshepsut, na verdade não era -
pertence a um homem muito mais jovem, que morreu flechado.
>
> Ele disse que não aguardou a conclusão dos exames de DNA para fazer o anúncio
porque "não é preciso nada além (do dente), e temos uma resposta definitiva
agora sobre a semelhança entre Hatshepsut e a avó, Ahmose Nefertari."
>
> Um egiptólogo que pediu anonimato disse que nem todos os arqueólogos estão tão
seguros quanto à identificação. "É uma peça interessante de dedução científica
que pode apontar para a verdade", afirmou.
>
> Kathryn Bard, egiptóloga da Universidade de Boston, disse ao jornal "New York
Times" que "é preciso ser cuidadoso ao obter conclusões de tais dados."
>
> A confusão sobre a identidade das múmias reais normalmente se deve a fatos
políticos após suas mortes.
>
> A tumba de Hatshepsut, por exemplo, foi achada saqueada e sem qualquer mulher
mumificada, possivelmente porque seu filho e sucessor, Tutmosis III, tentou
eliminar todos os vestígios da sua memória após a morte da mãe, em 1.482 a.C..
>
> Sacerdotes provavelmente transferiram a coleção de 40 múmias reais, inclusive
a caixa com o dente, para Deir al-Bahari séculos depois da morte dos faraós, a
fim de protegê-los de saques e profanações em uma época de insegurança.
> Assine O Globo e receba todo o conteúdo do jornal na sua casa
>
> Fonte: http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/200 ... 533365.asp
>
> ....................
> Os primeiros resultados de um teste de DNA sugerem que uma múmia identificada
recentemente como a "mulher-faraó" Hatshepsut realmente é a rainha egípcia. A
informação vem de pesquisadores da Universidade de Manchester, no Reino Unido,
que estudaram a múmia e seus prováveis familiares, também mumificados.
>
> No mês passado, um grupo de egiptólogos (especialistas na arqueologia e
história do antigo Egito) anunciaram que um dente achado numa caixa de madeira
com o nome de Hatshepsut se encaixava perfeitamente na boca de uma múmia que,
até então, não tinha sido identificada. Agora, Angelique Corthals, egiptóloga
biomédica de Manchester, que trabalhou em parceria com uma equipe do Centro
Nacional de Pesquisas do Cairo, diz que os resultados preliminares da análise de
DNA apóiam a idéia.
>
> As amostras de DNA retiradas da múmia feminina não-identificada foram
comparadas com o material genético da avó da lendária rainha, Ahmés Nefertari,
considerada a matriarca dos faraós da décima-oitava dinastia egípcia (que durou
de 1550 a.C. a 1292 a.C.), e com os restos do pai de Hatshepsut, o faraó Tutmés
I. A própria Hatshepsut teria reinado entre 1479 a.C. e 1458 a.C.
>
>
> AFP
> Estátua retrata rainha ainda em vida de forma idealizada (Foto: France Presse)
> "A dificuldade de realizar testes de DNA com as múmias reais reside
principalmente na quantidade de vezes em que esses restos foram manipulados, bem
como nos processos químicos de mumificação", disse Corthals em comunicado. No
caso da manipulação, aumenta o risco de que o DNA de pessoas que nada tinham a
ver com o indivíduo mumificado apareça nos testes.
>
> "Ironicamente, as substâncias que preservam a aparência das múmias acabam
danificando o DNA delas, mas nossa equipe conseguiu extrair pequenas quantidades
de informação genéticas das áreas das múmias que foram menos afetadas pela
contaminação. E, quando o DNA da múmia misteriosa foi comparado com o dos
ancestrais de Hatshepsut, fomos capazes de confirmar cientificamente que os
restos eram mesmo os da rainha da décima-oitava dinastia", concluiu ela.
>
> Hatshepsut, cujo nome significa "A Primeira entre as Damas da Nobreza", foi a
mais poderosa das mulheres a governar o Egito, exercendo poder maior até que o
de Cleópatra. Seu reino também foi o mais longo entre o das mulheres-faraó
nativas do Egito (rainhas de dinastias estrangeiras chegaram a reinar por mais
tempo).
>
> A equipe agora planeja fazer mais testes nas 40 outras múmias reais da
dinastia, inclusive a do célebre faraó-menino Tutancâmon, para tentar responder
uma série de questões importantes sobre a época em que elas viveram. Uma delas
se refere a dois fetos encontrados no túmulo de Tutancâmon -- a idéia é saber se
eles são mesmo filhos natimortos do jovem faraó.
>
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL71661-5603,00-DNA+CONFIRMA+IDENTIDADE\
+DE+RAINHA+EGIPCIA.html
> ............
>
> waldir
>
> --- Em jwrochester@..., "nina_leitebonfim" <nina_leitebonfim@>
escreveu
> >
> > Gostaria de obter a reportagem que fala sobre os mais recentes exames de DNA
que
> > retifica a identidade da Rainha.
> >
> > Rochester mais uma vez prova a autenticidade histórica de suas obras.
> >
>
Amigos,
aproveitando o lançamento da Ed. do Conhecimento - A Rainha Hatasu, segue
comentários sobre os 2 volumes da FEB.
Os comentários continuam em aberto para quem quiser opinar, corrigir... (inicio
em 3 março de 2004)
Dependendo do tamanho postarei de 1 até 3 por vez. São 16 postagens.
Romance de Uma Rainha I
Olá Rochesterianos,
Rochester faz uma descrição da fisionomia de Hatshepsut, e pode-se dizer que s
escultores da época conseguiram representar boa parte das
características.
Como exercício comparem o texto com as figuras anexas e disponíveis na
Internet.
A Rainha ainda, jovem era delgada e de compleição mediana; seu belo rosto, de
tez morena, traços regulares, era severo e arrogante; a boca, de cantos
contraídos, ajudava a exprimir desmesurado orgulho; mas, o caráter todo
articular da sua fisionomia sintetizava-se nos grandes olhos negros, de um
brilho magnético difícil de suportar. Ora chamejante de energia e audácia, ora
impenetrável e gélido, seu estranho olhar agia subjugante sobre quem fixava.
Waldir
http://br.groups.yahoo.com/group/jwrochester/message/1685
............................
Romance de Uma Rainha II
Olá Rochesterianos,
Na minha releitura do R. de uma Rainha após uns 25 anos ou 5
lustros "archeologicamente" falando fiquei decepcionado com
a "entregada" que o tradutor Almerindo Martins de Castro deu...
explico:
Na 12ª edição pag 77 cap. VI O principe Hiteno
Sargon principe hiteno (com 2 anos) fôra feito prisioneiro numa das
batalhas em que Tutmés I saiu vencedor.
Aí, seguindo esta informação há a referência (12) que nos remete ao
apêndice no segundo volume : Foi nesta campanha que Hatasu conheceu
Naromath de cujos amores secretos nasceu Neith.
Oras, gostaria de descobrir isto no decorrer da história. A
habilidade do autor espiritual já havia deixado uma linha da trama
solta ao falar que Hatasu tinha deferência por Satati e Neith e logo
mais adiante Mena se perguntando o que poderia ter inspirado a
Hatasu a predileção por sua irmã Neith. Mas seu Almerindo entregou o
ouro antes da hora.
Impressionante como a memória trabalha com o arquivamento de imagens
( a sua linguagem) Lembro-me de muitas passagens deste livro e de
outros, gravados com emoção, mas este fato não aparecia no meu
registro.
Ainda bem que encontramos surpresas na releitura, agora sem a
ansiedade de chegar ao final, mas sim com um olhar mais crítico e
saboreando passagem por passagem, cena e cenários.
waldir
http://br.groups.yahoo.com/group/jwrochester/message/1724
................................
Romance de Uma Rainha III
Olá Rochesterianos,
Para alguns da lista o que segue é um pouco da cultura do Egito Antigo que
talvez ajude a entender um pouco melhor algumas afirmações contidas nos livros
de Rochester que aborda com propriedade as histórias egípcias (tenho dúvidas
quanto aos tradutores) ou até para abrir alguma discussão e analisarmos um outro
ponto de vista.
Para outros é uma cultura inútil, então, com todo respeito, deixem de lê-la,
pois pouco acrescentará.
No Romance de Uma Rainha, "Hatshepsut ordena a Semnut que chame o usurário e que
resgate a múmia de Mena cujo Ka (perispírito entre os egípcios) deve sentir-se
extremamente aflito pelo ultraje perpetrado contra o seu envoltório mortal".
Na verdade o "ka" é o que conhecemos como "duplo-etérico" e que faz a ponte de
ligação entre o corpo astral (psico-soma, perispírito) e o corpo físico, e onde
também estão localizados os chakras (centros energéticos de captação ou
expansão). O qual quando não revitalizado (cascões astrais) "morre" com o
físico, e é na maioria das vezes sugado rapidinho pelo "pessoal da limpeza
urbana do astral" uma vez que é constituído de energia vital.
Na crença dos antigos egípcios, o ultraje da profanação tumba e da múmia,
levando-a de sua morada impedia o "ka" de "alimentar-se" e de juntar-se todas as
noites com o "ba" o que propiciava a liberação da "entidade" para perambular
pela terra, por exemplo.
Caso alguém da lista tenha outro entendimento, por favor comente, pois posso
estar equivocado na interpretação
Waldir
Discernimento
Paz e Luz
O "ka", o "ba", o "akh" e o corpo embalsamado.
Pirâmides, templos, tumbas, o funeral dos reis, nobres e pessoas comuns, todos
expressavam uma única idéia de morte no Antigo Egito. Os antigos egípcios
marcaram mais a sua passagem talvez do que qualquer outra sociedade antiga. Para
eles a morte não era um simples fim, mas era apenas uma transformação natural do
ciclo da vida.
Durante a vida, o corpo era conhecido como "khet" ou "iru" significando forma ou
aparência.
O cadáver era conhecido como "khat".
Quando o cadáver era transformado em múmia, ele era conhecido como "sah". A
mumificação era considerada como a transfiguração do cadáver em um novo corpo o
qual era "preenchido com mágica".
O "ka" -
era considerado como um ingrediente essencial ou dimensão que diferenciava uma
pessoa viva de uma morta. É difícil traduzir, mas uma das mais concisas
interpretações é "força-vital" ou "sustento". O "ka" é representado em
hieróglifos por um par de braços apontando para cima.
Cada "ka" individual viria para a existência no momento do nascimento,
subseqüentemente servindo como um "duplo" e as vezes representado na arte
funerária como uma pequenina figura atrás do ser vivo. As vezes o criador deus
Khnum era mostrado modelando o "ka" numa roda de oleiro, ao mesmo tempo em que
ele formava os corpos da humanidade.
Embora todo indivíduo viesse a morrer, o seu "ka" continuaria a viver após a
morte, e como tal, requereria exatamente o mesmo tipo de sustento como um
`vivente' poderia desfrutar durante a vida.
O "ka" seria provido com ofertas de alimentos verdadeiros, ou representados
sobre as paredes das tumbas. Embora os alimentos oferecidos não fossem
fisicamente comidos, o "ka" absorvia a força-vital preservada nos alimentos.
Após a morte, o "ka" poderia estar "dormindo" enquanto o corpo era preparado e
transformado em múmia. O "ka" necessitava ser reativado para que a transformação
espiritual do renascimento acontecesse. O "morto' poderia então mover-se e
juntar-se ao seu "ka" e a ligação com a terra dos vivos através de sua tumba
seria então estabelecida. E seria o "ba" da pessoa que faria essa jornada
simbólica.
O "ba" –
é considerado como uma manifestação distinta do indivíduo, similar ao nosso
conceito de personalidade e que abrange todos os atributos não físicos que faz
cada ser humano ser único. Este era necessário para o falecido, para que saísse
da sua tumba e juntasse ao seu "ka" transformando-se em "akh". Como o corpo
físico não poderia fazer isto, este era o trabalho individual do "ba" fazer.
Para que os corpos físicos dos falecidos sobrevivessem após a morte, eles tinham
que ser reunidos com os seus "ba" todas as noites.
O "ba" estava associado com a cegonha, a qual tinha o mesmo valor fonético da
palavra ba, e conseqüentemente o "ba" era visto sempre representado como um
pássaro com cabeça e braços humanos.
Estreitamente ligado ao corpo físico, o "ba" era considerado que tinha as mesmas
necessidades físicas de um ser `vivente'. Estas necessidades incluíam os
prazeres terrenos tais como alimentos, bebidas e até atividade sexual.
A jornada do "ba" era ainda apenas uma parte da transformação final do falecido.
Em outra jornada seguia para o céu, para a luz do sol e estrelas, e era nesse
reino celestial que o falecido esperava alcançar um alto status, reservado
apenas para um deus, e a ressurreição como um "akh".
E finalmente um "Akh" –
é a forma completamente ressuscitada e glorificada do falecido no após vida.
Sempre traduzido como "espírito" ou "forma do espírito", o "akh" é representado
em hieróglifos pelo símbolo de uma íbis emplumada. A completamente emplumada
"akh" vem acercar-se do nosso conceito de um fantasma ou espírito, como
acreditavam também que a "akh" podia alcançar além dos limites da tumba para ter
ambos os efeitos, o positivo e o negativo no reino da vida terrena.
Como um membro do céu estrelado, conhecido como o "akh-akh", o falecido é agora
livre para percorrer sobre a terra. Após essa bem sucedida união do "ba" com o
"ka", o "akh" era considerado durável e imutável pela eternidade
http://www.egyptologyonline.com/the_afterlife.htmhttp://br.groups.yahoo.com/group/jwrochester/message/1763
Nina,
O resultado do DNA ainda é desconhecido. Quando houver o Hawass deverá fazer uma
reportagem para o Discovery Channel ou National Geographic.
O que temos é o que segue:
Dente identifica múmia de rainha egípcia de 3.500 anos
CAIRO - Um único dente permitiu a identificação da múmia da rainha Hatshepsut,
que governou o Egito 3.500 anos atrás, disse na quarta-feira o arqueólogo-chefe
do país. O canal Discovery apresentará em 15 de julho, com exclusividade, um
documentário sobre os estudos que levaram à descoberta
A múmia era a de uma mulher obesa, quinquagenária, que tinha dentes apodrecidos
e morreu de câncer ósseo, disse Zahi Hawass em entrevista coletiva para anunciar
a descoberta.
Em 1903, uma outra múmia foi encontrada no vale dos Reis, onde o jovem faraó
Tutancamon foi enterrado. O próprio Hawass achava, até recentemente, que essa
era a múmia da rainha, mas na verdade era da dona da tumba, Sitre In, que havia
sido ama-de-leite de Hatshepsut.
A prova em contrário veio na forma de um dente molar dentro de um caixa de
madeira inscrita com o nome da rainha, encontrada em 1881 num grupo de múmias
reais recolhidas e escondidas por segurança no templo de Deir al-Bahari, a cerca
de um quilômetro dali.
Durante o embalsamamento, era comum a separação de alguma parte do corpo e sua
preservação nessas caixas.
O professor de Ortodontia Yehya Zakariya examinou todas as múmias que poderiam
ser de Hatshepsut e concluiu que o dente se encaixava perfeitamente na mandíbula
superior da senhora obesa.
"Um dente é como uma impressão digital" explicou Hawass. "É cem por cento
definitivo. Tem 1,8 centímetro (de largura), e o dentista tomou essa medida e
estudou aquela parte. Ele descobriu que (o dente) se encaixava exatamente cem
por cento nessa parte", afirmou o arqueólogo à Reuters.
Especialistas também estão fazendo exames de DNA, e os resultados preliminares
mostram semelhanças do material genético dessa múmia com o de Ahmose Nefertari,
esposa do fundador da 18ª dinastia e possível antepassada de Hatshepsut.
A análise de DNA ficou complicada porque Hawass recentemente concluiu que a
múmia que se pensava ser de Tutmosis I, pai de Hatshepsut, na verdade não era -
pertence a um homem muito mais jovem, que morreu flechado.
Ele disse que não aguardou a conclusão dos exames de DNA para fazer o anúncio
porque "não é preciso nada além (do dente), e temos uma resposta definitiva
agora sobre a semelhança entre Hatshepsut e a avó, Ahmose Nefertari."
Um egiptólogo que pediu anonimato disse que nem todos os arqueólogos estão tão
seguros quanto à identificação. "É uma peça interessante de dedução científica
que pode apontar para a verdade", afirmou.
Kathryn Bard, egiptóloga da Universidade de Boston, disse ao jornal "New York
Times" que "é preciso ser cuidadoso ao obter conclusões de tais dados."
A confusão sobre a identidade das múmias reais normalmente se deve a fatos
políticos após suas mortes.
A tumba de Hatshepsut, por exemplo, foi achada saqueada e sem qualquer mulher
mumificada, possivelmente porque seu filho e sucessor, Tutmosis III, tentou
eliminar todos os vestígios da sua memória após a morte da mãe, em 1.482 a.C..
Sacerdotes provavelmente transferiram a coleção de 40 múmias reais, inclusive a
caixa com o dente, para Deir al-Bahari séculos depois da morte dos faraós, a fim
de protegê-los de saques e profanações em uma época de insegurança.
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Fonte: http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/200 ... 533365.asp
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Os primeiros resultados de um teste de DNA sugerem que uma múmia identificada
recentemente como a "mulher-faraó" Hatshepsut realmente é a rainha egípcia. A
informação vem de pesquisadores da Universidade de Manchester, no Reino Unido,
que estudaram a múmia e seus prováveis familiares, também mumificados.
No mês passado, um grupo de egiptólogos (especialistas na arqueologia e história
do antigo Egito) anunciaram que um dente achado numa caixa de madeira com o nome
de Hatshepsut se encaixava perfeitamente na boca de uma múmia que, até então,
não tinha sido identificada. Agora, Angelique Corthals, egiptóloga biomédica de
Manchester, que trabalhou em parceria com uma equipe do Centro Nacional de
Pesquisas do Cairo, diz que os resultados preliminares da análise de DNA apóiam
a idéia.
As amostras de DNA retiradas da múmia feminina não-identificada foram comparadas
com o material genético da avó da lendária rainha, Ahmés Nefertari, considerada
a matriarca dos faraós da décima-oitava dinastia egípcia (que durou de 1550 a.C.
a 1292 a.C.), e com os restos do pai de Hatshepsut, o faraó Tutmés I. A própria
Hatshepsut teria reinado entre 1479 a.C. e 1458 a.C.
AFP
Estátua retrata rainha ainda em vida de forma idealizada (Foto: France Presse)
"A dificuldade de realizar testes de DNA com as múmias reais reside
principalmente na quantidade de vezes em que esses restos foram manipulados, bem
como nos processos químicos de mumificação", disse Corthals em comunicado. No
caso da manipulação, aumenta o risco de que o DNA de pessoas que nada tinham a
ver com o indivíduo mumificado apareça nos testes.
"Ironicamente, as substâncias que preservam a aparência das múmias acabam
danificando o DNA delas, mas nossa equipe conseguiu extrair pequenas quantidades
de informação genéticas das áreas das múmias que foram menos afetadas pela
contaminação. E, quando o DNA da múmia misteriosa foi comparado com o dos
ancestrais de Hatshepsut, fomos capazes de confirmar cientificamente que os
restos eram mesmo os da rainha da décima-oitava dinastia", concluiu ela.
Hatshepsut, cujo nome significa "A Primeira entre as Damas da Nobreza", foi a
mais poderosa das mulheres a governar o Egito, exercendo poder maior até que o
de Cleópatra. Seu reino também foi o mais longo entre o das mulheres-faraó
nativas do Egito (rainhas de dinastias estrangeiras chegaram a reinar por mais
tempo).
A equipe agora planeja fazer mais testes nas 40 outras múmias reais da dinastia,
inclusive a do célebre faraó-menino Tutancâmon, para tentar responder uma série
de questões importantes sobre a época em que elas viveram. Uma delas se refere a
dois fetos encontrados no túmulo de Tutancâmon -- a idéia é saber se eles são
mesmo filhos natimortos do jovem faraó.
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL71661-5603,00-DNA+CONFIRMA+IDENTIDADE\
+DE+RAINHA+EGIPCIA.html
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waldir
--- Em jwrochester@..., "nina_leitebonfim" <nina_leitebonfim@...>
escreveu
>
> Gostaria de obter a reportagem que fala sobre os mais recentes exames de DNA
que
> retifica a identidade da Rainha.
>
> Rochester mais uma vez prova a autenticidade histórica de suas obras.
>
Gostaria de obter a reportagem que fala sobre os mais recentes exames de DNA que
retifica a identidade da Rainha.
Rochester mais uma vez prova a autenticidade histórica de suas obras.